O impacto económico e ambiental da reparação de telemóveis

A reparação de telemóveis e outros dispositivos eletrónicos tem vindo a assumir uma importância crescente, tanto do ponto de vista económico como ambiental. Numa sociedade onde os smartphones, tablets e computadores portáteis são indispensáveis, qualquer problema técnico pode causar transtornos consideráveis. Muitas vezes, a solução imediata passa pela compra de um aparelho novo, mas a reparação surge como uma alternativa sustentável e mais económica.

Prolongar a vida útil de um telemóvel, por exemplo através da reparação do ecrã partido ou da substituição da bateria, evita a produção excessiva de lixo eletrónico. É comum encontrar serviços para reparar o ecrã do iPhone, ou mesmo a reparação do vidro de smartphones Samsung e Xiaomi, que são algumas das intervenções mais procuradas. A iServices destaca-se como uma referência neste mercado, oferecendo diagnóstico gratuito e reparações rápidas, com garantia e preços claros, como acontece na reparação do ecrã de telemóveis, uma questão que muitos clientes colocam, sobretudo sobre o preço.

Mas o universo da reparação vai muito além dos telemóveis. A iServices também cobre a reparação de computadores, incluindo a reparação de MacBook, onde se destacam intervenções como reparar a bateria do Mac, o trackpad ou até o carregador do portátil Apple. Da mesma forma, realizam serviços para reparar tablets, desde a reparação de iPad até a reparação do ecrã de um tablet Samsung, incluindo o reparo do vidro partido ou do touch screen.

Saber como reparar a bateria de um dispositivo, seja ele um telemóvel, um portátil ou um tablet, é essencial para manter o desempenho ideal e evitar falhas inesperadas. A bateria é um componente sensível, e a substituição por técnicos especializados é a melhor forma de garantir segurança e eficiência.

Quando o ecrã de um telemóvel se parte, muitas pessoas procuram respostas para como reparar um ecrã partido. A iServices disponibiliza serviços para reparar o ecrã de tablet Samsung, o vidro do iPhone ou mesmo a reparação de vidro de smartphones de várias marcas. Este tipo de reparação é feito com peças de qualidade, assegurando que o equipamento fica num estado próximo do original.

Além da reparação do ecrã e da bateria, a iServices presta assistência técnica para outros problemas comuns, como o mau funcionamento de botões, falhas no carregador ou avarias no sistema de som. A oferta inclui ainda reparação de sensores, antenas Wi-Fi e Bluetooth, e outros componentes que afetam o desempenho do equipamento.

Para quem procura uma loja de reparação de telemóveis com serviços completos, a iServices apresenta-se como uma escolha consolidada, reconhecida pela qualidade do serviço e pela rapidez na resolução dos problemas. A possibilidade de efetuar um diagnóstico gratuito facilita a decisão do cliente e torna a experiência mais transparente.

No contexto atual, a reparação de equipamentos eletrónicos assume um papel essencial não só pela poupança económica que representa, mas também pela redução do impacto ambiental. A manutenção e o reparo de telemóveis, tablets, computadores e outros dispositivos ajudam a minimizar o volume de resíduos tecnológicos e promovem uma utilização mais consciente e prolongada dos aparelhos.

David Gilmour – Live at the Circus Maximus, Rome chega aos cinemas portugueses em setembro

Gravado no histórico Circus Maximus, em Roma, Itália, o filme assinala o início da mais recente digressão de David Gilmour.

David Gilmour prepara-se para lançar duas novas edições que assinalam o regresso aos palcos em 2024, após quase uma década de ausência. O filme do concerto Live at the Circus Maximus, Rome será exibido em cinemas de todo o mundo a partir de 17 de setembro, enquanto o álbum ao vivo The Luck and Strange Concerts e a edição física do mesmo concerto chegam às lojas a 17 de outubro, em formatos Blu-ray, DVD, CD e vinil.

Gravado no histórico Circus Maximus, em Roma, Itália, o filme assinala o início da mais recente digressão do ex-Pink Floyd e retrata seis noites consecutivas com lotação esgotada num dos locais mais emblemáticos da capital italiana. O registo foi filmado por Gavin Elder, colaborador habitual de Gilmour, e destaca-se pela envolvência cénica do espaço romano e pela qualidade técnica da produção. Os bilhetes estarão à venda a partir de 6 de agosto.

A digressão Luck and Strange acompanhou o lançamento do quinto álbum a solo de Gilmour, Luck and Strange, editado no primeiro semestre de 2024. Já a versão ao vivo do álbum será lançado em formatos 4LP e 2CD, com temas registados ao longo da digressão. Entre o repertório inclui-se material recente como “Between Two Points”, em dueto com Romany Gilmour, e clássicos dos Pink Floyd como “Sorrow”, “High Hopes”, “Breathe (In the Air)”, “Time”, “Wish You Were Here” e “Comfortably Numb”. A edição super deluxe inclui todos os formatos, bem como um livro de capa dura com 120 páginas de fotografias captadas por Polly Samson ao longo da digressão.

As misturas em áudio foram coproduzidas por David Gilmour e Charlie Andrew, responsável também pela produção do álbum de estúdio. A versão em Blu-ray do concerto inclui misturas em som 5.1 e Atmos, bem como imagens inéditas e conteúdos adicionais.

Whoopie Cookies: o novo lançamento da Bread & Friends promete conquistar os lisboetas mais gulosos

A Bread & Friends apresenta as Whoopie Cookies: bolachas recheadas, artesanais e surpreendentes, já disponíveis em Lisboa.

A Bread & Friends acaba de lançar um novo produto que se destaca no panorama da pastelaria urbana em Lisboa. As Whoopie Cookies são bolachas de grandes dimensões, recheadas e pensadas para surpreender tanto pela textura como pelo sabor, apresentando uma abordagem contemporânea a um conceito de inspiração norte-americana.

Estas bolachas resultam da fusão entre as tradicionais whoopie pies, típicas dos Estados Unidos, e a clássica cookie, reunindo o melhor de dois mundos: uma estrutura húmida no interior, uma crosta ligeiramente caramelizada e um recheio denso e cremoso. A combinação pretende proporcionar uma experiência sensorial completa, desde a primeira dentada até ao último pedaço.

Com sete variantes disponíveis – Pistachio, Nutella, Framboesa, Oreo, Red Velvet, Twix e Kinder Bueno -, a diversidade de sabores abrange desde propostas mais frescas e frutadas a opções claramente indulgentes, com notas intensas de chocolate e frutos secos. A seleção foi pensada para se adaptar a diferentes preferências e momentos do dia, seja para acompanhar um café, partilhar num encontro informal ou simplesmente para quebrar a rotina com algo doce.

Cada unidade é preparada com ingredientes criteriosamente selecionados e um processo de confeção que privilegia o equilíbrio entre textura e intensidade do recheio. O cuidado nos pormenores, desde a massa até ao recheio, reflete o posicionamento da marca, que continua a investir em produtos artesanais com um toque original e urbano.

As Whoopie Cookies estão disponíveis nos espaços Bread & Friends localizados no Marquês de Pombal e no River Deck.

Lidl vai oferecer 284 robôs de cozinha Monsieur Cuisine Smart

Para celebrar 30 anos em Portugal, o Lidl lança um sorteio nacional com oferta de um robô de cozinha Monsieur Cuisine Smart por loja.

