De fora da antevisão feita a Days Gone,depois de termos tido oportunidade de testar o próximo exclusivo para a PlayStation 4, ficou a menção de alguns modos extra como o modo de fotografia.
Agora, a Bend Studio e a PlayStation anunciaram formalmente este modo, que vai agradar a todos aqueles que gostam de pausar, respirar e olhar para o jogo de diferentes ângulos, à procura do momento perfeito para tirar uma fotografia.
Days Gone é um jogo de mundo aberto, com muito para explorar. De densas florestas a zonas subterrâneas, passando por montanhas e zonas mais desertas, o que não falta é variedade de locais. A isto junta-se ciclos dia-noite e estações do ano, o que oferece ao jogo um número infindável de cenários para capturar a ação de Days Gone.
Num artigo partilhado no Blog da PlayStation, Jeff Ross, Game Director da Bend Studio, explica que o objetivo desde modo de fotografia é “fazer com que os jogadores sintam que estão a usar e a manipular uma câmara real, no mundo real.”
Para isso, o modo vai contar com uma série de funcionalidades que podemos usar nas nossas câmaras e smartphones, como distância focal, ângulo de abertura, velocidade, ponto de foco, entre outros, juntamente com 18 filtros, nove molduras e, até, a possibilidade de mudar as expressões faciais do nosso personagem principal. Este modo vai contar ainda com definições avançadas, com mais de 55 parâmetros, como Bloom, ajustes de cor, profundidade de cor, entre outros.
Segundo Ross, este modo foi desenhado com a ajuda da equipa de arte que inclui veteranos de Hollywood que ajudaram a definir algumas das funções e características, de modo a que os jogadores consigam, de forma facilitada, tirar fotografias de nível profissional.
Agora para podermos colocar as mãos neste novo modo, teremos que esperar por Days Gone, que chega em exclusivo à PlayStation 4 dia 26 de abril.
Dune, a adaptação cinematográfica impossível da obra de ficção científica de Frank Hebert, promete ser uma das produções mais ambiciosas de Hollywood nos próximos anos.
Caso estejam distraídos, é hoje que se comemora mais um Dia do Pai. De forma a celebrar mais um 19 de março, o Uber Eats, aplicação de entrega de refeições da Uber, juntou-se à McDonald’s para oferecer um mimo aos clientes.
Começaram a surgir rumores sobre um Call of Duty para smartphones no final do ano passado, mas agora a Activision e a Tencent anunciaram formalmente Call of Duty: Mobile, um jogo competitivo na primeira pessoa para Android e iOS.
Vão ao festival NOS Primavera Sound e gostavam de ir vestidos a rigor? A Pull&Bear faz-vos a vontade. Blusões, t-shirts, impermeáveis, swearshirts e sweatshirts. Há um pouco para todos os gostos nesta parceria entre ambas as marcas.
Os modelos que podem ver aqui em baixo fazem parte de uma coleção que vai sair aos poucos, à medida que se aproxima o festival, que acontece de 6 a 8 de junho no Parque da Cidade, no Porto.
Esta primeira parte da cápsula Primavera Sound Pull&Bear é inspirada no streetwear internacional e na cultura urbana – dois universos que se prendem com a música desde as suas origens. Os padrões tye die e os tecidos impermeáveis marcam presença nesta coleção.
Quanto à produção das peças, a palavra de ordem é sustentabilidade. “Queremos abrir uma janela e criar um espaço onde os limites entre a moda, a música e a sustentabilidade sejam diluídos”, explica a Pull&Bear em comunicado oficial. “Queremos promover um futuro melhor para a nossa geração através de uma coleção de roupas Join Life produzida de forma mais sustentável, valorizando os materiais e os processos de produção mais respeitadores do meio ambiente.”
Quanto a preços e disponibilidade, como é óbvio, o preço varia de peça para peça. Pode ser difícil encontrar estas peças em loja (supostamente a Pull&Bear do Colombo é das poucas que tem), pelo que o melhor que têm a fazer é mesmo fazer a encomenda diretamente da loja online.
