Romero Games perde financiamento e avança com despedimentos após cortes da Microsoft

O estúdio do lendário co-criador de DOOM perdeu o financiamento do seu próximo jogo como resultado direto da mais recente reestruturação da Microsoft.

A Romero Games confirmou ter perdido o financiamento para o seu próximo jogo, na sequência de uma decisão da editora, a Microsoft, que atingiu também outros projetos desconhecidos e que estariam por ser revelados de outros estúdios. Em função deste corte, o estúdio depara-se agora com o despedimento de vários elementos da equipa.

O estúdio irlandês, liderado por Brenda e John Romero – o lendário co-criador de DOOM -, publicou um comunicado onde explica que a decisão deste cancelamento partiu de níveis superiores da editora e que estava fora do seu controlo. O projeto em questão estava a cumprir os objetivos definidos e a receber feedback positivo, de acordo com a equipa.

Apesar de a Microsoft não ser mencionada diretamente, vários ex-funcionários identificaram a empresa como responsável pela situação. Através de publicações no LinkedIn, descrevem o encerramento do financiamento como resultado direto da mais recente vaga de despedimentos. Alguns referem mesmo que o estúdio poderá fechar, embora não haja confirmação oficial nesse sentido.

De momento, a Romero Games está a tentar apoiar os trabalhadores afetados e a avaliar os próximos passos. O jogo cancelado seria um título de ação original, que ainda não tinha sido anunciado.

Esta situação surge poucos dias depois de se saber que a Microsoft avançou com cerca de 9.100 despedimentos, afetando diferentes áreas da empresa, incluindo a divisão de videojogos, que foi atingida de forma severa, com cancelamento de jogos, de estúdios e cortes de equipas. Trata-se de mais uma fase do processo de reestruturação iniciado em 2023, com impacto crescente sobre os estúdios e equipas associados à Xbox.

CD PROJEKT RED anunciou Cyberpunk: Edgerunners 2 com uma nova história e o regresso do estúdio TRIGGER

A sequela de Cyberpunk: Edgerunners é oficial e terá estreia, novamente, na Netflix.

Durante o painel especial da Anime Expo 2025, em Los Angeles, a CD PROJEKT RED revelou oficialmente que está a trabalhar numa nova série anime, Cyberpunk: Edgerunners 2, novamente em colaboração com o estúdio de animação japonês TRIGGER, responsável pela primeira temporada. A nova série será uma produção independente da original e contará com uma nova história passada dentro do universo do jogo Cyberpunk 2077.

O anúncio foi feito durante o painel Cyberpunk: Edgerunners — Behind the Scenes With its Creators, que contou com a presença de Bartosz Sztybor (argumentista e produtor da série), do realizador Hiroyuki Imaishi, e das vozes principais da série original, Emi Lo (Lucy) e Zach Aguilar (David), com apresentação de Joey “The Anime Man” Bizinger.

cyberpunk 2077 edgerunners 2 poster
Poster de Cyberpunk: Edgerunners 2

Durante o evento, foram revelados o logótipo oficial e a arte promocional de Cyberpunk: Edgerunners 2, com um teaser lançado posteriormente. A direção do projeto passará agora para Kai Ikarashi, que fez parte da equipa da primeira série e mais reconhecido pelo seu trabalho em SSSS.Gridman. Esta será a sua estreia como realizador principal.

Segundo Sztybor, a nova série vai contar uma nova história de redenção e vingança em Night City, distinta da de David da primeira série. Assim, apesar de manter o universo do jogo Cyberpunk 2077, não se trata de uma continuação direta da narrativa original. O argumento será adaptado por Masahiko Otsuka (Gurren Lagann, Promare), enquanto o design das personagens ficará a cargo de Kanno Ichigo, que também trabalhou em Promare e em Cyberpunk: Edgerunners.

Cyberpunk: Edgerunners 2 terá a sua estreia na Netflix, embora ainda sem data definida.

Da Eurovisão para Portugal: Tommy Cash atua em Lisboa este ano

Tommy Cash apresenta-se em nome próprio no LAV, em Lisboa, a 29 de novembro. A data integra a nova digressão europeia do músico estónio.

O artista estónio Tommy Cash, que muito provavelmente conhecem devido à sua participação na Eurovisão com o tema “Espresso Macchiato“, tem concerto marcado para Portugal, atuando a 29 de novembro no LAV – Lisboa ao Vivo. A data integra a nova digressão europeia do músico, que tem passado pelos principais circuitos de festivais e salas de espetáculo internacionais.

Com presença constante em plataformas digitais, Cash tem vindo a ganhar notoriedade tanto na música como nas artes visuais. O tema “Espresso Macchiato”, lançado anteriormente, obteve destaque em várias plataformas de streaming, acumulando milhões de reproduções. O artista tem mantido uma abordagem visual e estética consistente, com colaborações no setor da moda com marcas como Rick Owens, Maison Margiela e Adidas.

Ao longo dos últimos anos, Tommy Cash participou em festivais como Glastonbury, Sziget e Roskilde, e passou por várias salas de espetáculo na Europa e nos Estados Unidos.

Quanto aos bilhetes, são postos à venda esta quarta-feira, dia 29 de julho, por 27€ cada.

Wearables estão a revolucionar os hábitos de saúde dos europeus

93% dos profissionais de saúde já receberam doentes motivados por dados recolhidos através dos seus dispositivos móveis.

Os resultados do Inquérito Europeu sobre os Comportamentos Relacionados com a Saúde de 2025, promovido pela Huawei e conduzido pela Ipsos, apontam para uma transformação significativa na forma como os europeus encaram a sua saúde, muito graças à crescente adoção de smartwatches. De acordo com o estudo, mais de 80% dos utilizadores destes dispositivos registam mudanças de comportamento positivas, como o aumento da atividade física e a melhoria da qualidade do sono.

