Google alerta sobre o crescimento das fraudes digitais

Enquanto as fraudes digitais disparam, a Google reforçou a proteção com novas ferramentas. Mas será que todos os utilizadores estão igualmente preparados?

As fraudes digitais são uma constante diária difícil de evitar. Sejam mensagens de texto fraudulentas, e-mails suspeitos ou chamadas de números falsos, os ataques multiplicam-se — e com eles, os prejuízos. De acordo com dados do FBI, só em 2023 as vítimas de fraudes digitais perderam cerca de 16,6 mil milhões de dólares, um aumento de 33% em relação ao ano anterior – dados correspondentes aos Estados Unidos da América.

O fenómeno não está confinado a uma plataforma, já que a mesma chega por SMS, redes sociais, e-mail e até por chamadas automáticas. Um estudo recente da Morning Consult, em parceria com a Google, revelou que mais de 60% dos consumidores nos Estados Unidos já foram alvo de tentativas de fraude digital. E há mais: cerca de um terço admite ter sofrido um roubo de dados pessoais. Apesar de tudo, há sinais positivos e a maioria dos utilizadores começa a ganhar “faro” para essas fraudes. Mais de 80% dos inquiridos dizem sentir-se capazes de reconhecer tentativas de fraude, quer por desconfiarem de links estranhos, mensagens com pedidos urgentes ou exigências de dados sensíveis. No entanto, a forma como cada um se protege destas ameaças varia muito consoante a geração.

Os utilizadores mais experientes, como os pertencentes à Geração X e aos baby boomers, mantêm-se fiéis a métodos clássicos, como palavras-passe complexas, autenticação em dois passos e, por vezes, até papel e caneta para guardar logins. Embora eficazes até certo ponto, estas soluções já não acompanham a sofisticação dos atuais ataques, especialmente quando as mesmas credenciais são reutilizadas em várias contas. Por outro lado, os mais jovens — especialmente a Geração Z — estão a adotar formas de proteção mais modernas. Muitos já não utilizam as passwords tradicionais, preferindo autenticação por impressão digital, reconhecimento facial ou login com contas de serviços como a Google. Isto permite-lhes não só maior segurança, mas também comodidade, já que centralizam os acessos a partir de um único serviço e reduzem o risco de esquecimento ou fuga de dados.

A Google afirma estar atenta a estas mudanças de comportamento e tem apostado forte na integração de ferramentas de segurança nos seus serviços. O Gmail, por exemplo, bloqueia automaticamente mais de 99,9% das tentativas de phishing, spam e malware antes sequer de chegarem ao utilizador. No Android, funcionalidades como o “Call Screen” ajudam a filtrar chamadas suspeitas, enquanto mensagens SMS são analisadas em tempo real para detetar esquemas de burla. Para além disso, o gestor de passwords da Google passou a ser mais do que um simples repositório, alertando os utilizadores sempre que uma das suas credenciais é comprometida, sugere passwords seguras e preenche os dados automaticamente. A empresa também está a promover o uso das chamadas PassKeys, uma solução que dispensa passwords e permite iniciar sessão com recurso a dados biométricos, como a impressão digital ou o rosto. A promessa é simples: mais segurança, menos complicações.

Utilização das PassKeys (Fonte: Google)

No final, a proteção online não é apenas uma questão de tecnologia — é também uma questão de hábito. Seja qual for a geração, o essencial é manter-se informado, adotar boas práticas e estar atento aos sinais. Os ataques estão cada vez mais sofisticados, mas também existem mais ferramentas ao nosso dispor para os evitar. A chave está em saber utiliza-las.

Como ler a etiqueta energética dos smartphones e tablets?

Os smartphones e tablets vendidos na União Europeia passam a contar com uma etiqueta energética com informações detalhadas sobre consumo e durabilidade.

O dia 20 de junho de 2025 assinalou um marco na regulação ambiental europeia, já que foi nesse dia que entrou oficialmente em vigor o Regulamento (UE) 2023/1669, que tornou obrigatório a etiqueta energética para smartphones e tablets comercializados no espaço da União Europeia.

A medida tem como principal objetivo promover uma escolha mais informada e consciente por parte dos consumidores, ao disponibilizar dados claros sobre a eficiência energética, durabilidade e capacidade de reparação dos dispositivos. O regulamento, publicado em junho de 2023, expande o âmbito do anterior Regulamento (UE) 2017/1369, alargando-o a novas categorias de produtos tecnológicos.

Objetivos do novo regulamento europeu

Este novo enquadramento legislativo visa reduzir o impacto ambiental dos dispositivos móveis através de duas vertentes principais:

  1. Informar os consumidores com dados padronizados e comparáveis sobre eficiência energética e durabilidade, permitindo escolhas de compra mais sustentáveis;
  2. Incentivar as fabricantes a conceber e produzir equipamentos com menor impacto ambiental, maior eficiência energética, vida útil prolongada e facilidade de reparação.

A novidade mais visível trazida pelo regulamento é a própria etiqueta energética, que passa agora a ser obrigatória nos smartphones e tablets vendidos na União Europeia. Esta etiqueta, semelhante às já utilizadas noutros eletrodomésticos, apresenta um conjunto alargado de informações técnicas.

No topo, surge a bandeira da União Europeia e a inscrição “ENERGY”, acompanhadas por um código QR que remete para uma ficha técnica detalhada no portal europeu EPREL. Seguem-se o nome da marca e a referência do modelo. A parte central da etiqueta exibe a escala de eficiência energética, classificada de A (mais eficiente) a G (menos eficiente), com a classe atribuída ao produto claramente destacada. Abaixo, encontra-se um campo com a autonomia da bateria em horas e minutos, medida com base em testes laboratoriais padronizados. Por exemplo, um dispositivo com uma autonomia de 15h35min poderá ser utilizado continuamente até necessitar de nova carga.

Exemplo da nova etiqueta energética para smartphones e tablets
Exemplo da nova etiqueta energética para smartphones e tablets

Quatro indicadores adicionais

Na secção inferior da etiqueta surgem quatro parâmetros técnicos adicionais, de leitura menos imediata, mas de grande relevância para a durabilidade e sustentabilidade do dispositivo:

  • Classe de resistência a quedas: indica quantas quedas de 1 metro o dispositivo suporta sem danos funcionais.
  • Vida útil da bateria (em ciclos): especifica o número de ciclos de carga garantidos antes da capacidade descer abaixo dos 80% do valor nominal.
  • Classe de reparabilidade: baseada num índice que vai de A (mais fácil de reparar) a E (mais difícil de reparar), tendo em conta critérios como a disponibilidade de peças sobresselentes durante sete anos após a descontinuação do modelo.
  • Índice de proteção (IP): representa o grau de proteção contra poeiras e líquidos, com dois dígitos – o primeiro (0–6) refere-se à proteção contra partículas sólidas; o segundo (0–9) indica a resistência à penetração de líquidos.

