Eis quatro produtos da Lush adequados para skincare

Os produtos faciais da Lush usam ingredientes naturais para reforçar a barreira da pele e manter o equilíbrio do microbioma em vários tipos e idades.

A preservação do equilíbrio natural da pele é essencial para manter a sua saúde e vitalidade ao longo do tempo. Tendo isso em mente, a Lush fez-nos chegar uma gama de produtos de cuidado facial que utiliza ingredientes naturais para cuidar do microbioma cutâneo e reforçar a barreira da pele.

Entre estes, destaca-se o Ultrabland, com uma textura bálsamo proporcionada pela cera de abelha, que ajuda a reter a humidade necessária na pele. A água de rosas contribui para reduzir vermelhidões, enquanto o mel, reconhecido pelas suas propriedades anti-inflamatórias, acalma irritações e zonas secas. Esta combinação torna o produto adequado a todos os tipos de pele, desde as mais oleosas às mais secas, promovendo uma limpeza suave e deixando a pele macia.

Já o sabonete Kalamazdo, pensado especialmente para rostos com barba, mas igualmente eficaz para quem não a tem, apresenta uma fórmula cremosa que inclui sumo fresco de ananás, rico em enzimas que limpam a pele e removem a oleosidade. O aroma subtil a óleo de laranja do Brasil acrescenta um toque fresco sem agredir a pele.

Também recebemos o tónico Tea Tree Water, que se baseia nas propriedades antibacterianas, antifúngicas e antimicrobianas da árvore do chá, eficazes contra as bactérias associadas à acne. A toranja oferece um efeito adstringente leve e uma dose de vitaminas, enquanto o junípero tem uma ação antisséptica, ajudando a manter a pele limpa e revitalizada.

Por fim, o sérum facial Full Of Grace foi concebido para peles sensíveis, ideal para o cuidado noturno. Combina ingredientes naturais calmantes que nutrem e regeneram a pele, incluindo cogumelos portobello e manteigas tropicais, proporcionando hidratação intensa e proteção, especialmente durante o verão.

Todos estes produtos estão disponíveis no site oficial da Lush.

Tetley Cold Infusions, as infusões que antecipam o verão

As Tetley Cold Infusions, infusões em saqueta preparadas a frio, são perfeitas para dias quentes. Podem, até, preparar mocktails refrescantes e naturais para começar o verão mais cedo.

Embora o calendário ainda não assinale o início oficial do verão, a Tetley lançou uma novidade que convida a antecipar a estação quente. A marca apresentou recentemente a sua nova gama Tetley Cold Infusions, uma linha de infusões em saquetas criadas especificamente para serem preparadas em água fria, respondendo à procura por bebidas leves, frescas e saborosas.

Com dias a tornarem-se mais longos e temperaturas a subir, a proposta da Tetley surge como uma alternativa prática para quem quer hidratar-se sem abrir mão do prazer dos sabores naturais. As infusões a frio são simples de preparar e combinam frescura com ingredientes frutados, garantindo uma bebida saudável e adequada aos dias quentes.

A marca sugere também receitas de mocktails que usam estas infusões como base, explorando combinações como Limão e Lima, Mirtilo e Maçã, Morango e Manga, e Morango e Maçã. Cada preparação consiste em adicionar uma saqueta de Tetley Cold Infusion a 200 ml de água fria, completar com gelo e fruta fresca a gosto, deixando a infusão atuar durante seis minutos antes de servir.

Esta novidade da Tetley destaca-se pela praticidade e versatilidade, proporcionando uma experiência refrescante e diferente, que se ajusta ao ritmo acelerado da vida moderna e ao desejo por alternativas naturais e saborosas.

Empyreal – Review: O monólito do tédio

Empyreal, o novo título da Silent Games, tenta fazer muito ao mesmo tempo, mas entre ambições mal calibradas e problemas técnicos, acaba por falhar mais do que resulta.

Enquanto fazia os TPC para Empyreal, da Silent Games Studios, a primeira coisa que me veio à cabeça foi Too Human — aquele jogo da era da Xbox 360 que foi imediatamente “morto” à sua chegada. Não foi só pela estética meio sci-fi mitológica ou pelo ambiente frio e metálico, mas também pela própria estrutura do jogo e pelo combate. É como se Empyreal tivesse herdado o esqueleto de desse infame jogo da Silicon Knights, com algumas tentativas modernas de o tornar funcional ou reavivar a memória. Nem sempre bem-sucedidas, mas conta a intenção, não é?

A história de Empyreal leva-nos a um planeta esquecido pelo tempo, sem nome, sem mapa, apenas marcado pela presença enigmática de uma estrutura colossal: o Monólito designado por Ziggurat. Inicialmente encarado como mais uma ruína ancestral, a expedição rapidamente percebe que o Monólito é algo bem mais complexo: uma entidade viva, pulsante, habitada por autómatos e mecanismos que desafiam a lógica e que também funciona como uma espécie de portal dimensional, transportando-nos para diferentes biomas. E é nesses lugares que vamos tentar descobrir os segredos que Ziggurat guarda.

Entramos em cena na pele de um mercenário (ou mercenária) que personalizamos, contratado para fazer o que ninguém mais consegue: entrar, explorar e, quem sabe, desvendar os segredos que este colosso guarda nas suas entranhas. É um ponto de partida que deveria ser cativante, daqueles que nos fazem pegar no comando e pensar: “ok, deixa lá ver o que sai daqui.” Ainda que o conceito não seja propriamente revolucionário, tenta espremer charme para nos agarrar e justificar as horas que acabamos por gastar a vasculhar corredores insossos, lutar contra inimigos desinspirados e saquear tudo o que brilha para repetir ad nauseam.

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Empyreal (Silent Games)

Empyreal até consegue despertar o mínimo de interesse, com algum esforço de construção narrativa e algumas escolhas de diálogo que permitem definir o tipo de relação que queremos ter com os NPC. Só que à medida que avançamos, percebemos que o enredo e a jornada são relegados para segundo plano em detrimento da jogabilidade. E isso, honestamente, é uma pena.

O encanto continua a desvanecer-se durante a abertura do jogo. As primeiras sequências arrastam-se como se fossem diapositivos de PowerPoint (na PlayStation 5) e o mais curioso é que nem havia nada de particularmente exigente a acontecer. Uma sensação desconfortável de que algo não está a correr bem, um excelente augúrio para o resto do jogo. Ultrapassado esse arranque embaraçoso, somos largados numa hub central; o coração pulsante desta “aventura”, mas que na prática mais parece um exercício de pachorra. É ali que regressamos após as missões, exploramos corredores sem alma e tentamos arrancar alguma vida das poucas personagens espalhadas por ali.

A intenção até podia passar por ser criar um sentido de comunidade ou imersão, mas depressa percebemos que estes NPC são pouco mais do que adereços com diálogos repetidos, como se até os próprios personagens soubessem que, tirando o combate e o loot, o jogo não tem muito mais com que nos entreter. É um espaço que devia ser o nosso ponto de ancoragem emocional, mas acaba por ser só mais uma paragem entre combates.

Um dos pontos que posso apontar como positivo em Empyreal é que cada cenário parece ter sido cuidadosamente desenhado à mão. Nota-se uma intenção genuína em criar atalhos, caminhos alternativos e áreas secretas que incentivam a exploração e a curiosidade do jogador. Há ali um esforço que se destaca e merece reconhecimento. No entanto, enquanto os níveis são fixos, o resto muda de forma aleatória a cada incursão, desde os tipos de inimigos que enfrentamos até ao loot que podemos encontrar. O acesso ao Monólito faz-se através de dispositivos chamados de Cartograms, que basicamente geram as condições do nível: o ambiente, os inimigos, o tipo de recompensas, entre outros detalhes. Em teoria, deveria ser é um sistema super- interessante, havendo uma novidade à nossa espera. Só que na prática, esta aleatoriedade constante pode ser frustrante, especialmente para quem anda à caça de loot específico. A imprevisibilidade, nesse caso, atrapalha mais do que motiva.

