O comando DualSense de Edição Limitada de Death Stranding 2 já disponível para reserva na PlayStation Direct

A edição limitada do novo comando chega a 26 de junho e inclui um design exclusivo inspirado na organização Drawbridge de Death Stranding 2.

A PlayStation anunciou que já é possível reservar o comando sem fios DualSense – Edição limitada Death Stranding 2: On the Beach, um modelo exclusivo inspirado na sequela do aclamado jogo de Hideo Kojima. O novo comando está disponível por 84,99€, em unidades limitadas e em exclusivo através da loja PlayStation Direct.

Com lançamento agendado para 26 de junho, no mesmo dia da chegada de Death Stranding 2: On the Beach à PlayStation 5, este DualSense distingue-se pelo seu design personalizado. O corpo do comando apresenta detalhes em laranja vibrante com o logótipo e lema da Drawbridge, evocando a estética e os temas centrais do novo capítulo.

A pré-reserva garante ainda, para encomendas elegíveis feitas diretamente na PlayStation Direct, entrega no dia de lançamento, estando essa condição sujeita à disponibilidade logística.

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Hideo Kojima com o seu DualSense de edição limitada de Death Stranding 2: On the Beach

Death Stranding 2: On the Beach traz de volta Sam e os seus aliados numa missão que promete aprofundar o universo iniciado em 2019. Para além da edição standard, o jogo poderá ser adquirido em versões especiais, como a Edição Digital Deluxe (89,99€), que inclui acesso antecipado a partir de 24 de junho, e a Edição de Colecionador (249,99€), que oferece diversos bónus físicos e digitais, incluindo uma estátua exclusiva.

Death Stranding 2: On The Beach é o segundo projeto original da Kojima Productions, que também se encontra a desenvolver um jogo de horror para a Xbox Game Studios, OD, e Physint, neste caso para a próxima geração de consolas PlayStation.

Como seria o Grand Theft Auto VI na PlayStation 2?

Um fã recriou o segundo trailer de GTA VI dentro dos clássicos San Andreas e Vice City, em mais uma homenagem nostálgica à era PS2.

Com Grand Theft Auto VI a bater recordes de visualizações online, não faltam fãs a mostrar entusiasmo pelo próximo capítulo da série. Entre esses fãs está Foosmoke, que decidiu levar esse entusiasmo a outro patamar ao recriar o segundo trailer de Grand Theft Auto VI (GTA VI) utilizando os clássicos da era PlayStation 2, como San Andreas e Vice City.

A recriação utiliza principalmente San Andreas (na versão PC) para replicar quase todas as cenas do trailer oficial, com alguns detalhes adicionais obtidos através de montagem de vídeo e elementos extraídos de Vice City. O resultado é uma versão low poly, arcaica, mas nostálgica que coloca os protagonistas Jason e Lucia no universo visual dos anos 2000. Apesar do seu aspeto datado, este divertido exercício é uma forma de admirar o progresso das tecnologias da Rockstar nas últimas duas décadas de videojogos.

Esta recriação surge poucos dias após o lançamento do segundo trailer oficial de Grand Theft Auto VI, que já se tornou no maior lançamento de vídeo de sempre com mais de 475 milhões de visualizações em apenas 24 horas. Para além da popularidade do vídeo — que fez disparar a atenção da música “Hot Together” das The Pointer Sisters —, o novo conteúdo revelou mais sobre a história do jogo, centrado num casal de criminosos no estado fictício de Leonida.

Foosmoke já tinha recriado o primeiro trailer de Grand Theft Auto VI em 2023 com o mesmo estilo retro, assim como o de Grand Theft Auto V há 13 anos, numa prática comum dentro da comunidade, que há anos presta tributo à série com este tipo de recriações.

Grand Theft Auto VI tem lançamento marcado para 26 de maio de 2026, na PlayStation 5 e Xbox Series X|S.

A Alcatel está de regresso ao mercado com três novos smartphones 5G

A Alcatel está a preparar o seu regresso ao mercado de smartphone com a revelação de três novos equipamentos no próximo dia 27 de maio.

Após um prolongado silêncio de 4 anos (desde 2021), a Alcatel prepara-se agora para regressar ao mercado de smartphones. Apesar de ter origem francesa, a marca encontra-se atualmente sob controlo da Nokia, e a sua mais recente investida no sector móvel passará pela apresentação de três novos modelos, com lançamento marcado para o dia 27 de maio na Índia.

Os dispositivos em causa são os Alcatel V3 Classic 5G, V3 Pro 5G e V3 Ultra 5G. No entanto, tudo indica que se tratam essencialmente de versões renomeadas (rebrandings) de modelos já existentes da TCL: nomeadamente o TCL 60, TCL 60 SE NxtPaper e o TCL 50 Pro NxtPaper.

O Alcatel V3 Ultra 5G é o destaque da nova gama

O modelo mais avançado da nova série, o V3 Ultra 5G, deverá apresentar um ecrã FHD+ de 6,8 polegadas, com taxa de atualização de 120Hz e tecnologia anti-reflexo NexPaper, sendo o primeiro equipamento com esta tecnologia a ser lançado na Índia. Este smartphone contará com um processador da MediaTek, o Dimensity 6300, 8GB de RAM e 128GB de armazenamento interno. Na traseira, o dispositivo integra uma configuração de três câmaras com sensores de 108MP + 8MP + 2MP, enquanto na parte frontal conta com um sensor de 32MP.

O V3 Ultra 5G contará ainda com uma bateria de 5010mAh com carregamento rápido com fios a 33W. A marca promete até 7 dias de autonomia com o modo Max Ink ativado. Este modelo incluirá ainda uma caneta integrada e suporte para eSIM.

Alcatel V3 Classic
Alcatel V3 Classic

Os restantes modelos — V3 Classic 5G e V3 Pro 5G — são ligeiramente mais modestos. Ambos com ecrãs HD+ de 6,7 polegadas com taxa de atualização de 120Hz. No entanto, apenas o V3 Pro 5G contará com tecnologia NxtPaper, enquanto o V3 Classic 5G utilizará NxtVision.

Ambos os equipamentos mantêm o mesmo processador da MediaTek, o Dimensity 6300, e apresentam baterias de 5200mAh, 8GB de RAM, 128GB de armazenamento interno e uma configuração de dupla câmara traseira com sensores de 50MP + 8MP.

Segundo a filial da Alcatel na Índia, os três modelos estarão disponíveis para compra a partir de 27 de maio, em exclusivo através da plataforma Flipkart. Os preços ainda não foram oficialmente divulgados, mas estima-se que o modelo mais caro tenha um custo aproximado de 29.000 rupias indianas, o equivalente a cerca de 300€. Contudo, até ao momento não há qualquer informação oficial sobre um possível lançamento internacional destes modelos.

Os Live Updates estão finalmente a chegar aos equipamentos Android

A Google confirmou a chegada dos Live Updates a mais fabricantes de smartphones até ao final de 2025.

Durante o Google I/O 2025, a Google revelou novos detalhes sobre os Live Updates, uma funcionalidade que tem vindo a ser desenvolvida há já algum tempo e cujo lançamento oficial está previsto para acontecer até ao final do ano, com o Android 16. Mas, ao contrário do que muitos antecipavam, essa funcionalidade não será exclusiva para os dispositivos da série Google Pixel. A Google confirmou que o recurso será igualmente disponibilizado em equipamentos de outras marcas de renome como Samsung, Xiaomi, OnePlus e Vivo, através de colaborações específicas com cada fabricante.

Os Live Updates compõem uma nova funcionalidade concebida para apresentar aos utilizadores informações em tempo real sobre atividades em curso, diretamente no ecrã de bloqueio ou no ecrã principal do telemóvel. Os exemplos demonstrados durante a apresentação incluíram atualizações do Google Maps e entregas do Uber Eats. Desta forma, os utilizadores poderão acompanhar o progresso de uma entrega, o tempo estimado para a chegada de um condutor ou outras notificações dinâmicas sem necessidade de abrir as respetivas aplicações.

Uma das novidades mais interessantes dos Live Updates é a sua capacidade interativa. Para além de exibirem informação, permitem que o utilizador interaja diretamente com as notificações, seja para enviar uma mensagem, contactar o condutor, ou realizar outras ações contextuais — algo que vai além do que é atualmente possível com funcionalidades semelhantes em dispositivos concorrentes.

