A Bandcamp tornou pública a sua política sobre inteligência artificial, proibindo música e áudio gerados total ou maioritariamente por sistemas automáticos.
A discussão em torno do papel da música na sociedade e da forma como os artistas são apoiados voltou a ganhar relevo com a posição assumida pela Bandcamp sobre a utilização de inteligência artificial generativa. A plataforma defende que a música deve ser entendida como uma expressão cultural profundamente humana, resultado de um diálogo coletivo que atravessa séculos e antecede qualquer lógica de mercado ou consumo massificado.
De acordo com a Bandcamp, os músicos ocupam um lugar central nas comunidades onde se inserem, contribuindo para a identidade cultural e para a coesão social. Esta visão esteve na origem da criação da plataforma, pensada para aproximar artistas e ouvintes e para permitir que o apoio financeiro chegue de forma direta e equilibrada a quem cria, garantindo condições para a continuidade do trabalho artístico.
Neste contexto, a empresa decidiu tornar pública a sua política relativa à inteligência artificial generativa aplicada à música e ao áudio. A Bandcamp estabelece que não são permitidas obras criadas total ou maioritariamente por sistemas de geração automática, nem conteúdos que recorram a estas ferramentas para imitar artistas ou estilos reconhecíveis, em conformidade com as regras já existentes sobre usurpação de identidade e violação de direitos de autor.
A plataforma indica ainda que qualquer conteúdo suspeito pode ser sinalizado pelos utilizadores para análise, reservando-se o direito de remover música sempre que existam indícios de recurso significativo a inteligência artificial.
A Dino Experience chegou ao Porto com uma exposição imersiva que recria o mundo dos dinossauros através de realidade virtual, projeções 360º e conteúdos científicos.
Uma nova exposição imersiva dedicada aos dinossauros chegou ao Porto e aposta na tecnologia digital para recriar o mundo pré-histórico. A Dino Experience, patente no Alfândega Congress Center, utiliza projeções a 360º, realidade virtual, inteligência artificial e ambientes interativos para explorar diferentes momentos da era dos gigantes que dominaram a Terra há milhões de anos.
Ao longo do percurso, os visitantes são conduzidos por vários cenários digitais que vão desde paisagens jurássicas a simulações científicas do interior de um dinossauro, passando por uma experiência em metaverso inteiramente dedicada a estas espécies, a recriação dos sons que poderiam ter emitido e uma sala imersiva que representa o impacto dos meteoritos associado à sua extinção. A exposição inclui ainda conteúdos que cruzam narrativa visual e dados científicos, procurando apresentar diferentes perspetivas sobre a vida e o desaparecimento dos dinossauros.
A Dino Experience foi criada e produzida pelo atelier OCUBO, com supervisão científica do Museu da Lourinhã e apoio do Museu de História Natural e da Ciência da Universidade do Porto. A organização sublinha o envolvimento de instituições científicas como garantia de rigor na informação apresentada, apesar do forte recurso a ambientes digitais e linguagem visual.
A exposição pode ser visitada entre as 14h e as 18h. Quanto aos bilhetes, os preços variam, mas começam nos 10€ e vão até um máximo de 14€ por pessoa, sendo que as entradas são mais caras aso fins de semana.
A Dino Experience Porto estará disponível para visita na Alfândega do Porto até maio.
Com uma fantástica bateria e materiais resistentes, o Redmi Note 15 Pro+ 5G promete fiabilidade para não falhar quando é mais necessário.
O Redmi Note 15 Pro+ 5G é a mais recente adição à sub-marca da Xiaomi conhecia por apresentar soluções que equilibram desempenho e orçamentos acessíveis. E é também o primeiro topo de gama da Redmi a chegar ao mercado em 2026, com modelos que começam nos 219,99€, com o Note 15 na variante 6GB + 128GB.
Em mãos, temos o modelo mais avançado, que se apresenta por 529,99€, na variante de 12GB + 512GB e por tal como no modelo de todo do ano passado, o Redmi Note 15 Pro+ 5G não tem intenções de impressionar com números ou aquela postura premium e extravagante do segmento em que se insere. Em vez disso, a sensação que transmite é a de um equipamento concebido para uma utilização diária sem compromissos, apostando na resistência e na autonomia. Uma ambição que é concretizada, claro, com alguns compromissos.
O Redmi Note 15 Pro+ 5G começa por se apresentar com alguma elegância. É fino, com curvas discretas e um acabamento que remete mais para outros modelos premium da marca, do que para algo pensado para levar pancada. A combinação entre a moldura em alumínio e o ecrã ligeiramente curvo dá‑lhe um ar requintado, e a pele sintética na traseira afasta qualquer ideia de aspeto utilitário. Com sensivelmente oito milímetros de espessura, parece até bastante delicado e por essa razão até surpreende, tendo em conta tudo o que traz lá dentro. Apesar de não ser muito pesado, há uma sensação de peso que lhe confere aquela solidez de confiança no manuseamento e rapidamente se percebe porquê, pois estamos perante um dispositivo bem protegido, que reúne certificações IP66 e IP68, o que não é muito comum nesta gama de produto, e que conferem ao equipamento resistência a salpicos e quedas na água. Adicionalmente, a Xiaomi também apresentou o Redmi Note 15 Pro+ 5G certificação IP69K, que o prepara para cenários mais extremos e de teste mais complicado, como aguentar jatos de água a alta pressão e temperaturas elevadas. Tudo características mais comuns de encontrar em dispositivos industriais ou modelos “rugged”.
A proteção continua forte também no painel, no seu ecrã CrystalRes AMOLED com 6,83 polegadas, protegido pelo Corning Gorilla Glass Victus 2. Este painel conta ainda com uma resolução 1.5K, que apesar de não ser muito elevada, é uma escolha consciente e equilibrada na relação entre qualidade e consumo energético, já que oferece uma imagem nítida e cores vivas sem exageros. Conta com uma proporção um pouco mais larga, que torna a leitura e a navegação mais confortáveis do que em muitos modelos mais estreitos, e o seu brilho é igualmente impressionante. Mesmo sob sol direto, o ecrã é bastante legível e o pico de luminosidade ajuda a acentuar as qualidades do HDR. E o uso de PWM de alta frequência também está presente para ajudar a reduzir o cansaço visual em ambientes mais escuros, o que é muito bem vindo. A única área onde se nota uma concessão maior face a outros equipamentos recentes é na taxa de atualização. Apesar de conseguir atingir 120Hz, depende de alguns ajustes de software em vez da tecnologia LTPO, o que limita a eficiência na gestão de energia. Ainda assim, com a bateria generosa que o acompanha, esta limitação acaba por ter pouco impacto no dia a dia.
