Fantastic Beasts: The Secrets of Dumbledore é uma melhoria significativa em relação aos seus antecessores, provando que Steve Kloves realmente consegue fazer milagres.
Recomendo que vejam Everything Everywhere All at Once, nem que seja pelo prazer de apreciarem um high concept algo diferente, feito à berma de Hollywood, e que não vos tenta manipular demasiado os cordões emocionais da vossa vida.
Fez de tudo, não só no mundo da música, mas também na televisão, cinema, rádio, teatro (de revista e não só). Talvez o segredo para a sobrevivência artística num mercado periférico e pobre da Europa seja esse.
Wrestling profissional. Luta livre. Seja qual for o termo, a visão global de quem não acompanha a modalidade é sempre a mesma: “isto é luta a brincar”. Mas o tom da falsidade, da pantomina violenta para simular uma competição, permeia tanto o espetáculo como quem desfruta dele.
Chamaria a fevereiro um mês artístico, incluindo géneros (como Mathcore, Glitch Pop, Shot Gazing ou Neo-Rap) sobre os quais não costumo encontrar muito material de qualidade.
Pachinko conjuga drama e estilo épico, num retrato intercultural e intergeracional que resgata do passado e da treva do anonimato o sacrifício dos pais, dos antepassados coreanos.