Celebrou-se, no passado dia 28 de julho, o Dia Nacional da Conservação da Natureza, um momento útil para olhar com atenção para a forma como consumimos recursos e para o impacto dessa utilização no ambiente e nas despesas domésticas. A preservação ambiental cruza-se com a saúde pública, a qualidade de vida e a estabilidade económica das famílias, pelo que vale a pena traduzir a discussão em hábitos concretos dentro de casa.
Este tema atravessa hoje vários setores da sociedade, desde a indústria até ao entretenimento digital, onde espaços tão distintos como o casino online vincispin coexistem com outras plataformas de grande tráfego. Independentemente do contexto, a adoção de hábitos mais eficientes e conscientes continua a ser o caminho mais direto para reduzir consumos de energia e água sem comprometer o conforto.
Reduzir consumos energéticos com pequenos gestos
Desligar totalmente os equipamentos quando estão fora de uso é um ponto de partida eficaz. Televisores, boxes e carregadores mantêm consumo em modo de espera; retirá-los da tomada, sempre que faça sentido, evita gastos acumulados ao longo do mês. A troca de lâmpadas antigas por LED é outro passo simples: menor consumo, maior durabilidade e iluminação estável, com impacto direto na fatura.
A vigilância das temperaturas nos equipamentos de frio também conta. Manter o frigorífico entre 3 °C e 5 °C e o congelador nos -18 °C é suficiente para a segurança alimentar; valores mais baixos não acrescentam benefício e apenas pressionam o consumo elétrico.
Eletrodomésticos: leitura da etiqueta e planeamento
Na renovação de equipamentos, a etiqueta energética deve pesar na decisão. Aparelhos mais eficientes podem implicar um investimento inicial superior, mas o retorno faz-se sentir no uso prolongado. O cálculo é simples: menos energia para desempenhar a mesma função ao longo de anos traduz-se em custos globais mais baixos e numa pegada ambiental reduzida.
Água: gerir melhor um recurso finito
No banho, encurtar a duração para cerca de cinco minutos reduz consumo de água e energia. A água que corre enquanto se aguarda pela temperatura certa pode ser recolhida num balde e reaproveitada na descarga da sanita ou na rega. Em paralelo, redutores de caudal nas torneiras limitam a quantidade utilizada por utilização sem comprometer a funcionalidade, gerando poupanças mensais cumulativas.
Isolamento térmico: conforto e eficiência ao longo do ano
Intervenções no invólucro da habitação têm efeito estrutural na eficiência: janelas adequadas, paredes com bom isolamento e pavimentos com materiais de melhor desempenho ajudam a manter temperaturas estáveis, reduzindo a necessidade de aquecimento no inverno e de arrefecimento no verão. Para além da poupança, há ganhos na salubridade interior, com menor humidade e menos condensações.
A conservação da natureza não se esgota na data assinalada. O trabalho faz-se na repetição diária de escolhas informadas: desligar o que não é preciso, optar por iluminação eficiente, gerir a refrigeração, encurtar banhos, reaproveitar água e planear melhorias no isolamento. São medidas de baixo ruído que, somadas, produzem resultados tangíveis para o ambiente e para o orçamento.
Com a chegada do verão e o previsível aumento das viagens de férias, muitas famílias procuram formas de reduzir custos nas deslocações. Num contexto em que os combustíveis continuam a representar uma fatia significativa do orçamento familiar, a adoção de hábitos de condução mais eficientes surge como uma prioridade. Para além do impacto económico, estas práticas contribuem para uma maior segurança rodoviária e para a redução da pegada ambiental associada ao transporte.
Estudos recentes indicam que pequenas alterações no comportamento ao volante podem traduzir-se em poupanças substanciais. A condução defensiva, por exemplo, permite não só evitar acidentes, como também reduzir de forma significativa o consumo de combustível. Esta lógica é semelhante à gestão de risco que se aplica em várias áreas do quotidiano, como nas escolhas feitas em plataformas de entretenimento online, incluindo a HighFly, onde a estratégia e a moderação podem ser determinantes para o resultado final.
Condução mais suave pode gerar poupanças consideráveis
Uma das recomendações mais relevantes passa por evitar travagens bruscas e acelerar de forma gradual. Este tipo de condução permite poupar entre 15% e 30% em autoestrada e até 40% em meio urbano, de acordo com dados de estudos internacionais. Antecipar o trânsito, observar com atenção os veículos que circulam à frente e aproveitar a inércia do automóvel sempre que possível são medidas simples que podem fazer toda a diferença.
Este comportamento é particularmente útil nas longas filas de trânsito típicas do verão, em que as paragens e arranques constantes aumentam o consumo. Circular a uma velocidade constante e dentro dos limites legais é, além de mais seguro, uma forma de evitar gastos desnecessários.
Manutenção do automóvel: um fator decisivo para a eficiência
Garantir que o veículo está em boas condições é essencial para manter um consumo equilibrado. A verificação periódica da pressão dos pneus é um dos cuidados mais importantes, já que pneus com pressão incorreta aumentam a resistência ao rolamento e, consequentemente, o consumo de combustível.
Outros aspetos, como a substituição de filtros de ar, a limpeza das velas de ignição e a utilização do óleo indicado pelo fabricante, têm impacto direto no desempenho do motor. Manter o veículo limpo, não apenas por fora, mas também no interior do compartimento do motor, ajuda a evitar acumulações de sujidade que podem comprometer a sua eficiência.
Reduzir o peso e a resistência ao vento ajuda a poupar
O excesso de carga é outro dos fatores que contribuem para um maior gasto de combustível. Retirar objetos desnecessários do porta-bagagens e do interior do automóvel pode parecer insignificante, mas cada quilo conta. A utilização de malas de tejadilho deve ser ponderada, uma vez que aumenta a resistência ao vento, sobretudo em velocidades mais elevadas.
Durante as viagens em autoestrada, é aconselhável circular com as janelas fechadas. As janelas abertas criam turbulência aerodinâmica, o que obriga o motor a um maior esforço. O uso do ar condicionado deve igualmente ser moderado, pois a utilização intensiva deste sistema aumenta o consumo de combustível.
Gestão das mudanças e planeamento da viagem
A forma como se utilizam as mudanças também tem influência direta no consumo. Conduzir em rotações baixas, privilegiando as mudanças mais altas sempre que possível, permite que o motor trabalhe de forma mais eficiente. Evitar acelerações repentinas e trocar de mudança no momento certo prolonga ainda a vida útil do motor.
Outro aspeto muitas vezes negligenciado é o planeamento da viagem. Antes de sair de casa, é recomendável utilizar aplicações de navegação que identifiquem percursos alternativos em caso de congestionamento. Além de permitir manter uma velocidade constante, esta prática reduz o tempo de viagem e o gasto de combustível.
Estas ferramentas digitais podem ainda ajudar a localizar os postos de abastecimento mais próximos e com preços mais acessíveis, facilitando a gestão do orçamento ao longo do trajeto.
Now United atuam em Lisboa e no Porto com a Now or Never World Tour, numa fusão de êxitos, novos membros e produção renovada.
