Tudo começou a 6 de outubro de 1997. Na altura, tinha ido para o ar a primeira edição de O Homem Que Mordeu o Cão e Outras Histórias, uma rubrica composta por notícias bizarras apanhadas pelo relativamente desconhecido Nuno Markl. Mal sabia ele que seria o início de uma história de sucesso.
A rubrica continua até hoje, ganhou ainda mais fama graças à Internet e deu origem a uma digressão nacional de espetáculos ao vivo, livros, um programa de televisão, e, claro, ferverosos seguidores. Agora, exatamente 20 anos após a estreia da rubrica, ou seja, no dia que completa duas décadas de existência, Nuno Markl leva O Homem Que Mordeu o Cão 20 Anos: Uma Vida de Cão ao Coliseu de Lisboa.
Neste espetáculo, ficarás a conhecer notícias clássicas e inéditas, histórias embaraçosas de bastidores e um elenco de convidados da área da rádio, comédia e música.
Portanto, aponta na agenda: 6 de outubro, Coliseu dos Recreios. Os bilhetes já estão à venda e vão desde os 8€ (galeria de pé) aos 22€ (cadeiras orquestra).
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Imagina que estás num sítio onde tiras uma foto espetacular e querias imprimi-la, mas não tens como fazê-lo, ou que querias oferecer uma fotografia a alguém especial. Não procures mais. A Canon tem a solução para ti.
A nova impressora portátil da marca chama-se SELPHY CP 1300, é compacta e moderna quanto baste e imprime fotos em alta qualidade, bastando estar conectada via Wi-Fi a um dispositivo iOS ou Android. Para fotos de tamanho normal, postais, cartões de visita, mini-autocolantes, entre outras opções personalizadas a teu gosto, esta máquina é a opção ideal.
A marca garante uma qualidade profissional com esta impressora ultracompacta ao incorporar nela a tecnologia de impressão Dye Sublimation, podendo imprimir até 256 tons de cada cor, o que resulta num total de 16,3 milhões de cores possíveis.
Este equipamento tem ainda outra tecnologia que faz com que reconheça automaticamente o sujeito e o fundo das imagens, removendo os ruídos e melhorando o brilho e a nitidez.
É possível escolher entre acabamento gloss ou três opções de semi-gloss, sem que seja necessário trocar de papel ou de tinteiros. Portanto, são precisos apenas 47 segundos para uma foto resistente aos efeitos do tempo e com proteção contra manchas e dedadas.
Além disso, quantas foram as vezes em que precisaste de uma fotografia tipo passe? Pois é, aqui escolhes o modo Face Frame Guide e terás 43 tamanhos pré-definidos para escolheres.
Para ligares o teu dispositivo Android ou iOS, basta que estejas num local com Wi-Fi, ligas os dois à mesma rede, usar a app Canon PRINT e já está. Depois, no ecrã LCD tátil inclinável de 8,1 cm (3.2 polegadas), escolhes o que desejas imprimir. Tens ainda a possibilidade de inserir um cartão SD com fotos para que não precises sequer de transferir imagens de outros dispositivos.
Podes, também, imprimir fotos diretamente do Instagram naquele formato quadrado tradicional para fixares numa parede da tua casa.
Disponível em branco, preto e rosa, a SELPHY CP 1300 está à venda por 129,99€, mas é sempre possível encontrar mais barato online.
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São dois episódios duplos, separados por uma semana de exibição. Embaixadores da Máfia é a nova série do canal História que estreia já na próxima segunda-feira, dia 14 de agosto, e que se baseia na reunião em Havana, Cuba, em finais de dezembro de 1946, onde estiveram todos os líderes representantes das famílias do crime da Cosa Nostra dos Estados Unidos, mostrando, ainda, como se iniciou a expansão dos interesses da Máfia no centro da América Latina.
A série revela-nos um autêntico império de falsificação, tráfico de droga, jogo e prostituição gerido pelos quatro líderes principais: Abelardo Rodríguez, Bugsy Segel, Virginia Hill e Meyer Lansky.
O episódio dedicado a Abelardo Rodriguez é exibido segunda-feira, dia 14 de agosto, às 22h. Nesse mesmo dia, 45 minutos depois, é apresentado o episódio dedicado a Bugsy Siegel.
Na semana seguinte, é Virginia Hill a protagonista do episódio a ir para ao ar segunda-feira, dia 21 de agosto, às 22h. Logo a seguir, às 22h45, é exibido o último episódio desta série, neste caso dedicado a Meyer Lansky.
O canal História está disponível em todos os operadores nacionais – MEO, NOS, NOWO e Vodafone.
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Depois de vencer a edição de 2016, o Algarve volta a estar nomeado na categoria de “Melhor Região de Turismo Nacional” dos Publituris Portugal Travel Awards, considerados por muitos como os óscares do turismo nacional. Neste ano, a região algarvia conta com 20 nomeações no total, podendo ganhar nas categorias de “Melhor Hotel Resort”, “Melhor Hotel de Praia”, “Melhor Hotel Cinco Estrelas”, “Melhor Hotel de Três Estrelas”, “Melhor Hotel MICE” e “Melhor Campo de Golfe”.
A Região de Turismo do Algarve (RTA) volta a estar na corrida aos prémios daquela instituição, num ano que, até maio, já tinha registado perto de 6 milhões de dormidas.
A iniciativa, que pretende distinguir os melhores agentes do setor do Turismo em Portugal, é promovida pelo maior jornal para profissionais da indústria do turismo e destina-se a premiar as melhores empresas, instituições, serviços e profissionais que se destacaram no setor do Turismo durante o último semestre de 2016 e o primeiro de 2017.
A votação online está a decorrer até 11 de setembro, sendo que ainda existirá uma votação do júri, constituído por diversas personalidades do setor. A conjugação dos dois resultados irá determinar os vencedores da 14ª edição destes prémios, a serem anunciados a 21 de setembro.
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O próximo topo de gama da Samsung, o phablet Galaxy Note 8, vai ser revelado ao mundo em menos de duas semanas, num evento que irá ocorrer a 23 de agosto em Nova Iorque, nos Estados Unidos.
Os rumores sobre o dispositivo começaram a surgir pouco depois do anúncio oficial dos Galaxy S8 e Galaxy S8+. Acontece que os rumores nem sempre estão corretos, e, muitas vezes, o que se diz acaba por não ser concretizado. Mas a poucos dias da revelação do novo equipamento ao mundo, o jornalista Evan Blass, conhecido na Internet como @evleaks, decidiu colocar online fotos do equipamento, assim como as especificações técnicas.
