Algarve recebe duas novas lojas da marca coreana Yoyoso

As novas lojas chegam mesmo a tempo de receber os amantes do bom tempo.

Muitos até podem não conhecer, mas outros tantos somente aguardavam pelo dia em que a coreana Yoyoso iria abrir espaços físicos no Algarve. Trata-se de uma marca “fast fashion designer brand” nascida em 2014 e que se tem expandido rapidamente não só por pensar na moda rápida, mas também devido aos seus preços low-cost.

A primeira loja na região do Algarve é inaugurada já este sábado, dia 29 de maio, no Algarve Shopping. Localizada no Piso 0, junto à Farmácia do shopping, o espaço conta com 176 m2 cheios de artigos de uso diário, decoração, artigos de cozinha, brinquedos, material escolar, eletrónicos e muito mais.

Podem encontrar por ali não só essenciais de praia, como biquínis, chinelos, toalhas, óculos de sol, chapéus, bóias e brinquedos, mas também as tão famosas garrafas térmicas coloridas e acessórios para piqueniques – lancheiras, marmitas, talheres e pratos em bambu e reciclados. E é tudo low cost, uma vez que os preços variam, em média, entre 0,50€ e 5€.

Para este mês de maio, está ainda prevista a inauguração de uma segunda loja no Algarve, desta vez no Aqua Portimão. Recorde-se que, além destas duas novas lojas, a Yoyoso já tem há algum tempo espaços no UBBO e no Alegro Setúbal.

O projeto de expansão em espaços comerciais de grande dimensão é uma prioridade da marca e, até ao final do ano, será o norte do país e ilhas a receber novas lojas Yoyoso, com previsão também da abertura de dois mais espaços na zona de Lisboa.

7ª edição da Comic Con Portugal já tem datas para dezembro

Acontece em quatro dias do último mês do ano.

Foi em março deste ano que estalou a “bomba”: a Comic Con Portugal iria sair do Passeio Marítimo de Algés, em Oeiras, para passar a realizar-se no Parque das Nações, em Lisboa. Na altura do anúncio, a CITY – Conventions In The Yard também disse que o evento ia transitar para dezembro, mas sem ter avançado datas.

Agora, eis que temos novidades relativamente a este assunto. A sétima edição da Comic Con Portugal vai realizar-se de 9 a 12 de dezembro, sob o mote “A New Hope”.

Numa área total de cerca 110 mil m2, toda a experiência do publico estará concentrada num espaço híbrido, englobando a Altice Arena e toda a sua área circundante exterior, onde estarão instalados auditórios, o mercado geek, exposições, ativações direcionadas ao momento do ano em que decorrerá o evento, assim como várias diversões para toda a família.

Também já podem adquirir os bilhetes, disponíveis nas modalidades de Bilhete Diário (25€ nos dias 9 e 10 de dezembro e 30€ nos dias 11 e 12 de dezembro) e Passe Geral para os quatro dias (80€). Estes são valores sem taxas, portanto preparem-se para pagar algo mais se adquirirem online.

Há ainda bilhetes para crianças dos 6 aos 11 anos de idade por 10€, sendo que as crianças até aos 5 anos de idade não pagam entrada.

De modo a celebrar o dia da Criança, a Comic Con Portugal irá lançar uma campanha especial onde, na compra de um bilhete de adulto, será oferecido um bilhete de criança, dos 6 aos 11 anos inclusive. Esta campanha será válida apenas durante as 24 horas do dia 1 de jJunho.

Sonic Colors recebe um remaster para todas as plataformas

Sonic Colors Ultimate acelera no PC e consolas em setembro.

Na transmissão de novidades da mascote da SEGA, a Sonic Central, os fãs de Sonic puderam levantar o véu sobre o seu futuro, com um misterioso jogo revelado para 2022 e um teaser pouco satisfatório.

Mas, até ao próximo capítulo da saga, vamos poder colocar as mãos num dos mais aclamados, Sonic Colors, lançado originalmente para a Wii em 2010.

11 anos depois, Sonic Colors será relançado em formato remasterizado e com o subtítulo Ultimate, prometendo oferecer a versão definitiva do jogo.

Sonic Colors Ultimate abraça o registo 3D da série e, nesta nova versão, conta com jogabilidade afinada, gráficos melhorados e até um novo modo de jogo.

Desta vez, esta aventura não ficará somente nas consolas Nintendo, chegando no dia 7 de setembro ao PC, PlayStation 4, Xbox One, Nintendo Switch, e correrá, obviamente, nas novas consolas em modo de retrocompatibilidade.

IVAucher. Programa arranca em junho e vai dar descontos na restauração, alojamento e cultura

Mas atenção que há aqui uma ratoeira.

Esta quinta-feira, após mais uma reunião do Conselho de Ministros, foi aprovado o decreto regulamentar que define o âmbito e as condições de funcionamento do programa IVAucher.

