Prozis Collagen Drink. Nova bebida com colagénio aposta na simplicidade para cuidar da pele

Com o seu formato versátil e de consumo prático, esta Collagen Drink da Prozis pode ser integrada em diferentes momentos do dia, havendo apenas uma única recomendação: servir bem fresca.

Manter uma pele saudável e com boa aparência é um objetivo comum. No entanto, nem todos se apercebem de que duas proteínas essenciais desempenham um papel crucial nesse processo: o colagénio e a elastina. Presentes naturalmente no organismo, estas substâncias são responsáveis por conferir firmeza, elasticidade e um aspeto rejuvenescido à pele. Contudo, com o avançar da idade, a produção natural de ambas reduz-se, originando os primeiros sinais de envelhecimento.

Felizmente, existem atualmente várias formas de ajudar a pele a recuperar estas proteínas essenciais. Entre as opções mais procuradas estão os bioestimuladores de colagénio, substâncias injetáveis que promovem a produção natural de colagénio na pele. Este tipo de procedimento é amplamente reconhecido pela sua segurança e eficácia no combate à flacidez, permitindo resultados visíveis e duradouros. Mas e porque não apostar em bebidas? É mesmo essa a proposta da Prozis, com a sua novíssima Collagen Drink.

Com uma ligeira gaseificação e sabor suave, esta nova bebida funcional – que combina colagénio hidrolisado Verisol e vitamina C, numa fórmula leve, sem açúcar e com apenas 10 calorias por lata – destina-se a quem procura cuidar de si de forma prática, sem recorrer a soluções calóricas ou ingredientes artificiais.

Cada unidade de Collagen Drink contém 2,5g de péptidos de colagénio Verisol e 40mg de vitamina C, o equivalente a 50% do valor de referência diário para este micronutriente. A ausência de açúcares, gorduras e adoçantes como o aspartame torna-a uma opção discreta e acessível, tanto do ponto de vista nutricional como sensorial.

A utilização do colagénio Verisol distingue-se pela sua pureza e perfil bioativo. Trata-se de um ingrediente amplamente estudado, com ensaios clínicos que demonstram benefícios associados à melhoria da elasticidade da pele, redução de rugas, fortalecimento das unhas e aumento da espessura capilar. A inclusão de vitamina C não é acidental: este nutriente contribui para a formação normal de colagénio, essencial para a saúde da pele, ossos e vasos sanguíneos.

Com o seu formato versátil e de consumo prático, esta Collagen Drink pode ser integrada em diferentes momentos do dia, havendo apenas uma única recomendação: servir bem fresca.

Interessados? Saibam então que cada embalagem de 9 latas de 250ml, com formado perfeito para estes dias quentes de verão, custa 14,99€, o que dá cerca de 1,66€ por cada lata de Collagen Drink. De momento, têm disponível esta bebida com sabor a pêssego.

O melhor de tudo é que podem, ainda, usar o nosso cupão ECHOBOOMER, para 10% de desconto e algumas ofertas. Este mês, as ofertas são:

PROZIS/ECHOBOOMER - Julho 2025

Além de tudo isto, ainda juntam ProzisPoints com cada encomenda, que são pontos que ganham na compra de qualquer produto – cada produto tem atribuído um determinado número de pontos. Cada ProzisPoint vale 0,01€. E sim, caso tenham ProzisPoints para utilizar, também os podemos redimir com esta encomenda.

Remaster de Croc: Legend of the Gobbos vai chegar em breve à Steam

0

A versão remasterizada do clássico Croc já está disponível no GOG e consolas desde abril.

A Argonaut Games anunciou que a versão remasterizada de Croc: Legend of the Gobbos será lançada em breve na Steam. O jogo está disponível desde 2 de abril no GOG, PlayStation 5, Xbox Series X|S, PlayStation 4, Xbox One e Nintendo Switch.

Originalmente lançado em 1997 para PC e PlayStation, Croc: Legend of the Gobbos foi um jogo de plataformas em 3D que surgiu como alternativa a títulos como Spyro ou Crash Bandicoot. Nesta nova edição, a estrutura do jogo mantém-se, com o controlo de um adorável crocodilo ao longo de níveis com obstáculos, plataformas, recolha de itens e combates contra vários inimigos. Estão incluídos 45 níveis divididos por cinco zonas temáticas, como zonas vulcânicas, cavernas submersas ou glaciares.

A remasterização inclui visais adaptados à alta definição, um sistema de controlos revisto com nova câmara, e modos de visualização alternativos inspirados em formatos antigos. Nesta reedição do clássic, foi ainda criada a Crocipedia, um espaço dedicado a materiais de produção recuperados com a colaboração de membros da equipa original, incluindo documentos de design, protótipos, arte conceptual e entrevistas.

O lançamento na Steam ainda não tem data definida.

The Green House: o Amor cultivado em solo Português

0

Bem-vindos à The Green House, um retiro de luxo discreto no Alentejo, onde tudo gira em torno da boa comida e de uma horta que dita o ritmo e as tendências da cozinha.

gTudo começou com Heleen Uitenbroek, holandesa de origem que residiu na Nova Zelândia, onde passou grande parte da sua infância e juventude. Seria, no entanto, em Portugal que decidiria lançar raízes e construir o seu projeto de vida, ao lado do seu marido, Manuel. Juntos, são proprietários do Santiago de Alfama, um boutique hotel de cinco estrelas em Lisboa, recentemente distinguido com o prémio Best World’s Luxury Hotel 2025 pelo TripAdvisor. Apesar de não virem do setor da hotelaria ou da restauração, Heleen e Manuel sempre tiveram uma paixão genuína por receber, cuidar e proporcionar experiências autênticas. E foi essa mesma paixão que os levou a dar um novo passo, agora rumo ao coração do Alentejo.

Há cerca de três anos, perto de Évora, mais concretamente em Vila Nova da Baronia, surgiu a The Green House. Mais do que um simples alojamento, a The Green House é um verdadeiro projeto de vida familiar, construído ao longo do tempo com muita alma, dedicação e uma atenção cuidadosa a cada detalhe. O que começou por ser uma casa de família foi sendo erguido, transformado e reconstruído ao longo dos anos – sempre com o cuidado de preservar a sua essência rústica, tão típica das casas alentejanas.

A The Green House conta 10 quartos, dos quais 7 são suítes. Existe também um quarto com 4 beliches para crianças ou adolescentes que venham com os pais. Importa referir que apenas ficam juntos neste quarto crianças e jovens que já se conhecem entre si.

A identidade da The Green House gira em torno de um eixo central: a horta biológica, que abastece a cozinha da casa e convida assim os hóspedes a terem uma ligação direta com a terra.

E é Audrey, a filha do casal, quem cuida da horta (é também ela quem dá nome ao restaurante do Santiago de Alfama, o Audrey’s) e leva os hóspedes em idílicos piqueniques no campo. Hoje, faz parte ativa do projeto The Green House, trazendo consigo uma nova visão de sustentabilidade ambiental e um compromisso genuíno com a saúde e o bem-estar, garantindo assim que este seja um espaço pensado para todas as gerações. Ao mesmo tempo, Audrey está também a contribuir para a reconstrução de uma comunidade que, ao longo dos anos, foi perdendo a sua vitalidade, acontecimento infelizmente comum nestas zonas mais interiores do país. Este é, aliás, um dos grandes objetivos da The Green House: recuperar tradições, reviver o espírito autêntico do Alentejo e apresentá-lo ao mundo.

Mas quem pensa que esta ligação ao Alentejo é apenas uma história bonita, engana-se. O pai de Manuel era natural de Grândola e acabou por fixar-se em Vila Nova da Baronia, onde também a mãe ainda vive. Heleen, por sua vez, já teve uma herdade agrícola na mesma região, com cerca de 1000 ovelhas e 400 cabras, cujo leite era usado para produzir queijo artesanal. Com o Alentejo sempre no coração, a ligação a Lisboa surgiu quando os filhos cresceram e precisaram de sair para estudar. Foi então que a capital entrou no horizonte da família, abrindo um novo capítulo nas suas vidas com o surgimento de vários projetos na cidade.

Mas Vila Nova da Baronia chamava mais alto, e tendo em conta que a família já ali estava estabelecida desde 1985, foi natural o regresso. E Manuel explica que, para vermos a cara de Heleen transformar-se em pura expressão de alegria, basta vê-la no campo. É uma mulher que arregaça as mangas e não tem medo do trabalho. Quer seja entre os canteiros da horta ou a cuidar dos hóspedes, há sempre alguma coisa a fazer – e Heleen está sempre presente.

