“Pokémon: Detective Pikachu” ainda não estreou e já tem uma sequela planeada

Talvez por confiança no filme por parte dos estúdios, ou simplesmente porque Pokémon é só a propriedade mais rentável na história do entretenimento, o primeiro filme live-action da série já tem uma sequela planeada.

DRAGON BALL GAME – PROJECT Z é o novo RPG do universo Dragon Ball

O jogo também já tinha sido anunciado e, agora, foi revelado oficialmente. Chama-se DRAGON BALL GAME – PROJECT Z e é um novo RPG que se encontra a ser desenvolvido pela CyberConnect2, produtora da série Naruto.

John Cena vai ter direito a um filme de ação e comédia para a Netflix

O wrestler tornado ator, John Cena, vai juntar-se a Jason Bateman e aos argumentistas do filme Game Night para um novo filme original de ação e comédia para a Netflix.

“Once Upon a Time in Hollywood” de Quentin Tarantino recebe novas imagens

É já este ano que o excêntrico realizador norte-americano, Quentin Tarantino, regressa com um novo filme.

Once Upon a Time in Hollywood promete levar-nos a uma viagem no tempo até 1969, em Los Angeles, durante o período dos chocantes assassinatos de Charles Manson.

Enquanto não chega pelo menos um primeiro trailer deste thriller de ação e suspense, o portal Vanity Fair partilhou com os internautas algumas imagens exclusivas do filme, onde podemos observar o tom colorido e retro que Once Upon a Time in Hollywood vai trazer para o ecrã, e claro, o elenco vestido a rigor para este filme.

As imagens contam com os dois atores principais, Leonardo DiCaprio e Brad Pitt enquanto Rick Dalton e Cliff Booth, Margot Robbie no papel de Sharon Tate e Al Pacino num papel fictício de Marvin Shwarz.

Once Upon a Time in Hollywood tem data de estreia para Portugal a 8 de agosto.

Connan Mockasin, Balthazar, Boogarins e First Breath After Coma no Vodafone Paredes de Coura

A organização do Vodafone Paredes de Coura começa a semana da melhor forma com quatro confirmações: Connan Mockasin, Balthazar, Boogarins e First Breath After Coma.

Márcia: “Eu faço música para viajar internamente”

Márcia falou com o Echo Boomer sobre o novo álbum Vai e Vem, lançado recentemente, e contou como este novo trabalho contém uma carga pessoal mais significativa oriunda de um processo de metamorfose notório, bem como de liberdade interpretativa, desde o lançamento do seu primeiro EP (2009) até agora. O concerto que se vai realizar na Casa da Música, no dia 20 de fevereiro, também foi um dos focos desta entrevista.

Linda Martini vão tocar ao NOS Alive’19

Os portugueses Linda Martini, banda que tem vindo a deixar a sua marca cada vez mais presente no panorama nacional, são a mais recente confirmação no cartaz do NOS Alive’19, subindo ao Palco NOS a 11 de julho, dia em que tocam The Cure, Weezer e Ornatos Violeta.

Carl Craig, Marcel Dettmann, Moodymann e Octave One no LISB-ON Jardim Sonoro 2019

Depois de algum tempo de espera e de termos revelado as datas para a edição deste ano, eis que a organização do LISB-ON Jardim Sonoro acaba de revelar o primeiro lote de nomes, destacando-se nomes como Carl Craig, Marcel Dettmann, Moodymann e Octave One (live).

Broly, Gogeta (versões filme Dragon Ball Super) e Jiren chegam a Dragon Ball FighterZ

Após um primeiro pack de lutadores que foram sendo adicionados a Dragon Ball FighterZ ao longo do tempo, os fãs rapidamente começaram a ficar ansiosos por alguns personagens em específico ainda não terem chegado ao jogo. Pois bem, após a confirmação de que viria aí um novo leque de lutadores, ficámos agora a conhecer uma série de nomes.

