Xiaomi apresenta nova gama Xiaomi TV A Pro 2026

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A nova série de televisões QLED já está à venda, com opções entre as 43 e as 75 polegadas.

A Xiaomi lançou oficialmente a nova série Xiaomi TV A Pro 2026, composta por vários modelos 4K QLED, concebidos para oferecer uma experiência de entretenimento completa, com imagem melhorada, som mais envolvente e funcionalidades dedicadas tanto para filmes como aos jogos.

Disponível em tamanhos que vão das 43 polegadas até às 75 polegadas, esta nova gama aposta na tecnologia QLED para cores ricas e realistas, com suporte para HDR10+ e Modo Filmmaker, permitindo se poder assistir a filmes e séries com a fidelidade pretendida pelos realizadores. Para quem joga, os modelos a partir das 50 polegadas suportam uma taxa de atualização de 120Hz via HDMI, tecnologia DLG e incluem um modo Game Boost, ideal para uma jogabilidade mais fluida e de baixa latência.

No que toca ao som, todos os modelos incluem dois altifalantes de 10W com suporte para Dolby Audio, DTS-X e DTS Virtual:X, tirando partido da tecnologia Xiaomi Sound dedicado para experiências mais cinematográficas, segundo a marca.

A nível de desempenho, as televisões são equipadas com um processador quad-core A55, acompanhadas por 2GB de RAM e 8GB de armazenamento interno. A interface é baseada no Google TV, com acesso direto a plataformas como Netflix, Prime Video ou YouTube, controlo por voz através do Assistente Google e compatibilidade com Google Cast, Miracast e Apple AirPlay. Contam ainda com Wi-Fi de banda dupla, Bluetooth 5.0 e sintonizadores DVB-T2/C e DVB-S2, permitindo ligações e acesso a todo o tipo de emissões.

A nova série já se encontra disponível no mercado nacional, com preços recomendados a partir dos 319,99€ para o modelo de 43 polegadas. A versão de 55 polegadas chega por 479,99€, a de 65 polegadas por 649,99€ e o topo de gama, com 75 polegadas, tem um preço de 849,99€.

Estádio da Luz passa a ter 68.100 lugares

Benfica concluiu a primeira fase do alargamento do Estádio da Luz, com meta final de 70.000 espectadores até 2027.

O Estádio da Luz vai iniciar a nova época com uma capacidade reforçada, fruto da conclusão da primeira fase do plano de expansão delineado pelo Benfica. O recinto passa agora a acolher 68.100 espectadores, consolidando a sua posição como o maior estádio do país em termos de lotação. Esta intervenção, integrada num projeto faseado, visa dar resposta à elevada procura por lugares nas bancadas, refletida nos mais de 21.000 sócios atualmente em lista de espera para aquisição do Red Pass.

A ampliação envolveu a criação de duas novas filas no Piso 0, bem como a reorganização de assentos já existentes, permitindo um aumento imediato de cerca de 3.000 lugares face à capacidade anterior. Embora a meta final esteja fixada nos 70.000 lugares, a próxima temporada arranca com esta nova configuração. As fases seguintes estão previstas para os dois anos subsequentes: a segunda etapa deverá acrescentar mais 1.500 lugares em 2026, ficando os últimos 400 para o verão de 2027.

Nuno Catarino, diretor financeiro da SAD encarnada, assegurou à BTV que o Estádio da Luz estará pronto para receber adeptos desde o início da época 2025/26, apesar de as obras ainda estarem em curso. O novo relvado será instalado nos próximos dias, a tempo da Eusébio Cup, marcada para o final de julho.

Ensaio ao Polestar 4 – Celestial!

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Eis o Polestar 4, o segundo modelo da marca sueca que desta vez eleva a fasquia. Temos um carro completamente diferente dos demais concorrentes, sem vidro traseiro e com um interior requintado, raro num automóvel destes.

Texto: Tomás Amorim

“Que carro bonito! O que é isto?”: Comentário da pessoa que escreve estas linhas quando viu o Polestar 4 pela primeira vez. O Polestar 4 é um carro bastante diferente do que estamos habituados a ver, pois tem um design próprio, com uma frente bem conseguida e distinta.

Comecemos pela frente: no capot, encontramos vincos ondulados nas extremidades; os faróis são em T invertido, o que já é uma imagem de marca. As luzes são bipartidas, estando na parte superior os LED’s diurnos e, na parte inferior, os médios e máximos. Falando em máximos, estes são ajustáveis, sendo que podemos circular em autoestrada e eles nunca chegam a encadear o carro da frente. Quanto às portas, não têm moldura e os puxadores são retráteis, o que, como sabemos, ajudam na eficiência do automóvel.

Um aspeto menos positivo nesta frente é o seu frunk, que é muito pequeno. Se, no Polestar 2, tínhamos um frunk onde podíamos colocar os cabos de carregamento, neste não é possível. É uma pena, visto que é um carro maior, mais caro, mais requintado, mais tudo, quando comparado ao Polestar 2! Também devia ter mais espaço no frunk! Nas partes laterais, temos umas portas sem moldura que me encheram o coração… novamente, classe é requinte e um homem pode resistir a tudo, menos a umas frameless doors.

No requisito jantes, estamos bem calçados, com umas jantes 21”, muito fechadas para ajudar na eficiência. Na traseira, deparamo-nos com um estilo coupé que lhe fica a matar. Não há vidro, a Polestar colocou uma tampa no seu lugar, o que é uma solução arriscada. Deixamos de ter o bom e convencional vidro traseiro, e passamos a ter uma câmara, que é de boa qualidade, embora em algumas situações, como por exemplo nas mudanças de direção, surgisse um lag – com isso notavam-se as transições, mas nada de muito grave… À noite, sem nada a dizer, a câmara tem uma ótima qualidade.

Mas a verdade é que nos mil km que fiz com o Polestar 4 não tive quaisquer problemas em me adaptar a este sistema (é mais difícil habituar-me ao I-cookpit da Peugeot, mas isso são outros quinhentos…). Uma vantagem deste sistema é que não há possibilidade de encadeamento do carro da retaguarda. Na traseira, temos faróis LED que estão ligados entre si, que lhe dão um estilo muito próprio. Abrindo a mala, contamos com 526 litros, mais 31 litros do frunk já apontado neste texto. Visto que não há vidro, o acabamento da mala é em alcatifa e possui um símbolo gigante da Polestar. Não temos chapeleira.

Olhando para o interior deste Polestar 4, é aí que notamos que a Polestar deu tudo, pois é um interior luxuoso. O design é bastante clean e o único botão que existe é a roldana do rádio – que tem um som muito satisfatório e uma qualidade de montagem mesmo “à sueco”. Conta com um ecrã vertical, sendo a primeira vez que a marca sueca opta por esta solução, pois tanto no 2 como no 3 é horizontal. O ecrã tem uma qualidade de imagem muito boa, muito nítida, responde bem ao toque e operamos todas as definições do carro por ela. Tem 15.4” polegadas e um sistema operativo feito pela Google, como já habitual.