O Echo Boomer teve o prazer de passar duas noites na The Green House e de estar à conversa com Heleen, que nos recebeu de braços abertos e proporcionou uma estadia de puro descanso e lazer. Contou-nos que é formada em Gestão, mas que encontrou a sua verdadeira paixão na reabilitação de edifícios antigos – daqueles que, segundo a própria, ninguém quer e que precisam de muito amor. E aqui, a palavra-chave é mesmo amor. Nota-se em cada canto da The Green House que Heleen pensou cuidadosamente em todos os detalhes durante a reabilitação da casa: desde os elementos de decoração das suites ao esquema de cores que percorre todos os espaços, passando pela serenidade da zona da piscina, até à localização estratégica da cozinha/bar e da área de refeições. Esta última fica situada sob um toldo, mesmo em frente à horta luxuriante. E Heleen não escolheu o nome The Green House por acaso. Para além de evocar a ecologia e a sustentabilidade (dois pilares essenciais deste projeto), o nome reflete também a presença constante da cor verde em todo o espaço. Seja nos detalhes da decoração, nas plantas em cada recanto ou na proximidade direta com a horta, o verde está sempre presente e funciona como fio condutor da identidade do hotel. É uma cor que inspira calma, ligação à natureza e bem-estar – sensações que marcaram toda a nossa estadia.

A suite da The Green House na qual ficámos alojados tinha uma pequena zona de entrada com um roupeiro embutido, ao lado de uma pequena kitchenette. Do outro lado, uma vista encantadora para o jardim em frente ao quarto, com acesso a um pequeno terraço privativo. Mesmo por baixo da janela, uma secretária com cadeira convidava a aproveitar o momento – fosse para ler, comer, trabalhar ou simplesmente relaxar enquanto se apreciava a tranquilidade do jardim.

Ao atravessar essa zona, entrámos no quarto propriamente dito, onde se destaca uma magnífica cama que cumpriu na perfeição o seu propósito, pois dormimos como bebés durante toda a noite. Um detalhe interessante e pouco comum é o pé-direito altíssimo, que confere amplitude ao espaço, e a presença de uma clarabóia com vista direta para o céu e as nuvens que por ali passavam. E não se preocupem: há uma persiana que pode ser fechada por completo, garantindo total escuridão para quem valoriza um sono tranquilo até mais tarde.

Um dos detalhes que mais nos chamou a atenção (e que diferencia a The Green House de tantos outros hotéis) foi a forma como peças de mobiliário vintage foram recuperadas e integradas numa decoração mais contemporânea. Desde cómodas e armários até às portas da casa de banho e à banheira de imersão, tudo foi escolhido a dedo. O papel de parede harmonizava com os tons verdes que percorrem toda a suite e, na nossa suite onde ficámos, casava lindamente com o lilás. Também tudo o que se espera de amenities num espaço de conforto e qualidade estava presente e à disposição.

Em relação aos espaços de lazer, a The Green House oferece a todos os seus hóspedes um verdadeiro oásis de tranquilidade. A piscina de água salgada destaca-se como um dos seus maiores atrativos, já que foi pensada para garantir o conforto dos hóspedes, ao evitar o uso de cloro e prevenir, assim, qualquer tipo de irritação da pele e dos olhos. É o convite perfeito para um mergulho refrescante, sobretudo nas tardes quentes do Alentejo. Sobre a piscina, um terraço oferece vista direta para as torres da igreja da aldeia, criando um cenário sereno e um pôr-do-sol de tirar o fôlego. Após o banho, pode-se relaxar numa espreguiçadeira, sob a sombra de um guarda-sol, com uma sangria fresca na mão.

Outro espaço de lazer muito acolhedor da The Green House é a zona de refeições, com a horta como pano de fundo. Este ambiente ao ar livre cria uma atmosfera calmante, onde os hóspedes podem saborear pratos deliciosos feitos com ingredientes frescos colhidos diretamente da terra. E aqui, não é a cozinha que dita as regras, mas sim a horta, definindo o que se come… e quando.

Quanto às refeições, os jantares são servidos mediante marcação, enquanto os almoços têm um caráter mais leve e descontraído, com opções simples e saborosas, como tomate com burrata ou tostas variadas. O menu muda diariamente, conforme o que a horta oferece em cada estação. Além disso, todas as carnes e peixes são adquiridos localmente, de acordo com a disponibilidade da região. Um detalhe especial é que os hóspedes podem colher diretamente da horta os ingredientes que desejarem, para cozinhar ou, simplesmente, saborear na hora, aproveitando assim a frescura dos produtos.

De facto, foi tudo muito agradável nesta estadia na The Green House, desde a possibilidade de desfrutar das refeições com uma vista verde e luxuriante até à tranquilidade proporcionada pelos sons do campo. As manhãs começaram com uma mesa bem composta, onde a fruta ocupou um lugar de destaque – desde pêssegos apanhados do pessegueiro da horta até às amoras maduras e sumarentas. A acompanhar, croissants ainda quentes, pain au chocolat e pain aux raisins, todos com massa leve e estaladiça. Chegou-nos também uma tábua com queijos, presunto, fiambre, compota e manteiga, perfeita para complementar a seleção de pães frescos. Para beber, serviram-nos sumo de laranja espremido na hora, sumo de melancia e café. Os pratos principais são escolhidos à carta e incluem opções como iogurte natural com granola do chef e fruta, ovos da The Green House (mexidos, estrelados ou escalfados) servidos sobre pão alentejano torrado com manteiga, ovos Benedict, ou panquecas com Nutella e morangos ou xarope de ácer. As panquecas foram feitas por Heleen especialmente para nós e estavam entre as melhores que já provámos. A massa era leve e macia, com aquele equilíbrio perfeito entre doçura e textura aveludada. Os ovos mexidos, por serem caseiros, tinham um sabor mais intenso e autêntico, e casavam na perfeição com o pão Alentejano torrado.

Falando sobre o almoço e jantar, a experiência foi marcada por pratos variados, bem equilibrados e sempre apresentados com cuidado, refletindo a frescura e a qualidade dos ingredientes usados. Ao jantar, começámos com uma entrada leve mas cheia de sabor: Gaspacho alentejano bem fresco, seguido de flores de curgete recheadas, delicadas e deliciosas com queijo derretido por dentro, uma combinação que nos surpreendeu pela sua originalidade. Como prato principal, foi-nos servido Borrego marinado com molho de pistácio e figo, assado lentamente no forno de lenha. O borrego, proveniente de uma quinta de um vizinho, estava tenro e suculento, com o molho de iogurte que lhe dava frescura e um toque ácido que contrastava com o doce dos figos e do molho de pistácio. A sobremesa fechou a refeição com chave de ouro: uma Panacota de amêndoa, delicada e cremosa, regada com uma calda de amoras colhidas ali mesmo na horta, num contraste doce e levemente ácido. Para acompanhar toda a refeição, tivemos dois vinhos alentejanos de excelente qualidade: o tinto Quetzal Reserva 2020 e o branco Mainova Moinante, mais leve e fresco, com direito ainda a uma sangria bem deliciosa de frutos vermelhos.

Ao almoço, fomos surpreendidos com um prato principal de Lombo de vaca absolutamente memorável. A carne estava no ponto certo, tão tenra que praticamente se desfazia na boca, com um sabor delicioso. Acompanhavam-no espargos fresquíssimos, acabados de colher (literalmente do quintal do vizinho), o que deu ao prato um toque ainda mais especial e local. Para complementar, tivemos um arroz de lentilhas com pistácio que unia textura e sabor de forma muito equilibrada, uma salada de tomate e rúcula colhidos no jardim, cheia de cor e frescura, e ainda um puré de batata-doce aveludado e perfeitamente temperado. A sobremesa foi um verdadeiro destaque: uma Pavlova com figos e amoras da horta, tão bonita que quase dava pena cortar. A base crocante e o interior suave contrastavam na perfeição com o doce natural das frutas. Rendeu muitos elogios ao chef – e com toda a razão! Para acompanhar, serviu-se uma sangria branca bem fresca, leve e frutada, ideal para as temperaturas quentes do Alentejo e perfeita para tornar a refeição ainda mais agradável e descontraída.

E para conhecer melhor a vizinhança, decidimos jantar fora e conhecer um dos restaurantes mais emblemáticos de Vila Nova da Baronia: o Camões. Mal entrámos, fomos envolvidos pela atmosfera genuinamente alentejana – mesas de madeira robusta, toalhas com padrões tradicionais, paredes em tijolo e tetos forrados a madeira criavam um ambiente acolhedor e autêntico. A refeição começou com pão alentejano acabado de cortar, azeitonas temperadas e um queijo curado da região que, logo à partida, nos deixou com ótimas expectativas. E os pratos principais não desiludiram. Os Secretos de porco preto chegaram suculentos e no ponto certo, com a gordura a derreter-se na boca e a intensificar o sabor da carne. Mas o destaque foi mesmo o Pernil de pato no forno, lentamente assado, com a pele crocante e a carne macia, que se soltava com o simples toque do garfo. A acompanhar, batatas fritas caseiras, douradas e estaladiças. Foi uma refeição saborosa e reconfortante, que nos deixou com vontade de voltar e explorar ainda mais a cozinha tradicional alentejana.