O coletivo internacional Now United regressa a Portugal no mês de novembro, no âmbito da sua mais recente digressão mundial, intitulada Now or Never World Tour. O grupo tem concertos agendados para Lisboa, no dia 5, no Sagres Campo Pequeno, e para o Porto, no dia 7, na Super Bock Arena.
Esta nova digressão assinala uma fase de renovação, reunindo elementos da formação original com novos artistas, num espetáculo que junta os êxitos mais reconhecidos do grupo a coreografias inéditas e a uma componente visual atualizada. Mantendo a identidade que os destacou no panorama musical global, a apresentação continuará a dar ênfase a valores como a inclusão, a diversidade e a união cultural.
Fundado em 2017 pelo produtor britânico Simon Fuller, o grupo rapidamente se afirmou como um fenómeno à escala mundial. Desde a sua estreia oficial em 2018, o projeto tem vindo a construir uma base sólida de seguidores nas redes sociais, somando mais de 174 milhões de fãs e milhares de milhões de visualizações no YouTube. O percurso ao vivo inclui já atuações em mais de 20 países.
No alinhamento do espectáculo deverão constar alguns dos temas mais emblemáticos do grupo, como “Who Would Think That Love?”, “Na Na Na”, “All Day”, “Beautiful Life”, “Summer in the City” e “Paraná”.
A formação atual dos Now United conta com 14 membros confirmados. Entre os nomes mais familiares ao público estão Krystian, Sina, Shivani, Sofya e Bailey, integrantes da formação inicial. A eles juntam-se novos talentos oriundos de diferentes geografias, como Nour (Líbano), Savannah (Austrália), Desirée (Brasil), Rachel (Indonésia) e Jayna (Filipinas), reforçando o carácter global do projeto.
A série The Walking Dead: Daryl Dixon chegará ao fim com uma quarta temporada de oito episódios.
A série The Walking Dead: Daryl Dixon foi renovada para uma quarta e última temporada, conforme anunciado na mais recente edição da Comic-Con de San Diego. As filmagens arrancam já este mês em várias regiões de Espanha, incluindo a Comunidade de Madrid, Bilbao, Galiza, Andaluzia, Segóvia e Toledo.
Com estreia prevista para o outono, esta temporada final será composta por oito episódios e contará com a participação de Norman Reedus e Melissa McBride, claro, que regressam aos papéis de Daryl Dixon e Carol Peletier, respetivamente. Os atores serão acompanhados por um elenco espanhol, ainda por revelar.
A terceira temporada, que serve de antecâmara para os episódios finais, acompanha Daryl e Carol na sua tentativa de regressar a casa e reencontrar as pessoas que amam. Ao longo da jornada, enfrentam obstáculos inesperados e são confrontados com diferentes manifestações do colapso provocado pelos Walkers.
A Monsieur Cuisine Smart, do Lidl, está com redução de preço de 150€. Já a Yämmi 3, robô de cozinha do Continente, está com menos 125€.
Foi em abril de 2022 que o Lidl Portugal começou por anunciar o Monsieur Cuisine Smart, fabuloso robô de cozinha que tivemos oportunidade de analisar e que, de resto, tem feito as delícias cá por casa.
O robô foi então posto à venda em várias lojas Lidl e foi, como se esperaria, um sucesso de vendas, tendo rapidamente esgotado, muito graças ao excelente preço praticado na altura: 449€. Depois, quando esgotou e o stock foi reposto, o Monsieur Cuisine Smart, mas com um acréscimo de preço de 50€, passando então a custar 499€.
Felizmente, e ao longo do tempo – não parecendo vamos a caminho dos três anos de existência desta versão -, o robô de cozinha tem vindo a ficar mais barato. Mais recentemente, e já este ano, na última vez que anunciou que o equipamento estaria de volta às lojas, o Lidl Portugal estava a vender o robô por 349€, naquele que é, até à data, o preço mais em conta para esta máquina. Pois bem, a insígnia está novamente com um desconto de 150€ no Monsieur Cuisine Smart, ou seja, podem novamente comprar pelos tais 349€. Mas sejam rápidos, pois a redução de preço não deverá durar muitos dias.
Com um design compacto, para caber em qualquer cozinha, um ecrã táctil de 8 polegadas a cores, um dos maiores no mercado, o Monsieur Cuisine Smart apresenta ainda uma pega ergonómica, para manusear o copo com apenas uma mão, e um motor de alta potência, com 1000 W, que permite amassar mais de 1 kg de farinha, e um funcionamento até 12 horas de trabalho contínuo. O Monsieur Cuisine Smart inclui mais de 600 receitas já pré-instaladas em português e a possibilidade de adicionar mais através da aplicação ou do website, um sistema de comando por voz (Google Assistant) e um temporizador de até 99 minutos, adaptando-se ao dia-a-dia das famílias, oferecendo inspiração para todos os momentos.
A pensar nas necessidades dos portugueses, a aplicação do Monsieur Cuisine dispõe de uma funcionalidade que possibilita a criação de listas de receitas personalizadas, permitindo organizar por ocasião, tipo ou ingrediente, e ordenar favoritos por nome, classificação ou data. Adicionalmente, a app simplifica o planeamento de refeições, ajudando a elaborar planos semanais ou mensais com a criação automática das respetivas listas de compras detalhadas. Estas funcionalidades, acessíveis no robô, na aplicação e no site oficial do Monsieur Cuisine, tornam a experiência de utilização ainda mais intuitiva e ajustada às preferências de cada utilizador.
Quanto à Yämmi 3, surgiu no mercado em fevereiro de 2024 e, desde logo, o Continente promovia o robô como a nossa “verdadeira ajuda na cozinha”. Com design mais moderno, conta também com um motor de última geração, velocidade ajustável, sistema de aquecimento regulável e um copo com capacidade 2,2L, com o qual teremos acesso a 13 funções, 5 delas automáticas. A Yämmi tritura, amassa, bate, pica, emulsiona, pulveriza, aquece, pesa, mexe, corta, coze, prepara iogurtes e cozinha de diversas formas, inclusivamente a vapor. A balança está incorporada e contém uma lâmina reversível que lhe permite cortar, picar e moer os alimentos, e, invertendo o seu sentido, mexer, misturar ou amassar os alimentos delicados.
A Yämmi 3 conta com mais de 400 receitas disponíveis passo a passo de forma offline e gratuita, o que significa que são fáceis de fazer, logo poupando mais tempo no momento de cozinhar, até porque podem filtrar por tempo de preparação, custo e restrições alimentares.
O novo robô de cozinha permite ainda planear refeições, pois é possível adicionar receitas aos favoritos, e é também possível fazer uma lista de compras e integrar diretamente no carrinho do Continente Online, até porque faz a ligação à conta que registámos no site do Continente.
Portanto, e se estavam à espera de uma oportunidade para adquirir a Yämmi 3, esta é a oportunidade, uma vez que está a custar 374€, ao invés de de 499€. Esta redução de preço é válida até 31 de agosto.
A queixa apresentada num tribunal da Califórnia acusa Tencent de violação de direitos de autor e marca registada, com o seu novo jogo Light of Motiram.
