John Wick Hex, o jogo oficial de “John Wick”, chega aos PCs em outubro

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Fãs de John Wick, comecem a treinar gunkata e os vossos cérebros para o jogo oficial de John Wick.

VOA – Heavy Rock Festival: Venda de passes gerais antecipada para hoje

Depois de, em cerca de 10 minutos ou menos, terem esgotado os 1000 passes early-bird colocados à venda hoje de manhã, a organização do VOA – Heavy Rock Festival resolveu antecipar a venda de passes gerais para hoje, a partir das 20h.

Garden Gourmet: Os novos produtos da Nestlé são inspirados na dieta flexitariana

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A marca existe há mais de 30 anos, mas só agora chegou a Portugal. Falamos da Garden Gourmet, que aposta no consumo de alternativas baseadas em opções vegetarianas. O curioso é que são opções que até os viciados em carne vão gostar.

Vem aí um programa de entretenimento da PlayStation Portugal

És gamer, respiras gaming, gostas de te manter entretido e és fã da PlayStation? Então o MODO PlayStation é mesmo para ti.

A nova Nintendo Switch Lite já está à venda

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Há uma nova consola da Nintendo para colecionar ou levar alguns dos melhores jogos da geração para todo o lado.

Glovo chegou finalmente a Sintra

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A partir de agora, as localidades Agualva, Algueirão, Cacém, Mem Martins, Mercês e Portela de Sintra passam a estar abrangidas pelos serviços da Glovo, que, com esta adição, está agora disponível num total de 14 cidades portuguesas.

Esgotados os primeiros 1000 bilhetes para o VOA – Heavy Rock Festival

Atualização: Os bilhetes gerais vão ser colocados à venda hoje à noite.

Já se esperava. Após o anúncio dos System of a Down como cabeças de cartaz para o VOA – Heavy Rock Festival, muitos foram aqueles que ficaram ansiosos, principalmente para ver uma banda que não punha cá os pés desde 2005.

Melanie Martinez vem a Lisboa em janeiro

É considerado um fenómeno da pop. Falamos de Melanie Martinez, artista que vem a Lisboa no dia 21 de janeiro de 2020 dar um concerto no Campo Pequeno. Na abertura do concerto teremos Naaz, convidada especial nesta tour.

Nova série Huawei Mate 30 oficialmente apresentada. Mas quando chega ao mercado?

Pois, isso é algo que Richard Yu, CEO do Huawei Consumer Business Group, não revelou nos minutos finais do evento que aconteceu esta quinta-feira, dia 19 de setembro, em Munique, na Alemanha. Uma coisa é certa: para já, não há serviços da Google pré-instalados nos novos Huawei Mate 30. Mas isso não deverá impedir que uns quantos interessados adquiram, assim que possível, um novo dispositivo desta gama.

“The Twilight Zone” vai estrear na televisão portuguesa com o SyFy

Preparados para viajar até uma nova dimensão? Então o canal SyFy vai abrir-vos a porta, com a nova reinterpretação do clássico The Twilight Zone.

É já para a semana que chega mais um State of Play

A PlayStation revelou a data da sua próxima transmissão do State of Play, o segmento surpresa que serve de apresentação de novidades e atualizações dos jogos mais aguardados para a PlayStation 4.

BloodStained e Shadow Warrior 2 já chegaram ao Xbox Game Pass para PC

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A equipa da Xbox revelou novas adições ao Xbox Game Pass, desta vez para os subscritores de PC.

Terminator: Resistance é o novo jogo inspirado nos filmes do “Exterminador Implacável”

Há muito tempo que a série de filmes do Exterminador Implacável não tinha um novo videojogo, mas parece que essa falta está prestes a terminar com Terminator: Resistance.

Há seis jogos do Batman grátis na Epic Games Store

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Até ao dia 26 de setembro, os fãs do Cavaleiro das Trevas vão poder guardar na sua biblioteca não um, não dois, mas seis jogos de Batman.