Portanto, é um terminal com dimensões de 162.5mm x 74.6mm e 8.5mm de espessura e com cantos mais quadrados e a caneta S-Pen Stylus, como é hábito na linha Note. Conta com um ecrã Super AMOLED de 6.3 polegadas com resolução de 2960×1440 pixéis, sendo ligeiramente maior que o ecrã do S8+, processador Qualcomm Snapdragon 835 para os Estados Unidos e Exynos 8895 para o resto do mundo, 6GB de RAM, 64GB de memória interna expansíveis via cartão microSD, duas câmaras traseiras – uma grande angular com abertura de f/1.7 e dual pixel autofocus e outra telefoto com abertura de f/2.4 e zoom ótico de 2x -, uma câmara frontal de 8MP e abertura de f/1.7 com autofocus e, finalmente, uma bateria de 3.300mAh com carregamento rápido via porta USB-Type-C ou wireless, o que não deixa de ser estranho, tendo em conta que o Galaxy S8+ tem uma bateria de 3.500mAh.
O novo smartphone terá ainda certificação IP68, ou seja, é resistente a poeiras e à água até 1.5 metros de profundidade durante 30 minutos.
Ao que tudo indica, estará disponível inicialmente nas cores Midnight Black e Maple Gold, e, algum tempo depois, nas cores Orchid Grey e Deep Blue Sea. Quanto a preços, não esperes menos de 1000€ pela compra do terminal.
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The Defenders, Os Defensores, é como preferires. Se esperavas ansiosamente pelo regresso dos teus heróis preferidos da Marvelna Netflix, podemos adiantar que não vais ficar desiludido. Tens é de ter alguma paciência até que a série ganhe mais interesse.
A cada nova edição do Bons Sons, existe uma maior preocupação com a sustentabilidade do festival. A organização é mais empenhada que nunca, cada vez mais organizada, procurando melhorar o que se faz, sempre tendo em conta os interesses dos habitantes de Cem Soldos.
Nesta edição, a organização continua a apostar na diminuição da pegada ecológica do festival, aplicando não só medidas já implementadas em anos anteriores, mas também novas propostas. Nesse sentido, estivemos uns minutos à conversa com Ana Brazão, responsável pelo Plano Ecológico do Bons Sons, para saber concretamente as novidades deste ano.
Echo Boomer (EB) – Ana, como veio parar ao Bons Sons? O que faz de profissão, além de ter estes dias dedicados ao festival?
Ana Brazão (AB) – Eu trabalho numa Associação de Defesa do Ambiente de âmbito nacional, isto é, sem sede aqui em Cem Soldos, num projeto que tem como objetivo preservar os rios de Portugal. Trabalho na área, mas de uma forma muito diferente. O meu namorado é de cá, portanto acabei por fazer parte da família (risos).
EB – Fale-me um bocadinho das novidades do Plano Ecológico para esta edição.
AB – Nós somos um dos festivais selecionados para estar abrangidos por uma nova linha de financiamento criada pelo Ministério do Ambiente. O objetivo é financiar medidas que melhorem o desempenho ambiental dos festivais de música que decorrem este ano Portugal. Portanto, nós propusemos medidas, e algumas delas foram selecionadas para serem financiadas nesta edição.
EB – E que medidas propuseram?
AB – Propusemos cinco medidas, ao passo que quatro delas acabaram por ser elegidas. Uma diz respeito aos consumos de água – vamos instalar um conjunto de torneiras com redutor caudal (medida que teve maior classificação) -, que vem na consequência de outra medida (não financiada) que é o facto de eliminarmos por completo os copos de plástico descartáveis utilizados nas cervejas e nos refrigerantes. A partir de agora as pessoas vão ter de usar uma caneca. Essa caneca vai ter de ser limpa muito mais vezes e prevê-se um consumo acrescido de água. Portanto, pensámos na instalação das torneiras para que esse acréscimo de água não seja assim tão significativo.
Foto: Carlos Manuel Martins
Outra das medidas – esta de teste – é a instalação de sanitários secos apenas no parque de campismo para ver como os festivaleiros reagem e quais os usos e os comportamentos em relação a estas casas de banho. Vamos ter um plano de monitorização que vai medir todo o desempenho ambiental do festival, sendo que esta medida está incluída nesse plano, o que permitirá compreender se os festivaleiros preferem estas casas de banho ou as outras. Há aqui duas grandes vantagens. Por um lado não precisamos de usar água acrescida e energia acrescida no tratamento e transporte dos influentes líquidos gerados nas casas de banho normais, e, por outro lado, os resíduos produzidos vão sofrer compostagem durante um ano, portanto, o composto será depois utilizado em jardins e espaços florestais da própria aldeia. Tentamos, assim, fechar o ciclo do impacto que é gerado em um ano. E queremos dar a ideia de que a aldeia recebe muito de fora, mas dá muito de si, com o objetivo de querer que isto se torne um hábito não só a nível cultural, mas também ambiental.
EB – Mas notavam muitos copos no chão para pensarem nesta medida?
AB – Cada vez há menos copos no chão. Não só porque existe maior consciência ambiental por parte dos festivaleiros, mas também porque há alguns anos, mais precisamente em 2010, o Bons Sons inseriu no festival uma caneca de metal. A essa os festivaleiros aderiram muito bem e gostam de a utilizar e andam sempre com ela. Portanto, tem sido cada vez mais usual, menos pessoas a usar copos de plástico descartáveis e mais pessoas a utilizarem a caneca. Ainda assim, havia muito desperdício de plástico, que era usado apenas uma vez, e logo encaminhado para tratamento. E isto não fazia qualquer sentido. Agora com este apoio financeiro complementar, decidimos avançar com esta medida. E complementam-se umas às outras.
EB – Acha que aqui na aldeia, como estão num ambiente mais rural e não urbano, as pessoas vão aderir bem à medida do copo reutilizável?
AB – Sinceramente não me parece que as pessoas tenham reagido muito bem. Pode haver alguma confusão logística com o procedimento em si de comprar a caneca num sítio, dar um euro, ficar com uma senha e devolvê-la só para ficar com esse euro novamente. As pessoas pensam que têm um trabalho acrescido que antes não tinham. Vão perder uns minutos a perceber isto e a fazê-lo. Mas certamente que muitos vão olhar para os contentores de outra forma ao perceber que não estão cheios de lixo, não é? E como será a primeira vez que implementamos os copos reutilizáveis, certamente que haverá algo a melhorar.
