Jesus Revolution funciona como um recontar dramático de um dos maiores movimentos espirituais da história da América, mas sofre bastante com a necessidade constante de entregar a próxima grande mensagem inspiradora, soando mais a pretensão moralista.
Cocaine Bear cumpre precisamente com aquilo que promete: um urso absolutamente insano a espalhar caos sangrento, nojento e visualmente chocante ao mesmo tempo que comete ações inacreditavelmente ridículas.
Sharper é um thriller psicológico guiado e marcado por personagens convincentes, mas a falta de exploração dos vários temas apresentados e uma conclusão abrupta deixam um sabor ligeiramente amargo.
Ant-Man and the Wasp: Quantumania justifica a receção divisiva. Visuais imersivos, ação mais do que satisfatória e prestações absolutamente excecionais, tirando Kathryn Newton por falta de direção.
Somebody I Used to Know possui um elenco carregado de química e temas interessantes, mas o argumento formulaico peca por falta de profundidade e maior cuidado no tratamento das personagens.
Com muito humor negro, o humorista leva o público a atravessar vários níveis até chegar ao Inferno, num dos melhores espetáculos de stand up comedy em Portugal dos últimos tempos.
The Accidental Getaway Driver tem muitos momentos de pura honestidade e cordialidade, onde Sing J. Lee explora como os relacionamentos profundos com outras pessoas são uma necessidade humana.