Todos os comandos, do A/C até à regulação do volante, passando pela abertura do porta-luvas, são operados no ecrã. Contamos com suporte ao Apple Car Play sem fios e a sua visualização ocupa todo o ecrã, um ponto muito positivo. No entanto, o seu funcionamento é um pouco lento, nomeadamente quando se troca de música, e, durante os dias que passei com o Polestar 4, muitas vezes o Apple Car Play desligava de repente.

É também através do ecrã que se opera o ar condicionado, o que não é uma novidade, pois no 2 já tínhamos esse sistema. A novidade está em como funcionam os redirecionadores de ar: também são manobrados através do ecrã. O sistema é muito fluido e fácil de operar, mas, quando estava na estrada, houve alturas em que precisei de tirar os olhos da via para regular as saídas do ar… De qualquer forma, o interior do Polestar 4 Long Range Single Motor é, sem dúvida, um habitáculo com uma enorme qualidade de construção.

Tudo onde tocamos é material soft touch. No teto temos veludo – sim, leram bem, veludo…. Continuamos, porém, com teto panorâmico sem cortina. A consola central nas partes laterais é revestida em couro com um toque de elevada qualidade, sendo que as costuras dão-lhe um aspeto único. Não é só classe, mas sim requinte, como comprova o revestimento da consola central que é de madeira clara e que lhe assenta muito bem. Esta consola central é bipartida: na parte de baixo encontramos uns espaços de arrumo generosos, ideais para colocar as chaves de casa. O seu revestimento é em borracha. Na parte superior é onde temos dois pousa copos, um carregador sem fio e o seletor rotativo do volume do rádio. No entanto, é nos bancos de trás onde temos o verdadeiro esplendor sueco: ar condicionado na traseira com ajustes individuais e respetiva saída de ar, bancos aquecidos e, ainda, a possibilidade de mudar a estação de rádio.

O mind blowing foi quando descobri que os bancos traseiros tinham regulações elétricas na zona das costas. Sem falar dos seus puxadores de porta, que são qualquer coisa de extraordinário, sólidos e com um acabamento em metal. Por último, temos de referir que este interior é muito bem construído. Os acabamentos são excelentes, 10 em 10… e isso faz toda a diferença, pois sentimo-nos muito especiais dentro do Polestar 4.

Sueco na Estrada

Tudo começou numa quarta-feira, quando fui buscar o Polestar 4. Pego na chave e apercebo-me que não há nenhum botão, e pensei para mim: “como é que vou abrir e fechar isto?”. Decidi então afastar-me, esperei 10 minutos… e nada, os puxadores de porta continuavam para fora. Tomei a iniciativa e dei uma volta ao carro. Quando cheguei ao lado do condutor, notei que, no pilar da porta do condutor, estava um símbolo igual ao do NFC, e, sim, era aí que se abria e fechava o carro. Bastava-me aproximar com a chave no sensor e, adivinharam, carro aberto – para fechar é preciso fazer a mesma coisa. No entanto, cabe-me informar que, quem compra o carro, não terá este problema, pois há uma aplicação que permite controlar o carro pelo smartphone ou então pela chave – basta aproximar-se do carro e ele abre, logo para fechar basta uma pessoa afastar-se do carro.

Outra etapa difícil foi descobrir a posição de condução ideal, pois primeiro que descobrisse que o volante era operado eletricamente e os ajustes eram feitos no volante, assim como os ajustes do espelho, foram quase 30 minutos. Houve também a parte de querer ligar o A/C e, sem querer, ligo as massagens! Queria ajustar os espelhos e carrego no ícone do porta-luvas. Por falar em porta-luvas, este tem o arco triunfal (o arco triunfal é o nome dado quando o porta luvas desce devagar ao ser aberto. Este porta luvas, além de descer muito devagar, é revestido em material soft touch).

A última peripécia antes de arrancar com o Polestar 4 foi perceber onde se tinha de colocar a chave para o mesmo andar. Era simplesmente abaixo dos redirecionadores de ar, mais precisamente, no sítio onde se coloca o smartphone a carregar. Depois de todas estas adversidades, lá consegui arrancar, e as impressões iniciais foram muito boas. Que conforto! Um ótimo trabalho das suspensões, que absorvem bem as irregularidades do piso, seja ele qual for. Porém, a insonorização deixa um pouco a desejar – na unidade testada os ruídos vindos das janelas começavam aos 110km.

Quando entrei no carro, o computador de bordo mostrava uma autonomia de 610 km. Pensei: “Este valor não pode ser real, mas o quão próximo posso ficar perto dos 610 km, em autoestrada?” Adianto que consegui fazer perto de 400 km – saí de Lisboa com 93% e cheguei a Pombal com 280 km e, como estava na hora de jantar, juntei o útil ao agradável e parei num restaurante que tinha um Super Charge. O jantar demorou uma hora e meia e, quando cheguei ao carro, a bateria já estava carregada. Segui viagem para Trás-os-Montes, terminando o trajeto com cerca de 75%. Durante a viagem, tive o A/C a funcionar, bancos aquecidos ligados e, por vezes, umas massagens à mistura.

Quarta e quinta-feira foram os dias em que tive a oportunidade de testar o Polestar 4 em circuito misto e notei que, em autoestrada, este tem uma boa eficiência, pois consegui fazer consumos na ordem dos 15/18 kWh/h. Todavia, em pura autoestrada, esperem valores entre os 19/20 kW/h. Falando na motorização em questão, esta é de um único motor elétrico montado no eixo traseiro, daí o Single Motor Long Range. Apresenta 272 cavalos e 342 NM de binário, valores esses inferiores aos do Polestar 2. Estranho…

Um aspeto interessante deste Polestar 4 é a suavidade no arranque pois não nos cola ao banco, como acontece no Polestar 2, e como acontece na maioria dos elétricos. Neste ponto, este Polestar está bem equilibrado e, face ao Polestar 2, tem uma motorização acertada, pois como referi, no Polestar 2 há alturas onde se nota que o composto mecânico é demasiado para aquela carroçaria. O sprint dos 0 aos 100 km/h é feito em 7.1 segundos, um valor bastante racional. De velocidade máxima, a marca sueca anuncia 200km/h (anuncia…). Temos uma bateria de 100 kWh, dos quais 94 são úteis. Nos carregamentos, podemos ter velocidades até aos 200 kW em DC e em AC 22 kW. Por fim, continuamos a ter os mesmos modos de regeneração que tínhamos no Polestar 2, que funcionam muito bem, sendo que, se fizer uma breve comparação com o Polestar 2, este Polestar 4 é mais suave, que é óbvio.

Dinamicamente, o Polestar 4 é um carro que dá gosto de conduzir, pois temos um carro muito competente neste aspeto. Numa estrada com curvas notei a traseira a acompanhar o movimento do carro, o que é muito engraçado. No entanto, há que referir que o rolamento da carroçaria é percetível, e isso é mais notório em curvas fechadas. O carro apresenta também uma direção que, em certas alturas, é elétrica. Importa referir que temos três modos de direção: leve, standard e duro e, por estranho que pareça, o melhor modo, a meu ver, é o duro; pois nos outros dois a direção fica muito leve.

