Até junho, a CP promove sete viagens entre Lisboa e o Fundão com visitas a pomares de cerejeiras, provas gastronómicas e passagem pelo Melhor Queijo do Mundo.
A Beira Baixa volta a destacar-se com a edição de 2025 da Rota das Cerejas do Fundão, uma iniciativa promovida pela CP – Comboios de Portugal, que conjuga viagem ferroviária, contacto com a natureza e degustação de produtos regionais num programa com a duração de um dia. Entre 31 de maio e 21 de junho, haverá sete oportunidades para participar nesta experiência que alia turismo e valorização do interior do país.
O itinerário tem início em Lisboa-Santa Apolónia e segue até Castelo Branco, através de um percurso em comboio Intercidades que acompanha a margem do Tejo e atravessa o sopé da serra da Gardunha. O destino é o Fundão, território conhecido pela produção de cerejas, cuja colheita decorre nesta altura do ano. Ao longo do dia, os participantes terão acesso a diversas atividades, incluindo uma visita à Queijaria Quinta do Pomar, onde poderão conhecer o processo de fabrico artesanal e provar aquele que foi distinguido como o Melhor Queijo do Mundo em 2024.
O programa inclui também um almoço num restaurante tradicional da cidade, onde os produtos locais assumem papel central, e uma visita a um pomar de cerejeiras. Neste espaço, será possível participar na apanha do fruto e levar para casa uma embalagem de cerejas. Haverá ainda tempo para uma visita ao centro histórico do Fundão, antes do regresso a Lisboa ao final do dia.
As partidas estão marcadas para os dias 31 de maio, 4, 7, 11, 14, 18 e 21 de junho. Cada edição conta com uma carruagem de 1.ª classe exclusivamente dedicada ao grupo e com capacidade limitada a 50 participantes. O bilhete inclui transporte, visitas guiadas, provas gastronómicas e almoço. O preço por adulto é de 86€, sendo aplicável uma tarifa reduzida de 55€ para crianças entre os 4 e os 12 anos. Existem ainda condições especiais para grupos.
O festival Under The Bridge regressa a Lisboa de 6 de junho a 22 de setembro no Lx Factory com atuações, sunsets e a estreia do UTB Factory Sessions.
O Under The Bridgeestá de regresso a Lisboa para mais uma temporada de festas de verão, ocupando novamente o rooftop do Lx Factory entre os dias 6 de junho e 22 de setembro. A entrada mantém-se gratuita e a edição deste ano apresenta uma programação musical diversificada, com atuações de nomes como Sam The Kid, Moullinex, Nuno Lopes, Bateu Matou e Toy, este último numa noite dedicada aos Santos Populares.
A iniciativa, que teve início em 2023, afirmou-se como um dos pontos de encontro mais dinâmicos da capital durante os meses de verão. Com uma vista privilegiada sobre o Tejo e a Margem Sul, o espaço volta a assumir-se como palco para sunsets animados, ao som de DJs e artistas nacionais e internacionais. As atuações prolongam-se do final da tarde até à madrugada, num ambiente informal e descontraído.
Uma das principais novidades desta edição é a estreia do UTB Factory Sessions, um novo segmento do evento que decorre na zona inferior do recinto. Este formato noturno irá acolher concertos e festas com artistas de renome internacional, cujos nomes serão anunciados brevemente, reforçando o posicionamento do evento como referência na agenda cultural lisboeta.
O espaço funcionará de terça-feira a sábado, entre as 16h e as 02h, e aos domingos das 16h às 23h, encerrando às segundas-feiras. Ao longo dos três meses de atividade, estão previstas novas confirmações artísticas e outros anúncios por parte da organização.
Campanha de mobiliário de jardim do Lidl decorre até 8 de junho, com reservas exclusivas na aplicação Lidl Plus e levantamento em loja.
Lembram-se daquelas campanhas do Lidl em que, para reservar alguns produtos, como a Monsieur Cuisine, era preciso reservar via app Lidl Plus? Pois bem, essa mecânica está de volta, mas desta vez para mobiliário de jardim.
Até 8 de junho, estará em vigor uma nova campanha no âmbito do serviço Click&Pick, permitindo aos utilizadores efetuar a reserva antecipada dos artigos pretendidos, que poderão ser levantados e pagos em loja, entre 2 e 19 de junho.
A campanha inclui uma seleção de 13 artigos para exterior, entre os quais se encontram mesas e cadeiras, sofá-cama de jardim, espreguiçadeira, cama de rede e cadeira suspensa com estrutura incluída. Nenhum destes produtos estará disponível diretamente em loja, sendo a reserva através da aplicação Lidl Plus a única forma de acesso.
Cada cliente pode reservar até duas unidades por artigo, com exceção das cadeiras, cujo limite é de seis unidades. Após a reserva, os artigos poderão ser levantados até oito dias úteis depois, mediante apresentação do respetivo código de reserva na loja seleccionada e realização do pagamento no local. As devoluções são aceites no prazo de 30 dias, desde que os artigos se mantenham na embalagem original.
O Xring O1 não vai tornar a Xiaomi totalmente independente, e continuará a colaborar com a Qualcomm.
A Xiaomi protagonizou um dos anúncios mais marcantes da Computex 2025, ao revelar oficialmente o Xring O1, o seu primeiro processador concebido internamente. Trata-se de um passo estratégico de grande significado para a gigante tecnológica chinesa, que entra assim no restrito grupo de fabricantes com capacidade para desenvolver os seus próprios SoC (System-on-Chip).
De acordo com os primeiros dados divulgados, o Xring O1 posiciona-se como uma alternativa de peso no segmento de alto desempenho, com resultados em benchmarks que sugerem uma performance competitiva com o Snapdragon 8 Gen 3 (lançado em 2024), embora ainda abaixo do Apple A18 e M4.
O novo chip da Xiaomi integra um total de 10 núcleos, distribuídos da seguinte forma:
2 núcleos de elevado desempenho a 3,9 GHz
4 núcleos Cortex-A725 a 3,4 GHz
2 núcleos Cortex-A720 a 1,9 GHz
2 núcleos Cortex-A520 a 1,8 GHz
Para o processamento gráfico, a Xiaomi optou por um GPU Immortalis G925 da ARM, equipado com 16 núcleos. De acordo com os testes iniciais, este GPU apresenta um desempenho gráfico bruto superior ao dos concorrentes diretos no universo Android, ficando apenas atrás das soluções Apple Silicon.
Apesar de o Xring O1 ser apresentado como um chip desenvolvido “internamente”, a Xiaomi não percorreu este caminho de forma isolada. A marca chinesa renovou recentemente a sua parceria com a Qualcomm, que continua a fornecer componentes essenciais como modems 5G e chips Wi-Fi. Este reforço da colaboração confirma que o Xring O1 será provavelmente limitado a modelos topo de gama, enquanto os restantes smartphones da Xiaomi continuarão a contar com soluções Snapdragon, garantindo compatibilidade total e desempenho consistente nas diferentes gamas.
