Uma surpresa do passado que funciona muito bem na sua gestão de missões secundárias e na aposta de níveis curtos e lineares que se focam mais no sistema de combate.
Infelizmente, a animação é o grande destaque deste jogo de puzzles, onde a falta de lógica em alguns quebra-cabeças e certos problemas técnicos prejudicam aquele que poderia um memorável point and click.
Se Rockay City fosse mais do que as suas referências, a sua jogabilidade podia brilhar, mas o que sobra são modos desinteressantes e uma tentativa falhada de injetar alguma novidade ao género roguelike.
Depois de Mortal Kombat 11 ter subido a parada para uma das sagas de luta arcade mais acarinhadas da história, eis que Mortal Kombat 1 carrega no reset sem descer de qualidade.