Os desfiles não aconteceram em 2021 e, sabe-se agora, também não acontecerão em 2022. Falamos, neste caso, do Carnaval de Sines, que acaba de ser cancelado.
A Associação de Carnaval de Sines, a Câmara Municipal de Sines e a Junta de Freguesia de Sines consideram que a “atual situação epidemiológica não permite preparar o evento com a certeza de que o mesmo possa ocorrer no final de fevereiro / início de março, mesmo se até lá se verifiquem melhorias”.
O Carnaval é a grande festa popular de Sines, caracterizada por um ambiente de festa, partilha e liberdade, logo é algo que não é possível realizar em segurança em 2022.
Em todo o caso, as três entidades referem em comunicado que esta data será na mesma assinalada com um conjunto de iniciativas a divulgar oportunamente.
A CACE é uma coleção de arte contemporânea de natureza pública, iniciada pelo Estado em 1976, através da Secretaria de Estado da Cultura e composta por obras realizadas em diversos suportes, na sua maioria de artistas portugueses.
A Coleção de Arte Contemporânea do Estado (CACE) está finalmente disponível à distância de um clique. Na página da Internet que agora se disponibiliza, é possível encontrar imagem de alta qualidade de um vasto número de obras que a compõem, bem como informação relativa à história da Coleção. Trata-se de uma ferramenta dinâmica de informação e comunicação ao serviço de um público alargado, sendo igualmente um importante referencial para investigadores e curadores, mas também para professores e alunos.
A CACE é uma coleção de arte contemporânea de natureza pública, iniciada pelo Estado em 1976, através da Secretaria de Estado da Cultura e composta por obras realizadas em diversos suportes (pintura, desenho, gravura, fotografia, escultura, vídeo, instalação), na sua maioria (mas não exclusivamente) de artistas portugueses.
Tutelada pelo Ministério da Cultura, através da Direção-Geral do Património Cultural, a CACE encontra-se depositada e disponível em instituições de referência, como a Fundação de Serralves, a Fundação do Centro Cultural de Belém, a Fundação Arpad Szenes – Vieira da Silva ou o Centro de Arte Contemporânea de Coimbra, entre muitas outras, tanto em Portugal como no estrangeiro.
Nos últimos anos, o acervo da CACE foi engrandecido pela incorporação de duas importantes coleções de arte contemporânea (Coleção Miró e Coleção ex-BPN), bem como pelo Programa Anual de Aquisição de Arte Contemporânea, criado em 2019, através do qual foram integradas 166 obras de 145 artistas portugueses.
Atualmente, a CACE é composta por 1828 obras de arte. A natureza da Coleção leva a que esta seja uma página em permanente atualização.
Por esta altura, muitos são aqueles que conhecem a marca Sushi at Home. Afinal de contas, a empresa comemora sete anos de existência já no próximo mês de fevereiro, tendo crescido imenso nos últimos tempos, sobretudo durante a pandemia e no que diz respeito a lojas.
Ora, e depois de conquistar a linha de Sintra com a nova loja do Cacém, chegou a hora do Sushi At Home abrir uma loja no Porto, pelo que os portuenses poderão aproveitar de toda a frescura e sabor do melhor sushi em casa.
O raio de entregas abrange toda a cidade, servindo zonas como Matosinhos, Rio Tinto, Carreiros, Quintão, São Félix, Viso de Baixo, Antas, Pedrouços, Campanhã, Bonfim, Pereiró, Fonte de Moura, Sra. Da Hora e Foz do Douro.
Para além dos menus tradicionais, com os quais se poderão deliciar com rolinhos de sushi e shopsticks, a Sushi At Home tem ainda um menu vegetariano, um menu infantil e ainda um menu para quatro pessoas, ideal para juntar a família ou amigos.
A loja no Porto fica situada na Rua Dr. Joaquim Pires de Lima, sendo que tanto poderão lá passar como esperar que entreguem em casa. O espaço funciona das 19h às 23h à segunda-feira e de terça a domingo entre as 12h e as 16h e as 19h e as 23h.
A Fundação Primadomus foi responsável pelo transporte dos animais a partir de Portugal.
O Ministério do Ambiente e da Ação Climática e o Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF) concluíram o processo de recolha dos últimos animais selvagens entregues voluntariamente pelos circos.
No total, foram transportados, para santuários na Alemanha e em Espanha, três crocodilos, quatro cobras, dois tigres e um leão. Esses santuários, escolhidos pela sua experiência no maneio e manutenção de animais selvagens, garantirão o seu bem-estar.
Através do programa de entrega voluntária criado pelo ICNF, numa parceria entre o Fundo Ambiental (FA), a Fundação Primadomus e a associação representativa das atividades circenses (Associação de Defesa das Empresas e Artistas de Circo Portugueses – ADEACP), os animais foram encaminhados para centros de acolhimento, de acordo com as características e necessidades biológicas e etológicas de cada animal.
A Fundação Primadomus foi responsável pelo transporte dos animais a partir de Portugal, em viaturas equipadas com contentores climatizados, com videovigilância e com o acompanhamento permanente de um médico veterinário especialista em animais selvagens, tendo em vista a salvaguarda do bem-estar dos animais durante a viagem.
A ação foi desenvolvida no âmbito do reforço da proteção dos animais detidos e utilizados em circos, segundo a Lei n.º 20/2019, de 22 de fevereiro. Esta determinou o fim da utilização de animais selvagens pelos circos até 2025.
Depois de dois anos de interrupção, 2022 promete ser o ano do regresso dos festivais de verão. Isto caso não surja uma nova variante da COVID-19 e estrague os nossos planos novamente.
Entre outras promotoras, a Música no Coração é daquelas que acredita num verão com normalidade, e é por isso que começa a apostar as fichas num dos seus festivais mais mediáticos e rentáveis: MEO Sudoeste.
