Rede da InPost na Península Ibérica ultrapassa os 13.000 pontos de entrega e recolha

Com mais de mil novos pontos adicionados em menos de um ano, a InPost amplia a cobertura da sua rede híbrida de Ponto Pack e Lockers.

A InPost atingiu a marca de 13.000 Pontos Pack e Lockers distribuídos por Espanha e Portugal, consolidando a sua presença na Península Ibérica. Este crescimento surge na sequência da integração de mais de 1.000 novos pontos na sua rede híbrida ao longo do último ano, aumentando significativamente a cobertura e oferecendo aos utilizadores maior flexibilidade na recolha de encomendas fora de casa.

Em Portugal, a rede da InPost está particularmente concentrada nas áreas metropolitanas do Porto, Lisboa, Setúbal e Braga, garantindo que os utilizadores tenham sempre um Ponto Pack ou Locker acessível nas proximidades. Este aumento da presença permite que os consumidores escolham o local e o momento mais conveniente para receber as suas compras online, adaptando-se ao seu ritmo de vida sem limitações de horários ou deslocações.

Marc Vicente, CEO da InPost Ibéria, sublinha que a expansão da rede vai além de um simples crescimento numérico: “O nosso objetivo é tornar a gestão de envios mais flexível e acessível, permitindo que cada pessoa possa gerir as suas encomendas ao seu próprio ritmo. Expandir a rede de Ponto Pack e Lockers é um passo decisivo nesse sentido.”

Com esta expansão, a InPost reforça a sua posição como a maior rede própria de pontos Out of Home na Península Ibérica.

Warner Bros. Discovery recusa formalmente a oferta da Paramount Skydance

A compra hostil proposta pela Paramount não é do interesse da Warner Bros. Discovery.

A Warner Bros. Discovery recomendou de forma oficial aos seus acionistas para rejeitarem a compra hostil proposta pela Paramount Skydance, avaliada em 108,4 mil milhões de dólares, por considerar que a oferta não é o melhor interesse para o grupo que irá separar-se entre a Warner Bros. e a Discovery em 2026.

Esta recomendação foi dada de forma “unanime” por parte do grupo de diretores da Warner Bros. Discovery, que viram recentemente a Paramount Skydance a propor a compra do grupo inteiro, em contraste com a oferta da Netflix que propõe a apenas a compra da Warner Bros. sem redes como a CNN, a TBS, a TNT e o grupo Discovery Global.

No comunicado da Warner Bros. Discovery também é revelado que após uma análise da proposta da Paramount, esta apresenta-se como uma “oferta inferior”, antes de detalhar a justificação, alegando até de forma provocatória de que “nenhuma destas razões será uma surpresa para a Paramount Skydance, dadas as nossas claras e repetidas respostas às suas seis anteriores propostas”.

O grupo alega que a proposta da Netflix se mantem superior e adequada ao volume do pacote, definindo até como “extraordinário”, ao passo que a proposta da Paramount é inadequada e apresenta riscos e custos significantes para a Warner Bros. Discovery.

Adicionalmente, a Warner Bros. Discovery revela desconfiança na proposta da Paramount Skydance, mencionando dúvidas no compromisso da família Ellisson para avançar com o negócio de forma saudável. Menciona que a família Ellisson garatina integralmente o financiamento do negócio, mas na realidade nunca mostrou garantias para cobrir o financiamento em caso de falhas. Com uma indeminização limitada a apenas 7% do valor prometido, deixando Warner Bros. Discovery e os seus acionistas em risco.

Em comparação, a Netflix propõe um contrato vinculativo, não conta com investimentos adicionais e obscuros e a dimensão da empresa revela maior segurança para absorver o grupo.

Por fim a Warner Bros. Discovery vai mais longe e chama à proposta da Paramount Skydance de “ilusória”, reforçando a ideia que não é um compromisso firme, mas uma intenção flexível e pouco fiável, suscetível a alterações até mesmo antes da compra. Para a Warner Bros. Discovery a oferta em cima da mesa não corresponde a uma fusão realista, dado para a Paramount Skydance, esta pode alterar termos, valores ou simplesmente abandonar a ideia sem uma rede de segurança.

À luz desta comunicação, a proposta da Paramount Skydance é formalmente recusada pela direção da Warner Bros. Discovery, mas não fica ainda definida. Ficando essa decisão comprometida tanto pelo interesse dos acionistas como pela própria Paramount Skydance e a família Ellisson.

Com a Paramount Skydance fora de cena, o cenário mais realista será então a fusão da Warner Bros. com a Netflix até ao final de 2026, após o escrutínio das entidades reguladoras dos Estados Unidos da América.

Recentemente a Netflix também veio assegurar os trabalhadores e consumidores que ao avançar com esta compra não irá fechar estúdios, avançar com despedimentos ou desinvestir nos cinemas. Algo que só após a compra é que se poderá efetivamente comprovar.

Zumub investe 3,5 milhões de euros para reforçar expansão na Europa

Novo investimento da Zumub permitirá aumentar capacidade industrial, lançar produtos inovadores e reforçar a presença em clubes e equipas internacionais.

A Zumub, marca portuguesa de nutrição desportiva em rápida expansão na Europa, anunciou um investimento de 3,5 milhões de euros com o objetivo de acelerar a sua presença no continente. O capital resulta da entrada dos family offices holandeses Festina Lente e Rohusa como acionistas minoritários, embora a percentagem detida não tenha sido divulgada.

O montante será aplicado em diversas frentes estratégicas que visam potenciar o crescimento europeu da empresa. Uma das iniciativas principais é a construção de uma nova unidade industrial no Pinhal Novo, num investimento de 2,5 milhões de euros que deverá criar 30 novos postos de trabalho. Para além disso, a Zumub irá reforçar a investigação e desenvolvimento para acelerar o lançamento de novos produtos, modernizar a logística e aumentar a eficiência operacional, além de contratar profissionais especializados para apoiar a expansão internacional.

No plano desportivo, a marca portuguesa tem reforçado a sua visibilidade internacional. Atualmente, é parceira oficial de 14 equipas da Primeira Liga portuguesa, incluindo Benfica, Sporting CP e FC Porto. Fora do país, a Zumub estabeleceu recentemente colaborações com o Feyenoord Rotterdam e o Atlético de Madrid, juntando-se a clubes que já utilizavam os seus produtos, como o Paris Saint-Germain Handball, Bayern Munich Basketball e AS Monaco.

Em termos financeiros, a empresa prevê ultrapassar os 40 milhões de euros de volume de negócios em 2025, o que traduz um crescimento de 41% face a 2024. Para 2026, a estratégia passa por consolidar a presença no mercado, mantendo um crescimento estável tanto no volume de negócios como na rentabilidade. Atualmente, a Zumub emprega cerca de 160 colaboradores, um aumento de 25% em relação ao ano anterior, e mantém mais de 20 vagas em aberto.

