Um estudo recente da Ampere Games Analytics mostram que os utilizadores de Xbox jogam, em média, mais títulos por mês do que os de PlayStation ou Steam, em parte graças ao Xbox Game Pass.
De acordo com a Ampere Games Analytics, em agosto de 2025 os utilizadores de Xbox jogaram, em média, 5,7 títulos diferentes ao longo do mês. Em comparação, os jogadores de Steam ficaram-se pelos 4,5 jogos, enquanto os da PlayStation ficaram nos 3,7 títulos, ou seja, menos 38% do que no ecossistema Xbox.
A consultora atribui esta diferença ao papel do XboxGame Pass, que descreve como “um forte motor por detrás do elevado consumo de jogos” na plataforma da Microsoft. De acordo com a empresa, apesar do seu catálogo atualmente oferecer menos títulos do que a concorrência – nomeadamente o PlayStation Plus Premium -, o serviço incentiva os utilizadores a experimentarem mais jogos do que fariam em condições normais se os tivessem que comprar individualmente.
No exemplo de agosto, o catálogo da Game Pass contava com mais de 500 jogos disponíveis para consolas Xbox (atualmente 537 títulos únicos), ao passo que o PlayStation Plus Premium reunia perto de 1000 títulos (913 títulos únicos). Ainda assim, a Ampere conclui que os subscritores da Xbox são “muito mais ativos” do que os da PlayStation, jogando em média dois títulos adicionais por mês. Já no caso da Steam, representativa do universo de jogadores de PC, apesar de a oferta ser naturalmente distinta e de a barreira de custo ser menor – dado o preço médio inferior dos jogos -, os utilizadores jogaram ainda assim menos um título por mês do que os da Xbox.
Os dados revelam também que, embora os jogadores de Xbox experimentem mais títulos, dedicam menos tempo total a jogar. No mesmo mês analisado, os utilizadores de PlayStation registaram uma média de 12,7 horas de jogo, os de Steam 11,9 horas, já os de Xbox apenas 7,7 horas. A Ampere descreve agosto como um mês “particularmente desigual”, recordando que os picos de atividade na Xbox são muito influenciados pelo calendário de lançamentos de Call of Duty, agora sob a alçada da Microsoft. Por exemplo, em novembro de 2024, após o lançamento de Black Ops 6, a média mensal subiu para 10,4 horas, antes de voltar a descer.
A análise indica ainda que cerca de 42% do tempo de jogo na Xbox foi dedicado a títulos do Game Pass nesse mesmo mês, percentagem que sobe habitualmente para mais de 50% durante o algo que define como “período Call of Duty”. Apesar de a maioria das horas continuar a ser investida fora do serviço, a consultora sublinha que muitos utilizadores têm assim acesso a experiências que de outra forma não iriam explorar.
Com 1.800 m², o novo Fitness Park em Carnaxide integra zonas de musculação, cardio e cross-training.
O Fitness Park abriu portas em Carnaxide, marcando a entrada da cadeia europeia no mercado português com um investimento superior a 2 milhões de euros. Localizado num espaço de 1.800 m², o ginásio consegue receber até 300 pessoas em simultâneo e apresenta-se como a unidade mais moderna da marca, que conta com mais de 350 clubes a nível internacional.
Aberto todos os dias, das 6h às 23h, o ginásio disponibiliza equipamentos de marcas reconhecidas, como Technogym, Hammer Strength, Gym 80 e Eleiko, integrando zonas de musculação, cardio e cross-training pensadas para estimular a motivação e o progresso contínuo dos utilizadores. O espaço aposta ainda na digitalização e na personalização de cada treino, com soluções que permitem acompanhar a evolução física de forma detalhada.
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Entre as propostas do Fitness Park destacam-se programas como o Burning Park, que combina treino cardiovascular e de força em sessões de alta intensidade, supervisionadas por treinadores, e o Cycle Park, onde a experiência é amplificada por música, iluminação e orientação digital. O ginásio dispõe também de tecnologia Boditrax, capaz de medir mais de 20 métricas de composição corporal, e de uma área de hidromassagem, concebida para apoiar a recuperação muscular e a circulação sanguínea.
Os planos de adesão contemplam modalidades com e sem compromisso, com valores mensais entre 30€ e 45€, e entre 35€ e 55€, respetivamente.
O Comboio Presidencial regressa aos carris do Douro, oferecendo aos passageiros uma experiência única de gastronomia, vinhos e património ferroviário.
O Comboio Presidencial, um dos mais emblemáticos ícones do património ferroviário português, voltou a circular no dia 20 de setembro. O projeto, resultado de uma colaboração entre a CP – Comboios de Portugal, a Fundação Museu Nacional Ferroviário Armando Ginestal Machado e o Chef Chakall, propõe uma experiência única: uma viagem pelo Douro que combina história, gastronomia e vinhos prestigiados. A bordo, os passageiros são convidados a degustar vinhos de quintas como Rozés – Quinta do Grifo, Vallado e Vale D. Maria, enquanto saboreiam um menu exclusivo criado pelo Chef Chakall, inspirado na riqueza da culinária regional e nacional.
As próximas viagens decorrem aos sábados – 27 de setembro e 4 e 11 de outubro -, com partida de Porto-São Bento às 10h50 e regresso à mesma estação às 21h55. O percurso atravessa as encostas do Douro até Ferradosa e inclui uma visita ao Museu do Vinho de S. João da Pesqueira, onde os passageiros podem explorar uma exposição permanente dedicada à cultura do vinho. A bordo, a experiência é enriquecida com música ao vivo, recriando a atmosfera das carruagens que outrora transportaram figuras de Estado.
O preço por passageiro é de 750€ e ainda há bilhetes disponíveis.
