O Grupo Fogão Gaúcho passa a incluir pratos de base vegetal – neste caso saladas – no seu buffet tradicional.
O Grupo Fogão Gaúcho, rede de restaurantes reconhecida pelo tradicional rodízio de carnes em Portugal, vai passar a disponibilizar opções vegetarianas permanentes nos seus espaços na Grande Lisboa. A partir de 3 de abril, a oferta dos estabelecimentos integra cinco novos pratos sem carne no serviço de buffet. A introdução destas alternativas vegetarianas num restaurante especializado em churrasco procura dar resposta à crescente procura por alimentação de base vegetal, coincidindo a data de lançamento com a celebração da Sexta-feira Santa.
A nova ementa, idealizada para consumidores que procuram restaurantes com opções vegetarianas e de carne no mesmo local, é composta por saladas focadas em ingredientes frescos. Os clientes encontram à disposição salada de beterraba com laranja, couve chinesa com sal e limão, cenoura marroquina, feijão-verde e massa fusilli com hortelã, cenoura e pepino. Estas preparações reforçam a componente vegetal da refeição, garantindo diversidade a quem exclui a proteína animal da sua dieta.
A expansão da oferta gastronómica tem como propósito acomodar diferentes perfis de consumo no mesmo espaço. Saulo Cardoso, Diretor Geral do Grupo Fogão Gaúcho, clarifica que a integração destes pratos constitui uma decisão estratégica e não uma mera concessão à época festiva. O objetivo da administração é assegurar a satisfação de todos os clientes à mesa, refletindo a necessária adaptação do setor da restauração à atual diversidade de escolhas alimentares.
As novas opções de base vegetal encontram-se disponíveis diariamente, nos períodos de almoço e jantar. A implementação da ementa ocorre em simultâneo nas quatro unidades da marca Fogão Gaúcho, situadas nas localidades de Alverca, Carnaxide, Carregado e Odivelas. A medida estende-se igualmente ao restaurante Meathouse, localizado na Avenida 5 de Outubro, no centro de Lisboa, consolidando a nova oferta em toda a operação do grupo.
A Avenida Duque de Loulé recebeu o restaurante Meiyo, que aposta numa experiência de cozinha nipónica contemporânea.
A oferta de cozinha japonesa contemporânea em Lisboa regista uma nova adição com a abertura do restaurante Meiyo, localizado na Avenida Duque de Loulé. O estabelecimento propõe uma experiência gastronómica assente no rigor técnico e na qualidade dos ingredientes, distanciando-se de abordagens comerciais efémeras.
A designação do espaço remete para o conceito de honra na cultura nipónica, princípio que se reflete no tratamento da matéria-prima e na consistência do serviço. A estrutura diretiva do Meiyo integra Mário Ribeiro na direção gastronómica, o qual aplica a sua formação clássica francesa, Erik Ibrahim na coordenação das operações e serviço de sala, e Carlos Santos na gestão empresarial do projeto.
A liderança da cozinha do restaurante Meiyo está a cargo de João Bivar, um chef com mais de 13 anos de experiência em sushi e gastronomia japonesa, cuja formação académica em engenharia confere uma abordagem metódica à execução diária. A ementa do Meiyo em Lisboa conjuga a tradição nipónica com técnicas contemporâneas, apresentando opções de sushi, sashimi, gunkans e pratos quentes. No menu, sobressaem o Tártaro de toro com camarão violeta e caviar, com o valor de 29€, e o Gunkan especial do chef, disponível por 19,50€.
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O restaurante disponibiliza ainda cortes de sashimi de vieiras e toro, fixados em 14 e 19€ respetivamente, bem como Tempura de caranguejo por 16€. A oferta de sushi no Meiyo inclui ainda combinados de 21 peças, cujos preços variam entre os 32€ para a opção de fusão e os 33,50€ para a seleção sem sashimi. O final da refeição faz-se com sobremesas como o Mil-folhas de chocolate, a 9€, e o Sol de maracujá, a 6,50€.
O funcionamento do restaurante Meiyo contempla um menu executivo aos almoços durante a semana, com valores entre os 17 e os 27€, direcionado ao segmento corporativo da zona da Avenida Duque de Loulé. No período de jantar, a refeição representa um investimento médio de 45 a 60€ por pessoa, estando prevista a introdução futura de um menu de degustação.
O espaço, desenhado em colaboração com a arquiteta Sofia Rondão, acomoda meia centena de clientes num ambiente dominado por tons terracota e mobiliário em nogueira e veludo. O balcão de sushi assume a centralidade do projeto de interiores, que beneficia de iluminação produzida à medida em Portugal, consolidando a identidade do Meiyo como uma referência factual e consistente na restauração japonesa da capital portuguesa.