E já sabem: não se esqueçam de colocar o nosso código ECHOBOOMER no site da Zumub para 10% de desconto na encomenda, juntamente com algumas ofertas.

Da televisão ao fumeiro: Frederico Pombares lança a sua marca de enchidos

Frederico Pombares lançou a Pombares Fumeiro, uma marca de enchidos artesanais que celebra a tradição e o sabor do fumeiro português.

Frederico Pombares, conhecido por criar algumas das mais marcantes séries de humor portuguesas, como Último a Sair, Telerural, Tabu e, mais recentemente, Ruído, alarga agora a sua criatividade à gastronomia com o lançamento da Pombares Fumeiro, uma marca dedicada ao fumeiro tradicional português. A iniciativa surge como homenagem à autenticidade e ao sabor que caracterizam uma das expressões mais genuínas da culinária nacional, valorizando o tempo e o cuidado artesanal na produção dos enchidos. Com a abertura simultânea da loja online, os produtos passam a estar disponíveis para todo o país e também para o estrangeiro.

Ao longo de mais de duas décadas, Pombares construiu uma reputação sólida tanto no humor como na gastronomia, conquistando o público com partilhas sobre tascas, restaurantes e casas de pasto onde o sabor prevalece sobre a tendência. A hashtag #dizquevaisdapartedopombares tornou-se um símbolo informal de confiança gastronómica, resultado da sua experiência e olhar atento sobre a comida portuguesa.

No universo televisivo, Pombares colaborou com nomes como Herman José e Bruno Nogueira, integrando equipas de programas que marcaram a televisão nacional. Mas, fora dos guionistas, a gastronomia sempre foi uma extensão natural da sua criatividade, vivida e debatida à mesa. A experiência acumulada ao longo de anos de provas e descobertas levou-o a criar a Pombares Fumeiro, uma marca que privilegia receitas tradicionais, ingredientes selecionados e métodos de fumeiro natural, produzidos de forma artesanal numa salsicharia certificada em Montemor-o-Novo. Cada enchido é submetido a um rigoroso controlo de qualidade, garantindo autenticidade, consistência e capacidade de crescimento sustentado.

Frederico Pombares descreve o projeto como a materialização de uma ideia de longo prazo: produtos simples e honestos, ligados à memória e ao prazer de comer bem, onde o tempo e o sabor assumem o mesmo peso que a própria carne. A marca inclui uma seleção de especialidades, como farinheira, morcela alentejana, painho e chouriços de carne e de vinho, em versões de porco branco e porco preto, bem como uma caixa de experimentação que percorre diferentes regiões do país e convida à descoberta do fumeiro português.

Smash burgers da VICIO chegam finalmente a um espaço físico em Lisboa

Depois da operação em Alvalade, a marca espanhola VICIO inaugura o primeiro restaurante no Príncipe Real.

Foi a 7 de janeiro deste ano que a espanhola VICIO trouxe os seus smash burgers para Lisboa. Dias depois, o Echo Boomer teve oportunidade de conhecer o conceito num evento que contou com vários convidados.

A VICIO, que rapidamente se tornou numa das marcas de maior crescimento em Espanha, nasceu em Barcelona, em 2020, numa altura em que os fundadores Aleix Puig, vencedor do Masterchef Espanha 2019, e Oriol de Pablo, não sabiam o que fazer quando a pandemia chegou e fez parar muitos negócios. A verdade é que daí para o delivery foi um saltinho, e tudo começou numa… garagem.

A estratégia da VICIO assenta em três pilares: na qualidade do produto, no uso de tecnologia de ponta e numa comunicação visual e criativa que a distingue no mercado. Com tudo isto, a VICIO foi-se tornando cada vez mais popular em Espanha, onde já conta com mais de 30 localizações em Espanha. Portanto, a chegada a Portugal era um passo natural para a marca.

“Portugal é o vizinho mais próximo de Espanha e partilha muitas semelhanças culturais connosco. Lisboa é o cenário ideal para começarmos esta nova etapa, e acreditamos que os lisboetas irão acolher os nossos produtos de forma tão entusiasta como aconteceu em todas as cidades espanholas onde nos estabelecemos”, disse Aleix Puig, confiante de que o seu conceito de smash burgers iria cativar o público português.

O menu, uma das grandes apostas da VICIO, inclui os favoritos da marca, como o Cheeseburger trufado, o Bacon cheeseburger e opções vegan, garantindo que há escolhas para todos os gostos, até porque existem nove hambúrgueres disponíveis. Complementos como as famosas VICIO fries, com uma variedade de molhos, e asinhas de frango reforçam a oferta, enquanto as sobremesas, como o Cheesecake com Nutella, o Tiramisù de Oreo e os shakes, prometem conquistar os mais gulosos.

O grande “problema”? É que, até agora, a VICIO operava apenas em modo delivery e takeaway. Mas isso vai mudar, já no próximo dia 22 de dezembro, com a abertura do primeiro espaço físico em Lisboa.

Portanto, e depois de quase um ano a operar exclusivamente a partir da dark kitchen, a marca prepara-se para abrir portas no Príncipe Real, mais especificamente no número 21 da Rua da Escola Politécnica. Esta loja, além de poder receber clientes no interior, fará também com que a VICIO possa alaegar o serviço de delivery na cidade.

A única coisa que falhou? Uma abertura no Porto, tal como os responsáveis na marca desejavam fazer acontecer até final de 2025. No entanto, sempre estão melhores que a GOIKO, que prometeu um lançamento em Portugal durante o primeiro trimestre deste ano, algo que nunca aconteceu.

Inaugurado viaduto em Portimão que substitui a passagem de nível

Estrutura sobre a linha férrea abre ao trânsito em Portimão e substitui a passagem de nível, que encerra à circulação rodoviária. Há também ajustes no Vai e Vem.

Hoje, dia 18 de dezembro, o novo viaduto sobre a linha férrea em Portimão entrou finalmente em funcionamento, enquanto a passagem de nível deixou de permitir a circulação rodoviária, mantendo apenas o atravessamento pedonal.

A abertura desta infraestrutura resulta do avanço da obra de eletrificação da Linha do Algarve, conduzida pela Infraestruturas de Portugal, e marca o fim do uso da antiga passagem de nível como ligação para veículos. Com o novo viaduto a assumir esse papel, a circulação na zona passa a reorganizar-se em torno deste ponto elevado, sem alterações nas vias adjacentes, que preservam sentidos, acessos e o esquema viário habitual.