A Capcom revela mais sobre a história e jogabilidade Monster Hunter Stories 3: Twisted Reflection, com lançamento para 13 de março de 2026.
A Capcom aproveitou a sua transmissão dedicada à Tokyo Game Show 2025 para apresentar um novo trailer de Monster Hunter Stories 3: Twisted Reflection, acompanhado de novas informações detalhadas, onde se destaca a data de lançamento do jogo, marcada para 13 de março de 2026, na PlayStation 5, Xbox Series X|S, Nintendo Switch 2 e PC via Steam.
Durante a apresentação, o diretor do jogo, Kenji Oguro, descreveu Monster Hunter Stories 3: Twisted Reflection como um jogo que aprofunda a narrativa e as mecânicas de exploração e combate face às anteriores entradas da série. A sua história decorre num mundo ameaçado pelo fenómeno conhecido como Crystal Encroachment, que coloca em rota de colisão os reinos de Azuria e Vermeil. No papel de herdeiro de Azuria e único Rider de Rathalos, o protagonista terá que investigar os misteriosos Egg Quartz enquanto tenta proteger espécies em risco e restaurar ecossistemas destruídos.
O novo vídeo dá destaque a outros aspetos da narrativa onde assistimos ao nascimento de dois Rathalos gémeos, herdeiros de uma antiga lenda que remonta a uma guerra civil de dois séculos atrás. E com a princesa Eleanor, de Vermeil, a juntar-se ao protagonista como parte da sua missão, acompanhada pelo seu Anjanath, numa tentativa de evitar que as nações entrem em guerra.
Entre as novidades deste novo capítulo, destacam-se as Riding Actions, que permitem escalar e voar montado em monstros, durante a exploração e também no início das batalhas, desbloqueando ataques especiais. E o sistema de combate por turnos inclui agora o Synchro Rush, um movimento em que toda a equipa se junta para desferir ataques devastadores, prometendo maior profundidade estratégica.
Monster Hunter Stories 3: Twisted Reflection é o terceiro capítulo da série de RPG por turnos spin-off de Monster Hunter, focando-se numa vertente mais narrativa.
A nova atualização de Mario Kart World permite entrar em sessões de amigos no modo Knockout Tour e ajusta vários elementos de jogabilidade.
A Nintendo lançou a atualização 1.3.0 de Mario Kart World para a Nintendo Switch 2, que introduz a possibilidade de entrar em sessões de amigos que estejam a jogar o modo Knockout Tour em partidas online. Adicionalmente, a atualização inclui também ajustes à jogabilidade e várias correções de erros reportados pelos jogadores.
No modo Free Roam, passa também a ser possível jogar com dois utilizadores em espera quando a sala estiver cheia, para além de transformar os personagens em figuras capturadas por OVNIs, tornando mais fácil encontrá-los. O mapa deste modo mostra agora os locais dos P Switches já ativados e das Peach Medallions obtidas, permitindo até selecionar um ponto específico e para fazer fast travel.
Outras alterações incluem tempos de invencibilidade mais longos após colisões, menor intervalo para o reaparecimento das caixas de itens e ajustes na frequência de pistas por voltas em vários modos. Também foi revista a forma como funciona a visualização em espetador no Knockout Tour e no Balloon Battle, com maior liberdade na escolha de jogadores a seguir.
A lista de correções abrange problemas de ranking, falhas de colisão com itens como a Spiny Shell, erros no desaparecimento de itens após raios, distorções nos ecrãs de resultados e situações em que os jogadores podiam atravessar o cenário ou ficar presos em paredes em pistas como Bowser’s Castle e Airship Fortress. A Nintendo refere ainda que foram resolvidas várias outras falhas menores para melhorar a experiência geral.
Mario Kart World é um exclusivo Nintendo Switch 2 e podem ficar a saber mais sobre o jogo, na nossa análise.
A Torre A surge agora totalmente renovada e preparada para responder às mais recentes exigências do mercado imobiliário de escritórios.
A Torre A, edifício de escritórios ntegrado no complexo empresarial das Torres de Lisboa, foi alvo de uma reabilitação profunda que reposiciona o ativo como uma solução moderna e funcional para o tecido empresarial da capital.
O projeto de renovação incluiu uma intervenção profunda que transformou o piso térreo numa área de serviços e amenities destinada aos ocupantes. O espaço integra um auditório modular com capacidade para 120 pessoas, que pode ser subdividido, uma cafetaria com operador e espaço para refeições trazidas pelos utilizadores, um ginásio equipado, balneários com duches e seis salas de reuniões com capacidades que variam entre quatro e catorze pessoas. Esta configuração pretende alinhar os espaços de trabalho com as necessidades contemporâneas das empresas, promovendo a produtividade e o bem-estar dos colaboradores.
O edifício está atualmente ocupado por empresas como Forvis Mazars, Unit 4, Lisbon Nearshore, Floene e Luz Saúde, restando cerca de 4.000 m² disponíveis. A procura precoce evidencia o interesse crescente por espaços que combinem funcionalidade, centralidade e oferta de serviços integrados, aspetos considerados essenciais para a retenção de talento nas organizações.
Localizada entre o Eixo Norte-Sul e a 2.ª Circular, a Torre A beneficia de acessos rodoviários estratégicos e encontra-se a curta distância de três estações de metro. O edifício situa-se a cinco minutos do Aeroporto Humberto Delgado e a dez minutos do centro da cidade, assegurando mobilidade e cobertura eficaz em transportes públicos.
O novo vídeo de Pragmata destaca o Shelter, espaço central para evoluir habilidades e desbloquear armas.
