A versão 21.3 do Kodi chega com várias correções, melhorias de desempenho e suporte de HDR em consolas Xbox One.
A equipa da Kodi lançou a versão 21.3 do da sua aplicação multimédia para todos os utilizadores, que vem corrigir vários erros, otimizar o desempenho e introduzir uma opção há muito pedida por alguns utilizadores.
Esta opção é a grande novidade da versão 21.3, que ativa finalmente o suporte de HDR nas consolas Xbox One, permitindo que os utilizadores das consolas da Microsoft possam assistir aos seus conteúdos compatíveis neste formato. A atualização é composta por uma extensa lista de resolução de problemas, entre eles problemas relacionados com a reprodução de discos Blu-ray em sistemas Linux; erros de áudio e de legendas na retoma da reprodução de Blu-Rays; alterações na gestão dos metadados do HDR10; e correções na seleção de legendas identificadas por códigos de idioma ISO 639-1 de duas letras. O Kodi 21.3 inclui também com melhorias na análise da biblioteca de vídeos, corrigindo falhas que podiam levar à sobrescrita de diversos episódios ou à deteção incorreta de várias versões do mesmo filme.
A apresentação visual da aplicação não muda na nova versão, mas foram também corrigidos alguns comportamentos anómalos e dependentes de cenários muito específicos. E no que toca a redes destaca-se a adição de suporte para autenticação HTTP básica.
Esta é uma atualização categorizada como “pontual”, que pode ser atualizada a partir de qualquer versão 21.x de forma segura, embora sja recomendada a realização de um backup. A equipa da Kodi alerta ainda que a distribuição através da Microsoft Store e da Google Play poderá demorar mais alguns dias a ser concluída.
Com o Benfica District, o clube da Luz quer reduzir a dependência de receitas do futebol e criar um novo polo desportivo, cultural e comercial.
A direção do Sport Lisboa e Benfica anda a percorrer o país para explicar aos sócios o que pretende fazer na zona da Luz, e a sessão no Algarve, que aconteceu na noite de 16 de dezembro, voltou a deixar claro que o Benfica District é, para já, o grande dossiê do clube. Nuno Catarino, vice-presidente e responsável financeiro, detalhou o plano: por um lado, a ampliação do estádio até aos 80.000 lugares; por outro, a transformação da área envolvente num complexo multiusos que, se tudo correr dentro do previsto, só estará totalmente concluído em 2030.
A expansão da Luz é apresentada como um processo contínuo, pensado para nunca interromper a atividade desportiva. O ponto de partida são os atuais 68.116 lugares. O caminho até aos 80.000 está desenhado em quatro etapas principais. Primeiro, a remodelação do piso 0. Depois, o rebaixamento do relvado, aproximando as bancadas e criando o ambiente mais “à inglesa” de que a direção tanto fala. A seguir, o clube quer introduzir uma zona de lugares em pé, inspirada nos modelos alemães, embora a legislação nacional ainda exija um trabalho jurídico mais cuidadoso. No fim, já ligado diretamente ao Benfica District, surge o reforço da estrutura exterior, permitindo acrescentar novas filas nas bancadas superiores. O preço do aumento da lotação está calculado: cerca de 75 milhões de euros no total, ou 7.000€ por cada novo lugar.
À volta do estádio, o projeto é bem mais vasto. Inclui uma arena com 10.000 lugares, pavilhões para diferentes modalidades, um museu renovado, uma loja, espaços comerciais, zonas de restauração, um hotel, áreas residenciais, escritórios, percursos pedonais, um teatro e até uma piscina. A estimativa global ronda os 220 milhões de euros, com margem para uma contingência adicional de 10%. A expectativa da direção é que o distrito gere receitas anuais na ordem dos 37 milhões de euros, distribuídas pela exploração da arena, rendas, serviços do clube, atividades corporate, concessões e publicidade.
Apesar da dimensão do investimento, Nuno Catarino afirmou que o objetivo é que o projeto seja autossustentável e não acabe a pesar na tesouraria. O financiamento ainda não está fechado, como seria de esperar, e só avançará se os custos finais não escaparem ao que foi projetado. Quanto aos prazos de amortização, a direção aponta para 15 anos, embora admita que os bancos consideram o plano ambicioso. O exemplo do Sporting, que estendeu a operação Alvaláxia até aos 27 anos, tem sido usado para contextualizar essa diferença de ritmos.
Outro tema que voltou a surgir foi o naming do Estádio da Luz. José Gandarez, também vice-presidente, explicou que o Benfica District pode acelerar essas negociações, já que a nova cobertura transformará o recinto num espaço com maior visibilidade comercial. As conversas estão em curso e o clube procura um parceiro sólido, capaz de assumir um contrato de oito a dez anos.
Se a Assembleia Geral de 3 de janeiro der luz verde, o passo seguinte será a entrada do processo na Câmara Municipal de Lisboa. A partir daí, o calendário já está traçado: finalização dos projetos de execução, concursos, primeiras demolições e, a partir de 2028, construção a sério. A inauguração está prevista para o final de 2029, e até lá o Benfica garante que a equipa principal continuará a jogar na Luz, com as modalidades a recorrerem a outros pavilhões durante as fases mais sensíveis das obras.
A 16.ª edição do Sumol Summer Fest chega à Caparica em julho de 2026, com primeiro lote de bilhetes disponível e detalhes do cartaz para breve.
O Sumol Summer Fest vai regressar à Costa da Caparica para assinalar a 16.ª edição daquele que continua a ser visto como o momento simbólico de abertura do verão. As datas estão confirmadas: 3 e 4 de julho de 2026, junto à praia de São João, no Parque de Campismo do Inatel, mantendo-se o cenário habitual que junta ambiente descontraído, proximidade ao mar e uma programação focada no arranque da época estival.