Para mais detalhes, os interessados podem consultar o regulamento completo através do portal oficial da Comissão Europeia ou aceder diretamente à base de dados EPREL.

Xiaomi AI Glasses são os novos óculos inteligentes da marca

Os Xiaomi AI Glasses marcam a estreia da marca no mercado dos óculos inteligentes e de um novo sistema operativo proprietário.

A Xiaomi apresentou oficialmente os seus primeiros óculos inteligentes, os Xiaomi AI Glasses, durante uma conferência que foi realizada na China. Com este lançamento, a fabricante chinesa entra num mercado ainda pequeno, mas altamente competitivo e dominado por marcas como a Ray-Ban Meta, destacando-se enquanto uma proposta mais acessível.

Com apenas 40 gramas, os óculos apresentam-se sua leves e com a promessa de uma boa e ergonomia. Contam com um câmara integrada, com sensor Sony IMX681 de 12MP que permite captar vídeos em 2K a 30FPS, realizar transmissões em direto e tirar fotografias. O dispositivo opera totalmente através de comandos de voz, graças ao assistente virtual Hyper XiaoAI, e integra ainda uma área sensível ao toque na haste direita, que permite o seu controlo.

Os óculos não possuem ecrã integrado, mas podem ser equipados com lentes graduadas ou lentes eletrocrómicas, sendo estas últimas opcionais. O sistema de áudio recorre à tecnologia de condução óssea e inclui cinco microfones com redução de ruído, sobretudo em ambientes ventosos, bem como dois altifalantes dedicados à reprodução multimédia. O dispositivo recorre também ao sistema operativo proprietário Vela OS e a um chip Snapdragon AR1 da Qualcomm, que permitem uma utilização autónoma, sem necessidade de emparelhamento contínuo com um smartphone. Entre as funcionalidades oferecidas estão a tradução de textos em tempo real, a captura de fotografias e vídeos e a navegação por voz.

A autonomia dos Xiaomi AI Glasses é outro ponto de destaque. Equipados com uma bateria de silício-carbono de 263mAh, oferecem até 8 horas e 36 minutos de utilização mista, o que representa o dobro do tempo anunciado pelos principais concorrentes. Em modo de espera, a bateria pode durar até 21 horas, na reprodução de música atinge as 7 horas, enquanto a gravação contínua de vídeo chega aos 45 minutos. O carregamento é feito diretamente através da sua porta USB-C, eliminando a necessidade de estojo dedicado.

Disponíveis nas cores preto, castanho e verde, os óculos foram lançados no mercado chinês por um valor equivalente a cerca de 238€. Apesar do preço competitivo e das características apelativas, a Xiaomi não confirmou ainda planos para uma distribuição internacional, deixando os consumidores europeus em expectativa quanto à chegada deste novo dispositivo ao continente.

Garmin anuncia o Quatix 8, um novo relógio que promete até 29 dias de autonomia

Com funcionalidades de topo, materiais resistentes e foco em atividades aquáticas, o novo Quatix 8 promete responder as necessidades dos entusiastas de atividades marítimas mais exigentes.

A Garmin revelou o Quatix 8, um novo relógio desportivo concebido especificamente para entusiastas de atividades marítimas, com as características avançadas já presentes nos modelos topo de gama da marca. O Quatix 8 está disponível em dois tamanhos (47 mm e 51 mm), com ecrã AMOLED táctil de 1,4 polegadas de resolução de 454 x 454 pixeis, protegido por vidro de safira e envolto por uma luneta em titânio.

Ambas as versões oferecem uma caixa construída em polímero reforçado com fibra — proveniente de plásticos reciclados recolhidos em praias — e tampa traseira metálica, aliando um estilo elegante à resistência a profundidades até 100 metros (10 ATM). O modelo de 47 mm pesa 73 gramas com bracelete de silicone de 22 mm, enquanto a versão maior, de 51 mm, atinge as 92 gramas com bracelete de 26 mm.

O Quatix 8 herda o sensor cardíaco Garmin Elevate Gen5 e integra um sistema de navegação por GPS multi-banda compatível com GLONASS, Galileo, QZSS e Beidou. Possui ainda altifalantes e microfones embutidos, 32GB de armazenamento interno, oxímetro de pulso, sensor de profundidade (até 40 metros), giroscópio, bússola, acelerómetro, termómetro e sensor de luminosidade. A autonomia da bateria varia consoante o modelo e o modo de utilização, mas a Garmin afirma que O Quatix 8 de 47 mm oferece até 16 dias em modo smartwatch (7 com ecrã sempre ligado), 47 horas em modo GPS puro e até 81 horas com poupança máxima. Já a versão de 51 mm estende a autonomia para uns impressionantes 29 dias (13 com ecrã ligado permanentemente), 84 horas em GPS e impressionantes 145 horas em modo de baixa energia GPS. A reprodução de música com todos os sistemas de satélite ativos reduz esse tempo para 10 e 18 horas, respetivamente.

A grande mais-valia do Quatix 8 está nas funcionalidades náuticas avançadas, respondendo às necessidades de utilizadores mais exigentes. Entre elas destaca-se o controlo por voz de equipamentos Garmin compatíveis, como pilotos automáticos, motores Force ou plotters cartográficos. Inclui ainda ferramentas específicas como alarmes de maré, aviso de âncora a derivar, indicador de rumo, guias para largada em regatas e cronómetros de competição. O relógio vem equipado com cartografia costeira Bluechart G3 com dados Navionics (opcionais), bem como mapas topográficos TopoActive, mapas SkiView para esquiadores e CourseView para golfistas, com cobertura de mais de 43 mil campos a nível global.

Tal como os seus “irmãos” Fenix 8 e Tactix 8, o Quatix 8 é compatível com pagamentos sem contacto, chamadas no pulso, notificações inteligentes e funcionalidades de segurança e assistência. É um verdadeiro smartwatch multi-desportivo, mas com um foco marítimo acentuado. Com preços a partir dos 1.099,99€ para a versão de 47 mm e 1.199,99€ para a de 51 mm, o Garmin Quatix 8 já está disponível no site oficial da marca, com chegada prevista a outras lojas e plataformas nos próximos dias.

Auscultadores SPC BOOST apostam na utilização desportiva com preços acessíveis

Com três modelos distintos, design colorido e funcionalidades avançadas, a gama SPC BOOST promete entregar áudio de qualidade aos utilizadores mais ativos.

A SPC anunciou o lançamento da sua nova gama de auriculares desportivos sem fios SPC BOOST, concebidos para utilizadores estilo de vida ativa. Com preços competitivos a começar por 39,90€, a linha inclui três modelos distintos, BOOST CLIP, BOOST BUDS e BOOST PRO, com lançamento a 7 de julho.