No interior do Redmi Note 15 Pro+ 5G encontra-se um processador da Qualcomm, o Snapdragon 7s Gen 4, que oferece um desempenho estável, consistente e sem surpresas desagradáveis. Não é uma configuração desenhada para entusiastas que procuram bater recordes em benchmarks, mas numa utilização real mostra‑se rápido, fluido e sempre pronto a responder. As aplicações abrem sem atrasos, a navegação entre tarefas decorre sem soluços e as animações mantêm‑se suaves mesmo depois de longos períodos de utilização. Em jogos, o comportamento até é mais convincente do eu esperava, sobretudo num modelo que aposta tanto na resistência. Jogos como PUBG Mobile e Fortnite executam sem problemas desde que estejam nas definições médias ou altas, e percebe‑se que a Xiaomi deu alguma prioridade ao controlo térmico. O equipamento aquece quando é sujeito a cargas prolongadas, mas não entra em bloqueios ou engasgos, o que ajuda a manter uma experiência estável durante toda a sessão.
Redmi Note 15 Pro+ 5G
O ponto menos entusiasmante deste smartphone está no seu armazenamento, e não é pela capacidade, já que o modelo em teste conta com 512GB. A marca insiste na utilização de memorias UFS 2.2, que já começam a ficar para trás face ao que muitos rivais oferecem na mesma faixa de preço. Na utilização diária, dificilmente revela ser um problema, mas em instalações mais pesadas, grandes transferências ou em utilização multi-tarefas mais exigente, já se exige um tipo de armazenamento mais rápido. Ainda assim, é um aspeto que apenas os utilizadores habituados a utilizar smartphones topo de gama é que irão notar.
Do lado do software, o Redmi Note 15 Pro+ 5G chega com o HyperOS 2 pré-instalado, a interface da Xiaomi baseada no Android 15. Esta versão representa uma das mudanças mais maduras que a marca fez no seu software, em particular em comparação com a antiga MIUI, onde tudo parece mais sereno e organizado. As animações fluem melhor, as transições deixam de ter aquele ar ligeiramente caótico e o sistema transmite finalmente a sensação de estar pensado como um todo, e não como um conjunto de funcionalidades coladas umas às outras. A navegação no HyperOS é suave, a multi-tarefa aguenta bem mesmo com várias aplicações abertas e a interface não perde ritmo ao longo do dia. Junta‑se a isto o bom controlo térmico e os seus 12GB de RAM, e ficamos com a sensação de que a Xiaomi, desta vez, deu prioridade à estabilidade e coerência em vez de encher o sistema de extras.
Ainda assim, há alguns aspetos menos positivos que continuam presentes. Ao ligar o telemóvel pela primeira vez, encontramos uma quantidade considerável de aplicações desnecessárias pré‑instaladas. Há aplicações utilitárias que fazem sentido, mas também existem outras que podemos considerar redundantes e outras que parecem estar ali apenas para mostrar sugestões ou notificações. Não é algo exclusivo deste modelo, mas significa que os primeiros minutos com o aparelho podem ser dedicados a limpar aquilo que não faz falta. Desativar recomendações e remover o que é supérfluo melhora claramente a experiência, tanto visualmente como na forma como o sistema se comporta em segundo plano. Felizmente, depois dessas afinações, o HyperOS 2 revela‑se muito agradável de utilizar. A autonomia ganha um pequeno impulso, as notificações em segundo plano tornam‑se menos intrusivas e a interface passa a condizer melhor com aquilo que o hardware é capaz de oferecer. Quem dedicar uns minutos a ajustar definições acaba por ter uma experiência claramente superior à de quem deixa tudo como vem de fábrica.
E como não podia deixar de ser, as funcionalidades de inteligência artificial também estão presentes. Estas não parecem assumir o protagonismo que muitas marcas impingem, mas ainda assim este modelo vem carregado com aplicações inteligentes. Para além de todas as aplicações já conhecidas do HyperAI que naturalmente funcionam muito bem, a integração com o Google Gemini é natural não se sente forçada, até porque ferramentas como o Circle to Search acrescentam utilidade real. Contudo, e apesar de não ser um telemóvel vendido com foco na inteligência artificial, vem com tudo o que a Xiaomi já nos habituo, e de forma muito bem implementada. Mais uma vez, o Gemini, em particular, continua a evoluir de forma consistente, com destaque para o Gemini Live, que funciona tal como em smartphones Google Pixel.
Quanto às atualizações, a Xiaomi promete quatro anos de atualizações do Android e seis anos de atualizações de segurança. E tendo em conta que este é um dispositivo pensado para durar fisicamente, o suporte de software prolongado torna‑se ainda mais relevante, e é precisamente aí que a marca ainda tem alguma margem para evoluir.
Redmi Note 15 Pro+ 5G
Para quem quiser usar o Redmi Note 15 Pro+ 5G para fotografia, irá encontrar um sensor principal de 200MP que se porta muito bem quando há luz suficiente. Com ajuda do estabilizador ótico de imagens, as fotos saem detalhadas, com cores equilibradas e um nível de nitidez ótimo para esta gama. A elevada resolução ajuda a obter um zoom digital aceitável, embora não consiga replicar a versatilidade de uma lente teleobjetiva ótica. E à noite, o desempenho continua interessante para o preço, com imagens limpas e pouco ruído. Já o seu sensor ultra‑angular de 8MP cumpre apenas com o básico, não impressionando mas também não comprometendo, e para a maioria dos utilizadores será mais do que suficiente. Para vídeo, o equipamento suporta captura 4K a 30 FPS, o que cobre perfeitamente a utilização casual, mesmo que alguns rivais ofereçam opções mais ambiciosas. Por fim, a câmara frontal de 32MP, essa sim, é uma evolução clara face à geração anterior, com resultados mais definidos e vídeo-chamadas com boa qualidade.
Mas onde o Redmi Note 15 Pro+ 5G realmente brilha é na autonomia. A sua bateria é de 6500mAh e aguenta facilmente um dia e meio de utilização intensa, podendo chegar perto dos dois dias com algum cuidado. Ajustando algumas definições pessoais consegui dois dias completos de autonomia sem limitar virtualmente nada. A tecnologia de silício‑carbono permitiu encaixar esta bateria gigante no corpo do dispositivo, o que é um marco fantástico, considerando que é o Redmi Note mais fino de sempre, com a Xiaomi a garantir ainda que a saúde da bateria se mantém estável durante vários anos. De acordo com a marca, tal é possível com o auxilio do chip Xiaomi Surge, que garante após 1600 ciclos de carregamento, uma vida útil da bateria com pelo menos 80%.
