O DJI Mini 5 Pro conta ainda com a deteção noturna de obstáculos e mantém-se com peso abaixo das 250 gramas.
O DJI Mini 5 Pro é a mais recente aposta da fabricante chinesa no segmento dos drones ultra-leves. O novo modelo foi oficialmente anunciado com a ambição de oferecer desempenho profissional em dimensões reduzidas, mantendo o peso abaixo da barreira simbólica dos 250 gramas, um detalhe que continua a dispensar registo em muitos países.
O grande destaque deste novo modelo é o sensor CMOS de 1 polegada, com 50MP, que promete ser capaz de captar imagens mais nítidas e detalhadas mesmo em cenários de pouca luz. Em complemento, o drone estreia um modo Telefoto Médio de 48 mm, que permite um zoom mais natural sem comprometer a qualidade. No que toca à gravação vídeo, o Mini 5 Pro posiciona-se como um equipamento profissional, capaz de gravar em 4K até 60 FPS com 14 pontos de alcance dinâmico, ou em câmara lenta a 120 FPS. A suporta gravação em 10 bits de cor com codificação H.265 e um ISO máximo de 12.800.
O novo drove da DJI integra um sistema avançado de sensores, incluindo LiDAR frontal, câmaras olho de peixe dianteiras e traseiras, binoculares e um sensor infravermelho 3D, que permitem deteção omnidirecional de obstáculos mesmo em ambientes noturnos. Em zonas sem sinal de satélite, o DJI Mini 5 Pro consegue memorizar percursos de voo e regressar ao ponto de partida com base em sensores visuais. E quando disponível, o GNSS de banda dupla (L1+L5) garante maior estabilidade e precisão.
O ActiveTrack 360° surge como outro trunfo, que é um sistema de seguimento inteligente que adapta a composição às necessidades do utilizador, com destaque para a captação de cenários desportivos. A isto juntam-se as já conhecidas funções MasterShots e QuickShots, que permitem criar vídeos curtos e panorâmicas impressionantes de forma quase automática. A sua autonomia é estimada em 36 minutos de voo, e o design dobrável continua a ser uma mais-valia para quem procura portabilidade. A transferência de ficheiros também foi acelerada, através do QuickTransfer é possível atingir velocidades de até 100 MB/s através de Bluetooth.
DJI Mini 5 Pro
O DJI Mini 5 Pro já está disponível numa versão base que custa 799€, na versão Fly More Combo com DJI RC-N3 que custa 999€ e, por fim, há a Fly More Combo com DJI RC 2 que custa 1.129€. Para os mais cautelosos, a marca disponibiliza ainda o programa DJI Care Refresh, que cobre acidentes, quedas, colisões ou danos por contacto com água, garantindo unidades de substituição durante 12 ou 24 meses, consoante o plano escolhido.
O clássico de horror Anaconda vai ter um reboot, diferente do habitual.
A Sony Pictures revelou o primeiro trailer de Anaconda, o reboot do filme de 1997 originalmente protagonizado por Ice Cube e Jennifer Lopez, com estreia marcada para o final do ano.
O novo filme aposto numa abordagem em tom de paródia e de homenagem ao filme original, apresentando Jack Black e Paul Rudd, enquanto dois fãs com um sonho: fazerem o seu próprio reboot do filme real, resultando assim num novo projeto que tenta equilibrar o humor, com o horror, como podemos assistir no trailer.
De acordo com a sinopse oficial, a história segue Doug (Jack Black) e Griff (Paul Rudd), amigos de longa data que sempre quiseram refazer o seu filme favorito. Motivados por uma crise de meia-idade, deslocam-se à Amazónia para iniciar as filmagens. Durante a produção, uma anaconda gigante surge, transformando o set do seu filme num local de perigo real.
O filme é realizado por Tom Gormican, que assina o argumento com Kevin Etten, e é produzido por Brad Fuller, Andrew Form, Kevin Etten, com Samson Mücke como produtor executivo. O elenco inclui ainda Steve Zahn, Thandiwe Newton, Daniela Melchior e Selton Mello.
Com capacidade para 4.000 espectadores, o complexo de cinemas do ArrábidaShopping ficará agora a operar com praticamente metade dessa capacidade.
Se, por um lado, os centros comerciais andam constantemente numa roda viva com aberturas e encerramentos de lojas, há outro aspeto que não está a correr de feição: a adesão às salas de cinema.
Este ano, os centros comerciais Estação Viana Shopping e o Nova Arcada, geridos pela Sonae Sierra, apresentaram ao Ministério da Cultura pedidos de desafetação de salas, ou seja, autorização para retirar ou deixar de usar uma determinada sala de cinema para a sua função original – exibir filmes. E agora, há mais um centro comercial a avançar com este pedido, especialmente grave por tratar-se do maior complexo de salas de cinema do país: o ArrábidaShopping.
Os proprietários do centro comercial pediram a desafetação da atividade cinematográfica de nove das 20 salas de cinema, e tudo devido a questões económicas, tal como disse à Lusa fonte da Inspeção-Geral das Atividades Culturais (IGAC). O Ministério da Cultura já aceitou o pedido, que se justifica com uma oferta de salas desproporcionada face à procura.
O complexo, operado pela UCI Cinemas e com capacidade para mais de 4.000 espectadores, registou em 2024 uma média de apenas 19 pessoas por sessão, número baixíssimo que totaliza 460.533 entradas. Os dados representam uma queda significativa em relação a 2019, antes da pandemia, altura em que as 20 salas acolheram 830.656 espectadores, e distam ainda mais do pico de 2011, quando ultrapassaram um milhão de entradas.
Com capacidade para 4.000 espetadores, o complexo de cinemas do ArrábidaShopping ficará agora a operar com praticamente metade dessa capacidade, e esta situação reflete uma tendência nacional de ajustes na oferta cinematográfica.
Infelizmente, ir ao cinema é caro, e também não ajuda o facto de os filmes chegarem aos serviços de streaming ou de aluguer poucas semanas após as respetivas estreias no grande ecrã.
Apesar do discurso online negativo face a alguns tipos de lançamentos, a grande maioria dos jogadores continua a jogar a remakes e remasters.
Um novo estudo da consultora MTM, divulgado a 15 de setembro, revela que 90% dos jogadores de PC e consola jogaram um remake ou remaster nos últimos 12 meses. O relatório, intitulado Remake vs Innovate: Is the past the future of gaming?, analisou a perceção e o impacto económico deste tipo de produções, com base em entrevistas a 1.500 jogadores ativos nos Estados Unidos e Reino Unido.
No documento, a MTM define remake como uma recriação de raiz, com gráficos, mecânicas de jogo e, por vezes, elementos narrativos atualizados, enquanto o remaster é descrito como uma versão melhorada do original, com melhorias visuais, sonoras e de desempenho, mas mantendo a jogabilidade o mais intacta possível, mesmo que adaptada a plataformas modernas.