Todos os modelos da nova gama destacam-se pela integração de Cancelamento de Ruído Ambiental (ENC), ideal para filtrar o ruído de chamaras em ambientes barulhentos, e contam ainda com altifalantes em neodímio, com resposta de frequência de 250 Hz a 20.000 Hz e promessa de uma maior sensibilidade acústica.

Os auscultadores são compatíveis com Google Fast Pair que simplifica o processo de emparelhamento com dispositivos Android, através de um único toque para os associar à conta Google do utilizador. Esta funcionalidade também permite localizar os auriculares em caso de perda e sincronizá-los automaticamente com todos os dispositivos ligados à mesma conta. Para além disso, todos os modelos foram concebidos com a ergonomia em mente para um um encaixe confortável e seguro, mesmo durante utilização prolongada. As variantes BOOST CLIP e BOOST BUDS apostam em cores vivas como Magnetic Lime, Imposter Red e Royale Blue, enquanto o BOOST PRO adota um acabamento preto.

Os SPC BOOST CLIP, que foram anunciados por 39,90€ são os primeiros auriculares open-ear com clipe da marca, indicados para quem pratica desporto ao ar livre ou circula em zonas urbanas e pretende manter-se atento ao ambiente envolvente. O seu design evita o isolamento total do som sem comprometer a qualidade áudio. Contam com resistência à água IPX5, autonomia de até 6 horas (26 horas com o estojo) e carregamento rápido (1,5 horas de reprodução com apenas 12 minutos de carga), tornando-se uma opção viável para o uso ativo diário. Incluem ainda controlo tátil multifunções, ligação dupla e todos os benefícios do Google Fast Pair.

Os SPC BOOST BUDS, por 34,90€, apostam num design minimalista e cores vibrante, e são dirigidos para quem procura um equilibrio entre aparência e desempenho. Recorrem a tecnologia High Shelf EQ que promete melhorar a nitidez das frequências altas, para uma audição mais envolvente. Contam ainda com resistência à transpiração IPX4, autonomia de 7,5 horas (30 horas com estojo) e carregamento rápido, ENC, 4 microfones e compatibilidade com ligação dupla e Google Fast Pair.

Por fim, e a partir de 69,90€, os SPC BOOST PRO são a aposta mais avançada dos três, adotando um design open-ear com acabamento sóbrio em preto. Prometem som preciso e natural graças à sua estrutura com três saídas acústicas e altifalantes de neodímio de alta potência magnética, Oferecem uma autonomia total de até 30 horas, controlo táctil, ligação dupla e integração com assistentes de voz.

Toda a gama SPC BOOST foi apresentada em embalagens ecológicas, 100% recicladas, livres de plástico e fabricadas exclusivamente em papel e cartão com certificação FSC MIX. As tintas utilizadas são vegetais à base de soja, demonstrando o compromisso ambiental da marca com uma tecnologia responsável.

Pacha Ofir reabre como UPS Ofir em julho

Os cinco sócios do projeto investiram cerca de 500.000€ na requalificação do UPS Ofir, que funcionará não só no verão, mas também em épocas festivas.

13 de agosto de 1922. Nessa noite, era inaugurada a discoteca Pacha Ofir, localizada em Ofir, no concelho de Esposende. Construído numa área florestal próxima da costa, o espaço destacou-se pela sua dimensão e pela ligação à marca internacional Pacha, conhecida pela presença em várias cidades europeias.

O projeto foi desenvolvido por José Manuel Vieira, empresário que detinha a representação da marca em Portugal. A aposta num modelo de grande escala, com forte investimento em infraestruturas e em programação musical, resultou num espaço que se diferenciava da maioria dos estabelecimentos noturnos existentes no país à época. Chegou, até, a ser considerada das melhores discotecas do mundo.

A estrutura, com uma área total de 95.000 m2, integrava seis pistas de dança, quatro zonas exteriores, 25 bares e uma área VIP com entrada independente. O espaço incluía também um bengaleiro com capacidade para 2.500 casacos, três bengaleiros na zona VIP, quarenta caixas de pagamento, 12 casas de banho, uma cafetaria com grelhador, uma boutique e três acessos distintos de entrada e saída. O parque de estacionamento, com capacidade para cerca de 7.500 viaturas, dispunha de áreas reservadas, incluindo zonas classificadas como privativas e super privativas.

Ao longo dos anos, a discoteca foi palco de uma programação que combinava nomes nacionais e estrangeiros, mantendo atividade regular durante várias temporadas. Infelizmente, o espaço fechou em 2019, sendo hoje recordado como um dos maiores exemplos do fenómeno das macro-discotecas em Portugal durante as décadas de 1990 e 2000.

Porém, sabe-se desde abril passado que o espaço vai voltar a funcionar, desta vez com o nome UPS Ofir. E a inauguração está marcada já para o próximo dia 5 de julho. Segundo o Jornal de Notícias, os cinco sócios do projeto decidiram investir cerca de 500.000€ na reabilitação do espaço, mesmo tendo em conta o bom estado de preservação do mesmo, incluindo-se aqui, até, os sistemas de som.

O UPS Ofir terá, também, um teto iluminado com sete quilómetros de fita LED, mas a totalidade do projeto não arranca já a 5 de julho, uma vez que a ideia é abrir, em 2026, outras áreas. Em todo o caso, e de acordo com o JN, o UPS Ofir terá duas áreas com pista de dança para um total de 3.800 pessoas, e terá, ainda, um restaurante.

Philips Evnia 27M2N3501PA é o novo monitor Quad HD com 260Hz dedicado a jogos competitivos

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A Philips revelou o novo monitor Evnia 27M2N3501PA, orientado para jogos competitivos com painel Fast IPS, 260Hz de taxa de atualização e software para personalização.

A Philips adicionou uma nova solução ao seu catálogo de monitores EVNIA 3000 com uma proposta dedicada a jogadores que procuram alta performance a um preço mais acessível. Trata-se do Evnia 27M2N3501PA, um monitor de 27 polegadas com resolução Quad HD (2560 x 1440), equipado com um painel IPS rápido e funcionalidades concebidas para jogos competitivos, como resposta de 0,3 ms, taxa de atualização até 260Hz e suporte para AdaptiveSync.

O monitor conta ainda com capacidades HDR10, SmartContrast e Stark ShadowBoost, para além de uma cobertura de 95% da gama DCI-P3, garantindo cores mais vivas e elevado detalhe em ambientes escuros. Incorpora também colunas estéreo e ferramentas adicionais para ajudar na precisão em jogos de tiro como o Smart Crosshair e o Smart Sniper.

Outro deste monitor diz respeito ao Evnia Precision Center, um novo software da marca que permite configurar o desempenho do monitor de forma mais centralizada, através do ajuste de modos, resoluções ou perfis visuais, de uma forma mais facilitada.