Crítica – “Booksmart”

A história segue as personagens de Kaitlyn Dever e Beanie Feldstein (Amy e Molly, respectivamente), duas superestrelas académicas e melhores amigas que, na véspera da sua formatura do ensino secundário, se apercebem que deviam ter trabalhado menos e divertido mais. Determinadas a nunca ficar aquém dos seus colegas, as meninas vão numa missão de empacotar quatro anos de diversão numa só noite.

No ano passado, perdi A Vigilante de Olivia Wilde e ainda não consegui assistir ao mesmo. Ao longo do tempo, fui gradualmente perdendo o interesse, até me esquecer da sua existência. No entanto, depois de ver Booksmart (que chegou atrasado, como é costume, ao nosso país), irei definitivamente ver o anterior em breve.

Nunca fui grande fã do género young-adult ou histórias coming-of-age, mas alguns dos meus filmes favoritos dos últimos anos (Lady Bird, The Edge of Seventeen) pertencem a estes grupos. Por que gosto mais destes filmes de baixo orçamento do que outros?

Bom, não pode ser uma coincidência que todos os realizadores destes filmes sejam tremendamente talentosos ou mostrem um potencial incrível. Além disso, estes filmes (todos com uma mulher como realizadora) abordam uma história adolescente com uma ou mais personagens principais femininas.

Booksmart

Agora, calma, não se exaltem: não, estas películas não são boas porque são feitas por mulheres. Não, o enredo não é cativante ou divertido devido às protagonistas serem mulheres. Estes filmes são excelentes simplesmente porque são feitos por cineastas que sabem o que fazer com uma câmara e uma história, além de possuírem atores brilhantes… Apenas acontece que todas estas pessoas são mulheres.

Não faço parte de nenhum movimento ou grupo de ódio. Sou um ignorante total no que toca a política. Odeio as pessoas que deixam as suas opiniões serem influenciadas por temas externos, sendo, no fim, injustas para o filme. Dito isto, não tenho dúvidas de que estes filmes são melhores por terem mulheres na produção, realização, argumento e elenco principal.

Booksmart é extremamente engraçado, sendo tão realista quanto possível ao mesmo tempo. Tonalmente, Wilde equilibra perfeitamente o seu filme, fazendo-o fluir através de cada momento na história sem falhas significantes. Claro, existem alguns desvios ocasionais que esticam o tempo de execução desnecessariamente, ou seja, alguns subplots que não oferecem nada que valha o tempo perdido, além de serem um pouco exagerados.

No entanto, o enredo principal nunca perde o seu foco. Amy e Molly conduzem suavemente o argumento através de momentos divertidos, bem como outros mais sérios, incluíndo cenas bastante dramáticas. Beanie Feldstein e Kaitlyn Dever são espetaculares!

Booksmart

Não me recordo da última vez a que assisti a um duo de protagonistas tão fenomenal, especialmente quando se trata de atores/atrizes jovens. Têm uma química impecável e é bastante percetível que algumas sequências são, sem dúvida, improvisadas. Também entregam um dos melhores confrontos verbais, cara-a-cara, alguma vez colocados no grande ecrã. Simplesmente, um take longo, com ambas a darem tudo. Excelentes performances, filmmaking fantástico.

Com estas duas atrizes a carregarem a história para a frente, todas as cenas são incríveis. Os bocados de comédia são hilariantes, mas o drama romântico à volta delas é abordado de forma muito genuína. Parabéns a todas as argumentistas que trabalharam nos guiões. Para Olivia Wilde, deixo o meu desejo de voltar a vê-la em mais filmes. Tem o seu próprio estilo sem dúvida que tem muito a dizer. Mal posso esperar pelas suas próximas aventuras.

Booksmart transmite mensagens importantes que certamente irão conetar com públicos por todo o mundo, quer sejam jovens, adultos, homens ou mulheres. Ainda carrega alguns clichês do género (não confiar na sua BFF, mesmo que esteja certa), mas é o jogo com os estereótipos (nem todos parecem aquilo que mostram) que ganha no final.