Sendo um carro sueco, a segurança é um aspeto prioritário para a marca. Temos mil e um sistemas de segurança, mas aquele que eu queria destacar é o keep line assist, que é um sistema muito agressivo e intrusivo na condução, nomeadamente em autoestrada. Falando do cruise control adaptativo, o seu funcionamento é muito bom… em certas alturas até fez ultrapassagens.

Por fim, o que posso dizer deste Polestar 4? É um carro que parte logo em vantagem face aos seus concorrentes. O seu formato é irreverente, diferente do habitual; é um carro que tem um visual muito bem conseguido e que não passa despercebido. O interior é o melhor da sua classe, uma vez que o requinte a bordo é uma coisa nunca antes vista. A atenção ao detalhe é de carro de luxo! Também a sua condução é boa e relaxante – os ocupantes têm um conforto de primeira classe. É um grand turismo para quem quer fazer viagens sem poluir e para quem o tempo de carregamento não é um problema.

Fica agora a pergunta: para quem é este Polestar 4? É para quem quer ser diferente, para quem quer um elétrico suave, confortável e, acima de tudo, um elétrico seguro. Quanto a mim, posso dizer que este “eu” levaria para casa, pois achei um carro divinal. Por último, informo que os preços começam nos 66.000€. Há quem ache caro, há quem ache em conta. Para mim, os 66.000€ já valem só pela qualidade de construção do carro. Mais uma vez, a Polestar a fazer um excelente produto!

Brasileira Bee trouxe as suas scooters elétricas para Portugal

Marca brasileira Bee inicia operação em Portugal com modelos elétricos leves adaptados ao uso urbano e à legislação europeia.

A marca brasileira Bee deu início à sua atividade em Portugal com uma linha de veículos elétricos leves destinados ao uso urbano. A empresa, que opera no Brasil desde 2020, procura posicionar-se no segmento da mobilidade pessoal com modelos que não se enquadram nas categorias tradicionais de mota ou bicicleta, e que operam dentro dos limites legais para dispositivos de mobilidade pessoal (PMD/DEMOP) em território europeu.

O projeto remonta ao início dos anos 2000, através do Grupo Alan Motors, no Rio de Janeiro, inicialmente dedicado à distribuição de scooters a combustão de marcas como Vespa, Piaggio, Aprilia e SYM. Desde então, a empresa passou a dedicar-se exclusivamente a soluções elétricas, com foco em ambientes urbanos.

Em Portugal, a marca estabeleceu uma rede de lojas especializadas e abriu uma concept store em Lisboa, seguindo o modelo de operação já implementado em cidades brasileiras como Rio de Janeiro e São Paulo. A expansão para Espanha está prevista para 2026.

No Brasil, a categoria de veículos autopropelidos com limite de 32 km/h, à qual pertencem os modelos da Bee, conta com mais de 20.000 unidades vendidas desde 2020. Na Europa, o limite legal aplicável à categoria equivalente é de 25 km/h. A marca afirma ter desenvolvido versões específicas para o mercado europeu, ajustadas às exigências regulatórias e operacionais.

Em Portugal, a representação da Bee está a cargo de Fernando Nigri, que destaca a existência de um mercado recetivo à mobilidade elétrica ligeira. O modelo de negócio baseia-se numa rede de concessionários e numa estrutura de apoio pós-venda, ajustada ao contexto europeu.

Entre os modelos em comercialização encontra-se o Bee U1+, equipado com motor Bosch de 3000W, estrutura compacta e autonomia estimada até 60 km, mediante condições de utilização. Inclui painel digital, iluminação LED, carregamento rápido e um chassis exposto em formato aberto. O preço de pré-venda deste modelo começa nos 2.250€.

Outro modelo disponível é o Bee Minitrail, concebido para utilização em ambientes urbanos com maiores exigências de robustez estrutural. A marca refere a possibilidade de utilização tanto para deslocações pessoais como para fins profissionais ou turísticos.

Além dos veículos, a Bee comercializa acessórios adicionais, como baús, suportes infantis, módulos para transporte de carga e soluções adaptadas ao transporte de animais. A DogRider, uma das submarcas associadas, está orientada para este último segmento.

A operação europeia conta com uma parceria com a Keeway, marca pertencente ao grupo Geely (proprietário da Volvo e da Lotus), com quem desenvolveu modelos específicos para os mercados de Portugal, Espanha e Brasil.

Os veículos da marca enquadram-se em categorias que, dependendo da legislação local, podem dispensar matrícula e carta de condução. Entre as características técnicas incluem-se sistema de alarme, modos de condução (ECO e POWER), chassis em forma de U, amortecimento reforçado e porta USB.

Dreame quer abrir uma loja própria em Portugal em 2026

Hoje, num evento realizado em Lisboa, no qual o Echo Boomer esteve presente, a Dreame revelou os planos que tem para o nosso país e para o seu futuro enquanto marca.

A Dreame, reconhecida internacionalmente pelas suas soluções inteligentes para o lar, está a reforçar a sua presença em Portugal. A aposta no mercado português surge não só pela sua relevância estratégica, mas também pelo evidente potencial de crescimento e pela recetividade dos consumidores nacionais a soluções que aliam funcionalidade, eficiência e design.

Durante uma conferência de imprensa realizada em Lisboa, na qual o Echo Boomer esteve presente, a marca apresentou um portefólio de produtos que refletem o seu compromisso com a inovação e com a experiência do utilizador. Desde aspiradores robô com navegação inteligente a dispositivos de cuidado pessoal com tecnologia avançada, a Dreame posiciona-se como uma referência no segmento premium da tecnologia doméstica.

Entre os produtos destacados, o aspirador robô X50 Ultra Complete surge como o modelo de topo, com funcionalidades autónomas e um sistema de limpeza de última geração, ideal para quem procura conveniência total. Já o D20 Pro Plus, com lançamento previsto para outubro, destaca-se como uma opção altamente competitiva, combinando potência, acessibilidade e uma experiência de limpeza eficaz e intuitiva.

A gama estende-se também ao versátil H15 Pro, um aspirador sem fios capaz de lidar com líquidos e sólidos, que incorpora tecnologia de autolimpeza com água a alta temperatura – uma inovação inédita no mercado. A pensar mais nas mulhares, o AirStyle Pro oferece uma solução multifunções para o cuidado do cabelo, unindo potência, protecção térmica e portabilidade, tudo num único equipamento.

Este reforço da presença da Dreame em Portugal acompanha a abertura de um novo escritório em Madrid, que serve como centro estratégico para toda a Península Ibérica. Com esta base operacional e o reforço das equipas de marketing e comunicação, a marca pretende estreitar relações com os consumidores portugueses, apostando num diálogo contínuo e numa adaptação constante às suas necessidades.