Adicionalmente o novo monitor volta a apostar no conforto de com uma base ajustável SmartErgoBase, modos Flicker-Free e LowBlue, e com a promessa de um compromisso ambiental refletido através da utilização de 85% de plástico reciclado pós-consumo no chassis e 35% de material reciclado no suporte.

O Philips Evnia 27M2N3501PA já se encontra disponível com um preço recomendado de 249€.

Apple revelou o Apple Spatial Audio Format, a sua solução para áudio imersivo

Anunciado na WWDC 2025, o Apple Spatial Audio Format é a nova alternativa ao Dolby Atmos, com capacidade de adaptar o áudio em tempo real à posição do utilizador e do ambiente.

Durante o WWDC de 2025, a Apple revelou atualizações para os seus sistemas operativos, mas não se ficou por aí. Uma das novidades de destaque foi uma nova alternativa às soluções de áudio espacial, chamado Apple Spatial Audio Format (ASAF).

Apresentado durante sessões técnicas dedicadas a programadores, o sistema para já concebido para dispositivos da marca – e não sistemas de som de sala -, combina um novo conjunto de metadados com áudio PCM linear, prometendo uma experiência sonora dinâmica e contextual ao ambiente em que é reproduzida. Parte integrante deste sistema é o Apple Positional Audio Codec (APAC), que já vinha a ser utilizado desde 2024, mas que agora ganha um novo papel ao lado do ASAF.

De acordo com a Apple, o objetivo desta tecnologia é replicar com maior fidelidade a forma como os utilizadores percecionam o som no mundo real. O sistema adapta o áudio em tempo real com base na posição e orientação do objeto emissor de som e até nos movimentos e rotações da cabeça do utilizador. Tudo é calculado em tempo real, incluindo variações de volume, reverberação e eco, criando assim uma imagem sonora tridimensional e envolvente.

O visionOS — sistema operativo do Apple Vision Pro — será o dispositivo que irá tirar, inicialmente, partido desta solução. Os restantes sistemas como iOS, iPadOS, tvOS e macOS também irão suportar a nova tecnologia, numa fase mais avançada. De fora fica apenas o watchOS, por limitações técnicas. Esta solução ficará também ao alcance de criadores de conteúdo e produtores, que poderão produzir áudio compatível com o novo padrão utilizando o DaVinci Resolve Studio, num formato contido em ficheiros .MP4. O codec APAC vai permitir taxas de bits até 768 kbps, sendo agora obrigatório para vídeos reproduzidos no Apple Vision Pro.

Apesar de a Apple afirmar que será possível captar este tipo de áudio com iPhones, a empresa reconhece que apenas equipamentos profissionais conseguirão tirar total partido da nova tecnologia.

Esta solução áudio junta-se a um conjunto de alternativas bem interessantes no segmento do áudio espacial, atualmente liderado pelo Dolby Atmos, cada vez mais popular em diferentes serviços, dispositivos e conteúdos concebidos e masterizados para explorar o seu potencial.

HDMI 2.2 é oficialmente adotada por fabricantes de cabos

A nova versão das ligações HDMI conta com maior transferência de dados, suporte para resoluçõhes 16K e está preparada para futuros equipamentos.

O Fórum HDMI anunciou oficialmente a adoção das ligações HDMI 2.2 por parte dos fabricantes. Este anúncio acontece meses após a sua apresentação inicial na CES 2025, em Las Vegas, que serviu de janela para conhecer o salto considerável em relação ao seu antecessor, o HDMI 2.1. A versão 2.2 promete melhorias no desempenho de vídeo e áudio, sobretudo graças aos novos cabos Ultra96, que suportam até 96 Gbps de largura de banda.

O HDMI 2.2 permite assim atingir resoluções e taxas de atualização até agora inalcançáveis, como 4K a 480 Hz, 8K a 240 Hz, 10K a 120 Hz e 16K a 60 Hz. Para além disso, o novo padrão viabiliza a transmissão de vídeo não comprimido em 10 e 12 bits para conteúdos em 8K a 60 Hz ou 4K a 240 Hz.

Contudo, apesar das promessas técnicas, o mercado ainda não está pronto para tirar pleno partido destas capacidades. Os conteúdos nativos em 8K continuam escassos, e o formato 16K está longe de ser adotado por emissoras ou fabricantes de equipamentos como placas gráficas, monitores e consolas de jogos. O próprio HDMI 2.1, lançado em 2017, ainda permanece subaproveitado em muitos equipamentos atuais.Uma das grandes mais valias do HDMI 2.2 é, no entanto, o facto de estar preparado para o futuro, surgindo como uma resposta antecipada às exigências tecnológicas dos próximos anos, garantindo compatibilidade com futuros equipamentos e evitando a rápida obsolescência dos dispositivos.

Para simplificar a escolha dos consumidores, o Fórum HDMI vai adotar uma designação mais clara para os cabos compatíveis. Termos como “Alta Velocidade” ou “Ultra Alta Velocidade”, muitas vezes confusos para o utilizador comum, serão agora substituídos por uma nomenclatura direta: Ultra96, identificando de forma inequívoca a compatibilidade com o novo padrão, dado que indica também a sua velocidade máxima.

Outra novidade é o Protocolo de Indicação de Latência (LIP), anunciado também este ano. Esta tecnologia visa melhorar a sincronização entre imagem e som, particularmente útil em cenários onde o sinal de vídeo passa por múltiplos dispositivos — como barras de som ou recetores AV — antes de chegar ao ecrã.

Apesar de ainda não haver uma data definida para a adoção em larga escala pelos fabricantes, prevê-se que os primeiros cabos Ultra96 cheguem ao mercado até ao final de 2025, preparando o terreno para uma nova geração de conteúdos, e dispositivos audiovisuais, de altíssima definição.

Escova Oclean X Ultra 20 – Review: chegou a Ferrari das escovas elétricas de dentes

Para quem procura uma forma prática, eficiente e inovadora de cuidar do seu sorriso, pode contar com a Oclean X Ultra 20.

Diz-se, com razão, que o sorriso é o nosso cartão de visita. Por isso, cuidar da saúde oral vai muito além da estética – é uma questão de bem-estar, confiança e, até, prevenção de dores inesperadas e visitas indesejadas ao dentista. Afinal, ninguém quer ser surpreendido por aquele dente teimoso que decide doer no pior momento possível. Mas qual é, então, o segredo para manter um sorriso radiante e uma boca saudável? A resposta pode estar na mais recente inovação da Oclean: a escova de dentes sónica X Ultra 20. Já bem conhecida por aqui no Echo Boomer, desta vez tivemos a oportunidade de testar a X Ultra 20, e podemos dizer desde já que esta escova promete auxiliar substancialmente a forma como cuidamos da nossa higiene oral.