Espera-se que os primeiros smartphones com o Xring O1 sejam apresentados ainda este ano, com mais detalhes técnicos e comerciais a serem revelados nos próximos meses.
O Dyson PencilVac é um aspirador sem fios com apenas 38 mm de espessura, equipado com escovas cónicas e motor de alta rotação.
A Dyson revelou recentemente o PencilVac, um novo modelo de aspirador sem fios que se distingue por apresentar um design extremamente fino, alegadamente o mais fino de sempre, com apenas 38 milímetros de espessura.
O dispositivo incorpora um sistema de escovas cónicas que garante um desempenho eficaz mesmo na remoção de cabelos compridos, frequentemente difíceis de aspirar e propensos a enrolar-se nas barras das escovas convencionais. Com quatro cones macios, a cabeça de limpeza desloca-se com fluidez sobre as superfícies, assegurando uma cobertura eficiente até aos cantos mais estreitos das divisões.
Entre os desenvolvimentos tecnológicos integrados, destaca-se o motor Hyperdymium, capaz de atingir 140.000 rotações por minuto. Com apenas 28 milímetros de diâmetro, é o motor mais pequeno e mais rápido desenvolvido até hoje pela marca, oferecendo uma sucção potente. Este desempenho é complementado por iluminação laser frontal e traseira, que permite visualizar melhor o pó e as partículas de menor dimensão durante a aspiração.
O sistema de filtragem do Dyson PencilVac também foi alvo de um aperfeiçoamento significativo face a outros modelos. A separação linear de partículas, com 22 milímetros, permite reter até 99,99% das partículas microscópicas, com tamanhos a partir de 0,3 microns. Em simultâneo, o sistema de compressão de poeiras utiliza o próprio fluxo de ar para reduzir o volume do pó acumulado, otimizando a capacidade do depósito. O mecanismo de esvaziamento, inspirado no funcionamento de uma seringa, possibilita a descarga dos resíduos sem contacto directo com a sujidade, permitindo uma limpeza mais higiénica e prática.
Uma das novidades deste modelo é a compatibilidade com a aplicação MyDyson, que fornece informações sobre o estado da bateria e orientações para a manutenção do filtro, facilitando a gestão do equipamento.
Sem preço anunciado, o Dyson PencilVac só deverá chegar à Europa em 2026.
O Nothing Phone (1) deixa oficialmente de receber grandes atualizações de sistema operativo, mas continuará a receber atualizações de segurança.
O Nothing Phone (1), o primeiro smartphone da startup Nothing, cofundada por Carl Pei — antigo CEO e cofundador da OnePlus —, chegou oficialmente ao fim do seu ciclo de atualizações de sistema operativo Android. A confirmação chegou diretamente da empresa sediada em Londres, assinalando o encerramento de um capítulo que começou em 2022.
O Nothing Phone (1) foi originalmente anunciado com o Android 12, e a marca comprometeu-se inicialmente em oferecer três anos de atualizações de sistema operativo. E essa promessa foi cumprida já que em fevereiro de 2023 recebeu o Android 13, em fevereiro de 2024 recebeu o Android 14, e no passado mês de janeiro recebeu o Android 15. Com essa atualização final, a marca anunciou, em declarações ao Android Authority, que não haverá suporte para o Android 16, nem se anteveem novas funcionalidades de grande impacto para este equipamento.
Apesar do fim das atualizações de sistema, o smartphone continuará a receber atualizações de segurança até julho de 2026, totalizando assim quatro anos de atualizações de segurança. Esta abordagem garante que os utilizadores do Phone (1) podem continuar a utilizar o dispositivo com um mínimo de proteção digital, mesmo sem acesso às versões mais recentes do sistema operativo.
Nothing Phone (3) a caminho
Entretanto, a marca prepara o lançamento daquele que será, segundo vários indícios, o seu primeiro verdadeiro modelo topo de gama: o Nothing Phone (3). Depois de uma pausa estratégica em 2024 no segmento flagship, a empresa pretende regressar em força, com uma estreia prevista para julho de 2025.
O Metro de Lisboa recebeu a terceira unidade da nova série ML 20, reforçando o plano de modernização da frota e a capacidade da rede.
O Metro de Lisboarecebeu, no dia 17 de maio, a terceira unidade tripla da série ML 20, no âmbito do plano de renovação da frota e reforço da oferta de transporte público na capital. Esta aquisição insere-se num processo de modernização mais alargado, que procura dar resposta às exigências crescentes da mobilidade urbana na Área Metropolitana de Lisboa.
A primeira composição da série ML 20 chegou a 9 de agosto de 2024, funcionando como protótipo para validação técnica e operacional. Durante vários meses, foi submetida a um extenso programa de ensaios, tanto em contexto oficinal como em exploração na rede, com o objetivo de aferir a sua compatibilidade com os requisitos técnicos e operacionais do sistema. Deste processo resultaram ajustamentos que foram incorporados em fábrica nas unidades seguintes.
A segunda unidade foi entregue a 17 de abril e, tal como a terceira, agora recebida, já integra os aperfeiçoamentos identificados na fase de testes. Está previsto que as restantes composições da série ML 20 sejam entregues até ao final do ano.
No total, o Metro de Lisboa integrará 14 novas unidades triplas. Estes veículos introduzem melhorias ao nível do conforto e da acessibilidade, incorporam sistemas digitais de informação ao passageiro e soluções avançadas de segurança e videovigilância. Estão ainda equipados com a tecnologia de sinalização CBTC (Communications-Based Train Control), que permite um controlo contínuo da circulação, contribuindo para o aumento da frequência, regularidade e segurança da operação.
A Honor anunciou 6 anos de atualizações do Android e parceria reforçada com a Google na nova série Honor 400.
Após o Google I/O 2025, a Honorrevelou o seu compromisso em entregar \até seis anos de atualizações do sistema operativo Android para a sua próxima série de smartphones, a Honor 400. Esta promessa inclui tanto atualizações de segurança como de sistema, num esforço claro para oferecer maior longevidade e fiabilidade aos seus dispositivos.
A nova série será também equipada com funcionalidades avançadas de inteligência artificial, desenvolvidas em colaboração direta com a Google. Esta integração tecnológica surge como parte de uma estratégia contínua da Honor para oferecer experiências móveis mais inteligentes e personalizadas. Graças a essa colaboração, a marca afirma estar entre as primeiras a disponibilizar as versões mais recentes do Android aos seus utilizadores. Para além disso, esta relação privilegiada permite que os programadores ligados à Honor tenham acesso antecipado às versões Beta do Android, facilitando uma transição mais célere e segura para o consumidor final.
Entre os destaques da nova série Honor 400 encontra-se a possibilidade de utilizar modelos de geração de vídeo, desenvolvidos em conjunto com a Google. Um desses modelos, o Veo 2, permite converter imagens estáticas — sejam fotografias reais, arte digital ou imagens antigas — em pequenos vídeos dinâmicos com duração entre 5 a 7 segundos, criando um novo tipo de “fotografia viva”.
O Croissant da Vila era um negócio que parecia prosperar, mas a verdade é que, das várias lojas abertas, somente a da Ericeira se mantém em funcionamento. E parece ter mudado de nome para Croissanteria da Vila.