A Sony Interactive Entertainment apresentou uma queixa contra a Tencent nos Estados Unidos da América, acusando o grupo chinês de ter copiado elementos centrais da série Horizon, criada pela Guerrilla Games para a PlayStation, no desenvolvimento do jogo Light of Motiram. A ação judicial foi registada na passada sexta-feira no Tribunal Distrital do Norte da Califórnia.
De acordo com a queixa, Light of Motiram, revelado no final do ano passado, é descrito como uma “cópia servil” dos dois jogos Horizon Zero Dawn (2017) e Horizon Forbidden West (2022), replicando mecânicas, temas narrativos, direção artística e até elementos de interface, numa forma que, segundo a Sony, poderá levar os consumidores a confundir as duas propriedades. A empresa refere que rejeitou uma proposta da Tencent para colaborar num novo jogo da série Horizon no ano passado, antes de ser surpreendida pela apresentação oficial de Light of Motiram no final desse mesmo ano.
Nesta ação judicial, a Sony sublinha que a imprensa e meios especializados já tinham classificado o jogo da Tencent como uma imitação evidente, alguns a usarem a expressão “Horizon Zero Originality” para descrever o projeto. Por aqui, também foi rápido encontrar o paralelo entre os dois jogos, onde descrevemos Light of Motiram como “uma aparente cópia de Horizon”. Para além de compensações financeiras não especificadas, a Sony pede ainda ao tribunal uma injunção que impeça a Tencent de continuar a violar os seus direitos de propriedade intelectual.
Light of Motiram está a ser desenvolvido pela Polaris Quest, com apoio da Aurora Studio, e foi apresentado como um jogo de ação e sobrevivência em mundo aberto. A descrição oficial revela um universo pós-colapso, dominado por máquinas gigantes e civilizações humanas em reconstrução, um conceito que, de acordo com a Sony, remete diretamente para o cenário da saga Horizon e para a protagonista Aloy, que explora um mundo igualmente povoado por criaturas robóticas e tribos humanas.
Para além da estética visual semelhante, que inclui ambientes naturais exóticos, bestas mecânicas e tecnologia em ruínas, a Tencent promove o jogo com frases como: “Num mundo dominado por máquinas colossais, explora o vasto mundo aberto […] e sobrevive com os Mechanimals”. Estas descrições, associadas a publicações divulgadas nas redes sociais, incluindo contas oficiais da PlayStation nas plataformas chinesas Bilibili e Weibo (que foram posteriormente removidas), contribuíram para o reforço das críticas e para o avanço do processo judicial.
Apesar do conflito legal agora em curso, Light of Motiram continua com lançamento previsto para PC (via Steam e Epic Games Store), dispositivos móveis e também para a PlayStation 5, uma plataforma cuja presença depende da validação da própria Sony.
Até ao momento, nem a Tencent nem a Sony prestaram declarações públicas sobre o caso. De acordo com a Reuters, o processo foi oficialmente registado como Sony Interactive Entertainment LLC v. Tencent Holdings Ltd, com o número 3:25-cv-06275.
O novo acessório, anteriormente conhecido como Project Defiant, é o primeiro fight stick sem fios desenvolvido pela marca.
A PlayStation revelou detalhes, o nome final e novas imagens do FlexStrike, o seu comando dedicado a jogos de luta será compatível com a PlayStation5 e PC. O novo acessório, anunciado pela primeira vez em junho durante o State of Play, estará em exibição na EVO 2025 (sem possibilidade de testes), que decorre em Las Vegas entre 1 e 3 de agosto, mas só chegará ao mercado em 2026.
De acordo com Sony Interactive Entertainment, o FlexStrike pode ser ligado por cabo ou sem fios, através da tecnologia PlayStation Link, a mesma tecnologia sem fios que equipa os auscultadores Pulse e o controlador remoto PlayStation Portal. Este sistema promete ligações de baixa latência e permitirá emparelhar o comando diretamente com os auscultadores Pulse Elite ou Pulse Explore, usando um único adaptador USB incluído. Este adaptador foi também atualizado e agora é compatível com portas USB-C.
O novo comando conta com botões de interruptor mecânico, um stick digital personalizado e um sistema de grelhas direcionais substituíveis sem ferramentas, com formatos quadrado, circular ou octogonal. Estas peças podem ser guardadas diretamente nos compartimentos integrados do próprio comando, juntamente com o adaptador USB e o cabo USB-C incluído. A bateria do FlexStrike é recarregável e o comando vem acompanhado por uma bolsa de transporte com alça, já a pensar nos jogadores que participam torneios ou sessões em grupo.
Entre as restantes funcionalidades mencionadas, destaca-se para a possibilidade de ligar dois FlexStrike em simultâneo na PlayStation 5 usando apenas um adaptador PS Link, e para a base anti-derrapante que reforça a estabilidade durante as partidas. O design apresenta ainda superfícies inclinadas, pensadas para melhorar o conforto em sessões prolongadas.
O FlexStrike inclui todos os botões do comando DualSense, incluindo o touchpad, e acrescenta opções específicas para jogos de luta, como um interruptor para alternar os eixos de direção e um botão de bloqueio de inputs que evita toques acidentais. Tal como outros acessórios sem fios da marca, o comando pode ser usado para ligar a consola PlayStation 5 através do botão PS, depois de emparelhado.
A data final de lançamento e o preço ainda não foram divulgados, mas os interessados podem inscrever-se para receber novidades através do site oficial do comando.
Jake Sully e a sua família enfrentam um novo clã Na’vi no terceiro capítulo da saga de James Cameron, com estreia marcada para dezembro.
A Disney lançou o primeiro trailer de Avatar: Fire and Ash, o próximo filme da ambiciosa saga de ficção científica criada por James Cameron. O filme, com estreia marcada para 18 de dezembro nos cinemas, vem dar continuidade à história de Jake Sully e Neytiri, agora acompanhados pelos seus filhos, e apresenta um novo conflito com implicações mais profundas para o destino de Pandora.
Tal como Avatar: The Way of Water introduziu o clã aquático Metkayina, Avatar: Fire and Ash estreia os Ash People, uma tribo coberta de cinza que vive junto a um enorme fosso em chamas. Oona Chaplin interpreta Varang, a líder desta nova fação mais agressiva e sedenta de poder, que se alia a Quaritch, o inimigo recorrente interpretado por Stephen Lang.
No palco da D23 Expo, no ano passado, Cameron já havia descrito o novo filme como uma “aventura inacreditável com consequências emocionais mais elevadas do que nunca”, prometendo expandir também a sua mitologia e mostrar novas zonas de Pandora ainda desconhecidas. O realizador confirmou que Fire and Ash e o filme anterior foram inicialmente pensados para serem um único filme, mas acabaram por ser divididos quando a história se revelou demasiado extensa.
O elenco volta a contar com Sam Worthington, Zoe Saldaña, Sigourney Weaver, Kate Winslet, Cliff Curtis, Britain Dalton, Trinity Jo-Li Bliss, Jack Champion e Bailey Bass, entre outros. Juntam-se ainda Michelle Yeoh e David Thewlis.
Avatar: Fire and Ash não será o final desta saga, com Cameron a prometer pelo menos mais duas longas-metragens passadas em Pandora.
O Oeiras Parque estreia a Fun Pool, uma atracão infantil com escorrega, trampolins e piscina de bolas, aberta até 21 de setembro.