Os smartwatches deixaram de ser apenas acessórios de monitorização passiva e hoje já são vistos como instrumentos ativos na promoção do bem-estar, permitindo aos utilizadores acompanhar indicadores-chave de saúde e ajustar comportamentos em tempo real. O inquérito revela que 78% dos europeus já reconhecem a ligação entre o estilo de vida e a saúde, e entre os que utilizam wearables, 80% relatam mudanças de comportamento influenciadas pelos dados recolhidos. E entre os principais indicadores de saúde monitorizados incluem a pressão arterial, frequência cardíaca, SpO₂, ECG e os níveis de açúcar no sangue — parâmetros valorizados tanto por profissionais de saúde como por utilizadores. Ainda assim, observa-se um desfasamento de prioridades. Enquanto os médicos recomendam foco em métricas cardiovasculares e metabólicas, os utilizadores tendem a dar maior importância ao controlo do sono, hidratação e calorias.

Apesar disso, a frequência cardíaca continua a ser um indicador amplamente acompanhado (53%), e a atividade física mantém-se no topo das métricas mais consultadas (68%). Embora 78% da população afirme cumprir os níveis mínimos de exercício recomendados pela OMS, apenas 41% definem um objetivo diário de passos, com a média a rondar os 7000-8000 passos.

O inquérito mostra também uma forte aceitação por parte dos profissionais de saúde com 80% dos médicos de clínica geral a recomendarem dispositivos inteligentes aos seus pacientes e 93% a receberem consultas motivadas por alertas emitidos por smartwatches. Para os especialistas, os wearables representam ferramentas complementares importantes, que permitem detetar sinais precoces e fomentar a literacia em saúde.

Wearables
Alguns resultados do Inquérito Europeu sobre os Comportamentos Relacionados com a Saúde de 2025

A Huawei é uma das tecnológicas que mais tem vindo a investir na certificação médica de funcionalidades como a variabilidade do ritmo cardíaco (HRV), reforçando a fiabilidade dos dados recolhidos e aumentando a confiança dos profissionais. De acordo com Andreas Zimmer, Head of Product da Huawei, estes avanços tecnológicos são fundamentais para ligar as expectativas dos utilizadores às exigências clínicas, criando uma verdadeira “ponte” entre tecnologia e medicina preventiva. A crescente adoção de wearables marca o início de uma nova fase no bem-estar europeu. Como é óbvio, os smartwatches não substituem o acompanhamento médico profissional, mas tornam-se ferramentas valiosas na promoção de comportamentos saudáveis. Ao alinhar os interesses do público e dos especialistas, esta tecnologia está a redefinir o conceito de auto-cuidado e a criar condições para uma sociedade mais informada, ativa e saudável.

Lyca Mobile cresce em Portugal e reforça a sua aposta no consumidor digital

Lyca Mobile regista aumento expressivo no mercado pré-pago e no consumo de dados.

A Lyca Mobile, uma das principais operadoras móveis virtuais a nível mundial, está a fortalecer a sua presença em Portugal com uma expansão expressiva dos seus serviços, especialmente no segmento pré-pago. Entre janeiro e junho de 2025, a empresa registou um aumento considerado notável no consumo médio de dados móveis por utilizador, evidenciando a crescente adesão dos consumidores portugueses às suas ofertas.

Este desempenho reflete a eficácia da estratégia da empresa, que assenta na oferta de soluções competitivas, com tarifas ajustadas às necessidades de um público cada vez mais conectado e exigente. Os planos da operadora, como o Lyca Boss, destacam-se pela flexibilidade, simplicidade e ausência de fidelização, características que estão a conquistar a preferência dos utilizadores nacionais. “O aumento da nossa quota de mercado comprova que os portugueses procuram soluções práticas, eficazes e adaptadas ao seu estilo de vida. Com a nossa abordagem diferenciadora, estamos a ganhar a confiança de quem valoriza liberdade e qualidade”, destaca António Arnaut, diretor-geral da Lyca Mobile em Portugal.

Em reconhecimento do seu desempenho, a empresa foi distinguida com dois prémios de relevância no cenário nacional: o título de Produto do Ano pelo lançamento do seu eSIM físico e o selo Boa Escolha 2025, atribuído na categoria de “Tarifários Móveis Sem Fidelização”. Para o verão, a operadora prepara uma nova fase da sua campanha promocional, centrada na simplicidade e na liberdade de escolha — valores que continuam a orientar a proposta de valor da marca no mercado nacional.

Microsoft afirma que computadores com Windows 11 são 2x mais rápidos do que com Windows 10

A Microsoft prolongou as atualizações de segurança para o Windows 10, mas reforça a aposta no Windows 11 e nos novos PCs Copilot+, alegando ganhos de desempenho.

A Microsoft anunciou recentemente de forma oficial uma extensão do período de atualizações de segurança para o Windows 10, numa medida que poderá aliviar parte das preocupações de utilizadores com dispositivos mais antigos. No entanto, o foco da empresa mantém-se claramente centrado no Windows 11, cuja promoção tem sido acompanhada de uma série de argumentos de desempenho e inovação tecnológica.

Num comunicado publicado no seu blog oficial, a Microsoft celebrou os 40 anos do sistema operativo Windows, destacando a integração crescente da inteligência artificial como a chave para uma nova era de produtividade. A empresa afirma que o Windows 11 é até 2,3 vezes mais rápido do que o Windows 10, beneficiando de atualizações mais rápidas, ficheiros de menor dimensão e menor consumo energético — graças, entre outros fatores, às funcionalidades de recomendação automática. Entre os argumentos apresentados estão também uma melhor capacidade de resposta no modo de suspensão, navegação mais fluida na web e desempenho geral superior. No entanto, estes dados devem ser lidos com alguma cautela: na maioria dos casos, a comparação refere-se a hardware recente com Windows 11 face a máquinas mais antigas com Windows 10, o que torna a avaliação do sistema operativo isoladamente menos objetiva.

Ainda assim, a Microsoft continua a insistir que os benefícios do Windows 11 são claros. Entre eles, a exigência de TPM 2.0 para maior segurança, o Controlo Inteligente de Aplicações, a segurança baseada em virtualização (VBS) e funcionalidades avançadas como ambientes de trabalho virtuais. A integração de inteligência artificial generativa através de ferramentas como o Recall, a Pesquisa inteligente do Windows e a reformulação do Explorador de Ficheiros são outros aspetos de destaque do sistema operativo mais recente.

