O legado de Crysis é complexo, mas não existem dúvidas de que as campanhas continuam a ser janelas interessantes para o passado do género de ação na primeira pessoa.
Call of Duty: Vanguard introduz-nos uma campanha com algumas emoções e muitas ilusões, numa experiência linear, cheia da inconsistências e pouco marcante.
Just Dance está de volta. Mas apesar de trazer novas músicas lançadas ao longo deste ano, continua a falhar nas mecânicas de deteção dos movimentos de dança.
Com uma perspetiva invulgar no género, o título da Fabraz traz consigo um best-of de mecânicas e decisões de design que irão conquistar os fãs de aventura e plataformas.
A fórmula arcade desta nova aposta da Ubisoft tem tanto de acessível como de realista e funciona lindamente, proporcionando momentos de diversão sem exigir muito de quem está a jogar.
A Gust trouxe-nos um RPG muito acessível, mas igualmente apetrechado de conteúdos e mecânicas que exponenciam o que poderia ter sido uma experiência pouco memorável.
Nesta aventura, não somos o Escolhido ou um dos heróis tradicionais dos RPG, mas sim um dos inúmeros esqueletos que geralmente derrotamos nos videojogos.
Depois do sucesso apocalíptico dos dois jogos da franquia Left 4 Dead, a Turtle Rock Studios volta a lançar um capítulo dentro do género thriller/horror com zombies. E está com muito bom aspeto.