Governo proíbe smartphones nas escolas até ao 6.º ano

Medida de proibição de smartphones visa reduzir o bullying e melhorar a socialização. Governo também revê currículo de Cidadania e uso de manuais digitais nas escolas.

O Governo aprovou em Conselho de Ministros, a 3 de julho, a proibição do uso de smartphones por alunos até ao 6.º ano de escolaridade. A decisão foi justificada pelo Ministro da Educação, Ciência e Inovação, Fernando Alexandre, com base nos resultados de um estudo do Centro de Planeamento e Avaliação de Políticas Públicas, que associa a restrição à diminuição de episódios de bullying, de comportamentos indisciplinados e de confrontos entre estudantes.

O mesmo estudo aponta ainda para um aumento da socialização, da prática de atividade física e do tempo passado nas bibliotecas escolares, desde que a recomendação de limitação do uso de smartphones entrou em vigor no ano anterior. O ministro sublinhou que, perante dados tão evidentes, o Estado não pode deixar de atuar. Mantêm-se, no entanto, as exceções já previstas, como a utilização dos dispositivos para fins pedagógicos ou o uso de telemóveis sem acesso à internet. O Executivo irá agora reunir-se com representantes das direções escolares para discutir os procedimentos de aplicação prática da medida e concluir o processo legislativo correspondente.

Fernando Alexandre anunciou ainda alterações estruturais na disciplina de Cidadania e Desenvolvimento. A partir de setembro, esta passará a reger-se por um conjunto de novos documentos, substituindo os anteriores, considerados desorganizados e insuficientes para garantir coerência entre escolas. Esses documentos, a publicar para consulta pública, definirão as Aprendizagens Essenciais em conformidade com uma nova Estratégia Nacional de Educação para a Cidadania. O objetivo, de acordo com o ministro, é assegurar que os conteúdos fundamentais sejam lecionados de forma estruturada e uniforme em todas as escolas.

Até agora, a disciplina era composta por 17 domínios, embora apenas alguns fossem de caráter obrigatório. Com a nova proposta, passam a existir oito dimensões obrigatórias, quatro das quais terão de ser trabalhadas em todos os anos de escolaridade: Direitos Humanos, Democracia e Instituições Políticas, Desenvolvimento Sustentável e Literacia Financeira e Empreendedorismo. As restantes quatro – Saúde, Media, Risco e Segurança Rodoviária, e Pluralismo e Diversidade Cultural – terão uma aplicação flexível, exigindo-se a sua abordagem em pelo menos um ano de cada ciclo de ensino.

As famílias passarão a ser ouvidas na definição da estratégia de cidadania a nível escolar, nomeadamente na elaboração dos planos de turma e na seleção das entidades externas envolvidas nas aulas. No entanto, o currículo e as Aprendizagens Essenciais permanecerão fora do alcance da intervenção dos encarregados de educação. O Governo pretende clarificar os critérios que regulam a participação de entidades externas, pondo fim a situações que, no passado, geraram controvérsia e desconfiança em torno da disciplina.

A reestruturação curricular não se limita à disciplina de Cidadania e Desenvolvimento. O Governo está a rever as Aprendizagens Essenciais de todas as disciplinas e anos de escolaridade, introduzindo descritores de desempenho que permitam tornar mais explícitos os critérios de avaliação. A revisão já está concluída para os 1.º, 3.º, 5.º, 7.º e 10.º anos, sendo que, a partir de setembro, dez escolas irão testar os novos documentos numa fase experimental. A revisão dos restantes anos deverá estar concluída até ao final do ano civil, seguindo-se a abertura da consulta pública entre janeiro e abril. Os novos referenciais entrarão em vigor no ano lectivo de 2026/2027.

No que diz respeito aos manuais escolares, o Governo decidiu manter a possibilidade de utilização de versões digitais a partir do 2.º ciclo, mas com novas exigências. As escolas terão de justificar pedagogicamente a escolha por este formato e ficarão sujeitas a monitorização. A decisão baseia-se num estudo da Direção-Geral de Estatísticas da Educação e Ciência, que concluiu não haver impacto significativo dos manuais digitais no desempenho académico dos alunos.

A partir do ano letivo de 2026/2027, as escolas que pretendam continuar a usar este tipo de manuais terão de apresentar um plano de formação para professores e alunos, envolver os encarregados de educação e, no ensino secundário, os próprios alunos, além de garantir as condições técnicas necessárias. A continuidade da adesão ao digital dependerá ainda de parecer positivo da Direção-Geral da Educação, com base na monitorização dos anos anteriores. O 1.º ciclo não será abrangido por esta medida, por se tratar de uma fase considerada crítica no desenvolvimento das competências de leitura e escrita, particularmente nos primeiros anos da escolaridade.

Epic Games e Samsung chegam a acordo após disputa legal sobre práticas anti-concorrenciais

O conflito entre a Epic Games e a Samsung terminou com um acordo, mas a disputa legal contra a Google continua.

A Epic Games anunciou a resolução do processo judicial que mantinha contra a Samsung, no qual acusava a tecnológica sul-coreana de práticas anti-concorrenciais relacionadas com a instalação de aplicações externas nos seus dispositivos. Mas desconhecem-se, para já, os detalhes deste acordo.

O conflito teve origem na implementação do Auto Blocker, uma funcionalidade introduzida pela Samsung em outubro de 2023, que impede a instalação de aplicações que não tenham sido distribuídas pela Google Play Store ou pela Galaxy Store. Inicialmente opcional, a Samsung ativou o sistema por defeito em julho de 2024, o que, segundo a Epic, representa um entrave significativo à instalação da Epic Games Store, lançada para dispositivos móveis no mesmo período.

A Epic acusava a Samsung de classificar as suas aplicações como “desconhecidas” e “inseguras”, apesar de vários dos seus jogos já terem sido anteriormente disponibilizados na Galaxy Store. De acordo com a queixa, essas alegações causaram danos à reputação da empresa e levaram à perda direta de receitas, uma vez que utilizadores optaram por não concluir a instalação das apps.

