Abril foi um mês recheado de bons jogos, mas na loja digital da PlayStation, foi o mais recente exclusivo da PlayStation 4, Days Gone, que se revelou o “best-seller”.
Heróis da Marvel mostram-se em ação num vídeo de jogabilidade Marvel Ultimate Alliance 3: The Black Order
Em breve, os Vingadores e os restantes heróis da Marvel vão juntar-se de novo num jogo exclusivo para a Nintendo Switch.
Trêsporcento celebram 10 anos em ambiente familiar
É verdade, os Trêsporcento acabam de fazer dez anos! Para tal ocasião, o Ferroviário foi o espaço escolhido num concerto marcado para uma hora menos habitual, 17h, no passado dia 4 de maio. Num dia de pleno Verão, a banda de rock lisboeta subiu ao palco pouco depois das 17.30h quando a sala já estava bem composta, com cerca de 70 pessoas, adequada à sua dimensão.
Considerando o horário e a ocasião, não foi difícil estranhar o ambiente familiar e a presença de diversas crianças nas primeiras filas. Certamente no público estavam alguns amigos pessoais e familiares dos Trêsporcento.
Tiago Esteves, Lourenço Cordeiro, Salvador Carvalho, Pedro Pedro, António Moura e o mais recente elemento João Gil iniciaram com “És mais sede”, uma revisão pelos temas lançados até à data.
O início foi marcado por uma qualidade de som menos conseguida, mas que foi corretamente melhorada no decorrer do concerto. Rapidamente chegaram alguns dos temas mais conhecidos como “Cascatas”, “Dás a Mão e não Sentes” ou “Sonho”, um dos singles do último álbum editado, Território Desconhecido (2017).
Seguiu-se “Genes”, isto enquanto o ambiente aquecia e o calor começava a tornar-se complicado. Infelizmente, alguma conversa do público nesta fase não permitiu desfrutar a 100% desta magnífica canção. Era altura sensata para a abertura das janelas e arejar o ambiente. Atitude mais do que acertada!
Entrou “Elefantes Azuis” de rompante, e foi sempre a subir a partir daqui, com “A Ciência” e “Veludo”, sendo este o momento mais alto da tarde, com o público a cantar em alta voz.
“Bairro”, novo tema, antecipando novo álbum e no qual já conta com a participação de João Gil, chegou-nos de forma tímida, habitual nas primeiras músicas tocadas ao vivo por qualquer banda.
Na fase final, e para um concerto de cerca de 1.15h, destacamos o revisitar de “Espero” e “Para Subir Há Ajuda”, muitos bem recebidos.
Se ainda não tiveram oportunidade de assistir a um concerto dos Trêsporcento ao vivo ou se não conhecem o grupo, é altura de o fazerem – nunca é tarde apesar dos dez anos agora realizados. No entanto e apesar de um bom concerto, recomendamos uma oportunidade num horário distinto.
Texto por: António Araújo; Fotos de: João Furtado
A Plague Tale: Innocence recebe um último trailer antes do lançamento
A Plague Tale: Innocence chega já amanhã e, para abrir o apetite, recebe um último trailer de história.
Backstreet Boys em Lisboa – A boysband que continua a encher pavilhões de euforia, 26 anos depois
Pois era mesmo assim que se encontrava o Altice Arena, no passado sábado, dia 11 de maio: a abarrotar! Não só dos fãs mais “antigos” – os que viveram a sua infância e adolescência nos anos 90, os que cresceram com os temas desta banda pop como pano de fundo para as suas vivências de juventude – como também por pessoas que são hoje adolescentes – provando que o trabalho artístico de música pop dos Backstreet Boys conquista e atravessa várias gerações (pelo menos quase três décadas).