A organização volta a aproveitar o período natalício para lançar a nova edição, posicionando o Fã Pack associado à FNAC como uma das principais propostas antecipadas. O conjunto inclui um passe de dois dias com campismo e alguns elementos de merchandising, existindo ainda vinte unidades que garantem acesso duplo à zona VIP e ao Golden Circle do Palco Sumol, destinadas a quem pretenda acompanhar os concertos a partir de uma área mais próxima do palco.
Os bilhetes encontram-se disponíveis na Blueticket e nos restantes pontos de venda autorizados, com o primeiro lote limitado a uma quantidade reduzida. Os preços abrangem o passe geral com campismo, o passe sem campismo, o bilhete diário e as opções de upgrade para o Golden Circle. A organização adianta que os primeiros nomes do cartaz serão divulgados em breve.
O Fã Pack FNAC, em edição limitada, mantém o valor de 60€.
A monitorização de dados pessoais será encerrada em 2026, após críticas à falta de soluções práticas para os utilizadores.
A Google confirmou a descontinuação do Dark Web Reports, uma ferramenta dedicada à monitorização de dados pessoais em fóruns e bases de dados clandestinas. A decisão surge na sequência do feedback dos utilizadores, que consideraram que o serviço, apesar de informativo, raramente oferecia respostas ou soluções viáveis para lidar com fugas de dados.
De acordo com Google, o seu objetivo passa agora por concentrar esforços em ferramentas que disponibilizem medidas de segurança mais eficazes, embora não detalhe como nova abordagem se distingue da anterior. O encerramento do Dark Web Reports acontece em duas fases, uma 15 de janeiro de 2026, na qual o sistema deixará de efetuar verificações em busca de novas violações de dados. E a segunda a 16 de fevereiro de 2026, quando o Dark Web Reports será removido por completo, com a eliminação automática de todos os perfis de monitorização associados.
Os utilizadores poderão apagar manualmente os seus dados antes dessa data, mas devem ter em conta que essa opção implica a perda imediata de acesso ao relatório. Em alternativa, a Google recomenda a utilização de outras ferramentas já existentes no seu ecossistema, como a Verificação de Segurança, o Gestor de Palavras-passe ou a funcionalidade “Resultados sobre si”, que permite solicitar a remoção de informações pessoais dos resultados da pesquisa Google. No entanto, a descontinuação não afeta os utilizadores de contas Google Workspace, uma vez que estes nunca tiveram acesso ao Dark Web Reports. Ainda assim, a decisão reforça a tendência da empresa para simplificar a sua oferta, eliminando serviços considerados redundantes ou de utilidade limitada.
O McDonald’s abriu em Amarante o seu primeiro restaurante na cidade, criando cerca de 50 empregos.
A McDonald’s abriu hoje, dia 16 de dezembro, em Amarante o seu primeiro restaurante na cidade, tornando-se no 219.º ponto de venda da marca em Portugal.
Situado numa zona em desenvolvimento de Amarante, o novo restaurante promete dinamizar a área e será gerido por Regina Alves, que conta com quase três décadas de experiência na marca. O espaço dispõe de 143 lugares no interior e 64 na esplanada, complementados por McDrive com duas pistas e estacionamento privado, incluindo lugares para veículos elétricos, assim como a opção de Pedidos Mobile.
O design privilegia o conforto e a funcionalidade, aliando tecnologia e soluções de sustentabilidade, como ecopontos para a separação seletiva de resíduos. A inauguração trouxe consigo cerca de 50 novos postos de trabalho diretos, reforçando a economia local.
15 anos após o encerramento do ramal da Lousã, o novo sistema de mobilidade arrancou com operação gratuita e horários completos.
O Sistema de Mobilidade do Mondego (SMM) iniciou esta terça-feira a sua operação plena entre Coimbra e Serpins, no concelho da Lousã, encerrando um longo capítulo de indefinição que se prolongou por 15 anos desde o fecho do antigo ramal ferroviário. O serviço, assegurado por autocarros elétricos em via dedicada, o chamado metrobus, será gratuito até ao final do mês.
Depois de uma fase inicial limitada ao troço urbano de Coimbra, a operação estende-se agora aos concelhos de Miranda do Corvo e da Lousã, territórios particularmente afetados pelo encerramento da linha férrea em janeiro de 2010. Na altura, o corte foi justificado com a promessa de um metro ligeiro de superfície, projeto que acabaria por nunca avançar nos moldes inicialmente previstos. Na cidade de Coimbra, o metrobus circulará com elevada cadência, atingindo frequências de cinco minutos nas horas de maior procura. Fora dos períodos de ponta, os intervalos variam entre 7,5 e 16 minutos, com serviço a funcionar entre as 06h e cerca das 00h30.
Já no troço suburbano, a oferta será ajustada à procura. Por exemplo, em Miranda do Corvo, os autocarros passam de dez em dez minutos nas horas de ponta, enquanto na Lousã a frequência será de 15 minutos. O serviço começa às 05h30 e prolonga-se até às 00h30, sendo que o último metrobus parte de Coimbra em direção a Serpins à meia-noite e meia nos dias úteis e às 00h15 aos fins de semana e feriados.
O projeto do SMM ficou marcado por sucessivos atrasos, reformulações e interrupções, acabando por ser relançado como metrobus durante o anterior Governo liderado por António Costa. As principais empreitadas foram então adjudicadas, num investimento global que ronda os 220 milhões de euros.
A entrada em funcionamento do troço entre Coimbra e Serpins, com 36 quilómetros de extensão e 27 estações, foi assinalada com a presença do primeiro-ministro, Luís Montenegro. Ficam ainda por concluir a ligação à estação ferroviária de Coimbra-B e a linha de acesso aos Hospitais da Universidade de Coimbra, infraestruturas cuja conclusão está prevista para 2026.
Comissão Europeia permite produção de veículos a combustão para além de 2035, enquanto define metas para elétricos e baterias europeias.
