Apesar das diferenças culturais e estilísticas que separam Townfall dos restantes títulos da série Silent Hill, a Screen Burn traz-nos uma história mais humana, centrada numa comunidade que perdeu tudo e naqueles que quiseram controlar o passado, para dar-nos a certeza que a série da Konami encontrou uma nova identidade.
Ace Combat 8: Wings of Theve leva-nos de volta aos céus numa fantástica aventura, com maior foco narrativo, mas sem as emoções e o espetáculo capaz de atingir as alturas do seu antecessor.
O primeiro RPG da Rebel Wolves recupera a familiaridade de The Witcher, mas encontra na vida de vampiro, nas decisões e na urgência dos seus 30 dias uma identidade própria.
Depois do sucesso em Early Access, o jogo de sobrevivência da Iron Gate está finalmente completo e pronto para se estrear nas consolas com uma versão bem otimizada e perfeita para jogar com amigos.
O clássico da Ritual Entertainment ganha nova vida através de mais um excelente trabalho de remodelação da Nightdive Studios para um jogo com boas intenções, mas que nem sempre conseguiu um
Star Wars Galactic Racer tem tudo para exclamarmos “Now this is Podracing”, mas consegue ser ainda mais do que isso, afirmando-se como um dos melhores, mais completos e divertidos jogos de corridas dos últimos anos.
Ghost of Yōtei Complete Edition traz mais história, mais combate e novas razões para regressar a Ezo, sem mexer naquilo que já fazia do jogo original uma experiência tão especial.
A premissa de Gears of War E-Day é, em teoria, aliciante e sua jogabilidade pode ser a melhor que a série já entregou. Mas entre inimigos esponjosos, um design focado no coop e uma história com pouco para contar, esta pode muito bem ser a campanha mais fraca de Gears até à data.
Com maquilhagem nova, mas sem alterar a sua fórmula de sucesso, Dynasty Warriors 3 é uma cápsula do tempo para uma série que se recusa a mudar - e ainda bem.
A Something We Made regressa ao mundo de TOEM com uma sequela segura que pouco se afasta do original, apesar de introduzir algumas mecânicas interessantes que mereciam mais tempo e oportunidades para brilharem.
Orbitals é uma adorável aventura cooperativa que impressiona pela forma como adapta a estética do anime retro a um mundo interativo, ainda que a sua história e alguns desafios não consigam acompanhar todo esse charme.
Entre Evangelion, David Lynch e a arquitetura impossível de Inception, Control Resonant é um Action RPG enorme que absorve inúmeras influências com imensa confiança sem deixar de parecer genuinamente Remedy, levando o estúdio a novos patamares em mais um género que que ainda não tinha explorado.