A Oclean X Ultra 20 é uma escova de dentes elétrica inteligente que, à primeira vista, mantém o design tradicional a que já estamos habituados neste tipo de dispositivos. Embora não apresente um visual extravagante, integra alguns detalhes subtis que a tornam muito interessante, sobretudo em comparação com outras escovas do mercado. Por exemplo, é possível escolher entre a cor preta e verde, sendo esta última muito apelativa visualmente. Esta versão verde não só remete para o universo da saúde e bem-estar, como o contraste com a cabeça da escova em tons de roxo lhe confere um aspeto moderno e, até, ligeiramente futurista. A acompanhar, vem uma elegante bolsa de transporte, em verde e rosa seco, que reforça ainda mais a estética cuidada do conjunto. No nosso caso, temos a Oclean X Ultra 20 pendurada num desinfetante UVC da própria marca, e não é raro ouvirmos elogios – já foi apelidada mais do que uma vez como uma “obra de arte” na casa de banho.

A Oclean X Ultra 20 utiliza cabeças substituíveis, como é habitual neste tipo de equipamento, e inclui três opções na caixa: Ultra White, Ultra Clean e Ultra Gum Care, cada uma pensada para responder a diferentes necessidades, seja uma limpeza profunda, o branqueamento dos dentes ou o cuidado delicado das gengivas. Estas cabeças são bastante flexíveis, o que facilita a limpeza de todas as superfícies dentárias, incluindo aquelas mais recônditas, que nem sempre são fáceis de alcançar. Mesmo o movimento que fazemos para escovar os dentes com estas escovas permite uma limpeza do espaço interdentário mais eficiente que, com as escovas manuais, é impossível limpar. No entanto, é sempre aconselhado passar o fio dentário para que este espaço fique adequadamente limpo.

Um pormenor interessante das escovas da Oclean X Ultra 20, e que nem todas as escovas elétricas oferecem, é a presença de um raspador de língua em borracha macia na parte de trás das cabeças. Esta funcionalidade adicional permite higienizar corretamente a língua, que, segundo as recomendações, deve ser o primeiro passo da rotina de higiene oral, contribuindo assim para um hálito mais fresco.

Durante o tempo em que testámos a Oclean X Ultra 20, chegámos a conclusão que esta era, sem dúvida, das melhores escovas de dentes elétricas da Oclean que já experimentámos. A diferença na sensação dos dentes após cada escovagem foi notória: uma sensação de dentes verdadeiramente limpos, com uma superfície lisa e quase polida, e sem correr o risco de fazer força excessiva e acabar a magoar a gengiva durante o processo. Esse cuidado deve-se ao facto de a Oclean X Ultra 20 estar equipada com sensores de pressão que nos alertam de imediato sempre que aplicamos força em excesso durante a escovagem. Esta funcionalidade é possível graças ao chip inteligente desenvolvido pela própria Oclean, em conjunto com a tecnologia de condução óssea assistida por inteligência artificial. Na prática, traduz-se num sistema altamente sensível: ao detetar uma pressão superior ao recomendado, a escova interrompe automaticamente o funcionamento para proteger as gengivas. No nosso caso, que temos alguma retração das gengivas em certos dentes, é uma função que dá imenso jeito, já que garante que, com a força ideal de escovagem, a retração das gengivas não aumenta. No entanto, há também um aspeto menos positivo a destacar. Por vezes, basta exercer um pouco mais de pressão do que o ideal para que a escova interrompa automaticamente o funcionamento. Este comportamento é acompanhado por uma indicação vocal que avisa “Pressão excessiva” – o mesmo acontece se estivermos a escovar demasiado rápido. Embora o guia de escovagem por voz seja uma funcionalidade útil e agradável, especialmente para orientar uma escovagem correta, o facto de a escova parar por completo pode tornar-se ligeiramente frustrante, sobretudo durante os primeiros dias de utilização.

A Oclean X Ultra 20 permite controlar todas as suas funções diretamente no dispositivo, através de um ecrã tátil interativo, localizado na parte frontal. Por baixo do ecrã, encontra-se um discreto botão de ligar/desligar, concebido para uma utilização simples e intuitiva. Podemos deslizar verticalmente para selecionar o modo que queremos usar (falaremos dos modos de escovagem mais à frente) e horizontalmente para visualizar mais informações. No entanto, se assim preferirem, existe a aplicação da Oclean, a Oclean Care+, na qual temos acesso ao relatório de escovagem personalizado e mais detalhado.

Enquanto que, na escova propriamente em si, temos opção entre 5 modos de escovagem, na aplicação temos acesso a uns estonteantes 14 modos de escovagem, permitindo até escolher escovagem adaptada a quem tem aparelho dentário! E para melhorar ainda mais, é possível personalizar o modo que pretendemos, desde a velocidade e tempo de duração da escovagem, até à força que queremos exercer. Ou seja, a app é fundamental para tirar total partido desta Oclean X Ultra 20.

Já a experiência de escovagem propriamente dita, e para efeitos de teste, optámos pelo modo Escovagem Ilimitada – um dos preferidos cá em casa, especialmente pelo Alexandre Lopes, que gosta de escovar com mais força e velocidade, “à bruta”, como ele próprio diz. Este modo permite precisamente isso: uma escovagem mais intensa, com maior liberdade de movimento. Durante a utilização, o visor apresenta feedback em tempo real, indicando as zonas da boca que já foram limpas e aquelas que ainda necessitam de atenção. Também é possível visualizar o tempo que estamos a demorar na escovagem, o que ajuda a manter uma rotina mais eficaz.

Para complementar, o guia de escovagem por voz entra novamente em ação, informando o utilizador quando atinge os dois minutos recomendados. Este detalhe é bastante prático, pois evita que tenhamos de estar constantemente a olhar para o ecrã por causa do tempo e, como o aviso é feito com voz, não corremos o risco de não perceber, como poderia acontecer se a escova apenas vibrasse.

Em relação a detalhes mais técnicos da Oclean X Ultra 20, temos o motor Maglev 4.0, que utiliza a tecnologia de levitação magnética para minimizar perdas de energia e canalizá-la de forma eficiente para a cabeça da escova. O resultado? Impressionantes 84.000 movimentos por minuto, com 32 níveis de intensidade, mas mantendo sempre uma vibração extremamente estável. A este desempenho junta-se o sistema TurboClean e a tecnologia de oscilação super alargada, garantindo uma limpeza eficaz, independentemente do nível da bateria. Mesmo com pouca carga, a potência da escova mantém-se constante, sem qualquer quebra no seu desempenho. Com tudo isto, pode-se assim pensar que, quando ligamos a nossa Oclean X Ultra 20, ela irá fazer uma barulheira desgraçada, mas enganam-se. Equipada com tecnologia de redução de ruído, a verdade é que temos uma experiência de uma escovagem bem silenciosa, nomeadamente inferior a 45dB. Podemos, assim, escovar à noite os dentes à vontade, com a certeza que ninguém irá ser acordado.

Ainda a acrescentar aos restantes detalhes técnicos, temos ainda o facto desta escova ser totalmente à prova de água, com certificação IPX7, o que permite a sua utilização segura em ambientes húmidos, como é de resto necessário quando se trata de uma escova de dentes.