O Centro Comercial Colombo acolhe o Sacoor Café, uma cafetaria em regime de exclusividade no interior da loja da Sacoor Brothers.
A marca de moda portuguesa Sacoor Brothers inaugurou o Sacoor Café, uma nova cafetaria localizada no interior da sua loja no Centro Comercial Colombo, em Lisboa. Este conceito de serviço, atualmente em regime de exclusividade neste complexo, disponibiliza uma seleção de café, chá e bebidas naturais direcionada aos frequentadores do espaço físico.
A abertura do Sacoor Café no Centro Comercial Colombo reflete as tendências atuais do retalho internacional, que integram áreas de pausa nos espaços de consumo tradicionais. A introdução desta cafetaria na loja da Sacoor Brothers permite complementar a aquisição de vestuário com um serviço focado na conveniência, sublinhando a estratégia de diversificação da oferta comercial.
A integração de infraestruturas dedicadas ao consumo de bebidas no setor da moda ilustra a reconfiguração dos modelos de venda ao público. O projeto operacionalizado no Colombo demonstra a adoção de estratégias que utilizam o tempo de permanência e o conforto físico como elementos centrais da operação, visando a distinção no mercado através da prestação de serviços complementares ao principal eixo de negócio.
Fundada em Lisboa em 1989 por quatro fundadores com laços familiares, a Sacoor Brothers é uma insígnia de moda portuguesa posicionada no segmento superior. A empresa, que alia as técnicas da alfaiataria clássica às linhas contemporâneas, regista atividade comercial à escala global, operando atualmente em 16 países.
O grupo Leya lançou a plataforma Lyvros, uma nova livraria online dedicada exclusivamente à venda de edições gerais, ebooks e audiolivros.
O grupo editorial Leya lançou a Lyvros, uma nova livraria online dedicada à venda de livros de edições gerais, ebooks e audiolivros.
A plataforma digital marca uma reestruturação no comércio eletrónico da empresa, separando a literatura do segmento de manuais escolares, que se mantém no portal Leyaonline. O desenvolvimento da Lyvros demorou um ano e, segundo Ana Rita Bessa, diretora executiva da Leya, procura otimizar a experiência de quem pretende comprar livros online, unindo o catálogo integral da editora ao consumidor final num único ambiente.
A oferta abrange desde clássicos literários a novidades, ensaios e publicações infantojuvenis, disponíveis em edições físicas e em formatos digitais.
O registo na nova livraria online da Leya assegura uma navegação suportada por algoritmos de recomendação e pesquisa intuitiva, centralizando a gestão das obras adquiridas e facilitando a leitura ou escuta em múltiplos dispositivos móveis.
Para além da plataforma web, foi disponibilizada a aplicação móvel Leya Lyvros para Android e iOS. Esta app introduz funcionalidades otimizadas para o consumo de conteúdos digitais, permitindo a aquisição e reprodução direta de audiolivros, bem como a leitura de ebooks.
A marca Bifanas de Vendas Novas expandiu a sua rede comercial para o Norte do país, com o Grupo StarFoods a inaugurar espaços no Porto, em Ovar e em Miraflores em apenas 30 dias.
O Grupo StarFoods impulsionou a expansão nacional da marca de restauração Bifanas de Vendas Novas através da abertura de três novos restaurantes em Portugal nem apenas um mês. Esta estratégia de crescimento empresarial assinala a chegada oficial da insígnia gastronómica alentejana à região Norte do país, com inaugurações estratégicas nos concelhos de Ovar e do Porto, além da integração de um novo espaço comercial em Miraflores.
O plano de aberturas de novos restaurantes iniciou-se no começo de março com o arranque da operação comercial em Ovar. A meio do mesmo mês, a marca iniciou a sua atividade na unidade de Miraflores, culminando o processo no final de março com a inauguração do espaço na cidade do Porto. Este novo restaurante portuense encontra-se localizado no Campus de São João, uma zona de elevada circulação pedonal e rodoviária, situada nas imediações do Hospital de São João e do polo da Universidade do Porto. O espaço distingue-se pelas suas características arquitetónicas, apresentando uma fachada de grandes dimensões e um pé-direito alto, desenhada para maximizar a visibilidade num dos eixos urbanos mais movimentados da cidade.
O conceito do negócio, focado na gastronomia tradicional originária da localidade de Vendas Novas, no Alentejo, avança assim com a sua consolidação no mercado nacional de restauração. Rui Guerreiro Guerra, presidente executivo do Grupo StarFoods, declarou que o atual movimento de expansão reflete a intenção da empresa em disseminar marcas portuguesas com identidade própria por todo o território. O objetivo da administração passa por reforçar a presença da entidade a nível nacional e aproximar as diferentes regiões portuguesas.