“Seja a família como for, o importante é haver amor”. Este é o lema da nova campanha do Sport Lisboa e Benfica, clube que criou uma nova modalidade, Sócio Família, que permite às famílias serem sócias do SL Benfica com um menor esforço financeiro.
Lisboa (5 a 14 de abril), Coimbra (9 a 1 de abril), Almada (10 a 13 de abril), Porto (10 a 14 de abril), Setúbal (11 a 14 de abril), Alverca do Ribatejo (12 a 13 de abril), Penafiel (13 a 14 de abril), Moscavide (13 e 14 de abril), Aveiro (15 a 16 de abril), Viseu (1 a 1 de maio), Abrantes (1, 8 e 15 de maio), Beja (7 a 9 de maio), Caldas da Rainha (8 a 10 de maio), Évora (14 a 17 de maio), Tomar (14 a 18 de maio) e Loulé (23 a 26 de maio).
Chama-se Android Training Program e foi apresentado na semana passada em Portugal. Este programa pioneiro na Europa, integrado no projeto Grow With Google, pretende formar 3 mil portugueses em programação Android.
Até podem não ter nada de novo para apresentar, uma vez que o mais recente álbum, New Beginnings, data de 2017, mas a verdade é que ninguém diz que não a mais concertos dos Radio Moscow. E a banda também não mostra sinais de se cansar de Portugal.
Antes do início do filme, a expetativa deste que vos escreve era baixa. Não que achasse que iria ver uma má película. Apenas julgava ser mais uma OVA (Original Video Animation) numa já muito extensa lista de títulos destes, agregados à saga Dragon Ball.
E sabem que mais? Não, não é um filme perfeito. Mas sim, Dragon Ball Super: Broly não só é, discutivelmente, o melhor filme desta saga, como será provavelmente o melhor resumo da essência de Dragon Ball.
A estrutura narrativa de um OVA tradicional não se preocupa muito com as origens dos vilões que estabelece. No fundo, sendo eles filler, não necessitam de mais do que uma motivação inicial muito superficial, pois servem apenas para demonstrar as personagens principais em ação.
Dragon Ball Super: Broly, no entanto, encara a estrutura narrativa tendo em conta a linguagem cinematográfica. Ou seja, a história de Broly não só justifica a sua personalidade bondosa e o seu poder latente, como ainda nos traz imenso contexto, não só sobre a sua raça (Saiyajin), como também sobre as personagens principais (Goku e Vegeta) que interagem com ele e sobre Freeza, que servirá como a principal alavanca.
Aliás, Freeza, surpreendentemente, é a estrela do filme. Não sendo de todo a personagem principal, é a sua existência e ações durante os 40 anos que compõem o filme que tornam possível o desenrolar de acontecimentos. Para além disso, dá-nos a possibilidade de ver esta personagem mais desenvolvida, com mais traços de personalidade para além do que já conhecíamos.
E, no final do dia, apesar de estarmos a falar dum déspota alienígena extremamente racista, acabamos por nos rir e conectar com ele, não pelo ridículo, mas porque se comete a proeza de o tornar uma personagem mais rica e humana.
Atenção, Dragon Ball Super: Broly não é um drama, nem nunca tenta ser. Aliás, o segredo deste filme é justamente nunca se levar demasiado a sério. São inúmeras as vezes onde as gargalhadas se tornam garantidas. Principalmente se forem fãs de Dragon Ball.
A pergunta de um milhão de dólares, no entanto, não é a qualidade da narrativa ou dos diálogos. É a qualidade do combate. E boas notícias: não vão ficar desapontados. É provavelmente a melhor coreografia de combate em Dragon Ball desde há muitos, muitos anos.