De acordo com a Google, a Samsung irá integrar os Live Updates na sua Now Bar, a ser introduzida com o One UI 8, a sua interface baseada no Android 16. Já a OnePlus prevê incorporar o recurso através do Live Alerts, uma solução própria que fará parte do OxygenOS 15 — claramente inspirada no conceito da Dynamic Island, da Apple. Também a Xiaomi e a Vivo estão a trabalhar na personalização dos Live Updates para os seus sistemas operativos, garantindo uma integração fluída com as suas interfaces.

A GEEKOM lançou o GEEKOM A5 2025 Edition com processador Ryzen 5, design compacto e preço acessível

O novo mini PC da GEEKOM apresenta desempenho melhorado, refrigeração otimizada e muitas ligações, por pouco mais de 300€.

A GEEKOM revelou o GEEKOM A5 2025 Edition, que como o seu nome propõe é a edição de 2025 do A5, um mini PC redesenhado que promete bom desempenho num formato compacto e portátil. Recorre a soluções AMD com aposta na eficiência térmica, e apresenta-se como uma solução acessível para quem procura um computador de pequenas dimensões para trabalhar, estudar ou usar em casa de forma casual.

No interior do GEEKOM A5 2025 encontra-se o AMD Ryzen 5 7430U, um processador com 6 núcleos e 12 threads, capaz de atingir velocidades até 4,3 GHz. Este chip da AMD foi desenhado para equilibrar potência e consumo energético, o que o torna indicado para tarefas diárias como navegação, edição de documentos, reuniões online ou reprodução de vídeo de alta qualidade. A acompanhar encontra-se uma placa gráfica integrada Radeon Vega 7, que permite correr jogos retro e outros títulos menos exigentes, e que garante recursos suficientes para fazer edição de vídeo e imagem leve.

Este mini PC vem ainda equipado com 16 GB de memória DDR4, com suporte até 64 GB, e um SSD NVMe PCIe 3.0 de 512 GB, que pode ser trocado ou complementado por mais dois componentes, como um SSD M.2 SATA3 2242 e um disco de 2,5 polegadas, até um máximo combinado de 2 TB adicionais. Estas opções de expansão permitem adaptar o equipamento a diferentes necessidades, seja para guardar muitos ficheiros ou atualiza-lo quando for necessário.

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Características do GEEKOM A5 2025 Edition

A nível de materiais usados, a sua estrutura é feita em liga metálica, com um corpo de 117 mm x 112 mm x 49 mm e 652 gramas, prometendo resistência ao uso diário e sendo fácil de transportar. O seu sistema de refrigeração foi também melhorado face a modelos anteriores da marca, com o novo IceBlast 2.0, que inclui duas condutas de cobre e uma ventoinha de grandes dimensões, aumentando em 52% a eficiência térmica em comparação com soluções comuns deste tipo.

Ao nível da conetividade, o A5 2025 é extremamente compreensivo oferecendo várias portas modernas, entre elas portas USB 3.2 Gen 2 Tipo-A e Tipo-C, porta USB 2.0, HDMI 2.0b com suporte para dois monitores, entrada LAN 2.5G, leitor de cartões SD e ainda Wi-Fi 6E, que garante ligações sem fios rápidas e estáveis em redes compatíveis. O sistema operativo é o Windows 11 Pro, que já vem pré-instalado e está pronto a ser usado logo ao ligar o dispositivo.

O GEEKOM A5 2025 pode ser encontrado à venda na sua loja oficial e na Amazon a partir de 329€, mas é ainda possível obter um desconto adicional de 5% até dia 30 de julho, tanto na loja oficial da marca como na Amazon, usando o código promocional EBGKA525.


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DOOM: The Dark Ages – Review: Um novo sabor, para os fãs de sempre

DOOM: The Dark Ages não reinventa o género, mas distancia-se o suficiente dos seus antecessores para deixar a sua marca na saga.

Enquanto começava a organizar ideias e pensamentos sobre o que achei de DOOM: The Dark Ages após os créditos rolarem, só me lembrava de um atual e popular meme chamado AiScReam”, também conhecido como “Ruby-chan Hai Song. Eu sei, parece uma ligação estranha e exagerada, mas não é a primeira vez que confrontamos coisas fofas com o universo de DOOM – basta recordar o fenómeno de 2020, com o lançamento simultâneo de DOOM: Eternal com Animal Crossing: New Horizons, que resultou numa adorável e inspiradora celebração coletiva na comunidade dos videojogos.

Mas voltando ao meme do AiScReam: qual é a sua relevância nesta estranha e bizarra comparação? Para isso, teremos de entrar numa breve tangente para perceber o que significa, na sua essência, esta sensação que percorre as redes sociais. Trata-se de uma música eletrónica adorável, cantada por três personagens de um anime – Ruby, Ayumu e Shiki – que, durante a canção, partilham entre si qual o seu sabor de gelado favorito. Para Ruby é chocolate com menta, para Ayumu é morango e para Shiki é bolacha com creme. Ao longo da canção, cada uma responde ainda às amigas que, na verdade, gosta mais delas, e no fim, as três, em conjunto, questionam a audiência e assumem de imediato que esta está a adorar a canção.

A versão ao vivo desta música começou a ganhar tração nas redes sociais pela apresentação alegre das três amigas em palco, protagonizadas pelas atrizes que dão a voz ao anime, com uma coreografia hipnotizante e pela forma efusiva como o público reage à canção. Existe uma certa inocência e felicidade contagiantes, e a música revela-se extremamente catchy e bem produzida, digna de montagens onde se substituem a menção dos sabores de gelado por… tudo e mais alguma coisa. Dando assim início ao seu movimento memético.

DOOM: The Dark Ages entra na conversa como um excelente candidato à adaptação deste meme, juntamente com os seus antecessores, DOOM (2016) e DOOM: Eternal, que apesar de pertencerem à mesma trilogia de revitalização da saga e de apelarem aos mesmos jogadores, a natureza de cada um – técnica, visual e mecânica – não poderiam ser mais diferentes. No fundo, são um novo sabor para os mesmos fãs, mas que encontrarão públicos bem distintos dentro da sua própria bolha.

Se tivesse de comparar os três jogos mais recentes da saga DOOM a cada um dos sabores da Ruby-chan Hai Song, fá-lo-ia da seguinte forma: DOOM (2016) seria bolacha com creme, pelo contraste da sua textura crocante, que pode representar o som constante das glory kills, com a satisfação cremosa reminiscente da fluidez linear da experiência deste reboot. DOOM: Eternal seria morango – não só pela sua cor vermelha viva, que evoca a paleta de cores desta sequela, mas também porque o morango doce pode ser fonte de energia, representando assim o frenesim e o caos de um jogo com uma jogabilidade mais caótica, energética e vertical. Por fim, DOOM: The Dark Ages seria chocolate com menta – novamente, as cores associadas ao sabor ajustam-se ao tom mais negro e sombrio desta nova aposta, sendo também um sabor mais maduro, sofisticado e, claro, fresco. Pode não agradar a todos, mas representa um contraste marcante face aos seus antecessores.

DOOM: The Dark Ages
DOOM: The Dark Ages (Bethesda/id Software)

O importante a retirar destas comparações é que não há, propriamente, um elo mais fraco, mas sim um novo elemento na saga, com identidade própria, excelentes ideias, execuções discutíveis e muitos detalhes e decisões dignos de análise. Entre os mais relevantes está claramente a jogabilidade, que se revela um dos – senão o – aspetos mais diferenciadores face aos jogos anteriores. As descrições feitas por jogadores e outros críticos fazem justiça à experiência e DOOM: The Dark Ages é, de facto, mais lento e mais pesado, mas não é, de todo, inferior ao que a série já ofereceu – é, simplesmente, diferente, e abre espaço para uma abordagem mais estratégica ao combate, até porque o jogo está claramente desenhado para esse ritmo.

Por exemplo, e ao contrário de DOOM: Eternal, que apostou numa mobilidade extrema com duplos saltos, desvios e outros movimentos que ofereciam mais verticalidade e várias opções de ataque e defesa rápida, DOOM: The Dark Ages transforma o nosso Slayer num verdadeiro tanque, capaz de levar tudo à frente. Uma sensação que se alinha com a ideia de que o Slayer é mesmo temível, com uma presença imponente e poderosa. Este Slayer é, aliás, aquilo que eu imaginava que o Master Chief de Halo seria com a sua armadura – antes da 343 Industries e do lore expandido o tornarem num autêntico acrobata.