EB – Havia uma preocupação da população da aldeia com o lixo que poderia resultar da existência do festival?
AB – Havia muito essa preocupação, sobretudo com as beatas. Lixo no chão, guardanapos… Fazia alguma confusão. O Bons Sons tem essa particularidade de não ser feito num recinto, mas sim dentro de uma aldeia. Lá está, o comportamento das pessoas vai mudando, portanto, há cada vez menos pessoas a deitar as beatas no chão. No geral, a mentalidade tem mudado.
EB – O financiamento é usado apenas para o plano ecológico ou será também aplicados noutras áreas?
AB – O financiamento (co-financiamento na realidade) é exclusivo do Ministério do Ambiente, portanto, é apenas para medidas de questão ambiental e ecológica. Não tem de ser reembolsado. Mas as verbas só serão disponibilizadas se as medidas correrem dentro do previsto e se forem corretamente implementadas, que é o esperado, obviamente. O ambiente é, talvez, das áreas mais transversais que existem, portanto, não existe nenhuma medida que depois não vá ter um impacto nas restantes. Outra das medidas, por exemplo, diz respeito ao Espaço Criança, que já existia há dois anos, e que este ano tem uma programação específica para sensibilizar os mais novos para algumas temáticas ambientais. Com este financiamento, conseguimos adquirir material educacional, conseguimos melhorar a oferta informativa, mas, por outro lado, acabamos por não estar apenas a tratar de questões ambientais. Estamos a falar da educação, de sensibilização das camadas mais jovens, ou seja, estamos a falar da própria oferta em termos de programa do festival. Nunca conseguimos dizer que o financiamento é só para o ambiente.
EB – Provavelmente serão pioneiros em tudo isto.
AB – Em algumas medidas sim, somos pioneiros. Na questão das torneiras, por exemplo, fomos os únicos a fazê-lo até hoje. O Espaço Criança também é uma oferta que não existe em muitos festivais e também sabemos que este ano, financiados pelo Fundo Ambiental, somos os únicos que têm uma oferta nesse sentido. O próprio Bons Sons já é um festival muito diferente, o facto de ser um festival de grande dimensão organizado e executado por uma comunidade faz com que haja outros desafios. E isso também se vê depois noutra escala.
EB – Desde o início do festival, isto é, desde a sua concepção, sempre tiveram presente a área da sustentabilidade? Tentaram fazer disso a vossa missão?
AB – Sim, o plano ecológico sempre existiu. Aliás, ao longo destes últimos anos, o Bons Sons foi nomeado várias vezes para essa componente. Havia a preocupação das canecas, havia e sempre houve a preocupação com a reciclagem no recinto, e este ano continuará a haver a distribuição gratuita de cinzeiros portáteis. Havia um conjunto de preocupações, mas, como este é um festival com um base voluntária muito forte – a grande maioria são voluntários, fazem mesmo parte da comunidade –, a verdade é que várias medidas necessitavam de financiamento, mas nunca conseguiam sair do papel. Abrindo essa possibilidade, conseguimos que algumas se tornem realidade.
EB – Consigo trabalham mais quantas pessoas?
AB – Neste momento, estão comigo mais cinco voluntários. Têm funções diferentes, fazem coisas diferentes. São voluntários externos, ou seja, não são da comunidade, mas gostam e identificam-se com o projeto. Vêm cá passar uma semana e são responsáveis pelo plano de monitorização, isto é, vão estar em diferentes períodos do dia a perceber como é que as medidas estão a correr, qual o impacto que têm no festival, mas também o impacto que têm no ambiente e no desempenho ambiental deste evento.
EB – Há pouco falou-me no parque de campismo. Em anos anteriores, qual tem sido o feedback de quem acampa por lá? Se gostam das condições, se podiam existir melhorias, se há muita sujidade…
AB – Neste momento uma das coisas que estamos a tentar melhorar é precisamente a limpeza do parque de campismo. Estamos a tentar que seja mais frequente e que haja mais e melhores recursos. Mas, lá está, sendo um festival com base voluntária, tem sido mais difícil, e esse é um dos aspectos a melhorar. É um desafio grande, de facto. Estamos a falar de uma área que tem usos muito diferentes, tem entre 3 a 4 mil pessoas e não é possível fazer limpezas quando queremos.
EB – Mas a limpeza em anos anteriores era feita diariamente ou apenas quando terminava o Bons Sons?
AB – Era feita pelo menos uma vez por dia de forma exaustiva. Como estamos a falar de um grupo de voluntários, acaba por ser desafiante melhorar essa componente. Mas agora com estas novas medidas, vamos também perceber o impacto no próprio parque de campismo e em como podemos melhorar para anos seguintes.
EB – Por último, alguma coisa que queira dizer a quem vai ao Bons Sons?
AB – Venham viver a aldeia! Informem-se, há muita informação que está disponível no próprio recinto sobre as várias formas para melhorarem o seu desempenho. Acima de tudo, que estes “ensinamentos” da nossa parte estendam-se após a visita ao Bons Sons.
O Echo Boomer falou ainda com João Silva, responsável pela assessoria de imprensa, e com alguns voluntários do grupo de trabalho, uma equipa indispensável para a realização do festival.
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São várias as fugas de informação relacionadas com o próximo equipamento de topo da Huawei. O Mate 10, a ser apresentado em Munique em outubro, mais precisamente a dia 16 desse mês (carece de confirmação por parte da marca), promete chegar e competir sem medos com os dispositivos de topo da concorrência. E, ao que tudo indica, deverá chegar em duas variantes.
Os leaks que têm surgido na Internet indicam que deverão existir duas versões do terminal: uma mais básica, para mercados selecionados, e outra versão mais potente, para países onde a marca aposta em força. Diz-se que poderão ter o cognome Stantard, Lite ou Pro. E, a Portugal, deverá chegar a opção mais potente.
Quanto a especificações técnicas, a versão mais básica deverá ter 4GB de RAM e 64GB de memória interna, enquanto a mais potente deverá ostentar 6GB de RAM e 128GB de armazenamento interno. Terão ambos os dispositivos o processador Kirin 970, e, quanto ao ecrã, espera-se um terminal com uma tela esticada de 6 polegadas, ao estilo do Samsung Galaxy S8, e resolução de 2160×1080 pixéis. No entanto, fala-se que a versão Lite ou Standard terá uma dimensão mais reduzida. Mas tudo isto são rumores.
Quanto a preços, fontes seguras da indústria alegam que a versão a chegar ao nosso mercado, a mais potente, deverá custar 799€.