Mas a experiência na The Green House não fica por aqui: há também a oportunidade de pôr literalmente as mãos na massa com o workshop de pão, disponível mediante reserva. Tivemos a sorte de participar e foi, sem dúvida, um dos pontos altos da estadia. A D. São, que guia a atividade, é um verdadeiro anjo de pessoa – e o pão que faz é de outro mundo. Com muitos anos de prática, contou-nos que tudo o que sabe aprendeu sozinha, com erros, tentativas e dedicação, até chegar à sua fórmula perfeita: uma massa fofa, deliciosa, que vai ao forno de lenha (aceso previamente durante cerca de três horas até atingir o ponto ideal para cozer o pão). Aqui não há atalhos: fizemos tudo à moda antiga, como nas cozinhas das nossas avós. Misturámos farinha, água, sal e fermento com as próprias mãos, sempre sob o olhar atento da D. São, que ia dando os seus toques e conselhos preciosos para garantir que a massa ficava mesmo no ponto. Depois de deixarmos a massa levedar junto ao forno, até duplicar de volume, chegou o momento mais divertido: recheá-la com o que mais nos apetecesse (chouriço ou azeitonas e poejo, ingredientes bem típicos do Alentejo). Em seguida, os pães seguiram para o forno de lenha, onde bastaram cerca de 25 minutos para ficarem prontos. O aroma que invadiu o ar era simplesmente irresistível. Depois de arrefecerem ligeiramente, cortaram-se as primeiras fatias, ainda mornas, acompanhadas por um fio generoso de azeite extra-virgem, que eram de comer e chorar por mais. Curioso como, quando somos nós a fazer (sobretudo quando é feito com carinho) tudo parece ter outro sabor. É uma experiência quase terapêutica: o simples gesto de amassar a massa torna-se num ritual relaxante, que acalma a mente e ajuda a aliviar a ansiedade.

E por falar em acalmar a mente, uma das atividades que também tivemos oportunidade de experimentar logo pela manhã foi uma aula de yoga, aproveitando assim o ar fresco e o silêncio do campo, apenas interrompido pelo som dos pássaros e da cascata da piscina. A sessão foi sempre conduzida por Audrey, cuja voz serena e presença tranquila criaram o ambiente ideal para um verdadeiro momento de conexão interior.

Os hóspedes da The Green House têm ainda à sua disposição outras atividades que podem fazer: desde visitas vínicas, passando pela Rota do Fresco e andar de bicicleta, ou até dar um mergulho na Barragem do Alvito. Há opções para todos os gostos e idades. A própria Vila Nova da Baronia também merece ser explorada, com destaque para a sua imponente igreja, situada mesmo ao lado da The Green House. E, para quem quiser alargar horizontes, Évora, cidade Património Mundial pela UNESCO, fica a apenas meia hora de distância. Se, por acaso, surgir a vontade de dar um salto até Lisboa, a localização não podia ser mais conveniente: há um comboio intercidades que liga Beja à capital, com paragem em Vila Nova da Baronia quatro vezes por dia. A viagem é rápida, confortável e dura cerca de 1h20min, tornando perfeitamente possível um passeio citadino a partir da tranquilidade do Alentejo.

Afinal, como nos contou Manuel, ninguém viaja apenas para ficar num hotel, mas sim para conhecer um lugar, a sua história e as pessoas que o tornam único. E em Vila Nova da Baronia, além do conforto da The Green House, há uma aldeia autêntica, onde as tradições ainda permanecem vivas, e que merece a pena ser explorada.

BLUETTI com descontos até 72% durante o Prime Day 2025

A marca de soluções energéticas sustentáveis BLUETTI participa no Prime Day com uma campanha promocional entre 8 e 11 de julho, com descontos significativos em equipamentos de bateria portátil e centrais elétricas.

A BLUETTI, especializada em sistemas de energia portáteis e soluções solares, participa no Prime Day 2025 com uma campanha promocional que inclui reduções de preço até 72% em vários dos seus produtos mais procurados. Esta campanha decorre entre os dias 8 e 11 de julho, tanto na Amazon como no site oficial da marca, e inclui modelos como o AC70, AC180, AC300 com módulo B300K, entre outros.

Fundada com a missão de fornecer energia limpa e fiável em qualquer lugar e em qualquer situação, a BLUETTI tornou-se numa marca de referência no sector da energia portátil, com presença em mais de 100 países. A empresa investe em soluções sustentáveis, combinando inovação tecnológica com design funcional, adaptado tanto a situações quotidianas como a contextos extremos, como viagens ao ar livre ou na possibilidade de falhas de energia domésticas.

Entre os destaques da campanha do Prime Day 2025, encontra-se o Elite 100 V2, agora a 549€, face ao preço original de 799€. Este modelo compacto é indicado para atividades de exterior, como campismo ou viagens de autocaravana, graças à sua portabilidade e facilidade de utilização. Para quem procura mais autonomia, o Elite 200 V2 está também em promoção por 999€, reduzido de 1499€. Com maior capacidade e potência de saída, é uma opção mais robusta para utilização prolongada em cenários fora da rede elétrica.

O modelo AC70, um dos mais versáteis da gama, surge com um desconto de 130€, ficando a 449€. Esta central elétrica portátil com bateria LiFePO₄ é adequada para pequenos eletrodomésticos, iluminação ou equipamentos de comunicação. A seguir, o AC180 surge por 599€, em vez dos habituais 849€, oferecendo uma combinação sólida de capacidade e compatibilidade com carregamento solar rápido, o que o torna útil tanto em contextos domésticos como em emergências.

Por fim, a maior redução aplica-se ao conjunto AC300+B300K, que passa de 2299€ para 1499€. Este sistema modular, concebido para funcionar como fonte de energia de reserva em casa, permite expandir a capacidade com módulos adicionais, adaptando-se assim a diferentes necessidades energéticas, seja para manter eletrodomésticos críticos em funcionamento durante cortes de energia, seja como suporte em instalações off-grid.

Todos os produtos estão à venda na Amazon, tal como podem verificar pelos links que deixámos no artigo. No entanto, podem também comprar, como referido anteriormente, no site oficial da BLUETTI, onde podem também contar com um desconto extra de 5%. Basta que, no carrinho, insiram o código BLUETTIECHO.

A aposta da BLUETTI em baterias LiFePO₄ – conhecidas pela durabilidade, segurança e estabilidade térmica – é um dos seus principais destaques técnicos de algumas destas soluções. Muitos dos seus modelos incluem ainda funcionalidades como carregamento solar, compatibilidade com painéis solares, múltiplas portas de saída (AC, DC, USB, entre outras), e monitorização via aplicação móvel.

Para além disso, a marca destaca-se pelo seu compromisso com práticas sustentáveis, procurando reduzir a dependência de combustíveis fósseis e promovendo um estilo de vida mais autónomo e ecológico. As soluções BLUETTI destinam-se tanto a utilizadores particulares como a pequenas empresas, permitindo responder a cenários tão diversos como acampamentos prolongados, projetos de vanlife, backups domésticos ou apoio a ferramentas em locais remotos.

Esta campanha promocional surge num momento em que cresce o interesse por soluções de energia portátil, tanto por razões práticas como ambientais. Os modelos em promoção refletem a diversidade de cenários em que estas soluções podem ser aplicadas, permitindo aos consumidores escolher a que melhor se adapta às suas rotinas ou exigências técnicas.

TCL 60 SE chega à Europa com 512GB de armazenamento

A TCL lançou na Europa o 60 SE, um smartphone com 512GB de memória interna, câmara de 50MP e bateria de longa duração.

O mais recente modelo da TCL, o 60 SE, já está disponível no mercado europeu. E com um preço bem interessante. Mas já lá vamos.

Com um design sóbrio e contemporâneo, o TCL 60 SE aposta num equilíbrio entre utilidade e estética. O ecrã de 6,67 polegadas, com resolução HD+, promete uma visualização confortável, adequada tanto ao consumo de conteúdos como à realização de tarefas quotidianas. O sistema de som com dois altifalantes complementa a experiência multimédia, enquanto os métodos de autenticação – reconhecimento facial e sensor de impressões digitais – asseguram um acesso rápido e seguro ao dispositivo.

Um dos principais destaques é a capacidade de armazenamento interno, que atinge os 512GB, um valor pouco comum nesta gama de preços abaixo dos 200€ e que fará com que não tenham de pensar em armazenamento na cloud. Quanto às câmaras, tem uma lente principal de 50MP na traseira no dispositivo e, para selfies e videochamadas, tem uma lente frontal de 8MP.

Em termos de desempenho, o TCL 60 SE integra um processador octa-core e um total de 18GB de RAM (8GB físicos mais 10GB adicionais através da funcionalidade RAM Boost). A nível de autonomia, a bateria de 5010mAh fará com que o smartphone se aguente para um dia de inteiro de utilização regular.