O Lidl assinala três décadas de presença em Portugal com o lançamento de um concurso nacional que prevê a oferta de um robô de cozinha Monsieur Cuisine Smart em cada uma das suas lojas. A iniciativa decorre entre 4 e 17 de agosto e integra-se nas comemorações do 30.º aniversário da cadeia de retalho no país.

Durante este período, os clientes terão a oportunidade de participar num sorteio exclusivo através da aplicação Lidl Plus. Por cada 15€ em compras, é gerada uma participação válida que poderá ser submetida diretamente na app, permitindo assim concorrer à atribuição do prémio. Esta ação abrange todas as lojas da insígnia, de norte a sul do território, incluindo as regiões autónomas.

O prémio em causa, o Monsieur Cuisine Smart, é um robô de cozinha multifuncional com capacidade para 3 litros, motor de 1000 W e ecrã tátil a cores com 8 polegadas. Destaca-se pela capacidade de processar até um quilo de farinha e por integrar mais de 600 receitas em português. Está ainda equipado com comando de voz compatível com o Google Assistant e dispõe de temporizador ajustável até 99 minutos.

A experiência do utilizador é reforçada pela aplicação oficial do Monsieur Cuisine, que disponibiliza diversas funcionalidades, como a criação de listas de receitas organizadas por tipo de prato, ocasião ou ingrediente, além da possibilidade de ordenar favoritos e planear refeições semanais ou mensais. Estas opções estão acessíveis tanto na aplicação como no próprio dispositivo e no site oficial, facilitando a gestão diária das tarefas culinárias.

Esta campanha surge como prolongamento de outras iniciativas desenvolvidas pelo Lidl com foco na proximidade com o consumidor, como o Contrato VitaLidl ou o Concurso Casas Lidl. No entanto, e para quem não prefere esperar, pode sempre comprar este robô de cozinha com um desconto de 150€.

TRIBE Hotels estreia-se em Portugal em 2027 com hotel em Gaia

Terá o nome de TRIBE Porto Gaia e ficará localizado na Avenida da República, junto à ponte Dom Luís I.

A marca TRIBE, reconhecida pelo seu foco no design contemporâneo e funcional, está a intensificar a sua expansão europeia com a abertura de novos hotéis em várias cidades do continente. Após a recente entrada na Polónia, onde inaugurou o seu primeiro hotel no país, a marca já conta com novas localizações operacionais na Hungria e em França, e prepara-se para se estrear em mercados como a Eslovénia e Portugal, além de continuar a crescer em território francês e alemão.

A TRIBE tem vindo a consolidar a sua identidade enquanto marca que privilegia a estética urbana e a praticidade, dirigindo-se a um público que valoriza ambientes bem concebidos, mas livres de excessos. Entre os projetos em curso, destaca-se o TRIBE Porto Gaia, que marcará a primeira incursão da marca em território nacional. Com inauguração prevista para 2027, o hotel será implantado na Avenida da República, junto à Ponte Dom Luís I, em Vila Nova de Gaia, e contará com um total de 125 quartos.

O hotel em Gaia terá como elemento central o conceito “Social Hub”, concebido para oferecer áreas comuns multifuncionais, adaptadas ao convívio, trabalho ou refeições informais. Além do restaurante de pequeno-almoço, o espaço integrará um bar com serviço de café de qualidade e cocktails de autor, bem como uma zona Grab & Go de acesso permanente. A cobertura do edifício, com vista sobre o rio Douro e as caves de vinho da região, será outro dos pontos de destaque.

A presença da TRIBE na Europa insere-se numa estratégia mais ampla que prevê o lançamento de mais de 35 unidades em diversas localizações internacionais. Desde a sua fundação na Austrália, em 2017, a marca tem vindo a reforçar o seu posicionamento no segmento médio do turismo urbano, operando atualmente em mais de dez países, com um total de 20 hotéis em funcionamento.

Os hóspedes da TRIBE beneficiam ainda do programa ALL Accor, que agrega serviços, benefícios e experiências, potenciando a fidelização e a continuidade da ligação com a marca, antes, durante e após cada estadia. Esta integração na rede Accor tem permitido à TRIBE ganhar tração em mercados estratégicos e consolidar o seu modelo de hospitalidade em novos contextos culturais e geográficos.

Google vai assinar o AI Act, o código europeu de boas práticas

A Google vai oficialmente aderir ao AI Act, mas alerta para riscos à inovação e competitividade no espaço europeu.

A Google confirmou que vai assinar o Código de Conduta Europeu sobre Inteligência Artificial, um compromisso voluntário incluído no quadro legal do AI Act, a nova legislação da União Europeia dedicada à regulação da tecnologia. A empresa passa assim a integrar o grupo de tecnológicas com peso no sector que procuram garantir o desenvolvimento e utilização de ferramentas de inteligência artificial seguras, acessíveis e fiáveis no espaço europeu.

“Vamos assinar o Código de Boas Práticas da União Europeia para modelos de IA de propósito geral”, lê-se no comunicado publicado pela empresa. “Fazemo-lo com a esperança de que este Código, na sua aplicação, promova o acesso de cidadãos e empresas europeias a ferramentas de IA seguras e de alta qualidade, à medida que se tornem disponíveis. A implementação rápida e generalizada é importante. A Europa pode beneficiar significativamente, com um potencial de crescimento económico anual de 8% (1,4 biliões de euros) até 2034.”

Apesar de reconhecer melhorias na versão final do código, a Google mostra-se cautelosa quanto ao enquadramento legal europeu. “A versão final do Código aproxima-se mais de apoiar os objetivos europeus de inovação e crescimento económico do que o texto inicial — e agradecemos a oportunidade que nos foi dada para enviar comentários — mas continuamos preocupados com o risco de a Lei da IA e o Código abrandarem o desenvolvimento e a aplicação da IA na Europa.”

A empresa aponta ainda situações específicas que, no seu entender, podem prejudicar a competitividade europeia. “Desvios à legislação europeia sobre direitos de autor, atrasos nos processos de aprovação ou exigências que exponham segredos comerciais podem travar o desenvolvimento de modelos europeus e prejudicar a sua implementação, com impacto na competitividade do continente.”

O AI Act entra oficialmente em vigor a 2 de agosto de 2025, com um período de transição até 2027 para modelos de IA já no mercado. Até ao momento, a Meta continua a ser a única empresa tecnológica norte-americana com investimentos significativos em inteligência artificial que recusou assinar o Código de Conduta. A adesão da Google, ainda que acompanhada de reservas, reflete o equilíbrio delicado que a União Europeia procura entre a promoção da inovação e a proteção dos direitos e valores fundamentais. O verdadeiro desafio poderá residir na forma como estas regras serão aplicadas na prática ao longo dos próximos anos.

Hell is Us apresenta-se num novo vídeo dedicado às masmorras com detalhes de jogabilidade

O novo vídeo é novamente comentado pelo diretor criativo de Hell is Us, e foca-se no papel das masmorras na estrutura narrativa e na abordagem à exploração

A Rogue Factor lançou um novo vídeo de jogabilidade de Hell is Us, focado na exploração das masmorras que integram o mundo do jogo. Ao longo de cerca de sete minutos, podemos ouvir os comentários de Jonathan Jacques-Belletête, diretor criativo e artístico, que explica em grande detalhe a importância destas áreas, como se inserem na estrutura narrativa e impactam a exploração.