Tal como definido no Orçamento do Estado para 2021, o objetivo é dinamizar e apoiar três setores fortemente afetados pela pandemia – restauração, alojamento e cultura – e, por essa via, contribuir para impulsionar o consumo privado, a economia nacional e a manutenção e criação de emprego.

Mas afinal o que é ao certo o IVAucher?

O IVAucher consiste num mecanismo que permite aos consumidores acumular o valor correspondente à totalidade do IVA suportado em consumos nos setores do alojamento, cultura e restauração, durante um trimestre, e utilizar esse valor, durante o trimestre seguinte, através da comparticipação em consumos nesses mesmos setores.

O programa vai arrancar a 1 junho e, na prática, vai permitir acumular o IVA gasto em consumos feitos nesses três setores no terceiro trimestre do ano, entre junho e o final de agosto, para que, depois, se possa descontar eventualmente esse valor acumulado como forma de desconto imediato, neste caso entre outubro e dezembro (setembro não conta porque servirá para fazer todas as contas e disponibilizar os respetivos montantes aos contribuintes).

Porém, não se pense que existirá a possibilidade de fazer novos consumos utilizando somente o valor do IVA acumulado, até porque existe um limite de 50% que pode ser utilizado. Imaginando que pernoitam num hotel, que vão almoçar ou jantar a um restaurante ou que querem comprar um bilhete para um concerto, somente metade do valor final apresentado na fatura é que poderá ser pago com o montante acumulado do IVA graças ao IVAucher.

A adesão a este mecanismo não tem qualquer custo para o consumidor e poderá ser feito através de uma plataforma ou pelo Multibanco.

Mas atenção: quem aderir a este programa e utilizar esse saldo em IVA para obter os descontos anteriormente mencionados, deixará de poder abater esses valores na coleta do IRS no acerto do imposto no ano seguinte. Ou seja, este IVA deixará de contar para as deduções específicas no IRS de 2022.

Dying Light 2 chega ao PC e consolas em dezembro

E tem um novo vídeo para provar que existe.

A espera tem sido longa e a pandemia não ajudou, mas Dying Light 2 existe e a Techland Games provou isso não só com um novo vídeo de detalhes do jogo, como também partilhou uma data de lançamento ainda para este ano, mais precisamente para 7 de dezembro.

O novo vídeo de sete minutos é dedicado à jogabilidade, às mecânicas, ao mundo e às escolhas que o vão transformar.

As consequências das nossas escolhas e ações prometem ser o grande destaque desta sequela do jogo original, que misturava o género de sobrevivência em mundo apocalítico com zombies e uma jogabilidade fluida inspirada em parkour. Em Dying Light 2, os jogadores vão ter isso e muito mais, ao serem largados num mundo 15 anos no futuro depois do apocalipse, onde a civilização como a conhecemos já não existe, mas começa a reflorescer.

Na pele de Aiden Caldwell, vamos tentar resolver um mistério do seu passado e, pelo meio, transformar o mundo através das suas decisões, com alianças entre fações que afetam a forma como operam no mundo e decidem proteger-se contra zombies ou até outros inimigos humanos, com algumas decisões a afetarem o rumo da nossa aventura.

Outro grande destaque está na verticalidade da exploração do jogo, onde são os topos dos prédios e edifícios a nossa base. Tudo o que está para baixo são zonas mais hostis e perigosas, cheias de mistérios e criaturas infetadas.

A Techland Games promete partilhar mais informações do jogo até ao seu lançamento, que está, para já, marcado para do dia 7 de dezembro de 2021, para o PC, PlayStation 4, PlayStation 5, Xbox One e Xbox Series X|S.

Horizon Forbidden West expande a série para territórios belos e perigosos

O mais recente State of Play dedicado ao exclusivo da PlayStation foi incrível.

Ao longo de 14 minutos, a PlayStation revelou-nos a jogabilidade e os visuais de Horizon Forbidden West, a sequela do aclamado Horizon Zero Dawn, produzido pela Guerrilla Games, que tem como alvo a PlayStation 5 e a PlayStation 4.

No longo e extremamente satisfatório vídeo capturado na PlayStation 5, os fãs de Aloy puderam assistir à forma como Horizon Forbidden West irá desenvolver-se em regiões tropicais que pintam uma realidade futurista e alternativa de São Francisco, abraçada por selvas e corpos de água exploráveis. As novidades para esta nova aposta são imensas e, pelo vídeo, prometem expandir ainda mais o potencial da série, visualmente, artisticamente e mecanicamente.

Os visuais chamam logo à vista, com uma enorme densidade de elementos e cores que preenchem os cenários, mas são as ações de Aloy e as novidades robóticas que captam a nossa atenção, com mamutes e velociraptors robôs que podem ser montados, enquanto que Aloy recebe uma variedade de ações que prometem aumentar as possibilidades de combate e exploração. Desde bombas de fumo para desorientar inimigos, super ataques para finalizar combates, a um glider para saltar de grandes alturas e voar entre vários pontos, bem como a capacidade de explorar zonas aquáticas, há de tudo um pouco.