Durante a mais recente transmissão especial dedicada à Tokyo Game Show 2025, a Capcom revelou um novo trailer de Pragmata. O curto vídeo volta a debruçar-se em sequências de jogabilidade e introduz o Shelter, uma base onde os protagonistas Hugh e Diana podem reforçar o seu equipamento e preparar-se para enfrentar as máquinas que habitam a estação lunar.
Esta zona é um abrigo que funciona como ponto de gestão de armas e Hack Nodes, sendo possível imprimir e melhorar ferramentas de combate. Entre as novidades destacam-se o Charge Piercer, capaz de ataques perfurantes, e o Decoy Generator, concebido para distrair inimigos em pleno campo de batalha. O trailer revelou ainda o Multi-Hack, um consumível usado por Diana que abre a armadura de vários inimigos de uma só vez, recurso que pode alterar o rumo de confrontos mais exigentes.
Fora das batalhas, a dupla explorará diferentes áreas da estação. A partir do Shelter, será possível aceder ao Tram, sistema de transporte que liga os Escape Hatches desbloqueados, funcionando também como pontos de controlo ao longo da progressão.
Pragmata é o mais recente jogo de ação original da Capcom que decorre num futuro distópico, com a Lua da Terra como palco principal. A aventura acompanha Hugh e Diana numa jornada para regressar ao planeta natal, explorando cenários de ficção científica que tiram partido de tecnologias de nova geração, incluindo Ray-Tracing, para criar ambientes visuais imersivos e detalhados.
Pragmata continua previsto para 2026 em PlayStation 5, Xbox Series X|S e PC (Steam).
Lisbon Noir, ainda sem data de estreia, será exibida em exclusivo na TVI e estará também disponível na Prime Video.
A Prime Video, em colaboração com a TVI, vai lançar Lisbon Noir, uma nova série policial que cruza realidade histórica e ficção contemporânea. A produção parte da figura de Diogo Alves, conhecido como o Assassino do Aqueduto, transportando a lenda do século XIX para uma narrativa passada nos dias de hoje.
A história começa com a morte de um diplomata espanhol que cai do Aqueduto das Águas Livres. O caso parece, à primeira vista, um suicídio ou um crime isolado, mas rapidamente a investigação da Polícia Judiciária, conduzida com o apoio da inspetora espanhola Nour, revela a existência de um assassino em série. Obcecado com Diogo Alves, o novo criminoso reproduz os seus métodos, lançando vítimas de alguns dos locais mais emblemáticos e elevados de Lisboa.
À frente do caso estão os inspetores Daniel e Laura, duas personagens com personalidades contrastantes mas competências complementares, que terão de aprender a cooperar com Nour. A perseguição transforma-se numa corrida contra o tempo, não apenas para travar o psicopata, mas também para proteger a imagem internacional de Lisboa.
O elenco reúne nomes reconhecidos a nível nacional e internacional, entre eles Pêpê Rapazote, Beatriz Godinho, Mina El Hammani, Luís Filipe Eusébio, Cleo Diára, Teresa Tavares e Paulo Pires. A série, ainda sem data de estreia, será exibida em exclusivo na TVI e estará também disponível na Prime Video.
A chegada de Lisbon Noir reforça o investimento da plataforma de streaming em produções portuguesas, que já incluem títulos como Morangos com Açúcar, Vizinhos Para Sempre, Operação Maré Negra, Pôr do Sol, O Clube ou PRAXX, além de documentários.
O Alegro Alfragide recebeu do projeto O Bolo Proibido o The Cake Locker, um locker refrigerado que disponibiliza bolos frescos e artesanais em segundos.
O Alegro Alfragide recebeu um conceito pouco comum no universo da pastelaria: um locker refrigerado que disponibiliza bolos frescos, prontos a levar em poucos segundos. A ideia pretende oferecer uma alternativa prática e inesperada à forma tradicional de comprar bolos.
O projeto, que dá pelo nome de O Bolo Proibido, foi desenvolvido ao detalhe, desde o design da máquina – com o nome The Cake Locker – e das embalagens, até à seleção das receitas e à decoração de cada produto. O objetivo passa por tornar a compra simples, rápida e, sobretudo, diferente.
O sistema é totalmente automatizado e controlado por software, permitindo monitorizar remotamente parâmetros como lotes, validades, quantidade de bolos disponíveis e a temperatura de cada compartimento. A reposição é diária e a produção mantém-se artesanal, assegurada por uma equipa reduzida que, apesar da dimensão, soma já sete anos de experiência.
O Echo Boomer encontrou recentemente este “cacifo” e reparou em quatro bolos distintos: Proibido de Caramelo Salgado, Segredo do Convento, Tarte de Amêndoa Cremosa e ChocoVelvet com sabor a Pistáchio. Com um peso que varia entre 1200 a 1400 gramas por bolo, os preços de cada bolo não excedem os 28€.
Os criadores d’O Bolo Proibido referem que este formato representa não apenas uma solução de conveniência, mas também uma nova forma de aproximar o público da marca, que foi pensada para transmitir uma identidade jovem e dinâmica. Nos primeiros tempos, estará presente junto ao locker para interagir diretamente com os consumidores e partilhar a evolução de um percurso que tem sido marcado por várias etapas até chegar a este novo conceito.
Com esta estreia, o Alegro Alfragide passa a ser o palco de uma proposta inédita no panorama local da pastelaria.