Até ao final do verão, o espaço exterior do Oeiras Parque acolhe uma nova zona de entretenimento dedicada ao público infantil. Chama-se Fun Pool e combina várias estruturas de diversão, incluindo uma piscina de bolas com cerca de 200 metros quadrados, um escorrega de grandes dimensões, trampolins, uma torre insuflável com parede de escalada e um percurso em ziguezague.
A atração do centro comercial está disponível diariamente, entre as 10h e as 20h. Os bilhetes podem ser adquiridos no local, com preços fixados em 3€ para crianças até aos 12 anos e 5€ para adultos. O acesso é permitido a todas as idades, sendo obrigatório o acompanhamento por um adulto no caso de crianças com menos de 4 anos. Por motivos de segurança, é exigido o uso de meias durante a utilização do espaço.
Instalada junto à entrada pedonal do centro comercial, a Fun Pool surge como uma proposta de lazer pensada para o período de férias escolares, oferecendo uma alternativa recreativa para as famílias durante os meses mais quentes do ano. Para quem quiser outra piscina de bolas, tem sempre disponível a The Pool by UBBO.
Hollow Knight: Silksong é a apenas um dos vários destaques disponíveis na Gamescom 2025, como parte da presença oficial da Xbox.
A Xboxconfirmou os seus planos para a edição deste ano da Gamescom, prometendo uma forte presença com mais de 20 jogos jogáveis, experiências interativas e novidades de hardware. Entre as novidades o grande destaque da apresentação é a inclusão de uma nova demo pública de Hollow Knight: Silksong, o tão aguardado sucessor do aclamado Hollow Knight produzido pela Team Cherry que é um dos títulos independentes mais esperados da indústria nos últimos anos
Silksong tem alimentado o entusiasmo da comunidade desde que foi anunciado em 2019. A sequela introduz uma nova protagonista, Hornet, e leva os jogadores a explorar um reino completamente diferente, repleto de criaturas inéditas, desafios exigentes e ambientes desenhados com o mesmo detalhe e atmosfera que tornaram o jogo original num fenómeno. A passagem do jogo por Colónia, entre os dias 20 a 24 de agosto, marca um momento importante para os fãs, depois de anos sem novidades concretas sobre o lançamento que finalmente se aproxima.
A demo de Silksong estará disponível no stand da Xbox e também poderão ser experimentados os dois novos dispositivos portáteis ROG Xbox Ally e ROG Xbox Ally X, fruto de uma colaboração entre a Microsoft e a ASUS, que se apresentam como as primeiras “consolas Xbox Portáteis”. No evento, para além de Hollow Knight: Silksong, os visitantes poderão jogar títulos como Roblox, Sea of Thieves e o remaster de Tony Hawk’s Pro Skater 3+4, diretamente destes dispositivos.
O espaço da Xbox no evento contará com mais de 120 estações de jogo e experiências temáticas ligadas a algumas das principais franquias da marca. Entre os destaques confirmados estão Ninja Gaiden 4, com uma demo pública pela primeira vez, Grounded 2, Indiana Jones and the Great Circle, com uma atividade interativa dedicada, e novidades dos estúdios World’s Edge e Obsidian, incluindo uma apresentação exclusiva de The Outer Worlds 2.
Entre outros jogos jogáveis, a Xbox partilhou uma lista de jogos de parceiros externos onde se encontram Borderlands 4, Final Fantasy VII Remake Intergrade, Final Fantasy XVI, Onimusha: Way of the Sword, Metal Gear Solid Delta: Snake Eater, PowerWash Simulator 2 e Super Meat Boy 3D. A Xbox refere ainda que estão reservadas outras surpresas para o evento.
Para além da presença física no evento estão prometidas transmissões para o público à distância, nos dias 20 e 21 de agosto, com entrevistas, trailers e jogabilidade de alguns dos jogos em destaque. As transmissões estarão disponíveis nos canais da Xbox no YouTube, Twitch e Facebook.
A nova Clínica CUF Barreiro já abriu na Quinta da Lomba. Com mais exames e especialidades, reforça a oferta de cuidados de saúde na Margem Sul.
Entrou hoje em funcionamento a nova Clínica CUF Barreiro, localizada na Quinta da Lomba. A mudança de instalações, resultado de um investimento de 10 milhões de euros, representa um reforço significativo na capacidade assistencial da CUF no concelho do Barreiro, com especial destaque para a área dos exames complementares de diagnóstico.
A nova unidade, instalada num edifício construído de raiz com mais de 1.500 m2, disponibiliza agora um conjunto mais alargado de serviços, alicerçados em tecnologia médica de última geração. O serviço de Imagiologia integra equipamentos que permitem a realização de ressonâncias magnéticas, mamografias, ecografias, radiografias e exames especializados nas áreas de Cardiologia, Otorrinolaringologia, Oftalmologia e Ginecologia-Obstetrícia. Estão igualmente disponíveis provas de função respiratória, alargando o leque de meios complementares de diagnóstico acessíveis localmente.
Com 26 gabinetes destinados a consultas, exames e tratamentos, a nova clínica cobre mais de 30 especialidades médicas e cirúrgicas, entre as quais Medicina Geral e Familiar, Cardiologia, Ginecologia, Ortopedia, Oftalmologia e Otorrinolaringologia. Entre os serviços agora disponíveis encontra-se a Consulta do Dia, com vagas diárias para situações de saúde imprevistas, de segunda a domingo.
Este reforço da oferta assistencial reflecte o compromisso da CUF com uma resposta de proximidade, numa região com uma população superior a 170.000 habitantes. A equipa clínica integra 130 profissionais de diferentes áreas, que passam a atuar em articulação direta com outras unidades da rede CUF, nomeadamente o Hospital CUF Tejo e a Clínica CUF Almada, promovendo uma abordagem integrada e coordenada dos cuidados prestados.
A nova clínica CUF Barreiro substitui o espaço provisório que funcionava desde o ano passado junto ao Mercado Municipal 1.º de Maio. No local da antiga unidade entrará em funcionamento um novo Centro de Saúde CUF, orientado para os cuidados de saúde primários, com valências como Medicina Geral e Familiar, Enfermagem, Medicina Dentária, Psicologia e Nutrição, reforçando a presença de proximidade junto das famílias.
A estratégia de expansão da CUF na Margem Sul terá continuidade nos próximos anos, com a abertura prevista do Hospital CUF Barreiro, em 2028.
A Prime Video revelou o mais um trailer da segunda temporada de Gen V, com mais crossovers com The Boys e a confirmação de uma estreia com três episódios.
Durante a San Diego Comic-Con, a Prime Video apresentou mais um trailer da nova temporada de Gen V, spin-off de The Boys, numa sessão com presença do elenco e da showrunner Michele Fazekas.
A segunda temporada, com estreia confirmada para 17 de setembro, vem dar, obviamente, continuação aos eventos da primeira, inserindo-se temporalmente antes dos eventos da próxima e temporada de The Boys, que será a última, com a Prime Video a afirmar que os seus acontecimentos irão afetar a série principal.
