A companhia Ballet de Kiev regressa a Lisboa em dezembro com as clássicas obras “Lago dos Cisnes” e “A Bela Adormecida”, apresentadas no Teatro Tivoli BBVA.
A Companhia Ballet de Kiev vai regressar a Lisboa, ainda este ano, para apresentar duas das mais emblemáticas obras do ballet clássico no Teatro Tivoli BBVA. Lago dos Cisnes será apresentado nos dias 5 e 6 de dezembro, seguido de A Bela Adormecida a 7 de dezembro. Por sua vez, o Lago dos Cisnes terá ainda uma exibição no Porto, no Coliseu Porto Ageas, a 10 de fevereiro de 2026.
Estas produções baseiam-se nas composições icónicas de Tchaikovsky e nas coreografias originais de Marius Petipa, figuras centrais no universo do ballet clássico, cujas criações continuam a influenciar gerações, mais de um século após a sua conceção. Os bailarinos da Companhia Ballet de Kiev destacam-se pela precisão e energia, interpretando com intensidade e frescura estas narrativas que simbolizam os padrões estéticos tradicionais do género.
Lago dos Cisnes é reconhecido mundialmente como um dos bailados mais importantes, explorando, através da dança, temas de emoção profunda e delicadeza. A trama centra-se no amor impossível entre o príncipe e Odette, o cisne branco, contraposto à figura sombria de Odile, o cisne negro e filha do feiticeiro, que representa a eterna luta entre o bem e o mal.
Por sua vez, A Bela Adormecida celebra este ano 135 anos desde a sua estreia no Teatro Mariinski, em São Petersburgo. A Companhia Ballet de Kiev apresenta esta obra pela primeira vez em Portugal, trazendo à cena a história da princesa Aurora, vítima da maldição lançada pela fada Carabosse, que a condena a um sono profundo. A maldição é suavizada pela intervenção da Fada Lilás, que garante que Aurora despertará apenas pelo beijo do Príncipe Encantado, tema que remete ao universo dos contos de fadas e à magia que o ballet transmite.
Fundada em 2017 por Victor Ishchuk, antigo bailarino solista do Teatro da Ópera de Kiev, a companhia Ballet de Kiev nasceu com o propósito de reunir os melhores talentos ucranianos num projeto jovem e ambicioso, destinado a destacar internacionalmente a excelência artística do país. Desde então, a companhia tem sido recebida com aclamação, acumulando mais de 700 atuações em diversos palcos internacionais, incluindo sessões esgotadas em Portugal.
Rui Reininho, vocalista dos GNR, apresentou ao público a antologia “Soñetos” no passado dia 30 de maio, na Livraria Lello.
Rui Reininho, figura incontornável da música portuguesa e vocalista dos GNR, apresentou no passado dia 30 de maio, na Livraria Lello, no Porto, a antologia Soñetos, que reúne mais de 150 letras da sua autoria. Publicado pela Imprensa Nacional, o volume reúne textos escritos ao longo de várias décadas, tanto em nome individual como no âmbito da histórica banda que celebra este ano 45 anos de atividade.
Foi a primeira apresentação oficial do livro, integrado na série Letra Poema da coleção Plural. A sessão contou com a presença de Rui Reininho, que declamou alguns dos seus textos, proporcionando uma leitura pessoal de versos que marcaram diferentes gerações. Também presente esteve Aurora Pedro Pinto, administradora da Livraria Lello, que sublinhou que esta antologia constitui “um retrato da forma inconfundível com que Reininho trabalha a língua portuguesa, onde o sentido, ou a sua aparente ausência, desafia, provoca e cativa”.
Soñetos inclui letras de canções emblemáticas dos GNR, como “Dunas”, “Efetivamente”, “Pronúncia do Norte”, “Morte ao Sol”, “Popless”, “Mais Vale Nunca”, “Sub-16” ou “Vídeo Maria”, a par de poemas escritos para os álbuns a solo Companhia das Índias (2008) e 20.000 Éguas Submarinas (2021), que ajudam a delinear a trajetória individual do autor.
Fabrizio Romano conduz novo programa na DAZN de 3 a 10 de junho, com foco no mercado de transferências antes do arranque do Mundial de Clubes 2025.
A partir de 3 de junho, a DAZN estreia um novo programa diário conduzido por Fabrizio Romano, reconhecido pela sua cobertura rigorosa e detalhada do mercado de transferências. O formato, intitulado DAZN Transfer by Fabrizio Romano, será transmitido em direto e de forma gratuita através da aplicação e do site da plataforma, com emissão marcada para as 19h30 (hora de Lisboa), até 10 de junho.
O programa surge numa fase estratégica, poucos dias antes do arranque do FIFA Club World Cup 2025, previsto para 14 de junho. Ao longo de oito episódios, Romano irá acompanhar de perto os principais desenvolvimentos do mercado, analisando transferências confirmadas, negociações em curso e movimentações que poderão influenciar o desempenho dos principais clubes na competição.
Com uma audiência superior a 20 milhões de seguidores nas redes sociais, Romano tornou-se uma das fontes mais credíveis na cobertura de transferências internacionais. Neste novo projeto com a DAZN, propõe-se oferecer uma leitura aprofundada das dinâmicas do mercado, com acesso a bastidores e informações privilegiadas sobre os protagonistas envolvidos nas principais operações.
O jornalista destaca o carácter inédito desta janela de transferências, criada especificamente para o Mundial de Clubes. “A FIFA criou uma janela especial para esta competição, algo sem precedentes. Dez dias intensos de transferências – nunca aconteceu antes. Vai ser um período frenético”, afirmou.
O Mundial de Clubes começa oficialmente na noite de 14 de junho, com todos os jogos a serem transmitidos em direto, em exclusivo e gratuitamente através das plataformas digitais da DAZN. Antes disso, na madrugada de 31 de maio para 1 de junho, LAFC e Club América disputam a última vaga disponível na prova, num encontro que também será disponibilizado sem custos na mesma plataforma.
O novo modelo da gama AGON PRO combina resolução 4K com taxa de atualização de 240 Hz em apenas 26,5 polegadas.
A AGON by AOC revelou o AGON PRO AG276UZD, um novo monitor de 26,5 polegadas que junta um ecrã QD-OLED de terceira geração à resolução 4K e uma taxa de atualização de 240 Hz, com lançamento nas lojas previsto para junho.
