O Forum Montijo apresenta novas lojas e serviços de apoio, incluindo experiências inclusivas, para facilitar as compras de Natal.
O Forum Montijo recebeu, nesta reta final do ano, três novas lojas de marcas internacionais, reforçando a sua oferta de moda e lifestyle: Swarovski, Scalpers e Jack & Jones.
A Swarovski apresenta um espaço contemporâneo dedicado à joalharia em cristal, destacando a tradição da marca e as novidades, como os Swarovski Created Diamonds, direcionados a quem procura peças de brilho marcante. A Scalpers aposta numa coleção que combina irreverência e versatilidade, abrangendo moda masculina e feminina, enquanto a Jack & Jones oferece propostas de moda casual para homem, com ênfase no denim e em peças que privilegiam conforto e autenticidade.
Para facilitar as compras de Natal, o Forum Montijo disponibiliza dois serviços adicionais. A Zona de Embrulhos Solidária, desenvolvida em parceria com a APPDA – Setúbal, permite aos visitantes embrulhar gratuitamente os presentes, com apoio das famílias da associação, podendo também realizar uma doação voluntária. Este serviço funciona entre 15 e 23 de dezembro, das 12h às 20h, e no dia 24, das 11h às 16h, no Piso 1, junto ao Workspot. Paralelamente, o serviço Posso Ajudar? oferece orientação e apoio no transporte das compras até ao carro, estando disponível entre 18 e 23 de dezembro, das 11h às 21h, e no dia 24, das 11h às 16h.
A programação de Natal inclui ainda experiências para toda a família. Até 24 de dezembro, o Santa Express proporciona uma viagem temática até à Casa do Pai Natal, com o primeiro trono acessível em centros comerciais em Portugal, adaptado para pessoas com mobilidade reduzida, neurodivergência ou baixa visão. A animação estende-se até 11 de janeiro com o Feijão Verde Fun Park, um espaço inclusivo com equipamentos adaptados a diferentes necessidades.
A mais recente aposta da Turn 10 chega à meta mais cedo do que ambicionado.
Numa publicação retrospetiva de 2025, a Turn 10 confirmou que vai deixar de lançar atualizações para Forza Motorsport, pouco mais de dois anos após o seu lançamento. Apresentado como um reboot completo com o melhor da saga até à data, Forza Motorsport foi lançado como um jogo/plataforma para evoluir ao longo do tempo. No fundo um daqueles projetos para evitar ter sequelas interativas através de novos conteúdos.
Com esta decisão a Turn 10 coloca assim um ponto final na produção ativa de Forza Motorsport, um cenário que já era esperado pela comunidade há alguns meses após a reestrutura interna da Microsoft, que afetou o seu departamento de jogos, com despedimentos de trabalhadores, encerramento de estúdios e cancelamento de projetos em fases avançadas de desenvolvimento.
Na altura, especulava-se que a Turn 10 estaria “em maus lençóis”, com vários membros chave de saída. Uma situação na qual o estúdio norte-americano viu a necessidade de responder em agosto, dizendo que “Queremos assegurar os jogadores que a Turn 10 e a Playground Games vão continuar a dar suporte a Forza Motorsport e Forza Horizon 5.”
Já em outubro, também Phil Spencer falou da situação, na altura abrindo as portas para a atual realidade, confirmando uma pausa, mas garantido que o futuro de Forza Motorsport, garantindo que a série “não acabou”, ao mesmo tempo que admite que a franquia se encontra numa fase de menor atividade enquanto a Xbox concentra esforços em projetos com lançamento mais imediato.
Ora o lançamento mais imediato da saga é Forza Horizon 6 e parece ser onde a Turn 10 está realmente a meter as fichas. Na publicação, a equipa confirma então que não vai lançar mais conteúdos para Forza Motorsport, com a equipa a dar suporte à Playground Games em Forza Horizon 6: “À medida que a nossa equipa passa a concentrar-se em proporcionar a melhor experiência possível com Forza Horizon 6 em 2026, não está prevista a introdução de novos carros, pistas, funcionalidades ou correções regulares de erros em Forza Motorsport.”
Os jogadores de Forza Motorsport poderão, no entanto, continuar a jogar o jogo na sua plenitude com tudo o que foi lançado até ao momento. Até com a promessa de receberem novos desafios e eventos: “Ainda assim, o jogo continuará a ser suportado, com os servidores online a manterem-se ativos, a realização de eventos especiais e competições, e a reintrodução mensal de Tours em Destaque e carros de recompensa anteriormente lançados, até que todo o conteúdo fique disponível para desfrutar a qualquer momento.”
Lançado em 2023 para PC e Xbox Series X|S, Forza Motorsport foi recebido de forma menos calorosa, com uma ambição que não fez justiça às promessas do estúdio, com uma apresentação visual abaixo das expectativas, com uma carreira pobre e desequilibrada, com problemas na vertente online, entre outras decisões que contrastam com o melhor que a série já teria oferecido.
Este termino de suporte também coloca fora da mesa a possibilidade de termos Forza Motorsport na PlayStation 5, um cenário que muitos especulavam em contexto da nova estratégia de lançamentos multiplataforma da Xbox Games Studios, que já este ano colocou Forza Horizon 5 na consola da Sony com lançamento de enorme sucesso. Já a sua sequela, Forza Horizon 6, chegará também à PlayStation 5, após uma exclusividade temporária em PCs com Windows e consolas Xbox Series X|S.
Depois de vários anos de produção e do risco de cancelamento, Routine da Lunar Software chega finalmente ao PC e Xbox Series com uma experiência de terror única, fruto de uma era perdida, mas com um charme impossível de ignorar.
Durante a sua revelação, em 2013, Routine era um assombro no género de terror e ficção científica. Para contextualizar o impacto do primeiro trailer, que catapultou a Lunar Software para a ribalta, é preciso compreender em que ponto se encontrava o género de terror em 2013. A experiência survival horror, popularizada por Resident Evil e Silent Hill, tinha morrido, substituída por uma abordagem mais assente na ação e na cooperação, longe dos ângulos pré-definidos, cenários pré-renderizados e da gestão de inventário que deram origem ao género no início dos 1990. Fora das produções AAA, o cenário era diferente. A ação não era o foco e era na sua rejeição que o género de terror evoluía, encabeçado por estúdios como a Frictional Games e a Red Barrels Studio, responsáveis por Amnesia: The Dark Descent e Outlast, respetivamente. Ambos os jogos procuraram ir além da ação, com níveis assentes na resolução de puzzles e na descoberta de itens, mas com twist: as criaturas são indestrutíveis. O confronto direto tornou-se impossível e a única forma de evitarmos a morte é através da furtividade e da utilização de fontes de luz.
