Citroën C5 Aircross 2025 já disponível para encomendas em Portugal

Nova geração do Citroën C5 Aircross já disponível para encomenda em Portugal com versões híbrida e elétrica, mais espaço, conforto e tecnologia.

A Citroën abriu oficialmente o período de encomendas para a nova geração do Citroën C5 Aircross, o SUV de segmento médio que passa agora a assentar na mais recente plataforma STLA Medium do grupo Stellantis. Com alterações significativas ao nível do design, do espaço interior e da oferta tecnológica, o modelo chega ao mercado em variantes híbrida e 100% elétrica – esta última uma estreia na gama.

A nova proposta da marca francesa procura responder às exigências atuais do segmento C-SUV, com um equilíbrio entre desempenho, eficiência e conforto. O visual foi reformulado, com linhas mais fluídas e proporções revistas: 4.652 mm de comprimento e 1.902 mm de largura, o que se reflete num habitáculo mais amplo, sobretudo na segunda fila de bancos.

A marca destaca o conforto como um dos pilares desta nova geração do Citroën C5. O conceito Advanced Comfort aplica-se tanto aos bancos como ao sistema de suspensão, com o objetivo de proporcionar uma experiência de condução mais suave e envolvente. O interior adota um ambiente inspirado num “lounge” automóvel, com soluções como o novo ecrã tátil HD em cascata, colocado na vertical, e um Head-Up Display alargado. Estas tecnologias surgem integradas num conjunto alargado de assistências à condução, incluindo manutenção semiautomática na faixa de rodagem, câmara de fadiga do condutor, alerta de tráfego cruzado traseiro, deteção de ângulo morto de longo alcance, VisioPark 360° e faróis Citroën Matrix LED, entre outros sistemas.

O Citroën C5 é lançado com duas motorizações eletrificadas: um bloco híbrido de 145 cv com transmissão automática, e uma versão elétrica de 210 cv, com autonomia até 520 km em ciclo combinado WLTP. Para 2026 está prevista a introdução de uma variante híbrida plug-in de 195 cv, bem como uma versão elétrica de 230 cv, com autonomia alargada até 680 km.

Produzido na histórica fábrica da Citroën em Rennes, França, o novo Citroën C5 Aircross integra na sua construção cerca de 160 kg de metais reciclados e 47 kg de plásticos reciclados ou de origem biológica, reforçando o compromisso da marca com práticas de fabrico mais sustentáveis.

A gama para o mercado nacional organiza-se em três níveis de equipamento – You, Plus e Max -, complementados por uma versão Business destinada ao canal profissional. Os preços de lançamento iniciam-se nos 33.490€ para a versão híbrida (You) e nos 40.690€ para a versão elétrica ë-C5 Aircross. No canal empresarial, os valores começam nos 37.590€ e 44.790€, respectivamente.

OnePlus simplifica o carregamento com um novo cabo 2 em 1 para smartphones e smartwatches

O OnePlus 2-in-1 Supervooc Cable é compatível com os relógios da marca e capaz de carregar dois dispositivos em simultâneo, mas só para quem já vive no ecossistema OnePlus.

A OnePlus revelou uma solução para utilizadores que vivem imersos no seu ecossistema de dispositivos: um novo cabo de carregamento que, para além de carregar os smartphones através da sua porta USB-C, integra também uma base dedicada para o carregamento dos seus smartwatches. Chama-se OnePlus 2-in-1 Supervooc Cable e permite o carregamento simultâneo de dois dispositivos com um único acessório — uma proposta prática, sobretudo em viagens ou para quem procura reduzir o número de cabos no dia-a-dia.

A novidade conta com uma base de carregamento integrada, concebida especificamente para os modelos Watch 2, Watch 2R e o mais recente Watch 3. Em termos de desempenho, o sistema é relativamente eficiente, permitindo o carregamento de um telemóvel e um relógio ao mesmo tempo, com o smartphone a receber até 67W, enquanto o wearable atinge os 10W. No entanto, caso o cabo seja utilizado apenas para o telemóvel, este pode beneficiar da potência total de 80W.

OnePlus 2-in-1 Supervooc Cable
OnePlus 2-in-1 Supervooc Cable

Este produto é um exemplo claro da aposta contínua da OnePlus na fidelização dos seus utilizadores através de soluções proprietárias, algo que tem sido abandonado por outros fabricantes, especialmente numa altura em que se tentam encontrar padrões universais, como é o exemplo da ligação USB-C. Assim, o novo cabo, que está à venda por 27,99€, dirige-se para um publico muito especifico, para quem possui tanto um smartphone como um smartwatch da marca. De salientar, que o carregador propriamente dito — necessário para alimentar o sistema — não está incluído na embalagem, sendo vendido separadamente.

h3 FIT é o hambúrguer indicado para o verão com creme de abacate e legumes frescos

O h3 aproveitou o verão para lançar o novo h3 FIT, um hambúrguer com 450 kcal e 38g de proteína, feito com ingredientes frescos e sem processados.

A cadeia de restauração h3 lançou recentemente uma nova opção no seu menu de verão. Trata-se do h3 FIT, um hambúrguer concebido para quem procura refeições leves e equilibradas, sem abdicar do sabor. Com uma composição simples e natural, inclui apenas legumes frescos – pepino, tomate, rúcula e cebola roxa – acompanhados de queijo feta e um creme de abacate, servidos com um hambúrguer grelhado de 200 gramas. A receita exclui ingredientes processados e molhos artificiais.

Do ponto de vista nutricional, o h3 FIT apresenta-se como uma alternativa interessante: cerca de 450 calorias – sem contar com arroz e/ou batatas -, 38 gramas de proteína e um baixo teor de hidratos de carbono. É uma proposta que acompanha a procura crescente por refeições práticas, mas mais alinhadas com objectivos de saúde e bem-estar.

Disponível já em todos os espaços da marca e através das plataformas digitais, incluindo a aplicação própria e o serviço de entregas Glovo, o novo hambúrguer insere-se numa estratégia mais ampla da h3 para o verão.

Recentemente, a app h3 esteve também a dar pontos a dobrar por cada compra de um menu h3 FIT. Recorde-se que, a cada nove pontos acumulados, a décima refeição é oferecida, podendo ser resgatada em qualquer um dos 57 restaurantes da marca em Portugal Continental, incluindo os recém-abertos espaços no Alma Shopping e no La Vie Caldas da Rainha.

Com este lançamento e respectivas acções, o h3 reafirma a sua intenção de se posicionar como uma alternativa mais consciente no segmento da restauração rápida, sem abdicar do sabor ou da conveniência.

Netflix vai mesmo avançar com um live-action de Assassin’s Creed

A plataforma de streaming volta a anunciar os planos de adaptação de Assassin’s Creed com novos nomes associados.

A Netflix confirmou que vai avançar com uma nova adaptação live-action de Assassins Creed, ao retomar o projeto inicialmente anunciado em 2020. Em comunicado conjunto com a Ubisoft, foi confirmado que o projeto estará a cargo de Roberto Patino (Westworld) e de David Wiener (Halo), que assumem os papéis de criadores, showrunners e produtores executivos, com o envolvimento direto da Ubisoft Film & Television.

Esta adaptação terá o formato de série é descrita como um thriller de grande escala, que promete explorar o conflito entre duas fações que operam nas sombras — uma que procura moldar o destino da humanidade através da manipulação e do controlo, e outra dedicada à defesa do livre arbítrio. A narrativa deverá acompanhar vários protagonistas em diferentes épocas históricas, mantendo assim o ADN da série de jogos.

O projeto surge do acordo estabelecido entre a Netflix e a Ubisoft em 2020, altura em que foi anunciada a intenção de adaptar várias propriedades da editora francesa. Assassin’s Creed foi a primeira franquia a ser confirmada nesse contexto, mas até agora não tinham existido avanços públicos.

A produção conta ainda com Gerard Guillemot, Margaret Boykin e Austin Dill por parte da Ubisoft, enquanto Matt O’Toole se junta como produtor executivo. De acordo com os criadores, o objetivo passa por equilibrar o espetáculo e o conflito com os temas centrais da saga — identidade, destino, fé, violência e ligação entre culturas.