Facto é que a boysband que nasceu em 1993 – mas cujo auge de popularidade se registou entre 1996 e 2002 – amadureceu. É agora feita de homens, mas que ainda se apresentam com toda a energia e groove de uma boysband para adolescentes. Uma energia incrível, contagiante e imparável do início ao fim. E é assim que, 26 anos depois, continuam não só a produzir música pop de excelência (o seu mais recente álbum, DNA, lançado o ano passado, foi uma boa surpresa), como a juntar multidões que deliram com as suas letras, beats e coreografias, diga-se de passagem, extremamente bem sincronizadas.
Portugal foi o país escolhido para a estreia desta tour mundial, e que honra a nossa poder abrir uma série de concertos que, temos a certeza, conquistarão muitos corações pelo mundo fora, como conquistou os nossos nesta noite.
O espectáculo abre com nuances (samples musicais) de um dos temas mais badalados da banda, “Everyone”. Nuances que, talvez, só os fãs com ouvido mais apurado conseguiram reconhecer, enquanto em dois ecrãs gigantes apareciam imagens da banda. “Everyone” foi, na verdade, um tema lançado em 2000 e dedicado inteiramente aos fãs da banda, agradecendo aos mesmos o facto de os manterem sempre no topo – de acordo com o Guinness Book, os BSB são a Maior Boy band de Todos os Tempos com mais de 135 milhões de álbuns vendidos. Assim, nenhum outro tema poderia ter sido mais apropriado para a preparação da entrada da banda.
A plateia estava ao rubro desde este primeiro momento de suspense, e o êxtase foi total aquando da “aparição” de Nick Carter, Kevin Richardson, Brian Littrell, Howie Dorough e AJ McLean que cantam, em uníssono, num coro perfeito que ecoou pelo pavilhão, o início de “Be With You”, tema escolhido para abertura, do álbum homónimo à banda, lançado em 1997.
Da parte de trás do palco, vêm para a frente e os temas “The Call” e “Don’t Want You Back” (tema icónico) fazem-nos viajar de volta ao final dos anos 90 e início dos anos 2000. As coreografias, extremamente bem coordenadas entre os cinco elementos, pejadas de sexappeal, e os mingles das suas vozes, com solos intercalados com coros, só provam que não perderam o jeito para a coisa – talvez até, pelo contrário, o aperfeiçoaram com o passar dos anos.
Após esta viagem no tempo a alguns dos seus hits mais famosos, é a vez de Nick brilhar com uma pequena intervenção a solo, desta feita com a primeira apresentação de um tema do novo álbum, DNA: “Nobody Else”. Um solo que faz arrepiar, mas que se fica pelo início, como que um sneak peak do que “aí vem”, passando diretamente para um dos temas mais catchy também deste mais recente disco, “New Love” – com uma base line muito funky, linhas de flauta em tom alegre e muito sui generis, num tema que é uma reciclagem compelta do que os Backstreet Boys sempre fizeram de melhor. Depois deste momento, voltamos momentaneamente aos anos 90 (mais precisamente a 1997), com o tema “Get Down,” para, logo depois, um dos temas de DNA, “Chateau”, a solo por Howie – que desaparece, por fim, para o interior do palco. Um autêntico loop de viagens no tempo, com dinamismo e vivacidade imparáveis, incansáveis, que mostraram ter o tempo todo!
Por esta altura, já as emoções eram bem fortes. Entre os hits mais antigos (numa onda bem marcada de nostalgia e revivalismo) e algumas amostras dos temas mais recentes, já não sabíamos bem o que esperar – tudo era uma surpresa, tudo podia acontecer! Tanto que, para segunda parte, aparece num dos grandes ecrãs “BSB Presents: DNA” para depois interpretarem as antigas “Show Me The Meaning Of Being Lonely”, “Incomplete”, “Undone” (estas duas últimas, por sua vez, já mais recentes, lançadas em 2005 e 2009, respetivamente), “More Than That”, “Shape Of My Heart”, “Drowning”, entre outros temas tão hype. Entre estes – neste, lá está, constante back&forth – “The Way It Was”, “Chances” e “Passionate”, três temas do novo disco. Em “Passionate”, particularmente, a loucura foi total, não fosse este o tema definitivamente mais funky do álbum.