É nesta encruzilhada entre o terror de ação e o terror furtivo que Routine encontrou as suas origens. Ao contrário de Amnesia: The Dark Descent, Routine rejeitou a fantasia, o terror cósmico ou o horror quotidiano para levar-nos numa viagem até ao futuro próximo, a uma nova interpretação do retro futurismo, inspirado em Alien e noutros clássicos do género para construir a sua identidade visual. Os cenários brutalistas com cores pastel, tecnologia já obsoleta e maquinal, e UI inspirada em sistemas operativos limitados naquela que parecia ser uma realidade estagnada no tempo. Em 2013, Routine era como um sonho. Um projeto independente, mas com a qualidade AAA. Um jogo de terror e furtividade, mas com foco numa narrativa de ficção científica. Uma experiência que muitos procuravam, fruto da crescente procura por projetos nostálgicos. Routine era a resposta.
Entre 2013 e 2025, Routine permaneceu enclausurado num tanque criogénico, perdido entre problemas de produção, mudanças de design e o esforço contínuo da Lunar Software. Durante 12 anos, o género continuou a mudar, a evoluir e a descobrir novas vozes que o elevassem a uma nova fasquia. Amnesia: The Dark Descent foi o percursor, mas já não é uma inspiração como o era há anos. Uma nova geração de produtores independentes agarrou no manto do género e continuou a construir e a arriscar enquanto Routine hibernou. Em 2014, Alien Isolation chegou aos jogadores e roubou a novidade do retro futurismo à Lunar Software. Em 2017, Resident Evil VII: biohazard protagonizou o regresso da série da Capcom ao patamar do género, criando um novo ponto evolucionário, e ainda hoje é uma das maiores inspirações no terror na primeira pessoa. Em 2024, contra todas as expectativas, Silent Hill 2 Remake foi um sucesso comercial e crítico, ressuscitando a série depois de vários anos de silêncio. Este é o contexto atual e o panorama que Routine e a Lunar Software terão de enfrentar, 12 anos depois da sua revelação.
Se analisarmos os primeiros trailers de Routine, podemos facilmente concluir que a Lunar Software foi obrigada a repensar o design do jogo ao longo desta última década. O UI é semelhante, a C.A.T. – a ferramenta em forma de arma que utilizamos ao longo da campanha – sempre esteve presente e o jogo procurou sempre um equilíbrio entre a tensão de explorarmos uma estação espacial abandonada com o terror de sermos perseguidos por algo indestrutível, mas algo mudou. Em 2025, Routine é um jogo mais linear, claustrofóbico, muito minimalista na sua abordagem narrativa e claramente influenciado por movimentos como o terror analógico e os espaços liminais para construir o seu horror espacial. Se existiram cortes profundos no scope de Routine, acredito que tenham sido a melhor decisão que a Lunar Software podia ter feito, não só porque garantiu que o jogo pôde ser finalmente lançado, mas também porque deu origem a uma experiência com um ritmo exímio, tão assustadora, como profundamente bela, cujo foco no terror deu lugar a puzzles inventivos e desafiantes que enalteceram a ambiência e exploração da estação espacial ao garantir um level design mais controlado, mas também facilmente familiar.
No fundo, Routine é um dos meus videojogos favoritos de 2025 e um caso onde os anos não azedaram a experiência de jogar um dos títulos mais aguardados do género.
Há uma nova forma para assistir a Reels a partir do sofá.
A Meta começou a testar o Instagram para a TV, uma nova aplicação que permite assistir aos conteúdos do Instagram, nomeadamente os reels, num ecrã maior propondo sessões de scrolling mais sociais, com amigos e família na mesma sala.
Este é precisamente um dos pontos chave no comunicado da Meta, que afirma que “as pessoas gostam de ver reels em conjunto, porque é mais divertido”. Servirá assim este teste para a equipa de desenvolvimento perceber quais as partes da aplicação que funcionam melhor em equipamentos de grandes dimensões, como a televisão.
No atual estado, os Reels do Instagram para TV estão agrupados por canais baseados nos interesses do utilizador, como “nova música”, “destaques desportivos”, “locais únicos para conhecer”, “tendências”, a títulos de exemplo dados pela Meta.
Assim, para já, o Instagram para TV não é a aplicação tradicional que encontramos noutros equipamentos, focando-se exclusivamente ao formato vídeo de curta duração. Mas a Meta não descarta a expansão, indicando mesmo que tem planos para introduzir funções semelhantes às existentes na versão para smartphones e para navegadores de Internet.
Atualmente, também é de acesso limitado aos utilizadores nos Estados Unidos da América, com acesso a dispositivos com Amazon Fire TV, com promessa de expandir a aplicação para mais regiões e dispositivos, no futuro.
A ABC Network deixa de ser o canal a ligar para assistir aos Óscares e a partir da sua 101ª edição serão transmitidos no YouTube.
Os Óscares vão mudar depois celebrarem 100 edições. A Academia de Artes e Ciências Cinematográficas, a entidade que organiza os Prémios dos Óscares, anunciou que assinou um acordo para vários anos com o YouTube, tornando-o no palco exclusivo para futuras celebrações.
As entregas das estatuetas douradas no “pequeno ecrã” acontece a partir de 2029, quando a celebração fizer a sua 101ª edição. Até à edição de 2028 os Óscares continuarão a ser transmitidos originalmente com ABC Network, propriedade da Walt Disney Company.
O acordo de vários anos é, no entanto, curto. Estando para já confirmadas apenas cinco edições até 2033, não se sabendo, para já, se continuará no YouTube, se regressará à ABC Network, ou se arranjará outra casa.
De acordo com o portal Variety, o YouTube fez uma oferta de centenas de milhares de dólares, ao passo que grupo da Disney se manteve na casa das dezenas de milhares de dólares, bem abaixo dos 100 milhões anuais que pagava anteriormente, mas que desta vez baixou devido a um declínio das audiências.
A mesma fonte afirma que a Disney se revelou surpresa e que antecipava que fosse a NBCUniversal a ficar com os direitos de transmissão, dado que o YouTube não tem ainda as infraestruturas necessárias para a produção de eventos ao vivo como, por exemplo, já tem a Netflixe a Amazon.
A nova edição dos Óscares no YouTube irá incluir o evento principal, a cobertura da red-carpet, olhares aos bastidores, ficando disponível de forma gratuita para o público em todo o mundo, com acesso ao YouTube, com planos para suporte de legendas e dobragem em vários idiomas. Sabe-se também que apesar do acesso gratuito, haverá a inserção de anúncios durante o evento.
Esta tornar-se-á uma forma mais viável para aceder ao evento por cá, que normalmente é retransmitido por canais portugueses, com interrupções e comentários constantes.
A CP recebeu o primeiro de 22 novos comboios regionais da Stadler, graças a um investimento de 158 milhões de euros.