A situação agravou-se com a parceria entre a Samsung e a Google, que, segundo a Epic, viola a decisão do júri que, em dezembro de 2023, deu razão à empresa num processo anterior contra a Google por conduta anti-concorrencial. A Epic defendia que essa colaboração entre as duas empresas comprometia os efeitos práticos da vitória em tribunal, ao continuar a dificultar o acesso a alternativas às lojas de aplicações dominantes.

Contudo, após conversações entre as partes, o CEO da Epic, Tim Sweeney, confirmou que o processo foi formalmente encerrado: “Estamos a arquivar o nosso caso contra a Samsung após discussões entre ambas as partes”, declarou, acrescentando estar “grato por a Samsung ter decidido responder às nossas preocupações”.

A disputa legal contra a Google mantém-se ativa, com a Epic a procurar medidas legais que impeçam práticas consideradas desleais e que garantam condições equitativas para outras lojas de aplicações em dispositivos Android.

Controla uma mosca em Time Flies a partir de 31 de julho

Time Flies é uma curta aventura desenhada à mão coloca-nos no papel de uma mosca com poucos segundos de vida e uma lista de tarefas para cumprir.

A editora Panic e o estúdio Playables, preparam-se para lançar Time Flies, no dia 31 de julho na PlayStation 5, Nintendo Switch e PC (via Steam) no dia 31 de julho.

Em Time Flies, os jogadores controlam uma mosca com uma esperança média de vida que varia consoante a localização do jogador, convertida em segundos. Por exemplo, quem joga a partir da Suíça terá 83,3 segundos de vida, enquanto nos EUA o tempo disponível será de 76,4 segundos. Durante esse tempo, é possível tentar cumprir uma lista de tarefas que inclui tocar um instrumento, ler um livro, enriquecer, embriagar-se ou simplesmente fazer alguém sorrir. Também é possível não fazer nada e apenas repousar, limpar as asas ou ouvir música.

Desenvolvido com uma estética desenhada à mão em programas como o Paint, Time Flies oferece um mundo onde todas as interações são feitas através do voo, do pouso ou da locomoção. A lista de objetivos inclui dezenas de atividades, formas peculiares de morrer e até mini-jogos dentro do próprio jogo, mantendo uma lógica minimalista que reflete a brevidade da vida da personagem.

Michael Frei, responsável pelo projeto, comenta em comunicado e em tom irónico que “As moscas são bastante irritantes, e temos ouvido uma todos os dias nos últimos quatro anos de desenvolvimento. Por favor, adicionem o jogo à vossa wishlist. Preciso mesmo de terapia.”

Podem assistir ao trailer de Time Flies, aqui.

Mondrian Arcaya. Novo hotel de luxo abre no Algarve em 2028

O Mondrian Arcaya, a nascer em Vilamoura, combinará luxo, design e cultura, reforçando o Algarve como destino internacional de referência.

O Algarve prepara-se para receber o Mondrian Arcaya, o primeiro hotel Mondrian em Portugal, resultado do acordo estabelecido entre a Bondstone e a Ennismore.

Com abertura prevista para 2028, o Mondrian Arcaya contará com 120 quartos, dos quais 30 serão suites de luxo, oferecendo uma experiência de hospitalidade marcada por design de excelência, espaços sociais e uma forte ligação à cultura e à paisagem do Algarve. No centro do hotel estarão três restaurantes e bares, que apresentarão propostas gastronómicas contemporâneas, incluindo uma oferta para todo o dia, um bar junto à piscina e um restaurante no terraço com vista para o oceano.

O Mondrian Arcaya incluirá ainda infraestruturas dedicadas ao bem-estar, um centro de fitness moderno e três piscinas concebidas para proporcionar momentos de tranquilidade. O hotel promete destacar-se como um dos projetos imobiliários mais ambiciosos do Algarve, localizado numa área de grande valor natural em Vilamoura.

Douro & Porto Wine Festival está de volta em 2026

O Douro & Porto Wine Festival regressa a 3 e 4 de julho de 2026, com música, vinhos da região e gastronomia tradicional, num cenário emblemático junto ao rio Douro.

O Douro & Porto Wine Festival anunciou as datas para a sua próxima edição, que decorrerá nos dias 3 e 4 de julho de 2026. A quarta edição do evento, que teve lugar no passado fim de semana, reuniu milhares de pessoas na margem do Douro para assistir a concertos de destaque, degustar vinhos da região e saborear pratos tradicionais confecionados por chefs conceituados, tudo isto num cenário natural emblemático.

O Porto Comercial de Cambres, em Lamego, foi o local onde se celebrou esta combinação de música, vinho e gastronomia, reforçando a importância crescente do festival no calendário cultural português. Esta edição manteve a tradição de contar com artistas de renome nacional e internacional, proporcionando momentos memoráveis junto às vinhas e ao rio, com uma vista privilegiada para a cidade do Peso da Régua.

Desde 2022, o Douro & Porto Wine Festival realiza-se nas margens do Douro e continuará a adoptar esta fórmula na edição de 2026, mantendo o conceito que tem vindo a consolidar a sua identidade. Novas informações e novidades sobre a próxima edição serão divulgadas nos próximos meses.

The Last of Us Part II Remastered recebe atualização com modo Cronológico e skins de Uncharted

A atualização gratuita já está disponível na PlayStation 5 e PC, com novas recompensas e melhorias técnicas.

A Naughty Dog lançou uma nova atualização gratuita para The Last of Us Part II Remastered, que permite revisitar a história completa de Ellie e Abby em ordem cronológica. Disponível na versão PlayStation 5 (Patch 2.1.0) e também no PC, através da Steam e da Epic Games Store (Patch 1.5), esta atualização reestrutura a campanha principal, oferecendo uma nova perspetiva narrativa para quem já conhece o jogo.

