Ainda que existam alguns problemas de ritmo e polimento, Crisol: Theater of Souls é um sólido jogo de ação e terror que convence através do seu level design e exploração.
Apesar dos seus problemas, Romeo is a Dead Man mantém viva a malta criativa de Suda51 e chega ao PC e consolas sem medo de surpreender os fãs com uma sobrecarga sensorial.
Final Fantasy VII Remake na Nintendo Switch 2 é mais uma impressionante conversão para a consola híbrida, que se faz sentir em casa quase como um exclusivo Nintendo.
Fora o seu estilo visual e o facto de ser a adaptação de uma banda desenhada com o mesmo nome, I Hate This Place traz muito pouco ao género de sobrevivência.
Grid Legends chega à Nintendo Switch 2 na sua melhor forma, com uma conversão fantástica que se joga extremamente bem e visualmente impressionante no seu modo portátil.
Romancing SaGa: Minstrel Song volta a provar que a série SaGa não é para todos. Com sistemas pouco convencionais, liberdade excessiva e quase nenhuma orientação, esta remasterização pode ser refrescante para uns, mas frustrante para quem prefere JRPG mais tradicionais.
Apesar dos seus problemas e de apresentar novas mecânicas e sistemas que ficaram por apurar, o regresso da Retro Studios em Metroid Prime 4: Beyond trouxe-nos uma excelente sequela que poderá ser o início de algo maior.
Depois de vários anos de produção e do risco de cancelamento, Routine da Lunar Software chega finalmente ao PC e Xbox Series com uma experiência de terror única, fruto de uma era perdida, mas com um charme impossível de ignorar
Marvel Cosmic Invasion é, definitivamente, um brawler sólido com o ADN que as produções da Dotemu já nos habituaram, mas que joga demasiado pelo seguro para se tornar num dos grandes nomes do género.
Enquanto o primeiro DLC Premium para Gran Turismo 7, o Power Pack introduz um modo de campanha completamente novo, tão exigente como emocionante, para por a prova os jogadores mais dedicados.