Esta lentidão – que, diga-se, é enganadora, pois o jogo mantém um ritmo bastante acelerado – está também ajustada ao arsenal inicial, composto por uma shotgun, punhos e escudo, que incentivam confrontos corpo a corpo, onde destruímos defesas inimigas, lançamos o escudo como o Capitão América e saltamos sobre os adversários para aplicar o golpe final. Em resposta, a maioria dos inimigos não lida bem com a invasão do seu espaço pessoal, criando ondas de choque, empurrando o jogador e lançando projéteis – muitos projéteis.

Ainda que nunca atinja o nível de um verdadeiro bullet hell, como faz tão bem Returnal em ambiente 3D, DOOM: The Dark Ages inspira-se nesse género para nos manter em movimento, tanto em confrontos individuais como nos momentos de maior caos quando as arenas se enchem de inimigos. O escudo também é bem aproveitado neste aspeto, servindo como defesa contra todo o tipo de projéteis, mas brilha sobretudo por introduzir uma mecânica de parry, que permite contra-atacar agressivamente ataques especiais e projéteis destacados com um efeito verde.

O parry não é obrigatório para vencer, mas é uma ferramenta essencial para maximizar a eficácia no combate, especialmente útil para retirar grandes porções de vida aos inimigos. Como seria de esperar, esta mecânica está também presente na exploração, permitindo empurrar caixas ou partir paredes – nalguns casos, como via obrigatória para avançar.

DOOM: The Dark Ages
DOOM: The Dark Ages (Bethesda/id Software)

Tal como nos jogos anteriores, a dança entre identificar pontos fracos, estudar padrões inimigos e procurar constantemente escudo, munições e vida mantém-se intacta. Este ciclo alimenta o lado estratégico do loop, que culmina em momentos explosivos cheios de partículas verdes, azuis e amarelas a encher o ecrã.

Dentro desta nova forma de jogar, apenas desilude a escassez de animações finalizadoras (as glory kills), aparentemente reduzidas a duas variantes: uma para inimigos especiais, e outra mais dinâmica que só se ativa quando saltamos ou caímos sobre inimigos atordoados. Esta redução pode ter sido deliberada para manter a fluidez do combate, mas a limitação sente-se.

DOOM: The Dark Ages recua noutros aspetos face a DOOM: Eternal, mas no geral de forma positiva – pelo menos para mim. Quando joguei DOOM: Eternal em 2020, adorei o que o jogo tinha para oferecer, mas acabei por me sentir algo saturado, ao ponto de não ter grande vontade de o revisitar, ou de terminar as suas expansões. O mesmo não aconteceu com o DOOM de 2016, que durante muito tempo foi um jogo de conforto, daqueles em que entro, jogo um nível e simplesmente me divirto sem pensar muito no que estou a fazer. Ainda é cedo para tirar conclusões definitivas sobre DOOM: The Dark Ages, mas sinto que poderá ter esse mesmo efeito, muito graças à sua estrutura mais linear e ao design de alguns níveis mais abertos, que roçam o espírito de um metroidvania, incentivando a descoberta de segredos e colecionáveis através de atalhos e novos caminhos.

Correndo o risco de se tornar demasiado linear e estagnado, a id Software abraça os teasers do passado e aposta em elementos extremamente “metal”, coerentes com a direção artística do jogo – como mechs e dragões controláveis. Ao longo da campanha de 22 níveis, são vários o que nos colocam no controlo de máquinas gigantes e destas criaturas. Os níveis com mechs são os mais lineares, limitados em habilidades e focados em combate corpo a corpo e destruição ambiental – servem como momentos de catarse. Já os níveis com dragão, por outro lado, são mais abertos e híbridos, nos quais voamos em grandes espaços e invadimos naves para cumprir objetivos.

Estes segmentos ajudam a quebrar o ritmo da ação do jogo, mas perdem rapidamente o fator novidade e acabam, por extensão, também quebrar a fluidez narrativa, parecendo “mini-jogos” obrigatórios. A jogabilidade destes segmentos é distinta, e como há longos intervalos entre cada um, dei por mim a esquecer controlos básicos como o desvio ou ataque sempre que voltava a usá-los. Apesar de divertidos, estes níveis são demasiado simplistas e fáceis – mesmo em dificuldades mais altas -, o que é desapontante tendo em conta todo o hype criado à volta do controlo de mechs nos jogos anteriores ou ao potencial de controlar dragões, por exemplo num campo de batalha – algo que nunca aconteceu.

DOOM: The Dark Ages
DOOM: The Dark Ages (Bethesda/id Software)

Com uma filosofia de “menos é mais” – mas com espaço para crescer no pós-lançamento -, DOOM: The Dark Ages apresenta-se como um jogo direto, focado apenas na sua campanha de história, mais linear que anteriormente, sem modos adicionais nem hub entre missões. Abandona alguns elementos tradicionais e apenas possíveis num videojogo e aposta numa narrativa com direção mais cinemática, com progressão contínua e pouco espaço para escolhas. Mesmo os níveis mais abertos pouco exploram o seu potencial de sandbox. O foco narrativo está mais presente, com cinemáticas entre missões que introduzem personagens principais e secundárias, tornando este o jogo da série mais próximo de um “filme interativo”.

É uma direção interessante, mas honestamente apenas satisfatória, quase ao nível de um “Call of Duty genérico”. As cinemáticas, apesar de bem produzidas, terminam por vezes de forma anti-climática, com o Slayer a surgir noutro local sem sensação de transição real; o elenco de suporte pouco se destaca com exceção do vilão; e a história tenta ser mais séria do que o necessário ou justo, no contexto das informações que nos são dadas. É pouco emocionante, com exceção de um outro momento mais radical, e no fim, parece que estamos a ver excertos do códice materializados em clipes de vídeo. DOOM: The Dark Ages tenta explorar a mitologia da série, mas será sobretudo interessante para fãs mais dedicados, capazes de reconhecer os easter eggs e as referências escondidas um pouco por todo o lado através de narrativa visual e ambiental. Como prequela de DOOM (2016), e enquanto jogador casual, não fiquei com uma ideia clara de como se ligam as histórias, parecendo até mais uma lenda contada dentro daquele universo, do que propriamente um novo capítulo na sua cronologia.

A nível técnico e artístico, DOOM: The Dark Ages tem muito de positivo. Os visuais beneficiam do motor id Tech atualizado, com grandes avanços em iluminação via ray-tracing, mantendo leveza e otimização exemplares – crucial para um jogo onde o desempenho é tudo. Joguei num PC com uma GeForce RTX 4090 da NVIDIA, com desempenho irrepreensível, na melhor qualidade, sem sentir qualquer sacrifício em desempenho, atingindo altas taxas FPS, sem soluços, quebras ou problemas que afetam a maioria dos grandes lançamentos modernos.

Já numa máquina menos potente, como a Steam Deck OLED, consegui configurar o jogo para correr a cerca de 30 FPS com as definições mais baixas e um resultado visual satisfatório, mas não o recomendo para esta plataforma ou dispositivos semelhantes, pelo menos de forma nativa.

Estes avanços refletem-se no look geral do jogo, com ambientes bem decorados, densos e, diga-se, vivos, com ação a decorrer nas paisagens e ambientes altamente destrutíveis. As estrelas do espetáculo são os inimigos, extremamente bem detalhados e também eles destrutíveis, uma vez que reagem de forma bastante convincente aos nossos ataques, com carne a saltar por todo o lado – DOOM: The Dark Ages faz mesmo justiça à premissa de “Rip and Tear”. Os visuais do jogo também exploram muito bem esta nova direção de arte, numa mistura de fantasia medieval e sombria com sci-fi, algo que já tínhamos visto um pouco nas expansões de DOOM: Eternal. É extremamente “metal”, brutal e, por vezes, adequadamente um jogo mais escuro a nível de iluminação. Tudo isto é aplicado de forma semelhante nas cinemáticas que, apesar de não resultarem tão bem a nível de história – como já comentei – são bem realizadas e cheias de momentos que puxam pela nossa adrenalina.