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Empyreal (Silent Games)

O combate em Empyreal permite-nos escolher como queremos jogar, com três opções de equipamento que refletem os vários estilos de combate. Cada um desses estilos dispõe de habilidades que vamos desbloqueando e podemos usar e abusar devido a um sistema de cooldown vs consumo de mana ou estamina. Não sendo novidade, a mecânica de aparar e ripostar dá um sabor adicional ao combate. Só que não entendo porque o jogo não nos deixa bloquear a mira no inimigo, o que torna a mecânica muito trapalhona. Não ajuda que o movimento e as animações sejam para lá de rígidas, fazendo o jogo parecer ainda mais pesado e frustrante de se jogar. Também é frustrante não existir marcadores no mapa. Ou seja, podemos ter uma missão para cumprir ou uma personagem para encontrar, mas ninguém diz onde estão. Se alguns poderão adorar esta abordagem, eu, com um péssimo sentido de orientação, dei por mim mais vezes frustrado do que entusiasmado.

A Silent Games claramente tem algo entre mãos. Empyreal está longe de ser um falhanço total — há boas ideias, uma estrutura com potencial e sistemas que, com o polimento certo, podiam brilhar. Os visuais e o áudio também beneficiariam de um orçamento mais generoso e ambições mais ajustadas. Mas se a história continuar a ser esquecível e os sistemas continuarem a lutar contra o jogador… talvez não valha a pena insistir.

Cópia para análise (PlayStation 5) cedida pela Secret Mode.

A Apple anunciou o iOS 26, o próximo sistema operativo do iPhone

Com o iOS 26, a Apple vai contar com a introdução do Liquid Glass, um Apple Intelligence otimizado em dispositivos compatíveis, e outras novidades.

Com a apresentação do iOS 26, a Apple não vai apenas abraçar por completo todas as capacidades do Apple Intelligence, como também vai adotar uma reformulação completa da identidade visual do seu sistema operativo. A atualização anunciada marca o fim de um ciclo iniciado com o iOS 7, substituindo o seu design plano por uma estética mais fluida, inspirada no vidro — o Liquid Glass. Esta nova linguagem visual – reminiscente do Frutiger Aero da década de 2000 -, adapta-se ao conteúdo, ao toque e ao ambiente, prometendo oferecer uma experiência mais intuitiva e personalizada, semelhante já à existente no VisionOS. Os ícones ganham uma nova vida, reagindo com camadas de transparência e profundidade, como se fossem elementos sensíveis ao contexto.

Ao desbloquear o ecrã, o iOS 26 revela fundos dinâmicos, com efeitos tridimensionais gerados automaticamente pelo do dispositivo, com o relógio a moldar-se ao espaço da imagem de fundo. A aplicação da câmara também a foi redesenhada com uma navegação mais clara com duas opções principais, foto e vídeo, onde com um gesto lateral, surgem os modos avançados como 4K, enquanto um deslizar para cima revela configurações específicas. A aplicação Fotografias também sofre alterações, com novas abas, Favoritos e Coleção, e a capacidade de aplicar efeitos tridimensionais a qualquer imagem. O FaceTime recebe com uma página de entrada renovada e controlos que se adaptam ao fluxo da chamada, desaparecendo quando não são necessários. Já o CarPlay, agora com modos claro e escuro, reforça a integração com o design geral do sistema e permite respostas rápidas a chamadas e mensagens de forma compacta, assim como widgets informativos melhorados e com a integração dos Live Updates.

A aplicação do telefone adota um novo arranjo, com favoritos em destaque, chamadas recentes e mensagens de voz transcritas, tudo acessível com maior facilidades. Nesta aplicação, um das funcionalidades novas mais interessantes, é a capacidade de filtrar chamadas automaticamente, que são resumidas enquanto o utilizador não atende a chamada, podendo em tempo real analisar se pretende ou não aceitar a chamada, ao mesmo tempo que avisa o outro lado, se o utilizador está disponível. Nas mensagens, surgem novas opções de personalização, com a possibilidade de aplicar fundos às conversas, criar questionários em grupo, integrar o Apple Cash ou ativar filtros contra conteúdos indesejados.

Com o iOS 26, a tradução em tempo real expande-se para chamadas e músicas no Apple Music, que recebe também o novo modo Automix, que melhora a transição entre faixas. A aplicação Mapas recebe melhorias na elaboração de as rotas diárias, com destaque para a nova lista de locais visitados.

Já o Apple Pay passa a seguir encomendas diretamente a partir dos dados existentes no dispositivo, enquanto a Wallet passa a permitir integrar documentos digitais e novas chaves de carro. Por fim, a funcionalidade Visual Intelligence vai permitir explorar o conteúdo de imagens através de um simples gesto.

Estas novidades não serão, no entanto, na sua maioria apenas limitadas a dispositivos compatíveis. Nomeadamente tudo o que diz respeito a funções do Apple Intelligence, que são exclusivas a dispositivos da série iPhone 15 (modelos Pro e Max) e superiores. Com uma beta pública a ter inicio em julho, para os mais curiosos poderem testar algumas das funcionalidades do iOS 26, o lançamento final do novo sistema operativo é esperado apenas em setembro, numa data ainda por anunciar oficialmente.

Novo passe de 20 euros e bilhetes a 1,50€ revolucionam mobilidade em Viseu Dão Lafões

Nova rede Mobi Viseu Dão Lafões arranca a 1 de julho com passes a 20€ e bilhetes a 1,50€, cobrindo os 14 concelhos da região.

A partir de 1 de julho, os 14 concelhos da região de Viseu Dão Lafões passam a dispor de um novo sistema de transportes públicos intermunicipais. A rede Mobi Viseu Dão Lafões, gerida pela Transdev e promovida pela Comunidade Intermunicipal (CIM), promete transformar a forma como se circula no território, tanto pela abrangência da cobertura como pela redução dos custos para os utilizadores.

O novo modelo tem como objetivo facilitar o acesso ao transporte público, através de um passe mensal com um custo fixo de 20€, que permite viajar em todas as linhas da rede. Para deslocações ocasionais, o bilhete unitário terá o valor de 1,50€ e inclui a possibilidade de realizar transbordos entre autocarros durante um período de 90 minutos após a validação, sem encargos adicionais. A medida procura simplificar os circuitos, garantir maior funcionalidade e proporcionar uma poupança real a quem depende diariamente deste serviço.

A introdução do novo sistema implica igualmente a substituição dos passes anteriores, um processo que decorre de forma faseada em todos os concelhos abrangidos. A CIM recomenda aos passageiros que consultem os canais oficiais da instituição e das autarquias para obterem informações sobre os locais e procedimentos de substituição.

Ensaio ao Mazda MX-30 e-Skyactiv R-EV AT 2WD – Da simplicidade ao rigor dos ares nipónicos

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O Mazda MX-30 está muito longe de ser um modelo consensual… Saibam porquê.

A Mazda, marca nipónica marcada por lançamentos de modelos icónicos tais como os famosos MX-5 Miata, decidiu, em 2023, combinar os espíritos de um SUV familiar híbrido com o de um veículo coupé desportivo. Desta mistura resultou o nascimento do Mazda MX-30.

Este veículo é equipado com um motor elétrico, com uma potência máxima de 170CV e com uma bateria de 17.8kWh que pode ser carregada em CA a 11kWh (trifásico) ou 7.2kWh (monofásico) e em CC a 36kWh.

Quanto ao motor a combustão, este equipa com um motor rotativo, tão característico da Mazda, com 830cc e 74cv, servindo apenas como gerador da bateria de tração de 17.8kWh que alimenta o motor elétrico do MX-30.