Em simultâneo com o aumento da rede de estabelecimentos, a marca instituiu uma campanha promocional diária válida em todas as suas lojas. No período horário compreendido entre as 15h e as 18h, a aquisição de uma bifana tradicional inclui a oferta de uma cerveja de pressão. Nos estabelecimentos da região Norte, esta bebida é vulgarmente designada por fino, o que demonstra uma adaptação da oferta comercial às terminologias de consumo locais.
O Aqua Portimão atualizou a sua oferta com a abertura das lojas iServices e Oakberry. Já a Deichmann reabriu com um espaço comercial ampliado.
O centro comercial Aqua Portimão, gerido pela Klépierre, atualizou a sua oferta de retalho com a integração de novas lojas e a renovação de espaços comerciais. O complexo regista a abertura das insígnias iServices e Oakberry, em simultâneo com a reabertura da loja de calçado Deichmann, após um processo de ampliação.
A iServices introduz uma vertente de assistência técnica no local, estabelecendo um perímetro de atuação focado na reparação especializada de equipamentos tecnológicos. No segmento alimentar, a Oakberry expande as opções de restauração através da comercialização do seu açaí.
No âmbito da modernização dos operadores já presentes, a Deichmann retomou a atividade no centro comercial num espaço reestruturado. A superfície comercial reabriu com uma área de implementação superior, uma intervenção física executada para acomodar uma maior variedade de artigos de calçado e otimizar a experiência de aquisição no interior da loja.
A administração do ativo imobiliário, através da diretora do Aqua Portimão, Erika Lo Bianco, enquadra estas alterações operacionais na estratégia de desenvolvimento do complexo. O investimento na integração das novas marcas e na requalificação das infraestruturas tem como finalidade adequar o portefólio comercial às atuais exigências dos visitantes, assegurando uma oferta de consumo diário altamente diversificada.
O serviço de alojamento Airbnb expande a operação logística com a integração de transporte privado para passageiros em mais de 125 cidades.
A Airbnb anunciou a integração de um novo serviço de transporte privado na sua aplicação, resultante de uma parceria com a empresa especializada Welcome Pickups. Esta funcionalidade de mobilidade permite aos utilizadores efetuarem a reserva prévia de transferes diretos entre os aeroportos ou terminais de chegada e as respetivas propriedades arrendadas. O serviço encontra-se ativo em mais de 125 cidades localizadas na Europa, na Ásia e na América Latina. O território português está incluído nesta fase de operação internacional, com a disponibilidade do serviço confirmada nos destinos de Lisboa e do Porto, bem como na região do Algarve.
A implementação desta ferramenta de transporte enquadra-se no desenvolvimento do ecossistema Airbnb Services, lançado no passado mês de maio, que introduziu 10 categorias de serviços complementares às estadias turísticas e de negócios. A disponibilização oficial ocorre após a conclusão de um programa piloto executado no início do ano nos mercados europeu e asiático. Os dados divulgados referem que este teste inicial aos transferes privados abrangeu milhares de utilizadores da plataforma e registou uma classificação média de avaliação estipulada em 4,96 num índice máximo de 5 valores, confirmando a viabilidade da operação logística.
O agendamento das deslocações processa-se de forma nativa e integrada na infraestrutura digital da Airbnb. Concluída a reserva de um alojamento numa das cidades elegíveis, a aplicação passa a exibir a opção de contratação do transporte privado no separador dedicado à gestão das viagens. O sistema centraliza a componente processual, possibilitando aos passageiros a consulta detalhada de todas as informações relativas à recolha e a concretização de eventuais modificações à reserva do veículo. A mecânica do serviço adapta-se ao sentido da deslocação: para as chegadas aos aeroportos, é ativada uma receção presencial, na qual um motorista da Welcome Pickups aguarda os passageiros nos terminais de desembarque com uma placa de identificação nominativa; nas partidas, o processo abrange a recolha dos utilizadores na morada exata do alojamento para posterior transporte até ao terminal de saída correspondente.
O planeamento estratégico de ambas as empresas prevê o alargamento da cobertura geográfica deste serviço a um número superior de mercados globais no decorrer do ano de 2026.
A Starbucks abriu a sua 33.ª loja em Portugal, no NorteShopping, Porto, ocupando um total de 62 m2.
A cadeia Starbucks abriu hoje, dia 31 de março, ao público, a sua nova loja no NorteShopping, consolidando a sua presença na cidade do Porto. O novo espaço comercial, estrategicamente localizado no primeiro piso de um dos maiores centros comerciais da região Norte, ocupa uma área de 62 m2 e assinala a nona abertura da marca na cidade portuense, elevando para 33 o número total de estabelecimentos a operar em Portugal.
