A Visão vai encerrar após tribunal chumbar plano de insolvência da Trust in News

O Tribunal Judicial da Comarca de Lisboa Oeste recusou o plano apresentado pela Trust in News, obrigando ao fecho da empresa e à liquidação dos seus bens.

A Trust in News (TiN), empresa responsável por títulos como a Visão, Exame, Courrier Internacional, Caras, Jornal de Letras ou TV Mais, vai cessar atividade. A decisão surge depois de o Tribunal Judicial da Comarca de Lisboa Oeste ter recusado homologar o plano de insolvência apresentado pela empresa.

O plano previa o pagamento faseado das dívidas num prazo entre 10 a 15 anos, com perdão de juros e um período de carência inicial de até dois anos. Em paralelo, incluía a promessa de um reforço financeiro de até 1,5 milhões de euros por parte do único acionista, Luís Delgado, a ser feito de forma faseada e consoante as necessidades da empresa. O tribunal considerou este compromisso vago, sem garantias concretas quanto ao seu calendário ou execução prática.

A juíza entendeu ainda que o plano colocava em causa os direitos dos credores, ao impedir que pudessem mover ações contra os avalistas durante o cumprimento do plano. Essa cláusula foi considerada uma violação das normas imperativas que regem os avais, que garantem aos credores o direito de exigir pagamentos diretamente aos garantes, independentemente da situação da empresa devedora.

Apesar de o plano ter sido aprovado por 77% dos credores, o tribunal considerou que o seu conteúdo representava um desequilíbrio excessivo. A decisão refere que, perante a fragilidade das garantias apresentadas e a limitação dos direitos dos credores, não se justificava a sua homologação.

Com isto, o tribunal ordenou o fim da gestão da empresa pela própria administração da TiN, a comunicação do encerramento às Finanças e o arranque da fase de liquidação dos bens. As publicações da empresa deverão agora deixar de ser editadas, numa altura em que já se acumulavam dificuldades financeiras e atrasos nos pagamentos a trabalhadores e colaboradores.

Fundada em 2017, a Trust in News reuniu um dos maiores portefólios de imprensa em Portugal, focando-se na compra e reestruturação de títulos históricos. O plano agora rejeitado era visto como a última tentativa de manter a empresa em funcionamento.

ReMarkable Paper Pro – Review: Um caderno digital com alma

Escrever já não tem de ser uma tarefa aborrecida. Agora é possível ter um caderno com folhas infinitas e canetas de todas as cores, sem andar com a mala a abarrotar. E tudo graças ao ReMarkable Paper Pro.

Desde que me lembro que adoro escrever. Pequenas histórias, apontamentos nas aulas ou até esquemas para estudar em casa, a verdade é que o caderno e a caneta sempre me acompanharam para onde quer que fosse, até mesmo nas férias.

Foi só quando cheguei à faculdade que me rendi ao digital e comprei um iPad. Precisava de escrever nos slides das aulas, consultar livros e apontamentos com facilidade, sem ter de carregar quilos de materiais às costas. O iPad pareceu-me uma boa solução na altura – e, na verdade, foi um bom aliado nos estudos durante vários anos. Mas havia sempre algo em falta. Faltava aquele toque especial: a sensação real da caneta a deslizar sobre o papel. E isso, foi uma coisa que nunca consegui sentir com o iPad.

Foi então que, recentemente, me apercebi da existência de algo que andava a ser muito falado no mercado dos tablets e-ink e que, aparentemente, vinha resolver os meus problemas: o ReMarkable Paper Pro. Confesso que nunca tinha experimentado nada do género, mas a promessa da ReMarkable (proporcionar a sensação de escrita autêntica, como num caderno verdadeiro), captou imediatamente a minha atenção.

Sem saber muito bem o que esperar, recebi com entusiasmo (e algum nervosismo) o meu primeiro ReMarkable Paper Pro. E posso dizer que a primeira impressão com que fiquei foi bastante positiva. Na caixa vinha o ReMarkable Paper Pro, a caneta Marker Plus, a capa Book Folio e, ainda, o teclado Type Folio. Cada um destes elementos vinha numa embalagem de design minimalista, em tons de branco, feita de papel reciclável.

Sinceramente, só a experiência de abrir as embalagens já transmitia a sensação de um produto bem pensado e com atenção ao detalhe. Não minto quando digo que fiquei muito entusiasmada e com as expetativas em alta para ver como seriam os produtos ao vivo – e, sobretudo, como iriam funcionar no dia a dia. E uma coisa posso garantir: não me desiludiram.

Começando por um dos acessórios incluídos, a caneta Marker Plus, posso dizer que a experiência de escrita me conquistou logo nos primeiros minutos. Para quem quer tirar o máximo partido do reMarkable Paper Pro, este é, na minha opinião, um acessório indispensável. É simples, intuitiva e muito confortável de usar. Não tem botões, nem entradas USB, basta pegar e começar a escrever. Em termos de peso, surpreendeu-me bastante por ser leve (cerca de 19g), o que a aproxima muito das canetas tradicionais. Comparando com outras canetas digitais que já usei, esta é, sem dúvida, a mais leve e equilibrada, com o peso bem distribuído, o que me permitiu usá-la durante longas horas sem qualquer desconforto.

O corpo em alumínio, com acabamento mate e ligeiramente rugoso, oferece não só uma boa ergonomia (nunca me escorregou da mão), como também um aspeto estético muito elegante, com o seu tom escuro e design minimalista. A ponta é feita em carbono e pode ser facilmente substituída quando começar a mostrar sinais de desgaste. Aliás, a Marker Plus vem acompanhada de uma caixinha com seis pontas extra, o que garante uma boa longevidade ao acessório (dependendo, claro, da intensidade de uso e da força aplicada pelo utilizador).

Um dos detalhes mais práticos da Marker Plus é a borracha digital integrada na extremidade oposta à ponta de escrita. Basta virar a caneta e apagar diretamente no ecrã, sem recorrer a menus, o que torna o processo mais fluido e intuitivo, tal como acontece com um lápis tradicional. Embora também seja possível apagar com a própria ponta (selecionando a ferramenta de borracha no ecrã), esta funcionalidade embutida acaba por ser muito mais prática no uso diário, e a textura macia da borracha garante que o ecrã não fica riscado. Ainda assim, há uma limitação a ter em conta: apesar de apagar com precisão e eficácia, a borracha não permite eliminar tudo de uma vez. É necessário passar manualmente por cima de cada traço que se pretende apagar, o que pode tornar-se um pouco aborrecido quando há muitas correções a fazer.

A experiência de escrita está claramente noutro nível. Na minha opinião, a Marker Plus é um acessório indispensável para quem quer tirar o máximo partido da escrita no Paper Pro. Comparada, por exemplo, com a Apple Pencil, que usei e continuo a usar, a Marker Plus consegue replicar de forma muito mais fiel a sensação de escrever com uma esferográfica ou lápis em papel real. A resistência ligeira da ponta no ecrã, aliada ao som semelhante ao do papel, torna tudo mais natural. Isso também se deve aos 4096 níveis de sensibilidade à pressão e aos 50 níveis de angulação que a caneta oferece, o que permite variar a espessura do traço conforme a força e o ângulo com que se escreve, especialmente quando usamos a ferramenta “lápis”. Assim, conseguimos criar desenhos com um aspeto muito semelhante ao do lápis de carvão, com sombreados e texturas que variam consoante a inclinação que damos à caneta. Esse grau de precisão torna a escrita e o desenho muito mais expressivos, o que é especialmente útil para quem gosta de fazer sublinhados, esboços ou desenhos mais artísticos.

Já no que diz respeito ao carregamento, a Marker Plus recarrega automaticamente assim que é acoplada magneticamente do lado direito do ReMarkable Paper Pro. É um detalhe simples, mas que faz toda a diferença, já que elimina por completo a necessidade de cabos ou configurações. Para completar, surge no ecrã um pequeno ícone que indica o nível de bateria da caneta, um pormenor bastante útil para sabermos de forma imediata quando está pronta a ser usada ou se precisa de carregar mais tempo. Além disso, a caneta adere muito bem ao ReMarkable Paper Pro: posso movê-lo ou incliná-lo sem que se solte, e retirar a caneta ou colocá-la novamente no sítio é um processo fácil e rápido. No entanto, se algo bater contra a caneta (como pode acontecer dentro de uma mala ou mochila), é provável que se desloque. Por isso, a melhor solução é mesmo utilizar uma capa que possa ajudar a manter a Marker Plus protegida e no lugar certo.

E a solução perfeita para esse problema é a Book Folio, uma capa que me surpreendeu pela combinação entre um design discreto e elegante com uma construção resistente e duradoura. A sua função principal é proteger o reMarkable Paper Pro durante o uso diário ou em viagem, mas vai além disso: inclui também uma aba lateral onde a caneta Marker Plus fica presa com segurança, sempre à mão. Para além da proteção, o acabamento em pele de alta qualidade (neste caso, num castanho lindíssimo) confere-lhe um aspeto sofisticado e elegante. O logótipo da reMarkable, discretamente colocado no canto superior esquerdo, reforça essa imagem de sobriedade. O formato ultra-slim facilita o transporte na mala ou mochila sem ocupar espaço desnecessário.

Outro ponto forte é o sistema de fixação magnética: não é preciso encaixar nem prender nada manualmente. Basta aproximar o ReMarkable Paper Pro da capa e os ímanes incorporados fazem o resto. A estrutura da capa possui pequenas reentrâncias que se alinham com as borrachas traseiras do dispositivo, bastando apenas aproximar, e tudo fica no lugar com facilidade. Já o seu interior destaca-se pela suavidade ao toque, que não só protege eficazmente o ecrã, como ainda proporciona uma sensação agradável e reconfortante sempre que se abre o dispositivo. E há também outra funcionalidade prática: ao abrir a capa, o ecrã do ReMarkable Paper Pro liga-se automaticamente. Basta colocar a palavra-passe (caso esta opção esteja ativada) e já está pronto a usar. É um pequeno detalhe que torna o acesso às notas muito mais seguro. É de realçar que esta capa foi concebida exclusivamente para o ReMarkable Paper Pro e não é compatível com o ReMarkable 2. Está disponível em seis cores e materiais diferentes: os modelos em tecido reciclado incluem o Cinza, Basalto, Burgundy e Cobalto; já os modelos em pele premium, e de origem sustentável, existem em Preto e Castanho.