Hirogami tem uma boa ideia que nunca parece atingir um pico de qualidade aceitável, especialmente quando apresenta uma mecânica que merecia maior atenção e destaque
Não sei se é ironia ou tragédia, mas Hirogami é prejudicado pela mecânica que lhe traz alguma identidade. O jogo de ação e aventura da Bandai Namco, que decorre num mundo construído em papel, onde a arte do origami colide com a invasão do mundo digital – representado por glitches constantes, espelhados sobre os cenários e os vários adversários do jogo -, centra-se nas habilidades únicas de Hiro, um jovem de papel, mestre na arte do origami, que é capaz de assumir a forma de animais que encontra ao longo da sua aventura. Em segundos, Hiro é capaz de se transformar num armadilho, sapo e gorila, conseguindo utilizar as suas habilidades naturais para combater e navegar através dos cenários enquanto evita fogo, plataformas demasiado elevadas ou lianas que o ajudam a prevenir uma queda mortal. A possibilidade de trocar de forma é uma mecânica interessante e que funciona perfeitamente com a jogabilidade de Hirogami, mantendo-se fiel ao género em termos de acessibilidade e rapidez de controlos, mas que estagna também a diversão e progresso dos níveis ao depender regularmente da rotatividade entre poderes para realizar as ações mais mundanas.
A campanha de Hirogami é uma homenagem aos grandes jogos de plataformas e assume um formato que certamente será familiar para todos aqueles que estão familiarizados com o género. Durante cinco horas, viajamos através de vários níveis divididos através de zonas distintas, cada uma delas com um elemento diferenciador, seja ele visual ou apenas mecânico. Esta longevidade expande-se ainda para o dobro se tentarem realizar todos os objetivos secundários e colecionar os acessórios únicos de Hiro, alguns deles que aumentam permanentemente os seus pontos de vida. O acesso às zonas é possível através de um mapa-mundo que serve para pouco, fora o contacto com alguns dos NPC do jogo e a aquisição dos já mencionados colecionáveis, mas que é pensado para mexer com a nostalgia dos jogadores e até criar a ilusão de profundidade e variedade onde ela não existe. Esta familiaridade expande-se para o design dos níveis, as escolhas estéticas, os “motifs” visuais – a floresta, a lava, os momentos de voo, os puzzles acessíveis – e o foco nas sequências de plataformas servem o género com alguma solidez, mas onde sentimos sempre que algo está em falta, como se as peças nunca encaixassem no seu devido lugar.
Hirogami (Kakehashi Games)
Esta sensação de vazio nasce, na minha opinião, da dependência desmedida da mecânica de troca. Isto pode parecer uma contradição, já que se trata da mecânica principal de Hirogami, aquela que dita e evolui a fórmula ao longo da campanha, mas é necessário compreender que existe necessidade e utilidade em diferentes medidas. A mecânica de troca é uma mais-valia e ajuda imenso podermos trocar entre formas a qualquer momento, bastando carregar em R2 e num dos botões do comando, para assumirmos a aparência de um dos animais. Assim que alteramos a forma de Hiro, a personagem ganha novas habilidades automaticamente e, como seria de esperar, cada habilidade tem a sua utilidade durante a exploração e também durante os confrontos. Seria incontornável utilizar esta habilidade sempre que possível, tal é a sua utilidade, mas é aqui que a boa intenção se transforma num buraco sem escape, onde a utilidade da mecânica é de tal forma inerente à jogabilidade de Hirogami que nada pode ser feito sem a troca de formas e todo o level design exige em demasia essa mesma troca.
Esta dependência torna a jogabilidade aborrecida e cansativa, ao ponto de sentirmos que uma simples ação, como um salto, deveria ser possível com qualquer forma, mas Hirogami não funciona assim. Cada forma tem uma função e essa função é imposta constantemente, ao ponto de obrigar-nos a trocar regularmente entre animais para navegarmos através de pequenos trechos dos níveis. Apesar da forma original de Hiro ter um duplo salto, rapidamente descobrimos que essa habilidade serve para muito pouco porque o jogo quer que utilizemos forçosamente a forma do sapo. As dimensões das plataformas enganam e criam uma sensação errada de distância e altura que condicionam a navegação. Nós sentimos que um salto de Hiro deveria ser o suficiente, mas não é. A métrica não combina com o ritmo de Hirogami e é obrigatório interiorizar que este processo de troca é uma constante e isso torna-se cansativo.
Hirogami (Kakehashi Games)
As habilidades até são úteis e não se trata de termos demasiadas opções à nossa disposição e poucas oportunidades para as utilizarmos, mas aqui é o oposto. O que é estranho, eu sei, mas Hirogami é mesmo um caso curioso onde só compreendemos o que esta salada de palavras quer dizer quando finalmente o jogamos e o sentimos em ação. Mesmo que as habilidades de rolar, saltar mais alto e destruir blocos de papel – do armadilho, sapo e gorila respetivamente – sejam úteis, o jogo torna-se demasiado previsível, automatizado e pouco inteligente na forma como combina estas habilidades. Se o level design já falha ao criar momentos de irritação e dúvida, com plataformas que deviam ser alcançáveis por qualquer forma, mas não são, com a falta de melhores animações e com tempos de resposta que tornam a jogabilidade ainda menos agradável a longo prazo. A isso soma-se ainda momentos em que temos de esperar que uma animação termine entre golpes ou os saltos que presentam arcos pouco satisfatórios, e uma navegação e combate que passam a funcionar quase em câmara lenta, onde nunca sentimos segurança nas ações que realizamos. Para piorar, a câmara fixa à personagem, que só podemos mover ligeiramente em quatro direções, ainda torna as plataformas mais difíceis devido à profundidade de campo.