De resto, ficámos também a saber que a Dreame pretende abrir uma loja própria em Portugal já em 2026. A marca já conta com algumas lojas em alguns países, sendo que quer continuar a expandir-se nesse sentido. Além disso, a marca quer também inserir-se no nicho dos eletrodomésticos e televisores – sim, leram bem!

Terceira Travessia do Tejo: Ponte com circulação rodoviária e ferroviária confirmada

O Governo quer mesmo avançar com a construção da terceira travessia do Tejo, uma ponte rodoferroviária que ligará Lisboa ao Barreiro e ao Seixal.

A terceira travessia do Tejo será uma ponte rodoferroviária que ligará as margens do rio, incluindo uma ligação direta entre o Barreiro e o Seixal. Este projeto pretende reforçar as conexões na região da Grande Lisboa, contando com seis vias rodoviárias e quatro linhas ferroviárias, para tráfego rodoviário e ferroviário, incluindo ligações de alta velocidade e convencionais. Esta decisão foi confirmada pelo Governo na mais recente reunião do Conselho de Minstros e representa um passo importante para reforçar as ligações na região da Grande Lisboa.

Os estudos preliminares deste projeto decorrem até ao primeiro trimestre de 2026 e envolvem várias análises essenciais: desde o planeamento da ligação ao eixo norte-sul, passando pela atualização das ligações ferroviárias, até ao estudo de impacto ambiental. O projeto contempla também a ligação rodoviária ao IC21 no Barreiro, bem como a avaliação da inclusão de uma linha de metro na ponte entre Barreiro e Seixal, o que poderá ampliar a capacidade e diversidade dos meios de transporte nesta zona.

Este empreendimento surge num momento em que o Governo prepara a substituição do Aeroporto Humberto Delgado, com a construção de um novo aeroporto no Campo de Tiro de Alcochete, na margem sul do Tejo, o que exige uma revisão das acessibilidades rodoviárias e ferroviárias da região. Assim, a Terceira Travessia do Tejo integra-se num conjunto mais vasto de infraestruturas estratégicas, incluindo a ligação ferroviária de alta velocidade Lisboa-Madrid.

A gestão futura da nova travessia está em análise, com estudos a decorrer para definir o modelo de concessão, que poderá ser uma parceria público-privada, seguindo a lógica adotada nas atuais concessões das pontes 25 de Abril e Vasco da Gama, cuja concessão termina em 2030. O custo estimado para a construção e exploração da terceira travessia ronda os 2,2 mil milhões de euros, evidenciando a dimensão e a importância do projeto para o sistema de mobilidade da região.

Foto: Ponte Vasco da Gama

Centro Comercial Foz Plaza vai quase duplicar de tamanho com investimento de 30 milhões de euros

O centro comercial Foz Plaza, na Figueira da Foz, vai aumentar a sua área bruta locável para quase 25 mil m², com novas lojas, zona de restauração e esplanada panorâmica.

O centro comercial Foz Plaza, localizado na Figueira da Foz, vai avançar com um plano de expansão e requalificação, num investimento que atinge os 30 milhões de euros. A iniciativa, liderada pelo grupo proprietário Vougainvest, prevê uma intervenção de grande dimensão, com destaque para o aumento da área bruta locável (ABL), a criação de novos espaços comerciais e uma renovada zona de restauração com esplanada panorâmica.

A ampliação do Foz Plaza traduzir-se-á num aumento da área bruta locável dos atuais 14.870 m2 para 24.962 m2, permitindo o acolhimento de 83 unidades comerciais, entre lojas e quiosques. O início das obras está previsto para o último trimestre de 2026, com conclusão apontada para o primeiro semestre de 2028. A operação implicará não só a expansão lateral do edifício, como a reconfiguração das áreas interiores, incluindo uma renovação completa da imagem do centro comercial, tanto no exterior como no interior.

Entre as principais alterações destaca-se a criação de uma nova zona de restauração no piso superior, que incluirá uma esplanada panorâmica virada para a cidade. A nova área comercial, com cerca de 10.000 m2, destina-se sobretudo a lojas-âncora no segmento da moda, bem como a insígnias de média e pequena dimensão.

Durante o período da obra, o centro continuará aberto ao público, com a gestão a garantir medidas para minimizar os impactos nos lojistas e visitantes.

A apresentação pública do projeto está marcada para a próxima quarta-feira, 16 de julho. Na próxima semana serão também divulgadas as primeiras imagens do projeto arquitetónico.

1965 Cidade Jardim: novo bairro sustentável vai transformar o centro de Loures

O 1965 Cidade Jardim, novo projeto da AM48, traz 400 apartamentos, comércio e zonas verdes a Loures.

Santo António dos Cavaleiros prepara-se para receber um dos mais ambiciosos projetos habitacionais da última década. O 1965 Cidade Jardim, promovido pela AM48, representa um investimento superior a 140 milhões de euros e promete transformar por completo o centro desta freguesia de Loures. Serão construídos 400 apartamentos, distribuídos por sete edifícios residenciais, numa intervenção que alia habitação, comércio, mobilidade e espaços verdes, tudo pensado para responder às exigências do presente e antecipar as necessidades do futuro.

A localização estratégica é um dos trunfos do projeto: em frente ao Parque Urbano e ao Centro de Saúde local, a poucos minutos da futura estação de metro da linha violeta, que ligará Loures a Odivelas. Mas a ambição da AM48 vai além da localização. O plano urbanístico resgata a visão original da década de 1960, idealizada por nomes como Gonçalo Ribeiro Telles, Alberto Reaes Pinto e Fernando Ressano Garcia, que imaginaram para esta zona uma verdadeira cidade-jardim. A proposta nunca se concretizou, mas agora ganha nova forma, com uma abordagem contemporânea que respeita o território e valoriza a vivência comunitária.

O 1965 Cidade Jardim surge num terreno que esteve abandonado durante décadas. A sua reabilitação é também simbólica: devolver à freguesia um espaço que há muito esperava por uma nova vida. O projeto aposta num tecido urbano mais aberto, integrado na paisagem, com escadarias ajardinadas, zonas de descanso, espaços públicos acessíveis e uma forte aposta na mobilidade pedonal. Uma escadaria central ligará a zona norte ao Parque Urbano, criando uma ligação até aqui inexistente.

Cada edifício do complexo presta homenagem a uma figura central na história do urbanismo. O primeiro a ser lançado é o conjunto Oliveira, composto por duas torres, e já com 32% das fracções vendidas em fase de pré-comercialização. Este núcleo será também o primeiro a obter certificação BREEAM, garantindo elevados padrões de sustentabilidade ao nível europeu – eficiência energética, gestão hídrica, mobilidade suave e integração paisagística são pilares essenciais do projeto.

O conceito que orienta toda a proposta é o da cidade dos 15 minutos: viver, trabalhar, fazer compras, cuidar da saúde e usufruir do lazer, tudo a curta distância, sem necessidade de recorrer ao automóvel. A oferta inclui farmácia, supermercado, ginásio e spa, espaços de coworking, restauração e mais de 5.000 m² de área comercial, envoltos por amplas zonas verdes que se prolongam pelas fachadas dos edifícios e diluem os limites entre o espaço construído e o natural.