Foi em 2019 que o chefJoão Calhordo, responsável pela marca Croissant da Vila, abriu provisoriamente uma loja no Oeiras Parque, servindo para testar um modelo de negócio e análise de mercado. Dois anos depois, em 2021, quando ainda estávamos no meio de uma pandemia, o responsável resolveu expandir a sua marca de croissants e levar os seus produtos a outras paragens, neste caso para a Ericeira, onde os habitantes da região se têm vindo a deliciar com estas criações. Para todos os efeitos, esta é, oficialmente, a primeira loja Croissant da Vila, até porque ainda está em funcionamento.
Com a marca a gerar buzz, o interesse na mesma começou a ser maior, e nesse mesmo ano surgiram novas lojas em Brejos de Azeitão, Lisboa (Alvalade, Telheiras e Morais Soares) e Odivelas. Tudo parecia correr bem à marca, tanto que, para 2022, o objetivo seria descentralizar e conquistar o mercado a nível nacional e internacional. Aliás, e para dar resposta a esta procura, a empresa efetuou investimentos numa fábrica de produção artesanal, com uma capacidade de produção de 24.000 croissants/hora. Mas pelos vistos não foi isso que aconteceu.
Croissant da Vila: Lojas fechadas, má comunicação… e mudança de nome
A comunicação da marca Croissant da Vila não é (ou era) de todo, a melhor. Da parte que nos toca, enquanto site/blogue, a marca sempre foi muitíssimo mal trabalhada pelas agências de comunicação. Tanto que chegámos a pedir informações adicionais… para sermos ignorados.
Quanto às redes sociais, a situação também não é famosa. A página de Facebook da Croissant da Vila, além de ter informação desatualizada, uma vez que faz referência a lojas que já não existem, não é atualizada desde dezembro de 2022. Está “morta”, para todos os efeitos. Por outro lado, na página de Instagram, já não existe qualquer referência às lojas na bio. Há apenas um link que agrega vários outros links de meios de comunicação social e blogues, tais como o Echo Boomer, que dedicaram artigos à marca.
É um perfil também deixado ao abandono, tanto que a última publicação data de julho de 2024. Além disso, a marca nunca se pronunciou sobre o encerramento ou abertura de lojas, algo que a concorrência faz (e bem).
Por isso, e sem surpresas, aquela questão de a marca querer conquistar o mercado foi algo que simplesmente não aconteceu. Em 2022, por exemplo, “apenas” abriu duas lojas: uma na Costa da Caparica, outra no Almada Forum, em Almada. Já em 2023, a marca Croissant da Vila somente abriu um novo spot, neste caso nas Galerias do Auchan Alverca. 2024, por seu lado, não teve nenhuma abertura, e há algo comum com estes espaços: estão todos encerrados.
Indo ao Google e pesquisando pelo termo Croissant da Vila, rapidamente se percebe que, de todas as lojas, somente a da Ericeira parece estar a funcionar… e aparentemente com um novo nome: Croissanteria da Vila.
Chegámos a esta conclusão uma vez que a localização original da Croissant da Vila na Ericeira, no Largo Condes da Ericeira 8A, é a mesma que surge na localização deste novo negócio, além de o nome ser muitíssimo parecido… Mais: a primeira publicação desta nova marca data de 29 de fevereiro de 2024. Ou seja, é algo recente.
Maria Croissant surge no lugar da Croissant da Vila no Forum Almada
Variedade é coisa que não falta no mercado, e quando um espaço fica livre, há sempre outra empresa/marca que aproveita. Esta extinta loja da Croissant da Vila no Forum Almada, presumivelmente uma das últimas a encerrar, dará em breve lugar a um espaço da Maria Croissant, conhecida pelos seus croissants de formato único.
Passámos hoje pelo Almada Forum e deparámo-nos com esta novidade, sendo que a única informação disponível é que a Maria Croissant será inaugurada em breve no centro comercial. No fundo, é uma troca de marcas, até porque continuarão a ser servidos maravilhosos croissants.
Os novos Honor 400 5G e 400 Pro 5G foram oficialmente anunciados, mas ainda não há preço nem data de disponibilidade para Portugal.
A Honor anunciou oficialmente os aguardados Honor 400 5G e 400 Pro 5G, marcando a entrada da nova série no mercado global. Estes dois dispositivos juntam-se ao Honor 400 Lite, que chegou à Europa no mês passado, e prometem elevar a fasquia com funcionalidades direcionadas para criadores de conteúdos e entusiastas da fotografia, através de funcionalidades inteligentes.
O modelo topo de gama, o Honor 400 Pro 5G, apresenta-se com um design curvo nos quatro lados, certificação SGS Five Star contra quedas e sistema operativo MagicOS 9.0 baseado no Android 15. A Honor já havia garantido 6 anos de atualizações de sistema operativo e de segurança, com o Android 16 a estar previsto para o final de 2025.
A experiência de utilização é reforçada por integração profunda com ferramentas inteligentes da Google, incluindo Gemini, Google Lens, Circle to Search e Magic Portal. A isto juntam-se funcionalidades como AI Translation, AI Summary, AI Subtitles e AI Recorder, direcionados para produtividade e acessibilidade.
A nível visual, o modelo Pro conta com um ecrã de 6,7 polegadas com tecnologia de escurecimento dinâmico e cuidados visuais assistidos por IA, como o AI Defocus Eyecare e o modo Circadian Night Display, otimizado para promover um sono saudável. O desempenho é assegurado pelo Snapdragon 8 Gen 3, com 12GB de Honor Turbo RAM e GPU Turbo X, prometendo uma fluidez notável em jogos e multi-tarefas. A bateria de silício-carbono de 5300mAh oferece até 33 horas de chamadas de voz e é compatível com carregamento SuperCharge de 100W (0 a 50% em apenas 15 minutos).
Contudo, o ponto forte do Honor 400 Pro 5G reside na fotografia computacional, com uma configuração traseira de 200MP (principal) + 50MP (telefoto) + 12MP (ultra grande angular/macro), e uma câmara frontal de 50MP. Entre os destaques, encontra-se o AI Image to Video, tecnologia desenvolvida em colaboração com o Google Cloud, que transforma imagens estáticas em pequenos vídeos de 5 a 7 segundos. Esta funcionalidade será gratuita durante os dois primeiros meses, com direito a 10 gerações por dia.
Honor 400 5G e Honor 400 Pro 5G
Depois temos o Honor 400 5G, que partilha várias características com o modelo Pro, incluindo a impressionante câmara principal de 200MP com abertura f/1.9, estabilização EIS e OIS, e sensor de 1/1.4″. Também aqui a IA generativa desempenha um papel central, com ferramentas como o AI Eraser (remoção de objetos) e o AI Outpainting (expansão criativa da imagem).
Com um design de arestas retas e um ecrã AMOLED de 6,55 polegadas com brilho HDR de até 5000 nits, o modelo é alimentado pelo Snapdragon 7 Gen 3, uma solução equilibrada para o segmento intermédio-superior. A bateria mantém os 5300mAh, mas o carregamento SuperCharge só chega aos 66W (44% em 15 minutos).