Resta-nos esperar por dia 16 de outubro para termos todas as informações oficiais sobre o novo topo de gama da Huawei.
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Só quem vai ao Bons Sons é que consegue sentir o ambiente da aldeia.
Antes do início de qualquer festival de verão, é necessária toda uma preparação de bastidores. Meses de planeamento, contratação de artistas, definir programação de palcos e organização de horários, conseguir parceiros, arranjar novidades todos os anos… São tantos parâmetros que, sem uma equipa de trabalho, fica impossível construir o que quer que seja.
A convite do Bons Sons, fomos conhecer um pouco melhor o trabalho que se faz por detrás do que o publico vê, ou seja, tudo o que acontece antes de se transformar no festival.
O cenário em Cem Soldos nada tem a ver com os dias de festa. É a típica aldeia, igual a tantas outras. Passam alguns tratores com materiais, vemos gatos a dormir e algumas pessoas no Café da Tonita. Mas tudo isso muda uns dias antes, com o assunto Bons Sons a ficar na ordem do dia. Afinal de contas, é uma aldeia pequena – não tem mais de 700 habitantes.
Encontrámo-nos com João Silva, responsável pela assessoria de imprensa no Bons Sons, na SCOCS (Sport Club Operário de Cem Soldos), para uma breve conversa antes de passarmos ao campo de trabalho, um dos pilares do festival e que acaba por passar despercebido aos meios de comunicação.
“Eu sugeri o campo de trabalhos porque acho que passa um bocado ao lado. Apesar de ser falado, penso que é uma coisa muito importante do Bons Sons. E é preciso um bocadinho de sensibilidade para falar de certos temas”, desabafou João.
Questionado sobre o que traz o festival à aldeia, João referiu que é aí que o Bons Sons é importante. “Por exemplo em 2014, fizemos muitas ações de comunicação aqui na região. Festas de Abrantes, Festas do Entroncamento, Feira Medieval de Torres Novas… A adesão dependia muito do tipo de evento em si. Por exemplo, em Abrantes era um sucesso. Em Torres Novas já passava um bocado despercebido, até porque era um evento diferente e mais orientado para as famílias. Mas sempre adorei essa parte da comunicação, dava-me imenso gozo.”
Só quem vai ao Bons Sons é que consegue sentir o ambiente da aldeia. A edição de 2014 foi, talvez, a mais bem-sucedida. Não só pelo cartaz, pelo lucro, mas porque o próprio clima ajudou à festa. Se 2015 e 2016 foram um pouco mais frios, a edição de 2014 foi forte em altas temperaturas, e isso ajudou, até nas próprias fotos. Quem as viu, quase que conseguia sentir a alegria de quem por ali passava.
“Passámos a anual em 2015. Estou cá desde o início, mas em 2006 e 2008 fiz apenas alguns trabalhos. Já em 2010, quando comecei como voluntário a sério, e 2012, o Luís Ferreira (diretor do festival) confiava em nós. Lembro-me de uma vez, nessa edição de 2012, tivemos uns CDs, mas só chegaram domingo. Foi um grande flop. Ainda temos ali os CDs todos (na SCOCS) e temos estado a distribuir nas quermesses.”
E dificuldades para arranjar um cartaz de qualidade? “Neste momento já não há, já não temos dificuldades para trazer bandas ou artistas. Em 2010, era difícil trazer cá o Rodrigo Leão ou os Mão Morta, por exemplo. Já tivemos artistas a quererem vir tocar a Cem Soldos fora do festival, e também temos artistas que querem mesmo vir cá tocar ao Bons Sons porque gostam da experiência. O próprio José Cid vem cá dar um concerto exclusivo. Não sei se sabem, mas o Bons Sons é o único festival este ano a receber o concerto centrado no álbum ‘10.000 anos Depois Entre Vénus e Marte’.”
João Silva revela que Luís Ferreira acaba por ser “massacrado” com todas as sugestões que lhe são dadas, mas que é sempre muito aberto a todas elas. “Por exemplo, o ano passado, antes do programa estar feito, eu falei-lhe da Da Chick, e vais a ver e ela esteve no programa.”
Crescer dentro da aldeia não está nos planos. “Queremos manter este tamanho. Damos valor à descentralização, temos orgulho na capacidade que temos neste momento. Mas há imensos festivais que já se inspiraram no Bons Sons. Quando o festival nasceu, fomos um dos primeiros ou mesmo o primeiro dedicado à música portuguesa. E isso antes não existia.”, diz João, cheio de regozijo.
A maioria dos festivaleiros, se assim os podemos chamar, compra o bilhete à última hora, como manda a tradição do bom português. “Temos o nosso parque de campismo e recomendamos alguns locais para as pessoas ficarem alojadas aqui nas redondezas.”
Em termos de acessos, existem uns transferes que fazem o percurso Tomar-Cem Soldos-Paialvo (onde está a linha de Coimbra), e depois o percurso inverso.
O festival tem oito palcos, cada um com o seu estilo. É assim que é feita a divisão de artistas, consoante a sua popularidade e estilo musical. O Palco Lopes Graça recebe os artistas mais consagrados, no Palco Eira passam as bandas mais alternativas, no Palco Giacometti (limpo e preparado pelo grupo de trabalho), que é um coreto, atuam artistas que estão a emergir, na Igreja acontece a parceria com a Música Portuguesa a Gostar Dela Própria, ao ar livre acontecem concertos no âmbito da Tarde ao Sol… E não há concertos em simultâneo, o que possibilita que toda a gente consiga ver todos os concertos.
O campo de trabalho é um dos pontos fulcrais do funcionamento do Bons Sons. São estes jovens, dos 12/13 aos 22/23 anos de idade, que se juntam, trabalham durante quatro semanas antes do festival, e mais uma depois do final. Após todo esse trabalho, a SCOCS recompensa estes jovens com uma semana de férias em São Martinho do Porto. “Antes existia a colónia de férias aqui em Cem Soldos, que acabava por juntar a comunidade. Sempre foi um ponto forte na aldeia. Eu não cheguei a apanhar a colónia de férias. O ano em que me inscrevi foi precisamente o ano em que acabou, infelizmente. Mas andam a tentar voltar com isso.”, refere João, algo nostálgico.