É de destacar que, ainda que mantenham aquele toque extremamente jovial, as canções de DNA têm um tom bastante mais maduro, comprovando não só o crescimento da banda em si, como também a sua notável capacidade de atualização e adaptação; estes temas são contemporâneos, bem integrados no panorama musical dos dias de hoje, mas sem nunca deixar de ter aquele toque “oldschool” a que os Backstreet Boys sempre nos habituaram.
E cantámos. Cantámos em uníssono, cantámos de cor, as letras na ponta da língua, de uma ponta à outra, e se dependesse de muitos fãs, com certeza muitos não se importariam de fazer duetos com eles! As cinco vozes de Nick, Kevin, Brian, Howie e AJ combinam tão bem, são tão harmoniosas juntas, e a forma como conjugam os solos com os coros, as vozes principais conjugadas com as segundas vozes e backvocals, é soberba. Com certeza muitos dos fãs saíram deste concerto roucos de tanto cantar. O tema no qual isto foi mais notório foi mesmo em “Breathe” (outro dos novos temas), cantado completamente em acapella, tal como o é no álbum. Neste tema, os BSB elevaram-se no palco e elevaram-nos o espírito com tal perfeição vocal.
Para além de serem excelentes cantores e compositores, são também performers exímios: sempre em contacto com o público, sempre a meter-se com quem teve a sorte de estar mais próximo do palco, a interagir e a, literalmente, namoriscar com o público – com acenos, dar as mãos às fãs, piscares de olhos e até mesmo fazer brincadeiras para as câmaras dos muitos smartphones que tinham apontados na sua direção (não fosse esta uma banda dos anos 90 a atuar em pleno século XXI – hoje, já não os recortamos os seus posters das revistas Super Pop e Bravo, mas postamos fotos e vídeos no Instagram com a hashtag #BackStreetBoys).
Baladas como “As Long As You Love Me”, “Don’t Wanna Lose You Now”, “I’ll Never Break Your Heart” e “All I Have To Give” são apaixonantes e arrebatadoras, capazes de derreter qualquer coração mais mole, e com bastantes influências jazz e blue/R&B que fazem, por vezes, lembrar outra icónica banda de música pop, Boys II Men.
“Everybody” foi, claramente, o ponto mais alto da noite, não fosse este também um dos hits mais populares e virais de sempre da banda. Afinal, quando se pensa em Backstreet Boys, e mesmo para quem não é fã, quem não se lembra imediatamente da famosa line “Backstreets Back, Alright!”? As não menos extravagantes (no bom sentido) “We’ve Got It Going On”, “It’s Gotta Be You”, “That’s The Way I Like It”, “The One” e a famosíssima “I Want It That Way” (com direito, também, a karaoke por parte do público), seriam os temas que viriam a fechar este extraordinário concerto.
Isto, claro, até aoencore – que combinou com a tónica de todo o espetáculo, com a apresentação de um tema novo, par a par com um dos mais antigos. Do novo álbum, “Don’t Go Breaking My Heart” foi a escolhida, sucedendo-se a “Larger Than Life” (1999). Dois temas que, ainda que separados por 19 anos, são igualmente explosivos – e que, com direito a um mini fogo de artifício e lançamento de confettis, proporcionaram um final à grande e, à falta de melhor palavra, musicalmente orgásmico!
Foram duas horas de concerto, 31 temas mais dois de encore – pudera, são 26 anos revisitados! A distribuição dos temas pelo tempo do espetáculo, o facto de terem aproveitado as passagens e as mudanças de roupa para passarem samples de alguns dos temas que não interpretaram na totalidade, além das constantes oscilações entre hits mais antigos e os temas do novo álbum, foram jogadas de génio que nos deixaram em completo delírio. Um concerto nostálgico, épico e mágico.