Com a edição de 2022 a estar marcada para 2, 3, 4, 5 e 6 de agosto, e com a abertura do campismo agendada para o dia 30 de julho, a Herdade da Casa Branca, na Zambujeira do Mar, irá receber nomes como Major Lazer, Timmy Trumpet, Pedro Sampaio, ProfJam, Bispo, Calema e Deejay Telio.
Estas são as primeiras confirmações, pelo que mais novidades estão prometidas para breve.
Quanto aos bilhetes, estão à venda nos locais habituais, custando 50€ para o bilhete diário e 110€ para o passe geral.
Na sequência do sucesso obtido na sensibilização dos consumidores para a promoção da economia circular e da consciência ambiental, as iniciativas Quando do Velho se Faz Novo e Bebidas+Circulares, promovidas pelo consórcio APED/APIAM/PROBEB, iniciam em janeiro e até ao final de junho de 2022 uma nova fase com a implementação de um sistema de pontos.
A partir de agora, cada embalagem devolvida vale um ponto e os utilizadores são incentivados a acumular pontos que poderão ser trocados por prémios que apelam a comportamentos sustentáveis.
Com este novo passo, os utilizadores são motivados a colocar as suas embalagens de bebidas nas máquinas disponíveis nos espaços comerciais aderentes, prosseguindo com a fase de preparação para a implementação do futuro sistema de depósito de embalagens de bebidas, a ser instalado em todo o país.
Nesta nova fase, destaque para o talão emitido pelas máquinas, que passa a ter um código que indica o número de pontos obtido com as embalagens devolvidas. Para cada projeto foi desenvolvida uma plataforma online, na qual os utilizadores podem fazer a gestão dos pontos acumulados.
Quanto aos prémios, os catálogos serão divulgados no final de janeiro, sendo que será ainda possível participar em passatempos semanais e mensais.
Tanto podem guardar os vossos bilhetes como pedir a respetiva devolução.
Não está a ser um início de ano fácil para a cultura. Contrariamente ao que se previa, 2022 vai ser um ano bastante difícil, pelo menos durante os primeiros meses, isto enquanto a pandemia não ficar mais controlada.
Após vários adiamentos/cancelamentos que já demos conta, o mais recente está relacionado com os The Script, que acabam de adiar a sua tour europeia para novembro. Naturalmente, isto afeta o concerto no Campo Pequeno, em Lisboa, originalmente programado para 19 de março.
Assim, o espetáculo irá realizar-se a 18 de novembro, no mesmo local. Os bilhetes já adquiridos mantêm-se válidos para a nova data. Caso desejem efetuar a devolução, esta deverá ser solicitada no respectivo local de compra no prazo máximo de 30 dias a contar da data prevista do concerto (com término a 17 de abril de 2022).
Recorde-se que os irlandeses vêm ao Campo Pequeno apresentar os grandes êxitos que fizeram deles uma das bandas mais acarinhadas pelo público português.
Comecem a arranjar espaço nos vossos discos se quiserem jogar os exclusivos da PlayStation no dia de lançamento.
Horizon Forbidden West e Gran Turismo 7 são os dois maiores próximos exclusivos PlayStation, com datas de lançamento para dia 18 de fevereiro e 4 de março, respetivamente.
Apesar de serem bastante distintos, serão muitos os jogadores da PlayStation que irão querer jogar Horizon Forbidden West e Gran Turismo 7 no dia de lançamento e, para cada um dos casos, é necessário ter espaço livre nas suas consolas.
Através da conta do Twitter PlayStation Game Size, que se dedica exclusivamente a fazer o rastreio das dimensões dos jogos e algumas atualizações, sabemos agora quantos GB os dois exclusivos mais aguardados para a PlayStation vão ocupar e até quando é que vai ser possível começar a descarregá-los.
🚨 Horizon Forbidden West (PS5) (Reminder)
⬛ Still Without Update
🟦 All Regions Size
🟪 US : 85.913 GB 🟩 EU : 96.350 GB 🟥 JP : TBD , Still Not Added to database
Numa publicação de dezembro, referente a Horizon Forbidden West, sabemos que a sua fase de pre-load, ou seja, o período a partir do qual é possível fazer o descarregamento do jogo em formato digital, começa no dia 11 de fevereiro. E agora, numa publicação mais recente, ficámos a conhecer as dimensões do jogo, onde a nossa versão, a Europeia, é até agora a maior, ocupando 96,350 GB, sem contar com eventuais atualizações de lançamento. Já a versão norte-americana ocupa apenas 85,913 GB, algo que se pode dever ao número reduzido de idiomas incluído nessa versão.
🚨 Gran Turismo™ 7 (PS5)
▶️ Download Size : 89.445 GB (Without Day One Patch)
Já Gran Turismo 7, o antecipado simulador automóvel da Polyphony Digital, tem lançamento marcado no dia 4 de março e, segundo a conta PlayStation Game Size, o seu pre-load dá início no dia 25 de fevereiro. Como seria de esperar, vai ocupar uma boa porção do disco da PlayStation 5, cerca de 89,445 GB, sem atualizações de lançamento.
Estes dados foram obtidos com base no acesso à base de dados da PlayStation Network e dizem respeito apenas às versões PlayStation 5. E se, por acaso, forem jogadores que querem mesmo jogar os dois títulos, vão necessitar de, pelo menos, 185,805 GB disponíveis nas vossas consolas.
Ainda assim, até ao lançamento de ambos os jogos, estes valores poderão mudar, uma vez que, tecnicamente, não são oficiais.
Depois da chegada de Luigi ao mundo LEGO em 2021, o novo ano começa de forma “assustadora” com novos sets de expansão para LEGO Super Mario, onde não só Luigi pode vestir o fato de caça-fantasmas, mas também o próprio Mario.