Chegou a Portugal o primeiro de 22 novos comboios encomendados à fabricante suíça Stadler, marcando um avanço relevante na modernização da frota regional da CP – Comboios de Portugal. Este investimento, avaliado em 158 milhões de euros, inclui 12 automotoras bimodo, capazes de operar com eletricidade e diesel, e 10 automotoras elétricas, todas destinadas ao serviço regional. Os novos modelos, do tipo FLIRT, destacam-se pela eficiência energética e pela velocidade máxima de 160 quilómetros por hora.
A primeira unidade recebida é uma automotora bimodo com capacidade para 369 passageiros, distribuídos entre 204 lugares sentados e 165 em pé, contemplando ainda zonas adaptadas a pessoas com mobilidade reduzida e espaço para bicicletas. Estas composições oferecem conectividade Wi-Fi e tomadas para carregamento de dispositivos eletrónicos.
Antes de entrarem em serviço, os comboios vão passar por ensaios técnicos e processos de homologação, garantindo que cumprem os requisitos de segurança e compatibilidade com a infraestrutura ferroviária portuguesa. A CP prevê receber as primeiras automotoras já no segundo semestre de 2026.
As 22 automotoras, 12 bimodo e 10 elétricas, adquiridas no âmbito do Programa para a Ação Climática e Sustentabilidade (PACS), passarão a integrar a série 2700 da CP.
Lisboa entrega 152 habitações de renda acessível, num investimento de 19 milhões de euros, integrando medidas do Plano de Recuperação e Resiliência e apoio municipal.
Em Lisboa, 152 famílias receberam recentemente as chaves de habitações com rendas acessíveis, num investimento superior a 19 milhões de euros, financiado pelo Orçamento do Estado e fundos europeus.
A entrega faz parte de um esforço mais amplo do Governo e da Câmara Municipal para reforçar a habitação pública, numa estratégia que visa aumentar o stock disponível após anos de desinvestimento. O Ministro das Infraestruturas e Habitação, Miguel Pinto Luz, sublinhou que este é o maior investimento de sempre em habitação pública, com um total superior a 9 mil milhões de euros, e que as medidas do programa Construir Portugal têm permitido desbloquear projetos e acelerar processos, garantindo que cerca de 26.000 fogos sejam entregues às famílias até junho de 2026.
O conjunto habitacional entregue faz parte do loteamento das Forças Armadas, que inclui cinco edifícios e um total de 476 fogos. O bloco recentemente concluído oferece 152 habitações, com tipologias que vão do T0 ao T4, e dispõe de estacionamento para bicicletas, lavandaria, sala multiusos, áreas técnicas e equipamento de apoio à família, incluindo uma creche com acesso autónomo. No piso -1, dedicado ao comércio, está prevista a instalação de um supermercado.
O presidente da Câmara Municipal, Carlos Moedas, salientou que Lisboa não registava uma entrega desta dimensão há mais de três décadas, recordando o Programa Especial de Realojamento dos anos 90. Moedas frisou a importância de continuar a aumentar a construção e a oferta habitacional na cidade, apontando que quase 600 fogos de renda acessível foram já concluídos e mais de 300 estão em construção. Paralelamente, o município tem reforçado o apoio direto às famílias, estando atualmente 1.200 a beneficiar de ajuda no pagamento das rendas. A empreitada foi coordenada pela Lisboa SRU e financiada pelo Plano de Recuperação e Resiliência, com um investimento de 21 milhões de euros.
Miguel Pinto Luz reforçou a necessidade de manter o apoio às famílias que mais precisam, através de apoios sociais diretos à habitação, que nos últimos dois anos representaram cerca de mil milhões de euros. O Governo pretende também concretizar cerca de 150.000 soluções habitacionais previstas nas Estratégias Locais de Habitação e no programa de arrendamento acessível, reafirmando que a habitação é uma prioridade coletiva.
A FIFA acredita que consegue ter um novo jogo de futebol em condições.
A FIFArevelou mais um jogo de futebol, que apesar de se apresentar como um jogo para todos os fãs da modalidade, não só vai ficar fechado ao ecossistema da Netflix como será mais um jogo móvel. As altas ambições da FIFA não combinam com a descrição do jogo em comunicado, que é descrito pelo presidente da Netflix como uma forma para “os fãs celebrarem (o futebol) nas suas salas”, ainda a tempo do Campeonato do Mundo FIFA 2026.
Adicionalmente, o comunicado também diz coisas estranhas e sem sentido como “queremos trazer o futebol de volta às suas raízes com algo que todos podem jogar com um toque de um botão.” E por todos, Alain Tascan, o presidente da Netflix, quer dizer apenas quem tem uma subscrição sua. Para além disso, como todos os fãs de jogos de futebol devem recordar-se, os jogos FIFA e Pro Evolution Soccer mais antigos jogavam-se apenas com um botão (só que não).
Gianni Infantino também tece comentários de entusiasmo e sonhos, prometendo inovações futebolísticas no espaço dos videojogos com a ambição de chegar a milhares de milhões de fãs em todo o mundo. Um sonho bonito considerando que a Netflix, apesar de muitos subscritores, ainda são “apenas” 300 milhões de subscritores em todo o mundo.
De realçar que apesar de Tascan afirmar que será um jogo que pode ser jogado com um toque de um botão, já Infantino descreve-o como um simulador.
Sobre o aspeto do jogo que irá sair alegadamente antes do Campeonato do Mundo FIFA 2026, não há ainda qualquer vídeo ou imagem do título para tecer comentários adicionais. Sabe-se apenas que está a ser produzido pela Delphi Interactive, um estúdio que está atualmente a dar suporte à IO Interactive no desenvolvimento de 007: First Light, e que na sua página oficial até ao anúncio oficial deste jogo da FIFA era descrito da seguinte forma “A Delphi foi pioneira num modelo comprovado para reduzir o risco dos títulos, baixar os custos de desenvolvimento e criar um alinhamento sem precedentes entre detentores de propriedade intelectual, criativos e produtores.”
Este será o segundo jogo revelado pela FIFA nos últimos meses. Em outubro, a organização revelou FIFA Heroes, um jogo móvel e árcade, com um estilo de jogo de 5V5 e orientado para os mais novos. Já na altura também com uma apresentação de carácter duvidoso. FIFA Heroes tem lançamento nos dispositivos móveis também para o ano.
Para uma experiência mais autêntica, os antigos fãs de FIFA podem, no entanto, respirar de alívio enquanto EA Sports FC for uma solução, como é o caso de EA Sports FC 26, o mais recente lançamento da série sucessora, que considerámos ser “uma das melhores entradas da última década”, na nossa análise.
A Embraer e o Ministério da Defesa formalizam plano de fabrico em Portugal, apoiando a modernização da Força Aérea e a criação de novas empresas de defesa.
O Ministro da Defesa Nacional, Nuno Melo, e o presidente da Embraer, Bosco da Costa Júnior, formalizaram uma carta de interesse que antecipa a instalação de uma fábrica de aeronáutica em Beja. O momento ocorreu durante a cerimónia de entrega das primeiras cinco de doze aeronaves A-29N Super Tucano à Força Aérea Portuguesa.