Originalmente contada de forma não-linear, a narrativa de Part II original dividia as histórias de Ellie e de Abby em duas grandes porções do jogo, para reforçar os seus temas centrais. Esta nova abordagem cronológica reorganiza todos os momentos-chave da história, por ordem cronológica dos eventos, com maior divisão segmentada das duas narrativas, para mostrar como os acontecimentos se desenrolam numa sequência temporal direta. A Naughty Dog acredita que esta estrutura permitirá aprofundar ainda mais as motivações de cada personagem e as ligações entre os seus percursos, nomeadamente nas secções passadas em Seattle.

A atualização traz ainda novos troféus associados à conclusão do jogo neste formato alternativo, bem como duas skins especiais para o modo No Return: Joel vestido como Nathan Drake e Tommy com o visual de Sam Drake, numa referência direta à série Uncharted, também criada pela Naughty Dog. Ambas as aparências são desbloqueadas ao terminar a história no novo modo.

Para além destas novidades, o estúdio confirmou a presença de diversas correções técnicas e de melhorias de desempenho nesta versão, integradas na mesma atualização.

Este lançamento surge numa fase de grande visibilidade para a série, graças à estreia da segunda temporada da adaptação televisiva em abril, que irá continuar com a história de Abby, mas já sem os criativos do jogo Neil Druckmann e Halley Gross.

Ghost of Yōtei recebe um State of Play dedicado já esta quarta-feira

A transmissão contará com 20 minutos de jogabilidade do novo exclusivo da Sucker Punch.

A menos de 100 dias do lançamento de Ghost of Yōtei, a PlayStation prepara-se para mostrar novos detalhes sobre o próximo exclusivo da Sucker Punch, com uma transmissão especial do State of Play agendada para esta quarta-feira, 10 de julho.

A transmissão terá cerca de 20 minutos de jogabilidade e será apresentada pelos diretores criativos do estúdio, Jason Connell e Nate Fox, que irão explorar em maior profundidade a aventura de mundo aberto protagonizada por Atsu. Para além da história de vingança no norte do Japão feudal, esta apresentação especial irá revelar novas armas, modos de jogo inéditos, formas de personalização e outras mecânicas que distinguem esta nova produção dos criadores de Ghost of Tsushima.

O State of Play de Ghost of Yōtei poderá ser visto, em inglês, a partir das 22 horas (hora de Lisboa), nos canais oficiais da PlayStation no YouTube e na Twitch.

Ghost of Yōtei tem lançamento marcado para o dia 2 de outubro, em exclusivo na PlayStation 5.

Continente reforça presença no distrito de Lisboa com duas novas aberturas

O Continente abriu lojas em Camarate e Odivelas, somando 92 espaços no distrito de Lisboa e criando 78 novos postos de trabalho.

O Continente inaugurou duas novas superfícies comerciais no distrito de Lisboa, concretamente em Camarate e em Odivelas, elevando para 92 o número total de lojas da insígnia na região. Com estas aberturas, foram criados 78 novos postos de trabalho – 46 em Camarate e 32 em Odivelas -, num reforço da estrutura operacional da marca na Área Metropolitana.

A loja de Camarate, localizada na Rua dos Fetais, apresenta uma área de vendas de 1700 m2. O espaço, de proximidade, está equipado com serviços de talho, peixaria, padaria e uma cafetaria com esplanada. Dispõe de 14 caixas de pagamento, das quais seis são self-checkouts, facilitando o processo de compra aos clientes.

Já a nova unidade de Odivelas, situada na Avenida Dom Dinis, conta com 1200 m2 de área de venda. Disponibiliza serviços de talho, peixaria e padaria, bem como 11 caixas de pagamento (cinco automáticas), 200 carrinhos de compras e estacionamento para 80 viaturas. Desses lugares, três destinam-se a utilizadores com mobilidade reduzida e dez estão equipados com tecnologia Plug & Charge para veículos elétricos.

Ambos os espaços funcionam diariamente entre as 08h e as 21h.

Antigo Convento das Grilas vai dar lugar a novo co-living para nómadas digitais

Arrancaram as obras do novo co-living no Convento das Grilas, no Beato, com 137 quartos e soluções sustentáveis para estadias de média duração.

As obras de requalificação do antigo Convento das Grilas, no Beato, já tiveram início, marcando o arranque de um novo espaço de co-living que contará com 84 unidades habitacionais e um total de 137 quartos. A infraestrutura destina-se a estadias de média duração, procurando responder às necessidades de trabalhadores em mobilidade, profissionais deslocados e nómadas digitais.

O edifício, com origens no século XVII, está a ser reabilitado pela Mota Engil, no âmbito de um projeto que pretende conciliar a preservação patrimonial com a inovação urbana. A iniciativa integra-se no ecossistema da Unicorn Factory, o centro de inovação sediado no complexo da antiga Manutenção Militar.

Entre os elementos previstos no projeto, destacam-se medidas de sustentabilidade energética, nomeadamente a instalação de painéis solares, que serão integrados na comunidade de energia da Fábrica de Unicórnios. O espaço será também apoiado por uma aplicação móvel destinada à gestão dos espaços comuns.

Fundado em 1663 por iniciativa de D. Luísa de Gusmão, o Convento das Grilas teve diversos usos ao longo da história, desde convento da Ordem de Santo Agostinho a dormitório militar. A sua reconversão insere-se num pólo criativo e tecnológico que acolhe atualmente mais de 1500 pessoas, incluindo empresas internacionais, startups tecnológicas e várias com estatuto de unicórnio.

Festival MOSAICO traz 30 concertos ao centro histórico de Viseu

Viseu recebe a primeira edição do Festival MOSAICO com 30 concertos gratuitos entre 10 e 12 de julho, em palcos ao ar livre no centro histórico.