Aqui no Echo Boomer, tivemos a oportunidade de brincar com os dois primeiros, que são ótimas portas de entrada para começar a expandir o Starter Course, que inclui a figura do Luigi.
No Lab e Poltergust encontramos a ferramenta essencial para as caçadas de Luigi, com o seu novo fato e com o aspirador Poltergust. Juntamente temos também a figura do Professor Elvin Gadd num conjunto de pequenos módulos para recriar um laboratório.
Na Entrada da Luigi’s Mansion, temos um set maior e mais composto que, apesar de modular, já se aproxima de um pequeno nível em formato de diorama, representando a porta da mansão, com armadilhas e surpresas, como o tímido Boo e o companheiro de Luigi, Polterpup.
Já no maior set, o Esconde e Assombra, temos a recriação do interior da mansão, mais uma vez modular, onde os mais novos podem construir o seu caminho até ao King Boo.
Os novos sets de expansão LEGO Super Mario para o Luigi já estão à venda por 24,99€, 39,99€ e 79,99€, respetivamente.
As aventuras de Luigi também podem ser vividas na Nintendo Switch, com o jogo Luigi’s Mansion 3, lançado no final de 2019.
Apesar de não se perceber bem, a verdade é que a maioria dos jogadores de casino online em Portugal não sabe que a maioria dos seus operadores permite que se possa jogar grátis, sobretudo no seu modo demo. Na maioria dos casos, esses jogadores apenas registam conta e decidem logo aproveitar o bónus de boas-vindas, correndo o risco de estarem a jogar jogos que nem sequer dominam ou conhecem.
Dessa forma, e para que se evite cometer erros básicos nos casinos online, que naturalmente poderão ser custosos, é muito importante entender como será possível conseguir jogar grátis nos casinos online licenciados em Portugal pela SRIJ. Como em qualquer outro jogo, principalmente nos jogos a dinheiro real, é determinante que apenas comecem a jogar quando percebem as seguintes componentes:
RTP do jogo – A taxa de retorno ao jogador irá determinar qual é a percentagem de volta que terão no vosso investimento;
Presença de RNG – Esta tecnologia irá garantir que estão a jogar num jogo de casino online totalmente transparente;
Autoria de uma programadora de jogos conceituada – Estará garantida a melhor experiência possível, quer em termos de jogabilidade, como também de retornos;
Volatilidade de um determinado – Ao jogarem no casino grátis, também irão perceber qual é a volatilidade desse mesmo jogo (frequência com que os prémios são atribuídos).
Passo a passo para jogar casino online grátis
Ora, na maioria dos casos, para que vos seja possível jogar livremente nos jogos de casino online grátis, permitindo que possam estabelecer estratégias de jogo sem qualquer tipo de problema, terão mesmo que seguir os seguintes passos padrão, num processo bastante rápido:
Registar conta nos melhores casinos online que pagam;
Preencher corretamente os dados pessoais;
Ler e Aceitar os Termos e Condições do casino online;
Clicar na opção de “Demo grátis” no próprio casino;
Jogar os títulos de casino que estão disponíveis na versão de dinheiro fictício.
Caso tenham algum problema em encontrar essa secção de jogos de casino grátis, poderão sempre contactar o serviço de apoio ao cliente do próprio operador. Até porque, para que um casino online esteja legal em Portugal, terá de apresentar uma excelente qualidade no apoio ao cliente, sempre em português.
Principais motivos para jogar grátis no casino online
Desde já percebendo o que terão de fazer para jogar grátis no casino online autorizado em Portugal, fiquem a compreender com maior detalhe quais são as principais vantagens que irão encontrar nesta vertente grátis de jogo de casino:
1- Não precisam de fazer qualquer tipo de depósito inicial
Apesar de ser necessário ter uma conta registada e validada dentro do casino online, a verdade é que, geralmente, não será necessário que tenham de realizar qualquer tipo de depósito para estarem a jogar livremente na versão grátis do próprio casino online. Porém, poderão ter a necessidade de solicitar mais dinheiro fictício, caso o acabem por gastar nas sessões de jogo grátis.
2- Conhecimento total da biblioteca de jogos de casino
A maioria das programadoras de jogos que apresenta jogos a dinheiro real nos casinos em Portugal também cria uma versão grátis para que os jogadores, antes de começarem a apostar a dinheiro real, possam conhecer com maior detalhe a sua oferta. Logo, mesmo na versão grátis, terão acesso a jogos de casino muito modernos e a uma grande percentagem dos jogos que irão encontrar já na versão de dinheiro real. Tal experiência irá acabar por replicar muito bem o que poderão esperar assim que realizarem o vosso primeiro depósito.
3- Perceber quais são os melhores jogos para o vosso perfil
Antes de começarem a jogar os jogos a dinheiro real, poderiam até ter uma noção aproximada dos diferentes jogos que gostariam de jogar online. No entanto, uma das maiores vantagens de poderem testar muitos desses jogos grátis sem compromissos é que rapidamente perceberão que os jogos que pensariam que seriam perfeitos, acabam por não ser uma melhor opção.
Somando a isso, a verdade é que, com esta jogabilidade grátis no casino, também terão acesso a informações como a taxa de retorno ao jogador e ainda como se processam todos os modos de bónus desse mesmo jogo, que poderá ser slots, roletas, entre muitos outros. Ou seja, terão uma perceção muito importante do que esperar em cada jogo.
4- Oportunidade para estabelecer estratégias de jogos sem custos
Não existem dúvidas que talvez a maior vantagem que encontrarão ao jogar na versão demo grátis dos casinos online é que esta demo não só irá dar total liberdade e divertimento com os jogos apresentados, como também irá permitir que possam estabelecer as diferentes estratégias e padrões de apostas sem compromissos. Consoante o tempo que jogam um determinado jogo, perceberão como poderão aproveitar determinadas oportunidades, maximizando assim os potenciais retornos que conseguirão dentro desse mesmo jogo.