O Redmi Note 15 Pro+ 5G suporta ainda carregamento com fios via porta USB-C de até 100W, mas infelizmente a marca não o vende com o carregador adequado para carregamentos de alta velocidade. Ainda assim, com um carregador normal, o desempenho é satisfatório. Por exemplo, com um carregador de terceiros de 65W, a bateria carregou dos 20 até aos 100% em pouco mais de 50 minutos. Já o carregamento sem fio, essa é uma qualidade que ainda não está presente nesta série de smartphones. O que está presente é o carregamento reverso, que torna o Redmi Note 15 Pro+ 5G efetivamente numa powebank de emergência, com suporte para carregamento de 22,5W de outros equipamentos, como por exemplo auscultadores, através da porta USB-C. A titulo de comparação, o Galaxy S25 Ultra conta com a mesma função, mas limitado a 4,5W.
Como já havia mencionado, o Redmi Note 15 Pro+ 5G não surge numa corrida a números, nem procura causar impacto imediato como muitos modelos de gama média o fazem. E, sinceramente, penso que nem é esse o foco da Xiaomi. O charme deste equipamento está na sua abordagem mais discreta, centrada na robustez, na resistência e na sensação de que é um telemóvel feito para durar, não para brilhar em tabelas de especificações. Num segmento onde quase todos tentam aproximar‑se dos equipamentos topos de gama, seja com câmaras ambiciosas, seja com processadores mais potentes, este ano a Xiaomi escolheu seguir um caminho diferente. E essa escolha molda completamente a experiência, para o bem e para o menos bem.
Redmi Note 15 Pro+ 5G
No seu slogan publicitário a Xiaomi faz referência à durabilidade extrema do equipamentos, e pessoalmente acho que no uso real, isso nota-se. Em particular para aqueles que, por qualquer razão, vivem com receio de deixar o telemóvel cair. Para melhorar a experiência junta-se uma bateria gigante e um hardware que sabe gerir bem os recursos, e o resultado é um telemóvel que se adapta ao ritmo do utilizador sem exigir atenção constante. No fim de contas, por 529,99€ o Redmi Note 15 Pro+ 5G é aquele tipo de equipamento que se adapta bem às necessidades da maiores dos utilizadores, mas com a vantagem de ser estável, resistente e transmitir a tranquilidade de que não vai falhar quando mais precisa.
Para além do Redmi Note 15 Pro+ 5G, a família Redmi Note 15 é composta por outros equipamentos igualmente interessantes já disponíveis no mercado nacional: o Note 15 Pro 5G, por 399,99€ para a versão com 8GB + 256GB e por 449,99€ para a versão 12GB + 512GB; o Redmi Note 15 5G com 8GB + 256GB por 309,99€ e com 12GB + 512GB por349,99€; e, por fim, o Redmi Note 15 com 6GB + 128GB por 219,99€ e a variante com 8GB + 256GB por 249,99€.
Este dispositivo foi cedido para análise pela XiaomiPortugal.
O Residence Inn by Marriott Lisbon é o primeiro hotel da marca na Península Ibérica e aposta num conceito de estadia prolongada com serviços de hotel.
Um antigo edifício situado entre a Avenida da República e a Fontes Pereira de Melo foi reconvertido num projeto hoteleiro que pretende ocupar um espaço ainda pouco explorado no mercado português. Foi assim que nasceu o Residence Inn by Marriott Lisbon, a funcionar desde 16 de dezembro do ano passado, após cerca de três anos de obras de reabilitação. É, também, o primeiro hotel da marca Residence Inn by Marriott na Península Ibérica, introduzindo em Lisboa um conceito de hotelaria integralmente desenhado para estadias prolongadas, que o Echo Boomer conseguiu conhecer brevemente durante um evento de apresentação da unidade hoteleira.
Inserida no portefólio do grupo Marriott International, a marca Residence Inn é classificada como Select Service e vocacionada para long stay, combinando apartamentos totalmente equipados com serviços hoteleiros tradicionais. Em Lisboa, o projeto materializa-se num edifício com 15 pisos e 71 apartamentos, num eixo central da cidade, próximo de zonas empresariais, culturais e de eventos, e com acessos diretos a transportes públicos.
Com áreas variam entre os 28 e os 40 m2, as tipologias maiores dos apartamentos correspondem aos que contam com quarto independente. Apesar das dimensões, os espaços foram desenhados para maximizar funcionalidade e conforto, com especial atenção à arrumação e à flexibilidade de utilização. Gavetas integradas sob as camas, armários amplos e uma sala de bagagens para malas volumosas permitem libertar área útil dentro dos quartos, um detalhe relevante para hóspedes que permanecem semanas ou meses.
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Todos os apartamentos seguem a mesma lógica funcional, organizada em quatro zonas distintas: área de lazer e trabalho, área de refeições, zona de descanso e cozinha. Esta última é o elemento central do conceito. Todas as unidades dispõem de cozinha totalmente equipada, com frigorífico, máquina de lavar loiça, placa, exaustor, micro-ondas, louça, talheres e mais de cinquenta utensílios, permitindo ao hóspede cozinhar, armazenar alimentos e manter uma rotina doméstica completa.
No piso zero concentra-se a área comum do Residence Inn by Marriott Lisbon. É aí que funciona a receção, o espaço de pequenos-almoços – incluídos em todas as estadias – e uma zona polivalente que se transforma ao longo do dia. Após o período da manhã, o espaço assume uma lógica de self-service, com máquinas de café, sumos, cerveja e vinho, todas com pagamento integrado – e sim, também quem não está hospedado pode usufruir. Ao final do dia, o ambiente é pensado como um lounge informal, adequado a refeições ligeiras ou a momentos de convívio. A operação de alimentos e bebidas resulta de uma parceria com a pastelaria francesa Marie Blachère, que assegura a oferta alimentar do hotel e irá explorar uma esplanada exterior com capacidade para 32 lugares.
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Entre os serviços disponíveis destaca-se o ginásio, com cerca de 70 m2, totalmente equipado e de acesso exclusivo aos hóspedes. O Residence Inn by Marriott Lisbon integra ainda uma lavandaria self-service gratuita, equipada com máquinas de lavar e secar, pensada para responder às necessidades de estadias prolongadas. A localização central do edifício, numa zona plana da cidade, permite também atividades ao ar livre, como caminhadas ou corrida, uma componente valorizada por hóspedes em long stay.
A política de preços reflete, também, o posicionamento do Residence Inn by Marriott Lisbon. A partir de quatro noites, a estadia é considerada longa e passa a beneficiar de descontos progressivos. Entre quatro e sete noites, o desconto é de 5%; entre sete e dez noites, 10%; a partir de cerca de 13 a 15 noites, o desconto atinge os 20% e estabiliza. Não existe um limite máximo de permanência, sendo assumido internamente que um hóspede pode permanecer no hotel por períodos indefinidos. A referência média da marca situa-se entre cinco e sete noites, contrastando com a estadia média em Lisboa, que ronda pouco mais de duas noites, segundo dados oficiais do setor.