Os dados indicam ainda que 85% dos jogadores que experimentaram um remake ou remaster não tinham jogado o título original, o que sugere que estas produções funcionam também como, gateways, ou porta de entrada, para novas audiências, sobretudo de gerações mais novas, que não tiveram acesso aos jogos originais, por múltiplas razões. Para além disso, 76% dos inquiridos afirmaram que acham este tipo de jogos “apelativos”, confirmando que existe uma clara procura ativa no mercado.
O relatório aponta que muitos jogadores encaram remakes e remasters em busca da nostalgia recuperando memórias e sentimentos positivos ligados aos jogos de outros, evocando conforto e familiaridade. No entanto, também são levantadas várias críticas. Uma porção dos inquiridos considera que os estúdios podem estar a seguir “um caminho fácil e repetitivo para o mercado”, sacrificando experiências inovadoras que poderiam redefinir a indústria. Um apontamento válido quando observamos o lançamento de remakes e remasterizações de jogos relativamente recentes e extremamente populares, que são vistos como “desnecessários”, pela comunidade.
De acordo com Martin Bradley, responsável pela área de jogos da MTM, os resultados confirmam a importância do fenómeno: “O nosso relatório mostra que existe uma forte procura por remakes e remasters, mas trata-se de um equilíbrio difícil de alcançar para os estúdios. Muitos destes jogos estão a vender muito mais do que as suas versões originais. Comercialmente, a nostalgia é uma tendência que vai prolongar-se em 2026 e além, mas os jogadores reconhecem que estes projetos podem vir a custar narrativas e experiências realmente novas.”
A partir de agora, os comandos DualSense da PlayStation 5 poderão ser usados em vários dispositivos ao mesmo tempo e há a nova opção energética, destinada a reduzir o consumo em alguns jogos compatíveis.
A Sony lançou uma atualização do sistema da PlayStation 5 que introduz duas grandes funcionalidades. A primeira permite que os comandos DualSense e DualSense Edge sejam agora registados em até quatro dispositivos diferentes, incluindo a própria PlayStation 5, computadores Windows ou Mac, e dispositivos móveis como smartphones iOS e Android. Até agora, sempre que se queria ligar o comando de um dispositivo para outro através de ligação sem fios era necessário repetir todo o processo de emparelhamento. Com esta atualização, os utilizadores podem alternar rapidamente entre dispositivos através de combinações de botes, com o botão PS e os botões de ação (triângulo, círculo, cruz ou quadrado), sendo cada slot identificada pelas luzes do comando. Por exemplo, a slot 1 (PS + Triângulo) pode estar associado à PlayStation 5, enquanto a slot 4 (PS + Quadrado) pode ligar-se a um iPhone.
Para proceder ao registo dos diferentes equipamentos, é necessário começar por desligar o comando, assegurando que a barra de luz e os indicadores de jogador estão apagados. De seguida, mantém-se pressionado o botão PS juntamente com um botão de ação durante mais de cinco segundos até que o comando pisque duas vezes. Depois, basta ativar o Bluetooth no dispositivo que se pretende registar e selecionar o comando na lista de dispositivos disponíveis. Para alternar entre dispositivos já registados, mantém-se pressionada a combinação correspondente durante cerca de três segundos até que os LEDs indiquem a slot ativo. Este sistema permite alternar entre consola, PC e smartphone sem necessidade de repetir o emparelhamento.
A segunda novidade é a opção Power Saver, que como o nome indica permite reduzir o consumo energético em jogos suportados através de um ajuste automático do desempenho. Quando a opção está ativa, a consola diminui alguns parâmetros de processamento e gráficos, contribuindo para reduzir o consumo de energia e o impacto ambiental. Jogos como Death Stranding 2: On the Beach, Demon’s Souls e Ghost of Yōtei serão dos primeiros jogos a suportar esta funcionalidade, com mais títulos a serem adicionados em futuras atualizações. Se o jogo não suportar a função ou se a opção estiver desligada, não há alterações no desempenho nem no consumo energético. Também importa referir, que esta opção não pretende alterar o desempenho ou a apresentação visual dos jogos mesmo quando está ativa.
Esta é uma forma da Sony reforçar o seu compromisso ambiental através do programa Road to Zero, lançado em 2010, que visa atingir emissões líquidas zero de gases com efeito de estufa até 2040.
A abertura do Casa Teva Lisboa Boutique Hotel resulta de um investimento de cinco milhões de euros e cria novos postos de trabalho, reforçando a presença da chic&basic em Portugal.
No coração do bairro do Castelo de São Jorge, em Lisboa, abriu recentemente as portas o Casa Teva Lisboa Boutique Hotel – by chic&basic, um espaço que pretende oferecer uma experiência hoteleira intimista e personalizada.
Localizado na histórica Rua das Farinhas, 13, o Casa Teva, cujo nome em catalão significa “casa tua”, dispõe de 14 quartos cuidadosamente concebidos para garantir conforto e tranquilidade, com atenção a cada detalhe para criar uma atmosfera elegante e acolhedora. A decoração, da autoria do Bacana Studio, combina elementos clássicos e modernos, utilizando materiais nobres, texturas suaves e cores neutras, com um design funcional pensado para transformar cada espaço num convite ao descanso e ao bem-estar. Desde a chegada, os hóspedes são recebidos pelo nome e acompanhados por um serviço personalizado, valorizando a proximidade e o cuidado individualizado que distingue o hotel.
A experiência vai além do alojamento. O pequeno-almoço é preparado com ingredientes seleccionados, o Honesty bar permite que os hóspedes se sirvam à vontade e a equipa do Casa Teva Lisboa oferece recomendações personalizadas para explorar Lisboa de forma autêntica. Cada gesto e detalhe reflete a preocupação em proporcionar uma estadia única, que alia conforto, autenticidade e um contacto mais próximo com a cultura local.
O projeto nasceu de uma parceria com o Grupo Salomon 1965, reconhecido no setor imobiliário e turístico, envolvendo um investimento de cerca de cinco milhões de euros que abrangeu a aquisição e renovação do edifício. Desde a fase de remodelação, foram adoptadas práticas sustentáveis, como a utilização de materiais ecológicos, a redução de plástico descartável e soluções de eficiência energética e hídrica. A abertura do hotel também gerou dez novos postos de trabalho, reforçando o compromisso com a prestação de um serviço de qualidade e com a dinamização do emprego local.
POOLS, um novo jogo de exploração surreal estreia-se na PlayStation a 25 de novembro, com versão para PS VR2 e já tem uma demo gratuita para os jogadores molharem os pés.
O estúdio finlandês Tensori revelou que POOLS será lançado a 25 de novembro para PlayStation 5 e PlayStation VR2, trazendo consigo tanto a experiência do jogo original anteriormente lançado para PC juntamente com a expansão Chapter 0. No entanto, para quem quiser experimentar antes da chegada completa pode já experimentar a demo gratuita disponível na PlayStation Store, embora por agora apenas em ecrã plano, ou seja, sem VR. A atualização para PS VR2 na demo será disponibilizada em breve.
Concebido por uma pequena equipa de quatro pessoas, POOLS tornou-se um fenómeno inesperado após o seu lançamento inicial, tendo arrecadado vários prémios como o de “Melhor Realização Criativa do Ano” nos Finnish Game Awards e conquistando uma classificação de 95% “Extremamente Positiva” na Steam. Este sucesso permitiu, assim, à Tensori transformar o projeto num estúdio sustentável.