A nova unidade de produção permitirá a fabricação dos aviões A-29N em território nacional, criando empregos qualificados com salários acima da média, ao mesmo tempo que reforça a indústria portuguesa. As aeronaves produzidas destinam-se a satisfazer necessidades futuras das Forças Armadas e podem também ser objeto de negociações internacionais, contribuindo para o fortalecimento da base industrial de defesa em Portugal e na Europa.
O investimento ligado à aquisição e modernização das aeronaves A-29N Super Tucano totaliza 200 milhões de euros, dos quais 75 milhões serão aplicados na indústria nacional. Este montante será distribuído por diversas empresas responsáveis pelo upgrade das aeronaves, ajustando-as aos padrões técnicos da NATO e às exigências operacionais da Força Aérea Portuguesa.
Nuno Melo destacou que a aeronave oferece novas capacidades de ataque aéreo ao solo e a possibilidade de missões anti-drone, evidenciando a flexibilidade do modelo escolhido com base em pareceres técnicos da Força Aérea. Os A-29N fabricados pela Embraer terão funções de apoio aéreo próximo em operações conjuntas e combinadas, e Portugal será o primeiro país europeu a operar esta versão. Está ainda prevista a formação de pilotos no país.
Esta decisão do governo insere-se no processo de modernização das Forças Armadas e na promoção da indústria nacional, impulsionando o surgimento de novas empresas no setor da defesa.
Com mais de mil novos pontos adicionados em menos de um ano, a InPost amplia a cobertura da sua rede híbrida de Ponto Pack e Lockers.
A InPost atingiu a marca de 13.000 Pontos Pack e Lockers distribuídos por Espanha e Portugal, consolidando a sua presença na Península Ibérica. Este crescimento surge na sequência da integração de mais de 1.000 novos pontos na sua rede híbrida ao longo do último ano, aumentando significativamente a cobertura e oferecendo aos utilizadores maior flexibilidade na recolha de encomendas fora de casa.
Em Portugal, a rede da InPost está particularmente concentrada nas áreas metropolitanas do Porto, Lisboa, Setúbal e Braga, garantindo que os utilizadores tenham sempre um Ponto Pack ou Locker acessível nas proximidades. Este aumento da presença permite que os consumidores escolham o local e o momento mais conveniente para receber as suas compras online, adaptando-se ao seu ritmo de vida sem limitações de horários ou deslocações.
Marc Vicente, CEO da InPost Ibéria, sublinha que a expansão da rede vai além de um simples crescimento numérico: “O nosso objetivo é tornar a gestão de envios mais flexível e acessível, permitindo que cada pessoa possa gerir as suas encomendas ao seu próprio ritmo. Expandir a rede de Ponto Pack e Lockers é um passo decisivo nesse sentido.”
Com esta expansão, a InPost reforça a sua posição como a maior rede própria de pontos Out of Home na Península Ibérica.
A compra hostil proposta pela Paramount não é do interesse da Warner Bros. Discovery.
A Warner Bros. Discovery recomendou de forma oficial aos seus acionistas para rejeitarem a compra hostil proposta pela Paramount Skydance, avaliada em 108,4 mil milhões de dólares, por considerar que a oferta não é o melhor interesse para o grupo que irá separar-se entre a Warner Bros. e a Discovery em 2026.
Esta recomendação foi dada de forma “unanime” por parte do grupo de diretores da Warner Bros. Discovery, que viram recentemente a Paramount Skydance a propor a compra do grupo inteiro, em contraste com a oferta da Netflix que propõe a apenas a compra da Warner Bros. sem redes como a CNN, a TBS, a TNT e o grupo Discovery Global.
No comunicado da Warner Bros. Discovery também é revelado que após uma análise da proposta da Paramount, esta apresenta-se como uma “oferta inferior”, antes de detalhar a justificação, alegando até de forma provocatória de que “nenhuma destas razões será uma surpresa para a Paramount Skydance, dadas as nossas claras e repetidas respostas às suas seis anteriores propostas”.
O grupo alega que a proposta da Netflix se mantem superior e adequada ao volume do pacote, definindo até como “extraordinário”, ao passo que a proposta da Paramount é inadequada e apresenta riscos e custos significantes para a Warner Bros. Discovery.
Adicionalmente, a Warner Bros. Discovery revela desconfiança na proposta da Paramount Skydance, mencionando dúvidas no compromisso da família Ellisson para avançar com o negócio de forma saudável. Menciona que a família Ellisson garatina integralmente o financiamento do negócio, mas na realidade nunca mostrou garantias para cobrir o financiamento em caso de falhas. Com uma indeminização limitada a apenas 7% do valor prometido, deixando Warner Bros. Discovery e os seus acionistas em risco.
Em comparação, a Netflix propõe um contrato vinculativo, não conta com investimentos adicionais e obscuros e a dimensão da empresa revela maior segurança para absorver o grupo.
Por fim a Warner Bros. Discovery vai mais longe e chama à proposta da Paramount Skydance de “ilusória”, reforçando a ideia que não é um compromisso firme, mas uma intenção flexível e pouco fiável, suscetível a alterações até mesmo antes da compra. Para a Warner Bros. Discovery a oferta em cima da mesa não corresponde a uma fusão realista, dado para a Paramount Skydance, esta pode alterar termos, valores ou simplesmente abandonar a ideia sem uma rede de segurança.
À luz desta comunicação, a proposta da Paramount Skydance é formalmente recusada pela direção da Warner Bros. Discovery, mas não fica ainda definida. Ficando essa decisão comprometida tanto pelo interesse dos acionistas como pela própria Paramount Skydance e a família Ellisson.
Com a Paramount Skydance fora de cena, o cenário mais realista será então a fusão da Warner Bros. com a Netflix até ao final de 2026, após o escrutínio das entidades reguladoras dos Estados Unidos da América.
Recentemente a Netflix também veio assegurar os trabalhadores e consumidores que ao avançar com esta compra não irá fechar estúdios, avançar com despedimentos ou desinvestir nos cinemas. Algo que só após a compra é que se poderá efetivamente comprovar.
Novo investimento da Zumub permitirá aumentar capacidade industrial, lançar produtos inovadores e reforçar a presença em clubes e equipas internacionais.
A Zumub, marca portuguesa de nutrição desportiva em rápida expansão na Europa, anunciou um investimento de 3,5 milhões de euros com o objetivo de acelerar a sua presença no continente. O capital resulta da entrada dos family offices holandeses Festina Lente e Rohusa como acionistas minoritários, embora a percentagem detida não tenha sido divulgada.
O montante será aplicado em diversas frentes estratégicas que visam potenciar o crescimento europeu da empresa. Uma das iniciativas principais é a construção de uma nova unidade industrial no Pinhal Novo, num investimento de 2,5 milhões de euros que deverá criar 30 novos postos de trabalho. Para além disso, a Zumub irá reforçar a investigação e desenvolvimento para acelerar o lançamento de novos produtos, modernizar a logística e aumentar a eficiência operacional, além de contratar profissionais especializados para apoiar a expansão internacional.