Outro dos acessórios é a capa Type Folio, que é, sem dúvida, o acessório mais interessante e cheio de potencial. Embora o que me tenha atraído desde o início no ReMarkable Paper Pro tenha sido a escrita manual, percebo perfeitamente o valor de ter um teclado integrado para situações pontuais – como escrever um relatório para o trabalho ou um fazer um texto mais longo para escola. E, nesses casos, o Type Folio cumpre muito bem a sua função.

O teclado tem também algumas características que o tornam bastante cómodo de usar. Por exemplo, permite pousar as palmas das mãos com naturalidade, o que melhora a ergonomia durante a digitação e ajuda a evitar o cansaço após longos períodos de escrita. As teclas são retroiluminadas, o que à primeira vista parece uma grande vantagem, especialmente para quem costuma escrever à noite, já que a intensidade da luz pode ser ajustada, adaptando-se à sensibilidade visual de cada pessoa. No entanto, importa referir que nem todas as teclas estão iluminadas, uma vez que apenas as letras têm luz, o que acaba por limitar um pouco a utilidade desta funcionalidade, já que, no escuro, pode ser mais difícil localizar atalhos ou símbolos específicos.

Ainda assim, para quem quer evitar andar com um computador atrás, a Type Folio pode ser uma excelente alternativa. É fina, fácil de transportar e mantém o perfil compacto do ReMarkable Paper Pro. Em comparação à Book Folio, tem praticamente o dobro do peso (488 g versus 266 g) o que faz com que o conjunto Type Folio e ReMarkable Paper Pro ultrapasse ligeiramente um  quilo.

As restantes funcionalidades que encontramos na Book Folio estão também presentes na Type Folio: desde a aba magnética que mantém a caneta Marker Plus segura, ao ligar e desligar automático do dispositivo ao abrir e fechar a capa. Há ainda uma preocupação com a sustentabilidade, já que a Type Folio é fabricada em poliéster reciclado, em cor Basalto com padrão mosaico.

Ao abrir a Type Folio, o ReMarkable Paper Pro pode ser ajustado em dois ângulos: 15 ou 45 graus. O ângulo de 45 graus é pensado exclusivamente para usar o teclado, enquanto o de 15 graus é mais versátil, ideal tanto para digitar como para usar a caneta, seja para anotar, sublinhar ou fazer correções diretamente no ecrã. A digitação no teclado é bastante confortável, e as teclas têm um toque suave e agradável. No entanto, por se tratar de um teclado de tamanho compacto (travel size), nota-se que algumas teclas, como as dos números, acabam por ser um pouco mais pequenas, o que pode exigir alguma adaptação também, especialmente para quem está habituado a teclados de tamanho normal.

Confesso que a minha adaptação ao teclado teve uma pequena curva de aprendizagem. Mesmo tendo escolhido o layout Mac (em vez do Windows), notei algumas diferenças em relação ao teclado do meu Macbook, especialmente na introdução de acentos e da pontuação. Como não existe uma versão do teclado em português, optei pelo teclado espanhol, e provavelmente foi isso que dificultou mais a minha adaptação.

Outra das grandes vantagens do Type Folio é o facto de carregar automaticamente quando está acoplado ao ReMarkable Paper Pro, tal como acontece com a Marker Plus. A ligação é feita por magnetismo e dispensa cabos ou configurações adicionais. Curiosamente, essa funcionalidade não representa um aumento visível no consumo de energia do próprio ReMarkable Paper Pro, o que demonstra uma ótima gestão de eficiência energética. Para quem escreve com frequência, seja por motivos profissionais ou por puro prazer, é uma excelente forma de manter o foco: sem notificações, sem distrações e sem depender de estar sempre ligado à corrente.

Além disso, é também possível escrever à mão com a caneta e, depois, converter esse texto manuscrito para formato digital. Apesar de não ser tão fluído como escrever diretamente no teclado, acaba por ser uma funcionalidade útil. E mesmo quando estamos a usar o teclado, a caneta continua a ser uma excelente ferramenta: podemos sublinhar partes do texto, escrever anotações à margem ou até acrescentar ideias de forma espontânea. Outro pormenor muito prático é a possibilidade de selecionar e mover texto com a Marker Plus. Basta carregar na tecla “Refine” no teclado, tocar com a caneta no texto que queremos selecionar e, a partir daí, reorganizar o conteúdo como quisermos. Simples e eficaz. Mas atenção: quando estamos a escrever e existem anotações ou sublinhados no texto, é feito um pequeno refresh automático sempre que paramos – uma espécie de “piscar” no ecrã que atualiza o conteúdo. Não interfere com o trabalho em si, mas pode tornar-se ligeiramente incomodativo ao fim de algum tempo. Este refresh só acontece quando há anotações feitas com a caneta ou sublinhados; se o texto for apenas escrito com o teclado, esse efeito não se verifica.

ReMarkable Type Folio - Teste

E chegamos finalmente ao protagonista desta análise: o reMarkable Paper Pro. Este dispositivo destaca-se pelas suas características de hardware, começando pelo ecrã generoso de 11,8 polegadas, que proporciona uma área de escrita ampla e confortável. Com cerca de 525g e apenas 5,1mm de espessura, é surpreendentemente fino e leve, tornando-o fácil de transportar no dia a dia, como já referi. Quando o seguro, sinto que é leve, sim, mas nunca frágil. O tamanho do ecrã é especialmente útil, já que me permite escrever ou organizar muito mais conteúdo numa só página, sem a sensação de espaço limitado. Um pormenor que achei muito interessante foi o design cuidadosamente pensado para se assemelhar a uma pilha de folhas novas, com laterais texturizadas que reforçam essa ideia. Outro pormenor também interessante é que, graças à sua espessura reduzida, conseguimos aproximar ainda mais a experiência da escrita em papel, já que a ponta da caneta fica quase ao nível da mesa, tal como num caderno tradicional.

No interior, o ReMarkable Paper Pro vem equipado com um processador quad-core Cortex-A53 a 1.8 GHz, que garante uma resposta bastante rápida: os ficheiros abrem sem demora, a troca entre documentos é fluída e a navegação pelas páginas é ágil. No entanto, e durante a sua utilização, notei que, por variadas vezes, demorava a virar páginas ou a carregar documentos mais pesados em PDF. Mas a equipa ReMarkable mostra estar atenta ao feedback da comunidade, tanto que, e desde que tenho o ReMarkable Paper Pro (há cerca de um mês), este já recebeu duas atualizações importantes. Na mais recente, a resposta ao toque ficou visivelmente mais rápida, tal como a navegação entre páginas, deixando assim o sistema rápido e eficaz.

Conta também com 2GB de RAM e 64GB de memória interna, oferecendo espaço mais do que suficiente para guardar notas, documentos e esboços, sem qualquer preocupação com falta de armazenamento.

Com 11,8 polegadas, o ReMarkable Paper Pro oferece uma área generosa para leitura e escrita, ideal tanto para anotações como para visualizar documentos com mais detalhe. A resolução de 2160 x 1620 píxeis e uma densidade de 229 ppi garantem texto nítido e bem definido, mantendo o conforto visual do utilizador. E com o seu novo ecrã Canvas Color, baseado na tecnologia E Ink Gallery 3, o ReMarkable Paper Pro ganhou outra vida, tornando-se um autêntico brinquedo nas minhas mãos! Adorei poder escrever e sublinhar com várias cores, o que tornou tudo mais dinâmico e visualmente apelativo. A única desvantagem é o pequeno atraso ao escrever a cores: o traço aparece primeiro a preto e só depois muda para a cor escolhida, o que pode ser um pouco chato se estivermos a escrever com mais rapidez.

No que toca às opções de escrita, o ReMarkable Paper Pro oferece um conjunto bastante completo, com nove ferramentas distintas: caneta esferográfica, caneta de ponta fina, marcador fluorescente, lápis, lapiseira, caneta de caligrafia, marcador, sombreador e pincel. Cada uma tem a sua utilidade, seja para anotações simples, desenho ou marcações mais detalhadas, permitindo adaptar a escrita às mais diversas necessidades. Eu, pessoalmente, gosto maioritariamente de escrever com a caneta de caligrafia em preto, pois sinto que é a forma que mais se aproxima da escrita real. Também adoro usar o marcador fluorescente, especialmente para sublinhar partes importantes do que escrevo. Uma coisa gira no ReMarkable Paper Pro é que, quando usamos a ferramenta marcador, dá para misturar cores como no mundo real. Por exemplo, se passarmos o azul por cima do amarelo, aparece verde. O mesmo acontece com rosa e amarelo (fica laranja) ou azul e rosa (dá roxo). Pequenos detalhes assim tornam a experiência ainda mais parecida com usar marcadores de verdade.

Por causa disto, usar o ReMarkable Paper Pro no meu dia a dia é essencial: é muito fácil pegar no ReMarkable Paper Pro e começar de imediato a tirar notas durante reuniões ou aulas, combinando a escrita manual com o teclado do Type Folio ou até com o teclado virtual do próprio dispositivo. A conversão da escrita manuscrita para texto funciona bem, embora dependa bastante da legibilidade da caligrafia de cada utilizador. Costumo também usá-lo para registar ideias para futuras análises de produtos, o que se revelou uma forma prática e eficiente de organizar o pensamento assim que as ideias surgem.

Em termos criativos, adoro poder explorar livremente cores e formas, até porque é perfeito para o meu journaling diário, para fazer checklists e para planear os meus dias. Volto a referir: escrever no ReMarkable Paper Pro tem mesmo algo de mágico, tendo em conta a sensação praticamente igual à de escrever num caderno real. A forma como a caneta desliza pelo ecrã faz-nos esquecer que estamos num dispositivo digital e isto, para mim, faz toda a diferença, especialmente quando comparado com a experiência mais artificial de outros tablets no mercado, como o iPad.

Em termos de conectividade, o ReMarkable Paper Pro conta com Wi-Fi nas bandas 2.4 GHz e 5 GHz, além de uma porta USB-C. Ligar-se à rede é um processo rápido e sem complicações, e a partir desse momento torna-se muito fácil transferir ficheiros para o dispositivo: basta arrastar o documento desejado para a área de transferência, seja através do site da reMarkable ou da aplicação (disponível para Windows, Android, iOS e macOS), sendo que o ReMarkable Paper Pro é compatível com ficheiros PDF e EPUB e permite, ainda, exportar conteúdos em formatos como PDF, PNG e SVG. E sim, tanto o upload como a exportação das notas são bastante diretos e funcionam sem complicações. É importante ter em conta que, para ler livros, precisam de já ter os ficheiros – o Paper Pro não tem biblioteca integrada, nem permite ligação a plataformas de empréstimo digital, como por exemplo, a BiblioLED. Sendo um dispositivo focado exclusivamente na leitura e escrita, de forma semelhante a um caderno tradicional, não inclui colunas nem entradas de áudio, o que também significa que não suporta audiolivros.