Com início de construção previsto para o primeiro trimestre de 2026 e conclusão estimada num prazo de cinco anos, o 1965 Cidade Jardim pretende mais do que dar resposta à procura habitacional.

Câmara do Seixal financia construção de duas novas creches no concelho

Câmara do Seixal apoia construção de duas creches em Arrentela e Amora, com investimento superior a 3,8 milhões de euros e financiamento do PRR.

A Câmara Municipal do Seixal aprovou, na reunião do executivo realizada a 9 de julho, a atribuição de dois apoios financeiros, no valor total de 400.000€, destinados a viabilizar o início da construção de duas novas creches no concelho. Os montantes foram concedidos ao Centro Paroquial de Bem-Estar Social de Arrentela e ao Centro de Assistência Paroquial de Amora, responsáveis pelos equipamentos a erguer, respetivamente, na Torre da Marinha e no Pinhal Conde da Cunha.

As duas infraestruturas serão desenvolvidas no âmbito do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) e terão capacidade para acolher, no total, 92 crianças. A futura creche da Torre da Marinha, da responsabilidade do Centro Paroquial de Arrentela, representa um investimento global de 2.120.910,38€. A comparticipação da autarquia ascende a 1.752.910,38€, valor que inclui a cedência do terreno – avaliado em 119.574€ – e o financiamento integral dos projetos de arquitectura e especialidades, no montante de 64.575€. O restante apoio, no valor de 368.000€, é assegurado pelo PRR.

No caso da creche do Pinhal Conde da Cunha, promovida pelo Centro de Assistência Paroquial de Amora, o investimento totaliza 2.443.665,22€. O apoio municipal atinge os 2.075.665,22€, incluindo a cedência do terreno, avaliado em 702.950€, e os projectos técnicos, no valor de 115.235€. Também neste caso, o financiamento complementar do PRR é de 368.000€.

No total, o investimento municipal na construção das duas creches ascende a 3.828.575€.

Intermarché reforça presença em Portugal com novas lojas na Madalena e em Vila Nova de Foz Côa

Com estas duas lojas, o Intermarché investiu 12 milhões de euros e criou 125 novos postos de trabalho.

O Intermarché continua a consolidar a sua rede de proximidade com a abertura de duas novas lojas, uma na freguesia da Madalena, em Vila Nova de Gaia, e outra em Vila Nova de Foz Côa, no interior norte do país. Estes dois investimentos, que totalizam 12 milhões de euros, reforçam o compromisso da insígnia com as comunidades locais e com o desenvolvimento económico regional.

Em Vila Nova de Gaia, a nova loja do Intermarché localiza-se na Madalena e representa um investimento de 8 milhões de euros, criando 80 postos de trabalho diretos. Com mais de 2.000 m², esta unidade foi concebida com base num conceito inovador de Food Market, que alia frescura, variedade e conveniência. O espaço destaca-se pelas suas secções de frescos, refeições prontas, Cozinhas do Mundo, talho, peixaria, frutas e legumes, garrafeira, entre outras valências que respondem às necessidades do dia-a-dia dos consumidores. A loja funciona todos os dias das 8h às 21h, conta com uma esplanada, estacionamento para 160 viaturas e um posto de combustível.

Já em Vila Nova de Foz Côa, no interior da região Norte, o Intermarché apostou na relocalização e ampliação da loja que serve a comunidade desde 2002. Este novo espaço, fruto de um investimento de 4 milhões de euros, oferece agora uma superfície de venda de 1.300 m², com maior conforto, funcionalidade e eficiência energética.

A loja reforça a aposta nos produtos de origem nacional, nas marcas próprias e nas parcerias com produtores locais. Entre os serviços adicionais, os clientes encontram frango assado, máquina de crepes e máquina de cremes vegetais. A loja conta com 45 funcionários.

Central Freixo: O novo bairro de luxo que vai transformar o Porto com um investimento de 200 milhões

A antiga central da EDP no Freixo vai dar lugar ao Central Freixo, um megaprojeto de 200 milhões de euros com habitação, comércio, serviços e espaços públicos.

Num dos maiores investimentos imobiliários alguma vez realizados no Porto, a zona do Freixo prepara-se para receber uma profunda transformação urbanística, que promete alterar significativamente a face oriental da cidade. Onde antes funcionava a antiga central termoelétrica da EDP – estrutura industrial desactivada e degradada durante décadas – vai nascer o Central Freixo, um novo bairro com habitação, comércio, serviços e vastos espaços públicos, num ambicioso projeto de regeneração urbana com assinatura do arquiteto Eduardo Souto de Moura.

Com um investimento global de cerca de 200 milhões de euros, o Central Freixo, promovido pelo fundo europeu Ginkgo Advisor em parceria com a Emerge, empresa do grupo Mota-Engil, representa uma nova visão para esta área da cidade. A proposta abrange mais de 56.000 m2 de território anteriormente devoluto e será desenvolvida em cinco fases ao longo da próxima década.

A primeira fase arranca no final de 2025 e contempla a construção de três edifícios, com uma área edificada de cerca de 14.000 m2, integrando 66 apartamentos de tipologias entre T0 e T3, dez espaços para comércio e serviços, e uma praça pública como elemento central. Está ainda prevista a construção de dez moradias junto ao rio, inspiradas na arquitectura tradicional burguesa do Porto. No total, esta primeira etapa compreende 57.384 m² de construção e 31.418 m² de áreas de cedência pública, incluindo ruas, praças e jardins até agora inacessíveis à população.

Com a comercialização agendada para o outono, e o apoio das consultoras Dils e Savills nos mercados nacional e internacional, o Central Freixo surge como um novo pólo urbano de referência. A sua localização estratégica, entre a Rua do Freixo e a Avenida Paiva Couceiro, articula-se com outros projetos de reabilitação em curso na zona de Campanhã, como a transformação do antigo Matadouro, reforçando o posicionamento desta área como um eixo emergente de desenvolvimento na cidade do Porto.

Astro Bot recebeu cinco novos níveis gratuitos e mais bots muito especiais

A nova atualização de Astro Bot é gratuita, já está disponível e adiciona muito conteúdo novo!

A Team ASOBI lançou uma nova atualização para Astro Bot, que introduz cinco níveis inéditos na galáxia Vicious Void. Esta adição eleva o número total de níveis para mais de 90, sem custos adicionais.

Já disponível desde o dia 10 de julho, a atualização inclui os níveis Twin-Frog Trouble, Suck It Up, Handhold Havoc, High Inflation e um quinto ainda por revelar. Tal como nas atualizações anteriores, estes níveis foram concebidos para desafiar ao máximo as capacidades dos jogadores, exigindo precisão e domínio das mecânicas do jogo.

Para além dos novos desafios, chegam também bots especiais associados à galáxia Vicious Void. Entre as surpresas, destaca-se a possível entrada de uma nova personagem com motivações mais vingativas, cujo papel será descoberto durante a exploração dos novos níveis.