Inspirado por fenómenos de internet como liminal spaces, found footage e Backrooms, POOLS transporta os jogadores para enormes espaços de piscinas públicas abandonadas e corredores submersos, misturando arquitetura liminal com uma estranha sensação de vazio. Não há monstros nem jump scares, há apenas uma atmosfera opressiva construída através do silêncio, da lentidão dos movimentos e de sons que variam consoante os espaços navegados. Ao todo, o jogo é composto por seis capítulos com duração entre 10 e 30 minutos cada, que alteram subtilmente a forma como o mundo é percecionado, mantendo a constante sensação de mistério e desorientação.
Investimento de 110 milhões de euros vai permitir eletrificação do troço Marco–Régua da Linha do Douro, reduzindo tempos de viagem e reforçando a mobilidade regional.
A Linha do Douro vai receber um investimento de 110 milhões de euros para a eletrificação e modernização do troço entre Marco de Canaveses e Peso da Régua, numa intervenção prevista para se prolongar por três anos. O contrato de empreitada já foi consignado, inserindo-se no plano global de modernização da linha, cujo investimento total ronda os 460 milhões de euros.
O projeto visa garantir a tração elétrica até Peso da Régua, melhorar a qualidade do serviço regional e reduzir o tempo de viagem em cerca de sete minutos. A Linha do Douro destaca-se não só pela sua função estratégica na mobilidade e no transporte de mercadorias, mas também pelo valor turístico, atravessando a paisagem do Alto Douro Vinhateiro, Património Mundial da Unesco desde 2001. A eletrificação do troço permitirá ainda reduzir as emissões de CO₂ em cerca de 16.000 toneladas anuais, reforçando a eficiência e a sustentabilidade do sistema ferroviário.
Para além da modernização da via, estão previstas melhorias nas estações e apeadeiros, incluindo bilheteiras, sistemas de informação ao público e acessos adaptados a pessoas com mobilidade reduzida. Será também atualizada a sinalização, as telecomunicações e a segurança, com automatização de passagens de nível e construção de desnivelamentos, reforçando a fiabilidade do serviço.
O troço entre Caíde e Marco de Canaveses já se encontra eletrificado e modernizado, fruto de um investimento de 33 milhões de euros. Atualmente decorre a elaboração do projeto de modernização do troço Peso da Régua–Pocinho, estimado em cerca de 180 milhões de euros, assim como os estudos para a extensão até Barca d’Alva, com um custo aproximado de 80 milhões de euros. A modernização completa da Linha do Douro deverá ter um impacto significativo na mobilidade regional e no desenvolvimento económico da região.
O projeto, que abrange 43 quilómetros, inclui a instalação de sistemas avançados de sinalização eletrónica, controlo automático de velocidade, nova subestação elétrica em Bagaúste, telecomunicações ferroviárias, informação ao público e videovigilância.
A intervenção contempla ainda a reabilitação da via e da plataforma ferroviária, supressão e automatização de passagens de nível, modernização de estações e apeadeiros, adaptação às necessidades de mobilidade reduzida, beneficiação da Estação da Régua e reforço de taludes, assim como a reabilitação de túneis, incluindo o Túnel do Juncal, com 1.600 metros, um dos mais complexos da rede nacional. Espera-se que estas melhorias promovam maior segurança, eficiência e sustentabilidade, reduzam o tempo de viagem e favoreçam a criação do serviço Intercidades até Peso da Régua.
O Brighton College, escola britânica premiada, vai inaugurar a sua primeira unidade em Lisboa, oferecendo ensino para crianças dos 3 aos 18 anos e internato para famílias nacionais e internacionais.
O prestigiado Brighton College, reconhecido como a Escola da Década no Reino Unido, prepara-se para abrir a sua primeira unidade em Portugal, através de uma parceria com a Intellego Education. Lisboa vai receber esta escola, que promete trazer o modelo britânico de ensino de excelência a famílias nacionais e internacionais.
O projeto insere-se numa expansão europeia do colégio britânico, que prevê também a inauguração de escolas em Madrid e Roma. A nova unidade em Lisboa destina-se a alunos dos 3 aos 18 anos e combinará rigor académico com uma abordagem centrada no desenvolvimento de competências sociais e emocionais, valorizando a curiosidade, a confiança e a empatia. O corpo docente será composto por profissionais qualificados, seguindo o currículo inovador que tem permitido aos alunos do Brighton College, no Reino Unido, aceder às melhores universidades do mundo. O estabelecimento contará ainda com opções de internato, dirigidas a famílias que procuram flexibilidade e acompanhamento contínuo para os filhos.
O interesse por ensino britânico em Portugal tem vindo a crescer. Segundo a International Schools Database, Lisboa contava, em 2025, com 34 escolas internacionais a oferecer diferentes currículos, entre os quais o britânico, o americano e o International Baccalaureate. O Brighton College Lisboa surge para responder a esta procura, promovendo um ambiente de aprendizagem que alia excelência académica a desenvolvimento pessoal e visão global, em linha com os valores da instituição britânica.
A filosofia do Brighton College assenta na convicção de que a educação de qualidade transforma vidas. Cada aluno é acompanhado de forma personalizada, permitindo que descubra os seus interesses e potencial. O colégio incentiva o pensamento crítico, a criatividade e uma relação duradoura com a aprendizagem.
Noutra nota, recorde-se que também esta semana foi anunciada a abertura do campus da King’s College School Cascais, num investimento de 75 milhões de euros, mostrando que Portugal está, cada vez mais, a receber investimento privado direcionado ao ensino.
Depois de nos surpreender com o remake de Silent Hill 2, a Bloober Team regressa aos jogos originais com Cronos: The New Dawn, numa tentativa composta por ideias promissoras afogadas numa execução falhada.
Cronos: The New Dawn tenta misturar ficção científica, terror e viagens no tempo num cenário pós-apocalíptico polaco, mas tropeça nas suas intenções. Entre um combate frustrante e um ritmo estranho, o jogo mostra que a Bloober ainda não conseguiu encontrar o equilíbrio entre criar e adaptar. Da mesma maneira que existem dois lobos dentro de nós, também existem duas Bloober Team, aquela que entregou o excelente remake do Silent Hill 2, contra todas as expectativas, e outra que insiste em jogos de terror medianos que alimentam essas mesmas expectativas. Ainda assim, é louvável que continuem a tentar.
Com uma nova boa vontade renovada após o excelente trabalho com o remake do Silent Hill 2, pegamos neste Cronos: The New Dawn que se destaca de Layers of Fear ou de The Medium para abraçar a ficção científica pós-apocalíptica. E também porque vivemos no vácuo de novos Dead Space ou dos remakes das sequelas. Apesar de Cronos: The New Dawn ter uma base sólida e uma premissa interessante, o jogo sofre da mesma falta de sal do catálogo de jogos originais da Bloober, com problemas técnicos e uma jogabilidade repetitiva, tornando-o num dos títulos mais mornos dentro do seu género.