Como já foi revelando anteriormente, Hell is Us decorre em Hadea, um país fictício isolado, marcado por uma guerra civil prolongada. Entre os locais a explorar encontram-se antigas masmorras esquecidas, associadas a fenómenos paranormais que ocorrem na região. De acordo com o estúdio, estas estruturas fazem parte do progresso da campanha e servem como pontos de contacto com a história do território.

Cada masmorra apresenta desafios distintos e combina exploração com combate. O jogo exige que os jogadores interpretem o ambiente, usem a lógica para ultrapassar obstáculos e enfrentem criaturas hostis, culminando num confronto final que introduz novos elementos narrativos. As masmorras foram concebidas para funcionar de forma autónoma, com identidade própria e sem ajuda externa, inseridas numa filosofia de design descrita por Jacques-Belletête como “player-plattering”.

Através deste conceito, queremos que os jogadores redescubram o prazer de explorar por conta própria, sem serem guiados”, explica o diretor. “Dentro dos limites profundos e misteriosos de cada masmorra, os jogadores devem prestar atenção ao ambiente para se orientarem e descobrirem como superar os muitos obstáculos que enfrentam.”

Hell is Us é um jogo na terceira pessoa com foco no combate corpo a corpo, exploração e interpretação livre do espaço. O jogador controla, Rémi que atravessa Hadea em busca de respostas sobre o seu passado, enfrentando entidades inspiradas em monumentos e lápides.

Hell is US tem lançamento previsto para 4 de setembro na PlayStation 5, Xbox Series X|S e PC, através da Steam e da Epic Games Store.

easyJet lança rota direta entre Faro e Newcastle em 2026

A partir de março de 2026, a easyJet vai operar três voos semanais entre Faro e Newcastle, reforçando a sua rede aérea entre Portugal e o Reino Unido.

A companhia aérea easyJet anunciou uma nova ligação entre Faro e Newcastle, com início previsto para o final de março de 2026. A nova rota direta entre o sul de Portugal e o nordeste de Inglaterra fará parte da programação do próximo ano da empresa.

A operação terá precisamente início a 29 de março e contará com três voos semanais, a realizar às terças-feiras, quintas-feiras e domingos. Os bilhetes já se encontram disponíveis através do site oficial da companhia.

Com esta nova ligação, a easyJet reforça a sua presença no mercado nacional e aprofunda as ligações aéreas com o Reino Unido, um dos principais destinos para passageiros a partir de Portugal. A rota Faro–Newcastle surge como mais uma opção para quem viaja entre os dois países, seja em contexto turístico ou profissional.

Razer Joro – Review: Extremamente fino, extremamente portátil

O Razer Joro é um novo teclado sem fios que combina um design portátil minimalista e elegante perfeito para levar para qualquer lado.

Quando recebo um dispositivo ou periférico para experimentar, como qualquer pessoa, dou uma imediata atenção ao seu design. E se há coisa que aprecio bastante é quando estes equipamentos se destacam pela simplicidade e elegância. Durante os últimos anos, felizmente, marcas de periféricos para computadores, na sua maioria orientadas para jogadores e criadores de conteúdos, têm revelado uma crescente maturidade, não só evoluindo iterativamente com tecnologias que respondem às necessidades e exigências dos consumidores, como também têm apostado em materiais mais duradouros, ecoconscientes e com designs realmente apelativos. Quebrando aquela barreira que os separava de “brinquedos”, tornando-se equipamentos para todo o tipo de utilizadores, sejam jogadores, criadores de conteúdo, profissionais ou casuais.

Começo com este prefácio porque o Razer Joro, um novo teclado sem fios da Razer, deixou-me completamente encantado com a sua aparência assim que o tirei da caixa, primando por uma simplicidade tão grande que se torna quase difícil de descrever. É apenas um teclado, sem grandes extras visuais, minimalista, sóbrio, discreto e extremamente fino. Tudo qualidades que não só definem a sua forma, mas também a sua essência e utilização.

Concetualmente, o Razer Joro aproxima-se daquilo que eu gostava que qualquer teclado fosse. Simples, discreto e sem fios. É claro que essa receita não é realisticamente tangível sem algumas concessões, entre elas monetárias e, obviamente, tecnológicas. O Razer Joro não é, por exemplo, um teclado mecânico ou ótico. Não é um teclado de formato completo. Não recorre a tecnologias sem fios de latência nula. No fundo, não responde às necessidades encontradas para preencher numa “battlestation”. Mas não são estas faltas que o detraem de não responder à sua finalidade.

O Razer Joro não é apenas um teclado sem fios. É um teclado portátil. Para ser levado numa mochila e ligado a uma miríade de dispositivos. Numa era em que as televisões podem ser controladas com teclados, os tablets assumem funções semelhantes às de um computador portátil e assistirmos a uma nova geração de computadores para jogos como a Steam Deck e as ROG Ally, esta solução da Razer chega na altura certa e também com o formato certo para ser usada com estes equipamentos.

Construído com recurso a materiais como alumínio, especialmente na parte frontal, o Razer Joro é tão fino e pequeno como leve, pesando pouco mais de 370gr. Em dimensões, tem cerca de 30 cm de largura, 11 cm de altura e uma impressionante espessura de cerca de 1,6 cm se considerarmos apenas a altura dos pés e dos botões na parte mais espessa. Já o corpo em si varia entre os 1,3 cm e os 0,8 cm, na parte mais fina. Apesar de leve, fino e de pequenas dimensões, é um teclado robusto, que pouco ou nada chocalha ao ser abanado e que transmite uma sensação premium bastante satisfatória.

Se tiver que apontar já um detalhe menos positivo, tem apenas a ver com a disponibilidade de layouts, que na Europa é vendido apenas com layout em francês ou em inglês norte-americano, que foi o modelo que recebi para teste. Este teclado conta, assim, com uma distribuição de algumas teclas pouco habituais, com destaque para a ausência de símbolos como “ç”. Nada de grave, apenas a considerar no ato de escolha.

Trata-se de um teclado de baixo perfil, com uma disposição de teclas e formato semelhante ao que encontramos já embutido em computadores portáteis, mais especificamente em ultraportáteis, dado que adota o formato de 75%, o que significa a ausência de um teclado numérico lateral e a condensação de teclas com várias ações, mantendo, no entanto, uma linha completa de teclas de função F e as setas direcionais no canto inferior direito. Sendo compatível com sistemas Windows e Mac, o teclado incorpora teclas com funções para o Start Menu do Windows, o Cmd para ambiente Mac, e também uma tecla dedicada ao Copilot, que pode ser personalizada para outras ações e agentes inteligentes que se tornam cada vez mais presentes nos nossos dispositivos. E, dada a sua natureza, a maioria dos comandos, nomeadamente de ações Fn e multimédia, requerem combinações extra, o normal neste tipo de formatos.