Entre os dias 10 e 12 de julho de 2025, o centro histórico de Viseu acolhe a primeira edição do Festival MOSAICO | Festival ao Centro. Ao longo de três dias, o coração da cidade transforma-se num espaço de encontro com a música e a diversidade cultural, através de uma programação que inclui 30 concertos de entrada livre, distribuídos por cinco palcos ao ar livre.

A iniciativa ocupa locais emblemáticos como a Praça D. Duarte, o Mercado 2 de Maio, o adro da Sé, a Igreja de Nossa Senhora do Carmo e o Largo de Santa Cristina, este último com dois palcos adjacentes. Cada um destes espaços servirá de cenário a atuações que cruzam géneros e geografias, num alinhamento que reúne artistas nacionais e internacionais de diferentes trajetos e estilos.

Festival MOSAICO Viseu - cartaz

A programação do festival abrange linguagens musicais como o fado contemporâneo, a eletrónica, as sonoridades urbanas e outras expressões híbridas, incentivando o público a construir livremente o seu próprio percurso musical pelos recantos históricos da cidade. As atuações decorrem entre as 19h45 e as 24h, num horário pensado para facilitar a circulação entre palcos e experiências.

Entre os nomes confirmados encontram-se Jovem Dionísio, Ricardo Ribeiro, Soraia Tavares, Agir, Buba Espinho, Nenny, Mizzy Miles, The Black Mamba, Rita Rocha, The Legendary Tiger Man e Noiserv. O festival inclui também propostas emergentes e menos convencionais, num esforço claro de representar a pluralidade da produção musical contemporânea.

Braga recebe iniciativa com caixas mistério da IKEA e poupanças de 50%

De 11 a 13 de julho, a IKEA instala-se na Praça Central do Nova Arcada, em Braga, com caixas mistério que incluem artigos para o lar a preços reduzidos.

Entre os dias 11 e 13 de julho, o centro comercial Nova Arcada, em Braga, será palco de uma iniciativa pouco habitual promovida pela IKEA. A marca sueca traz à Praça Central as conhecidas caixas mistério, que prometem surpreender os visitantes com artigos para o lar vendidos a preços significativamente reduzidos.

Cada caixa inclui uma combinação de produtos selecionados, com a garantia de um desconto mínimo de 50% face ao preço habitual. Estarão disponíveis duas opções de compra, no valor de 10 e 25€, com conteúdos que podem abranger desde acessórios decorativos, como velas e capas de almofada, a artigos utilitários, como copos ou guardanapos. A proposta é clara: pagar sempre menos do que o valor real do conjunto.

A iniciativa contará com a presença de colaboradores da marca no local, que estarão responsáveis por receber os visitantes e proceder à venda direta das caixas. A ação decorrerá durante o horário normal de funcionamento do centro comercial, oferecendo uma experiência de consumo inesperada, marcada pela curiosidade e pela oportunidade de adquirir produtos IKEA a preços mais acessíveis.

NOS é a 1ª operadora em Portugal a disponibilizar chamadas de voz 5G+

A NOS é a primeira operadora a lançar chamadas de voz através de 5G+ em Portugal, utilizando a tecnologia VoNR.

A NOS tornou-se a primeira operadora em Portugal a introduzir chamadas de voz suportadas pela tecnologia 5G+, marcando uma nova etapa na evolução das comunicações móveis no país. Com a integração da tecnologia Voice over New Radio (VoNR), os utilizadores da rede passam a ter acesso a chamadas com maior nitidez de áudio, tempos de ligação mais rápidos e a possibilidade de utilizar dados móveis em simultâneo com chamadas de voz, sem interrupções ou perda de desempenho.

Esta inovação assenta nas capacidades mais avançadas da rede 5G+, nomeadamente a latência ultrabaixa, o elevado débito de dados e a maior capacidade para suportar múltiplos dispositivos conectados em simultâneo. Através da VoNR, a experiência de chamada é substancialmente melhorada, não só pela clareza sonora, beneficiando do HD Voice+ em banda total, como também pela rapidez da ligação, que se estabelece praticamente de forma imediata.

Numa fase inicial, o acesso às chamadas VoNR está disponível para os clientes da NOS com dispositivos Apple da gama iPhone 15 (ou superior) e modelos Xiaomi como o Xiaomi 15 e o Xiaomi 14T Pro, desde que associados a tarifários ilimitados da operadora. A previsão é de que esta funcionalidade venha a ser gradualmente alargada a outros modelos e marcas nos próximos meses.

Para além da melhoria na qualidade das chamadas, a tecnologia permite manter a ligação de voz enquanto se utilizam aplicações exigentes em termos de largura de banda, como jogos em tempo real ou conteúdos em streaming de alta definição.

Outro dos pontos a destacar prende-se com a eficiência energética do sistema. O 5G+, sendo uma rede pensada para maior sustentabilidade, contribui para um consumo de energia mais reduzido durante as chamadas, o que, por sua vez, se reflecte numa gestão mais eficaz da bateria dos dispositivos e numa menor pegada ambiental por chamada realizada.

CORSAIR revela a caixa FRAME 5000D com mais espaço para setups de alto desempenho

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A nova versão da linha modular de caixas da CORSAIR oferece maior compatibilidade, melhor refrigeração e novas opções de personalização.

A CORSAIR anunciou a FRAME 5000D, a nova caixa da sua gama FRAME Modular Case System, concebida para utilizadores que procuram mais espaço e flexibilidade na montagem do seu PC. Esta versão expande o conceito introduzido pela FRAME 4000D, ao oferecer uma estrutura 30% maior, com melhorias na refrigeração interna, suporte para hardware de última geração e funcionalidades pensadas para facilitar a montagem.

Entre os destaques da nova caixa, encontra-se o sistema InfiniRail, que permite a instalação ajustável de ventoinhas de diferentes dimensões (120 mm, 140/160 mm e até 200 mm), com calhas deslizantes que facilitam a personalização da refrigeração. A caixa vem equipada com quatro ventoinhas RS140 PWM, com ou sem iluminação ARGB, pré-instaladas: três na frente e uma na traseira, todas com ligação em cadeia para simplificar a cablagem.