O mais recente trailer destaca-se para lá da violência apresentada, com a confirmação de algumas caras conhecidas no elenco, entre elas personagens como como Starlight (interpretada por Erin Moriarty), Deep (Chace Crawford) e Black Noir (Nathan Mitchell). A estes junta-se Ethan Slater, agora no papel de Thomas Godolkin, o enigmático fundador da universidade onde se forma a nova geração de supers. O ator é conhecido pelo seu papel em Wicked e pela nomeação para um Tony pelo musical SpongeBob SquarePants.
Neste novo capítulo, os jovens supers voltam à Universidade Godolkin, onde os seus planos de estudos são impulsionados pelo misterioso novo diretor Dean Cipher (Hamish Linklater), que promete desafiar o poder dos alunos a níveis sem precedentes. Enquanto Cate e Sam são tratados como heróis, Marie, Jordan e Emma regressam afetados pelas tragedias da temporada anterior. Ao mesmo tempo, há uma guerra entre humanos e super-humanos que começa a ebulir dentro e fora do campus da universidade.
O elenco principal volta a reunir Jaz Sinclair (Marie), Lizze Broadway (Emma), Maddie Phillips (Cate), London Thor e Derek Luh (Jordan), Asa Germann (Sam) e Sean Patrick Thomas (Polarity), agora com presença regular. A produção continua a cargo da Sony Pictures Television e da Amazon MGM Studios, em parceria com Kripke Enterprises, Point Grey Pictures e Original Film.
Gen V regressa à Prime Video no dia 17 de setembro, com a estreia imediata dos três primeiros episódios, seguindo-se um novo por semana.
Donkey Kong Bananza é uma explosão de caos e alegria num regresso em grande forma para a mascote meio adormecida da Nintendo, agora com um jogo que abraça a destruição como forma de expressão e transforma a exploração num vício quase terapêutico.
Por muito bom que Mario Kart World seja, no seu lançamento exclusivo juntamente com a Nintendo Switch 2, há uma espécie de consenso generalizado de que não se trata de uma verdadeira killer app, ainda que seja um fantástico jogo com o selo de qualidade da Nintendo, ideal para aquecer os motores desta nova geração. Felizmente, os early adopters da nova consola não tiveram de esperar muito por um jogo que justificasse ainda mais o seu investimento e que pudesse atrair ainda mais jogadores para esta nova geração. Donkey Kong chegou, literalmente, para partir tudo.
Donkey Kong Bananza pode ser visto como o verdadeiro produto-rainha do atual portefólio da Nintendo Switch 2, aquele jogo que deve mesmo ser jogado por todos, que transpira a essência da marca e deste novo hardware, com um pacote de aventuras tão emocionante como divertido de experienciar e assistir. Apesar da sua presença constante em jogos de Mario e companhia, ou em remasterizações e remakes de jogos antigos, há muito tempo que Donkey Kong não tinha uma nova aventura focada em si e no seu mundo. Dizem-nos os registos que Donkey Kong Bananza é o primeiro jogo da série produzido internamente pela Nintendo desde 2004 com Donkey Kong Jungle Beat, e o primeiro original desde Donkey Kong Country: Tropical Freeze em 2014. E estes lançamentos já distantes são um aspeto importante ao depararmo-nos com Bananza, pois a sua natureza transforma o jogo numa oportunidade de apresentar Donkey Kong a uma nova geração de jogadores. Como? Oferecendo algo completamente novo e único.
A resposta foi-nos entregue pelos responsáveis de outro dos melhores jogos do catálogo da Nintendo Switch original, Super Mario Odyssey, com um jogo de ação, aventura e plataformas composto por vários mundos para explorar de forma sucessiva. As semelhanças entre Donkey Kong Bananza e Super Mario Odyssey não são imediatamente claras, mas fazem-se sentir. Sentir ao ponto de podermos mesmo alegar que Bananza é uma sequela espiritual de Odyssey – enquanto não nos chega um novo “3D Mario”.
Donkey Kong Bananza (Nintendo)
Donkey Kong Bananza começa com uma premissa extremamente simples que comanda a sua narrativa (também ela simples) e os motivos para jogar (já mais complexos). Donkey Kong (DK) adora bananas, por isso o objetivo principal do jogo é apanhar todas as bananas, muito à semelhança da busca pelas luas em Odyssey. Essas bananas podem estar em qualquer lado. Literalmente, em qualquer lado. Em cima de plataformas, debaixo de plataformas, até dentro de plataformas. Quem diz plataformas, diz estruturas, pedras, túneis, por vezes até dentro de personagens. E tal como em Odyssey, é a exploração dos mapas, a interação com personagens que nos guiam ou dão missões, ou a entrada em dungeons com desafios, que nos recompensa com bananas.
Esta é a receita-base para o excelente collectathon à antiga que Donkey Kong Bananza se revela ser. Mas a novidade não está aqui, muito menos aquilo que nos faz sentir a urgência de o jogar. Porque não se trata da recompensa, mas da forma como a atingimos: através de um sistema de destruição que quebra algumas convenções de game design a que estávamos habituados até agora.
Acontece que em Donkey Kong Bananza tudo é destrutível (ou quase tudo, vá). E a lógica de exploração dos seus níveis não é a mesma de outros jogos. Por exemplo, se em The Legend of Zelda: Breath of the Wild um objetivo nos obriga a dar a volta a uma montanha, numa viagem que se vai ramificando com outros objetivos, Donkey Kong Bananza diz-nos “vai em frente”, ao mesmo tempo que, sem pensarmos muito, estamos a apanhar uma outra miríade de colecionáveis e itens, de forma tão orgânica como satisfatória. Porque partir o cenário não só é isso, satisfatório, como inconscientemente faz parte da nossa missão pessoal, ao limpar todos os blocos de geometria com os punhos do nosso gorila caótico.
Este aspeto teve um impacto profundo à medida que ia trocando Donkey Kong Bananza com jogos de natureza semelhante, fossem jogos de ação na terceira pessoa ou de plataformas. Nesses jogos, comecei a sentir uma enorme falta de ambientes destrutíveis e da tal oportunidade de atalhar partindo os cenários. As chamadas paredes invisíveis tornaram-se mais do que limitações lógicas de design, tornaram-se em paredes claustrofóbicas, um efeito que demorou o seu tempo a perder o impacto.
Mas em Donkey Kong Bananza, nem tudo é destrutível e ainda há espaço para uma exploração mais tradicional em jogos de plataformas 3D. A destruição do cenário não é uma obrigação, é apenas uma oportunidade. E existem zonas de cenários não destrutíveis que escondem segredos e obrigam à análise e resolução de puzzles ambientais, com recurso às várias habilidades de DK.
Donkey Kong Bananza (Nintendo)
Para além dos fortes punhos de DK, o nosso herói salta, rebola, escala – num conjunto de ações de mobilidade que lhe conferem um dos mais satisfatórios e afinados sistemas de jogabilidade dentro deste género de que tenho memória. Um sistema tão bom que frequentemente me lembrou alguns dos meus jogos favoritos de há mais de 20 anos, que me deixam a salivar pelos seus regressos (onde está um remake de Rayman 2, Ubisoft?). É uma delícia. Em cima disso, DK possui um sistema de sonar, com uma forte batida no chão, que ajuda a nivelar o terreno e a apanhar chips e ouro em seu redor, mas que também revela a projeção de fósseis, cofres e bananas escondidas no terreno e nas paredes, servindo também de uma espécie de orientador e indicador dos nossos objetivos, sejam eles principais ou voluntários. Este sistema revela, por exemplo, onde se escondem bananas atrás de paredes inquebráveis, portais para divertidas dungeons com objetivos próprios e puzzles ambientais, e todos os itens que podemos acumular e trocar por roupas, mais bananas, e outros itens, com as personagens rochosas – e não só – que vamos conhecendo.