A nova infraestrutura no NorteShopping foi projetada para oferecer um ambiente contemporâneo, adequado tanto para momentos de lazer como para o trabalho, disponibilizando o catálogo completo da marca. A oferta inclui as tradicionais bebidas à base de café, como o Caffè Latte, o Cappuccino e o Vanilla Latte, complementadas por opções sazonais, nomeadamente o Ube Vanilla Velvet Latte, e uma secção de produtos alimentares doces e salgados.
Para assinalar a inauguração desta nova cafetaria no Porto, os utilizadores da aplicação móvel Starbucks Rewards beneficiam de uma campanha de fidelização que atribui 200 pontos diários adicionais durante as duas semanas iniciais de funcionamento, pontos esses convertíveis em produtos sem custos ou no acesso antecipado a novos artigos do menu.
A componente de responsabilidade social integra igualmente esta abertura no NorteShopping, enquadrada no programa corporativo Aberturas com Causa. A totalidade das receitas geradas no primeiro dia de funcionamento é faturada e doada à Casa do Caminho, uma instituição portuense focada no acolhimento de crianças em situação de vulnerabilidade. Estes fundos visam colmatar necessidades básicas de alojamento e suportar a operação diária da associação.
A operação da Starbucks em território nacional é gerida pelo grupo Alsea desde 2018, e esta expansão recente permitiu à empresa ultrapassar a marca dos 300 postos de trabalho criados no país.
Backrooms salta do Youtube para o cinema com promessa de aterrorizar as audiências.
A A24 revelou um novo trailer para sua próxima grande aposta de horror, Backrooms. Adaptado de uma série de curtas para o YouTube, criadas por Kane Parsons (mais conhecido por Kane Pixels), Backrooms salta para o grande ecrã num formato cinemático e ao comando do próprio Parsons, que se estreia na cadeira de realizador de uma longa metragem.
Tal como as suas curtas desconcertantes que acumularam um culto à sua volta, a premissa de Backrooms leva as audiências até espaços liminares, sem fim à vista e que vão mudando de forma quanto mais são explorados. Ao contrário das curtas, na sua maioria na primeira pessoa e quase me silêncio com viagens por lugares estranhos, o filme traduz o conceito para uma história narrativa mais convencional, que acompanha um elenco de personagens que parte para explorar uma cave misteriosa, que vai ficando mais estranha e assustadora, à medida que a exploram.
O trailer apresenta essa premissa, juntamente com o elenco principal do filme composto por Chiwetel Ejiofor, Renate Reinsve, Mark Duplass, Finn Bennett, Lukita Maxwell e Avan Jogia, que podemos assistir nas suas tentativas de provar a existência dos “backrooms” e de registar o que lá se passa .
Backrooms tem estreia nos cinemas norte-americanos a 29 de maio.
A Nespresso reabriu a loja no piso zero do CascaiShopping, com um espaço com um design aberto, focado na circulação, e na experimentação e degustação de café.
A Nespresso reabriu a sua loja no CascaiShopping, instalando-se no piso 0 do centro comercial com um modelo arquitetónico de espaço aberto. A reestruturação da boutique elimina os balcões tradicionais, introduzindo um formato que permite a circulação desimpedida dos clientes e o contacto imediato com os produtos. O local passa a dispor de áreas exclusivas para a experimentação e degustação de café, operando em paralelo com os expositores de máquinas, cápsulas e acessórios.
A requalificação da unidade em Cascais integra o atual plano estratégico de expansão da empresa no mercado português. Jaime de la Rica, Business Executive Officer da Nespresso Portugal, justifica o investimento no retalho físico como uma medida para assegurar a proximidade comercial com o consumidor. No ano em que a marca assinala quatro décadas de atividade, o foco operacional incide na adaptação aos hábitos diários do público, com o objetivo central de captar novos segmentos de mercado.
A intervenção reflete uma tática mais abrangente de diversificação dos canais de venda da empresa, uma vez que o reforço da presença em Portugal assenta também na exploração de novos formatos de retalho e na concretização de parcerias estratégicas. Exemplo recente disso é o acordo comercial estabelecido com a IKEA, que fez com que a IKEA Loures passasse a contar com uma boutique Nespresso, ainda que como um projeto-piloto, pois permitirá à marca testar novas formas de interação com os consumidores e avaliar a resposta do público a este modelo de proximidade.
O Lidl Portugal estabeleceu um acordo com a pastelaria Pão da Vila para comercializar o tradicional Bolo Imperador nas suas 290 lojas até ao domingo de Páscoa.