A estrutura acomoda facilmente placas gráficas topo de gama, com apoio através de um braçoque impede a inclinação das GPUs ao longo do tempo como seu peso, o Anti-Sag Arm, ao reduzir a pressão sobre o slot PCIe. Há ainda possibilidade de montar a GPU na vertical com um suporte rotativo, mas será necessário um cabo riser vendido separadamente. A compatibilidade estende-se também a motherboards com ligações invertidas, como alguns modelos ASUS BTF, MSI Project Zero e Gigabyte Project Stealth.

No que diz respeito ao armazenamento, há espaço para até seis SSDs de 2,5” e dois HDDs de 3,5”, sendo possível remover completamente as baias para abrir espaço a sistemas de refrigeração líquida personalizados. A parte superior da caixa suporta radiadores de até 420 mm, e há espaço adicional na frente para soluções de arrefecimento mais espessas.

A FRAME 5000D está disponível em preto ou branco, com um design que permite construções limpas, modulares e atualizáveis. A CORSAIR destaca que esta nova versão mantém a filosofia de design que popularizou a FRAME 4000D, mas com melhorias significativas que a tornam mais preparada para componentes exigentes e setups personalizados.

A caixa já está disponível através do site oficial da CORSAIR a partir de 179,90€, com uma garantia de dois anos e suporte técnico internacional da marca.

Nuki Smart Lock Pro (5th Gen) – Review: Pequena, completa e muito fácil de instalar

A 5ª geração da Nuki Smart Lock Pro impressiona pelas suas dimensões reduzidas, pela fácil instalação e pelo seu motor potente.

Em março, a Nuki marcou o início de uma nova era com o lançamento de um novo conjunto de fechaduras elétricas inteligentes, com a promessa de serem até três vezes mais pequenas e três vezes mais rápidas. Ao contrário dos volumosos mecanismos tradicionais, toda a tecnologia passou a estar integrada num cilindro discreto, colocado no interior da porta — com dimensões muito semelhantes a de uma maçaneta.

Tal como nos modelos anteriores, a nova Nuki Smart Lock Pro pode ser instalada diretamente sobre os cilindros de porta amplamente utilizados em Portugal. Continua, no entanto, a ser essencial que o cilindro possua uma função de emergência e prioridade, caso contrário, poderá não ser possível abrir a porta do exterior em caso de urgência, especialmente se existir uma chave inserida do lado de dentro — uma situação que poderá comprometer o funcionamento da Smart Lock Pro. Ou seja, com a 5ª geração da Smart Lock Pro a Nuki regressa a uma abordagem mais compatível com a realidade quotidiana dos utilizadores, simplificando a adoção de tecnologia inteligente sem exigir alterações estruturais nas portas. É uma solução pensada para todos aqueles que valorizam a segurança, a comodidade e o design — sem abdicar da compatibilidade.

A instalação da Nuki Smart Lock Pro é surpreendentemente rápida e descomplicada. Caso o cilindro da porta se projete menos de 3mm para o exterior, basta utilizar a placa de montagem que vem com uma película adesiva. Se, por outro lado, o cilindro tiver maior projeção, devemos optar pela segunda placa fornecida, que é fixa com 3 pequenos parafusos diretamente no cilindro (a chave indicada vem incluída). E depois de preparar a base de montagem, insere-se simplesmente a chave na fechadura e encaixa-se o Smart Lock Pro sobre ela e… a montagem física está concluída. O dispositivo procede então a uma calibração automática, ajustando-se à mecânica da fechadura para garantir um funcionamento preciso.

Todo o processo é guiado pela aplicação da Nuki, que orienta o utilizador de forma clara e intuitiva, etapa a etapa. O melhor? Quase nada mudou nesta nova versão em relação à versão anterior, e isso é uma vantagem. A instalação continua livre de complicações desnecessárias, como o registo a ser efetuado com um endereço de e-mail. Contudo, um dos grandes trunfos da Nuki mantém-se: não é necessário criar uma conta de utilizador para permitir o acesso a familiares, amigos ou qualquer outra pessoa. Os seus convidados podem abrir a porta sem terem de se registar, o que torna todo o processo muito mais ágil e privado — um verdadeiro exemplo de usabilidade e respeito pela privacidade.

Através da aplicação, pode-se criar, e enviar, autorizações de acesso temporárias em poucos segundos. Estas permissões podem ser personalizadas ao detalhe, definindo dias da semana, horários específicos e até a duração de cada acesso. Uma solução ideal para quem quer manter o controlo total sobre quem, e quando entra.

Nuki Smart Lock Pro (5th Gen)
Nuki Smart Lock Pro

Ao utilizar a nova Smart Lock Pro, sente-se a experiência acumulada pela Nuki ao longo de dez anos de desenvolvimento em fechaduras inteligentes. A empresa tem melhorado a experiência do utilizador — e isso é evidente nas mais recentes funcionalidades. Uma das grandes inovações introduzidas na 5ª geração da Smart Lock Pro é a possibilidade de ajustar a velocidade de funcionamento em três níveis distintos:

  • No modo Insano, o mais rápido, o dispositivo atua com uma velocidade impressionante, embora com maior ruído. Nos meus testes, bastou meio segundo para trancar a porta com um único movimento rotativo.
  • No modo Padrão, o funcionamento é mais equilibrado, com menos ruído e um tempo de resposta ligeiramente superior.
  • Já o modo Suave oferece uma operação significativamente mais silenciosa, embora ligeiramente mais lenta. Ainda assim, mesmo neste modo, a porta é trancada em cerca de 1,5 segundos — o que continua a ser consideravelmente mais rápido do que os modelos anteriores da Nuki. Para a maioria dos utilizadores, esta velocidade será perfeitamente adequada.