De momento ainda não há informação da data de disponibilidade, nem dos preços dos smartphones em Portugal.
A InPost passou a permitir envios não domiciliários de encomendas de Portugal para dez países europeus, com prazos até seis dias úteis.
A InPost expandiu os seus serviços de envio não domiciliário a partir de Portugal, permitindo agora expedições para dez países europeus. Esta medida insere-se na estratégia de crescimento da empresa no setor da logística associada ao comércio eletrónico, onde assume um papel de destaque nas entregas fora do domicílio.
O serviço está acessível tanto a particulares como a empresas, abrangendo envios a partir de território continental português para Alemanha, Áustria, Bélgica, Espanha, França, Países Baixos, Itália, Luxemburgo e Polónia. A operação recorre à rede europeia da InPost, composta por mais de 83.000 pontos de entrega e recolha, entre os quais se contam cerca de 33.000 Pontos Pack e 50.000 Lockers.
A empresa destaca a possibilidade de redução dos custos de envio até 40%, apresentando esta solução como uma alternativa economicamente vantajosa face aos métodos convencionais. Ao privilegiar o modelo de entrega em ponto de recolha, a InPost aposta igualmente na diminuição da pegada ambiental associada ao transporte de encomendas, contribuindo para uma maior eficiência no processo logístico.
O procedimento para envio de encomendas a partir de Portugal é feito através da plataforma digital da InPost. O utilizador escolhe o país de destino, introduz o peso da encomenda (até 10 kg), os dados do destinatário e o ponto de entrega pretendido, gerando posteriormente a etiqueta de expedição. A entrega pode ser realizada num Ponto Pack ou num Locker, conforme a localização e a preferência do destinatário. Os prazos de entrega variam entre três dias úteis para envios nacionais e três a seis dias úteis no caso de envios internacionais.
Recorde-se que a InPost renovou recentemente o contrato de parceria com a Vinted, assegurando a gestão de todas as encomendas processadas pela plataforma até 2027, abrangendo operações no Reino Unido, Polónia, França, Bélgica, Países Baixos, Itália, Espanha e Portugal.
Lisboa abre o Pavilhão Julião Sarmento em Belém, um novo centro dedicado à arte contemporânea, com entrada gratuita de 5 a 8 de junho.
Lisboa prepara-se para a abertura de um novo espaço dedicado à arte contemporânea, com inauguração marcada para 4 de junho. O Pavilhão Julião Sarmento, situado em Belém, junta-se à rede de equipamentos culturais da cidade, assumindo-se como um espaço singular no panorama artístico nacional.
Este novo centro, com curadoria de Isabel Carlos, nasce a partir do espólio do artista Julião Sarmento (1948–2021) e apresenta-se como uma plataforma de diálogo entre diferentes gerações e linguagens artísticas. A coleção, composta por cerca de 1.500 obras reunidas ao longo de décadas, traduz uma visão pessoal e profundamente enraizada na vivência artística do seu autor.
O edifício que acolhe o pavilhão foi alvo de uma intervenção arquitetónica assinada por João Luís Carrilho da Graça. Originalmente um armazém de alimentos, o imóvel municipal foi transformado num espaço expositivo com identidade própria, mantendo uma escala contida e intimista. A reabilitação esteve a cargo da SRU – Sociedade de Reabilitação Urbana, num investimento global de seis milhões de euros, com um contributo adicional de 500.000€ da EGEAC – Lisboa Cultura, que passa a integrar este novo museu no seu conjunto de equipamentos culturais.
Mais do que um museu convencional, o Pavilhão Julião Sarmento apresenta-se como um centro ativo de criação e partilha artística. Pensado como um espaço de encontro entre artistas, investigadores e públicos diversos, propõe uma programação multidisciplinar onde as artes plásticas dialogam com o cinema, a performance, a literatura, a moda e a música. Esta abordagem procura refletir a natureza transversal da obra e do percurso de Sarmento.
A programação inaugural arranca com a exposição TAKE 1 – A Coleção do Artista Julião Sarmento, com curadoria de Isabel Carlos. A mostra parte de uma metáfora cinematográfica – a ideia de uma “primeira tomada” – para introduzir um percurso que se pretende contínuo e em constante evolução. Dividida em dois núcleos principais, Arte e Vida e Espaço e Arquitetura, a exposição propõe uma leitura afetiva e concetual da colecção. A seleção inclui obras de figuras incontornáveis da cena artística contemporânea, como Marina Abramović, Ernesto Neto, Robert Morris, Juan Muñoz, Cristina Iglesias, Rui Chafes, Richard Long, Lawrence Weiner, Ângela Ferreira, John Baldessari e Rita McBride.
A OPPO dá mais um sinal em vista ao lançamento internacional dos smartphones da série Reno14.
Na semana passada, a OPPO apresentou oficialmente, na China, a sua mais recente proposta para o segmento de gama média: os novos OPPO Reno14 e Reno14 Pro. Embora, por agora, estes dispositivos estejam disponíveis exclusivamente no mercado chinês, a marca já deu sinais de preparação de um lançamento global, sugerindo novidades relevantes para os utilizadores fora do país asiático.
No seu comunicado de imprensa, a OPPO destacou a colaboração com a Google com vista à integração do Gemini. Dado que os serviços Google não são disponibilizados na China, tudo indica que esta parceria se aplicará às versões internacionais da série Reno14. De acordo com a OPPO, o Gemini será integrado diretamente nas aplicações nativas da marca, como o Notas, Calendário e Relógio. Esta integração permitirá à inteligência artificial extrair informação útil e executar ações contextuais em nome do utilizador, seguindo uma abordagem semelhante à que já foi adotada pela Samsung nos seus equipamentos mais recentes.
Um dos exemplos práticos fornecidos pela fabricante inclui a capacidade do Gemini para identificar os passos essenciais de uma receita num vídeo do YouTube e guardá-los automaticamente na aplicação de Notas. Outro caso ilustrativo passa pela criação automática de eventos de calendário com base em reservas e compromissos detetados, facilitando o planeamento do utilizador. Esta abordagem representa um passo claro na direção de uma utilização mais natural e multimodal da inteligência artificial, onde texto, voz, imagem e contexto se unem para criar uma experiência mais fluida e proativa.
O SPC Gravity Pro tem no ecrã o seu ponto de destaque, o Matte View Display, com tecnologia que reduz significativamente a fadiga ocular.
Os tablets Android estão a viver uma espécie de segunda vida, com propostas muito consistentes no segmento de gama alta. No entanto, ao contrário do que possa parecer, é difícil definir o ritmo de um tipo de dispositivo que perdeu algum fulgor nos últimos anos. E é precisamente neste campo que a SPC pretende contrariar, com um portefólio de tablets bastante sólido e uma arma convincente para atrair o público em geral: preços acessíveis. Assim, temos em análise a 6ª geração do modelo Gravity, o SPC Gravity Pro, um dispositivo concebido para o consumo de conteúdos multimédia, graças ao seu ecrã de grandes dimensões. Torna-se assim uma opção ideal para quem procura um tablet de entrada sem gastar demasiado.