O Lidl Portugal estabeleceu uma parceria com a pastelaria Pão da Vila para a comercialização do Bolo Imperador nas mais de 290 lojas da rede de supermercados de norte a sul do país. Este doce tradicional, originário de Mafra e habitualmente procurado na Ericeira, passou assim a estar disponível para milhões de portugueses.
A receita do Bolo Imperador distingue-se da doçaria tradicional de Páscoa por apresentar uma estrutura de menor densidade. A sua confeção artesanal integra múltiplas camadas de massa folhada, intercaladas com um recheio de creme de ovo de base tradicional. E o acabamento exterior do produto é realizado com a aplicação de amêndoa laminada torrada.
O formato distribuído na rede Lidl apresenta um peso de 700 gramas, com o preço de venda ao público fixado em 11,99€. Porém, e até 3 de abril, poderão adquirir o Bolo Imperador ainda mais barato, por apenas 9,99€.
Têm, depois, até ao domingo de Páscoa para levar este produto para a vossa mesa. Após essa data, as lojas Lidl deixarão de ter este doce.
Supergirl é o próximo filme da DC Studios com estreia nos cinemas, já este verão.
A Warner Bros. e a DC Studios revelaram mais um trailer para Supergirl, desta vez mais carregado de ação, um novo olhar à sua premissa e a apresentação de um elenco de personagens bem mais preenchido.
Apesar de não se apresentar como um filme de origem, Supergirl será a apresentação da nova versão da personagem que terá pela primeira vez um filme dedicado. Protagonizado por Milly Alcock no papel de Kara Zor-El, o filme acompanha a jovem heroína numa aventura para curar Krypto e para ajudar uma Ruthye, protagonizada por Eve Ridley, numa missão de vingança pela morte dos seus pais provocada por Krem, que no trailer assistimos a alvejar o pobre Krypto.
O trailer também revela uma presença de Jason Momoa enquanto Lobo, que parece ajudar Kara durante uma sequência de ação, e confirma um cameo de David Corenswet enquanto Superman, embora não se preveja que vá para lá de uma breve aparição.
Baseado na banda desenhada Supergirl: Woman of Tomorrow, o filme serve de spin-off de Superman, e conta com a produção de James Gunn, sendo realizado por Craig Gillespie, que recentemente nos trouxe I, Tonya e Cruella. Tem estreia nos cinemas nacionais a 25 de junho.
O novo projeto da Eidos-Montréal era conhecido internamente como P11 e descrito como Wildlands, terá sido cancelado já em fase final de produção.
A Eidos-Montréal terá cancelado um jogo em desenvolvimento desde 2019, numa decisão alegadamente ligada aos recém-anunciados despedimentos no Grupo Embracer. As informações avançadas pelo portal Insider Gaming, fala de um projeto conhecido internamente como P11 e referido como Wildlands, que se encontrava numa fase avançada de produção, já em fase de depuração, com lançamento apontado ainda para este ano.
De acordo com a fonte, o desenvolvimento de Wildlands terá sido marcado por problemas de produção prolongados, incluindo mudanças sucessivas de direção criativa e a utilização de quatro motores de jogo distintos ao longo dos vários anos. Em consequência, o orçamento do projeto terá ultrapassado largamente a casa das centenas de milhões de dólares, contribuindo para um cenário interno semelhante ao desfecho de outros projetos cancelados, onde se inclui novo Deus Ex em janeiro de 2024.
O Insider Gaming também teve acesso a material do jogo, sob condição de não divulgação pública, mas partilha uma breve descrição. Este seria um jogo de ação e aventura na terceira pessoa em mundo aberto, onde o jogador assumiria o papel de River, integrante de um grupo de adolescentes chamado Spiritbounds, capaz de enfrentar entidades espirituais com bastões mágicos, contando ainda com a companhia de Redheart, uma criatura de grandes dimensões semelhante a um alce utilizada para deslocação. O portal faz também comparações a outro projeto semelhante, WiLD, um jogo de sobrevivência anteriormente anunciado pela Wild Sheep Studio e, entretanto, abandonado, embora as fontes indiquem tratar-se de produções distintas.
O desfecho para esta produção levanta algumas questões, uma vez que alegadamente já teria ultrapassado marcos internos importantes e já se encontrava numa fase final de produção. Sabe-se, no entanto, que a decisão de cancelamento terá partido do Grupo Embracer, que terá concluído que o investimento adicional necessário nesta fase e pós-lançamento não seria recuperado.