Embora o processo de trancamento em si seja muito rápido, o Smart Lock Pro revela alguma latência na reação aos comandos de bloqueio. Quando o botão na fechadura é pressionado manualmente, o motor demora em média 0,8 segundos a iniciar o processo. Se o comando for enviado através da aplicação, através do Bluetooth, o tempo médio de resposta sobe para cerca de 2 segundos. É um desempenho aceitável, mas é justo dizer que existem outras fechaduras inteligentes no mercado com tempos de reação um pouco mais curtos.

A Nuki Smart Lock Pro foi concebida para se integrar facilmente em qualquer ambiente doméstico moderno. Para acesso remoto, já não é necessário adquirir uma bridge separada: o dispositivo pode ligar-se diretamente ao router que todos temos em casa através do Wi-Fi, o que simplifica significativamente a sua instalação e reduz muitos os custos adicionais. Para além disso, o Smart Lock Pro é compatível com o padrão de comunicação sem fios Thread, permitindo-lhe comunicar diretamente com centros de controlo doméstico inteligentes que sejam controladores Matter com suporte Thread. Entre os dispositivos compatíveis encontram-se, por exemplo, a 4ª geração do Amazon Echo e o Apple HomePod Mini. Esta compatibilidade amplia substancialmente a integração da Smart Lock em ecossistemas de casa inteligente já existentes.

O pacote completo inclui também uma bateria de iões de lítio de alto desempenho, que pode ser recarregada através de um cabo magnético (incluído na embalagem), sem necessidade de remover o fechadura da porta — um detalhe prático que facilita a manutenção do dispositivo. Outra boa notícia é o tempo de carregamento que foi significativamente reduzido. Segundo a Nuki, a bateria agora atinge uma carga completa em apenas duas horas. Com o módulo Wi-Fi ativado, a autonomia varia entre quatro a seis meses, dependendo da utilização, e a utilização exclusiva do protocolo Thread ou a desativação do acesso remoto poderá prolongar ainda mais a sua autonomia, o que constitui uma mais-valia para quem procura máxima eficiência energética. Os meus testes já estão com mais de 6 semanas de utilização intensa, e a bateria ainda se encontra a mais de 80%, pelo que o tempo declarado pela empresa deverá estar muito próximo da realidade.

A Nuki Smart Lock Pro comprovou nos meus testes ser uma fechadura inteligente moderna e acessível.

Com a 5ª geração da Smart Lock Pro, a Nuki tornou o formato da sua fechadura muito mais compacto, o acabamento de alta qualidade e o motor potente do modelo Ultra acessíveis a todos aqueles que não podem, ou não querem, trocar um cilindro da fechadura da sua porta. Isso faz com que seja a primeira escolha para muitos, já que o seu preço de venda é 269€. A fechadura também impressiona pela sua versatilidade: com suporte para Thread e Matter, ela está pronta para integração em sistemas modernos de casas inteligentes. A operação simples através da aplicação Nuki faz com que seja uma ótima escolha para quem procura uma fechadura de porta moderna, discreta e altamente confiável.

Recomendado - Echo Boomer

Este dispositivo foi cedido para análise pela Nuki.

Parece seguro pedalar em Lisboa? Novo relatório do ACP diz o contrário

Estudo do ACP revela que mais de três quartos da rede ciclável de Lisboa apresenta riscos médios a extremos.

O Automóvel Club de Portugal (ACP) divulgou, esta segunda-feira, a primeira avaliação independente sobre o estado de segurança das ciclovias da cidade de Lisboa. O estudo, realizado com o apoio da Fédération Internationale de l’Automobile (FIA), traça um retrato detalhado da rede ciclável da capital e revela fragilidades significativas.

Os dados agora conhecidos surgem num contexto em que a sinistralidade envolvendo bicicletas e trotinetes tem vindo a aumentar de forma expressiva. Entre 2019 e 2024, o número de acidentes com estes modos de transporte cresceu 48%, enquanto o número de vítimas aumentou 278%. Só entre 2019 e 2023, foram registados, em média, 42 acidentes por dia, dos quais resultaram 11 mortes.

A análise do ACP revela que apenas 24,38% da rede ciclável apresenta um risco reduzido. A maioria (53,53%) foi classificada com risco médio, enquanto 14,91% registam risco elevado e 7,18% risco extremo. Estes resultados indicam que mais de três quartos da infraestrutura existente requerem intervenções urgentes.

As colisões entre veículos motorizados e bicicletas foram identificadas como o principal fator de risco. Por outro lado, os incidentes entre ciclistas são pouco frequentes – 95,64% da rede apresenta risco reduzido nesse tipo de conflito – e os conflitos entre peões e ciclistas também são maioritariamente considerados de risco baixo, em 79,98% dos casos.

A avaliação apontou diferenças relevantes entre várias zonas da cidade. No centro histórico, a largura reduzida das vias e o tráfego misto comprometem a segurança da circulação em bicicleta. Já na frente ribeirinha, a elevada presença de peões evidencia a necessidade de soluções de segregação mais eficazes, de modo a minimizar os conflitos de uso do espaço.

O estado do pavimento foi, em geral, considerado aceitável, com apenas 1,2% da rede a apresentar superfícies escorregadias ou instáveis. Obstáculos fixos e móveis foram identificados com baixa frequência, respectivamente em 2,8% e 0,9% da rede analisada. Contudo, a ausência de iluminação pública em 61,4% da rede representa um risco relevante, sobretudo durante o período nocturno.

Entre os locais identificados como prioritários para intervenção encontram-se a Rua Castilho, a Avenida Almirante Reis e a Avenida de Berna. Em contraste, zonas como o Eixo Central, a Praça de Espanha e a Avenida Duque d’Ávila são apontadas como exemplos de boas práticas no desenho e implementação de ciclovias seguras.