A aposta nos novos PCs Copilot+, dispositivos otimizados para inteligência artificial, representa a tentativa da Microsoft em redefinir a experiência do utilizador e acelerar a transição para o Windows 11.

RAIA – A minha música começou nas margens do rio

Texto de: António Bexiga

Venho do Alentejo profundo. O meu caminho fez-se de rios, boleias, rock’n’roll e viola campaniça. A minha música é avessa a fronteiras. A Why Portugal tornou-se um aliado para a internacionalização. Uma viagem com raízes no futuro.

O princípio

Tudo começou numa pequena aldeia da raia alentejana, há mais de 40 anos. Crescer longe implicou viajar muito, porque tudo – ou quase tudo – estava bastante longe. Perto, só mesmo o rio. E Espanha, que para mim nunca foi outro país – era apenas outro sítio.

Para estudar música na Academia dos Amadores de Música de Évora, fazia intermináveis viagens de autocarro ou apanhava boleia de gente mais ou menos conhecida. Ou era o meu pai que, na sua infinita paciência, me levava. Ou então era a minha professora de piano, a grande Ana Maria, no carro conduzido pelo marido, que me levava numa parte do caminho.

De lado nenhum e de todo o lado

Para um ser da aldeia, terei perdido muitas horas de campo – e algumas de rio – a navegar por escalas e acordes. E terei perdido outras tantas de urbanidade nos bancos de carros e autocarros. Sou uma daquelas pessoas que, para rural, não sabe distinguir muitas plantas (algumas, nem mesmo de bichos), e que também não ostenta a urbanidade de quem cresceu na cidade.

Com as primeiras bandas vieram muitos quilómetros e mais amigos — amigos que iam a concertos, ao teatro, ao cinema. Eu queria fazer tudo, enquanto mergulhava no rio e ia às festas da aldeia. E fiz isso tudo. Dormia pouco, viajava muito – nessa altura de DT LC Azul, fizesse chuva ou frio, sol ou nevoeiro.

Na adolescência, comecei a ver a minha casa [na aldeia] como parte de um bairro da cidade — um bairro afastado, mas ainda assim da cidade. Depois dos concertos, o meu regresso era sempre mais demorado. Tornei-me, entre os meus amigos, o maior colecionador de “histórias de regresso a casa”.

Mais tarde, a minha casa passou a fazer parte de todas as cidades. Declarei o meu bairro como pertencente à jurisdição do mundo – vejo a minha música da mesma forma.

Um som avesso a fronteiras

Sou internacional desde que me conheço. Cresci a mergulhar num rio – o Guadiana – que muita gente da minha terra trata no feminino, “a Guadiana”. Um rio entre dois países. Mais caminho que outra coisa.

A minha música nasceu dessa margem e é, por natureza, avessa a fronteiras. Comecei cedo a tocar em Espanha. Depois veio a Alemanha. A partir daí, vieram outros países e continentes – a solo ou em coletivo – quase sempre naquela lógica de “concerto puxa concerto”.

Internacionalizar não é apenas tocar fora de casa. É dialogar, adaptar, escutar.

Why Portugal: uma janela aberta para o mundo

A Why Portugal apresentou-me um ecossistema que desconhecia: oportunidades concretas de internacionalização, export offices, showcases, redes. Trouxe ferramentas, apoio a candidaturas, momentos de formação, presença em eventos – e a promoção da música portuguesa em contexto internacional.

Mais do que uma plataforma, é um ponto de apoio fundamental para quem, como eu, começou a construir o seu caminho a partir do interior profundo.

RAIA: entre tradição e experimentação

RAIA nasceu da vontade de experimentar – misturar o acústico e o elétrico, tradição e experimentação, composição e improviso. Um projeto com os pés bem assentes na planície, dos dois lados do rio, e os ouvidos sempre abertos para uma escuta profunda.

Enquanto artista independente, encontro na Why Portugal um parceiro de caminhada.

Internacionalizar exige estrutura, tempo, investimento emocional e financeiro. Exige tradução, persistência, rede e vontade de ir, mesmo quando é longe.

Um país com muitas vozes: A diversidade como direção

É urgente investir na diversidade geográfica e estética da música portuguesa. Apoiar criadores independentes, valorizar as cenas regionais, escutar quem arrisca caminhos fora do eixo.

O futuro da exportação musical portuguesa estará, necessariamente, na pluralidade.

António Bexiga é músico, compositor e produtor, natural de Évora e criado na raia alentejana. O seu percurso cruza tradição e experimentação, com a viola campaniça no centro da criação, em diálogo com as artes visuais e performativas contemporâneas.

O seu projeto solo, RAIA, tem levado a viola campaniça a vários continentes — da Europa à América do Norte, passando por África e Ásia — tanto em formato solo como em colaborações com artistas das mais diversas proveniências e diferentes linguagens.

Além dos concertos, António dedica-se à investigação, ensino e partilha de saberes ligados à música de raíz e aos seus cruzamentos e perceções, desenvolvendo aulas-concerto em escolas, universidades e conservatórios de música, festivais e outros eventos temáticos.

António foi membro dos Uxu Kalhus e No Mazurka Band e fundador de Há Lobos sem Ser na Serra, Bicho do Mato, Duas Violas, entre outros.

Gravou com artistas como Kepa Junkera, Celina da Piedade, Cantadores de Paris, Omiri, O Gajo, Lenna Bahule, Muhamago e Varejashree Venogupal, Puder Girl, Cardo Roxo, entre muitos outros.

É um dos compositores de “O Céu do Pastor”, música da Évora_27 – Capital Europeia da Cultura. Fundador da Boa Companhia – teatro para todos, membro dos Lusitanian Ghosts e do coletivo Além Cabul. Criador e mentor do projeto RAIA, o qual podem acompanhar através do Instagram, Facebook, Spotify e YouTube.

Foto: Mónica Batista

CHUWI GameBook chega à Europa com Ryzen 9 e RTX 5070 Ti por menos de 2.000€

Uma solução bem interessante, até porque este CHUWI Gamebook é das propostas mais ambiciosas da marca até à data.