Percebe-se o porquê da importância destes jovens nos trabalhos de preparação do Bons Sons. Durante as quatro semanas, ficam a “trabalhar” os dias inteiros. “Estão aqui de manhã, depois almoçam e estão aí de tarde. Basicamente, preparam o trabalho para os mais velhos, que fazem limpezas de terrenos ou montagem de edifícios. Há trabalhos mais exigentes e que requerem pessoal mais qualificado ou experiente.”
O crescimento contínuo do festival também levou a que estes voluntários viessem de outras aldeias ou cidades. Ao início, apenas estavam presentes jovens de Cem Soldos, mas, hoje em dia, jovens dos arredores já participam nos trabalhos. E, acima do trabalho diário, acabam por fazer amizades para a vida.
“Eles vão e vêm todos os dias. Por exemplo, vieram aí duas raparigas, amigas da minha irmã, ter comigo, e trouxeram mais duas amigas com elas. O campo de trabalho corre bem, mas infelizmente não corre exatamente como nós esperaríamos. Até porque só participa normalmente pessoal mais novo, aqueles dos 16 anos para cima não se identificam muito com esta vertente.”
O papel do Bons Sons é de unir gerações. A escola da aldeia de Cem Soldos esteve para fechar, mas lutaram contra isso. Pensaram num método de ensino diferente para atrair mais gente, o que envolve muito a comunidade em atividades intergeracionais. “Os nossos campos de férias são muito engraçados porque diferem dos restantes, e isso reflete-se no método de ensino aqui na escola primária. Não há programa definido. São eles que decidem o que querem fazer. E é preciso uma grande confiança dos pais. E, de facto, eles confiam em nós.”
Como é que se fecha uma aldeia? Esta acaba por ser uma questão recorrente e complicada de responder. “Foi um processo longo e só em 2014 é que as pessoas começaram a aceitar melhor. Este ano fizemos um questionário, andámos pela aldeia a perceber o que é que as pessoas acham, e 95% das inquiridas concordam em avançar com o Bons Sons novamente. Nós fazemos uma lista de residentes para oferecer a pulseira e já recebemos mensagens de pessoas que têm cá casa, mas nunca estão pela aldeia, a perguntarem como devem fazer para dar o nome. A lista de residentes que tem direito à pulseira deve ser constituída por quem participa no Bons Sons, porque, no fundo, o festival é isso mesmo.”
Os trabalhos de preparação do festival começam com a festa da aldeia de Cem Soldos, em junho. Há coisas que já vão ficando, como barracas, e isso poupa bastante tempo.
Saindo da SCOCS para a igreja da aldeia, vislumbramos, ao longe, um grupo de jovens algo tímido. João confidencia-nos que a ajuda destes amigos é preciosa. “Sinceramente não sei como faríamos sem a ajuda deles. Nunca pensei muito nisso”.
Margarida e Raquel são duas das voluntárias que integram o campo de trabalho. “Somos aqui da terra. Começámos há dois anos, tomei conhecimento através do meu irmão”, refere Raquel, a mais tímida das duas.
“Tudo tem de se fazer. Gostamos mais de fazer umas coisas, menos de outras. É normal. Limpar casas é o que custa menos, e custa menos limpar a dos outros que a nossa própria casa!”, ri-se Margarida, que acaba por estar mais à vontade nesta pequena conversa.
Montam estruturas, levam sofás e mesas para a zona dos camarins e têm sempre de limpar muita coisa, para que fique tudo em condições antes de se dar início ao festival. Mas também se percebe que não é pela semana de férias em São Martinho do Porto que estas jovens participam no campo de trabalho, apesar de ser uma recompensa “justa”. “É mais pelo convívio”, senão ficavam em casa “ao computador ou a ver televisão”. Mas a união faz a força e, com todos, “acaba por ser super fácil fazer as coisas”.
Apesar de não se conhecerem na totalidade, a amizade vai surgindo no grupo de trabalho de forma fácil. E esse é também um dos objetivos, porque, em situações normais, provavelmente estes jovens não se relacionariam uns aos outros.
Por norma o dia começa às 10h. Reúnem-se no largo, ou no ATL, e fazem equipas. As raparigas ficam com tarefas mais leves, já os rapazes podem ter tarefas que requerem maior força física. Almoçam às 12h – e são as raparigas que cozinham para todos – e, normalmente, saem às 17h. Mas com o aproximar do festival, deixa de haver horas para sair. Por vezes, os rapazes têm de montar barracas na parte da noite. Mas ninguém se importa e ninguém considera isto um trabalho. Param para falar, sentam-se para descansar ou para contar piadas. Não é puxado, nem é difícil. E é importante realçar isso.
Margarida gostava de, daqui a uns anos, ficar responsável por um grupo de trabalho. “Acho que ninguém se importava. O Bons Sons é uma mais-valia para a aldeia e, se não houvesse uma direção com ideias, a aldeia morria. É ótimo, acho que toda a gente gostava de estar nesses lugares e ter ideias. Já temos algumas e vai-se concretizando o que é possível.”
Apesar do cartaz musical não se enquadrar bem nos gostos destas jovens, destacam a importância do mesmo para o convívio. Conhecem pessoas novas, criam relações. É mais do que música, no fundo. O festival traz vida à aldeia, caso contrário seria apenas mais uma aldeia como tantas outras.
Este grupo de trabalho tem uma importância extraordinária para a organização do evento. “Basicamente, sem nós a direção teria de contratar pessoas para fazerem as nossas tarefas.” Isto podia ser um entrave para a realização do festival, mas os jovens acabam por ganhar, também, valências importantes para a futura carreira profissional.
“Temos de saber trabalhar em equipa. Não posso só contar com aquilo que eu sei fazer. E eu acho isso ótimo. É melhor que na escola… e os horários não são rígidos!”
O passa a palavra acaba por ser importante para este grupo de trabalho, constituído por pessoas da zona, mas também por algumas de outras regiões.
Filipe, coordenador do campo de trabalho, junta-se à conversa e confessa que não é fácil gerir todas estas personalidades. “É um bocado complicado. Há situações mais apertadas, mas às vezes são muitas pessoas para gerir e muitas funções para delegar, então quando acabam fico sem saber bem o que hei de fazer (risos). Eles trabalham bem e portam-se todos bem.”
São perto de 30 voluntários. Em anos anteriores chegou a haver um maior número, mas, este ano, conta Felipe, está mais fraco. “Mas o que interessa é que a equipa tem qualidade na mesma!”