O AG276UZD apresenta-se uma resolução de 3840×2160 pixeis, com densidade de 166 PPI e tempo de resposta GtG de 0,03 ms. O painel OLED suporta ainda uma luminosidade HDR de 1000 nits (3% APL) e conta uma cobertura de 99,3% do espaço de cor DCI-P3, com suporte para 1,07 mil milhões de cores. Para além disso, é compatível com os principais padrões de VRR e inclui funcionalidades como o modo Low Input Lag, controlo de sombras e mira ajustável.
O novo modelo integra portas HDMI 2.1, DisplayPort 2.1 com UHBR 20, USB-C com fornecimento de energia até 65 W e hub USB 3.2. Suporta também PiP/PbP e inclui altifalantes integrados de 5 W. O suporte é ajustável em altura, rotação, inclinação e pivot.
O AG276UZD complementa a linha de monitores OLED da AGON by AOC, que inclui modelos ultra-panorâmicos e designs em colaboração com a Porsche Design, apostando numa alternativa mais equilibrada entre definição elevada e dimensão reduzida. O preço recomendado do AG276UZD é de 899,00€.
As famosas Tartarugas Ninjas vieram para ficar com TMNT: Splintered Fate, enquanto a franquia expande-se para novos géneros que vão além dos brawlers do passado.
Não podemos considerar que existiu um interregno no que toca às adaptações das famosas Tartarugas Ninjas (Teenage Mutant Ninja Turtles para quem nos lê das Américas) nos videojogos. Depois do boom de popularidade dos 1990, com a estreia da série animada a nível mundial e com o lançamento da trilogia na Nintendo e clássicos beat’em ups nos salões de jogos – como o icónico Turtles in Time -, qualquer consola podia contar com uma adaptação das personagens criadas por Kevin Eastman e Peter Laird. Até com a chegada do novo milénio, já distante da era dourada da franquia, mas revitalizada pelas novas séries da Nickelodeon, as Tartarugas receberam várias novas aventuras na sexta e sétima gerações de consolas.
O interregno surge, tecnicamente, algures entre 2013 e 2017, com a série a ser relegada para adaptações e relançamentos nas consolas portáteis e sistemas mobile. O título de destaque, que acabou por ser recebido de forma morna pela crítica e fãs, foi Mutants in Manhattan, produzido pela PlatinumGames e editado pela Activision, antes da perda dos direitos. Uma adaptação que prometia seguir o sucesso crítico de Transformers Devastation, também desenvolvido pela PlatinumGames, mas que acabou por desapontar os fãs com um elemento cooperativo quase obrigatório e missões demasiado repetitivas. As Tartarugas Ninjas só voltariam à ribalta com o excelente Shredder’s Revenge, da Tribute Games, um beat’em up inspirado nos melhores títulos da franquia, que pode ser hoje considerado como o boom criativo e mediático que a franquia goza atualmente.
Se Shredder’s Revenge funciona como um tributo às origens da série nos videojogos, as Tartarugas não demoraram a experimentar novos géneros desde a sua estreia em 2022. Teenage Mutant Ninja Turtles: Tactical Takedown já promete a estreia da série num ambiente estratégico por turnos, algo que poderia ser impensável há quase 40 anos, mas foi Splintered Fate o primeiro jogo a desviar-se da fórmula beat’em up clássica para arriscar numa experiência nova e inesperada para as Tartarugas. Com uma perspetiva isométrica e um combate mais assente na gestão de hordas e de habilidades, Splintered Fate é um roguelike seguro, mas quase sempre divertido, bebendo da mesma fonte de Hades ao proporcionar uma campanha mais centrada nas personagens e numa narrativa que se expande entre tentativas – sejam elas bem-sucedidas ou não.
Este foco na narrativa foi uma surpresa agradável. Como fã da franquia, foi delicioso deparar-me não só com a maioria das personagens icónicas, algumas delas enquanto aliados das Tartarugas e outras como bosses e minibosses – como Leatherhead, Karai, Bebop & Rocksteady, Slash e a icónica April O’Neill-, mas também com novos diálogos entre os protagonistas e o elenco secundário. Estes diálogos surgem quando regressamos à casa das Tartarugas, que serve como base de operações – onde podemos não só evoluir permanentemente os atributos das personagens, como podemos escolher a nossa Tartaruga e até equipar acessórios com habilidades passivas –, mas também entre zonas e combates. Sempre que entramos numa zona, podemos ter acesso a um novo trecho de narrativa ao reencontrarmos uma personagem aliada, como Angel, ou então antes de lutarmos contra um dos bosses. Desta forma, a procura por Splinter, que desapareceu misteriosamente no início da campanha, e pela origem dos portais que se espalharam pela cidade de Nova Iorque nunca é estagnada pela fórmula roguelike e a sua necessidade constante por repetição e recomeço. Com novos diálogos e interações entre personagens, sentimos que a campanha progride até na derrota.
Fora da narrativa, Splintered Fate comporta-se como um roguelike mais familiar e as surpresas já não são tão impactantes. O formato mantém-se idêntico ao género, com a campanha a dividir-se por várias zonas que ficam mais desafiantes à medida que avançamos. Estas zonas são divididas por arenas onde temos de derrotar todos os inimigos para passarmos para a área seguinte. Entre arenas, temos a possibilidade de escolher uma nova habilidade passiva e ativa ou então novos recursos que podemos utilizar na loja do misterioso Chairman. Esta estrutura é intercalada com a chegada de um miniboss, sempre aleatório de tentativa em tentativa, e culmina num combate contra o boss principal. A progressão entre áreas é linear e não existe a possibilidade de escolhermos o nosso caminho, não seguindo o modelo de títulos como Slay the Spire e Dead Cells. A ramificação só surge após o final da segunda zona, as Docas, e deixa-nos escolher se queremos seguir um de dois caminhos – ou as ruas da cidade ou o ferro-velho. Uma escolha temporária, já que a campanha volta rapidamente à sua linearidade durante a reta final.