Papa regressa a Portugal em 2022 para a Jornada Mundial da Juventude

O anúncio foi este domingo pelo Papa Francisco antes da bênção final da missa de encerramento da Jornada Mundial da Juventude (JMJ), que decorreu no campo São João Paulo II, no Panamá. Assim, em 2022, Lisboa recebe o Papa e organiza a próxima JMJ, iniciativa que junta milhões de jovens e que faz com que estes sejam integrados, dentro do possível, na vida da Igreja de cada país.

No site da Presidência, a nota publicada refere que este “será um grande acontecimento para Portugal e para os jovens portugueses de todas as origens”. Fernando Medina, presidente da Câmara de Lisboa, também não quis deixar de salientar o feito alcançado:

Pouco depois, seria o Primeiro-Ministro António Costa a destacar o trabalho desenvolvido e que culminou neste anúncio.

Entretanto, sabe-se que a grande cerimónia das Jornadas da Juventude irá decorrer nas margens do rio Trancão, nas imediações do Parque das Nações. É um local que precisa de ser requalificado com, por exemplo, a construção de um passeio ribeirinho, entre outras intervenções a serem executadas.

Cutelaria – Uma verdadeira ode à carne

“Bem-vindo à Cutelaria. Está prestes a iniciar uma viagem pelo Hemisfério Sul. Dentro de momentos, vai degustar uma seleção de carnes preparada pela nossa equipa que representam os melhores sabores do sul.”

Este é um excerto do que se pode ler numa das páginas do menu da Cutelaria, a nova steakhouse na zona da Damaia, no distrito de Lisboa. E é com esta introdução que começa a nova viagem pelo mundo das carnes.

A Cutelaria abriu no passado dia 10 de dezembro na Avenida Manuel Cabanas, num local onde anteriormente funcionava um restaurante chinês. Com o espaço ao abandono, os proprietários viram uma oportunidade de negócio e colocaram mãos à obra. Foi tudo remodelado, à exceção do balcão central do restaurante, onde, de resto, funciona a secção buffet do restaurante. Já lá vamos.

Aqui há carne maturada, há bifes grelhados com várias opções de molhos, picanha à discrição, entre outras maravilhas. É mesmo um paraíso para os amantes de carne.

Apesar de ser um espaço muito recente, o que significa que ainda tem de ser descoberto por muita gente, rapidamente ficou lotado. No nosso caso, quando chegámos (eram 13h), ainda sobravam várias mesas vazias, mas bastaram alguns minutos até a Cutelaria ficar cheia de clientes. E ainda bem.

As carnes têm a máxima qualidade e são provenientes de três locais: Açores, Brasil e Argentina. Depois, basta prepará-las com cuidado e paixão para que cheguem no ponto aos clientes, sendo precisamente isso que acontece aqui.

Começámos a nossa viagem ao dividir um Carpaccio de Carne (7,25€), bem acompanhado por queijo, rúcula, azeite e tomate seco. Existiam também opções como Cogumelos Gratinados ou Favadinha, mas optámos por pedir somente uma entrada para não ficarmos logo de estômago cheio. E foi uma escolha acertada.

Logo de seguida, uma fabulosa Sangria de Espumante com Frutos Vermelhos acabada de terminar à nossa frente com vinho branco Fiuza, já depois das devidas misturas iniciais terem sido feitas no bar. E estava ótima, tanto que serviu na perfeição para o resto dos pratos que nos chegou.

O menu da Cutelaria não é muito extenso e, na nossa opinião, ainda bem. Permite que a cozinha se concentre numa série de pratos que se tornam em verdadeiras homenagens à arte de bem comer. Apesar de existirem opções tão apetecíveis como um Chuleton de 700gr ou um Tomahawk de 1kg (ambos para partilhar), ou até mesmo Entrecôte de 180gr, acabámos por ir para algo mais “tradicional”: Vazia Charolesa de 250gr (14,95€) e um T-Bone de 450gr (35,75€). Ambos vieram acompanhados por batata frita, dando ainda acesso ao buffet (Arroz, Feijão, Batata de Forno e Salada).