Segundo indicação da marca, o Mazda MX-30 consegue percorrer um total de até 630km, sendo que, destes, 85km podem ser percorridos de forma totalmente elétrica e sem uso do motor a gasolina.

Estamos agora em 2025 e a Mazda resolveu atualizar o MX-30, ainda que se tenha mantido fiel ao modelo lançado em 2023, mas com algumas novidades, como a possibilidade de combinações Multi-Tone e algumas mudanças no interior, tais como a cor da cortiça ou até na adoção de tecido preto e pele artificial de cor branca ou preta.

A mistura de linhas clássicas e desportivas é evidente no MX-30, com a presença de uma frente bastante característica dos veículos da marca, combinada com aquela agressividade emanada pelas linhas desportivas presentes na sua traseira.

Quanto à forma como a Mazda desconstruiu o conceito coupé ao colocar uma meia-porta com abertura invertida como modo de acesso aos lugares traseiros, confesso que esta questão também me surpreendeu, pois foi a primeira vez que presenciei um veículo com este tipo de acesso à segunda linha de bancos. A meu ver, esta é uma das maiores limitações sendo este um modelo citadino, uma vez que é sempre necessário sair o condutor e o passageiro do veículo para que os passageiros traseiros consigam sair dos lugares de trás.

Denotei também de forma imediata a presença de faróis LED adaptativos que adaptam o feixe de luz emitido pelos máximos de forma a não encadear veículos que circulem no sentido contrário ao do nosso veículo.

Nesta versão ensaiada vem também instalado um pequeno teto de abrir que, certamente, irá encher as medidas nos dias de maior calor.

Falando no interior deste MX-30, rapidamente concluí que estive perante um verdadeiro carro… e não um computador com rodas. Por outras palavras, é um carro que abdica quase na totalidade de ecrãs touch e painel de controlo TFT, sendo aqui utilizados um ecrã de infoentretenimento – controlado exclusivamente com um joystick situado junto do comando da caixa de velocidades – e um painel de controlo totalmente analógico “antigo à portuguesa”. Fiquei também surpreendido com a disponibilidade do sistema Apple Carplay de duas linhas neste pequeno sistema de infoentertenimento, sem que este disponha de funcionalidades touch, tal como já referi.

Outro facto curioso é ainda a presença de um cartão SD que aloja toda a cartografia usada pelo sistema de navegação do veículo, cartão esse que se encontra num local bastante escondido junto de duas portas USB-A e de uma tomada caseira com potência de 1500W.

Já o comando da caixa de velocidades automática também é feito por via de alavanca manual na consola central da viatura, em vez daquelas parcialmente ou totalmente digitais que vemos nos veículos de hoje. Por sua vez, o posto de condução é recheado de botões para toda e qualquer funcionalidade que desejemos ativar ou controlar, desde o volume do rádio ao travão de mão, passando também por funcionalidades como o controlo da climatização e funcionalidades do Veículo Elétrico.

No que toca aos materiais no interior do MX-30, percebe-se que existe uma clara aproximação aos modelos mais premium da marca, pois tanto a nível de painel de bordo como de estofos, estes são feitos de materiais bastante agradáveis ao toque e muito bem acabados e que acabam por transparecer uma ideia clara fiabilidade e durabilidade à boa maneira japonesa.

mazda mx 30 interior

Indo agora para o que realmente interessa, percorri os primeiros 20km num trajeto em estradas com o pavimento ligeiramente degradado… e por aqui percebi logo que este MX-30 foi desenhado para quem procura mais conforto. Por outras palavras, foram raros os momentos nos quais senti grandes impactos devido ao mau piso que encontrei, e muito graças à suspensão, que fez um trabalho incrível durante estes primeiros quilómetros de ensaio. Ensaiei também este modelo da Mazda em estradas bastante sinuosas e não podia ter ficado mais surpreendido com o grande equilíbrio feito pela marca em termos de conforto e dinamismo. Este é, sem dúvida, um dos carros com melhor estabilidade em estrada que tive oportunidade de experimentar até hoje, e que em nada compromete o conforto percecionado dentro do habitáculo durante o ensaio.

Quanto à motorização, este está equipado com um motor elétrico de 170cv, assente numa bateria de tração 17,8KWh, e de um motor rotativo a gasolina de 70cv. Ao contrário do que acontece na grande maioria dos veículos híbridos Plug-in ou não, este não exerce qualquer função de tração no carro em momentos de necessidade de performance, servindo assim apenas para gerar energia para carregar a bateria de tração de 17.8KWh que alimenta o motor elétrico.

A Mazda disponibilizou ainda três modos de condução: Normal, EV e o Charge. O modo Normal faz o uso da bateria de tração (cerca de 80 quilómetros) e vai ligando pontualmente o gerador a gasolina para ir repondo alguma carga na bateria. Já o modo EV força a que o MX-30 faça o uso total da bateria de tração antes que o gerador a gasolina entre em ação para ir dando a carga suficiente para que o veículo continue em andamento. Por fim, o modo Charge permite que o MX-30 mantenha sempre o seu gerador de energia ligado de forma a carregar a bateria de tração na sua totalidade, para que possa ser usada quando chegarmos novamente a um circuito urbano.

A nível de consumos, registei uma média de 1L/100km e de 15.9kWh/100 num circuito de cerca de 70km urbano e extraurbano.

Já num percurso maior que compreendia uma distância de cerca de 130km percorrida maioritariamente por autoestrada, o MX-30 subiu a sua média de consumo de combustível para os cerca de 5.4L/100km e para uma média de consumo elétrico de 18.6kWh/100km.

Em termos de tempos de carregamento, é possível carregar a totalidade da bateria deste MX-30 em cerca de 5h40min usando uma ficha doméstica comum CA de 2kwh ou recuperar 80% de bateria com um carregador DC em apenas 25 minutos.

No final de contas, o Mazda MX-30 está muito longe de ser um modelo consensual. Primeiro porque aposta muito mais na robustez e fiabilidade do produto que apresenta do que propriamente em oferecer algumas funcionalidades já presentes em veículos mais recentes, tal como a questão dos ecrãs digitais sensíveis ao toque. Um ponto positivo é, claramente, a disponibilização de botões para quase tudo, não tendo de fazer a utilização de um ecrã de infoentretenimento para ligar ou desligar certas funcionalidades que nos poderiam distrair enquanto conduzimos.

Já a dimensão do gerador a gasolina pareceu-me insuficiente para o carro que é, tendo notado um esforço enorme dos seus 70 cv de potência para alimentar toda a energia que a bateria de tração necessita para manter o veículo em andamento.

O MX-30 2023 e- SKYACTIV R-EV 170 cv AT 2WD Makoto Modern Confidence+ Driver Assistance and Sound + Sunroof pode ser adquirido desde já num stand Mazda pelo valor de 36845,65€ + ISV + SGPU + IVA, o que perfaz o total de 46274,08€ para clientes particulares.

Focacceria BM reforça presença em Lisboa com novo espaço em Belém

A Focacceria BM abriu um novo espaço em Belém, Lisboa, com mais lugares, uma esplanada soalheira e novas propostas gastronómicas.

Há mais um spot gastronómico para conhecer em Lisboa. Mas não é um spot qualquer. Trata-se de um novo espaço da Focacceria BM, que mantém o foco nas focaccias que lhe granjearam reconhecimento, preparadas no momento com enchidos italianos e queijos nacionais.

Inaugurado recentemente na capital, mais precisamente na zona de Belém, o restaurante tem capacidade para mais de 30 lugares e distingue-se por uma decoração contemporânea, luz natural abundante e uma esplanada soalheira, criada para proporcionar uma experiência confortável e descontraída.