A CHUWI lançou oficialmente o GameBook no mercado europeu, posicionando-o como um portátil de elevado desempenho, orientado para videojogos, multitarefas exigentes e criação de conteúdos profissionais. Este modelo estreia-se com um conjunto de especificações técnicas que o colocam entre as propostas mais ambiciosas da marca até à data.

O CHUWI GameBook integra o mais recente processador AMD Ryzen 9 9955HX, baseado na arquitectura Zen 5. Trata-se de um chip com 16 núcleos e 32 threads, capaz de atingir uma frequência máxima de 5,4GHz. Inclui ainda 64MB de cache L3 e um TDP de 55W.

A vertente gráfica fica a cargo da NVIDIA GeForce RTX 5070 Ti na versão para portáteis. Esta placa recorre à nova arquitectura Blackwell RTX e está equipada com 12GB de memória GDDR7, oferecendo suporte a DLSS 4, ray tracing em tempo real e Multi Frame Generation.

A nível de ecrã, está equipado com um painel IPS de 16 polegadas com resolução 2.5K (2560×1600), taxa de atualização de 300Hz, brilho máximo de 500 nits e cobertura integral do espaço de cor sRGB. O formato 16:10 oferece uma área útil adicional, especialmente útil em tarefas de produtividade.

No que respeita à memória, o GameBook traz de origem 32GB de RAM DDR5 a 5600MHz, expansível até 64GB. O armazenamento interno é assegurado por um SSD NVMe PCIe 4.0 com 1 TB de capacidade, estando ainda disponíveis dois slots M.2 2280, um dos quais compatível com a norma PCIe 5.0.

A gestão térmica recorre a um sistema composto por duas ventoinhas e três heat pipes. A bateria tem 77,77 Wh e suporta carregamento rápido via USB-C PD a 140 W. Para sessões prolongadas de utilização, a CHUWI inclui ainda um adaptador de 250W.

A construção do portátil inclui um teclado de tamanho completo com retroiluminação RGB, touchpad de grandes dimensões e câmara IR de 2MP equipada com obturador físico, para maior privacidade em videoconferências.

O GameBook já se encontra disponível para compra através da loja oficial da marca, com um preço de referência de 2.300€, mas, se colocarem o nosso código ECHOBOOMERGAMEBOOKA, o preço descerá substancialmente, mais precisamente para 1.930€.

Resident Evil: Survival Unit, um novo jogo de estratégia inspirado na saga da Capcom, será revelado a 10 de julho

Desenvolvido pela JOYCITY e Aniplex, o jogo para dispositivos móveis conta com a colaboração da Capcom e o envolvimento de Shinji Hashimoto, co-criador de Kingdom Hearts.

A Capcom vai apresentar na próxima semana um novo jogo mobile da série Resident Evil, desta vez com um foco estratégico. Chama-se Resident Evil: Survival Unit e será formalmente revelado a 10 de julho, durante uma transmissão online agendada para as 23 horas em Portugal continental, disponível no YouTube em inglês e japonês. Este novo projeto está a ser desenvolvido em conjunto pela JOYCITY e pela Aniplex, em colaboração direta com a Capcom. O jogo será lançado para iOS e Android em várias regiões, incluindo Europa, América do Norte e Ásia.

De acordo com o comunicado oficial, Survival Unit oferece “uma nova abordagem ao universo de terror da série“, ao transformá-lo numa experiência de estratégia em tempo real pensada para plataformas móveis. A promessa do jogo passa por atrair tanto veteranos da série como novos jogadores. Um dos nomes em destaque neste novo jogo é Shinji Hashimoto, figura histórica da Square Enix, ao contar no seu portefólio com a co-criação de Kingdom Hearts e por ter sido antigo gestor de marca de Final Fantasy e membro da direção da empresa, antes de se reformar em 2022 e integrar a Sony Music Entertainment Japan.

No que toca à série principal de Resident Evil, a Capcom já anunciou Resident Evil Requiem durante o Summer Game Fest, com lançamento marcado para 2026, onde os jogadores voltarão a Raccoon City, trinta anos depois da sua destruição, desta vez ao controlo de Grace Ashcroft.

Netflix vai transmitir os conteúdos do NASA Plus sem custos adicionais

A nova parceria leva os conteúdos do NASA Plus até mais de 700 milhões de utilizadores em todo o mundo.

A NASA está prestes transmitir o conteúdos do serviço NASA Plus no catálogo da Netflix, sem publicidade e sem custos adicionais para os assinantes. Desde o seu lançamento em novembro de 2023, o NASA Plus tem-se afirmado como um serviço de streaming dedicado ao espaço e à ciência, oferecendo conteúdos que vão de lançamentos de foguetes a documentários sobre o universo.

Entre os conteúdos que passam a estar disponíveis na gigante do streaming estão caminhadas espaciais em direto, cobertura de missões e transmissões em tempo real da Terra vistas a partir da Estação Espacial Internacional. O objetivo da iniciativa passa por levar o trabalho científico e exploratório da NASA a um público mais vasto, ao mesmo tempo que se reforça a presença do serviço NASA Plus no panorama mediático.

A escolha da Netflix como parceira é estratégica, uma vez que conta com mais de 700 milhões de utilizadores em todo o mundo, mesmo uma pequena percentagem de audiência poderá representar milhões de novos espetadores para os conteúdos. Para a Netflix, a parceria representa também uma oportunidade de enriquecer a sua biblioteca com conteúdos educativos e inspiradores, valorizando a componente documental da sua oferta.

Importa sublinhar que a colaboração não é exclusiva, já que o serviço NASA Plus continuará a estar disponível gratuitamente no site oficial da agência e através da aplicação NASA para iOS, Android, Apple TV, Roku e Amazon Fire TV.

Desde maio de 2024, o que mudou na Carris Metropolitana?

Carris Metropolitana registou crescimento de 15% entre 2024 e 2025, reforçou ligações noturnas e atingiu novo recorde de passageiros em junho.

Desde maio de 2024, a Carris Metropolitana tem vindo a registar uma evolução significativa no panorama da mobilidade urbana da Grande Lisboa. O primeiro semestre de 2025 culminou com um novo máximo diário de passageiros transportados – 729.000 no dia 6 de junho -, consolidando uma trajetória de crescimento sustentado.

