MALEVOLENCE regressam a Portugal em nome próprio

Depois de grandes festivais e digressões internacionais, os MALEVOLENCE trazem a Lisboa o seu mais recente álbum.

Depois de terem conquistado palcos em alguns dos maiores festivais de Verão e de dividirem cartaz com nomes como Trivium e Parkway Drive, os britânicos MALEVOLENCE regressam a Lisboa em 2026. A banda de Sheffield sobe ao palco do LAV – Lisboa ao Vivo, a 30 de maio, para apresentar o seu mais recente trabalho de estúdio, Where Only The Truth Is Spoken.

Este regresso marca também a estreia do grupo em Portugal num concerto em nome próprio, conferindo-lhe um peso particular no calendário da música pesada para o primeiro semestre de 2026. Reconhecidos pela intensidade e pelo impacto das suas atuações, os MALEVOLENCE prometem uma noite marcada por energia sem tréguas, riffs poderosos e emoção visceral, características que definem cada uma das suas performances.

O espectáculo em Lisboa será a primeira oportunidade para o público nacional ouvir ao vivo o novo álbum, editado pela Nuclear Blast Records e já considerado um dos pontos altos da carreira da banda. Gravado na Califórnia, no lendário Studio 606 de Dave Grohl, o quarto álbum dos britânicos foi captado através da mesa de som utilizada no clássico Nevermind, dos Nirvana. A produção esteve a cargo de Josh Wilbur, responsável por discos de bandas como Lamb of God, Gojira e Trivium, e o resultado revela uma banda mais madura e precisa, mas sem abdicar da intensidade que a distingue desde o início.

Quanto aos bilhetes, já estão à venda e custam 28€ cada.

PlayStation vai ter um novo State of Play, já esta noite

Saros, o novo jogo dos criadores de Returnal, terá um olhar aprofundado no novo State of Play.

A PlayStation anunciou mais um State of Play, como sempre em vésperas de acontecer. Num breve comunicado revela que a sua popular transmissão de anúncios e novidades acontecerá hoje, 24 de setembro, pelas 22 horas, através dos seus canais oficiais do Youtube e da Twitch.

Esta transmissão terá a duração de 35 minutos, aproximadamente e, como seria de esperar, será uma montra de novidades e anúncios de “estúdios de todo o mundo”, como explica a equipa da PlayStation. O que é interessante dado que estamos em vésperas da Tokyo Game Show 2025, onde normalmente as novidades gravitam para produções nipónicas.

Até à transmissão sabe-se muito pouco do que poderá surgir, mas a PlayStation já confirmou pelo menos um jogo, Saros, a nova aposta de ação na terceira pessoa da Housemarque, criadores de Returnal. Saros terá direito ao seu primeiro olhar da jogabilidade, com quase 5 minutos de material, capturado na PlayStation 5. Este novo jogo tem lançamento para 2026.

As especulações sobre outras novidades são muitas, incluído a possível presença de Marvel’s Wolverine, da Insomnic Games, ou um novo jogo de God of War. Felizmente, não vamos ter que esperar muito para assistir às novidades.  

Kreator, Carcass, Exodus e Nails juntos em Lisboa na Krushers Of The World Tour 2026

Quatro gerações do metal extremo unem-se em Lisboa: Kreator, Carcass, Exodus e Nails atuam na Sala Tejo da MEO Arena a 20 de março de 2026.

Lisboa vai receber, a 20 de março de 2026, um dos encontros mais significativos da cena do metal extremo. A digressão Krushers Of The World Tour passa pela Sala Tejo da MEO Arena, naquela que será a única data em território português. O cartaz reúne quatro nomes de referência que, em diferentes geografias e épocas, ajudaram a moldar e redefinir o género: Kreator, Carcass, Exodus e Nails.

O destaque recai sobre os Kreator, cabeças de cartaz e uma das formações mais influentes do thrash europeu. A banda alemã, liderada por Mille Petrozza, traz a Lisboa não apenas o peso de mais de quatro décadas de carreira, mas também novo material. Em janeiro de 2026 editam o aguardado álbum Krushers Of The World, sucessor de Hate Über Alles (2022), e várias dessas faixas integrarão o alinhamento da noite, lado a lado com clássicos como “Pleasure to Kill”, “Phobia” ou “Violent Revolution”.

A acompanhar os alemães estarão os Carcass, referência indiscutível do metal britânico e percursores de várias linguagens extremas. Do grind cru de Symphonies Of Sickness ao impacto melódico de Heartwork, passando pelo regresso convincente de Surgical Steel (2013) e pela vitalidade de Torn Arteries (2021), a dupla fundadora formada por Jeff Walker e Bill Steer mantém-se como pilar essencial do género, explorando um equilíbrio entre visceralidade e sofisticação.

O alinhamento ganha outra dimensão com os Exodus, pioneiros da cena thrash da Bay Area. Depois do regresso em estúdio com Persona Non Grata (2021), a banda prepara um novo trabalho para 2026 e deverá apresentar já alguns temas inéditos em Lisboa. Ao mesmo tempo, os concertos continuam fiéis ao legado histórico de discos como Bonded by Blood. Sob a liderança de Gary Holt, figura central tanto dos Exodus como dos Slayer, o grupo mantém-se como um dos nomes mais consistentes do thrash norte-americano.

A abrir a noite estarão os Nails, representantes de uma nova geração de sonoridades extremas. A banda norte-americana, comandada por Todd Jones, construiu reputação pelo peso abrasivo de composições curtas e diretas, que raramente ultrapassam os dois minutos, misturando hardcore, grind e death metal. You Will Never Be One Of Us (2016) consolidou essa identidade feroz e a sua estreia em Portugal é aguardada com particular expectativa.

Quanto aos bilhetes, são postos à venda dia 29 de setembro, e variam entre os 45 e os 50€.

Plataforma Saber Poupar já nos diz quanto vamos poupar ao trocar de operadora de telecomunicações

Nova ferramenta da Saber Poupar ajuda a reduzir despesas em telecomunicações, mostrando a poupança líquida mesmo em contratos com fidelização.

A DECO PROteste disponibilizou uma nova funcionalidade na plataforma gratuita Saber Poupar, que permite calcular a poupança líquida na troca de operador de telecomunicações, mesmo quando ainda existe um contrato com período de fidelização em vigor.

