App My DIGI ficou disponível para Android e iOS

Basta que os clientes da operadora romena instalem a app MY DIGI nos seus dispositivos para que possam gerir os seus serviços de TV, NET, VOZ e MÓVEL a partir de uma aplicação dedicada.

A DIGI alargou a sua oferta digital com o lançamento da aplicação My DIGI, agora acessível para dispositivos móveis Android e iOS. A plataforma, anteriormente disponível apenas em versão web, permite agora a gestão dos serviços de TV, NET, VOZ e MÓVEL da operadora romena a partir de qualquer local, num formato adaptado ao uso em smartphones.

Com esta nova aplicação, os utilizadores passam a ter acesso à totalidade das funcionalidades já presentes na versão web. A interface foi otimizada para proporcionar uma navegação simples e direta, mantendo o foco na gestão autónoma dos serviços contratados.

Para clientes do serviço móvel, a aplicação permite consultar consumos de dados, descarregar faturas, alterar definições de privacidade, configurar limites de consumo e até bloquear o cartão SIM em caso de perda. Estão ainda disponíveis opções para mudar de tarifário, gerir chamadas em espera e contratar novos serviços.

Quem utiliza os serviços de internet pode igualmente aceder à informação contratual, consultar faturas, trocar de pacote e adicionar novos serviços. A gestão é feita diretamente na aplicação, sem necessidade de recorrer a canais alternativos.

O processo de registo na app varia consoante o serviço. Para quem utiliza apenas o serviço móvel, é necessário introduzir o número de telemóvel e um código de verificação recebido por SMS. No caso dos clientes de internet, o registo exige o e-mail e o NIF do titular do contrato. Já os clientes que subscrevem simultaneamente os dois serviços devem seguir os mesmos passos indicados para o registo com número de telemóvel.

Limões, Mochi e Pistácio: O que há de novo nos gelados do Continente este Verão

E muitos destes gelados já estiveram, ou estão, com 50% de desconto em Cartão Continente, graças à funcionalidade Caça Produtos.

À medida que o verão se instala com temperaturas elevadas, o Continente apresenta uma nova linha de gelados marcada pela diversidade de sabores e por propostas que rompem com os formatos tradicionais. A oferta contempla tanto opções clássicas como sugestões menos convencionais, pensadas para diferentes perfis de consumo.

Entre as novidades já disponíveis nas lojas, destacam-se os Limões Gelados, servidos dentro da própria casca da fruta, cuja combinação de acidez e doçura proporciona uma experiência sensorial marcada pela leveza. O pistácio, ingrediente em evidência nesta temporada, surge em duas versões distintas: os Mini Magnífico Pistácio e Framboesa, com exterior crocante, e o Pistachoco Affair, uma proposta em copo que alia creme de pistácio a uma composição sem adição de açúcares, integrada na nova gama de inspiração americana, disponível em exclusivo nas lojas Continente.

Para quem valoriza formatos diferenciados, os Mochi Choco Avelã, inspirados na sobremesa tradicional japonesa, conjugam uma textura singular com o sabor envolvente da avelã e do chocolate, apresentando-se no formato de pequenos bombons gelados. No segmento pensado para o público infantil, há uma aposta em cores vivas e sabores variados: o Sprinkles combina baunilha, morango e chocolate, com um toque visual conferido por pequenos confetis em forma de estrela; o Rainbow aposta numa sequência de camadas com sabores de frutos vermelhos e citrinos; já o Cookie Wookie propõe um gelado em formato sanduíche, com bolacha e pepitas de chocolate.

De resto, o que vos podemos dizer é para ficarem bem atentos à funcionalidade Caça produtos da aplicação Cartão Continente, uma vez que vão conseguindo 50% do preço desses gelados em Cartão Continente…

Avatar: Frontiers of Pandora vai receber modo na terceira pessoa e New Game Plus numa atualização gratuita

A Massive Entertainment vai introduzir finalmente a opção de jogar na terceira pessoa com uma atualização cheia de melhorias adicionais.

Avatar: Frontiers of Pandora vai receber uma nova atualização gratuita que adiciona dois modos há muito pedidos — o modo na terceira pessoa e o modo New Game Plus. O anúncio foi feito num vídeo divulgado pela IGN, e faz parte de um conjunto de novidades a chegar antes do terceiro aniversário do jogo, que se cumpre a 5 de dezembro, e do lançamento do filme Avatar: Fire and Ash, previsto para 19 de dezembro.

De acordo com a sua produtora, a Massive Entertainment, esta nova opção de perspetiva foi concebida para quem prefere observar o seu Na’vi em ação, algo que implicou alterações significativas ao sistema de câmara, nas animações, nos controlos e até no áudio, com o objetivo de garantir uma experiência tão fluida e natural, como se o jogo tivesse sido feito para este ponto de vista.

Já o modo New Game Plus permite voltar a jogar a campanha com todos os equipamentos e habilidades adquiridos na primeira aventura, enfrentando agora inimigos mais difíceis e com acesso a um novo sistema de progressão com árvores de habilidades adicionais. Esta funcionalidade vem responder ao apelo de quem queria explorar Pandora de forma mais desafiante e sem recomeçar do zero.

Lançado originalmente em 2023, Avatar: Frontiers of Pandora foi descrito na nossa análise como tecnicamente impressionante e imersivo, embora prejudicado por uma estrutura narrativa e de progressão menos interessante. O jogo aposta numa recriação visual extremamente fiel ao universo cinematográfico criado por James Cameron, com destaque para a colaboração com a Lightstorm e o uso do motor Snowdrop, capaz de dar vida à selva de Pandora com grande detalhe.

Com esta nova atualização, a Massive Entertainment parece tentar resgatar algum do encanto do jogo, oferecendo ferramentas para uma experiência mais personalizada — seja para quem prefere uma câmara ao estilo tradicional de RPGs de ação, seja para quem quer revisitar Pandora com novos desafios e maior liberdade.