A série ainda não tem data de estreia nem detalhes sobre elenco, mas o projeto avança como parte da estratégia da Netflix para reforçar a sua aposta em adaptações de videojogos. Para além de Assassin’s Creed, a plataforma está também a preparar Splinter Cell: Deathwatch, outro título da Ubisoft que deverá estrear já este outono.

Esta não será a primeira vez que Assassin’s Creed é adaptado ao formato live-action. Em 2016, a saga recebeu este tratamento com um filme de Justin Kurzel, com Michael Fassbender e Marion Cotillard no elenco principal. Infelizmente o filme revelou-se um desastre entre críticos e fãs, sem hipóteses de se expandir com sequelas.

Kobo Libra Colour – Review: A versatilidade um e-reader, da leitura à escrita

Leve, prático e agora a cores, o Kobo Libra Colour é ideal para ler e escrever em qualquer lado.

Sou fã assumida da Kobo, e não é de agora. Depois de ter feito a análise ao Kobo Clara Colour, acabei por ficar rendida aos encantos dos leitores de livros digitais. Para mim, ler sempre foi e sempre será um dos meus passatempos preferidos, e o Kobo só veio intensificar ainda mais essa paixão.

Antes de ter o Clara Colour, nunca tinha experimentado um e-reader e, para ser sincera, nem sabia se ia gostar. Já tinha ouvido muitas pessoas dizerem que não se adaptaram aos livros digitais e acabaram por voltar para o papel. Mas comigo, o que aconteceu foi exatamente o oposto.

Foi ao ler o primeiro livro no Kobo que percebi que estava a começar uma quase “obsessão”: usava o meu Clara Colour todos os dias, sem falhar, e bastava pegar nele para me perder completamente na leitura e esquecer o mundo. Parar de ler e guardar o Clara Colour era difícil, até que a Kobo me enviou há umas semanas o seu novo e-reader, o Kobo Libra Colour, para testar.

Quando recebi o Kobo Libra Colour, adorei logo à partida: vinha numa caixa com padrões de folhas cheia de cores, com uma capa bege e uma caneta branca a combinar, tudo com um ar muito bonito e delicado. Dá mesmo a sensação de que foi pensado para agradar, sobretudo, ao público feminino, embora funcione perfeitamente para qualquer pessoa que goste de ler, claro. Um ponto a destacar é que as embalagens são feitas de cartão reciclável, quase sem plástico, o que é uma excelente notícia para o meio ambiente.

O Kobo Libra Colour está disponível em branco e preto – foi mesmo este último que recebi. A nível de design, faz lembrar bastante o Kobo Clara Colour, com o seu exterior fabricado em plástico reciclado e à prova de água, mas com algumas diferenças: o ecrã E Ink Kaleido 3 é um pouco maior, com 7” em vez das 6” do Clara Colour, e tem dois botões laterais para mudar de página colocados numa aba lateral, coisa que o Clara Colour não tem. O acabamento exterior também muda, já que o Libra Colour é um preto liso brilhante, enquanto o Clara Colour é mais rugoso e com um toque mate.

Das diferenças que existem entre os dois, confesso que acabo por preferir o Libra Colour. O ecrã um bocadinho maior faz diferença na leitura, e os botões laterais são bastante práticos, principalmente quando estamos a segurar o e-reader na mão, uma vez que se torna bem mais fácil mudar de página do que no Clara Colour. Podemos configurar o botão superior para avançar ou recuar no texto, e o mesmo vale para o botão inferior, sendo apenas necessário ajustar nas definições conforme a preferência de leitura. Outro detalhe que também adorei: mesmo quando está em repouso, dá para ligar o Libra Colour só com um toque no botão inferior, sem precisar de ir ao botão de ligar/desligar lá atrás, que com a capa, acaba por ficar escondido. Já no que toca ao acabamento, acho que o Clara Colour leva vantagem. Trata-se de um pequeno pormenor estético, mas a moldura do Clara tem um ar mais sofisticado e, além disso, não fica tão marcado com dedadas, o que é sempre um bónus para quem gosta de manter o e-reader com bom aspeto, como eu.

A parte de trás também é bastante parecida nos dois modelos, com a principal diferença na posição do logótipo e do botão de ligar/desligar. Ambos têm relevos na capa traseira, distribuídos de forma muito semelhante, e que ajuda a dar mais aderência ao e-reader. Já em relação ao peso, o Libra tem 203g e o Clara 173g, mas a diferença não se sente muito quando estamos com o Libra na mão. Aliás, a aba lateral com os botões até ajuda a segurá-lo com mais conforto.

Ainda outra diferença entre os dois é a capacidade de armazenamento: o Libra vem com 32GB, enquanto o Clara tem apenas 16GB. Na prática, isso significa que num conseguimos guardar até cerca de 24.000 livros e, no outro, cerca de 12.000. Esta diferença pode não ser muito relevante só para a leitura, mas faz-se notar quando começamos a usar mais blocos de notas – aí, o espaço extra dá mesmo jeito.

E para descarregar todos estes livros e audiolivros (sim, porque também podemos ouvi-los no Libra Colour, com recurso a auriculares ligados via Bluetooth), agora dá para usar o Google Drive e a Dropbox, algo que até então nunca tinha experimentado. Basta ligar o Kobo às contas nas clouds e escolher os ficheiros que quero descarregar para o e-reader. Assim, evito a chatice das transferências manuais e elimino a necessidade de cabos. Posso até transferir ficheiros diretamente do telemóvel e, mesmo sem computador por perto, tenho sempre a minha biblioteca digital à mão.

De resto, tal como o Clara Colour, o Libra tem luz frontal ajustável, incluindo a opção de luz azul. Para mudar esses parâmetros, tanto podemos ir ao menu como usar um atalho bem mais rápido: basta deslizar o dedo na lateral esquerda do ecrã, de cima para baixo para diminuir a luz ou de baixo para cima para a aumentar. Assim, conseguimos ajustar a luminosidade sem sair da página, o que torna a leitura mais fluída. Se quisermos tornar tudo ainda mais automático, basta deixar a função no modo AUTO, que ajusta o tom da luz do ecrã consoante a hora do dia: durante a manhã e a tarde, aparecem tons mais frios e azulados; à noite, a luz fica mais quente e alaranjada, para que a leitura seja mais confortável e menos cansativa, especialmente em ambientes com pouca luz. Consigo usar o Libra à noite sem sentir que afeta o meu ritmo de sono (graças à luz laranja) ou que perturbe o sono do meu parceiro. Um extra interessante é a opção “Hora da cama”, onde podemos definir a partir de que horas queremos que a luz laranja se ligue automaticamente (com opções entre as 21h e as 3h da manhã). Normalmente deixo o brilho nos 50%, com a “Hora da cama” definida para as 2h, o que tem sido o ideal para mim, sem ter assim a luz azul a incomodar durante a noite, que como se sabe, é uma disruptora do sono de qualidade.

Comparando a luminosidade do Clara Colour com a do Libra Colour, usando os mesmos valores, nota-se que o Libra apresenta um tom mais esbranquiçado, a imitar melhor a aparência de uma página de um livro físico. Já o Clara Colour tende para um tom mais amarelado. Além disso, o texto no Libra surge com maior espaçamento, algo que, aliás, já seria de esperar com o aumento ligeiro do ecrã.

No que toca à bateria, estou bastante satisfeita – tanto com o Libra Colour, como com o Clara Colour. Com o brilho nos 50%, consigo passar facilmente duas semanas sem carregar, e até três se não ler muito. Claro que, se passar o dia inteiro a ler, a bateria gasta-se mais depressa, mas isso só acontece mesmo nas férias. E mesmo assim, continua a durar imenso.