A mudança estende-se também ao Vai e Vem, que ajustou vários percursos. As linhas 12, 21N, 31, 32, 35 e 37 passam a seguir trajetos revistos, enquanto as linhas 31 e 32 foram substituídas pela nova linha 30, que cobre as mesmas áreas e reforçará a ligação entre o Hospital de Portimão e o Aqua Portimão, com partidas de meia em meia hora nos dois sentidos.

NOS Alive’26 reforça cartaz com The Royston Club e Noiserv

The Royston Club e Noiserv são as novas confirmações do NOS Alive’26, com atuações marcadas para 9 e 11 de julho, respetivamente.

O NOS Alive’26 anunciou duas novas confirmações para o cartaz: os galeses The Royston Club, que sobem ao Palco NOS a 9 de julho, e o português Noiserv, marcado para o Palco Heineken no último dia do festival, a 11 de julho.

Os The Royston Club, formados em 2017 por Ben Matthias, Tom Faithfull, Dave Tute e Sam Jones, chegam a Lisboa pouco depois de lançarem Songs for the Spine. A banda iniciou o percurso com “Shawshank”, ainda em 2017, um ponto de partida que lhes abriu portas para uma série de concertos e demos que consolidaram uma comunidade de seguidores atenta ao seu crescimento. O EP The State I’m In (2020) contribuiu para sedimentar a sonoridade indie que viriam a explorar nos trabalhos seguintes, incluindo lying here, wasting away (2021). Em 2023 editaram o primeiro álbum, Shaking Hips And Crashing Cars, que entrou diretamente no top 20 britânico e viu as edições físicas esgotarem rapidamente, incluindo as versões especiais.

No último dia do festival, o Palco Heineken recebe Noiserv, o projeto que David Santos lançou em 2005 e que rapidamente se destacou pela abordagem singular à composição. O álbum de estreia, One Hundred Miles from Thoughtlessness, chegou em 2008 e abriu caminho para um percurso marcado por experimentação e reconhecimento crítico. Almost Visible Orchestra, lançado em 2013, valeu-lhe a distinção de Melhor Disco pela Sociedade Portuguesa de Autores. Em 2025, ano que assinala duas décadas de carreira, o músico editou 7305, um trabalho que reforça a continuidade das suas explorações sonoras e o lugar que ocupa na música independente nacional.

Quanto aos bilhetes para o NOS Alive, estão à venda nos locais habituais, com o diário a custar 84€, o passe de dois dias a custar 168€ e o passe de três dias a poder ser adquirido por 199€.

Foto: Vera Marmelo

Polestar Portugal fecha 2025 com crescimento histórico e prepara 2026 ambicioso

Com a chegada do Polestar 5 e a abertura de novos Polestar Spaces, a marca elétrica consolida a sua posição em Portugal e define metas ousadas para o próximo ano.

No início deste ano, a Polestar Portugal definiu 2025 como um ano de viragem, com a ambição de crescer entre 60% e 80%, apoiando-se em três pilares estratégicos: a implementação de um novo e mais ativo modelo de negócio, reforçado pela chegada de novos parceiros e pela abertura de novos Polestar Spaces; a primeira operação completa com uma gama alargada de modelos, consolidando a presença da marca no mercado; e a renovação contínua da gama, culminando com a chegada do Polestar 5.

Ao longo de 2025, a Polestar registou um aumento do volume de vendas, especialmente com três modelos principais a destacarem-se. A melhoria dos modelos de negócio foi evidente com a entrada de novos parceiros, permitindo maior diversificação das apresentações, detalhamento de serviços e expansão da presença física. Foram inaugurados dois novos Polestar Spaces: em Lisboa, em parceria com a Santogal, e em Faro, em conjunto com a Pontautos. Estes espaços juntaram-se ao Polestar Space Porto, em parceria com a Triauto, já uma referência mundial.

Foi também o primeiro ano completo com vários modelos disponíveis. O Polestar 4 destacou-se como o modelo mais vendido, tanto para clientes particulares como empresariais. O Polestar 2 manteve a sua consolidação de anos anteriores, enquanto o Polestar 3 teve uma boa aceitação, com quotas de mercado relevantes no seu segmento. Ao longo do ano, foram introduzidas melhorias nos modelos existentes, especialmente no Polestar 2, preparando a gama para 2026.

Graças a esta estratégia, a Polestar atingiu, pela primeira vez, mais de 500 matrículas anuais em Portugal, crescendo mais de 65% face a 2024, marcando o terceiro ano consecutivo de crescimento e consolidando a marca como referência no mercado nacional.

Para 2026, a Polestar entra com metas ambiciosas: pretende crescer cerca de 20% face a 2025, apoiada numa rede comercial sólida, pela primeira vez com três parceiros experientes de norte a sul do país. Estão ainda previstas novidades de produto, incluindo a chegada do Polestar 5 às estradas portuguesas, renovações nos modelos atuais e outros lançamentos ainda no segredo dos deuses…

Conduzimos o novo Renault Clio, que chega ao mercado em 2026

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Conheçam a sexta geração do Renault Clio, com design mais expressivo, motor híbrido eficiente e condução confortável tanto na cidade como fora dela.

O Novo Renault Clio foi apresentado ao mundo em Portugal no início deste mês de dezembro, com ensaios internacionais na zona de Cascais e uma longa sessão técnica em Lisboa, onde a marca abriu o livro sobre o passado, o presente e o futuro daquele que continua a ser o seu modelo mais emblemático. E o Echo Boomer esteve por lá.

No discurso oficial repetiu-se uma frase que ajuda a perceber o peso do carro dentro da casa: “a Renault é o Clio, e o Clio é a Renault”. Não é exagero: em 35 anos de carreira, o Clio vendeu quase 17 milhões de unidades em 120 países e, no mercado português, é o modelo mais vendido de sempre desde o seu lançamento, sem rival direto em volume continuado.

A apresentação começou precisamente pela retrospetiva histórica. O Clio I chegou em 1990 para substituir o Super 5, estreando um nome próprio inspirado na musa grega da História e abandonando a lógica dos números. Cresceu em tamanho e segurança, ajudou a democratizar o airbag e o ABS no segmento e foi eleito Carro do Ano em 1991. O Clio II tornou-se a geração mais vendida de sempre, com 5,6 milhões de unidades, e ficou associado ao célebre 1.5 dCi, exemplo da tal “receita Clio”: ter o motor certo, com a energia certa, no momento certo. O Clio III deu um salto em refinamento, voltou a conquistar o título de Carro do Ano em 2006 e introduziu equipamentos marcantes para a época, como a navegação integrada TomTom. O Clio IV fez a rutura de design mais forte até então, com cores mais ousadas e tecnologia como a ecrã tátil e o cartão mãos-livres. Em 2019, o Clio V inaugurou a plataforma CMF-B, trouxe a eletrificação à gama e foi elogiado pelo conforto e precisão de condução.