A performance global da operadora tem-se destacado por indicadores consistentes. Em maio de 2025, o Índice de Serviço Global atingiu os 97,9%, e o número de passageiros transportados aumentou, em média, 15% face ao mesmo mês do ano anterior. Esta subida não se limitou aos dias úteis escolares (com um acréscimo de 14,8%), tendo sido igualmente notória aos fins-de-semana, com aumentos de 15,1% aos sábados e 15,2% aos domingos. Em todas as quatro áreas operacionais da Carris Metropolitana, o crescimento da procura foi transversal.

No que respeita aos principais terminais, os dados revelam uma forte adesão em vários pontos estratégicos da rede. Na Área 1, Agualva-Cacém (Estação) destacou-se com um aumento de quase 50% na utilização face a maio de 2024, seguida pela Amadora (Estação) e Portela de Sintra (Estação), ambas com subidas superiores a 35%. Na Área 2, os terminais associados à rede de metro, como Senhor Roubado, Pontinha e Odivelas, registaram igualmente uma evolução positiva. Já na Área 3, esta tendência verificou-se em locais como o Pragal, Fogueteiro e o terminal fluvial de Cacilhas. Na Área 4, sobressaíram os terminais de Setúbal, Montijo e Barreiro, todos com crescimentos assinaláveis.

Um dos desenvolvimentos mais marcantes foi o alargamento da operação às horas noturnas. A 1 de abril de 2025, entrou em funcionamento uma rede de ligações noturnas que cobre toda a Área Metropolitana de Lisboa. Com mais de 70 horários ativos entre as 21h00 e as 6h00, o serviço passou a assegurar percursos mais diretos entre zonas residenciais e centros urbanos, incluindo destinos como Marquês de Pombal, Estação Oriente, Fogueteiro, Sesimbra, Coina e Setúbal.

O impacto desta nova rede foi rapidamente visível na procura. Na Área 1, entre março e maio, a utilização das ligações entre Massamá e Lisboa aumentou 30% no início da noite. No mesmo corredor, a nova linha noturna entre o Marquês de Pombal e Rio de Mouro viu a procura duplicar entre abril e maio. A Área 2 apresentou uma dinâmica semelhante, com subidas de 19% e 36% em horários noturnos nas ligações entre Santo António dos Cavaleiros, Campo Grande e Santa Iria de Azóia.

Na Área 3, a procura nas ligações noturnas entre Quinta do Conde, Fernão Ferro e Fogueteiro aumentou mais de 25% após o reforço da oferta. Na Área 4, o eixo Lisboa – Vale da Amoreira e o corredor Setúbal – Palmela – Lisboa registaram subidas de 47% e 36%, respetivamente, durante o período da madrugada.

Já estão disponíveis os horários para o NOS Alive 2025

E, como é habitual, estes horários do NOS Alive não vão agradar a quem tinha planos de ver várias bandas ao longo do festival…

Foi ontem, dia 4 de julho, que ficámos a saber do cancelamento da atuação de Sam Fender no NOS Alive 2025, devido a uma hemorragia nas cordas vocais, algo que obrigou o artista a cancelar uma série de concertos. Foi também nessa partilha que a organização do festival prometeu que os horários seriam anunciados durante este sábado… e foi mesmo isso que aconteceu.

“Esperávamos, desejávamos, conseguimos: os horários chegaram. São 7 palcos, 112 artistas, 121 atuações e 13 horas de música desde que vos abrimos portas até ao último a sair”, refere o NOS Alive nas redes sociais. No entanto, são muitos aqueles que já estão a criticar os horários, seja porque os Nine Inch Nails atuam à mesma hora que os Future Islands, porque Nathy Peluso atua às 2h20, pelo facto de os Muse tocarem às 21h15, por Girl in Red e Mother Mother tocarem praticamente ao mesmo tempo… enfim, é impossível agradar a todos.

Além disso, a Everything is New não anunciou publicamente qual o artista que substitui Sam Fender, pelo que aguardamos novidades nesse sentido. E por falar em Sam Fender, parem de pedir reembolso pelo cancelamento do concerto, isso não vai acontecer. Somente haveria lugar a reembolso caso Sam Fender fosse cabeça de cartaz, e não era o caso.

Neste momento, está esgotado o bilhete diário para esse dia, bem como os passes de dois dias para 10 e 11 de julho, e 10 e 12 de julho. Também o passe geral de três dias está indisponível.

Portanto, e caso queiram ir ao NOS Alive, podem ainda comprar o bilhete diário para 11 e 12 de julho, bem como o passe de dois dias para essas datas. Caso prefiram, podem sempre tentar a vossa sorte nos passatempos disponíveis nas redes sociais – há muitos! 

Xerox conclui aquisição da Lexmark por 1,5 mil milhões de dólares

Uma fusão histórica que promete redefinir o mercado global de impressão e soluções empresariais.

A Xerox confirmou oficialmente a aquisição da Lexmark, numa operação avaliada em 1,5 mil milhões de dólares (aproximadamente 1,37 mil milhões de euros), encerrando um processo iniciado no final de 2024. Com esta transação, a propriedade da Lexmark passa das mãos da Ninestar Corporation, da PAG Asia Capital e do Shanghai Shouda Investment Centre para a estrutura da multinacional norte-americana.

Apesar de a notícia ter inicialmente surpreendido o mercado, a fusão entre as duas marcas, outrora concorrentes diretas no segmento de impressão e soluções empresariais, surge agora como uma evolução estratégica, de acordo com o CEO da Xerox, Steve Bandrowczak. “Esta aquisição representa uma extensão natural da colaboração entre as duas empresas”, afirmou o executivo, sublinhando a intenção de fortalecer o portefólio de produtos e acelerar o crescimento global da nova estrutura conjunta.

Nos próximos meses, a Xerox irá conduzir a integração das tecnologias, operações e redes de distribuição da Lexmark no seu ecossistema. Ambas as marcas têm uma longa tradição em soluções de impressão corporativa, gestão documental e serviços em nuvem, o que poderá resultar numa plataforma mais robusta e diversificada para clientes empresariais. E com o mercado de impressão tradicional a sofrer um declínio sustentado, esta fusão poderá representar uma tentativa de reposicionamento estratégico. A aposta passará por serviços digitais integrados, infraestruturas de TI e automação de processos empresariais, áreas onde tanto a Xerox como a Lexmark têm vindo a investir nos últimos anos.