No fim do vídeo, acompanhados pelo diretor do projeto Mathijs de Jonge e pelo diretor narrativo Ben McCaw, tivemos uma breve explicação das novas habilidades de Aloy e da premissa de Horizon Forbidden West, que volta a ser um mundo aberto, com diferentes biomas para explorar e seguir as pistas para travar uma estranha e misteriosa força que se está a apoderar da energia de todos os seres vivos na Terra.

Por revelar ficou uma data de lançamento, mas a equipa da Guerrilla Games garante que o desenvolvimento do jogo está a correr bem e que terão novidades em breve para partilhar, juntamente com mais vídeos para partilhar.

Horizon Forbidden West tem como alvo a PlayStation 5 e a PlayStation 4.

Burger King passa a vender sobremesas com Nutella

Há quatro opções ao todo com esta maravilha.

Foi em fevereiro passado que o Burger King passou a entregar os seus gelados ao domicílio, algo que até então somente era possível com os gelados Ben & Jerry’s e com a waffle com topping à escolha. Agora, eis que chega algo diferente: sobremesas com Nutella.

Temos, ao todo, quatro opções com esta maravilha:

  • King Fusion com Nutella – Uma combinação irresistível de Nutella com a suavidade do gelado de baunilha;
  • Mini King Fusion com Nutella – Exatamente o mesmo lado que a opção anterior, mas em formato mini;
  • Waffle com Nutella – Depois da Waffle com xarope, é agora possível ter um delicioso waffle a escorrer Nutella por todos os lados;
  • Cone Gelado com Nutella – Ao clássico cone, juntou-se Nutella. Começam por devorar o gelado de baunilha e, depois, saboreiam a bolacha com esta bela novidade;

Podem pedir estas novas sobremesas tanto nos restaurantes, como no drive-thru. Podem também pedir para entrega ao domicílio, seja através do próprio site/app do Burger King ou das típicas plataformas de delivery.

The Black Lips regressam a Portugal ainda este ano

Para dois concertos: um em Lisboa e outro no Porto.

Estamos no fim de maio, pelo que é perfeitamente natural que as promotoras apostem mais em anunciar concertos para o próximo ano, que é quando se espera que a questão da pandemia já esteja ultrapassada. Porém, há quem arrisque a trazer artistas internacionais ainda este ano.

É o caso da Ritmos, que vai fazer regressar os The Black Lips ao nosso país daqui a uns meses, mais especificamente em novembro, para dois concertos: um a 22 de novembro no LAV – Lisboa ao Vivo e outro no dia seguinte no Hard Club, no Porto.

O mote para este regresso é o mais recente disco da banda, In a World That’s Falling Apart, lançado em 2020. O nono álbum de estúdio de The Black Lips é o resultado de duas décadas de um estilo de vida espontâneo e de noites selvagens transformadas na melhor colecção de músicas que alguma vez produziram.

Os bilhetes para ambos os concertos já estão à venda na BOL e locais habituais, custando 20€ cada.

SonicBlast Fest adiado para 2022

A organização promete uma “épica edição”.

Apesar de todos os esforços, as promotoras estão sempre dependentes da circulação entre países, de modo a que possam receber os artistas/bandas que integram os cartazes dos típicos festivais de verão. E como ainda se mantém a atual situação pandémica, é impossível garantir a presença de muitos artistas, com as organizações a não terem outra hipótese a não ser adiar os eventos para 2022.

É o que acaba de acontecer com o SonicBlast Fest, agora adiado para o próximo ano.

Em comunicado, a organização diz estar a trabalhar arduamente desde setembro de 2019 para celebrar a 10ª edição do festival, tendo o apoio da Câmara Municipal de Caminha, da Junta de Freguesia de Âncora e do Âncora Praia, de forma a honrar o compromisso com o concelho de Caminha e mantendo a oferta cultural de qualidade, em segurança e com o melhor que o rock psicadélico e stoner tem para oferecer.

Porém, e devido à pandemia, não restou outra opção a não ser adiar o SonicBlast Fest para 2022. E já há datas: 11, 12 e 13 de agosto.

Em breve, a organização promete novidades sobre o cartaz da épica edição que está a preparar.

Os bilhetes comprados para a edição de 2021 são válidos para o SonicBlast 2022. No caso dos pedidos de reembolso, estes devem ser endereçados à bilheteira a partir da qual adquiriram os bilhetes a partir do dia 14 e até ao dia 30 de junho.

Festival Sónar chega a Portugal pela primeira vez em 2022

A primeira edição será anunciada oficialmente em junho.

Ao longo do anos, e sem contar com Barcelona, onde surgiu e onde acontece todos os anos, o Festival Sónar já teve edições um pouco por todo o mundo: Reykjavik, Hong Kong, Istambul, São Paulo, Buenos Aires, Londres e Tóquio são apenas algumas das cidades para onde o Sónar se expandiu. Em 2022, haverá mais uma cidade a juntar-se a este leque: Lisboa.