O relatório do ACP aponta para a necessidade de adoptar várias medidas, entre as quais a criação de ciclovias fisicamente segregadas do tráfego automóvel, a melhoria da iluminação, o redesenho de interseções perigosas, a implementação de estratégias de acalmia de tráfego e a requalificação de pavimentos com risco de queda.

Segundo o ACP, este levantamento poderá contribuir para os objetivos traçados pela Estratégia Nacional para a Mobilidade Activa Ciclável 2020-2030, que prevê uma redução de 25% da sinistralidade envolvendo ciclistas até 2025 e de 50% até 2030.

James Gunn afirma que não quer voltar a ver estas histórias de origem de super-heróis

O realizador de Superman defende uma nova abordagem para estas histórias e rejeita repetir momentos que o público já conhece de cor.

Para James Gunn, já chega de assistirmos às mesmas histórias de origem repetidamente. O atual co-CEO da DC Studios e realizador de Superman – que estreia esta semana e que será o primeiro capítulo para o seu universo cinemático – deixou claro numa nova entrevista ao The Times que não tem qualquer interesse em revisitar os momentos dramáticos que definiram figuras de heróis como Batman, Spider-Man ou o próprio Super-Homem.

O público não precisa de ver mais uma vez o colar de pérolas a cair num beco quando os pais do Batman são mortos. Ou a aranha radioativa a morder o Spider-Man. Ou o bebé Kal a chegar de Krypton numa pequena nave”, afirmou Gunn, referindo que estes são detalhes que já estão demasiado enraizados na cultura popular, quase como episódios de história americana. “Já vimos milhões de filmes com personagens cuja infância nunca nos é explicada. E ninguém se importa.”

De acordo com o realizador, o foco do novo filme, Superman, não passa por justificar o passado da personagem titular, mas sim por explorar quem ele é no presente e os dilemas que enfrenta. Esta ideia pode ser assistida no último trailer oficial do filme, que apresenta o herói já no ativo, (David Corenswet) a ser entrevistado por Lois Lane (Rachel Brosnahan) após impedir sozinho uma guerra, levando à sua detenção. O filme conta ainda com um leque alargado de personagens que certamente não terão tempo para as suas origens, algumas já adaptadas a live-action, como Lex Luthor ou Jimmy Olsen, e outras em estreia absoluta neste formato, como Hawkgirl, Green Lantern – Guy Gardner -, Mr. Terrific, Metamorpho, e ainda Krypto, o energético cão do Super-Homem.

Apesar de Superman não contar uma história de origem e, promete abrir um novo ciclo para a DC Studios e para futuros projetos, ainda que seja também apresentado com uma narrativa fechada, algo que não tem sido muito comum no género dos filmes de super-heróis nos últimos anos.

Superman estreia a 10 de julho de 2025 em Portugal.

Telpark tem quase 300 tomadas em parques de estacionamento em Portugal

Nos próximos dias, está prevista a abertura de novas instalações elétricas nos parques Telpark da Baixa-Chiado, Campolide e Largo do Rossio, este último em Aveiro.

A Telpark consolidou-se como o principal operador de pontos de carregamento elétrico em Portugal, com uma rede que se aproxima das 300 tomadas em parques de estacionamento por todo o país, sendo 181 delas concentradas na área metropolitana de Lisboa. O reforço mais recente aconteceu com a abertura de 12 novos postos no parque do Marquês de Pombal, elevando para 24 o total de tomadas nesta infraestrutura, que passou a ser a localização com maior densidade de pontos de carregamento no centro da capital.

Nos últimos 12 meses, o parque do Marquês de Pombal registou cerca de 10.000 carregamentos, fornecendo mais de 150 MWh, posicionando-se como um ponto estratégico para a mobilidade elétrica em Lisboa. Antes da ampliação, contava com 10 pontos de carregamento AC com potência máxima de 22 kW. Agora, a oferta inclui 12 carregadores semirrápidos AC, também até 22 kW, e pela primeira vez, uma infraestrutura rápida em corrente contínua, com quatro conectores rápidos de 30 kW DC e oito ultrarrápidos até 100 kW DC.

José María García-Hoz, Managing Director da Telpark eVolve, sublinha que esta expansão transforma o Marquês de Pombal no maior centro urbano de carregamento elétrico em Lisboa, com capacidade combinada para carregamentos lentos e rápidos. Segundo o responsável, Portugal representa 22% do total do portefólio ibérico da empresa nesta área, reforçando a liderança nacional no setor.

Esta expansão faz parte de um plano iniciado pela empresa em 2024 para acelerar a transformação dos parques de estacionamento da Telpark em hubs de mobilidade elétrica. Em 2024, a empresa já operava com mais de 1.100 pontos de carregamento semirrápido e 94 rápidos instalados na Península Ibérica. Em Portugal, 35 parques dispõem de postos elétricos, totalizando quase 300 tomadas, com destaque para os 25 parques da Grande Lisboa que concentram 180 destes pontos.

O investimento não se limita ao Marquês de Pombal. Com uma média de um carregador por cada 68 lugares em parques Off Street em Portugal – comparativamente a um por cada 53 em Espanha -, o país mantém-se uma prioridade para a Telpark, que prepara um plano ambicioso para a implementação de carregadores super-rápidos. Nos próximos dias, está prevista a abertura de novas instalações elétricas nos parques da Baixa-Chiado, Campolide e Largo do Rossio, este último em Aveiro, totalizando mais de 100 kW de potência de carregamento disponível.

Grappin e Rooftops & Alleys – Review: Movimento para a frente (e dois passos atrás)

Duas opções centradas na movimentação e leitura de cenários que procuram combinar aventura com exploração e a recolha de colecionáveis e maior pontuação com resultados que nem sempre são os mais positivos.