A minha experiência de leitura no ReMarkable Paper Pro foi bastante positiva. Um dos aspetos que mais valorizo é a possibilidade de ajustar a luminosidade, o que é ideal para ambientes com pouca luz. A luz do ecrã do Paper Pro não é projetada diretamente para os olhos, mas sim distribuída de forma homogénea pela superfície da página, criando uma iluminação discreta e confortável para os olhos. Com um brilho máximo de apenas 4 nits – sensivelmente 75 vezes mais fraco do que o de um computador portátil, que emite luz azul -, esta luz garante uma leitura agradável, muito próxima à de um livro tradicional. À noite, posso perfeitamente utilizá-lo sem incomodar o meu marido, mesmo sem ter qualquer tipo de luz externa. No entanto, quando tentei ler sob luz solar direta, apesar do baixo reflexo do Paper Pro permitir a leitura, o dispositivo rapidamente exibiu um aviso de sobreaquecimento. Por isso, não é recomendável usá-lo dessa forma – ou seja, a leitura à sombra ou com luz indireta é mais segura.

Já para quem tem dislexia ou não gosta de ler grandes blocos de texto, o ReMarkable Paper Pro pode tornar-se um pouco cansativo, uma vez que há tendência para apresentar muito conteúdo condensado numa só página. Ainda assim, para a maioria dos leitores, o equilíbrio entre conforto visual e ausência de distrações torna-o um excelente aliado na leitura diária. Essa ausência de distrações está diretamente ligada ao facto de o ReMarkable Paper Pro não incluir um browser, nem permitir a instalação de aplicações. Isto garante uma experiência de escrita e leitura contínua, sem notificações nem interrupções, tornando o Paper Pro numa ferramenta verdadeiramente imersiva.

Em termos de bateria, a reMarkable afirma que o ReMarkable Paper Pro pode durar até duas semanas de utilização regular antes de precisar de ser carregado, e até 90 dias em modo standby. Com uma bateria de 5030 mAh e carregamento via USB-C, o desempenho é, de facto, incrível, muito graças ao seu software minimalista e ao foco exclusivo na leitura e escrita. Durante os testes que fiz, o ReMarkable Paper Pro confirmou essa promessa: usei-o diariamente ao longo de duas semanas sem precisar de o ligar à corrente, o que mostra bem a sua eficiência energética. Assim, posso usá-lo livremente, sem interrupções nem distrações, o que é essencial quando estou concentrada e não quero quebrar o meu raciocínio. Além disso, passado 20 minutos de inatividade, o dispositivo entra automaticamente em modo de repouso, o que contribui ainda mais para poupar energia.

O software do ReMarkable Paper Pro, o reMarkable OS, é um sistema operativo personalizado, baseado em Linux, desenvolvido especialmente para ecrãs de papel digital. Trata-se de um sistema operativo simples e intencionalmente minimalista. No canto superior esquerdo, há um menu com vários submenus: um para os meus ficheiros e outro chamado “Filtrar por”, que permite selecionar facilmente entre cadernos, PDFs e ebooks, facilitando bastante a busca. Também existe um submenu para favoritos e tags – estas últimas são fundamentais para organizar o conteúdo e agilizar a pesquisa. É importante notar que as tags só funcionam quando escritas no teclado digital e não por escrita manual.

Por fim, há o submenu de integrações, onde podemos emparelhar o ReMarkable Paper Pro com o Google Drive, Dropbox e OneDrive. Para isso, é preciso fazer a configuração inicial no site da reMarkable, ligando as contas de armazenamento na cloud ao dispositivo. Com esta ligação ativa, dá para passar os ficheiros diretamente para o ReMarkable Paper Pro, sem precisar de andar a transferir manualmente via cabo ou apps externas.

Existem ainda extensões para o reMarkable disponíveis no Google Chrome e no Microsoft Office, o que facilita muito o envio de conteúdos diretamente para o dispositivo. Enquanto navego na internet, basta um clique no ícone da extensão para enviar artigos, PDFs ou até páginas inteiras para o ReMarkable Paper Pro, ficando tudo sincronizado através do reMarkable Connect.

Voltando à página inicial, no canto superior direito, estão os ícones que indicam o brilho do ecrã, o estado da bateria, a ligação Wi-Fi, o modo avião e a partilha de ecrã. Na parte inferior, uma pequena lupa permite fazer pesquisas rápidas, enquanto o botão “mais” possibilita criar um novo ficheiro — seja um notebook – leia-se bloco de notas -, uma pasta ou o chamado “quick sheet” para anotar instantaneamente os pensamentos.

Ao pressionar prolongadamente sobre um ficheiro, surge um menu que permite apagá-lo, renomeá-lo, movê-lo, duplicá-lo, adicionar aos favoritos, etiquetar, enviar por email ou arquivar na cloud. Todos esses processos são rápidos e intuitivos, e nunca precisei recorrer à guia de ajuda, embora esta também esteja disponível no ReMarkable Paper Pro para quem precisar. Uma das coisas que mais me agradou foi a facilidade com que consigo organizar os meus documentos. Esta simplicidade torna o processo de trabalho mais fluido e acaba por me motivar a voltar sempre ao ReMarkable Paper Pro para continuar a trabalhar. Além disso, dá-me tranquilidade saber que todos os ficheiros estão encriptados, tanto no próprio dispositivo como na cloud, garantindo que os meus dados e conteúdos estão devidamente protegidos.

Quando criamos um novo Notebook, é necessário atribuir-lhe um nome e escolher o tipo de template que queremos utilizar. Há uma variedade de modelos gratuitos disponíveis, desde folhas em branco, quadriculadas, com linhas mais ou menos espaçadas, com margens pequenas, com pontos, até pautas musicais e folhas específicas para piano. Esta diversidade permite adaptar o caderno ao tipo de trabalho ou atividade que pretendemos desenvolver. Depois de selecionado o template, abre-se um menu (carregando num botão circular) que faz aparecer várias ferramentas de escrita disponíveis. Cada uma delas – seja o lápis, caneta, marcador, entre outras – permite escolher entre três níveis de espessura de traço, o que ajuda a personalizar ainda mais a experiência de escrita. Além disso, dependendo da ferramenta escolhida, é possível selecionar até nove cores diferentes, algo muito interessante sobretudo para quem gosta de desenhar.

ReMarkable Type Folio - templates gratuitos

Usando o resto do menu, é possível trabalhar com bastante flexibilidade ao editar os conteúdos. A borracha digital permite apagar de forma precisa: podemos simplesmente fazer um círculo à volta do que queremos eliminar ou apagar pequenos detalhes com mais cuidado. Há também a opção de apagar tudo de uma vez, o que é útil quando queremos começar do zero rapidamente. Já com a ferramenta de seleção, conseguimos cortar, redimensionar, mover para a área de transferência e até converter a escrita manual em texto digital – algo particularmente prático para organizar melhor as anotações. Logo abaixo, temos o ícone que permite adicionar layers, ou seja, camadas de trabalho, ideais para quem quer organizar elementos por planos diferentes. Com o ReMarkable Paper Pro é possível trabalhar com até cinco camadas diferentes dentro do mesmo ficheiro e alterar o template a qualquer momento (por exemplo, trocar uma folha com linhas por uma quadriculada). No meu caso, não explorei muito a funcionalidade das camadas, pois sinto que é mais útil para quem pretende desenhar ou fazer esboços mais complexos, onde separar elementos por níveis pode realmente fazer a diferença.

E para quem gosta de criar formas mais geométricas, há uma funcionalidade particularmente útil: ao desenhar uma linha quase reta e manter a caneta pressionada no ecrã por um instante, o ReMarkable Paper Pro transforma automaticamente essa linha tremida numa linha perfeitamente reta. O mesmo acontece com círculos – ao desenharmos uma forma aproximada e mantivermos a pressão, ela é ajustada para um círculo mais preciso.

No mesmo menu, encontramos ainda as setas de desfazer e refazer, muito úteis para correções rápidas. Já na parte inferior do ecrã, existe um botão que permite ver todas as páginas do documento de forma rápida e organizada, e outro botão para adicionar etiquetas, facilitando a categorização e pesquisa. O último botão dá acesso a várias funções, como enviar ficheiros, procurar por tags, adicionar novas páginas ou entrar nas definições do documento. Quando for preciso voltar ao modo de trabalho sem distrações, basta tocar novamente no botão circular e todo o menu desaparece, deixando o ecrã totalmente livre para escrever ou ler.

Para navegar mais rápido no ReMarkable Paper Pro, sobretudo quando só queremos trocar de ficheiro, há um truque simples: é só usar dois dedos e deslizar de cima para baixo na parte superior do ecrã, e logo aparece um menu com os ficheiros mais recentes e os favoritos. Assim, não precisamos de ir ao menu principal e trocar de ficheiro fica bem mais prático. Uso muito isto quando estou a tirar apontamentos num caderno à parte de um livro que estou a ler ou quando quero comparar notas de cadernos diferentes. E, curiosamente, nos ficheiros em PDF existe outro truque que dá jeito quando não temos espaço para escrever: é só deslizar com dois dedos na horizontal, da direita para a esquerda, e aparece logo uma margem em branco onde podemos fazer as anotações que quisermos.

Se quiserem tirar ainda mais partido do ReMarkable Paper Pro, vale a pena espreitar a subscrição Connect. Por 2,99 €/mês, temos acesso a templates exclusivos (ótimos para organizar ideias ou planear a semana), armazenamento ilimitado na cloud e, melhor ainda, podemos criar e editar documentos diretamente no computador ou no telemóvel. Dá mesmo jeito quando queremos rever algo rapidamente fora do dispositivo.

Uma das coisas que mais gosto no Connect são mesmo os templates exclusivos. Já existem bastantes opções gratuitas no ReMarkable Paper Pro, mas com a subscrição ganha-se acesso a uma série de novos modelos super úteis, desde planners mais detalhados, folhas para organização de projetos, checklists, calendários mensais ou até páginas pensadas para brainstorming. São ideais para manter tudo em ordem (como eu tento!) ou simplesmente para estruturar melhor as ideias. Outro ponto positivo é que a própria reMarkable disponibiliza no site informação sobre como aproveitar melhor cada um dos templates exclusivos, que dão para descarregar diretamente do site para o ReMarkable Paper Pro. Ter este apoio visual e funcional é mesmo uma mais-valia, especialmente para quem gosta de ter o caos mental bem arrumadinho em páginas digitais. E, ainda para utilizadores com subscrição paga, há uma nova funcionalidade extra bastante útil: ér possível converter notas e esboços com a ajuda de inteligência artificial, enviá-los diretamente para o Slack e continuar a trabalhar a partir daí, de forma mais integrada.