Se Hirogami é capaz de conquistar através da sua direção de arte, ao apresentar um mundo feito em papel, com alguma criatividade na sua direção artística e até da banda sonora – inspirada por composições japonesas, utilizando inclusivamente um leque interessante de instrumentos japoneses -, este é um caso curioso que só funciona até começarmos a jogar. Como jogo de ação e aventura, Hirogami dá o seu melhor com uma campanha com vários níveis, zonas e momentos únicos, mas nunca se destaca assim que a jogabilidade sufoca a criatividade e torna monótono o que deveria ser um elemento-chave. Como jogo de plataformas, o título da Bandai Namco quer ser algo único, com uma mecânica principal forte, mas a repetição constante entre trocar transformações e a falta de polimento nos controlos e na câmara, estagnam aquele que poderia ter sido algo único e memorável. Hirogami é vítima da sua própria unicidade, um destino cruel, onde falha por ter tudo para ganhar e mesmo assim fez todas as decisões incorretas.
Cópia para análise (PlayStation 5) cedida pela Kakehashi Games
Navio MSC Poesia terá MSC Yacht Club, novos restaurantes e áreas de lazer antes da temporada de verão de 2026 no Alasca.
O MSC Poesia vai ser alvo de uma das maiores remodelações da história da MSC Cruzeiros antes de iniciar a sua temporada de verão de 2026 no Alasca, anunciou a companhia. A intervenção prevê a introdução do MSC Yacht Club, bem como novos restaurantes de especialidade, espaços de lazer e diversas melhorias estruturais.
O Yacht Club no MSC Poesia contará com 63 suítes de diferentes tipologias, incluindo opções familiares interligadas. Entre os destaques está a Suíte Royal, com capacidade para seis pessoas, terraço de 78 metros quadrados, banheira de hidromassagem privada e chuveiro exterior com vista panorâmica. Já a Suíte Grand, com dois quartos e varanda ampla, foi concebida para quem procura maior privacidade.
Todas as suítes serão equipadas com casas de banho em mármore, minibar incluído, serviço de quarto permanente e detalhes de conforto adicionais. A área reservada ao Yacht Club integrará ainda um restaurante exclusivo com serviço contínuo, sommelier dedicado, o Top Sail Lounge com amplas vistas para o mar e um terraço com bar, grill e duas banheiras de hidromassagem.
A nível de restaurantes de especialidade, o navio passará a contar com o Butcher’s Cut, uma steakhouse ao estilo americano, especializada em cortes de carne premium. Já o Kaito Sushi Bar, redesenhado, reforçará a oferta de inspiração asiática, enquanto que o All-Stars Sports Bar será um espaço temático para acompanhar eventos desportivos, com oferta de petiscos e jogos de bar.
Também o MSC Aurea Spa será ampliado com sauna panorâmica, salas de vapor, sala de sal, duches sensoriais e áreas de relaxamento. Já o ginásio trará equipamentos de última geração Technogym, pista de corrida, sala de yoga e espaços polidesportivos.
Um frigorífico, uma máquina de lavar e secar roupa e um ar condicionado inauguram a nova geração de equipamentos Mijia, com lançamento já em novembro.
A Xiaomi apresentou a nível global, a sua mais recente linha de eletrodomésticos Mijia, que vem reforçar sua a estratégia de ecossistema integrado “Human x Car x Home“, com vários eletrodomésticos de grandes dimensões. Entre as novidades encontram-se o frigorífico Mijia Cross Door 502L, a máquina de lavar e secar roupa Mijia Front Load Pro 9 kg e o ar condicionado Mijia Pro Eco, contos com funções inteligentes e interligadas.
O frigorífico Cross Door 502L aposta na versatilidade e na preservação dos alimentos, com zonas de temperatura independentes, modo conversível iFresh e tecnologia de frescura Ag⁺, que ajuda a reduzir odores e a inibir o crescimento bacteriano. Com capacidade de 502 litros, integra funções como notificações via aplicação Xiaomi Home e gestão remota de temperatura.
Mijia Cross Door 502L
Já a máquina de lavar e secar roupa Mijia Front Load Pro 9 kg combina design ultrafino com um tambor extra-grande e motor de acionamento direto. A tecnologia Power Wash garante limpeza profunda com menor ruído, enquanto o sistema Dual Auto Dosing assegura a dosagem ideal de detergente e amaciador. A máquina inclui ainda programas rápidos, como lavagem completa em apenas 12 minutos, e opções de lavagem a vapor para eliminar até 99,99% das bactérias.
Por fim, o Ar Condicionado Mijia Pro Eco aposta na eficiência energética com certificação A+++ e em funções para ajustar dinamicamente o consumo, prometendo reduzir até 27% os gastos energéticos face a soluções convencionais. É também compatível com comandos de voz via Google Assistant, e oferece controlo climático preciso, com arrefecimento em 30 segundos e aquecimento em 60 segundos.
Todos os equipamentos estão totalmente integrados nos ecossistemas Xiaomi AIoT, e podem ser geridos através da aplicação Xiaomi Home, com suporte adicional para Google Assistant e Alexa. Em Portugal, o Frigorífico e a máquina de lavar e secar roupa chegam em novembro, através dos canais oficiais da marca, por 849,99€ e 549,99€, respetivamente. Já o ar condicionado terá data de lançamento a anunciar.
A Xiaomi revelou um conjunto de novos produtos, que chegam para expandir soluções no seu catálogo AIoT.
A Xiaomi revelou um novo conjunto de sete novos dispositivos que chegam para reforçar a sua linha AIoT abrangendo áreas como saúde pessoal, entretenimento, áudio, limpeza e segurança doméstica. Com estes produtos, a marca reforça também a importância da inteligência artificial integrada nestes equipamentos, com a promessa de oferecer um ecossistema mais eficiente e integrado na vida dos utilizadores.
Entre as novidades destaca-se o Xiaomi Watch S4 41 mm, um smartwatch com monitorização de saúde avançada, GNSS de banda dupla e até 8 dias de autonomia, disponível à venda a partir de 159,99€. Para áudio, a marca apresentou os Xiaomi Open Wear Stereo Pro, auriculares de design aberto certificados com Hi-Res Audio Wireless e até 45 horas de autonomia com estojo, disponíveis por 149,99€.