A lista de habilidades expande-se para um conjunto de transformações com capacidades únicas e mais fortes, como um super gorila, uma zebra ou uma avestruz, cada uma com funções específicas, que permitem quebrar certos tipos de terreno, correr e saltar mais longe, ou voar momentaneamente. Estas e outras transformações podem ser ativadas e trocadas em tempo real desde que haja energia suficiente, com Donkey Kong Bananza a abrir as portas a oportunidades impressionantes de locomoção e interação, desafiando as próprias habilidades dos jogadores em fazer incríveis combinações de ações sequenciais, perfeitas para serem abusadas em speedruns.
Numa pequena nota deliciosa, as transformações podem ser feitas através dos botões de ombro dos comandos ou Joy-Cons, mas a Nintendo adiciona aqui uma outra forma bem divertida de também ativar os “super-modos”. Recorrendo ao sensor de movimentos dos Joy-Con, é possível ativá-los batendo com as mãos no peito imitando um gorila. Algo que considero tão incrível como hilariante e divertido.
Mas a exploração dos recursos dos Joy-Con vai mais longe, especialmente com um novo recurso exclusivo da Nintendo Switch 2. Nesta aventura, DK faz-se acompanhar de Pauline, uma menina com um poder misterioso, mas que, ao longo da aventura, é apenas uma companheira. Jogando a solo, a sua presença é quase descartável. Mecanicamente, a pequena personagem apenas comenta quando encontramos ou estamos perto de uma banana ou de outros itens. Ativamente, podemos recorrer a Pauline como chave para desbloquear áreas do jogo afetadas por uma magia roxa que infesta porções dos níveis. No entanto, a presença ativa de Pauline muda por completo quando um segundo jogador se junta à aventura.
Donkey Kong Bananza (Nintendo)
Jogar com Pauline em auxílio do jogador número 1 é como ativar um modo de batota. A pequena personagem inocente ao ombro de DK torna-se numa metralhadora aos ombros de um Warmachine (amigo do Iron Man da Marvel). Pauline canta em boa voz, projetando palavras materializadas em compostos como terra, rocha, metal e outros elementos – destruindo… não! Derretendo quase por completo o ambiente em nosso redor. É uma força da natureza destruidora e hilariante, pela rapidez com que tudo se destrói. O recurso a esta mega habilidade de Pauline apenas é possível em co-op e com diferentes modos: com os analógicos, com o giroscópio dos comandos e até com o sensor de rato dos Joy-Cons, tornando Donkey Kong Bananza o primeiro exclusivo da Nintendo a tirar partido desta função (ignorando, obviamente, a tech demo do Welcome Tour).
Em parte, é pena que esta habilidade de Pauline seja relegada ao modo cooperativo. Ao longo do jogo, gostaria de encontrar oportunidades para a tornar num agente mais ativo na resolução de problemas ou, até, no combate. Por um lado, entende-se que as suas mecânicas não sejam aplicadas ao modo solo, pois iriam quebrar um pouco o jogo. Ainda assim, o que existe é o suficiente para tornar as sessões co-op bastante divertidas.
Visualmente, Donkey Kong Bananza é uma delícia de ver em ação, tanto no ecrã da nova consola como numa televisão. O jogo opta por visuais animados que, numa primeira instância, poderiam parecer “possíveis” na Nintendo Switch original. Mas rapidamente percebemos que tal não é o caso quando somamos vários aspetos técnicos: desde os ambientes ricos em detalhe e adereços, ao campo de visão no horizonte de cada mapa, passando obviamente pela destruição excessiva dos cenários. Temos logo aqui elementos que gritam “nova geração para a Nintendo”. A isso somam-se visuais com uma qualidade de imagem impecável, limpa e clara, aliada a uma fluidez de jogo bastante satisfatória. E, claro, a paleta de cores também ela aliada a fantásticas animações, variadas e constantes, que lhe conferem aquela vivacidade animada digna de um cartoon interativo. É fantástico.
Donkey Kong Bananza não conta com modos de jogo alternativos, oferecendo uma experiência alvo de 60FPS. Digo alvo, pois não é constante. Apesar de a maioria do jogo atingir essa fasquia de forma relativamente consistente, existem momentos mais caóticos onde as quebras são notórias, ou sequências cinemáticas onde também se notam quebras de fluidez. Felizmente, esses momentos raramente afetam a experiência ou a jogabilidade baseada em reações e timings precisos, acabando por oferecer uma experiência bastante satisfatória.
Donkey Kong Bananza (Nintendo)
Na verdade, há outros aspetos em Donkey Kong Bananza que se mantêm apenas no campo do satisfatório. Um deles prende-se com a história que existe apenas como premissa, sem grande urgência ou complexidade. DK gosta de bananas, Pauline é um mistério, e os maus existem a fazer coisas más. Estou a ser redutor, eu sei, mas a verdade é que Donkey Kong Bananza não depende da sua história para nos motivar a viajar até ao centro do planeta, explorando uma camada de cada vez e colecionando o máximo de bananas possível.
Outro elemento apenas satisfatório são as batalhas com bosses, normalmente em pontos-chave ou finais de cada camada. Apesar de uma apresentação divertida ou espetacular, os confrontos não são particularmente desafiantes ou inventivos. São muito fáceis de ler e de perceber como atacar. Ataques esses que se resumem a muitos murros, por vezes sem necessidade de ativar nenhuma das habilidades de DK. Os bosses nunca se revelam verdadeiros obstáculos ao ponto de se tornarem propriamente memoráveis, com exceção de um ou outro. No entanto, entende-se que Bananza queira ser mais acessível aos jogadores mais novos.
Donkey Kong Bananza consegue, ainda assim, destacar-se num ano cheio de excelentes jogos. E não é apenas por ser um regresso muito antecipado de DK num jogo titular, ou por ser um exclusivo Nintendo com todo o ADN a que lhe associamos. Destaca-se por ser um jogo de alto calibre, mecanicamente inventivo, com uma apresentação fantástica e, definitivamente, extremamente divertido de jogar, controlar e explorar. É mesmo um daqueles jogos difíceis de largar o comando, especialmente quando sentimos que há sempre mais uma banana para apanhar atrás da parede.
A Action inaugura duas novas lojas em Guimarães, nas freguesias de Silvares e Taipas, reforçando a sua presença no mercado português.
Depois de aberturas em Marco de Canaveses e em Ponte de Lima, a Action vai, no final de julho, chegar a Felgueiras, terminando o mês com 21 lojas a funcionar em Portugal. Mas como seria de esperar, a expansão não vai chegar por aqui, seguindo-se a cidade de Guimarães.