Para concluir então, na minha opinião, o reMarkable Paper Pro é uma excelente ferramenta de trabalho, que me ajuda a organizar ideias, fazer anotações e manter tudo à mão, sem distrações digitais. Para quem valoriza a questão do ecrã a cores, o Paper Pro, com o valor de 649€, vale cada cêntimo.

A caneta Marker Plus, com preço de 139€, acaba por compensar mais quando adquirida em conjunto com o ReMarkable Paper Pro, num pack que fica por 699€. Já a capa Book Folio custa cerca de 99€, enquanto a Type Folio com teclado está nos 249€ – são investimentos consideráveis, sim, mas que fazem sentido, sobretudo no caso da Book Folio, que protege o ReMarkable Paper Pro e a Marker Plus no dia a dia, garantindo que vão durar uma vida inteira.

Mas, claro, no fundo tudo depende da forma como usam este tipo de ferramentas. No meu caso, o ReMarkable Paper Pro passou a ser indispensável: uso-o todos os dias para trabalhar, planear e escrever – e não sinto falta de mais nada. Pode não ser o investimento ideal para quem não liga ao ecrã a cores, mas mesmo assim, continua a ser um dispositivo excecional.

Recomendado - Echo Boomer

Este dispositivo foi cedido para análise pela ReMarkable.

Pizza Hut aposta numa nova Cheesy Bites e um gelado feito com a Olá para os dias quentes de verão

A Pizza Hut apresenta a nova pizza Cheesy Bites Dip&Crunch e o novo gelado Hut Softy by Cornetto, disponíveis durante estes dias mais quentes do ano.

A Pizza Hut dá as boas-vindas ao Verão com uma proposta sazonal nos seus restaurantes em Portugal, que inclui novas opções no menu e um ambiente pensado para os dias mais quentes. Em edição limitada, é lançada a Cheesy Bites Dip&Crunch, uma versão especial focada em sabores mais descontraídos e formatos pensados para partilhar à mesa.

A proposta centra-se em pequenos bites recheados com queijo mozzarella, acompanhados por molhos e elementos crocantes, desenhados para mergulhar e trincar, uma combinação que aposta no contraste de texturas e num momento de consumo mais informal. Esta pizza tanto pode ser pedida num restaurante da marca para dividir com a cara-metade, amigos ou familiares (custando 20,85€, o que dá 6,95€ a dividir por três pessoas), como também está disponível em formato rodízio – com preço promocional de 12,50€ por pessoa até 24 de julho.

A cadeia reforça ainda a utilização das esplanadas, acessíveis em vários pontos do país, como alternativa ao espaço interior. Nestes espaços ao ar livre é possível desfrutar das especialidades habituais da Pizza Hut, agora com a adição dos novos Hut Softy by Cornetto. Trata-se de um gelado exclusivo, desenvolvido em colaboração com a Olá, que pretende alargar a experiência gastronómica ao segmento das sobremesas geladas.

Estas ações inserem-se numa estratégia mais ampla de valorização do Verão, com foco numa experiência de consumo marcada por novos sabores, momentos temáticos e a utilização dos espaços exteriores.

Politécnico de Leiria avança com primeira residência universitária em Pombal

Politécnico de Leiria deu início à construção da primeira residência de estudantes em Pombal. Obra ficará concluída até 2026 e terá 42 camas disponíveis.

O Instituto Politécnico de Leiria deu início à construção da primeira residência de estudantes em Pombal, numa cerimónia de consignação da obra realizada nos Paços do Concelho. O projeto, integrado no Plano Nacional para o Alojamento no Ensino Superior (PNAES) e financiado pelo Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), representa um investimento total de dois milhões de euros, estando a conclusão prevista para março de 2026.

Situada no centro urbano de Pombal, a nova residência ficará próxima da estação ferroviária e das atuais instalações do Núcleo de Formação do Politécnico na cidade. O terreno, cedido pela autarquia, permitiu viabilizar a concretização do projeto. O edifício terá capacidade para acolher 42 estudantes e será distribuído por quatro pisos: o rés-do-chão será destinado a serviços de apoio, enquanto os três andares superiores albergarão os espaços habitacionais.

A residência incluirá 24 quartos – três individuais, 18 duplos e três adaptados a estudantes com mobilidade condicionada. Além das áreas de descanso, os residentes terão acesso a espaços comuns como salas de estudo, sala de estar e convívio, cozinhas, lavandaria, balneários, armazéns, um gabinete de apoio à gestão e uma recepção com serviços de atendimento.

Carlos Rabadão, presidente do Politécnico de Leiria, destacou a localização como um dos principais trunfos da nova residência, sublinhando a proximidade à estação ferroviária, à biblioteca municipal, ao núcleo de formação e a uma rede de transportes públicos e ciclovias. Realçou ainda o papel do Município de Pombal, que não só cedeu o terreno como demonstrou disponibilidade imediata para apoiar financeiramente o projeto, depois de o primeiro concurso público ter ficado deserto por falta de propostas dentro do valor base.

O Politécnico de Leiria é, atualmente, a instituição de ensino superior com mais projetos aprovados no âmbito do PNAES, no quadro do PRR. No total, tem nove candidaturas aprovadas: cinco destinadas à adaptação, aquisição e renovação de residências e quatro à construção de novos edifícios. Estes projetos abrangem 13 edifícios localizados em Caldas da Rainha, Leiria, Peniche e Pombal. A instituição é ainda copromotora de mais três residências, em parceria com os municípios da Batalha, Marinha Grande e Torres Vedras. Com a conclusão destes projetos, a oferta de camas aumentará para 1.373, mais 670 do que as atualmente disponíveis.

Worten Orders Park. Começou a construção da maior plataforma logística nacional

Worten e Merlin Properties iniciam a construção do Worten Orders Park, o maior centro logístico nacional, localizado em Vila Franca de Xira, com previsão de conclusão em 2028 e foco em inovação e sustentabilidade.

A Worten e a Merlin Properties deram início à construção de um novo centro logístico que se destacará como o maior alguma vez erguido em território português. O projeto, denominado Worten Orders Park, contará com uma área total de 115.000 m2 e está a ser edificado no Parque Logístico Lisboa Norte, situado em Castanheira do Ribatejo, no concelho de Vila Franca de Xira.

Este investimento resulta de uma colaboração entre a retalhista portuguesa e a empresa espanhola de gestão imobiliária Merlin Properties, que assume a responsabilidade pela construção da infraestrutura. A localização escolhida, no centro do país, foi pensada para otimizar a distribuição da operação logística da Worten, assegurando o abastecimento eficiente de mais de 200 lojas na Península Ibérica, bem como a operação do seu marketplace digital.

Para a Worten, o centro logístico representa uma peça central na reorganização e modernização da sua cadeia de abastecimento. Ao concentrar toda a operação logística num único hub, mais tecnológico e orientado para a eficiência, a marca prevê ganhos operacionais substanciais. Entre os principais objetivos estão a melhoria da disponibilidade de stock, a redução de custos logísticos e a diminuição dos prazos de entrega. A nova infraestrutura está igualmente preparada para responder às exigências do segmento B2B da empresa, assegurando maior fluidez no reabastecimento das lojas.

A obra, cuja conclusão está prevista para 2028, deverá ter também um impacto direto na economia local, com a criação de postos de trabalho qualificados e um investimento relevante na região de Vila Franca de Xira.

Vimeo está de volta à Apple TV com nova aplicação

Após dois anos de ausência, o Vimeo está de volta ao tvOS com suporte a 4K, capítulos e reprodução flexível.

Depois de um interregno de dois anos, o Vimeo está de regresso à Apple TV com uma aplicação totalmente renovada, disponível para download na App Store do tvOS, a partir da versão 18 do sistema operativo. A nova aplicação chega com uma série de melhorias que visam proporcionar uma experiência mais completa e moderna aos utilizadores da plataforma de partilha de vídeos.

Entre as novidades está a possibilidade de pesquisar conteúdos diretamente no ecrã da televisão, bem como o acesso facilitado à biblioteca pessoal, à Watchlist e às compras. A nova aplicação suporta resolução 4K, permite navegar por capítulos, oferece múltiplas opções de idioma e inclui controlo de velocidade de reprodução.

Até agora, quem quisesse assistir aos conteúdos do Vimeo na Apple TV tinha como única alternativa recorrer ao AirPlay a partir de dispositivos iOS como o iPhone ou o iPad. O lançamento desta nova aplicação vem, assim, responder a uma antiga expectativa da comunidade de utilizadores, especialmente aqueles que utilizam a plataforma como ferramenta de trabalho, promoção ou entretenimento profissional.

O Vimeo continua a ser gratuito na sua versão base, mas oferece também planos de subscrição pagos, a partir de 8€ mensais, que incluem funcionalidades avançadas para criadores de conteúdo, como maior capacidade de armazenamento, personalização de players e ferramentas de análise.

Caça ao tesouro anima verão no Mariparque da Praia da Vieira

Mariparque lança “O Tesouro da Palhota”, uma caça ao tesouro com vouchers e descontos, disponível em agosto na Praia da Vieira, em Leiria.

Durante os meses mais quentes, o Mariparque, localizado na Praia da Vieira, em Leiria, volta a destacar-se como um dos principais destinos de lazer aquático da região Centro. Com funcionamento diário entre as 10h e as 19h, até 7 de setembro de 2025, o parque continua a atrair famílias e visitantes de todas as idades que procuram momentos de diversão junto ao mar.

Este verão, o Mariparque estreia uma nova iniciativa dirigida ao público mais atento e participativo. Intitulada O Tesouro da Palhota, a proposta consiste numa caça ao tesouro que decorre nos dias úteis durante o mês de agosto. A ação envolve a colocação estratégica de vouchers promocionais, escondidos pela equipa de animação em vários pontos do recinto. Estes vales, ao serem encontrados e apresentados – juntamente com uma publicação pública no Instagram – dão acesso a descontos no bar do parque, conhecido como “Palhota”, podendo incluir menus especiais ou até entradas gratuitas.