Chegados a 2025, a Renault fala do novo Clio como sexta geração e assume que quis ir mais longe do que um simples restyling. As linhas exteriores foram redesenhadas com a obsessão das “proporções certas”: o carro ficou mais largo, com cerca de 4 cm adicionais na frente, vias alargadas em 39 mm e um aumento global de 7 cm repartido pela dianteira, traseira e distância entre eixos. O objetivo declarado foi criar “o Clio mais expressivo de sempre”, capaz de provocar “amor à primeira vista”, mas, por trás das frases de efeito, há trabalho técnico visível na integração dos faróis na carroçaria, na maior presença visual em estrada e na forma como os volumes são esculpidos.

Design e tecnologia que se notam à primeira vista

A aerodinâmica foi um dos grandes temas. Apesar de maior, o novo Renault Clio apresenta agora um coeficiente de arrasto de 0,30, melhor que os 0,32 da geração anterior. Para isso contribuem as grelhas com persianas ativas na frente, que abrem ou fecham em função das necessidades de refrigeração e de eficiência, o redesenho do spoiler traseiro e a própria assinatura luminosa, trabalhada para não perturbar o fluxo de ar. Os responsáveis falaram várias vezes na procura do menor consumo e das menores emissões possíveis, em linha com a meta interna de aumentar a percentagem de materiais reciclados: o objetivo de marca é 30%, mas no novo Renault Clio a fasquia sobe para perto de 34%. As jantes Triagun, por exemplo, utilizam cerca de 50% de alumínio reciclado, o que representa um abatimento de CO₂ equivalente a milhares de quilómetros de utilização de um Clio.

No interior, a evolução acompanha o que se vê por fora. O habitáculo está mais tecnológico e mais cuidado nos materiais, com plásticos de melhor toque, têxteis em preto e cinzento e, nas versões mais equipadas, aplicações de Alcantara no tablier, portas e bancos, além de um elemento decorativo em “titânio espectral”. Entre as curiosidades, a Renault destaca as 48 configurações de iluminação ambiente e bancos com maior apoio lateral nas variantes de cariz mais desportivo. A gama de cores exteriores inclui sete pinturas, com destaque para os novos Absolute Red e Absolute Green.

Outro grande destaque vai para a conectividade. Pela primeira vez num Renault Clio, o sistema OpenR com Google integrado chega ao segmento B: há Google Assistant, Google Maps sempre atualizado e acesso à Play Store com mais de uma centena de tipos de aplicações, incluindo plataformas de streaming de vídeo e áudio. Durante a apresentação, a marca sublinhou que, para a maioria dos utilizadores, deixa de ser obrigatório recorrer ao smartphone para ter navegação e entretenimento modernos, porque tudo está embebido durante três anos. Em 2026, o sistema deverá passar a integrar o Gemini, permitindo uma interação mais conversacional com o carro.

Motores, eficiência e dinâmica em estrada

A nível mecânico, o destaque recaiu na nova oferta híbrida, a versão que pudemos testar em estrada. O Renault Clio híbrido mantém a arquitetura full hybrid, mas vê a potência subir de 145 para 152 cv, graças à evolução do motor a gasolina e ao aumento da capacidade da bateria de 1,2 para 1,4 kWh, acompanhado por melhorias na transmissão multimodo. O resultado, segundo a Renault, é um carro mais rápido nas recuperações, mais suave nas transições entre modos e, ao mesmo tempo, com consumos homologados abaixo dos 4 l/100 km (foram apontados 3,9 l/100 km) e emissões na casa dos 89 g/km de CO₂. O sistema permite arranques sempre em modo elétrico e, em contexto urbano ou suburbano, até cerca de 80% do tempo de condução pode ser feito sem recorrer ao motor a combustão.

Novo Renault Clio

Para mercados onde o motor de combustão continua dominante, caso claro do mercado português, a Renault apresentou também um novo motor 1.2 turbo de três cilindros, partilhado com outros modelos do grupo. No Clio, passa a ser a proposta central da gama a gasolina, subindo a potência de 90 para 115 cv e aumentando o binário, para responder melhor tanto na cidade como em autoestrada. Este bloco estará disponível com caixa manual de seis velocidades e com uma nova opção automática de “toque direto”, que permite reduzir o consumo em cerca de 12%. No caso específico de Portugal, o GPL é um pilar essencial da estratégia para o Clio e foi tratado como tema central da sessão. A versão Renault Clio Eco G vê a potência subir de 100 para 120 cv e a capacidade do depósito de GPL aumentar de 32 para 50 litros, permitindo autonomias até 1.460 km. A marca sublinha que, no Clio V, cerca de 69% das vendas em Portugal já são de versões a GPL, quando há cinco anos esse valor rondaria apenas os 4%.

A dinâmica em estrada beneficiou do trabalho feito na plataforma CMF-B, comum a outros modelos da casa, mas com afinações específicas para o Renault Clio. A frente mais larga traz ganhos de estabilidade e comportamento, permitindo ao mesmo tempo a utilização de jantes de 16 a 18 polegadas sem sacrificar o conforto. Apesar do aumento das dimensões exteriores, o diâmetro de viragem permanece nos 10,4 metros, sinal de que a vocação urbana continua preservada. Na bagageira, os valores oficiais apontam para 391 litros nas versões a combustão e 309 litros no híbrido, um compromisso que mantém o uso diário em primeiro plano.

No campo do conforto acústico, os engenheiros deram exemplos concretos do que foi feito. Um deles é a utilização de espuma de isolamento em pilares estruturais para reduzir ruídos parasitas e melhorar a sensação de isolamento a bordo. Ao mesmo tempo, a segurança ativa foi fortemente reforçada, enquadrada no programa Human First. O novo Clio pode chegar a 29 sistemas de ajuda à condução, o que a marca reivindica como recorde no segmento. Desde o nível de entrada, todas as versões passam a contar com travão de estacionamento elétrico e cruise control adaptativo, e os níveis superiores acrescentam funções avançadas capazes de interpretar contextos mais complexos, como rotundas e mudanças de faixa. Foram também introduzidas ajudas especificamente pensadas para a cidade, como travagem automática em marcha-atrás e alerta de abertura de portas perante ciclistas ou veículos próximos.

Uma das novidades de utilização é o “Smart Mode”, um modo de condução inteligente que analisa o estilo de quem vai ao volante e alterna automaticamente entre Sport, Comfort e Eco. Quem já pôde experimentar o sistema por dentro admitiu ter passado muito mais tempo em Eco do que esperava, com consumos finais melhores do que o previsto.