A Comissão Europeia apresentou um pacote de medidas para apoiar a transição do setor automóvel para uma mobilidade mais limpa, combinando metas ambientais com maior flexibilidade para os fabricantes. O objetivo é atingir a neutralidade climática e a independência estratégica até 2050, ao mesmo tempo que se simplificam regras e se reforça a produção na União Europeia.
O pacote estabelece incentivos claros para veículos com emissões nulas, ao mesmo tempo que permite aos fabricantes uma margem de manobra para cumprir os objetivos de CO2, incluindo medidas específicas para veículos de empresa e um conjunto de ações conhecido como Omnibus Automóvel, que prevê poupanças anuais de cerca de 706 milhões de euros através da redução da burocracia.
Uma das alterações mais significativas diz respeito à regra sobre motores de combustão. O Parlamento Europeu tinha aprovado a proibição de vendas de automóveis com emissões poluentes a partir de 2035, mas o Conselho Europeu reviu essa decisão após pressão do setor automóvel. No novo quadro, os fabricantes terão de reduzir 90% das emissões pelo tubo de escape a partir de 2035, podendo compensar os 10% restantes através do uso de aço de baixo carbono produzido na UE ou de combustíveis alternativos, incluindo eletrónicos e biocombustíveis.
Esta abordagem permite que híbridos, híbridos plug-in e motores de combustão interna continuem a ser comercializados além de 2035, coexistindo com veículos totalmente elétricos e a hidrogénio. Antes dessa data, pequenos veículos elétricos acessíveis produzidos na UE beneficiarão de “supercréditos” para estimular a sua presença no mercado. As metas de 2030 incluem ainda ajustes específicos para veículos comerciais, cuja eletrificação tem sido mais lenta.
Para os veículos de empresa, serão estabelecidas metas nacionais obrigatórias para a utilização de modelos com emissões nulas ou baixas. Como estes veículos percorrem mais quilómetros, a medida tem impacto direto na redução de emissões e condiciona o acesso a apoios públicos à produção na UE e a baixos níveis de emissão.
O pacote inclui ainda 1,8 mil milhões de euros para reforçar a indústria europeia de baterias, dos quais 1,5 mil milhões destinam-se a empréstimos sem juros para produtores de células de bateria. O objetivo é criar uma cadeia de valor completa na UE, reduzir riscos no abastecimento e promover a inovação, mantendo custos competitivos.
Obras na Linha de Vendas Novas incluem renovação de estações, infraestrutura ferroviária e sistemas de sinalização, com financiamento europeu integrado.
Foi hoje formalmente consignada a empreitada de modernização da Linha de Vendas Novas. A intervenção, com um valor associado de cerca de 120 milhões de euros e um prazo de execução de 48 meses, marca o início de um processo de atualização da infraestrutura ferroviária ao longo desta linha.
A Linha de Vendas Novas, com 69 quilómetros de extensão entre Setil e Vendas Novas, envolve um investimento global de 204 milhões de euros, destinado a modernizar a linha, incluindo as estações, permitir o cruzamento de comboios com 750 metros de comprimento e reforçar a ligação entre o Porto de Sines, as plataformas logísticas nacionais e a Europa.
O projeto contempla uma série de intervenções na infraestrutura, como a substituição da superestrutura de via com travessas polivalentes de betão e carril 60 E1, o prolongamento e renovação das estações técnicas de Muge, Agolada, Salgueirinha, Lavre e Vidigal, e a reabilitação das restantes estações. Está prevista ainda a intervenção em 17 quilómetros de plataforma, trabalhos de terraplanagem, drenagem e reperfilamento de taludes, execução de passagens hidráulicas, manutenção de pontões metálicos, encerramento de seis passagens de nível e construção de quatro passagens superiores rodoviárias, além da automatização de nove passagens de nível. Também serão implementadas infraestruturas de sinalização e telecomunicações, adaptadas as instalações fixas de tração elétrica, realizados trabalhos em edifícios e salas técnicas, e instaladas torres GSM-R.
A Linha de Vendas Novas desempenha um papel central no transporte de mercadorias, evitando que os comboios tenham de atravessar a área metropolitana de Lisboa, onde se registam limitações de carga na Ponte 25 de Abril e saturação na Linha de Cintura e na Linha do Norte. Este eixo ferroviário é, assim, estratégico para o transporte de carga no sentido Norte–Sul, garantindo maior fluidez e eficiência no tráfego de mercadorias.
A Residência Universitária Mosteiro de Odivelas, financiada pelo PRR, disponibiliza quartos individuais e duplos para estudantes, numa reabilitação de edifícios históricos do final dos anos 1940.
O ISCTE – Instituto Universitário de Lisboa inaugurou hoje, dia 16 de dezembro, a Residência Universitária Mosteiro de Odivelas. A nova residência oferece alojamento para 204 estudantes, distribuídos por 100 quartos individuais e 52 duplos, todos com casa de banho privativa. Cada piso dispõe de uma cozinha e sala de estar, complementadas por salas de estudo, áreas de convívio e lavandarias.
A Residência Universitária Mosteiro de Odivelas resulta da reabilitação integral de dois edifícios gémeos construídos no final da década de 1940, originalmente concebidos pelo arquiteto Raul Rodrigues de Lima para acolher alunas do antigo Instituto de Odivelas. A abertura da residência insere-se nos esforços da Câmara Municipal de Odivelas de requalificação do Mosteiro, que passou a estar mais acessível à comunidade após a extinção do Instituto, ativo entre 1900 e 2015. Este marco representa uma nova etapa na história do conjunto histórico, com mais de 700 anos, classificado como monumento nacional desde 1911 e que, ao longo dos séculos, serviu de residência a comunidades religiosas e militares.