Outro ponto positivo é o revestimento nano resistente ao bolor. Na nossa experiência, este revestimento faz realmente a diferença: ao comparar a cabeça desta Oclean X Ultra 20 com outros modelos da marca, que não possuem esta proteção, nota-se claramente uma maior resistência ao aparecimento de bolores na cabeça da Oclean X Ultra 20, o que ajuda a manter a nossa escova de dentes mais higiénica.

Em relação à autonomia da bateria, com uma carga completa em apenas 4,5 horas, a Oclean X Ultra 20 oferece até 40 dias de utilização, sendo por isso perfeita para viagens ou para quem prefere não estar constantemente a carregar dispositivos. Quando a bateria se começa a aproximar do fim, o utilizador é alertado, garantindo que nunca fica sem escova quando mais precisa.

O carregamento é feito por indução, tal como acontece com a maioria das escovas de dentes inteligentes. No entanto, a base da Oclean distingue-se por envolver totalmente a escova, garantindo uma fixação mais estável. Este design revela-se particularmente prático no dia a dia: ao contrário de outras bases mais frágeis ou estreitas, esta solução reduz significativamente o risco de a escova tombar ou cair. Também é possível carregar a escova no seu estojo de viagem, já que este possui uma entrada USB-C na base. Isto permite carregar a escova diretamente na própria caixa, sendo uma funcionalidade ideal para quem está em viagem, mas que também se revela útil em casa, caso a base de carregamento principal se avarie ou se perca.

Com a crescente importância da saúde preventiva, produtos como a Oclean X Ultra 20 são um investimento inteligente no bem-estar diário. Ao ajudar a prevenir cáries, gengivites, mau hálito e outros problemas comuns, esta escova contribui não apenas para um sorriso mais bonito, mas também para uma melhor saúde dentária e geral.

Para quem procura uma forma prática, eficiente e inovadora de cuidar do seu sorriso, pode contar com a Oclean X Ultra 20. E o melhor de tudo é mesmo o preço: 119,90€, um valor substancialmente abaixo de outras propostas no mercado. Se quiserem, podem também optar pelo pack Oclean X Ultra 20 S, que, além da escova em si com uma cabeça, traz duas cabeças adicionais e uma bolsa de transporte.

Recomendado - Echo Boomer

Este produto foi cedido para análise pela Oclean.

note! vai abrir uma loja em Setúbal

A loja note! vai ficar localizada no Continente Modelo Algeruz, que tem passado por várias transformações nos últimos meses.

Quem vive em Setúbal, passa regularmente pela Estrada de Algeruz e faz compras no Continente Modelo, certamente deu conta das inúmeras alterações que têm vindo a acontecer no edifício. Aliás, tudo começou quando, em outubro do ano passado, a Worten se mudou para um outro edifício, localizado uns metros ao lado, no Novo Retail Park Setúbal. Aí, com um espaço vazio, começaram as mudanças no Continente Modelo.

Esse espaço, até então dedicado apenas à Worten, deu origem a outros dois conceitos: uma loja Wells, que já havia, mas agora mais focada no conceito beauty, com um espaço de dimensões bem generosas dedicado a espaço de perfumaria; e uma loja ZU, a primeira na cidade, depois de já estar presente noutras zonas do distrito.

Perguntam vocês: “Então e o espaço deixado livre pela Wells antes dessa mudança?” E perguntam muito bem, pois esse espaço já tem destino: a primeira loja note! na cidade. E já tem data de inauguração: 3 de julho. Ou seja, é já na próxima semana.

note! Setúbal

Assim, e a partir dessa data, o Continente Modelo Algeruz passa também a contar com uma loja que reúne, num só local, papelaria, livraria, brinquedos e presentes.

Noutra nota, relembrar que agora, no mesmo edifício, existe também a Cozinha Continente, que basicamente ocupou o espaço onde durante muitos anos existiu a Bagga. No fundo, pode-se dizer que a Bagga foi absorvida, pois falamos de espaços que não só servem pequenos-almoços e outros produtos de pastelaria, como também belíssimas refeições.

E pensar que tudo isto começou com a saída da Worten…

Meu Super abre nova loja no Alto do Seixalinho

Com esta abertura, o Meu Super passa a contar com 22 lojas no distrito de Setúbal.

O Meu Super alargou a sua presença no distrito de Setúbal com a inauguração de uma nova loja no Alto do Seixalinho, freguesia do concelho do Barreiro. Esta abertura representa a 22.ª loja da insígnia na região, reforçando a estratégia de proximidade que tem vindo a seguir junto das comunidades locais.

A nova unidade está situada na Rua Dr. Manuel Pacheco Nobre, n.º 33 B, e mantém o foco na disponibilização de produtos frescos de origem nacional, nomeadamente fruta, legumes, carnes, peixe e charcutaria, além de uma selecção alargada de artigos das marcas Continente. A aposta em fornecedores locais continua a ser um dos eixos centrais do modelo de operação da insígnia.

O novo supermercado funciona de segunda a sábado, das 8h às 20h, e aos domingos e feriados, até às 13h.

Variante à EN14 entre Trofa e Santana já está totalmente concluída e aberta ao tráfego

Nova Variante à EN14, com 2,4 km e ponte sobre o rio Ave, já se encontra em funcionamento. Infraestrutura pretende melhorar acessos na Trofa e zonas industriais, no âmbito do PRR.

A nova Variante à EN14, que liga a Interface Rodoferroviária da Trofa a Santana, foi hoje concluída e encontra-se totalmente aberta ao tráfego automóvel. Com uma extensão de 2,4 quilómetros e uma nova ponte sobre o rio Ave, esta infraestrutura constitui mais um avanço no conjunto de intervenções promovidas pela Infraestruturas de Portugal no âmbito do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR).

Com a entrada em funcionamento deste troço, fica concluída uma ligação que visa aliviar os atuais constrangimentos no atravessamento do centro urbano da Trofa. Entre os principais objetivos estão a melhoria das acessibilidades ao hospital e à estação ferroviária, bem como a redução dos tempos de percurso para quem se desloca às zonas industriais e comerciais da região.

A intervenção incluiu ainda a construção de quatro rotundas e de um conjunto de restabelecimentos desnivelados, com o intuito de reforçar a articulação com a rede viária local e assegurar uma circulação mais eficiente.

A nova ponte, com 163 metros de comprimento, situa-se cerca de um quilómetro a montante da atual travessia do rio Ave na antiga EN14. Representando um investimento de aproximadamente 12,5 milhões de euros, esta obra insere-se num conjunto mais vasto de projetos financiados pela União Europeia, ao abrigo do PRR.

Esta é a nona intervenção a cargo da Infraestruturas de Portugal concluída no contexto deste programa.