A atividade insere-se na programação diária do parque e visa acrescentar uma dimensão lúdica à experiência dos visitantes, combinando a componente presencial com a interação digital. Trata-se de mais um elemento do reforço da aposta do Mariparque em iniciativas que promovam o envolvimento direto do público.

Situado a poucos metros da praia, o Mariparque mantém-se como o maior parque de diversões aquáticas da zona Centro. Com uma infraestrutura moderna e um conjunto diversificado de atrações para diferentes faixas etárias, continua a ser uma escolha de referência para o lazer ao longo do verão. A par das zonas de escorregas, piscinas temáticas e áreas de descanso, o parque tem investido na diversificação da sua oferta, procurando responder à crescente procura por atividades ao ar livre durante a época balnear.

Foto: ILUMINÂNCIA PHOTOGRAPHY

The Walking Dead: Dead City renovada para 3.ª temporada

A AMC Networks confirma a terceira temporada de The Walking Dead: Dead City, com Seth Hoffman como showrunner e filmagens marcadas para o outono.

A AMC Networks confirmou a renovação de The Walking Dead: Dead City para uma terceira temporada. A série, protagonizada por Jeffrey Dean Morgan e Lauren Cohan nos papéis de Negan e Maggie, respetivamente, contará com a entrada de Seth Hoffman como novo showrunner. Hoffman, que integrou a equipa criativa da série original The Walking Dead, regressa ao universo pós-apocalíptico após ter assinado alguns dos episódios mais emblemáticos da produção principal.

As filmagens da nova temporada decorrerão em Boston, Massachusetts, nos Estados Unidos, com início previsto para o outono. Em Portugal, os episódios estrear-se-ão em exclusivo através do serviço de streaming AMC SELEKT.

Seth Hoffman, autor de episódios como JSS e Sem Saída, retoma agora ligação ao universo da série com o objetivo de desenvolver novas narrativas centradas na complexa relação entre Maggie e Negan.

A terceira temporada acompanhará o esforço das duas personagens para fundar a primeira comunidade estável em Manhattan desde o início do apocalipse. No entanto, a instabilidade regressa com novos focos de caos, colocando em causa se conseguiram realmente ultrapassar o passado – ou se as feridas antigas acabarão por comprometer o futuro da cidade.

A segunda temporada de The Walking Dead: Dead City terminou em junho, também no AMC SELEKT.

Honor Magic V5 chega à Europa a 12 de agosto

O novo Honor Magic V5 entra na Europa pela Roménia a 12 de agosto e poderá expandir-se em breve para outros países europeus.

Lançado originalmente no início de julho, o Honor Magic V5 é o mais recente modelo dobrável da fabricante chinesa, destacando-se pela espessura extremamente reduzida e por um design que o coloca entre os dispositivos mais sofisticados do seu segmento. Após a sua estreia no mercado chinês e posteriormente lançado na Malásia, o dispositivo prepara-se agora para chegar ao continente europeu.

A Roménia será, ao que tudo indica, o primeiro país europeu a receber oficialmente este novo smartphone dobrável, com disponibilidade prevista a partir de 12 de agosto. Ainda não foram divulgados detalhes sobre as versões de memória ou cores que estarão disponíveis para o público europeu, e desconhece-se também o preço de lançamento. Outros mercados europeus estão igualmente a preparar-se para acolher o novo dobrável, e as filiais italiana, alemã e britânica da marca já iniciaram os pré-registos nos seus sites oficiais, embora continuem sem confirmar uma data de lançamento específica. A escolha da Roménia como ponto de entrada pode sinalizar uma estratégia de expansão gradual, adaptada às diferentes dinâmicas de mercado na Europa.

Em termos de especificações, o Honor Magic V5 apresenta um dos melhores conjuntos dos mercado. Quando fechado, mede 156,8 x 74,3 x 8,8 mm e, quando aberto, atinge os 156,8 x 145,9 e apenas 4,1 mm de espessura, com um peso que varia entre 217 e 222 gramas, consoante a versão. O ecrã exterior é um painel LTPO OLED de 6,43 polegadas com taxa de atualização de 120Hz e brilho máximo de 5000 nits. Já o ecrã interno dobrável, de 7,95 polegadas, utiliza tecnologia LTPO AMOLED e mantém as mesmas especificações em termos de fluidez e luminosidade.

O desempenho está a cargo do Qualcomm Snapdragon 8 Elite, acompanhado por opções de 12GB ou 16GB de memória RAM LPDDR5X e até 1TB de armazenamento interno UFS 4.0. A câmara traseira tripla inclui um sensor principal de 50MP, uma lente periscópica de 64MP com zoom ótico de 3x e uma lente ultra grande angular de 50MP. Ambas as faces do dispositivo contam ainda com uma câmara frontal de 20MP. No que toca à autonomia, a versão global chegará com uma bateria de 5820mAh, enquanto a versão chinesa com 1TB inclui uma de 6100mAh. Ambas suportam carregamento rápido com fio de 66W e carregamento sem fios de até 50W. O dispositivo recorre ao MagicOS 9.0, baseado no Android 15, e oferece um vasto leque de opções de ligações, incluindo 5G, Wi-Fi 7, Bluetooth 6.0, NFC, GPS de banda dupla e USB-C com saída de vídeo.

Resta agora aguardar pela confirmação oficial da Honor relativamente à chegada do Magic V5 a outros países europeus, como Portugal, bem como pela indicação da faixa de preço em que o novo dobrável se irá posicionar.

FromSoftware pode já estar a trabalhar num novo jogo multiplataforma ainda por revelar

O aclamado estúdio japonês pode estar a preparar um novo jogo para lá de The Duskbloods, com lançamento já em 2026.

De acordo com informações avançadas pelo portal MP1st, a FromSoftware pode estar a trabalhar num novo jogo multiplataforma ainda por anunciar, identificado internamente pelo nome de código FMC. O projeto encontra-se, alegadamente, numa fase de desenvolvimento bastante avançada — o que, a manter-se o ritmo atual, poderá permitir o seu lançamento já no próximo ano.

A mesma fonte refere que este novo jogo é distinto de The Duskbloods, título exclusivo para a Nintendo Switch 2, e que também não estará ligado ao mais recente jogo da produtora, Elden Ring: Nightreign. O nome “FMC” deverá corresponder a uma designação interna abreviada, seguindo a tradição da FromSoftware de usar siglas nos seus ficheiros e infraestruturas de rede — como “GR” para Elden Ring ou “FNR” para Armored Core VI: Fires of Rubicon.

Embora ainda não existam detalhes oficiais sobre o que representa FMC, o histórico da produtora tem alimentado várias teorias. E uma das mais recorrentes é a possibilidade de se tratar de um novo Armored Core, já que esta tem histórico de lançamentos adicionais, ao estilo spin-off, após as entradas principais. Outra hipótese, aponta para um possível remaster de Dark Souls III, algo que já tinha sido sugerido no passado por Nick Baker, do podcast XboxEra, como a firma a fonte.

No entanto, para já, tudo não passa de um rumor e de especulações. A possibilidade de a FromSoftware estar a trabalhar num novo título completamente novo não é surpresa, resta apenas antecipar por novidades sobre o que poderá mesmo ser.

Ervideira entra no universo do gin com o lançamento do G(IN)VISÍVEL

O G(IN)VISÍVEL é um gin feito a partir das uvas do vinho Invisível, logo com perfil frutado. Mas atenção que é uma edição limitada.

A Ervideira acaba de dar um passo inédito ao apresentar o G(IN)VISÍVEL, um gin triplamente destilado, produzido a partir das uvas que deram origem ao reconhecido vinho Invisível. Com este movimento, a marca alentejana estreia-se num novo segmento, mantendo, no entanto, o ADN que a tem distinguido ao longo dos anos.

O novo gin nasce da mesma casta que popularizou o vinho Invisível, o Aragonez, uma uva tinta transformada em vinho branco, num processo que já se tornou distintivo da Ervideira. Agora, esse conhecimento é canalizado para um destilado que pretende captar a atenção de um público habituado à sofisticação dos produtos vínicos da marca.

Duarte Leal da Costa, Diretor Executivo da Ervideira, contextualiza o surgimento do G(IN)VISÍVEL no cumprimento das chamadas “prestações vínicas”, que obrigam as adegas a destilar os resíduos da produção de vinho – nomeadamente as películas e grainhas das uvas. Destas destilações resulta um álcool vínico, utilizado como base para a infusão de botânicos. Entre esses elementos destacam-se as massas frescas do próprio vinho Invisível, responsáveis por conferir ao gin um perfil frutado e distinto.

Depois de 16 edições do vinho que se tornou imagem de marca, a produtora alentejana decide assim alargar o conceito Invisível ao universo das bebidas destiladas, num exercício de continuidade e inovação. A expetativa, segundo Leal da Costa, é que a receção do público seja tão positiva quanto a registada com o vinho.

Trata-se de uma edição limitada, com um perfil aromático fresco e complexo, especialmente pensado para os dias de maior calor. O preço de venda ao público varia entre os 35€ e os 45€, e pode ser adquirido nos espaços físicos da marca – em Évora, Monsaraz e Lisboa -, bem como através da loja online oficial.

Tron: Ares recebe um novo trailer acompanhado de um novo tema de Nine Inch Nails

O mundo digital invade o mundo real no terceiro capítulo da saga Tron, com estreia nos cinemas a 10 de outubro.

A Disney revelou um novo trailer de Tron: Ares, que revitaliza a saga sci-fi dos anos 80, servindo também de sequela direta do filme de culto Tron: Legacy. Realizado por Joachim Rønning, o filme introduz um novo protagonista — um programa chamado Ares e interpretado por Jared Leto — que é trazido do espaço virtual para invadir o mundo físico, num contexto que cruza ficção científica com alegorias contemporâneas sobre inteligência artificial.

O trailer dá também destaque a Julian Dillinger, interpretado por Evan Peters, um executivo de uma tecnológica capaz de trazer o mundo digital para o mundo real, que apresenta Ares como um super-soldado. O trailer também confirma o regresso de Jeff Bridges enquanto Kevin Flynn, que vive agora no mundo digital.

Este trailer também serve de rampa de lançamento de um novo tema de Nine Inch Nails, a banda de Trent Reznor e Atticus Ross, que passou por Portugal na mais recente edição do NOS Alive, que será responsável pela banda sonora do filme. O tema chama-se As Alive As You Need Me To Be e pode ser ouvido no trailer e em várias plataformas de streaming. Esta banda sonora será efetivamente o próximo álbum da banda que tem lançamento a 19 de setembro.