O Residence Inn by Marriott Lisbon posiciona-se acima da média dos hotéis quatro estrelas da zona. O preço médio oscila entre os 120 e os 160€ por noite, podendo ultrapassar estes valores em períodos de elevada procura, como grandes eventos internacionais, concertos ou competições desportivas. A estratégia passa por privilegiar o RevPAR – a conjugação entre tarifa média e taxa de ocupação – em detrimento da simples maximização do número de noites vendidas.
Apesar de ter aberto apenas a meio de dezembro, o Residence Inn by Marriott Lisbon registou nesse mês uma taxa de ocupação próxima dos 40%. Em janeiro, esse valor manteve-se, com previsões de subida para cerca de 50% nos meses seguintes. O perfil de cliente, esse, ainda é difícil de traçar. A abertura coincidiu com o período natalício, atraindo sobretudo famílias em lazer. Com o início do novo ano, verificou-se uma mudança clara para o segmento corporativo, com consultores internacionais, profissionais deslocados em projetos temporários e equipas associadas a eventos culturais de média duração. Mantém-se também uma procura consistente por parte de turistas americanos, sobretudo séniores, que tendem a permanecer mais tempo na cidade.
A gestão do Residence Inn by Marriott Lisbon está a cargo do grupo Estoril Living, operador hoteleiro português que atua num modelo asset light, centrado na gestão e exploração de unidades, e não na propriedade dos ativos. O investimento no Residence Inn by Marriott Lisbon rondou os 12 milhões de euros, realizado em parceria com o proprietário do edifício. O modelo assenta em contratos de arrendamento ou direitos de superfície de longo prazo, nos quais o operador assume o risco da operação e o investimento em mobiliário e equipamento (FF&E), enquanto a obra estrutural fica, regra geral, a cargo dos proprietários.
O Residence Inn by Marriott Lisbon integra um portefólio mais vasto do grupo, que combina duas linhas estratégicas. Por um lado, uma marca própria de hotéis boutique de luxo, de pequena escala, fortemente ancorados em edifícios históricos e em localizações muito específicas. Por outro, um conjunto de marcas internacionais que permite maior flexibilidade de produto e localização. Atualmente, o grupo opera três hotéis com marcas internacionais: o InterContinental Cascais-Estoril, o Holiday Inn Braga e o Residence Inn Lisbon.
Durante o evento de apresentação, ficámos também a saber que a Estoril Living tem quatro novos projetos já contratualizados. Entre eles, destaca-se a expansão do InterContinental Cascais-Estoril para o antigo edifício Eden, um projeto com assinatura de design de Philippe Starck, que será o primeiro hotel em Portugal com decoração integralmente concebida pelo designer francês. Está também em construção um novo Residence Inn em Cascais, no centro do concelho, com 79 apartamentos, um perfil mais orientado para lazer, piscina e uma configuração menos vertical. Em Lisboa, o grupo prepara a abertura do Moxy Lisbon Santos, no antigo edifício do IADE, com cerca de 160 quartos, que será o maior hotel do portefólio e assumirá um posicionamento marcadamente lifestyle, com áreas públicas concentradas no rooftop. Soma-se ainda a reabilitação da antiga Pensão Londres, no Bairro Alto, com 43 quartos e vistas privilegiadas sobre a cidade, cuja marca internacional será anunciada posteriormente.
No total, o grupo opera atualmente cerca de 350 quartos e prevê atingir os 750 até 2028. O volume de negócios estimado para esse horizonte é de cerca de 85 milhões de euros, com um investimento projetado de aproximadamente 100 milhões de euros nos próximos cinco anos.
Ryan Hurst já havia protagonizado Thor em God of War Ragnarok.
A adaptação televisiva de God of War já tem o seu Kratos, naquele que é o primeiro nome do elenco para o projeto da Amazon Prime Video inspirado nos jogos da PlayStation. O escolhido para desempenhar o papel titular foi o ator Ryan Hurst, que já é familiar à série, depois de ter participado em God of War Ragnarok enquanto Thor.
Nesta adaptação, Hurst será Kratos, na sua versão mais moderna, uma vez que a história irá focar-se na saga nórdica, que serviu de soft-reboot em God of War para a PlayStation 4 em 2018.
Hurst conta no currículo com outros papeis de destaque fora da esfera dos jogos, entre eles Opie na série Sons of Anarchy e o vilão Beta em The Walking Dead. Para além disso, iremos encontra-lo em The Odyssey, de Christopher Nolan, num papel ainda desconhecido.
Esta aclamada versão de God of War tornou-se rapidamente aclamada, apesar de ser drasticamente da versão original que definiu as gerações da PlayStation 2 e PlayStation 3. Nesta nova história, longe da sua terra natal, Kratos tenta reconstruir a sua vida, educando o seu filho, Atreus, para ser melhor do que ele alguma vez foi, enquanto ambos embarcam numa viagem de luto para espalhar as cinzas de Faye.
Para já ainda não se conhecem novos nomes para o elenco, com os fãs agora a anteciparem por conhecerem quem será Atreus, Faye, Baldur, Freya e muitos mais.
Quanto à autenticidade da série, os fãs não terão que se preocupar muito. Recentemente, o produtor executivo da série, Ronald D. Moore, conhecido por trabalhos anteriores como Battlestar Galactica e For All Mankind, já havia comentado que este projeto será fiel ao espírito dos jogos, focando-se nas personagens e na relação entre pai e filho, não ignorando a ação em grande escala. “Existe um peso emocional, mas também há espaço para o espanto, para o divertimento e para a grandiosidade do mundo”, referiu o produtor.
Por fim, tanto a Sony Pictures Television como a Amazon MGM Studios, parecem estar confiantes com esta série, uma vez que uma segunda temporada já está também encomendada.
Em grande destaque temos a entrada de Resident Evil Village, perfeito para quem ainda não jogou se colocar a par dos eventos deste universo da Capcom que se prepara para uma sequela, Resident Evil Requiem, já em fevereiro. Ainda no horror, A Quiet Place: The Road Ahead junta-se à festa pedindo que os jogadores façam pouco barulho, e Exit 8 vem testar a paciência dos jogadores que terão que observar muito bem o ambiente para fugirem de um pesadelo numa estação de metro.
As novidades do mês incluem ainda Like a Dragon: Infinite Wealth, Expeditions: A MudRunner Game, Darkest Dungeon II, Art of Rally e A Little to the Left. Já para os subscritores do PlayStation Plus Premium, há a adição de mais um jogo clássico, com o original Ridge Racer da PlayStation 1.
Estas novidades ficam disponíveis no catálogo, a partir do dia 20 de janeiro.
Uma pequena fuga de informação pode ter revelado a data de lançamento Forza Horizon 6, uma semana antes do seu anúncio oficial.