A confirmação deste cancelamento surge no seguimento da mais recente vaga de despedimentos no estúdio canadiano, que eliminou 124 postos de trabalho das equipas de produção e suporte, naquela que foi a terceira ronda de cortes desde 2024. No total, a Eidos-Montréal já terá suprimido cerca de 300 postos de trabalho desde o início desse ano, num contexto mais amplo de reestruturação do Grupo Embracer, marcado por cancelamentos de projetos e redução de operações após o falhanço de um investimento externo significativo em 2023.
Um ano depois da estreia no PC e consolas Xbox, o jogo de ação e aventura da Compulsion Games chega à PlayStation 5 à procura de um novo público, mas o problema mantém-se e a linearidade, aliada a um sistema de combate pouco impressionante, prejudicam aquela que deveria ser uma experiência visual e narrativa muito mais marcante do que é.
Com a receção pouco calorosa de We Happy Few, a Compulsion Games parece ter encontrado uma bifurcação no seu caminho. Mesmo com a aquisição da Xbox e os recursos (quase) garantidos que nascem dessa parceria, a produtora canadiana podia ter seguido o caminho mais fácil e iterar sobre a fórmula que popularizou We Happy Few. Um novo jogo de sobrevivência, novamente assente numa forte vertente narrativa e com foco numa sub-cultura para criar um espelho sempre perenemente à nossa realidade em colapso. Por outro lado, a Compulsion Games podia fazer o oposto, o caminho inesperado, onde abandonaria a jogabilidade emergente por uma experiência mais segura, linear e cinematográfica. Para surpresa de todos, South of Midnight é a luz ao fundo do túnel no segundo caminho (podem ler a análise original a South of Midnight para a Xbox Series X|S e PC, aqui).
Ainda que não tenha sido fã de South of Midnight e da história de Hazel, eu respeito o que a Compulsion Games procurou fazer com o seu jogo de ação e aventura. O sistema de combate é repetitivo, a movimentação oferece poucas opções de ação e existem momentos onde a linearidade é prejudicial ao mundo que criou, mas é possível ver onde reside o coração da Compulsion Games e o que começa a definir a sua linguagem criativa, onde narrativa é sempre um foco com um forte retrato sobre sub-culturas através de um olhar mais fantasioso, mas igualmente fiel a histórias pessoais de luta e resistência. No caso de South of Midnight, temos a magia do sul e da comunidade afro-americana, o “deep south” e todas as suas histórias de combate à escravatura e a sua proximidade espiritual à magia. Entre criaturas enormes, combates pouco marcantes, mecânicas que necessitavam de maior polimento e uma protagonista que não consegue ficar em silêncio, South of Midnight destaca-se pela animação, direção de arte e este respeito por uma cultura que continua a ser (infelizmente) tão invulgar no mundos dos videojogos.
Cópia para análise (versão PlayStation 5) cedida pela Xbox Portugal.
A nova expansão de Pokémon TCG introduz Pokémon Mega Evolução ex inspirados em Pokémon Legends: Z-A.
A The Pokémon Company lançou mais uma expansão de Pokémon TCG, que introduz novos Pokémon Mega Evolução ex aos decks e coleções dos jogadores. Já está disponível em lojas aderentes, e a nova expansão Mega Evolução – Perfect Order destaca-se por introduzir Pokémon Mega Evolução ex descobertos em Pokémon Legends: Z-A, o mais recente jogo da saga de RPGs Pokémon lançado para Nintendo Switch e Nintendo Switch 2. Entre os destaques estão os Mega Zygarde ex, Mega Starmie ex, Mega Clefable ex e Mega Skarmory ex, que chegam com valores elevados de HP e ataques mais poderosos.
Assim, os jogadores e colecionadores podem juntar aos seus baralhos novas criaturas com maior impacto em jogo, mas com um risco acrescido, já que estes Pokémon Mega Evolução ex concedem três cartas de Prémio ao adversário quando são derrotados, o que pode alterar rapidamente o rumo das partidas.
A nova expansão Mega Evolução – Perfect Order encontra-se disponível em vários formatos, incluindo booster packs, Elite Trainer Boxes e diferentes coleções disponíveis em lojas aderentes em todo o mundo.
O valor emocional de Project Songbird é indiscutível e é possível sentir o carinho que Conner Rush nutre pelo seu jogo, mas a sua aproximação ao género de terror é uma espada de dois gumes e o resultado nem sempre é satisfatório ou emocionalmente eficaz.