Com esta ferramenta, basta carregar uma fatura recente para que seja feita uma análise automática dos consumos e valores pagos. O sistema identifica os tarifários mais competitivos disponíveis no mercado e apresenta uma estimativa da poupança anual possível. No caso de clientes com fidelização ativa, o cálculo inclui também os custos associados à rescisão do contrato, permitindo perceber se a mudança compensa a curto e médio prazo.

Segundo a DECO PROteste, o processo decorre em poucos segundos: após o registo na plataforma, o utilizador só tem de enviar a fatura e aguardar pela análise personalizada. Caso o resultado seja favorável, é possível avançar de imediato para a mudança de operador.

A plataforma Saber Poupar vai além do setor das telecomunicações, abrangendo também áreas como energia, seguros, crédito à habitação, combustíveis, serviços bancários e compras em supermercado. De acordo com estimativas da associação, quem concretizar as simulações sugeridas poderá alcançar uma poupança média anual próxima de 1.600€.

Oficial: Mercadona vai abrir as primeiras lojas no Algarve em 2026

Faro e Portimão recebem as primeiras lojas da Mercadona a sul do país em 2026, num investimento que gera 200 novos postos de trabalho.

Sete anos depois da chegada a Portugal, a Mercadona vai finalmente estrear-se a sul no país, no Algarve. A retalhista espanhola acaba de confirmar que, no último trimestre de 2026, irá inaugurar duas novas lojas na região, localizadas em Portimão, no Nova Vila Retail Park, e em Faro, na zona de Vale da Amoreira.

A expansão para o sul do país foi possível graças ao funcionamento do Bloco Logístico de Almeirim, um investimento de 290 milhões de euros inaugurado recentemente, que permitirá otimizar o abastecimento das novas lojas e reforçar a operação nacional.

De acordo com Inês Santos, diretora de Relações Institucionais da Mercadona em Portugal, a chegada ao Algarve corresponde a uma ambição antiga e representa um marco estratégico para a empresa: “A região tem especificidades próprias, com forte sazonalidade, mas também com vida ao longo de todo o ano. Muitos clientes já conheciam a marca através das visitas a Ayamonte, e esta expansão vai reforçar uma relação construída ao longo de décadas.”

Com esta expansão, a empresa prevê contratar 200 trabalhadores, todos com contratos sem termo. As candidaturas já estão abertas e abrangem funções como operador de supermercado e auxiliar de manutenção. Os novos colaboradores iniciarão formação em janeiro de 2026, em várias lojas da rede no país, sendo remunerados desde o primeiro dia. Durante este período, a Mercadona assegurará despesas de alimentação, transporte, estadia e deslocações quinzenais às residências dos trabalhadores.

Além do Algarve, a cadeia prepara-se para reforçar a presença em Lisboa, com a primeira loja a abrir ainda este ano. No norte, a próxima inauguração ocorrerá a 9 de outubro em Matosinhos, seguindo-se Loures, onde abrirá a segunda unidade do concelho, em Frielas, a 16 de outubro.

Troleu – Review: Um bilhete de ida para o caos

Sem se livrar de alguns problemas de dificuldade e repetição, Troleu é o tipo de videojogo que comprova que tudo pode ser adaptado a uma experiência interativa, desde que exista uma ideia e visão fortes.

Por mais que possamos escrever sobre a indústria dos videojogos e a sua direção ultra-capitalista, onde os orçamentos e preços crescem, mas os estúdios pouco produzem e inovam, é preciso elogiar em igual medida as produções independentes. Não se trata apenas de fazer uma comparação facilitista, de “bons contra os maus”, como muitos adoram pregar em textos que sabem todos ao mesmo, mas antes perceber onde está o fator diferenciador entre as duas faces da indústria dos videojogos. O que importa aqui é perceber que um estúdio AAA está limitado pelo mercado, pelas vontades dos CEO, até pelas modas da indústria, dos jogadores e dos serviços digitais. Um sistema corporativo onde uma ideia pode ficar para sempre perdida apenas porque não é comercialmente viável, abafada muito antes de ser concretizada e de se perceber o seu potencial – e assim o disse o diretor criativo de Hell is Us, Jonathan Jacques-Belletête, no podcast Friends per Second. Um estúdio independente não se rege pelas mesmas regras, ainda que o orçamento e a rentabilidade sejam os mesmos monstros papões que seriam para qualquer outro estúdio. Se alguém sonha em fazer um jogo sobre um revisor de trólei (autocarro elétrico, se preferirem), esse projeto, se o dinheiro não falhar, acontecerá a seu tempo. Esta é a diferença.

Claro que estou a simplificar um enorme problema que merece uma discussão séria e adulta sobre a direção de uma indústria que está a perder o seu encanto enquanto se torna mais rentável e previsível. Não quero relativizar questões que são pertinentes e que podem moldar a próxima geração através de más práticas de produção e na gestão de equipas enquanto o mercado consome quem não tem milhões e milhões de euros no bolso para fazer sempre o mesmo jogo, mas é preciso conhecer as origens de Troleu e sublinhar como não seria possível produzir este jogo – bom ou mau, ainda não importa para a questão – em qualquer outro cenário económico no monstro que é a indústria dos videojogos. Com ou sem relatividade, com ou sem comentário social, a verdade é que Troleu nasceu dos sonhos da andrground, materializou-se e teve a audácia de existir sobre uma ideia que podia ser descartada por tantos outros criativos e apagada para sempre da história. Contra todas as adversidades, Troleu está aqui, quase como uma ameaça para todos aqueles que mal conhecem as verdadeiras entranhas da indústria que tanto julgam conhecer.

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Troleu (andrground)

Quero também que tenham consciência que o tom quase apoteótico que utilizei até aqui serve para introduzir um jogo que se foca numa única e exclusiva experiência, das mais mundanas, banais e quotidianas possíveis: a fiscalização de transportes públicos. Para alguns, a figura da autoridade, o revisor e pica que determina quem é expulso e quem levará uma multa avultada para quem viaja. Para outros, uma figura que representa um sistema que mais se preocupa a fiscalizar do que a proporcionar aos seus utilizadores um serviço melhor e à altura das suas exigências. O que poderá Troleu fazer de tão criativo e único com o simples ato de pedir bilhetes, verificar passes e garantir a manutenção de um trólei? A resposta é simples: anarquia total.