Delta Espresso e Swee lançam nova linha de bebidas com café e gelado para o verão

A Delta Espresso juntou-se à Swee para lançar bebidas que combinam café e gelado, com opções vegan e menos açúcar, disponíveis por tempo limitado.

A DELTA Espresso apresentou uma nova linha de bebidas desenvolvidas em colaboração com a Swee, numa proposta que alia café e gelado, pensada para os dias mais quentes do ano. Esta parceria resultou numa seleção de combinações que procuram responder à crescente procura por opções que conciliem frescura, sabor e originalidade.

A nova gama integra quatro frappés e dois affogatos, preparados com alguns dos sabores mais populares da Swee: Mango Redvelvet, Cookie N’ Screaming e Berry Pistachio. A estes junta-se ainda uma criação exclusiva – Crunchy Espresso – que combina café, bolacha e gelado, numa receita desenvolvida especificamente para esta colaboração.

Todas as bebidas foram concebidas com ingredientes de origem vegetal e apresentam uma redução de 60% no teor de açúcares em comparação com opções convencionais. O objetivo é oferecer alternativas com um perfil nutricional mais equilibrado, sem comprometer a cremosidade nem a intensidade dos sabores.

Disponível por tempo limitado, a nova linha pode ser encontrada em todas as lojas DELTA Espresso. Os frappés têm um preço de 4,95€, enquanto os affogatos estão disponíveis por 3,50€.

Ubisoft confirma que está a trabalhar num novo Ghost Recon na primeira pessoa

O novo jogo poderá ser lançado em 2026 e aposta numa experiência mais tática e realista.

A Ubisoft confirmou oficialmente que está a desenvolver um novo jogo da série Ghost Recon, colocando um ponto final a rumores que circulavam desde o ano passado. A revelação foi feita durante a reunião anual de investidores e acionistas, onde o CEO Yves Guillemot referiu explicitamente o projeto como um dos próximos grandes lançamentos da empresa.

Embora o jogo ainda não tenha sido apresentado publicamente, Frederick Duguet, diretor financeiro da Ubisoft, referiu que Ghost Recon é um dos exemplos mais importantes no alinhamento de projetos do estúdio para jogos do género first-person shooter — um detalhe interessante que revela uma mudança clara face ao histórico da série, tradicionalmente jogada na terceira pessoa. De acordo com Duguet, o projeto está também a beneficiar do apoio da Tencent, com quem a Ubisoft mantém uma parceria estratégica em várias propriedades.

De acordo com o portal Insider Gaming, este novo Ghost Recon, é conhecido internamente pelo nome de código “Ovr”, e está a ser preparado para entrar em alpha interna já no final de 2025, com lançamento apontado final para o outono de 2026. Algumas fontes ligadas ao desenvolvimento indicam que o jogo segue uma abordagem mais realista e tática, num registo de simulação militar, centrando-se num conflito fictício conhecido como a “guerra de Naiman”. Quem viu o jogo em ação até agora, refere que a sua experiência de jogo se aproxima de jogos como Ready or Not e Modern Warfare, mas com um foco claro na simulação e coordenação entre unidades.

Apesar da menção oficial durante a reunião anual, a Ubisoft ainda não revelou quando pretende apresentar o jogo ao público. No entanto, tudo indica que o título deverá manter-se nas sombras, pelo menos, até meados de 2026 — com uma possível revelação durante o próximo evento Ubisoft Forward.

Este novo capítulo da série marcará um de Ghost Recon, que viu o seu último jogo em 2019, com Ghost Recon Breakpoint, que foi recebido muito abaixo das expectativas, por parte dos jogadores e críticos, ao apresentar-se um jogo com graves problemas técnicos e estruturais. Espera-se assim, que este tempo de pausa para a série surta num jogo mais bem-sucedido.

Cidade do Benfica. Luís Filipe Vieira sonha com estádio para 120.000 pessoas

Luís Filipe Vieira, ex-presidente do Sport Lisboa e Benfica, prepara plano para construir ou remodelar o Estádio da Luz, inspirando-se na renovação do Santiago Bernabéu, estádio do Real Madrid.

Luís Filipe Vieira está a trabalhar num plano para a construção ou remodelação do Estádio da Luz, de forma a aumentar a sua capacidade para cerca de 120 mil espectadores. A informação foi avançada pelo Correio da Manhã, que revela que o ex-presidente do Benfica está a ultimar os detalhes com a sua equipa, numa altura em que pondera voltar a candidatar-se às eleições do clube marcadas para 25 de outubro.

De acordo com a mesma fonte, existem duas hipóteses em cima da mesa: a remodelação da estrutura atual do estádio, inspirada na renovação do Santiago Bernabéu, estádio do Real Madrid, ou a demolição completa do recinto para a construção de um novo. A ideia passa por substituir a cobertura metálica e criar uma nova estrutura que cubra todo o estádio, aumentando a lotação para os 120.000 lugares.

O projeto tem um prazo estimado de quatro anos, permitindo que a obra fique concluída a tempo do Mundial de 2030, que Portugal irá coorganizar com Espanha e Marrocos. O novo estádio também poderá candidatar-se a receber a final do evento, uma vez que a FIFA exige pelo menos 80.000 lugares para o jogo decisivo, lembra o Correio da Manhã.

Além da ampliação da lotação, está prevista a instalação de um relvado amovível de última geração, que possibilitaria a rápida transformação do espaço para concertos e outros eventos culturais, tornando o estádio numa das maiores e mais modernas arenas do país.

O projeto, designado por Cidade do Benfica, vai além do estádio e inclui ainda a construção de um pavilhão multiusos, duas torres – uma para um hotel e outra para escritórios – e uma galeria comercial que ocuparia a área onde atualmente funcionam os campos dos escalões jovens. Segundo o Correio da Manhã, está também a ser estudada uma ligação subterrânea ao centro comercial Colombo, com a exploração comercial a poder ficar a cargo da Sonae Sierra, embora essa entidade ainda não tenha sido contactada.