Bilhetes diários para o dia dos Slipknot no Evil Live esgotaram

Restam os últimos passes de 2 dias (28 e 29 de junho), passe de 3 dias (27, 28 e 29 de junho) e bilhete diário para dia 27 e 28 de junho. O Evil Live começou hoje.

Abriram hoje, dia 27 de junho, os portões do Estádio do Restelo, em Lisboa, para três dias de culto, convívio e celebração sonora. Falamos, claro, do Evil Live Festival 2025, que tem um cartaz bem apetecível para os fãs de metal.

E por falar em cartaz, há uma entrada de última hora: a banda sueca Adept substitui os japoneses Crossfaith, cuja atuação foi cancelada uma vez que o guitarrista Daiki Koide foi acusado de pedofilia por Ronnie Radke, vocalista dos Falling In Reverse, que também atuam no festival.

Formados em 2004, os Adept são uma referência do metalcore europeu e regressam agora a Portugal para um concerto que promete intensidade e emoção em partes iguais.

De resto, importa referir que os bilhetes diários para 29 de junho, terceiro e último dia do festival, encabeçado pelos Slipknot, estão esgotados. Restam os últimos passes de 2 dias (28 e 29 de junho), passe de 3 dias (27, 28 e 29 de junho) e bilhete diário para dia 27 e 28 de junho.

Neste dia inaugural do Evil Live, os Judas Priest são cabeças de cartaz.

Mercadona investe 290 milhões na inauguração do seu bloco logístico em Almeirim

A Mercadona abriu em Almeirim o maior centro logístico da empresa na Península Ibérica, com 290 milhões de euros investidos e 630 novos empregos criados.

A Mercadona inaugurou oficialmente o seu novo centro logístico em Almeirim, no distrito de Santarém, uma infraestrutura que representa o maior investimento da empresa em Portugal até à data. O projeto envolveu um montante de 290 milhões de euros e contou com a participação de mais de 700 empresas nacionais durante a fase de construção. Com esta unidade, a cadeia de supermercados reforça a sua operação no território nacional e sustenta o plano de expansão em curso.

Com uma área construída de 120.000 m2, num terreno com 440.000 m2, o novo bloco logístico integra armazéns de frio e secos, edifícios administrativos, uma oficina de apoio às lojas e outras estruturas de suporte à atividade. Esta infraestrutura passa agora a assegurar o abastecimento das 63 lojas da marca em Portugal, funcionando como complemento ao centro logístico da Póvoa de Varzim, inaugurado em 2019.

A abertura da unidade resultou na criação de 630 postos de trabalho, tendo o processo de formação dos novos colaboradores representado um investimento de 7,2 milhões de euros. A empresa promoveu ainda 50 trabalhadores a funções de maior responsabilidade, numa estratégia que reforça a aposta na progressão interna e na valorização das equipas.

No plano ambiental, a Mercadona adotou medidas focadas na eficiência energética e hídrica. Em Almeirim, foram instalados 8.700 painéis solares que permitirão cobrir aproximadamente 25% das necessidades energéticas da instalação, o que equivale a 4,5 GWh por ano. Em paralelo, a infraestrutura integra um sistema de reaproveitamento de água que permite poupar cerca de 90.000 litros por dia, bem como um sistema de captação e devolução de águas pluviais à Ribeira do Falhão, contribuindo para a preservação do ecossistema local. Toda a operação está equipada com um sistema de monitorização do consumo de água em tempo real, o que permite ajustar processos e otimizar a utilização dos recursos.

Com esta inauguração, a rede logística da Mercadona em Portugal passa a contar com dois centros de grande dimensão. O primeiro, localizado na Póvoa de Varzim, representou um investimento inicial de 60 milhões de euros, reforçado em 2022 com a construção de um novo armazém de 12.000 m2, elevando o total investido para 84,5 milhões de euros. Esta unidade emprega atualmente mais de 350 pessoas.

Nothing Phone 3 vai ter uma lente telefoto

A Nothing continua a revelar as funcionalidades e especificações do Phone 3, a caminho do seu lançamento no início de julho.

A Nothing continua a apostar numa comunicação enigmática para atrair a atenção do público. Agora, a marca britânica partilhou mais um novo teaser que confirma que Phone 3 vai contar com uma lente telefoto de 50MP, algo que era anteriormente ausente nos seus outros modelos.

Embora a empresa tenha evitado revelar muitos detalhes técnicos, a publicação refere que esta lente é “feita para criadores”, o que indica uma clara aposta nas capacidades fotográficas como argumento de venda. Apesar de não haver menção explícita a zoom ótico, alguns rumores anteriores apontam para um possível zoom de 3x, o que colocaria o Phone 3 em pé de igualdade com rivais do mesmo segmento.

A Nothing divulgou ainda várias imagens captadas com esta nova lente e até o próprio CEO, Carl Pei, partilhou algumas das suas fotos, embora sem especificar o nível de ampliação utilizado. A empresa parece querer deixar que as imagens falem por si — uma estratégia que reforça o apelo estético da marca e mantém o mistério.

O lançamento oficial do Nothing Phone 3 está marcado para 1 de julho, data que servirá também para a estreia do primeiro par de auscultadores da empresa.

Google prepara-se para substituir o Google Assistant no Android pelo Gemini

Esta nova atualização marca um ponto de viragem na integração do Gemini nos dispositivos Android, com mudanças na forma como o assistente interage com o sistema.

A Google está a avançar com a transição do Google Assistant para o Gemini para se tornar no novo assistente inteligente padrão em dispositivos Android. A partir de 7 de julho, uma nova atualização será lançada, conferindo ao Gemini capacidades muito mais alargadas de controlo sobre os dispositivos, mesmo quando certas opções de monitorização de atividade estão desativadas.

Até agora, o Gemini dependia da funcionalidade “Atividade de Aplicações” para executar tarefas básicas, como enviar mensagens, definir alarmes ou consultar informações no WhatsApp. Com esta atualização, essa limitação será eliminada, já que o assistente poderá interagir com elementos centrais do sistema, incluindo mensagens, chamadas, definições e aplicações, sem que o histórico de atividade necessite de estar ativo.

Esta mudança gerou inicialmente alguma inquietação entre os utilizadores e na comunidade Android, sobretudo por questões de privacidade e segurança. No entanto, a Google apressou-se a esclarecer que o controlo sobre o que o assistente pode ou não fazer continuará nas mãos dos utilizadores. Ainda mais importante, se a opção de Atividade de Aplicações estiver desativada, as interações com o Gemini deixam de ser utilizadas para treinar os modelos de inteligência artificial da Google — uma medida que muitos vêm como uma vitória para a proteção de dados pessoais. Ainda assim, por motivos de segurança e diagnóstico, a Google manterá as conversas com o assistente armazenadas durante 72 horas, independentemente das definições ativadas. No entanto, essas interações não serão registadas no histórico de atividade do utilizador, o que representa um passo significativo no reforço da confidencialidade.