A carreira musical de Dakota chegou a um ponto de rutura. Algo mudou, a chama apagou-se e foi substituída pela necessidade em cortar com o passado. Dakota estão numa crise de identidade. Se os fãs querem um regresso ao passado, Dakota quer antes olhar para o futuro e reencontrar a sua voz, mesmo que isso signifique colocar a sua carreira em risco. É isto que Dakota diz a si mesmo enquanto tentam compor novas músicas e tudo sai incompleto. Apesar da sua vontade em crescer enquanto criativos, em encontrar novas sonoridades que consigam exprimir o luto que as consome, Dakota são os seus maiores obstáculos. O bloqueio criativo estagna qualquer progressão, quase como um grito de ajuda, enquanto Dakota escondem-se da verdade e tentam ignorar o passado. Para reencontrarem a sua voz, Dakota viajam até aos confins do mundo, à natureza selvagem, sozinhos numa cabana no meio de uma floresta inabitada, cujos segredos rapidamente se revelarão para os jovens artistas. Se Dakota não aceitarem o passado, então será o próprio passado a confrontar Dakota para que as suas carreiras musicais não definham na indecisão e medo que nutrem o luto que as consome.
Project Songbird é muito forte na sua mensagem e na forma como aborda o bloqueio criativo face aos desafios emocionais e psicológicos de jovens artistas mergulhados num luto profundo. A crise de identidade e género, as exigências criativas de um mundo que espera algo de si, um artista que quer evoluir e ir além do que pensava ser, a ausência daqueles que completavam a sua vida e o próprio trauma das suas decisões são espelhados através de uma narrativa que não tem receio em desafiar emocionalmente os jogadores. Apesar dos diálogos não serem propriamente naturais ou realistas, caindo na armadilha da exposição desnecessária e de protagonistas que falam demasiado, Project Songbird carrega uma mensagem pessoal e propósito que revela muito sobre Connor Rush enquanto diretor e designer. Os pequenos momentos de exploração, em torno da cabana de madeira, onde encontramos igrejas abandonadas, grutas, minas e até durante as sequências mais surreais, onde Dakota mergulham em autênticos pesadelos, é possível sentir o carinho de Rush pelas personagens, ao ponto de dialogar diretamente com o jogador através de mensagens curtas, apostando num tom meta-narrativo que funciona em Project Songbird.
O meu problema com Project Songbird é, infelizmente, a sua natureza interativa e o pouco que faz com as suas mecânicas. Podemos defender que Project Songbird é maioritariamente um jogo de aventura na primeira pessoa, com um enorme foco na narrativa, e não estaríamos errados, mas Connor Rush define que é, acima de tudo, um jogo de terror psicológico. A proximidade ao género de terror cria expetativas que Project Songbird raramente cumpre, muito por escolha própria, mas que acabam por prejudicar a eficácia da ambiência e jogabilidade que apresenta. Por exemplo, o terror é quase esquecido, não existem momentos de tensão – fora uma das criaturas que enfrentamos no segundo pesadelo, que só se move quando não estamos a olhar – e o level design peca na navegação e visibilidade devido à tonalidade monótona e monocromática dos cenários. Quando Project Songbird quer ser assustador, não consegue evitar os sustos fáceis e previsíveis ou até imagéticas já esgotadas, como a utilização de manequins enquanto motifs nas sequências de pesadelo.
No entanto, existe aqui ambição e conseguimos perceber que Connor Rush é um conhecedor do género de terror pela forma como divide a campanha entre exploração, puzzles e combates. Apesar de Project Songbird não se destacar em nenhuma das três vertentes do género, a verdade é que é capaz de criar a sugestão de algo mais profundo através de puzzles nem sempre fáceis de solucionar e a criação de tensão quando temos de enfrentar uma das criaturas que nos perseguem. Se Project Songbird fosse mais focado, com uma identidade mecânica mais forte e percetível, acredito que estes elementos funcionassem melhor, mas falta algo, melhor polimento, gestão de inventário – temos vários itens e armas, acessíveis através de um menu radial, mas é o máximo – ou até um level design mais complexo e rico em detalhe. Project Songbird precisava de maiores surpresas e momentos como a sala inacabada, ainda em blockout, que quebra temporariamente o jogo.
Apesar dos seus esforços em permanecer firme no género de terror, Project Songbird encontra a sua voz nos momentos de calma, na aparente banalidade do dia a dia de Dakota enquanto tiram fotografias e gravam samples sonoros ou até quando ouvem um dos vinis da sua coleção. Há algo especial em Project Songbird, algo profundo e humano, e gostava de ter ficado mais enternecido pela sua narrativa.
Cópia para análise (PlayStation 5) cedida pelaFYRE Games.
Pokémon Pokopia recebe uma Cloud Island construída em colaboração com a IKEA Japão, que assinala os vinte anos da cadeia sueca de mobiliário no país.
A IKEA Japão e a equipa de Pokémon Pokopia anunciaram uma parceria que celebrar as duas décadas de presença da cadeia sueca no Japão. Esta colaboração materializa-se tanto a nível digital como físico, a começar pela criação de uma ilha temática exclusiva no Virtual Mode do jogo.