Já o filme, tem estreia marcada para 10 de outubro e contará ainda no elenco com Greta Lee, Hasan Minhaj, Jodie Turner-Smith, Cameron Monaghan, Gillian Anderson e Arturo Castro.

Koka Noodles lança copos instantâneos com os sabores mais populares

A Koka Noodles disponibiliza agora os seus sabores clássicos em formato de copo, numa resposta direta aos pedidos dos consumidores.

A Koka Noodles, conhecida pelos seus noodles de inspiração asiática, acaba de lançar no mercado uma nova gama de produtos em formato de copo, respondendo ao crescente interesse dos consumidores por soluções rápidas e práticas para o dia a dia. Esta novidade surge após um ano de pedidos insistentes por parte da comunidade de fãs da marca, particularmente ativa nas redes sociais.

A nova gama inclui quatro versões: Galinha, Tom Yum, Carne e Vegetais. Cada um destes sabores foi selecionado tendo em conta a sua popularidade junto dos consumidores e mantém o perfil gustativo que tornou a marca reconhecida internacionalmente.

O sabor de Galinha mantém-se fiel à tradição dos caldos reconfortantes; o Tom Yum aposta numa combinação picante e aromática típica do Sudeste Asiático; a versão de Carne apresenta um perfil mais robusto, pensada para quem procura intensidade; e o copo de Vegetais oferece uma alternativa mais leve, mas ainda assim rica em sabor.

Marta Galvão, responsável de marketing da Koka Noodles, refere que esta iniciativa é resultado da atenção que a marca tem dado ao feedback digital, afirmando que “foi um dos pedidos mais constantes por parte dos consumidores e quisemos dar resposta com um produto que alia sabor e conveniência”.

O novo formato permite preparar a refeição em apenas três minutos, bastando juntar água quente e aguardar. A facilidade de preparação torna esta gama particularmente útil em ambientes como escritórios, bibliotecas ou até em casa, durante uma pausa.

Os copos Koka Noodles já se encontram disponíveis em várias cadeias de distribuição nacionais.

Too Good To Go – O quão fácil é evitar o desperdício alimentar?

Aceitei um desafio da Too Good To Go para mostrar o qual fácil é utilizar esta incrível aplicação em diversas áreas de consumo. E sim, é possível recorrer apenas à app para as principais refeições do dia…

Quando chegou a Portugal, em outubro de 2019, a Too Good To Go começou logo por criar sensação. Na altura, eram escassas as soluções que permitissem ao consumidor evitar o desperdício de refeições, com o bónus de adquirirem alimentos em bom estado de consumo.

Era, e é, um dois em um: não só se evita o desperdício alimentar, que é um flagelo na sociedade atual, como é possível ter belíssimas refeições a um preço muito inferior ao praticado atualmente. Isto acontece porque, sendo excedentes (as chamadas sobras), o preço diminui drasticamente. Assim, ao invés de ir para o lixo, adquire-se essa comida que está em bom estado de consumo. E claro, fora da app, existem várias iniciativas que permitem agarrar nestes excedentes e doar a instituições, ajudando os mais necessitados.

Mas 2019 já foi há seis anos e, com o passar do tempo, a Too Good To Go foi registando cada vez mais estabelecimentos aderentes. E com tantas opções diferentes, como a possibilidade de salvar snacks, chocolates, cabazes de frutas, cabazes de legumes, azeites, cervejas (artesanais ou não), vinhos, entre tantas outras coisas, é perfeitamente natural que os portugueses adiram cada vez mais à iniciativa.

Em 2024, por exemplo, diz a Too Good to Go que os portugueses salvaram mais de 1.576.880 de Surprise Bags (SB), o equivalente a 510 piscinas olímpicas e 617 campos de futebol, respetivamente. A app também celebrou cinco anos de existência em Portugal em 2024, contando com mais de 5 milhões de Surprise Bags salvas nesse período, evitando 14 milhões de quilogramas de CO2e, o equivalente a 2.534 voos à volta do mundo.

Atualmente, são desperdiçadas mais de 1.9 milhões de toneladas de comida em território nacional, o que significa que recorrer à Too Good To Go não só é algo fundamental, como até devia ser obrigatório – mas aqui já é a nossa opinião.

Como já deu para perceber, somos grandes fãs da Too Good To Go, eu em particular. Afinal de contas, se posso ajudar o ambiente, e ao mesmo tempo poupar dinheiro enquanto consumo produtos em bom estado, porque não? Foi precisamente com este espírito que aceitei o desafio da equipa da Too Good To Go, que me forneceu um voucher de 30€ para mostrar aos leitores do Echo Boomer o que é possível adquirir com esse montante. E a verdade é esta: um pouco de tudo.

Seja para o pequeno-almoço, almoço, lanche ou jantar, encontram sempre opções disponíveis ao longo do país. Claro, há mais ou menos estabelecimentos aderentes dependendo do sítio onde vivem, e as horas de recolha também dependem de local para local. Portanto, tudo dependerá da vossa disponibilidade horária e da vontade de se deslocarem – bem sei que, no final de um dia de trabalho, não apetece nada sair do conforto do lar…

Neste desafio da Too Good To Go, comecei não por levantar uma surprise bag de pequeno-almoço – acho que não faz sentido, tendo em conta o feedback que fui lendo por aí -, mas sim por algo que, efetivamente, serve também para o pequeno-almoço, e na verdade para qualquer outro período do dia: uma SB de frutas e legumes.

No meu caso, como vivo em Setúbal, fui recolher uma SB de frutas e legumes do Hiper Frutas, estabelecimento que, se a memória não me falha, somente experimentei uma vez, nos primórdios da Too Good To Go em Portugal. E, caso também vivam na cidade, posso dizer que, de todos os estabelecimentos que vendem frutas e legumes, a surprise bag da Hiper Frutas foi, provavelmente, aquela que mais me agradou a nível de estado de conservação. E fiquei surpreendido porque é perfeitamente comum levantar-se SBs destas e muitos legumes, e mesmo as frutas, terem bolor. Lá está, o objetivo da Too Good To Go é evitar o desperdício alimentar, não comprar produtos iguazinhos aos que se vendem no supermercado, mas bem mais baratos.

Hiper Frutas - Surprise Bag Too Good To Go

Não só os legumes estavam em ótimo estado, como as próprias frutas, embora esta SB trouxesse mais legumes que frutas, tal como podem ver pela foto. Aliás, a própria aplicação avisa que as frutas e legumes que vamos encontrar podem não ser perfeitas, mas estão em bom estado, pelo que sugere usarmos em smoothies, sopas ou molhos, entre outras alternativas. O objetivo é sempre um: não desperdiçar.

Esta SB custou apenas 2,99€, pelo que fiquei com saldo de 27,01€.

Depois, e porque estava a precisar de pão, lembrei-me de ir recolher uma SB a uma loja que nunca desilude, pelo menos aqui em Setúbal: Padaria Portuguesa. Esta é uma daquelas SBs que é mesmo preciso ter vontade de ir recolher, uma vez que, pelo menos no meu caso, tenho sempre de pegar no carro para ir até à loja, que tem apenas uma janela de 15 minutos para a recolha do pedido – é entre as 20h e as 20h15.

Diz a descrição desta SB que, na Surprise Bad d’A Padaria Portuguesa, podemos “encontrar alguns dos melhores de padaria e pastelaria, desde o divinal pão de Deus ao brioche enrolado à mão”, sendo uma SB com um preço de 4,99€ via app – o valor estimado original, isto é, comprado diretamente em loja, é de 15€.

A Padaria Portuguesa - Surprise Bag Too Good To Go

Para meu azar, ou não, esta SB trouxe precisamente mais produtos de pastelaria do que pão, tal como podem constatar pela imagem aqui em baixo. E sempre tudo em ótimo estado – congelei o pão, já fatiado da loja, e fui consumindo consoante precisava. O mesmo com os bolos, até porque ninguém precisa de comer tanto bolo de seguida.

Contas feitas, e com menos 4,99€, fiquei com 22,02€ de saldo.

Já falei do Bay Marina aqui no Echo Boomer, portanto, e como ainda não fui experimentar o restaurante, quis experimentar uma SB deste estabelecimento. “Buffet de comida asiática? Sim. Onde? Dentro desta Surprise Bag”, é a descrição que se pode ler desta surprise bag… que foi uma autêntica desilusão.

Portanto, cheguei ao restaurante e, quando mencionei os termos “surprise bag” ou “Too Good To Go”, o desconhecimento era geral. Foi apenas ao mostrar a aplicação que a gerente do Bay Marina – pelo menos pareceu-me ser a gerente – lá percebeu do que se tratava, pedindo a um funcionário para preparar uma SB. Qual não foi o meu espanto quando recebi apenas uma caixa. Sim, uma caixa.

Isto é grave por dois motivos: um, esta SB custa 4,99€ (mais 1€ da embalagem), ou seja, custou-me 5,99€, e o restaurante diz na app que custa originalmente 15€. Ora, esta caixa de comida não custa esse valor nem aqui em Portugal, nem na China. Em segundo lugar, liguei para o restaurante a confirmar os valores da caixa de takeaway e cobram entre 6 a 7€ por caixa. Ou seja, e neste caso, não se trata de nenhum combate ao desperdício, mas sim puro oportunismo e chico-espertice.

Naturalmente, denunciei a situação e dei feedback de apenas uma estrela – o mínimo, já agora – ao Bay Marina. Felizmente, a equipa de apoio ao cliente da Too Good To Go foi extremamente rápida em resolver a situação, tendo-me restituído o montante gasto.

Portanto, e após esta péssima experiência, continuei com os meus 22,02€. E isto serve para mostrar o quão importante é o feedback e reclamarem quando assim tem de ser. Porque a Too Good To Go funciona muito bem, isso funciona, mas nem sempre tudo corre como o esperado.

Resolvi também experimentar algo que já tinha referido aqui no site: pizza. Neste caso uma pizza da Telepizza – podia ter escolhido a Pizza Hut, é certo, mas preferi investir numa pizza familiar.

Como é que funciona? Muito simples. A Telepizza tem várias opções de surprise bag – Pizza Individual (3,49€), Pizza Média (5,99€) e Pizza Familiar (7,99€). No meu caso, resolvi logo apostar na Pizza Familiar, até porque há duas hipóteses: ou se divide com alguém… ou guarda-se as restantes fatias para o dia seguinte.