SPC Gravity Pro
O SPC Gravity Pro apresenta-se com um corpo metálico e dimensões generosas. A sensação na mão é bastante positiva, graças à utilização de metal escovado na traseira, com uma qualidade acima do que seria de esperar nesta gama — diria até que transmite uma impressão de segmento superior. Ao virar o tablet, encontramos na parte inferior um orifício que aloja os altifalantes, uma porta USB-C e a gaveta para o cartão microSD de SIM. No lado esquerdo localizam-se apenas um microfone, enquanto que na direita temos os botões power e de controlo de volume. Já o outro altifalante encontram-se na parte superior, algo a que voltaremos mais adiante. O lado direito está completamente livre de elementos, o que contribui para uma melhor aderência.
O design com cantos arredondados e laterais planos transmite uma sensação de robustez, embora, por vezes, o equipamento possa parecer algo pesado. Na parte traseira, encontramos apenas uma pequena câmara que sobressai ligeiramente, acompanhada por um flash LED e a habitual marcação com a marca SPC. Esta superfície, como é escovada, tende a ser inimiga das impressões digitais, que é algo que me agrada bastante.
O ponto de destaque desta tablet é o seu ecrã Matte View Display. É na verdade um painel IPS Incell de 12 polegadas com resolução FullHD+ com 2000×1200 pixeis. A visibilidade é brutal, o seu acabamento mate e com textura estilo papel demonstrou durante os testes ser de excelente qualidade. Os ângulos de visão são amplos e o brilho satisfaz, tudo sem reflexos. Ou seja, até em ambientes muito iluminados pode ser utilizado sem dificuldade, o que reduz muito o cansaço visual que muitas vezes é causado pelos ecrãs IPS. É embora a reprodução de cores nem sempre seja a mais equilibrada, a verdade é que o touch apresenta uma boa resposta, com precisão suficiente e sem qualquer comportamento anómalo.
Na secção multimédia, é tempo de falar do som proporcionado pelos dois altifalantes. E aqui encontramos uma das primeiras desilusões: o som é potente mas a qualidade por vezes deixa a desejar. Ao ultrapassar o volume médio, a distorção é notória. As frequências — graves, médias e agudas — misturam-se de forma pouco definida, resultando numa experiência sonora pouco refinada. Não se pode dizer que seja desastroso, mas também não está à altura da qualidade do ecrã. Liguei um par de auscultadores Bluetooth (com fio não é possível a ligação), o que elevou significativamente a experiência, especialmente em comparação com os altifalantes externos. Neste caso, a qualidade de som depende mais diretamente dos auscultadores em si, mas de forma geral, obtém-se um desempenho muito superior.
SPC Gravity Pro
O SPC Gravity Pro vem equipado com um processador de baixo custo, o Unisoc T606 de oito núcleos, acompanhado por um GPU ARM Mali G57 MC1. Infelizmente, este conjunto de hardware não se traduz num desempenho de nos deixar de boca aberta. A experiência geral revela uma interface que muitas vezes perde a fluidez, com animações que às vezes engasgam. Não sei se este comportamento se deve a uma otimização insuficiente do software, mas é evidente que o hardware é apenas suficiente para as tarefas básicas do dia-a-dia, mas não muito mais do que isso. Embora o desempenho não seja catastrófico, presenciei alguma lentidão em aplicações e até algumas falhas gráficas ocasionais, que podem comprometer a experiência geral de utilização.
Os seus 6GB de RAM com 256GB de armazenamento interno, que em teoria deveriam garantir uma gestão multi-tarefas fluida, nem sempre evitam que algumas aplicações fechem subitamente quando estão em segundo plano, obrigando-nos a esperar pela sua reabertura após um novo toque no ícone. Não estamos perante um tablet pensado para jogos, ainda que consiga executar títulos menos exigentes a nível técnico. Por exemplo, foi possível jogar algumas partidas de Clash Royale sem grandes dificuldades, mas jogos mais pesados, como Genshin Impact, estão fora de questão. Apesar de Genshin Impact instalar sem problemas, a taxa de frames cai drasticamente assim que se entra no mundo do jogo, tornando a experiência praticamente injogável. O próprio sistema aplica as definições gráficas no mínimo, e mesmo assim, reduzir elementos como sombras ou efeitos visuais não estabiliza o desempenho. O GPU integrado neste chip da UniSoc não foi concebido para cenários exigentes. Situação semelhante presenciei no PUBG Mobile, ainda que seja possível jogar numa taxa de frames realmente baixa na maioria do tempo, a qualidade gráfica deixa muito a desejar. O efeito de “serrilhado” nas bordas é bastante visível, e em cenários maiores ou com muitos efeitos em simultâneo, ocorrem quebras ainda maiores no desempenho.
Passando agora para a autonomia, assegurada por uma bateria com 8000mAh, nesta secção, não tenho grandes críticas a apontar: o SPC Gravity Pro consegue atingir cerca de oito horas de ecrã ativo sem dificuldades, o que é muito bom para um dispositivo desta gama. Contudo, se decidirmos puxar pelo tablet com tarefas mais exigentes, a autonomia ressentir-se-á de forma evidente. Nestes casos, o ideal será manter o carregador por perto, especialmente durante sessões prolongadas de utilização intensiva. Felizmente a SPC dotou o tablet com suporte para o carregamento rápido de 18W. Não é o carregamento mais rápido, mas ainda assim é superior aos 10W que é oferecido pela grande maioria dos seus rivais. Ah!, atenção que o tablet não inclui carregador no pacote.
E falando de tempo de carregamento, para chegar dos 0 aos 100% de bateria será necessário esperar pouco menos de 96 minutos. Durante o carregamento, a temperatura do tablet sobe ligeiramente, embora nunca atinja níveis alarmantes. No uso normal, nomeadamente na reprodução de conteúdos multimédia, o comportamento térmico é muito estável, mantendo-se fresco ao toque. No entanto, ao jogar, é possível notar algum aquecimento na parte traseira, o que se deve ao esforço adicional do processador e do GPU. Ainda assim, trata-se de um comportamento esperado nestas circunstâncias e não representa qualquer problema.
SPC Gravity Pro
O SPC Gravity Pro sai de fábrica com o Android 14 pré-instalado. A meu ver é um dos pontos fortes deste tablet. Estamos a falar de uma versão quase limpa do sistema operativo que é fornecido pela Google, com “meia dúzia” de aplicações da SPC instaladas e o resto limita-se às aplicações Google. Para mim, algo que maravilho e que aprecio muito. E logo ao iniciar o dispositivo, a primeira ação foi verificar se havia alguma atualização pendente — a resposta foi negativa. A menos que a política da SPC sofra alterações, é provável que este tablet permaneça preso à versão atual do sistema operativo, sem perspetiva de evolução. Eu já questionei a SPC sobre a sua política de atualizações, e até hoje ainda não obtive qualquer resposta… pelo que desconfio que se irá manter eternamente tal como está.