Cronos: The New Dawn (Bloober Team)
A viagem começa numa cápsula acabada de aterrar numa Polónia pós-apocalíptica, em New Dawn, devastada por desastres ainda desconhecidos. Assumimos o controlo de uma figura imponente, conhecida como The Traveler, vestida com um pesado escafandro (fato inspirado em equipamentos de mergulho). O seu objetivo passa por manipular as várias anomalias temporais espalhadas por este mundo, voltar a um passado são para resgatar as essências (ou almas) de certos indivíduos ainda vivos e expandir a Collective no presente. À medida que avançamos, os objetivos vão mudando devido a determinados imprevistos no enredo, obrigando a mergulhos cada vez mais demorados ao passado para descobrir o que levou àquele fim do mundo.
Cronos: The New Dawn almeja combinar o terror com o conceito de viagens no tempo, sendo que esse terror está associado a um apocalipse, cuja origem foi uma infeção misteriosa que se espalhou pelo mundo, levando à origem dos Orphans, que são os principais adversários do jogo, e que, numa vertente já mecânica, somos obrigados a desmembrar sempre que os derrotamos, o corpo não desaparece até ser queimado. Caso contrário, os outros inimigos vão tentar fundir-se com o cadáver. Se conseguirem, vão ficar mais fortes ao transformarem-se num monstro quase impossível de destruir.
É um conceito que podia ser interessante, não fossem os picos de dificuldade, a gestão deficiente de recursos para a repetição exaustiva das sequências de combate forçado copiadas e coladas descaradamente de Dead Space. Aquelas em que nos fecham em salas contaminadas para enfrentar hordas de inimigos. Só que em Dead Space, o combate é bem satisfatório e visceral, aqui é só tosco. Não há variação de inimigos e estes são uma esponja de dano para as munições disponíveis, o que nos obriga a correr em pânico para achar recursos (se houver) ou tentar os golpes físicos que são iguais a nada. Isto quando bloqueamos no cenário, entre outros detalhes frustrantes. Se existia o receio de o remake de Silent Hill 2 estar mais voltado para a ação, essa abordagem acabou por funcionar muito melhor.
Cronos: The New Dawn (Bloober Team)
Para nos ajudar no combate, apanhamos uma mão cheia de armas diferentes que podemos melhorar com um recurso de energia ainda abundante. Todas elas permitem carregar o disparo para tirar mais dano aos adversários, numa mecânica de risco e recompensa, que infelizmente acaba por ser mais trapalhona do que útil quando eles correm na nossa direção ou nos rodeiam. E nenhuma das armas transmite uma sensação prazerosa de impacto ou de desmembramento do outro jogo de horror sci-fi que tenta copiar (sério, até os golpes físicos são iguais). E eu aprecio um jogo de terror que nos deixa a sentir indefesos num ambiente hostil sem parecer um walking simulator, e sem opção de atacar. Até o vilipendiado Callisto Protocol tinha um combate corpo a corpo mais interessante, mesmo falhando em todo o resto.
Agora, algo de positivo, porque nem tudo é mau. O que mais aprecio nestes estúdios é a oportunidade de explorar outras culturas e locais, mesmo com panos de fundo fora da caixa. Por exemplo, uma Polónia devastada por um vírus (algo que pode ser lido como uma metáfora para a COVID). E quando voltamos no tempo, temos vislumbres dessa mesma Polónia antes do desastre, quando as pessoas ainda só se estão a aperceber dos primeiros sintomas da infeção (sim, ainda é uma metáfora da COVID) até tudo virar do avesso.
Também apreciei a mecânica de recolha das essências. Sempre que as recolhíamos, podíamos assistir a retalhos da vida dos indivíduos que combinavam imagens reais com outras in-game. Cada essência também se traduzia em benefícios de jogabilidade, como dano adicional, saúde, etc. E apesar de ser só possível equipar três (entre várias), podíamos personalizar a nossa experiência ao sacrificar as restantes. É um conceito interessante, se bem que um pouco castrador.
Cronos: The New Dawn (Bloober Team)
Tal como em The Medium (que ainda gostei e me mantém a torcer pela equipa da Bloober), o ritmo da história é uma linha plana, sem grandes picos de interesse — para o bem ou para o mal, que obriga a um New Game Plus para ver os restantes finais. Só que não há grandes razões para voltar, nem pela jogabilidade nem pelos momentos da narrativa. De novo, uma reação contrária ao trabalho feito em Silent Hill 2 que ainda me coço para lá voltar. Afinal, porque gostei? Porque o género do terror é um dos meus preferidos. E isto leva-me a um pensamento injusto é intrusivo: talvez a Bloober só se dê bem com adaptações, e não a criar. Um pouco como as primeiras, e excelentes, temporadas de Game of Thrones para a televisão, que brilharam enquanto ainda tinham um suporte de inspiração.
Mesmo depois do Silent Hill 2, quando vi a apresentação de Cronos: The New Dawn parecia que já estava a adivinhar o seu destino. É que nem tudo é mau, há uma base interessante, há potencial, mas a execução ficou muito aquém: o combate é profundamente frustrante; existem problemas técnicos constantes, entre outros elementos desgastantes e pouco dignos de uma experiência satisfatória. Embora o mundo de New Dawn seja interessante, o facto de andar constantemente perdido para trás e para a frente entre zonas não é assim tão divertido como num metroidvania convencional onde, de facto, desbloqueamos novas formas de exploração. Cronos atira com conceitos que, inicialmente, são entusiasmantes, mas que rapidamente se tornam cansativos ou inúteis. Ainda me lembro da utilização pobre do ecrã dividido em The Medium.
Mesmo com New Game Plus, finais alternativos e fatos desbloqueáveis depois de terminarmos o jogo pela primeira vez, não há muito que justifique uma segunda volta. Fica difícil recomendar este jogo, portanto recomendo a irem jogar as inspirações ou jogos com temas semelhantes e muito melhores, como é o caso de Signalis.
Cópia para análise (versão PlayStation 5) cedida pela Bloober Team.
A Masnostra iniciou uma reestruturação completa da sua rede em Portugal, suspendeu novos contratos para a U2 e esclarece ações legais contra a Evomedia.
A UN2, marca detida pela Masnotra – anteriormente conhecida como Artiva e Nostra Telecom -, e sobre a qual já falámos aqui no Echo Boomer, pausou temporariamente os seus serviços em Portugal. Em comunicado, a Masnostra anunciou estar a proceder a uma reestruturação completa da sua rede de telecomunicações em Portugal, abrangendo tanto a infraestrutura de fibra ótica como a vertente móvel. Durante este processo, a empresa decidiu suspender temporariamente a abertura de novos contratos, medida que permanecerá em vigor até que a transição para a nova infraestrutura esteja concluída.
Segundo a administração, esta decisão resulta da rescisão, por justa causa, do contrato com a fornecedora grossista Evomedia. De acordo com uma investigação interna, em coordenação com outros operadores e sob supervisão da ANACOM, foi identificado que a Evomedia prestava serviços grossistas sem a autorização dos proprietários de rede, nomeadamente a Altice e a NOS.