Xiaomi Open Wear Stereo Pro
No segmento fitness, surge a Xiaomi Smart Band 10 Glimmer Edition, com ecrã AMOLED de 1,72 polegadas e funcionalidades de saúde e treino, agora também com design premium, embora sem previsão de chegada ao mercado português.
Xiaomi Smart Band 10 Glimmer Edition
A limpeza doméstica recebe reforços com os Xiaomi Robot Vacuum 5 e 5 Pro, ambos com potência de sucção de 20.000 Pa e funcionalidades inteligentes, a partir de 649,99€. Já para entretenimento, a nova Xiaomi TV S Pro Mini LED Série 2026 oferece tecnologia QD-Mini LED, suporte para HDR10+, Dolby Vision e taxa de atualização até 288 Hz, com preços desde 699,99€.
Xiaomi Robot Vacuum 5
Por fim, a marca apresentou a Xiaomi Smart Camera C701, com gravação em 4K, visão noturna a cores e deteção de movimentos inteligente. E tal como a Smart Band 10 Glimmer Edition, não tem ainda previsão de lançamento no mercado português.
O novo tablet Redmi Pad 2 Pro está disponível com preços a partir de 299,99€, acompanhado por versões 5G e Matte Glass.
A Xiaomi lançou a série de tablets Redmi Pad 2 Pro, composta pelo modelo base, pelo Redmi Pad 2 Pro Matte Glass Version e pela versão 5G. A nova gama aposta num ecrã de 12,1 polegadas com resolução 2.5K, com suporte de Dolby Vision e taxa de atualização adaptativa até 120 Hz. O painel inclui ainda dimming DC e certificações TÜV Rheinland que reduzem a fadiga ocular.
A versão Matte Glass destaca-se pelo tratamento AG nano-texture no seu ecrã, que corta reflexos até 97% e oferece uma sensação de leitura em papel, indicada para escrita, estudo e desenho. Toda a linha integra um sistema de quatro altifalantes com suporte para Dolby Atmos e Hi-Res Audio, permitindo reforço manual de volume até 300%.
Ambos estão equipados com bateria de 12.000 mAh, de carregamento rápido de 33W e carregamento reverso com fios de 27W. No interior, está o processador Snapdragon 7s Gen 4, otimizado para equipamentos de ecrã grande.
Contam com o suporte do sistema HyperOS, que promete uma ligação facilitada com outros dispositivos da marca, com funções como chamadas partilhadas, área de transferência sincronizada, utilização de câmaras externas em direto e integração com Google Gemini e Circle to Search. O armazenamento é expansível até 2TB.
Entre os acessórios oficiais encontra-se a Redmi Smart Pen, com 4096 níveis de pressão e latência reduzida, o teclado Pad 2 Pro Keyboard, com teclas de 16×16 mm, e a capa protetora.
Já disponíveis, o Redmi Pad 2 Pro chega na versão com 6GB de RAM e 128GB de armazenamento em Graphite Gray por 299,99€. O modelo 5G custa 349,99€, o teclado 99,99€ e a Smart Pen 69,99€.
Os novos Xiaomi 15T e 15T Pro chegam ao mercado a partir de 649,99€ e com a oferta de um Redmi Pad 2 Pro.
A Xiaomi anunciou oficialmente a sua nova geração de smartphones topo de gama, com Xiaomi 15T e o Xiaomi 15T Pro, sucessores da linha Xiaomi 14T, há sensivelmente um ano.
Em termos de especificações, os dois modelos são bastante semelhantes entre si, embora o Xiaomi 15T Pro apresente algumas diferenças que o aproximam cada vez mais de um topo de gama invejável. Os dois modelos estão equipados com ecrã AMOLED protegido pelo Corning Gorilla Glass 7i, com resolução 1,5K e brilho máximo de 3200 nits. Com a principal distinção na sua taxa de atualização, onde o modelo regular varia entre 1 e 120Hz, enquanto que o modelo Pro pode chegar aos 144Hz. Já no seu interior, encontramos 12GB de RAM em ambos, mas o Xiaomi 15T integra o processador Dimensity 8400-Ultra, enquanto o Pro vem equipado com o mais potente Dimensity 9400+, ou seja, os dois processadores de topo da Mediatek.
A nível da fotografia, a Xiaomi voltou a apostar na parceria com a Leica, uma vez que os dois modelos vêm equipados com um conjunto de três lentes Summilux. O Xiaomi 15T oferece um sensor principal de 50MP (Light Fusion 800) com OIS, uma lente telefoto de 50MP e uma lente ultra grande-angular de 50MP. Já o 15T Pro diferencia-se pelo sensor principal Light Fusion 900 com OIS e pela câmara telefoto periscópica, com zoom ótico de 5x e ultra zoom digital de até 20x e OIS. Estes equipamentos marcam a primeira vez que um equipamento da série Xiaomi T vem equipado com uma lente periscópica, e que até hoje estava reservada para os principais topos de gama da marca.
Ambos chegam equipados com baterias de 5500mAh, com uma no carregamento. Enquanto que o modelo regular suporta carregamento rápido com fio de 67W, o modelo Pro oferece carregamento com fio de 90W e sem fios de 55W. A marca garante que a bateria mantém mais de 80% da capacidade após 1600 ciclos completos de carregamento.
Uma das novidades introduzidas nestes modelos é a funcionalidade Xiaomi Offline Communication, que funciona de forma semelhante aos antigos walkie-talkies. Permite efetuar chamadas entre dispositivos compatíveis mesmo sem rede móvel ou Internet, isto é, em total modo offline. O alcance varia consoante o modelo, e chega aos 900 metros no 15T e até aos 1900 metros no Xiaomi 15T Pro. Ambos contam com certificação IP68.