Nicolas Doucet, diretor do Team Asobi, que aproveitou o lançamento desta nova atualização para agradecer o apoio contínuo da comunidade e revelar que está a caminho uma nova versão do comando DualSense – Edição Limitada Astro Bot. Esta edição, que recupera o design original com um toque renovado no touch pad, será lançada ainda este ano, com mais detalhes prometidos para breve.

Astro Bot é um exclusivo PlayStation 5.

Quinta do Contador vai nascer em Tomar com 345 casas e investimento de 60 milhões de euros

Empreendimento Quinta do Contador em Tomar terá 345 casas, comércio e residência estudantil. Investimento da Finangeste ronda os 60 milhões.

Às portas do centro urbano de Tomar prepara-se uma transformação significativa do território com o arranque da Quinta do Contador, um novo empreendimento promovido pela Finangeste. Com um investimento avaliado em cerca de 60 milhões de euros, este projeto urbanístico promete não só redefinir a paisagem local, como também dar resposta a desafios estruturais da cidade, nomeadamente na área da habitação.

Localizado a menos de dois quilómetros do Instituto Politécnico de Tomar, o projeto ocupará uma área de aproximadamente 199.000 m2, dos quais 44.000 serão destinados a construção acima do solo. Com um índice de ocupação controlado de 0,25, a iniciativa destaca-se pelo equilíbrio entre edificação e espaços públicos, assumindo uma clara intenção de integração urbana e respeito pelo enquadramento paisagístico.

A Quinta do Contador irá acolher 345 habitações, entre as quais se incluem 60 fogos sob o regime de custos controlados – um ponto particularmente relevante numa altura em que a pressão sobre o mercado habitacional é uma preocupação crescente. Para além da componente residencial, o projeto integra ainda espaços comerciais, escritórios e residências para estudantes, procurando reforçar a atratividade da cidade tanto para residentes como para a comunidade académica e empresarial.

Com o início das obras de urbanização previsto para setembro deste ano, o novo quarteirão nasce também de uma estreita colaboração entre a Finangeste e a Câmara Municipal de Tomar, que vê neste investimento privado uma alavanca para a coesão social e o desenvolvimento sustentável do concelho. O presidente da autarquia, Hugo Cristóvão, sublinha que esta urbanização responde a uma carência identificada há vários anos: a escassez de habitação acessível. O município assegurou um investimento autónomo de 12 milhões de euros para garantir os fogos a custos controlados, no âmbito de uma estratégia que alia iniciativa pública e privada.

Galp e Continente oferecem até 25 cêntimos de desconto por litro aos fins de semana de verão

Durante oito fins de semana entre julho e agosto, a parceria entre Galp e Continente permite descontos acumulados de até 25 cêntimos por litro em combustível, combinando compras no Continente com o uso da app Mundo Galp.

Durante oito fins de semana consecutivos, entre 12 de julho e 31 de agosto, os clientes que abastecerem nas estações Galp poderão beneficiar de um desconto que pode atingir os 25 cêntimos por litro de combustível. A campanha resulta de uma parceria entre a Galp e o Continente, retomando uma colaboração habitual em períodos de maior mobilidade.

A iniciativa, orientada para os meses de verão, baseia-se na utilização combinada da aplicação Mundo Galp e do Cartão Continente. Para aceder ao desconto, é necessário efectuar uma compra de, pelo menos, 30€ nas lojas Continente e Continente Modelo em Portugal Continental, ou de 25€ nas lojas Continente Bom Dia e Continente da Madeira. Esta transação dá direito a um cupão de 15 cêntimos por litro, associado ao Cartão Continente.

A este valor pode ainda somar-se um desconto adicional de 10 cêntimos por litro, atribuído em cashback na carteira digital da aplicação Mundo Galp, desde que esta seja utilizada no momento do abastecimento. No total, o benefício pode atingir os 25 cêntimos por litro.

Novo hotel PortoBay Blue Ocean abre sobre a Praia da Falésia, no Algarve

O PortoBay Blue Ocean abriu portas em Olhos d’Água, Albufeira, após uma remodelação profunda.

O grupo PortoBay Hotels & Resorts reforçou a sua presença no Algarve com a inauguração do PortoBay Blue Ocean, localizado em Olhos d’Água, em Albufeira. A nova unidade de quatro estrelas superior abriu portas a 10 de julho, na sequência de uma remodelação profunda de um hotel anteriormente existente. A intervenção resultou numa transformação total, tanto ao nível da estrutura como da identidade, enquadrando-se na estratégia de crescimento do grupo.

Com vista direta para a Praia da Falésia, uma das mais reconhecidas da região, o PortoBay Blue Ocean beneficia de uma localização privilegiada, com acesso direto à praia e rodeado por extensas áreas verdes. O projeto foi concebido para privilegiar a luz natural e oferecer um ambiente calmo, adequado a estadias focadas no descanso e na tranquilidade.

O PortoBay Blue Ocean dispõe de 348 quartos e suites com varanda privada, distribuídos por várias tipologias, desde os quartos standard até à master suite com vista mar. A decoração aposta numa estética contemporânea e acolhedora. A oferta inclui quatro piscinas (três exteriores e uma interior aquecida), spa com quatro salas de tratamento, jacuzzi, banho turco, sauna, ginásio, campo de ténis, cabeleireiro, música ao vivo, diversos lounges e jardins envolventes.

A componente gastronómica assume um papel central. O restaurante Mercado, sob a direcção do chef António Guerreiro, propõe um buffet temático com estações de show cooking, funcionando ao pequeno-almoço, almoço e jantar. Já o restaurante Flor de Sal, liderado pelo chef Pedro Spínola, apresenta uma carta que valoriza produtos locais e sazonais. A cozinha combina técnicas clássicas com abordagens contemporâneas, num ambiente descontraído junto à piscina e à horta de ervas aromáticas.

A intervenção incluiu várias medidas com foco na sustentabilidade. Foram reaproveitados móveis antigos, destinados a colaboradores e instituições sociais, e o sistema de climatização foi substituído por unidades de alto rendimento com recuperação de calor, o que permitiu reduzir em cerca de 75% o consumo de gás. Os novos ventilo-convectores possibilitam poupanças energéticas até 20%. Cerca de 90% da iluminação passou a ser LED e foram instalados 820 painéis solares, que garantem aproximadamente 15% das necessidades energéticas da unidade. A comunicação digital com os hóspedes reduziu significativamente o uso de papel, e a garagem passou a dispor de carregadores para veículos elétricos. No exterior, foi criada uma área de solário e jardim com mais de 3.500 m², desenhada com vegetação autóctone de baixa necessidade hídrica e sistema de rega gota a gota.