O facto de Splintered Fate também espaçar a introdução de novos sistemas e funcionalidades na sua jogabilidade injetam igualmente uma certa noção de crescimento que combina muito bem com o género. É a ilusão de sentirmos que estamos a fazer algo diferente ou a avançar mais na campanha, apesar de sermos derrotados e obrigados a regressar à estaca zero. Por exemplo, os acessórios só são introduzidos durante a segunda ou terceira tentativa e as Dream Coins, que desbloqueiam novas opções para evoluirmos as Tartarugas, surgem ligeiramente mais tarde e trazem algo novo à jogabilidade quando pensávamos que já conhecíamos tudo sobre Splintered Fate. Na verdade, gostava de ver mais momentos destes, variações à fórmula, que me ajudassem a personalizar ainda mais a minha experiência com o jogo e a colmatar uma certa lentidão e falta de variedade na campanha. A repetição constante de arenas aborrecidas com poucos elementos decorativos ou situações inesperadas, como as tempestades de eletricidade, tal como a repetição dos mesmos inimigos, variando nas suas cores e pontos de vida, podia ser reduzida com a introdução de maiores ramificações entre arenas e na possibilidade de escolhermos o nosso caminho sempre que possível. A linearidade é uma das maiores inimigas deste jogo.
O sistema de combate é inicialmente acessível e pouco variado, mas as opções e variantes não tardam a serem introduzidas na jogabilidade. O facto de termos acesso constante a novas habilidades e atributos passivos – até a possibilidade de utilizarmos habilidades únicas às outras Tartarugas -, que apresentam parâmetros como ataques elementais ou a expansão da área de ataque das personagens, é uma primeira prova de que Splintered Fate é mais personalizável do que aparenta ser. Dentro do género, talvez não se destaque com tanta facilidade, mas existem acessórios e habilidades suficientes para mudarem eficazmente a nossa eficácia em combate. Por exemplo, numa das minhas tentativas, pude desbloquear uma habilidade que adicionava um ataque de área ao dash da personagem. Uma habilidade pouco inovadora e que não requer grande destreza para ser aplicada em combate, mas que mudou completamente a minha sorte. Devido à pressão constante dos inimigos e à necessidade de me esquivar dos seus golpes, o dash tornou-se numa arma de arremesso poderosa porque permitiu-me contra-atacar enquanto tentava não sofrer dano. Com a possibilidade de aumentarmos ainda mais os valores dos ataques elementais através de habilidades passivas, as escolhas têm de ser estratégicas e não deixadas ao acaso porque podem (e vão) mudar completamente a nossa prestação em combate.
Splintered Fate cairia por terra se não apresentasse boas personagens ou diferenças palpáveis entre as mesmas. A segunda parte é verdade e confirmo que cada Tartaruga inclui ataques, habilidades e até opções de mobilidade diferentes. Michelangelo, por exemplo, é uma boa opção para ataques radiais, com as Nunchaku a apresentarem um raio de ataque consistente, mas Donatello já é o seu oposto com golpes mais lentos, mas com a possibilidade de atacar com maior distância. Raphael é a personagem indicada para confrontos de proximidade devido às suas Sai de curto alcance, mas também pela habilidade única, que permite que puxemos os inimigos para junto da personagem. Como o líder do grupo, Leonardo é talvez a personagem mais equilibrada, com as espadas a servirem para confrontos a média escala, mas com habilidades que se restringem a shurikens e a um dash em forma de ataque. Casey Jones é a personagem mistério e podem desbloqueá-la ao fim de algumas horas/tentativas, e é quase como uma mistura estratégica de todas as Tartarugas.
A primeira parte da minha afirmação, sobre o facto de serem boas personagens, já vai depender da vossa paciência e método de jogo. Depois de várias horas com Splintered Fate, ainda sinto que não encontrei a minha Tartaruga favorita, apesar de pender para Leonardo e Raphael. Todas as personagens têm as suas vantagens e desvantagens, mas algo não funciona a 100% para mim. Seja a velocidade dos seus movimentos, as combinações pausadas, os tempos de resposta entre ataques, a falta de variedade das habilidades únicas – e até a sua eficácia em combate, muitas delas tornando-se obsoletas durante as últimas zonas –, parece que a melhor personagem está perdida algures entre as quatro Tartarugas e completamente inacessível. Este é um problema que variará de jogador para jogador, não tenho quaisquer dúvidas, mas sinto que outros roguelikes resolveram esta questão mais facilmente ao relegarem a escolha de personagens às armas e assim permitindo que o jogador personalize mais facilmente a sua experiência. Outra possível solução será o modo cooperativo e acredito que as quatro Tartarugas em campo aproveitem e combinem melhor os seus ataques em conjunto.
No entanto, Splintered Fate ainda tem algumas surpresas e quase consegue alcançar a experiência que eu procurava. Mesmo sem caminhos alternativos ou maior variedade de inimigos, o jogo alterna constantemente entre minibosses e nunca sabemos o que iremos encontrar em cada zona. Isto é uma boa adição porque um miniboss pode mudar completamente a nossa partida, até mesmo quando é uma criatura que pensamos conhecer bem. Por exemplo, Rabid Rat, que surge mais durante as primeiras áreas, pode aparecer mais tarde e ficar muito mais forte, com maior poder de ataque e acompanhado por um leque diferente de inimigos que aumentam exponencialmente a dificuldade do combate. Entrei neste combate com a barra de vida cheia e vi-me a lutar quase sem pontos de HP devidos aos ataques constantes de área e à utilização de poças de ácido que demoram a desaparecer.
O mesmo acontece com os bosses principais e foi isso que me surpreendeu ainda mais pela positiva. À medida que repetimos estes combates, nós julgamos saber como funcionam. As estratégias são pensadas à priori, o posicionamento em campo já é conhecido e até conseguimos prever os padrões de ataques dos nossos inimigos sem problemas. Heis que Splintered Fate decide, sem avisos, desafiar-nos. Na batalha contra Leatherhead, o crocodilo salta sempre para a água quando reduzimos a sua barra a três-quartos, passando para um padrão de ataques de área, sempre acompanhado por ratos que passam a ocupar a curta área de combate. Numa das minhas tentativas, Leatherhead decidiu não fazer quaisquer pausas e aumentou consideravelmente a sua agressividade com mais ataques físicos e combinações inesperadas. Karai, por exemplo, introduziu mais ataques com fogo nesta fase e não só ficou mais rápida, como passou a deixar um rasto de chamas sempre que se movimentava. O confronto contra Karai ficou tão mais intenso que acabei por ser derrotado. Uma derrota dolorosa, mas também empolgante porque percebi que Splintered Fate ainda guardava algumas surpresas.