Em Troleu, nós somos um fiscal, um funcionário público, responsável pelo funcionamento do transporte em que trabalhamos. Entre rotas, que se dividem por várias paragens e trajetos únicos, temos a obrigatoriedade de gerir os passageiros que entram e garantir que todos têm bilhete ou um passe válido. Até ao final da viagem, esta é a nossa missão, zelar pelos passageiros, mas também pela rentabilidade do transporte público. As viagens seriam mais tranquilas se Troleu não existisse num universo paralelo onde tudo pode acontecer no interior de um veículo. Na verdade, as nossas responsabilidades não se resumem a passar bilhetes ou a verificar passes enquanto os passageiros entram e procuram por um lugar. Na nossa lista de tarefas, podemos também encontrar obrigações como “atirar os passageiros para fora do trólei”, limpar o chão, perfumar passageiros com maus odores corporais, lutar contra passageiros mal-humorados e até roubar pertences a quem tentou entrar sem pagar bilhete. Isto tudo enquanto o trólei segue a sua viagem, de paragem em paragem, enquanto a intensidade aumenta e um simples ato de vender um bilhete passa a ser uma luta contra o tempo.

Troleu vive no caos absoluto e quer apanhar-nos de surpresa. Durante as primeiras viagens, as tarefas são relativamente simples. Os passageiros entram e nós vendemos bilhetes ou então verificamos a fotografia e validade dos passes para garantir que está tudo em ordem. No entanto, estas ações não são automáticas, existe um leque de mecânicas e operações que temos de realizar para vender um único bilhete. O processo rege-se da seguinte forma: encontrar um passageiro, receber dinheiro, depois devolver manualmente o troco e finalmente entregar o bilhete vendido. Para tal, a ação fecha-se sobre um único passageiro e o nosso fiscal tem de aceder à sua bolsa para conseguir trocar moedas, dar bilhetes ou utilizar o multibanco. Estas são ações individuais e que requerem a combinação de tarefas enquanto o tempo passa, mais passageiros entram e o caso instala-se à medida que confrontos acontecem, roubos são perpetuados e o chão fica mais sujo e desconfortável.

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Troleu (andrground)

A gestão destas micro-tarefas é constantemente desafiada ao longo dos trajetos do trólei, não só pelos vários tipos de passageiros que entram – alguns temos de expulsar rapidamente, outros apresentam-se com passes e cartões de débito falsos -, mas também pela adição de imposições que mudam por completo a organização do transporte. Por exemplo, podemos ter o trólei com alguns idosos ou até jovens e o jogo decidir, entre paragens, que afinal não é rentável ter estes passageiros a bordo. Se não fizermos algo, seremos penalizados por cada um dos passageiros proibidos, o que poderá ditar o nosso fim. Sem dinheiro, não podemos comprar melhorias e bilhetes no mercado negro – sim, isto é um sistema no jogo – e se não alcançarmos o valor mínimo por rota, seremos obrigados a repetir a viagem. Então só temos uma solução: expulsar todos os passageiros proibidos. Mesmo que tenham pago, estes passageiros são pontapeados e depois atirados para a rua. Aliás, se querem usufruir de uma boa estratégia, obriguem as pessoas a pagar primeiro e depois atirem-nas para fora do trólei. Pensem como um verdadeiro capitalista em Troleu!

Apesar da aleatoriedade dos eventos e da constante gestão de tarefas, Troleu também se concentra na satisfação dos passageiros. Além do sistema de pontuação, pelo qual somos avaliados no final de cada percurso – numa pontuação já conhecida, de F a S, ainda que os parâmetros nem sempre sejam compreensíveis em campo devido à intensidade dos objetivos –, todas as nossas ações refletem-se no bem-estar dos passageiros. Se alguém é assaltado, se as luzes se apagam durante as carreiras noturnas – todos os níveis têm uma versão noturna e estas são ainda mais difíceis do que os percursos diurnos –, se o chão não é limpo ou se expulsamos alguém injustamente, o nível de insatisfação sobe, ao ponto de sermos alvo de uma fiscalização. O feitiço vira-se contra o feiticeiro e o destino do revisor fica nas mãos de outro colega, um verdadeiro tirano, que determina o número de bilhetes vendidos, se alguém entrou sem pagar ou se algum passageiro proibido ainda se encontra no interior do “autocarro”. Se o revisor determinar que não cumprimos o nosso dever, ele irá expulsar-nos e terminar ali a nossa viagem. Para escaparmos, temos de o derrotar ao atirarmos outros passageiros contra ele. Por isso, só temos duas opções: ou perdemos ou somos o pior revisor do mundo.

A intensidade dos níveis não demora a aumentar e é aqui que Troleu torna-se tão divertido, como exaustivo. Os níveis finais, que transportam o nosso trólei para o passado e até para o espaço, adicionam tantas tarefas adicionais que o simples e intuitivo ato de passar um bilhete ou expulsar um passageiro em incumprimento, fica enterrado sobre um enorme cansaço físico e mental. Um dos meus pontos de rutura foi uma combinação entre o nível pré-histórico, que nos obriga a expulsar constantemente insetos que perturbam outros passageiros, e a constante ameaça do revisor. Se a nossa prestação é negativa, aprecio a adição de um elemento penalizador, nem que seja para nos motivar a jogar melhor e a aprender as rotas e nuances do trólei, mas quando o revisor é capaz de terminar a nossa viagem automaticamente, a jogabilidade torna-se injusta. Mesmo que tudo esteja a correr bem, basta um deslize, um mau timing, e perdemos tudo. Nem sempre é fácil parar o revisor e isto cria a sensação de estarmos a lutar contra o jogo e não a tirar partido das suas mecânicas para ultrapassarmos um desafio inesperado.

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Troleu (andrground)

Troleu não é propriamente acessível, muito devido à gestão constante de tarefas e passageiros, sem falar na panóplia de objetivos aleatórios que são adicionados entre trajetos. O primeiro sinal deste caos controlado surge logo no terceiro nível, quando ficamos encarregues de uma linha rural, onde vários passageiros transportam comida, animais e bebidas para o trólei. A partir deste nível, é quase impossível abordar a jogabilidade com elegância porque precisamos ser meticulosos e abandonar quaisquer escrúpulos. O facto de termos de limpar o chão constantemente, usar perfume nos passageiros, controlar as entradas, parar o ruído de instrumentos musicais ou de colunas portáveis cria uma cacofonia de ações, efeitos e sons que podemos ficar facilmente perdidos dentro de um espaço tão claustrofóbico como um trólei.