A notícia está a ser avançada pela Blitz, que refere que a primeira edição portuguesa do Sónar será anunciada oficialmente já no próximo mês de junho. Apesar de saber que o evento irá realizar-se na capital portuguesa, a mesma fonte refere que ainda não há datas nem artistas conhecidos.

Esta é uma belíssima notícia para os fãs de música eletrónica contemporânea e não só, que passam a ter mais um festival dedicado ao género.

O Sonár, que diz ser um festival dedicado à “música avançada”, apresenta, além do cartaz musical, uma vasta programação dedicada a conferências, workshops, espaços criativos, concursos e, claro, muito networking.

MEO vai cobrar mais 5€/mês para dar acesso ao 5G

Até ao momento, foi a única operadora a lançar uma “oferta” do género.

Muito se tem falado do 5G e muito se tem promovido esta tecnologia, graças não só a marcas, que têm vindo a lançar smartphones já preparados para as novas velocidades, mas também devido às operadoras de telecomunicações em Portugal, que também já vendem equipamentos preparados para algo que ainda nem sequer está disponível por cá.

Isto deve-se ao facto de ainda estar a decorrer o leilão de atribuição de frequências, algo que não tem sido fácil de concluir. No entanto, há quem estime que o 5G fique disponível algures no verão para uso comercial (de momento só existem zonas teste aqui e ali).

Dito isto, é perfeitamente natural que as operadoras comecem a preparar as suas ofertas no que toca ao 5G. O que não esperávamos é que aproveitassem para cobrar mais dinheiro aos clientes para usufruir da nova tecnologia.

É o caso da MEO, que vai cobrar mais 5€/mês aos clientes que quiserem adicionar a opção de net móvel 5G ao seu tarifário móvel. Há também a opção de ter 5G durante o ano inteiro por um pagamento único de 30€, representando um desconto de 50% face ao pagamento mensal.

Até ao momento, a MEO foi a única operadora a avançar com uma “oferta” do género. As restantes limitam-se a dizer que os clientes terão acesso ao 5G desde que estejam numa das zonas suportadas. Porém, com este anúncio da MEO, resta saber se a concorrência não segue a mesma lógica.

Letras pequeninas passam a ser proibidas nos contratos de adesão a 25 de agosto

Uma medida que só peca pela demora.

Estão a ver aqueles contratos, seja de bancos, seguradoras, ginásios ou operadoras de telecomunicações, que apresentam letrinhas pequeninas às quais os clientes nunca ligam, mas depois se arrependem? Pois bem, vão passar a ser proibidos em agosto.

A partir do dia 25 de agosto, “estão em absoluto proibidas cláusulas que se encontrem redigidas com um tamanho de letra inferior a 11 ou a 2,5 milímetros, e com um espaçamento entre linhas inferior a 1,15”, segundo se pode ler no decreto-lei publicado em Diário da República.

Esta é a quarta vez que o regime de cláusulas contratuais gerais é alterado desde 1985.

Outras cláusulas “absolutamente proibidas”, que já constavam do regime de 1985, são alterar regras respeitantes ao ónus da prova ou à distribuição do risco, contando agora o tamanho da letra e espaçamento de linhas entre a lista de proibições.

Para garantir que não são aplicadas por outras entidades as cláusulas já consideradas proibidas por decisão judicial, o parlamento, na mesma lei, determina que seja criado um sistema “de controlo e prevenção de cláusulas abusivas”, dando ao Governo 60 dias para regulamentar, até finais de julho.

Embora seja uma alteração positiva, somente servirá de alguma coisa caso os clientes comecem efetivamente a ler todo o contrato antes da assinatura do mesmo. E além de ler, terão de compreender, pelo que, antes de contratarem o que quer que seja, não se esqueçam de questionar a entidade em questão sobre quaisquer dúvidas.

Crítica – Cruella

Cruella não é apenas uma das maiores surpresas de 2021, mas também um dos melhores filmes do ano até à data.

Sinopse: “Situado em Londres nos anos 70, no meio da revolução punk rock, Cruella segue uma jovem vigarista chamada Estella (Emma Stone), uma rapariga inteligente e criativa determinada a fazer nome com os seus designs. Torna-se amiga de um par de jovens ladrões que apreciam o seu apetite por travessuras e juntos constroem uma vida nas ruas de Londres. Um dia, o talento de Estella para a moda chama a atenção de Baroness von Hellman (Emma Thompson), uma lenda da moda que é devastadoramente chique e terrivelmente famosa. Mas a sua relação desencadeia acontecimentos e revelações que farão com que Estella abrace o seu lado perverso e se torne a Cruella raivosa, estilosa e vingadora.”

A franchise 101 Dalmatians é uma daquelas propriedades da Disney que é sempre transmitida nos canais generalistas, normalmente durante o Natal. As versões live-action de 1996 e 2000 estão guardadas algures na minha memória, apesar de nunca me ter sentado e visto os filmes sozinho. Cruella pode ser apenas mais um filme live-action da casa do Mickey Mouse, mas está longe de ser mais um remake, muito pelo contrário. Tal como a grande maioria dos vilões desta “empresa”, Cruella de Vil (retratada por Glenn Close nos filmes anteriores) era ainda pior que o antagonista genérico com motivações clichês que eventualmente todos os estúdios acabaram por utilizar e reutilizar até à exaustão.