Teenage Mutant Ninja Turtles: Splintered Fate é uma nova aventura para as Tartarugas e a sua incursão pelo mundo dos roguelikes é quase sempre positiva, ainda que pouco memorável. O jogo apresenta vários sistemas para explorarmos, muitas opções de personalização e evolução, e as quatro Tartarugas foram pensadas para combates a curto, médio e até longo alcance com habilidades únicas. Infelizmente, os combates tornam-se previsíveis, os picos de dificuldade quase sempre inesperados e até imerecidos, e a linearidade da campanha, sem a opção de escolhermos sequer qual será a próxima arena, acaba por cansar devido à sua rigidez assente na repetição. É um bom jogo, com boas ideias e um foco na narrativa que deliciará qualquer fã da franquia, mas não é o roguelike com a maior longevidade atualmente no mercado.
Cópia para análise (PlayStation 5) cedida pelaSuper Evil Megacorp.
Está confirmada oficialmente a atuação dos Linkin Park no Rock in Rio Lisboa 2026, marcada para o segundo dia do festival.
Os Linkin Park regressam a Portugal como cabeças de cartaz do Rock in Rio Lisboa 2026, atuando no dia 21 de junho, no Parque Tejo, naquela que será a sua oitava atuação em solo nacional e a quarta no festival lisboeta.
A confirmação foi feita oficialmente pela banda nas ruas redes sociais, onde anunciaram o calendário da sua World Tour de 2026, com oito cidades europeias, nas quais se inclui Lisboa. Foi também feita após a própria organização do festival ter publicado acidentalmente uma clara fotografia da banda em jeito de tease nas redes sociais, a desafiar os seguidores para adivinharem quem seria a primeira grande confirmação para o Rock in Rio Lisboa 2026, algo que foi posteriormente apagado.
Os Linkin Park regressam ao Rock in Rio Lisboa, após as suas passagens em 2008, 2012 e 2014, agora com um novo álbum, From Zero, novos membros da banda, de onde se destacam a vocalista Emily Armstrong (da banda Dead Sara) e o baterista Colin Brittain, que substituiu Rob Bourdon, afastado desta nova fase da banda. Nas atuações ao vivo, Alex Feder tem ocupado o lugar de Brad Delson, que, apesar de não subir ao palco, continua ligado ao grupo. O regresso dos Linkin Park ao ativo aconteceu no final de 2024, após uma um hiato de sete anos, motivado pelo trágico falecimento de Chester Bennington.
O Rock in Rio Lisboa 2026 realiza-se nos dias 20, 21, 27 e 28 de junho, novamente no Parque Tejo, e os bilhetes ficam à venda a partir do dia6 de junho, às 9 horas, no site oficial do Rock in Rio em Feverup, nas lojas Worten.pt. Os fãs da banda registados no clube de fãs LPU, poderão fazer a sua reserva já no dia 3 de junho.
De acordo com a organização, o regresso dos Linkin Park é um momento simbólico para o Rock in Rio Lisboa, representando uma ligação histórica com o público português. A banda é um dos nomes mais pedidos pelos fãs e o seu regresso reforça a dimensão do festival como um dos mais relevantes da Europa.
O Wear OS vai contar com grandes novidades no Always-on Display.
A Google está a preparar algumas mudanças para a próxima versão do Wear OS, a versão 6, com destaque para duas novidades, o suporte universal ao Always-on Display e a integração da nova linguagem de design, o Material 3 Expressive.
Atualmente, apenas algumas aplicações como o Spotify, Maps e Keep conseguem mostrar controlos interativos no ecrã dos relógios, quando este está em modo de poupança de energia. Isto porque a maioria das aplicações limita-se a mostrar a hora, com os restantes elementos da interface a serem desfocados, algo que irá mudar com o Wear OS 6.
Com o novo sistema, todas as aplicação vão conseguir apresentar controlos essenciais no modo Always-on Display, como por exemplo botões de reprodução de áudio ou navegação. Esta funcionalidade já começou a ser testada na versão 5.1, embora limitada ao Pixel Watch e acessível apenas a programadores.
Always-on Display do Spotify
Para além disso, o Wear OS 6 vai adotar o Material 3 Expressive, a mais recente evolução da linguagem visual do Android, proporcionando uma interface mais moderna, coerente e adaptável, alinhada com as novidades previstas para chegar com o Android 16.
A funcionalidade de gestão de passwords do Microsoft Authenticator foi transferida para o Microsoft Edge.
A Microsoftconfirmou que vai descontinuar gradualmente a funcionalidade de preenchimento automático de passwords na aplicação Microsoft Authenticator, tanto no sistema Android como no iOS, num processo de desativação que culminará em agosto de 2025.
A empresa já iniciou a transição, com o envio de notificações visíveis dentro da aplicação, incluindo banners em ecrã completo, a informar os utilizadores sobre a futura indisponibilidade do serviço. Mas a partir de 1 de julho de 2025, deixará de ser possível utilizar o Microsoft Authenticator para preencher automaticamente credenciais em endereços guardados. Um mês antes, em junho de 2025, já não será possível guardar novas passwords na aplicação. Para manter o acesso às passwords, os utilizadores têm duas opções:
Exportar os dados para um ficheiro CSV, para posteriormente os importar para outro gestor de passwords;
Ativar o Microsoft Edge como novo gestor de passwords, permitindo sincronização automática das credenciais com a conta Microsoft.
No caso do iOS, a aplicação já oferece um atalho para ativar o Microsoft Edge como fornecedor de preenchimento automático nas definições do sistema. A Microsoft garante que a solução oferece segurança e integração com funcionalidades como Defender SmartScreen, Password Monitor e navegação InPrivate.
Importa referir que apenas as passwords guardadas poderão ser exportadas. Já as passwords geradas automaticamente deverão ser guardadas manualmente a partir do histórico do gerador disponível no separador “Passwords” da aplicação.
Esta decisão insere-se na estratégia da Microsoft de centralizar funcionalidades no Microsoft Edge, reforçando a sua adoção no segmento móvel. O Microsoft Authenticator vai continuar a funcionar normalmente para autenticação de dois fatores, inícios de sessão sem password e confirmações biométricas, mas deixará de ser um gestor completo de credenciais.