Fotos de: Altice Arena
Esta coleção eco-solidária é feita de chinelos reciclados
A Coleção Eco-Solidária Women4Change by GIOSEPPO foi feita a partir da reciclagem de mais de 50.000 kg de chinelos
A ideia partiu da GIOSEPPO, em parceria com a Fundação Esperanza Pertusa. A Coleção Eco-Solidária Women4Change by GIOSEPPO foi feita a partir da reciclagem de mais de 50.000 kg de chinelos, que poluem os rios e praias do Quénia todos os anos. Desta forma, foram transformados em peças de artesanato, seja em figuras de animais, seja em pulseiras.
Com esta coleção, pretende-se não só aumentar a consciencialização sobre a poluição dos mares, mas também contribuir para a proteção do ecossistema marinho. Todos os produtos da coleção foram feitos à mão por artesãos de zonas empobrecidas do Quénia.
Temos, portanto, dois tipos de formatos diferentes: figuras de girafas e elefantes (feitas com materiais reciclados) e também pulseiras de várias cores (azul, salmão, laranja e turquesa). Além da reciclagem, há outra boa ação envolvida: os lucros reverterão para um programa educativo de meninas no Quénia onde estas poderão tomar contacto com as ciências e tecnologias e estar mais preparadas para os empregos do futuro. É um passo a seguir para a criação de emprego para as comunidades mais desfavorecidas e para o empoderamento das meninas africanas.
As peças da Coleção Eco-Solidária podem ser adquiridas online, assim como nas lojas GIOSEPPO, pelo preço de 29,95€ os animais e 5,95€ o conjunto de duas pulseiras.
Pedro Teixeira da Mota apresenta novo solo de stand up no Coliseu de Lisboa
Depois de ter feito as primeiras partes dos espetáculos de Luís Franco Bastos e de se ter lançado com Impasse, o seu primeiro espetáculo a solo pelo país fora, eis que Pedro Teixeira da Mota sobe mais um degrau na sua carreira. Desta vez, o jovem humorista vai apresentar um novo solo de stand up comedy – Caramel Macchiato -, estreando-se em grande no Coliseu de Lisboa. O espetáculo está marcado para o dia 1 de novembro.
Sai de Baixo: O Filme estreia já na próxima semana
Lembram-se desta louca família, que fez as delícias dos brasileiros e portugueses nos anos 90? Pois é, Sai de Baixo vai regressar, mas desta vez ao grande ecrã, com um filme dedicado. E já na próxima semana.
La Famiglia: Já fazia falta um (verdadeiro) restaurante italiano em Setúbal
Famiglia, amici, vino e… la pasta! Comida típica italiana (Romana), onde o ponto forte é “La Pasta”. Faça parte da nossa “Famiglia”. É assim que somos apresentados ao La Famiglia, possivelmente o melhor restaurante italiano de Setúbal.
O La Famiglia nasceu em janeiro do ano passado na Avenida Luísa Todi, depois dos sócios António Resende, João Albino e Vasco Ramos perceberem que faltava um verdadeiro italiano na cidade. Estes empreendedores foram os fundadores do Sushima, conhecido restaurante de sushi em Setúbal, e, depois do sucesso deste, resolveram apostar em algo completamente diferente.
O La Famiglia é um restaurante pequeno, com capacidade para apenas 26 pessoas, pelo que se recomenda reserva. Mas há uma esplanada com mais lugares, que só funciona durante o bom tempo. O ambiente faz lembrar um verdadeiro restaurante siciliano, contando-se, por exemplo, os sofás de veludo verdes ou candeeiros em forma de armas, sem nunca descorar o ambiente requintando e acolhedor. Uma decoração bem original e que, certamente, não vão encontrar em outro estabelecimento na cidade.
Mas vamos já esclarecer: não há aqui pizzas nem lasanhas. Não é esse o objetivo, até porque, dessa forma, o La Famiglia seria somente mais um restaurante. As especialidades são mesmo as massas e outros pratos mais especiais. E uma coisa é certa: vale mesmo a pena!
Aquando da nossa visita, fomos extremamente bem recebidos, pelo que tivemos a possibilidade de escolher à nossa vontade, sempre tendo em conta as sugestões que nos davam. Foi um fartote de comida e, apesar de não termos limpo os pratos todos – afinal, precisávamos de algum espacinho no estômago para provar tudo o que ia chegar à mesa -, praticamente todas as opções passaram com distinção.