Apesar destes problemas, Troleu funciona, muito por saber quando e como exagerar, e por apresentar um loop mecânico que combina muito bem com o género de ação e gestão. Pode não ser perfeito e talvez nem seja tão memorável como se esperava, mas Troleu é um símbolo como tantos outros projetos independentes, que demonstram que uma ideia pode ser mais do que apenas um sonho e ir além das exigências canibais da indústria: mesmo que seja, no final do dia, um jogo sobre o pior revisor do planeta.

Cópia para análise (PC) cedida pela Sandbox Strategies.

Um brunch à beira do Tejo: a experiência do MYRIAD Sunday Brunch & Grill

De frios a quentes, passando pelas sobremesas, as delícias são muitas neste MYRIAD Sunday Brunch & Grill, numa experiência ótima para famílias e amigos.

À beira do Tejo, no coração do Parque das Nações, ergue-se um dos edifícios mais emblemáticos da frente ribeirinha de Lisboa. A estrutura contemporânea, vizinha da Torre Vasco da Gama, destaca-se no horizonte pela imponência e pelo desenho moderno que marca esta zona da cidade.

É neste cenário que se encontra o MYRIAD by SANA, hotel de cinco estrelas. A unidade dispõe de 186 quartos e suítes, concebidos num estilo atual, e beneficia de uma localização privilegiada a poucos passos da Altice Arena, do Oceanário, do Casino de Lisboa e do Aeroporto Humberto Delgado.

Mas essa é uma conversa que fica para outra altura. Até porque não fomos, ainda, conhecer o hotel em pormenor e os seus quartos, mas sim os seus restaurantes, neste caso o River Lounge, restaurante e bar com esplanada voltada para o Tejo, pensado para acompanhar o quotidiano da cidade do início ao fim do dia.

Recentemente, e como podem ler aqui, fomos deliciar-nos com um jantar Al Fresco, com muito e bom sushi. Poucos dias depois voltámos ao River Lounge, desta vez para um dos ex-libris do espaço: o brunch de domingo.

Com um menu que foi renovado a pensar nos dias mais longos e soalheiros de verão, estivemos este mês de setembro neste magnífico brunch que, entre as 13 e as 15h, combina o grelhado ao vivo – se o tempo assim o permitir – com produtos de qualidade. Infelizmente, tivemos o “azar” de ir conhecer este brunch precisamente num dia em que o sol não foi muito amigo, o que fez com que não fosse possível ter a refeição na esplanada, mas sim no interior. Ficámos sem a vista para o Tejo, é certo, mas a qualidade, essa, não falhou.

Após alguns minutos de espera, fomos encaminhados para a nossa mesa enquanto já salivávamos para as dezenas de opções que compõem este brunch. Há mesmo muita, muita variedade, inclusive a nível de sobremesas, como raramente se vê por aí.

A parte positiva de ir a um brunch é que não há uma ordem, isto é, podem começar pelos pratos principais, irem depois às entradas e só depois às sobremesas, ou começar pelas sobremesas, ir aos pratos principais e finalizar com entradas. Os clientes decidem. E podem ficar descansados: as opções que forem voando deste banquete são rapidamente repostas, tanto que vimos cozinheiros a entrar na sala para verificar o que era necessário voltar a colocar nas mesas centrais deste brunch.

O MYRIAD Sunday Brunch & Grill tem essencialmente duas zonas: a central, onde estão os frios, e as zonas laterais, onde vão encontrar as opções quentes, bem como sobremesas. Nessas laterais, encontram propostas como Chamuças de legumes, Rissóis de Camarão, Pastéis de Bacalhau, Croquetes de carne, pizzas e dumplings. Já ao centro vão encontrar opções como Pimentos recheados com requeijão e pistácio, Salada de polvo com pimentos, Camarão de Moçambique ao Natural, Ostras da Ria Formosa, Tartine de anchovas e tomate concassé, Carpaccio de novilho, Quiche de cogumelos e queijo, Salada de brócolos, bacon e arandos e, ainda, uma vasta seleção de deliciosos queijos e enchidos, com pães e croissants a acompanhar.

Mas calma que ainda não acabou, longe disso. Há, ainda, uma vasta seleção de sushi e sashimi – com diferentes peças, tal como deve ser -, bem como tártaro de salmão. Claro, aqui não irão encontrar opções mais elaboradas como Ussuzukuri, mas também não é isso que se pretende neste formato – para isso têm, lá está, os jantares Al Fresco. O que importa referir é que, sim, estava tudo fresco, agradando a qualquer amante da gastronomia japonesa.

Passando para os quentes, vão então encontrar vários tachos que guardam, por exemplo, Espetadas de legumes, Camarão Tigre grelhado, Salsicha fresca, Batata recheada com creme de alho e servas, Gnochis de batata com molho bechamel, Legumes com batata-doce salteada em ervas aromáticas, arroz, Carré de borrego, Entrecôte grelhado e, até, Chuletón, uma proposta raríssima de se encontrar num brunch, mas que, aqui, era uma das estrelas da tarde.

Finalizando com as sobremesas, a oferta também é muito variada: Semifrio de manga e laranja, Saint-honore, Brulé de manjericão, Bolo de cenoura e caramelo, Frasier de pistácio, Tarte de chocolate, Macarons, Choux de framboesa, Financier de chocolate, Bolo de requeijão, Serradura, gelados de caramelo e chocolate, Sorvete de coco e alperce, mini pastéis de nata, entre outras coisas. Há é um “problema”: no meio de tanta fartura, o difícil vai ser mesmo escolher… ou melhor, o mais complicado vai ser mesmo ter estômago para provar um bocadinho de tudo, enquanto se passa um excelente serão em família ou amigos, como tivemos oportunidade de presenciar neste domingo.

Com um preço de 75€ por adulto (sem bebidas), com direito a um flute de champanhe à chegada, aconselhamo-vos também a pedir um dos suplementos disponíveis: ou o de vinhos, que por 14€ inclui Vinho Tinto DIVAI, Vinho Branco DIVAI, Espumante DIVAI, água com e sem gás; ou o de bebidas saudáveis, que por 9€ inclui Pineapple mint, smoothie de laranja e cenoura, mojito sem álcool de laranja e manjericão e água com e sem gás.