A operação poderá também reforçar a presença das marcas nos mercados europeu e asiático, beneficiando da herança internacional da Lexmark e do músculo financeiro e comercial da Xerox.

SPC renova a sua gama de wearables com dois novos smartwatches e uma smartband

A fabricante espanhola continua a expandir a sua gama de wearables com três novas soluções de pulso.

A SPC lançou de três novos dispositivos que renovam a sua gama de wearables. Este novo conjunto de dispositivos de pulso é composto pela banda desportiva DUO FIT e os smartwatches SMARTEE DUO VELVET e SMARTEE DUO VIVO 2, que combinam funcionalidades avançadas, ligações inteligente e um design cuidado, tendo sido consebidos para acompanhar os utilizadores ao longo das suas rotinas diárias.

Toda a nova linha da SPC destaca-se pela inclusão de ecrãs AMOLED de alta definição, com cores vibrantes e um menor consumo energético. A funcionalidade Always On permite manter o ecrã ativo com impacto reduzido na autonomia, enquanto a capacidade de efetuar e receber chamadas via Bluetooth transforma estes dispositivos em extensões práticas do telemóvel. Para além disso, todos os modelos vêm com duas braceletes intercambiáveis e são certificados com resistência IP68 à água e ao pó, estando aptos para utilização em ambientes exigentes. Compatíveis com mais de 100 modalidades desportivas, integram sensores que monitorizam batimentos cardíacos, oxigénio no sangue, sono, calorias queimadas e outros indicadores de bem-estar.

SPC DUO FIT: design leve com funções de smartwatch

A DUO FIT posiciona-se mais como uma smartband com alma de smartwatch. O seu ecrã AMOLED de 1,47 polegadas, estrutura metálica fina e peso reduzido garantem conforto mesmo durante treinos intensos. A funcionalidade de chamadas via Bluetooth, invulgar nesta gama, representa um valor acrescentado para utilizadores que pretendem manter-se ligados sem retirar o smartphone do bolso.

Com autonomia de até 8 dias, dependendo da utilização, e disponível em quatro tons distintos — dois claros (BERRY LUX e STAR WHITE) e dois escuros (OCEAN DUSK e SHADOW NOIR) — a DUO FIT promete adaptar-se a qualquer estilo e rotina.

wearables SPC DUO FIT
SPC DUO FIT

SPC SMARTEE DUO VELVET: elegância circular com carregamento sem fios

O SMARTEE DUO VELVET é o mais sofisticado dos novos lançamentos, com um elegante corpo circular em liga de zinco, e um ecrã AMOLED de 1,32 polegadas que realça as cores e detalhes dos mostradores digitais. A principal inovação é o carregamento sem fios, que elimina a necessidade de cabos. Com autonomia de até 9 dias, este smartwatch inclui duas braceletes em silicone — uma em BERRY LUX, para ocasiões mais formais, e outra em STAR WHITE, ideal para o dia a dia. Inclui também monitorização de stress e múltiplos modos desportivos, reforçando a vertente de saúde e bem-estar.

SPC SMARTEE DUO VELVET
SPC SMARTEE DUO VELVET

SPC SMARTEE DUO VIVO 2: compacto, urbano e versátil

Mais discreto e leve, o SMARTEE DUO VIVO 2 oferece uma solução funcional para quem procura conforto e versatilidade. Com apenas 21 gramas e 11,2 mm de espessura, integra um ecrã AMOLED circular de 1,32 polegadas, permitindo acesso fácil a notificações e chamadas. O dispositivo traz duas braceletes SHADOW NOIR, uma em silicone e outra em nylon, para se adaptar a diferentes contextos. A coroa funcional facilita a navegação pelos menus, e a autonomia pode chegar aos 8 dias em modo normal.

Todos estes novos wearables da SPC são compatíveis com a aplicação SMART YOU, disponível para Android e iOS. Através da app, os utilizadores podem visualizar o seu histórico de atividade, definir objetivos, personalizar mostradores e monitorizar dados de saúde como sono, stress ou ciclo menstrual. A interface permite também configurar alarmes, gerir notificações e sincronizar contactos, assegurando que os equipamentos se adaptem às necessidades e preferências de cada utilizador.

SPC SMARTEE DUO VIVO 2
SPC SMARTEE DUO VIVO 2

Os novos dispositivos já estão disponíveis no mercado português com os seguintes preços recomendados:

  • SPC DUO FIT – 39,90€
  • SPC SMARTEE DUO VELVET – 59,90€
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Destiny: Rising para dispositivos móveis tem lançamento a 28 de agosto

A nova entrada no universo Destiny será gratuita e já pode ser registada no iOS e Android.

A NetEase Games anunciou que Destiny: Rising, o novo RPG de ficção científica gratuito inspirado no universo Destiny, será lançado oficialmente no próximo dia 28 de agosto para dispositivos iOS e Android. O jogo já pode ser pré-registado gratuitamente na App Store e Google Play.

Revelado originalmente no final de 2024, Destiny: Rising passa-se numa linha temporal alternativa anterior ao primeiro Destiny, apresentado apresenta uma nova geração de Lightbearers numa história original, independente dos jogos originais e acessível a todos, mesmo a quem nunca jogou outros títulos da série. Esta versão mobile preserva a essência looter-shooter da saga, incluindo modos PvE cooperativos com até seis jogadores, missões de campanha, objetivos em mundo aberto e confrontos PvP competitivos.

O jogo permitirá alternar entre vista na primeira e terceira pessoa, e inclui personagens personalizáveis — como o protagonista “Wolf” — para além de outra figuras icónicas da série com habilidades próprias. Os jogadores poderão equipar Relíquias únicas, novas armas exóticas, e aceder a equipamento de raridade Mítica, exclusivo desta versão.