Desloquei-me até à Telepizza de Setúbal e, assim que cheguei e disse que tinha um pedido da Too Good To Go para levantar, foi-me dito como é que o processo funcionava. Basicamente, podem escolher uma pizza do menu Descomplicadas, que tem seis pizzas à escolha, ou fazer a vossa própria pizza de dois ingredientes. Na app, dá indicação de que a pizza familiar custa 25,75€, enquanto que, em loja, surge o valor de 25,95€. Bastou esperar 15 minutos para levar uma pizza quentinha… feita na hora.

Telepizza - Surprise Bag Too Good To Go

Esta é daquelas que o preço efetivamente compensa. Mesmo que apanhem alguma promoção, não conseguirão encontrar um preço tão competitivo quanto este da Too Good To Go, portanto, não poderia recomendar mais.

Com este pedido, retirei 8,19€ ao meu saldo (7,99€ da pizza + 0,20€ da embalagem), ficando com um restante de 13,83€.

Durante este período, resolvi também ir levantar uma SB de sushi do Auchan. Tentei uma primeira vez, mas o pedido foi cancelado. Numa segunda vez lá consegui… mas a experiência não foi a melhor.

Isto é, não tive quaisquer problemas durante o levantamento. O problema foi o estado do sushi, que já vem previamente preparado. Pelas fotos, conseguem ver que o salmão já estava a perder a cor em várias peças, apresentando-se mais acastanhado do que propriamente com a cor natural. Ora, e uma vez que falamos de peixe cru, a segurança alimentar ganha ainda mais importância, tornando-se extremamente perigoso consumir peixe neste estado.

Além disso, constatei aquilo que já tinha percebido na primeira vez que salvei uma SB de sushi do Auchan: o arroz das peças já está algo seco e não tem propriamente muita qualidade – tampouco se sente aquele gostinho doce.

Dito isto, e devido à questão do peixe, vi-me na obrigação de, novamente, reclamar junto da Too Good To Go. Um dia depois, problema resolvido e dinheiro reembolsado. Contas feitas, continuei com o saldo de 13,83€.

Ainda assim, não quis desistir do sushi, e apanhei a Surprise Bag do Sushi & Poke, que tem uma loja a menos de um quilómetro da minha morada. A SB tem um custo de 5,19€ (4,99€ da SB mais 0,20€ da embalagem) e, essencialmente, traz um combinado de peças de sushi de boa qualidade – daí ter querido matar saudades.

No entanto, mais um problema surgiu: o elevado tempo de espera. Assim que me desloquei à loja, foi-me dito que, devido à afluência, teria de esperar entre 30 a 45 minutos pelo levantamento da SB – sim, o sushi é feito na hora. Percebo o excesso de trabalho da loja, mas se o objetivo é evitar o desperdício alimentar, que sentido faz esperar tanto tempo só para levar uma caixa que custou 5,19€? Mais: assim que o horário de recolha ficou disponível, eu apareci logo na loja, ou seja, se tivesse aparecido para recolher a SB, sei lá, uns 10 minutos antes da hora limite, quanto tempo iria eu esperar? Nem quero pensar…

Sushi&Poke - Surprise Bag Too Good To Go

E há outro ponto a salientar: é verdade que vivo perto da loja, mas e se vivesse na outra ponta da cidade? Não bastava já deslocar-me, gastar tempo e combustível, e ainda ter de aguardar imenso tempo para recolher uma caixa de sushi? Para mim, não.

Foi com este descontentamento que, lá está, fiz nova reclamação através da app, sendo que, desta vez, não me restituíram a totalidade do valor do pedido – percebo perfeitamente, pois não surgiu nenhum problema a não ser o elevado tempo de espera -, mas sim 2,60€.

Contas feitas, gastei 5,19€, mas recuperei 2,60€, ficando com um saldo de 11,24€. Ou seja, ainda tinha montante para mais surprise bags. E fui buscar uma que sei que não me ia falhar, a da Grill 4 You, de onde trouxe um belo de um frango assado com arroz.

Este restaurante tem sempre umas 5 surprise bags por dia, e efetivamente já tinha resgatado algumas surprise bags antes deste desafio, portanto sabia que ia tudo correr bem, depois de alguns percalços pelo meio. Com um preço de 3,99€, cada SB traz uma refeição que dá perfeitamente para duas pessoas – a qualidade é boa, a quantidade idem.

Grill 4 You - Surprise Bag Too Good To Go

O engraçado desta SB – a recolha é apenas no período do jantar – é que os frangos que não foram vendidos ao almoço são os que depois são inseridos nas surprise bag. Ou seja, estão a consumir um frango em perfeito estado de consumo, tanto que sai da brasa, para vir aquecido, e depois é cortado e colocado dentro de caixas de takeaway. No meu caso, a dona até me disse que estava com sorte, pois o frango era mesmo acabadinho de sair, ou seja, não era uma “sobra” do almoço.

Com um custo total de 4,34€ (3,99€ da SB mais 0,35€ da embalagem), fiquei com um saldo restante de 6,90€. O que fiz? Reservei uma SB da BOROA, fabulosa padaria localizada no Entroncamento, quando fui visitar recentemente os meus pais. Desta vez não tirei foto, mas posso garantir-vos que, com ou sem SB, é um espaço que vale mesmo a pena visitar, uma vez que, na BOROA, os responsáveis recorrem a ingredientes naturais e locais (sempre que possível), farinhas tradicionais de moleiro (moídas em mó de pedra) e a processos de fermentação lenta com massa-mãe, chegando alguns pães a fermentar durante 24 horas.

Neste caso, já tive de pagar uns cêntimos pela surprise bag da BOROA, uma vez que é daqueles estabelecimentos que funcionam com preço dinâmico, isto é, o preço vai descendo à medida que o tempo vai passando… mas existe o risco de, se esperarem demasiado, outro utilizador apanhe a SB. No meu caso, preferi pagar logo os 7,49€, e valeu totalmente a pena.

No fim de tudo, 30€ para usar na aplicação é um excelente montante e que dá para grandes quantidades de comida. Basta escolher o estabelecimento certo – daí dar extrema importância ao feedback – que, à partida, tudo irá correr bem. Não só ajudam o ambiente, como poupam na carteira, algo cada vez mais necessário dado o encarecer do custo de vida. Recomendo, também, que não dependam exclusivamente da Too Good to Go para se alimentarem, uma vez que os estabelecimentos podem sempre cancelar as vossas SBs caso não tenham excedentes. E sim, foi algo que também me aconteceu, mas que em nada beliscou a minha experiência.

Uso, e continuarei a usar, a Too Good To Go. Convido-vos a fazer o mesmo.

Pokémon TCG recebe novas expansões Black Bolt e White Flare com cartas dedicadas à região de Unova

As novas coleções introduzem 156 Pokémon de Unova, cartas raras Black White e visuais inspirados na série Black & White.

A The Pokémon Company International lançou duas novas expansões para Pokémon Trading Card Game. A Scarlet & Violet – Black Bolt e a Scarlet & Violet – White Flare. Ambas já se encontram disponíveis nas lojas aderentes em todo o mundo.

As novas coleções incluem as 156 criaturas originalmente descobertas na região de Unova, agora disponíveis em versões de ilustração rara e ilustração especial rara. Em destaque estão os lendários Zekrom, associado à expansão Black Bolt, e Reshiram, ligado à expansão White Flare.

Cada conjunto apresenta ainda três tipos de foil paralelos, com padrões visuais como a Poké Ball em arco-íris ou a Master Ball, bem como novas versões de cartas com o formato foil nostálgico da série Black & White. Estão também incluídas cartas de energia básica com o design original dessa geração.

As expansões introduzem um novo tipo de raridade, como as cartas Black White raras elegantes, com ilustrações monocromáticas a preto ou branco, exclusivas de cada coleção.

Os conteúdos já disponíveis incluem:

Elite Trainer Box, com nove boosters e uma carta promocional de ilustração rara com Thundurus (Black Bolt) ou Tornadus (White Flare), além de acessórios de jogo;
Binder Collection, com cinco boosters e um álbum com arte de Zekrom ou Reshiram;
Unova Poster Collection, com quatro boosters, três cartas promocionais com Snivy, Tepig e Oshawott, e um poster de duas faces;
Unova Mini Tin, com dois boosters, uma carta de arte e uma carta autocolante.

Mais tarde, a 1 de agosto, serão lançados também:

Tech Sticker Collection, com três boosters, uma carta promocional com Reuniclus (Black Bolt) ou Gothitelle (White Flare) e uma folha de autocolantes;
Victini Illustration Collection, com quatro boosters, uma carta promocional de ilustração rara com Victini, uma versão paralela Poké Ball e uma versão foil de grande dimensão.

Por fim, a 22 de agosto, será lançado o Booster Bundle, que inclui seis boosters de Black Bolt ou White Flare, conforme a versão escolhida.

Mondelēz Portugal oferece mais de 900 bilhetes duplos para a Liga Portugal Betclic 2025/26

Campanha da Mondelēz oferece bilhetes, camisolas, bolas oficiais e visitas a estádios durante a época 2025/26 da Liga Portugal Betclic.

A Mondelēz Portugal vai lançar uma campanha nacional que prevê a oferta de mais de 900 bilhetes duplos para jogos da Liga Portugal Betclic durante a época 2025/26. A iniciativa, que decorre entre 28 de julho de 2025 e 3 de maio de 2026, insere-se numa estratégia de maior proximidade com os adeptos de futebol, garantindo prémios diários e diversas experiências associadas à competição.

Ao longo deste período, serão atribuídos três prémios por dia, sendo os vencedores convidados a escolher os jogos que pretendem assistir. Para além dos bilhetes, está previsto o sorteio de camisolas oficiais dos clubes – uma por clube, todos os meses, entre 7 de julho e 6 de outubro -, bem como 44 bolas oficiais, atribuídas semanalmente até maio de 2026. A campanha inclui ainda cinco visitas a estádios, com direito a assistir aos respetivos jogos no mesmo dia, numa ação que se prolonga até fevereiro.

A participação está acessível a quem adquirir produtos das marcas associadas à Mondelēz, entre as quais OREO, Milka, Philadelphia, Royal, Triunfo e Halls. Após a compra, os consumidores devem registar-se no site da campanha, selecionar o prémio pretendido e submeter o talão de compra. Cada participação permite acumular hipóteses de ganhar, tanto os prémios semanais como as experiências especiais nos estádios.

Nova geração do Nissan Qashqai chega a Portugal com tecnologia e-POWER revista antes do final do ano

Nova geração do Nissan Qashqai e-POWER chega no último trimestre 2025 com 4,5 l/100 km, 102 g/km de CO₂ e autonomia anunciada de 1.200 km.