A investigação concluiu que a empresa em causa terá operado de forma irregular, através da revenda não autorizada de serviços, da celebração de acordos sem a notificação obrigatória à ANACOM e de possíveis infrações relacionadas com concorrência desleal, fraude contratual e violação da legislação das telecomunicações. Perante estes factos, a Masnostra não só encerrou a parceria com a Evomedia, como avançou com queixas formais e ações judiciais para apuramento de responsabilidades legais.
A empresa afirma já ter celebrado novos acordos diretamente com operadores proprietários de rede, o que permitirá, segundo refere, assegurar uma infraestrutura mais robusta e estável para os seus clientes. E, sublinha a administração, esta suspensão temporária de novos contratos não representa uma saída do mercado, mas sim uma medida preventiva destinada a garantir a conformidade legal e a qualidade futura dos serviços. A empresa assegura que regressará com uma rede reforçada, transparente e capaz de responder às exigências do mercado.
Masnostra desmente alegações sobre ilegalidades
A Masnostra reagiu ainda a notícias divulgadas em portais nacionais, que a empresa classifica como falsas e prejudiciais à sua reputação. Entre as alegações contestadas estão a insinuação de que a operadora teria atuado ilegalmente e a referência a supostos “mudanças de nome” para ocultar irregularidades.
A empresa esclarece que a sua identidade resulta de um processo de fusão entre diferentes grupos e entidades, e não de alterações sucessivas de designação. Reforça ainda que possui todas as licenças necessárias para operar nos países onde está presente, em conformidade com a legislação aplicável.
Relativamente ao litígio com a Evomedia, a Masnostra reafirma que a decisão de rescindir o contrato foi tomada internamente após a deteção de irregularidades graves.
Football Manager 26 chega a 4 de novembro a várias plataformas e já podes poupar 41% na sua pré-reserva para PC.
O grande simulador de futebol está de volta em breve com Football Manager 26 e já podem fazer as vossas pré-reservas com um desconto especial, na Instant Gaming.
Com lançamento a 4 de novembro, Football Manager 26 já se encontra para PC, em lojas como a Steam, Epic Games Store e Microsoft, com um desconto de lançamento de 10%, mas os maiores fãs podem baixar esse valor ainda mais. Na Instant Gaming, Football Manager 26 encontra-se com um desconto exclusivo de 41%, que podem garantir já aqui.
O jogo da Sports Interactive e da SEGA, que fez uma pausa de um ano, marca o início de uma nova fase para a série, ao ser desenvolvido pela primeira vez no Unity Engine. De acordo com o estúdio, esta mudança tecnológica garante maior detalhe visual, novas animações capturadas a partir de jogos reais e uma experiência de jogo mais realista.
A nova edição de “FM” introduz também o futebol feminino, integrado no mesmo ecossistema que as competições masculinas. A Sports Interactive afirma que esta estreia será acompanhada pela base de dados mais completa do género e por várias competições licenciadas que serão anunciadas nas próximas semanas. A licença oficial da Premier League passa igualmente a estar incluída, reforçando o realismo da simulação.
Em Football Manager 26, a interface de utilizador foi redesenhada, prometendo uma experiência mais intuitiva tanto para veteranos como para principiantes. E as áreas de táticas, observação e recrutamento receberam melhorias, dando maior controlo sobre as decisões ao longo da carreira.
Outra novidade é a compatibilidade com perfis e progresso feito em jogos anteriores. Quem tiver começado uma carreira em Football Manager 2023 ou 2024 poderá continuar no novo título. No caso da versão Mobile, essa compatibilidade fica limitada às carreiras do FM24 Mobile.
E por falar em versões e plataformas, o jogo terá diferenças versões, com as de consola para Xbox e PlayStation 5 a apresentem-se enquanto Football Manager 26 Console. Já a versão para a Netflix será Football Manager 26 Mobile, e mais tarde, a 4 de dezembro chega Football Manager 26 Touch para a Nintendo Switch.
Subsídio Pingo Doce distribui diariamente um prémio de 1.500€ em cartão bancário pré-pago e milhares de descontos de 1€, 5€ e 10€ em compras.
O final do verão costuma marcar o regresso às rotinas, mas também o aumento das despesas do dia a dia. Para muitos consumidores, setembro e outubro são meses de maior pressão no orçamento familiar. É precisamente neste período que surgiu uma iniciativa que promete aliviar parte desse peso, colocando em jogo prémios diários em dinheiro e descontos para futuras compras.
Trata-se do Subsídio Pingo Doce, concurso que decorre até 27 de outubro e que atribui todos os dias um prémio principal de 1.500€ em cartão bancário pré-pago. Para além deste valor, estão em causa mais de 100.000 cupões de desconto, variando entre 1, 5 e 10€, utilizáveis nas lojas da insígnia dentro do prazo indicado em cada cupão.
A participação é exclusiva para utilizadores da aplicação O Meu Pingo Doce. Para entrar no sorteio, basta realizar uma compra de pelo menos 10€, em qualquer loja da cadeia, inclusive na loja online. E depois devem agitar o telemóvel para saber se ganharam um cupão de desconto ou, então, o desejado prémio principal.
Atenção que apenas a primeira compra diária é válida para efeitos do concurso, sendo que cada participante tem uma tentativa por dia, até às 23h59 do próprio dia da compra.
A campanha é válida em todas as lojas Pingo Doce no território nacional, incluindo Madeira e Açores, com exceção dos postos de abastecimento e espaços PD&Go.
Alpiarça e Almeirim recebem novo investimento da Soprema, integrado numa estratégia de modernização e expansão industrial em Portugal.
A Sopremaanunciou um reforço da sua presença em Portugal através de um novo ciclo de investimento industrial no Ribatejo. O projeto, avaliado em mais de 100 milhões de euros, contempla a expansão de infraestruturas localizadas nos concelhos de Alpiarça e Almeirim, dois territórios cuja proximidade permitirá uma gestão integrada e maior eficiência operacional.
De acordo com a estratégia delineada pela multinacional, esta aposta pretende aumentar a capacidade produtiva em Portugal, apoiar o crescimento nos mercados internacionais e consolidar o papel da empresa como um dos principais intervenientes no setor da construção no sul da Europa. O plano integra ainda objetivos ligados à sustentabilidade e à modernização industrial, procurando valorizar a produção local.
Fundada em França, a Soprema é hoje uma das principais multinacionais dedicadas à produção de soluções para impermeabilização, isolamento térmico e acústico. Está presente em mais de 90 países, com uma rede de cerca de 150 unidades fabris e 300 linhas de produção distribuídas a nível global.
Mesmo sem os serviços e aplicações da Google, o Huawei MatePad 11.5 demonstrou ser um tablet muito interessante para a produtividade e entretenimento.
O mercado de tablets é altamente volátil, mas o Huawei MatePad 11.5 pretende fixar-se num espaço muito próprio, assumindo desde logo uma posição arrojada, a de abdicar dos serviços da Google. E tal ambição não é uma tarefa simples para um dispositivo que se apresenta como ferramenta de produtividade.