Familiar para quem está habituado a usar computadores portáteis será também a sua utilização ao escrever ou a controlar jogos e aplicações, com uma deslocação entre teclas relativamente curta e distâncias de atuação também elas reduzidas, devido ao extremamente baixo perfil de cada tecla. A sensação ao clique é satisfatória, com uma resposta tátil de clique audível, mas simultaneamente suave, resultado da natureza elástica de cada botão, semelhante ao que encontramos em teclados de membranas, mas concentrado individualmente em cada tecla. Como seria de esperar de um teclado da Razer, contamos com iluminação LED individual, com recurso ao Razer Chroma RGB, que pode ser personalizada com software da marca.

E por falar em software, o Razer Joro não necessita de nada para ser usado, ou seja, o software da Razer é opcional. Pode ser usado com fios, via USB-C, que também serve para carregar, mas é no Bluetooth 5.0 que o Razer Joro explora o seu potencial portátil e plug-and-play simplista com qualquer dispositivo compatível. Seria interessante encontrar outra solução wireless por rádio-frequência, como é comum noutros dispositivos, mas para o que propõe funciona extraordinariamente bem.

Não é um teclado necessariamente para jogos e, para quem quiser uma solução de secretária para o seu setup, poderá não ser o indicado. Ainda assim, a Razer atribuiu-lhe algumas características de destaque nesse âmbito, como funcionalidades anti-ghosting, N-Key Rollover e suporte do Snap Tap, para alterações imediatas de movimentos em jogos mais ativos.

Por fim, convém também mencionar a sua autonomia. A Razer dá-nos uma longevidade de utilização com valores extremamente díspares. Promete mais de 1800 horas em modo económico, ou seja, com a iluminação a 0%, ou apenas 5 horas com o brilho no máximo. Da minha experiência, com o brilho a menos de metade da intensidade, a verdade é que consegui usar o Razer Joro de forma relativamente intensa durante um fim de semana inteiro, sem me pedir a carga, o que considero bastante confortável num cenário mais realista e casual, alinhado com a natureza do teclado.

Apesar de não ser o produto mais avançado da Razer, é definitivamente uma das soluções no segmento de teclados mais interessantes do seu catálogo. Um teclado completamente sem fios, com um design tão atraente como funcional, com concessões conscientes que não detraem da sua experiência. E o seu peso, dimensões e formato tornam-no num companheiro ideal para a nova geração de dispositivos portáteis orientados para jogos.

O Razer Joro está disponível a partir de 129,99€.

reviews 2021 recomendado

Este produto foi cedido para análise pela Razer.

Vodafone desliga rede ADSL em Portugal

Vodafone desligou de vez a rede ADSL em Portugal, encerrando mais de 20 anos de serviço e reforçando a sua aposta em fibra ótica e 5G.

A Vodafone concluiu o processo de transição dos seus últimos clientes ligados por ADSL, assinalando o fim de uma das primeiras formas de acesso à internet de banda larga fixa em Portugal. Este encerramento insere-se numa estratégia mais alargada de modernização da infraestrutura de comunicações, que já tinha passado, recentemente, pelo desligamento da rede 3G.

O encerramento da rede ADSL decorreu ao longo do último ano, abrangendo praticamente todo o território continental. Quando o processo se iniciou, estavam ainda ativos cerca de 10.000 clientes com esta tecnologia, o que representava apenas 1% da base de utilizadores do serviço fixo da operadora, que atualmente soma um milhão. A migração para alternativas mais avançadas, como a fibra ótica (FTTH) ou soluções fixas baseadas em 5G (FWA), foi concretizada antes da desativação dos equipamentos e infraestruturas associados à ADSL, nomeadamente as 179 centrais técnicas que suportavam esse serviço.

Disponibilizado pela primeira vez em 2003 e inicialmente destinado ao setor empresarial, o ADSL representava, à data, um avanço relevante: permitia uma ligação de banda larga, com velocidades elevadas para a época, utilizando as tradicionais linhas de telefone em cobre. Entre 2004 e 2015, foi o principal meio de acesso à internet de banda larga fixa em Portugal. Contudo, o desenvolvimento tecnológico e o surgimento de soluções mais rápidas e fiáveis – como o cabo e, sobretudo, a fibra ótica – foram reduzindo progressivamente a sua utilização.

A partir de 2010, a Vodafone reforçou a aposta na expansão da rede de fibra própria, o que permitiu aumentar a cobertura e oferecer uma qualidade de serviço superior. Atualmente, essa tecnologia já chega a cerca de cinco milhões de habitações e empresas em todo o país.

Já se pode pagar viagens na Carris Metropolitana com cartão contactless

A Carris Metropolitana implementou o sistema Tap&Ride, permitindo pagamentos por cartão bancário contactless a bordo.

A Carris Metropolitana iniciou uma nova fase na digitalização dos seus serviços com a implementação do sistema Tap&Ride em várias das suas linhas. Tal como referido anteriormente, esta funcionalidade permite aos passageiros pagar a tarifa de bordo diretamente com um cartão bancário contactless, físico ou digital, dispensando o uso de dinheiro ou de títulos de transporte adquiridos previamente.

O Tap&Ride está a ser progressivamente implementado nas linhas operadas pela Carris Metropolitana. As primeiras a integrar este sistema foram a 1624, a 2769 (Campo Grande – Santo António dos Cavaleiros) e a 3001 (Cristo Rei – Cacilhas), estando agora também disponível nas linhas 1633 (Ericeira – Portela de Sintra), 2727 (Estação Oriente – Loures) e 3701 (Hospital Particular de Almada – Algés).

O objetivo passa por uma cobertura faseada, com ativações semanais em novas linhas, começando pelas que têm numeração inicial 1, 2 ou 3. As linhas com início em 4 deverão ser integradas numa fase posterior.

Com esta solução, os utilizadores da Carris Metropolitana podem agora validar a viagem simplesmente encostando o cartão ao validador amarelo, seja ele físico ou virtual (através de smartphone ou smartwatch). São aceites cartões contactless emitidos em território nacional ou internacional.

Entregas fora de casa aumentaram mais de 60% na rede Collectt na Península Ibérica

Entregas Out-of-Home na rede Collectt aumentaram 64% num ano em Portugal e Espanha, com mais de 900 marcas a aderir a esta solução logística.

O número de encomendas entregues através da rede Collectt, marca dos CTT presente em Portugal e Espanha, registou um crescimento significativo de 64% no primeiro semestre de 2025, face ao período homólogo de 2024. Em Portugal, o aumento foi ainda mais acentuado, atingindo os 84%, enquanto em Espanha o crescimento se fixou nos 48%.

Este aumento acompanha a expansão do comércio electrónico, que cresceu cerca de 11% na Península Ibérica em 2024, de acordo com o CTT e-Commerce Report. Para além disso, verifica-se uma alteração nos hábitos de consumo, com os compradores online a revelarem uma preferência crescente por soluções de entrega fora do domicílio, nomeadamente pontos de recolha, cacifos automáticos e parceiros locais.

Do lado das empresas, a tendência também se confirma. Atualmente, cerca de 900 marcas – desde grandes plataformas internacionais de e-commerce a retalhistas locais em vários setores – recorrem à rede Collectt para disponibilizar este tipo de entrega, alinhando-se com a evolução do mercado.