No plano desportivo, a marca portuguesa tem reforçado a sua visibilidade internacional. Atualmente, é parceira oficial de 14 equipas da Primeira Liga portuguesa, incluindo Benfica, Sporting CP e FC Porto. Fora do país, a Zumub estabeleceu recentemente colaborações com o Feyenoord Rotterdam e o Atlético de Madrid, juntando-se a clubes que já utilizavam os seus produtos, como o Paris Saint-Germain Handball, Bayern Munich Basketball e AS Monaco.
Em termos financeiros, a empresa prevê ultrapassar os 40 milhões de euros de volume de negócios em 2025, o que traduz um crescimento de 41% face a 2024. Para 2026, a estratégia passa por consolidar a presença no mercado, mantendo um crescimento estável tanto no volume de negócios como na rentabilidade. Atualmente, a Zumub emprega cerca de 160 colaboradores, um aumento de 25% em relação ao ano anterior, e mantém mais de 20 vagas em aberto.
E já sabem: não se esqueçam de colocar o nosso código ECHOBOOMERno site da Zumub para 10% de desconto na encomenda, juntamente com algumas ofertas.
Frederico Pombares lançou a Pombares Fumeiro, uma marca de enchidos artesanais que celebra a tradição e o sabor do fumeiro português.
Frederico Pombares, conhecido por criar algumas das mais marcantes séries de humor portuguesas, como Último a Sair, Telerural, Tabu e, mais recentemente, Ruído, alarga agora a sua criatividade à gastronomia com o lançamento da Pombares Fumeiro, uma marca dedicada ao fumeiro tradicional português. A iniciativa surge como homenagem à autenticidade e ao sabor que caracterizam uma das expressões mais genuínas da culinária nacional, valorizando o tempo e o cuidado artesanal na produção dos enchidos. Com a abertura simultânea da loja online, os produtos passam a estar disponíveis para todo o país e também para o estrangeiro.
Ao longo de mais de duas décadas, Pombares construiu uma reputação sólida tanto no humor como na gastronomia, conquistando o público com partilhas sobre tascas, restaurantes e casas de pasto onde o sabor prevalece sobre a tendência. A hashtag #dizquevaisdapartedopombares tornou-se um símbolo informal de confiança gastronómica, resultado da sua experiência e olhar atento sobre a comida portuguesa.
No universo televisivo, Pombares colaborou com nomes como Herman José e Bruno Nogueira, integrando equipas de programas que marcaram a televisão nacional. Mas, fora dos guionistas, a gastronomia sempre foi uma extensão natural da sua criatividade, vivida e debatida à mesa. A experiência acumulada ao longo de anos de provas e descobertas levou-o a criar a Pombares Fumeiro, uma marca que privilegia receitas tradicionais, ingredientes selecionados e métodos de fumeiro natural, produzidos de forma artesanal numa salsicharia certificada em Montemor-o-Novo. Cada enchido é submetido a um rigoroso controlo de qualidade, garantindo autenticidade, consistência e capacidade de crescimento sustentado.
Frederico Pombares descreve o projeto como a materialização de uma ideia de longo prazo: produtos simples e honestos, ligados à memória e ao prazer de comer bem, onde o tempo e o sabor assumem o mesmo peso que a própria carne. A marca inclui uma seleção de especialidades, como farinheira, morcela alentejana, painho e chouriços de carne e de vinho, em versões de porco branco e porco preto, bem como uma caixa de experimentação que percorre diferentes regiões do país e convida à descoberta do fumeiro português.
Depois da operação em Alvalade, a marca espanhola VICIO inaugura o primeiro restaurante no Príncipe Real.
Foi a 7 de janeiro deste ano que a espanhola VICIO trouxe os seus smash burgers para Lisboa. Dias depois, o Echo Boomer teve oportunidade de conhecer o conceito num evento que contou com vários convidados.
A VICIO, que rapidamente se tornou numa das marcas de maior crescimento em Espanha, nasceu em Barcelona, em 2020, numa altura em que os fundadores Aleix Puig, vencedor do Masterchef Espanha 2019, e Oriol de Pablo, não sabiam o que fazer quando a pandemia chegou e fez parar muitos negócios. A verdade é que daí para o delivery foi um saltinho, e tudo começou numa… garagem.
A estratégia da VICIO assenta em três pilares: na qualidade do produto, no uso de tecnologia de ponta e numa comunicação visual e criativa que a distingue no mercado. Com tudo isto, a VICIO foi-se tornando cada vez mais popular em Espanha, onde já conta com mais de 30 localizações em Espanha. Portanto, a chegada a Portugal era um passo natural para a marca.
“Portugal é o vizinho mais próximo de Espanha e partilha muitas semelhanças culturais connosco. Lisboa é o cenário ideal para começarmos esta nova etapa, e acreditamos que os lisboetas irão acolher os nossos produtos de forma tão entusiasta como aconteceu em todas as cidades espanholas onde nos estabelecemos”, disse Aleix Puig, confiante de que o seu conceito de smash burgers iria cativar o público português.
O menu, uma das grandes apostas da VICIO, inclui os favoritos da marca, como o Cheeseburger trufado, o Bacon cheeseburger e opções vegan, garantindo que há escolhas para todos os gostos, até porque existem nove hambúrgueres disponíveis. Complementos como as famosas VICIO fries, com uma variedade de molhos, e asinhas de frango reforçam a oferta, enquanto as sobremesas, como o Cheesecake com Nutella, o Tiramisù de Oreo e os shakes, prometem conquistar os mais gulosos.
O grande “problema”? É que, até agora, a VICIO operava apenas em modo delivery e takeaway. Mas isso vai mudar, já no próximo dia 22 de dezembro, com a abertura do primeiro espaço físico em Lisboa.
Portanto, e depois de quase um ano a operar exclusivamente a partir da dark kitchen, a marca prepara-se para abrir portas no Príncipe Real, mais especificamente no número 21 da Rua da Escola Politécnica. Esta loja, além de poder receber clientes no interior, fará também com que a VICIO possa alaegar o serviço de delivery na cidade.
A única coisa que falhou? Uma abertura no Porto, tal como os responsáveis na marca desejavam fazer acontecer até final de 2025. No entanto, sempre estão melhores que a GOIKO, que prometeu um lançamento em Portugal durante o primeiro trimestre deste ano, algo que nunca aconteceu.
Estrutura sobre a linha férrea abre ao trânsito em Portimão e substitui a passagem de nível, que encerra à circulação rodoviária. Há também ajustes no Vai e Vem.
Hoje, dia 18 de dezembro, o novo viaduto sobre a linha férrea em Portimão entrou finalmente em funcionamento, enquanto a passagem de nível deixou de permitir a circulação rodoviária, mantendo apenas o atravessamento pedonal.