Booksmart

Assim, Olivia Wilde coloca o seu nome na lista de realizadores a seguir de perto durante os próximos anos. Booksmart é uma adição maravilhosa ao género coming-of-age, uma que possui duas protagonistas impressionantes. Beanie Feldstein e Kaitlyn Dever podem tornar-se em verdadeiras super-estrelas no futuro se continuarem a exibir tais prestações. Com a ajuda de um excelente elenco secundário, Wilde mostra o lado entusiasmante e divertido de terminar o secundário, mas também todos os dramas (bastante) realistas a que os adolescentes têm de se submeter, sem restrições.

É uma história guiada pelas personagens (character-driven) e Amy e Molly são duas pessoas com quem devemos aprender muito. É um dos melhores filmes do género, mesmo que ainda contenha alguns dos seus famosos clichês e alguns enredos secundários que não funcionam totalmente. Recomenda-se a visualização!

Crítica – 47 Meters Down: Uncaged

47 Metros: Medo Profundo segue a aventura debaixo do mar de quatro adolescentes (Corinne Foxx, Sistine Stallone, Sophie Nélisse e Brianne Tju) que exploram uma cidade Maia submersa. Uma vez dentro, a adrenalina rapidamente se transforma num abalo de terror quando descobrem que as ruínas afundadas são um terreno de caça para os grandes tubarões brancos. Com a botija de ar a diminuir, as amigas devem navegar no labirinto subaquático de cavernas claustrofóbicas e túneis de vento em busca de uma maneira de sair do inferno aquático.

Por vezes perguntam-me se me sinto menos motivado a escrever sobre um filme que não gosto ou que simplesmente odiei. Nem perto. Na verdade, até pode ser exatamente o oposto. Os únicos filmes sobre os quais acho difícil de escrever são aqueles que não têm um único aspeto que seja ou excecional ou horrível. Aqueles que estão tão “no meio” que nos esquecemos deles em menos de 24h.

47 Metros: Medo Profundo poderia muito bem ser este tipo de filme, mas os seus problemas lógicos ridículos no que toca à história são impossíveis de ignorar. Até o título é apenas um esquema de marketing para atrair pessoas que gostaram do original de 2017, uma vez que esta “sequela” é totalmente alheia ao mesmo (a profundidade da água a que as personagens estão nunca é abordada).

47 metros 2

É um dos piores filmes do ano. Não bate Serenity, mas fez-me repensar a nota deste, pois é muito difícil de reconhecer uma única coisa boa sobre esta “sequela” terrível. Se tivesse marcado o filme de Matthew McConaughey com a nota mínima, este provavelmente receberia a mesma.

No entanto, da mesma forma que um filme sem falhas não é necessariamente um 5/5, um outro com nenhuma qualidade merecedora de elogio não é instantaneamente um 0/5. Se há algo que eu posso aplaudir 47 Metros: Medo Profundo por conseguir (literalmente, apenas uma salva de palmas muito curta e silenciosa) é que contém duas ou três sequências pequenas onde um jump scare é eficaz ou o suspense foi bem construído… No entanto, isto equivale a apenas um par de minutos de um tempo de execução de quase 90.

As personagens não têm qualquer desenvolvimento. A história segue o caminho mais patético possível. Os tubarões (que são a razão pela qual as pessoas realmente foram ao cinema) não são tão visualmente realistas como no original, atingindo inclusivé um ponto onde o CGI é muito mau. Um peixe grita… A sério?! Quem é que supervisionou esta trapalhada? As personagens falam debaixo de água sem nenhuma explicação sobre como é que conseguem estar a conversar.

Poderia sentar-me e escrever dezenas de perguntas que desafiam a lógica do filme, mas vou parar por aqui. Não porque não quero (não fosse uma crítica sem spoilers, iria enlouquecer), mas devido ao facto de que o problema principal do filme não é o enredo atrozmente ilógico, mas sim a falta de entretenimento.

47 Metros

Velocidade Furiosa, Piratas das Caraíbas, Transformers… Todas estas sagas são (financeiramente) bem-sucedidas. Público por todo o mundo enche cinemas e desfruta destes filmes pelo que eles são: puro entretenimento. Ninguém aprecia estas películas pelas suas histórias complexas ou personagens super desenvolvidas. Vão pela ação, pelas explosões, pela banda sonora épica, pelos efeitos especiais e todos estes aspetos mais superficiais.