Quanto ao menu, é desenvolvido pelo chef Bruno Marcelino, que conta com duas décadas de carreira e um percurso internacional marcado por várias influências culinárias. A paixão pela cozinha italiana, em particular pelas focaccias, tornou-se o eixo central do conceito da casa. Assim, e além das focaccias, onde se contam as novas Tosca e a Chanfrada, nomes que seguem a linha irreverente da marca, a carta passou também a incluir novas saladas, a Chéché e a Balhelhas, inspiradas na gastronomia italiana e concebidas para alargar a experiência mediterrânica à mesa. Há também novidades na secção de sobremesas, com destaque para o Cannoli Siciliano, uma especialidade tradicional italiana, e uma maior variedade de bebidas e cafés.

De resto, a Focacceria BM continua a disponibilizar serviços de take-away e entrega ao domicílio, ideais para quem prefere saborear os produtos em casa, no local de trabalho ou durante um passeio pela zona monumental de Belém. Estão também previstas parcerias com plataformas como a Glovo e a Uber Eats.

Ah, referir ainda que o novo espaço encontra-se ainda disponível para eventos e festas privadas. Em alternativa, o serviço de catering permite levar os sabores da Focacceria BM a outros locais, mantendo a mesma identidade culinária e o compromisso com a autenticidade.

Requalificação do Quartel dos Bombeiros Voluntários de Azeitão aumenta capacidade operacional

O quartel dos Bombeiros Voluntários de Azeitão foi reabilitado com obras que melhoraram as condições de trabalho e reforçaram a capacidade de resposta.

O quartel dos Bombeiros Voluntários de Azeitão foi alvo de uma requalificação significativa, cujas obras foram oficialmente inauguradas este sábado. A intervenção no quartel do Choilo, como é localmente conhecido, envolveu um investimento próximo dos 50.000€, resultado de uma colaboração entre a Câmara Municipal de Setúbal, a Junta de Freguesia de Azeitão e a Associação Humanitária de Bombeiros Voluntários de Setúbal.

As obras centraram-se sobretudo no primeiro piso do edifício, onde foram criadas novas camaratas climatizadas e balneários com zonas distintas para sujos e limpos, separados por género. Também a sala de direção e comando foi reabilitada, num conjunto de intervenções destinadas a melhorar a funcionalidade do espaço e o conforto dos voluntários.

Além das melhorias estruturais, o edifício beneficiou de trabalhos de isolamento térmico, impermeabilização, renovação da iluminação, requalificação da cozinha e modernização da zona de entrada. Foram ainda instaladas novas caixilharias em PVC com vidro duplo, permitindo um melhor desempenho energético e maior segurança no edifício.

Foto: CM Setúbal

Habitantes do Barreiro têm agora uma nova plataforma de compras do município

Barreiro lança plataforma digital com 5G, sensores urbanos e entregas sustentáveis para impulsionar o comércio local e a gestão inteligente da cidade.

O Barreiro está a implementar um novo modelo de dinamização comercial e gestão urbana assente em tecnologia 5G. No centro da iniciativa encontra-se a plataforma digital Barreiro Digital, que reúne um conjunto de soluções tecnológicas com o objetivo de reforçar a competitividade do comércio local, modernizar os serviços públicos e promover práticas sustentáveis na cidade.

A iniciativa insere-se no projeto do Bairro Comercial Digital do Barreiro, com o apoio da NOS, e inclui a criação de um marketplace digital dedicado ao comércio local. Através desta plataforma, os residentes podem efetuar compras online em estabelecimentos da cidade e escolher entre entregas ao domicílio – realizadas por estafetas que utilizam bicicletas partilhadas – ou levantamento em cacifos inteligentes distribuídos por pontos estratégicos do concelho.

Este ecossistema digital integra ainda funcionalidades como marcações em serviços locais, gestão de filas e uma aplicação móvel com realidade aumentada, que fornece indicações sobre a localização de lojas e informações históricas sobre as ruas do centro urbano. Esta solução visa tornar a experiência de consumo mais fluida e informada, tanto para moradores como para visitantes.

Para reforçar a visibilidade dos negócios locais, estão a ser instalados mupis interativos e montras digitais. Estes suportes digitais permitem atualizar conteúdos em tempo real e oferecem também funcionalidades sociais, como a possibilidade de tirar fotografias e partilhá-las instantaneamente nas redes.

A infraestrutura tecnológica do projeto inclui uma rede de sensores que recolhe dados relevantes para a gestão urbana. Entre os indicadores monitorizados estão o fluxo de tráfego, a contagem de pessoas e veículos, a qualidade do ar e outros parâmetros ambientais. Paragens inteligentes analisam o uso dos transportes públicos e detetam situações que possam exigir assistência imediata, como quedas. Em paralelo, um sistema de vigilância inteligente permite identificar ocorrências como a acumulação de lixo ou acidentes rodoviários.

Todos os dados recolhidos são centralizados numa Sala de Comando e Controlo, onde é possível acompanhar em tempo real o funcionamento das várias componentes do sistema urbano digital.

Primavera Sound Porto 2025 recebe mundos imersivos e criações artísticas com assinatura BacanaPlay

No Primavera Sound Porto 2025, a BacanaPlay apresentará dois mundos temáticos com arte, jogos e prémios únicos numa experiência imersiva inédita.

Entre os dias 12 e 14 de junho de 2025, o Primavera Sound Porto será palco de uma iniciativa inédita que cruza arte urbana, tecnologia interativa e o universo dos jogos digitais. A BacanaPlay, marca reconhecida pela sua presença no setor dos jogos de casino online, marcará presença no festival com uma instalação imersiva intitulada Total Invasion, que ocupará dois espaços temáticos distintos inspirados no imaginário dos seus jogos: Floating Dragon World e Wild West Saloon.

Estes cenários foram concebidos em colaboração com os artistas portugueses Kruella D’Enfer e Gonçalo MAR, que reinterpretaram os mundos do universo BacanaPlay através de uma abordagem visual e concetual. As criações dos dois artistas estarão presentes na decoração dos espaços, em murais e nos próprios objetos colecionáveis disponibilizados aos participantes. A proposta passa por integrar o universo estético do jogo digital com elementos de arte contemporânea e cultura visual urbana.

Segundo Pedro Garcia, responsável da BacanaPlay para Portugal e Brasil, esta presença no festival pretende materializar uma ligação entre o jogo, a música e a arte, através de uma ativação que aposta na experiência sensorial e na construção de memórias. A intervenção artística e cenográfica procura evocar os ambientes característicos dos mundos digitais da marca, permitindo aos visitantes explorar estes universos num contexto físico e lúdico.

No Floating Dragon World, idealizado por Kruella D’Enfer, os visitantes encontrarão um ambiente imersivo com referências visuais à estética oriental, onde predominam as cores vibrantes, os elementos místicos e uma atmosfera inspirada na iconografia dos dragões flutuantes. Este espaço, localizado numa zona privilegiada com vista para o palco principal, funcionará como ponto de encontro e zona de descanso, oferecendo ainda a possibilidade de conquistar objetos de colecção exclusivos, reservados a utilizadores registados.

Já o Wild West Saloon, concebido por Gonçalo MAR, transporta o público para o universo cinematográfico do velho Oeste. O ambiente recriado remete para os clássicos saloons americanos, com elementos decorativos rústicos, personagens caracterizadas e desafios inspirados nas slots temáticas da marca. Tal como no espaço oriental, os jogadores terão acesso a prémios colecionáveis, incluindo baralhos de cartas, lanyards, chapéus e peças de vestuário em edição limitada.

A mecânica de participação é simples: jogar, ganhar e levar consigo uma recordação exclusiva da experiência. A ativação propõe uma ponte direta entre o festival e a dimensão digital da BacanaPlay, através do conceito HEY! BacanaPlay!, que funciona como sinal de entrada num universo onde o jogo é parte integrante da vivência artística e festiva.