Disponível nas cores Obsidian Black e Blizzard White, o TCL 60 SE chega às lojas europeias com um preço recomendado de 199€, ou seja, conseguirão encontrar ainda mais barato, dependendo de onde comprem.

Nova série OPPO A5 chega a Portugal com preços abaixo dos 200€

São quatro os smartphones da série OPPO A5 que podem muito bem servir para boa parte da população que não liga assim tanto a especificações técnicas…

A OPPO apresentou quatro novos modelos da série A5, numa aposta clara na durabilidade e autonomia dos equipamentos. Os A5 5G, A5 4G, A5m 4G e A5x 4G chegam ao mercado com certificação de resistência militar, bateria de elevada capacidade e promessa de funcionamento estável por um período estimado de cinco anos, uma proposta algo invulgar no segmento de entrada.

A construção dos equipamentos – os quatro modelos mantêm a mesma espessura (7,99mm) e diferem apenas nas opções de cor – segue um padrão comum, com certificação IP65 contra poeiras e salpicos de água, vedação reforçada nas portas e ranhuras, bem como uma estrutura interna preparada para minimizar danos por impacto. Segundo dados da marca, os ecrãs em vidro temperado apresentam uma resistência superior à média e o corpo metálico foi concebido para proteger os componentes mesmo em quedas ou em ambientes com maior exposição a poeiras e líquidos.

Outro ponto central da nova série é a bateria de 6000mAh, integrada em todos os modelos. Através de um design interno que reduz a resistência e dispersa o calor de forma mais eficaz, a OPPO garante que estas baterias mantêm mais de 80% da capacidade após cerca de 1700 ciclos de carga. Na prática, isso equivale a cerca de cinco anos de utilização sem perda significativa de autonomia. A par disso, o sistema de carregamento rápido de 45W (SUPERVOOC) permite uma carga parcial de 30% em pouco mais de 20 minutos e carga completa em cerca de 1h30.

Nos testes internos, a autonomia revelou-se suficiente para longos períodos de utilização: o A5 4G, por exemplo, permite mais de 16 horas de reprodução contínua de vídeo ou mais de 26 horas de chamadas. O A5 5G prolonga ligeiramente esses valores, com 19 horas de vídeo e mais de 22 horas de conversação.

No que diz respeito ao desempenho, o OPPO A5 5G vem equipado com o processador MediaTek Dimensity 6300, acompanhado por 4 GB de RAM e 128 GB de armazenamento interno. Os restantes modelos contam todos com o processador Snapdragon 6s 4G Gen 1, sendo que a RAM e a memória interna pode ir variando.

Todos os dispositivos correm o sistema ColorOS 15, que introduz algumas funcionalidades baseadas em inteligência artificial. De acordo com a OPPO, a fluidez geral do sistema foi também certificada para manter um desempenho consistente durante quatro anos.

No que toca à fotografia, todos os modelos incluem pelo menos uma câmara principal de 50MP com sensor auxiliar de profundidade de 2MP. As câmaras frontais variam entre 5MP (na maioria dos modelos) e 8MP no A5 5G. O A5x distingue-se com um sensor traseiro de 32MP com lente infravermelha, direcionado para situações com baixa luminosidade.

Quanto a preços, podem comprar o OPPO A5x 4G por 139,99€, o OPPO A5 4G por 159,99€, o OPPO A5m 4G por 179,99€ e o OPPO A5 5G por 189,99€.

Transporte rápido entre Lisboa e Oeiras arranca em 2028 com autocarros elétricos e corredor dedicado

Novo sistema de transporte rápido entre Lisboa e Oeiras terá 21 km, autocarros elétricos e entrada em operação prevista para 2028.

Foi apresentado na semana passada o projeto intermunicipal que promete transformar a mobilidade entre Lisboa e Oeiras. A proposta assenta na criação de um corredor exclusivo de 21 quilómetros, percorrido por uma frota de 16 autocarros elétricos, e visa melhorar significativamente a ligação entre os dois concelhos, através de um serviço de transporte público mais rápido, frequente e com maior capacidade.

O novo sistema de mobilidade, baseado no modelo Bus Rapid Transit (BRT), será operado pela Carris e terá impacto direto na forma como se circula ao longo dos eixos Alcântara–Algés e Benfica–Algés. O traçado previsto deverá beneficiar, segundo os promotores, cerca de 91.000 residentes que vivem a menos de 500 metros do percurso. A estimativa de utilização diária aponta para cerca de 22.000 passageiros em dias úteis.

Para além da melhoria das ligações entre os dois municípios, o projeto permitirá uma ligação direta e de elevada capacidade ao Parque Florestal de Monsanto, com o bairro de Benfica a consolidar-se como uma das principais portas de entrada na cidade através de transporte público. Será também reforçada a acessibilidade ao Pólo Universitário da Ajuda e às interfaces com a rede de metro e a linha de cintura ferroviária.

Com um investimento global de 93,5 milhões de euros, a nova infraestrutura é apontada como uma resposta concreta ao uso excessivo do transporte individual motorizado, numa área metropolitana onde o congestionamento continua a marcar o quotidiano de milhares de pessoas. Estima-se que o tempo médio de viagem seja reduzido em cerca de 35%, acompanhando-se esse ganho com melhorias nas paragens e na regularidade do serviço.

A entrada em funcionamento está prevista para o ano de 2028.

Foto: Câmara Municipal de Lisboa

Fundador da Arkane critica modelo do Xbox Game Pass e afirma que está a “prejudicar a indústria”

0

Raphael Colantonio considera que o Xbox Game Pass é um modelo insustentável que não pode coexistir com outros formatos de negócio.

Na sequência da discussão e revolta da indústria dos videojogos em torno dos recentes despedimentos em massa na Microsoft e dos cortes de financiamento ao cancelamento de jogos e encerramento de estúdios, surgiram também críticas mais diretas ao modelo de negócio da Xbox, nomeadamente ao popular do Xbox Game Pass. Entre os mais vocais está Raphael Colantonio, antigo fundador da Arkane, que descreveu o serviço da Microsoft nas redes sociais como o “elefante na sala“, acrescentando que “ninguém está a falar” disso.

Em conversa com outros utilizadores, Colantonio, afirma que o Game Pass tem sido “um modelo insustentável que tem vindo a prejudicar cada vez mais a indústria ao longo da última década”, apontando que essa trajetória só foi possível devido ao chamado “dinheiro infinito” da Microsoft. O criador não acredita que este modelo consiga coexistir com outros formatos de distribuição, pintando um cenário mais sombrio alegando que “ou matam toda a concorrência, ou desistem”.

Estas críticas surgem numa troca pública de comentários com Michael Douse, responsável pela edição de Baldur’s Gate 3, que questionou abertamente a lógica financeira do serviço. “A coisa do dinheiro infinito nunca fez sentido“, escreveu Douse, referindo-se à dependência contínua da Microsoft em financiar projetos através de um modelo sem retorno direto aparente.

Colantonio reforçou essa crítica, revelando frustração com as promessas feitas durante os primeiros anos do serviço. “Estou cansado da treta que nos impingiram no início, do género ‘não se preocupem, não afeta as vendas’, só para agora admitirem que afinal afeta — claro que afeta! A sério?

Apesar do tom crítico, Douse reconhece que o Game Pass pode ajudar equipas mais pequenas com propriedades intelectuais novas ou mais arriscadas, funcionando como forma de reduzir o risco inicial. Ainda assim, deixou clara a sua preferência pela estratégia da rival Sony, baseada numa gestão faseada do ciclo de vida dos jogos. Colantonio respondeu dizendo que, na sua opinião, a única forma do Game Pass não prejudicar o mercado seria limitar-se a títulos de catálogo antigo.

Todas estas declarações públicas reacenderam um debate de longa data sobre a sustentabilidade dos serviços por subscrição, numa altura em que o ritmo de crescimento do Game Pass tem abrandado, apesar de ainda se registarem aumentos significativos no PC. No segundo trimestre do ano fiscal de 2025, as subscrições do PC Game Pass subiram mais de 30%, e alguns estúdios continuam a defender os benefícios do serviço.

O CEO da Rebellion, por exemplo, destacou em entrevista ao GamesIndustry.biz o papel do Game Pass no sucesso de Atomfall, enquanto os representantes da Pocketpair considerammuito vantajosa” a inclusão de Clair Obscur: Expedition 33. Ainda assim, existe uma preocupação crescente de que, com o tempo, a Microsoft possa deixar de oferecer acordos compensatórios tão atrativos, colocando em causa a sustentabilidade para terceiros.

A Microsoft, por sua vez, continua a garantir os lançamentos dos seus títulos no Game Pass desde o primeiro dia, mas Phil Spencer já indicou que a empresa não pretende que o serviço substitua o modelo tradicional de compra. O futuro desta estratégia, porém, continua a ser alvo de debate tanto entre veteranos, como jogadores e meros curiosos.