O PortoBay Blue Ocean distingue-se ainda pela ligação direta ao hotel contíguo PortoBay Falésia. Juntas, as duas unidades formam o conceito Vila PortoBay Algarve, um resort que permite a livre circulação entre espaços comuns como jardins, restaurantes, bares e zonas de lazer. Esta configuração resulta numa frente de mar com mais de 700 metros e cerca de 35.000 m² de jardins interligados. A localização permite passeios pedonais com vista sobre o Atlântico, acesso direto à praia e uma envolvente de elevado valor paisagístico.

Situado na Quinta do Milharó, a escassos metros do centro de Olhos d’Água e a poucos minutos de Albufeira, o PortoBay Blue Ocean representa um novo passo na consolidação da oferta do grupo no sul do país, com uma proposta que conjuga localização estratégica, conforto, identidade própria e atenção ao detalhe.

Primark reabre loja no Braga Parque com novo layout e self-checkouts

Loja da Primark em Braga reabre após remodelação total. Espaço renovado com novo design, provadores, mobiliário atualizado e caixas de self-checkout.

A loja da Primark localizada no Braga Parque reabriu ao público com uma configuração renovada, após um processo de remodelação do espaço comercial originalmente inaugurado em 2011. Esta reabertura insere-se na estratégia de modernização das infraestruturas da marca em território nacional, com o objetivo de melhorar a experiência de compra e responder às atuais exigências dos consumidores.

Com uma área total de cerca de 2.900 m2, distribuídos num único piso, o espaço apresenta agora um novo layout, provadores remodelados e mobiliário atualizado, para além de nova sinalética e expositores com um design mais contemporâneo. Um dos elementos mais visíveis da intervenção é a instalação de oito caixas de self-checkout, concebidas para tornar o processo de pagamento mais rápido e autónomo.

A remodelação da loja de Braga decorreu em simultâneo com a abertura de uma nova unidade em Viseu e com obras noutras localizações, como no Parque Nascente.

A intervenção no espaço de Braga faz parte de um programa mais vasto de investimento, anunciado com uma dotação de 40 milhões de euros para o mercado português. Desde então, a Primark tem reforçado a sua presença com novas aberturas e requalificações. Entre os projetos já concretizados incluem-se a renovação da loja do Colombo, em Lisboa, e as inaugurações no Montijo, em Guimarães e mais recentemente em Viseu. Está também prevista a entrada na Covilhã, com a abertura de uma nova loja em 2026.

PlayStation 5 vai receber edições especiais e acessórios inspirados em Ghost of Yōtei

A Sony revelou novas edições limitadas da PlayStation 5 e acessórios temáticos baseados em Ghost of Yōtei, o novo exclusivo da Sucker Punch com lançamento a 2 de outubro.

Durante o mais recente State of Play, dedicado a uma longa demonstração de jogabilidade de Ghost of Yōtei, foi anunciada uma série de produtos PlayStation com designs inspirados no jogo. Entre eles, encontra-se uma nova edição limitada da PlayStation 5 disponível em duas variantes, Gold e Black, com cada consola a apresentar uma arte detalhada, inspirada na arte Kintsugi, que reflete a identidade do novo jogo da Sucker Punch.

Ghost of Yōtei a sequela em mundo aberto de Ghost of Tsushima, com foco especial na exploração, combate e narrativa, onde seguimos a história de Atsu, uma guerreira marcada pela perda, que parte em busca de vingança e de respostas no norte do Japão, numa recriação ficcional da antiga região de Ezo — hoje conhecida como Hokkaido. O Monte Yōtei, local icónico dessa região, torna-se no centro da narrativa, batizando o jogo e servindo também de inspiração para o design das consolas e acessórios.

As consolas PlayStation 5 desta edição especial foram desenvolvidas em colaboração com a equipa de arte da Sucker Punch e destacam elementos visuais retirados diretamente do universo do jogo, com texturas que evocam as tais técnicas tradicionais japonesas de kintsugi, visível em traços dourados que sugerem reconstrução através da imperfeição, e a pintura sumi-e, representada em pinceladas fluidas inspiradas nos desenhos de Atsu. Cada consola inclui ainda um selo de fabrico especial com os símbolos da PlayStation gravado na estrutura e também no comando DualSense, igualmente decorado nos mesmos tons.

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Conjunto de consolas e acessórios PlayStation 5 de Edição Limitada de Ghost of Yōtei

A versão Gold Limited Edition inclui uma consola com leitor de discos decorada com o Monte Yōtei em destaque, acompanhada por um comando DualSense que exibe a silhueta da protagonista no touchpad. Esta edição inclui ainda uma cópia digital de Ghost of Yōtei com conteúdo de reserva, nomeadamente uma máscara exclusiva e um conjunto de avatares com arte-conceito de Atsu e dos restantes membros do grupo conhecido como Yōtei Six.

Já a edição Black Limited Edition, que apresenta um esquema de cores alternativo e será exclusiva da loja online da PlayStation nos territórios onde esta está disponível. O comando correspondente poderá também ser adquirido separadamente, incluindo em algumas lojas no Japão. Para quem já tiver uma PlayStation 5 Slim ou uma PlayStation 5 Pro, haverá também capas oficiais com os mesmos motivos visuais da edição Gold, disponíveis em quantidades limitadas.

Todos os acessórios estarão disponíveis a partir de 2 de outubro, data de lançamento do próprio jogo, com detalhes sobre pré-venda a serem partilhados em breve. Poderão ficar a conhecer melhor estes conjuntos na loja oficial da PlayStation, a PlayStation Direct.

Ghost of Yōtei apresenta-se com nova jogabilidade, mais liberdade e visuais incríveis no State of Play

A Sucker Punch fez uma demonstração extensa de Ghost of Yōtei com o mais recente State of Play, revelando mecânicas, sistemas de combate e modos de jogo que aprofundam e refinam a fórmula de Ghost of Tsushima.

Com cerca de 20 minutos de duração, a transmissão do mais recente State of Play permitiu conhecer em grande detalhe, como será o mundo aberto de Ghost of Yōtei – a sequela de Ghost of Tsushima –, novamente preparado pela Sucker Punch, desta vez ao controlo de uma nova protagonista, Atsu, num jogo que procura envolver o jogador num mundo vivo, mas não excessivamente orientado por tarefas obrigatórias.

Não se trata de assinalar tudo num mapa. Trata-se de interagir com aquilo que te entusiasma”, como explicou o diretor criativo Nate Fox, num dos momentos-chave da apresentação, que podem assistir aqui.

Ghost of Yōtei,promete assim querer quebrar o molde de jogos de mundo aberto que têm tendência a ficar sobrelotados e apresentarem-se em listas infinitas – e por vezes confusas – de objetivos. Para atingir essa ambição, em vez de seguir ícones marcados automaticamente no mapa, os jogadores vão poder descobrir o conteúdo ao seu próprio ritmo, com a ajuda de um novo sistema de pistas.

Ao derrotar inimigos, será possível interrogá-los e obter cartas que contêm informações relevantes. E à medida que se juntam pistas suficientes, estas transformam-se em indícios que orientam naturalmente a exploração, sem obrigar a seguir trajetos fixos, oferecendo um progresso mais natural, orgânico e, até, realista, com fortes inspirações no conceito de RPG.