5- Não é necessário arriscar dinheiro para se divertirem
Por último, mas não menos importante, uma das principais razões para testar os jogos de casino grátis em Portugal é que poderão estar a divertir-se com alguns dos jogos mais divertidos, interativos e modernos da indústria iGaming, mas sem que tenham de arriscar um único cêntimo. Para além de que esta versão demo grátis também costuma estar presente nas aplicações dos casinos, logo também poderão tirar o máximo partido da sua excelente jogabilidade e leveza através do dispositivo móvel.
Conclusão: vale a pena jogar nos casinos grátis na versão demo?
Mesmo dando a sensação de que acabará por ser uma perda de tempo, a verdade é que, mesmo a jogar a dinheiro real, os casinos online terão que ser sempre vistos como uma forma pura de entretenimento e nunca como uma potencial fonte de rendimento extra. Logo, caso não queiram ter grande stress a jogar a dinheiro real, esta versão grátis de demo dos casinos em Portugal poderá ser a melhor solução para isso.
Por último, mesmo que o vosso objetivo seja mesmo avançar para os jogos de casino a dinheiro real, esta versão demo grátis será sempre um primeiro passo mais seguro para darem início às vossas sessões de jogo online. Até porque, o conhecimento, experiência e até diferentes estratégias apenas têm a vantagem de ajudar o jogador a tomar as melhores decisões possíveis enquanto joga online!
Já a final, de dia 29 de janeiro, será transmitida não só na Sport TV, mas também em sinal aberto na SIC.
Adeptos do SL Benfica, Boavista FC, Sporting CP e Santa Clara, preparem-se, pois há jogos da Allianz Cup esta semana.
A Taça da Liga, mais conhecida por Allianz Cup, vai agora entrar na fase das meias finais, onde naturalmente serão disputados dois jogos, a ser transmitidos em exclusivo na Sport TV1. Uma das partidas opõe o SL Benfica ao Boavista FC, num jogo que acontece já esta terça-feira, dia 25 de janeiro, às 19h45, e do qual sairá um dos finalistas.
Já no dia seguinte, 26 de janeiro, é a vez de o Sporting CP defrontar a equipa do Santa Clara. Esta partida também acontece às 19h45.
Destes dois jogos, os vencedores de cada partida irão encontrar-se a dia 29 de janeiro para o final da competição. Como se trata da final, será não só transmitida na Sport TV1, como também em sinal aberto, na SIC.
Recorde-se que a final four da Allianz Cup 2022 acontece no Estádio Dr. Magalhães Pessoa, em Leiria.
Os únicos dois jogos de Uncharted lançados na geração da PlayStation 4 podem ser os únicos que precisam para apreciar esta saga, agora num pacote com uns extras de imersão para a nova geração de consolas.
Começo com dois desabafos pessoais. O primeiro é que não sou grande apreciador da forma como a Sony tem feito alguns dos seus relançamentos e remasterizações, seja em coleções ou “Director’s Cut”. Numa geração onde temos plataformas e sistemas de atualizações orgânicas com custos reduzidos para os consumidores, reedições a preços (quase) de lançamentos fazem-me torcer o nariz, e mesmo a existência das atualizações por um valor ainda que simbólico já se revela também um pouco anti-consumidor para aqueles que já adquiriram alguns títulos no passado.
O segundo desabafo é que nunca fui o maior fã de Uncharted, mas não poderia deixar de destacar Uncharted 4: A Thief’s End e a sua expansão/spin-off Uncharted: The Lost Legacy como os meus absolutos favoritos dessa saga e até do catálogo de exclusivos da PlayStation. Adoro-os. Por isso, foi delicioso revisitá-los, agora, relançados na Uncharted: Legacy of Thieves Collection, uma coleção remasterizada nativamente para a PlayStation 5 e que irá chegar em breve ao PC, marcando a estreia de Nathan Drake e companhia fora de uma plataforma da PlayStation.
Apesar do meu reparo inicial, se gostaram destas novas aventuras de Drake, ou nunca tiveram a oportunidade de as experienciar, seja na Playstation 4 (onde também tem lançamento) ou na PlayStation 5 onde encontramos algumas vantagens técnicas, não consigo não recomendar mais dois dos jogos mais marcantes e emocionantes da geração passada.
Uncharted 4: A Thief’s End, no seu todo, é quase uma alegoria ao icónico lema da saga: “Sic Parvis Magna”, ou ”Grandiosidade a partir de um começo humilde”. Depois de uma sólida trilogia com uma escalada de eventos e situações épicas pelas quais Nathan Drake passou, esta aventura reduz a sua absurdidade em troca das coisas pequenas, elevando o risco pessoal e emocional das personagens que apresenta ao mesmo tempo que tira partido dos valores de produção e avanços tecnológicos de uma “nova geração” (passagem da PlayStation 3 para a PlayStation 4), com sequências fantásticas e visuais de cortar a respiração.
Lembro-me de jogar Uncharted 4: A Thief’s End como entrei nos anteriores títulos da saga, um jogo de ação e exploração reminiscente de filmes de Indiana Jones e jogos de Lara Croft, com aquela identidade própria de blockbuster dos videojogos. Em suma, um pouco de brainless fun. E lembro-me de ficar completamente apaixonado pelas personagens e pelas suas relações, de forma que nunca tinha acontecido antes.
Apesar da produção conturbada, que resultou da saída de Amy Hennig da Naughty Dog, Josh Scherr e Neil Druckmann tiveram a oportunidade de apresentar duas simples questões: Porque é que o Irmão de Drake aparece e precisa de ajuda? E porque é que Nathan esconde o seu passado e motivações a Elena? Dois dos grandes pilares emocionais de um jogo que, removendo todo o seu espetáculo, continuam a ser as forças motoras que nos levam a embarcar numa jornada de pequenas catarses emocionais – apenas com diálogos e por vezes sem isso. É de uma exploração, expansividade e desenvolvimento de personagens como se vê pouco em videojogos; um meio de entretenimento onde a interatividade e o espetáculo são, por norma, especialmente em produções destas, aquilo que mais importa.