Xiaomi 15T
Do lado do software, os novos smartphones fazem a estreia no mercado do Xiaomi HyperOS 3, que para além dos muitas muitas funcionalidades inteligentes do Xiaomi Hyper AI, chega com diversas melhorias, como capacidades multi-tarefas otimizadas, arranque mais rápido de aplicações e uma interface redesenhada, que inclui novos ecrãs de bloqueio, papéis de parede, ícones, widgets e até um design renovado para as notificações.
Já disponível na loja da marca, o Xiaomi 15T chega às lojas nas cores Black, Gray e Mocha Rose, com 256GB de armazenamento interno, por 649,99€, e o Xiaomi 15T Pro nas cores Black, Gray e Mocha Gold, em variantes de 512GB por 899,99€ e de 1TB por 999,99€. Como oferta de lançamento, a Xiaomi inclui gratuitamente um Redmi Pad 2 Pro na compra de qualquer um dos modelos.
A nova infraestrutura da LIPOR permite separar 14 categorias de têxteis, apoiando a reciclagem, reutilização e inovação no setor têxtil português.
No dia 23 de setembro, a LIPOR e os municípios que lhe estão associados deram a conhecer a primeira Unidade Piloto de Triagem de Têxteis (UPTT) instalada em Portugal, no âmbito do Projeto Integrado Be@T – Bioeconomia para o Têxtil e Vestuário. Este equipamento representa um avanço significativo na estratégia nacional de circularidade e sustentabilidade do setor têxtil.
A unidade, de dimensão piloto industrial, tem capacidade para processar cerca de 50 toneladas de têxteis por ano e permite separar até 14 categorias de materiais, com base na composição e na cor. O procedimento envolve triagem manual e automática, remoção de acessórios e enfardamento, criando uma infraestrutura pioneira que visa gerar conhecimento, reforçar a capacidade do setor de resíduos e do setor têxtil e impulsionar o desenvolvimento de novos modelos de negócio, soluções de reutilização e reciclagem, bem como a redução do impacto ambiental associado aos têxteis.
Esta iniciativa da LIPOR pretende analisar a viabilidade de expansão da unidade, recolher dados concretos sobre o processo e delinear modelos de recolha que envolvam comunidades e instituições, evitando a instalação de novos contentores nas vias públicas. A estratégia privilegia alternativas como ecocentros, ecocentros móveis e sistemas de recolha porta-a-porta, alinhando-se com práticas de gestão de resíduos mais sustentáveis e eficientes.
O projeto Be@T – Bioeconomia para o Têxtil e Vestuário, coordenado pelo CITEVE, integra 54 entidades, incluindo empresas, universidades e centros tecnológicos. A iniciativa, cofinanciada pelo Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) no âmbito do Mecanismo de Recuperação e Resiliência da União Europeia, tem como objetivo impulsionar a bioeconomia no setor têxtil e de vestuário, promovendo o desenvolvimento de produtos de maior valor acrescentado a partir de recursos biológicos. O financiamento enquadra-se na Componente 12 – Promoção da Bioeconomia Sustentável, inserida na Dimensão Transição Climática do PRR, e integra o programa Next Generation EU, abrangendo o período de 2021 a 2026.
Borderlands 4 para a nova consola da Nintendo foi adiado indefinidamente, devido ao mau desempenho do jogo, com a Gearbox a justificar a necessidade de mais tempo de desenvolvimento e de ajustes técnicos.
A Gearbox Software anunciou que a versão de Borderlands 4 para a Nintendo Switch 2 não será lançada a 3 de outubro, como estava inicialmente previsto. O estúdio explicou que a adaptação precisa de “mais tempo de desenvolvimento e de polimento” para garantir a melhor experiência possível.
Numa publicação nas redes sociais, a Gearbox afirmou aquilo que é sempre mencionado nestas situações, que “não tomou esta decisão de ânimo leve” e que espera também aproveitar o adiamento para alinhar o lançamento com a introdução de novas funcionalidades como os cross-saves, algo considerado como prioridade pela equipa. A nova data, no entanto, só será partilhada depois de os planos estarem “totalmente ajustados”.
Face a este adiamento, as pré-compras digitais na Nintendo eShop serão canceladas automaticamente a partir de 26 de setembro, embora os jogadores possam já iniciar esse processo manualmente. Quem tiver adquirido uma edição física deve contactar a loja onde fez a compra.
Este adiamento surge num momento critico para Borderlands 4 – lançado a 12 de setembro para PC, PlayStation 5 e Xbox Series X|S -, que enfrenta fortes críticas por parte dos jogadores relacionadas com desempenho. Em particular no PC, os jogadores alegam uma fraca otimização do jogo até em computadores bem preparados, com quebras de framerate e crashes, o que fez com que o jogo recebesse uma classificação global neutra na Steam.
Em resposta a estas queixas, o CEO da Gearbox, Randy Pitchford, tentou atirar areia aos olhos dos jogadores, defendendo que o jogo está “bastante otimizado”, sublinhando que os utilizadores devem ajustar as opções gráficas às suas preferências. Adicionalmente, Pitchford chegou mesmo a dirigir-se aos jogadores, dizendo que é irrealista esperarem que o jogo corra bem em todas as máquinas e foi mais longe, convidando os jogadores a criarem “o seu próprio motor de jogo e mostrarem como se faz.”
Apesar das críticas técnicas, o título tem atraído imensos jogadores. Dados da Alinea Analytics indicam que já ultrapassou os 2,5 milhões de utilizadores e gerou mais de 150 milhões de dólares em receitas desde o lançamento.