Ao volante em Cascais: o Renault Clio na prática

Durante o ensaio internacional em Cascais, conduzi a versão Renault Clio Full Hybrid E-Tech 160 para perceber até que ponto este modelo evoluiu sem abdicar da sua identidade urbana. Antes de sair para a estrada, houve tempo para absorver os detalhes do carro e sentir a coerência do design, a qualidade dos materiais e a evolução tecnológica no habitáculo. A instrumentação digital e o sistema OpenR Link, já presentes noutros modelos recentes, melhoraram a experiência, sem que ficasse complexa. A navegação é intuitiva, os menus rápidos, e à primeira vista não senti “excessos”.

Ao volante, o Renault Clio confirma a sua vocação citadina. Em contexto urbano, destaca-se pela facilidade de utilização, pela suavidade do sistema híbrido e pela forma quase impercetível como alterna entre o modo elétrico e o motor a combustão. A condução torna-se descontraída, silenciosa e natural, ideal para o dia a dia. Fora da cidade, em percurso extra-urbano, o comportamento mantém-se equilibrado e confortável. A suspensão está bem afinada e transmite confiança mesmo quando o ritmo aumenta. Não é um carro com ambições desportivas, mas cumpre com segurança e previsibilidade em todos os cenários. Durante o ensaio, o consumo médio misto – combinando cidade e estrada – situou-se nos 4 litros aos 100 km, um reflexo de como o sistema híbrido trabalha de forma eficiente sem exigir atenção constante do condutor.

Este novo Renault Clio não procura reinventar o segmento B. Procura, isso sim, manter-se relevante num mercado em rápida transformação. Com mais tecnologia, melhor eficiência e uma abordagem equilibrada, continua a ser uma das propostas mais consistentes para quem procura um citadino moderno e versátil. As primeiras unidades estarão disponíveis no início de 2026, com versões a partir de 21.990€ no TCe 115 e 28.990€ no Full Hybrid E-Tech 160.

Governo aprova medidas estratégicas para reforçar a Cultura e os setores criativos

Incentivos a empresas, apoio à produção cinematográfica e bilhetes gratuitos para acompanhantes são algumas das novidades aprovadas pelo Governo para apoiar a Cultura.

O Governo anunciou hoje, em Conselho de Ministros realizado em Sintra, um conjunto de medidas estratégicas destinado a reforçar a Cultura, apoiar os setores criativos e promover a inclusão no acesso às atividades culturais.

O novo Regime de Mecenato Cultural prevê incentivos fiscais mais atrativos para empresas que apoiem projetos culturais. O limite de dedução em sede de IRC aumenta de 0,8% para 1% do volume de negócios, enquanto a majoração do donativo como gasto fiscal sobe de 130% para 140%. A plataforma digital única visa simplificar os processos de candidatura, e o estatuto de entidade cultural passa a ter uma validade de cinco anos. Foram ainda criados títulos de iniciativa cultural, com critérios claros que asseguram igualdade de acesso para todos os interessados.

No domínio do Cinema e Audiovisual, o programa SCRI.PT estabelece um novo modelo de financiamento para o período 2026-2029, com uma dotação global de 350 milhões de euros. Os incentivos anuais aumentam de 34 para 50 milhões de euros, e é criada uma linha de garantia mútua de 150 milhões para apoiar a produção. O financiamento a grandes produções passa a ser de 35 milhões de euros por ano, enquanto as restantes produções terão acesso a 15 milhões anuais. A gestão do programa ficará a cargo do Instituto do Cinema e do Audiovisual, em articulação com os Ministérios da Cultura, da Presidência e da Economia.

Para promover a inclusão, é introduzido o bilhete gratuito para acompanhantes de pessoas com deficiência em espaços culturais públicos. Esta medida complementa o Selo de Espaços Culturais Acessíveis e Inclusivos (SECAI) e será integrada de forma gradual nos sistemas de bilhética, garantindo transparência e proteção dos dados dos utilizadores.

O Governo anunciou também a criação do CACE Centro, em Alcabideche, destinado a acolher a Coleção de Arte Contemporânea do Estado a partir do primeiro semestre de 2026. O espaço concentrará cerca de 3.000 obras, permitindo uma poupança anual estimada em 660.000€, e oferecerá programação expositiva e serviços educativos. O reforço dos serviços educativos na Rede Portuguesa de Museus contará com uma dotação de um milhão de euros, incluindo majorações para projetos no interior do país, com o objetivo de promover a coesão territorial e ampliar o acesso à Cultura.

Aumento do preço das memórias deverá encarecer smartphones em 2026

O aumento do custo da memória DRAM está a pressionar os fabricantes de smartphones, que em 2026 deverão lançar equipamentos mais caros e, em muitos casos, com menos memória.

O aumento do preço das memórias deverá encarecer os smartphones em 2026, com impacto direto nas especificações e nas escolhas feitas pelas fabricantes. Um relatório recente da Counterpoint Research aponta para uma subida significativa dos custos de produção, num contexto de menor procura global e de maior pressão sobre componentes essenciais.

De acordo com a consultora, as remessas globais de smartphones deverão cair cerca de 2,1% em 2026, enquanto que o preço médio dos equipamentos poderá aumentar aproximadamente 6,9%. Um dos principais fatores por detrás desta tendência é a escalada no preço da memória DRAM, componente fundamental para o desempenho, a fluidez de sistemas operativos e a capacidade de multi-tarefas dos dispositivos móveis.

A pressão sobre o mercado da memória resulta sobretudo da forte procura por parte dos centros de dados ligados à inteligência artificial, que absorvem grandes volumes de DRAM e influenciam os preços a nível global. E este desequilíbrio já se reflete nos custos dos materiais. A Counterpoint estima aumentos na ordem dos 25% nos modelos de entrada, 15% nos equipamentos de gama média e cerca de 10% nos smartphones de gama alta.

As projeções da Memory Solutions for GenAI apontam ainda para novos aumentos entre 10% e 15% até ao segundo trimestre de 2026, com a memória DRAM a poder registar subidas acumuladas que, em alguns cenários, se aproximam dos 40%. Estes valores colocam pressão adicional sobre as margens das fabricantes, sobretudo nos segmentos mais sensíveis ao preço.

Para acomodar estes custos, várias marcas deverão optar por reduzir a quantidade de memória integrada nos novos modelos. Configurações com 16 GB de RAM tendem a tornar-se menos comuns, mesmo em equipamentos topo de game, com um regresso a uma normalização de equipamentos com 12 GB ou 8 GB. Nas camadas mais acessíveis, os 4 GB de RAM poderão voltar a afirmar-se como padrão, limitando a longevidade e o desempenho em tarefas mais exigentes.