DOOM: The Dark Ages
DOOM: The Dark Ages (Bethesda/id Software)

No entanto, se tivesse de fazer uma crítica mais séria e dura ao jogo inteiro, seria no departamento áudio – nomeadamente, na música. Não pela sua qualidade, mas pela forma como foi implementada no jogo. Mick Gordon não está de regresso, nem Andrew Hulshult e David Levy, que trabalharam nas expansões de DOOM: Eternal, mas isso não significa que não possamos ter boa música em DOOM. E admitidamente, o trabalho do grupo Finishing Move é espetacular: cheio de tons pesados e adequados ao tom de metal medieval do jogo, com uma sonoridade bastante distinta dos seus antecessores, ao mesmo tempo que se ouvem alguns tributos a Gordon e, surpreendentemente, aos jogos originais da saga – especialmente com algumas instrumentações inesperadas. Resumidamente, a banda sonora é fantástica. O problema é que, se antes podíamos olhar para DOOM como “uma banda sonora que tem um jogo como extra”, em DOOM: The Dark Ages questionei-me imensas vezes por onde andava a banda sonora.

Por defeito, a mistura de som é má – algo que pode ser logo observado quando se vai ao menu de opções e se encontra o volume da banda sonora bem mais baixo do que os restantes parâmetros. E, mesmo colocado no máximo, algo não funciona de forma ideal, pois os efeitos sonoros do jogo e a música não se complementam.

A banda sonora também não parece ter sido adaptada de forma ideal aos momentos recorrentes do jogo; parece pouco dinâmica e pouco responsiva às ações do jogador e aos combates apresentados. Definitivamente, não é tão “viva” como em jogos passados, onde as sequências de ação pareciam musicais de ação. Em DOOM: The Dark Ages, as músicas entram e saem de forma abrupta e, por muito boas que sejam, é fácil identificar loops melódicos a tocar repetidamente durante a extensão dos combates. Definitivamente não abanei o capacete a jogar DOOM: The Dark Ages.

Ao longo do jogo também me deparei com momentos em que simplesmente não havia música – e, devido à forma como o jogo a injeta, questionei-me se teria sido uma decisão consciente, se foi algo que passou despercebido pela produção ou se era simplesmente um bug do jogo. E é pena que a música de DOOM: The Dark Ages não tenha a presença devida. Não só é um desserviço à equipa da Finishing Move, como também faz com que o jogo perca alguma da sua prometida essência.

Apesar dos meus breves queixumes, DOOM: The Dark Ages é uma entrada sólida e marcante na série, com identidade própria e elementos únicos que lhe conferem um lugar especial dentro da saga. A ausência de algumas peças fundamentais – como a força sonora que sempre definiu a experiência – não impede que se destaque pelo design, pelo combate brutal e pela ambição artística. Talvez não atinja o mesmo impacto que os títulos anteriores, numa altura em que a série já perdeu o efeito de surpresa do seu reboot em 2016, mas é inegável que traz um novo sabor ao legado de DOOM, e que será certamente lembrado por isso. Resta agora saber que sabor é esse e quão popular será no futuro – certamente terá uma validade maior na nossa memória do que um meme viral nas redes sociais.

Recomendado - Echo Boomer

Cópia para análise (PC) cedida pela Bethesda.

Junho traz alterações nas ligações da Carris Metropolitana ao Almada Forum e à NOVA FCT

A partir de 1 de junho, a linha 3527 da Carris Metropolitana substitui as linhas 3502 e 3528, com novos percursos e horários para a NOVA FCT e Almada Forum.

Junho traz novidades na rede de transportes entre o Monte da Caparica, o Almada Forum e Paio Pires. As modificações da Carris Metropolitana incidem sobretudo na linha 3527, que passará a integrar os serviços atualmente assegurados pelas linhas 3502 e 3528, numa lógica de simplificação operacional e melhoria da eficiência.

Com a desativação das duas linhas referidas, a linha 3527 assumirá os respetivos percursos, oferecendo duas variantes: uma com destino ao Bairro da Cucena e outra com término no centro de Paio Pires. Esta reorganização pretende facilitar o acesso tanto à Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade NOVA de Lisboa como ao centro comercial Almada Forum, com horários ajustados e uma cobertura mais alargada ao longo do dia.

Um dos principais destaques prende-se com a incorporação do trajeto mais curto, até agora efetuado apenas num horário da manhã. A partir de junho, este passará a fazer parte de todos os percursos da linha 3527, alargando as opções de horário para os passageiros com destino ao Almada Forum.

O reforço das ligações visa responder melhor às necessidades dos utilizadores, nomeadamente nos períodos de maior afluência, como as horas de saída dos trabalhadores, e nas deslocações noturnas para a NOVA FCT.

No que respeita aos horários, serão efetuados vários ajustes nos dias úteis. No sentido Monte da Caparica, as partidas de Paio Pires (Bairro da Cucena) passam para as 09h10 e 18h15. No percurso com origem em Paio Pires (Centro), serão introduzidas novas partidas às 20h25, 22h30 e 00h25. Em direção a Paio Pires (Centro), os autocarros sairão às 10h25 e 19h30, com reforços às 21h20 e 23h30.

No Feijó, junto ao Almada Forum, os horários estimados de passagem serão os seguintes: no sentido de Paio Pires (Centro), os autocarros circularão às 21h37 e 23h47; no sentido Monte da Caparica (FCT), haverá passagens às 21h05, 23h10 e 02h.

Ao fim-de-semana, mantêm-se os reforços. No sentido Monte da Caparica, haverá partidas adicionais de Paio Pires (Centro) às 22h30 e 00h25. No sentido contrário, será acrescentado um serviço às 23h30. No Feijó, os horários estimados de passagem serão às 23h47 no sentido Paio Pires (Centro), e às 23h10 e 02h no sentido Monte da Caparica.

Rede Expressos vende viagens entre Porto, Braga e Guimarães por menos de 2€

Depois de a FlixBus ter reforçado os seus serviços com novas ligações diretas ao Aeroporto do Porto, é a vez da Rede Expressos mostrar o que vale.

A Rede Expressos acaba de disponibilizar mais de 5.000 bilhetes por mês a menos de 2€ para viagens entre o Porto, Braga, Guimarães e o Aeroporto Francisco Sá Carneiro. A iniciativa surge num contexto de crescente movimento de passageiros entre estas cidades, alimentado por uma maior interligação regional e por transformações sociais e económicas em curso no norte do país.

Nos últimos anos, tem-se intensificado a procura por alternativas residenciais fora dos centros urbanos mais onerosos, como é o caso do Porto. Cidades como Braga e Guimarães afirmam-se, assim, como destinos privilegiados para quem procura soluções habitacionais mais equilibradas em termos de custo, mantendo uma proximidade estratégica à Área Metropolitana do Porto. Esta realidade tem gerado uma nova vaga de deslocações pendulares, com um número crescente de utilizadores regulares a recorrer ao transporte rodoviário como meio principal de mobilidade.

Entre 2024 e 2025, a Rede Expressos registou um aumento significativo no volume de viagens nestas rotas: 118% entre Braga e Porto, e 97% entre Guimarães e Porto. Os dados refletem uma adaptação da rede às novas exigências de mobilidade e à necessidade de oferta de transporte eficiente a preços reduzidos.

A ligação ao Aeroporto Francisco Sá Carneiro, incluída nestes percursos, com bilhetes por apenas 1,95€, contribui para reforçar o papel estratégico da região norte no panorama turístico nacional, ao mesmo tempo que responde à procura crescente de acessos facilitados ao principal aeroporto da região.

Mercadona abre primeiras lojas em Lisboa em novembro

Mercadona inaugura duas lojas em Lisboa em novembro e contrata 180 pessoas. É a primeira vez que a cadeia espanhola chegará à capital portuguesa.

A cadeia espanhola Mercadona vai inaugurar, em novembro, as suas primeiras duas lojas na cidade de Lisboa, localizadas na Alta de Lisboa e na Quinta do Lambert, no Lumiar. Esta entrada na capital portuguesa traduz-se na criação de 180 novos postos de trabalho.

As funções a preencher dizem respeito, maioritariamente, a operadores de supermercado e auxiliares de manutenção. Todos os colaboradores iniciam funções com contrato efetivo e formação remunerada desde o primeiro dia. Durante o período de formação, a empresa assegura todas as despesas, incluindo transporte, alimentação, estadia e viagens quinzenais ao domicílio.

Estas aberturas fazem parte de uma estratégia mais ampla da Mercadona para o distrito de Lisboa. Por exemplo, está previsto inaugurar em outubro um novo supermercado em Frielas, no concelho de Loures, elevando para dez o número total de supermercados no distrito.