A rede Collectt conta atualmente com mais de 20.000 pontos Pick & Drop em toda a Península Ibérica. Em Portugal, integra Lojas e Pontos CTT, Agentes Payshop e mais de mil cacifos Locky distribuídos pelo país. Em Espanha, a operação assenta em redes parceiras com elevada cobertura territorial, estando prevista a instalação de cacifos Locky num futuro próximo.

O crescimento da rede tem também acompanhado o segmento C2C (consumidor para consumidor), em especial no contexto de plataformas de venda de artigos em segunda mão, cuja utilização tem vindo a aumentar de forma expressiva. A Collectt disponibiliza soluções específicas para facilitar as trocas entre compradores e vendedores nestes modelos.

Na fase final do processo de compra, os pontos de conveniência e os cacifos automáticos continuam a ganhar relevância como alternativa à entrega ao domicílio. Em Portugal, embora esta última continue a ser preferida por 56% dos inquiridos, 25% já optam por soluções alternativas – 13% preferem pontos de conveniência e 12% escolhem lockers.

Entre os principais motivos para a escolha destas alternativas destacam-se o horário mais alargado (referido por 43% dos inquiridos), o menor custo (31%), a proximidade (27%) e a comodidade (27%). Estes dados evidenciam uma mudança progressiva nos padrões de consumo digital, com impacto directo nas exigências colocadas às operações logísticas.

She Rides Shotgun – Review: violência, ternura e uma das melhores interpretações do ano

She Rides Shotgun não reinventa o género, nem pretende fazê-lo. Em vez disso, oferece-nos algo cada vez mais raro: uma obra sobre pessoas quebradas que tentam, contra todas as probabilidades, curar-se mutuamente.

Baseado no romance homónimo de Jordan Harper, She Rides Shotgun acompanha Nate McClusky (protagonizado por Taron Egerton), um ex-presidiário que se vê forçado a raptar a sua filha de 11 anos, Polly (protagonizado por Ana Sophia Heger), para a proteger de uma ordem de execução imposta por um gangue neonazi, após Nate ter assassinado o seu líder. A narrativa segue pai e filha numa fuga frenética entre motéis decadentes, carros roubados e encontros violentos que os forçam a uma intimidade emocional até então inexistente.

Alguns dos filmes mais marcantes do ano não são aqueles que encabeçam festivais prestigiados ou dominam campanhas de marketing multimilionárias, mas sim obras modestas que chegam sem fazer muito barulho. She Rides Shotgun é um desses tesouros escondidos. Num panorama saturado de thrillers e dramas familiares, esta obra realizada por Nick Rowland (Calm with Horses) e escrita pelo próprio Harper, Ben Collins e Luke Piotrowski (The Night House), surpreende pela honestidade emocional e uma execução sólida que merece mais atenção do que provavelmente terá. É o tipo de filme que muitos críticos ignoram por entre centenas de screeners oferecidos – e é uma pena.

Egerton entrega aqui uma das performances mais versáteis da sua carreira. Visivelmente em excelente forma física, o ator galês incorpora Nate com uma combinação de brutalidade contida e ternura surpreendente. Quando precisa de ser intenso, fá-lo com uma autenticidade quase aterradora; mas é nos momentos de vulnerabilidade, especialmente nas interações mais próximas com Polly – como quando lhe corta e pinta o cabelo para escapar à deteção – que Egerton realmente brilha. É mais um lembrete de que continua a ser um dos atores mais subestimados da sua geração, mesmo depois do reconhecimento por Rocketman ou pela saga Kingsman.

Mas se o ator é o pilar que sustenta o lado mais visceral da história, Heger é o coração, alma e motor emocional de She Rides Shotgun. A jovem atriz, com apenas 11 anos, oferece uma interpretação que desafia qualquer expetativa. A complexidade emocional exigida pelo papel – luto, medo, raiva, amor, confusão moral – seria desafiante até para uma atriz adulta. E, no entanto, Heger encara cada cena com uma maturidade desconcertante, desde os olhares silenciosos carregados de peso até à fisicalidade pura, como na impressionante sequência final em Slabtown, onde corre em pânico enquanto tiroteios e explosões acontecem à sua volta. Trata-se, sem qualquer exagero, de uma das melhores interpretações infantis do século XXI.

Rowland demonstra o seu talento para captar a vulnerabilidade humana em ambientes opressivos, revelando uma sensibilidade rara para a relação pai-filha. A sua visão aposta numa estética naturalista e numa câmara próxima que permite aos atores respirar. A paisagem árida e melancólica do filme ecoa a solidão interna das personagens, que atravessam arcos verdadeiramente humanos.

Dito isto, o argumento não escapa a certos tropeços estruturais. O ritmo, por vezes, perde o fôlego no segundo ato e algumas linhas narrativas sentem-se desnecessárias, em particular uma sequência com um polícia corrupto introduzido já perto do final – previsível desde o início e sem o impacto dramático desejado. Esta adição acaba por atrasar o clímax emocional entre Nate e Polly, enfraquecendo ligeiramente o poder da resolução.

A música composta por Blanck Mass é outro dos destaques técnicos. Compostas por melodias eletrónicas melancólicas, as faixas não se sobrepõem à narrativa, mas acentuam os seus momentos mais emotivos. A cena em que Polly cuida da ferida da perna do pai numa capela abandonada de camionistas, ao som de uma melodia subtil e comovente, encapsula a capacidade de She Rides Shotgun de equilibrar violência e ternura com notável delicadeza.

She Rides Shotgun é, acima de tudo, uma meditação sobre a herança da violência e a possibilidade de rutura com ciclos destrutivos. O filme explora a ideia de que o amor parental, mesmo quando tardio ou imperfeito, pode funcionar como uma força redentora capaz de contrariar uma trajetória aparentemente inevitável. Nate, um homem moldado por anos de brutalidade e erros, vê em Polly não apenas a necessidade de redenção, mas a oportunidade de ensinar, ou talvez implorar, que a sua filha escolha outro caminho. Até que ponto os filhos estão condenados a repetir os erros dos pais? É possível ensinar empatia num mundo que recompensa a brutalidade? Existe um momento em que Polly tenta disparar contra um dos perseguidores, e a reação de Nate resume todo o dilema moral do filme: a tentativa desesperada de proteger a inocência de uma criança num mundo onde esta é constantemente violada.

A obra revela ainda como a violência estrutural – seja através de gangues, polícias corruptos ou a ausência de estruturas de apoio – empurra famílias inteiras para margens existenciais, forçando decisões impensáveis. O gesto de Nate ao ensinar Polly a usar um bastão para se defender é simultaneamente um ato de amor e um símbolo devastador daquilo que o mundo exige dela. E, no entanto, por entre todo o caos e destruição, há momentos de ternura, empatia e reconexão emocional que sugerem que, talvez, ainda haja tempo para reescrever o destino.

VEREDITO

She Rides Shotgun é uma história relativamente simples, até mesmo formulaica – um homem em fuga, uma redenção procurada, uma relação familiar curada sob fogo cruzado. Mas é na forma como conta essa história, com honestidade emocional, prestações de altíssimo nível e uma realização intimista e inspirada, que encontra a sua força única. Não reinventa o género, nem pretende fazê-lo. Em vez disso, oferece-nos algo cada vez mais raro: uma obra sobre pessoas quebradas que tentam, contra todas as probabilidades, curar-se mutuamente. E se Taron Egerton reafirma o seu valor enquanto ator versátil e comprometido, é Ana Sophia Heger quem verdadeiramente se impõe – uma revelação absoluta, que não só carrega o peso emocional da obra como a eleva com uma profundidade rara. A sua prestação não é apenas notável “para a idade”. É notável, ponto final. Uma estrela nasce aqui… e o cinema não a pode ignorar.