O financiamento destas obras deverá ser feito através de um fundo imobiliário, que assumiria a concessão do complexo. Em troca, o Benfica receberia cerca de 50 milhões de euros por ano, valor que poderá crescer ao longo do tempo, complementando as receitas da bilhética, que no presente ano já ultrapassaram os 35 milhões de euros. Vieira defende que este modelo traria uma maior estabilidade financeira ao clube, reduzindo a necessidade de vender jogadores para equilibrar as contas.

Enquanto isso, a atual direção do Benfica continua a aumentar a lotação do Estádio da Luz, que na próxima época deverá contar com 68.100 lugares e pretende atingir os 70.000 até 2027. Outro candidato às eleições, Martim Mayer, anunciou a intenção de aumentar a capacidade em mais 15.000 lugares.

Cervejaria Ramiro apresenta novas fardas desenhadas pela marca portuguesa Gandaia

A Cervejaria Ramiro renovou os uniformes do staff com camisas exclusivas criadas pela Gandaia, numa colaboração que celebra a produção portuguesa.

A Cervejaria Ramiro, referência incontornável no panorama gastronómico lisboeta, renovou recentemente o uniforme do seu staff com fardas desenvolvidas pela marca portuguesa Gandaia. A colaboração resultou numa peça de vestuário que conjuga elementos identitários de ambas, numa abordagem que valoriza a produção local e a estética contemporânea.

Foi em 2024 que Pedro Gonçalves, gerente da Ramiro, identificou na Gandaia – então ainda sob o nome Mustique – um alinhamento visual e concetual com a imagem da cervejaria. A camisa escolhida, na altura já presente nas colecções da marca, refletia de forma espontânea o ambiente descontraído, mas atento ao detalhe, que caracteriza o restaurante. Um ano depois, essa primeira aproximação traduziu-se numa nova peça, agora concebida de raiz com referências específicas ao universo Ramiro.

A nova farda é uma camisa azul de manga curta, produzida integralmente em Portugal, com um padrão exclusivo criado pela equipa criativa da Gandaia. O mar, elemento recorrente nas coleções da marca, surge como fio condutor também nesta colaboração, reforçando o elo simbólico entre a identidade da cervejaria – fortemente associada ao marisco – e a inspiração estética da Gandaia.

A peça, para além de vestir o staff, está disponível ao público numa edição limitada, sendo comercializada nas lojas físicas da Gandaia, através do site oficial da marca e também na própria cervejaria, pelo valor de 75€.

CTT duplicam capacidade logística no Algarve

Centro Operacional dos CTT em Algoz, Silves, recebe investimento de 1,5 milhões de euros e nova máquina automatizada que duplica a capacidade de tratamento de encomendas.

Os CTT avançaram com uma nova fase de modernização no Centro Operacional de Algoz, no concelho de Silves, aumentando de forma significativa a capacidade de resposta na região do Algarve. A infraestrutura, em funcionamento desde 2022, passa agora a contar com um sistema automatizado de separação de encomendas, cuja instalação representou um investimento na ordem dos 1,5 milhões de euros.

A nova máquina, integrada esta segunda-feira, permite mais do que duplicar a capacidade de tratamento de volumes nesta unidade, que serve diariamente quase meio milhão de habitantes, distribuídos pelos 16 concelhos algarvios e por algumas zonas do Alentejo. A operação está preparada para processar até 125.000 encomendas por dia, respondendo assim ao crescimento da procura, impulsionado sobretudo pela expansão do comércio eletrónico.

Com o aumento da capacidade operacional, os CTT prevêem assegurar cerca de 200 postos de trabalho diretos e indiretos até ao final do ano. Atualmente, estão já em funcionamento 150 desses postos. Para além da separação e expedição de encomendas Expresso, o centro coordena 61 saídas diárias, gerindo mais de 150 rotas de distribuição.

A ampliação das operações no Algoz faz parte de um plano mais abrangente de expansão e modernização da rede dos CTT, que contempla novas instalações em Aveiro, Leiria e Palmela, bem como intervenções de atualização tecnológica nos centros operacionais de Coimbra, Braga, Maia e Lisboa. Em território espanhol, foram igualmente instalados novos equipamentos automatizados em Madrid, Barcelona, Bilbau e San Fernando de Henares.

Neste momento, os CTT operam 73 centros na Península Ibérica, dos quais 30 são totalmente automatizados. Destes, 17 servem ambos os países, assegurando o processamento de mais de meio milhão de objetos por dia, com cobertura integral do espaço ibérico.

Trafaria recebe evento que junta gastronomia, cultura e mar

Nos dias 2 e 3 de agosto, a Trafaria recebe a primeira edição do Trafaria na Brasa, um evento gastronómico e cultural que celebra as tradições locais, com peixe, marisco, música ao vivo e artesanato junto ao passeio ribeirinho.

Nos dias 2 e 3 de agosto, a vila da Trafaria acolhe a primeira edição do Trafaria na Brasa, uma iniciativa de carácter gastronómico e cultural que procura destacar a identidade local, valorizando a sua história, os sabores tradicionais e a vivência comunitária.

Inspirado na relação profunda com o mar e nas tradições piscatórias da região, o evento transforma o passeio ribeirinho num espaço aberto de celebração, onde o peixe e o marisco assumem o papel principal. Ao longo dos dois dias, os visitantes poderão provar pratos confecionados no momento por cozinheiros locais, assistir a concertos ao vivo e conhecer projetos enraizados no território.

A programação inclui bancas de artesanato, exposições, oficinas e uma mesa comunitária, pensada para fomentar o convívio e a partilha dos sabores da região. Numa atmosfera descontraída, o evento junta pescadores, produtores, artesãos e restaurantes, promovendo a cultura local e contribuindo para a dinâmica económica da Trafaria.

Com entrada livre, o Trafaria na Brasa decorre entre as 17h e as 00h, no sábado e no domingo, ao longo do Passeio Ribeirinho da Trafaria.

Foto: Câmara Municipal de Almada

Google Maps para Android perde os controlos de multimédia

O desaparecimento inesperado de controlos multimédia no Google Maps levanta dúvidas entre os utilizadores sobre um possível erro ou da sua remoção definitiva.

