Godbreakers é um novo hack’n’slash cooperativo para PC e PlayStation 5

O novo jogo é promete combates rápidos, profundidade estratégica e já pode ser jogado com uma demo.

O estúdio To The Sky anunciou o seu primeiro jogo, Godbreakers, que resulta de uma pareceria com a Thunderful Games, que esta prestes a pertencer à Atari. Este novo jogo original, apresenta-se como um jogo de ação na terceira pessoa, concebido para jogar em modo cooperativo até quatro jogadores, com foco em combate rápido, bosses exigentes e construção de builds. O jogo será lançado ainda este ano numa data por anunciar, para PlayStation 5, PC via Steam e Epic Games Store, com compatibilidade confirmada para Steam Deck.

Descrito como um hack’n’slash cooperativo, Godbreakers coloca os jogadores na pele de entidades humanas reanimadas por forças celestiais, com o objetivo de destruir o Monad, uma inteligência artificial descontrolada. Através de um sistema que permite absorver poderes dos inimigos, o jogo combina ação rápida e experimentação tática. As lutas contra bosses, compostas por várias fases e padrões distintos, são alguns dos destaques do jogo.

Godbreakers está a ser desenvolvido por uma equipa composta por veteranos da indústria e, de acordo com Jugo Mirkovic, CEO e produtor executivo do estúdio, o objetivo deste projeto foi criar uma experiência que fosse “rápida, fluida e divertida”, com uma jogabilidade apelativa para durar várias sessões em grupo.

Ainda sem uma data final, Godbreakers já pode ser jogado através da Steam com uma demonstração gratuita.

Microsoft inicia os testes do Modo Copilot no Microsoft Edge

O Modo Copilot está agora em fase experimental mas permite que o assistente da Microsoft interaja com todas as abas abertas no Microsoft Edge.

A Microsoft iniciou os testes públicos de uma nova funcionalidade experimental no Microsoft Edge: o Modo Copilot. Trata-se de uma funcionalidade que coloca o assistente inteligente da Microsoft em destaque na experiência de navegação. Através do assistente Copilot será possível analisar todas as abas abertas, reunir informações e executar tarefas complexas.

Com esta integração, o Copilot passa a estar presente diretamente na página inicial de nova aba, uma escolha que pretende tornar a sua utilização mais imediata. Este novo modo de funcionamento coloca a Microsoft numa posição intermédia entre a solução parcial do Chrome, que começou agora também testar a integração do Gemini, ou a proposta mais radical de navegadores como o Comet da Perplexity, concebido desde o início com inteligência artificial no centro da experiência.

Uma das funcionalidades centrais do Modo Copilot é, como já mencionámos, a análise simultânea de todas as abas abertas. A inteligência artificial cruza os dados recolhidos em tempo real e apresenta resultados ajustados ao que está efetivamente a ser pesquisado. Adicionalmente, a Microsoft inclui ainda a navegação por voz, permitindo comandos como a abertura de novas abas ou a localização de conteúdos específicos num site. E nos planos para o futuro, com o consentimento do utilizador, o Copilot poderá aceder ao histórico de navegação e às credenciais armazenadas no navegador para realizar ações autónomas.

A Microsoft reconhece que esta abordagem poderá não ser do agrado de todos os utilizadores. Por isso, o Modo Copilot será inteiramente opcional e poderá ser ativado ou desativado nas definições do Microsoft Edge de acordo com a preferência de cada utilizador. Caso o utilizador opte por não o ativar, poderá continuar a utilizar o navegador normalmente, sem qualquer alteração à experiência tradicional. Por agora, o Modo Copilot está disponível de forma gratuita e limitada, com algumas funcionalidades sujeitas a restrições.

Stork. Lisboa acolhe espaço educativo que alia neurociência à infância e apoio familiar

O Stork nasce com a ambição de se afirmar como um ponto de encontro para famílias em Lisboa.

A partir de outubro de 2025, Lisboa contará com um novo espaço dedicado à educação e ao apoio familiar, situado nas imediações do Jardim da Estrela. Chama-se Stork e propõe uma alternativa contemporânea aos modelos tradicionais de creche, apostando numa abordagem pedagógica centrada não apenas na criança, mas também na família e na comunidade envolvente.

A iniciativa, desenvolvida por especialistas nas áreas da Psicologia Educacional e da Neurociência Aplicada à Educação, baseia-se num modelo educativo que articula os princípios científicos mais recentes com metodologias como Montessori e Reggio Emilia. A proposta pedagógica assenta numa aprendizagem ativa e personalizada, respeitando o ritmo de desenvolvimento de cada criança, bem como os seus interesses e etapas individuais.

O espaço educativo disponibiliza playgroups bilingues – em português e inglês – para crianças entre os 12 e os 36 meses. As atividades incluem experiências sensoriais, momentos de exploração criativa e interações que visam fortalecer competências cognitivas, motoras e sociais.

Além do trabalho com crianças, o projeto distingue-se pela criação de um espaço de trabalho partilhado destinado a pais. Este ambiente foi concebido para permitir a conciliação entre a vida profissional e a presença ativa na infância dos filhos, oferecendo uma alternativa à habitual separação entre os dois mundos.