O desenho arquitetónico foi desenvolvido por uma equipa do ISCTE, liderada pelo arquiteto Pedro Luz Pinto, em colaboração com Carlos Vieira e Francisco Freitas, e coordenado pelo engenheiro Luís Martins. O financiamento decorreu do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), através do Programa Alojamento Estudantil a Custos Acessíveis, com um investimento global de 9,4 milhões de euros, dos quais 7,6 milhões provêm do PRR.
O ISCTE encontra-se também a concluir outras duas residências, em Sintra e na Amadora, Venda Nova, sendo esta última em parceria com a Universidade NOVA de Lisboa e com o Instituto Politécnico de Lisboa. No total, estas iniciativas representam um aumento significativo da oferta de alojamento estudantil na Área Metropolitana de Lisboa, disponibilizando 657 camas.
Com estreia no próximo ano, Disclosure Day, o próximo filme de Steven Spielberg, recebeu agora o primeiro trailer
A Universal Pictures revelou o primeiro trailer e informações de Disclosure Day, o próximo filme de Steven Spielberg, que marca o regresso do lendário realizador ao género dos sci-fi com extraterrestres, num projeto que promete misturar elementos de fantasia com o thriller de conspirações.
O trailer de Disclosure Day revela uma premissa mais clara de um filme que até agora estava a ser produzido com algum secretismo, onde a humanidade se prepara para se confrontar com uma realidade que poderá levar o mundo para o caos, a existência de vida extraterrestre inteligente no universo. O trailer apresenta-nos também o elenco principal, liderado por Emily Blunt, uma meteorologista que é contactada por uma entidade misteriosa durante uma transmissão televisiva, e Josh O’Connor que parece ser alguém que irá ajudar Blunt a revelar a verdade. Sem monstros, naves ou extraterrestres a vista, o trailer antecipa emoções fortes, perseguições e desconstrução de conspirações que espelham as ansiedades da sociedade moderna face a estes temas.
Steven Spielberg regressa assim a um género familiar, depois de nos ter apresentado filmes como Close Encounters of the Third Kind, ET e War of The Worlds, numa filmografia que já conta com outros 36 filmes, entre eles clássicos da ficção-científica como Jurassic Park, Minority Report e A.I. – Artificial Inteligence. Disclosure Day junta Spielberg novamente com David Koepp, que assina o guião, e conta ainda no elenco nomes como Colin Firth, Eve Hewson, Colman Domingo, Wyatt Russell e Henry Lloyd-Hughe.
Disclosure Day tem estreia nos cinemas em junho de 2026.
A Taco Bell inaugurou o seu 28.º restaurante em Portugal, no Parque Nascente, e lançou a Caramel Apple Empanada em todos os restaurantes.
A Taco Bell abriu esta segunda-feira, 16 de dezembro, o seu 28.º restaurante em Portugal, com uma nova unidade localizada no Parque Nascente, na área metropolitana do Porto. Trata-se da segunda abertura da marca em território nacional em 2025, depois da inauguração no Serra Shopping, na Covilhã, reforçando a estratégia de crescimento da cadeia no mercado português.
Com esta nova loja, a Taco Bell, explorada em Portugal pelo Grupo Ibersol, passa a contar com uma rede distribuída por várias regiões do país, incluindo nove restaurantes na Grande Lisboa, oito na Grande Porto, três no Algarve e dois em Braga, além de espaços em Vila Real, Aveiro, Coimbra, Covilhã, Funchal e Ponta Delgada.
A oferta da Taco Bell continua centrada em propostas inspiradas na cozinha mexicana, preparadas no momento e caracterizadas por combinações distintas de sabores e texturas. Para além dos tacos, o menu integra produtos como burritos, quesadillas e o Crunchywrap, mantendo também alternativas vegetarianas em toda a carta, uma vez que os pratos podem ser adaptados para versões sem carne.
Para além da nova abertura, a marca introduziu em todos os seus restaurantes, no início de dezembro, a Caramel Apple Empanada, um produto que chega a Portugal após vários anos de presença no mercado norte-americano. A empanada combina uma cobertura crocante com um recheio de maçã e caramelo, numa proposta doce associada ao período de inverno e à época festiva.
Lançada originalmente nos Estados Unidos em 2019, a Caramel Apple Empanada surgiu como uma edição limitada, mas acabou por integrar de forma permanente o menu após uma forte adesão dos consumidores e sucessivas petições públicas. A chegada a Portugal marca a primeira disponibilização deste produto no mercado nacional, ampliando a oferta da Taco Bell no segmento das sobremesas.
Marvel Cosmic Invasion é, definitivamente, um brawler sólido com o ADN que as produções da Dotemu já nos habituaram, mas que joga demasiado pelo seguro para se tornar num dos grandes nomes do género.
Marvel Cosmic Invasion, tenho más notícias para ti. Talvez esteja a ser demasiado dramático, mas sinto que alguém precisa de te explicar o que vai acontecer no futuro. Eu sei que és um jogo de ação, um Brawler à antiga, editado pela Dotemu e produzido pela Tribute Games (Teenage Mutant Ninja Turtles: Shredder’s Revenge, Panzer Paladin), fortalecido pela licença da Marvel e protagonizado por alguns dos maiores e mais populares heróis do género. Quero também reforçar que és fruto desta combinação forte de nomes e experiências, e é possível ver a influência destes estúdios na tua jogabilidade e direção de arte. O teu combate é sólido, o sistema de progressão é uma continuação do que vimos em TMNT: Shredder’s Revenge – onde os jogadores podem evoluir as personagens que utilizam com maior regularidade – e a arte e animações dos modelos são muito fluídas, ricas em detalhes e cor. Então qual é o problema? Decidiste sair no mesmo ano que Absolum.