Governo promete milhares de vagas no pré-escolar

O concurso público pretende criar 12.475 vagas na rede de educação pré-escolar, sobretudo na região da Grande Lisboa.

O Governo lançou um concurso público para celebrar contratos de associação com o objetivo de criar mais de 12.000 novas vagas na educação pré-escolar, com grande parte delas concentradas na região da Grande Lisboa. Esta iniciativa resulta de uma análise que cruzou as inscrições registadas no Portal das Matrículas com as previsões para a constituição das turmas, tanto na rede pública como nas Instituições Particulares de Solidariedade Social (IPSS), permitindo assim atualizar a lista das freguesias com carência de oferta.

O Ministério da Educação, Ciência e Inovação defende que esta medida vai permitir uma resposta mais rápida às necessidades das crianças e das famílias, acelerando a implementação da universalidade do pré-escolar a partir dos três anos, conforme previsto no programa do XXV Governo Constitucional. As 12.475 vagas a concurso abrangem 65 concelhos, dos quais 8 965 estão concentrados na região da Grande Lisboa.

Segundo o aviso oficial do concurso, existem 10 freguesias onde a falta de vagas ultrapassa as 200, metade das quais no concelho de Sintra. Para além disso, mais de 30 freguesias registam défices entre 100 e 175 lugares. O concurso está também aberto a estabelecimentos de ensino particular e cooperativo que funcionem em freguesias vizinhas das identificadas, permitindo maior flexibilidade geográfica.

O prazo para a apresentação das candidaturas termina às 18h do dia 17 de julho. Além disso, as IPSS terão um concurso específico a lançar ainda este mês. A comparticipação financeira prevista é de 208,05€ por cada criança inscrita, com um incentivo adicional de 15.000€ para a abertura de novas salas.

Governo entrega 208 viaturas à PSP e GNR

O Governo entregou 208 viaturas à PSP e GNR, num investimento de mais de 7 milhões de euros.

O Ministério da Administração Interna procedeu recentemente à entrega de um total de 208 novas viaturas às principais forças de segurança do país, num investimento superior a sete milhões de euros. A distribuição foi feita entre a Guarda Nacional Republicana (GNR) e a Polícia de Segurança Pública (PSP), no âmbito de um esforço continuado de modernização e reforço operacional.

No início de julho, foram entregues 44 viaturas à GNR, num investimento de 1,3 milhões de euros, seguindo-se 51 veículos destinados à PSP, com um custo associado de 2,4 milhões. Mais recentemente, a GNR recebeu mais 113 viaturas, representando um investimento adicional de 3,7 milhões de euros. No total, a aquisição das 208 viaturas envolveu um montante global de 7 433 848,73€.

Estas aquisições foram realizadas ao abrigo do Decreto-Lei de Programação de Infraestruturas e Equipamentos das Forças e Serviços de Segurança (DLPIEFSS), instrumento que visa dar resposta às carências identificadas ao nível dos recursos materiais das forças de segurança.

Segundo o que está definido no Programa do Governo, a medida insere-se numa estratégia mais ampla de reforço da capacidade de intervenção e prevenção destas entidades, procurando colmatar lacunas identificadas no terreno.

Foto: Governo de Portugal

Vão passar pelo IP3 este Verão? Atenção aos cortes e mudanças a partir de amanhã

Condicionamentos de trânsito no IP3 entre Santa Comba Dão e Viseu entram em vigor esta terça-feira, dia 8 de julho, devido às obras de duplicação e requalificação.

A duplicação do IP3 entre Santa Comba Dão e Viseu entra numa nova fase a partir desta terça-feira, dia 8 de julho, com o arranque de várias frentes de obra que irão implicar condicionamentos temporários de trânsito.

Os trabalhos previstos incluem escavações com recurso a explosivos, sendo que, por razões de segurança, a circulação será interrompida nos dois sentidos do IP3 durante curtos períodos diários. Estes cortes, coordenados pela GNR, deverão ocorrer entre as 12h30 e as 12h45, nos troços compreendidos entre os quilómetros 90 e 92,700, e entre os quilómetros 112 e 114. As operações deverão prolongar-se durante três meses.

A partir de 11 de julho, será também implementado um condicionamento prolongado entre os quilómetros 89,800 (na zona do Nó de Vila Cova / Treixedo) e 92,700. Esta fase da intervenção envolve o alargamento da plataforma rodoviária, trabalhos em obras de arte, bem como a renovação dos sistemas de drenagem e pavimentação. Durante este período, a circulação será feita por apenas uma via em cada sentido.

Para viabilizar a instalação da sinalização vertical, das marcas rodoviárias e das barreiras de segurança associadas à obra, será necessário proceder ao corte total da circulação no sentido Coimbra–Viseu, entre as 21h e as 6h, nas noites de 7 para 8 de julho até à noite de 10 para 11. Durante esse intervalo, o trânsito será desviado para a Estrada Nacional 2, passando pela zona industrial da Adiça e retomando o IP3 no Nó de Tondela Sul.

Esta intervenção insere-se no projeto de duplicação e requalificação do IP3 entre Santa Comba Dão e Viseu, com um investimento estimado em cerca de 103 milhões de euros. O projeto abrange uma extensão de 27,5 quilómetros, desde o quilómetro 90,200 (a norte do Nó de Vila Pouca) até ao quilómetro 117,722, na zona da interseção desnivelada com a A25/IP5, atravessando os concelhos de Santa Comba Dão, Tondela e Viseu.

Inclui o alargamento da via para um perfil de 2×2 faixas, a correção e melhoria do traçado, o reforço estrutural do pavimento, a adequação da sinalização e dos equipamentos de segurança, bem como a melhoria das acessibilidades à rede viária local.

A empreitada insere-se no plano mais amplo de modernização do IP3, conduzido pela Infraestruturas de Portugal, no qual se destaca já a conclusão da requalificação do troço entre o Nó de Penacova e a ponte sobre o rio Dão.

Abriram as encomendas para o novo DS Nº4, com preços a começar nos 37.550€

A DS Automobiles revelou os preços e abriu as encomendas do novo DS N°4 em Portugal. As primeiras unidades são entregues mais para o final de 2025.

A DS Automobiles confirmou os preços do novo DS N°4 e iniciou o período de encomendas em Portugal. O modelo está disponível em três versões distintas: híbrida com carregamento automático, híbrida plug‑in e totalmente elétrica. As primeiras unidades serão entregues no último trimestre de 2025.

A versão híbrida convencional, com sistema de carregamento automático, tem um preço de entrada de 3.7 550 €. O modelo 100% elétrico, DS N°4 E‑TENSE, anuncia uma autonomia de 450 km (ciclo WLTP), 213 cv de potência e parte dos 46 .850 €. Já a variante híbrida plug‑in, de 225 cv e autonomia elétrica de 81 km, chega numa fase posterior.

Com 4,40 m de comprimento, 1,87 m de largura e 1,47 m de altura, o DS N°4 insere-se no segmento dos compactos premium, destacando‑se pelo design equilibrado e assinatura luminosa inspirada no protótipo DS E‑TENSE PERFORMANCE e no DS N°8. As luzes dianteiras convergem para o logótipo iluminado, sublinhando a identidade visual da marca.

O DS N°4 E‑TENSE introduz a motorização elétrica no segmento C da DS. Com 343 Nm de binário e bateria NMC de 58,3 kWh, alia desempenho à eficiência. Em carregamento rápido, alcança 100 km em apenas 11 minutos ou 20 % a 80 % em cerca de 31 minutos. Disponibiliza ainda três níveis de travagem regenerativa.

A variante híbrida convencional combina um motor a gasolina de três cilindros (1,2 l) com um motor elétrico de 21 kW, acoplados a uma caixa automática de seis velocidades e dupla embraiagem. No uso urbano, pode circular em modo elétrico até 50% do tempo, recuperando energia em desaceleração e travagem.

A versão plug‑in, ainda por chegar, utiliza uma bateria de 14,6 kWh (30 % mais capacidade) que permite 81 km em modo elétrico. Equipado com a nova caixa automática eDCT7, acelera dos 0 aos 100 km/h em 7,4 s – ligeiramente mais rápido que a geração anterior.

Assente na plataforma modular EMP2, o modelo oferece grande conforto de condução e dinâmica refinada. Inclui sistemas de assistência como o DS DRIVE ASSIST 2.0, que permite mudanças de faixa semi‑automáticas e ajusta a velocidade automaticamente.

O equipamento de segurança integra o DS DRIVER ATTENTION MONITORING, que avalia o nível de atenção do condutor por câmara de infravermelhos, e os faróis DS MATRIX LED VISION, que adaptam a luminosidade às condições de trânsito.