Para Felipe, “é uma mais-valia para o festival. Esta equipa consegue preparar muitas das coisas que aquela equipa mais forte do festival que monta grandes estruturas não conseguia fazer. Desde preparar camas, limpezas de alguns espaços como camarins… Ontem andámos a limpar o Eira. Agora andamos a colocar colchões em algumas casas para acolher malta da nossa equipa que vive fora. É um trabalho um bocado duro, mas vai correr bem. Esta equipa é mais nova, tem outra garra. Já esses mais velhos têm tarefas mais específicas – eletricidade, outros espaços, ou a programação, por exemplo”.
Esta é a terceira semana de trabalhos. As primeiras duas foram “muito soft”, confessa Filipe. Mas com o aproximar do festival, os prazos apertam. Costumam planear o dia. “Amanhã temos de fazer isto, vamos buscar material ali para colocar balcões no outro lado. Normalmente é assim que fazemos e normalmente corre sempre bem.”
Nesta altura, Filipe ainda se dá ao luxo de dormir uma média de “cinco a seis horitas por dia”. “Mas os dias vão passando e vai ser cada vez menos. Três, quatro horas. Ontem, por exemplo, saí de casa às 9h e só cheguei era 00h30”.
Nestes dias, o “chefe” campo de trabalho respira Bons Sons. Ficou responsável por este projeto de voluntariado em 2014, quando lhe começaram a pedir outras coisas. Em 2015, quando o festival passou a anual, chegou-se a maio/junho, e a organização pensou criar uma atividade, uma equipa de montagens. “Há pessoas que não gostam do nome grupo de trabalho”, esclarece Filipe. Bateram à porta de toda a gente, e, nesse ano, quase todos disseram que sim. A equipa foi aumentando, decidindo que, todos aqueles que tinham nascido em 1996, seriam monitores. Filipe, que neste caso já estava na equipa, ficou responsável pelos monitores. “Mas como haviam alguns que não tinham muita ligação com a SCOCS, eu acabei por ganhar uma posição de maior importância.”
Margarida e Raquel estão na cozinha. “Acho que já têm responsabilidade para isso”, assume o jovem coordenador. Questionado sobre os cozinhados das duas jovens, Filipe alega que “peixe não puxa carroça”. “A massa de peixe estava espetacular”, riposta Margarida. “Mas olha que febras com espinhas não dá, eu sempre disse”, conclui Filipe, divertido.
“Mas é com estas coisas que vão aprendendo. Por exemplo, a seguir ao campo de trabalho, fazemos uma colónia que é o “Remember Colónia”, em homenagem a uma colónia que acontecia antigamente (acabou em 2003). Basicamente vamos todos para São Martinho do Porto – vai ser o terceiro ano -, vamos lá para o campismo, fazemos o acampamento Cem Soldos, metemos lá a carrinha do Bons Sons e criamos várias atividades.”
Apesar de muitos dos voluntários serem bastante novos, Filipe sente neles uma diferença em relação a edições anteriores. Estão mais responsáveis. “O futuro deles começa aqui, não é? Eu próprio comecei muito novo e orientei logo uma equipa de 10 ou 15 pessoas.”
Há um elemento ou outro com outra idade que, por vezes, se junte à equipa, mas, regra geral, a idade anda sempre nos 22/23 anos no máximo. “As pessoas procuram-nos muito para fazermos outro tipo de trabalhos. Ontem à noite, quando eu saí daqui, veio o Pedro Fonseca, que é dos palcos, pedir se ajudava alguém para o ajudar no auditório a montar o sistema todo.”
Este ano, a média de idades anda nos 13 anos, muito por culpa da indisponibilidade de voluntários do ano passado. “Repara, o festival nasceu em 2006, a média de idades este ano anda naquela idade que te disse. Ou seja, a diferença é mínima, e o objetivo é ter sempre malta jovem a colaborar connosco. Há um ou outro que vem obrigado pelos pais, mas depois tudo se resolve”, declara Filipe. “É impossível não gostar”, conclui Margarida.
Deixámos os jovens voltarem ao trabalho. A volta final foi uma rota habitual que se faz com os jornalistas, desde a zona de imprensa até ao auditório, por exemplo. E é assim, o dia-a-dia em Cem Soldos, enquanto o festival não começa. Muita ajuda, muita comunhão, muita partilha. E ainda bem, porque, sem isso, dificilmente existia Bons Sons.
O Echo Boomer também falou com Ana Brazão, responsável pelo Plano Ecológico do festival, que este ano conta com novas e inovadoras medidas.
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Se és aventureiro, fazes desportos radicais, viajas ou simplesmente gostas de documentar o teu dia, de certeza que já ponderaste em arranjar uma câmara de ação como uma GoPro.
A pensar nos utilizadores que praticam mergulho e gostavam de poder levar a sua GoPro com eles, a Hama apresentou agora duas soluções que vão permitir filmar os peixinhos e as aventuras subaquáticas sem estragar a câmara.
A primeira chama-se Hama Floaty Buddy para GoPro HD Hero 4 e é um pequeno revestimento à prova de água para a câmara e que a transforma numa boia. Ao colocar o equipamento na água, este irá ficar a flutuar, mas com a particularidade de ficar com a lente direcionada para baixo, mantendo sempre o mesmo ângulo. O seu design é almofadado, tem uma correia adaptável e apresenta-se com uma cor laranja forte para que não se perca.
Para quem quer mesmo mergulhar e levar a câmara na mão, temos o Hama Floaty Grip para GoPro, que é, no fundo, um pequeno selfie-stick ergonómico com uma correia para o pulso.
Estes dois equipamentos podem parecer bastante simples e passar despercebidos à maioria dos utilizadores, pelo menos até que sejam necessários, e foi a pensar neles que a Hama aumentou o seu leque de opções, estando já à venda em Portugal.
O Hama Floaty Buddy para GoPro HD Hero 4 tem um preço de 24,99 €, enquanto o Hama Floaty Grip paraGoPro custa 14,99 €.
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A Trendhim é uma loja dinamarquesa que surgiu em 2007 quando dois jovens, recém-saídos do ensino secundário, acharam que havia falta de uma loja de moda dedicada a homens. Assim, abriram o seu negócio e criaram a Trendhim, uma loja online de acessórios e joalharia para homens.
Estamos cada vez mais perto de ter smartphones tão finos como papel ou com molduras tão pequenas, que toda a área do dispositivo é um ecrã. Enquanto esse dia não chega, o que não falta são avanços nesse sentido, e a mais recente inovação vem da LG.
O LG Q6 vem apresentar a nova série Q e destaca-se maioritariamente pelo seu ecrã FullVision, que oferece uma tela quase tão grande como o tamanho do dispositivo, ou seja, uma moldura muito mais fina do que o convencional.