Para começar a usar o Libra Colour, liguei e selecionei a língua portuguesa, fiz a ligação à Wi-fi e uma atualização do sistema, que estava já estava disponível, tudo num processo rápido e simples. O mesmo se aplica à ativação da conta Kobo: basta usar o código QR ou, em alternativa, ativar diretamente no site da Kobo usando o código de ativação. De seguida, veio uma breve explicação por imagens de alguns dos movimentos usados para interagir com o Libra Colour, nomeadamente como deslizar páginas (deslizar para a esquerda para retroceder ou para a direita para avançar) ou como funciona o menu bloco de notas.

Também surgiu então a etapa de emparelhar a caneta Kobo Stylus 2 – o que, para mim, foi o verdadeiro ponto de viragem com o Libra Colour, já que esta caneta só funciona com este modelo. Isto abre um mundo de possibilidades e criatividade que o Clara Colour, por muito bom que seja, não consegue oferecer. O processo de emparelhamento é simples e rápido: basta ir ao menu “Os meus blocos de notas (apenas vista)”, onde aparece uma mensagem a indicar que é necessário ativar a Kobo Stylus 2. Clicamos nessa opção, seguimos as instruções e fica logo pronta a usar.

Voltando novamente ao menu principal, temos as seguintes opções: Início, que nos leva à página principal; Os meus livros, que abre a nossa biblioteca; Os meus blocos de notas, onde encontramos todos os blocos que já criámos; Descobrir, que permite pesquisar livros e detetar redes Wi-Fi; e por fim o separador Mais, que abre um sub-menu com acesso à lista de pedidos, Dropbox, Google Drive, Os meus artigos, Atividade (com estatísticas de leitura), Destaques beta, Configurações e Ajuda, que funciona como um manual de instruções, mas que nunca precisei de usar, graças à interface intuitiva do Kobo.

Sempre que abrimos Os meus Livros, vemos as capas dos livros a cores, o que torna a leitura ainda mais apelativa. Claro que convém lembrar que não estamos a falar de cores vibrantes, como as de uma fotografia, já que afinal isto não é um ecrã LED, mas sim um E-Ink. É, por isso, normal que as cores pareçam mais suaves ou até um pouco esbatidas. Pessoalmente, não só não me incomoda, como até acho que dá um charme especial à leitura.

O Kobo Libra tem ainda a particularidade de ter o ecrã a rodar automaticamente conforme a posição em que o seguramos. Dá para usar o Kobo Libra Colour tanto na vertical como na horizontal, com os botões posicionados onde for mais cómodo – à esquerda, à direita, em cima ou em baixo. Por padrão, a rotação automática vem ligada, e é assim mesmo que costumo usá-lo. Como gosto de ler enquanto como, normalmente coloco-o na horizontal, apoiado na capa, e ele adapta-se logo ao novo posicionamento.

Fica, no entanto, uma crítica: quando estou a ler na horizontal e o dispositivo entra em modo de repouso, ao voltar a ligar ele mantém o conteúdo na vertical, mesmo estando o e-reader ainda deitado. Ou seja, é preciso rodar o Kobo ou forçar a rotação manualmente, para voltar a ler o conteúdo na horizontal.

Para ativar a rotação manual, basta abrir o livro, tocar no centro do ecrã para abrir o menu e selecionar essa opção. Voltando a tocar no centro, o menu desaparece, permitindo ler com tranquilidade. Nesse mesmo menu, também é possível ajustar a luminosidade, configurar o tipo e tamanho da letra, consultar as estatísticas de leitura, definir preferências e ativar a caneta para sublinhar ou escrever. Na questão da escrita, é possível escolher entre cinco níveis de espessura do traço e dez cores diferentes para utilizar.

Kobo Libra Colour

Com o Libra Colour, para além de podermos fazer anotações nos livros e documentos que estamos a ler, é também possível criar blocos de notas próprios, alternando facilmente entre leitura e escrita. Basta deslizar de cima para baixo, junto à parte superior do ecrã, para aceder a um atalho que mostra livros ou blocos de notas usados recentemente. Na prática, isto significa que consigo estar a ler um livro e, num instante, passar para o bloco de notas onde escrevo apontamentos mais detalhados ou ideias relacionadas com a leitura.

Falando da experiência de leitura propriamente dita: é simplesmente maravilhosa! Como leitora ávida, estou sempre a pensar no próximo livro e mal me lembro do formato físico – vou logo procurar a versão digital. Isto porque com o Kobo Libra Colour, sinto muito mais conforto ergonómico do que com qualquer livro físico, além de poder levá-lo para todo o lado, cabendo facilmente em qualquer cantinho da mala, algo que nem sempre é possível com livros mais volumosos. E claro, posso sempre levar comigo dezenas ou centenas de livros, tudo num só dispositivo.

O facto de ser à prova de água dá-me uma segurança extra para o levar à mesa enquanto como – especialmente porque sou bastante desastrada – e também para a praia ou piscina. Nestes ambientes, o ecrã com baixo reflexo facilita muito a leitura, mesmo com muita luminosidade. Outro ponto positivo é que, mesmo nos dias mais quentes, o Libra Colour mantém-se estável, sem qualquer sinal de aquecimento excessivo, mesmo durante leituras ao sol.

Enquanto estou a ler, uso bastante os botões laterais para virar as páginas, principalmente quando leio deitada, porque acaba por ser muito mais prático. No geral, funcionam sempre bem, embora ocasionalmente não respondam à primeira e, quando volto a tocar, acaba por avançar duas páginas. Sendo sincera, isso acontece-me mais quando deslizo com o dedo do que quando uso os botões, e noto esse pequeno atraso com mais frequência no Clara Colour do que propriamente no Libra Colour.

Também tenho muito o hábito de ler livros em inglês e frequentemente surgem palavras que não conheço. Com o Libra, isso não é problema: basta selecionar a palavra e aparece a opção de consultar o dicionário, resolvendo logo a dúvida. Pode existir uma palavra ou outra que lá não esteja, mas isso é raro acontecer. Eu tenho selecionados os dicionários para português e inglês, mas existem muitas mais línguas que podem ser selecionadas para o efeito.

Se, por exemplo, quiser consultar uma passagem específica ou saltar para um capítulo, consigo fazê-lo de forma muito prática através do menu que surge na parte inferior do ecrã. Aí, encontro o índice completo do livro, bem como todas as anotações que fui fazendo ao longo da leitura. Esta funcionalidade das anotações é, para mim, simplesmente fantástica, porque facilita imenso encontrar exatamente aquilo que procuro, sem perder tempo a folhear ou a procurar às cegas. Além disso, nas anotações ficam também marcadas as páginas em que “dobrei” o canto: para fazê-lo é só clicar no canto superior direito da página, e ela dobra-se automaticamente.

Kobo Libra Colour

E não é só livros ou documentos que posso ler, também dá para ler artigos. Para isso, bastava ativar a ligação com o Pocket. Infelizmente, o Pocket foi descontinuado, o que acaba por tornar esta funcionalidade obsoleta. Quem já tinha conta e artigos guardados ainda os pode enviar para o Kobo até outubro de 2025; depois disso essa opção desaparece. Já quem nunca usou o Pocket, neste momento, não consegue aceder de todo a essa funcionalidade. Agora, só nos resta aguardar por uma alternativa que a Kobo venha a disponibilizar.

Ainda para quem preferir, é possível alterar o fundo do ecrã do Libra Colour de branco para preto. Basta ir às configurações no menu e ativar o “Modo Escuro”. Embora eu prefira o fundo branco com letras pretas, como num livro físico, esta opção é útil especialmente à noite ou para quem sente cansaço visual mesmo com o brilho baixo. Mas atenção que só funciona para leitura de livros, porque regressando à página inicial, o fundo volta a ficar branco.