Vodafone vai ao Primavera Sound Porto 2025 dar grandes prémios

Quem for ao festival, passar pelo stand da Vodafone e rodar a Roda Happy Days, pode receber um smartphone, auriculares, sweatshirts, toalhas de praia ou garrafas reutilizáveis.

A Vodafone marca novamente presença no Primavera Sound Porto, assumindo pelo terceiro ano consecutivo o papel de patrocinadora oficial e parceira tecnológica do evento. O festival, que decorre entre 12 e 15 de junho, e onde o Echo Boomer estará presente, volta a reunir milhares de pessoas no Parque da Cidade, reforçando a sua posição como um dos maiores acontecimentos musicais do país e um dos mais relevantes a norte.

Com o objetivo de assegurar uma experiência de comunicação eficaz dentro do recinto, a empresa reforçou tanto a rede móvel como a infraestrutura de rede fixa. Esta preparação responde não apenas ao elevado número de participantes esperados, como também às novas exigências associadas aos hábitos digitais do público. Em 2024, por exemplo, a rede da Vodafone suportou um volume de tráfego de 14,8 terabytes ao longo do festival, 46% dos quais transmitidos através de tecnologia 5G.

Para facilitar a experiência no local, a Vodafone instalou dois pontos de carregamento de dispositivos móveis, totalizando 200 tomadas elétricas, permitindo aos participantes manterem-se ligados ao longo dos quatro dias do evento.

Entre as ações promovidas pela operadora destaca-se o regresso da Roda Happy Days, uma ativação acessível a todos os festivaleiros, independentemente de serem ou não clientes Vodafone. Quem participar recebe garantidamente um prémio, que pode variar entre smartphones Google Pixel 9a, auscultadores Google Buds, sweatshirts, toalhas de praia ou garrafas reutilizáveis. Esta iniciativa é a versão física da roda digital integrada no programa Vodafone Happy, disponível na aplicação My Vodafone, que oferece prémios semanais aos clientes da operadora.

No recinto, o público encontrará ainda a já habitual guitarra Vodafone, um ponto de paragem obrigatório para os que procuram registar imagens memoráveis do festival. A marca volta também a dar nome a um dos principais palcos do evento, o palco Vodafone, por onde passarão diversos artistas nacionais e internacionais. Entre os nomes confirmados para esta edição estão TV on the Radio, Parcels, Beach House, Deftones e Turnstile.

Hotel Faro & Beach Club mudou de nome para Occidental Faro

O Occidental Faro, parte do grupo Barceló, é a estreia da marca Occidental Hotels & Resorts em Portugal.

O Barceló Hotel Group reforçou a sua presença em território nacional com a inauguração do Occidental Faro, a primeira unidade da marca Occidental Hotels & Resorts em Portugal. Situado numa zona privilegiada, com vista direta para a Marina de Faro e para o Parque Natural da Ria Formosa, o hotel, que na verdade passou por uma processo de mudança de nome, uma vez que era anteriormente conhecido como Hotel Faro & Beach Club, assinala a estreia do grupo na região algarvia, que passa a contar com quatro estabelecimentos em Portugal.

Esta expansão insere-se na estratégia internacional do grupo espanhol, que identifica o Algarve como um ponto de interesse estratégico, dada a elevada procura turística ao longo de todo o ano, com especial incidência durante o verão. Renovado em 2017 enquanto Hotel Faro & Beach Club, o Occidental Faro será alvo de um novo investimento para garantir a plena conformidade com os padrões da marca Occidental. De momento, esta unidade de quatro estrelas dispõe de 89 quartos e inclui quatro áreas destinadas a reuniões e eventos empresariais.

O Occidental Faro oferece também um conjunto diversificado de comodidades, orientadas para diferentes tipos de visitantes. Entre os principais destaques encontram-se o ginásio, a área de bem-estar com banho turco, sauna e sala de massagens, e um rooftop com piscina aquecida de hidroterapia, solário e espaços de restauração. Esta zona superior inclui um bar e um restaurante à la carte com foco na gastronomia portuguesa, bem como uma área dedicada ao pequeno-almoço, com produtos frescos locais e vista panorâmica sobre a cidade.

Com esta abertura, o Barceló Hotel Group passa a operar fora da Madeira pela primeira vez, onde já possui três unidades: Allegro Madeira – Adults Only 4, Barceló Funchal Oldtown 5 e Quinta Funchal Gardens – Adults Only 5*.

A nova unidade em Faro surge na sequência de um investimento de 50 milhões de euros feito pelo grupo na Madeira em 2024, destinado à aquisição e renovação de ativos.

Action Moita ganha data de abertura

Será a primeira loja Action na Margem Sul e a 17ª em Portugal. A abertura acontece alguns dias após a chegada da marca ao Algarve.

Foi no primeiro mês deste ano, após uma pesquisa no site da Action, que ficámos a descobrir que a discount store de produtos não alimentares ia abrir um loja na região de Setúbal. Na altura, a descrição na secção de emprego da Action mencionava apenas “Região Setúbal”.

Já em abril, lá descobrimos onde será, afinal, esta loja: na Moita. A superfície comercial da Action na Moita ficará localizada no espaço que chegou a ser ocupado pelo Lidl, sendo que as obras têm decorrido a bom ritmo. Aliás, estão praticamente finalizadas, até porque a loja é inaugurada já daqui a 10 dias, ou seja, a 19 de junho. Esta é, de resto, uma informação que podem consultar no site oficial.

A chegada da Action a novas localidades reflete o crescimento contínuo da marca, que já conta com uma sólida base de clientes em Portugal desde a abertura da primeira loja, há pouco mais de um ano. A empresa tem vindo a expandir-se para diferentes regiões do país, acompanhando a crescente procura por produtos de qualidade a preços acessíveis. A marca é conhecida pela sua oferta diversificada de artigos não alimentares, abrangendo áreas como brinquedos, produtos de casa, jardinagem e bricolage, com um preço médio de cada produto abaixo dos 2€. Além disso, a Action garante a introdução de 150 novos produtos todas as semanas, para que os consumidores encontrem sempre novidades adaptadas às suas necessidades.

A Action tem demonstrado um compromisso com a sustentabilidade e a responsabilidade social. A empresa tem trabalhado para reduzir a pegada ecológica das suas operações, através de medidas como a eliminação de ligações de gás nas lojas e a adoção de iluminação LED em todos os estabelecimentos. Além disso, a marca aposta em práticas responsáveis nos seus processos de abastecimento. Por exemplo, todos os produtos de algodão da marca Action provêm de fontes sustentáveis, sendo 99% adquiridos através do programa Better Cotton e 1% de algodão orgânico. Também os materiais usados na produção, como a madeira e o cacau, são provenientes de fontes certificadas, garantindo práticas ambientais responsáveis.

Recorde-se que, recentemente, a Action chegou pela primeira vez ao Algarve, neste caso com uma loja no novíssimo Nova Vila Retail Park, localizado em Portimão.

A AMD anunciou os novos processadores Ryzen Z2 A e Ryzen AI Z2 Extreme, para dispositivos portáteis

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O novo Ryzen AI Z2 Extreme estreia com NPU dedicado, enquanto que Ryzen Z2 A aposta na autonomia.

Com o anúncio das novas consolas ROG Xbox Ally, a AMD apresentou oficialmente dois novos processadores de alto desempenho para dispositivos portáteis dedicados a jogos, os Ryzen AI Z2 Extreme e Ryzen Z2 A.

O Ryzen AI Z2 Extreme é o destaque desta dupla de processadores. Apresenta-se como uma e de uma evolução direta do Z2 Extreme original, mas agora com uma Unidade de Processamento Neural (NPU) integrado. Com capacidade para até 50 TOPS (triliões de operações por segundo), este NPU é compatível também com as funcionalidades dos Copilot Plus PCs, da Microsoft.