No interior, destaca‑se o DS EXTENDED HEAD UP DISPLAY, que projeta informação a uma distância virtual de quatro metros, complementado por um painel digital de 10,25″ e o sistema DS IRIS SYSTEM com ChatGPT. O ecrã tátil central de 10″, com widgets, oferece navegação e funcionalidades intuitivas.

A gama divide‑se em dois níveis de acabamento: PALLAS e ÉTOILE. O PALLAS inclui bancos em tecido alta densidade e TEP, ar condicionado automático de duas zonas, faróis e luzes traseiras LED, espelhos elétricos com desembaciamento, cruise control adaptativo, câmara de marcha‑atrás e Mirror Screen sem fios.

Existem dois packs opcionais: Comfort (com bancos dianteiros aquecidos e vidros escurecidos) e Tech (entrada sem chave e carregador sem fios). Adicionais como teto de abrir elétrico, porta traseira elétrica, tejadilho Perla Nera Black e gancho de reboque removível estão disponíveis – este último não compatível com a versão E‑TENSE.

A versão ÉTOILE traz ainda, de série, o sistema DS IRIS, faróis DS MATRIX, deteção de tráfego traseiro, bancos elétricos e detalhes em alumínio. Os packs Comfort Absolute (com bancos massajadores, volante aquecido e sistema de som FOCAL Electra) e Tech Absolute (câmara 360°, espelhos anti‑encandeamento, monitorização do condutor) aumentam o nível tecnológico e de conforto. O acabamento ÉTOILE COURO NAPPA adiciona pele Nappa Castanho Criollo, bancos aquecidos e heads‑up display.

A edição especial DS N°4 JULES VERNE, inspirada em A Volta ao Mundo em Oitenta Dias, oferece emblema com bússola no capô, jantes LIMA de 19″ com centro dourado, detalhes em Alcantara azul e fios gravados a laser no painel de instrumentos, evocando instrumentos de navegação antigos. Disponível em todas as motorizações, inclui de origem DS IRIS System, reconhecimento de sinais, cruise control adaptativo Stop&Go, bancos elétricos, sensores de estacionamento e carregador sem fios.

Água das Termas de Monfortinho chega agora engarrafada

Com origem na Serra de Penha Garcia, a água das Termas de Monfortinho passa a estar disponível em garrafa, mantendo as propriedades que a tornaram reconhecida.

A água mineral natural proveniente das nascentes da Serra de Penha Garcia, que alimentam as históricas Termas de Monfortinho desde o início do século XX, passa agora a estar disponível em formato engarrafado. Trata-se de um novo capítulo para uma das águas mais emblemáticas de Portugal, cuja composição singular a distingue no panorama nacional.

Captada numa zona de elevada riqueza ambiental, esta água apresenta uma concentração invulgarmente elevada de sílica – cerca de 53 mg/l –, um dos valores mais altos a nível mundial. A sílica é apontada por vários estudos como tendo um papel essencial em processos biológicos ligados à regeneração da pele, elasticidade dos tecidos, formação de colagénio, saúde óssea e defesa celular contra o stress oxidativo. A tradição oriental, particularmente em países asiáticos, tem vindo a associar o consumo regular de águas ricas em sílica à manutenção da juventude da pele e à longevidade.

Com um pH de 5,8 e características hipossalinas, esta água revela-se particularmente leve, adequada ao consumo diário e recomendada para pessoas com patologias renais, respiratórias ou com hipertensão arterial. As propriedades terapêuticas da água de Monfortinho têm vindo a ser reconhecidas ao longo das décadas no tratamento de doenças do foro metabólico-endócrino, reumático, músculo-esquelético, dermatológico, circulatório, nefro-urinário e respiratório.

A par das suas qualidades naturais, destaca-se também o cuidado com a sustentabilidade ambiental. A água é agora distribuída em embalagens de alumínio 100% recicláveis, opção que visa minimizar o impacto ecológico, ao mesmo tempo que assegura a conservação das suas propriedades, protegendo-a da luz e das oscilações térmicas.

Outro dado relevante prende-se com a monitorização da presença de PFAS – compostos químicos persistentes, de difícil eliminação e potencialmente nocivos –, um tema cada vez mais presente na agenda europeia de saúde pública. As águas de Monfortinho foram sujeitas a análises específicas e não revelaram qualquer traço destas substâncias, algo que continua a ser raro, mesmo à escala global.

TCL C6K – Review: Muito mais do que mera Smart TV Mini-Led com Google TV

A TCL C6K é uma excelente Smart TV que pode ser particularmente interessante para os amantes de videojogos.

A TCL construiu a sua reputação com televisores acessíveis, e durante algumas semanas testei a TCL C6K, que em parte segue essa mesma linha. Com um preço em torno dos 750€, esta Smart TV oferece uma imagem de elevada qualidade e um leque generoso de funcionalidades. Embora não seja a mais luminosa do mercado, destaca-se pelo contraste intenso e pela precisão cromática. Para os entusiastas dos videojogos, há boas notícias, o tempo de resposta extremamente reduzido torna-a uma excelente escolha para sessões de jogo exigentes.

A TCL C6K conta com o design típico das televisões modernas de gama média. O ecrã apresenta-se praticamente sem molduras nas laterais e na parte superior, sendo apenas delimitado por uma fina faixa nas extremidades. Na parte inferior, uma faixa com cerca de um centímetro de largura percorre toda a base, interrompida ao centro por uma pequena saliência retangular que alberga os sensores de infravermelhos, os microfones de longo alcance e um LED indicador de estado. A televisão assenta sobre dois suportes em forma de V, em tom cinzento, que devem ser colocados junto às extremidades, em alternativa, conta com a norma de fixação VESA, para quem a pretende pendurar na parede.

No que diz respeito às ligações, a entrada para o cabo de alimentação encontra-se do lado esquerdo da parte traseira da televisão, voltada para fora. Todas as restantes ligações estão concentradas no lado direito e incluem quatro entradas HDMI (duas com suporte para 4K a 144 Hz e uma com eARC), duas portas USB (uma 3.0 e outra 2.0), uma ligação Ethernet, uma saída de áudio ótica e uma entrada RF para antena ou cabo.

O comando é um dispositivo retangular em plástico preto, de design simples, e menos sofisticado do que outros modelos nesta faixa de preço. Ainda assim, é funcional e prático, já que conta com um painel de navegação circular que se encontra posicionado no centro do comando, rodeado por botões de acesso rápido ao menu e outras funcionalidades. Também na parte superior está um microfone discreto, destinado ao uso com o Google Assistente. O comando está ainda dotado de atalhos dedicados a plataformas populares como Prime Video, Disney+, Netflix, TCLTV e YouTube.

Comando da TCL 65X6KX1
Comando da TCL C6K

A TCL C6K recorre ao Google TV como sistema operativo, oferecendo uma interface moderna e bastante completa. Suporta todos os principais serviços de streaming disponíveis em Portugal, incluindo Prime Video, Apple TV, Disney+, Netflix, Twitch e YouTube. Para além disso, permite a transmissão de conteúdos a partir de dispositivos Android e tablets com Chrome OS através do Google Cast, e a marca integrou ainda o Apple AirPlay, o que possibilita a partilha de conteúdos a partir de dispositivos iOS e computadores Mac.

Graças ao sistema de microfones de longo alcance incorporado, é possível controlar a televisão por comandos de voz sem necessidade de utilizar o comando. Em alternativa, pode-se desativar esta funcionalidade e aceder ao Google Assistente através do botão dedicado no comando. O assistente de voz da Google facilita a pesquisa de conteúdos, o controlo de equipamentos domésticos inteligentes compatíveis, e pode ainda fornecer informações úteis como o estado do tempo ou alertas de trânsito. No entanto, os modos de poupança de energia presentes na TCL C6K podem revelar-se algo intrusivos. Ao contrário de outras televisões que ativam um modo económico facilmente desativável, esta smart tv apresenta um brilho consideravelmente reduzido por defeito — até mesmo no modo de visualização Filme. Para obter uma imagem mais equilibrada, é necessário ajustar manualmente o brilho e aceder ao painel de configurações Eco para desativar algumas opções adicionais. Trata-se de uma etapa simples, mas essencial para quem achar a imagem excessivamente escura logo ao ligar o aparelho pela primeira vez.

Durante os testes que realizei, o Google TV reiniciou-se sozinho ocasionalmente. Foram 5 ou 6 vezes ao longo de mais de três semanas de testes, e o reinício não demorou mais do que 40 segundos. Ainda assim, e apesar de não ser nada de grave, é uma situação incomodativa que prejudica um pouco a experiência de utilização. Não sei quais foram os verdadeiros motivos por trás destes reinícios, mas aconteceram sempre sem aviso e de forma espontânea. Questões de hardware ou software? Uma boa pergunta, mas que terá de ser a TCL a investigar.