Ainda assim, estamos perante um tablet lançado há sensivelmente 2 semanas com o Android 14 e quando estamos a meia dúzia de semanas do lançamento do Android 16. E tal como já havia revelado, para tarefas básicas o software do tablet cumpre muito bem a sua função, mas fica claro que o potencial do software está longe de ser bem aproveitado devido à falta de hardware mais potente.
Por fim, vamos falar das câmaras — um aspeto que, neste tipo de produto, raramente é decisivo. O SPC Gravity Pro segue a tendência do segmento, oferecendo sensores bastante modestos: uma câmara traseira de 13MP e uma frontal de 8MP. Nenhuma delas se destaca, servindo apenas para tarefas pontuais, como chamadas de vídeo ou capturas casuais onde a qualidade de imagem não seja uma prioridade.
A câmara traseira mostra limitações evidentes: o ruído está sempre presente, o alcance dinâmico é apenas aceitável e o detalhe é reduzido. É possível captar alguma imagem ocasional, mas não espere utilizar este tablet, com 12 polegadas, como substituto de uma máquina fotográfica. Já a câmara frontal cumpre para videoconferências, e os seus 8MP também são suficientes para selfies, desde que não seja muito exigente.
Vale a pena comprar o SPC Gravity Pro?
O SPC Gravity Pro apresenta-se como uma opção apelativa para um público com necessidades bem definidas: é ideal para quem pretende um tablet com um ecrã de grandes dimensões e acabamento mate, confortável para longas sessões de leitura e adequado a ambientes com muita luminosidade. Para além disso, destaca-se por incluir funcionalidades como armazenamento expansível, conectividade 4G e som estéreo, tudo isto por 249,99€. Já os interessados podem ter acesso a um modelo igual, mas com ecrã de 11 polegadas, por 229,99€. Se o ecrã é de excelente qualidade e invejável, é evidente que o tablet conta com alguns compromissos, como o seu modesto desempenho que é apenas suficiente para tarefas básicas. Também fica a dúvida quanto à política de atualizações da SPC.
Clair Obscur: Expedition 33 é a estreia da Sandfall Interactive e uma lufada de ar fresco nos RPG por turnos, ao mesmo tempo que combina combate exigente e emocionante, uma narrativa emotiva e uma identidade meta e visual onde o absurdo e o trágico coexistem.
Se tivesse um euro por cada RPG francês que joguei e analisei, teria três euros. Não é muito, e também não dá para nada. Ainda assim, é curioso como este pequeno número tem vindo a deixar uma marca tão distinta no meu percurso pelo mundo dos RPG, especialmente os de sabor japonês. Porque o “J” dos “JRPG” é mais do que geografia: é identidade.
Edge of Eternity foi um dos primeiros jogos que joguei na PlayStation 5. Era ambicioso, talvez demasiado para o estúdio, e isso notou-se. Depois veio Terra Memoria, que me apanhou de surpresa com o seu charme retro, combates por turnos e um cheirinho a mitologia de cristais. E foi um daqueles jogos que joguei na altura perfeita. Agora, Clair Obscur: Expedition 33 só não me apanhou desprevenido porque já estava bastante entusiasmado desde a primeira revelação. O termo “Clair Obscur”, ou “chiaroscuro”, é usado para descrever o contraste forte entre luz e sombra nas artes visuais. Neste projeto de estreia da Sandfall Interactive, é usado como metáfora perfeita para o tom e os temas do jogo — o salto entre o drama existencial e o o humor absurdo com uma elegância rara.
Mergulhando no jogo, Clair Obscur: Expedition 33 destaca-se em múltiplas frentes: domina o género dos RPG por turnos; apresenta uma narrativa envolvente e madura; encanta com visuais bem polidos e uma banda sonora deslumbrante; conquista tanto a crítica profissional como a da comunidade e alcança números impressionantes de vendas para um estúdio independente. Há aqui uma lição algures, não há?
Clair Obscur: Expedition 33 decorre numa França alternativa, onde há 67 anos que os habitantes de Lumière vivem sob a ameaça de um evento conhecido como Gommage — um ritual cruel e inevitável, onde uma entidade enigmática chamada de Pintora pinta um número em contagem decrescente. Quem tiver a idade pintada desaparece, como se a própria realidade os rejeitasse, dissolvendo-os nas memórias dos que ficam. Após o Gommage, Lumière envia uma nova expedição — um grupo de voluntários dispostos a atravessar o continente para enfrentar a Pintora, na vã esperança de impedir que um novo número seja pintado.
A nossa Expedição 33 é a mais recente a partir e é onde conhecemos Gustave, um engenheiro pragmático, cuja vida se extinguirá dentro de um ano; Maelle, a mais jovem da expedição e irmã adotiva de Gustave, cuja juventude contrasta com o peso da missão; Lune, uma erudita que manipula os elementos e Sciel, uma guerreira serena, cuja leveza e otimismo mascaram a dor da perda. Durante a demanda, a Expedição cruza-se com outras figuras que não quero desenvolver mais do que o necessário: Renoir, um obstáculo consumido por uma determinação implacável; Verso, uma figura misteriosa que acompanha a expedição de longe; Monoco, um dos muitos habitantes bizarros do continente; e Esquie, uma criatura mítica tão ambígua quanto fascinante.
As primeiras horas de jogo são das mais pesadas que me lembro num videojogo, carregadas de morte, de desespero e de um peso que quase nos esmaga. Mas logo a seguir, o jogo vira completamente o tom e apresenta-nos os Gestrals: uma raça deliciosamente estranha de maníacos por combates, com cabeças em forma de pincel e corpos de manequim. Um contraste de humor inesperado… e bem-vindo. Este pêndulo entre o desespero e a leveza, entre o medo e o deslumbramento, continua ao longo de toda a aventura. E a viagem está cheia de reviravoltas dramáticas — incluindo uma, por volta de um terço do jogo, que é um autêntico murro no estômago.
Clair Obscur: Expedition 33 é uma verdadeira ousadia artística e digo-o no melhor dos sentidos. A Belle Époque serve de inspiração, onde o esplendor e a decadência coexistem num equilíbrio frágil, com paisagens oníricas, arquitetura surrealista e figuras que parecem saídas de uma pintura a óleo. Os locais por onde passamos têm uma qualidade quase etérea, com uma paleta de cores saturadas, como se fossem cuidadosamente pintados à mão — quase uma galeria de arte, e não um ambiente digital. Há uma clara intenção de provocar emoções visuais antes mesmo de sequer sentirmos as batidas emocionais da história. A decisão de combinar a beleza e a decadência nas magníficas e misteriosas ruínas, estátuas quebradas e cenários grandiosos, mas desfeitos, cria uma tensão estética entre o sublime e o trágico — o que encaixa perfeitamente na temática de Clair Obscur: a inevitabilidade da morte daquela gente tão nova.