Relativamente aos blocos de notas do Libra Colour, podemos escolher entre o formato básico, que é como se fosse uma página em branco na qual podemos aplicar templates variados, e o avançado, que oferece um caderno contínuo com linhas. No básico, escrevemos em páginas separadas, com opções simples de edição, e é possível converter a escrita manual em texto digital. Já no modo avançado, além de também converter a escrita, podemos criar notas sem páginas definidas, quase como se estivéssemos a escrever na horizontal, e adicionar elementos mais complexos, como fórmulas matemáticas, diagramas e desenhos livres. Eu prefiro este formato, porque as linhas ajudam a organizar melhor a escrita e os esquemas que faço ficam assim mais claros e estruturados. Para os fãs de desenho, este dispositivo talvez não seja o mais indicado. No entanto, dá para fazer alguns rabiscos básicos, que funcionam bem para entretenimento pessoal, mas não é de todo essa a sua função principal. Ainda assim, para quem gosta, acaba por ser uma adição divertida.

Em termos de escrita no Bloco de Notas, o Libra Colour disponibiliza cinco tipos de traço diferentes: esferográfica, caneta de tinta permanente, caligrafia, pincel e marcador. Para cada um deles, podemos escolher entre cinco níveis de espessura e dez cores distintas – tal como acontece no menu dos livros. Apesar das cores serem um pouco suaves, a variedade de estilos e traços torna a escrita bastante agradável e criativa. Se o ecrã fosse um pouco maior, seria ideal para sessões longas de escrita, como trabalhos de estudantes ou projetos mais extensos. Com o tamanho atual do ecrã, funciona bem para anotações rápidas, como listas de compras, diário pessoal ou apontamentos de livros, por exemplo.

No entanto, não é possível saltar diretamente para uma página específica, como acontece na leitura de um livro, nem reorganizar as páginas do bloco de notas. Além disso, a pesquisa de palavras funciona apenas para o texto que já foi convertido em texto digital. Todas as palavras que forem escritas à mão não podem ser pesquisadas.

No fim, se quisermos exportar os blocos de notas criados, podemos escolher entre os formatos PDF, PNG e JPEG. Nos blocos avançados, há ainda a opção de exportar em DOCX, TXT e HTML. A exportação pode ser feita manualmente ou usando o Google Drive e Dropbox. Curiosamente, depois de exportados, as cores do bloco de notas acabam por ficar com mais vívidas.

Para escrever nos blocos de notas usei sempre a caneta Kobo Stylus 2, que é a companhia perfeita para as minhas sessões de escrita. Em termos de design, a Stylus 2 é, como o próprio nome já sugere, uma caneta cheia de estilo: branca, com um ar futurista e um look minimalista. Com 156,6 mm de comprimento e 9 mm de diâmetro, a Kobo Stylus 2 imita muito bem o formato de uma caneta tradicional. Pesa apenas 14,5 g, o que a torna extremamente leve na mão. Durante as sessões de escrita, não senti qualquer desconforto ou tensão muscular. Apesar da superfície lisa, a caneta mantém-se firme entre os dedos e permite uma escrita fluida e confortável. A ponta de escrita é branca (embora existam também pontas pretas compatíveis) e adapta-se à pressão exercida, graças aos seus 4096 níveis de sensibilidade. Isto significa que, tal como com uma caneta real, quanto mais força aplicamos, mais grosso será o traço. Essa diferença torna-se especialmente evidente quando usamos os estilos de caneta de tinta permanente, caligrafia ou pincel.

Outro dos pormenores bem pensados nesta caneta e que me surpreendeu pela positiva é que, mesmo junto à ponta de escrever, existe um botão branco, o botão marca-texto, que, ao clicarmos, permite sublinhar texto sem ter de abrir menus. Comparando com o Clara Colour, onde sublinhava sempre com o dedo, no Libra Colour acabo por usar muito mais a Stylus 2, sendo mais prático e conveniente, mesmo que com o dedo também funcione. Aliás, para escolher entre as cores disponíveis (rosa, amarelo, azul e verde), é sempre preciso usar o dedo e depois disso a caneta passa a seguir essa seleção. É, no entanto, preciso ter cuidado, porque ao escrever podemos acabar por carregar, sem querer, nesse botão e ativar o sublinhado. Para evitar que isto me aconteça, tenho sempre o cuidado de, quando escrevo, segurar na caneta de forma a deixar o botão virado para a palma da mão.

Na outra extremidade da caneta encontramos uma borracha digital integrada, em cinzento claro, que dá o toque final a esta caneta moderna e bem pensada. Esta borracha digital integrada acaba por ter um aspeto muito semelhante ao das borrachas dos lápis tradicionais e a verdade é que ela acaba por apagar ainda melhor. Basta passar uma vez e o traço desaparece imediatamente. Dependendo do que estiver selecionado no menu do Kobo, seja borracha de objetos ou de pincéis, consigo apagar tudo rapidamente com a borracha de objetos, ou então apenas algum detalhe com a borracha de pincéis.

A Stylus 2 tem ainda uma porta USB-C mesmo na zona superior, junto ao logótipo, com uma luz LED que pisca consoante a carga da caneta: laranja está a carregar, laranja cintilante bateria fraca e branco totalmente carregada. Para colocá-la a carregar é extremamente fácil, basta usar o cabo USB e ligar a uma fonte de alimentação, que pode ser o próprio e-reader. Foi aqui, na minha opinião, que a Kobo podia ter ido ainda mais longe, porque teria sido ótimo apostar numa caneta recarregável com o próprio Libra Colour, mas sem precisar de cabos. Mesmo assim, acho que a caneta vale muito a pena, a bateria dura imenso tempo e só preciso de a carregar de duas em duas ou, no máximo, de três em três semanas, dependendo do uso que lhe dou. Também compensa pelo magnetismo forte, que a mantém firmemente presa ao lado do Libra Colour. No outro lado do Libra Colour, onde estão os botões também adere bem, mas para quem for meio perfeccionista, pode incomodar um pouco o facto de ela não encaixar totalmente alinhada com o dispositivo. Já com a capa, que também tem um íman, a caneta acaba por ficar guardada na perfeição: para colocar, é só aproximar; para tirar, basta pressionar um pouco.

É importante referir que esta caneta só está disponível em preto ou branco e é compatível com o Kobo Libra Colour, Kobo Sage, Kobo Elipsa e Kobo Elipsa 2E. Contudo, apenas no Libra Colour é possível fazer marcações e destaques a cores.

Em relação à capa para o Kobo Libra Colour, é, para mim, um acessório essencial. Foi desenhada para encaixar que nem uma luva, e não protege só o e-reader, como também guarda a caneta Kobo Stylus 2, que fica presa magneticamente num sitio específico da capa, permitindo fechá-la completamente com a caneta bem segura lá dentro.

A capa destaca-se ainda pelo seu estilo minimalista, com um logótipo discreto no canto inferior direito, como de resto é habitual nas capas do Kobo. O revestimento tem uma textura que imita pele, o que acaba por trazer uma vantagem muito prática: ajuda a segurar o Kobo com firmeza e evita que este escorregue das mãos enquanto estamos a ler, especialmente durante sessões prolongadas. O que mais valorizo neste tipo de textura é o toque premium que transmite. No interior, o revestimento é suave e agradável ao toque, oferecendo uma sensação de conforto sempre que pegamos no e-reader, seja para um momento de leitura ou para escrever no bloco de notas.

Um detalhe que faz a diferença é a capa permitir ligar e desligar o Kobo automaticamente ao abrir ou fechar, o que torna o acesso aos livros praticamente instantâneo. Durante a leitura, podemos usar a capa em várias posições – totalmente aberta, com uma volta de 360º ou apoiada como se fosse uma “estante”. A pequena aba na margem recortada funciona como suporte, impedindo que a capa escorregue.

Como esta capa específica não tem o design em estilo “origami”, não permite manter o Kobo Libra Colour apoiado em posição horizontal. Pessoalmente, até considero isso uma vantagem, uma vez que acabo por ter mais espaço para a leitura. A capa encontra-se disponível em várias cores, como bege areia (a que escolhemos), azul e preto. A versão bege tem um tom pastel extremamente elegante – uma cor que, aliás, está muito na moda. A cereja no topo do bolo é a preocupação da Rakuten Kobo com o ambiente, já que a capa é feita com materiais reciclados e contribui para reduzir o plástico que, de outra forma, acabaria em aterros ou nos oceanos.