A nível técnico, mantém um CPU de 8 núcleos e 16 threads com arquitetura Zen 5, GPU com 16 Unidades Computacionais RDNA 3.5, suporte a LPDDR5X de até 8.000 MT/s e TDP ajustável entre 15W e 35W. Embora a AMD não tenha divulgado resultados de testes, espera-se desempenho similar ao Ryzen AI 9 HX 370, o que significa que tem a capacidade para executar jogos modernos em resoluções até 1080p, com configurações médias a altas.

Já o Ryzen Z2 A, foca-se em oferecer o máximo de eficiência energética para equipamentos de entrada. É uma evolução modesta do chip encontrado na Steam Deck original, e adota um CPU Zen 2 com 4 núcleos e 8 threads, um GPU RDNA 2 com 8 CUs e suporte para a RAM LPDDR5 de até 6.400 MT/s.

O seu principal diferencial está no TDP entre 6W e 20W, o que o torna ideal para equipamentos compactos com maior autonomia. A expectativa é que esta solução ofereça uma desempenho semelhante ao da Steam Deck, mas com melhor eficiência em ambientes Windows, com potencial de oferecer uma longevidade de utilização de baterias e mais eficiente.

As ROG Xbox Ally com Ryzen Z2 A e o ROG Xbox Ally X com Ryzen AI Z2 Extreme serão os primeiros equipamentos a receber estes novos chips, com lançamento previsto para o final de 2025. Mas espera-se, no entanto, que mais computadores portáteis semelhantes com estas soluções, sejam anunciados em breve por outras fabricantes.

A FIFA vai integrar novas tecnologias no Mundial de Clubes 2025

O Mundial de Clubes, que se realizará nos Estados Unidos, servirá de palco para testar novidades tecnológicas para a análise de foras de jogo, câmaras nos árbitros e substituições digitais.

O Mundial de Clubes da FIFA de 2025, a realizar-se nos Estados Unidos, promete tornar o futebol numa modalidade mais tecnológica, ao servir de prova de testes onde a FIFA irá testar um conjunto de novidades com o objetivo de reforçar a transparência, eficiência e envolvimento no jogo.

O destaque vai para o fora de jogo semi-automático, uma tecnologia melhorada que junta sensores na bola, diversas câmaras e algoritmos desenvolvidos em parceria com a Hawk-Eye. O sistema deteta a posição dos jogadores e da bola em tempo real, enviando alertas automáticos aos árbitros sempre que é identificado um fora-de-jogo claro — reduzindo assim o tempo de espera nas decisões. Ainda assim, a FIFA garante que os casos mais complexos continuarão sob análise do VAR, assegurando um controlo humano final.

Outra novidade inédita, será a possibilidade de os adeptos presentes no estádio acompanharem em tempo real as imagens analisadas pelo VAR, projetadas nos ecrãs gigantes durante as revisões. Esta medida procura aumentar a compreensão, e a confiança, do público nas decisões de arbitragem.

Adicionalmente, os árbitros irão começar a utilizar câmaras corporais — uma estreia absoluta em competições oficiais — cujas imagens serão transmitidas pela DAZN, detentora dos direitos de emissão do torneio. O objetivo é oferecer aos telespectadores uma nova perspetiva do jogo, diretamente através dos olhos do árbitro. Pierluigi Collina, presidente da Comissão de Arbitragem da FIFA, sublinhou a importância deste momento, afirmando que “Para os 117 árbitros envolvidos, será uma oportunidade única de fazer parte de uma mudança histórica. A tecnologia e a transparência são fundamentais para melhorar a compreensão e a imparcialidade no futebol”.

Já no banco de suplentes, a utilização de papel será substituído por dispositivos digitais. Cada equipa presente no Mundial de Clubes irá recorrer a tablets para solicitar substituições, agilizando o processo e facilitando o controlo em tempo real sobre as alterações ainda disponíveis.

Por fim, a FIFA integrará novos algoritmos para recolher e organizar automaticamente os dados estatísticos do jogo, com base no rastreamento em tempo real dos movimentos em campo.

O Mundial de Clubes de 2025 acontecerá entre os dias 15 de junho e 13 de julho.

A Samsung atualizou o Galaxy A33 para o Android 15

A Samsung iniciou a distribuição da nova versão do sistema operativo do Galaxy A33 que chegará a todos os mercados em breve.

A Samsung deu início à atualização do Galaxy A33 para o One UI 7, ou seja, o Android 15. A distribuição começou pela Bolívia e chega após o lançamento da mesma atualização para modelos como o Galaxy A53 e o Galaxy M33.

A atualização conta com o firmware A336MUBUDFYE3 que ocupa sensivelmente 3,5 GB. Para além das novidades do Android 15 e das melhorias visuais do One UI 7, o pacote inclui também a atualização de segurança referente ao mês de maio de 2025, que corrige 45 vulnerabilidades, em que algumas são de alto risco. E entre as principais novidades do One UI 7 destacam-se os novos ícones e widgets, além da introdução da Now Bar, que exibe informações em tempo real na barra de estado e no ecrã bloqueado.

Lançado em 2022 com Android 12, o Galaxy A33 já passou pelas versões 13 e 14 do sistema operativo da Google. Com o Android 15 agora disponível, o modelo deverá ainda receber mais uma grande atualização, o Android 16, e a partir daí apenas deverá receber atualizações de segurança. Os utilizadores que pretendam verificar se a nova versão já está disponível para o seu equipamento podem aceder às definições do seu equipamento, depois atualização de software e por fim descarregar e instalar.

Lynked: Banner of the Spark – Review: Mais um roguelike

Uma tentativa em combinar os RPG de ação com mecânicas de roguelikes e a construção de cidades do género de sobrevivência, que nunca consegue encontrar o seu ponto de equilíbrio

Como um “Nostradamus dos 300” permitam-me fazer uma previsão que servirá para pouco (talvez até para nada), mas tenho de tirar este pensamento da minha cabecinha e expô-la ao mundo: o roguelike vai ser o novo RPG. Esta comparação não reflete propriamente a popularidade dos roguelike em comparação ao RPG, até porque acredito que o primeiro é um género muito menos acessível e demasiado assente na dificuldade para gozar da mesma popularidade dos RPG, mas tal como eram poucos aqueles que apreciavam combates por turnos e ficavam confusos com pontos de experiência e árvores de habilidades, também considero que iremos assistir à apropriação crescente de elementos dos roguelikes para outros géneros. Se hoje em dia temos jogos de ação, aventura, ritmo, até desporto, com mecânicas RPG, acredito que o mesmo irá acontecer com os roguelikes e os seus sistemas de recomeço, aleatoriedade e progresso temporário. Tudo isto envolto numa cápsula mais fácil de engolir por parte de um público restrito de jogadores que quer conhecer melhor o género, mas que é incapaz de gramar com tudo aquilo que o género representa.

A minha leitura talvez seja exagerada, mas os sinais estão lá. Como um teorista da conspiração, ao lado do meu quadro de cortiça, reparo que as mecânicas procedimentais começam a ser uma resposta para cortar a repetição de outros géneros, quase como uma solução para uma experiência híbrida entre os jogos de serviço e F2P com as campanhas a solo ou cooperativas dentro e fora das componentes online. É provável que esteja errado, mas Lynked: Banner of the Spark, da FuzzyBot, catapultou-me para esta sucessão de ideias porque é literalmente uma combinação entre géneros, onde os roguelikes são uma migalha que se destaca através da jogabilidade; não só pela sua crescente dificuldade, mas porque Lynked nem sempre sabe o que quer fazer com essas mecânicas de recomeço e desafio. Então temos um jogo que se pode jogar online e offline, a solo e com os amigos, numa campanha dividida por missões principais, secundárias e até expedições, onde podemos colecionar mais recursos e encontrar sempre um incentivo para repetir objetivos que são, na verdade, arenas de combate com pouco para oferecer. É uma desculpa para repetir cenários porque são procedimentais, a ordem nunca é a mesma, e a experiência de combate depende da aleatoriedade.