A Microsoft lançou o KB5058499 para o Windows 11 com novidades no HDR, Dolby Vision, no Click to Do e até no Copilot.
A Microsoft lançou uma atualização para o Windows 11, com o objetivo de melhorar a experiência dos utilizadores, incluindo melhorias na gestão do HDR e funcionalidades como o Click to Do e o Copilot. Disponível de imediato através do Windows Update, a atualização KB5058499 chega com diversos outros ajustes.
Melhor controlo para HDR e Dolby Vision
A gestão de conteúdo HDR tornou-se mais flexível. Agora, os utilizadores podem manter-lo desativado no Windows 11 e, ainda assim, usufruir do seu conteúdo em plataformas como a Netflixou o YouTube. Está disponível uma opção simples para ativar este modo híbrido, evitando a necessidade de alternar manualmente entre os vários modos.
Adicionalmente, a Microsoft também oferece controlo independente para o Dolby Vision. Anteriormente, a ativação automática do Dolby Vision exigia a sua aplicação em todo o sistema, e esta atualização elimina essa limitação. Agora, é possível optar por ativar o Dolby Vision apenas para conteúdo compatível ou aplicá-lo de forma generalizada. Esta flexibilidade representa um avanço para os proprietários de monitores compatíveis, mesmo que a experiência HDR/Dolby Vision no Windows continue a evoluir, especialmente com os mais recentes monitores OLED.
Click to Do e Copilot tornam-se mais úteis
A funcionalidade Click to Do também está a evoluir e agora disponibiliza ações baseadas em texto para computadores com processadores AMD e Intel. Foi adicionada uma nova ação: “Perguntar ao Copilot”. Para além disso, o Click to Do encontra-se agora disponível na Europa, com suporte adicional para espanhol e francês, mas infelizmente o português ainda não faz parte. Os utilizadores poderão até atribuir esta função a um botão de atalho.
Quanto ao Copilot, o assistente recebeu melhorias práticas. Agora é possível personalizar atalhos de teclado dedicados (Win + C e a tecla Copilot), e manter pressionadas essas teclas permite inclusivamente iniciar uma conversa por voz. Finalmente, nos computadores Certificados Copilot+, a Pesquisa do Windows já compreende consultas em linguagem natural para localizar definições do sistema, e o Narrador consegue gerar descrições mais detalhadas de imagens.
A Meta continua a melhorar a função de Estados do WhatsApp e anunciou novas funcionalidades que chegarão nos próximos meses.
A Meta expandiu as funcionalidades da função de Estados do WhatsApp com novas possibilidades criativas. O serviço de mensagens vai receber diversos recursos nos próximos meses, com o objetivo de tornar a partilha de momentos pessoais ainda mais expressiva. Um dos novos destaques é a funcionalidade de colagens expandidas, que permite organizar e criar até seis imagens de acordo com as preferências dos utilizadores.
Foram também reveladas melhorias na área da música, na qual os utilizadores poderão adicionar faixas musicais às atualizações de estado ou utilizar stickers musicais para expressar o seu estado de espírito atual. Outra novidade é a capacidade de converter fotografias pessoais em stickers, que podem ser ajustados em termos de tamanho e formato, e adicionados às mensagens do Status.
Foi ainda acrescentada uma nova funcionalidade denominada “Adiciona o teu”. Esta funcionalidade permite convidar amigos a interagir. Caso respondam ao convite, poderão partilhar a sua resposta no próprio estado. Isto cria uma espécie de diálogo através da funcionalidade de Estados, que inclui também a respetiva comunidade. Aliás, esta funcionalidade já se encontra em fase de testes há algum tempo, e qualquer pessoa que responda a uma interação com esta funcionalidade de um utilizador “desbloqueado” também passará a ter acesso ao mesmo.
Para terminar, a Meta revelou que tem planos para introduzir todas estas novidades do WhatsApp de forma gradual ao longo dos próximos meses, e que todos os utilizadores deverão ter acesso progressivo às novas funcionalidades, seja em Android como em iOS.
A Google está a preparar uma mudança inesperada na interface do Android 16.
Todos os anos, na conferência I/O a Google oferece uma oportunidade aos presentes de descobrir os seus novos produtos e serviços. E este ano não tivemos qualquer anúncio sobre os smartphones Pixel ou sobre o Android 16. A conferência parece ter sido dedicada à inteligência artificial, algo que parece ter deixado muita gente dececionada. Contudo, a empresa corrigiu discretamente essa situação com a implementação da beta 1 do Android 16 QPR1.
Esta será a primeira atualização que o Android 16 receberá após o seu lançamento global, o que deverá acontecer no próximo mês de junho. Ou seja, a Google lançou agora um primeiro olhar sobre o próximo Pixel Drop, que está programado para setembro de 2025. O Android 16 QPR1 Beta 1 permite que se conheça o novo design do Material 3 Expressive, mas também uma interface de notificações totalmente revista, com uma estética mais arredondada e blocos de configurações mais modulares.
De acordo com informações partilhadas pelo portal 9to5Google, a versão interna do Android 16 mostra um layout diferente para o painel superior. Diferente da visualização clássica, onde notificações e configurações rápidas partilham o mesmo espaço, esta nova versão separa os dois painéis. Os utilizadores podem então deslizar para a esquerda para ver notificações ou da direita para ver as configurações rápidas. Essa operação lembra a que já era utilizada nos smartphones Samsung Galaxy, uma escolha que vai permitir um acesso mais rápido a determinadas funções, sem precisar de percorrer todo o painel, o que pode melhorar a fluidez de utilização.
Novo painel de notificações que vai chegar com o Android 16 (Fonte: 9to5Google)
Esse modo separado ainda não está visível na atual versão beta publica, pois vem de uma versão chamada “dogfood”, utilizada internamente pela Google. De acordo com o que está a ser revelado, ainda está instável e apresenta bugs quando há vários conteúdos presentes no ecrã. Portanto, não deve aparecer nas versões públicas nos próximos tempos. Mas é importante revelar que esta função permanecerá opcional, já que uma abordagem flexível vai permitir que todos escolham a interface que mais lhes convém.
O Grupo JOM está a desenvolver o Guimarães Retail Park, um novo espaço comercial com 6.500 m², resultado da reabilitação de dois edifícios.