Para concluir, considero que o Kobo Libra Colour é a opção perfeita para quem procura um e-reader completo, confortável de segurar por longos períodos e com funcionalidades que vão muito além da simples leitura. O seu ecrã a cores não só valoriza a experiência visual (com capas e anotações mais apelativas), como também o torna ideal para quem gosta de intercalar a leitura com apontamentos e pequenos textos no dia a dia.

O preço de 239,99 € – neste momento está por 219,99€ – pode parecer um pouco elevado à primeira vista, mas justifica-se pelas suas funcionalidades de escrita a cores. A Stylus 2, vendida à parte por 69,99 €, é o complemento ideal para tirar partido de todas as possibilidades de escrita, seja em livros ou nos blocos de notas.

Para quem não sente necessidade de escrever nos livros ou fazer anotações com frequência, o Clara Colour continua a ser uma excelente alternativa, mantendo o ecrã a cores e uma leitura muito agradável, por um valor mais acessível.

Ainda assim, na minha opinião, o Libra Colour vence claramente esta “batalha” entre os dois modelos. Continua a ser o companheiro ideal para quem, como eu, lê e escreve em qualquer lugar e a qualquer hora.

Recomendado - Echo Boomer

Este dispositivo foi cedido para análise pela Kobo.

Mortal Kombat 2 recebe finalmente um primeiro trailer e estreia nos cinemas em outubro

O primeiro trailer de Mortal Kombat 2 coloca Johnny Cage no centro da ação, acompanhado de mais personagens dos jogos.

Mortal Kombat 2 está prestes a trazer finalmente o torneio dos jogos para o grande ecrã, na sequela do reboot de 2021, inspirado nos populares de lutas muito violentas da NetherRealm. Com estreia marcada para outubro, a história dá continuidade à do primeiro filme, mas com o aparente foco num novo protagonista.

Johnny Cage, agora interpretado por Karl Urban (The Boys) parece ser o herói relutante da sequela, apresentado com a mesma personalidade da dos jogos, enquanto uma antiga estrela de filmes de ação que é resgatada para se juntar à equipa de Earthrealm, numa missão para impedir que Outworld conquiste a sua última vitória no torneio. Entre as novas caras estão também personagens dos jogos como Kitana, Jade, Sindel, Baraka, Quan Chi e o temível Shao Kahn.

A realização volta a estar a cargo de Simon McQuoid, com argumento de Jeremy Slater (Moon Knight). A equipa criativa afirma ter tido em conta o feedback dos fãs para melhorar vários dos aspetos criticados no primeiro filme — incluindo o número de combates, o tempo de ecrã das personagens icónicas e o nível de autenticidade face ao material original.

Entre o elenco de regresso, encontra-se Lewis Tan, Jessica McNamee, Josh Lawson, Ludi Lin, Mehcad Brooks, Tadanobu Asano, Chin Han, Max Huang, Joe Taslim e o lendário Hiroyuki Sanada.

Mortal Kombat 2 estreia nos cinemas portugueses a 23 de outubro.

Impacto do Lidl em Portugal: 44 mil milhões de euros gerados em 30 anos

Estudo revela que o Lidl contribuiu com 44 mil milhões de euros para o PIB português e ajudou a criar 90 mil empregos desde 1995.

A presença do Lidl em Portugal, iniciada em 1995, teve um impacto acumulado de 44 mil milhões de euros no Produto Interno Bruto (PIB), segundo um estudo recente da Forvis Mazars. Ao longo de três décadas, o efeito da operação da insígnia alemã – direto, indireto e induzido – refletiu-se não apenas em volume económico, mas também na criação e manutenção de milhares de postos de trabalho.

Em média, cada euro despendido pelo Lidl correspondeu a 1,78€ gerados na economia nacional. Esta relação evidencia o peso da empresa na cadeia de abastecimento, com um crescimento sustentado que espelha uma taxa média anual de 15% no impacto económico. O salto é expressivo: de 54 milhões de euros em 1995 para mais de 3.200 milhões em 2024.

A contribuição para a economia divide-se em três frentes: 56% do impacto surge de forma direta – nomeadamente em salários, impostos e pagamentos a fornecedores – enquanto 23% é atribuído à actividade dos fornecedores (impacto indireto). Os restantes 21% resultam do efeito multiplicador da operação do Lidl no país, ou seja, do impacto induzido em setores subsequentes.

No plano do emprego, os números acompanham a tendência de crescimento. A empresa contribuiu para cerca de 90.000 empregos, diretos e indiretos, desde que se instalou em território nacional. Destes, mais de 8.000 correspondem ao seu quadro de colaboradores. A cada posto de trabalho gerado diretamente corresponderam, em média, 10,6 empregos adicionais no país.

A análise da Forvis Mazars indica que 78% do impacto no emprego se deve à atividade dos fornecedores, impulsionada pela procura da cadeia. Já 13% é consequência do impacto induzido, espelhando os efeitos da atividade ao longo de toda a rede de valor.

Entre os setores mais beneficiados encontram-se os produtos alimentares e bebidas, a agricultura e serviços associados, e ainda a construção. Estes três domínios destacaram-se tanto pela criação de valor económico como pela geração de emprego ao longo das últimas três décadas.

Virtuos confirma despedimentos e reduz 7% da equipa a nível global

Cerca de 270 trabalhadores na Ásia e Europa foram afetados por uma reestruturação do estúdio reconhecido por ajudar em alguns dos jogos mais populares.

A Virtuos, estúdio especializado em co-desenvolvimento de videojogos e que trabalhou recentemente em Oblivion Remastered, ou nos mais recentes conteúdos de Cyberpunk 2077, confirmou o despedimento de cerca de 270 funcionários, numa reestruturação que afeta aproximadamente 7% da sua força laboral global. A maioria dos cortes ocorreu em equipas na Ásia, com cerca de 200 posições eliminadas, enquanto na Europa o impacto rondou as 70, com menos de uma dezena de despedimentos em França — onde está sediada a equipa principal responsável pela remasterização Oblivion.

A empresa justificou esta decisão com uma reestruturação das suas operações, face aos desafios atuais da indústria, indicando em comunicado que estão “a evoluir para responder às necessidades dos nossos parceiros”. A reestruturação teve assim um impacto mais acentuado nos estúdios asiáticos devido à diminuição da procura por certos serviços e à necessidade de alinhar as localizações das equipas com as dos clientes, tendo em conta a natureza cada vez mais iterativa do co-desenvolvimento criativo.

Apesar destes cortes, a Virtuos sublinhou o reforço da sua presença em mercados considerados estratégicos, com a aquisição recente de estúdios como a Beyond-FX, Pipeworks e Umanaïa na América do Norte, e da Third Kind Games e Abstraction na Europa. Estas aquisições, de acordo com o estúdio, permitem consolidar competências em áreas como efeitos visuais, programação em Unreal Engine e desenvolvimento criativo.

Os projetos atualmente em desenvolvimento, incluindo Oblivion Remastered, as actualizações de Cyberpunk 2077 e a colaboração com a Konami em Metal Gear Solid Δ: Snake Eater, continuarão a ser desenvolvidos sem alterações. A Virtuos garantiu ainda que os funcionários afetados por este episódio terão acesso a pacotes de compensação, apoio à transição de carreira e, quando possível, propostas de reintegração noutras localizações.

The Lince Braga Hotel é o novo refúgio de 4 estrelas na Serra da Falperra

O The Lince Braga Hotel reabre na Serra da Falperra com nova gestão, após obras de requalificação num edifício histórico convertido em unidade de 4 estrelas.

No coração verde da Serra da Falperra, a poucos minutos do centro de Braga, renasce um ícone da hotelaria minhota. O antigo Hotel da Falperra ganha nova vida como The Lince Braga Hotel, uma unidade de quatro estrelas que combina o charme da arquitetura original com uma abordagem contemporânea e sofisticada. A abertura, em regime de soft opening, marca o regresso deste edifício histórico ao mapa turístico nacional, agora totalmente requalificado e orientado para a sustentabilidade, o conforto e a experiência sensorial.