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Lynked: Banner of the Spark (FuzzyBot)

Lynked: Banner of the Spark é um pot-pourri de géneros. Num primeiro contacto, é um RPG de ação com uma campanha que se divide entre cinemáticas rápidas e sempre in game – que contam a história do planeta Terra, séculos no futuro, onde a Humanidade foi obrigada a escapar devido ao impacto climático no planeta – e missões simples que se baseiam quase exclusivamente no combate contra hordas de robots. Estas missões podem variar em termos de cenários ou então nas suas tarefas adicionais, que podem requerer a utilização de um tipo de arma específico ou então a companhia de um dos NPC disponíveis. Depois descobrimos que Lynked tem os tão populares elementos roguelikes, uma pitada para aguçar a dificuldade – e que resultam, sem dúvida, já que o combate é muito rígido e os frames de invencibilidade são tão inexistentes que estamos constantemente a sofrer dano e a sermos obrigados a recusar perante a resistência dos inimigos até mais fracos – e que se traduz em missões mais desafiantes, cujas arenas alternam na sua ordem sempre que voltamos ao início, tal como as recompensas, mods, armas e recursos que podemos encontrar.

Entre géneros, encontramos a verdadeira alma de Lynked através do foco nos modos online e cooperativos. Admito uma falta de conhecimento sobre os jogos mobile e gatcha, e sei que Lynked não se insere nesses modelos, mas há aqui algo inerente ao loop diário de recompensas e missões que encontramos em títulos do género. Lynked quer emular a experiência social e criar uma maior necessidade cooperativa entre jogadores, com missões diárias e a possibilidade de aumentarmos não só a nossa amizade com os NPC, mas também a nossa própria cidade. As comparações a Animal Crossing, por exemplo, são válidas porque Lynked aposta não só na reconstrução da nossa comunidade, desde casas até a elementos decorativos, como podemos gerir os habitantes, realizar tarefas e até oferecer prendas e comida para aumentar o nível de amizade. Estes sistemas estão ligados ao combate, claro, e é através das missões que encontramos os recursos necessários. Com valores avultados, a aquisição de armas e modificações obriga à repetição de missões, que convida, por sua vez, à cooperação com outros jogadores para mitigar o cansaço acumulado.

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Lynked: Banner of the Spark (FuzzyBot)

Desta forma, Lynked: Banner of the Spark apenas adota algumas mecânicas roguelike, apesar de ser identificado como tal. Prevejo que este seja o futuro para muitos outros títulos, especialmente no mercado independente, onde a necessidade de justificar a repetição de conteúdos e a fome em alimentar as componentes sociais – como aqui, que temos o incentivo de construir a cidade à nossa imagem – justifica a implementação de mecânicas que seriam menos acessíveis ao utilizador se fossem propriamente adaptadas. Mas não recomendo Lynked pela sua aproximação tímida ao género roguelike, antes ao loop da sua jogabilidade, demasiado dependente de missões repetitivas com um sistema de combate pouco fluído – mesmo com a variedade de habilidades e armas que podemos desbloquear – e com um sistema de construção que pouco complementa o aspeto social que apresenta, fora a criação de casas para NPC que, por sua vez, desbloqueiam mais missões idênticas às anteriores. No entanto, para os fãs do género e que procuram este loop entre “missão-loot-personalização” talvez Lynked funcione a 100%, mas não fiquei inteiramente convencido. Lynked ajudou-me a compreender que aqui há gato e que esse gato é a implementação de mecânicas roguelikes em mais jogos. Um gato muito estranho.

Cópia para análise (PlayStation 5) cedida pela FuzzyBot.

A Microsoft melhorou a aplicação Windows Fotografias com funcionalidades inteligentes

O Windows Fotografias recebe funcionalidades avançadas, mas por enquanto reservadas aos utilizadores do programa Insider.

A Microsoft lançou uma atualização para a aplicação Windows Fotografias, atualmente apenas disponível para utilizadores do programa Windows Insider. A nova versão conta com ferramentas potenciadas por inteligência artificial, com o objetivo de tornar a edição de imagens mais intuitiva e a organização de coleções fotográficas mais eficiente.

Entre as principais novidades destaca-se o Relight, um sistema avançado de gestão de luz que permite manipular a iluminação de uma imagem com elevado grau de precisão. A funcionalidade possibilita a configuração de até três fontes de luz distintas numa única fotografia, com opções para ajustar a cor, brilho, intensidade e localização de cada foco. Estão também disponíveis várias predefinições de estilo, aplicáveis com um só clique.Para além do potencial criativo, o Relight revela-se particularmente útil na correção de fotografias captadas em fracas condições de iluminação. Contudo, atualmente a ferramenta está restrita a dispositivos Copilot+ com processadores Snapdragon, mas a Microsoft já revelou que nos próximos meses irá expandir a sua disponibilização para PCs Copilot+ equipados com chips AMD e Intel — uma decisão motivada pelos requisitos de desempenho necessários para executar localmente as tarefas inteligentes.

Outra novidade introduzida nesta atualização é a pesquisa por linguagem natural. Os utilizadores passam a poder procurar imagens recorrendo a descrições simples como “cão a correr no jardim” ou “campo verdejante com árvores“. O sistema interpreta o significado das frases e apresenta os resultados mais relevantes, com base nas fotografias armazenadas localmente na pasta Imagens do computador.

A atualização conta ainda com a expansão do acesso às ferramentas Restyle Image e Image Creator. Anteriormente reservadas a utilizadores com contas pessoais da Microsoft, estas funcionalidades passam agora a estar acessíveis também a quem utiliza credenciais corporativas Entra ID. O Restyle Image permite alterar completamente o estilo visual de uma fotografia através de recursos inteligentes, enquanto a Image Creator possibilita a criação de imagens originais a partir de descrições escritas.

Ambas as ferramentas estão integradas nas versões mais recentes do Windows Fotografias, distribuídas a partir da build 2025.11060.5006.0.

Primark abre nova loja em Viseu este mês de junho

A Primark inaugura a sua 13.ª loja em Portugal no dia 26 de junho, em Viseu. A nova unidade vai criar mais de 80 empregos no Palácio do Gelo.

A cadeia de moda irlandesa Primark prepara-se para abrir uma nova loja em Viseu, reforçando a sua presença no mercado português. A inauguração está marcada para o dia 26 de junho, no centro comercial Palácio do Gelo, a partir das 10h. Esta será a 13.ª unidade em território nacional e integra o plano de expansão da marca delineado para 2024, que contempla quatro novas localizações e um investimento global de 40 milhões de euros.

Com uma área de vendas superior a 2.750 m2, distribuída por um único piso, a nova loja apresenta uma oferta diversificada, que inclui desde peças de uso diário, como roupa de ganga e pijamas, até artigos de moda, beleza e lifestyle. Estarão também disponíveis os produtos sazonais mais procurados nesta altura do ano, nomeadamente fatos de banho, conjuntos leves, vestidos e acessórios para o verão. Atualmente, cerca de dois terços do vestuário da marca é produzido com materiais reciclados ou provenientes de fontes consideradas mais sustentáveis, percentagem que a Primark pretende elevar até aos 100% até ao final da década.

A abertura em Viseu prevê a criação de mais de 80 novos postos de trabalho, o que fará aumentar o número total de colaboradores da Primark em Portugal para cerca de 1.850. A loja contará ainda com 12 caixas de self-checkout, facilitando o processo de pagamento, sobretudo a quem pretenda um serviço mais rápido e autónomo.