TCL 65X6KX1
Google TV na TCL C6K

A TCL C6K baseia-se nas funcionalidades inteligentes já presentes na geração anterior, mas introduz melhorias significativas ao nível do desempenho, com um processador mais rápido e uma interface mais fluida. A navegação entre aplicações e menus faz-se de forma praticamente instantânea, e a integração com o Google Assistente foi ainda mais otimizada.

Em termos de som, esta televisão conta com um sistema de áudio 2.1 canais, com dois altifalantes estéreo de 10W, um subwoofer dedicado de 20W, que contribuem para uma experiência sonora envolvente e compatível com o DTS Virtual X, e construido em parceria com a ONKYO. Embora o desempenho seja um pouco superior ao da maioria dos altifalantes integrados em televisores, continua a não atingir o nível de qualidade sonora oferecido por sistemas de som dedicados, especialmente para utilizadores mais exigentes em termos de cinema em casa.

A TCL C6K é uma televisão 4K equipada com painel QLED e tecnologia de retroiluminação mini-LED, oferecendo uma taxa de atualização de até 288Hz. É compatível com os principais formatos de conteúdos em alta gama dinâmica (HDR), incluindo Dolby Vision IQ, HDR10, HDR10+ e Dynamic Log Gamma (DLG).

Com um painel nativo de 120Hz e compatibilidade com tecnologias como VRR (taxa de atualização variável), esta televisão apresenta-se como uma excelente escolha para os entusiastas dos videojogos. No modo Jogo, durante os testes revelou contar com desempenho exemplar ao nível da latência, com um atraso de entrada extremamente reduzido, estando mesmo entre os televisores mais rápidos do mercado na sua faixa de preço, assegurando uma experiência de jogo fluida e reativa, mesmo em títulos mais exigentes. E para quem tem divisões com muita luz natural, vale a pena destacar que este modelo da TCL revelou-se muito brilhante e conta com desempenho notável na gestão de reflexos. A TCL deu um salto considerável com o seu novo processador AiPQ Pro, oferecendo melhorias visíveis, especialmente na conversão de conteúdos de menor resolução.

Em suma, este televisor da TCL oferece uma qualidade de imagem invejável para um televisor que tem um preço de mercado em torno dos 750€.

Para terminar, os meus testes demonstraram que a TCL C6K destaca-se como uma excelente proposta em termos de relação qualidade-preço, oferecendo um desempenho notável para o segmento em que se insere. Embora não seja a televisão mais luminosa do mercado, a sua retroiluminação mini-LED permite alcançar pretos profundos e um contraste impressionante. A reprodução cromática é ampla e precisa, e o conjunto de funcionalidades disponíveis — tanto para streaming como para videojogos — é bastante completo.

Para quem pretende utilizar a televisão sobretudo para jogar, a sua taxa de atualização e a compatibilidade com AMD FreeSync Premium Pro fazem dela uma escolha bastante apelativa face a alternativas de outras marcas. Ainda assim, importa referir que não é a televisão de 65 polegadas mais acessível do mercado, e com valores um pouco mais baixos consegue-se algo com qualidade de imagem equiparável.

Recomendado - Echo Boomer

Este produto foi cedido para análise pela TCL.

Auchan abre unidade de produção alimentar própria na Venda do Pinheiro

A Auchan Retail Portugal abriu a sua primeira unidade de produção alimentar na Venda do Pinheiro. Com um investimento de cinco milhões de euros, a nova fábrica vai abastecer todas as lojas do grupo em território nacional.

A Auchan Retail Portugal inaugurou a sua primeira unidade de produção alimentar no país, localizada na Venda do Pinheiro, num investimento de cerca de cinco milhões de euros. A nova infraestrutura, que gerou 61 postos de trabalho, destina-se a abastecer todas as lojas Auchan em território nacional, tanto próprias como em regime de franquia. A fábrica dedica-se à transformação de produtos frescos em refeições preparadas, focando-se na praticidade e diversidade da oferta alimentar. Esta é a primeira unidade deste género aberta pela marca a nível mundial.

A produção contempla pratos da gastronomia portuguesa, mas inclui também propostas inspiradas em cozinhas internacionais, adaptadas a diferentes momentos de consumo. A nova unidade reforça igualmente a presença de opções vegetarianas, veganas e nutricionalmente equilibradas, procurando dar resposta às exigências atuais dos consumidores.

Com uma área total de cerca de 1.900 m2, a unidade está vocacionada para a preparação de diversos tipos de refeições, como sopas, saladas, pratos prontos, sandes, wraps, mini pizzas e sobremesas. Os ingredientes utilizados são, em grande parte, fornecidos por produtores locais e regionais, o que reforça a ligação da Auchan às cadeias de abastecimento de proximidade.

[Terminado] Passatempo Death Stranding 2: On the Beach – Ganha um MEGA PACK com o jogo e um comando DualSense de Edição Limitada

Estamos no auge da época balnear e convidamos os nossos leitores a viajarem até à “praia”, com Death Stranding 2: On the Beach.

A PlayStation 5 recebeu um dos mais aguardados jogos do ano com a chegada de Death Strading 2: On the Beach, o mais recente jogo do lendário produtor Hideo Kojima.

Celebrado por jogadores e pela crítica, onde nos incluímos – podem ler mais sobre o jogo na nossa extensa análise, aqui -, não queremos que passem o verão sem uma ida à praia. Por isso, em colaboração com a PlayStation Portugal, temos um passatempo que não vão querer perder!

Os Prémios:

No nosso Instagram, estamos a oferecer um MEGA PACK de Death Strading 2: On the Beach composto pelo novo comando DualSense Death Strading 2: On the Beach Limited Edition, um código do jogo e um pacote de merchandise temático desta grande aventura.

Como participar no Passatempo:

Para se habilitarem a receber este conjunto, tudo o que precisam de fazer é visitar a publicação deste passatempo no nosso Instagram e responder à questão:

  • Quais são os dois países que Sam Porter Bridges vai ter que ligar em Death Strading 2: On the Beach?

Devem responder corretamente à questão nos comentários e seguir o Echo Boomer, de modo a garantir a vossa participação, até ao final do dia 14 de julho!

O vencedor será selecionado aleatoriamente entre todas as participações válidas e será posteriormente contactado por mensagem privada. O anúncio público será posteriormente anunciado neste artigo.

Sobre Death Stranding 2: On the Beach:

Death Stranding 2: On the Beach é a sequela direta do jogo de culto criado por Hideo Kojima, onde voltamos a controlar Sam Porter Bridges num mundo pós-apocalíptico no qual a ligação entre pessoas é a chave para a sobrevivência. A história passa-se 11 meses após os eventos do primeiro jogo: Sam embarca numa nova missão, agora no continente australiano, para tentar reunir novamente uma sociedade fragmentada, enfrentando ameaças inéditas e contando com a ajuda de novas personagens.

Este exclusivo para PlayStation 5 é uma aventura cinemática que explora as capacidades técnicas da consola para apresentar ambientes mais detalhados, melhorias na física e maior liberdade de exploração, graças a novas mecânicas como o ciclo de dia e noite. A componente online assíncrona regressa com o Sistema de Ligações Sociais, incentivando a colaboração entre jogadores de todo o mundo.

O jogo já está à venda nas lojas, disponível em três edições distintas:

  • Edição Standard (79,99€ – física ou digital): inclui o jogo completo.
  • Edição Digital Deluxe (89,99€ – PlayStation Store): além do jogo, inclui vários conteúdos digitais adicionais como o desbloqueio antecipado de armas e equipamentos especiais, bem como emblemas cosméticos exclusivos.
  • Edição de Colecionador (249,99€ – PlayStation Direct): inclui o jogo completo em formato digital, uma caixa especial, uma estátua de 38 cm da personagem Homem-Magellan, uma figura de Dollman, cartas ilustradas e uma carta de Hideo Kojima. Vem ainda acompanhada dos mesmos bónus digitais da edição deluxe.

Atualização: O vencedor deste passatempo foi Marcos Rodrigues. Já foi contactado e deverá receber os prémios nos próximos dias.

Obrigado a todos os participantes e fiquem atentos para novos passatempos.

Jogadores da PlayStation pedem o regresso do avatar de Diogo Jota após a sua morte trágica

Com a morte de Diogo Jota e do irmão André Silva, jogadores nas redes sociais apelam à PlayStation para voltar a lançar o avatar do futebolista português.

Após o trágico falecimento de Diogo Jota e do seu irmão André Silva no passado dia 3 de julho, vários jogadores estão a pedir à Sony que volte a lançar um avatar comemorativo do jogador português na PlayStation Network. A imagem foi oferecida gratuitamente durante a campanha Days of Play 2024, mas deixou de estar acessível no final da promoção.

Nas redes sociais e fóruns como o Reddit, começaram a surgir vários pedidos para que o avatar de Diogo Jota regressasse à loja digital da PlayStation, desta vez como forma de homenagem. A iniciativa tem sido partilhada por jogadores que pretendem manter a imagem do avançado português nos seus perfis, em sinal de respeito e lembrança. Muitos sublinham que, apesar de o avatar ter sido oferecido apenas por tempo limitado, seria importante que estivesse disponível novamente, dada a dimensão da tragédia.