Na apresentação também foi possível assistir como este ritmo livre também se aplica ao combate, onde Atsu poderá usar um vasto leque de armas diferentes, adaptadas a tipos distintos de inimigos, no que parece ser uma alteração em relação ao jogo anterior, onde eram diferentes posturas que se podiam alternar de acordo com a necessidade.

Também foi confirmada uma personalização mais aprofundada em relação ao passado, dando total controlo do uso de peças de armadura, fatos, chapéus e mascaras, moldando por completo a experiência individual dos jogadores. E, claro, também foi possível espreitar um pouco do modo de fotografia, que estará de regresso para os jogadores poderem registar esta nova aventura.

Apesar de Atsu se lançar numa missão solitária e de vingança, ao longo do jogo será possível criar laços com um grupo de aliados conhecido como Wolf Pack. A interação com estes companheiros pode ser feita sempre que o jogador monta um acampamento, podendo não só explorar história, mas também fazer compras, gerir recursos e alocar pontos, sem necessidade de navegar a pontos específicos dos mapas, de forma a manter o foco do jogador na sua direção da sua aventura.

Outro aspeto que surge melhorado em Ghost of Yōtei, face ao seu antecessor, é a adaptação completa à dobragem opcional em japonês, que desta vez inclui sincronização labial completa. Para muitos fãs, esta opção será a forma mais autêntica de experienciar o mundo criado pela Sucker Punch, inspirado no cinema samurai e na estética clássica japonesa.

E por falar em cinema Samurai, Ghost of Yōtei regressa com o popular Modo Kurosawa, com um filtro de imagem calibrado a preto e branco, com efeitos sonoros envelhecidos e vento acentuado – para transmitir um tom mais dramático à aventura. Adicionalmente, a Sucker Punch incluiu outros dois modos muito interessantes: O novo Modo Miike, numa homenagem ao cinema de ação de Takashi Miike, que aproxima a câmara da personagem e intensifica o realismo visual, com lama e sangue em destaque durante os combates. E o Modo Watanabe, numa experiência que substitui a música tradicional por faixas lo-fi selecionadas por próprio Shinichirō Watanabe, criador de Samurai Champloo e Cowboy Bebop, com o objetivo de evocar uma mistura entre tradição e modernidade.

A julgar pela apresentação de Ghost of Yōtei, a nova aposta da Sucker Punch promete aprofundar e polir a fórmula estabelecida em Ghost of Tsushima, com maior liberdade, mais personalização e uma ligação ainda mais direta à identidade cultural que inspira o jogo. A Sucker Punch descreve-o como uma evolução natural, focada no jogador, na escolha e na descoberta.

Ghost of Yōtei será lançado a 2 de outubro para a PlayStation 5.

Sorteio do M1LHÃO passa a ser mensal para garantir a sustentabilidade financeira do jogo

Os sorteios semanais do M1LHÃO dão lugar a sorteios mensais, mantendo o prémio principal em 1 milhão de euros, com possibilidade de sorteios especiais.

O regulamento do Totosorteio, mais conhecido como M1LHÃO, vai sofrer uma alteração devido à evolução das vendas registadas nos últimos anos, que exige medidas para garantir a sustentabilidade financeira do jogo a médio e longo prazo.

A principal modificação consiste na substituição dos sorteios semanais por sorteios mensais, mantendo-se o valor do prémio principal em 1 milhão de euros. Contudo, conforme o desempenho das vendas e a solidez do fundo destinado ao pagamento dos prémios, poderão ser organizados sorteios especiais com prémios adicionais, devidamente divulgados pelo Departamento de Jogos antes do início da aceitação das apostas.

O sorteio do M1LHÃO passa a realizar-se mensalmente, designado como sorteio normal, ocorrendo na última sexta-feira de cada mês, em data, hora e local estabelecidos e comunicados pelo Departamento de Jogos. Além disso, poderão existir sorteios especiais com prémios suplementares, cuja realização será anunciada previamente.

Relativamente à participação, todas as apostas feitas entre o dia seguinte ao sorteio mensal anterior e o dia do sorteio seguinte estarão incluídas no sorteio em questão. A receita de cada sorteio, que compreende as apostas válidas e as anuladas sem direito a reembolso, destina 50% para o pagamento dos prémios, conforme estipulado no Decreto-Lei que regula o jogo.

O sorteio mensal do M1LHÃO realiza-se através de um sistema informático que extrai aleatoriamente os códigos vencedores, conforme o plano de prémios definido. Em caso de interrupção por avaria ou força maior, o sorteio será retomado assim que possível, mantendo-se válidos os códigos já extraídos.

A transição para o novo modelo terá como marco o sorteio de 29 de agosto de 2025, que incluirá todas as apostas registadas simultaneamente às apostas do Euromilhões desde 26 de julho até essa data. A portaria que estabelece estas alterações entra em vigor a 26 de julho de 2025, aplicando-se aos sorteios a partir de 29 de agosto de 2025.

Panattoni investe 120 milhões de euros em quatro projetos logísticos na Península Ibérica

A Panattoni está a reforçar a sua presença em Portugal e Espanha com um investimento de 120 milhões de euros em quatro novos projetos, destacando a expansão no setor logístico e a aposta em data centers.

A Panattoni, promotora europeia especializada no setor logístico e industrial, assinala cinco anos de actividade na Península Ibérica com um investimento de 120 milhões de euros em quatro empreendimentos em Portugal e Espanha. A operação integra uma área bruta locável (GLA) superior a 125.000 m2 e insere-se numa estratégia de crescimento sustentada na diversificação geográfica, expansão para novos segmentos e reforço da oferta de soluções personalizadas.

Ao longo deste quinquénio, a empresa adquiriu 2,3 milhões de m2 de terrenos e concluiu já 31 projetos, totalizando 554.000 m2 de GLA. Estes números resultam do envolvimento de dez investidores institucionais, europeus e norte-americanos, que contribuíram com um montante superior a 1,4 mil milhões de euros em capital para projetos logísticos e centros de dados.

Entre os projetos atualmente em execução, destacam-se três localizações em Portugal – Lisboa, Santarém e Porto – e duas em Espanha – Antequera e Vitoria-Gasteiz. Em território português, o Panattoni Park Santarém conta com 35.000 m2, estando metade da área já pré-arrendada à Olicargo, enquanto a Fase I do Panattoni Park Lisbon-City representa 52.591 m2 de nova superfície. No norte do país, o Panattoni Park Porto Valongo ainda dispõe de frações disponíveis para arrendamento.

A sustentabilidade continua a ser um elemento central na abordagem da empresa. Os empreendimentos são desenvolvidos com base em critérios de eficiência energética e ambiental, estando certificados pela norma BREEAM. Cada projeto resulta de um estudo prévio detalhado, realizado em conjunto com os clientes, de forma a adaptar os edifícios às condições climáticas e geográficas de cada zona, garantindo espaços de operação mais eficientes e com menor impacto ambiental.