Passatempo da Heineken vai dar cerveja com fartura para a final da Liga dos Campeões

É já no dia 1 de junho que acontece a esperada final de mais uma edição da Liga dos Campeões. Este ano, os finalistas são duas equipas inglesas, num encontro que irá opor o Tottenham ao Liverpool. Mas e porque não juntar cerveja Heineken à festa?

Comprar um Samsung da gama S10 pode valer uma viagem às ilhas Seychelles

E logo para duas pessoas, pois claro. Mas não vai ser fácil, pelo que é preciso criatividade para participarem neste passatempo da Samsung Portugal que vos irá levar às ilhas Seychelles.

Apenas 15 a 20% do lixo eletrónico é reciclado a nível mundial

Este problema do lixo eletrónico e outras problemáticas foram alvo de debate no evento e-Waste Summit |Tecnologia Sustentável na Era Digital, promovido pela LG Portugal e ERP Portugal. A iniciativa juntou especialistas, académicos e membros do Governo em Lisboa para refletir sobre Tecnologia Sustentável na Era Digital.

Já há um veículo totalmente autónomo a funcionar em Portugal

O problema? Este veículo totalmente autónomo ainda só consegue fazer um trajeto de cerca de um quilómetro. Mas este é o caminho do futuro.

Ben Kweller junta-se a James Bay e Zara Larsson nos concertos de Ed Sheeran em Portugal

Certo e garantido, a não ser que exista alguma catástrofe, é a passagem de Ed Sheeran a solo pelo nosso país nos dias 1 e 2 de junho, no Estádio da Luz, em Lisboa. E já depois de se saber as atuações de James Bay e Zara Larsson na primeira parte do concerto, eis que chega mais uma confirmação: Ben Kweller.

Zomato Gold está incrivelmente barato!

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Já aqui falámos diversas vezes do Zomato Gold, até porque somos subscritores deste serviço de ofertas. Afinal, usando o Gold, podem ter oferta do segundo prato ou da segunda bebida, sendo sempre oferecido a opção de menor valor, claro.

Agora já te podes encontrar com um vendedor do OLX no Alegro Setúbal

A iniciativa não é propriamente uma novidade, até porque já tinha estreado no Alegro Alfragide. Mas é sempre de louvar, numa época em que existem cada vez mais burlas online. Agora, o OLX também já tem um “Ponto de Encontro” no Alegro Setúbal.

Feira do Livro de Lisboa mais acessível a quem tem mobilidade reduzida

Está cada vez maior, mais sustentável e mais acessível a Feira do Livro de Lisboa, que, neste ano, celebra a sua 89ª edição. Esta nova edição começa já de 29 de maio, estendo-se até 16 de junho, e no sítio de sempre: o icónico Parque Eduardo VII.

Estacionar o carro nas praias da Arrábida pode chegar a custar 1€ a cada 15 minutos

É ja a 15 de junho que começa mais uma época balnear. É também nesse dia, e à semelhança do que sucedeu no ano passado, que acontece a iniciativa “Arrábida Sem Carros“, uma medida que tem o objetivo de não congestionar os acessos às praias da Arrábida. É que, todos os anos, o caos acontecia a quem se tentava deslocar para a serra para dar uns mergulhos e apanhar uns “banhos de sol”.

Jean-Luc Picard regressa no teaser do novo “Star Trek”

A razão do seu regresso é simples, Star Trek: Picard é a próxima aposta da icónica série televisiva de ficção científica que vai dar continuidade às aventuras da personagem protagonizada por Patrick Stewart.

Abertas as candidaturas para programa contra a violência doméstica

Com o objetivo de apoiar intervenções que visem a consolidação da rede de prevenção e combate à violência doméstica e à violência de género, o PO ISE (Programa Operacional Inclusão Social e Emprego) anuncia a abertura de candidaturas para as estruturas de atendimento, acompanhamento e apoio especializado a vítimas de violência doméstica e violência de género e sensibilização e produção de materiais nestas áreas.

Preparem-se para viajar na história, já este verão, em Ancestors: The Humankind Odyssey

Em breve vai chegar ao PC e consolas um jogo de exploração que nos vai permitir viajar pela história da humanidade, desde a sua génese.

O novo portátil gaming OMEN da HP tem dois ecrãs

Chega ao mercado o primeiro portátil, dedicado a jogos, com Dual Screen.

Esta revelação aconteceu no HP Gaming Festival, em Pequim, onde a marca apresentou vários equipamentos novos. Entre eles, destaca-se, sem dúvida, o OMEN X 2S.

Como se de uma Nintendo DS em tamanho grande se tratasse, o OMEN X 2S é, segundo a marca, o primeiro computador portátil do mundo dedicado aos videojogos com Dual Screen.