Começando pela Vazia Charolesa, não se podia esperar menos: carne de imensa qualidade, com pouca gordura e super saborosa. Claro, destacou-se o incrível T-Bone. Este é uma carne que tem mesmo que ser pedida mal passada, isto é, para vir no ponto, de forma a não perder a suculência e maciez. 450 gramas de carne até pode parecer muito, mas ainda bem que este não é um prato para dividir, pois se forem alguém com muito apetite, vão dar conta do recado num instante. E muito provavelmente pedir outro T-Bone porque não vão conseguir resistir à qualidade apresentada.

A acompanhar as carnes vieram os molhos que são servidos com outras opções do menu: molho à Portuguesa (o típico), molho de Natas e Cogumelos (o clássico) e molho à Marrare (o icónico).

Antes de terminar uma refeição neste paraíso das carnes, fechámos a loja com duas sobremesas: Cheesecake e Mousse de Oreo. Ambas com um preço bem justo (2,80€), acabam por ser das opções que menos se destacam no menu da Cutelaria. Não foi o melhor cheesecake que já comemos, mas também não estava nada mau; já a Mousse de Oreo acabou por sagrar-se vencedora neste duelo.

No fim de tudo, a Cutelaria é, sem dúvida alguma, um espaço que se recomenda e que vai vingar no mercado. Não só porque as carnes são ótimas, como o preço é bastante justo comparativamente a outras steakhouses espalhadas pelo país. Além disso, contam com um bom atendimento, onde tudo é feito de forma profissional e rápida. A repetir rapidamente!

Concurso Montepio Acredita Portugal tem novo prazo de candidaturas

Lembram-se de termos falado do prazo de candidaturas para o Concurso Montepio Acredita Portugal? Pois é, há uma nova data, ou seja, ainda vão a tempo de submeter as vossas ideias.

NOS Primavera Sound: Desta vez não foi mais uma moeda, mais uma voltinha. Ou será que foi?

Após muita demora, finalmente o cartaz do NOS Primavera Sound (NPS) para 2019 lá se deu a conhecer.

Após muita demora, finalmente o cartaz do NOS Primavera Sound (NPS) para 2019 lá se deu a conhecer. E há quem diga que as redes sociais estão a arder de indignação (presume-se que algum cantinho esteja sempre em ignição) quanto à suposta falta de qualidade do mesmo.

Isto não apareceu do nada, com o festival-mãe em Barcelona a publicar um manifesto político-social em que declara um “The New Normal”, descreve o cartaz como revolucionário e promove explicitamente géneros como o reggaeton, afirmando-se “contra a ditadura do musicalmente correto”.

Os nomes escolhidos para o cartaz do Parc del Fòrum causaram efetivamente polémica, como é natural naquilo que é, convém lembrar, um festival de música. Se já tinha existido uma receção menos que esfuziante ao cartaz de 2018 de boa parte dos habitués, o de 2019 terá gerado tal controvérsia que justificou a criação uma linha de atendimento em que é possível aos fãs mais vocais falar com o responsável máximo do Primavera, Gabi Ruiz.

Seja por manobra publicitária ou genuíno cansaço de um modelo que cresceu durante vários anos a bom ritmo, procurou-se criar uma rutura, muito embora a escala do festival permita sempre uma enorme transversalidade de estilos, em que dificilmente não se encontram alguns nomes do agrado mesmo do espectador mais exigente.

Este caldo de cultura influenciou, à partida, a divulgação do cartaz do Porto, tendo em conta a larga partilha de nomes que atuam nas duas cidades, e a demora na saída levanta várias leituras, nomeadamente quanto à hipótese de que este ano marcasse um aumento da autonomia programática do irmão caçula, até pela popularidade relativa de géneros como o supra mencionado reggaeton por terras lusas.

Olhando para o resultado final, a resposta perante a efetiva concretização de tal cenário é um Nim. Se J Balvin vem cá e apercentagem de artistas a bisar permanece alta, a verdade é que a organização se esmerou por trazer um joker da craveira de Jorge Ben Jor, e acaba por fazer um relativo equilibrar do barco.