Para além das suas necessidades gananciosas, personalidade puramente maligna e vaidade extrema, esta personagem malvada era impulsionada por algo completamente impensável: esfolar cães de pelo curto para ter mais sucesso na indústria da moda devido ao seu pelo mais macio. Qualquer pessoa com consciência tem noção de que a Disney – ou qualquer outro estúdio – nunca traria esta personagem de volta ao grande ecrã em 2021 sem fazer algumas mudanças, especialmente no que diz respeito a esta motivação em particular. Como é que um filme com um protagonista que mata cães pode ser remotamente bem sucedido? Obviamente, este motivo hardcore já não pertence aos traços que definem a personagem da Cruella de Emma Stone, algo que pode ser visto como um aspeto negativo para os espectadores mais protetores do material original, como se os tempos e a cultura não mudassem de década para década.

Desde o início da campanha de remakes live-action da Disney, o público tem estado dividido sobre como se sentir e o que esperar destes filmes. Uns desejam uma versão copy-paste da mesma história, enquanto outros pedem uma abordagem completamente diferente da narrativa conhecida. Contudo, a melhor experiência – e o objetivo principal destes filmes – é uma mistura de ambos: uma versão que mantém a essência e a mensagem do original, mas trazendo algo de novo e diferente para a mesa para justificar a sua existência. Cruella não é um remake, mas, sim, uma história de origem – e original – baseada numa vilã clássica… e é, sem dúvida, um dos melhores filmes que vi este ano até à data!

Cruella

Permitam-me começar por elementos fáceis que todos podem ver e apreciar sem ter de entrar em “modo de análise profunda”. O guarda-roupa é, indiscutivelmente, o destaque técnico. Os vestidos coloridamente deslumbrantes roubam o espetáculo visualmente, mas é a maneira como estes distinguem Estella e Cruella que fazem Jenny Beavan brilhar no seu trabalho. Apenas pelo figurino de Stone, os espectadores facilmente decifram qual a personagem que está a representar. As diferenças entre o grupo de pessoas mais glamorosas e ricas com que a Baroness se rodeia e os amigos sujos e pobres que Estella encontra no início do filme – Jasper (Joel Fry) e Horace (Paul Walter Hauser) – são também acentuadas através do vestuário.

As festas extravagantes encontram-se repletas com trajes dignos de Óscar, mas também com uma bela caraterização (makeup & hair) por parte de Nadia Stacey e uma produção artística absolutamente arrebatadora (Fiona Crombie). A banda sonora de Nicholas Britell contém pequenas referências à música das outras peças cinematográficas, tal como o próprio filme. Craig Gillespie não esconde os Easter Eggs espalhados ao longo do tempo de execução, dos quais alguns irão certamente agradar aos fãs mais apaixonados. Tecnicamente, é tão bem produzido quanto se esperava do estúdio, mas nem tudo é tão impressionante como os aspetos acima referidos. Num filme em que até o cabelo e roupa a preto-e-branco de Cruella saltam do ecrã, os fundos e os animais CGI são demasiado percetíveis para um estúdio que acabou de fazer um remake hiper-realista de The Lion King.

Os cães CGI são utilizados durante a maior parte do filme, algo que não só é compreensível, como também louvável. A violência animal no cinema é um tema sério que, felizmente, foi resolvido já há algum tempo – tirando as devidas exceções. No entanto, os VFX não parecem suficientemente bons, fazendo com que os cães – principalmente os Dálmatas – sejam uma distração não intencional. Além disso, um local específico ao ar livre que é bastante importante para a história encontra-se rodeado por um fundo muito escuro e extremamente falso que tira foco às cenas que lá decorrem. Finalmente, o final ostenta uma sequência ridícula realizada com CGI terrível que deixará, definitivamente, os espectadores mais “guiados pela lógica” atordoados com tal desilusão. Considero isto um nitpick, especialmente porque não se trata de um filme sem a sua tolice infantil.

De facto, o sucesso de Cruella depende parcialmente do equilíbrio tonal de Gillespie. Jasper e Horace tornam-se as personagens comic-relief, protagonizando as sequências de ação absurdas que ocorrem nas festas e noutros locais onde decidem roubar. Agora, algumas pessoas podem antecipar isto, uma vez que os outros filmes são definidos pela sua diversão irracional. No entanto, o argumento de Dana Fox e Tony McNamara possui semelhanças inegáveis com The Devil Wears Prada e o mais recente Joker. A história de vida de Estella está longe de ser um conto feliz e a ascensão de Cruella ainda menos. No geral, o equilíbrio entre a comédia tonta e o enredo mais dramático, deprimente e traumático é, na sua maioria, bem controlado, mas existem alguns momentos em que Gillespie deixa tudo demasiado “à solta”, especialmente nos últimos 15 minutos demasiado “Disney-ficados”.

