Reviews de Videojogos

Mais recentes

Deadcraft – Parte Humano, Parte Zombie, Todo Carpinteiro

Uma tentativa interessante de construir uma campanha mais linear e narrativa num género tão emergente como o de sobrevivência, que nem sempre funciona.

Wonder Boy Collection – A coleção do déjà-vu

Uma coleção pensada para os fãs que traz os quatro jogos principais da série Wonder Boy, mas é difícil não sentir algum desapontamento por não adicionar mais opções.

Shattered: Tale of the Forgotten King – Em terras de Reis

Um projeto ambicioso e muito arrojado que chega finalmente às consolas depois de uma estreia no PC.

Loot River – Por Este Rio Acima

Uma abordagem diferente e interessante ao género roguelike que poderá influenciar novos projetos no futuro.

Eiyuden Chronicle: Rising – Entre colossos

Os fãs de RPG de ação conseguirão encontrar algo na sua estrutura assente em missões rápidas, mas a sua falta de profundidade mecânica irá cansar até os mais pacientes.

The Serpent Rogue – Um mundo amaldiçoado

Existem boas ideias em The Serpent Rogue, mas será necessária alguma paciência para as aproveitar ao máximo.

Scourgebringer – À Velocidade da Luz

O novo projeto da Flying Oak Games foca-se na movimentação, na acessibilidade e na colaboração com a comunidade de fãs.

Trek to Yomi – De katana na mão, mas por afiar

Trek to Yomi vive dos seus visuais, da sua temática e inspirações, mas a jogabilidade pouco afinada torna as suas cinco horas de jogo numa jornada entre mundos pouco marcante.

MotoGP 22 – Finalmente justiça ao que se espera das consolas de nova geração

O melhor simulador de desportos motorizados com motas está de regresso com estrondo e sobe a fasquia que já tinha ficado bem alta com o capítulo anterior.

MLB The Show 22 – Continua a ser o melhor simulador de basebol, mas pouco melhorou

MLB The Show 22 não falha em nada em comparação com o capítulo anterior, nem piorou em nada, mas também não houve melhorias notáveis.

Blast Brigade Vs. The Evil Legion of Dr. Cread – Um metroidvania de linha de montagem

Apesar de ser um jogo muito sólido, falta-lhe criatividade e uma maior variedade de mecânicas para o tornarem obrigatório.

Forgive Me Father – O melhor tipo de déjà-vu

O horror cósmico está novamente no menu deste festim de ação e tripas.