Revisitar Uncharted 4: A Thief’s End foi uma autêntica delícia. Já o tinha jogado antes (mais do que uma vez), mas a sua revisitação, já com certos elementos esquecidos, foi como voltar a resolver um puzzle narrativo, onde o encaixe das peças e a saudade de ver interações – como a deliciosa dinâmica entre Nathan e Elena, ou a divertida relação de irmãos entre Sam e, novamente, Nathan – fizeram-me crer que são, sem dúvida, os maiores tesouros do jogo.
É graças à sua narrativa e desenvolvimento de personagens que podemos dizer que Uncharted 4: A Thief’s End envelheceu bastante bem. Foi um excelente jogo na altura em que saiu e continua a sê-lo. É melhor do que antes? Não necessariamente. Apresenta-se em melhor forma? Sem dúvida.
É claramente um jogo da geração passada, algo que se torna evidente para quem passou uma centena de horas a platinar o jogo seguinte do estúdio, The Last of Us Part 2, ironicamente lançado na mesma geração.
Uncharted 4: A Thief’s End é, conceptualmente, um jogo bastante simples, mas uma evolução do legado do estúdio que começou humildemente (wink wink) com Crash Bandicoot. É um título de aventura e exploração relativamente linear, sem progressão de personagem ou grandes alterações mecânicas do início ao fim, mas que se solidifica entre os melhores dentro do seu género graças às oportunidades de misturar e remisturar ambientes, pontos da história e tomar riscos com sequências mais scripted e outras tantas que mudam a forma como jogamos, ao mesmo tempo que nos coloca um enorme peso de urgência em cima, provando como os jogos podem ser imersivos e cinemáticos. Um desses exemplos é a já bem conhecida fuga em Madagáscar, mas também momentos menos reconhecidos, como proteger Elena num elevador em ascensão enquanto uma horda de inimigos nos ataca.
As animações e a sua fluidez, o trabalho em efeitos de sombras (de baixa resolução) ou a iluminação das personagens durante o jogo, já mostram sinais da “idade”, apesar de, no geral, Uncharted 4: A Thief’s End passar muito bem por um jogo da geração corrente, especialmente com os ajustes desta conversão. Disponível também na PlayStation 4 (simplesmente como um pacote de dois jogos), na PlayStation 5 os jogadores encontram exatamente o mesmo jogo, com a exceção de uma resolução aumentada, no modo Qualidade, que aponta para os 4K nativos a 30FPS; o modo Desempenho, que aponta para os 1440p a 60FPS; e por fim, para quem tiver um ecrã compatível, um modo de Desempenho secundário de 1080p a 120FPS.
Uncharted: Legacy of Thieves Collection conta com o modo fotografia inalterado dos jogos originais, mas funcional o suficiente para registar esta jornada, nos momentos mais íntimos e ou mais bombásticos.
Eu sentei-me confortavelmente de comando na mão a 60FPS e nunca mais olhei para trás. Aumentando a resolução, ganha-se um pouquinho de mais claridade se tivermos com os olhos em cima do ecrã a fazer comparação direta olhando para textos, mas, fora isso, a diferença é tão impercetível que o ganho em fluidez é uma vantagem incrível.
Visualmente, Uncharted 4: A Thief’s End é absolutamente fantástico, mas confesso que não encontrei uma melhoria muito grande face ao jogo original na PS4, com exceção na resolução e fluidez. Ao olho do jogador casual será simplesmente delicioso. Contudo, como já apontei, destacam-se facilmente os pequenos defeitos, com destaque nas sombras em baixa resolução.
Passando para a segunda metade do pacote, com Uncharted: The Lost Legacy, a minha cabeça quase que rebentou. Começando agora pelos visuais, a Naughty Dog revela-se aqui um estúdio composto por magos, porque o salto visual é tão elevado que se aproxima perigosamente de um The Last of Us Part II.
Este jogo, que acabou por ser um spin-off standalone, larga Drake e coloca-nos na pele de Chloe Frazer, antiga parceira de Drake, numa jornada para encontrar A Presa de Ganesh, um cobiçado artefacto mitológico. E para isso junta-se a uma inesperada parceira, Nadine Ross, apresentada no jogo anterior.
Com um divertida dinâmica, também Uncharted: The Lost Legacy faz um excelente trabalho a desconstruir duras personagens que não tiveram no passado o devido tempo de antena. Aqui, o mais interessante é ver como a Naughty Dog testou as águas para o seu projeto seguinte.
Ainda que The Last of Us Part II não tenha concretizado o seu “open world”, é extremamente evidente ver o ADN do jogo todo aqui. Desde a complexidade quase desnecessária, mas extremamente bem-vinda dos cenários ricos em detalhe, às técnicas de renderização do motor de jogo, à iluminação, às animações melhoradas, a lista não tem fim. Na verdade, é quase tudo subtil, mas sente-se.
É uma porção do pacote um pouco mais pequena, mas que faz todo o sentido surgir com Uncharted 4 num todo. Só tenho pena é que, enquanto remasterização, Uncharted 4: A Thief’s End não tenha adoptado as claras melhorias técnicas que Uncharted: The Lost Legacy apresentou no seu lançamento em 2017.
Tal como Uncharted 4: A Thief’s End, também Uncharted: The Lost Legacy recebe todas as melhorias de fidelidade visual, com os três modos presentes e, algo que ainda não mencionei, suporte para DualSense e um espetacular uso de áudio 3D.