A par das atividades diárias para os mais novos, o espaço da Stork inclui também programas pós-escolares para crianças dos 2 aos 9 anos, com atividades que vão desde yoga e teatro até música, mindfulness, artes e culinária. O currículo integra ainda componentes de aprendizagem socioemocional, narração de histórias, movimento e expressão artística. A alimentação será exclusivamente biológica e haverá sessões regulares de formação e reflexão para famílias, focadas em temas ligados à parentalidade e ao desenvolvimento infantil.

Chegou a Portugal o primeiro medicamento para disfunção erétil sem receita médica

Grupo Tecnimede lança Sildenafil Desay, o primeiro medicamento sem receita para disfunção erétil em Portugal, com venda exclusiva em farmácia.

Chegou este mês às farmácias portuguesas o Sildenafil Desay, o primeiro fármaco para a disfunção erétil que pode ser adquirido sem receita médica. Desenvolvido pelo Grupo Tecnimede, este medicamento de venda exclusiva em farmácia marca uma mudança significativa no tratamento da saúde sexual masculina em Portugal, ao permitir o acesso facilitado a uma terapêutica até agora sujeita a maior controlo.

O princípio ativo é o sildenafil, na dosagem de 50 mg, substância com eficácia comprovada no tratamento da disfunção erétil em homens adultos. A sua administração é simples, devendo ser tomado um comprimido com água, cerca de uma hora antes da relação sexual, não excedendo uma dose por dia. O medicamento é comercializado em embalagens de quatro comprimidos (com um preço recomendado de 16,90€) e de oito (29,50€).

Apesar de não requerer prescrição médica, a dispensa do Sildenafil Desay está sujeita à intervenção de um farmacêutico, que realiza uma avaliação prévia e confidencial antes da entrega do medicamento. Esta triagem visa assegurar um uso adequado, prevenindo riscos associados à automedicação e garantindo que o tratamento é apropriado para o perfil de cada utente.

O Grupo Tecnimede apresenta esta solução como uma forma de dar resposta a um problema que, embora comum, permanece muitas vezes envolto em estigma. A abordagem pretende integrar a saúde sexual masculina num discurso mais aberto e menos condicionado por constrangimentos sociais.

A introdução deste medicamento para a disfunção erétil sem necessidade de receita médica insere-se num contexto mais amplo de desburocratização do acesso a cuidados de saúde, permitindo maior autonomia ao utente e potenciando o papel do farmacêutico como agente de saúde pública. Esta medida poderá também contribuir para a redução da procura por produtos não regulamentados ou sem eficácia comprovada, que frequentemente circulam no mercado paralelo.

Elgato lança a Facecam 4K com suporte para filtros profissionais

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A Elgato revelou hoje a Facecam 4K, uma nova webcam concebida para criadores que procuram qualidade de imagem comparável a câmaras profissionais.

A Elgato anunciou a Facecam 4K, uma nova câmara concebida para criadores de conteúdo que procuram vídeo com qualidade de estúdio sem recorrer a equipamento profissional dispendioso. De acordo com a Elgato, esta é a primeira webcam a oferecer suporte para filtros de lente fotográficos juntamente com captura de vídeo em Ultra HD a 60FPS.

O novo modelo recupera o legado da primeira câmara 4K60 da marca, lançada em 2022. Desta vez, apresenta-se como uma solução mais acessível, mantendo uma qualidade de imagem que a marca considera que rivaliza com muitas câmaras profissionais.

Para atingir a qualidade desejada pela Elgato, a Facecam 4K recorre a um sensor SONY STARVIS 2 de 1/1.8″, que capta a luz através de uma lente Prime com campo de visão de 90 graus e com foco nítido até 1,2 metros. A imagem é ainda é processada por um chip dedicado, responsável por reduzir ruído, ajustar cor e tratar o sinal antes da transmissão. A Facecam 4K é capaz de gravar em Ultra HD a 60FPS, mas de acordo com a marca, ao ser ligada por USB 3.0, a transmissão sem compressão está limitada a 30FPS. Isto significa que o modo 4K60 está disponível, mas requer compressão ou um modo de funcionamento específico.

A experiência de utilização da câmara é suportada pelo software Camera Hub, que oferece controlo manual da exposição (ISO e obturador), zoom digital com nitidez mantida, efeitos LUT integrados e compatibilidade com desfoque de fundo através de GPUs NVIDIA RTX. A aplicação inclui ainda funcionalidades como HDR, redução de ruído e controlo pan/tilt digital.

Uma das principais novidades é o suporte para filtros de lente de 49 mm, uma funcionalidade até agora exclusiva de equipamento fotográfico profissional e semi-profissional. A Elgato promete assim abrir novas possibilidades criativas, como efeitos de difusão, redução de reflexos em óculos com filtros CPL ou estilizações como starburst, disponíveis com qualquer filtro compatível.

Para assinalar o lançamento, a marca está a oferecer um filtro CPL com as encomendas feitas através do seu site oficial. A Facecam 4K já está disponível, com um preço de venda ao público de 199,99€, tanto na loja online da Elgato como em revendedores autorizados da Corsair.

Casa Capitão reabre no Beato com nova vida cultural em setembro

A Casa Capitão regressa ao Beato com programação contínua e multidisciplinar. A inauguração decorre a 19 de setembro com três dias de acesso gratuito.

Lisboa prepara-se para acolher um novo espaço cultural de referência. A Casa Capitão, localizada no Beato, inaugura uma nova etapa a 19 de setembro, com um fim-de-semana de acesso gratuito que marca o início de uma programação regular dedicada às artes contemporâneas. Durante três dias, estarão disponíveis mais de 40 propostas culturais dirigidas a diferentes públicos e faixas etárias.