47 Metros: Medo Profundo não tem nada disso para compensar os seus outros problemas. Uma ou duas cenas aqui e ali não são suficientes para justificar o preço do bilhete. Até as prestações do elenco são medíocres.

Resumindo, 47 Metros: Medo Profundo não é nada mais do que uma tentativa falhada de iniciar uma franchise nova. Não se deixem enganar pelo título, uma vez que não tem nada a ver com o filme original. Não tenta introduzir personagens convincentes, as sequências com tubarões caem por terra na sua maioria e o argumento está repleto de momentos hilariantemente sem nexo. Não há qualquer lógica. Para um tempo de execução de 89 minutos, surpreende-me como não consegue ser minimamente divertido.

Sem dúvida, um dos piores filmes do ano. Ignorem-no, para que não tenham dinheiro suficiente para tentar fazer um terceiro. Quem sabe?! Talvez começem a apostar em filmes originais, mais pequenos, de cineastas genuinamente talentosos que querem trabalhar no duro e fazer um bom filme…

Crítica – “Ad Astra”

Esta é a história do astronauta Roy McBride (Brad Pitt), enquanto este viaja para as extremidades do sistema solar com o objetivo de encontrar o seu pai desaparecido e desvendar um mistério que ameaça a sobrevivência do nosso planeta. Nesta expedição, Roy irá descobrir segredos que desafiam a natureza da existência humana e o nosso lugar no universo.

Adoro filmes sci-fi no espaço, especialmente quando estes mostram o cosmos de uma forma visualmente deslumbrante como Ad Astra. É daqueles filmes onde os visuais elevam qualquer narrativa que esteja a ser descrita. Se não ficarem com arrepios ou entusiasmados com a sequência de abertura, então poderá não ser o filme que procuram.

Desde a produção sonora silenciosa, mas poderosa, à cinematografia impressionante, James Gray oferece uma história visualmente cativante com um protagonista notável. Brad Pitt receberá dezenas de nomeações durante a temporada de prémios (é preciso não esquecer o seu papel incrível em Once Upon a Time in Hollywood).

O seu desempenho subtil, mas extremamente emocional, mostra um alcance surpreendente. Carrega o argumento inteiro nos seus ombros, e não me importo nada com isso. No entanto, existe imensa narração, e é aqui que aproveito para fazer a transição para o aspeto mais divisivo do filme: é o chamado slow-burn.

Ad Astra 6

Não há nenhum problema em relação a um filme ser deliberadamente lento. Na verdade, uma boa parte dos meus filmes favoritos de sempre não têm um ritmo acelerado. Valorizam a sua história e fazem o público sentir-se interessado no que estão a ver. Ad Astra não é um filme de ação ou uma comédia, é um drama character-driven (neste caso, guiado exclusivamente pela personagem principal), logo a maior parte do tempo de execução é dedicada ao desenvolvimento de Roy.

Dito isto, não entrem no cinema com expetativas de se sentirem entretidos o tempo todo. Alguns momentos não são supostos deixar o público excitado ou de queixo caído. Algumas sequências estão apenas destinadas a fazer os espetadores sentirem-se imersos pelo ambiente, sentirem-se perdidos no espaço (IMAX é o formato obrigatório para assistir a esta película). Não esperem que o filme transforme uma viagem de 80 dias para um planeta em dois cortes e 20 segundos. Gray estabelece propositadamente um ritmo lento.

Obviamente, o público geral não costuma desfrutar deste tipo de filmes, mas, se forem capazes de controlar as vossas expetativas de forma realista, estarão um passo mais perto de não se sentirem entediados durante toda a duração.

O primeiro ato é aquele que capta a atenção de todos. Não perde tempo na Terra, explica o que está a acontecer muito rapidamente e possui 90% da ação mais importante (incluíndo uma das melhores sequências de abertura do ano). O som tem um impacto significativo sobre como Gray filma as suas sequências, e é inacreditável o quão bem filmadas as cenas de perseguição na Lua são.