Os utilizadores do Google Maps para Android foram surpreendidos com a remoção dos controlos de reprodução multimédia da interface de navegação da aplicação. A alteração, que não foi anunciada previamente pela empresa, afeta as versões mais recentes da aplicação e elimina uma funcionalidade bastante apreciada por quem utiliza serviços como o YouTube Music ou Spotify durante a condução.

A opção permitia controlar a reprodução de música diretamente a partir do ecrã de navegação, oferecendo acesso rápido à capa do álbum, título da faixa, botões de controlo e um atalho para sugestões de áudio. A funcionalidade tornou-se especialmente útil após a descontinuação do Modo Condução do Google Assistant, ocorrida no início do ano, que havia deixado um vazio na integração entre navegação e multimédia.

Com esta alteração, não só os controlos desapareceram, como também foram removidas das definições do Google Maps as opções correspondentes, nomeadamente “Mostrar controlos de reprodução Multimédia” e “Aplicação de multimédia predefinida”. Esta mudança afeta apenas os dispositivos Android, já que no iOS a funcionalidade continua ativa, o que alimenta a especulação de que se trate de um erro e não de uma decisão deliberada.

A falta de uma resposta oficial por parte da Google tem gerado descontentamento entre os utilizadores, que agora são obrigados a alternar entre aplicações para controlar a reprodução musical — um processo incómodo e potencialmente perigoso, sobretudo durante a condução. A comunidade aguarda esclarecimentos por parte da empresa quanto ao futuro desta funcionalidade integrada, outrora considerada um dos pontos fortes do Google Maps em mobilidade.

Há um novo Pokémon Presents esta semana

A transmissão de 24 minutos decorre já amanhã e deve centrar-se em Pokémon Legends: Z-A.

A The Pokémon Company prepara-se para transmitir o próximo Pokémon Presents será já amanhã, terça-feira, 22 de julho, às 14h00 (hora de Lisboa), no seu canal oficial do YouTube. Com cerca de 24 minutos de duração, esta será uma das emissões mais longas desde 2023.

Sem informações antecipadas sobre os conteúdos específicos da apresentação, a marca promete atualizações sobre o universo Pokémon, incluindo videojogos, aplicações móveis e outros projetos em desenvolvimento. Ainda assim, tudo aponta para que o destaque principal será Pokémon Legends: Z-A, o próximo jogo da saga, com lançamento marcado para 16 de outubro.

Pokémon Legends: Z-A esta a ser produzido para a Nintendo Switch, mas será também lançado com uma edição melhorada para Nintendo Switch 2. É desenvolvido pelo estúdio responsável pela saga principal desde a sua origem, a Game Freak, e propõe uma nova abordagem à fórmula tradicional da série, apostando numa narrativa concentrada numa só cidade, a Lumiose City, e com maior foco na competitividade, onde se destaca um novo sistema de combate em tempo real.

Em vésperas da apresentação, foi também divulgado um teaser com Pikachu em frente a uma mesa de mistura, imagem que antecipava um pequeno espetáculo musical. Este teaser confirma que, uma hora antes do início do Pokémon Presents, será transmitido um pré-show intitulado Everyone Gather! DJ Pikachu Live, servindo de aquecimento para o evento principal.

Para além de Pokémon Legends: Z-A, são esperadas novidades sobre o futuro da marca no geral, nomeadamente os planos para o seu 30.º aniversário, que se assinala já em 2026. Adicionalmente, o novo Pokémon Presents surge ainda antes do Campeonato Mundial Pokémon, agendado para agosto, sobre o qual também são esperadas algumas novidades.

get. App da NOS dá Internet através de um eSIM

A get permite acesso à internet em mais de 100 países, sem necessidade de cartão SIM físico ou redes Wi-Fi locais.

A pensar na mobilidade dos meses de Verão, a NOS lançou a get, uma aplicação que disponibiliza acesso à internet através de um eSIM, concebido para quem pretende manter-se ligado durante as viagens, sem recorrer a cartões SIM físicos ou depender de redes Wi-Fi de hotéis ou outros estabelecimentos.

A proposta surge como alternativa às formas tradicionais de acesso em roaming, permitindo a ligação em mais de 100 países. Através da app, os utilizadores podem ativar um eSIM diretamente nos seus dispositivos móveis, mantendo o cartão SIM original ativo. A solução está disponível para clientes de qualquer operadora e é compatível com equipamentos que suportem tecnologia eSIM.

O serviço revela-se particularmente relevante para destinos fora da União Europeia, onde não se aplicam as regras do regime “roam like at home” – que permite utilizar dados móveis nos países membros ao mesmo custo das comunicações nacionais. Com a “get”, é possível seleccionar pacotes de dados com base na duração da viagem, no país de destino ou no volume de dados necessário.

A oferta tem preços a partir de 9,99€ e inclui diversas opções adaptadas a diferentes perfis de utilização, desde deslocações pontuais a estadias prolongadas em vários continentes.

A adesão e gestão dos planos são feitas através da aplicação da “get”, disponível para iOS e Android, ou na loja online.

The Chinese Room volta a ser um estúdio independente

O estúdio britânico confirma despedimentos e prepara dois novos projetos para o futuro

Após alguns meses de incerteza, o estúdio The Chinese Room anunciou que voltou a operar de forma independente, através de uma compra de gestão que marca o fim da sua ligação ao grupo Sumo Digital.

A operação foi facilitada pela empresa de capital de risco Hiro Capital e surge na sequência de uma reestruturação interna da Sumo Group, que em fevereiro revelou a intenção de abandonar o investimento em propriedades intelectuais originais, passando a focar-se exclusivamente em serviços de co-desenvolvimento. Esta mudança levou a conversações internas sobre o futuro do estúdio britânico, que culminaram na sua separação.