Para além do relançamento do avatar, utros jogadores sugerem mesmo até a criação de oversões alternativas, que representem as várias celebrações de Jota, incluindo aquela em que segurava um comando de consola depois de marcar golo — uma referência ao seu conhecido gosto pelos videojogos e presença no mundo dos esports.

A ligação entre o jogador do Liverpool e o universo PlayStation era particularmente já conhecida, sendo jogador profissional de FIFA e tendo a participar em eventos ligados à marca. O lançamento do avatar durante os Days of Play reforçou essa ligação, tornando-se um símbolo inesperado da sua memória digital.

Diogo Jota, de 28 anos, e de André Silva, de 25, faleceram tragicamente na sequência de um acidente de viação ocorrido na madrugada de 3 de julho, na província espanhola de Zamora. O funeral dos dois irmãos aconteceu este domingo em Gondomar, onde familiares, adeptos e jogadores se juntaram para prestar uma última homenagem.

Até ao momento, a Sony não comentou publicamente os pedidos para relançar o avatar de Diogo Jota na PS Store. No entanto, a pressão da comunidade continua a aumentar, com muitos a considerar que a reedição deste ícone seria um gesto simples, mas significativo.

Nintendo Switch 2 apresenta um nível de desempenho entre a PlayStation 4 e a Xbox Series S, afirma a equipa da da Virtuos

A Virtuos, equipa com experiência em conversões e suporte de vários jogos comentou aquilo que podemos esperar da Nintendo Switch 2 ao longo da sua geração.

Apesar de a Nintendo Switch 2 já estar nas nossas mãos, o seu futuro é desconhecido, nomeadamente no que toca ao potencial total da máquina a nível de fidelidade gráfica e das suas capacidades face, não só à geração anterior, mas também face a outros dispositivos e consolas contemporâneas. Agora, a equipa da Virtuos, estúdio responsável por várias adaptações de jogos para a Nintendo Switch original e de outras conversões para outras plataformas, levanta um pouco o véu daquilo que poderemos esperar de forma realista da nova consola da Nintendo.

Em entrevista ao portal Wccftech, Eoin O’Grady, diretor técnico na Black Shamrock (estúdio pertencente à Virtuos), explicou que as capacidades do GPU da Nintendo Switch 2 apresentam um desempenho “ligeiramente abaixo” do encontrado na Xbox Series S, sobretudo em modo portátil. No entanto, a presença de tecnologias de reconstrução de imagem como o DLSS, ausente na consola da Microsoft, aproxima as duas em termos de capacidades gráficas totais.

Em relação ao processador, a consola já se posiciona mais próxima da PlayStation 4, com um CPU “um pouco mais poderoso” do que a da consola da Sony. De acordo com O’Grady, esta capacidade pode limitar ou representar desafios adicionais jogos mais modernos que dependem fortemente simulações complexas, de física ou sistemas de animação mais exigentes.

Ainda assim, as notícias são animadoras, de acordo com o engenheiro, este considera que muitos jogos atuais, porque concebidos para a Xbox Series S, poderão ser adaptados com relativa facilidade, desde que sejam bem otimizados, como é óbvio. Jogos que corram a 60FPS ou, no mínimo, a 30FPS com limitação gráfica, não deverão ser muito difíceis de converter. Os maiores entraves deste tipo de processo, surgirão quando os títulos forem mais exigentes ao nível do processamento.

Este posicionamento técnico alinha-se com declarações anteriores de outras empresas, como a Koei Tecmo, que no passado também descreveram a Nintendo Switch 2 como comparável à Xbox Series S em potência computacional. Por sua vez, a NVIDIA, responsável pelo chip principal da consola, afirmou tratar-se de uma peça “única” e que “diferente de tudo o que produziu”.

A combinação entre hardware mais moderno, o suporte para tecnologias de reconstrução de imagem, e um perfil técnico equilibrado entre gerações, coloca a Nintendo Switch 2 como uma plataforma onde adaptações contemporâneas se tornam mais viáveis, como já vimos com jogos como Cyberpunk 2077 ou Split-Fiction, que seriam impossíveis de jogar na Nintendo Switch original. No entanto, como é afirmado pela Virtuos, o processo de conversão e de otimização dos jogos continuará dependente das exigências individuais de cada título.

YouTube recebe os três primeiros filmes Pokémon de forma gratuita durante o verão

Pokémon: The First Movie já pode ser assistido, com Pokémon: The Movie 2000 e Pokémon 3: The Movie a chegarem ao YouTube em breve.

A The Pokémon Company deu início a uma iniciativa nostálgica durante o verão, chamada Pokémon Movie Summer Watch Party – como anuncia nas suas redes sociais -, lançando gratuitamente e por tempo limitado, os três primeiros filmes originais da saga Pokémon, no YouTube.

O primeiro filme, devidamente chamado Pokémon: The First Movie, já se encontra disponível desde sexta-feira, 4 de julho. Produzido no auge da popularidade da série nos anos 90, o filme original apresenta um confronto emblemático entre Mewtwo e Mew, com Ash, Pikachu e os restantes companheiros no meio da ação. A história foca-se na origem de Mewtwo, um Pokémon criado a partir do ADN de Mew, e na sua revolta contra os humanos. Ao longo da história, temas como a amizade entre Pokémon e treinadores ganham destaque, culminando num dos momentos mais marcantes de toda a saga Pokémon.

Depois deste lançamento, a iniciativa continuará com Pokémon: The Movie 2000 e Pokémon 3: The Movie. Embora a The Pokémon Company ainda não tenha confirmado um calendário para estes lançamentos, tudo indica que os filmes serão lançados nas primeiras sextas-feiras de cada mês, ou seja 1 de agosto para o segundo filme e 5 de setembro para o terceiro.

De notar que a disponibilização gratuita e oficial dos três filmes no YouTube é temporária, não se sabendo, para já, por quanto tempo cada filme permanecerá no canal.

Jogos de grande orçamento estão a limitar a indústria, afirma ex-responsável da PlayStation, Shuhei Yoshida

Shuhei Yoshida alerta que orçamentos de “200 milhões de dólares” estão a reduzir drasticamente o número de projetos aprovados.

Durante uma entrevista no canal Kit & Krysta, Shuhei Yoshida, antigo responsável pelos estúdios internos da PlayStation, explicou como a escalada de orçamentos nos jogos considerados “AAA” está a restringir o número de jogos que as editoras se sentem dispostas a aprovar. De acordo com Yoshida, o impacto foi visível sobretudo desde a geração da PlayStation 4, em que a aposta em grandes produções passou a ser vista como uma opção mais segura.

Yoshida recorda que, nessa altura, “apostar em grande parecia mais seguro”. A prioridade deixou de ser a diversidade criativa de jogos de escalas mais reduzidas como Patapon ou Gravity Rush, para dar lugar a produções mais grandiosas como God of War, Horizon Zero Dawn o, até, The Order: 1886 – que nunca chegou a ter uma sequela. A perceção dominante era de que um jogo com elevados valores de produção tinha maior probabilidade de sucesso comercial. “Toda a gente queria jogos maiores, com gráficos mais bonitos, personagens mais realistas, mais horas de jogo”, resumiu.

O problema, aponta, é que esta lógica levou a uma inflação descontrolada nos custos de produção, com orçamentos que, por vezes, ultrapassam “os 200 milhões de dólares”. Com esse nível de alto investimento, torna-se mais difícil correr riscos, o que faz com que as editoras apostem apenas em jogos com potencial imenso. “Vi uma análise sobre uma mesma série lançada na era da PS4 e depois na PS5. O orçamento duplicou, a um ponto em que já não se consegue recuperar o investimento”, revelou.

No entanto, para Yoshida, esta geração já é marcada por uma nova consciência na indústria: “É a primeira vez que há um reconhecimento real de que algo tem de mudar”. Adicionalmente, o antigo executivo também destacou como as expectativas de sucesso aumentaram desproporcionalmente: Se na era da PlayStation 1 vender um milhão de cópias era um marco assinalável, agora, um jogo AAA precisa de vender cerca de 10 milhões apenas para ser considerado “normal”.

Este tipo de exigência, de acordo com Yoshida, cria um ecossistema em que poucos jogos têm oportunidade de ser desenvolvidos, colocando em risco a diversidade criativa da indústria. Ainda que jogos de grande orçamento continuem a dominar o mercado, o antigo responsável da PlayStation sugere que está na altura de encontrar modelos de produção mais sustentáveis.

Os efeitos de apostas de grandes orçamentos e de tempos de produção irrealistas, são também grandes catalisadores de reformulações estratégicas como as recém assistidas no departamento de jogos da Xbox, que resultaram por exemplo em cancelamento de jogos e fecho de estúdios.