Festival Panda 2025 chega ao PANDA PLUS em agosto

O Festival Panda 2025 vai chegar ao PANDA PLUS numa versão acessível em Língua Gestual Portuguesa.

A edição de 2025 do Festival Panda, o maior evento dedicado ao público infantil em Portugal, chega ao serviço de streaming PANDA PLUS a partir de 15 de agosto. O espetáculo, que percorreu Albufeira, Oeiras e Maia, reuniu mais de 52.000 visitantes, confirmando a relevância e o impacto do festival junto das famílias portuguesas.

A plataforma disponibilizará não só a gravação integral do evento, como também uma versão interpretada em Língua Gestual Portuguesa, reforçando o compromisso com a acessibilidade e a inclusão de todas as crianças, independentemente das suas necessidades específicas.

Com o mote Todos Temos Superpoderes, o espetáculo procura destacar qualidades fundamentais para o desenvolvimento e bem-estar das crianças. Através das personagens mais reconhecidas do universo Panda, são explorados temas como a empatia, a coragem, a partilha e a autoconfiança, apresentados como verdadeiros superpoderes que cada criança pode descobrir em si própria.

Ao longo da atuação, cada personagem representa uma dessas competências, incentivando os mais pequenos a reconhecerem o seu potencial e a valorizarem a importância das relações interpessoais, da superação de desafios e de uma maior compreensão do mundo que os rodeia.

Portos 5+: Portugal aposta na modernização e integração dos portos até 2035

Portugal apresenta a Estratégia Portos 5+ para 2025-2035, com foco em investimento, descarbonização e competitividade no setor portuário.

Os portos portugueses regressam ao centro das prioridades políticas e económicas com a apresentação da nova Estratégia Portos 5+, concebida para o período 2025-2035. O plano, apresentado em Lisboa, pretende inverter décadas de desvalorização do setor portuário e reposicionar estas infraestruturas como elementos fundamentais na rede logística nacional.

A estratégia nacional agora apresentada resulta de um trabalho conjunto com as administrações e comunidades portuárias, tendo como objetivo central transformar os portos do continente em infraestruturas modernas, competitivas e sustentáveis. Para tal, está previsto um investimento privado na ordem dos 3 mil milhões de euros ao longo da próxima década, sustentado por um novo enquadramento legal que permite concessões até 75 anos.

Entre os principais objetivos definidos na estratégia Portos 5+ encontram-se o reforço do investimento, a descarbonização, a aposta na intermodalidade, a digitalização e a integração urbana e ambiental dos espaços portuários. O plano contempla intervenções concretas nos principais portos comerciais do continente, de Leixões a Sines, passando por Aveiro, Lisboa, Setúbal e Figueira da Foz.

Em Leixões, está prevista a construção de um novo terminal de contentores e a expansão do terminal Ro-Ro. Em Aveiro e na Figueira da Foz, os terminais existentes serão modernizados, com melhorias nas acessibilidades. Lisboa será alvo de uma reorganização da zona oriental e de intervenções na Silotagus. Setúbal contará com novos terminais e obras de expansão da plataforma logística. Sines avançará com a expansão do Terminal XXI e o lançamento do novo terminal Vasco da Gama.

A componente ambiental do Portos 5+ assume igualmente um papel de relevo, com 250 milhões de euros destinados a medidas de descarbonização. Entre estas incluem-se o fornecimento de energia elétrica a navios atracados, o abastecimento com gás natural liquefeito e combustíveis verdes, bem como a eletrificação integral dos equipamentos portuários. Paralelamente, será feita uma forte aposta na automação dos processos e na digitalização das operações, com recurso a inteligência artificial e sistemas de rastreamento logístico.

No domínio da conectividade, os investimentos previstos ascendem a 300 milhões de euros e abrangem a melhoria das ligações ferroviárias e rodoviárias aos portos, o reforço das plataformas intermodais e a navegabilidade nos rios Douro e Tejo.

Quanto à integração urbana e segurança, a estratégia Portos 5+ prevê o reforço do combate ao comércio ilícito, a transferência de competências para os municípios com atividade portuária e uma maior articulação entre portos, cidades e ecossistemas. Está também em curso a revisão do regime jurídico do setor, incluindo os serviços de reboque.

Segundo os dados mais recentes, após um período de recuo entre 2017 e 2023, o sistema portuário do continente registou um crescimento de 6% em 2024, totalizando 88 milhões de toneladas de mercadorias movimentadas. A meta para 2035 é atingir 125 milhões de toneladas, aumentar o tráfego de contentores para 6,5 milhões de TEU e alcançar os 3 milhões de passageiros. Paralelamente, está previsto um corte de 80% nas emissões de CO₂ e a digitalização integral dos portos.

Dead Take – Review: Semi-Simulador de Hollywood com um toque de horror

Entre fragmentos de vídeo e espaços vazios, Dead Take constrói uma experiência contida e atmosférica, com um nível de surrealismo que atenua o peso dramático das suas inspirações mais sérias.

Depois de explorarmos Tales of Kenzera: Zau, um metroidvania 2.5D bem divertido, mas muito emocional, inspirado na experiência pessoal de perder o pai, Abubakar Salim (ator de voz de Bayek em Assassin’s Creed Origins e Alyn of Hull em House of the Dragon) e a sua equipa da Surgent Studios levam-nos a sítios completamente novos, mas sem descartar inspirações reais. Dead Take é o nome do seu novo jogo e trata-se de um título de horror psicológico, passado numa mansão em Hollywood, que explora, de forma exagerada e muito dramática, os horrores da indústria do entretenimento, revelando o que se passa para lá das cortinas, quando o ego e a ambição ultrapassam a decência e a moral.

É uma aposta completamente original e, em parte, tematicamente arriscada, com Salim e um elenco recheado de nomes conhecidos da indústria dos videojogos, composto maioritariamente por amigos pessoais do produtor, a contribuírem para um processo criativo altamente crítico do estado da indústria em que estão inseridos. “Enquanto atores, tanto em jogos como noutros meios, eu, o Neil e o Ben apoiámo-nos mutuamente em momentos extremamente difíceis”, afirma Salim em comunicado oficial sobre o jogo. “Foi nesses momentos que partilhámos algumas das histórias mais negras que acabaram por servir de base para este jogo. Para além do talento que trazem ao projeto, ajudaram também a criar um espaço onde todos pudemos ser verdadeiramente autênticos e honestos. Mal posso esperar que vejam a qualidade das interpretações deles em Dead Take.”

Os mencionados Neil e Ben são dois dos nomes mais populares do voice acting em videojogos atualmente, Neil Newbon (Baldur’s Gate 3, Resident Evil Village) e Ben Starr (Final Fantasy XVI, Clair Obscur: Expedition 33) são os protagonistas de Dead Take, que dão um pouco mais de si do que a simples voz, com Salim a tentar convergir o live-action com o videojogo, mas um pouco diferente do espírito do que conhecemos como FMVs.