Em paralelo, multiplicam-se estratégias de contenção, como a reutilização de componentes de gerações anteriores e cortes noutras áreas do hardware, incluindo sistemas de câmaras ou módulos de áudio, que poderão não ver saltos tecnólogos muito elevados nas iterações anuais dos equipamentos. Em alguns casos, estas limitações surgem acompanhadas por versões mais caras posicionadas como “Pro”, sem alterações estruturais relevantes face aos modelos base.


Ferrara Plaza já tem cacifos da Amazon e vai receber ponto de recolha InPost em 2026

Centro comercial Ferrara Plaza expande a sua oferta com novas marcas e pontos de recolha, combinando moda, restauração e conveniência para visitantes da região.

O Ferrara Plaza reforçou recentemente a sua presença na região com a introdução de novas marcas e serviços, ampliando a experiência oferecida aos visitantes. Entre as novidades destacam-se a Forte Store Stock Off, o KFC e pontos de recolha Amazon Locker, enquanto a Mango e a InPost estão previstas para chegar em 2026.

A Forte Store Stock Off já abriu no piso 2, oferecendo produtos de marcas reconhecidas como Calvin Klein, Guess, Lacoste, Levi’s, Mayoral, Michael Kors, Name It, Pepe Jeans e Tommy Jeans, num formato outlet disponível ao longo de todo o ano.

O KFC passou igualmente a integrar o espaço. O restaurante permite encomendas no balcão, através de quiosques digitais, serviço de take-away e entregas por plataformas como Uber Eats e Glovo. A abertura trouxe também um contributo económico local com a criação de 18 novos postos de trabalho.

Para além disso, o centro comercial passou a disponibilizar pontos de recolha Amazon Locker, permitindo que os clientes levantem encomendas de forma prática e segura, sem custos adicionais e todos os dias da semana.

Em 2026, a Mango abrirá uma loja no piso 1, e no mesmo ano será inaugurado um ponto de recolha InPost no piso 0.

Avança a construção do bairro Portela da Villa em Torres Vedras

A construção do bairro Portela da Villa em Torres Vedras avança com apartamentos T2 e T3 e lotes para moradias, próximos do centro e da A8.

A construção do bairro Portela da Villa, em Torres Vedras, está em curso, com destaque para os apartamentos Jacarandá nas tipologias T2 e T3, com preços desde 360.000€. O empreendimento, desenvolvido pela LeapAssets, situa-se a cerca de cinco minutos do centro da cidade e com acesso rápido à A8, permitindo ligar a Lisboa em aproximadamente 40 minutos.

Os apartamentos foram concebidos para o quotidiano, com varandas amplas, áreas funcionais e boa iluminação natural. A componente técnica inclui pré-certificação energética A, painéis solares e pré-instalação para carregadores elétricos, alinhando-se com os padrões atuais de eficiência energética. Destinam-se principalmente a quem procura a primeira habitação, mantendo, no entanto, atratividade para outros perfis de comprador.

O projeto inclui ainda lotes destinados à construção de moradias unifamiliares, em banda, geminadas ou isoladas, a partir de 67.500€. Estes lotes permitem aos compradores definir a organização da casa, escolher materiais e soluções arquitetónicas adaptadas ao seu estilo de vida. Alguns terrenos dispõem de PIP aprovado, facilitando a avaliação da viabilidade construtiva e agilizando as etapas iniciais do processo.

A localização do empreendimento destaca-se pela proximidade a escolas, incluindo a Escola Internacional de Torres Vedras, recentemente integrada no grupo FORFAR Education, e às praias da região. O plano urbanístico prevê 121 lotes, zonas verdes, percursos pedonais e áreas de lazer, contando já com um parque canino em funcionamento, numa lógica que favorece deslocações curtas e o contacto com o exterior.

O bairro procura articular habitação, natureza e serviços de proximidade, respondendo a diferentes perfis de residentes, desde quem procura apartamentos prontos a habitar até quem deseja desenvolver uma moradia própria.

COMBINA junta Continente, Galp e NOS numa iniciativa para reduzir despesas essenciais

Três marcas portuguesas juntam-se no COMBINA, uma iniciativa que oferece vantagens acumuláveis nas compras, energia e mobilidade.

O Continente, a Galp e a NOS juntaram-se para lançar o COMBINA, uma iniciativa que pretende aliviar algumas das despesas que mais pressionam o orçamento das famílias portuguesas. As três empresas apresentam o projeto como uma forma organizada de ajudar quem quer controlar melhor custos que, somados, ocupam uma parte significativa das despesas mensais.

A proposta assenta num sistema contínuo de benefícios que acompanha rotinas comuns, desde as compras no supermercado às deslocações, permitindo ainda acumular as vantagens já existentes no Cartão Continente. Segundo cálculos das próprias marcas, a poupança anual pode ultrapassar os 600€, valor próximo do que uma família gasta, em média, com eletricidade Galp Casa ou semelhante ao custo de uma subscrição anual do pacote NOS 4.

O COMBINA entra em vigor a 26 de dezembro e organiza-se em três níveis, consoante o número de serviços associados. A combinação de um serviço Galp Casa ou de um pacote NOS garante 2% em Cartão Continente e uma redução de 0,20€ por litro em combustível. A associação de dois serviços – ambos da Galp ou um da Galp e um da NOS – aumenta o benefício para 5% e reduz o preço dos combustíveis em 0,25€ por litro. A adesão a três ou mais serviços – três da Galp ou uma combinação entre Galp e NOS – eleva o retorno para 10% e fixa a poupança em 0,30€ por litro.

Porto acolhe o Atelier Barre, um estúdio dedicado ao corpo e à mente

O Atelier Barre abriu no Porto, oferecendo aulas de Barre, workshops, boutique e bar, combinando bem-estar, movimento e momentos de convívio.

O Porto passou a contar com um novo espaço dedicado ao bem-estar e à autenticidade, localizado na Avenida da Boavista, no Edifício do Infante. O Atelier Barre propõe-se a ir além do conceito tradicional de estúdio de Barre, combinando movimento, cuidado pessoal e momentos de convívio num ambiente que privilegia a experiência completa.

Idealizado por Catarina Cruz, o projeto nasce das suas viagens e vivências, refletindo a procura por um equilíbrio entre exigência física e prazer. A fundadora defende que a mulher contemporânea, que assume múltiplos papéis no dia a dia, necessita de locais onde possa cuidar do corpo sem abdicar de momentos de descontração. “O Atelier Barre é mais do que um estúdio, é um convite a que cada pessoa se encontre consigo própria. Aqui, a disciplina pode ser manter uma rotina de aulas de Barre ou simplesmente desfrutar de um momento semanal com amigas, acompanhado de um copo de vinho ou de um chá. Venho de uma vila no Douro, onde a partilha torna tudo mais genuíno, e se houver vinho, tanto melhor”, explica Catarina Cruz.