Agora, mais a sério. Não quero ser injusto e descartar as qualidades de Marvel Cosmic Invasion apenas porque existe um jogo que é objetivamente melhor. A verdade é que Marvel Cosmic Invasion é um bom jogo, bastante sólido e representativo das qualidades do género, com um bom leque de personagens, que apresentam ataques, combinações, técnicas defensivas e atributos que os tornam suficientemente únicos em combate. A campanha é uma mescla de nomes, locais, referências e vilões que os fãs da Marvel irão certamente reconhecer, mas é também variada no que toca ao número de cenários únicos. É uma campanha extensa, muito mais do que esperava, e mesmo que não tenha o mesmo cuidado visual de Shredder’s Revenge (com um mapa-mundo mais vivo e repleto de personalidade), o novo jogo da Tribute Games compensa esta falha ao dar-nos níveis com temas visuais bastantes definidos e que constroem uma sólida sensação de progresso narrativo ao longo da campanha. Se começamos nas ruas de Nova Iorque, a lutar contra criaturas mutantes, não demoramos até estarmos no espaço a combater Thanos, Knull e a salvar Silver Surfer do controlo mental do vilão, Annihilus.
Marvel Cosmic Invarion (DotEmu)
O tema principal de Marvel Cosmic Invasion é a cooperação e isso é sentido especialmente na jogabilidade. Com 15 heróis disponíveis, entre eles nomes como Spider-Man, Wolverine e Iron Man – e contando com nomes menos sonantes como Nova, Cosmic Ghost Rider, Phyla-Vell, entre outros -, o sistema de combate foca-se na troca entre heróis e na combinação dos seus ataques. Podemos criar equipas de dois heróis e é possível jogarmos com mais três jogadores, naquela que é uma das experiências mais caóticas, mas igualmente variadas em termos de combinações de heróis e poderes que podemos encontrar neste género. A troca de heróis é instantânea e ajuda-nos não só a prolongar uma combinação de ataques, mas também a usufruir das habilidades de cada personagem sem existirem pausas ou interrupções na ação. Em combate, podemos também chamar temporariamente os nossos companheiros para lançarem um dos seus ataques ou combinações, sacrificando parte da nossa barra especial para termos esta vantagem momentânea.
Com 15 heróis, temos acesso ao dobro ou até ao triplo de variações de equipas que podemos utilizar em combate. Esta variedade é enaltecida pelas habilidades únicas de cada herói, mas também pelo seu foco na defesa ou na mobilidade. Podemos criar, por exemplo, uma equipa com a She-Hulk e a Phoenix para um maior foco na defesa, já que ambas as personagens conseguem defender qualquer ataque e até realizar parries. Também é possível o inverso e escolhermos uma equipa que se foca muito mais no desvio e na movimentação rápida, como Spider-Man e Rocket Raccoon, capazes de evitar qualquer ataque se formos suficientemente rápidos, ou então combinar o melhor dos dois e utilizar uma equipa equilibrada entre desvio e defesa.
A progressão da campanha e a motivação para revisitarmos os vários níveis de Marvel Cosmic Universe inspira-se muito naquilo que a Tribute Games fez em Shredder’s Revenge. Não só temos o sistema de evolução das personagens, com a melhoria de atributos sempre que evoluem um nível, como os desafios voltam a estar em destaque. Divididos em grupos de três, estes desafios não são propriamente inovadores e surgem em vários tipos, como eliminar inimigos com um ataque específico, evitar o dano de ataques ambientais ou derrotar um boss com uma determinada personagem. Alguns desafios são verdadeiros testes de paciência e mais de 70% requerem a utilização de equipas específicas, o que obriga a uma constante rotatividade de heróis se queremos completar o jogo a 100%.
Marvel Cosmic Invarion (DotEmu)
Num primeiro contacto, Marvel Cosmic Universe parece ser uma continuação de Shredder’s Revenge, com uma jogabilidade igualmente sólida e acessível, mas sempre difícil de dominar, e uma direção de arte que combina o melhor da Marvel com a excelente animação e pixel art da Tribute Games. No entanto, Marvel Cosmic Universe sabe a pouco. Uma versão destilada e ultra simplificada de algo que já joguei, o que originou um verdadeiro choque mental à medida que avançava pela campanha e pouco sentia com as cinemáticas e set pieces da campanha. Enquanto jogava, apercebi-me que o hub não tem qualquer personalidade, uma linha quase reta de níveis, sem a atenção ao pormenor de Shredder’s Revenge. Uma campanha que apresenta ramificações na sua estrutura, mas que são apenas uma ilusão, uma vez que é impossível fazer escolhas ao longo da narrativa ou seguir um caminho que nos levará a um final diferente.
De facto, Marvel Cosmic Universe parece querer ser mais do que um jogo de ação linear e existem escolhas de design que revelam essa vontade, já que o jogo não só aposta na rotatividade de heróis e apresenta ramificações temporárias na estrutura – e existe um nível que nos deixa escolher o caminho para chegarmos ao boss, mas é um caso perdido no meio da campanha –, como a narrativa tenta conciliar todas as personagens para dar a ilusão de que estamos de alguma forma a moldar a progressão da campanha. Mas é uma ilusão. As cinemáticas são pré-definidas e restritas a certas equipas, o que significa que não temos quaisquer desvios narrativos. E é estranho assistirmos a uma cutscene pré-definida com personagens diferentes das nossas.
O sistema de combate também apresenta algumas limitações inesperadas, muito pela simplificação dos movimentos e combinações que temos ao nosso dispor. Como Marvel Cosmic Universe apoia-se demasiado na rotatividade entre personagens, a lista de ataques parece ter sido reduzida e demasiado simplificada. Todas as personagens seguem o mesmo leque de combinações, variando nas suas habilidades especiais e no seu foco na defesa ou desvio, o que limita imenso a nossa vontade em experimentar outras personagens a longo prazo. Fora a velocidade dos movimentos ou a introdução de ataques à distância, como as fénixes da Phoenix e a arma de Cosmic Ghost Rider, as personagens são muito idênticas e não temos a possibilidade de aumentar o seu arsenal de armas ou habilidades ao longo da campanha.