Na versão PlayStation 5, os jogadores poderão também tirar partido de algumas novidades desta geração. O DualSense não é usado em toda a sua capacidade, mas tira partido dos gatilhos responsivos, com resistência nas mecânicas de shooting, e da vibração háptica, tremendo em diferentes capacidades dependendo por onde as nossas personagens navegam.
Quanto ao áudio, não tenho palavras para descrever o quão bom é, especialmente com recurso a um par de auscultadores como os Sony Pulse 3D para a PlayStation 5, que permitem tirar partido de uma resolução sonora incrível, dinâmica e cheia de profundidade, resultando em acústicas extremamente reais. Explorar ruínas, selvas ou zonas urbanas neste jogo é absolutamente incrível. Dos sons mais pujantes aos mais subtis, é de uma imersão espetacular, da qual gostava de ver mais vezes assim replicada noutros jogos.
Agora, voltando ao início. Uncharted: Legacy of Thieves Collection é uma fantástica coleção, pacote/relançamento, o que lhe quiserem chamar, que vê apenas removido o seu lado multijogador. É bom e aprecio este tipo de atualizações para a nova geração, algo que poderá ter sido motivado pelo futuro lançamento e otimizações para o PC. É de facto estranho olharmos para este pacote a 49,99€, quando é recorrente encontrarmos ambos os títulos em promoções ou disponíveis em serviços como o PS Plus Collection. E torna-se ainda mais obtuso quando os jogadores que adquiriram Uncharted 4: A Thief’s End via PS Plus não podem fazer a atualização de 10€.
Quanto aos restantes jogadores, se compraram um dos jogos anteriores e são fãs o suficiente para mais uma aventura, 10€ não irá doer (até porque desbloqueia logo a coleção por inteiro). Para os que nunca jogaram, Uncharted: Legacy of Thieves Collection é a melhor porta de entrada que podem encontrar.
Uncharted: Legacy of Thieves Collection tem lançamento na PlayStation 5 a 28 de janeiro e chegará ao PC, via Steam e Epic Games Store, durante o ano de 2022.
Cópia para análise (versão PlayStation 5) cedida pela PlayStation Portugal.
Graças à DECO Proteste, há um mapa interativo onde é possível saber quanto custa a fatura da água no vosso município.
Os cerca de 200 quilómetros que separam a Trofa, no distrito do Porto, de Vila Nova de Foz Côa, no da Guarda, ficam aquém, simbolicamente, da distância que os afasta na conta que os seus habitantes pagaram, em 2021, pela água que saiu das torneiras das suas casas, e ainda pelo seu tratamento e pelo serviço de resíduos sólidos. Se os primeiros desembolsaram 503€ por 120 m3, os segundos ficaram-se por 88,20€ – menos 414,80€.
Os dados foram divulgados pela DECO Proteste, que analisou as tarifas dos serviços de abastecimento de água, saneamento e resíduos sólidos urbanos incluídas nas faturas de água cobradas aos cidadãos nos 308 municípios do país. E além de existirem discrepâncias acentuadas, há casos extremos, podendo significar uma diferença que supera os 400€ anuais.
Elsa Agante, Team Leader de Energia e Sustentabilidade da DECO Proteste, exemplifica ainda que “uma família de três ou quatro pessoas, em diferentes zonas do País, e com um gasto idêntico, recebe faturas bastante desiguais. O cidadão de Vila do Conde pagou 250 euros por ano pelo abastecimento, mas, não muito longe, o de Terras de Bouro, somente 46,50. Ou, mais a sul, o de Penedono, 53,80 euros, ou ainda, nas planícies alentejanas, o almodovarense, 56,68 euros.”
Elsa Agante salienta ainda que é necessário o reforço do quadro regulatório no que diz respeito a regras e princípios de faturação, como primeiro pilar da redução das assimetrias a nível nacional e mecanismos de harmonização tarifária. “Os serviços de águas são comandados por numerosas entidades, com dimensão e capacidade financeira distintas, às quais falta um modelo de gestão com regras comuns”.
Vários são os municípios que ainda não cobram a tarifa de saneamento. Quanto ao valor da tarifa do serviço de resíduos sólidos urbanos (lixo), também cobrado na fatura e que ainda se mantém o cálculo em função do consumo da água, está previsto ser alterado até 2026.
Caso estejam interessados em saber quanto custa a fatura da água nos vários municípios, têm uma mapa interativo aqui.
É bem possível que, por esta altura, já tenham ouvido falar na iniciativa WiFi4EU, que visa proporcionar um acesso de qualidade à Internet aos cidadãos e visitantes em toda a UE. Como? Disponibilizando pontos de acesso Wi-Fi gratuitos em locais públicos, tais como parques, praças, edifícios oficiais, bibliotecas e centros de saúde.
Para esta implementação, a Comissão Europeia disponibilizou um vale a cada município, no valor de 15.000€, para que as autarquias pudessem instalar os pontos de acesso Wi-Fi nesses centros de vida pública, utilizando os serviços de empresas de instalação de redes.
Estes são os municípios que ainda não têm pontos de acesso Wi-Fi gratuitos em locais públicos, com os respetivos prazos:
Até 19 de fevereiro: Alenquer, Beja, Celorico de Basto, Fornos de Algodres, Gouveia, São João da Pesqueira, Santa Maria da Feira e Vila de Rei;
Até 20 de fevereiro: Marinha Grande;
Até 15 de março: Chaves, Coruche, Fafe, Sardoal, Sernancelhe e Soure;
Até 22 de março: Celorico da Beira, Lousada, Macedo de Cavaleiros, Mesão Frio, Resende, Setúbal e Valença;
Até 23 de março: Barreiro, Cuba, Penedono, Porto de Mós e Sesimbra;
Até 5 de maio: Alcochete e Seixal;
Até 22 de maio: Amares, Mira e Vila Flor
Até 21 de julho: Sever do Vouga;
Até 26 de julho: Alter do Chão, Carrazeda de Ansiães, Góis, Matosinhos, Nazaré, Olhão, Oliveira de Frades, Póvoa de Varzim, Sertã, Vila do Conde e Vinhais;
Até 4 de agosto: Aguiar da Beira, Monchique, Odemira e Rio Maior;
Até 9 de agosto: Abrantes, Arcos de Valdevez, Avis, Cadaval, Campo Maior, Entroncamento, Lagoa (Algarve), Miranda do Douro, Nelas, Sobral de Monte Agraço, Vila Nova da Barquinha e Vouzela;
O espaço foi inaugurado em outubro do ano passado e funciona de terça a sábado.