O preço pode não estar ao alcance de muitos, é certo, mas a qualidade e variedade paga-se, principalmente tendo em conta as opções premium que têm neste MYRIAD Sunday Brunch & Grill. Aconselha-se a reserva, sendo que crianças dos 4 aos 12 anos têm 50% desconto e crianças até aos 3 anos não pagam.

Oat Mix Breakfast é o novo preparado de aveia da Zumub para as manhãs

O novo Oat Mix Breakfast da Zumub combina aveia, fruta e proteína vegetal, oferecendo uma opção nutritiva e prática para começar o dia.

A aveia é reconhecida como um dos cereais mais completos, com um perfil nutricional que a torna uma aliada da saúde e do bem-estar. Rica em hidratos de carbono complexos, fornece energia de libertação gradual, ajudando a manter a saciedade durante várias horas. Este efeito prolongado é particularmente útil para quem inicia o dia cedo ou mantém uma rotina intensa, prevenindo picos de fome e contribuindo para escolhas alimentares mais equilibradas.

Além dos hidratos de carbono, a aveia é uma fonte significativa de fibra solúvel, especialmente beta-glucanos, que desempenham um papel importante na regulação dos níveis de colesterol no sangue e no controlo da glicemia. Estudos sugerem que a ingestão regular de aveia pode reduzir o risco de doenças cardiovasculares e favorecer a saúde digestiva, estimulando a microbiota intestinal e promovendo o trânsito intestinal de forma natural. Este cereal é também uma fonte de vitaminas do complexo B, magnésio, ferro e antioxidantes, que participam em processos metabólicos e na defesa do organismo contra o stress oxidativo.

Sabendo disto, a marca portuguesa de nutrição e alimentação saudável Zumub lançou o Oat Mix Breakfast, um preparado 100% vegetal que combina flocos e farinha de aveia com frutas em pó, tâmaras e stevia, sem açúcares adicionados nem ingredientes de origem animal.

A preparação é simples: basta adicionar água a ferver e mexer até obter uma consistência cremosa. É uma opção prática para tomar em casa ou no trabalho, seja como pequeno-almoço, snack energético ou refeição ligeira ao longo do dia. O Oat Mix Breakfast oferece assim uma alternativa funcional que alia conveniência e equilíbrio nutricional desde as primeiras horas da manhã.

Disponível nas variedades de manga e amendoim, cada embalagem de 300g tem um custo de 3.19€, mas dá para ficar um bocadinho mais barato se adicionarem o nosso código ECHOBOOMER, que vos garante 10% de desconto e alguns miminhos extra, dependendo do valor final da vossa compra.

MediaMarkt Portugal passa a chamar-se DARTY

A FNAC DARTY lança a marca DARTY em Portugal, prometendo reforçar confiança e proximidade com os consumidores no setor de tecnologia e eletrodomésticos.

Tal como referimos anteriormente, a MediaMarkt Portugal vai desaparecer do país enquanto marca, dando lugar a um novo nome. E esse nome acaba de ser divulgado: DARTY.

A FNAC anunciou esta mudança, marcando o início de uma nova fase no setor do retalho de tecnologia e eletrodomésticos no país. A alteração de marca acontece a 1 de outubro e resulta da aquisição da MediaMarkt Portugal pelo Grupo FNAC DARTY, reforçando a presença do grupo no mercado nacional.

A estratégia da DARTY assenta em três áreas principais: oferecer uma gama completa de produtos técnicos e eletrodomésticos, garantir preços competitivos e prestar um serviço integral ao cliente, desde a compra até à entrega e assistência. Nuno Luz, Managing Director da FNAC DARTY Iberia, sublinha que a mudança para DARTY em Portugal é um passo estratégico na expansão europeia do grupo. Segundo o próprio, a proposta de valor da nova marca, centrada na confiança e no serviço, procura corresponder às expectativas dos consumidores portugueses e simplificar o dia a dia das famílias.

A chegada da DARTY garante ainda a continuidade para os clientes da MediaMarkt: todos os produtos, garantias, serviços, cartões de oferta e vouchers online manter-se-ão válidos, sem alterações nas condições legais. Encomendas em curso, reparações e assistência técnica serão asseguradas pela DARTY, e o histórico de encomendas e funcionalidades digitais permanecem disponíveis no site da marca. Entre 1 e 5 de outubro, a DARTY irá assinalar o lançamento com iniciativas que visam envolver os consumidores, mantendo o foco na experiência de compra e na proximidade com o cliente.

O plano de expansão da marca prevê atingir 40 lojas até 2030. O investimento inicial no rebranding é de cerca de cinco milhões de euros, enquanto o total destinado ao crescimento da operação ultrapassa os 30 milhões de euros, prevendo-se ainda a criação de mais de 500 postos de trabalho.

Satisfyer apresenta nova gama de lubrificantes com 19 sabores

A Juicy Lubricant Range é a nova gama da Satisfyer com sabores que vão do doce ao frutado, adaptada a diferentes estados de espírito e estações do ano.

A Satisfyer lançou por estes dias a sua nova coleção de lubrificantes à base de água, intitulada Juicy Lubricant Range, que apresenta 19 sabores diferentes concebidos para diversificar a experiência do prazer. A gama inclui desde notas doces e aconchegantes, como o Creamy Caramel e Tasteful Tiramisu, até propostas mais sazonais, como o Playful Pumpkin, oferecendo opções adaptadas a diferentes preferências sensoriais.

Entre os sabores, há uma distinção clara entre propostas mais densas e reconfortantes, ideais para os meses mais frios, e alternativas frutadas que remetem para o verão, como o Juicy Mango & Passion, Melty Melon, Berry Blast ou Breezy Berry. Esta diversidade permite adaptar a escolha ao estado de espírito ou à estação, oferecendo tanto notas envolventes de outono como explosões de frescura tropical.

As fórmulas foram desenvolvidas para proporcionar uma textura suave que hidrata a pele, intensificando o contacto íntimo sem deixar resíduos pegajosos ou oleosos. Além disso, todos os produtos são compatíveis com preservativos de látex e podem ser facilmente removidos, assegurando segurança e conforto durante a utilização.