Marvel Cosmic Invarion (DotEmu)
Eu estou a cometer um dos maiores erros que podemos cometer na crítica, que é criticar o que não está presente no jogo. Esta é uma armadilha constante quando escrevemos uma crítica, seja para videojogos ou qualquer outra arte. É preciso distinguir entre aquilo que o videojogo é e aquilo que nós queríamos que fosse. Este é um pecado crítico e admito que não estou a ser imparcial ao criticar Marvel Cosmic Universe desta forma, mas não consigo esquecer que Absolum existe, também editado pela DotEmu. Absolum é um dos melhores brawlers que joguei nos últimos anos, muito pela forma como expande constantemente o leque de ataques e habilidades por personagens, mas também pela forma como concilia a ação com a natureza sistémica dos roguelikes, conseguindo criar ramificações na campanha e dar maior agência aos jogadores sem condicionar a jogabilidade assente nos confrontos físicos.
Marvel Cosmic Universe não é um roguelike, é a experiência destilada dos brawlers, mas é também uma indicação do estado atual do género. Depois de Street of Rage 4, TMNT: Shredder’s Revenge e indies como The Takeover e The Friends of Ringo Ishikawa, o novo jogo da Tribute Games sabe pouco. Não há uma sensação de risco neste jogo, não há ambição ou uma vontade sincera em elevar a jogabilidade que associamos ao género. É um bom jogo, e reforço isso, mas é também demasiado seguro. Até o level design não é surpreendente, apesar de não precisar de ser propriamente robusto ou variado para funcionar neste género. É difícil ignorar Absolum enquanto falamos sobre Marvel Cosmic Universe porque a mente viaja. Entre níveis repetitivos, personagens idênticas e a falta de evolução mecânica, começamos a pensar que já jogámos melhor e que não nos estamos a divertir-nos como queríamos. Esta foi a minha experiência, esta insatisfação constante, ao ponto de me ter obrigado a terminar a campanha só para sentir que vi tudo o que o jogo tinha para me dar. Por mais desafios, colecionáveis e desbloqueáveis que possa dar aos jogadores, Marvel Cosmic Universe é consistente na sua banalidade.
Cópia para análise (versão PlayStation 5) cedida pela Dotemu.
Novo modelo de ação social alarga apoio financeiro a todo o percurso académico e reforça combate às desigualdades no acesso ao ensino superior.
Os estudantes provenientes de famílias com rendimentos mais baixos que ingressem no ensino superior vão passar a beneficiar de um apoio financeiro anual adicional de 1.045€, para além da bolsa de estudo regular, ao longo de todo o curso. A medida foi anunciada esta terça-feira pelo ministro da Educação, Ciência e Inovação, Fernando Alexandre, no final da cerimónia de apresentação do novo modelo de ação social para o ensino superior, realizada no Teatro Thalia, em Lisboa.
O apoio destina-se aos alunos do ensino secundário abrangidos pelo escalão A do abono de família, correspondente ao nível mais baixo de rendimentos. Segundo o ministro, esta decisão representa um reforço significativo das medidas de apoio aos estudantes mais vulneráveis, procurando garantir não apenas o acesso, mas também a permanência e a conclusão do percurso académico no ensino superior.
A medida introduz uma alteração relevante face à proposta inicialmente apresentada no início do mês aos reitores, presidentes dos institutos politécnicos e associações de estudantes. Na versão preliminar, o apoio financeiro automático estava previsto apenas para o primeiro ano do curso. Com a revisão agora anunciada, o apoio passa a ser atribuído anualmente durante toda a duração da licenciatura ou mestrado integrado. O Governo considera que este reforço da ação social escolar é essencial para reduzir as desigualdades socioeconómicas no acesso ao ensino superior, num contexto em que os custos associados à frequência universitária, como alojamento, alimentação e materiais, continuam a representar um obstáculo significativo para muitas famílias.
Em dezembro, a Esplanada Príncipe Real funciona como ponto de recolha de donativos para apoiar mães adolescentes e os seus bebés.
Durante o mês de dezembro, a Esplanada Príncipe Real associa-se à Casa de Proteção e Amparo de Santo António numa iniciativa solidária que cruza apoio social com um gesto simbólico de reconhecimento. O espaço, localizado no centro de Lisboa, passa a funcionar como ponto de recolha de bens essenciais e presentes destinados a uma instituição que, há 93 anos, acolhe e acompanha mães adolescentes e os seus bebés em situação de vulnerabilidade.
A ação decorre ao longo de todo o período natalício e convida clientes e visitantes a contribuírem com bens necessários ao funcionamento diário da Casa de Santo António. Quem participar na entrega de donativos recebe, como forma de agradecimento, uma bebida quente gratuita, podendo escolher entre café, chá, chocolate quente, macchiato ou outras opções disponíveis. A iniciativa procura reforçar o espírito de entreajuda característico desta época, sublinhando a importância de gestos simples com impacto direto na vida de quem mais precisa.
Entre os bens recolhidos encontram-se produtos alimentares e de higiene considerados prioritários, como azeite, papel higiénico, detergentes, farinha láctea e não láctea, soro fisiológico, cereais para crianças, bolachas, gel de duche e cremes corporais para crianças e adultos, bem como conservas de salsichas e atum. A campanha inclui ainda a entrega de brinquedos, livros e outros materiais que contribuam para o desenvolvimento cognitivo das crianças, assumindo-se como presentes de Natal com significado acrescido.
A Esplanada Príncipe Real mantém o seu horário habitual durante a campanha solidária, estando aberta de segunda a quinta-feira entre as 10h e as 22h, às sextas e sábados das 90 às 23h e aos domingos das 9h às 22h, permitindo a participação da comunidade ao longo de todo o mês de dezembro.
A Ando Living iniciou a comercialização do Pedras Negras House, um projeto com 20 apartamentos turísticos resultante da reabilitação de um edifício pombalino no centro histórico de Lisboa.