A abertura desta infraestrutura resulta do avanço da obra de eletrificação da Linha do Algarve, conduzida pela Infraestruturas de Portugal, e marca o fim do uso da antiga passagem de nível como ligação para veículos. Com o novo viaduto a assumir esse papel, a circulação na zona passa a reorganizar-se em torno deste ponto elevado, sem alterações nas vias adjacentes, que preservam sentidos, acessos e o esquema viário habitual.
A mudança estende-se também ao Vai e Vem, que ajustou vários percursos. As linhas 12, 21N, 31, 32, 35 e 37 passam a seguir trajetos revistos, enquanto as linhas 31 e 32 foram substituídas pela nova linha 30, que cobre as mesmas áreas e reforçará a ligação entre o Hospital de Portimão e o Aqua Portimão, com partidas de meia em meia hora nos dois sentidos.
The Royston Club e Noiserv são as novas confirmações do NOS Alive’26, com atuações marcadas para 9 e 11 de julho, respetivamente.
O NOS Alive’26 anunciou duas novas confirmações para o cartaz: os galeses The Royston Club, que sobem ao Palco NOS a 9 de julho, e o português Noiserv, marcado para o Palco Heineken no último dia do festival, a 11 de julho.
Os The Royston Club, formados em 2017 por Ben Matthias, Tom Faithfull, Dave Tute e Sam Jones, chegam a Lisboa pouco depois de lançarem Songs for the Spine. A banda iniciou o percurso com “Shawshank”, ainda em 2017, um ponto de partida que lhes abriu portas para uma série de concertos e demos que consolidaram uma comunidade de seguidores atenta ao seu crescimento. O EP The State I’m In (2020) contribuiu para sedimentar a sonoridade indie que viriam a explorar nos trabalhos seguintes, incluindo lying here, wasting away (2021). Em 2023 editaram o primeiro álbum, Shaking Hips And Crashing Cars, que entrou diretamente no top 20 britânico e viu as edições físicas esgotarem rapidamente, incluindo as versões especiais.
No último dia do festival, o Palco Heineken recebe Noiserv, o projeto que David Santos lançou em 2005 e que rapidamente se destacou pela abordagem singular à composição. O álbum de estreia, One Hundred Miles from Thoughtlessness, chegou em 2008 e abriu caminho para um percurso marcado por experimentação e reconhecimento crítico. Almost Visible Orchestra, lançado em 2013, valeu-lhe a distinção de Melhor Disco pela Sociedade Portuguesa de Autores. Em 2025, ano que assinala duas décadas de carreira, o músico editou 7305, um trabalho que reforça a continuidade das suas explorações sonoras e o lugar que ocupa na música independente nacional.
Quanto aos bilhetes para o NOS Alive, estão à venda nos locais habituais, com o diário a custar 84€, o passe de dois dias a custar 168€ e o passe de três dias a poder ser adquirido por 199€.
Com a chegada do Polestar 5 e a abertura de novos Polestar Spaces, a marca elétrica consolida a sua posição em Portugal e define metas ousadas para o próximo ano.
No início deste ano, a Polestar Portugal definiu 2025 como um ano de viragem, com a ambição de crescer entre 60% e 80%, apoiando-se em três pilares estratégicos: a implementação de um novo e mais ativo modelo de negócio, reforçado pela chegada de novos parceiros e pela abertura de novos Polestar Spaces; a primeira operação completa com uma gama alargada de modelos, consolidando a presença da marca no mercado; e a renovação contínua da gama, culminando com a chegada do Polestar 5.
Ao longo de 2025, a Polestar registou um aumento do volume de vendas, especialmente com três modelos principais a destacarem-se. A melhoria dos modelos de negócio foi evidente com a entrada de novos parceiros, permitindo maior diversificação das apresentações, detalhamento de serviços e expansão da presença física. Foram inaugurados dois novos Polestar Spaces: em Lisboa, em parceria com a Santogal, e em Faro, em conjunto com a Pontautos. Estes espaços juntaram-se ao Polestar Space Porto, em parceria com a Triauto, já uma referência mundial.
Foi também o primeiro ano completo com vários modelos disponíveis. O Polestar 4 destacou-se como o modelo mais vendido, tanto para clientes particulares como empresariais. O Polestar 2 manteve a sua consolidação de anos anteriores, enquanto o Polestar 3 teve uma boa aceitação, com quotas de mercado relevantes no seu segmento. Ao longo do ano, foram introduzidas melhorias nos modelos existentes, especialmente no Polestar 2, preparando a gama para 2026.
Graças a esta estratégia, a Polestar atingiu, pela primeira vez, mais de 500 matrículas anuais em Portugal, crescendo mais de 65% face a 2024, marcando o terceiro ano consecutivo de crescimento e consolidando a marca como referência no mercado nacional.
Para 2026, a Polestar entra com metas ambiciosas: pretende crescer cerca de 20% face a 2025, apoiada numa rede comercial sólida, pela primeira vez com três parceiros experientes de norte a sul do país. Estão ainda previstas novidades de produto, incluindo a chegada do Polestar 5 às estradas portuguesas, renovações nos modelos atuais e outros lançamentos ainda no segredo dos deuses…
Conheçam a sexta geração do Renault Clio, com design mais expressivo, motor híbrido eficiente e condução confortável tanto na cidade como fora dela.
O Novo Renault Clio foi apresentado ao mundo em Portugal no início deste mês de dezembro, com ensaios internacionais na zona de Cascais e uma longa sessão técnica em Lisboa, onde a marca abriu o livro sobre o passado, o presente e o futuro daquele que continua a ser o seu modelo mais emblemático. E o Echo Boomer esteve por lá.
No discurso oficial repetiu-se uma frase que ajuda a perceber o peso do carro dentro da casa: “a Renault é o Clio, e o Clio é a Renault”. Não é exagero: em 35 anos de carreira, o Clio vendeu quase 17 milhões de unidades em 120 países e, no mercado português, é o modelo mais vendido de sempre desde o seu lançamento, sem rival direto em volume continuado.
A apresentação começou precisamente pela retrospetiva histórica. O Clio I chegou em 1990 para substituir o Super 5, estreando um nome próprio inspirado na musa grega da História e abandonando a lógica dos números. Cresceu em tamanho e segurança, ajudou a democratizar o airbag e o ABS no segmento e foi eleito Carro do Ano em 1991. O Clio II tornou-se a geração mais vendida de sempre, com 5,6 milhões de unidades, e ficou associado ao célebre 1.5 dCi, exemplo da tal “receita Clio”: ter o motor certo, com a energia certa, no momento certo. O Clio III deu um salto em refinamento, voltou a conquistar o título de Carro do Ano em 2006 e introduziu equipamentos marcantes para a época, como a navegação integrada TomTom. O Clio IV fez a rutura de design mais forte até então, com cores mais ousadas e tecnologia como a ecrã tátil e o cartão mãos-livres. Em 2019, o Clio V inaugurou a plataforma CMF-B, trouxe a eletrificação à gama e foi elogiado pelo conforto e precisão de condução.