O estúdio, responsável por títulos como Dear Esther, Everybody’s Gone to the Rapture e mais recentemente Still Wakes the Deep, confirmou agora que este processo obrigou ao despedimento de pessoal. Embora o número de postos de trabalho afetados não tenha sido revelado, o diretor Ed Daly confirmou ao portal GamesIndustry.biz que “vários cargos foram tornados redundantes” durante a transição. Atualmente, o estúdio conta com 55 pessoas na equipa e, de acordo com Daly, não estão previstos mais cortes.

Neste novo capítulo, a direção criativa do estúdio passa agora a estar a cargo de John McCormack, anteriormente diretor de arte, que assumiu a liderança do projeto Still Wakes the Deep após a saída de Dan Pinchbeck em 2023. Já Ross Manton, até aqui produtor executivo em Vampire: The Masquerade – Bloodlines, assume o cargo de diretor de produção. Ed Daly descreve este novo ciclo como uma oportunidade para “continuar a trabalhar em novas propriedades intelectuais originais“, mas também para colaborar com outras equipas sempre que houver alinhamento criativo.

O estúdio mantém em desenvolvimento dois novos projetos originais, como mencionou Daly, para além de continuar o trabalho em Bloodlines 2, que está a ser produzido em parceria com a Paradox Interactive, com lançamento previsto para outubro deste ano.

A The Chinese Room foi adquirida pela Sumo Digital em 2018 e passou os últimos anos integrada num grupo controlado pela gigante chinesa Tencent. A sua saída marca agora um regresso à autonomia, com planos claros para continuar a apostar na criatividade e em parcerias estratégicas.

Tony Hawk’s Pro Skater 3 + 4 – Review: Pontuação a dobrar

Tony Hawk’s Pro Skater 3 + 4 serve de sequela a um excelente remake, arriscando pouco, mas preservando e oferecendo aquilo que os fãs pediam: mais um Tony Hawk’s Pro Skater para os tempos modernos.

Há três sinais claros que me assustam com a passagem do tempo ao jogar Tony Hawk’s Pro Skater 3 + 4, e não incluo os visuais modernos. São eles: o facto de serem dois jogos originalmente lançados há mais de 20 anos; o facto de já não ter a mesma destreza da altura; e o reconhecimento de que, apesar de terem sido dois jogos que ocuparam dezenas e dezenas de horas na altura em que saíram… a minha memória está difusa. Não sendo claro se aquilo de que me lembro destes jogos é correto ou não.

O que sei é que Tony Hawk’s Pro Skater 3 foi o meu cartão de apresentação a Motörhead, com o uso de “Ace of Spades” na banda sonora da demo original, incluída num dos CDs de demos da PlayStation 2. Enquanto fã acérrimo do jogo antecessor no PC e na PlayStation 1, controlar Tony Hawk ao som de Motörhead no icónico nível introdutório chamado Foundry foi um daqueles momentos em que senti que estava a jogar algo verdadeiramente next-gen na altura. Apesar disso, não foi em Tony Hawk’s Pro Skater 3 que investi muito do meu tempo, mas sim na sua sequela, Tony Hawk’s Pro Skater 4, com uma cópia que pertencia ao meu irmão e que, eventualmente, se perdeu numa troca de empréstimos mal sucedida. Ainda assim, dos quatro primeiros jogos do lendário skater, lembro-me de pouco ou nada.

Serve esta introdução mal-amanhada de projeção nostálgica para afirmar aquilo que sinto em relação a relançamentos sob a forma de remakes ou remasters, especialmente os bem executados: são oportunidades. Oportunidades de servir de porta de entrada a jogadores para uma determinada série; oportunidades de reviver aventuras passadas; e oportunidades de preencher estas lacunas na nossa memória – por vezes com efeitos positivos, relembrando-nos do melhor; outras vezes revelando que aquilo que achávamos bom era afinal produto do seu tempo. Tony Hawk’s Pro Skater 3 + 4 não cai, felizmente, neste último caso, mas sim no anterior. Não é só uma coleção de jogos – é uma coleção de sentimentos, numa espécie de máquina do tempo para aquela época mais simples, que se reflete na excelente tradução visual e mecânica deste remake – que serve também como sequela direta de Tony Hawk’s Pro Skater 1 + 2, igualmente excelente.

Tony Hawk's Pro Skater 3 + 4

Qualquer comentário feito a Tony Hawk’s Pro Skater 1 + 2 pode ser feito, de forma superficial, a Tony Hawk’s Pro Skater 3 + 4. O conceito é exatamente o mesmo: uma compilação de dois jogos num só pacote, com duas campanhas distintas que preservam todos os objetivos originais, num jogo único recriado de raiz para plataformas modernas, com as suas vantagens e alguns sacrifícios. Adicionalmente, a jogabilidade entre as duas compilações é extremamente parecida, e os visuais – suportados pelo mesmo motor de jogo, o Unreal Engine – seguem exatamente a mesma linguagem de design e direção artística. Removendo da equação o facto de contarem com conteúdos substancialmente diferentes (neste caso com níveis distintos), ambas as compilações parecem ser duas fatias do mesmo bolo, com um claro potencial de um dia, se a Activision assim o entender, serem relançadas numa espécie de Tony Hawk’s Pro Skater 1 + 2 + 3 + 4.

Se isto parece um comentário negativo, não é, de todo, o meu objetivo. Na realidade, é uma das maiores qualidades de Tony Hawk’s Pro Skater 3 + 4 – uma sequela perfeita, no sentido em que entrega exatamente aquilo que os fãs da compilação anterior pediam: o mesmo tratamento, com o melhor que nos trouxe. Para mim, este é um daqueles jogos difíceis de criticar. Isto é, de me debruçar sobre o que funciona bem ou mal, no que poderia ser expandido ou reduzido. Tenho as minhas pequenas notas, como é óbvio, mas que se tornam extremamente redundantes ou insignificantes quando o aspeto principal do jogo é tão bem executado – neste caso, o fator do divertimento.