Guimarães prepara-se para acolher uma nova infraestrutura de retalho, atualmente em desenvolvimento pelo Grupo JOM. Situado na Rua de São João Batista, o futuro Guimarães Retail Park resulta da reabilitação e junção de dois edifícios existentes, um dos quais acolhe atualmente uma loja da insígnia JOM.
Com um investimento estimado em cerca de um milhão de euros, o projeto enquadra-se numa estratégia que a empresa tem vindo a aplicar noutras zonas do país: transformar unidades comerciais isoladas em espaços integrados, mais funcionais e acessíveis ao público.
O novo espaço comercial contará com uma área total de 6.500 m2, dos quais 6.000 serão destinados à atividade comercial. Entre as marcas confirmadas encontram-se a própria JOM, a Action, a Fábrica dos Óculos e a Petgarden, contribuindo para uma oferta diversificada e complementar. Os restantes 500 m2 serão ocupados por áreas de serviços, incluindo uma pastelaria e um restaurante, reforçando a vertente de conveniência e utilidade do complexo.
O Nova Vila Retail Park abriu em Portimão com 16 lojas, mas falta confirmar o supermercado, que todos dizem ser da Mercadona.
O Algarve ganhou um novo espaço comercial em Portimão: o Nova Vila Retail Park abriu portas no dia 29 de maio, implantado num terreno de oito hectares junto à EN125, no local do antigo Portimão Retail Park, destruído por um incêndio em 2012. Com mais de 23.000 m2 de área bruta locável, o complexo reúne 16 lojas, entre marcas já conhecidas e outras inéditas na região, como a Action, Flying Tiger Copenhagen, Tienda Animal e Kik.
Um dos destaques vai para a Leroy Merlin, já em funcionamento, destaca-se como a maior loja da cadeia no Algarve, com mais de 9.000 m2, incluindo uma área dedicada a materiais de construção e clientes profissionais. A segunda loja-âncora será um hipermercado cuja marca permanece em segredo, mas fontes apontam para o Mercadona. No entanto, e contrariamente ao que algumas fontes indicam, é pouco provável que seja inaugurado já em janeiro de 2026.
Isto porque, e se formos analisar o historial de aberturas da cadeia espanhola em Portugal, a empresa nunca inaugura lojas no primeiro mês do ano. Em 2019, quando se estreou em Portugal, a primeira loja abriu em julho desse ano; em 2020 e 2021, as primeiras lojas abriram em junho; em 2022, foi em abril; em 2023 e 2024, as primeiras lojas abriram em maio; e finalmente em 2025, a primeira loja abriu em março. Portanto, e historicamente, a Mercadona não tem por hábito abrir lojas no primeiro mês do ano, pelo que é pouco provável que tal aconteça… mas nunca se sabe.
Além disso, e apesar de ter 100% ocupado, há outras lojas que ainda não abriram. É o caso da Flying Tiger, que abre a 1 de junho, e do Burger King, que deverá ser inaugurado nas próximas semanas.
Além das lojas de grande dimensão, o Nova Vila Retail Park oferece uma zona de restauração com pátio algarvio, espaços de lazer, parque infantil, parque de bicicletas, posto de abastecimento Prio e um parque de estacionamento gratuito com 832 lugares.
O Nova Vila Retail Park foi desenhado com um foco claro na sustentabilidade e segurança, aprendendo com o passado. A estrutura em betão e os materiais utilizados são muito diferentes dos que existiam no anterior retail park, existindo painéis corta-fogo, sprinklers, um reservatório de água para combate a incêndios, e a construção cumpre as normas legais atuais, mais exigentes.
No plano ambiental, foram implementadas várias medidas para minimizar o impacto, como um sistema de recolha de águas pluviais para rega, utilização de plantas autóctones resistentes à seca, iluminação LED, painéis fotovoltaicos, postos de carregamento para veículos elétricos e até um hotel para insetos, morcegos e aves, contribuindo para a neutralidade carbónica, objetivo que a Mitiska REIM pretende alcançar até 2050.
O investimento na construção ultrapassou os 20 milhões de euros, e o Nova Vila Retail Park prevê criar mais de 200 postos de trabalho diretos, não sazonais.
A Google aparenta estar a abrir caminho para uma nova era do comercio eletrónico com a integração do Lens no YouTube Shorts.
O YouTube Shortsiniciou os testes beta da integração com o Google Lens — uma funcionalidade que permite aos utilizadores realizar pesquisas visuais para obter mais informações sobre elementos visíveis em vídeos curtos. Esta nova funcionalidade, disponibilizada a todos os utilizadores esta semana, melhora significativamente a experiência de visualização ao oferecer a possibilidade de pausar um vídeo, selecionar o ícone do Lens no menu superior e, em seguida, tocar ou destacar uma parte do vídeo para iniciar uma pesquisa. As correspondências visuais, bem como os resultados relevantes, são então apresentados diretamente sobre o vídeo.
Durante esta fase de testes, a Google revela que não serão apresentados anúncios nos resultados gerados pelo Lens, e que os Shorts com ligações de afiliados do YouTube Shopping ou promoções patrocinadas não serão compatíveis com esta funcionalidade.
Embora esta versão beta esteja atualmente focada na descoberta e fornecimento de informações, esta integração aponta para um potencial comercial significativo, podendo evoluir para uma ferramenta de identificação de produtos e comércio eletrónico — alinhando-se com a aposta crescente do YouTube em conteúdo de vídeo orientado para as compras.
Os próximos smartphone Sony Xperia vão passar a ser fabricados por uma empresa externa na China.
A Sony decidiu transferir a produção dos seus smartphones Xperia para uma empresa externa, numa mudança estratégica que poderá marcar o fim de uma era para a marca japonesa. De acordo com as informações avançadas pela imprensa nipónica, e confirmadas no site oficial da empresa, os dispositivos deixaram de ser fabricados nas instalações da Sony na Tailândia, passando a ser produzidos por uma empresa externa na China.
Esta decisão levanta preocupações entre os fãs da marca, conhecidos pela valorização da qualidade e do rigor no controlo de produção da Sony, especialmente nos modelos topo de gama da linha Xperia.