O Huawei MatePad 11.5 conta com tudo aquilo que esperamos de um modelo de gama média, como o corpo em alumínio, medidas equilibradas (6,1mm de espessura e 515 gramas de peso) e um brilho que surpreende nesta categoria, com 600 nits. O seu ecrã é composto por uma painel IPS LCD de 11,5 polegadas, resolução de 2456×1600 pixeis e taxa de atualização de até 120Hz. Talvez fique a sensação de que um ecrã OLED faria mais sentido, mas a Huawei tentou compensar essa situação com a tecnologia PaperMatte, até agora reservada a modelos de gamas superiores, que reduz reflexos e fadiga ocular, tornando a utilização prolongada ou ao ar livre muito mais confortável. A isso junta-se uma bateria de 10.100mAh, que promete durar perto de 13 horas em utilização moderada, e quatro altifalantes estéreo que cumprem muito bem em vídeo e música.
A experiência com este tablet da Huawei que utilizei durante algumas semanas, ganha outra dimensão com os seus acessórios, como a M-Pencil de terceira geração, pensada para desenho e anotações, e o teclado tipo fólio, que transforma o tablet num pequeno portátil. A mensagem da Huawei parece óbvia, ao querer ser vista como parceira fiável para quem pretende produzir conteúdo, oferecendo boas especificações a um preço que podemos considerar sensato, na casa dos 300€. No entanto, há um senão que não pode ser ignorado. Num mercado em que quase todos os utilizadores Android vivem da dependência do ecossistema da Google, a Huawei continua a seguir o seu próprio caminho, afastada desses serviços por imposições políticas que remontam já a vários anos. É um detalhe que pesa e que poderá fazer a diferença na hora de escolher um tablet, porque, apesar de todas as virtudes, a ausência da Google, algo do qual muitos utilizadores podem depende, continua a ser um obstáculo difícil de contornar.
Huawei MatePad 11.5
Temos então o HarmonyOS, que chega acompanhado do processador Kirin T82B e de 8GB de RAM, uma combinação que durante os meus testes demonstrou uma fluidez muito acima da média. Abrir várias aplicações em simultâneo, utilizar janelas flutuantes, arrastar e largar entre aplicações ou até ativar o modo desktop com teclado e rato não representa obstáculo para este MatePad 11.5. Nota-se claramente que o sistema foi pensado para produtividade, seja em anotações rápidas, desenho digital ou multitarefas. E, neste capítulo, a Huawei fez um excelente trabalho, já que o seu desempenho não fica atrás da concorrência, pelo contrário, consegue até ser mais rápido que o modelo lançado no ano passado e, na maioria dos cenários, oferece melhor desempenho do que os seus rivais diretos. Contudo, este não é um tablet concebido para gaming, surpreende pela boa resposta em produtividade, design gráfico, ilustração e até na edição fotográfica, mas nos jogos é para esquecer. Executa ainda com facilidade os jogos mais básicos, mas os jogos mais exigentes, o melhor é mesmo deixar de lado.
Na fotografia, a abordagem é mais pragmática, já que a sua câmara frontal cumpre apenas no essencial, com selfies aceitáveis e gravação em 1080p a 30 FPS, suficiente boa para videoconferências. A sua câmara traseira de 13MP tem exatamente o mesmo desempenho, e em termos práticos, não faz nada que se considere brilhante. Já em relação à bateria, o desempenho é muito mais convincente. Durante os meus testes verificou-se que um dia inteiro de utilização é obtido sem qualquer dificuldade, embora o carregamento rápido não faça jus ao seu nome. Limitado a 40W, é respeitável mas não impressiona, já que são necessários cerca de 88 minutos para repor totalmente a carga. Nada de dramático, mas também está longe de rivalizar com a velocidade de carregamento de outros dispositivos da mesma faixa de preço.
Ligar o MatePad 11.5 pela primeira vez pode causar algum espanto, já que o tablet sai de fábrica a executar o HarmonyOS na versão4.3, um sistema operativo proprietário da Huawei – e não um sistema baseado no Android. Isso significa que temos que esquecer uma versão nativa do Gmail, do Google Docs, do YouTube, do Google Maps ou até a sincronização automática com as contas Google. A Play Store, claro, também não está presente, e cabe ao utilizador procurar alternativas para instalar as suas aplicações habituais. E a Huawei oferece três caminhos para contornar esta limitação. A primeira, e mais interessante, é a AppGallery, a loja oficial da marca, que já integra centenas de aplicações populares como TikTok, Deezer ou Booking, mas continua a ser francamente limitada. A segunda opção é o Petal Search, um motor de pesquisa que localiza APKs na web e permite instalar algumas das várias aplicações ausentes na AppGallery, embora aqui a segurança e a fiabilidade das atualizações fiquem mais em aberto. Por fim, restam alternativas de terceiros como a Aurora Store ou o GBox, que simulam a Play Store e dão acesso direto a muitas aplicações. O reverso da medalha? Maior risco de bugs, falhas de sincronização e potenciais fragilidades na proteção de dados, ou seja, uma solução que nunca irei recomendar.
Na prática, o Huawei MatePad 11.5 acaba por ser um dispositivo pensado para quem tem alguma experiência a “contornar o sistema” ou simplesmente não esteja dependente do ecossistema Google no dia-a-dia. Para quem vive agarrado a essas ferramentas, a frustração vai instalar-se rapidamente. É verdade que certas aplicações de terceiros, como a Netflix, funcionam sem qualquer problema, mas todas as outras que recorrem a serviços Google, como já mencionámos, não estão disponíveis da mesma forma. O lado positivo é que ferramentas de produtividade como Outlook, WPS Office, Zoom ou Microsoft Teams estão presentes, seja nativamente, seja através de um APK. Já o Gmail pode ser utilizado, mas exige que se utilize o navegador ou um clientes de email alternativo, e o mesmo acontece com as restantes aplicações da Google, acessíveis apenas através da sua versão web. No fundo, trata-se de um tablet que funciona realmente muito bem fora do “mundo Google”, mas que continua a exigir algum jogo de cintura por parte do utilizador.
Huawei MatePad 11.5
1 de 4
Huawei MatePad 11.5
Huawei MatePad 11.5
Huawei MatePad 11.5
Huawei MatePad 11.5
Huawei MatePad 11.5
Huawei MatePad 11.5
Huawei MatePad 11.5
Huawei MatePad 11.5
O Huawei MatePad 11.5 está disponível no site oficial da marca, e posiciona-se como uma opção acessível dentro do segmento de tablets voltados para produtividade. O preço inicial fixa-se nos 349€, subindo conforme a configuração escolhida. Tal como seria de esperar, a Huawei mantém a estratégia de vender os acessórios em separado: a caneta M-Pencil (19€) e o teclado magnético (50€) estão disponíveis como extras, tornando o conjunto completo mais versátil, mas também mais caro. No entanto, a marca está a oferecer 20% de desconto aos estudantes, e isso torna o preço deste tablet realmente apelativo.