A Ando Living deu início à comercialização do Pedras Negras House, um novo empreendimento localizado no centro histórico de Lisboa, resultante da reabilitação de um edifício pombalino situado na Rua das Pedras Negras, entre a Sé Catedral e a Baixa. O projeto integra 20 apartamentos turísticos e representa um investimento global de cerca de 15 milhões de euros, reforçando a presença da marca nesta zona da cidade.
O edifício acolhe apartamentos com serviços distribuídos por várias tipologias, desde estúdios a unidades com dois quartos, além de um apartamento com três quartos localizado no quarto e último piso. As áreas variam entre 57 e 205 m2, com valores de comercialização compreendidos entre 530.000€ e 1,41 milhões de euros. A intervenção procurou conciliar a centralidade da localização com soluções habitacionais que privilegiam o conforto, a entrada de luz natural e o respeito pela traça original do imóvel.
A reabilitação está a ser desenvolvida pela OptylonKrea, empresa de promoção imobiliária e investimento do Ando Living Group, estando a conclusão da obra prevista para o segundo semestre de 2027. O projeto preserva diversos elementos arquitetónicos originais, como pavimentos em madeira, paredes em pedra, azulejos e tetos ornamentados, incluindo frescos mantidos em zonas onde a altura dos tetos pode atingir os 3,50 metros. A estes elementos juntam-se acabamentos contemporâneos e janelas de grandes dimensões, num conjunto que procura equilibrar património e funcionalidade. O edifício inclui ainda uma piscina exterior de uso privativo, uma característica pouco frequente em empreendimentos localizados no centro histórico de Lisboa.
Os apartamentos são colocados no mercado totalmente mobilados, equipados e decorados pela equipa interna de design de interiores da Ando Living. A escolha de materiais de origem portuguesa e a integração de peças de arte de artistas locais seguem uma abordagem já presente noutros projetos do grupo.
À semelhança dos restantes empreendimentos da marca, o Pedras Negras House dispõe de licença turística, permitindo que os proprietários explorem os imóveis no mercado de arrendamento de curta e média duração. Segundo dados avançados pelo grupo, os ativos em operação apresentam níveis de ocupação elevados ao longo do ano e tarifas médias diárias superiores a 270€, o que se traduz numa estimativa de rendimento líquido acima dos 6% para os proprietários.
O lançamento deste projeto surge num contexto de crescimento da Ando Living. Após a abertura do Abrantes 50 House no verão deste ano, a empresa prevê a conclusão de mais cinco empreendimentos até ao final do primeiro trimestre de 2026. Embora a maioria se situe em Lisboa, o plano de desenvolvimento inclui também projetos no Porto e na Comporta.
Em Portugal, a Ando Living opera atualmente 12 edifícios de apartamentos com serviços e tem outros 14 em desenvolvimento, entre houses e clubhouses.
Com 30 lojas em Portugal, a Tiendanimal consolida a sua expansão, oferecendo produtos de alimentação, higiene e acessórios para cães, gatos e outras espécies.
A Tiendanimal vai alcançar as 30 lojas em Portugal com a abertura de um novo espaço no Montijo, consolidando a sua presença no país e reforçando o foco no bem-estar animal.
A unidade, a ser inaugurada a 19 de dezembro, situa-se na Decathlon Montijo (Av. das Portas da Cidade, 116) e conta com uma área de 970 m2. O novo espaço disponibiliza mais de 11.000 produtos destinados a diversas espécies, incluindo cães e gatos, abrangendo alimentação, higiene, saúde, brinquedos e acessórios. Para além disso, a loja oferece os serviços habituais da marca, como entrega ao domicílio e Click & Collect, permitindo uma experiência de compra rápida e conveniente.
A expansão da marca, que celebra 19 anos de atividade, reflete-se no crescimento contínuo da rede ibérica, que passa a contar com 132 lojas em Portugal e Espanha. Apenas em 2025, foram inauguradas seis novas unidades distribuídas de norte a sul do país, permitindo um acesso mais próximo a serviços e produtos especializados para animais de companhia.
Entre Babka de chocolate, Galette des Rois e bolachas de gingerbread, o ISCO propõe opções natalícias para mesas festivas até ao final de dezembro.
Com a aproximação do Natal, a atenção volta-se para a preparação das mesas e para a escolha de produtos que marquem a época. Em Alvalade, o ISCO, padaria que há sete anos se afirma no bairro, apresenta uma oferta temática que combina tradição e inovação, adequada a qualquer momento do dia, desde o almoço ao lanche ou jantar.
Entre as especialidades desta época destacam-se dois produtos disponíveis apenas por encomenda: a Babka de chocolate e avelã, em dois tamanhos (4€ a unidade pequena e 24€ a grande), e a Galette des Rois (19€). Paralelamente, a padaria expõe na vitrine várias outras propostas, como o Palmier de cardamomo (0,70€), o Crumble de maçã dinamarquês (4,50€), o Sablé tropical (3€), bolachas de mel e aveia (2,50€), bolachas de gingerbread em forma de urso (1,30€), pensadas especialmente para os mais novos, e empadas de frango e alho-francês (3,60€). As encomendas para o dia 24 de dezembro devem ser efetuadas até às 11h do dia 21, bastando para isso ligar para o 211345751.
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A oferta do ISCO mantém-se ao longo de todo o mês de dezembro e integra uma iniciativa solidária em parceria com a associação Make-A-Wish Portugal. Por cada Kannelbule adquirido (2,60€), 1€ é destinado a apoiar os projetos que concretizam os desejos de crianças em situação de doença.
Nos últimos meses, o ISCO passou por uma remodelação que ampliou o espaço interior e criou uma nova imagem, ao mesmo tempo que lançou uma programação de pop-ups. A essência da padaria mantém-se no pão de fermentação natural, produzido com diferentes farinhas, formatos e variações, um elemento que continua a ser central para a composição de uma mesa natalícia.