A reconversão do espaço, cujo projeto de decoração de interiores ficou a cargo da Vilaça Interiores, foi feita com atenção ao detalhe e à eficiência: desde o isolamento acústico e térmico, à gestão operacional sustentável, tudo foi pensado para garantir o bem-estar dos hóspedes e a harmonia com a envolvente natural. O hotel apresenta-se com 88 quartos divididos entre tipologias standard, superior e suite, concebidos para oferecer descanso absoluto, seja numa escapadinha a dois, numa viagem em família ou numa estadia de trabalho.

Um dos pontos de destaque é o Altus Wellness SPA, um refúgio de relaxamento com piscina interior, sauna, banho turco, banheira de gelo e salas de tratamento com acesso direto ao jardim exterior. A proposta de bem-estar estende-se também ao ginásio, disponível 24 horas por dia, e à piscina exterior, perfeita para os dias mais quentes.

Na vertente gastronómica, o The Lince Braga aposta num restaurante de cozinha reconfortante e num Wine Bar com espírito descontraído, onde se servem tapas variadas, pizzas feitas em forno a lenha e uma seleção cuidada de vinhos. A isto juntam-se duas salas de eventos com capacidade para cerca de 120 pessoas, ideais para reuniões corporativas ou celebrações privadas.

Com uma localização privilegiada – a 10 minutos do centro histórico de Braga, a 5 minutos do Bom Jesus do Monte e a cerca de 40 minutos do Aeroporto Francisco Sá Carneiro -, o The Lince Braga Hotel assume-se como um destino de eleição no Norte do país.

Com esta abertura, o The Lince Braga Hotel junta-se ao portefólio do grupo The Lince Hotels, que já inclui unidades como o The Lince Santa Clara Historic Hotel, em Vila do Conde, o The Lince Azores e o The Lince Nordeste, ambos nos Açores, e o The Lince Évora, reforçando a presença da marca em diferentes regiões do país.

Tivoli Estela Golf & Lodges. Já abriu na Póvoa de Varzim o novo refúgio de luxo entre mar e pinhal na costa norte

O Tivoli Estela Golf & Lodges abriu na Póvoa de Varzim com 80 lodges em madeira, duas piscinas, centro de bem-estar e atividades ao ar livre.

Abriu na Póvoa de Varzim o Tivoli Estela Golf & Lodges, uma nova unidade hoteleira integrada no portefólio da Tivoli Hotels & Resorts. Localizado junto ao Estela Golf Club, um dos campos mais reconhecidos do país, o empreendimento conta com 80 lodges em madeira e aposta num modelo de alojamento voltado para a proximidade com a natureza e a prática de atividades ao ar livre.

As tipologias disponíveis variam entre unidades com áreas integradas e outras com espaços separados, incluindo opções destinadas a famílias até cinco pessoas. Todos os lodges dispõem de terraço exterior, mobiliado, e seguem uma linha de decoração em tons neutros, inspirada na paisagem envolvente.

A infraestrutura inclui duas piscinas – uma exterior, aquecida, e outra interior, de acesso exclusivo a adultos – inserida num centro de bem-estar com banho turco, sauna, ginásio e três salas de tratamento. Entre as terapias disponíveis destaca-se a massagem Abhyanga a quatro mãos, de inspiração oriental.

O hotel disponibiliza ainda três espaços de restauração: o restaurante Green’s, com serviço de buffet e à la carte; o bar Dunas, com serviço contínuo de petiscos e vinhos; e o Pool Bar, com refeições ligeiras junto à piscina.

Para além do golfe, os hóspedes têm acesso a dois campos de padel, bicicletas e uma programação de atividades que inclui aulas de surf, kitesurf, passeios a cavalo, ioga e workshops, mediante marcação. Existe ainda uma sala para eventos com 125 m2, equipada com luz natural e tecnologia audiovisual, com capacidade para cerca de 60 pessoas.

O Tivoli Estela Golf & Lodges é a segunda unidade da marca na região do Porto, após a abertura do Tivoli Kopke Porto Gaia Hotel, e a nona em território nacional.

Lisboa aprova investimento superior a 32 milhões de euros para reabilitação de três bairros municipais

Vila Dias, Bairro Padre Cruz e Bairro Horizonte com obras aprovadas pela Câmara de Lisboa.

A Câmara Municipal de Lisboa aprovou três intervenções de grande escala em bairros municipais: Vila Dias, no Beato; Bairro Padre Cruz, em Carnide; e Bairro Horizonte, na Penha de França. O investimento total ultrapassa os 32,5 milhões de euros.

Na Vila Dias, inserida no programa municipal Pátios e Vilas, está prevista uma reabilitação profunda dos edifícios originais, construídos há mais de um século para alojar operários das antigas fábricas de Xabregas. Além da recuperação do edificado existente, será construído um novo bloco com 72 habitações. A intervenção inclui ainda a renovação da rede viária, das infraestruturas urbanas e dos espaços públicos envolventes. A obra, financiada parcialmente pelo programa nacional 1.º Direito, tem um custo estimado de 13,46 milhões de euros e um prazo de execução de 720 dias.

No Bairro Padre Cruz, foi aprovada a requalificação dos lotes 5 a 10, que prevê a construção de novas habitações, bem como a renovação das infraestruturas prediais e do espaço urbano circundante. Esta empreitada, com um valor base de 16,11 milhões de euros, deverá prolongar-se por dois anos. A intervenção permitirá concluir o processo de realojamento no bairro, com a entrega de 98 novos fogos destinados a arrendamento acessível, no âmbito dos programas de habitação atualmente em vigor na cidade.

Na Penha de França, será levada a cabo uma obra pública de urbanização no Bairro Horizonte, numa área com cerca de 17.000 m2. A proposta, aprovada na reunião do executivo camarário de 16 de julho, tem como objetivo a melhoria funcional e formal do espaço urbano. A intervenção contempla a reformulação dos arruamentos, passeios, zonas de recreio e áreas de estadia, de forma a torná-los mais acessíveis, inclusivos e seguros. Com um valor base de 2,99 milhões de euros e um prazo de execução de 540 dias, a obra inclui também a reorganização da circulação viária e do estacionamento, bem como a implementação de percursos pedonais contínuos e sem barreiras arquitetónicas.

Gleba Cascais estreia um novo menu exclusivo

A Gleba Cascais apresenta um menu exclusivo para o verão, com ingredientes locais, sugestões leves e parcerias com produtores artesanais.

Na Gleba Cascais, há novidades à mesa com a chegada de um novo menu que aposta numa abordagem simples, mas cuidadosamente pensada, onde cada ingrediente é escolhido com rigor. A proposta é clara: frescura, autenticidade e sabor, com pratos ideais para os dias mais quentes, seja numa pausa breve a caminho da praia ou num encontro prolongado entre amigos.

A nova carta da marca distingue-se pela diversidade e leveza, sem abdicar de substância. Uma das sugestões em destaque é a Sanduíche BBQ, disponível com pulled pork ou brisket, preparada com carne da Kau Barbecue, reconhecida pelo domínio das técnicas do barbecue texano em Lisboa. A esta juntam-se propostas como a Sanduíche de salmão marinado, proveniente da Hardy, e a Tosta de ricotta e morango, onde o creme de requeijão da Queijaria Simões assume o papel principal.

Entre as opções pensadas para os dias soalheiros, destacam-se também a Salada César, com croutons preparados com o pão da casa, e a Sopa fria de tomate à italiana, servida com stracciatella artesanal da Il Bocconcino. A secção de bebidas acompanha o tom fresco do menu, com sugestões como o Cold brew de perfil frutado da Roast Berry, o Iced latte, o Iced matcha latte feito com matcha cerimonial da Companhia Portugueza do Chá, e o Chá gelado de manga e chá verde, preparado na própria casa.

Monville: novo projeto habitacional traz 75 apartamentos ao coração do Montijo

A Dils assegura a comercialização exclusiva do empreendimento residencial Monville, no centro do Montijo, com 75 apartamentos entre T1 e T4.