Tal como noutros jogos Destiny, as opções multi-jogador incluem clãs, personalização de espaços sociais partilhados e modos de festa mais informais. As localizações visitáveis incluem Haven, um novo refúgio da Luz, e zonas como Jiangshi ou Red Sea Rift, cada uma com ambientes e histórias próprias que expandem o universo da série.

A NetEase confirmou ainda que está em curso um evento de pré-registo que desbloqueia recompensas conforme mais utilizadores aderirem. Com mais de 5 milhões de registos já confirmados, os jogadores receberão 10 tentativas gratuitas para desbloquear equipamento no dia de lançamento.

Destiny: Rising é desenvolvido pela NetEase sob licença oficial da Bungie, o estúdio criador da série.

Google lança novas ferramentas Gemini para instituições educacionais

A nova plataforma é gratuita para instituições com Workspace for Education e inclui proteção de dados reforçada, integração com Google Classroom e mais de 30 funcionalidades para docentes.

A Google anunciou um novo conjunto de serviços inteligentes focadas na área da educação, entre os quais se destaca o Gemini for Education — uma versão adaptada do seu assistente especificamente concebida para instituições de ensino.

Baseado no modelo Gemini 2.5 Pro, o serviço será disponibilizado gratuitamente aos utilizadores do Google Workspace for Education, oferecendo limites de utilização mais elevados do que a versão convencional e proteção de dados ao nível empresarial. Entre as funcionalidades, destaca-se a integração com o Google Classroom, agora disponível em todas as edições do Workspace for Education. Os administradores escolares terão ainda controlo centralizado sobre a plataforma, facilitando a gestão e aplicação de políticas internas.

Para os professores, chegam mais de 30 novas ferramentas, incluindo a possibilidade de criar listas de vocabulário com definições e frases exemplo. Nos próximos meses, será também possível partilhar os chamados “Gems” — especialistas de inteligência artificial personalizados — com outros docentes. O NotebookLM, ferramenta de organização de conteúdos, também será reforçado, além de resumos em áudio, os utilizadores poderão criar resumos em vídeo, ampliando o leque de formatos disponíveis.

A Google afirma ainda que diretrizes de conteúdo mais rigorosas serão aplicadas aos utilizadores menores de idade. A empresa promete não utilizar dados das conversas educativas para treinar os seus modelos, reforçando o compromisso com a privacidade. E embora o seu lançamento tenha sido confirmado, não é claro se os utilizadores no âmbito da educação em Portugal, ou em outros países europeus, terão acesso imediato à plataforma. Para já, a Google não especificou detalhes regionais no seu anúncio oficial.

Microsoft reconhece perda de 400 milhões de utilizadores de Windows nos últimos três anos

Apesar de anunciar um novo marco oficial, a Microsoft confirma uma quebra acentuada na base de dispositivos ativos com Windows desde 2022.

A Microsoft revelou que o Windows está atualmente instalado em mais de mil milhões de dispositivos ativos em todo o mundo. Apesar de este número parecer positivo, representa na realidade uma queda significativa face aos dados anteriores divulgados pela própria empresa.

Em 2022, pouco depois do lançamento do Windows 11, a tecnológica anunciava que o sistema operativo estava presente em 1,4 mil milhões de dispositivos. Comparando com os números agora partilhados, esse valor sugere uma redução de cerca de 400 milhões de unidades ativas em apenas três anos — um recuo expressivo que levanta dúvidas sobre a evolução da plataforma.

De acordo com a Microsoft, “o Windows é o sistema operativo mais popular do mundo, com mais de mil milhões de dispositivos ativos por mês — uma plataforma aberta e flexível que liga pessoas, ideias e inovação nos PCs usados diariamente por milhões”. Ainda assim, o contexto revela um cenário de perda, mais do que de crescimento.

Entre os fatores que poderão explicar esta tendência está o fim do suporte ao Windows 10, que tem levado muitos utilizadores a abandonar dispositivos mais antigos, muitas vezes sem os substituir por novos computadores. Para muitos, smartphones e tablets já respondem à maioria das necessidades diárias. E para quem procura alternativas, o macOS e ChromeOS têm vindo a conquistar maior quota de mercado. Não ignorando os ambientes Linux, que continuam a seduzir muitos utilizadores.

Recentemente, a oferta da Microsoft tem passado pela aposta mais agressiva em inteligência artificial, com o lançamento dos equipamentos Copilot+ – computadores com Windows 11 que integram funcionalidades assistidas por IA. No entanto, a receção tem sido moderada e o impacto, até agora, residual. Para além disso, a experiência do Windows 11 tem estado longe de consensual, persistindo críticas a elementos como o Modo Escuro incompleto, a incoerência visual da interface e a insistência em integrar publicidade no sistema. Essa publicidade é, aliás, uma das queixas mais recorrentes. O Windows 11 apresenta atualmente anúncios de serviços da Microsoft em áreas como o ecrã de bloqueio, o menu Iniciar, a pesquisa ou as definições. Embora alguns possam ser desativados, para muitos utilizadores o sistema está a tornar-se mais comercial, intrusivo e menos orientado para o controlo pessoal.

Outro aspeto controverso sensível é a exigência de recorrer a uma conta Microsoft para configurar o sistema, um requisito que não existe em mais nenhum sistema operativo, seja de desktop ou mobile. Esta imposição tem reforçado a perceção de que o ecossistema Windows está a afastar-se das necessidades dos utilizadores para se alinhar com modelos mais centrados na monetização.

Apesar de tudo, o Windows 11 continua a crescer dentro do universo Windows e deverá tornar-se a versão dominante já em 2026. No entanto, dificilmente atingirá a popularidade do Windows 10. Num mercado onde as alternativas são cada vez mais robustas, cresce o número de utilizadores dispostos a mudar de sistema operativo para manter a privacidade, simplicidade e controlo — um sinal claro de que a Microsoft poderá ter de repensar a sua estratégia.

Sam Fender cancela concerto no NOS Alive 2025

A Everything is New, promotora do NOS Alive, promete novidades em breve qual o artista ou banda que irá substituir Sam Fender.

Sam Fender, que este ano editou o disco People Watching, já não irá atuar no NOS Alive. O artista inglês tinha concerto marcado para 11 de julho, num dia encabeçado por Anyma.