Segundo a marca coreana, a tecnologia FullVision torna o LG Q6 num dispositivo muito mais ergonómico, permitindo a sua utilização apenas com uma mão.
O LG Q6 apresenta-se, assim, com um ecrã FullHD+ (2160x1080px) de 5.5 polegadas, numcorpo quase nas mesmas dimensões. Destaca-se ainda por funcionalidades de sistema operativo que permitem o multitasking em ecrã dividido, pelos vários modos de utilização das câmaras frontal e traseira, e pela sua durabilidade graças ao uso de alumínio ultra forte série 7000, um dos mais fortes tipo de alumínio utilizado em indústrias como a aeroespacial.
Dentro do dispositivo, possamos encontrar um processador octa-core Snapdragon 435, 3GB de memória RAM, 32GB de memoria interna, câmara traseira de 13MP e frontal de 5MP.
Com a série Q, a LG pretende criar um dispositivo a pensar na geração millenial, com características premium, resistentes e acessíveis. Além disso, foi construído tendo o padrão MIL-STD 810G em mente, que testa a reação dos equipamentos a temperaturas extremas, chuva, humidade, areia e poeira. Dentro do dispositivo está ainda um sistema que refresca o interior, de modo a minimizar o aquecimento dos componentes.
No entanto, apesar das boas intenções, o preço ainda não é tão acessível assim quando comparamos o dispositivo com a concorrência e espreitamos as suas características de média gama… Mas só uma análise mais aprofundada poderá dissipar todas as dúvidas. O LG Q6 está prestes a chegar ao mercado com um preço recomendado de 349,90€.
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É o novo portátil da marca, concebido para quem anda constantemente de um lado para o outro. Elegante, fino e leve, o ASUS VivoBook S15 é um equipamento com um perfil de apenas 361 x 243,5x 17,99 mm, peso de 1,5 kg e acabamentos Icicle Gold metalizados, o que lhe confere um ar bastante sexy. Já o teclado retroiluminado e com sensor de impressões digitais dá ao utilizador a possibilidade de entrar rapidamente no Windows, mesmo em ambientes de pouca luz.
É a nova e primeira gama a incorporar o novo sistema de Estabilização de Imagem (IS) lens-shift da Canon, que oferece uma maior qualidade ótica e uma visualização mais estável. Aliás, a Canon é mesmo a única fabricante a oferecer tecnologia de estabilização de imagem em toda a gama de binóculos.
Os três novos modelos, 10×32 IS, 12×32 IS e 14×32 IS, incluem dois modos de estabilização de imagem. O modo IS Standard reduz as vibrações quando os utilizadores tentam ver algo que lhes interesse e, logo depois, entra em ação o modo Powered IS, que além de oferecer uma visualização estável e firme, corrige os desníveis quando se tenta observar algo durante muito tempo numa localização fixa.
O modelo mais potente oferece uma ampliação de até 14x, mas, com a redução das vibrações e aumento da resolução e nitidez da visualização, o utilizador irá sentir menos tensão e fadiga ocular.
Todos os modelos têm focagem mínima de aproximadamente 2 metros, o que os torna ideais para vários tipos de situações ou até mesmo movimentos bruscos.
Já no campo das cores, os modelos contam com revestimento Super Spectra, de modo a apresentar cores vívidas e reais. E a combinação das lentes com nivelador de campo com o prisma Porro II proporcionam imagens de elevada resolução e baixa distorção em todo o campo de visão.
Confortáveis e fáceis de utilizar, todos os modelos têm um revestimento exterior de borracha não refletor, suportando, ainda, 10 horas de estabilização contínua, e funcionam com bateria a pilhas 2XAA. Ainda não foram revelados preços nem disponibilidade para o mercado, mas fica atento ao site da Canon, aqui.
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As férias são aquele período do ano em que uma pessoa descura por completo a sua dieta. A pensar na boa forma dos portugueses, a Garmin sugere três dispositivos capazes de ajudar a manter a forma física: vívosmart 3, vívoactive HR e vívofit jr.
Começando pelo primeiro produto, a vívosmart 3 é uma pulseira inteligente que monitoriza a atividade física e permite a medição da frequência cardíaca no pulso – tecnologia Garmin Elevate – oferendo, para isso, várias ferramentas de avaliação de condução física e controlo de treino. Ou seja, podes monitorizar o teu ritmo cardíaco com a ajuda do sensor de stress, receber notificações e aceder a ferramentas como a estimativa do VO2 máximo e a idade fisiológica. E é com esta ajuda preciosa que consegues perceber o teu metabolismo e criares planos de treino ajustados ao teu corpo, capacidade física e objetivos pessoais.
Como é hábito nestes modelos, tem ainda acesso à contagem das calorias, passos, entre ouras coisas. E, sempre que realizares um treino, o vívosmart 3 regista os exercícios, repetições, séries, tempo de exercício e tempo de repouso, tudo para que possas voltar a repetir a sessão no dia seguinte.
Já o vívoactive HR é um smartwatch adaptado para quem pratica vários tipos de desportos. Estejas onde estiveres a praticar o que quer que seja, este modelo acompanha permanentemente a tua atividade física, registando-a internamente, desde a contagem de passos, por exemplo, ao controlo da qualidade do sono. Tal como o modelo anterior, também o vívoactive HR permite a medição da frequência cardíaca sem interrupção. Uma das vantagens deste relógio é a sua autonomia de até 8 dias em modo relógio e de até 13 horas se utilizar o GPS.
Como é um dispositivo wearable dedicado a vários tipos de atividades, podes usar os dados registados e analisar no Garmin Connect para corrigires pontos fracos ou falhas e otimizar tempos.
Por último, o vívofit jr foi concebido para os mais novos. Registando a atividade diária dos miúdos, é confortável e resistente à água e pode ser usado na natação ou para monitorizar os passos dados durante o dia. O dispositivo cria desafios e oferece recompensas virtuais, “obrigando” as crianças a manterem-se ativas. Por exemplo, se quiserem levar um amigo a casa ou passar mais 30 minutos na televisão, então têm de se por a mexer.
Os pais, por exemplo, podem criar tarefas como lavar os dentes, fazer a cama ou os trabalhos de casa, e, no momento da tarefa, o vívofit emite um alerta a informar de que chegou a hora de realizar essa tarefa. Obviamente que, para os pais terem tudo controlado, a informação registada pelo periférico é enviada para o smartphone do pai ou da mãe.