A promotora Dils assumiu a comercialização exclusiva do Monville, um novo projeto residencial localizado em pleno centro do Montijo, numa zona em expansão da Margem Sul. Composto por 75 frações, este empreendimento distribui-se por dois edifícios unidos por uma alameda ajardinada, concebida para reforçar a vivência entre privacidade e convívio, num ambiente marcado pela tranquilidade e por uma abordagem arquitetónica contemporânea.

Os apartamentos, com tipologias entre T1 e T4, foram desenhados a pensar numa integração harmoniosa entre conforto e funcionalidade. O projecto reflete a estratégia da Dils em promover soluções habitacionais que respondam à crescente procura por qualidade de vida nos arredores da capital, mantendo a proximidade a Lisboa através de acessos rodoviários eficientes.

De acordo com Patrícia Barão, responsável pela área residencial da Dils em Portugal, o Monville insere-se num território com forte dinamismo habitacional e revela-se uma proposta atrativa tanto para famílias como para investidores. Segundo refere, a maioria das unidades de menor tipologia já se encontra reservada, confirmando a recetividade do mercado ao conceito e localização do empreendimento.

A arquitetura privilegia a luminosidade e a continuidade visual entre espaços interiores e exteriores. As amplas varandas, os jardins que envolvem os edifícios e o estacionamento privativo são elementos centrais do projeto, pensados para proporcionar bem-estar diário aos futuros residentes. As áreas sociais dos apartamentos – nomeadamente as salas e as cozinhas – foram dimensionadas com generosidade, assumindo-se como pontos centrais na vivência doméstica. Nos últimos pisos, os duplex destacam-se pela amplitude, pelas vistas abertas e pela presença de espaços exteriores exclusivos.

A envolvente imediata do Monville é caracterizada pela presença de escolas, supermercados, zonas verdes e serviços de proximidade. O centro do Montijo fica a escassos minutos, oferecendo uma rede consolidada de comércio e restauração. A ligação à A33 e a outras vias estruturantes da Margem Sul garante ainda uma mobilidade eficaz para quem trabalha ou circula entre margens, reforçando o valor estratégico da localização.

Action já tem uma loja em Marco de Canaveses

E ainda este mês, a Action chega a mais duas localidades: Ponte de Lima e Felgueiras. Está também na calha uma abertura em Santarém.

Dito e feito. Tal como prometido, a Action, discount store de produtos não alimentares, abriu hoje, dia 17 de julho, a sua mais recente loja, desta vez em Marco de Canaveses, na Rua Dr. F. Sá Carneiro, N.º 709.

A chegada da empresa a Marco de Canaveses, com uma loja com 949 m2 e que emprega 23 trabalhadores, surge numa altura em que a cadeia, conhecida pelo formato de desconto em produtos não alimentares, responde à procura crescente no mercado português. Esta nova localização permitirá que os consumidores locais tenham acesso a uma oferta de cerca de 6.000 artigos distribuídos por 14 categorias, que incluem brinquedos, produtos para o lar, jardinagem, bricolage e alimentação. A empresa destaca a renovação semanal do catálogo, com cerca de 150 novos produtos, mantendo o preço médio abaixo dos 2€.

Sofia Mendoça, diretora-geral da Action em Portugal, salienta a rápida expansão no país, apenas um ano após a chegada da marca, e o papel das equipas e parceiros no crescimento alcançado. A empresa tem investido na melhoria da qualidade dos produtos e em medidas ambientais, incluindo a redução da pegada carbónica das operações, a eliminação do gás nas lojas e a utilização de iluminação LED. A Action também exige critérios rigorosos aos seus fornecedores, promovendo a sustentabilidade nas matérias-primas, como algodão certificado Better Cotton, madeira proveniente de florestas certificadas FSC ou PEFC, e cacau certificado Fairtrade desde 2022.

De resto, e já na próxima semana, a 24 de julho, a Action abre a sua loja em Ponte de Lima, que deveria ter inaugurado em junho. No final de mês, é a vez da loja em Felgueiras começar a funcionar.

Para breve, mas ainda sem data de inauguração prevista, sabe-se também que a Action irá abrir a sua primeira loja na cidade de Santarém.

Terminal Rodoferroviário do Lousado com investimento de 11 milhões avança em Famalicão

Infraestruturas de Portugal confirma avanço do Terminal do Lousado, com 11 milhões de euros investidos numa infraestrutura estratégica no Norte do país.

Foi esta semana formalizada, na Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão, a adenda ao protocolo celebrado em 2019 para a construção do Terminal Rodoferroviário do Lousado. O acordo, assinado entre a Infraestruturas de Portugal (IP), a Idelidade e a MEDWAY, confirma a concretização de um projeto logístico estratégico para o Norte do país, envolvendo um investimento conjunto que inclui 11 milhões de euros de origem pública.

O novo terminal, localizado em Vila Nova de Famalicão, foi concebido para responder ao aumento da procura na movimentação de contentores, com impacto direto na competitividade da cadeia logística nacional. Com uma área total de 32.000 m2, a infraestrutura contará com duas linhas de carga de 750 metros e duas linhas adicionais para recepção e expedição de mercadorias. Estima-se que atinja uma capacidade de operação superior a 500.000 movimentos anuais na fase de cruzeiro, além de permitir o estacionamento de até 11.000 unidades equivalentes a vinte pés (TEU).

Nos termos da adenda agora assinada, a Infraestruturas de Portugal ficará responsável por diversas intervenções na área de implantação do terminal, incluindo a construção da plataforma ferroviária na Linha de Recepção/Expedição, bem como os sistemas de drenagem e as vedações. Estão igualmente previstas obras de prolongamento e demolição de passagens inferiores rodoviárias, além da instalação da superestrutura ferroviária, catenária e equipamentos de sinalização e telecomunicações necessários à integração do terminal na Linha do Minho.

Há uma nova loja dos Pastéis de Belém em Lisboa (e o espaço original vai ser remodelado)

A nova loja dos Pastéis de Belém, assinada por Gracinha Viterbo, combina respeito pelo legado histórico com uma estética contemporânea.

Um dos espaços mais emblemáticos da capital portuguesa, conhecido pela sua ligação a uma das especialidades gastronómicas mais icónicas do país, ganha agora um novo espaço. Junto à loja original, fundada em 1837, foi criado um novo ponto de venda dos Pastéis de Belém, resultado de uma intervenção arquitetónica e estética liderada pelo atelier Viterbo Interior Design, sob a direção criativa de Gracinha Viterbo.

O projeto partiu de um pressuposto claro: preservar o carácter histórico e identitário do local, introduzindo simultaneamente uma abordagem contemporânea. A intervenção procurou um equilíbrio entre o respeito pelo legado cultural dos Pastéis de Belém e a necessidade de renovar a experiência do visitante num espaço com afluência constante, tanto de residentes como de turistas.

Pastéis de Belém
Foto: Francisco Dias

Materiais naturais, elementos inspirados na azulejaria tradicional portuguesa e uma paleta cromática centrada nos tons de azul e branco foram algumas das escolhas visuais que orientaram o novo conceito. A atenção ao detalhe, a aposta em soluções artesanais e a adaptação à funcionalidade do quotidiano definem esta proposta, que se quis simultaneamente acolhedora e sofisticada.

Gracinha Viterbo destaca a complexidade do desafio: reinterpretar um símbolo com forte carga simbólica nacional, sem comprometer a sua autenticidade. A arquiteta sublinha a responsabilidade de intervir num espaço tão enraizado no imaginário coletivo português, procurando, no entanto, atribuir-lhe uma linguagem visual alinhada com os tempos atuais.

Loja original dos Pastéis de Belém vai ser remodelada

A próxima etapa do projeto encontra-se já delineada. Está prevista para 2026 a intervenção na loja principal, o espaço original que se mantém em funcionamento há quase dois séculos. Esta fase será desenvolvida com especial atenção à preservação da arquitetura existente, sendo implementadas melhorias que não comprometam a identidade do local.