Após uma primeira fase como projeto temporário lançado em plena pandemia e uma requalificação profunda do edifício, a Casa Capitão assume agora uma presença permanente. Com quatro andares e uma variedade de ambientes – do terraço às galerias, passando por salas de concertos, áreas polivalentes e zonas de restauração -, o espaço posiciona-se como um centro de criação e partilha artística, aberto à experimentação e à colaboração.

A programação assenta numa abordagem transversal e multidisciplinar, integrando música, artes visuais e performativas, pensamento crítico, audiovisual, novos media, gastronomia, design e moda. O objetivo passa por ampliar o acesso à cultura e acolher diferentes vozes e percursos criativos, promovendo um espaço de liberdade, inclusão e escuta ativa.

Entre os projetos internos com identidade própria, destacam-se três eixos curatoriais: o Quiosque, que parte da palavra como elemento central para o cruzamento com outras linguagens artísticas; o Baile, focado na música e na dança como práticas culturais urbanas e comunitárias; e a Mesa, que propõe uma abordagem cultural e interdisciplinar à gastronomia, entendendo o ato de cozinhar e partilhar como prática artística e social.

A abertura oficial, agendada para os dias 19, 20 e 21 de setembro, contará com uma programação diversificada ao longo do dia e da noite. Estão já confirmadas atuações de artistas como Afonso Cabral, Capicua, Conferência Inferno, Vaiapraia, Maria Beraldo, Luca Argel, Sreya, Hause Plants, Iguanas e Bbb Hairdryer. Na pista de dança, participam Caliente Isa & King Kami, Cuca Monga DJs, Doce da Casa e Chicharro.

No domínio da palavra e discurso, Joana Guerra Tadeu inaugura o ciclo Mesa de Cabeceira, inspirado nos livros de cabeceira de uma curadora convidada; Gil Dionísio apresenta Contos e Lenga Lendas, um espetáculo que combina narração e música; Anna Zêpa e Maria Giulia Pinheiro trazem a performance Ciranda: Jogo de Palavra Falada, com influências do universo Poetry Slam; Cláudia Fonseca conduz uma sessão de contos dirigida a crianças e famílias; e a Nómada Notebooks orienta uma oficina de encadernação artesanal, onde o caderno é explorado como arquivo de memórias, saberes e práticas de resistência.

No campo das artes performativas, Lukano Mpasi apresenta Matxikadu, uma performance que funde dança e música, combinando eletrónica, hip hop, kuduro e sonoridades tradicionais angolanas.

Nas artes visuais, Catarina Vilaça exibe a vídeo-instalação O Sonho Tem Cor de Triângulo, enquanto MARIA PINHEIRO (também conhecida como CARLOS ROXO) apresenta Constrói-me, uma instalação-puzzle que convida à experimentação e à interação livre, sem instruções.

No segmento audiovisual, o Levante Cineclube propõe uma seleção de curtas-metragens para todas as idades, e o festival Le Guess Who? apresenta o programa COSMOS, com filmes que documentam histórias de comunidades musicais de diversas geografias.

A programação integra ainda oficinas criativas e artesanais, que incluem desenho, tingimento natural, dança e criação de histórias, reforçando o carácter inclusivo, experimental e multidisciplinar desta nova fase da Casa Capitão.

Atari prepara aquisição da Thunderful Group por cerca de 4,5 milhões de euros

A editora responsável por SteamWorld, Lost in Random e ISLANDERS passará a integrar o portefólio da Atari, que prepara uma entrada mais sólida no mercado europeu.

A Atari anunciou que chegou a acordo com a Thunderful Group para adquirir aproximadamente 82% do capital social e direitos de voto da empresa sueca, num negócio avaliado em cerca de 4,5 milhões de euros. A operação será formalizada através de uma emissão direcionada de novas ações, sujeita à aprovação dos acionistas da Thunderful numa assembleia geral extraordinária marcada para 28 de agosto de 2025.

A Thunderful é responsável por um catálogo com mais de 20 propriedades intelectuais, entre as quais se incluem jogos como SteamWorld, ISLANDERS, Vampire’s Fall e o recente Lost in Random: The Eternal Die. Para além da vertente de edição e distribuição, o grupo inclui cinco estúdios de desenvolvimento e uma divisão de serviços, operando principalmente no PC e consolas. No final de 2024, a empresa reportou receitas anuais de cerca de 25 milhões de euros, mas enfrenta atualmente uma fase mais delicada.

A aquisição surge num contexto de reestruturação interna da Thunderful, que enfrenta dificuldades financeiras após resultados fracos no segundo trimestre de 2025. As receitas do segmento editorial caíram para cerca de 38 milhões de coroas suecas, muito abaixo dos 58 milhões registados no período homólogo, e o desempenho de vendas desapontante de Lost in Random: The Eternal Die, lançado a 17 de junho, contribuiu para este cenário. A empresa revelou uma dívida líquida de 85 milhões de coroas e liquidez de apenas 32 milhões no final de junho.

Para responder à situação, o conselho de administração aprovou um plano de reestruturação que inclui cortes de pessoal nas áreas de desenvolvimento, publicação e serviços transversais. A previsão é de uma redução de custos entre 6 a 8 milhões de coroas já no segundo semestre de 2025, e entre 40 a 45 milhões em 2026.