Quando existem programas de cozinha exibidos na televisão nacional e que demoram várias semanas até ao fim, por norma os concorrentes vão criando laços de amizade entre si, o que é perfeitamente natural, dado todo o tempo que passam juntos. Ainda assim, ser amigo de alguém não significa necessariamente que se queira ter também uma relação a nível profissional.
Foi isso que acabou por acontecer com o Hell’s Table, projeto que começou por ser de Lucas Fernandes, António Pedro e Diogo Filipe, concorrentes da primeira temporada de Hell’s Kitchen, mas que, com zangas pelo meio, acabou por ser reinventado e, atualmente, é Lucas a dar a cara pelo projeto (embora Diogo ainda faça parte do restaurante).
Vários outros concorrentes também têm ou tiveram os seus próprios negócios, mas hoje damos destaque ao Partilha, restaurante que surgiu graças a três concorrentes da segunda temporada do programa de TV.
Tiago Madeira, Maurício Horsth – conhecido por MauMau – e Carlos Fernandes são os responsáveis pelo projeto, a funcionar deste outubro do ano passado na Rua Dom Frei Caetano Brandão nº95, no centro histórico de Braga, numa altura em que ainda ninguém os conhecia (recorde-se que a segunda temporada de Hell’s Kitchen só começou a ser exibida no início de janeiro de 2022). De acordo com a NiT, que entrevistou os três chefs, a ideia passa por “conjugar o antigo com o contemporâneo”. Os produtos são rentabilizados ao máximo e, na cozinha, todos se complementam, “tanto a trabalhar como a criar pratos”.
O restaurante, com capacidade para 38 clientes no interior – recomenda-se, por isso, reserva antecipada – aposta em pratos com os quais os chefs estão familiarizados, ainda que levem um toque de criatividade.
No menu, podem começar com as opções do Bota Brasa, como Polvo, Lima e Cebola Roxa (Arroz cremoso de polvo, mayo lima, compota, cebola roxa e cebolinho); ou o Portobello, Alho-Francês e Avelã (Portobello em vinho branco, alho francês assado, avelã tostada e jus de cogumelo). Têm também a secção Mata Bichos, onde podem deliciar-se com uma Gamba, Picante e Limão (Gamba ao aloh, limão fermentado, pulmões fritos e jus de camarão) ou as Moelas, Limi e Sweet Chili (Moelas fritas, aioli de lima e sweet chili). Há ainda um menu de degustação (59€) e degustação para vegetarianos (49€). Estes preços não incluem bebidas.
Já na sobremesas, deliciem-se com uma Beterraba, Avelã e Queijo (Cremoso de avelã tostada, sorbet de beterraba, crumble de lima e queijo da ilha) ou a Chocolate e Amêndoa (Mousse de chocolate e gelado de amêndoa camarelizada). Convém dizer que os sorbets/gelados são feitos mesmo no Partilha.
Durante a semana, o restaurante dos ex-concorrentes do Hell’s Kitchen tem também um menu executivo composto por pratos que foram servidos no programa. Inclui couvert, uma entrada, um prato de peixe/carne/vegetariano, sobremesa e café. O preço é de 20€ sem bebida.
De acordo com a NiT, os responsáveis estão já a pensar abrir um segundo espaço em Braga, ainda que vá ter um conceito diferente do Partilha.
Para já, os interessados podem ir a este novo restaurante de terça a sábado, das 12h às 15h e das 19h às 23h. Para reservas, devem ligar para o 969746065.
A concretização deste projeto assegurará a melhoria das condições de circulação, segurança e conforto dos milhares de utentes que diariamente circulam na EN10.
É uma via utilizada por milhares de utentes, mas cujo pavimento se encontra em mau estado. Falamos, neste caso, do troço da EN10 entre Marateca e Pegões, que terá trabalhos de reabilitação integral.
Esta semana, foi publicado em Diário da República o concurso para a contratação da empreitada que envolve um investimento estimado de cerca de 3,3 milhões de euros.
O troço a beneficiar desenvolve-se nos concelhos de Palmela e Montijo, no distrito de Setúbal, entre o entroncamento com EN5, na Marateca (quilómetro 59,125), e a rotunda de ligação à EN4, em Pegões (quilómetro 72,487). No âmbito da empreitada serão executados, entre outros, os seguintes trabalhos:
Reabilitação e reforço estrutural do pavimento;
Readequação da sinalização e equipamentos de segurança da via;
Aplicação de telas de controlo de crescimento de raízes;
Execução de passadiço para fauna ao quilómetro 71,043;
Construção de órgãos de drenagem longitudinal da plataforma rodoviária (valas revestidas e não revestidas, valetas revestidas e de bordadura);
Limpeza de linhas de água.
A intervenção compreende ainda a reformulação geométrica de três interseções – aos quilómetros 59,1, 61,9 e 69,2 – e de uma serventia – ao quilómetro 59,6.
Irão acontecer quatro meses após as datas originais.
Devido à situação atual da pandemia se ter agravado em vários países europeus, por aumento de números de casos em países com uma taxa de vacinação baixa, a tour de Jacob Collier foi adiada para julho de 2022. Naturalmente, esta decisão afeta os espetáculos marcados para Portugal.