Tal como o seu antecessor, tal como nos jogos originais, Tony Hawk’s Pro Skater 3 + 4 é um enorme vício que devora o nosso tempo. Muito graças ao seu loop de objetivos que incluem o clássico apanhar as letras S-K-A-T-E, fazer truques específicos, interagir com objetos nos níveis, acumular pontos ou, simplesmente, explorar à procura de zonas secretas. E em cima disso temos uma jogabilidade superficialmente descomplicada, de ações intuitivas e úteis, aliadas a uma mobilidade extremamente afinada – uma característica que distingue as verdadeiras experiências árcade do realismo das simulações que jogos concorrentes e outras apostas mais recentes tanto exploram, acabando por alienar jogadores mais casuais. E não é necessário ser veterano ou jogador old-school para ficar logo em sintonia com o jogo. Mesmo mantendo a natureza dos originais, a jogabilidade sente-se “certa” – o que é uma conquista brutal, considerando que este é um remake completo, com uma jogabilidade refinada e adaptada aos comandos modernos, mas que se sente tal e qual como os antigos.

Tony Hawk's Pro Skater 3 + 4

É quando os desafios começam a aumentar e a pedir mais do jogador que o meu tempo com Tony Hawk’s Pro Skater 3 + 4 me comecei a lembrar que já não tenho a mesma destreza de antigamente. Mesmo com a memória muscular intacta, os tempos de ação e reação já não são os mesmos. Uma reação cruel, mas realista, que felizmente a Activision e a equipa da Iron Galaxy parecem ter previsto – ao apostar em opções de acessibilidade, chamadas Game Modes, mais do que no jogo anterior.

Entre uma série de toggles – que se aproximam mais de cheat codes – que impedem quedas e falhas de truques, encontramos duas excelentes opções que servem tanto para treino como para tirar mais do jogo. Uma delas é a possibilidade de jogar o jogo a metade da velocidade, em slow motion. É uma opção que não é naturalmente recomendável para jogar “a sério”, mas que pode ser útil para aprender truques, combos ou até explorar os níveis em busca das melhores rotas. Para mim, não há melhor tutorial do que um jogo deixar-nos experimentar livremente, e esta opção – que posteriormente desativei – é das melhores formas de pôr este dinossauro confortável com a velocidade real do jogo. Já os mais corajosos podem até optar por acelerar o jogo até ao triplo da velocidade.

Já a segunda opção, que optei por manter ativa, é um ajuste à filosofia de design: a possibilidade de explorar os níveis para lá dos tradicionais 2 minutos. Por defeito, Tony Hawk’s Pro Skater 3 + 4 oferece o acesso aos níveis em sessões de 2 minutos – sendo na realidade uma novidade para Tony Hawk’s Pro Skater 4 -, mas permite que os jogadores explorem e completem os níveis com tempos mais longos: 5, 10 ou até 60 minutos. Contudo, os campeonatos permanecem com um minuto por ronda, onde temos de dar tudo.

Tony Hawk's Pro Skater 3 + 4

Recheado de desbloqueáveis e itens para gastar créditos, o loop central do jogo preserva também a acumulação de pontos para melhorar as habilidades dos nossos skaters, aumentando o valor de repetição por personagem – oferecendo sempre mais motivos para pegar no comando. Mas não seria um comentário a um jogo Tony Hawk’s Pro Skater sem mencionar algo tão inerente à sua natureza como a banda sonora. Sim, temos Motörhead, juntamente com mais uma seleção de bandas e músicas dos jogos originais. No entanto, se esperam toda a experiência nostálgica, ficarão desapontados ao encontrar uma seleção muito reduzida de temas de regresso, entre as quais “96 Quite Bitter Beings” dos CKY, “My Adidas” de Run-DMC ou “Amoeba” de Adolescents. Não quer dizer que o resto da banda sonora seja má ou pior que a dos jogos originais – pelo contrário, inclui nomes mais atuais como IDLES, 100 Gecs, Fontaines D.C., KennyHoopla, Travis Barker, Run the Jewels e muitos mais. No fundo, ajusta o jogo à cultura moderna, tratando este elemento como uma sequela da essência dos jogos e tornando-se mais uma montra para a descoberta musical, com um melhor algoritmo do que muitos serviços de streaming.

Tony Hawk’s Pro Skater 3 + 4 é um pacote fantástico. Não só por incluir mais dois jogos extremamente bem-sucedidos da lendária franquia, ou por responder aos pedidos mínimos dos fãs, mas por evocar todos os elementos dos jogos originais – com um toque de modernidade equilibrado, capaz de agradar tanto a novos jogadores como a quem já não se lembrava muito bem de como pegar num skate. E tudo com uma excelente dose de diversão.

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Cópia para análise (PlayStation 5) cedida pela Activision.

Google prepara a fusão entre o Chrome OS e o Android

A confirmação oficial revela que o sistema operativo Android será o principal pilar da nova estratégia, com as funcionalidades do Chrome OS a serem incorporadas progressivamente.

A Google confirmou que está a trabalhar numa fusão entre o Chrome OS e o Android, com vista à criação de uma plataforma única e mais coesa. A revelação partiu de Sameer Samat, responsável pelo ecossistema Android, durante uma conversa informal com jornalistas num recente evento de tecnologia, como foi o caso do portal TechRadar

“Queremos perceber como as pessoas utilizam atualmente os seus computadores portáteis, porque estamos a combinar o Chrome OS com o Android numa só plataforma”, afirmou Samat.

Apesar de rumores anteriores já indicarem a intenção da empresa em juntar os dois sistemas, esta terá sido a primeira confirmação pública desse plano. Importa referir que não se trata de um novo sistema operativo desenvolvido de raiz, mas sim de uma integração progressiva. O Android continuará como base, enquanto que várias funcionalidades do Chrome OS serão incorporadas e transportadas para o popular sistema operativo de smartphones. Esta abordagem pretende beneficiar da maturidade do Android, especialmente no que toca ao suporte para ecrãs maiores. Algo que o sistema já tem vindo a adaptar-se, especialmente no que diz respeito a contextos mais produtivos, como demonstram as recentes melhorias no modo desktop, a gestão multitasking em janelas e o suporte alargado para monitores externos.