Forza Horizon 6 pode já ter data de lançamento marcada para 19 de maio. Mas não é a Microsoft ou a Xbox que o dizem, pelo menos para já. A data foi potencialmente divulgada num pop-up acidental em Forza Horizon 5, juntamente com algumas informações adicionais, partilhadas posteriormente nas redes sociais. De acordo com o utilizador, esta imagem apareceu rapidamente apenas uma vez ao sair da garagem e a sua apresentação parece realmente legitima.
Para além da data, as informações adicionais dão conta de um acesso antecipado para dia 15 de maio, através da Premium Edition, que inclui também outros extras já habituais nestas edições, como o VIP Membership, Welcome Pack, Car Pass, o Time Attack Car pack, uma expansão de carros italianos e, tal como edições passadas, acesso a duas expansões premium, lançadas no futuro. E para quem fizer pré-reserva de qualquer versão irá receber em exclusivo o Ferrari J50. Este cartão também descreve o jogo, com o já prometido ambiente japonês e uma seleção de mais de 550 carros inspirados em versões reais.
Claro que, para já, estas informações carecem todas de uma oficialização por parte da Xbox, que já prometeu apresentar os primeiros detalhes e imagens de Forza Horizon 6 no Developer_Direct 26marcado para a semana, dia 22 de janeiro.
A decisão da Meta faz parte de um conjunto de cortes no investimento do departamento Reality Labs da companhia.
Os planos de investimento em metaversos e realidades virtuais estão a perder força na Meta, a casa do Facebook e do Instagram, que não só avançou com cortes na divisão Reality Labs, como, por extensão fechou alguns estúdios dedicados a jogos de realidade virtual.
De acordo com o Bloomberg, ao todo serão três equipas de produção de jogos afetadas: a Twisted Pixel Games, que recentemente lançou Marvel’s Deadpool VR em exclusivo para a plataforma Meta Quest 3; a Sanzaru Games, produtora de Asgard’s Wrath; e a Armature Studios, responsável por conversões VR de jogos Resident Evil.
Apesar de não se conhecerem o número de afetados nestas equipas, a mesma fonte refere um corte de mais de mil postos de trabalho na Reality Labs, onde se incluem também equipas de produção e suporte de outras aplicações, como é o caso da aplicação de fitness VR Supernatural, desenvolvida pela Within que deixará de receber novos conteúdos, mantendo-se apenas suporte de produtos já existentes.
Estes encerramentos são particularmente trágicos quando olhamos para o histórico da Meta e para os seus esforços de fortalecer a sua presença nestas áreas tecnológicas, que tem sido feita através de aquisições de estúdios já estabelecidos. A Within foi adquirida em 2023, a Armature Studios e a Twisted Pixel Games – que outrora produziu jogos como The Maw e Splosion Man – foram adquiridas em 2022, e a Sanzuru, a mais antiga em 2020. A estas soma-se também a equipa da Ready at Dawn, que fez parte da Meta entre 2020 e 2024.
O alargamento da saída do IC17 para a 2.ª Circular pretende otimizar a circulação e aumentar a segurança para milhares de condutores diários.
Foi concluída a intervenção de alargamento do ramo de saída do IC17 para a 2.ª Circular, ao km 5,55, no concelho de Lisboa, numa obra que representou um investimento de 288.000€ e teve um prazo de execução de 80 dias. A duplicação da via teve como objetivo principal melhorar a fluidez do trânsito e reforçar a segurança rodoviária naquela zona, onde até agora apenas existia uma faixa de saída, que depois se transformava em duas no acesso à 2.ª Circular, provocando congestionamentos nos períodos de maior tráfego e aumentando o risco de acidentes.
Os trabalhos incluíram a expansão da faixa de circulação de uma para duas, a melhoria funcional do pavimento existente e a atualização da sinalização e da marcação rodoviária. Foram também reforçados os sistemas de retenção e outros dispositivos de segurança, procurando reduzir riscos e tornar a circulação mais regular.
A intervenção foi organizada em três fases, com circulação condicionada e desvios temporários devidamente assinalados, de forma a minimizar impactos para os condutores.
O A-Living combina habitação, comércio e serviços em Lisboa central, estando pronto para construção.
A CBRE anunciou o lançamento do A-Living, um projeto residencial de uso misto localizado no centro de Lisboa, totalmente licenciado e pronto a construir. O empreendimento, situado a escassos metros da estação de metro do Areeiro, integra 245 apartamentos e mais de 4.000 m² destinados a comércio e serviços, ocupando uma área vendável aproximada de 28.000 m².
Composto por duas torres de 13 e 21 pisos, o A-Living combina habitação contemporânea com atividades económicas, reforçando a dinâmica urbana da zona. Os apartamentos, maioritariamente tipologias estúdio, T1 e T2, incluem estacionamento distribuído por quatro pisos subterrâneos e preços iniciais previstos a partir de 350.000€. Nos dois pisos inferiores, o edifício disponibiliza cerca de 2.100 m² para comércio e 2.600 m² para serviços, adequados a escritórios, clínicas ou outros usos compatíveis, consolidando o conceito de uso misto e promovendo integração funcional no tecido urbano.
O projeto destaca-se pelo seu elevado grau de maturidade: todos os projetos de arquitetura e especialidades estão aprovados, o contrato de urbanização com a Câmara Municipal de Lisboa está celebrado e o Título Único Ambiental já foi emitido. Esta situação permite iniciar de imediato as obras de terraplenagem e infraestruturas, estando a edificação dependente apenas da elaboração do projeto de execução e do concurso de empreitada.
A localização na Avenida Afonso Costa e na Rua Sarmento de Beires garante proximidade a comércio, serviços e instituições de ensino, assim como acessibilidades que reforçam a atratividade residencial e funcional do empreendimento.
A nova atualização do Firefox reforça reprodução de vídeo, segurança online e aceleração gráfica em várias plataformas.
A Mozilla lançou o Firefox 147, uma atualização que introduz um conjunto DE melhorias destinadas a otimizar o desempenho, reforçar a segurança e tirar melhor partido do hardware moderno. Entre as novidades do Firefox 147 destaca-se a melhoria da reprodução de vídeo em computadores equipados com placas gráficas AMD, que passa a permitir reprodução com descodificação por hardware, aproximando o desempenho ao que já era possível com gráficas Intel e Nvidia. Esta otimização deverá traduzir‑se num menor consumo de recursos e numa fluidez melhorada.
O Firefox 147 agora adota o protocolo Safe Browsing V5, substituindo o anterior V4 e passando a utilizar listas locais atualizadas. Esta mudança pretende acelerar a verificação de páginas potencialmente perigosas e reduzir a dependência de consultas remotas, reforçando a privacidade dos utilizadores. Os utilizadores com computadores Apple recebem suporte para o WebGPU, que passa a ficar ativo por defeito em dispositivos com processadores Apple Silicon, abrangendo todas as versões compatíveis do macOS. Esta tecnologia permite que o navegador recorra diretamente às capacidades da placa gráfica, acelerando jogos online, aplicações 3D, experiências de realidade virtual e ferramentas inteligentes executadas localmente.