O Atelier Barre oferece aulas de Barre, uma modalidade que combina força, flexibilidade e concentração, bem como aulas específicas para grávidas, conduzidas por uma professora especializada em pré e pós-natal. O espaço organiza ainda aulas temáticas, como as sessões de dezembro inspiradas no novo álbum de Rosalía, eventos e workshops, incluindo o Barre & Wine, que combina exercício, pintura de garrafas e degustação de vinhos, e uma aula de maquilhagem festiva prevista para finais de dezembro.

Além da oferta de aulas e eventos, o Atelier Barre integra uma boutique com marcas selecionadas, como Camia Shoes, Esmér e Brizza Brand, e um bar com uma seleção de vinhos e cocktails, pensado para complementar os momentos de pausa e convívio.

Gaston de Beauty and the Beast da Disney vai ter o seu próprio spin-off

Beauty and the Beast prepara-se para mais um projeto live-action, com um spin-off dedicado ao seu vilão.

Gaston de Beauty and the Beast, vai ser o protagonista de mais um spin-off live-action da Disney. De acordo com o portal Deadline o projeto já está em desenvolvimento e irá focar-se na história do antagonista fanfarrão eternamente apaixonado por Bela, que na mais recente adaptação de 2017 foi interpretado por Luke Evans. A mesma fonte não garante que o ator galês de 46 anos regresse ao papel, alegando que a Disney poderá estar à procura de uma nova cara para o reinterpretar.

Por enquanto também não há um realizador apontado para o projeto, mas já se sabe que o guião vai estar a cargo de David Callaham, que conta no currículo filmes como Godzilla x Kong: The New Empire, Spider-Man: Across the Multiverse e Shang Chi and the Legend of the Ten Rings, enquanto que Michelle Rejwan será o produtor. Sem mais informações adicionais, sabe-se apenas que “o filme terá um tom de aventura“.

A concretizar-se, o projeto será o terceiro a entregar o ponto de vista de alguns dos maiores antagonistas, humanizando-os ou apresentando as suas tragédias. Anteriormente Maleficient, de A Bela Adormecida e Cruella de Os 101 Dálmatas, foram os objetos de estudo com duas produções relativamente bem recebidas pela crítica e audiências.

Beauty and the Beast (A Bela e o Monstro) foi originalmente adaptado para animação pela Disney em 1991, inspirada num conto de fadas francês do século XVII, tendo recebido o remake live-action em 2017, com Emma Watson e Dan Stevens nos papeis principais. O filme de animação original tornou-se num clássico instantâneo e chegou mesmo a receber dois Óscares para Melhor Música e Melhor Banda Sonora. Já o remake, teve mais dificuldade me convencer as audiências, mas ainda garantiu duas nomeações, de Melhor Guarda Roupa e Melhor Produção e Design.

BMcar inaugura showroom de nova geração BMW em Póvoa de Varzim

O novo showroom da BMcar em Póvoa de Varzim custou um milhão de euros e faz parte de um plano de modernização.

A BMcar inaugurou em Póvoa de Varzim um showroom totalmente renovado, posicionando-se entre os primeiros espaços a nível mundial a integrar a nova geração tecnológica e estética definida pelo BMW Group. Este investimento, superior a um milhão de euros, insere-se num plano global de 15 milhões de euros destinado a remodelar todas as concessões do grupo até final de 2026, sendo a unidade da Póvoa de Varzim responsável por cerca de 7% do investimento total. A renovação abrange o showroom BMW, zonas digitais e interativas, áreas de aconselhamento, atendimento pós-venda e um novo conceito arquitetónico.

O espaço da Póvoa de Varzim reflete a nova geração BMW, combinando funcionalidades intuitivas, zonas digitais de interação, fluxos de atendimento e pós-venda mais eficientes, arquitetura luminosa e envolvente e aconselhamento integral que reforça a experiência premium. A concessão conta atualmente com 40 colaboradores especializados.

A intervenção surge depois das remodelações realizadas em Guimarães, Famalicão e Viana do Castelo, seguindo-se atualmente as obras na BMcar Barcelos e na BMcar BMW Motorrad. A estratégia continuará com as reformas previstas para a BMcar Porto CEC e a BMcar Braga, ambas previstas para 2026. Durante o próximo ano, prevê-se aplicar os restantes 35% do plano, com o objetivo de reforçar a experiência do cliente e atingir uma faturação próxima dos 300 milhões de euros em Portugal.

Pizzaria San Paolo Odivelas, onde o rebordo da pizza não fica no prato

Forno a lenha, fermentação lenta e pizzas pensadas para partilhar: a Pizzaria San Paolo abriu em Odivelas com um conceito inspirado em São Paulo.

Depois do sucesso no Carregado, a Pizzaria San Paolo abriu portas em Odivelas, levando pela primeira vez à Grande Lisboa o conceito de pizza paulistana – uma tradição cozida em forno a lenha, nascida da fusão entre a herança italiana e a cultura vibrante de São Paulo.

Autenticidade italiana e alma paulistana definem o conceito da casa. Fiel às tradições, à origem e à qualidade dos ingredientes, a pizza paulistana afirma-se pela liberdade criativa e, sobretudo, pelo ritual social que a envolve. Em São Paulo, pizza é sinónimo de partilha: cada pessoa escolhe um sabor, todos provam um pouco de cada, e a mesa transforma-se num ponto de encontro. Não é por acaso que, tradicionalmente, o domingo à noite é dia de pizza – e de convívio.

Na Pizzaria San Paolo, esse espírito traduz-se em pizzas familiares de 40 cm de diâmetro, pensadas para grupos e para serem partilhadas. O destaque começa na massa, preparada com uma mistura de 80% de farinha 5 Stagioni e 20% de farinha Caputo integral, que lhe confere leveza, aroma e elevada digestibilidade. A fermentação é lenta, entre 24 e 36 horas, permitindo uma estrutura interna macia e bem alveolada. As pizzas individuais utilizam bolinhas de massa com 220 gramas, enquanto as familiares recorrem a porções de 320 gramas. A cozedura é feita em forno a lenha, com apoio eléctrico para garantir estabilidade térmica e um padrão constante de qualidade.

A seleção de ingredientes segue o mesmo rigor, sendo que os tomates Mutti, a mozzarella de búfala, o queijo Fior di Latte e o fiambre cotto italiano são importados. A pizzaria reconhece as limitações de alguns produtos portugueses para este tipo de pizza – como o fiambre e certas azeitonas – e opta por soluções que garantam o melhor resultado final. Ainda assim, a multiculturalidade que marca São Paulo está bem presente, permitindo fusões criativas sem nunca perder a base italiana.