Segundo a equipa responsável, a obra será conduzida de forma faseada, garantindo a continuidade do funcionamento durante todo o processo de remodelação. O objetivo é assegurar que a transformação respeite o valor histórico da loja principal, ao mesmo tempo que introduz uma leitura contemporânea capaz de responder às expectativas de diferentes gerações de visitantes.

Fotos: Francisco Dias

InPost elimina uso de etiquetas nos cacifos

InPost retira por completo o uso de etiquetas em envios e devoluções, apostando num sistema 100% digital nos Lockers e Pontos Pack em Portugal e Espanha.

A InPost implementou uma nova funcionalidade que elimina por completo a necessidade de etiquetas nos seus cacifos automáticos e pontos de recolha, tornando-se o primeiro operador logístico na Península Ibérica a adotar uma solução inteiramente digital. A medida insere-se numa estratégia de modernização dos serviços e de redução do impacto ambiental, com o objetivo de simplificar o processo de envio e devolução de encomendas.

Os Lockers da InPost, instalados em locais de elevada afluência como supermercados, estações de serviço, redes de transporte público ou centros comerciais, passam a funcionar com um sistema de leitura digital. Para utilizá-los, basta apresentar um código QR no ecrã do telemóvel, dispensando a impressão de etiquetas em papel. Este mesmo processo já se encontra ativo na rede Ponto Pack, dedicada à entrega e devolução fora do domicílio.

A rastreabilidade mantém-se garantida. Os parceiros comerciais da InPost continuam a receber toda a informação necessária para acompanhar e gerir os processos de devolução em todas as fases, sem comprometer o controlo logístico.

Xbox arranca com descontos de verão na Ultimate Game Sale, até 1 de agosto

A campanha Ultimate Game Sale já começou com descontos até 90% em grandes jogos como Elden Ring, Alan Wake 2 e Cyberpunk 2077.

A Microsoft deu início à edição de 2025 dos Xbox Summer Sale, também conhecidos como Ultimate Game Sale, que já estão disponíveis na Microsoft Store com mais de mil jogos em promoção. A campanha inclui grandes lançamentos recentes, coleções completas e versões Deluxe com descontos que vão até aos 90%. As ofertas estarão em vigor até ao final do dia 1 de agosto.

Entre os destaques desta promoção, encontramos Alan Wake 2, com um corte de 60%, Cyberpunk 2077 com 65%, e o recente Dragon Age: The Veilguard, que recebe já um desconto de 55%. Títulos como Final Fantasy XVI, Avowed e Like a Dragon: Infinite Wealth também marcam presença na lista com reduções entre os 30% e os 60%. Quem procura experiências narrativas completas pode aproveitar os 85% de desconto na Batman: Arkham Collection, assim como os 90% aplicados à Mass Effect Legendary Edition. Também The Witcher 3: Wild Hunt – Complete Edition está com 80% de desconto, tornando-se uma das opções mais acessíveis da lista. Jogos como Star Wars Outlaws, Assassin’s Creed Shadows, Resident Evil 4 Gold Edition, Sonic X Shadow Generations Deluxe e Skull and Bones integram igualmente a campanha com descontos entre os 25% e os 80%, abrangendo assim diferentes géneros para diferentes perfis de jogadores.

Todas as ofertas estão disponíveis na secção “Deals” da Microsoft Store, diretamente na consola Xbox ou através do site oficial, onde é possível consultar a lista completa e explorar as centenas de opções incluídas.

Sony confirma novamente a ausência da Gamescom 2025

A Sony não estará presente na edição deste ano da Gamescom, cinco anos após a sua última participação no evento.

A presença da PlayStation na maior feira de videojogos anual da Europa, em Colónia, continua fora dos planos da Sony Interactive Entertainment. Em declarações oficiais ao portal alemão Games Wirtschaft, a marca confirmou que não irá expor na Gamescom 2025, mantendo assim a ausência que já se verifica desde 2019.

De acordo com a sucursal alemã da empresa, “a Sony Interactive Entertainment (SIE) não tem, de momento, planos para participar como expositora na Gamescom 2025”, apesar de garantir que tem um forte catálogo de jogos para apresentar e lançar ao longo do ano. A marca não revela qualquer razão específica para esta decisão, algo que se pode revelar um pouco desapontante para a comunidade e fãs que poderiam antecipar por novidade das Playstation, pelo menos durante a Opening Night Live – o evento de apresentação de trailers e atualizações de jogos que dá início ao evento.

Após o lançamento do aclamado Death Stranding 2: On The Beach, Ghost of Yōtei será o próximo lançamento-rainha da PlayStation Studios, que tem data marcada para 2 de outubro. Recentemente, o jogo teve direito a um State of Play que permitiu aos fãs espreitarem as novidades de jogabilidade e mergulharem no novo mundo aberto da Sucker Punch, pelo que não se esperam mais novidades até uma data mais próxima do seu lançamento, que será exclusivo para a PlayStation 5.

Apesar da ausência da marca, não faltarão jogos para a PlayStation durante a Gamescom, mais precisamente, jogos third-party das principais editoras, como a Electronic Arts, Ubisoft, Capcom e Bandai Namco, assim como outras independentes.

A Gamescom 2025 realiza-se entre os dias 20 a 24 de agosto, com organização a prometer a maior edição de sempre. A lista de participantes inclui também o grupo Microsoft Xbox com a Bethesda, Blizzard e Activision, assim como a Nintendo, que levará a Nintendo Switch 2 e os seus novos jogos.

Os interessados em visitar a Gamescom 2025, poderão adquirir os seus bilhetes através da página oficial do evento.

YouTuber dedicado a jogos retro pode enfrentar pena de prisão por analisar as populares consolas de emulação

Criador italiano Once Were Nerd foi alvo de buscas e viu mais de 30 consolas apreendidas por suspeita de promoção de pirataria

A justiça italiana abriu uma investigação contra o canal Once Were Nerd, que se dedica a temas ligados a jogos retro, alegando promoção de materiais protegidos por direitos de autor. De acordo com o portal Android Authority, o caso teve início com análises feitas a consolas portáteis da marca ANBERNIC, algumas das quais são vendidas com cartões de memória que contêm milhares de jogos já pré instalados – as chamadas ROMs -, cuja sua distribuição e origem são questionáveis e geralmente classificadas como ilegais.

A situação escalou quando, no passado dia 15 de abril, elementos da Guardia di Finanza — autoridade alfandegária italiana — deram início a um mandado de busca na casa e no escritório do criador de conteúdos. No total, foram apreendidos mais de 30 dispositivos, incluindo consolas das marcas ANBERNIC, Powkiddy e TrimUI, para além do telemóvel pessoal do YouTuber, que só foi devolvido dois meses depois.

Embora o conteúdo do canal se limite a análises técnicas e não inclua habituais links patrocinados nem promoções diretas, as autoridades italianas alegam que a simples demonstração pública destes dispositivos poderá configurar infração do artigo “171-ter” da lei de direitos de autor italiana — uma legislação de 1941 que prevê até três anos de prisão e multas que podem ultrapassar os 15 mil euros. Neste momento, o criador de conteúdos ainda não conhece a totalidade das acusações, nem sabe ao certo se foram apresentadas por empresas como a Nintendo ou a Sony, cujos jogos são mencionados na queixa, ou se partem diretamente das autoridades alfandegárias. De acordo com a lei italiana, estas informações só são reveladas após a conclusão da investigação preliminar.

Este caso levanta preocupação entre criadores de conteúdo dedicados à emulação ou jogos retro, especialmente em países com legislação pouco adaptada ao contexto digital atual. Uma das opções para a resolução desta situação poderá passar pelo encerramento do canal do criador, mesmo antes de qualquer decisão judicial, algo que irá comprometer uma carreira e um trabalho acumulado ao longo de vários anos. O desfecho desta situação poderá também tornar-se num caso de referência para a forma como as autoridades locais lidam com conteúdos relacionados com emulação de jogos. No caso de Once Were Nerd, o criador, por enquanto, alega que não cometeu qualquer ilegalidade.