A expansão das lojas é acompanhada por um reforço da equipa médica em todo o país, com o objetivo de garantir cuidados de saúde regulares aos colaboradores e melhorar as condições no local de trabalho. As candidaturas para estas funções continuam disponíveis.

Presente em 12 distritos de Portugal, a Mercadona emprega atualmente cerca de 7.000 pessoas, tendo integrado 1.700 novos colaboradores desde o início de 2024. A empresa continua a recrutar para diversas funções, como parte do seu plano de crescimento e consolidação no mercado nacional.

FlixBus tem direito a usar o Terminal Rodoviário de Sete Rios

AMT impõe acesso equitativo ao Terminal de Sete Rios, após recurso da FlixBus. Regulamento atualizado passa a ser obrigatório em todos os terminais.

A Autoridade da Mobilidade e dos Transportes (AMT) determinou que o acesso ao Terminal Rodoviário de Sete Rios, em Lisboa, deve ser assegurado a todos os operadores, de forma equitativa e não discriminatória. A deliberação surge na sequência de um recurso apresentado pela empresa FlixBus, que contestava a ausência de decisões ou a emissão de recusas por parte do gestor do terminal.

Após análise do processo, a AMT concluiu que não foi demonstrado qualquer esgotamento da capacidade do terminal. Pelo contrário, foi confirmada a existência de capacidade disponível, informação igualmente validada pelo Município de Lisboa. Perante este cenário, a entidade reguladora determinou que o gestor do terminal deve permitir o acesso a todos os operadores que o solicitem, dentro dos horários ainda disponíveis.

Foi igualmente reafirmada a obrigação, aplicável a todos os terminais rodoviários do país, de publicitação de um regulamento atualizado. Este deve incluir dados sobre a ocupação do terminal, os horários atribuídos e disponíveis, bem como os critérios de alocação. O incumprimento desta obrigação constitui uma contraordenação.

Os gestores de terminais e interfaces de transporte público estão vinculados ao dever de garantir um acesso transparente e imparcial a todos os operadores, devendo as regras aplicáveis e demais informações relevantes constar dos respetivos regulamentos. A recusa de acesso só pode ocorrer em caso de comprovada incapacidade de acomodar novos serviços, devendo essas decisões ser fundamentadas. A AMT mantém-se como a instância de recurso para decisões desfavoráveis ou sem justificação adequada.

A deliberação será comunicada à Autoridade da Concorrência, a fim de permitir a análise de eventuais práticas restritivas da concorrência, nos termos da legislação em vigor.

Recorde-se que, em janeiro deste ano, a AMT aprovou o Regulamento n.º 03/2025, que estabelece as regras de acesso e repartição de capacidade nos terminais rodoviários. Este enquadramento regulamentar resultou de diversas ações de fiscalização, nas quais foram detetadas falhas na aplicação das normas legais.

Novo Intermarché em Torres Novas é inaugurado antes do fim de maio

Com 2.600 m2 de área de venda, será das maiores lojas Intermarché do Grupo Os Mosqueteiros em Portugal.

Foi em novembro de 2022 que começaram as obras para a construção de um novo Intermarché em Torres Novas. Dias depois, no mesmo mês, eram demolidas as duas chaminés que simbolizavam historicamente a existência naquele espaço da antiga Fábrica António Alves. Foi um assunto que deu muito que falar, obrigando a Câmara Municipal de Torres Novas a contactar o dono da obra, que esclareceu que a demolição das duas chaminés ocorreu por “motivos de falta de sustentabilidade e eventual perigosidade futura”, de acordo com um comunicado emitido pelo município na altura.

Meses depois, a obra ficaria embargada, precisamente por esse motivo, mas o assunto lá se resolveu. E agora está a chegar a um fim, uma vez que este novo supermercado abre ainda este mês de maio.

O Echo Boomer passou pela ainda atual loja do Intermarché em Torres Novas e deparámo-nos com um aviso que diz que este espaço será encerrado definitivamente no próximo domingo, dia 25 de maio. Dias depois, a 29 de maio, dá-se a abertura do novo Intermarché da cidade, com 2.600 m2 de área de venda, naquela que será das maiores lojas do Grupo Os Mosqueteiros em Portugal.

Este novo espaço representa um importante reforço na oferta comercial da região. Para além de uma loja Intermarché de maior dimensão, terá também uma galeria comercial com clínica de cardiologia e parafarmácia, entre outros serviços, bem como um espaço infantil com 200m² e uma ampla área de restauração com 400m².

Segundo a construtora TISEM, o “edifício assume uma imagem própria, diferente da tipificada, apresentando uma volumetria complexa e desafiante do ponto de vista estrutural”.

PortoBay Liberdade – Bistrô4, o luxo da melhor gastronomia no coração de Lisboa

Fomos experimentar o Menu da Estação (Menu of the Season) do Bistrô4 e, garantimos: é verdadeiramente inesquecível.

Na rua Rosa Araújo situa-se um hotel de luxo de 5 estrelas, o PortoBay Liberdade, que espelha em todas as vertentes o renomado prestígio do Grupo empresário e que tem, na parte posterior do seu piso principal, o restaurante do hotel, o Bistrô4. Foi precisamente a este spot que regressámos, após a nossa visita em 2019, para confirmar que é das melhores experiências que se pode ter: gastronomia de excelência num ambiente descontraído e cheio de requinte.

O verão tem tardado a dar o ar da sua graça, é certo, sem mostras de querer aparecer, mas os menus do Bistrô4, pensados para degustar ao ar livre, em particular o de primavera, seja na esplanada ou no recato de uma ampla e luxuosa sala como a que nos oferece este requintado restaurante do PortoBay Liberdade Hotel, estão aí, à espreita, para uma experiência mais ousada, mas que vale bem a pena. E para tal, melhor não poderia haver do que este menu de estação, como iremos ver.

O PortoBay Liberdade oferece um espaço luxuoso, de enorme conforto e privacidade, mas ao mesmo tempo descontraído, jovial e sereno. Nesta experiência, fomos encontrar uma sala ampla, de tetos altos, em que todas as mesas gozam de muito espaço de permeio e de enorme privacidade – este foi um dos fatores que nos chamou logo a atenção.

A sala do restaurante tem, ainda por cima, ligação com uma luminosa esplanada protegida por toldos e um renque de pequenas oliveiras; está instalada num pátio privado rodeado por fachadas de traça vintista, onde por vezes decorrem eventos sociais e mediáticos.

Ao fundo do restaurante, existe uma separação envidraçada com pleno acesso visual sobre a cozinha, dirigida pela mão do Chef Geral João Espírito Santo. Com o intuito de testar o novo menu da estação, visitámos o Bistrô4, para almoçar, e deleitámo-nos com autênticas iguarias. O obreiro de serviço à arte culinária nesse dia foi o Subchef João Dantas.

Já calculávamos que nos esperava um menu de qualidade superior, mas a verdade é que acabámos por ser surpreendidos… pela positiva, claro.

Para começar, o Bistrô4 obedece a uma excelente reputação pelo seu “bistro concept”, pois dedica-se especialmente a uma cozinha de tipo mediterrânico, inspirada na simplicidade dos ingredientes e de elementos culinários conjugados com um gosto exigente e refinado.

Os menus do Bistrô4 subdividem-se em três opções: executivo, da estação e à la carte. Existem também muito boas opções vegetarianas.

Para já, focamo-nos naquele que foi o mote da nossa visita, o Menu da Estação (Menu of the Season).

Porque o paladar, tal como outras coisas, se deve seduzir logo desde o início, foi-nos servido, para os primeiros instantes da degustação, um delicioso couvert. Um tapenade de azeitonas pretas fumadas com gin e especiarias, azeite virgem e manteiga com flor de sal, são os condimentos para acompanhar o que se escolher do cesto apresentado pela assistente: diversos tipos de pão, como minicacetinhos normais e integrais, pão de sementes e, não poderia faltar, uma maravilhosa focaccia, aquilo que mais brilha aos olhos de amantes de massas e pastas de tradição italiana, como eu. Por isso, não resisti a repetir.

Nas entradas, deparamo-nos logo com acepipes bem gulosos. Há que confessar que a escolha é difícil, entre o Salmão Gravlax com aneto e citrinos e o Pâté en Croûte Maison com remoulade de aipo e mostarda à antiga. Uma terceira opção disponível é o Caldo Verde Bistrô4, com broa e espuma de chouriço.