Algo giro e de destacar: o menu está impresso numa garrafa de vinho gigante. É bem original, embora há quem vá achar pouco prático.
Começámos com as Anti-Pasti, que é, como quem diz, as entradas. Chegou-nos uma Caprezi (mozzarella, tomates cherry salteados e vinagre balsâmico), além de um Provolone al Prosciutto (queijo provolone gratinado com presunto). O aspeto da Caprezi fazia lembrar um mini-lasanha, o que, visualmente, nos conquistou logo. No sabor também não falhou. Já a Provolone al Prosciutto tem excesso de molho de tomate, o que faz com que o queijo (ótimo por sinal) acabe por ficar mergulhado (em demasia) em tomate, perdendo um bocado adaquele sabor tão característico.
Logo depois, um Risotto Vegetariano (Risotto com legumes e cogumelos salteados), para percebermos se o La Famiglia também se safava com opções mais da “terra”. É um Risotto que vai agradar sobretudo a vegetarianos/vegan, uma vez que, apesar do queijo parmesão misturado, existem legumes a mais (beterraba, bróculos e courgette) que acabam por quebrar um pouco da consistência do prato. E nem demos pela existência dos cogumelos.
Já a terminar a refeição (sem falarmos das sobremesas), chegaram-nos os pratos que vão levar toda a gente ao La Famiglia: as massas. E o facto de três opções de massa serem misturadas no queijo Grana Padano vai conquistar qualquer um, apesar do seu sabor peculiar. É verdadeiramente delicioso.
A nós, chegou-nos uma Grana Padano Gamberi (massa envolta em queijo parmesão com camarão e molho de coentros), Grana Padano Funghi (cogumelos frescos e bacon) e Tagliatelle al Pesto (Tagliatelle com molho pesto e crumble de bacon). Bom, possivelmente terá sido a Grana Padano Gamberi a que menos apreciámos, uma vez que não somos fãs de camarão. Em todo o caso, o molho de coentros ajudou a equilibrar o paladar, pelo que até gostámos bastante.
Já as outras duas massas destacaram-se, e bem. Todos os ingredientes mostravam ter qualidade, além da própria massa, super saborosa e sempre bem cozinhada. Todas as misturas que fazem entre ingredientes e molhos resultam em pratos excelentes, sendo que, desta vez, tivemos de devorar tudo. Além disso, as doses são generosas q.b, pelo que bastará uma entrada e um prato principal por pessoa para ficarem totalmente satisfeitos e com o estômago aconchegado.
Claro, refeição que se preze não termina sem uma sobremesa em condições… e ainda bem que não pedimos o Gelato La Famiglia, senão seria um desperdício de comida (falando num bom sentido). Basicamente, esta é uma super sobremesa. Se querem algo mega calórico, mas extremamente delicioso, esta é a opção que devem pedir e partilhar com alguém. Imaginem um prato onde vem Filipinos, Kit Kat, várias bolas de gelado, um Magnum, um Cornetto, chantilly, topping de chocolate e alguns frutos vermelhos. São precisamente estes os elementos que compõem o Gelato La Famiglia.
Claro, no nosso caso pedimos a versão reduzida, Gelato Per Te, que, apesar de ser para uma pessoa, pode perfeitamente ser dividida. É uma sobremesa absolutamente incrível que qualquer viciado em gelados vai adorar.
Ainda nos chegaram à mesa duas outras opções, uma Panna Cotta de Mel e Nozes e um Tiramisú. Começando pela Panna Cotta, e apesar do mel e das nozes no topo, estava demasiado líquida. Já o Tiramisú tinha um aspeto lindíssimo e uma textura excelente. Apesar de não ter sido dos melhores que já provámos, é uma opção a ter em conta para terminar a refeição.