Nesse contexto, foi também anunciada a saída de Martin Walfisz, CEO da Thunderful desde agosto de 2023, que deverá abandonar o cargo até ao final de 2025, ou assim que for encontrado um sucessor.

A aquisição pela Atari não obriga à apresentação de uma oferta pública sobre o restante capital, após isenção concedida pelo regulador sueco. O negócio conta com o apoio unânime do conselho da Thunderful e de dois dos maiores acionistas individuais, Owe Bergsten e Brjann Sigurgeirsson, que detêm juntos cerca de 29,9% da empresa.

De acordo com Wade Rosen, presidente e CEO da Atari, a integração da Thunderful representa “um marco importante na expansão das capacidades de desenvolvimento e publicação da Atari na Europa”. A transação poderá ser financiada através de recursos próprios ou com apoio da IRATA LLC, sociedade detida por Rosen.

Sequela de Star Wars Outlaws pode ter sido cancelada

De acordo com alguns rumores, a Ubisoft pode ter abandonado os planos para a sequela de Star Wars Outlaws devido ao seu desempenho comercial abaixo do esperado.

Lançado em agosto de 2024, Star Wars Outlaws foi anunciado como uma aposta ambiciosa da Ubisoft no universo Star Wars, apostando num modelo de mundo aberto, com uma história canónica, passada entre os episódios V e VI da saga. Apesar do tremendo potencial da licença e de todas as melhorias aplicadas após o seu lançamento original, o jogo terá falhado em cumprir as metas comerciais definidas pela Ubisoft, algo que alegadamente ditou o cancelamento de uma sequela.

Durante uma reunião com acionistas, o CEO da Ubisoft, Yves Guillemot, reconheceu que o jogo não atingiu os objetivos de vendas, atribuindo parte da culpa à “fase instável” que a marca Star Wars atravessava na altura do lançamento. Guillemot admitiu ainda que o jogo precisava de mais tempo para afinações e polimento adicional, algo que só foi corrigido nas semanas seguintes, já depois do impacto inicial no mercado. Após várias atualizações que melhoraram substancialmente o desempenho do jogo no PC e Plataformas, Star Wars Outlaws recebeu duas expansões, uma versão melhorada para a PlayStation 5 Pro e suporte de novas tecnologias para PC, e prepara-se para chegar à Nintendo Switch 2 no dia 4 de setembro.

Agora, de acordo com o Tom Henderson, do portal Insider Gaming, fontes próximas da Ubisoft, afirmam que também a sequela de Star Wars Outlaws estaria em pré-produção, mas que o projeto terá sido cancelado discretamente. Essa decisão terá sido motivada pelos argumentos de Guillemont e pelas vendas fracas do jogo, que em setembro de 2024 rondavam apenas um milhão de cópias, um número considerado dececionante face às expetativas da Ubisoft.

Este possível alegado recuo acontece numa fase de reorganização de propriedades da Ubisoft, que tendo até criado uma nova divisão para gerir as marcas principais como Assassin’s Creed, Rainbow Six e Far Cry, com apoio de investimento da Tencent. Assim, propriedades licenciadas como Star Wars, juntam-se a uma longa lista de propriedades que se encontram adormecidas ou de futuro incerto.

PlayStation pode estar a preparar-se para uma estratégia multiplataforma mais abrangente, sugere um novo anúncio de emprego

O novo anúncio de emprego da PlayStation reacendeu o debate sobre a exclusividade dos jogos da marca, ao sugerir um reforço da expansão multiplataforma da marca.

A Sony publicou recentemente uma nova vaga para um cargo de direção dedicado à sua estratégia multiplataforma, alimentando especulações sobre uma possível abertura mais agressiva da marca para outras plataformas de jogos como as da Xbox ou da Nintendo. No entanto, algumas fontes próximas da indústria sugerem que estas expectativas podem estar a ser exageradas.

A posição, publicada pela sede da PlayStation em San Mateo, descreve o cargo de “Senior Director of Multiplatform & Account Management”, que ficará responsável por liderar a estratégia comercial global dos jogos produzidos pelos PlayStation Studios em outras plataformas para lá do hardware da marca, incluindo Steam, Epic Games Store, Xbox, Nintendo e, obviamente, dispositivos móveis. O objetivo principal deste cargo passa por “otimizar a rentabilidade dos títulos”, mantendo ao mesmo tempo uma estratégia coerente entre equipas e parceiros externos.

O cargo inclui ainda responsabilidades como “o desenvolvimento da estratégia comercial a médio prazo” para estas plataformas alternativas e a manutenção de “relações sólidas” com os detentores de consolas rivais, promovendo colaborações eficazes e otimização de desempenho. No fundo, trata-se mais de uma continuidade estruturada do que uma alteração ao que já estabelecido em curso pela marca.

Adicionalmente, apesar da descrição, que menciona explicitamente plataformas concorrentes, não há qualquer indicação de que exclusivos de consola como God of War Ragnarök ou Marvel’s Spider-Man 2, estejam prestes a chegar a consolas Xbox ou Nintendo. Atualmente, a Sony tem concentrado os seus esforços apenas em conversões para PC e em projetos muito específicos, como foi o caso de LEGO Horizon Adventures, que teve um lançamento simultâneo para a Nintendo Switch, ou o caso de Helldivers 2, que se prepara para receber uma versão para a Xbox Series X|S.