Assim, se o foco no feminino mantém-se com a vinda de Solange, Erykah Badu ou Rosalía, com direito a letras grandes no cartaz, nomes como Stereolab e Interpol, para além dos não “cabeças” Jarvis Cocker, Courtney Barnett, James Blake, Low ou uns inéditos em Portugal Guided by Voices, garantem ecletismo e a manutenção de uma influência indie. Também há Shellac, ao que parece.

Qual é então, o problema, face a um 2018 que trouxe Nick Cave, Lorde e A$AP Rocky? Na verdade, não parece que haja assim tão grande alteração face ao passado recente, para além dos já citados nomes grandes. O problema parece ser a própria existência de nomes em destaque, em que uma larga franja de pessoas, pelo menos numa primeira fase, apenas olha para esses e não para o conjunto. Até porque num festival com múltiplos palcos como este, se todos os nomes fossem dirigidos à mesma franja, muitas escolhas difíceis para cada horário terão de ser feitas – os míticos solapes.

Este excesso de escolha gerou boa parte da fama do Primavera enquanto festival de programadores, com um critério bastante coerente, e parece que se está progressivamente a tornar mais num festival de tendências, o que desagradará a bastantes. A edição de 2017 em Barcelona tinha no seu programa uma publicidade engraçada de uma conhecida cervejeira holandesa que dizia “Tu planning de conciertos es más sofisticado que el plan de presuepuestos del Estado – Necesitas un Primavera Sound”. Na mouche.

Porém, porventura, será cada vez menos assim. Mas no caso do NPS, e num festival que se vende como a versão gourmet do gigante catalão, seria talvez interessante garantir excelência na arrumação dos artistas em palcos confortáveis para as suas atuações – garantir a abertura do palco Pitchfork no 1º dia seria aí uma grande ajuda, ou recuperar a interessante experiência. Ou até, e também voltar à experiência da primeira edição em que se fizeram concertos na Casa da Música, replicando o luxo de ter uma sala fechada como acontece na casa-mãe e dando condições mais próximas do ideal a artistas mais de nicho, melhorando a experiência do valor do bilhete de quem vai e quer ouvir quem gosta, em bom. Se se perde por um lado, há todas as condições para se ganhar por outro.

Fotos de: Telmo Pinto

Green Book: Um Guia Para a Vida – Buddy movie com mensagem

Aproveitemos então este sol cinematográfico em pleno inverno nacional, em que os cartazes estão cheios de caras de atores com ar sério em roupa de época ou fotografia a preto e branco, ao invés das omnipresentes explosões e cinzas pelos ares.

Green Book: Um Guia Para a Vida está confortável neste cenário, e a mão cheia de nomeações para Óscares de 1ª linha (filme, ator, ator secundário, argumento original e edição), demonstram-no bem.

Aqui acompanhamos a relação entre Tony Lip, um afamado segurança do mítico Copacabana, que se vê sem ocupação durante alguns meses enquanto o clube noturno está em obras, e o Dr. Don Shirley, afamado pianista negro que se prepara para uma tournée de oito semanas que o levará ao Sul do EUA, onde em 1962 ainda prevalecem as leis de segregação de Jim Crow.

À procura de ganha-pão para a sua numerosa família, Tony acaba por responder a um anúncio para ser motorista do culto e sofisticado Don. Segue-se um conjunto de paragens com várias peripécias nos locais dos concertos, em que a presença do racismo e a aplicação prática da segregação às coisas mais triviais do dia-a-dia, como fazer compras numa loja, ou ir a um quarto de banho, é uma constante.

Green Book crítica

A relação entre os dois personagens funciona como a trave-mestra para todo o filme, e a química entre Viggo Mortensen e Mahershala Ali funciona a grande nível. Mortensen mantém a sua capacidade de ameaça física, a lembrar, por vezes, o seu papel no seminal Promessas Perigosas (cena numa sauna incluída), mas agora num mais relaxado contexto nova-iorquino, incluindo um apetite sem fim e uma linguagem de bairro, enquanto Ali balança o lado mais histriónico da sua contraparte, destilando autoridade e elegância estóica perante a adversidade constante.