O envolvimento direto de Samat na recolha de opiniões sobre a forma como os utilizadores interagem com os seus dispositivos sugere que o projeto ainda se encontra numa fase inicial de desenvolvimento. Não foram partilhados prazos ou detalhes concretos sobre o lançamento, mas a confirmação indica que os trabalhos estão efetivamente em andamento.

Caso esta fusão se concretize com sucesso, poderá representar uma resposta direta à fluidez e integração oferecidas pela Apple com o seu ecossistema iPadOS/macOS, e assim colmatar um dos maiores desafios históricos do Android, a fragmentação da experiência entre dispositivos distintos.

Microsoft pressiona os utilizadores do Windows 10 que utilizam o Microsoft 365 para atualizarem o sistema operativo

A partir de 2026 a Microsoft deixará de disponibilizar as novas funcionalidades do Microsoft 365 para os utilizadores que ainda permaneçam no Windows 10.

A Microsoft confirmou que a partir de 2026 os utilizadores do Windows 10 deixarão de receber novas funcionalidades nas aplicações do Microsoft 365, anteriormente conhecidas como Office. A decisão, divulgada através de uma atualização na sua página de suporte, que se insere numa estratégia para acelerar a transição para o Windows 11.

A medida entrará em vigor gradualmente. Por exemplo, para utilizadores com subscrições pessoais e familiares do Microsoft 365, o fim do suporte com oferta de novas funcionalidades terá início em agosto de 2026. Desta forma, as aplicações permanecerão na versão 2608, sem quaisquer adições futuras. No caso das empresas, o canal de atualizações mensais encerrará a 13 de Outubro de 2026, enquanto o canal semestral continuará ativo até 12 de Janeiro de 2027.

Apesar da estagnação funcional, a Microsoft assegura que continuará a disponibilizar atualizações de segurança para o Office no Windows 10 até 10 de Outubro de 2028. Uma medida que, embora limitada, oferece alguma tranquilidade a quem ainda não migrou para o sistema mais recente. Contudo, o fim da linha para o Windows 10 está iminente. O suporte oficial para o sistema operativo termina já no próximo mês de outubro, e, a partir daí, os utilizadores que enfrentem problemas técnicos deverão mesmo atualizar para o Windows 11.

Google posiciona-se como líder na rede global de alerta sísmico através dos smartphones Android

A Google conta com uma rede global que utiliza os sensores de movimento dos smartphones para emitir avisos sísmicos, mesmo em países sem infraestruturas.

Desde 2021, milhares de milhões de smartphones Android têm sido usados como sensores sísmicos portáteis, numa iniciativa que pode alterar a forma como são emitidos alertas de terramotos em várias regiões do mundo. Aproveitando os acelerómetros integrados nos dispositivos, a Google desenvolveu uma rede de deteção sísmica com cobertura em tempo real e escala global — considerada a maior de sempre do género.

Em vez de depender apenas de redes fixas de monitorização, que exigem elevados investimentos e estão concentradas em países específicos, o sistema recorre aos sensores presentes em mais de 2,3 mil milhões de telemóveis para detetar movimentos sísmicos. A funcionalidade já está em funcionamento e permite enviar alertas imediatos para pessoas em zonas de risco, muitas vezes segundos antes de o sismo ser sentido.

O sistema baseia-se na deteção passiva feita por dispositivos imóveis — por exemplo, pousados sobre uma superfície estável. Nestas condições, os sensores de movimento conseguem identificar vibrações invulgares compatíveis com um terramoto. Quando isso acontece, o telemóvel envia automaticamente um sinal anónimo para os servidores da Google, com a localização e características do movimento. Só quando um número significativo de dispositivos regista o mesmo padrão é que o alerta é validado e os avisos são enviados para utilizadores nas redondezas.

Consoante a intensidade, os alertas dividem-se em duas categorias: o BeAware, para oscilações ligeiras, e o TakeAction, ativo automaticamente com aviso sonoro e mensagem em ecrã completo a recomendar medidas de proteção imediatas.

De acordo com dados partilhados pela Google, desde o lançamento, o sistema Android detetou mais de 11.000 sismos, com magnitudes entre 1,9 e 7,8 — incluindo em território português. A taxa de precisão é próxima da registada em redes dedicadas como as dos Estados Unidos ou Japão. Até agora, apenas três falsos alertas foram identificados, todos de impacto reduzido.

O impacto junto dos utilizadores tem sido igualmente relevante: 85% dos que receberam notificações indicaram ter sentido o abalo, e 36% receberam o alerta antes da chegada das primeiras ondas sísmicas — como aconteceu no sismo de 17 de fevereiro, com magnitude de 4,7, que se fez sentir sobretudo na região de Lisboa.

Uma das principais vantagens apontadas ao sistema é a sua acessibilidade. Países sem capacidade técnica para instalar redes sísmicas convencionais passam a ter acesso a uma ferramenta eficaz e gratuita. A cobertura atual abrange 98 países, numa aplicação inédita da tecnologia para fins de prevenção sísmica à escala global.

Apesar dos resultados, há críticas em relação à opacidade do sistema. Investigadores e especialistas em sismologia têm alertado para a falta de transparência do algoritmo utilizado, cuja estrutura não é pública. “Para que possa ser plenamente integrado nos sistemas públicos de proteção civil, é fundamental compreender como funciona o algoritmo e garantir que cumpre critérios científicos rigorosos”, afirma um grupo de investigadores do Instituto de Sismologia da Califórnia. Para além disso, a eficácia depende da densidade de dispositivos nas proximidades do epicentro, o que pode limitar a utilidade em zonas pouco povoadas ou com menor acesso a tecnologia.

Mesmo com limitações técnicas e questões ligadas à governação dos dados, a comunidade científica reconhece o potencial deste sistema como complemento às redes tradicionais. A rapidez na deteção, a escala global e o facto de não exigir custos para os utilizadores fazem dele uma solução relevante para enfrentar um risco natural que continua a ter consequências graves.

