Com maquilhagem nova, mas sem alterar a sua fórmula de sucesso, Dynasty Warriors 3 é uma cápsula do tempo para uma série que se recusa a mudar - e ainda bem.
A Something We Made regressa ao mundo de TOEM com uma sequela segura que pouco se afasta do original, apesar de introduzir algumas mecânicas interessantes que mereciam mais tempo e oportunidades para brilharem.
A mais recente atualização de Marvel's Wolverine responde às críticas dos fãs com opções para remover os rastos, sons e raízes que indicam a localização de vários colecionáveis.
A Sony terá enviado um questionário extenso às produtoras parceiras, em busca de perceber se o fim dos discos nos jogos para a PlayStation está a criar preocupações na indústria.
Com um novo modo que recorre ao PSSR para oferecer qualidade de imagem 4K a 60 FPS, Final Fantasy VII Revelation recupera na PlayStation 5 Pro uma solução já usada em Final Fantasy VII Rebirth.
A nova colaboração entre Lisa e a PlayStation deu origem a um DualSense com acabamento Chroma Pearl, detalhes relacionados à artista e uma coleção própria de merchandise.
Entre Evangelion, David Lynch e a arquitetura impossível de Inception, Control Resonant é um Action RPG enorme que absorve inúmeras influências com imensa confiança sem deixar de parecer genuinamente Remedy, levando o estúdio a novos patamares em mais um género que que ainda não tinha explorado.
Ao reinventar a sua estrutura e ao focar-se ainda mais nas mecânicas e sistemas roguelikes, Moonlighter 2: Endless Vault perdeu o foco naquilo que o tornava tão especial: a gestão da loja e o dia a dia de um mercador à procura de tesouros.
Um sistema de combate esquecido e uma aposta forma na exploração, que obriga os jogadores a desvendar as zonas escondidas pelos mapas, tornam Angeline Era num dos títulos mais interessante, mas igualmente desafiantes deste ano nas consolas.