Estes ótimos atores são a grande mais-valia do filme, mas Peter Farrelly mostra-se ágil na câmara (a cena inicial em que percebemos a personalidade de Tony Lip é exemplar), e o seu timing de humor garante diversos momentos em que o diálogo e a linguagem corporal dos protagonistas providenciam leveza num cenário à partida difícil, a constante descriminação que Don sofre. A humanidade na reação a estes momentos, e a subtileza de Mortensen e Ali na demonstração de sentimentos como orgulho e arrependimento perante o outro, garante uma boa dinâmica no crescimento desta amizade, tornando-a num gosto para observar, e garantindo que a aposta está ganha.

É quando se sai desta dinâmica e se entra nos supostos climaxes dramáticos ou em momentos de contextualização histórica – como nas referências ao clã Kennedy (curiosamente viria a ser o texano Lyndon Johnson a assinar a Lei dos Direitos Civis em 1964) que o filme sofre mais, tornando-se, por vezes, lento e moralista, em vez de moral. É bastante improvável que este tenha sido um dos oito melhores filmes que tenham sido projetados num cinema do condado de Los Angeles durante o ano de 2018, mas não é isso que irá prejudicar o tempo bem passado que Green Book: Um Guia Para a Vida providencia aos espectadores.

Bom para revisitar o tema clássico da amizade entre opostos, retratado no ambiente de uma questão central da história recente e atual.

Generation Zero chega ao PC, PlayStation 4 e Xbox One já em março

A THQ Nordic e a Avalanche anunciaram a data de lançamento do seu misterioso jogo de mundo aberto cooperativo.

Tira notas, desenha e aponta os teus pensamentos com o novo Yoga Book C930 da Lenovo

O novo híbrido 2 em 1 da Lenovo deixa de ter um teclado físico e apresenta dois ecrãs: um ecrã tátil IPS QHD (2560 x 1600) de 10,8″ com suporte para caneta e outro ecrã tátil FHD (1920 x 1080) de 10,8″ Flexible E Ink Mobius com suporte para caneta. Assim, consegue-se tirar notas, desenhar e apontar os pensamentos com a caneta – 4096 níveis de pressão -, ou, por exemplo, ter o “tradicional” teclado “qwerty” esculpido em luz.

O Yoga Book C930 vem com duas colunas e som de cinema realçado por Dolby Atmos, o que desde logo garante uma boa qualidade de som. Graças à sua flexibilidade de articulação 360 graus, permite fazer a transição de cinco modos diferentes – digitar, criar, ler, navegar e ver. A estas caraterísticas soma-se a anunciada boa autonomia, com uma duração de até 10 horas. É testar para crer.

O Yoga Book C930 mede apenas entre 4mm a 9,9mm e pesa 775 gramas, o que possibilita ser transportado com maior facilidade.

Este híbrido vem equipado com um processador Intel Core i5-7Y54 de 7.ª geração e uma placa gráfica Intel HD 615. Apresenta, também, 4GB de RAM LPDDR3 e um disco SSD com 256GB expansível através de MicroSD até 512GB.

O novo Yoga Book C930 da Lenovo chega vai chegar a Portugal com preços a partir dos 1299€.

Texto: André Azevedo

Rossi Pets Bakery: Leva o teu animal de estimação à pastelaria

O Alegro de Alfragide recebeu, no início de outubro de 2018, um novo conceito de pastelaria.

“The Fast and the Furious” prepara-se para ter um spin-off feminino

Enquanto a série The Fast and the Furious não nos leva a fazer drag races no lado negro da lua, a equipa de produção começa a trabalhar num filme dedicado às mulheres da série.

Pipocas de vários sabores estão na Pipocar no Porto

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A Pipocar é o projeto lançado por Juliana Vianna, residente no Porto, após não conseguir encontrar mercado de trabalho em arquitetura.

Forza Horizon 3 gratuito para experimentar na Xbox One só este fim de semana

Não são só os fãs de Dragon Ball e de jogos de luta que vão poder experimentar um novo jogo nos próximos dias.