O modo Picture‑in‑Picture (PiP) também recebeu algumas melhorias, com o navegador a ser agora capaz de abrir automaticamente uma janela PiP quando a aba que contém o vídeo é minimizada, desde que a opção correspondente esteja ativa nas definições. Para além disso, a Mozilla ativou, por defeito, novas restrições de acesso à rede local para utilizadores que tenham a “Proteção melhorada contra a monitorização” configurada no modo “Rigorosa”. Sempre que um site público tentar aceder a recursos internos, o navegador passa a solicitar autorização explícita.
O Firefox 147 conta ainda com outras correções e melhorias, como a compatibilidade com a especificação XDG Base Directory no Linux, a resolução de um problema que impedia a seleção de abas em janelas maximizadas no Windows e uma correção de um erro que afetava pedidos HTTP/3 com cabeçalhos não UTF‑8.
O Apple Creator Studio é composto pelas principais aplicações criativas para Mac e iPad, que podem ser acedidas através de subscrição ou compra individual.
A subscrição do Apple Creator Studio custará 12,99 dólares por mês ou 129 dólares por ano dando acesso sem compromissos aos softwares Final Cut Pro, Logic Pro e Pixelmator Pro para Mac e iPad, juntamente como ao Motion, Compressor e MainStage disponíveis apenas em Mac. Este novo pacote inclui também o acesso a inteligentes e conteúdos premium no Keynote, Pages e Numbers, com a promessa da adição do Freeform numa data posterior. Para estudantes e docentes, a Apple apresenta ainda um plano reduzido de 2,99 dólares mensais ou 29,99 dólares anuais, com todos os benefícios descritos. Os valores para a Europa ainda não foram divulgados.
Adicionalmente, a Apple mantém a possibilidade de aquisição individual das versões para Mac das aplicações incluídas na subscrição, com preços que permanecem inalterados, o Final Cut Pro custa 349,99€, o Logic Pro 229,99€, o Pixelmator Pro 59,99€, o Motion 59,99€, o Compressor 59,99€ e o MainStage 34,99€.
Juntamente com estas modalidades, os softwares recebem também atualizações aprofundadas, com integração de novas funcionalidades. No vídeo, o Final Cut Pro passa a integrar novas ferramentas baseadas em inteligência artificial, incluindo pesquisa por transcrição para localizar excertos de áudio em gravações, pesquisa visual para identificar objetos ou ações em vídeos e deteção automática de batidas musicais diretamente na linha temporal. Na versão para iPad, a aplicação recebe ainda um sistema de montagem inicial automática que analisa o conteúdo gravado e cria uma edição preliminar ajustável a diferentes ritmos e formatos.
Para o áudio, o Logic Pro passa a contar com novos músicos virtuais inteligentes, identificação automática de acordes a partir de gravações de áudio ou MIDI e pesquisa por linguagem natural na biblioteca de sons. A aplicação passa também a oferecer novos pacotes de loops, instrumentos e samples desenvolvidos pela Apple. Já o MainStage fica incluído na subscrição para utilização em contextos de atuações ao vivo.
O lançamento do Apple Creator Studio marca também a chegada do Pixelmator Pro ao iPad. Esta aplicação de edição de imagem passa a contar com uma versão otimizada ao toque e ao Apple Pencil, e mantém as ferramentas avançadas de edição e sincronização entre dispositivos.
Por fim, nas aplicações de produtividade, o Keynote, Pages e Numbers recebem novos conteúdos premium e funcionalidades inteligentes, como geração assistida de apresentações, criação automática de notas, sugestões de layout, criação de fórmulas e preenchimento inteligente de tabelas. As versões base destas aplicações mantêm-se gratuitas para todos os utilizadores.
A TAP Air Portugal anuncia expansão da operação no Porto, com novas rotas intercontinentais e um Hub de Manutenção que criará cerca de 200 empregos.
A TAP Air Portugal anunciou que vai reforçar o seu papel estratégico no norte do país, com o aumento de voos intercontinentais a partir do Aeroporto Francisco Sá Carneiro e o lançamento um Hub de Manutenção e Engenharia que deverá criar cerca de 200 empregos altamente qualificados.
Durante a temporada de inverno, a TAP vai operar 135 voos diretos por semana a partir do Porto, incluindo ligações intercontinentais para o Rio de Janeiro, São Paulo, Nova Iorque e Luanda, com um total de 13 voos semanais para estes destinos. A partir de julho, entram em funcionamento novas rotas para a Terceira e para a Praia, em Cabo Verde, com três frequências semanais, enquanto a ligação entre o Porto e Boston passará a operar durante todo o ano. Telavive será também servida com quatro voos semanais.
Nos próximos três anos, a TAP planeia abrir outras rotas intercontinentais e aumentar a frequência em destinos já existentes, consolidando o crescimento da sua rede a partir do Norte de Portugal. De resto, a companhia investirá na construção de um Hub de Manutenção e Engenharia no aeroporto do Porto, com capacidade para duas aeronaves do tipo A321 ou similares. Previsto para 2028, o projeto permitirá internalizar grandes inspeções da frota, reduzir custos operacionais e criar empregos altamente especializados.
Dados do ICA revelam quebra de 8,2% no público e 3,9% nas receitas de bilheteira em 2025, apesar do aumento de estreias e de filmes portugueses.
O cinema em Portugal registou em 2025 o menor número de espectadores desde 1996, excluindo o período da pandemia, com uma quebra considerável face ao ano anterior. Os dados divulgados pelo Instituto do Cinema e Audiovisual (ICA) indicam que as salas acolheram 10,9 milhões de espectadores, menos 8,2% do que em 2024. Para um número tão baixo temos de voltar atrás no tempo, precisamente até 1996, ano em que foram contabilizados 10,4 milhões de espectadores.
Como seria de esperar, as receitas de bilheteira também acompanharam a tendência de decréscimo, totalizando 70,5 milhões de euros, o que representa uma descida de 3,9% em relação a 2024. Apesar desta diminuição, o número de estreias em sala aumentou, passando de 393 filmes em 2024 para 406 em 2025, bastante demonstrativo de que um maior número de filmes em exibição não significa mais bilhetes vendidos.
Entre estes, 54 eram produções portuguesas, correspondendo a uma quota de 13,3%. No entanto, a procura pelo cinema nacional continuou baixa: apenas 229.455 espectadores assistiram a filmes portugueses, menos de metade do registado em 2024, quando o cinema português somou 536.146 entradas, naquela que é um número muitíssimo preocupante.
No total, a audiência do cinema português representou apenas 2,1% do público em salas no ano passado, enquanto a receita de bilheteira deste segmento caiu para 1,7%, cerca de 1,2 milhões de euros.