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Chegados a 2025, a Renault fala do novo Clio como sexta geração e assume que quis ir mais longe do que um simples restyling. As linhas exteriores foram redesenhadas com a obsessão das “proporções certas”: o carro ficou mais largo, com cerca de 4 cm adicionais na frente, vias alargadas em 39 mm e um aumento global de 7 cm repartido pela dianteira, traseira e distância entre eixos. O objetivo declarado foi criar “o Clio mais expressivo de sempre”, capaz de provocar “amor à primeira vista”, mas, por trás das frases de efeito, há trabalho técnico visível na integração dos faróis na carroçaria, na maior presença visual em estrada e na forma como os volumes são esculpidos.
Design e tecnologia que se notam à primeira vista
A aerodinâmica foi um dos grandes temas. Apesar de maior, o novo Renault Clio apresenta agora um coeficiente de arrasto de 0,30, melhor que os 0,32 da geração anterior. Para isso contribuem as grelhas com persianas ativas na frente, que abrem ou fecham em função das necessidades de refrigeração e de eficiência, o redesenho do spoiler traseiro e a própria assinatura luminosa, trabalhada para não perturbar o fluxo de ar. Os responsáveis falaram várias vezes na procura do menor consumo e das menores emissões possíveis, em linha com a meta interna de aumentar a percentagem de materiais reciclados: o objetivo de marca é 30%, mas no novo Renault Clio a fasquia sobe para perto de 34%. As jantes Triagun, por exemplo, utilizam cerca de 50% de alumínio reciclado, o que representa um abatimento de CO₂ equivalente a milhares de quilómetros de utilização de um Clio.
No interior, a evolução acompanha o que se vê por fora. O habitáculo está mais tecnológico e mais cuidado nos materiais, com plásticos de melhor toque, têxteis em preto e cinzento e, nas versões mais equipadas, aplicações de Alcantara no tablier, portas e bancos, além de um elemento decorativo em “titânio espectral”. Entre as curiosidades, a Renault destaca as 48 configurações de iluminação ambiente e bancos com maior apoio lateral nas variantes de cariz mais desportivo. A gama de cores exteriores inclui sete pinturas, com destaque para os novos Absolute Red e Absolute Green.
Outro grande destaque vai para a conectividade. Pela primeira vez num Renault Clio, o sistema OpenR com Google integrado chega ao segmento B: há Google Assistant, Google Maps sempre atualizado e acesso à Play Store com mais de uma centena de tipos de aplicações, incluindo plataformas de streaming de vídeo e áudio. Durante a apresentação, a marca sublinhou que, para a maioria dos utilizadores, deixa de ser obrigatório recorrer ao smartphone para ter navegação e entretenimento modernos, porque tudo está embebido durante três anos. Em 2026, o sistema deverá passar a integrar o Gemini, permitindo uma interação mais conversacional com o carro.
Motores, eficiência e dinâmica em estrada
A nível mecânico, o destaque recaiu na nova oferta híbrida, a versão que pudemos testar em estrada. O Renault Clio híbrido mantém a arquitetura full hybrid, mas vê a potência subir de 145 para 152 cv, graças à evolução do motor a gasolina e ao aumento da capacidade da bateria de 1,2 para 1,4 kWh, acompanhado por melhorias na transmissão multimodo. O resultado, segundo a Renault, é um carro mais rápido nas recuperações, mais suave nas transições entre modos e, ao mesmo tempo, com consumos homologados abaixo dos 4 l/100 km (foram apontados 3,9 l/100 km) e emissões na casa dos 89 g/km de CO₂. O sistema permite arranques sempre em modo elétrico e, em contexto urbano ou suburbano, até cerca de 80% do tempo de condução pode ser feito sem recorrer ao motor a combustão.
Para mercados onde o motor de combustão continua dominante, caso claro do mercado português, a Renault apresentou também um novo motor 1.2 turbo de três cilindros, partilhado com outros modelos do grupo. No Clio, passa a ser a proposta central da gama a gasolina, subindo a potência de 90 para 115 cv e aumentando o binário, para responder melhor tanto na cidade como em autoestrada. Este bloco estará disponível com caixa manual de seis velocidades e com uma nova opção automática de “toque direto”, que permite reduzir o consumo em cerca de 12%. No caso específico de Portugal, o GPL é um pilar essencial da estratégia para o Clio e foi tratado como tema central da sessão. A versão Renault Clio Eco G vê a potência subir de 100 para 120 cv e a capacidade do depósito de GPL aumentar de 32 para 50 litros, permitindo autonomias até 1.460 km. A marca sublinha que, no Clio V, cerca de 69% das vendas em Portugal já são de versões a GPL, quando há cinco anos esse valor rondaria apenas os 4%.
A dinâmica em estrada beneficiou do trabalho feito na plataforma CMF-B, comum a outros modelos da casa, mas com afinações específicas para o Renault Clio. A frente mais larga traz ganhos de estabilidade e comportamento, permitindo ao mesmo tempo a utilização de jantes de 16 a 18 polegadas sem sacrificar o conforto. Apesar do aumento das dimensões exteriores, o diâmetro de viragem permanece nos 10,4 metros, sinal de que a vocação urbana continua preservada. Na bagageira, os valores oficiais apontam para 391 litros nas versões a combustão e 309 litros no híbrido, um compromisso que mantém o uso diário em primeiro plano.
No campo do conforto acústico, os engenheiros deram exemplos concretos do que foi feito. Um deles é a utilização de espuma de isolamento em pilares estruturais para reduzir ruídos parasitas e melhorar a sensação de isolamento a bordo. Ao mesmo tempo, a segurança ativa foi fortemente reforçada, enquadrada no programa Human First. O novo Clio pode chegar a 29 sistemas de ajuda à condução, o que a marca reivindica como recorde no segmento. Desde o nível de entrada, todas as versões passam a contar com travão de estacionamento elétrico e cruise control adaptativo, e os níveis superiores acrescentam funções avançadas capazes de interpretar contextos mais complexos, como rotundas e mudanças de faixa. Foram também introduzidas ajudas especificamente pensadas para a cidade, como travagem automática em marcha-atrás e alerta de abertura de portas perante ciclistas ou veículos próximos.
Uma das novidades de utilização é o “Smart Mode”, um modo de condução inteligente que analisa o estilo de quem vai ao volante e alterna automaticamente entre Sport, Comfort e Eco. Quem já pôde experimentar o sistema por dentro admitiu ter passado muito mais tempo em Eco do que esperava, com consumos finais melhores do que o previsto.