Ora, passando às duas protagonistas: Estella e Cruella. As comparações com a versão de Joaquin Phoenix de Arthur Fleck / Joker são impossíveis de não reparar. Desde uma vida cheia de bullying e tragédia familiar até à transformação final, a personagem de Emma Stone segue um arco semelhante, mas com diferenças claras no que diz respeito à solução dos seus problemas. Estella sonha ser uma estilista de sucesso e idolatra a Baroness egocêntrica e auto-indulgente, o que a leva por um caminho de aprendizagem de como ser bem sucedida no negócio. O tratamento desprezível de Baroness perante Estella traz gradualmente a malvada Cruella de volta à vida, acabando por roubar os holofotes à adorável Estella que só queria seguir a sua paixão… sem ter de levar a cabo medidas extremas.

Cruella

Um twist inesperado e inteligente marca praticamente a transformação da protagonista, algo que me apanhou genuinamente de surpresa. Admito que não tinha grandes esperanças para esta história da origem. No entanto, o argumento bem escrito explora profundamente uma vilã previamente vazia e formulaica, oferecendo-lhe uma backstory comovente e motivações compreensíveis. Embora seja verdade que vem a possuir dezenas de caraterísticas idênticas à infame Baroness, Cruella nunca se torna verdadeiramente 100% essa pessoa que vimos a odiar. Sinceramente, não me importaria de ver uma sequela, mas não creio que haja espaço para outro filme que não prejudique aquele que se acabou de receber. Sendo assim, existe apenas mais um componente para abordar: as prestações do elenco.

Joel Fry e Paul Walter Hauser são verdadeiramente hilariantes como o famoso duo de ladrões. Ambos partilham uma ligação convincente com Estella, uma que acredito merecer uma conclusão melhor daquela que ultimamente recebe. Tornam-se uma família, vivendo e roubando ao longo das suas vidas, mas quando Estella começa a dar algum tempo de ecrã a Cruella, surgem alguns problemas dentro do trio. Estes são, de facto, abordados e resolvidos, mas de uma forma menos dramática daquilo que desejava. Fry é excelente enquanto um Jasper mais competente e racional, mas Hauser nunca para de ser extremamente engraçado. O equilíbrio anteriormente mencionado raramente é afetado pela brincadeira constante destas personagens, algo pelo qual os atores também merecem crédito.

Emma Thompson entrega uma das minhas interpretações favoritas da sua filmografia recente, retratando Baroness von Hellman. Como se pode fazer uma personagem extremamente exagerada parecer caricatural, mas também estranhamente real? Alguém que claramente parece um estereótipo levado ao limite, mas que, ainda assim, se assemelha a dezenas de pessoas do nosso mundo? Thompson assume o seu papel na perfeição e a única razão pela qual não rouba os holofotes a todos os outros deve-se à outra Emma que enfrenta com sucesso o desafio de vestir a pele de uma vilã tão clássica. Com referências óbvias a Miranda Priestly de The Devil Wears Prada, Thompson consegue ser hilariante e malvada na mesma cena, fazendo com que cada segundo com a mesma no ecrã seja incrivelmente cativante.

No entanto, Emma Stone consegue manter-se um nível acima de todos os outros. Acredito firmemente que é uma das melhores atrizes da sua geração. Com uma das caras mais expressivas de Hollywood, Stone nasceu para interpretar uma protagonista com duas personalidades. Sem olhar para o ecrã, qualquer espectador consegue saber se está a interpretar Estella ou Cruella. Não só muda o tom de voz dependendo da personagem, mas os maneirismos também se alteram. Seria uma surpresa enorme se uma atuação tão precoce em 2021 por parte da Disney recebesse uma nomeação para Óscar, pelo que as suas hipóteses são obviamente escassas. Apesar disso, se existisse um prémio para Melhor Monólogo, Stone seria uma forte candidata.

Não me recordo de quantos minutos são concretamente, mas não me consigo esquecer daquele take longo e ininterrupto com Stone no centro do ecrã com nada mais do que a própria a entregar um monólogo emocionalmente impactante. Trocando entre Estella e Cruella no espaço de milissegundos, as suas micro-expressões elevam um discurso honesto, definidor de personagem, que com certeza marcará este ano de cinema. Stone oferece não uma, mas duas prestações impressionantes que agarram tremendamente a atenção, algo que vai satisfazer a maioria dos espectadores à procura de uma Cruella que possam entender e até apoiar.

Cruella

Cruella não é apenas uma das maiores surpresas de 2021, mas também um dos melhores filmes do ano até à data. Apesar da ocasional falta de equilíbrio entre a comédia tola e a narrativa dramática, Craig Gillespie oferece uma história de origem (e original) incrivelmente cativante sobre uma das vilões clássicas da Disney. O argumento notável de Dana Fox e Tony McNamara explora profundamente a transformação Estella-Cruella, dando-lhe motivações emocionalmente convincentes (não mortíferas para animais), um passado traumático e deprimente, assim como um twist inesperado que provavelmente apanhará a maioria dos espectadores desprevenidos.