Quanto às preferências do público, Lilo e Stitch liderou a lista com 667.000 espectadores, seguido de Minecraft com 503.000 e Zootrópolis 2 com 428.000. A única obra lusófona presente entre os dez filmes mais vistos foi o brasileiro Ainda Estou Aqui, de Walter Salles, com 385.000 entradas. Entre as produções portuguesas, O Pátio da Saudade, de Leonel Vieira, foi a mais vista, reunindo 69.000 espectadores, um número muito inferior ao de 2015, quando O Pátio das Cantigas tinha atraído 608.000 pessoas. Seguiram-se Lavagante, de Mário Barroso, com 21.794 bilhetes vendidos, e O Lugar dos Sonhos, de Diogo Morgado, com 17.931 entradas.
Para esta preocupante situação do panorama do cinema em Portugal, também não ajuda os constantes encerramentos de sala que têm ocorrido nos últimos tempos. Nos últimos meses, várias salas em diferentes regiões do país fecharam, incluindo complexos da Cineplace em Portimão, Guia, Funchal, Seixal, Guarda e Caldas da Rainha, e da NOS Lusomundo Cinemas no Porto, Faro, Viseu e Lisboa. Até o maior multiplex do país, no Arrábida Shopping, em Vila Nova de Gaia, viu 9 das suas 20 salas desafetadas, justificando-se a medida com questões de viabilidade económica.
A Valve confirmou que os jogos com selo de Verificado serão compatíveis com a nova Steam Machine, com menos constrangimentos.
Enquanto a Valve não anuncia uma data e preço oficial para a Steam Machine, a empresa partilhou agora alguns detalhes sobre o processo de validação dos jogos de PC para a máquina, que será semelhante ao processo da Steam Deck, com selos de certificação, que permitem que os jogadores antevejam a compatibilidade dos seus jogos nas suas máquinas.
De acordo com o engenheiro da Valve, Lawrence Yang, tanto os jogadores como os produtores irão encontrar menos constrangimentos na Steam Machine, em comparação com a Steam Deck. Uma conclusão lógica, uma vez que a nova máquina é, por defeito e em teoria seis vezes mais poderosa que a Steam Deck.
Yang também afirma que os jogos verificados para a Steam Deck serão automaticamente compatíveis com a Steam Machine. “Uma forma muito fácil de entender é que se um jogo for verificado para a Steam Deck, será verificado na Steam Machine.” Explica Yang ao portal Game Developer.
As diferenças no processo de verificação serão maiores em casos específicos, como em jogos com componente de realidade virtual, embora a Yang garanta que “irão passar pelas mesmas rondas de testes e de divulgação de feedback” de outros processos de verificação.
Apesar desta compatibilidade garantida de jogos da Steam Deck para a Steam Machine, não significa que os jogos correrão de forma igual, esperando-se, obviamente que corram de forma mais fluida e com maior espaço de manobra na escolha de definições, na nova máquina, mais poderosa. No entanto, é um excelente indicador para uma experiência satisfatória, mínima.
Na Steam Deck, os jogos são classificados como Aprovados (os Verificados com sinal verde), Jogáveis (com sinal amerelo) e depois há os de estado desconhecido e os Incompatíveis (com sinal vermelho). Os jogos classificados com estes dois últimos selos podem por vezes correr sem problemas na Steam Deck, surgindo com estas indicações apenas por falta de testes suficientes ou por pequenos inconvenientes, como launchers externos, ou necessidade de comandos específicos.
Sobre a Steam Machine, embora ainda não se conheçam preços, especula-se que a nova máquina custe o mesmo ou mais do que uma consola de geração atual. Por exemplo, uma alegada fuga de informação de uma loja europeia, colocou a máquina, nas versões de 512GB e de 2TB, em valores acima dos 800€.
O metrobus de Guimarães, que vai ligar a cidade à vila das Taipas, Avepark e Braga, poderá reduzir 48.000 carros por dia na EN101 e estar pronto antes de 2029.
O metrobus que vai ligar Guimarães à vila das Taipas, ao Avepark e a Braga deverá estar operacional antes de 2029, com o objetivo de reduzir o tráfego de automóveis na EN101. O ministro das Infraestruturas e da Habitação, Miguel Pinto Luz, esteve esta semana em Guimarães para discutir projetos de mobilidade, transportes e habitação, com destaque para este investimento. O presidente da Câmara, Ricardo Araújo, reforçou que pretende “executar a obra até ao final deste mandato”, enquanto o Governo trabalha na definição da forma de financiamento do projeto.
Durante a visita, o professor José Mendes voltou a expor os benefícios do metrobus, sublinhando que a ligação permitirá alcançar, futuramente, a rede de metrobus de Braga e a estação do TGV, reduzindo para apenas 30 minutos o tempo de viagem direta entre Guimarães e a rede ferroviária de alta velocidade.
O traçado do metrobus mantém-se como previamente conhecido, com dois desvios na EN101: um na zona de Fermentões e outro na vila de Ponte, devido à impossibilidade de alargar a estrada junto ao edificado. No restante percurso, o transporte circula em via dupla, atravessando as rotundas existentes, com prioridade assegurada por sinalização luminosa automática. Estudos indicam que a implementação do metrobus poderá retirar cerca de 48.000 carros por dia da EN101, diminuindo significativamente a pressão sobre a via.
Guimarães destacou ao ministro que o projeto já apresenta viabilidade de traçado e integração urbana. José Mendes estima um investimento de 80 milhões de euros para a ligação às Taipas e ao Avepark, embora ressalve que uma avaliação mais precisa dependerá da realização de um estudo prévio, cujos trabalhos arrancam já na próxima semana. Ricardo Araújo sublinhou que, depois desse estudo, seguirá o projeto executivo, com o objetivo de iniciar a obra antes do final do mandato em 2029.
O ministro das Infraestruturas salientou ainda a importância das redes de transporte locais, como o metrobus, para aumentar a procura do serviço de alta velocidade. Nesse sentido, incentivou uma coordenação estreita com Braga, para que as duas partes do projeto avancem em paralelo. Relativamente à habitação, garantiu que a Estratégia Local de Habitação de Guimarães será financiada através de outras linhas, apesar do atraso no Plano de Recuperação e Resiliência. No domínio ferroviário, embora não tenha trazido o Alfa de volta à cidade, Miguel Pinto Luz indicou que está a ser estudada uma ligação direta adicional a Lisboa através de Intercidades.
Entre as obras de execução iminente está o desvio da variante de Creixomil para a EN206, cuja empreitada ficará a cargo da Câmara de Guimarães, apesar de ser uma responsabilidade normalmente da Infraestruturas de Portugal.
A operadora Digi enfrenta obstáculos no Metro de Lisboa e só prevê cobertura total no final do ano, mantendo críticas à administração anterior.