Com Tony Hawk’s Pro Skater 3+4 no horizonte e Death Stranding 2 já nas lojas, quero anunciar que o início deste verão é dedicado à mobilidade e desportos radicais. Esta é a minha conclusão depois de jogar Grappin, da POLYLABO, e Rooftops & Alleys: The Parkour Games, da MILMEDIA, lançados recentemente no PC e consolas, e que trazem consigo abordagens distintas aos géneros de aventura e desporto. No caso de Grappin, temos mundos poligonais para explorar em busca de colecionáveis, onde a nossa principal ferramenta é um gancho que utilizamos para mover-nos entre pontos de interação. Infelizmente, o jogo da POLYLABO sofre de falta de polimento na sua jogabilidade, com má colisão e controlos que flutuam entre os bons tempos de resposta e uma falta de controlo sobre a direção da nossa personagem, também condicionado pela falta de inventividade no level design das zonas. Ao estarmos limitados a pontos de interação, onde podemos ativar o nosso gancho, Grappin perde a sua sensação de exploração e deixa de ser empolgante ao longo da campanha, apesar das suas boas ideias.

Já Rooftops & Alleys: The Parkour Games é um gosto adquirido, mas muito mais limado e divertido de jogar. Com seis níveis e dois modos de jogo, incluindo partidas online com vários jogadores em simultâneo, o título da MILMEDIA coloca-nos em cenários repletos de oportunidades para realizarmos truques de parkour enquanto tentamos bater a nossa pontuação e os melhores tempos registados em busca de medalhas de ouro. É uma aproximação interessante ao modelo popularizado pela série Tony Hawk’s Pro Skater, mas com parkour, onde é preciso saber como cair e posicionar o corpo da nossa personagem para manter a velocidade e a pontuação. Apesar de não ser o público-alvo do jogo, a verdade é que me atraiu pelo facto de ser algo suficientemente diferente e que poderá ser o início de uma nova vertente no género. No entanto, Rooftops & Alleys: The Parkour Game corre o risco de cansar os seus fãs se não adicionar em breve novos níveis, desafios e até truques para dinamizar a sua jogabilidade.

Apesar dos seus problemas, ambos os jogos terão certamente os seus fãs e são duas opções indie curiosas para os fãs do género. Faltou-lhes polimento e variedade para serem recomendados.

Cópias para análise cedida pelas POLYLABO e Sandbox Strategies.

UPS Ofir reabre em Esposende e marca o regresso de um espaço emblemático da noite portuguesa

O antigo Pacha Ofir renasceu como UPS Ofir. Novo clube em Esposende aposta numa programação forte para o verão e num espaço arquitetonicamente renovado.

O histórico espaço que acolheu, durante anos, o lendário Pacha Ofir, em Esposende, entrou numa nova fase com a abertura do UPS Ofir, a 5 de julho.

Desde a inauguração, o clube tem registado uma afluência significativa, reforçando a expetativa em torno da sua programação para os meses de verão. A atuação das Mestiza, dupla espanhola confirmada para 12 de julho, marca o início da temporada, num alinhamento que inclui também o artista brasileiro Livinho e o fenómeno global das festas Bresh.

A agenda completa será divulgada progressivamente nas redes sociais do clube, onde também serão partilhadas atualizações e eventos especiais. Espera-se uma programação diversificada, pensada para responder à pluralidade de públicos que procuram experiências musicais contemporâneas num espaço estruturado para o convívio e a dança.

O UPS Ofir foi reconfigurado para receber até 3.500 pessoas e está dividido em duas zonas principais. No interior, a Main Room aposta numa combinação de som e luz de alta tecnologia, com uma estética visual marcada pelo impacto. No exterior, o INSTANTE apresenta-se como uma zona de restauração e lazer, com um ambiente mais informal, ideal para prolongar a experiência para além da pista, seja no início da noite ou em momentos de pausa.

Durante os meses de verão, o UPS Ofir funcionará de quarta-feira a sábado. O restaurante abre às 20h, enquanto o clube inicia atividade às 23h, prolongando-se até às 06h. A curadoria musical assenta numa mistura de géneros como afro house, house, hip-hop e outras sonoridades urbanas, ajustando-se à energia de cada noite.

Em termos de design, o espaço foi alvo de uma intervenção arquitetónica profunda, com inspiração em elementos de influência marroquina. A seleção de materiais e texturas transporta os visitantes para um ambiente exótico, sem descurar o conforto e a funcionalidade exigidos por este tipo de experiência.

O projeto é liderado por João Rodrigues, Nuno Pontes, Pedro Lobo, Pedro Oliveira e Marco Gomes, nomes com percurso reconhecido na organização de eventos e na gestão de espaços de entretenimento e restauração.

Hotel Lis Garden será o primeiro 5 estrelas em Leiria e abre no verão de 2027

Investimento de 15 milhões de euros em Leiria dará origem ao Hotel Lis Garden, com 100 quartos e centro de eventos para 450 pessoas até ao verão de 2027.

Leiria prepara-se para receber a sua primeira unidade hoteleira de cinco estrelas, integrada num investimento superior a 15 milhões de euros. O projeto, da responsabilidade do empresário José Frazão, prevê a construção do Hotel Lis Garden, que contará com 100 quartos e incluirá ainda um centro de eventos com capacidade para 450 pessoas, distribuído por várias salas de reunião e formação. No total, o complexo ocupará uma área de 7.500 m2.

A nova infraestrutura ficará situada junto ao percurso Polis, um dos principais eixos urbanos da cidade. Este será o primeiro hotel com classificação de cinco estrelas em Leiria e, simultaneamente, o primeiro da marca Hotel Lis com esta categoria, que já conta com unidades na Batalha e em Lisboa.

Apresentado no início desta semana, o projeto conta com o apoio do programa Compete 2030 e do Turismo de Portugal. Os promotores pretendem afirmar Leiria no circuito nacional e internacional de eventos corporativos, apostando num modelo “chave na mão”, com infraestruturas técnicas permanentes, incluindo sistemas de som, videowall, streaming e controlo digital de acessos.

A conclusão das obras do Hotel Lis Garden está prevista para o verão de 2027.

Foto: Pedro Nuno Caetano