Em termos práticos, é um valor competitivo para as especificações oferecidas, sobretudo se pensarmos no público-alvo, como os estudantes e/ou utilizadores que procuram um dispositivo leve para trabalho. Contudo, quem quiser explorar todo o potencial do MatePad 11.5 terá inevitavelmente de investir nos acessórios, o que aproxima o custo final de outros concorrentes de gama um pouco superior.
Este dispositivo foi cedido para análise pela Huawei.
A cosmética coreana vai ganhar nova morada em Lisboa com a MiiN Cosmetics, num espaço que irá reunir mais de 80 marcas coreanas de cuidados de pele, maquilhagem e beleza.
A MiiN Korean Cosmetics, referência europeia em cosmética coreana, vai inaugurar na próxima quinta-feira, dia 18 de setembro, o seu primeiro espaço em Portugal, instalando-se no número 174 da Rua Áurea, no coração de Lisboa. O espaço, com 51 m2, propõe uma experiência sensorial completa, apresentando aos portugueses uma ampla seleção de produtos que refletem as últimas tendências e inovações do universo K-beauty.
A loja aproximará o público português de mais de 80 marcas coreanas, incluindo as duas marcas próprias, Ondo Beauty 36.5 e Meisani. Entre cuidados de pele, maquilhagem, produtos capilares e corporais, a MiiN Cosmetics garante uma diversidade capaz de responder a necessidades específicas, mantendo padrões elevados de qualidade, eficácia e segurança em cada formulação.
A experiência na loja foi concebida para ser personalizada, com aconselhamento individual para cada visitante. Mais do que um ponto de venda, o novo espaço pretende funcionar como local de encontro para entusiastas da cosmética coreana, desde os curiosos até aos utilizadores mais experientes. Já para quem vive longe de Lisboa, fique a saber que os produtos estão igualmente disponíveis no site oficial, com entregas rápidas em todo o território nacional.
Os Caffeine & Green Tea Antioxidant Eye Patches são desenvolvidos em hidrogel e destinam-se ao contorno dos olhos. A presença de cafeína e chá verde ajuda a iluminar e a reduzir sinais de fadiga, proporcionando uma sensação imediata de frescura na zona periocular.
Na fase de limpeza, o Multiacids & Papaya Melting Cleansing Balm apresenta-se como um bálsamo desmaquilhante que combina agentes ativos para dissolver maquilhagem e impurezas. A fórmula foi concebida para purificar em profundidade, garantindo ao mesmo tempo uma esfoliação suave e evitando a sensação oleosa após a utilização.
No campo da renovação cutânea, o Blue Elixir Retinol Serum surge como sérum antienvelhecimento com retinol. A sua aplicação regular contribui para melhorar a textura da pele, reforçar a hidratação e devolver-lhe uma aparência mais uniforme.
Já o Glow Drops Vitamin C Serum aposta na vitamina C como ingrediente principal. Este sérum de rápida absorção destaca-se pela ação antioxidante e iluminadora, sendo adequado a diferentes tipos de pele.
A limpeza diária é ainda reforçada com o Puri-Tea Salicylic Acid Cleansing Gel, que combina chá verde e ácido salicílico. A sua ação remove impurezas, promove uma esfoliação delicada e mantém o equilíbrio cutâneo sem provocar secura ou irritação.
Por fim, para quem privilegia soluções práticas em formato reduzido, o Discovery Kit inclui um necessaire de viagem com versões miniatura de quatro cuidados de limpeza e hidratação. O conjunto reúne óleo de limpeza, gel de limpeza, tónico e hidratante em gel, organizados num estojo transparente, adequado para transportar em viagens.
O melhor de tudo? Temos um código de 10% de desconto em toda a loja. Basta que, antes de concluírem a compra, insiram o cupão ECHO10 para que o desconto seja aplicado. Atenção que este desconto não é válido em packs, em versões mini de produtos e em produtos já com redução de preço.
Fundada com o objetivo de tornar a cosmética coreana acessível na Europa, a MiiN Cosmetics disponibiliza um portefólio cuidadosamente selecionado de cuidados de pele, maquilhagem e acessórios, combinando tradição e inovação. Desde a sua criação, a marca tornou-se pioneira na introdução de marcas sul-coreanas no mercado europeu, contando hoje com mais de 30 lojas em países como Espanha, França, Itália e Alemanha.
Todos os produtos da MiiN Cosmetics são originais, importados diretamente da Coreia do Sul, e cumprem rigorosamente o Regulamento Europeu de Cosméticos. A marca assegura ainda que nenhum produto foi testado em animais e disponibiliza opções veganas e naturais, incluindo linhas certificadas por organismos como a EcoCert ou a USDA, com embalagens biodegradáveis ou recicláveis e sem ingredientes sintéticos ou petroquímicos.
A cosmética coreana, tradicionalmente unissexo, é apresentada na MiiN com foco na adequação a diferentes tipos de pele, independentemente do género. Assim, a marca pretende oferecer soluções personalizadas e inclusivas, refletindo a diversidade de rotinas e preferências dos consumidores europeus.
Depois de Lisboa, Porto e Braga, a Manteigaria abriu a primeira fábrica em Cascais, junto à estação.
O som do sino que anuncia a saída de novas fornadas já se faz ouvir em Cascais. A vila passou a contar com uma loja da Manteigaria, que se junta às localizações em Lisboa, Porto e Braga, reforçando a expansão da marca em território nacional.
O novo espaço situa-se junto à estação de comboios, na Avenida Valbom, e segue o modelo das restantes fábricas: além da venda ao público, é possível assistir ao processo de fabrico artesanal dos Pastéis de Nata, conhecidos pela textura cremosa e pela massa estaladiça.
Tal como nas outras localizações, o sino instalado à porta assinala cada nova fornada. O espaço serve não apenas os pastéis acabados de sair do forno, como também várias bebidas, entre as quais café, vinho do Porto, ginja, capilé e limonada. Para quem preferir levar, mantêm-se as caixas de duas, seis ou dezasseis unidades.
Com a inauguração de Cascais, a Manteigaria passa a contar com dez espaços em Lisboa, três no Porto, um em Braga e agora também um em Cascais. O crescimento recente incluiu ainda a abertura nas Portas do Sol, em Lisboa, e na Rua de Santa Catarina, no Porto. Para quem não se desloque a uma das lojas, está disponível o serviço de entrega através da plataforma Uber Eats.
O mais recente sucesso cinematográfico inspirado nas aventuras de Super-Homem, tem data marcada para os nossos sofás.
A HBO Max vai receber Superman já no dia 19 de setembro. Trata-se da mais recente produção da DC Studios, marcando o início de uma nova saga cinematográfica de filmes de heróis, agora sob a alçada de James Gunn, que escreve, produz e realiza este filme.
Superman voou pelos cinemas nacionais este verão, onde foi visto por mais de 180 mil espectadores, gerando mais 1.2 milhões de euros em bilheteiras portuguesas. Os espectadores puderam assim conhecer esta nova versão do Super Homem, protagonizada David Corenswet, num filme que não se dedica à sua origem, focando-se na responsabilidade e no legado do ser mais poderoso do planeta.