Quantos a preços, qualquer um dos lubrificantes da Juicy Lubricant Range custa 14,95€.

My Place to Work chega ao Porto com cabines de trabalho insonorizadas

My Place to Work é o novo serviço do NorteShopping com cabines modernas e privadas, perfeitas para teletrabalho e reuniões online.

O NorteShopping apresentou o My Place to Work, um novo serviço que disponibiliza cabines insonorizadas e de utilização individual, destinadas a quem procura um espaço cómodo e privado para trabalhar no centro da cidade. A novidade, que já existia em Lisboa, surge no arranque da rentrée e procura responder às exigências de um quotidiano cada vez mais acelerado.

As cabines foram concebidas para garantir conforto e concentração, funcionando como alternativa para quem precisa de flexibilidade e tranquilidade em ambiente urbano. Seja para responder a mensagens, participar em reuniões online ou desenvolver projetos que exigem maior foco, o My Place to Work afirma-se como uma solução prática para conciliar produtividade e conveniência.

A reserva é realizada através da aplicação NorteShopping LOVES ME, bastando selecionar a cabine, o dia e o horário pretendidos. O pagamento, no valor de 1€ por hora, é feito via MB WAY e confirma de imediato a utilização do espaço.

Com este lançamento, o NorteShopping reforça a sua posição enquanto espaço multifuncional, que vai além da vertente comercial. Além das compras, os visitantes encontram agora um serviço adaptado às novas formas de viver e trabalhar, com a possibilidade de alternar entre momentos de produtividade, pausas de lazer e gestão de tarefas pessoais.

Druni quer ter 25 lojas em Portugal até 2028

E até ao final do ano, a Druni prevê abrir até quatro lojas em território nacional.

A cadeia espanhola de perfumaria e cosmética Druni abriu, no passado dia 19 de setembro, a sua primeira loja em território português, localizada no Península Boutique Center, no Porto. A chegada ao mercado nacional insere-se na estratégia de expansão internacional da empresa, que procura consolidar a sua posição num setor cada vez mais competitivo e marcado pela presença de grandes cadeias internacionais.

A entrada em Portugal constitui um movimento estratégico que acompanha o crescimento do consumo de produtos de beleza no país e a proximidade cultural com Espanha. O espaço inaugurado tem 500 m2 e disponibiliza uma oferta abrangente de perfumaria, cosmética, maquilhagem, cuidados de cabelo, parafarmácia e higiene pessoal. Entre as opções, incluem-se marcas exclusivas e de gama premium.

A empresa sublinha ainda que a abertura desta loja segue-se ao lançamento do canal online em Portugal, no final de 2024, permitindo desenvolver uma estratégia integrada entre comércio físico e digital.

O investimento neste primeiro espaço ascendeu a um milhão de euros e permitiu a criação de 12 postos de trabalho. A estratégia da Druni para o mercado português prevê a abertura de quatro lojas até ao final de 2025 e a construção de uma rede de mais de 25 estabelecimentos até 2028.

Associação ZERO defende criação de Zona de Zero Emissões na baixa lisboeta

A qualidade do ar na Baixa lisboeta preocupa residentes e autoridades. Proposta de Zona de Zero Emissões visa reduzir tráfego, ruído e poluição até 2030.

Ontem, dia 22 de setembro, celebrou-se o Dia Europeu Sem Carros, e a associação ambiental ZERO alertou para o aumento contínuo do tráfego rodoviário em Lisboa, que ameaça a qualidade do ar e compromete os objetivos climáticos da capital.

Aproveitando a ocasião, a ZERO divulgou uma análise detalhada sobre a Baixa lisboeta, realizada em parceria com moradores e com a Junta de Freguesia de Santa Maria Maior. Ao longo do último ano, foram medidos níveis de poluição em diferentes pontos, revelando concentrações de dióxido de azoto (NO₂) três a quatro vezes superiores aos valores recomendados pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e acima dos limites que a legislação portuguesa e europeia prevê cumprir até 2030.

Perante estes números, a associação defende a criação de uma Zona de Zero Emissões, que proíba a circulação de veículos não elétricos, restrinja o acesso de viaturas de não residentes e reforce a fiscalização das vias de transporte público, que deverá ser totalmente eletrificado. Medidas para reduzir o tráfego, bem como a promoção da mobilidade pedonal e ciclável, são apontadas como fundamentais para reduzir congestionamentos, ruído e poluição, sem as quais será praticamente impossível atingir as metas climáticas da cidade.

A proposta de criação de uma Zona de Zero Emissões reforça ainda a petição lançada pela Associação dos Moradores e Amigos de Santa Maria Maior, formalizada em 2024, com o apoio da ZERO. A análise da qualidade do ar na Baixa revela que a atual Zona de Emissões Reduzidas (ZER) não tem conseguido mitigar os níveis de poluição. Nos pontos monitorizados – Rua do Ouro, Rua da Madalena e Avenida da Liberdade -, os poluentes ultrapassam frequentemente os valores recomendados pela OMS e os limites legais previstos para 2030, de acordo com a Diretiva UE/2024/2881. O NO₂ é o poluente mais crítico, com valores três vezes superiores na Rua da Madalena e quatro vezes superiores na Avenida da Liberdade, onde os limites legais também são excedidos. Estes dados evidenciam que a ZER existente está desatualizada e carece de fiscalização eficaz.

Reduzir significativamente o tráfego de atravessamento na Baixa Pombalina exigirá também a reconfiguração das avenidas que lhe dão acesso, como a Avenida da Liberdade e a Avenida Almirante Reis, incentivando o uso do transporte público, pedonal e ciclável. A prioridade da cidade deverá ser a eficiência no transporte de pessoas, não de automóveis, recorrendo a modos que maximizem a capacidade de transporte por metro quadrado, como transportes públicos regulares e flexíveis e bicicletas.

Foto: ZERO

Windows 11 vai suportar wallpapers em vídeo

Uma das funcionalidades favoritas dos fãs do Windows Vista pode estar prestes a regressar.

A Microsoft está a experimentar o regresso de um funcionalidade antiga ao Windows 11, os wallpapers animados com video. A novidade foi encontrada em versões de desenvolvimento mais recentes do sistema operativo, ao permitir que os utilizadores definam ficheiros MP4 ou MKV como fundo da área de trabalho, reproduzindo-se automaticamente sempre que o utilizador regressa ao ambiente de trabalho.