Imaginem a liberdade criativa que esta equipa teve para dar vida à estranheza deliciosa que fomos encontrando ao longo das horas de jogo. Desde criaturas surreais a cenários que desafiam qualquer lógica — nada faz muito sentido, e ainda bem. É precisamente aí que Clair Obscur brilha: fruto de poucos cozinheiros na cozinha e zero intromissões executivas, o jogo é uma sinergia perfeita entre todos os departamentos. E claro, não podia deixar de destacar a banda sonora absolutamente incrível. Oito horas de música que nasceram quase por acaso, graças a uma feliz serendipidade! Lorien Testard e Alice Duport-Percier conseguiram um feito raro: criar uma narrativa emocional paralela que nos agarra do início ao fim, quer estejamos a jogar ou só a ouvir de olhos fechados. Dá para reconhecer várias influências ao longo da banda sonora, mas não consegui evitar umas comparações (bem saudáveis) com Masayoshi Soken — aquela mistura eclética de temas, ritmos e instrumentos faz lembrar o melhor do trabalho dele. É tudo tão variado e criativo que parece ter saído da mesma mente caótica e brilhante.
Uma das melhores qualidades de Clair Obscur é o que muitos receiam fazer: evitar explicações. Ao passo que a maioria se apressa a expor tudo e mais alguma coisa, a Sandfall Interactive mostra uma contenção rara e bem-vinda. Guarda as respostas, ou nem as dá, e confiam que o jogador monte o puzzle por si. O que torna tudo mais cativante. E isso continua na jogabilidade: para além do mapa-mundo recuperado dos RPG da velha guarda, não temos mini-mapa. De início, é estranho e desorientante, mas acaba por ser uma excelente decisão para nos arrancar do canto do ecrã para absorver os níveis que, se prestarmos atenção, são bem lineares com apenas alguns desvios para puzzles, bosses secretos ou equipamento/roupas.
O que mais me chamou à atenção durante a revelação de Clair Obscur foi, sem dúvida, o sistema de combate por turnos — uma mistura improvável entre Paper Mario, Lost Odyssey… e Dark Souls? Parece estranho, mas faz todo o sentido quando começamos a jogar. Cada membro da equipa dispõe de um ataque básico que gera pontos de ação (AP) e esses pontos são usados para desencadear habilidades mais poderosas ou outras de suporte. Até aqui, tudo dentro do esperado. Mas a verdadeira tensão acontece no turno adversário. Aí, vamos ter de prestar atenção para nos desviarmos ou, melhor ainda, tentar aparar o golpe. Não só ganhamos mais AP, como ainda temos a hipótese de ripostar. Os timings são muito mais apertados do que para o esquivar e qualquer distração sai cara, mesmo no modo mais acessível. Este sistema exige reflexos, atenção e precisão, quase como se estivéssemos a jogar um Sekiro disfarçado de RPG por turnos. O resultado? Combates intensos, viscerais, que fogem totalmente ao que estamos habituados no género e que rapidamente se tornam num dos grandes destaques do jogo. Se tiver de apontar um ponto menos bom é a impossibilidade de substituir a equipa durante o combate.
As influências de Souls não ficam por aqui — sentem-se sobretudo na forma como temos muito poucas oportunidades para recuperar entre combates. Descobrir uma das bandeiras de expedição é um verdadeiro alívio, quase como encontrar uma bonfire. É aí que podemos descansar e recuperar os elixires… com um detalhe bem familiar: os inimigos derrotados também voltam à vida. Ainda, podemos evoluir os atributos individuais de cada personagem: força, defesa, velocidade, entre outros e as armas que equipamos vão escalando com esses atributos, cada uma com afinidades e elementos próprios.
A personalização em Clair Obscur vai muito além dos atributos básicos. Cada personagem pode equipar até três Pictos — pequenos artefactos que melhoram atributos ou desbloqueiam habilidades passivas. Ao fim de quatro combates, esses Pictos evoluem para Luminas, permitindo partilhar os bónus com a restante equipa. É uma daquelas mecânicas que dá gosto explorar e que incentiva a combinações fora da caixa. Para além de que cada personagem tem um estilo de combate totalmente distinto. Por exemplo, a Lune manipula os elementos, a Sciel usa cartas mágicas que vai empilhando nos inimigos para libertar um ataque final devastador. Já o Monoco… transforma-se em inimigos já derrotados. Apenas temos de combater contra eles e de colecionar os seus pés. Sim, correto… No fim, tudo se resume a como escolhemos afinar a equipa. Podemos montar uma máquina de guerra para enfrentar os bosses mais exigentes (e sim, há uns bem tramados). Ou investir tudo na Maelle e partir para o caos. Ambas são estratégias válidas. E divertidas!
Clair Obscur: Expedition 33 é uma daquelas raras surpresas que vai ficar connosco durante muito, muito tempo. Tem ambição, identidade e confiança no que faz sem medo de ser estranho, poético e até desconcertante. A direção artística brilha; o combate é divertido e viciante; e a história agarra-nos, magoa-nos, mas também nos ergue num turbilhão de emoções. Pode ser curto (jogo para cerca de 30 horas), mas nunca se sente que ficou algo de fora. E há sempre algo a descobrir, experimentar ou simplesmente apreciar: seja um boss opcional que nos obriga a repensar como jogamos ou uma partida de voleibol com os Gestral. Tudo ali parece feito com cuidado e paixão. E eu só tenho a agradecer.
Os utilizadores atuais poderão continuar a acumular pontos até julho de 2025 e resgatá-los até novembro de 2026.
A PlayStation anunciou oficialmente que vai descontinuar o PlayStation Stars, o seu programa de fidelização e de recompensas lançado em 2022. A versão atual do serviço deixará de aceitar novos membros a partir de agora e será encerrada definitivamente a 2 de novembro de 2026. Até lá, os utilizadores atuais poderão continuar a participar nas campanhas e acumular recompensas até julho de 2025, sendo depois possível apenas resgatar os pontos obtidos.
A decisão foi apresentada em comunicado, com os utilizadores a receberem também um email de alerta, onde a Sony Interactive Entertainment justifica este encerramento no seguimento de uma avaliação interna sobre o funcionamento do programa e o tipo de iniciativas que mais envolvem a comunidade. A marca refere que está a “avaliar novas formas de evoluir os esforços de fidelização”, com a intenção de aplicar o que aprendeu com o PlayStation Stars em futuras iniciativas.
De acordo o comunicado, os pontos e itens digitais continuarão acessíveis aos utilizadores até ao encerramento total do serviço, mas há limitações importantes. Os membros ativos podem ganhar pontos, itens colecionáveis e subir de nível até 23 de julho de 2025. Mas a partir dessa data, deixam de existir novas campanhas ou recompensas. Os pontos acumulados poderão ser trocados até 2 de novembro de 2026, desde que ainda estejam válidos.
Quem cancelar voluntariamente a subscrição ao PlayStation Stars perderá o acesso imediato aos pontos não utilizados e não poderá voltar a aderir à versão atual do programa. No entanto, os itens colecionáveis digitais já adquiridos continuarão disponíveis, mesmo após o encerramento do serviço.
Apesar de terminar este capítulo, a PlayStation garante estar já ter planos para novas formas de recompensar a comunidade, prometendo continuar a celebrar os jogadores através de futuras experiências e atividades.