A nossa opção recaiu sobre os dois primeiros. O Salmão Gravlax vem apresentado em pequenas postas fresquíssimas, coroadas de ovas de caviar. O Patê é saborosíssimo, revestido por uma côdea doce a fazer lembrar a das empadas tradicionais do tempo das nossas avós.

Nos pratos principais, as novidades incorporadas neste menu sazonal são bastante atraentes. Na carne, a proposta vai para o Bife de Flanco Grelhado (Bavette), com molho chimichurri. A carne é da melhor qualidade, mal passada no ponto ideal, servida generosamente e empratada de um modo, com os restantes elementos, que fazem dela um prato simples mas saborisíssimo – digo já que não estão preparados para saborear uma coisa assim. Acompanha com uma taça de excelentes batatas fritas tradicionais, feitas na casa.

Quanto ao prato de peixe, outra obra de arte. Podem deliciar-se com um Risoto da Estação, muito generoso, feito com camarão vermelho do Algarve braseado, camarão de cristal frito e espuma de capim-limão (um tipo de cidreira de capim ou erva-príncipe que lhe confere um travo simultaneamente adocicado e cítrico). Leva ainda courgette e agrião, o que resulta numa apresentação muito equilibrada face ao arroz. Aqui, posso também assegurar que não se arrependerão, é uma delícia sem precedentes, talvez o melhor que já provámos até hoje.

Há, ainda, uma Pescada Curada com nhoque (ou inhoque, mais conhecido como os gnocchi), espargos, espinafre e berbigões em beurre blanc, que não se deve ficar atrás… Convém não esquecer a disponibilidade de opções vegetarianas, como a Fregola Sarda (massa de sémola, da região da Sardenha) com cogumelos morilles e ervilhas.

Impossível quase, depois disto, guardar espaço para a sobremesa, mas ela está lá e, acreditem, é igualmente imperdível, a fazer jus ao resto da ementa. Para convir ao gosto sazonal de uma primavera bem leve e fresca, a opção apresentada é Ruibarbo com Morangos e Creme Diplomático. O pão-de-ló doce mergulhado na calda açucarada é contrabalançado pela volúpia do creme de sabor a baunilha, sorbet de morango e a frescura dos morangos cortados em fatias, mais o apontamento estival de uma telha de framboesa – puramente inesquecível!

Quanto ao menu à la carte, conforme prometemos acima, eis que começa com diversas sugestões. Nas entradas, vão desde o Camarão Piri-piri, aos Croquetes Rabo de Boi com molho de mostarda e mel, para não falar nos Pastéis de Bacalhau com creme de gema e aioli, passando pela Codorniz com Asia Vinagreta ou as Moelas Confitadas.

Não falta, no capítulo das sopas, a Sopa de Legumes do Dia, nem tão pouco os Ovos. Aqui, temos a Omolete de Camarão (leva 3 ovos com 70 g de camarão, cebolinho, enrolada e regada com um cremoso molho de crustáceos) e a Omelete de Cogumelos e Presunto (leva 3 ovos com presunto, enrolada e regada com molho cremoso de cogumelos).

Em matéria de peixe, os pratos vão desde o Bacalhau que queria Ser à Brás, a “famosa receita portuguesa interpretada ao estilo” do Chef, o Filete de Espada Preta com crosta de tomate, cebola, azeitona, broa de milho com beurre blanc e trio de batata chips, ao Bife de Atum com Molho Vilão, ou o Pregado Meunière regado com manteiga noisette temperada com sumo de limão e polvilhado com salsa picada.

Quanto a carnes, as opções são também à séria: Tártaro de Novilho, Peito de Pato com batata-doce e variação de cenouras, Alcatra de Borrego com tartelete de ratatouille e brócolos, tomate confitado, polenta frita e jus de borrego e o grandioso Lombo de Novilho Grelhado com batata do dia, cebola caramelizada e cogumelos, manteiga café de Paris ou molho de pimenta ou bearnês. Ah, e não esquecer a Presa de Porco Ibérico com amêijoas e coentros.

Há, como nos menus anteriores, uma vertente vegetariana, onde podem escolher Beringela e Brócolos com Arroz Tufado ou Mexilhão “À La Crème” ou, ainda, o Polvo com Alho Negro. Há também Presunto Ibérico de Bolota (60 g) e uma Tábua De Queijos DOP. Para prato principal, há o Tofu Frito, com amendoim, legumes e molho unagi (molho de soja, mirin e sake), ou o RAVIOLI BISTRÔ4.

As sobremesas, como alertámos acima, são do melhor. Aqui, encontrámos verdadeiras obras de arte. Uma delas é a PARIS > LISBOA > FUNCHAL. Veja-se o detalhe da descrição: de Paris, a massa choux, de Lisboa, o creme do pastel de nata e, do Funchal, o bolo mel. Outro caso cheio de camadas de doçura é o Mil-Folhas de Caramelo Salgado com gelado de baunilha, do qual podemos dizer com conhecimento profundo que é uma obra divinal da arte culinária.

Acabou o rol de delícias? Não, nem por isso. Há mais: o Bolo Sacher (um bolo de chocolate com creme de chocolate, geleia de pêssego e chantilly), o Crème Brûlée de Baunilha e, ainda, uma Seleção de Sorvetes ou Gelados. Tudo isto, claro, não descarta uma opção pela seleção de fruta fresca.

Quanto aos outros dois menus, um deles é o executivo, que varia diariamente, com base nas sugestões do Chef. Inclui uma entrada, sopa, prato principal (de carne ou de peixe), salada, sobremesa ou fruta da época; quanto a bebidas, água pequena ou limonada (34€/pessoa, na versão completa; 30€/pessoa, com opção entrada ou sobremesa).

Atenção: há descontos PortoBay que se aplicam a clientes Gourmet e Prestige Silver (10%) assim como Prestige Gold e Prestige Platinum (15%). O Bistrô4 está, pois, à vossa espera (preço médio 40€/pessoa), na rua Rosa Araújo, número 8, todos os dias da semana (12h30 às 15h e 19h a 22h30). Também podem fazer reserva online, e até convém.

Com este naipe de argumentos, bem podem experimentar o Bistrô4 do PortoBay Liberdade, isto, se têm vontade de começar a época estival em grande.

Concluída a requalificação no Terminal do Minho e Douro

Obras no Terminal do Minho e Douro, na Estação de Porto-Campanhã, incluíram melhorias estruturais e a substituição da iluminação por painéis LED.

Já estão concluídas as obras de beneficiação no Terminal do Minho e Douro, localizado na Estação Ferroviária de Porto-Campanhã. A intervenção centrou-se nas fachadas sul e poente do edifício, com o objetivo de modernizar a infraestrutura e promover uma utilização energeticamente mais eficiente.

A empreitada incluiu a reparação integral da estrutura de alumínio das referidas fachadas, através da aplicação de novos elementos estruturais e arquitetónicos em alumínio, bem como o reforço da estrutura existente. Foram também substituídos os vedantes degradados e os vidros danificados ou em falta. No seguimento desta intervenção, foram instaladas três portas automáticas, contribuindo para uma maior funcionalidade e fluidez de acesso.

No que respeita à iluminação, procedeu-se à substituição dos sistemas fluorescentes por painéis LED nas plataformas, num total de 2850 unidades instaladas, permitindo uma redução estimada de 50% no consumo de energia elétrica. Para além da melhoria na qualidade da iluminação, os novos equipamentos apresentam uma vida útil superior, o que se reflete também numa diminuição dos encargos com manutenção.

Foto: IP – Infraestruturas de Portugal

Novas trotinetes elétricas NIU KQi 100 chegam a Portugal

A série NIU KQi 100 estreia em Portugal com modelos que combinam suspensão hidráulica, motor de 600W e bateria de 48V, oferecendo desempenho e conforto a preços acessíveis.

A NIU reforçou a sua presença no mercado nacional com o lançamento da nova série KQi 100, composta pelos modelos KQi 100P e KQi 100F. Estas novas trotinetes elétricas, concebidas para a mobilidade urbana, integram componentes habitualmente reservados a equipamentos de gamas superiores, sem um impacto significativo no custo final.