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O Panaray MSA12X é o novo altifalante na linha Bose Professional. É um altifalante de matriz orientável modular que conta com alimentação própria e áudio em rede Dante, fazendo com que disponibilize níveis de volume consistentes com uma excelente inteligibilidade de vozes.
Neste caso, é um periférico altamente indicado para auditórios, restaurantes e bares, espaços multiusos e recreativos, ginásios, instalações de transporte ou até espaços de prática religiosa.
O próprio design do Panaray MSA12X é proprietário da Articulated Array, produzindo, no seu corpo em alumínio e perfil fino, uma cobertura áudio horizontal a 160 graus.
Aos 12 transdutores de 2,25 polegadas full-range com amplificação de 600 W (resposta entre 75 Hz – 14 kHz), juntam-se os quatro modos de algoritmo de feixe: dirigível, propagação, dirigível assimétrico e espiral. Estes modos fazem com que o próprio altifalante se adapte consoante o espaço onde está inserido.
Já o sistema de suporte integrado móvel até 90 graus da parede faz com que tenhas alguma opção de escolha na instalação do equipamento.
Ainda sem preço divulgado, o Panaray MSA12X chegará ao mercado português já no outono.
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Certamente que conheces ou já ouviste falar no Gear S3 da Samsung, o smartwatch mais recente da marca. Mas existe agora uma edição muito especial do relógio que foi criada em Porugal e que surge devido aos 65 anos de existência da Força Aérea Portuguesa (FAP).
É o Samsung Gear S3 Frontier e é a primeira edição no mundo de um smartwatch associado à aeronáutica militar, um meio com ligações históricas à relojoaria e à tecnologia.
Mas esta não é uma edição qualquer. Neste caso, este Samsung Gear S3 Frontier conta com um mostrador oficial da FAP, desenvolvido em Portugal, com base nas especificações transmitidas por pilotos-aviadores da FAP, pertencentes a esquadras de combate e defesa aérea, instrução, transporte, vigilância, e ainda busca e salvamento. Ou seja, esta watch face combina a tecnologia atual com vários elementos gráficos que remetem para as mais antigas tradições. O mostrador disponibiliza hora, data, dia da semana e mês, segundo fuso horário (Hora UTC/Zulu) e cronómetro.
Por exemplo, o fundo preto do mostrador é ocupado pelo emblema com a Cruz de Cristo, na versão em baixa visibilidade (low visibility), já que é o elemento que identifica uma aeronave do FAP.
Existem outros pormenores interessantes. Por exemplo, o novo símbolo da FAP – uma águia estilizada – surge às 12 horas, acompanhada da inscrição Força Aérea Portuguesa. Já os algarismos 5 e 6 são destacados a “ouro” ou envolvidos pelas cores da Bandeira Nacional. Já o ponteiro dos segundos ostenta as cores da Bandeira de Portugal em movimento circular contínuo.
Como deves saber, o Samsung Gear S3 aguenta o frio ou o calor extremo, é resistente à água e à sujidade, tem um altímetro, barómetro, giroscópio, Bluetooth, Wi-Fi, NFC, navegação GPS/Glonass, entre outras funcionalidades. Permite ainda enviar ou receber notificações e fazer e receber chamadas. Já a autonomia chega a quatro dias de utilização na melhor das hipóteses.
Se tiveres interessado, podes descarregar o mostrador oficial da FAP na loja Galaxy Apps, na área GEAR, com o nome “65.º Aniversário da Força Aérea Portuguesa – Watch Face Comemorativa”. Caso queiras mesmo adquirir esta edição especial, podes fazê-lo aqui, por 359,90€, sendo que terás um relógio com bracelete em silicone (preta) e bracelete adicional em couro (preta) com personalização.
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Chegaram ao país há sensivelmente duas semanas. Os novos Galaxy J7 e J5 são atrativos, poderosos e estão disponíveis a preço acessível.
Começando pelo Galaxy J7, é um smartphone feito em metal com um ecrã Super AMOLED Full HD de 5,5 polegadas, processador Joshua octa-core a 1,6 GHz, 3GB de RAM, 16GB de memória interna expansíveis até 256GB via cartão microSD, bateria de 3.600mAh, câmara frontal de 13MP e câmara traseira também de 13MP com flash LED que ajuda os utilizadores a captar boas fotos, mesmo em ambientes com pouca luz. Traz ainda leitor de impressões digitais, Bluetooth 4.2 e vem com o SO Android Nougat.
Já o Galaxy J5 é bastante mais modesto. Apesar de partilhar grande parte das especificações com o modelo superior, como o processador, as câmaras e a memória interna, é mais pequeno com o seu ecrã Super AMOLED HD de 5,2 polegadas, tem 2GB de RAM e uma bateria de 3.000mAh.
Ambos os modelos são Dual SIM. O Galaxy J5 pode ser adquirido por 289,99€, já o J7 está disponível por 349,99€. Isto nas lojas nacionais. Se preferires comprar na Amazon, a versão alemã vende o J5 por 229€, enquanto que o J7 pode ser adquirido por 298€.
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Situado em Unhais da Serra, no concelho da Covilhã, o H2otel, que tem integrado nos seus serviços o Restaurante Alquimia, apresenta aos clientes uma nova carta para este verão, ajustada às novas tendências e que promete uma viagem ainda mais requintada e apurada pelo mundo da gastronomia.
A carta, da autoria do chefHugo Araújo, conta com pratos capazes de fazer as delícias dos amantes da gastronomia de montanha, como a vieira fumada com cremes de vegetais e caviar (11,50€), bacalhau meia cura com arroz do mar (21€), peito de codorniz lacado em mel da região (17,80 €) e, para sobremesa, uma floresta de chocolate com frutos do bosque (8,90€). De realçar que as refeições podem ser acompanhadas dos vinhos premiados daquela região da Beira Interior.
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Foram precisos apenas 204 dias para que o vídeo oficial do tema “Despacito”, de Luis Fonsi com Daddy Yankee se tornasse o mais visto de sempre no YouTube. É impressionante, ainda para mais se pensarmos que, há uns dias, tínhamos falado no facto do vídeo “See You Again”, de Wiz Khalifa com Charlie Puth, ter destronado o anterior recordista dos últimos cinco anos, “Gangnam Style”, de PSY. Parece que foi sol de pouca dura.
O vídeo, que já conta com mais de 3 mil milhões de visualizações, é o vídeo mais visto neste ano em mais de 40 países e tem uma média de 14,5 milhões de visualizações diárias, atingindo, por vezes, 25 milhões num único dia.
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