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Dead Take (Surgent Studios)

Dead Take é uma história de busca desesperada pelo paradeiro de alguém querido, uma história de rivalidades e uma história de traumas, tudo injetado num jogo na primeira pessoa que é, em parte, uma narrativa linear, um jogo point-and-click à antiga e um escape room. Tudo se passa numa mansão vazia, claramente após uma festa, onde o jogador, na pele de Chase Lowry (Starr), procura por Vinny Monroe (Newbon), que não responde às mensagens e de quem se assume que algo de muito errado se passou.

Ao chegarmos a essa mansão, entramos em modo de exploração e investigação. Dead Take não é propriamente um jogo muito denso em elementos interativos, portanto acaba por ser uma viagem relativamente segura e simples, de mãos dadas, onde quase todos os objetos e itens interativos têm um propósito importante para o avanço da narrativa. Há claramente um enorme cuidado em evitar que o jogador perca o fio à meada, mas isso não significa que seja uma investigação isenta de algum exercício mental e saltos de lógica que nos podem levar a implorar por um guia. Algo a que recorri exatamente duas vezes durante esta aventura.

Toda a jornada decorre dentro da mansão e de um pequeno anexo com piscina e sauna. Ao longo de 4 a 5 horas, vamos abrindo novas portas, explorando divisões e recolhendo itens para fazer a história avançar, e a narrativa é contada de formas bastante interessantes. Para além de documentos e textos encontrados aqui e ali, ou acessíveis via smartphone, é a narrativa visual que se destaca, quer pelo ambiente e o que os adereços, decorações e outros elementos contam sem palavras, quer pelo elemento central da experiência: os trechos live-action.

Apesar da linearidade de Dead Take, vamos dar muitas voltas aos mesmos sítios, o que confere ao jogo um lado de exploração refrescante sempre que encontramos algo novo num espaço já familiar. Um dos locais que revisitamos mais vezes é uma sala de cinema e uma sala de projeção, que serve de refúgio mental, uma vez que não há inimigos a perseguirem-nos. Na sala de projeção, temos um mapa de pistas pendurado numa parede, que nos mantém atualizados na investigação, e uma máquina que controla o projetor. É nesta máquina que inserimos pens USB que vamos encontrando, e que desbloqueiam os trechos live-action para assistir na sala de projeção.

Estes trechos são audition tapes (testes de audição) e entrevistas com Chase, Vinny e todo um outro elenco de personagens, que inclui atores como Jane Perry (Baldur’s Gate 3, Dragon Age: The Veilguard) e Alanah Pearce (Cyberpunk 2077, V/H/S/Beyond) e com cameos de Laura Bailey (The Last of Us: Part II), Matthew Mercer (Critical Role, Final Fantasy VII: Rebirth), Sam Lake (Alan Wake II, Max Payne), Travis Willingham (Star Wars Jedi: Fallen Order) e CDawgVA (Honkai: Star Rail). O que inicialmente pode não revelar o verdadeiro potencial de cada um destes nomes em frente à câmara, torna-se impressionante quando nos recordamos, ou vamos assistir ao YouTube, testes de audição das nossas séries filmes e séries favoritos, percebendo assim o nível de realismo e, por extensão, a incrível entrega de cada ator nestes cenários.

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Dead Take (Surgent Studios)

Newbon e Starr respiram e vivem estas personagens, que apresentam múltiplas personalidades dependendo do contexto em que se encontram, ou quando quebram a sua própria personagem de forma extremamente meta dentro do jogo. Do súplico inocente por uma oportunidade, passando à representação de personagens, até culminar em explosões de ego e narcisismo assustador, o nível de credibilidade é extraordinário.

Estes momentos variam entre câmaras estáticas durante entrevistas e edições mais estilizadas, cada vez mais perturbadoras e cinematográficas, algo que se torna mais frequente à medida que exploramos uma mecânica bastante interessante do jogo. Para além dos vídeos que vamos descobrindo, podemos emparelhá-los e, quando compatíveis, somos presenteados com um novo clipe. Nem todos os vídeos têm pares, mas o jogo faz um bom trabalho ao indicar o que pode corresponder a quê, através de indicadores visuais como cortes súbitos, sensação de conteúdo em falta ou simples glitches. Este elemento de edição e investigação é importante não só porque avança a história, revelando novos detalhes, mas também por servir de base para soluções de puzzles e pistas principais e secundárias.

Apesar destas formas interessantes e interativas de contar uma história, a componente narrativa de Dead Take não é propriamente excelente. É certamente interessante, com um toque de surrealismo e dramatização que lhe retira algum do peso realista das suas inspirações. O que podia ser um thriller tenso, com consequências que nos deixassem a pensar ou a questionar a instituição que é Hollywood e a sua máquina por trás, acaba por ser apenas uma pequena spooky tour, em parte também suportada por uma ótima apresentação.

Dead Take faz um ótimo trabalho a criar uma atmosfera tensa e desconfortável, com salas vazias e escuras, uma abordagem eficaz à estética dos liminal spaces e um uso inteligente de iluminação e adereços para provocar claustrofobia e a sensação de que algo nos observa. Não é um jogo visualmente rico, mantendo uma qualidade muito “indie”, mas extremamente eficaz, especialmente quando começam a surgir manequins suspeitos.

Tirando alguns momentos mais frustrantes, Dead Take acaba por ser um passeio no parque, que é por vezes desafiante, outras vezes demasiado claro e transparente. Duas qualidades que também podem ser atribuídas à sua história, progressivamente mais previsível. Ainda assim, é um passeio interessante e delicioso, especialmente para quem for fã do género de jogo e do seu elenco, que é, sem dúvida, o aspeto mais forte da experiência.

Dead Take tem lançamento no PC via Steam e Epic Games Store, por 13,99€.

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Cópia para análise cedida pela Pocketpair Publishing.

Como o cultivo pode influenciar diretamente a composição da flor de CBD

Iluminação, poda ou nutrição da planta, estão entre os fatores que podem alterar a flor de CBD.

A qualidade e as características da flor de CBD variam amplamente devido a vários fatores. A flor de CBD varia conforme o cultivo, e essa variação está documentada em diversos estudos sobre cânhamo industrial e variedades legais de Cannabis sativa. O tipo de flor produzida, em termos de densidade, aroma, rendimento e teor de canabinoides, depende não só da genética, mas também de escolhas específicas durante o cultivo.

A genética da planta é o ponto de partida. Diferentes cultivares apresentam perfis químicos distintos, com teores variáveis de CBD e THC. De acordo com vários estudos científicos, a genética responde por grande parte da variação na concentração de canabinoides. No entanto, o ambiente e o método de cultivo podem reforçar ou limitar esse potencial genético.

A iluminação é um dos fatores com impacto mais verificado. Estudos que analisam os efeitos da luz LED no cultivo de cânhamo indicam que o espectro utilizado (especialmente a proporção entre luz azul e vermelha) pode influenciar a produção de biomassa e os níveis de compostos como CBD e terpenos. No entanto, estes efeitos variam consoante a variedade e as condições experimentais. Não há consenso claro sobre quais os espetros ideais para maximizar o CBD, mas há evidência de que a luz afeta o crescimento e a morfologia da planta, o que pode alterar indiretamente a composição das flores.