Os dois modelos agora disponíveis partilham a mesma base técnica, distinguindo-se apenas pela configuração do guiador: o KQi 100F incorpora punhos dobráveis, facilitando o transporte e a arrumação; já o KQi 100P apresenta um guiador fixo. Ambos os modelos incluem elementos como suspensão hidráulica dianteira, rodas de grande diâmetro e motores com 600 watts de potência, alimentados por tecnologia de 48V, uma característica pouco comum neste segmento de preço.

A aplicação da tecnologia de 48V nas KQi 100 permite uma resposta mais imediata e uma condução mais fluida, particularmente em trajetos inclinados, com capacidade para vencer subidas até 15% sem quebras de desempenho. A autonomia ronda os 29 quilómetros e a gestão do desempenho pode ser feita através de quatro modos de condução, ajustáveis via aplicação móvel. A app da NIU possibilita ainda a definição de limites de carga, contribuindo para a longevidade da bateria.

A condução é assistida por um acelerador de punho, semelhante ao utilizado em veículos motorizados, aumentando o controlo e a ergonomia em deslocações regulares.

No que diz respeito à segurança e ao conforto, as KQi 100 estão equipadas com um conjunto de funcionalidades que respondem às exigências da circulação urbana. Os pneus de 9,5 polegadas e a plataforma ampla proporcionam estabilidade, enquanto a suspensão telescópica dianteira assegura uma absorção eficaz em pisos irregulares. O sistema de travagem combina um travão de tambor na roda da frente com travagem regenerativa na traseira, promovendo uma resposta eficiente em situações de paragem súbita.

A iluminação integrada, com luzes dianteiras e traseiras, indicadores de mudança de direção nas extremidades do guiador e refletores laterais, aumenta a visibilidade e a segurança em ambientes com pouca luz. A estrutura em aço automóvel confere maior resistência ao impacto e durabilidade, estando os modelos certificados com a norma IP55, o que garante proteção contra poeiras e projeções de água.

Apesar do conjunto técnico, as trotinetes da série KQi 100 mantêm-se leves e compactas, adequadas ao quotidiano urbano. O modelo KQi 100F, em particular, destaca-se pela facilidade de transporte graças ao guiador rebatível, uma solução prática para espaços limitados.

No mercado português, o KQi 100F encontra-se disponível na Auchan, por 429€. Já o modelo KQi 100P será comercializado na Worten, Fnac, MediaMarkt e Radio Popular. O preço é de 399€.

Kronos Homes apresenta MIMA, o último projeto residencial do Parque das Nações

O MIMA não é um projeto qualquer, até porque junta apartamentos e um hotel de 4 estrelas sob a marca Tempo by Hilton.

A promotora Kronos Homes apresentou o MIMA, um novo complexo urbanístico que marca a última oportunidade de construção no Parque das Nações Sul, em Lisboa. Com um investimento total de 150 milhões de euros, dos quais 25 milhões estão alocados à componente hoteleira, trata-se do primeiro projeto de uso misto desenvolvido pela empresa em território nacional.

Da autoria do atelier de arquitetura Broadway Malyan, o plano integra quatro edifícios com funções distintas: uma torre residencial, duas torres destinadas a apartamentos turísticos e uma unidade hoteleira. A proposta conjuga diferentes componentes urbanas – habitação, turismo e hotelaria – num único espaço, procurando responder às exigências da cidade contemporânea e aos diversos perfis de utilizadores.

O edifício habitacional, denominado MIMA Residences, oferece 51 apartamentos de tipologias T1 a T4, com áreas compreendidas entre os 65 m² e os 190 m². A par da componente residencial, os moradores terão acesso a piscina, ginásio, jardim e um átrio com receção e segurança. A arquitetura privilegia a luz natural e as vistas sobre o rio Tejo, com acabamentos de alta qualidade e uma proposta habitacional pensada para uma vivência urbana sofisticada.

O projeto inclui ainda duas torres autónomas, designadas MIMA Living, destinadas a alojamento turístico. No total, serão disponibilizados 180 apartamentos com serviços integrados, nas tipologias T1 e T2, com áreas entre os 45 m² e os 70 m². As unidades serão entregues mobiladas e equipadas, com acesso a piscina, ginásio, espaços ajardinados e serviços de gestão turística.

A componente hoteleira será assegurada por uma unidade de quatro estrelas, operada pela marca Tempo by Hilton, uma das mais recentes insígnias do grupo Hilton na Europa. O hotel contará com 142 quartos e integrará uma área de restauração, bar e espaço de fitness. A oferta gastronómica será desenvolvida em colaboração com a Bluestone Lane, que propõe um conceito alimentar inspirado no estilo de vida australiano, focado na nutrição e na conveniência.

BYD Dolphin Surf: Elétrico compacto chega a Portugal com preço agressivo

O BYD Dolphin Surf é um elétrico compacto com até 507 km de autonomia e que chega a Portugal com preços desde 16.980€.

A BYD reforçou a sua presença no mercado europeu com o lançamento do Dolphin Surf, um modelo elétrico compacto que se destaca pela combinação de tecnologia avançada e preço competitivo. Este é o décimo modelo da marca a ser comercializado na Europa.

O Dolphin Surf assenta na plataforma e-Platform 3.0 da BYD e está equipado com a Blade Battery, uma bateria de fosfato de ferro-lítio (LFP) que assegura maior durabilidade e segurança, sem utilização de cobalto. Estará disponível em três versões: Active, Boost e Comfort, com autonomias entre os 322 km e os 507 km (ciclo WLTP).

Em termos de dimensões, o modelo mede 3.990 mm de comprimento, 1.720 mm de largura e 1.590 mm de altura, o que o torna ideal para a condução urbana. O interior acomoda confortavelmente quatro ocupantes e dispõe de uma bagageira com 308 litros de capacidade, extensível até 1.037 litros com os bancos traseiros rebatidos.

O design exterior apresenta linhas fluidas e um perfil em arco contínuo, com o pilar C a exibir um padrão inspirado em cristais de gelo. Os faróis dianteiros destacam-se pelas seis faixas de luz em ângulo, enquanto a traseira é marcada por um spoiler de tejadilho e uma faixa luminosa que atravessa toda a largura do veículo.

Quanto à motorização, a versão Active combina uma bateria de 30 kWh com um motor de 65 kW, permitindo uma aceleração dos 0 aos 100 km/h em 11,1 segundos. A versão Boost mantém a mesma bateria, mas com um motor mais potente de 115 kW, reduzindo esse tempo para 9,1 segundos. Já a versão Comfort, no topo da gama, vem equipada com uma bateria de 43,2 kWh e o mesmo motor de 115 kW, garantindo a mesma aceleração.

O carregamento rápido é suportado em todas as versões: até 65 kW na versão Active e até 85 kW nas versões Boost e Comfort, o que permite passar dos 10% aos 80% da carga em cerca de 30 minutos. O carregamento em corrente alternada trifásica de 11 kW é de série em toda a gama, permitindo uma carga completa em aproximadamente 3,5 horas (Active) ou 5 horas (Boost e Comfort).

O habitáculo inclui um ecrã tátil rotativo de 10,1 polegadas compatível com Apple CarPlay e Android Auto, além de funcionalidades como controlo por gestos e comandos por voz. A tecnologia Vehicle-to-Load (V2L) permite alimentar dispositivos externos com até 3,3 kW diretamente a partir da bateria.

Em matéria de segurança, o Dolphin Surf recorre a uma estrutura em aço de alta resistência e à Blade Battery, conhecida pela elevada resistência a impactos. Está equipado com um pacote completo de assistências à condução, incluindo controlo de velocidade de cruzeiro adaptativo, travagem autónoma de emergência, assistente de manutenção na faixa de rodagem e comutação automática de médios para máximos.

O BYD Dolphin Surf chega a Portugal com quatro opções de cores exteriores e um interior em preto e cinzento. As primeiras entregas estão previstas para junho, com preços a partir dos 16.980€ (acresce IVA).

O Android 16 vai estrear um modo desktop inspirado no Samsung DeX

O modo desktop será uma das maiores novidades do Android 16.

Durante o Google I/O 2025, a Google revelou varias novidades para o Android 16, entre as quais se destaca a introdução de um novo modo desktop, concebido para melhorar a experiência multi-tarefa e de produtividade em dispositivos móveis.