Este computador de 15 polegadas, preparado para os jogos mais exigentes, graças ao suporte da sua placa gráfica NVIDIA GeForce RTC 2080 com design Max-Q6, é também um computador multifunções que tira partido do seu processador Intel Core i9 até 5.0Ghz e dos seus 32GB de memória RAM.

Claro que o destaque não são as suas exageradas características, mas o segundo ecrã que se coloca acima do teclado do OMEN X 2S.

A descrição da HP leva a crer que é, no fundo, como se tivéssemos um pequeno smartphone embutido no corpo do computador. Este segundo monitor foi desenhado como um complemento aos criadores de conteúdo do século XXI, que estão sempre ligados aos serviços de streaming e precisam do máximo de contacto com o seu público ou um auxílio no controlo do seu streaming.

Para um uso mais casual, este segundo ecrã pode servir para navegar na Twitch e ver outros jogadores, vídeos no Youtube, controlar o Spotify, mandar mensagens pelo cliente favorito, entre outros, sem ocupar espaço útil no ecrã principal do computador.

O HP OMEN X 2S é, no entanto, para os mais entusiastas e vem com um preço a condizer. Com lançamento previsto para julho deste ano em territórios europeus, o Dual Screen da HP chega a partir de 2899€.

EA LIVE Lisboa está de volta com sete concertos

Pois é, depois da lotação esgotada no ano passado, o evento EA LIVE Lisboa está de volta, e agora num espaço ainda maior: acontece a 12 de outubro, no Campo Pequeno.

Dockers lança t-shirt para aqueles com orgulho na comunidade LGBTQ+

Numa sociedade cada vez mais inclusiva, marcas como a Dockers mostram-se, também elas, cada vez mais a favor da igualdade de género, mostrando-se compreender e aceitar questões relacionadas com a raça, género ou sexualidade.

Slot machines: quem nunca jogou numa que atire a primeira pedra

As slot machines são um dos jogos mais jogados no Casino Portugal da 888, uma das mais recentes operadoras de casino online licenciadas em Portugal, que oferece aos seus utilizadores variadíssimas máquinas temáticas de slots machines. Na verdade, foi por aí que começámos a nossa aventura pelas slot machines online, uma vez que este casino online oferece um bónus de inscrição de oito euros sem qualquer tipo de obrigatoriedade de carregamento para a conta pessoal. É simples, rápido e imediato. Em menos de quinze minutos, estávamos a ouvir o nosso primeiro catching: moedas cibernéticas a rolar.

App Skores: o melhor amigo de quem acompanha o desporto em todo o mundo!

Acabaram-se os principais campeonatos europeus e, depois das finais da Liga dos Campeões e da Liga Europa, que acontecem no início do mês de junho, muita gente em Portugal, que terá começado a apostar, pensa também entrar numa espécie de hibernação… estival. No entanto, outras competições muito interessantes vão começar, nomeadamente o Mundial de sub-20 (23 de maio a 15 de junho) em que Portugal é favorito, a Liga das Nações (de 05 a 09 de junho), o Campeonato do Mundo feminino (de 07 de junho a 07 de julho) e a Copa América (de 15 de junho a 07 de julho).

Crítica – “Aladdin”

Uma emocionante e vibrante adaptação live-action do clássico de animação da Disney, eis o entusiasmante conto do charmoso ladrão Aladdin (Mena Massoud), da corajosa e determinada princesa Jasmine (Naomi Scott) e de Genie (Will Smith), que poderá ser a chave para o futuro deles. Este é o 11º remake live-action da Disney de um filme de animação original e o 9º desde o início da nova década.

Que surpresa maravilhosa! Não assisti a qualquer trailer ou clipe promocional, mantive-me completamente afastado de todo o marketing, mas não me consegui esconder do feedback negativo que as redes sociais foram apresentando durante estes últimos meses. Uma boa parte da Internet estava cética em relação a como Will Smith seria capaz de interpretar Genie, como Mena Massoud e Naomi Scott não eram as melhores escolhas para o elenco, e como o remake honraria e respeitaria as suas raízes.

Para alguém que não sabia o que esperar, sinto-me bastante satisfeito com a abordagem de Guy Ritchie ao recontar esta história famosa. Todos os receios descritos acima são obliterados por um elenco mágico e eles são quem leva o filme a porto seguro.

rqqnaiDtbGk4yFl6ukvVO870FExSek4Yf0cJPHwRTL gQB1YnEcse8jg5hAFur7bgIYUfPqUnVO7MUetwpPV1UVdLpZDeMbwRYUufbs 7uZuWOpacnjTbvHPzTAmY2C8FPADqOZc=w2400Começando com uma das duas performances de destaque: Will Smith como Genie. Oferece uma prestação indiscutivelmente única e divertida como a entidade azul. Pela maneira como ele se move e fala, não há absolutamente nenhuma forma de alguém criticá-lo por tentar copiar Robin Williams. Smith faz o seu próprio papel e funciona soberbamente. O melhor elogio que se pode dar é de que senti o mesmo sobre Genie neste remake do que senti no original: cada vez que ele não estava no ecrã, queria que ele voltasse imediatamente. No original, Genie aparece sempre nos momentos certos, cada vez que o ritmo começava a abrandar em demasia.