Concluindo, o La Famiglia é um restaurante que deve ser visitado não só por grupos de amigos, mas também para refeições românticas com a cara metade. Apesar de haver espaço para melhorias, com o ambiente que tem e a comida que apresenta, vai certamente agradar aos setubalenses… e não só.
Há duas Xbox One de “Game of Thrones” que podem ser tuas
A Microsoft e a HBO juntaram-se para imaginar como seria o aspeto das novas Xbox One S All-Digital se os heróis e vilões de Westeros jogassem qualquer coisa entre as batalhas e traições.
Ubisoft revela Ghost Recon Breakpoint, sequela de Ghost Recon Wildlands
Após alguns rumores e fugas de informação, a Ubisoft revelou oficialmente o seu próximo jogo de ação militar.
Tetris 99 já pode ser jogado offline com novos modos em DLC
Disponível em exclusivo e gratuitamente para a Nintendo Switch, Tetris 99 recebe agora os seus primeiros conteúdos descarregáveis e eventos temporários.
RAGE 2 prepara-se para espalhar o caos com um trailer de lançamento
Chega já para a semana a sequela de RAGE, jogo original da id Software.
SebastiAn, Roméo Elvis e BaianaSystem no Super Bock Super Rock
SebastiAn, Roméo Elvis e BaianaSystem são os três últimos nomes adicionados ao Palco Somersby do Super Bock Super Rock, que, desta forma, se encontra com a programação completa nesse palco.
Já está disponível o documentário de produção de God of War
Terminaram God of War e quiseram mais do jogo? A Sony Santa Monica e a PlayStation têm agora algo para compensar os típicos DLCs de jogo.
Raising Kratos é o documentário que vos vai fazer regressar ao mundo de God of War para a PlayStation 4, mas numa perspetiva única.
Já disponível no canal oficial do youtube da PlayStation (ou aqui em baixo), Raising Kratos é uma jornada de produção do jogo que acompanha os altos e baixos durante o seu desenvolvimento e onde podemos assistir aos desafios e obstáculos que a equipa de produção teve que enfrentar para levar a sua visão até às nossas consolas.
God of War, para a PlayStation 4, foi lançado em março de 2018 e é uma re-imaginação e sequela da série do mesmo nome que se estreou na PlayStation 2. Leiam aqui a nossa análise.
A humanidade renasce com a ajuda de robôs em “I AM MOTHER”
Chega já para o mês que vem e é a nova grande aposta em filmes de ficção científica da Netflix, tendo recebido agora o primeiro trailer.
Party Sleep Repeat 2019 – Paragem obrigatória em S.João da Madeira
No passado dia 27 de abril marcámos presença em mais um Party Sleep Repeat, em S.João da Madeira. Foi a 7ª edição de um festival que se destaca pelo seu cariz social e que nasceu em 2013 como um tributo a Luís Lima, jovem sanjoanense falecido em 2012. Para além dos donativos a famílias carenciadas angariados através da receita da bilheteira (Apadrinhe Esta Ideia), há ainda, desde a 4ª edição, o apoio a uma causa nacional, a Liga Portuguesa Contra o Cancro.
O Oliva Creative Factory albergou, assim, a nova edição deste festival que tem atraído cada vez mais festivaleiros. Foram mais de 12 horas de música e 10 artistas distribuídos por três palcos. Marcaram presença nomes grandes do panorama da música nacional como Dead Combo, The Parkinsons ou Glockenwise.
A festa começou cedo com um concerto surpresa de Duquesa, alter-ego de Nuno Rodrigues, vocalista e guitarrista dos Glockenwise, no Centro de Arte Oliva.
De seguida avançámos, já sem surpresas, para o Palco Terraço, onde desfrutámos de um final de tarde bem caloroso na companhia de Melquiades, banda lisboeta de rock experimental composta por António Agostinho na guitarra, Diogo Sousa na bateria, João Nascimento nas teclas e Luís Luceno no baixo, e ainda de Galo Cant’Às Duas, duo oriundo de Viseu que prefere não assumir qualquer género/rótulo musical. Foi um concerto agradável com o baixo e as teclas de Gonçalo Alegre e a bateria de Hugo Cardoso a envolverem-se para uma sonoridade única.