Entre os sabores mais emblemáticos surgem a Portuguesa, a Calabresa tradicional (sem queijo), a Margherita à moda paulistana – com tomate fresco fatiado e orégãos – e várias combinações com Catupiry, ingrediente icónico da pizza brasileira. A unidade de Odivelas, segundo ficámos a saber num almoço onde estivemos presentes, apresenta ainda criações exclusivas, como a Marsala, com Mascarpone, tomate confitado e cebola caramelizada em vinho Marsala; a Bianca, com Mascarpone, bacon desidratado e pesto de limão; a Panna, com base de creme de espargos e presunto; e a Mel Picante, que junta pepperoni, mel picante e cebola-roxa.

Mas a experiência vai além da pizza. A carta da Pizzaria San Paolo inclui pratos como a Lasanha em forno a lenha, Stromboli recheados com salame ventricina picante, mozzarella, tomate, cebola-roxa caramelizada e rúcula, Rondelli de Ricotta e Espinafres com molho de tomate e bechamel, Ravioli de Abóbora com sálvia e manteiga queimada, e uma Panna Cotta de frutos vermelhos com um toque secreto de especiarias.

O serviço privilegia o jantar, tal como acontece em São Paulo, onde o consumo de pizza ao almoço é residual. À noite, a mesa enche-se, os sabores multiplicam-se e a partilha impõe-se como regra. Para complementar a refeição, a San Paolo conta com vinhos de produção própria, desenvolvidos em parceria com produtores da região de Alenquer, reforçando a identidade da casa. No inverno, o vinho ganha protagonismo; no verão, a preferência recai sobre a cerveja.

A Pizzaria San Paolo é liderada por Saulo Cardoso, sócio-gerente da Fantastic Cuisine, grupo que detém restaurantes como o Fogão Gaúcho – aliás, ali a poucos metros está precisamente um restaurante deste conceito de rodízio. Apesar da vasta experiência na área, a expansão das pizzarias é feita com cautela, escolhendo apenas locais que permitam manter a qualidade do produto e a coerência do conceito. A San Paolo aposta ainda num programa de fidelização transversal às várias unidades do grupo, promovendo proximidade e continuidade na relação com o cliente.

Em Odivelas, a Pizzaria San Paolo apresenta-se com pizzas pensadas para ser partilhadas, feitas com tempo, técnica e respeito pela tradição, mas com a irreverência própria de São Paulo. Aqui, o rebordo não fica no prato.

Jennifer Lawrence e Josh Hutcherson vão regressar a The Hunger Games em Sunrise on the Reaping

Seja como tributos ou como voluntários, Jennifer Lawrence e Josh Hutcherson regressam aos jogos mais de uma década depois.

Ainda não se sabe se será como “tributo” ou não, mas os jogos não terminaram para Jennifer Lawrence e Josh Hutcherson, as estrelas da saga distópica The Hunger Games, baseada nos livros com o mesmo nome de Suzanne Collins, que estão de regresso no próximo filme.

A informação foi avançada pelo The Hollywood Reporter, que confirmou que dupla está de volta no próximo ano, na prequela Hunger Games: Sunrise on the Reaping. Jennifer Lawrence e Josh Hutcherson regressarão assim aos papéis de Katniss Everdeen e Peeta Mellark, respetivamente, 11 anos depois de se despedirem da saga, que terminou em 2015 com The Hunger Games: Mockingjay – Part 2.

A história de The Hunger Games: Sunrise on the Reaping leva-nos de volta a Panem, mais propriamente à manhã da escolha dos participantes para a 50ª edição dos Hunger Games, 24 anos antes dos eventos do primeiro livro, publicado em 2008. Assim, a presença da dupla antecipa um salto temporal para o futuro. Algo que não será uma surpresa para quem for familiar do romance homónimo de Suzanne Collins, publicado em março deste ano.

Produzido pela Lionsgate, o próximo capítulo da saga conta um elenco de peso, composto ainda por Joseph Zada, Elle Fanning, Ralph Fiennes, Glenn Close, Jesse Plemons, Maya Hawke e Kieran Culkin. O responsável pela saga desde Catching Fire, Francis Lawrence regressa na cadeira de realizador e Billy Ray é o guionista, que adapta o livro de Collins.

The Hunger Games: Sunrise on the Reaping tem estreia marcada para novembro de 2026, mas antes ainda vai ser possível ver Josh Hutcherson em Five Nights at Freddy’s 2.

Projeto da IKEA transforma a cozinha num espaço de autonomia para pessoas cegas

Um projeto da IKEA Portugal, em parceria com Marta Paço, mostra como o design pode tornar a cozinha num espaço autónomo para pessoas cegas.

A IKEA Portugal desenvolveu uma cozinha pensada para garantir autonomia total a pessoas cegas, num projeto realizado em parceria com a surfista adaptada e tetracampeã mundial Marta Paço. O espaço foi concebido para funcionar como um verdadeiro mapa tátil, onde a orientação, a segurança e a utilização quotidiana assentam sobretudo no toque e no som, sem recorrer a produtos específicos ou a soluções fora do catálogo habitual da marca.

A cozinha parte do princípio de que a acessibilidade pode ser integrada no design corrente, desde que exista uma abordagem informada e sensorial ao espaço. Com base na experiência pessoal de Marta Paço, cada decisão foi orientada para facilitar tarefas como cozinhar, arrumar, limpar ou simplesmente circular na divisão de forma autónoma e intuitiva. Os materiais, as texturas e a disposição dos elementos foram escolhidos para criar referências claras, permitindo que uma pessoa cega ou com visão reduzida se mova com confiança.

Todas as soluções utilizadas pertencem à gama regular da IKEA, o que reforça a ideia de que o design inclusivo não depende de produtos de nicho. Puxadores fáceis de identificar ao toque, portas com cantos arredondados e recipientes com diferentes formas e texturas ajudam na organização do espaço e na identificação dos objetos. A bancada foi seleccionada para suportar tachos quentes diretamente sobre a superfície, enquanto a mesa de refeições, de formato circular, reduz o risco de choques e acidentes.

A componente sonora desempenha também um papel central. A placa de indução emite sinais auditivos sempre que um comando é ativado, e a máquina de lavar loiça avisa no final de cada ciclo, reforçando a perceção do que está a acontecer no espaço. O forno e o microondas foram instalados a uma altura que facilita o acesso, evitando movimentos desnecessários ou potencialmente perigosos. Até o espaço sob a mesa foi considerado, permitindo que um cão-guia possa permanecer próximo do seu dono de forma confortável.

Uma réplica desta cozinha estará em exposição nas lojas IKEA em Portugal e disponível para consulta no site oficial da marca sueca, permitindo ao público conhecer de perto um espaço onde o design é utilizado como ferramenta de promoção da autonomia no quotidiano.