Roland Emmerich continua a destruir coisas no grande ecrã, desta vez com a recriação dos eventos da famosa batalha de Midway, depois dos ataques a Pearl Harbor.
Parece esquisito, mas desde 2006 que os Belle & Sebastian não visitavam Lisboa. Na verdade, houve a promessa de um concerto no Coliseu dos Recreios cancelado em 2015, aquando da saída de Girls in Peacetime Want to Dance, por motivos de doença de Stuart Murdoch (várias concertos pela Europa sofreram desse padecimento), e a norte deste jardim à beira mar plantado Paredes de Coura e o Porto receberam festivaleiramente aparecimentos da trupe escocesa em anos recentes.
Joana Espadinha não é, felizmente, um nome desconhecido na pop portuguesa. Apesar da sua presença nos Happy Mess, a razão deste facto prende-se com “Leva-me a Dançar”, single em nome próprio, que nos tomou de assalto em 2018, uma canção exemplar, fruto de uma melodia eficaz e letra bem orelhuda. Foi um bom prenúncio ao álbum, O Material Tem Sempre Razão, lançado meses depois.
Exterminador Implacável: Destino Sombrio chega esta semana aos cinemas, com realização de Tim Miller (Deadpool) e a bênção do rei da ação, James Cameron.
No final, Doutor Sono pode muito bem ser a primeira sequela/remake/reboot/whatever de um clássico de culto que não diminui o original, não o copia vergonhosamente nem lhe tira a essência, enquanto realmente consegue ser um filme individualmente excelente com uma narrativa cativante e personagens convincentes, para além da quantidade certa de homenagens ao clássico.
Situada numa história alternativa onde vigilantes mascarados são tratados como foras-da-lei, Watchmen abraça a nostalgia da comic original de mesmo nome, enquanto tenta abrir novos caminhos.
O Jameson Urban Routes tem-se tornado, ao longo dos anos, um dos esteios mais firmes da programação outonal da movida musical em Lisboa, conseguindo trazer regularmente artistas com créditos firmados a preços democráticos, bem como novos nomes a explorar.
Embora não seja tão hilariante ou divertido como o filme de 2009, ainda são 99 minutos que se passam muito bem. Se são fãs de Zombieland, não devem (mesmo) perder esta sequela! Se não, bem… Nut up e vejam ou shut up e deixem os outros apreciarem em paz.
É um daqueles filmes que não tem exatamente aquilo que as pessoas abordam como "falhas". Zombieland tem os seus clichês e exposição preguiçosa, mas compensa tremendamente com cerca de 80 minutos de entretenimento espetacular. É um clássico de culto zombie. Nut up or shut up, mas vejam o maldito filme!