Esta contenção de expectativas é reforçada por declarações de um conhecido membro da comunidade de jogos Shinobi602, que no fórum ResetEra comentou que “as pessoas estão a entusiasmar-se demasiado” com a publicação da vaga, defendendo que a Sony continuará fiel à sua estratégia atual e que procura apenas expandir os lançamentos de jogos com forte componente online e de serviço contínuo, como Helldivers 2 ou Marathon, para uma audiência mais abrangente.

Já recentemente, o chefe do grupo PlayStation Studios, Hermen Hulst, havia afirmado uma necessidade de ponderação em todas as decisões de expansão, sublinhando que é importante não diluir o valor da plataforma da Sony ao levar os seus jogos para outros sistemas. Nos últimos anos, a marca tem vindo a reduzir o peso das exclusividades absolutas, com muitos dos seus jogos a chegarem ao PC, no entanto, mantendo os seus jogos enquanto exclusivos de consola.

Toda esta discussão e expectativas espelha não só a preocupação dos jogadores mais conservadores e agarrados às marcas, mas também a forma como a industria se tem transformado nos últimos anos, destacando-se os grandes investimentos em jogos de altas produções que requerem um publico maior para garantir a sustentabilidade dos estúdios, as grandes aquisições, os despedimentos em massa e, mais recentemente a transformação da Xbox Game Studios para a distribuição multiplataforma, algo que resultou em lançamentos históricos como Forza Horizon 5 na PlayStation 5 e, em breve Gears of War também na consola da Sony.

Série de God of War para a Amazon vai recontar a história de Kratos e Atreus e promete ser fiel aos jogos

O produtor executivo da série, Ronald D. Moore confirmou que a adaptação televisiva de God of War vai centrar-se na relação entre pai e filho, respeitando o espírito dos mais recentes jogos.

A adaptação de God of War para televisão é uma de várias ativamente em produção pelos estúdios da Amazon. Ainda com poucos detalhes, a série já tem duas temporadas prometidas que estão a ser trabalhadas desde o final de 2024. Agora, de acordo com o produtor executivo e guionista da série, Ronald D. Moore, ficámos a saber um pouco mais sobre o projeto, nomeadamente que a série será uma versão fiel dos jogos da era nórdica, com destaque para a jornada emocional de Kratos e Atreus, que começou com o soft-reboot da saga em 2018.

Este detalhe foi partilhado numa entrevista à IGN durante a San Diego Comic-Con 2025, na qual Moore explicou que o projeto pretende emular o tom emocional dos jogos mais recentes, focando-se na ligação entre pai e filho e na missão que partilham para honrar a memória da mulher de Kratos e mãe de Atreus. Para Moore, a carga dramática será equilibrada com momentos de ação, mistério e espetáculo, o ritmo, elementos e a identidade visual que vincaram na mais recente versão da saga da PlayStation.

Existe um peso emocional, mas também há espaço para o espanto, para o divertimento e para a grandiosidade do mundo”, referiu o produtor, conhecido por trabalhos anteriores como Battlestar Galactica e For All Mankind. Apesar de afirmar que não é um jogador, Moore partilha acompanhou e conhece bem todas as sequências narrativas dos jogos e que continua a tentar jogá-los.

A relação entre pais e filhos, já é um tema frequentemente presente na carreira do produtor, que descreve God of War como “É uma história sobre personagens marcadas por perda, por relações quebradas, e por tentativas de reconciliação. Tem tudo o que uma boa série dramática precisa”.

Para quem esperava por ver a saga grega como foco desta adaptação, Moore não partilha detalhes nem confirma nada, mas deixa o tease afirmando que os espectadores terão de “esperar para ver” e encontrar possíveis referências. God of War é uma das várias séries adaptadas de videojogos em desenvolvimento pela Amazon, numa lista que já inclui Mass Effect, Warhammer 40.000, Fallout e, possivelmente, Wolfesntein.

Amazon lança novo Kindle Colorsoft de 16GB com ecrã a cores e mais autonomia

Com ecrã a cores, luz ajustável e bateria de longa duração, o novo Amazon Kindle Colorsoft promete reforçar a experiência de leitura digital.

A Amazon alargou a sua gama Kindle Colorsoft com o lançamento de um novo modelo de 16GB.

O modelo de 16GB do Kindle Colorsoft surge com características que continuam a atrair os fãs da marca: um ecrã Colorsoft de alto contraste, uma navegação rápida entre páginas, luz ajustável com tom quente, bateria com autonomia de várias semanas e acesso à vasta loja de livros digitais da Amazon. Este equipamento permite a visualização de capas a cores tanto na biblioteca pessoal como na loja Kindle, além da leitura de novelas gráficas com ilustrações coloridas e da visualização de imagens a cores nos livros.

Também é possível sublinhar texto com várias cores, facilitando a organização e a pesquisa posterior. Para quem prefere a leitura com fundo escuro, está disponível a funcionalidade que inverte as cores do texto e do fundo nas páginas.

O novo Kindle Colorsoft com 16GB já está à venda por 269,99€, incluindo uma oferta de três meses da subscrição Kindle Unlimited. Existe ainda a versão Signature Edition, com preço de 299,99€, que oferece luz frontal com ajuste automático, carregamento sem fios e uma capacidade de armazenamento de 32GB.