As comics norte-americanas têm, por hábito, ter vários artistas diferentes a construir a sua visão duma personagem icónica, ao longo do tempo. E neste filme vemos esta lógica aplicada, com Goku e companhia repletos de vida extra. Seja pelos pequenos detalhes, como o movimento diferenciado das caudas dos Saiyajin, para simbolizar estados de humor, a dilatação das pupilas das personagens, as diferentes cores e formas aplicadas a cada movimento – o cômputo geral é um regalo visual muito forte que faz juz à herança pesada de Dragon Ball, atualizando-a para uma nova era sem nunca perder a personalidade.
Contudo, o filme não é perfeito. Alguns fãs poderão reclamar a ausência de personagens como Gohan ou Kuririn, bem como a pouca influência de Piccolo. A presença de Paragon, pai de Broly, serve apenas como plot device para tornar real a vingança contra a família de Vegeta, ficando ao abandono (literalmente!) na segunda metade do filme.
Mas se são fãs de Dragon Ball, este filme é simplesmente obrigatório. Se preferem as aventuras mais descontraídas de Goku em criança, os momentos de humor no filme são perfeitos para vocês. Amantes dos combates épicos de Z? O combate entre Goku, Vegeta e Broly está ao nível das melhores lutas da série.. Apreciadores de anime no geral? O estilo diferente de animação para personagens tão icónicas vale o bilhete em si.
Dragon Ball Super: Broly não se compara aos clássicos do mestre Hayao Miyazaki ou outros portentos da ficção-científica como Akira ou Ghost in the Shell. Não terá o mesmo apelo da crítica especializada, como Your Name ou The Boy and the Beast. Mas será, talvez, o equivalente a um excelente blockbuster nipónico e, portanto, vale a pena ir ver Dragon Ball Super: Broly.
Dragon Ball Super: Broly já está em exibição nos cinemas nacionais.
Um Grande Auditório do CCB muito bem composto, justificando data extra em Lisboa, recebeu a digressão nacional da The Glenn Miller Orchestra (neste caso, trata-se da versão britânica, formada em 1988 e com selo oficial das Glenn Miller Productions). Esta ghost band dedica-se ao reportório do célebre músico misteriosamente desaparecido sobre o Canal da Mancha em 1944, e é um caso sério de popularidade em Portugal.
Se a primeira temporada de As Arrepiantes Aventuras de Sabrinajá era negra e sangrenta o suficiente, a segunda temporada (ou Parte, como lhe chama a Netflix) promete ser ainda mais.
Descemos então, mas continuamos mais um pouco pelo Norte.
Desta vez com Márcio Lopes: Este jovem enólogo e produtos apresenta-se com o seu Pequenos Rebentos, em versão Alvarinho e Loureiro. O primeiro ainda com apenas três semanas de garrafa, ainda instável, mas a prometer evolução interessante para gerar maior cumprimento de boca, e o segundo já com mais volume e elegância. Muito fino de boca. O Pequenos Rebentos apresenta-se ainda em modalidade Vinhas Velhas. Estágio em barrica velha, com recurso a battonage. Frescura sem deixar de ter acidez e final persistente.
Em seguida passamos para o Douro, com o rótulo Permitido. Também aqui temos escolha, com o Rabigato, feito em altitude de 650/700 metros no Douro Superior, a mostrar mineralidade mas também fruta, com muito equilíbrio, a puxar para o seco e a pedir harmonização com comida. Já o Viosinho apresenta mais pólvora, sem deixar de ser floral.
Paulo Ramos – Quinta de Paços (Barcelos) / Casa do Capitão-Mor (Monção): Mais um produtor de referência, mas desta vez um que faz questão em dizer que não é enólogo (“Não podemos só ficar na mão dos enólogos…”, atira em modo de provocação, lembrando que, quando se lembrou de juntar Alvarinho e Loureiro, muitos o chamaram de louco). Ao nível da prova, destaca-se o Casa de Paços, blend de Loureiro e Arinto, estagiado em cubas de inox, agradável e pronto a beber. No entanto, o Alvarinho da Casa do Capitão-Mor sai vencedor, cremoso e com longo final, com perfil cítrico e acidez equilibrado. Um belo vinho.