Esta semana, num evento em Lisboa onde reuniu jornalistas, bloggers e outros convidados, a DIGI confirmou que não irá aumentar os seus preços em 2026, contrariamente à concorrência. Mas a operadora romena aproveitou também para mandar um recado à Metropolitano de Lisboa.
Em outubro do ano passado, a DIGI anunciava que já se podia utilizar o serviço móvel da operadora no Metro do Porto. Mas no Metro de Lisboa, a situação é outra, e a empresa aproveitou para criticar a gestão anterior do metropolitano e os bloqueios que tem enfrentado desde a sua entrada em Portugal.
Neste momento, os clientes DIGI permanecem sem sinal durante as deslocações pelos túneis do Metro de Lisboa, e Valentin Popoviciu, diretor executivo da Digi, considera que a instalação da rede deveria ser uma prioridade imediata.
Na verdade, e desde que começou a operar em Portugal, a operadora romena tem sido impedida de criar a sua própria infraestrutura no metropolitano. A administração anterior exigiu que fosse utilizada a rede existente, gerida por outros operadores, mas esses operadores não concederam acesso, alegando que seria necessário construir uma nova infraestrutura. Popoviciu explicou que a operadora se ofereceu para colaborar no projeto, mas a resposta recebida indicou que apenas os atuais responsáveis poderiam executar a obra.
Apesar das limitações iniciais, a DIGI conseguiu implementar a rede nas linhas amarela e vermelha, concluindo a última em dezembro e a primeira em janeiro. No entanto, o diretor executivo reconhece que a cobertura permanece incompleta, pois ainda é necessário abranger as linhas azul e verde. O sistema integral só deverá estar operativo no final do ano, um prazo que os responsáveis consideram longo, prejudicando a oferta de serviços aos clientes e afetando a imagem da empresa no mercado.
A Digi pediu à administração do Metro de Lisboa a instalação de uma solução temporária, incluindo subestações de baixo consumo energético, que permitiria oferecer um serviço mínimo durante o período de implementação da rede completa. A proposta foi rejeitada pela gestão anterior, mas a operadora espera negociar agora com a nova administração. Popoviciu estima que, com luz verde, a instalação temporária poderia ser realizada em um ou dois meses, dependendo das condições de acesso às instalações do metropolitano.
Companhia aérea quer transformar a experiência a bordo com ligação de alta velocidade da Starlink em mais de 800 aviões.
A Lufthansa anunciou que se prepara para equipar a sua frota com ligação à Internet via satélite de alta velocidade fornecida pela Starlink, a rede de comunicações da SpaceX. A implementação iniciará ainda este ano e promete mudar imenso a experiência de voo, sobretudo em viagens de média e longa distância.
De acordo com a companhia, cerca de 850 aeronaves do Grupo Lufthansa, incluindo aviões já em operação e novas entregas, receberão progressivamente o sistema Starlink. O objetivo passa por oferecer aos passageiros uma ligação comparável à que têm em terra, ultrapassando as restrições que durante anos marcaram o Wi‑Fi a bordo. A largura de banda superior deverá permitir não apenas a navegação entre sites e scroll em redes sociais, mas também streaming de vídeo, utilização de serviços na nuvem e aplicações profissionais online. O melhor de tudo? A Lufthansa confirmou que a ligação será gratuita para passageiros frequentes com estatuto e para todos os utilizadores registados no Travel ID, independentemente da classe de viagem.
Com esta iniciativa, a Lufthansa ambiciona tornar‑se o maior grupo europeu a adotar a tecnologia Starlink, integrando a parceria com a SpaceX num plano de investimento mais amplo que inclui renovação de frota, novos produtos e melhorias de serviço.
Contudo, a sua instalação será gradual, e o lançamento operacional está previsto para o segundo semestre deste ano, enquanto a conclusão total deverá acontecer apenas em 2029. A companhia promete divulgar mais detalhes sobre funcionalidades e métodos de implementação ao longo dos próximos meses.
Esta abertura da Papa Johns faz parte de um plano que prevê a abertura de mais de dez unidades na área metropolitana de Lisboa.
Foi em março do ano passado que a conhecida cadeia de pizzas Papa Johns abriu as portas da até então mais recente loja, a primeira na Margem Sul do Tejo, mais especificamente no Barreiro.
Na altura, ficou-se a saber que este novo espaço fazia parte do plano de expansão da empresa para o ano em curso, que prevê a abertura de mais de dez unidades na área metropolitana de Lisboa, além da chegada a outras cidades estratégicas em Portugal. Segundo Nacho González Barrajón, Diretor-Geral da Papa Johns Ibéria, a marca tem registado uma receção positiva por parte dos consumidores locais, com destaque para a popularidade de variedades como a Super Pepperoni e a Carbonara.
Mas a verdade é que, e quase um ano depois, a marca não abriu mais nenhuma loja… até agora. Dez meses depois dessa última abertura, eis que começou a funcionar esta semana um novo espaço da Papa Johns em Portugal, mais especificamente na Praça Francisco Sá Carneiro, em Lisboa.
Além do impacto na oferta gastronómica da cidade, a nova unidade contribui para a dinamização do mercado de trabalho, com a contratação de funcionários para assegurar um serviço eficiente e de qualidade.
Com esta abertura, a cadeia de restauração visa não só alargar a sua oferta ao público, mas também reforçar a proximidade com os consumidores portugueses, que demonstram uma crescente preferência pelas suas pizzas. A Papa Johns destaca-se pela utilização de ingredientes frescos, com a sua massa preparada diariamente sem recurso a congelação, molho de tomate natural, queijo 100% mozzarella e vegetais cortados no próprio dia.
Disponível por tempo limitado, a MacTrack oferece cupões definidos a partir do histórico de consumo nos restaurantes McDonald’s e uma música personalizada para cada utilizador.
A McDonald’s Portugal iniciou esta semana a campanha digital MacTrack, uma iniciativa que cruza música e dados de utilização da aplicação da marca para criar uma experiência personalizada destinada aos membros do programa MyM.
Disponível por tempo limitado e exclusivamente através da App McDonald’s, a campanha permite que cada utilizador aceda a uma versão individualizada de uma canção interpretada por NENNY, bem como a cupões definidos com base nos seus hábitos de consumo registados ao longo do ano. A composição musical é comum a todos os participantes, mas a letra é adaptada de acordo com elementos como os produtos mais consumidos e a utilização de pontos do programa MyM, resultando numa versão que reflete as escolhas feitas por cada utilizador ao longo de 2025.
Para além da componente musical, os utilizadores têm acesso a cupões exclusivos construídos a partir dos pedidos mais frequentes do ano anterior. Neste momento, por exemplo, é possível aproveitar dois McMenus Médios Big Mac, Double Cheeseburger, McChicken ou McVeggie por 9,95€.