Num dos painéis dirigidos a programadores, a empresa confirmou que o desenvolvimento desta funcionalidade contou com a colaboração da Samsung e que foi influenciada pelo Samsung DeX — o modo de funcionamento em ambiente de trabalho que os smartphones Samsung Galaxy oferecem há vários anos. “Temos vindo a trabalhar em conjunto com a Samsung, tendo por base o DeX, com o intuito de integrar capacidades melhoradas de janelas de trabalho no Android 16, para dar resposta a fluxos de trabalho mais exigentes”, explicou um dos engenheiros da Google durante a apresentação.

Entre as melhorias de destaque está a possibilidade das aplicações se ajustarem dinamicamente a diferentes tamanhos e formatos de janelas, permitindo uma maior versatilidade na utilização em ecrãs maiores ou em ambientes de utilização mista. Este avanço é considerado essencial, dado o alargamento do ecossistema Android a novos tipos de dispositivos. A Google justificou esta evolução com a crescente presença do sistema operativo em plataformas como telemóveis dobráveis com diversos ecrãs, sistemas multimédia automóveis com painéis divididos e óculos de realidade virtual e mista, como os futuros Galaxy XR da Samsung.

Apesar de o modo desktop ainda não se encontrar disponível na atual versão de teste do Android 16, a expectativa é que seja incluído nas futuras versões do sistema. A Samsung deverá também tirar partido desta cooperação, ao integrar um novo DeX redesenhado na One UI 8.0, cuja chegada está prevista para agosto de 2025.

O ecossistema Xbox recebeu jogos retro, melhorias para PC e integração otimizada com o GeForce Now

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A atualização de maio abre as portas a um novo catálogo de jogos clássicos dos anos 80 e 90 no Game Pass, reforça a experiência no PC e alarga as opções de cloud gaming.

A Xbox apresentou um grande conjunto de novidades ao seu ecossistema, para quem joga em consolas, no PC ou através de dispositivos com suporte para cloud gaming. O grande destaque vai para a nova coleção Retro Classics, que resulta de uma parceria com a Antstream Arcade que disponibiliza mais de 50 jogos clássicos da Activision dos anos 80 e 90 a todos os membros da subscrição Game Pass. Entre os títulos incluídos encontram-se clássicos como Pitfall!, Kaboom!, Commando e Mech Warrior 2: 31st Century Combat.

Os jogos podem ser jogados através consolas Xbox, na aplicação Xbox para PC, ou via streaming em dispositivos compatíveis como televisores LG e Samsung, dispositivos Amazon Fire TV e os capacetes de realidade virtual Meta Quest. Esta coleção inclui funcionalidades modernas como gravação na nuvem, desafios personalizados, tabelas de classificação e torneios multijogador. E, pela primeira vez em muitos destes títulos, será possível guardar e retomar o progresso dos jogos em qualquer momento.

Este lançamento marca o início de um catálogo retro em crescimento, com a Microsoft a prometer a inclusão de mais jogos da Activision e da Blizzard, ultrapassando os 100 títulos ao longo do tempo. Adicionalmente, os membros do Game Pass podem, por tempo limitado, aceder à biblioteca completa da Antstream por 9,74€ no primeiro ano.

No que toca às novidades no PC, a aplicação Xbox passa a suportar streaming direto através da GeForce Now, oferecendo assim uma maior flexibilidade. Para jogos compatíveis, os utilizadores verão uma opção para escolher a plataforma de cloud gaming preferida antes de iniciar a sessão.

Já a Game Bar do Windows recebeu também uma atualização significativa, recebendo um novo painel de definições rápidas que permite ajustar brilho, volume, dispositivos ligados, entre outros, sem interromper o jogo. Para além disso, foi anunciada a integração do Microsoft Edge Game Assist, o novo browser integrado que permitirá aceder rapidamente a conteúdos úteis como guias, vídeos ou serviços como Discord, Spotify e Twitch, diretamente a partir do jogo. Esta funcionalidade será disponibilizada em breve.

Ainda no que toda ao cloud streaming, a funcionalidade Stream your own game, que permite jogar títulos na cloud a partir da biblioteca pessoal, continua a expandir-se, com mais de 100 jogos já disponíveis. Paralelamente, o programa Xbox Play Anywhere ultrapassou os 1000 jogos compatíveis, permitindo jogar em PC, consola ou dispositivos móveis com progressão sincronizada, sem custos adicionais – podem conhecer a lista de jogos que suportam o programa Xbox Play Anywhere, aqui.

Mercadona confirma chegada à Covilhã em 2026

A Mercadona Covilhã irá surgir no City Center Covilhã, centro comercial que deveria ter sido inaugurado durante o segundo trimestre de 2023.

Falar da Mercadona é falar de uma cadeia espanhola que tem vindo a conquistar os portugueses desde 2019. Afinal de contas, quando ainda não existia nenhuma loja da empresa em Portugal, muitos portugueses, quando iam de férias para a zona de Monte Gordo, aproveitavam e pegavam no carro para uma curta viagem para Ayamonte. Aliás, ainda o fazem, até porque, até à data, ainda não existe nenhum supermercado Mercadona no Algarve. Mas esse é um assunto para outro dia.

A Mercadona faz muito sucesso com os seus produtos, é certo, e quem passa por lá deixa-se conquistar pela secção de limpeza, pela secção de cuidados do corpo… e pela secção dos chocolates, que são deliciosos. E isto sem esquecer a secção do pronto a comer, que tem sempre imensa saída.

Desde então, a cadeia espanhola passou a contar com 63 lojas em Portugal, sendo que a mais recente foi inaugurada hoje mesmo, dia 21 de maio, em Fafe, sendo o sétimo supermercado da empresa no distrito de Braga. Até ao final do ano, serão abertas novas lojas em Leiria, Lisboa, Loures, Penafiel, Matosinhos, Porto e Palmela, indo encerrar o ano com um total de 70 supermercados a funcionar em território nacional.

Ora, e como é óbvio, a expansão não ficará por aqui. Por exemplo, fala-se que a marca espanhola irá abrir um supermercado no Algarve, mais especificamente no Nova Retail Park, em Portimão, embora tal não esteja ainda confirmado. Sabemos, isso sim, que irá abrir um supermercado Mercadona na Moita, esperando-se uma abertura algures em 2026. Já para Vila Real, está também em curso um projeto para a abertura de uma loja no município, mas ainda não tem data de inauguração prevista.

E quanto à Covilhã, cujo supermercado já deveria ter sido inaugurado? Pois bem, há novidades. Em resposta a uma fã da marca na sua página de Facebook, a Mercadona confirma que está a “desenvolver um projeto para a abertura de um supermercado nessa localização do concelho da Covilhã”, com abertura prevista para 2026.

Recorde-se que o contrato para a rede espanhola fixar-se na cidade foi assinado ainda em 2023, com instalação no City Center Covilhã, centro comercial que deveria ter sido inaugurado durante o segundo trimestre de 2023, mas que está imensamente atrasado, sendo que não tem, ainda, data de inauguração prevista.

Com uma área total de aproximadamente 18.000m2 e cerca de 20 lojas – número avançado pela CBRE -, o novo centro comercial vai dividir-se em três pisos, dois deles com acesso direto a partir das artérias que circundam o projeto e uma zona de estacionamento com aproximadamente 740 lugares, dos quais 242 se situam à superfície. Além da loja da cadeia espanhola, o City Center Covilhã acolherá as marcas Primark, Leroy Merlin Essencial e um hotel da cadeia B&B.

O Google Chrome tem um novo assistente de alteração automática de password

O gestor de passwords do Chrome ganhou uma nova funcionalidade para facilitar a deteção de passwords sensíveis.

A Google está a preparar uma novidade para o seu próprio gestor de password presente no Google Chrome. A funcionalidade, foi apresentada na conferência Google I/O e tem como objetivo permitir a alteração automática de passwords consideradas fracas ou potencialmente comprometidas. Esta extensão do gestor de passwords existente representa assim um passo importante para reforçar a segurança dos utilizadores.

A nova funcionalidade entra em ação quando o Chrome deteta uma password insegura durante o início de sessão. Nesses casos, o gestor de palavras-passe integrado oferece aos utilizadores a opção de substituir automaticamente a palavra-passe por uma alternativa mais segura. No entanto, isto apenas funciona em sites que suportem essa funcionalidade.

É importante salientar que o Google Chrome não procederá a qualquer alteração de password por iniciativa própria. O controlo permanece nas mãos do utilizador, que deverá autorizar quaisquer alterações. Espera-se que a funcionalidade seja lançada ainda este ano para todos os utilizadores a nível global.