A poda, nomeadamente técnicas como o topping (remoção do ápice central da planta), tem sido estudada sobretudo em cultivares industriais como Fedora 23 e Futura 75. Em alguns casos, observou-se um ligeiro aumento nos níveis de CBD e um ganho de biomassa floral. Este efeito parece depender da variedade, da fase de crescimento e do ambiente. Não existem dados suficientes para afirmar que a poda aumenta consistentemente o teor de CBD, mas pode alterar a distribuição da energia da planta e favorecer o desenvolvimento de mais inflorescências.

A nutrição também tem influência. O equilíbrio entre azoto, fósforo e potássio, assim como a regulação do pH e a qualidade do substrato, afeta diretamente o desenvolvimento da planta e o rendimento da colheita. Um excesso de azoto na fase de floração pode reduzir a produção de flores e de resina. Já o fósforo, quando administrado em níveis adequados, tem sido associado a uma floração mais eficiente. Ainda assim, a ligação entre regime nutricional e variações no CBD continua a ser objeto de investigação.

E claro, as condições ambientais, como temperatura, humidade e exposição ao stress, também podem alterar o perfil químico da flor. Em particular, o teor de THC, mesmo em cultivares legais, pode aumentar se a planta sofrer stress térmico, hídrico ou for colhida tardiamente. Esta instabilidade representa um risco para os produtores, que devem monitorizar cuidadosamente o ciclo de floração. Não há valores universais, mas é academicamente aceite que o ambiente pode levar a variações suficientes para ultrapassar os limites legais em algumas jurisdições.

Mesmo quando duas plantas têm a mesma genética, o local e o método de cultivo podem originar flores com diferenças visíveis. A forma dos cálices, a quantidade de tricomas, a intensidade do aroma ou a densidade da flor são determinados em parte pelo solo, pelo clima e pela técnica usada. Este é fenómeno semelhante ao conceito de “terroir” no vinho e está a ganhar reconhecimento também na canábis legal.

Assim, embora a genética defina o potencial da planta, são as decisões tomadas durante o cultivo que determinam como esse potencial se expressa na flor final. A variação não é apenas teórica, é mensurável e relevante tanto para consumidores como para produtores.

Empresas em territórios de baixa densidade têm novos apoios a fundo perdido

Concurso com 117 milhões de euros apoia micro, pequenas e médias empresas em territórios de baixa densidade com incentivos a fundo perdido até 50%.

Foi lançado o novo concurso do sistema de incentivos à inovação produtiva destinado a investimentos em territórios de baixa densidade. O aviso, com uma dotação global de 117 milhões de euros, será financiado através do programa Compete2030 e dos Programas Regionais do Norte, Centro, Alentejo e Algarve.

As candidaturas decorrem em duas fases distintas: a primeira termina a 28 de novembro de 2025 e a segunda encerra a 31 de março de 2026.

As empresas localizadas em territórios de baixa densidade poderão beneficiar de taxas de apoio superiores às praticadas no restante território nacional. Micro e pequenas empresas podem obter até 50% de financiamento a fundo perdido, enquanto as médias empresas poderão aceder a apoios até 40%. Fora destes territórios, o apoio não reembolsável não ultrapassa os 30%.

Do total de 117 milhões de euros disponíveis, 70 milhões serão geridos pelo Compete2030 e o restante caberá aos Programas Regionais.

São elegíveis investimentos que envolvam a criação de novos estabelecimentos, o aumento da capacidade produtiva de unidades já existentes, a diversificação da produção para novos produtos ou serviços ou a alteração de processos produtivos.

Podem concorrer micro, pequenas e médias empresas localizadas em territórios de baixa densidade das regiões NUTS II do Continente: Norte, Centro, Alentejo e Algarve. Ficam excluídos os projetos ligados às energias renováveis, ao setor agroalimentar e ao turismo na sub-região NUTS III Alentejo Litoral.

Gulbenkian recebe cine-concerto do primeiro filme How To Train Your Dragon

Para How To Train Your Dragon, o compositor John Powell compôs uma empolgante e dinâmica partitura que foi nomeada para o Óscar de Melhor Banda Sonora.

Desde a primeira apresentação do formato cine-concerto na Fundação Calouste Gulbenkian, com a projeção de 2001 – Odisseia no Espaço de Stanley Kubrik, a interpretação de bandas sonoras ao vivo pela Orquestra Gulbenkian tem obtido um enorme sucesso nas temporadas Gulbenkian Música.

Pelo Grande Auditório passaram já outros filmes, como a trilogia completa de O Senhor dos Anéis, O Feiticeiro de OzAmadeusTempos Modernos, Fantasia, Singin’ in the Rain e, claro, filmes Star Wars.

Pois bem, e para 2026, a Fundação Calouste Gulbenkian tem uma proposta de um filme animado da Dreamworks. Falamos de How To Train Your Dragon, lançado em 2010, e que terá interpretação ao vivo da banda sonora de John Powell graças à Orquestra Gulbenkian.

São três os dias – 15, 16 e 17 de janeiro – em que poderão recordar este filme de animação, já considerado um clássico, para o qual o compositor John Powell compôs uma empolgante e dinâmica partitura que foi nomeada para o Óscar de Melhor Banda Sonora.

Os bilhetes custam entre 45 e 60€, havendo descontos para menores de 30 anos, maiores de 65 anos e para quem possui Cartão Gulbenkian.

Nova loja Continente Modelo em São Vicente, na Madeira, custou 8 milhões de euros

O Continente Modelo abriu a 17.ª loja na Madeira, em São Vicente, e gerou 55 empregos.

O Continente Modelo abriu esta terça-feira a sua 17.ª loja na Região Autónoma da Madeira, situada em São Vicente. O novo espaço comercial, localizado na Estrada Dom João V com a Estrada 25 de Agosto, representa um investimento de oito milhões de euros e permitiu a criação de 55 postos de trabalho, reforçando a presença da MC no arquipélago.

Com uma área de 1 200 m2, a nova loja foi projetada para responder às necessidades do dia a dia da população local. Disponibiliza serviço de talho com atendimento personalizado, padaria, takeaway e uma seleção de produtos frescos e de origem local. O espaço inclui ainda 10 caixas de pagamento – cinco tradicionais e cinco self-checkout -, 150 carrinhos de compras, uma lavandaria Washy e um parque de estacionamento com 51 lugares, três destinados a pessoas com mobilidade reduzida e quatro equipados com carregadores eléctricos Plug & Charge.

Em linha com as metas de sustentabilidade da MC, o Continente Modelo São Vicente está equipado com sistemas de iluminação LED e controlo de consumo de água. É ainda a primeira loja da Madeira a integrar um programa estratégico de eficiência energética, descarbonização e resiliência, que visa reduzir a pegada carbónica e melhorar o desempenho energético, tanto na operação como na comunidade envolvente.

A MC está presente na Madeira desde 1996, contando atualmente com mais de 1.200 colaboradores na região. A empresa trabalha com 70 produtores locais que abastecem regularmente as lojas e mantém um apoio diário a 36 instituições sociais através da Missão Continente.

A loja Continente Modelo São Vicente está aberta todos os dias, das 8h às 22h.