Netflix revela os filmes e séries mais assistidos do ano até agora

A Netflix revelou que metade do conteúdo assistido entre janeiro e junho de 2025 foram de produções de 2023, ou anteriores.

A Netflix revelou os títulos mais populares da sua plataforma durante o primeiro semestre de 2025, com base no número total de visualizações acumuladas entre janeiro e junho. A lista inclui os dez filmes e as dez séries mais assistidas a nível global, combinando estreias recentes e sucessos de anos anteriores.

No topo da tabela de filmes surge Back In Action, seguido por Straw, The Life List e Exterritorial. Produções como Havoc, The Electric State e Ad Vitam também marcam presença, a par de títulos familiares como The Secret Life Of Pets 2 e Despicable Me 4.

Os 10 filmes mais assistidos nos primeiros seis meses do ano foram:

  1. Back In Action
  2. Straw
  3. The Life List
  4. Exterritorial
  5. Havoc
  6. The Secret Life Of Pets 2
  7. The Electric State
  8. Counterattack
  9. Ad Vitam
  10. Despicable Me 4

No que diz respeito a séries, o destaque vai para Adolescence, que lidera a lista, ultrapassando as temporadas 2 e 3 de Squid Game. Seguem-se estreias como Zero Day, Missing You, e títulos como Sirens, The Night Agent ou Ginny & Georgia, que regressaram com novos episódios em 2025.

As 10 séries mais assistidas nos primeiros seis meses do ano foram:

  1. Adolescence
  2. Squid Game: Temporada 2
  3. Squid Game: Temporada 3
  4. Zero Day
  5. Missing You
  6. Gabby Periro: Temporada 1
  7. Mr. Rachel: Temporada 1
  8. Sirens
  9. The Night Agent: Temporada 2
  10. Ginny & Georgia: Temporada 3

Para além dos títulos recentes, a Netflix afirma que o comportamento dos utilizadores revela o impacto duradouro do seu catálogo. De acordo coma própria plataforma, quase metade das horas de visualização da programação original nos primeiros seis meses do ano corresponde a conteúdos lançados em 2023 ou antes. Entre os mais vistos estão Orange Is the New Black, Ozark e La Casa de Papel, todas com mais de 100 milhões de horas visualizadas. Já filmes como Red Notice, Leo e We Are the Heroes continuam a atrair público, com mais de 20 milhões de visualizações cada.

MultiOpticas reabre no Forum Algarve com loja maior e conceito renovado

A MultiOpticas reabriu no Forum Algarve com uma loja mais ampla, novo layout e foco na modernização da experiência.

A MultiOpticas reabriu as portas no Forum Algarve com um novo espaço que representa uma transformação significativa na presença da marca naquele centro comercial. A loja, que passou de 131 para 344 m2, surge agora com uma abordagem visual mais limpa, funcional e adaptada às exigências actuais dos consumidores.

Este novo formato, já implementado noutras localizações do país, reflete uma estratégia clara de modernização, assente numa apresentação mais intuitiva dos produtos, numa organização espacial eficiente e numa experiência de compra simplificada. A ampliação do espaço não se traduz apenas em mais área útil, mas também numa reconfiguração que integra tecnologia de apoio ao atendimento e à realização de exames visuais, aliada a materiais como a madeira, que contribuem para um ambiente mais acolhedor.

A aposta no Algarve é evidente, com a marca a destacar a importância da região no seu plano de expansão e proximidade. A loja reabriu com um layout que permite maior fluidez na escolha de armações e serviços, procurando responder de forma mais direta às expectativas de quem procura soluções visuais eficazes e acessíveis, sem comprometer a qualidade nem o acompanhamento técnico.

Os profissionais presentes, entre óticos e optometristas especializados, mantêm o foco na personalização do atendimento, apoiados em equipamentos de última geração.

Estes são os requisitos para PC de Wuchang: Fallen Feathers

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A produtora Leenzee revelou as especificações mínimas e recomendadas para o seu novo RPG de ação Soulslike, com lançamento a 24 de julho.

A poucos dias do lançamento de Wuchang: Fallen Feathers, a Leenzee revelou oficialmente os requisitos para correr o jogo no PC, que serão os seguintes:

Requisitos mínimos:
– Sistema operativo: Windows 10 64-bit
– Processador: Intel Core i5-8400 / AMD Ryzen 5 1600
– Memória RAM: 16 GB (dual channel recomendado)
– Placa gráfica: Nvidia GeForce GTX 1060 6 GB / AMD Radeon RX 580 8 GB
– DirectX: 12
– Armazenamento: 60 GB (HDD suportado, SSD recomendado)
– Notas adicionais: Testado com DLSS/FSR ativado

Requisitos recomendados:
– Sistema operativo: Windows 10/11 64-bit
– Processador: Intel Core i7-9700 / AMD Ryzen 5 5500
– Memória RAM: 16 GB (dual channel recomendado)
– Placa gráfica: Nvidia GeForce RTX 2070 / AMD Radeon RX 5700 XT / Intel Arc A750
– DirectX: 12
– Armazenamento: 60 GB (SSD obrigatório)
– Notas adicionais: Testado com DLSS/FSR ativado

A julgar pelos requisitos oficiais, o jogo apresenta exigências técnicas bastante acessíveis, especialmente quando comparado com outras produções semelhantes, também com recurso ao Unreal Engine 5, como foi o caso de Black Myth: Wukong. Apesar de não mencionar os alvos de resolução de frame-rate a produtora recomenda a ativação de tecnologias de reconstrução de imagem como DLSS ou FSR.

Wuchang: Fallen Feathers decorre num período de instabilidade histórica, onde o surto de uma praga misteriosa dá origem a criaturas demoníacas espalhadas por cenários inspirados na China imperial. O jogo promete combates exigentes, uma atmosfera densa e um sistema de progressão típico dos títulos Soulslike.

Wuchang: Fallen Feathers tem lançamento já no dia 24 de julho, na PlayStation 5, Xbox Series X|S e PC, incluindo no Game Pass paraPC e consola, no mesmo dia.