Ao volante em Cascais: o Renault Clio na prática
Durante o ensaio internacional em Cascais, conduzi a versão Renault Clio Full Hybrid E-Tech 160 para perceber até que ponto este modelo evoluiu sem abdicar da sua identidade urbana. Antes de sair para a estrada, houve tempo para absorver os detalhes do carro e sentir a coerência do design, a qualidade dos materiais e a evolução tecnológica no habitáculo. A instrumentação digital e o sistema OpenR Link, já presentes noutros modelos recentes, melhoraram a experiência, sem que ficasse complexa. A navegação é intuitiva, os menus rápidos, e à primeira vista não senti “excessos”.
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Ao volante, o Renault Clio confirma a sua vocação citadina. Em contexto urbano, destaca-se pela facilidade de utilização, pela suavidade do sistema híbrido e pela forma quase impercetível como alterna entre o modo elétrico e o motor a combustão. A condução torna-se descontraída, silenciosa e natural, ideal para o dia a dia. Fora da cidade, em percurso extra-urbano, o comportamento mantém-se equilibrado e confortável. A suspensão está bem afinada e transmite confiança mesmo quando o ritmo aumenta. Não é um carro com ambições desportivas, mas cumpre com segurança e previsibilidade em todos os cenários. Durante o ensaio, o consumo médio misto – combinando cidade e estrada – situou-se nos 4 litros aos 100 km, um reflexo de como o sistema híbrido trabalha de forma eficiente sem exigir atenção constante do condutor.
Este novo Renault Clio não procura reinventar o segmento B. Procura, isso sim, manter-se relevante num mercado em rápida transformação. Com mais tecnologia, melhor eficiência e uma abordagem equilibrada, continua a ser uma das propostas mais consistentes para quem procura um citadino moderno e versátil. As primeiras unidades estarão disponíveis no início de 2026, com versões a partir de 21.990€ no TCe 115 e 28.990€ no Full Hybrid E-Tech 160.
Incentivos a empresas, apoio à produção cinematográfica e bilhetes gratuitos para acompanhantes são algumas das novidades aprovadas pelo Governo para apoiar a Cultura.
O Governoanunciou hoje, em Conselho de Ministros realizado em Sintra, um conjunto de medidas estratégicas destinado a reforçar a Cultura, apoiar os setores criativos e promover a inclusão no acesso às atividades culturais.
O novo Regime de Mecenato Cultural prevê incentivos fiscais mais atrativos para empresas que apoiem projetos culturais. O limite de dedução em sede de IRC aumenta de 0,8% para 1% do volume de negócios, enquanto a majoração do donativo como gasto fiscal sobe de 130% para 140%. A plataforma digital única visa simplificar os processos de candidatura, e o estatuto de entidade cultural passa a ter uma validade de cinco anos. Foram ainda criados títulos de iniciativa cultural, com critérios claros que asseguram igualdade de acesso para todos os interessados.
No domínio do Cinema e Audiovisual, o programa SCRI.PT estabelece um novo modelo de financiamento para o período 2026-2029, com uma dotação global de 350 milhões de euros. Os incentivos anuais aumentam de 34 para 50 milhões de euros, e é criada uma linha de garantia mútua de 150 milhões para apoiar a produção. O financiamento a grandes produções passa a ser de 35 milhões de euros por ano, enquanto as restantes produções terão acesso a 15 milhões anuais. A gestão do programa ficará a cargo do Instituto do Cinema e do Audiovisual, em articulação com os Ministérios da Cultura, da Presidência e da Economia.
Para promover a inclusão, é introduzido o bilhete gratuito para acompanhantes de pessoas com deficiência em espaços culturais públicos. Esta medida complementa o Selo de Espaços Culturais Acessíveis e Inclusivos (SECAI) e será integrada de forma gradual nos sistemas de bilhética, garantindo transparência e proteção dos dados dos utilizadores.
O Governo anunciou também a criação do CACE Centro, em Alcabideche, destinado a acolher a Coleção de Arte Contemporânea do Estado a partir do primeiro semestre de 2026. O espaço concentrará cerca de 3.000 obras, permitindo uma poupança anual estimada em 660.000€, e oferecerá programação expositiva e serviços educativos. O reforço dos serviços educativos na Rede Portuguesa de Museus contará com uma dotação de um milhão de euros, incluindo majorações para projetos no interior do país, com o objetivo de promover a coesão territorial e ampliar o acesso à Cultura.
O aumento do custo da memória DRAM está a pressionar os fabricantes de smartphones, que em 2026 deverão lançar equipamentos mais caros e, em muitos casos, com menos memória.
O aumento do preço das memórias deverá encarecer os smartphones em 2026, com impacto direto nas especificações e nas escolhas feitas pelas fabricantes. Um relatório recente da Counterpoint Researchaponta para uma subida significativa dos custos de produção, num contexto de menor procura global e de maior pressão sobre componentes essenciais.
De acordo com a consultora, as remessas globais de smartphones deverão cair cerca de 2,1% em 2026, enquanto que o preço médio dos equipamentos poderá aumentar aproximadamente 6,9%. Um dos principais fatores por detrás desta tendência é a escalada no preço da memória DRAM, componente fundamental para o desempenho, a fluidez de sistemas operativos e a capacidade de multi-tarefas dos dispositivos móveis.
A pressão sobre o mercado da memória resulta sobretudo da forte procura por parte dos centros de dados ligados à inteligência artificial, que absorvem grandes volumes de DRAM e influenciam os preços a nível global. E este desequilíbrio já se reflete nos custos dos materiais. A Counterpoint estima aumentos na ordem dos 25% nos modelos de entrada, 15% nos equipamentos de gama média e cerca de 10% nos smartphones de gama alta.
As projeções da Memory Solutions for GenAIapontam ainda para novos aumentos entre 10% e 15% até ao segundo trimestre de 2026, com a memória DRAM a poder registar subidas acumuladas que, em alguns cenários, se aproximam dos 40%. Estes valores colocam pressão adicional sobre as margens das fabricantes, sobretudo nos segmentos mais sensíveis ao preço.
Para acomodar estes custos, várias marcas deverão optar por reduzir a quantidade de memória integrada nos novos modelos. Configurações com 16 GB de RAM tendem a tornar-se menos comuns, mesmo em equipamentos topo de game, com um regresso a uma normalização de equipamentos com 12 GB ou 8 GB. Nas camadas mais acessíveis, os 4 GB de RAM poderão voltar a afirmar-se como padrão, limitando a longevidade e o desempenho em tarefas mais exigentes.
Em paralelo, multiplicam-se estratégias de contenção, como a reutilização de componentes de gerações anteriores e cortes noutras áreas do hardware, incluindo sistemas de câmaras ou módulos de áudio, que poderão não ver saltos tecnólogos muito elevados nas iterações anuais dos equipamentos. Em alguns casos, estas limitações surgem acompanhadas por versões mais caras posicionadas como “Pro”, sem alterações estruturais relevantes face aos modelos base.