A cadeia de retalho de origem neerlandesa vai inaugurar duas lojas em Guimarães durante o mês de agosto, expandindo assim a sua presença em território nacional para um total de 23 estabelecimentos. Os novos espaços situam-se em Silvares e nas Taipas, com aberturas agendadas para os dias 7 e 28, respetivamente.
A loja de Silvares, com uma área de 900 m2, contará com uma equipa de 23 colaboradores. Já o espaço nas Taipas terá 889 m2 e terá um total de 21 funcionários. Ambas as lojas estarão abertas diariamente entre as 09h e as 21h.
Com esta expansão, a Action aprofunda a sua estratégia de crescimento em Portugal, onde chegou há cerca de um ano. O modelo assenta na oferta de uma vasta gama de produtos não alimentares, cerca de 6.000 referências, distribuídos por 14 categorias, incluindo artigos para o lar, brinquedos, jardinagem, bricolage e mercearia. O portefólio é renovado semanalmente com 150 novos produtos, mantendo uma política de preços baixos, com o valor médio por artigo a rondar os 2€.
Além da sua expansão comercial, a empresa tem vindo a implementar medidas de sustentabilidade nas suas operações. Entre as iniciativas em curso, destaca-se a eliminação das ligações de gás nas lojas e a adopção generalizada de iluminação LED. A Action mantém também critérios exigentes na selecção dos seus fornecedores, apostando em matérias-primas com certificações de responsabilidade ambiental e social.
Todos os produtos de algodão das suas marcas são obtidos de forma sustentável, com 99% provenientes do programa Better Cotton e os restantes 1% de algodão biológico. No que respeita à madeira, a totalidade provém de florestas geridas de forma responsável, certificadas pelas entidades FSC ou PEFC. Desde 2022, todo o cacau utilizado nos produtos da marca própria é certificado pelo selo Fairtrade.
Reconhecimento oficial valoriza o papel histórico, educativo e inclusivo do sistema de leitura e escrita para pessoas cegas ou com baixa visão.
A Aprendizagem e Uso do Braille passou a fazer parte do Inventário Nacional do Património Cultural Imaterial, por despacho de 18 de junho de 2025, com anúncio publicado em Diário da República a 25 de julho. A inscrição reconhece o sistema Braille como uma prática fundamental e identitária, indispensável à comunicação de pessoas com deficiência visual.
A candidatura foi promovida pela CPTEI – Associação Centro Português de Tiflologia, Equidade e Inclusão, com sede em Castelo de Vide, e contou com o envolvimento direto de praticantes e utilizadores do Braille, num processo participativo que reforça o seu valor comunitário.
De acordo com o Património Cultural, este reconhecimento oficial salienta o Braille enquanto meio natural de leitura e escrita para cidadãos cegos ou com baixa visão, sublinhando a sua importância histórica, cultural e social, bem como a necessidade de proteger e transmitir os conhecimentos associados à sua aprendizagem.
Baseado numa matriz de seis pontos organizados em duas colunas, o Braille permite formar 64 sinais distintos, lidos através do tato. Em Portugal, o sistema é amplamente utilizado, tanto em formato analógico como digital, abrangendo desde livros e documentos escolares até embalagens de medicamentos, sinalética pública e sistemas eletrónicos de informação.
A inscrição oficial representa, assim, um marco na valorização da cultura da acessibilidade, reconhecendo que a leitura e a escrita, em todas as suas formas, são parte integrante do património comum.
Os ajustes na STCP entram em vigor esta semana e prolongam-se até ao final de agosto, para responder ao aumento da procura nas zonas balneares do Grande Porto.
A partir desta segunda-feira, a Sociedade de Transportes Colectivos do Porto (STCP) implementa alterações aos seus horários, numa operação sazonal que se estende até dia 29 de agosto, com o objetivo de melhorar o serviço prestado durante o período de verão. O foco principal passa por reforçar as ligações às praias do Porto, Matosinhos e Vila Nova de Gaia, respondendo ao habitual crescimento na procura nesta altura do ano.
Este ajustamento insere-se na política anual da STCP da adaptação da oferta consoante as variações sazonais, garantindo maior comodidade e eficácia nos transportes coletivos durante períodos de elevada afluência.
Fins-de-semana e feriados com serviço reforçado
Durante o verão, as linhas com destino às praias mantêm reforços nos horários aos fins-de-semana e feriados, períodos em que a procura atinge picos significativos. Destacam-se as linhas 200 e 203, que continuam com o seu percurso alargado até à Praça Cidade Salvador, junto à rotunda da Anémona, em Matosinhos. Este ponto de paragem, estrategicamente localizado junto à frente marítima, funciona como uma porta de entrada privilegiada para as praias, beneficiando quem procura evitar o congestionamento rodoviário e o estacionamento escasso na zona costeira.
Horário de transição arranca em setembro
A partir de 1 de setembro, a STCP retoma o chamado horário de férias escolares/verão, um regime de transição que mantém reforços nos dias úteis, ajustando-se ao regresso progressivo às rotinas laborais e escolares.
A lista de equipamentos em fim de vida da Xiaomi foi atualizada e as más noticias chegam aos utilizadores de nove modelos.
A Xiaomi voltou a atualizar a sua página oficial sobre o ciclo de vida dos produtos e anunciou que nove dos seus modelos deixaram oficialmente de receber atualizações, tanto de sistema operativo como de segurança. A decisão afeta equipamentos de diferentes segmentos, desde os mais acessíveis aos mais sofisticados, e marca o fim da linha para estes dispositivos em termos de software oficial.
Quando um dispositivo entra na categoria “End of Life” (EOL), significa que a fabricante deixa de fornecer qualquer tipo de atualização. A versão do sistema operativo e da interface permanece inalterada e os utilizadores deixam de contar com correções de falhas, melhorias de desempenho ou atualizações de segurança. Salvo em raras exceções de falhas críticas.
Os smartphones mais acessíveis da Xiaomi são os primeiros a serem descontinuados em termos de suporte. Entre os equipamentos abrangidos estão o Redmi A1, o Redmi A1+ e o POCO C50. Estes modelos, que chegaram ao mercado com um preço mais convidativo, já estavam limitados ao MIUI 13 baseado no Android 12 há bastante tempo. Dado o seu posicionamento no mercado, a falta de suporte prolongado da marca nestes equipamentos não causa grande surpresa.
No segmento de gama média, dois modelos lançados em 2022 também entram para a lista de dispositivos sem suporte o POCO M5 e o Redmi 11 Prime 4G. Apesar de estarem ainda dentro do intervalo de três anos normalmente garantido pela Xiaomi para este tipo de equipamentos, os utilizadores destes modelos têm vindo a relatar uma cadência de atualizações bastante irregular, o que torna este desfecho algo expectável. Outros dois smartphones de gama média que conquistaram algum prestígio junto dos mais entusiastas, são o Mi 11 Lite 5G NE e o Mi 11 LE, que também se despedem do suporte. Ambos chegaram a receber a atualização para o Android 14 com o HyperOS 2, ultrapassando, inclusive, modelos teoricamente mais avançados em termos de software.
A lista encerra com dois modelos de topo lançados em 2021, o Xiaomi 11T e o Xiaomi 11T Pro. Estes equipamentos receberam, ao longo dos últimos três anos, atualizações regulares de sistema e de segurança, terminando agora o seu ciclo de vida com a chegada ao HyperOS baseado no Android 14.