Ad Astra 2

Cientificamente, não é um Interstellar, onde temos simplesmente que aceitar algumas cenas alucinantes e injustificadas. Ad Astra não tem um único momento onde se fica a pensar “isto tira-me completamente do filme, não consigo aceitar que isto é possível num futuro fictício”. É um elogio enorme a um filme do espaço que contém várias descolagens, bases lunares e viagens (muito) longas.

No entanto, os restantes atos concentram-se intensamente na personagem de Pitt, atrasando o enredo principal. Como escrevi acima, muito do desenvolvimento é feito através dos pensamentos de Roy. Narração extensa é quase sempre um problema, mesmo quando o narrador é Brad Pitt. Alguns monólogos realmente desenvolvem a personagem ou explicam o que esta está a sentir, mas outros tendem a cair no lado filosófico que nem sempre carrega uma mensagem significativa ou interessante. Usando linguagem quotidiana, às vezes é um pouco aborrecido…

Além disso, o final pode ser uma deceção para muitas pessoas. Tommy Lee Jones (H. Clifford McBride) não tem muito tempo de ecrã e não posso mergulhar em detalhes sobre a sua história, mas o relacionamento da sua personagem com Roy não serve exatamente como uma recompensa fantástica.

A banda sonora de Max Richter é uma das melhores de 2019 e espero que seja reconhecida por todas as cerimónias de prémios. Ajuda, definitivamente, a experiência a ser mais fascinante. A falta de som no espaço também é poderosa à sua maneira. Perfeitamente editado, mas com um ritmo continuamente lento que não muda a partir do momento em que o segundo ato começa.

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No entanto, a história de Ad Astra é muito superior a, por exemplo, The Lost City of Z, também pertencente à filmografia de Gray, que genuinamente desgosto. Esta aventura pelo universo é visualmente mais entusiasmante, a sua história é mais envolvente e o seu protagonista é mais convincente do que tudo o resto na parcela anterior de Gray.

Finalmente, é um daqueles filmes que assistir num cinema (principalmente em IMAX) ou em casa faz uma diferença enorme. Nunca se sentirão tão entretidos ou cativados em casa, por isso, certifiquem-se de ver esta película no melhor ecrã possível.

Resumindo, Ad Astra é mais uma vitrine para as chances de Brad Pitt ganhar um Óscar. Com uma prestação subtil, mas poderosa, Pitt carrega toda a história para “porto seguro” com uma ajuda magnífica dos visuais impressionantes. Tecnicamente, é um dos filmes de 2019 mais próximos da perfeição. Muito bem filmado, bem editado, com uma banda sonora imersiva e uma cinematografia linda de morrer.

No entanto, é um slow-burn que nem sempre funciona como tal. Narração é o método número um para desenvolver a personagem de Pitt e, apesar de funcionar na maioria das vezes, atrasa o plot principal, tornando-se um pouco aborrecido durante alguns momentos.

O final não é a recompensa impactante que o filme precisava e o elenco secundário incrível é pouco aproveitado, servindo apenas para exposição. No final, não deixa de ser um excelente filme e um que deve ser visto no maior e melhor ecrã possível, por isso, comprem bilhete e façam a vossa própria opinião!

Novo programa da Compal quer reforçar os pequenos-almoços nos cafés e pastelarias

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Quantas e quantas vezes não damos por nós a comer uma simples torrada com manteiga, ou um simples iogurte, na hora do pequeno almoço? Seja por preguiça ou falta de tempo, a verdade é que muitos de nós descuram aquela que é considerada a refeição mais importante do dia. Mas a Compal quer mudar o panorama.

Além das bandas, o EA Live Lisboa também vai ter DJs

São sete as bandas: Gabriel o Pensador, The Gift, Capitão Fausto, Diabo na Cruz, Stereossauro, Keep Razors Sharp e Paus. Mas há também DJs no EA Live Lisboa, que acontece dia 12 de outubro no Campo Pequeno.

Análise – Auscultadores Sony WH-XB700

Os Sony WH-XB700 têm sido os nossos companheiros de áudio nos últimos dias, em conjunto com os nossos PCs e smartphones.