Num curto comunicado divulgado nas redes sociais, ficámos a saber que o espetáculo não irá acontecer devido a uma hemorragia nas cordas vocais do cantor. “Esta é uma notícia que vos damos de coração apertado, mas queremos que saibam que estamos a trabalhar a fundo para vos trazer uma nova confirmação muito em breve”, lê-se na informação divulgada há minutos, onde também se deseja as melhoras a Sam Fender.

De resto, é também amanhã, dia 5 de julho, que serão divulgados os tão esperados horários. Recorde-se que o NOS Alive 2025 acontece já na próxima semana, de 10 a 12 de julho, sendo que o único dia esgotado é o primeiro, encabeçado por Olivia Rodrigo.

Neste momento, está esgotado o bilhete diário para esse dia, bem como os passes de dois dias para 10 e 11 de julho, e 10 e 12 de julho. Também o passe geral de três dias está indisponível.

Portanto, e caso queiram ir ao festival, podem ainda comprar o bilhete diário para 11 e 12 de julho, bem como o passe de dois dias para essas datas. Caso prefiram, podem sempre tentar a vossa sorte nos passatempos disponíveis nas redes sociais – há muitos!

Requalificação da Estação de Sintra melhora conforto, eficiência e preserva património

Estação de Sintra alvo de obras de conservação que reforçam o conforto, a eficiência energética e valorizam o edifício histórico.

A cobertura das plataformas da Estação de Sintra foi recentemente alvo de uma intervenção de conservação e requalificação, centrada na melhoria das condições de conforto para os utilizadores e na modernização das infraestruturas existentes. A obra, promovida pela Infraestruturas de Portugal, teve como principal objetivo corrigir anomalias estruturais e reabilitar elementos degradados, com impacto direto na funcionalidade e na valorização do espaço.

O investimento, no valor de cerca de 536.000€, permitiu atuar em vários pontos da estação, destacando-se a substituição integral do sistema de impermeabilização das coberturas, o tratamento e pintura dos elementos metálicos e estruturais, bem como a instalação de novos painéis em policarbonato. Estas intervenções visaram não só prolongar a durabilidade dos materiais, como também garantir melhores condições de abrigo para os passageiros, especialmente em períodos de intempérie.

A renovação contemplou ainda a modernização dos sistemas de informação ao público, com a colocação de novos painéis de sinalética, e a substituição das luminárias existentes por tecnologia LED, reforçando a eficiência energética da estação.

Com uma média superior a 230.000 passageiros por mês, a Estação de Sintra desempenha um papel central na rede de transportes da região. É um ponto estratégico nos fluxos pendulares entre Sintra e a Área Metropolitana de Lisboa e, ao mesmo tempo, uma das principais portas de entrada para quem visita a vila.

Couto destaca cuidados de pele e cabelo para a estação quente

A histórica marca portuguesa Couto sugere um conjunto de produtos concebidos para responder às exigências do cuidado pessoal durante o verão de 2025.

Com a chegada do verão, intensificam-se os preparativos para férias, escapadelas e dias passados ao ar livre. O bom tempo e as temperaturas elevadas exigem não apenas leveza no vestuário, mas também uma atenção redobrada aos cuidados com a pele e o cabelo. Ainda que muitos já tenham verificado a lista de essenciais, é comum esquecer produtos que podem fazer uma diferença real na rotina diária durante os meses mais quentes. A Couto, marca portuguesa com mais de um século de história no cuidado pessoal, apresenta uma seleção pensada especificamente para as exigências desta estação.

Entre os destaques encontra-se o Bálsamo Labial Couto Caramelo, desenvolvido para proteger os lábios das agressões externas típicas do verão, como a exposição solar e o vento. A sua composição inclui manteiga de karité, vitamina E e um substituto vegetal da lanolina, proporcionando nutrição e hidratação prolongadas. O aroma subtil a caramelo confere uma dimensão sensorial agradável à aplicação, enquanto o formato em pote de alumínio com 10 ml assegura portabilidade e praticidade.

No segmento da higiene pessoal, o Champô & Barra Corporal Couto oferece uma solução versátil em formato sólido. A fórmula, com mais de 95% de ingredientes naturais e totalmente isenta de sabão, é adequada para todos os tipos de pele e cabelo. A espuma suave limpa eficazmente sem comprometer o equilíbrio da barreira cutânea, respeitando o pH natural. Além disso, a utilização de ingredientes com certificação RSPO e a embalagem compostável sublinham o compromisso da marca com a sustentabilidade. A fragrância cítrica com notas amadeiradas completa a experiência, tornando este produto especialmente prático para viagens ou estilos de vida mais dinâmicos.

Para o cuidado das mãos, o Creme de Mãos Couto surge como um aliado diário, particularmente útil após lavagens frequentes ou exposição ao sol. Indicado para mãos secas ou ásperas, este creme proporciona suavidade imediata sem deixar sensação oleosa. A sua textura leve permite uma absorção rápida, sendo adequado para aplicação repetida ao longo do dia, sempre que necessário.

No rosto, o Creme de Rosto Couto foi formulado para dar resposta aos sinais de fadiga e envelhecimento potenciados pelo stress oxidativo, frequente durante os dias quentes e mais longos. A sua composição integra colagénio vegetal (derivado da Acacia seyal), glicerina, esqualano vegetal, manteiga de karité e lecitina. Esta combinação de ingredientes actua de forma sinérgica para hidratar, proteger e preservar a firmeza da pele, ao mesmo tempo que contribui para uma aparência revitalizada. A emulsão é adequada para aplicação de manhã e à noite, após a limpeza da pele.

Já para as zonas do corpo mais sujeitas a desidratação – como pés, mãos, joelhos ou cotovelos – o Creme Hidratante Couto apresenta-se como uma opção eficaz. A fórmula, enriquecida com glicerina e pantenol, promove a retenção de humidade e ajuda a reforçar a barreira cutânea natural. Sem deixar resíduos oleosos, é rapidamente absorvido e proporciona conforto imediato, sendo adequado para peles sensíveis e secas.

Todos estes produtos estão disponíveis na loja online da Couto.