Com uma das melhores prestações da sua carreira, Emma Stone oferece uma exibição digna de prémios, interpretando duas personalidades de forma impressionante, roubando os holofotes das outras interpretações fantásticas. Tecnicamente, o CGI distrativo em animais e algum green screen demasiado percetível não vencem o previsível vencedor de Melhor Guarda-Roupa nos próximos Óscares, bem como o makeup & hair deslumbrante, a produção artística maravilhosa e a doce banda sonora acompanhada por excelentes escolhas de música.

Um estudo de personagem que faz deste um dos melhores filmes live-action da Disney das últimas duas décadas.

Cruella está atualmente nos cinemas e fica disponível a 28 de maio no Disney+ via Acesso Premium por 21,99€. A 27 de agosto, ficará disponível para todos os subscritores do Disney+ sem custos adicionais.

Xiaomi quer duplicar o número de lojas existentes em Portugal

Existem atualmente 11 Mi Stores no país, mas esse número vai continuar a aumentar ao longo dos próximos meses.

Antes do bloqueio à Huawei por parte do governo dos Estados Unidos da América, a Xiaomi surgia sempre atrás dessa marca chinesa, embora fosse também crescendo ao seu ritmo, muito por culpa da panóplia de produtos de qualidade que ia lançando no mercado. Porém, pode-se dizer que foi a partir desse bloqueio à Huawei, e que fez a respetiva marca perder popularidade, que a Xiaomi começou a prevalecer cada vez mais no mercado, sendo, atualmente, uma das marcas mais utilizadas a nível mundial (também em Portugal).

Esta semana, num evento que serviu para dar a conhecer à imprensa o que é que a tecnológica tem pensado para os próximos tempos, Tiago Flores, antigo sales Diretor da Huawei para Portugal, agora na Xiaomi como Country Manager, referiu à Lusa que a Xiaomi quer duplicar a rede de lojas em Portugal.

Ora, a marca tem, neste momento, 11 Mi Stores a funcionar no nosso país. Quer isto dizer que, em breve, serão 22 lojas físicas em Portugal. Tiago Flores adiantou ainda que, como seria de esperar, essa expansão e chegada da marca a mais cidades vai acontecer ao longo dos próximos meses.

No mesmo evento, o responsável disse ainda que o objetivo da Xiaomi é ter “cinco milhões de equipamentos conectados” da marca em Portugal em três anos. E isto percebe-se porquê: a nível mundial, a empresa já lançou mais de 2.000 produtos inteligentes no mercado.

Among Us é a oferta da semana da Epic Games Store

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Não há nada de suspeito nesta oferta.

O jogo surpresa para esta semana na Epic Games Store é o popular jogo de investigação e suspense, Among Us.

Esta oferta está disponível até ao dia 3 de junho, quando for trocado por outra oferta ainda por revelar. Em Among Us, os jogadores podem juntar-se em equipas a bordo de uma tripulação, onde são selecionados, em segredo com os impostores, que terão que ser descobertos o mais rápido possível.

Esta versão, como todas as outras, será também cross-play, sendo assim possível jogar com outras versões de PC, consolas e dispositivos móveis.

Apesar de ser um jogo gratuito nos dispositivos móveis, nas restantes plataformas é pago. Dito isto, aproveitem esta semana para guardar Among Us. E não, há nada de suspeito nesta oferta, prometemos.

Continente abre primeira loja da marca no concelho de São Brás de Alportel

Esta abertura resulta de um investimento de 6,5 milhões de euros.

Há uma nova loja Continente Bom Dia no concelho de São Brás de Alportel, neste caso a primeira da zona. Localizado na Avenida da Liberdade, o novo espaço conta com cerca de 1.200 m2 de área de venda e, à semelhança de outras lojas, disponibiliza uma gama com milhares de produtos, onde será dado destaque a produtos da região.

No interior, os clientes conseguirão encontrar sacos reutilizáveis na compra de fruta, legumes ou padaria e encontrar à venda caixas 0% desperdício, com 5 kg de frutas e legumes em boas condições de consumo, mas próximos do limite da sua vida útil, por 0,50€/kg.

Na vertente ambiental, há a destacar a disponibilização de equipamentos onde os consumidores podem depositar óleos alimentares usados, pilhas usadas e rolhas de cortiça, que serão posteriormente levados para reciclagem.

Ao nível da iluminação, a loja dispõe de lâmpadas de baixo consumo, 100% LED e ainda de equipamentos de controlo e redução de potenciais consumos excessivos de água.

O Continente Bom Dia São Brás de Alportel, à semelhança de todas as novas lojas da marca, inclui centrais fotovoltaicas de autoconsumo, de forma a minimizar a pegada carbónica do espaço.