Para além de Corenswet, Superman conta coma interpretação de Rachel Brosnahan (Lois Lane), Nicholas Hoult (Lex Luthor), Skyler Gisondo (Jimmy Olsen), Isabela Merced (Hawkgirl), Nathan Fillion (Green Lantern Guy Gardner), Edi Gathegi (Mr. Terrific) e Anthony Carrigan (Metamorpho). Adicionalmente, o filme também apresenta pela primeira vez a adaptação live-action de Krypto o cão do Super-Homem.
O YouTube apresenta novidades para criadores, incluindo IA em Shorts, edição automática de vídeos e novas ferramentas para livestreams e podcasts.
Hoje, num evento online, o YouTube anunciou o lançamento de novas ferramentas e funcionalidades para criadores e artistas, com o objetivo de tornar a criação de conteúdo mais acessível, interativa e rentável. Entre as novidades destacam-se funcionalidades de inteligência artificial aplicadas aos Shorts, o formato de vídeos curtos da plataforma.
Nos Estados Unidos, Reino Unido, Canadá, Austrália e Nova Zelândia, o YouTube começou a disponibilizar novas ferramentas de inteligência artificial para criadores de Shorts. Com estas novidades, os utilizadores podem criar vídeos com som e cenários virtuais diretamente a partir do telemóvel, sem custos adicionais. Entre as funções que estão a ser testadas estão a aplicação de movimentos de outros vídeos, a alteração automática do estilo visual das filmagens e a inserção de objetos ou personagens apenas com descrições de texto.
Outra novidade é a funcionalidade Edit with AI, ferramenta que organiza automaticamente os melhores momentos do vídeo para adicionar música, transições e narração. Já a funcionalidade Speech to Song permite transformar falas de vídeos elegíveis em faixas sonoras.
No YouTube Studio, os criadores passam a ter novas formas de analisar e planear o seu conteúdo. O Ask Studio surge como um assistente inteligente capaz de responder a perguntas sobre desempenho de vídeos e interação com a audiência. Por sua vez, a aba de Inspiração apresenta ideias baseadas no comportamento do público, ajudando os criadores a planear novos vídeos. Também foram introduzidas opções de teste A/B para títulos e thumbnails, e a possibilidade de adicionar até cinco criadores a um mesmo vídeo, facilitando colaborações.
A plataforma vai ainda reforçar a dobragem automática com sincronização labial para 20 idiomas, permitindo que vídeos traduzidos correspondam aos movimentos dos lábios. Por sua vez, a tecnologia de likeness detection, disponível em beta aberta, permite aos criadores detetar e gerir vídeos criados com a sua imagem facial através de IA, garantindo proteção de identidade e controlo sobre o conteúdo.
O streaming ao vivo também recebeu atualizações, como por exemplo a capacidade de transmitir simultaneamente em formatos horizontal e vertical com um chat unificado. Além disso, a inteligência artificial passa a gerar automaticamente destaques das transmissões.
No campo da monetização, foram introduzidos formatos de anúncios menos intrusivos e transmissões exclusivas para membros, bem como novas formas de ligação entre artistas e fãs. No YouTube Music, os utilizadores vão poder pré-guardar álbuns e singles, aceder a conteúdos exclusivos, como vídeos de bastidores, e participar em lançamentos de merchandising limitado.
Outro ponto importante são as relações entre criadores e marcas foram reforçadas. Em breve, será possível inserir patrocínios de forma dinâmica em vídeos longos e adicionar links de marcas em Shorts, permitindo medir resultados de forma mais precisa. E o YouTube Shopping também está a expandir-se, mas ainda não se sabe quando, ou se efetivamente chegará, a Portugal.
Por último, os criadores de podcasts passam a ter ferramentas que transformam episódios em clipes curtos ou Shorts, ou que geram vídeos personalizados a partir de áudio com a tecnologia Veo, aumentando as formas de distribuição e interação com o público.
Para além de Hades, o catálogo do Xbox Game Pass recebe ainda Visions of Mana, Frostpunk 2 e Deep Rock Galactic: Survivor.
A Xbox revelou a segunda vaga de jogos que chegam ao Xbox Game Pass ainda durante setembro, com destaque para o regresso de Hades, que volta ao serviço a 19 de setembro. A chegada do premiado roguelike da Supergiant Games a poucos dias do lançamento de Hades 2 no PC e Nintendo Switch, previsto para 25 de setembro, dando aos subscritores a oportunidade fugir do Submundo antes da aguardada sequela.
Já disponível está RoadCraft, focado na reconstrução de estradas e de infraestruturas após catástrofes. A 17 de setembro entram vários títulos, incluindo Call of Duty: Modern Warfare III, For the King II e Deep Rock Galactic: Survivor, este último uma adaptação em formato auto-shooter do universo cooperativo da série. No dia seguinte, 18 de setembro, o catálogo recebe Frostpunk 2, agora também em consola e cloud, e Wobbly Life, um sandbox com minijogos e missões partilhadas.
Mais perto do final do mês, para além de Hades no dia 19, chegam ainda Endless Legend 2 em Game Preview (22 de setembro), Sworn (23 de setembro), Peppa Pig: World Adventures (25 de setembro), e o novo Visions of Mana. O fecho do mês fica a cargo de Lara Croft and the Guardian of Light, disponível a 30 de setembro.
Em baixo, podem ficar a conhecer a lista completa de entradas desta segunda metade do mês:
RoadCraft – já disponível (Cloud e Xbox Series X|S)
Call of Duty: Modern Warfare III – 17 de setembro (Consola)
For the King II – 17 de setembro (Consola)
Overthrown (Game Preview) – 17 de setembro (Xbox Series X|S)
Deep Rock Galactic: Survivor – 17 de setembro (Cloud, PC e Xbox Series X|S)
Frostpunk 2 – 18 de setembro (Cloud e Xbox Series X|S)
Wobbly Life – 18 de setembro (Cloud, PC e Xbox Series X|S)
Hades – 19 de setembro (Cloud, Consola e PC)
Endless Legend 2 (Game Preview) – 22 de setembro (PC)
Sworn – 23 de setembro (Cloud, PC e Xbox Series X|S)
Peppa Pig: World Adventures – 25 de setembro (Cloud, PC e Xbox Series X|S)
Visions of Mana – 25 de setembro (Cloud, PC e Xbox Series X|S)
Lara Croft and the Guardian of Light – 30 de setembro (Cloud, Consola e PC)
Como sempre, há também saídas agendadas. No final do mês, a 30 de setembro deixam o serviço os seguintes jogos ,que podem ser adquiridos com 20% de desconto até à data de remoção, para quem quiser mantê-los na biblioteca.
Ninja Gaiden Sigma (Cloud, Consola e PC)
Ninja Gaiden Sigma 2 (Cloud, Consola e PC)
Ninja Gaiden 3 Razor’s Edge (Cloud, Consola e PC)
Terra Invicta (Game Preview) – PC
Já no Game Pass Core, a 1 de outubro, entram:
Cities: Skylines – Remastered
Disney Dreamlight Valley
Warhammer 40,000: Darktide
Estes jogos passam a integrar a biblioteca fixa disponível para todos os membros Core.