A fabricante, que nos últimos anos reduziu significativamente a sua presença no mercado dos smartphones, poderá estar agora a reavaliar o papel desta divisão dentro da sua estratégia global. Resta saber se a mudança terá impacto visível na qualidade dos produtos e quando é que esses efeitos poderão começar a ser notados.
A OPTO e a SIC lançam casting para integrar a nova série Lua Vermelha: Nova Geração. Candidatos entre 16 e 25 anos podem inscrever-se online e participar numa seleção presencial em junho.
A OPTO e a SIC abriram um casting nacional com o objetivo de descobrir novos talentos para integrar o elenco de Lua Vermelha: Nova Geração, uma nova produção original desenvolvida em parceria com a Prime Video e produzida pela SP Televisão. A série dará continuidade ao universo que marcou uma geração, agora renovado com uma narrativa adaptada ao presente.
O convite destina-se a jovens residentes em Portugal continental, com idades entre os 16 e os 25 anos, que ambicionem participar num projeto de ficção televisiva e queiram demonstrar as suas capacidades diante das câmaras.
As candidaturas decorrem exclusivamente online, onde está disponível o regulamento completo e o formulário de inscrição. Após este passo, será necessário enviar um conjunto de informações obrigatórias por email, para um endereço criado especificamente para este processo.
A seleção ficará a cargo de uma equipa de direção de elenco, responsável por analisar os perfis submetidos e identificar cinquenta candidatos com maior potencial. Estes serão chamados para uma fase de casting presencial, prevista para o mês de junho, em local a anunciar.
Para celebrar os Days of Play 2025, temos prémios incríveis para oferecer aos fãs da PlayStation.
Com a chegada do mês de junho, chegam também os já habituais Days of Play da PlayStation – um período especial dedicado ao universo PlayStation, com descontos exclusivos, eventos de comunidade, conteúdos gratuitos e muitas outras surpresas. Tal como em edições passadas, a iniciativa Days of Play 2025, decorre no início de junho e está aberta a todos os utilizadores PlayStation, com ou sem subscrição PlayStation Plus. Este ano, já é possível adquirir, por exemplo, uma PlayStation 5 Pro – naquele que é o seu primeiro desconto de sempre – por menos 50€, comandos DualSense por menos 20€, grandes exclusivos a partir de 29,99€ e um desconto de 33% em subscrições do PlayStation Plus.
O Echo Boomer, em colaboração com a PlayStation Portugal, junta-se à celebração com o lançamento de um passatempo a não perder! O tema escolhido são as memórias – não as do passado, mas aquelas que ainda estão por vir, graças não só às promoções que tornam alguns exclusivos bem mais acessíveis, mas também aos grandes lançamentos previstos para breve, como Death Stranding 2: On The Beach ou Ghost of Yotei.
Com o lema “As tuas melhores memórias estão por jogar”, desafiamos agora os nossos leitores a dizerem-nos qual o jogo para PlayStation 5 que estão mais ansiosos por jogar. A resposta pode valer-vos um prémio e, se quiserem garantir mais hipóteses, expliquem-nos porquê.
As três respostas mais criativas serão premiadas com ofertas exclusivas, como jogos, um comando DualSense Chroma Teal e mais prémios de Astro Bot, o aclamado jogo da Team ASOBI, vencedor de prémios prestigiados como os The Game Awards – onde arrecadou quatro distinções, incluindo a de Jogo do Ano – e dos DICE Awards, onde também recebeu quatro prémios, entre os quais o de Jogo do Ano.
Estes são os prémios do Passatempo Days of Play 2025:
1.º prémio: Códigos dos jogos Astro Bot e The Last of Us Part II Remastered para PlayStation 5
2.º prémio: Comando sem fios DualSense – Chroma Teal
3.º prémio: Pack de merchandise de Astro Bot
Prémios do Passatempo Days of Play 2025
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Códigos dos jogos Astro Bot e The Last of Us Part II Remastered para PlayStation 5
Passatempo Days of Play 2025 - Echo Boomer / Playstation
2.º prémio: Comando sem fios DualSense - Chroma Teal
Passatempo Days of Play 2025 - Echo Boomer / Playstation
3.º prémio: Pack de merchandise de Astro Bot
Passatempo Days of Play 2025 - Echo Boomer / Playstation
Como participar:
Para participares, só tens de visitar uma das redes sociais do Echo Boomer – Facebook,Instagram ou Bluesky – e responder à publicação do passatempo com a tua resposta à seguinte pergunta:
“Qual o jogo para PlayStation 5 que estás mais ansioso por jogar? Pontos extra se nos disseres porquê!”
Os três vencedores e respetivos prémios serão selecionados de forma aleatória e contactados diretamente, em privado, após a sua escolha. Para além disso, só será válida uma participação por pessoa! As participações decorrem até ao dia 11 de junho, por isso tens tempo suficiente para pensar nos jogos que mais esperas… e para nos seguires nas redes sociais.
Atualização: Os vencedores do passatempo já foram sorteados e contactados. Deverão receber os prémios nos próximos dias e foram os seguintes:
1.º prémio para Sério Oliveira – Códigos dos jogos Astro Bot e The Last of Us Part II Remastered para PlayStation 5
2.º prémio para Filipe Almeira – Comando sem fios DualSense – Chroma Teal
3.º prémio para Lauro Vicente – Pack de merchandise de Astro Bot
Obrigado a todos os participantes e fiquem atentos para novos passatempos.
Os Linkin Park regressam a Portugal como cabeças de cartaz do Rock in Rio Lisboa 2026, após mais de uma década desde a sua última atuação no país.
Se formos ao site setlist.fm, verificamos que os Linkin Park deram sete concertos em Portugal: apenas um em nome próprio, em 2003, no Pavilhão Atlântico (agora MEO Arena) e os restantes em festivais como o Super Bock Super Rock, Optimus Alive (agora NOS Alive), Rock One e Rock in Rio Lisboa, onde atuaram por três vezes. Pois bem, preparem-se para o regresso da banda de Mike Shinoda e companhia ao nosso país, uma vez que são a primeira confirmação, e como cabeças de cartaz, para o Rock in Rio Lisboa 2026.