Neste remake, os períodos sem Genie são mais extensos, e o primeiro ato sofre um pouco com o seu ritmo lento (apesar de saltarem uma boa parte do original com uma espécie de montagem) e falta de sequências verdadeiramente divertidas. No entanto, a partir do momento em que a Cave of Wonders entra em jogo, é uma explosão de entretenimento até ao fim. O tapete mágico e Abu fazem um duo cómico excecional e são responsáveis por uma boa parte das gargalhadas.

Voltando a Genie, Ritchie e John August deram-lhe mais em termos de personagem em comparação com o original, o que acaba por ser uma das poucas melhorias realmente feitas ao original. Tendo em conta os mais de trinta minutos extra de duração, esperava-se mais tempo para o desenvolvimento da relação central do filme e que Jafar (Marwan Kenzari) fosse mais do que apenas um vilão cliché…

Bem, Jafar continua a ser um feiticeiro malvado que só deseja poder para governar tudo e todos. Infelizmente, tem mais tempo de ecrã que o seu antecessor, o que significa mais monólogos over-the-top de Kenzari e sequências tontas com o truque de hipnose. Por outro lado, Jasmine e Aladdin têm um guião totalmente desenvolvido, que é, de longe, a melhoria mais eficiente ao original. A relação cresce naturalmente e cada personagem recebe vários momentos para expressar os seus sentimentos e mostrar quem eles realmente são, especialmente Jasmine. Ela está diretamente conetada a um problema que, definitivamente, tornará este filme incrivelmente discutido, tanto entre a audiência como entre críticos, mas abordarei-o mais no final.

Independentemente dos personagens, Mena Massoud e Naomi Scott proporcionam performances impressionantes. Massoud é engraçado e charmoso como Aladdin, mas Naomi é um destaque absoluto. Agora, olhamos para este filme como apenas mais um remake da Disney. Em poucos anos, vamos olhar para Aladdin como o filme que lançou Naomi Scott para o estrelato. Ela é espantosamente notável como Jasmine. Não só a sua voz é consideravelmente surpreendente, mas a sua atuação é deveras brilhante.

Quanto às cantigas, Will Smith e Mena Massoud também são muito bons e os números musicais são outro aspeto que é surpreendentemente de deixar o queixo caído. “Prince Ali”, “Friend Like Me”, “A Whole New World” e a canção nova, “Speechless”, são bonitas, poderosas e a produção das duas primeiras são overwhelming no bom sentido.

Guy Ritchie é conhecido pelas suas sequências de perseguição muito fluidas e Aladdin a correr pela ruas de Agrabah são cenas muito bem filmadas como era de se esperar. No entanto, as longas coreografias durante esses momentos musicais são uma maravilha para contemplar, desde o primeiro até ao último, mesmo depois das palavras “The End” aparecerem.

Um remake perfeito é aquele que é capaz de manter a essência do original, enquanto sendo a sua própria versão. Ritchie faz um trabalho impressionante ao equilibrar esses pilares. Para quem adora o original e queria que o remake fosse cena-por-cena o recontar da história, todos os detalhes pequenos (desde palavras-chave a momentos de personagem importantes) estão presentes neste filme.

Para aqueles que queriam ver algo diferente, há mudanças menores mais do que suficientes em relação a como a história prossegue (ordem dos eventos, mais desenvolvimento de personagens) ou mesmo como termina, o que me conduz à tal situação polémica mencionada anteriormente.

Sempre que uma agenda política ou social é inserida num filme, as pessoas não se importam se é bem escrito ou não. Simplesmente, não querem nenhuma dessas coisas em qualquer filme e apoio essa atitude. Hollywood precisa de parar de tentar colocar algo politicamente ou socialmente correto em todos os filmes, só porque sim. Aladdin (2019) tem uma mensagem social óbvia e usa uma das personagens principais para afirmar essa mensagem claramente.

rpwoOk432k54TzOKtQ2sLv7Y15b HRtOCqqxQSEi6InwD6LUERyr 1p n9JgYQQoMuRrR6l0v2DEX3ju6ytvmKDplhdpUmple1bwrBiBetEWtkIGb41m8F0R SCoyaFhPmEp7Og=w2400O dilema é o seguinte: tendo em mente a personagem em questão, como esta é escrita, e o que fazem para enviar essa mensagem social, não vejo qualquer problema. Sim, um monte de gente vai pensar exatamente o oposto e crucificar o filme. Costumo fazer o seguinte exercício mental: “Faz sentido com a história/personagem? É apenas um único momento durante o filme (provando que pode ser muito forçado) ou desenvolvem a ideia? Se fosse um filme original, estaria sequer pensando sobre isto?”