Esta função foi inicialmente introduzida em ambientes Windows com o Windows Vista, na altura chamada DreamScene, que era exclusiva da versão Ultimate do sistema operativo. No entanto, esta função foi abandonada com a chegada do Windows 7. Desde então, os utilizadores que procuram um ambiente de trabalho dinâmico recorrem sobretudo a soluções de terceiros, sendo o Wallpaper Engine um dos exemplos mais populares e que figura constantemente entre as aplicações mais utilizadas.

Este tipo de fundos de ecrã é particularmente interessante para utilizadores de painéis modernos, como OLED, que podem colocar vídeos em loop no ambiente de trabalho, ativando diferentes áreas do ecrã que possam estar estáticas durante longos períodos de tempo, com consequências na saúde dos painéis, como o mal amado burn in. Algo que também pode ser evitado com outros cuidados.

O regresso desta opção ao Windows 11 surge após vários anos de rumores e testes. Tendo-se especulado que a funcionalidade faria parte das atualizações de 2023, algo que acabou por não se concretizar. Não se sabe, para já, se a funcionalidade irá regressar oficialmente, nem quando. Mas tudo indica que poderá ser em breve.

Programa E-Lar exclui soluções energéticas eficientes, alerta DECO PROteste

Programa E-Lar recebe críticas por limitar tecnologias eficientes e deixar de fora medidas estruturais de poupança energética, segundo a DECO PROteste.

As candidaturas ao Programa E-Lar arrancam a 30 de setembro, mas a DECO PROteste alerta para limitações que podem levar a um aumento da fatura de eletricidade, em vez de a reduzir. A associação de defesa do consumidor sublinha que o programa não contempla bombas de calor, uma das tecnologias mais eficientes disponíveis no mercado, apesar de reconhecer a importância da iniciativa para a transição energética.

Entre as preocupações apontadas pela DECO PROteste estão lacunas que podem comprometer a eficácia do apoio. A organização apresentou ao Ministério do Ambiente e da Energia um conjunto de recomendações que abordam a necessidade de simplificar os processos de candidatura, alargar a cobertura geográfica e concorrencial de fornecedores, definir claramente os equipamentos elegíveis, considerar os custos da eletrificação e da potência contratada, incluir medidas de eficiência energética passiva e garantir a compatibilidade e segurança na substituição de equipamentos.

A associação ressalva que a ênfase exclusiva na aquisição de equipamentos pode não resolver, mas sim perpetuar, situações de vulnerabilidade energética. Mariana Ludovino, porta-voz da DECO PROteste, explica: “Sem melhorias estruturais, como isolamento térmico, as famílias arriscam-se a ver as suas faturas aumentar, mesmo ao recorrer a equipamentos eficientes. Além disso, a substituição de aparelhos a gás por equipamentos elétricos carece de requisitos de segurança claros, ausentes no atual regulamento do Programa E-Lar.”

O E-Lar apresenta ainda custos e riscos que não estão contemplados. O aumento da potência contratada, muitas vezes necessário com a instalação de mais equipamentos elétricos, gera custos fixos adicionais. Muitas habitações não suportam esta carga extra sem obras na instalação elétrica, despesas que não são cobertas pelo apoio. A substituição de aparelhos a gás implica a selagem segura das saídas de gás, mas o regulamento não define responsabilidades nem custos desta operação essencial para a segurança das famílias.

Outro ponto crítico é a limitação da liberdade de escolha dos consumidores. O regulamento sugere que o voucher do programa é de utilização única, obrigando muitas vezes à compra de todos os equipamentos junto do mesmo fornecedor. Além disso, a cobertura geográfica pode restringir o acesso ao apoio, caso a rede de fornecedores não seja suficientemente abrangente e equilibrada em todo o território continental.

A substituição de esquentadores a gás por termoacumuladores elétricos, única opção financiada para aquecimento de águas, é apontada como problemática. Os modelos atualmente elegíveis têm capacidade até 30 litros, inferior aos 40 litros recomendados pelo Manual de Certificação Energética dos Edifícios para uma pessoa, ficando aquém das necessidades reais de um agregado familiar. Segundo cálculos da DECO PROteste, esta troca pode aumentar a fatura anual em mais de 360€ para uma família com esquentador a gás natural. O programa ignora ainda as bombas de calor, tecnologia que permitiria poupanças anuais próximas de 350€ em relação a um esquentador a gás butano, amplamente utilizado nos lares portugueses.

Fibra ótica chega a zonas antes sem acesso em Ponte de Sor

A dstelecom expande a sua rede de fibra ótica a Vale do Bispo Fundeiro, em Ponte de Sor, garantindo internet de alta velocidade a mais de 11.000 habitações até outubro.

A dstelecom vai estender a sua rede de fibra ótica à localidade de Vale do Bispo Fundeiro, em Ponte de Sor, prevendo-se que a operação fique concluída até ao final de outubro. Com esta expansão, mais de 11.000 habitações no concelho passam a ter acesso à internet de alta velocidade, aumentando para 94% a cobertura de banda larga na região.

A iniciativa pretende reduzir as desigualdades no acesso à tecnologia, garantindo que os habitantes de zonas menos densamente povoadas disponham das mesmas oportunidades digitais que os residentes em centros urbanos. Até agora sem cobertura, Vale do Bispo Fundeiro vai passar a dispor da infraestrutura, um passo relevante para a inclusão digital e para o desenvolvimento socioeconómico local.

O concelho de Ponte de Sor integra o concurso público internacional para a instalação de redes de banda larga nas chamadas “zonas brancas”, que prevê a cobertura completa das famílias até 2028. A rede da dstelecom permite ainda que os residentes escolham entre diferentes operadores, estimulando a concorrência e garantindo diversidade de serviços.

Quem pretender confirmar a disponibilidade de cobertura pode fazê-lo via email ou do contacto gratuito 800910660, indicando a morada ou ponto de referência.

STIHL inaugura novas instalações em Sintra com um dos maiores centros de formação da Europa

O novo complexo da STIHL em Sintra, que custou 10 milhões de euros, conta com centro de treino para 500 profissionais por ano, showroom europeu e soluções energeticamente eficientes.