A nova loja em Viseu insere-se num espaço com uma localização estratégica na região Centro. O Palácio do Gelo, onde ficará instalada, é um dos maiores centros comerciais do país, com mais de 150 lojas e serviços, entre os quais se destaca a única pista de gelo em funcionamento permanente em território nacional. A administração do espaço considera que a chegada da Primark reforça o posicionamento do centro como destino comercial de referência na zona, aumentando a atratividade junto de novos públicos e consolidando a sua relevância regional.

Antes de Viseu, foram já inaugurados espaços no Montijo e em Guimarães. A quarta loja, do plano de 40 milhões de euros da marca, deverá abrir em 2026, na Covilhã. Além de novas aberturas, a marca tem vindo a investir na renovação de unidades existentes, com intervenções já em curso em Sintra e Portimão, estando outras remodelações previstas para breve. A expansão inclui também o alargamento da loja situada no Centro Colombo, em Lisboa. No total, estima-se que estas operações contribuam para um aumento superior a 30% da área comercial ocupada pela marca em Portugal, bem como para a criação de mais de 500 novos postos de trabalho a nível nacional.

Os principais anúncios do Xbox Games Showcase 2025

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O evento Xbox Games Showcase 2025 apresentou novos jogos, a aguardada “Xbox Portátil” e muito mais.

O Xbox Games Showcase 2025 foi novamente o palco para as novidades de verão da Xbox, com a Microsoft a apresentar um novo e emocionante catálogo de jogos, assim como novas experiências e otimizações ao seu ecossistema lúdico, com especial destaque para uma pareceria com a ASUS, que resultou naquela que será, oficialmente, a primeira Xbox Portátil: a ROG Xbox Ally e Ally X. Estes dispositivos foram concebidos para reproduzir jogos de forma nativa de diversas lojas digitais e o seu anúncio serviu de confirmação de que Hollow Knight: Silksong, chegará finalmente no final do ano, juntamente com o novo hardware.

Já no que toca a jogos, a equipa da Xbox levantou o véu sobre novas produções, relançamentos e novidades inéditas, como a confirmação oficial de Call of Duty: Black Ops 7, o anúncio e detalhes de dois jogos da Obsidian EntertainmentThe Outer Worlds 2 e Grounded 2 — e a apresentação do novo jogo da Double Fine, Keeper. Houve também um primeiro olhar da expansão Order of the Giants para Indiana Jones and the Great Circle, para além de novas imagens de Ninja Gaiden 4 e Gears of War: Reloaded. Adicionalmente adiante, foi mostrado um trailer mais extenso de Clockwork Revolution, o novo RPG steampunk da inXile.

Entre as produções de estúdios parceiros, o novo estúdio Quarter Up revelou Invincible VS, enquanto a Square Enix lançou finalmente que Final Fantasy XVI na Xbox, com o remake Final Fantasy Remake Intergrade a chegar às consolas Xbox ainda este ano, juntamente com a versão da Nintendo Switch 2. Já a Atlus confirmou oficialmente Persona 4 Revival. Houve também o anúncio de sequelas para jogos independentes bem conhecidos, como Super Meat Boy que dá o salto para 3D com Super Meat Boy 3D, High on Life 2 e Planet of Lana II. Também foram mostrados novos títulos como The Blood of Dawnwalker da Rebel Wolves (de ex-produtores da CDPR), Beast of Reincarnation da Game Freak (estúdio responsável pela série Pokémon), e At Fate’s End, dos criadores de Spiritfarer.

No encerramento, Phil Spencer antecipou o 25.º aniversário da Xbox em 2026, com destaque para a chegada de um novo Fable, a confirmação da próxima edição de Forza, o lançamento de Gears of War E-Day e o regresso de um clássico da Xbox mistério.

Logo após o Xbox Games Showcase, realizou-se o The Outer Worlds 2 & Grounded 2 Direct, uma apresentação dedicada da Obsidian Entertainment com mais detalhes e imagens de ambos os jogos.

Em baixo poderão conhecer melhor alguns dos destaques dos jogos principais da Xbox para este ano.

Call of Duty: Black Ops 7

O novo capítulo da série Black Ops leva os jogadores até 2035, num mundo marcado por conflitos e guerras psicológicas, passado diretamente após os acontecimentos de Black Ops 2 e Black Ops 6. A história segue David Mason e a sua equipa, que enfrentam um inimigo que utiliza o medo como arma principal. O jogo inclui uma campanha cooperativa, modos multi-jogador com novos mapas e o regresso do modo Zombies, situado no universo Dark Aether. Esta produção será lançada já no final de 2025 para consolas Xbox, PC e PlayStation, ficando disponível no Game Pass logo no lançamento.

Clockwork Revolution

Este RPG steampunk da inXile decorre na cidade de Avalon, um lugar controlado pela elite que manipula o passado para influenciar o presente. O jogador controla Morgan, que utiliza um dispositivo de viagem no tempo para corrigir o curso da história, podendo escolher diferentes caminhos. O jogo inclui sistemas de narrativa reativa, personalização de armas e múltiplos finais, e estará disponível no lançamento no Game Pass, para Xbox Series X|S, PC e Steam.

Gears of War: Reloaded

A versão remasterizada de Gears of War será lançada a 26 de agosto de 2025 para Xbox Series X|S, PC, Steam e PlayStation 5. Esta edição inclui melhorias técnicas, como texturas em 4K, 60FPS na campanha e até 120FPS no multi-jogador, para além de funcionalidades como cross-play e progressão cruzada. Uma beta multijogador decorrerá em dois fins de semana a partir de 13 de junho.

Grounded 2

A sequela do jogo de sobrevivência num jardim avança para um cenário mais vasto na zona suburbana de Brookhollow Park. Mantém o caos e a exploração do primeiro jogo, mas traz melhorias de qualidade de vida, uma nova ferramenta multi-funções e veículos controláveis, como os buggies. Desenvolvido em parceria com a Eidos-Montréal, o jogo entra em acesso antecipado em 29 de julho, disponível para Xbox Series X|S, PC e Steam, com integração no Game Pass desde o lançamento.

Keeper

Produzido pela Double Fine Productions, Keeper é uma aventura em terceira pessoa com um estilo visual singular. O jogador controla um farol ambulante que, acompanhado por um pássaro marinho, explora uma ilha misteriosa. O título chega a 17 de outubro para Xbox Series X|S, PC e Steam, estando incluído no Game Pass no lançamento.

Ninja Gaiden 4

A série Ninja Gaiden regressa com um novo capítulo focado em combate rápido e técnicas ninjas. O protagonista é Yakumo, um jovem ninja com acesso a uma variedade de armas e habilidades, incluindo artes ninjas tradicionais e novos movimentos, que terá que defender uma cidade de Tóquio futurista que enfrenta uma ameaça crescente. O lançamento está previsto para 21 de outubro em Xbox Series X|S, PC, Steam e PlayStation 5, também integrado no Game Pass.

The Outer Worlds 2

O novo RPG da Obsidian decorre na colónia de Arcadia, dividida por fações em conflito e ameaçada por fendas no espaço. O jogador terá de navegar numa luta política e social complexa, com decisões que afetam o desenrolar da história. O título inclui mais opções de personalização, novas armas e companheiros, e melhorias nos sistemas de combate e movimento. O lançamento está marcado para 29 de outubro para Xbox Series X|S, PC, Steam, Battle.net e PlayStation 5, também disponível no Game Pass.

Tony Hawk’s Pro Skater 3 + 4: Foundry Demo

Ficou disponível uma demo do remake de Tony Hawk’s Pro Skater 3 + 4, com acesso mediante pré-compra ou subscrição Game Pass, para várias plataformas incluindo Xbox Series X|S, Xbox One, PC e PlayStation. A demo inclui os parques Foundry e College, com personagens como Tony Hawk e Rayssa Leal. O lançamento completo do remake está marcado para 11 de julho.