Com esta atualização, a Google não só ampliará as capacidades práticas do Gemini, como também dá um claro sinal da direção que pretende seguir: um assistente digital mais poderoso, mas também mais consciente da privacidade dos utilizadores. A substituição definitiva do Google Assistant pelo Gemini deverá acontecer até ao final do ano, marcando o início de uma nova geração de interação inteligente nos dispositivos Android.

Microsoft despede-se do famoso “ecrã azul da morte” do Windows

A fabricante substituiu o “ecrã azul da morte” por uma nova versão mais sombria.

De acordo com a Microsoft, o “ecrã azul da morte” — presença habitual no Windows desde há quase quatro décadas — será substituído por uma nova versão em fundo preto. O histórico ecrã de erro, que acompanhou o sistema operativo desde os seus primórdios, passará assim por uma remodelação estética e funcional. A mudança surge no âmbito de uma reformulação mais ampla do sistema de mensagens de erro da empresa, que foi anunciada no início do ano.

O novo “Ecrã Preto da Morte” apresenta um visual mais sóbrio e moderno, eliminando elementos como o emoticon triste ou o código QR. O design aproxima-se do estilo visual das mensagens exibidas durante as atualizações do Windows, mantendo-se no entanto elementos cruciais como o código de paragem e a identificação de drivers de sistema com falhas — ferramentas essenciais para os administradores de sistemas na análise e resolução de problemas.

Ecrã Azul da Morte
Novo Ecrã Preto da Morte

No seu comunicado, David Weston, vice-presidente de Segurança Corporativa e de Sistemas Operativos da Microsoft, sublinhou as vantagens da mudança. O novo formato pretende facilitar a identificação e resolução de erros, tanto por parte da Microsoft como dos utilizadores. Weston destacou ainda a melhor distinção visual entre erros do sistema operativo e falhas relacionadas com componentes, o que poderá acelerar diagnósticos e intervenções técnicas.

Vários modelos de impressoras Brother foram afetados por vulnerabilidades críticas

A Brother admite a existência das vulnerabilidades e recomenda medidas imediatas para proteger os dispositivos.

Investigadores da empresa de cibersegurança Rapid7 identificaram oito vulnerabilidades críticas que afetam um vasto número de impressoras da marca Brother. O impacto é significativo, afetando 689 modelos diferentes, incluindo também equipamentos das marcas Fujifilm Business, Ricoh, Toshiba e Konica Minolta.

A dimensão da descoberta é particularmente preocupante, uma vez que quase todos os modelos da Brother parecem estar comprometidos. Em resposta, a fabricante publicou um documento em PDF com a lista detalhada dos modelos afetados, bem como a descrição de cada falha de segurança. Esta lista abrange impressoras de jato de tinta e a laser.

Face à situação considerada crítica, a Brother reagiu com celeridade, disponibilizando atualizações de firmware para diversos modelos. O documento divulgado acima, para cada dispositivo, revela se a atualização já se encontra disponível na coluna “Firmware atualizado”. Assim, os utilizadores podem descarregar a atualização diretamente a partir do site oficial da marca, ou proceder à verificação através da interface administrativa do equipamento.

Contudo, a situação mantém-se complexa. De acordo com a Rapid7, a falha mais grave não pode ser corrigida apenas com uma atualização de software. Esta vulnerabilidade permite a um atacante não autenticado ignorar mecanismos de proteção e gerar a password predefinida do administrador. Caso esta não tenha sido alterada, o atacante consegue obter controlo total da interface de administração da impressora.

A Brother sublinha, assim, que é imperativo alterar de imediato a password predefinida da conta de administrador, mesmo após a instalação das atualizações. Para os modelos que ainda não dispõem de uma correção oficial, a Brother propõe soluções temporárias, embora estas possam limitar algumas funcionalidades. As recomendações variam consoante a vulnerabilidade:

  • CVE-2017-9765: Desativar os serviços Web Services on Devices (WSD)
  • CVE-2024-2169: Desativar o protocolo TFTP (Trivial File Transfer Protocol)
  • CVE-2024-51977: Sem solução temporária disponível
  • CVE-2024-51978: Alterar a password predefinida do administrador
  • CVE-2024-51979: Alterar a password predefinida do administrador
  • CVE-2024-51980: Desativar os serviços WSD
  • CVE-2024-51981: Desativar os serviços WSD
  • CVE-2024-51982: Sem solução temporária disponível
  • CVE-2024-51983: Desativar os serviços WSD
  • CVE-2024-51984: Alterar a password predefinida do administrador

Importa salientar que todas estas falhas requerem ligação em rede ou à Internet para serem exploradas. Os utilizadores que mantêm as suas impressoras desligadas da rede ou com esses serviços desativados estão parcialmente protegidos contra algumas destas ameaças.

Parte da equipa da Don’t Nod foi despedida

Artistas, designers e controlo de qualidade entre os afetados de um corte de pessoal na Don’t Nod, o estúdio responsável por Lost Records.

A equipa da Don’t Nod, o estúdio que recentemente nos trouxe Lost Records e conhecido por criar a série Life is Strange, terá dispensado uma parte considerável da sua equipa, com despedimentos a afetar, sobretudo, funções de controlo de qualidade, artistas e designers de níveis. A informação foi avançada por vários membros da equipa através de publicações nas redes sociais como o LinkedIn, embora o estúdio ainda não tenha confirmado oficialmente os cortes.

Um dos testemunhos mais detalhados foi partilhado por um ex-funcionário do estúdio de Montréal, Laurent Dufresne, Artista Técnico, que referiu que “uma parte significativa” da equipa foi dispensada, descrevendo o momento como mais uma “onda de despedimentos” numa indústria que continua a ser marcada por cortes constantes nos últimos anos. “Depois de três anos, hoje é o meu último dia na Don’t Nod Montréal (…) A omnipresente vaga de despedimentos na nossa indústria acabou por nos apanhar após o lançamento de Bloom and Rage […] Apesar de termos feito o que parecia ser um milagre dadas as circunstâncias, não foi suficiente para manter a equipa unida.”

A dimensão total dos despedimentos na Don’t Nod não é, para já, clara, mas os relatos sugerem que se tratava de uma equipa relativamente pequena, o que torna o impacto ainda mais significativo. Só em 2025, estima-se que mais de 2500 profissionais da indústria dos videojogos tenham perdido o emprego, com cortes recentes também na EA, Respawn, People Can Fly e Build a Rocket Boy, com a indústria neste momento a preparar-se para um abalo na Microsoft, que se especula que poderá dispensar mais de 2 mil trabalhadores na área dos videojogos.

Lost Records: Rage and Bloom foi o mais recente jogo lançado pela Don’t Nod, naquele que foi um regresso aos temas, tons e estilos de jogo que tornaram o estúdio popular, com Life Is Strange.