Sem grandes demoras, descemos para o Palco Alameda onde a banda portuense Astrodome já se preparava para abrir as hostes do mesmo. O seu rock psicadélico repleto de fuzz contagiou os presentes que, aos poucos, se foram aglomerando junto do palco. Foi uma atuação bastante segura e intensa de uma banda que merece ser destacada.
Seguiu-se Jibóia, projeto que nasceu como sendo one man band por Óscar Silva, mas que, neste momento, conta já com mais dois elementos – André Pinto nas teclas e no saxofone e Ricardo Martins na bateria. Com as sonoridades de Jibóia, sentimo-nos a deambular ora por terras orientais, ora por terras ocidentais, como se estivéssemos a experienciar uma mescla de culturas. Impossível ficar indiferente a esta junção de ritmos.
A tarefa de encerrar o Palco Alameda ficou a cargo dos Conjunto Corona, carismático grupo de Hip-Hop portuense. Quem já assistiu a um espetáculo de Corona sabe que a festa é garantida e, desta vez, bem antes do começo do concerto, o público foi-se amontoando bem junto do palco. O coletivo do produtor dB (David Bruno) conduziu o tão aclamado Santa Rita Lifestyle para S.João da Madeira num espetáculo bem regado de boa disposição, euforia e, claro, do famoso Hidromel que a mascote da banda, o Homem do Robe, se encarregou de distribuir pelos mais sedentos que pairavam nas primeiras filas.
Por esta altura já havia algum atraso no que diz respeito ao horário estipulado do alinhamento, e foi com alguma pressa que o público se deslocou para o Palco Forno, o principal do festival, pois estava prestes a começar o concerto de Go!Zilla, banda italiana ainda não muito conhecida do público português, mas que demonstrou ser uma boa surpresa com um fuzz psicadélico bastante maduro.
Era a vez de dos Glockenwise subirem ao palco num concerto que foi inteiramente dedicado a Plástico, o mais recente álbum do coletivo barcelense. Este 4º longa duração representa uma metamorfose da banda, não só nas letras, desta vez escritas na língua materna e que contrastam com os três trabalhos anteriores todos eles na língua inglesa, mas também nas sonoridades que agora abraçam uma realidade mais pop.
O concerto mais aguardado da noite estava prestes a acontecer. O recinto estava praticamente lotado para receber os Dead Combo com Tó Trips a liderar a banda sem Pedro Gonçalves. Ficamos sempre com a sensação de que poderíamos passar horas a fio a ouvir os Dead Combo. Demasiado bom! Foi, sem dúvida, um momento de excelência desta 7ª edição do festival.
Depois de um concerto arrebatador, foi altura de agitar o Oliva Creative Factory. E quem melhor que os The Parkinsons para o fazer? Já todos sabemos do que estes senhores são capazes em palco e Afonso Pinto, Victor Torpedo, Pedro Chau e Ricardo Brito exigem nada menos que uma sala completamente agitada. Não é para meninos!
Já pela madrugada dentro, e para terminar, Cumbadélica, projeto de Igor Ribeiro e Marie Lopes, brindaram os resistentes com um set repleto de sonoridades tropicais misturando diferentes culturas que resultam num ambiente festivo.
20 Anos depois, os The Gift na Aula Magna
Não gosto do Verão! Não me interpretem mal – gosto do calor, de bom tempo, da praia, das esplanadas e de escutar as conversas alheias. Simplesmente cansa-me o saudosismo que associam a este período, ao término, ao encerrar um capítulo.
Pennywise está de volta no primeiro trailer de “IT – Capítulo 2”
O Loser’s Club está de volta e agora mais crescidinho. A Warner Bros. revelou o primeiro trailer da sequela de IT, o filme de terror adaptado dos romances de Stephen King. E tal como se podia esperar, o que aí vem, para já, não desilude.