O derradeiro teste aos servidores de ARC Raiders decorre a nível global e serve de preparação para a chegada do jogo, marcada para o fim de outubro.
A Embark Studiosanunciou a realização de um Server Slam de ARC Raiders, que irá decorrer entre os dias 17 e 19 de outubro na PlayStation 5, Xbox Series X|S e PC, através da Steam e Epic Games Store.
Este teste aberto antecede o lançamento oficial de 30 de outubro e para além de permitir experimentar o modo PvPvE sandbox, com progressão, criação de itens, sistemas de missões e o mapa Dam Battlegrounds, vai servir para testar o funcionamento do jogo online em situações de stress, ou seja, com muitos jogadores. No fundo, é mais uma beta. A participação é gratuita, não exige registo e garante itens especiais para os participantes, como uma mochila de personalização exclusiva no lançamento, ainda que o progresso obtido não seja transferido para a versão final.
ARC Raiders é um jogo de extração e sobrevivência passado numa Terra futurista devastada. Os jogadores assumem o papel de Raiders, exploradores e mercenários que procuram recursos na superfície, enfrentando tanto máquinas ARC letais como outros Raiders rivais. A jogabilidade combina combates intensos, exploração e personalização, permitindo avançar a solo ou em esquadrão.
As pré-reservas do jogo já estão disponíveis e oferecem conteúdos adicionais. O jogo será lançado a 30 de outubro de 2025 no PC, PlayStation 5, Xbox Series X|S e também através da cloud com o GeForce NOW.
A FRAME 4500X é a nova proposta da Corsair, com painel de vidro curvo e sistema modular compatível com configurações de topo.
A Corsair apresentou a FRAME 4500X, uma caixa mid-tower que expande a linha FRAME Modular Case System, já usada na FRAME 4000D. O novo modelo distingue-se pelo painel panorâmico em vidro único, que cobre a frente e a lateral, removível através de um encaixe de precisão para acesso rápido ao interior.
O chassis inclui de origem três ventoinhas RGB de rotor invertido, disponíveis nas versões RS120-R PWM ARGB ou iCUE LINK LX120-R, preparadas para permitir iluminação visível sem obstruções. O espaço interno suporta até dez ventoinhas de 120 mm ou cinco de 140 mm, incluindo duas adicionais sobre a cobertura da fonte para arrefecimento direto da placa gráfica.
Com 460 mm de folga para placas gráficas, a FRAME 4500X acomoda GPUs de grandes dimensões e inclui um braço de estabilização ajustável para reduzir a pressão sobre o conector PCIe. Já o sistema InfiniRail, instalado no topo, permite ajustar a posição das ventoinhas de acordo com as necessidades de cada montagem.
A gestão de cabos é apoiada por espaço dedicado na traseira, fitas de velcro e compatibilidade com motherboards de conectores invertidos da ASUS, Gigabyte e MSI. A caixa dispõe ainda de suporte híbrido para discos (1x 3,5” + 2x 2,5”), parafusos de instalação rápida, caixa reutilizável para arrumação e painel frontal com duas portas USB 3.2 Gen 1, uma porta USB 3.2 Gen 2 Type-C, ficha combinada áudio/microfone e botão de energia.
O modelo já se encontra disponível através da loja online da Corsair e revendedores autorizados, a partir de 249,90€ com garantia de dois anos.
A atualização 1.63 de Gran Turismo 7 já está disponível e traz cinco novos carros, cinco eventos para o World Circuits e uma nova seleção de cenários em Scapes.
A Polyphony Digital anunciou e lançou a atualização 1.63 de Gran Turismo 7, que vem acrescentar ao jogo cinco novos veículos distintos de diferentes categorias, do desportivo ao utilitário clássico.
O destaque desta nova seleção vai para a introdução do Mazda Spirit Racing Roadster 12R ’25, um modelo limitado a 200 unidades que nasceu da experiência da marca na Super Endurance Series, equipado com travões Brembo, amortecedores Bilstein e motor montado manualmente.
Gran Turismo 7 - Atualização 1.63
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Gran Turismo 7 - Hyundai Elantra N ’23
Gran Turismo 7 - Hyundai Elantra N ’23
Gran Turismo 7 - Mazda Spirit Racing Roadster 12R ’25
Gran Turismo 7 - Mazda Spirit Racing Roadster 12R ’25
Gran Turismo 7 - Opel Corsa GSE Vision Gran Turismo
Gran Turismo 7 - Opel Corsa GSE Vision Gran Turismo
Gran Turismo 7 - Toyota Land Cruiser FJ40V ’74
Gran Turismo 7 - Toyota Land Cruiser FJ40V ’74
Gran Turismo 7 - Toyota RAV4 Adventure ’20
Gran Turismo 7 - Toyota RAV4 Adventure ’20
A atualização inclui também o Opel Corsa GSE Vision Gran Turismo, um conceito elétrico que atinge os 788 cv de potência e acelera dos 0 aos 100 km/h em apenas dois segundos. Na categoria de clássicos, temos o Toyota Land Cruiser FJ40V ’74, símbolo da fiabilidade e do espírito de aventura, enquanto que o segmento SUV moderno é representado pelo Toyota RAV4 Adventure ’20. A lista fica completa com o Hyundai Elantra N ’23, versão de estrada e de circuito, equipada com motor 2.0 turbo de 276 cv.
Para além dos carros, foram adicionados ainda cinco novos eventos ao World Circuits, incluindo provas no Suzuka Circuit, Nürburgring GP e Watkins Glen Long Course. A atualização expande novamente modo Scapes, introduzindo a Bolívia como destino fotográfico, com diferentes cenários do país disponíveis para capturas virtuais.
A atualização 1.63 está disponível nas versões PlayStation 4 e PlayStation 5 do jogo.