Sem conservantes, sem corantes artificiais, sem aspartame. Vão querer mesmo experimentar esta 100% Whey Hydro Isolate Zero Ultimate da Prozis.
A Prozis passou a comercializar a 100% Whey Hydro Isolate Zero Ultimate, uma proteína whey desenvolvida pela Xcore e integrada na gama mais avançada da marca. A fórmula recorre a processos de ultrafiltração, isolamento e hidrólise, aplicados com o objectivo de reduzir de forma significativa a gordura e a lactose e de acelerar a absorção da proteína após a ingestão.
A base do produto é um complexo proteico composto maioritariamente por isolado e hidrolisado de proteína whey, atingindo uma concentração proteica superior a 90%. Este tipo de processamento permite obter uma proteína com elevado valor biológico e digestão rápida, frequentemente associada ao apoio à recuperação muscular em contextos de treino de elevada intensidade. A composição inclui ainda aminoácidos como L-glutamina, L-glicina e L-arginina, adicionados para complementar o perfil de aminoácidos da whey.
A fórmula integra creatina mono-hidratada MicronPure, uma forma micronizada de creatina utilizada em modalidades que envolvem esforços curtos e repetidos. A micronização tem como finalidade melhorar a solubilidade e assegurar uma incorporação homogénea na matriz proteica.
No plano da digestão, esta proteína whey inclui o complexo multi-enzimático DigeZyme®, que reúne várias enzimas digestivas destinadas a apoiar a degradação dos macronutrientes. Acresce ainda a presença do complexo pró e pós-biótico CoreBiotic X, reflectindo uma abordagem que valoriza a relação entre digestão e aproveitamento da proteína ingerida.
De acordo com a informação técnica disponibilizada pela Xcore, o 100% Whey Hydro Isolate Zero Ultimate apresenta baixos teores de açúcares e gordura e não contém conservantes, corantes artificiais ou aspartame. A formulação foi igualmente trabalhada ao nível da solubilidade e da textura, factores que influenciam a consistência do produto no consumo regular.
No contexto da nutrição desportiva, a proteína whey destaca-se pelo seu perfil completo de aminoácidos essenciais e pela elevada biodisponibilidade. Esta proposta da Xcore procura explorar essas características através de um processo de produção mais refinado, sendo actualmente disponibilizada pela Prozis como canal de venda.
Cada embalagem de 750gr desta 100% Whey Hydro Isolate Zero ULTIMATE SERIES 750g custa 42,99€, estando disponível nos sabores Bolacha, Cappuccino, Chocolate, Chocolate e Avelã, e Morango. Podem, no entanto, ter um desconto extra de 10%: basta adicionarem o nosso código ECHOBOOMER, que também vos dá direito a uns produtos extra.
Além de tudo isto, ainda juntam ProzisPoints com cada encomenda, que são pontos que ganham na compra de qualquer produto – cada produto tem atribuído um determinado número de pontos. Cada ProzisPoint vale 0,01€. E sim, caso tenham ProzisPoints para utilizar, também os podemos redimir com esta encomenda.
A app da McDonald’s evoluiu e passou a permitir encomendar comida sem recorrer a apps externas.
Durante muito tempo, quem quisesse receber hambúrgueres ou outros produtos da McDonald’s no conforto do lar tinha apenas uma hipótese: recorrer a uma app de delivery, como o Uber Eats, Bolt Food ou Glovo. Mas há agora uma nova forma de pedir comida.
Tudo porque o McDeliveryestá agora disponível através da própria app McDonald’s. Ou seja, bastará abrir a aplicação, escolher os produtos desejados e receber o pedido na morada indicada, ao mesmo tempo que se acumulam pontos MyM, que podem ser trocados por produtos nos restaurantes aderentes.
Portanto, iniciam sessão na vossa conta, selecionam a opção de entrega – sim, a entrega não é gratuita -, adicionam os produtos à encomenda, confirmar o pedido e escolher a forma de pagamento. O serviço funciona habitualmente entre as 08h e as 02h, dependendo da disponibilidade de cada restaurante.
Como referido, podem, e devem, acumular pontos com a vossa conta MyM, bem como trocar por produtos, caso tenham pontos suficientes para tal. Resta saber se, à semelhança das apps de delivery, com a app oficial há também descontos diretos em hamburgueres, bem como promoções de 2 por 1.
Paços de Ferreira, Marco de Canaveses e Esposende recebem novas unidades da Forte Store, reforçando a presença da marca de moda premium em Portugal.
A Forte Store, cadeia portuguesa reconhecida pela curadoria de marcas premium nacionais e internacionais, está a expandir a sua presença em Portugal com a abertura de três novas lojas, num investimento total de 2 milhões de euros, que permitirá criar 30 novos postos de trabalho.
A primeira loja abriu no Ferrara Plaza, em Paços de Ferreira, sob o conceito Forte Store Stock Off, localizada no segundo piso, com 700 m². Este espaço centra-se na oferta de marcas de prestígio a preços mais acessíveis, incluindo nomes como Guess, Tommy Jeans, Calvin Klein, Lacoste, Levi’s, Mayoral, Michael Kors, Name It e Pepe Jeans. Esta inauguração complementa a presença já existente da Forte Store no centro comercial, onde a marca opera duas unidades dedicadas a adulto e criança.
Em Marco de Canaveses, a marca reforçou a sua presença regional com uma loja de 150 m² voltada para moda masculina e feminina, reunindo marcas como Guess Jeans,Tommy, Calvin Klein, Boss e Hugo.
A reabertura da loja de Esposende, a 6 de dezembro, envolveu uma renovação completa de um espaço de 300 m² dedicado a homem e mulher. Considerada uma das lojas mais antigas da cadeia, a remodelação criou um ambiente moderno, ajustado à nova identidade da Forte Store, com vista a melhorar a experiência de compra.