Tempo para subir ao double-decker bus e apanhar algumas conversas com enólogos. A começar, António Ventura, uma referência de décadas, que vem falar da sua experiência com vinhos de talha, nomeadamente na Sovibor, em Borba. Tintos de perfil mais suave do que o típico, uma tendência em crescimento e que promete ganhar cada vez mais presença.
De seguida falou Osvaldo Amado, enólogo conhecido pelo seu trabalho com espumantes mas com vasto trabalho em quase todos as regiões de Portugal, e que aqui falou da sua ligação profissional à Adega de Cantanhede. De destaque um tinto 2014, engarrafado em 2017 e com muita madeira.
Um evento com muita qualidade e potencial apresentado e que recompensou os apaixonados pelo vinho.
Na mesma semana, a Xbox e a PlayStation revelaram ambas novas versões dos comandos para as suas consolas.
Apesar de bem diferentes, há algo que eles têm em comum: parecem refrescantes e destinam-se para quem está à procura de novos comandos, procura algo personalizado ou até gosta de fazer coleção.
A Xbox anunciou que vai lançar uma nova edição do seu comando tradicional para Xbox One, o Phantom White Special Edition.
Este comando é “totalmente” branco, mas conta com uma reviravolta – o seu topo é transparente, ficando com os seus componentes internos visíveis.
Com um tom claro e translucido e botões brancos, conta com todas as funcionalidades do atual modelo, como ligação áudio de 3.5mm e adaptador Bluetooth interno compatível com Windows 10 e equipamentos como o Samsung Gear VR.
O Xbox Wireless Controller Phantom White Special Edition fica disponível a 2 de abril e pode ser pré-encomendado na loja da Microsoft por 64,99€.
Do lado da Sony, a aposta é mais verdinha com a frescura do campo e da floresta.
É o DualShock 4 Alpine Green e junta-se à coleção de comandos coloridos da Playstation 4, como os Magma Red, Wave Blue, Glacier White, Green Camouflage e Jet Black.
Conta com todas as funcionalidades dos comandos atuais da PlayStation 4 e destaca-se pelo seu visual em dois tons, com a frente verde e a sua traseira bem branquinha, assim como os botões frontais e os seus D-Sticks.
O DualShock 4 Alpine Green chega um pouco mais tarde, no dia 15 de abril, por 64,99€.
After Life é uma série escrita e realizada por Ricky Gervais, que por acaso (decerto que foi mera casualidade) também desempenha o protagonista da história: Tony, um homem viúvo que atua de forma desnecessariamente desagradável com o intuito de se desresponsabilizar da sua infelicidade. Contudo, ele encontra a sua redenção e mostra-nos que ser uma pessoa decente não é assim tão má ideia. A sério, ser boa pessoa acaba por valer a pena.
Título Original: Kursk Género: Ação/Drama Elenco: Léa Seydoux, Colin Firth, Matthias Schoenaerts Realização e argumento: Robert Rodat
Sinopse: “KURSK é inspirado na história verídica de K-141 Kursk, o submarino nuclear russo que se afundou no Mar de Barents em agosto de 2000.
À medida que 23 marinheiros lutam pela sobrevivência dentro da embarcação, as suas famílias desesperadas combatem obstáculos burocráticos e probabilidades assustadoras para conseguirem encontrar respostas e salvar os entes queridos.
Realizado pelo visionário dinamarquês Thomas Vinterberg (A CAÇA, LONGE DA MULTIDÃO), KURSK é uma história arrebatadora e emocionante que conta com Colin Firth, Léa Seydoux, Matthias Schoenaerts e o lendário Max von Sydow no seu elenco.”
“Kursk” tem estreia marcada para Portugal a 28 de março.