Embora os equipamentos continuem a funcionar normalmente, a ausência de atualizações, em particular de segurança, representa um risco crescente à medida que o tempo avança. Quem ainda utiliza um destes nove smartphones deve começar a considerar a possibilidade de mudança para um modelo mais recente, especialmente se a utilização envolver dados sensíveis ou aplicações que exijam segurança reforçada.
A Apple reformulou o sistema de classificação etária da App Store com novas categorias e critérios mais rigorosos.
A Appleestá a implementar uma reformulação no sistema de classificação etária da App Store, com o objetivo de tornar a loja de aplicações mais segura e adaptada a diferentes faixas etárias. A mudança já está implementada nas versões beta dos futuros sistemas operativos da empresa, o iOS 26, iPadOS 26, macOS Tahoe 26, tvOS 26, visionOS 26 e watchOS 26, e deverá abranger todas as plataformas até 2026.
A principal novidade é a introdução de novas faixas de idade, vai para além das tradicionais classificações 4+ e 9+. Assim, os utilizadores passarão a encontrar também categorias 13+, 16+ e 18+. Esta segmentação mais precisa visa proporcionar um controlo mais rigoroso sobre o acesso a conteúdos potencialmente sensíveis, embora a Apple sublinhe que a implementação destas categorias poderá variar consoante os regulamentos locais de cada país ou região.
Para os programadores, as alterações implicam novas exigências. A Apple introduziu um conjunto adicional de perguntas obrigatórias no processo de submissão de aplicações. Estas perguntas dizem respeito, entre outros aspetos, a funcionalidades internas, assuntos médicos e de bem-estar, representações de violência e, cada vez mais relevante, à presença de assistentes de inteligência artificial e chatbots. A frequência e o tipo de conteúdo gerado ou exibido por esses sistemas será fator determinante na atribuição da classificação etária.
A Apple reforça que todas as aplicações devem continuar a respeitar as suas diretrizes editoriais e as leis aplicáveis, incluindo regulamentos como o Children’s Online Privacy Protection Act (COPPA), nos Estados Unidos, e o Regulamento Geral sobre a Proteção de Dados (GDPR), na União Europeia.
Os programadores têm até 31 de janeiro de 2026 para atualizar as informações dos seus produtos e responder às novas questões de avaliação. A partir dessa data, aplicações que não cumpram os novos requisitos poderão ter as suas atualizações rejeitadas ou adiadas até que as informações estejam em conformidade. Para simplificar a transição, a Apple já migrou automaticamente as classificações etárias das aplicações existentes para o novo sistema, com base nos dados previamente fornecidos.
A funcionalidade Recall do Windows 11 tem preocupado programadores devido a possíveis quebras de privacidade.
A funcionalidade Recall, incluída nos computadores Copilot+ com Windows 11, foi concebida para capturar automaticamente imagens do ecrã e gerar um histórico visual pesquisável das atividades do utilizador. Desde o seu anúncio, a funcionalidade tem gerado preocupações relacionadas com a privacidade, sobretudo pela ausência de mecanismos que limitem o seu acesso a conteúdos sensíveis.
A aplicação de mensagens encriptadas Signal foi a primeira a tomar medidas concretas, bloqueando por completo a capacidade do Recall de capturar conteúdos da sua interface. De acordo com a equipa responsável, a Microsoft não disponibilizou ferramentas que permitam aos programadores restringir o acesso da funcionalidade, o que representa um risco para a proteção de dados. Para travar o Recall, o Signal recorreu a tecnologias DRM, impedindo também a captura de ecrã e o uso de ferramentas de acessibilidade.
Mais recentemente, outras plataformas seguiram o mesmo caminho. Tanto a AdGuard como o navegador Brave optaram por bloquear o Recall por defeito. Ambas apontam o risco de uma funcionalidade que regista imagens em segundo plano, sem consentimento direto e com potencial para armazenar dados confidenciais, como mensagens privadas ou informações bancárias.
O Braveativou o bloqueio de forma automática para todos os utilizadores do Windows 11, permitindo, no entanto, que seja desativado manualmente. Ao contrário do Signal, a medida adotada pelo Brave mantém o suporte a funcionalidades de acessibilidade, graças a um mecanismo fornecido pela Microsoft que permite bloquear seletivamente o Recall nos navegadores. A empresa defende que essa opção seja disponibilizada a outras aplicações.
Apesar das garantias da Microsoft, que afirma que o Recall é opcional, que guarda os dados localmente e utiliza encriptação com autenticação via Windows Hello, a resposta tem sido limitada. E são vários os investigadores alertam que, num dispositivo comprometido, mesmo com encriptação, é possível aceder às imagens recolhidas.
Esta situação evidencia, no entanto, um problema mais alargado, especialmente no que diz respeito à ausência de controlo granular por parte dos programadores sobre funcionalidades com impacto direto na privacidade. Com esta pressão crescente espera-se que a Microsoft seja obrigada rever a forma como o Recall interage com aplicações de terceiros e, consequentemente, garanta a privacidade dos seus utilizadores.
A Techland justifica atraso com necessidade de melhorias finais antes do lançamento.
Dying Light: The Beast, a mais recente produção da série da polaca Techland, foi adiado para 19 de setembro, cerca de um mês depois da data inicialmente prevista. De acordo com o estúdio, o adiamento deve-se à necessidade de dedicar mais tempo ao polimento técnico do jogo.
A decisão veio acompanhada de um comunicado, com a Techland a justificar que as cerca de quatro semanas de desenvolvimento extra permitirão “afinar o equilíbrio da jogabilidade”, “melhorar a clareza da interface”, reforçar a qualidade da física e ajustar animações e sequências cinemáticas. Para além disso, a equipa pretende ainda integrar pequenos pormenores adicionais que, de acordo com o comunicado, podem fazer “toda a diferença entre o bom e o excelente”.
O estúdio destaca também as recentemente primeiras impressões da imprensa especializada através das antevisões, com a qual a Techland afirma ter recolhido o feedback necessário de quem jogou, como da opinião do público que serviram para ajudar a ajustar vários.
Dying Light: The Beast será lançado para PlayStation 5, Xbox Series, PlayStation 4, Xbox One e PC, através da Steam e da Epic Games Store. E os jogadores que adquiriram a edição Ultimate de Dying Light 2: Stay Human terão acesso ao novo jogo sem custos adicionais.
Este novo capítulo, que começou a ser desenvolvido como uma expansão antes de se tornar num jogo completo, passa-se 13 anos depois dos eventos do jogo anterior, em Castor Woods, uma região isolada infestada de zombies e marcada por fações sobreviventes e experiências genéticas. O seu protagonista, Kyle Crane, regressa após anos de cativeiro, agora com capacidades sobre-humanas herdadas da infeção. Juntamente com essas capacidades, o jogo promete uma jogabilidade que volta a combinar ação em primeira pessoa, mecânicas de parkour, exploração em mundo aberto e cooperação online até quatro jogadores.
Até ao lançamento, serão esperadas novidades com a presença de uma demo do jogo na Gamescom, que decorre em agosto.