A STIHL Portugal inaugurou recentemente novas instalações em Sintra, num investimento de 10 milhões de euros que reforça a presença da empresa alemã no país.

O complexo ocupa 2.300 m² de construção num terreno de 17.200 m² e inclui um dos maiores centros de formação da STIHL na Europa, capaz de formar mais de 500 profissionais por ano. O espaço integra também o maior showroom europeu da marca – é apenas o segundo do género a nível mundial -, com 280 m² de exposição, exibindo mais de 200 máquinas e cerca de 600 acessórios. Futuramente, o centro contará com uma área de treino ao ar livre e receberá eventos e visitas escolares, consolidando a ligação da empresa à comunidade e aos parceiros.

O projeto, assinado pelo gabinete espanhol Arditécnica e executado pela construtora portuguesa Planirest, incorpora soluções de sustentabilidade. O edifício possui 80 painéis solares que cobrem mais de 60% do consumo energético, iluminação LED de baixo consumo, climatização por bombas de calor e controlo solar exterior. O isolamento térmico é reforçado, as janelas apresentam alto desempenho e a luz natural é aproveitada em todos os espaços.

A gestão eficiente de recursos contempla ainda a recuperação de águas pluviais para rega, sistemas de ventilação com recuperação de energia e a utilização de materiais duradouros como alucobond, vidro e cerâmica. A proximidade à antiga localização garante acessibilidade e ligação a transportes públicos, minimizando o impacto urbano.

Uber lança Uber One para estudantes em Portugal

E como seria de esperar, o Uber One para estudantes dá acesso a a promoções e descontos exclusivos em parceiros de retalho e restaurantes associados ao Uber Eats.

A Uber anunciou em Portugal o lançamento do Uber One para Estudantes, uma versão adaptada do seu programa de subscrição destinada aos jovens universitários. Por um valor simbólico, os estudantes podem usufruir de todas as funcionalidades do Uber One, incluindo deslocações, refeições, compras de supermercado e produtos como material escolar, eletrónica ou artigos de saúde.

O serviço apresenta um custo anual de 29,99€ ou 2,99€ por mês, com um período inicial gratuito de quatro semanas para novos utilizadores. Entre os benefícios estão 10% de retorno em créditos Uber One por cada viagem – incluindo TVDE, trotinetes e bicicletas elétricas (da Lime neste caso) -, taxas de entrega gratuitas e até 75% de desconto nas taxas de serviço do Uber Eats.

Para além destas funcionalidades, os estudantes passam a ter acesso a promoções e descontos exclusivos em parceiros de retalho e restaurantes associados ao Uber Eats, respondendo a diferentes necessidades do quotidiano universitário.

Turismo de Portugal apoia 37 projetos no interior com 16,6 milhões de euros

A Linha +Interior Turismo financia 37 projetos com foco em património cultural, turismo de natureza e gastronomia nas regiões do interior.

O Turismo de Portugal anunciou esta semana a atribuição de 16,6 milhões de euros a 37 projetos turísticos localizados no interior do país, no âmbito da Linha +Interior Turismo. Este apoio, concedido sob a forma de incentivo não reembolsável, acompanha um investimento global previsto de 25,8 milhões de euros e visa reforçar a competitividade e a sustentabilidade do setor em diferentes regiões portuguesas.

Na região Norte, foram apoiados 10 projetos, com um total de 3,6 milhões de euros de incentivo. Estas iniciativas concentram-se sobretudo na valorização do património cultural e religioso, com destaque para os Caminhos de Santiago, e no desenvolvimento de atividades ligadas ao turismo de natureza, astroturismo, turismo rural, enoturismo, termalismo e autocaravanismo.

No Centro do país, foram aprovados 18 projetos, que receberam um incentivo total de 7,9 milhões de euros. Entre os investimentos encontram-se ações de promoção do turismo cultural, incluindo a criação de novos espaços museológicos, e do turismo gastronómico, com produtos endógenos como o vinho, a cereja e o pão. Projetos de turismo de natureza, requalificação de parques biológicos e praias fluviais, assim como iniciativas de turismo científico e de mobilidade sustentável em redes de aldeias, também integram este pacote de incentivos.

No Alentejo, sete projetos receberam apoios que totalizam 4,7 milhões de euros, com foco no turismo de natureza e de aventura, incluindo centros de interpretação ambiental e valorização de áreas serranas. Estes investimentos abrangem ainda a promoção do património cultural e do turismo gastronómico e criativo, reforçando a diversidade da oferta regional.

No Algarve, dois projetos foram apoiados, com um incentivo conjunto de 400.000€, ambos centrados no turismo de natureza, em particular na valorização de percursos pedestres e rotas como a Via Algarviana e os Caminhos de Santiago.

Team Reptile anuncia Hyperfunk, sucessor espiritual de Bomb Rush Cyberfunk

Hyperfunk é o novo jogo de truques radicais e graffiti inspirado em jogos como Jet Set Radio.

A Team Reptile revelou Hyperfunk, o sucessor espiritual do divertidíssimo Bomb Rush Cyberfunk, e que é descrito como um “extreme trick and graffiti game”. Para já tem como destino o PC (via Steam) e consolas. E a data de lançamento ficou por confirmar.

O jogo transporta os jogadores para uma cidade onde várias crews rivais disputam território, estilo e ideologia sob a influência do Hyper, um espaço digital que molda a realidade. O jogo de desportos radicais permite o uso de patins, skates ou BMX, que podem ser usados para executar truques que alimentam um boostpack pessoal. Quanto maior o combo, maior a velocidade que pode chegar a níveis estonteantes.

Entre as mecânicas principais a Team Reptile apresenta as Style Wars dinâmicas, em que as crews podem tomar posse de zonas da cidade, e as batalhas de graffiti em tempo real, que onde os jogadores deverão sobrepor as marcas dos adversários e escapar à polícia. Sistemas muito familiares para quem já jogou Bomb Rush Cyberfunk.

Hyperfunk conta também com modos online cooperativos para explorar a cidade com amigos, encontrar jogadores aleatórios no Hyper, expandir a crew e desbloquear novos estilos de movimento, ao mesmo tempo que se descobrem faixas musicais escondidas pelas ruas.

Hyperfunk junta-se assim a uma longa lista de jogos inspirados em Jet Set Radio da SEGA, que se encontra em produção para um reboot em breve.