Dead Island 2 causa uma excelente primeira impressão, com visuais lindíssimos e uma ótima fluidez, mas na sua essência é apenas mais um jogo de zombies, sem grande profundidade, para passar o tempo com amigos no seu modo cooperativo.
Horizon Forbidden West: Burning Shores é mais uma extensão do que uma expansão, dando a Aloy mais oportunidades para brilhar enquanto uma importante protagonista, mesmo que a história principal desta aventura pareça pequena.
GrimGrimoire OnceMore é uma azáfama de mecânicas e uma ilusão de liberdade narrativa. No entanto, é também um colorido retrato das origens da Vanillaware.
Minecraft surge com mais um spin-off num novo formato de jogo, mantendo o charme e algumas mecânicas familiares do original, até para quem não o jogou.
Forza Horizon 5 Rally Adventure marca o regresso das expansões de Forza Horizon, com um pacote sólido e satisfatório, mas longe das expectativas traçadas pelas incríveis expansões anteriores produzidas pela Playground Games.
O seu foco na proteção de uma jovem em busca da sua mãe em vez dos combates tradicionais é uma mais valia para Meg’s Monster, mas a aventura não consegue agarrar o jogador durante muito tempo.
A Sloclap relança Sifu com uma enorme quantidade de conteúdos que tornam este jogo, que requer muita mestria, numa experiência acessível, divertida e desafiante.
É indiscutível que em The Last of Us Part I para PC existe um excelente jogo. Infelizmente, os problemas desta versão fora da PlayStation tornam-no numa experiência frustrante e virtualmente injogável.