A Nissan vai lançar em Portugal, no último trimestre de 2025, a nova geração do Qashqai equipada com a tecnologia e-POWER revista. A aposta recai numa solução que combina a resposta imediata e a suavidade de um elétrico com a autonomia e o reabastecimento convencionais de um motor a combustão, sem necessidade de carregamento externo.

Quatro anos após a chegada da tecnologia e-POWER ao mercado europeu, e quase uma década desde a sua apresentação mundial, a Nissan reformulou por completo o sistema. O objetivo passa por melhorar a eficiência global, reduzir as emissões poluentes e oferecer uma experiência de condução mais próxima da de um veículo elétrico puro, mantendo, no entanto, a simplicidade de utilização de um automóvel tradicional.

No novo Qashqai, o e-POWER apresenta um consumo de combustível de 4,5l/100 km e emissões de CO₂ de 102 g/km, o que representa uma melhoria significativa face à geração anterior. A autonomia ronda os 1.200 km (ciclo WLTP), permitindo percorrer longas distâncias sem comprometer a eficiência. Esta nova geração proporciona também uma redução do ruído no habitáculo até 5,6 decibéis, reforçando o conforto acústico em andamento.

A base tecnológica mantém-se: um motor a gasolina exclusivamente dedicado à produção de energia elétrica, que alimenta diretamente o motor elétrico responsável pela tração. Este conceito elimina a presença de uma caixa de velocidades convencional, resultando numa resposta imediata ao acelerador e numa condução fluida e progressiva. O sistema integra ainda travagem regenerativa, que recupera energia durante as desacelerações para recarregar a bateria de 2,1 kWh.

O novo e-POWER introduz uma unidade motriz mais compacta, agora modular e composta por cinco elementos integrados – motor elétrico, gerador, inversor, redutor e aumentador de tensão – num conjunto mais leve e eficiente. A potência total sobe para 151 kW, mais 11 kW do que a versão anterior, e o motor térmico de três cilindros, com 1,5 litros e turbo, foi completamente redesenhado para esta aplicação. Integra agora o conceito de combustão STARC, exclusivo da Nissan, que permite alcançar uma eficiência térmica de 42%.

Também foram introduzidas diversas melhorias técnicas: um novo turbocompressor permite reduzir o regime de funcionamento em autoestrada em cerca de 200 rpm, contribuindo para menor ruído e maior economia; o óleo lubrificante 0W16 ajuda a minimizar o atrito interno; e os intervalos de manutenção passam de 15.000 km para 20.000 km, o que se reflete num custo de utilização inferior.

Segundo os dados da marca, estas alterações traduzem-se numa poupança de combustível real até 16% e numa melhoria de 14% no consumo em autoestrada, quando comparado com a geração anterior do sistema.

Para quem continua hesitante quanto à transição para a mobilidade elétrica, o e-POWER surge como uma proposta intermédia. Oferece uma condução puramente elétrica – dado que o motor de combustão não intervém directamente na tração -, mas sem as exigências associadas ao carregamento em rede elétrica. A experiência é a de um veículo elétrico, mas o reabastecimento faz-se num posto de combustível convencional.

Além das evoluções técnicas, o novo Qashqai contará também com um sistema de infoentretenimento atualizado, com integração de serviços Google, incluindo Google Maps, Assistente Google e acesso à Play Store. Entre as novas funcionalidades destacam-se o controlo por voz, previsões meteorológicas para os destinos programados e a funcionalidade Nissan Trip Stories, que permite registar e partilhar percursos através da aplicação NissanConnect Services.

O sistema de assistência à condução ProPILOT foi igualmente melhorado, com capacidades de condução assistida em múltiplas faixas, maior perceção do tráfego envolvente e gestão mais inteligente em cenários urbanos e em autoestrada.

Produzido na fábrica da Nissan em Sunderland, no Reino Unido, o novo Qashqai com tecnologia e-POWER estará disponível no mercado português antes do final deste ano. As especificações completas e os preços serão anunciados mais perto da data de lançamento.

Citroën C5 Aircross 2025 já disponível para encomendas em Portugal

Nova geração do Citroën C5 Aircross já disponível para encomenda em Portugal com versões híbrida e elétrica, mais espaço, conforto e tecnologia.

A Citroën abriu oficialmente o período de encomendas para a nova geração do Citroën C5 Aircross, o SUV de segmento médio que passa agora a assentar na mais recente plataforma STLA Medium do grupo Stellantis. Com alterações significativas ao nível do design, do espaço interior e da oferta tecnológica, o modelo chega ao mercado em variantes híbrida e 100% elétrica – esta última uma estreia na gama.

A nova proposta da marca francesa procura responder às exigências atuais do segmento C-SUV, com um equilíbrio entre desempenho, eficiência e conforto. O visual foi reformulado, com linhas mais fluídas e proporções revistas: 4.652 mm de comprimento e 1.902 mm de largura, o que se reflete num habitáculo mais amplo, sobretudo na segunda fila de bancos.

A marca destaca o conforto como um dos pilares desta nova geração do Citroën C5. O conceito Advanced Comfort aplica-se tanto aos bancos como ao sistema de suspensão, com o objetivo de proporcionar uma experiência de condução mais suave e envolvente. O interior adota um ambiente inspirado num “lounge” automóvel, com soluções como o novo ecrã tátil HD em cascata, colocado na vertical, e um Head-Up Display alargado. Estas tecnologias surgem integradas num conjunto alargado de assistências à condução, incluindo manutenção semiautomática na faixa de rodagem, câmara de fadiga do condutor, alerta de tráfego cruzado traseiro, deteção de ângulo morto de longo alcance, VisioPark 360° e faróis Citroën Matrix LED, entre outros sistemas.

O Citroën C5 é lançado com duas motorizações eletrificadas: um bloco híbrido de 145 cv com transmissão automática, e uma versão elétrica de 210 cv, com autonomia até 520 km em ciclo combinado WLTP. Para 2026 está prevista a introdução de uma variante híbrida plug-in de 195 cv, bem como uma versão elétrica de 230 cv, com autonomia alargada até 680 km.

Produzido na histórica fábrica da Citroën em Rennes, França, o novo Citroën C5 Aircross integra na sua construção cerca de 160 kg de metais reciclados e 47 kg de plásticos reciclados ou de origem biológica, reforçando o compromisso da marca com práticas de fabrico mais sustentáveis.

A gama para o mercado nacional organiza-se em três níveis de equipamento – You, Plus e Max -, complementados por uma versão Business destinada ao canal profissional. Os preços de lançamento iniciam-se nos 33.490€ para a versão híbrida (You) e nos 40.690€ para a versão elétrica ë-C5 Aircross. No canal empresarial, os valores começam nos 37.590€ e 44.790€, respectivamente.

OnePlus simplifica o carregamento com um novo cabo 2 em 1 para smartphones e smartwatches

O OnePlus 2-in-1 Supervooc Cable é compatível com os relógios da marca e capaz de carregar dois dispositivos em simultâneo, mas só para quem já vive no ecossistema OnePlus.

A OnePlus revelou uma solução para utilizadores que vivem imersos no seu ecossistema de dispositivos: um novo cabo de carregamento que, para além de carregar os smartphones através da sua porta USB-C, integra também uma base dedicada para o carregamento dos seus smartwatches. Chama-se OnePlus 2-in-1 Supervooc Cable e permite o carregamento simultâneo de dois dispositivos com um único acessório — uma proposta prática, sobretudo em viagens ou para quem procura reduzir o número de cabos no dia-a-dia.

A novidade conta com uma base de carregamento integrada, concebida especificamente para os modelos Watch 2, Watch 2R e o mais recente Watch 3. Em termos de desempenho, o sistema é relativamente eficiente, permitindo o carregamento de um telemóvel e um relógio ao mesmo tempo, com o smartphone a receber até 67W, enquanto o wearable atinge os 10W. No entanto, caso o cabo seja utilizado apenas para o telemóvel, este pode beneficiar da potência total de 80W.

OnePlus 2-in-1 Supervooc Cable
OnePlus 2-in-1 Supervooc Cable

Este produto é um exemplo claro da aposta contínua da OnePlus na fidelização dos seus utilizadores através de soluções proprietárias, algo que tem sido abandonado por outros fabricantes, especialmente numa altura em que se tentam encontrar padrões universais, como é o exemplo da ligação USB-C. Assim, o novo cabo, que está à venda por 27,99€, dirige-se para um publico muito especifico, para quem possui tanto um smartphone como um smartwatch da marca. De salientar, que o carregador propriamente dito — necessário para alimentar o sistema — não está incluído na embalagem, sendo vendido separadamente.

h3 FIT é o hambúrguer indicado para o verão com creme de abacate e legumes frescos

O h3 aproveitou o verão para lançar o novo h3 FIT, um hambúrguer com 450 kcal e 38g de proteína, feito com ingredientes frescos e sem processados.

A cadeia de restauração h3 lançou recentemente uma nova opção no seu menu de verão. Trata-se do h3 FIT, um hambúrguer concebido para quem procura refeições leves e equilibradas, sem abdicar do sabor. Com uma composição simples e natural, inclui apenas legumes frescos – pepino, tomate, rúcula e cebola roxa – acompanhados de queijo feta e um creme de abacate, servidos com um hambúrguer grelhado de 200 gramas. A receita exclui ingredientes processados e molhos artificiais.

Do ponto de vista nutricional, o h3 FIT apresenta-se como uma alternativa interessante: cerca de 450 calorias – sem contar com arroz e/ou batatas -, 38 gramas de proteína e um baixo teor de hidratos de carbono. É uma proposta que acompanha a procura crescente por refeições práticas, mas mais alinhadas com objectivos de saúde e bem-estar.

Disponível já em todos os espaços da marca e através das plataformas digitais, incluindo a aplicação própria e o serviço de entregas Glovo, o novo hambúrguer insere-se numa estratégia mais ampla da h3 para o verão.

Recentemente, a app h3 esteve também a dar pontos a dobrar por cada compra de um menu h3 FIT. Recorde-se que, a cada nove pontos acumulados, a décima refeição é oferecida, podendo ser resgatada em qualquer um dos 57 restaurantes da marca em Portugal Continental, incluindo os recém-abertos espaços no Alma Shopping e no La Vie Caldas da Rainha.

Com este lançamento e respectivas acções, o h3 reafirma a sua intenção de se posicionar como uma alternativa mais consciente no segmento da restauração rápida, sem abdicar do sabor ou da conveniência.