Saga Horizon já vendeu mais de 38 milhões de unidades em todo o mundo

O número de vendas da saga Horizon foi revelado através da documentação apresentada no processo judicial da Sony contra a Tencent por alegada cópia da série.

A série Horizon, desenvolvida pela Guerrilla Games para a PlayStation, já ultrapassou os 38 milhões de unidades vendidas a nível global, isto de acordo com os números divulgados pela Sony no âmbito da ação judicial que moveu contra a Tencent. Estes dados surgem num documento submetido em tribunal, no qual a empresa japonesa acusa a tecnológica chinesa de plagiarismo com o jogo Light of Motiram.

A última atualização oficial sobre o desempenho comercial da série tinha sido feita em abril de 2023, quando a Sony confirmou vendas na ordem dos 32,7 milhões de unidades. Este novo valor representa um crescimento de mais 5 milhões de cópias ao longo dos últimos dois anos.

Este aumento nas vendas pode ser atribuído a diversos lançamentos e reedições recentes, incluindo Horizon Forbidden West para PC, o spin-off LEGO Horizon Adventures para PC, PlayStation 5 e Nintendo Switch, e a versão remasterizada de Horizon Zero Dawn para PC e PlayStation 5. A estes, somam-se ainda as vendas contínuas dos títulos originais nas suas plataformas de origem.

Com este novo marco, Horizon consolida-se como uma das propriedades mais bem-sucedidas da PlayStation, a par de séries como Gran Turismo (mais de 90 milhões), God of War (mais de 66 milhões), Marvel’s Spider-Man (mais de 50 milhões) e The Last of Us (mais de 37 milhões).

A informação surge no contexto do processo legal contra a Tencent, em que a Sony alega que Light of Motiram é uma imitação direta da saga Horizon, copiando vários elementos visuais, temáticos e mecânicos. No mesmo processo, a empresa refere ainda que a Tencent chegou a tentar obter licença para usar a propriedade Horizon num jogo próprio, proposta que terá sido recusada.

Johnny Jewel atua em Lisboa em novembro com concerto a solo

O concerto de Johnny Jewel na capital portuguesa incluirá temas de bandas sonoras e dos seus álbuns a solo.

Johnny Jewel regressa a Portugal para um concerto em nome próprio, agendado para o dia 13 de novembro, na Casa Capitão, em Lisboa. Reconhecido pelo seu percurso enquanto produtor, compositor e membro de vários projetos de culto, esta será a primeira vez que o músico atua na capital com um espetáculo a solo.

Figura central na cena eletrónica das últimas duas décadas, Johnny Jewel é cofundador dos Glass Candy e dos Desire, além de ter integrado os Chromatics, grupo ao qual apresentou a vocalista Ruth Radelet, que acabaria por assumir protagonismo nos principais temas da banda. É também fundador da editora Italians Do It Better, que ao longo dos anos se afirmou como uma referência dentro da estética synth-pop e italo-disco.

A sua ligação ao universo cinematográfico consolidou-se em 2008, com a criação da banda sonora do filme Bronson, realizado por Nicolas Winding Refn. Esta colaboração prolongar-se-ia até 2011, com Drive, filme em que Jewel voltou a assumir a composição e gravação da música original. A relação com o audiovisual continuaria mais tarde com a participação na terceira temporada de Twin Peaks, de David Lynch, onde surge com os Chromatics numa atuação ao vivo integrada na narrativa da série.

Ao longo da sua carreira, Johnny Jewel tem explorado sonoridades fortemente influenciadas por sintetizadores e caixas de ritmos das décadas de 70 e 80, desenvolvendo uma identidade estética assente em atmosferas etéreas e cinematográficas. O seu trabalho desempenhou um papel relevante na redescoberta desses universos sonoros, tanto na música como no cinema contemporâneo.

O concerto em Lisboa surge na sequência da passagem do artista pelo Porto, em 2023, e inclui temas dos seus álbuns a solo, que já somam seis registos de longa duração, bem como composições criadas para cinema e televisão.

Os bilhetes estarão disponíveis a partir das 10h do dia 31 de julho, com preços entre os 23 e os 27€.

Amazon pode estar a preparar uma adaptação de Wolfenstein

A nova série inspirada em Wolfenstein vai ficar a cargo dos criadores de Fallout e Westworld.

A Amazon MGM Studios pode estar a produzir uma nova série live action baseada na saga de jogos Wolfenstein, afirma a Variety. O projeto, ainda não confirmado oficialmente, mas segundo consta está alegadamente a ser conduzido por Patrick Somerville, criador de Station Eleven e produtor da adaptação de Fallout.

A série será escrita, criada e liderada por Somerville, que assumirá também o cargo de produtor executivo. Entre os nomes ligados à produção estão Jonathan Nolan e Lisa Joy, responsáveis pelas séries Westworld e The Peripheral, e atuais produtores de Fallout através da sua produtora Kilter Films. A equipa inclui ainda Athena Wickham (Kilter Films), James Altman (Keyframe Films) e Jerk Gustafsson, diretor e designer de Wolfenstein: The New Order, que representará o estúdio MachineGames, responsável pelos jogos mais recentes da série.

Embora não se conheça que história irão adaptar ou expandir, há uma pequena descrição associada ao projeto: “The story of killing Nazis is evergreen”, estabelecendo já que se tratará de uma abordagem fiel ao espírito da saga, onde os jogadores partem em missões violentas e surreais ao controlo de William “B.J.” Blazkowicz, um soldado norte-americano que luta contra um regime nazi envolvido em experiências estranhas e ocultas.