De resto, destacar ainda os pontos de carregamento para veículos elétricos no exterior, que permitem carregar até 200km de autonomia em uma hora. Os clientes com Cartão Continente, que realizem compras superiores a 30€, podem ainda beneficiar de carregamentos gratuitos, com cerca de 35km de autonomia.

O Continente Bom Dia São Brás de Alportel conta ainda com os serviços de Cafetaria e Well’s. Tendo resultado de um investimento de 6,5 milhões de euros por parte da marca, esta abertura veio criar 43 postos de trabalho na região.

O horário de funcionamento é de segunda a domingo, das 08h30 às 21h.

Há uma nova loja Meu Super em Alverca

É a 60ª loja Meu Super no distrito de Lisboa.

Depois de, na semana passada, ter aberto uma loja em Ílhavo, eis que a Meu Super inaugurou hoje, dia 27 de maio, uma nova loja de proximidade em Alverca. Na verdade, é a primeira na região de Alverca do Ribatejo.

O novo espaço comercial, localizado na Rua José António do Carmo nº 19, conta com uma área total de venda de 251 m2 e, à semelhança dos demais, pretende ser uma referência junto da população local, com uma gama de produtos ajustada à região.

Tal como qualquer outra loja Meu Super, o estabelecimento de Cascais disponibiliza vários produtos das marcas Continente, como a Seleção Continente, Fácil & Bom Continente, Contemporal, Área Viva ou MyLABEL.

Este superfície comercial, a 60ª loja Meu Super no distrito de Lisboa, está a funcionar de segunda a domingo, das 8h às 20h30.

Caramel Macchiato é o novo sabor da gama Go Chill by Delta

O novo sabor vem fazer companhia aos três existentes até então.

Foi em julho do ano passado que falámos pela última vez na gama Go Chill by Delta, dessa vez para falar do então mais recente sabor destas bebidas ready to drink e ready to go: Double Expresso. Agora, já em 2021, eis que chega um novo sabor que une a energia do café ao leite e se funde com o melhor caramelo.

Trata-se, claro, do Go Chill Caramel Macchiato, ideal para ser consumida a qualquer hora e em qualquer lugar de forma descontraída e com uma cremosidade e suavidade únicas. Isto significa que é uma boa bebida para beber durante os encontros com os amigos ou enquanto estamos numa pausa de uma qualquer atividade ao ar livre.

Já disponível nos locais habituais, o Go Chill Caramel Macchiato vem fazer companhia não só ao já mencionado Go Chill Double Expresso, mas também ao Go Chill Cappucino/Cacau, Cappucino/Aveia e Caffe Latte.

Os croquetes da Portugália têm novos sabores e um novo conceito exclusivamente digital

Os famosos croquetes são tão populares que assumem agora a sua própria identidade.

Uma coisa é certa: cada vez que se fala nos restaurantes do Grupo Portugália, é praticamente impossível não destacar os famosos e deliciosos croquetes. Aliás, no ano passado, o grupo chegou a disponibilizar em exclusivo no Uber Eats e na Takeaway.com uma box com 10 croquetes, de modo a que os clientes pudessem receber em cada sem quaisquer problemas. Mas há agora uma evolução.

Os inconfundíveis croquetes Portugália assumem agora a sua própria identidade com um novo conceito exclusivamente digital, cujo nome é O Croquete Portugália. A grande novidade? É que existem agora novos sabores.

Ao Croquete de Carne juntam-se os de Espinafres, Bacalhau e Alheira e Farinheira – servidos no prato, no pão, individualmente ou à dúzia. O difícil vai ser mesmo escolher.

Os croquetes são servidos numa caixa desenhada para proporcionar uma refeição prática, e sem necessidade de transpor a comida para outro prato, e já estão disponíveis para encomendas nas plataformas habituais (Uber Eats, Bolt Food, Takeaway.com e Glovo).

A nova bebida em garrafa da Mercadona junta cerveja… e groselha

A Tango é uma novidade no mercado, dentro da categoria das cervejas, e surgiu a partir do Modelo de Coinovação da empresa.

Em março deste ano, a Mercadona fez chegar às suas lojas dois novos pacotes de batatas fritas: um com sabor a Chili e outro com sabor a Frango Assado com Limão. Este até podia ser somente mais um lançamento qualquer, mas destaca-se dos restantes por serem produtos que resultaram da opinião dada pelos clientes da marca, que convocou várias sessões de coinovação de modo a criar estas batatas.

Agora, também com a ajuda dos clientes, eis que chega algo completamente diferente: uma bebida que junta groselha e cerveja. Chama-se Tango e é uma novidade no mercado, dentro da categoria das cervejas. A receita é inspirada nos clientes portugueses e nas suas preferências organoléticas e consiste na mistura de groselha com cerveja na medida certa para não ficar nem demasiado doce (muita groselha) nem demasiado amarga (muita cerveja).

Esta bebida é vendida individualmente, em garrafas de 33cl elaboradas de plástico reciclável, ou em packs de seis unidades.