A expansão Goddess of Victory: Nikke chega a 11 de junho com a versão PC de Stellar Blade.
Quando Stellar Blade chegar ao PC, não serão apenas os jogadores dessa plataforma a receber novidades. Também a versão de PlayStation 5 irá receber uma nova expansão de conteúdos chamada Goddess of Victory: Nikke DLC.
Revelada oficialmente em fevereiro, a expansão Goddess of Victory: Nikke será o segundo pacote de conteúdos premium de Stellar Blade, que em 2024 recebeu uma colaboração com NiER: Automata, da Square Enix. Desta vez, a colaboração é interna, afinal de contas Goddess of Victory: Nikke é um dos jogos mais populares da Shift Up, estúdio também responsável por Stellar Blade.
Para apresentar melhor esta ligação entre jogos, a Shift Up revelou agora um novo trailer, com destaque para os novos conteúdos da expansão. Os jogadores podem contar com modos de jogo de tiro na terceira pessoa, com mecânicas de cover semelhantes às de Goddess of Victory: Nikke, novos fatos inspirados nesse universo e uma batalha de boss contra Scarlet, uma das personagens mais conhecidas do título original.
O Goddess of Victory: Nikke DLC faz parte do pacote Twin Expansion Pack, que inclui as duas expansões premium do jogo, e estará também incluído na Complete Edition de Stellar Blade. Esta versão será lançada para PlayStation 5 e PC (via Steam e Epic Games Store) a 11 de junho.
A edição limitada do novo comando chega a 26 de junho e inclui um design exclusivo inspirado na organização Drawbridge de Death Stranding 2.
A PlayStation anunciou que já é possível reservar o comando sem fios DualSense – Edição limitada Death Stranding 2: On the Beach, um modelo exclusivo inspirado na sequela do aclamado jogo de Hideo Kojima. O novo comando está disponível por 84,99€, em unidades limitadas e em exclusivo através da lojaPlayStation Direct.
Com lançamento agendado para 26 de junho, no mesmo dia da chegada de Death Stranding 2: On the Beach à PlayStation 5, este DualSense distingue-se pelo seu design personalizado. O corpo do comando apresenta detalhes em laranja vibrante com o logótipo e lema da Drawbridge, evocando a estética e os temas centrais do novo capítulo.
A pré-reserva garante ainda, para encomendas elegíveis feitas diretamente na PlayStation Direct, entrega no dia de lançamento, estando essa condição sujeita à disponibilidade logística.
Hideo Kojima com o seu DualSense de edição limitada de Death Stranding 2: On the Beach
Death Stranding 2: On the Beach traz de volta Sam e os seus aliados numa missão que promete aprofundar o universo iniciado em 2019. Para além da edição standard, o jogo poderá ser adquirido em versões especiais, como a Edição Digital Deluxe (89,99€), que inclui acesso antecipado a partir de 24 de junho, e a Edição de Colecionador (249,99€), que oferece diversos bónus físicos e digitais, incluindo uma estátua exclusiva.
Death Stranding 2: On The Beach é o segundo projeto original da Kojima Productions, que também se encontra a desenvolver um jogo de horror para a Xbox Game Studios, OD, e Physint, neste caso para a próxima geração de consolas PlayStation.
A recriação utiliza principalmente San Andreas (na versão PC) para replicar quase todas as cenas do trailer oficial, com alguns detalhes adicionais obtidos através de montagem de vídeo e elementos extraídos de Vice City. O resultado é uma versão low poly, arcaica, mas nostálgica que coloca os protagonistas Jason e Lucia no universo visual dos anos 2000. Apesar do seu aspeto datado, este divertido exercício é uma forma de admirar o progresso das tecnologias da Rockstar nas últimas duas décadas de videojogos.
Esta recriação surge poucos dias após o lançamento do segundo trailer oficial de Grand Theft Auto VI, que já se tornou no maior lançamento de vídeo de sempre com mais de 475 milhões de visualizações em apenas 24 horas. Para além da popularidade do vídeo — que fez disparar a atenção da música “Hot Together” das The Pointer Sisters —, o novo conteúdo revelou mais sobre a história do jogo, centrado num casal de criminosos no estado fictício de Leonida.
A Alcatel está a preparar o seu regresso ao mercado de smartphone com a revelação de três novos equipamentos no próximo dia 27 de maio.
Após um prolongado silêncio de 4 anos (desde 2021), a Alcatel prepara-se agora para regressar ao mercado de smartphones. Apesar de ter origem francesa, a marca encontra-se atualmente sob controlo da Nokia, e a sua mais recente investida no sector móvel passará pela apresentação de três novos modelos, com lançamento marcado para o dia 27 de maio na Índia.
Os dispositivos em causa são os Alcatel V3 Classic 5G, V3 Pro 5G e V3 Ultra 5G. No entanto, tudo indica que se tratam essencialmente de versões renomeadas (rebrandings) de modelos já existentes da TCL: nomeadamente o TCL 60, TCL 60 SE NxtPaper e o TCL 50 Pro NxtPaper.
O Alcatel V3 Ultra 5G é o destaque da nova gama
O modelo mais avançado da nova série, o V3 Ultra 5G, deverá apresentar um ecrã FHD+ de 6,8 polegadas, com taxa de atualização de 120Hz e tecnologia anti-reflexo NexPaper, sendo o primeiro equipamento com esta tecnologia a ser lançado na Índia. Este smartphone contará com um processador da MediaTek, o Dimensity 6300, 8GB de RAM e 128GB de armazenamento interno. Na traseira, o dispositivo integra uma configuração de três câmaras com sensores de 108MP + 8MP + 2MP, enquanto na parte frontal conta com um sensor de 32MP.
O V3 Ultra 5G contará ainda com uma bateria de 5010mAh com carregamento rápido com fios a 33W. A marca promete até 7 dias de autonomia com o modo Max Ink ativado. Este modelo incluirá ainda uma caneta integrada e suporte para eSIM.
Alcatel V3 Classic
Os restantes modelos — V3 Classic 5G e V3 Pro 5G — são ligeiramente mais modestos. Ambos com ecrãs HD+ de 6,7 polegadas com taxa de atualização de 120Hz. No entanto, apenas o V3 Pro 5G contará com tecnologia NxtPaper, enquanto o V3 Classic 5G utilizará NxtVision.
Ambos os equipamentos mantêm o mesmo processador da MediaTek, o Dimensity 6300, e apresentam baterias de 5200mAh, 8GB de RAM, 128GB de armazenamento interno e uma configuração de dupla câmara traseira com sensores de 50MP + 8MP.
Segundo a filial da Alcatel na Índia, os três modelos estarão disponíveis para compra a partir de 27 de maio, em exclusivo através da plataforma Flipkart. Os preços ainda não foram oficialmente divulgados, mas estima-se que o modelo mais caro tenha um custo aproximado de 29.000 rupias indianas, o equivalente a cerca de 300€. Contudo, até ao momento não há qualquer informação oficial sobre um possível lançamento internacional destes modelos.