A saga Wolfenstein teve início em 1981 com Castle Wolfenstein e tornou-se mais tarde num marco dos jogos de ação na primeira pessoa com o lançamento de Wolfenstein 3D, em 1992. Ao todo, a série é atualmente composta por 14 jogos, incluindo o mais recente Wolfenstein: Cyberpilot, produzido para a realidade virtual. Desde 2009, os direitos pertencem à Bethesda Softworks, com a MachineGames a liderar o desenvolvimento da série.

Este poderá ser mais um investimento da Amazon em adaptações de videojogos, após o êxito de Fallout, que se prepara para regressar com uma segunda temporada. A produtora está também envolvida noutros projetos do género, incluindo séries baseadas em Mass Effect, God of War e Warhammer 40.000.

Restaurante La Mafia se sienta a la mesa abre em Braga

E depois de Braga, o La Mafia se sienta a la mesa irá, em breve, abrir uma nova unidade, desta vez no Porto.

A marca de restauração espanhola La Mafia se sienta a la mesa estreou-se em Braga com a abertura de um novo restaurante no centro da cidade. A escolha recaiu sobre o complexo Liberdade Street Fashion, um espaço de utilização mista que combina comércio, habitação, escritórios e restauração, localizado numa das zonas mais centrais e movimentadas da cidade.

O restaurante, inaugurado no início de julho, ocupa uma área de 300 m2 e inclui uma esplanada com capacidade para acolher até 144 clientes. Este novo espaço marca o início da expansão da marca para o norte do país, após as duas unidades abertas em Lisboa, localizadas nas Avenidas Novas e no Parque das Nações. Para breve, está prevista a abertura de um novo espaço, desta vez na cidade do Porto.

Com mais de duas décadas de atividade, o grupo La Mafia se sienta a la mesa, fundado em Saragoça no ano 2000, integra uma fábrica própria com plataforma logística dedicada à distribuição de produtos para os vários restaurantes da rede. O grupo distingue-se pela aposta em ingredientes de elevada qualidade e por um conceito decorativo que combina elementos clássicos e contemporâneos da cultura italiana.

A chegada da marca a Braga surge num contexto de crescente dinamismo comercial na cidade, que em 2025 assume o título de Capital Portuguesa da Cultura.

Foto: Cushman & Wakefield

Politécnico de Leiria lidera investimento nacional em residências para estudantes

Com 13 edifícios em obras e 1.377 camas previstas até 2026, o Politécnico de Leiria lidera a resposta à crise de alojamento estudantil em Portugal.

O Instituto Politécnico de Leiria destaca-se atualmente como a instituição de ensino superior com o maior número de intervenções em curso no que respeita à construção e reabilitação de residências para estudantes. Este conjunto de projetos representa um investimento total de cerca de 31 milhões de euros, sendo que 25 milhões são provenientes do Plano Nacional para o Alojamento no Ensino Superior, no âmbito do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR).

Atualmente, o Politécnico de Leiria tem em mãos nove empreitadas que envolvem a construção, reabilitação e renovação de um total de 13 edifícios em vários concelhos da região: Leiria, Caldas da Rainha, Peniche e Pombal. A esta lista juntam-se ainda três projetos adicionais, desenvolvidos em parceria com os municípios da Batalha, Marinha Grande e Torres Vedras.

Com a conclusão prevista das obras no ano letivo de 2026/2027, a instituição estima atingir uma capacidade total de 1.377 camas, praticamente duplicando a atual oferta.

Sirius e Vega são os novos projetores portáteis da Thomson

Os projetores Thomson Vega PG35B e Sirius PG55B contam com Google TV e podem ser levados para qualquer lado, uma vez que possuem bateria integrada.

A THOMSON apresentou dois novos modelos de projetores inteligentes concebidos para utilização doméstica e portátil: o Vega PG35B e o Sirius PG55B. Ambos integram a coleção THOMSON Go e destacam-se pela portabilidade, funcionamento sem cabos e integração com Google TV.

Com apenas 0,68 kg de peso, o Vega foi concebido a pensar na mobilidade. Cabe facilmente numa mochila e inclui um suporte ajustável que facilita a projeção em diferentes ângulos, seja no teto de um quarto ou numa parede de tenda. A estrutura rígida da caixa de transporte protege o equipamento contra choques e riscos durante o transporte, reforçando a sua robustez.

No que respeita à autonomia, o modelo Vega integra uma bateria que permite ver um filme completo sem necessidade de ligação à corrente elétrica – no modo económico, por exemplo, a marca refere que tem uma autonomia de até 120 minutos. Esta característica torna-o particularmente adequado para utilização em locais sem acesso imediato a tomadas, como jardins, varandas ou durante viagens.

Apesar da sua dimensão reduzida, o Vega é capaz de projetar imagens até 100 polegadas em superfícies planas, oferecendo suporte para conteúdos em 4K. O único senão será mesmo contar apenas com 350 ANSI lumens.

Thomson Vega

Já o Sirius PG55B adopta uma abordagem distinta. Com um design minimalista e discreto, integra-se facilmente em ambientes modernos e espaços reduzidos, como estúdios ou apartamentos. A tecnologia de projeção a laser de ultra-curta distância permite criar uma imagem de 100 polegadas a partir de apenas 40 centímetros da parede. Tudo isto sem necessidade de suportes, cabos visíveis ou reorganização do mobiliário. A nível de luminosidade, conta com 600 ANSI lumens, enquanto que a sua bateria, no EcoMode, aguenta 90 minutos, de acordo com dados da marca.