O anúncio não é (ainda) oficial, pois a organização somente anunciará a banda às 16h de hoje, mas, tendo em conta a fotografia publicada no Instagram, os fãs rapidamente chegaram a esta conclusão. Aliás, bastará ver o vídeo da atuação dos Linkin Park no Rock in Rio Lisboa 2014 e reparam que a fotografia é alusiva a essa concerto, numa produção diferente daquela que a banda apresentou no mesmo festival em 2012.
Recorde-se que os Linkin Park voltaram ao ativo em setembro de 2024 após um hiato de sete anos devido ao trágico falecimento de Chester Bennington, desta vez com uma nova composição, onde se destaca a vocalista Emily Armstrong (da banda Dead Sara) e o baterista Colin Brittain, que vem substituir Rob Bourdon, que decidiu abandonar o grupo nesta sua nova fase. Nas atuações ao vivo, Alex Feder também tem substituído o guitarrista Brad Delson, que se mantém parte integrante da banda.
Para marcar este regresso ao ativo, os Linkin Park lançaram no ano passado o álbum From Zero, o oitavo disco de estúdio da banda. E é precisamente esse disco que vêm apresentar a Portugal.
Espera-se que os bilhetes fiquem à venda muito em breve.
Os bilhetes para o MEO Kalorama 2025 estão disponíveis nos canais oficiais do festival e nos pontos habituais.
Faltando apenas três semanas para a sua quarta edição, o MEO Kalorama anunciou os horários e a distribuição das atuações pelos três palcos principais: MEO, San Miguel e Panorama Lisboa. De 19 a 21 de junho, mais de 40 artistas vão atuar no Parque da Bela Vista, em Lisboa, numa edição que volta a marcar presença no calendário dos festivais de verão.
Com o recinto a abrir diariamente às 16h e a fechar às 03h, a primeira atuação de cada dia estará a cargo do projeto Kriativu Jam, sob a curadoria do coletivo Chelas é o Sítio. No palco principal, a programação começa no dia 19 com David Bruno, seguido por Father John Misty, que regressa a Portugal com novos temas. Os Pet Shop Boys, um dos nomes mais fortes desta edição do MEO Kalorama, integram também o alinhamento, assim como os The Flaming Lips, que apresentam o icónico álbum Yoshimi Battles The Pink Robots, lançado em 2002.
No Palco San Miguel, a estreia será feita por Capital da Bulgária, pelas 17h40, que traz o disco de estreia contei e deixei que tu me julgasses. Seguem-se os Cara de Espelho, projeto que junta músicos de várias bandas portuguesas, antes da atuação de Sevdaliza, intérprete do tema “Alibi”, um dos grandes êxitos de 2024. O encerramento da noite fica a cargo dos franceses L’Impératrice, reforçando a sua ligação de longa data com Portugal.
No dia 20 de junho, o Palco MEO recebe Cíntia, representante do projeto Chelas é o Sítio, e os Best Youth. O cartaz inclui também Azealia Banks, conhecida pelo tema “212”, os norte-americanos Scissor Sisters, em digressão após mais de uma década, e FKA twigs, que encerra a programação do palco principal nesse dia.
No mesmo dia, o Palco San Miguel é ocupado por Heartworms, MAQUINA., model/atriz, o duo Boy Harsher e a britânica Róisín Murphy.
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MEO Kalorama 2025 - Horários 19 de junho
MEO Kalorama 2025 - Horários 20 de junho
MEO Kalorama 2025 - Horários 21 de junho
No último dia do festival, o Palco MEO abre com Carla Prata, seguida por jasmine.4.t, que traz um álbum produzido pela editora de Phoebe Bridgers. Jorja Smith, uma das vozes mais reconhecidas da nova soul britânica, atua também nesse dia, culminando com Damiano David.
O Palco San Miguel recebe os portugueses Yakuza, o trio de jazz BADBADNOTGOOD, os indie Royel Otis e o produtor BRANKO, figura de destaque na música eletrónica nacional.
O Palco Panorama Lisboa, dedicado à música eletrónica, oferece sessões contínuas ao longo dos três dias. No dia 19, destacam-se Kierastoboy, Olof Dreijer (metade dos The Knife), roi perez e os 2manydjs. No dia seguinte, o palco abre com VIEGAS, seguido por Identified Patient, Kelly Lee Owens e Helena Hauff. No sábado, atuam Bernardo Vaz, Anish Kumar, Jennifer Cardini, Ryan Elliott e Daniel Avery, que encerra o palco entre a meia-noite e as 02h.
Os bilhetes estão disponíveis nos canais oficiais do MEO Kalorama e nos pontos habituais. O preço diário é de 55€, enquanto o passe geral para os três dias custa 105€.
A Trilho Saloio vendeu 180 hectares de olival em Santarém e redireciona a sua atividade para a produção de nozes na região Centro.
A Trilho Saloio concluiu recentemente a venda de uma propriedade com cerca de 180 hectares de olival, situada em Alcanhões, no concelho de Santarém. A operação insere-se numa redefinição estratégica da empresa, que passa agora a dedicar-se exclusivamente à produção e transformação de nozes portuguesas, com foco na região Centro do país.
Para João Sanches, diretor executivo da Trilho Saloio, esta decisão marca uma nova fase para a empresa. O gestor sublinha que a alienação do olival permitirá canalizar todos os recursos e atenção para a fileira da noz, num momento em que o mercado ibérico começa a dar sinais de recuperação. A produção é assegurada através da GONUTS, que se dedica às operações de lavagem, secagem, calibragem e embalagem da noz portuguesa. Segundo João Sanches, o setor está a recuperar, com os preços a registarem uma tendência ascendente e o consumo a aumentar, o que representa uma oportunidade para reforçar a presença da produção nacional nos principais mercados europeus.
Esta operação assume particular relevância por representar um dos primeiros investimentos institucionais em culturas permanentes no Ribatejo, região com tradição agrícola, mas que, até agora, tem sido menos visada por fundos internacionais.
A compra da propriedade ficou a cargo da Aggraria, empresa controlada pelo fundo de pensões canadiano Ontario Teachers’ Pension Plan (OTPP). De acordo com Rita Barosa, diretora executiva da Aggraria, esta aquisição integra-se na trajetória natural de crescimento da empresa no setor do olival, onde gere atualmente cerca de 7000 hectares. A entrada no Ribatejo representa uma expansão para uma região com forte tradição na cultura da oliveira, mantendo-se, no entanto, o foco estratégico no olival.