Sim. Desenvolvem a ideia. Provavelmente não. Estas são as minhas respostas e é, por isso, que me encontro do lado positivo deste assunto prestes a ser fortemente discutido durante os próximos dias. É necessário começar a abrir as nossas mentes a estes ajustes modernos de clássicos pré-século-XXI.

Usando Dumbo (1941) como exemplo: este é provavelmente o filme mais racista da Disney de sempre, com discriminação extrema, desrespeito total para com os animais, pontos de enredo induzidos por álcool e muitas mais histórias moralmente e socialmente erradas. Não existe qualquer possibilidade de um filme como este ser lançado hoje em dia! Logo, obviamente, Dumbo (2019) tinha que ser extremamente diferente daquele show de racismo de sessenta minutos.

Aladdin (1992) também tem um aspeto particular que não se encaixa assim tão bem na cultura atual. Não é ofensivo nem perto disso, mas, se fosse lançado agora, haveria com certeza um grupo de pessoas a queixar-se. Aladdin (2019) tenta-se adaptar e, apesar de ter tentado em demasia, há que apreciar o esforço, até porque, pelo menos, faz sentido. É apenas uma pequena mudança na história principal e na personagem em questão, por isso, não deve afetar a visão geral do filme. Se “Speechless” não tivesse sido criada, não haveria qualquer problema, mas é impossível negar que, mesmo que a música soe muito bem e as letras sejam impactantes, é esticar a corda… Naomi Scott interpreta-a lindamente, apesar disso.

A4W6HZY8ez3j2YlobAg8H1YoXuvz3f5RqYhMlduUxC2lG8tDJvc21xawe7ABBiMAFS Vgnu7xVNGJkgUANwyuP8s9UEaTBI2ypSCxGUwvOxD59rU VvCcsYZ7sfLYZA84QawF zN=w2400

Visualmente, o filme é deslumbrante. Agrabah é um deleito absoluto que fará com que as bocas dos fãs hardcore abram continuamente, cada vez que um novo local for mostrado. Ritchie passeia a câmera pelas ruas de Agrabah lindamente de forma a mostrar o trabalho incrível da sua equipa de produção, a maioria das vezes através de takes longos e fluidos. Desejo (no pun intented) que ele tivesse controlado o ritmo e tom do filme melhor. Os períodos sem Genie são muito longos e Ritchie não deveria arriscar uns níveis de tédio tão altos.

Ao todo, Aladdin (2019) sucede em equilibrar os dois pilares de qualquer remake: mantém a verdadeira essência do original enquanto faz a sua própria versão. Will Smith enterra os céticos online com um desempenho super divertido e único como Genie, mas é a química palpável entre Naomi Scott e Mena Massoud que surpreende tremendamente. O último é excelente como Aladdin, mas Naomi tem aqui a sua melhor prestação da carreira, que definitivamente a levará para palcos ainda maiores. Guy Ritchie prova que é um realizador fantástico, entregando belas sequências de um take juntamente com números musicais excecionalmente divertidos e bem coreografados.

Tecnicamente, a produção e a cenografia são surpreendentes, mas o tom e ritmo do filme não são tão equilibrados como deveriam ter sido, o que torna o tempo de execução demasiado longo.

knWTJqOn8ob6LW eyoN68EhLAw zkC5FGERiDhVFQ8 nmkxRHSUd47ChA0q2a61ekQE7B8yKp38AK5hiJmTdPhob4DaV3UOyO1Jp5 rMBPFt6WXf6nlqKY9UjLanGOo ohfCFIZQ=w2400

Em relação à história, as pessoas vão-se sentir incrivelmente divididas. A maioria do argumento é idêntico ao seu antecessor, mas a tentativa da Disney de forçar uma mensagem social não vai ajudar o filme, de todo. Mesmo fazendo sentido e sendo apenas uma pequena mudança, não deixa de ser desnecessária e pode até mesmo esconder o brilhante desempenho de Naomi, o que seria uma enorme desilusão. Jafar incomoda muito mais do que qualquer uma destas situações.

No entanto, Ritchie e John August não merecem nada para além de elogios por tentarem o seu melhor em adaptar um original arriscado e cumprir com sucesso, na sua maioria. Espero que tenha imenso sucesso na bilheteira. É realmente um diamante (em bruto).

Nota:3.5 Estrelas

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