No campo do áudio, o Sirius distingue-se com dois altifalantes integrados de 7W e suporte para Dolby Audio. O som é límpido, com graves profundos e efeitos envolventes, eliminando a necessidade de colunas externas ou barras de som, ainda que dependa muito do ambiente em redor.

Tanto o Vega como o Sirius oferecem funcionalidades de focagem automática e correção trapezoidal automática, garantindo uma imagem nítida e corretamente alinhada, mesmo quando o projetor não está posicionado de forma totalmente frontal. Já a nível de vida útil, podem contar com 20.000 horas de funcionamento, até que seja necessário mudar a respetiva lâmpada.

Como seria de esperar, ambos contam com o sistema operativo Google TV, assegurando acesso imediato a aplicações como Netflix, YouTube, Prime Video e Disney+, entre outras.

Quanto a preços, o Thomson Vega custa 599€, ao passo que o Sirius pode ser adquirido por 799€.

Vai avançar a reabilitação da EN222 em São João da Pesqueira

Obra de 10,8 milhões de euros vai reabilitar 17 km da EN222 em São João da Pesqueira, reforçando a segurança rodoviária na região do Douro.

A empreitada de reabilitação e alargamento da Estrada Nacional 222, no concelho de São João da Pesqueira, vai avançar num troço com cerca de 17 quilómetros. A intervenção decorre numa zona de elevado valor patrimonial e paisagístico, integrada na Região Demarcada do Douro, classificada pela UNESCO como Património Mundial.

Com um investimento de 10,8 milhões de euros, a obra abrange o troço compreendido entre a Ponte das Bateiras – no entroncamento com a EN323 – e a rotunda de acesso à vila de São João da Pesqueira. Entre os principais objetivos estão a melhoria das condições de circulação e segurança, através da reabilitação integral do pavimento, da correção de curvas com menor visibilidade e do alargamento pontual da plataforma rodoviária.

Estão ainda previstos trabalhos de reformulação de intersecções e de atravessamentos em zonas urbanas. Na localidade de Ervedosa do Douro, será executado o arranjo de passeios, bem como a instalação de um novo sistema de semaforização para atravessamento pedonal. A empreitada inclui igualmente a reabilitação dos sistemas de drenagem, dos muros de suporte e dos equipamentos de sinalização e segurança. Serão também reposicionados ou criados ilhéus em cruzamentos e entroncamentos, além da substituição e instalação de abrigos para passageiros em paragens de transporte público.

Foto: Câmara Municipal de São João da Pesqueira

Carris Metropolitana passa a aceitar pagamentos com cartão bancário nos autocarros

A medida enquadra-se na estratégia de modernização e digitalização dos métodos de pagamento da Carris Metropolitana.

Se, neste momento, formos ao site da Carris Metropolitana, reparamos que, no toca ao pagamento dos bilhetes, existem apenas duas opções: pagar diretamente ao motorista em numerário ou, então, pré-carregar o cartão navegante com saldo. Mas isso vai mudar já esta semana.

Tudo porque a Carris Metropolitana vai introduzir a funcionalidade Tap&Ride nos seus serviços de transporte, permitindo o pagamento direto das viagens com cartão bancário em grande parte dos autocarros – a empresa não explicou ao certo este ponto.

Com esta novidade, os passageiros passam a poder utilizar cartões bancários para efetuar o pagamento diretamente a bordo, algo extremamente útil para aqueles que, por exemplo, não costumam andar com moedas na carteira.

O Tap&Ride é apresentado oficialmente amanhã, quarta-feira, dia 30 de julho, no terminal rodoviário de Cascais. A demonstração oficial do serviço terá lugar a bordo da carreira 1624.

DIGI abre primeira loja no Porto

A operadora romena DIGI inaugurou a sua primeira loja no Porto, localizada na Rua de Fernandes Tomás, reforçando a proximidade com os clientes da região Norte.

A DIGI estreou-se na cidade do Porto com a abertura da sua primeira loja a norte do país. A nova localização, situada na Rua de Fernandes Tomás, n.º 145, marca um passo relevante na expansão da operadora em território nacional, reforçando a presença física da marca fora da Área Metropolitana de Lisboa.

Esta inauguração surge na sequência da boa recetividade registada na Amadora, onde a primeira loja da empresa já se encontrava em funcionamento. Com este novo espaço, a DIGI passa a dispor de um ponto de contacto direto com os consumidores da região Norte, numa lógica de descentralização dos seus serviços.

No local, é possível aderir aos tarifários móveis, incluindo opções como o plano ilimitado, bem como subscrever serviços de internet fixa com diferentes velocidades, desde 500 Mbps até 10 Gbps, e pacotes combinados de televisão, internet e comunicações móveis. O espaço conta ainda com uma equipa dedicada a prestar esclarecimentos e a orientar os clientes na escolha do serviço mais adequado ao seu perfil.

A marca afirma manter o objetivo de continuar a expandir a sua cobertura física, somando já mais de quatro dezenas de pontos de venda em várias localidades do país. Além dos espaços físicos, os serviços podem ser contratados através da linha telefónica ou online, oferecendo diferentes canais de adesão consoante a preferência de cada utilizador.