Até aqui, estava previsto que o artista atuasse a 6 de março no Hard Club (Porto) e a 7 de março no Coliseu dos Recreios (Lisboa). Mas agora, os concertos encontram-se adiados para os dias 28 e 29 de julho, respetivamente.
Os bilhetes mantêm-se válidos para as novas datas, sem necessidade de troca. Em caso de devolução, esta deverá ser efetuada no respetivo local de compra no prazo máximo de 30 dias a contar da data prevista do concerto (com término a 4 de abril de 2022 para a data de Lisboa e término a 5 de abril de 2022 para a data do Porto).
Em 2020 não tivemos festivais, no ano passado também não, mas, se tudo correr bem, 2022 promete ser diferente. Pelo menos é nisso que aposta a promotora Apollon, que divulgou recentemente a primeira edição do Trace Made in Africa, a acontecer de 24 a 26 de junho no Porto.
Como o nome sugere, este será um festival que celebra a cultura africana. Não só a música, mas também a moda, dança, arte e lifestyle. “Enaltecemos a Cultura Africana e queremos que faças parte deste momento”, segundo se pode ler no site oficial.
Haverá, portanto, shows de dança, concursos, after-parties exclusivos e experiências gastronómicas incríveis. Além disso, e de acordo com a organização, os artistas Afro-Urbanos irão atuar em Rooftops, Pool & Boat Parties.
Quer isto dizer que o Trace Made in Africa acontecerá em espaços icónicos em zonas diferentes da cidade. Também se sabe que vários concertos acontecerão na Alfândega do Porto.
Quanto ao cartaz, está a ser divulgado a conta-gotas na página de Instagram do festival. A promotora Apollon já confirmou as atuações de Stonebwoy, Yemi Alade, Mr Eazi, Admiral T, Kriol Kings, Tayc, Adenkule Gold, Busiswa, Cuppy, Failly Ipupa, Joeboy, Juls, Moh Green, Naza, Sauti Sol, Spice e TXC.
Relativamente aos bilhetes, já estão à venda, existindo quatro modalidades:
Bilhete Geral – Dá acesso aos três dias do festival. Custa 118€ + taxas;
Bilhete Geral Plus – Dá acesso aos três dias do festival, acesso prioritário para entrar nas áreas do festival e acesso prioritário para obter bebidas no recinto. Dá ainda acesso gratuito à afterparty oficial no recinto do festival (Alfândega do Porto). Custa 149€ + taxas;
Bilhete VIP – Dá acesso a tudo do Bilhete Geral Plus, bem como acesso gratuito aos concertos no Coliseu do Porto e acesso gratuito a uma atividade extra (rooftop, barco ou afterparty no Hard Club) por dia. Custa 238€ + taxas;
Bilhete Platinum – Dá acesso a tudo do Bilhete Vip, bem como acesso a um lounge Platinum no local com bares dedicados e um lounge, acesso gratuito a duas atividades extras (rooftop, barco ou afterparty no Hard Club) por dia e todos os passes de acesso aos eventos oficiais do festival (por ex: aulas de dança, shows de comédia, etc.). Custa 419€ + taxas.
Assim como Gabriel o Pensador, Piruka, Pedro Abrunhosa, Julinho KSD e Noble.
Há algum tempo que as festas/feiras da cidade, responsáveis por juntarem milhares de pessoas, não acontecem, resultado de uma pandemia que chegou em 2020 e que teima em não desaparecer. Mas 2022 tem tudo para ser diferente… pelo menos essa é a esperança de toda a gente.
Por cá, várias coisas têm sido anunciadas, pelo que as câmaras municipais aproveitam para dinamizar as respetivas regiões. É o caso do município de Leiria que, se tudo correr pelo melhor, irá fazer regressar a conhecida Feira de Leiria entre 30 de abril e 29 de maio.
De acordo com a Câmara municipal, o certame acontecerá com “alterações substanciais no modelo de organização do recinto, com vista a oferecer uma maior fluidez e fruição de quem nele circula, quer ao nível das medidas de segurança que estes tempos ainda exigem”.
Em meados de fevereiro, estará disponível o regulamento dos Espaços Comerciais e serão abertas as inscrições para os Expositores apresentarem os seus produtos e serviços que fazem desta Feira de Leiria uma montra tão atrativa para os visitantes.
No que toca ao cartaz, estão já confirmados James Morrison, Gabriel o Pensador, Piruka, Pedro Abrunhosa, Julinho KSD e Noble. Muito em breve serão anunciados outros nomes.
No que toca aos bilhetes, estarão brevemente à venda nos locais habituais.
Por estes dias, todos os adiamentos/cancelamentos que vão surgindo estão diretamente relacionados com a pandemia de COVID-19. Mas não foi esse o caso do espetáculo de Hannah Gadsby em Portugal, que acaba de ser adiado.
A comediante, que vinha ao nosso país apresentar o seu mais recente espetáculo Body of Work, marcado para dia 24 de janeiro no Teatro Tivoli BBVA, teve de adiar a atuação devido a uma lesão.
“Infelizmente, Hannah Gadsby lesionou-se num acidente, e mesmo sabendo-se estar a recuperar bem, não poderá viajar para o espetáculo de Lisboa. A artista deseja voltar aos palcos brevemente e trará novidades em breve sobre a nova data do espetáculo, a acontecer no final deste ano no Teatro Tivoli BBVA”, diz a promotora Setlist/A Comic Soul num esclarecimento enviado via email a quem tinha comprado bilhete.
“Todos os bilhetes previamente comprados serão válidos para a nova data. Caso não possa comparecer na nova data do espetáculo, solicitamos que contacte o ponto de compra até 24 de fevereiro de 2022”, diz o mesmo email.
Fica assim sem efeito o espetáculo da australiana em Portugal, ainda que uma nova data deva ser partilhada muito em breve.