Designada como IKEA Island, esta ilha pode ser acedida a partir de 1 de abril e pode ser visitada até 30 de junho, mediante a introdução de um código que infelizmente apenas pode ser obtido nas lojas físicas participantes no Japão. A ilha apresenta dois quartos desenhados por designers reais da IKEA, cada um inspirado num Pokémon distinto, como um espaço dedicado ao Pikachu e um quarto inspirado no Snorlax, ambos decorados com vários itens em ambientes acolhedores e envolvente.
No Japão, a colaboração também terá expressão nas lojas físicas, com os quartos temáticos reproduzidos em cenários reais, decorações de Pokémon Pokopia nos restaurantes suecos, promoções exclusivas para membros IKEA Family, e com outras atividades entre os dias 18 de abril e 10 de maio.
Pokémon Pokopia é um dos mais recentes exclusivos Nintendo Switch 2, que coloca os combates de parte e abraça a jogabilidade relaxada de um cozy game, onde os jogadores têm que reconstruir um mundo com a ajuda das icónicas criaturas com as quais pode criar amizades e comunidades.
O lançamento de Death Stranding 2 para PC ajudou o mais recente jogo a ultrapassar um marco modesto, mas muito importante, com as vendas PS5 também a aumentarem
Death Stranding 2: On the Beach chegou ao PC via Steam e Epic Games Store no passado dia 19 de março, tornando-se na conversão para PC com o lançamento mais rápido de um jogo single-player da PlayStation Studios na plataforma, os recordes de Stellar Blade.
De acordo com uma nova estimativa da Alinea Analytics, a versão para PC de Death Stranding 2: On the Beach vendeu cerca 425 mil cópias logo na primeira semana, somando-se às 1,6 milhões de cópias já vendidas na PlayStation 5. Graças a isto, as receitas globais do jogo ultrapassam agora os 138 milhões de euros, incluindo 101 milhões gerados na consola da Sony e 30 milhões na Steam, com uma parcela adicional via Epic Games Store.
O impacto do lançamento no PC estendeu-se à PlayStation 5 de forma notória. Paralelo ao lançamento no PC, a Sony colocou a versão da PlayStation 5 em promoção, com um desconto semelhante a períodos anteriores que haviam gerado picos de cerca de cinco mil cópias diárias na consola. Mas desta vez as vendas diárias na PlayStation 5. dispararam para 12.800 unidades no pico, mais do dobro dos valores registados nos descontos de novembro e dezembro.
Os dados da Alinea Analytics, sugerem que este pico de vendas é um reflexo da cobertura mediática deste relançamento, com coberturas técnicas, novas análises orientadas para um público mais vasto e os novos playthroughs publicados por criadores de conteúdo e streamers, acabando por funcionar como uma nova fase de marketing orgânico, com capacidade de converter jogadores de consola que se tinham mantido indecisos. Este fenómeno não é novo, tendo sido já registado com Stellar Blade, cujo lançamento no PC também impulsionou as vendas da versão PlayStation 5.
Sobre a versão para PC de Death Stranding 2: On the Beach, como indicámos na nossa cobertura, continua a valer todos os elogios da versão PlayStation 5, mas para quem já jogou na consola, os incentivos para revisitar na nova plataforma são relativamente modestos, numa conversão que faz justiça à visão técnica e artística de Hideo Kojima sem avanços substanciais.
A Eidos-Montréal anunciou mais uma vaga de despedimentos, a terceira desde 2024, que elimina 124 postos e que coincide com a saída do diretor de estúdio.
A Eidos-Montréal, o estúdio canadiano pertencente ao Grupo Embracer, anunciou o despedimento de mais 124 trabalhadores das equipas de produção e suporte, justificado com “mudanças nas necessidades dos projetos“. Simultâneamente, David Anfossi, que integrava a empresa desde 2007 e a chefiava desde 2013, deixa o cargo numa saída apresentada como mútua, com um plano de transição para nova liderança a ser atualmente implementado.
O estúdio já tinha eliminado 97 postos em janeiro de 2024, no âmbito do cancelamento de um novo jogo da série Deus Ex, e mais 75 em março de 2025, com o fim de outro projeto. Agora, com os despedimentos desta semana o somatório é elevado para cerca de 300 postos suprimidos desde o início de 2024. O foco atual terá transitado para co-desenvolvimento, com participação em projetos como Grounded 2 e Fable, da Microsoft, sendo que o último título lançado de forma autónoma pelo estúdio foi Guardians of the Galaxy, em 2021.
Estes cortes repetem o padrão que atravessa todo o grupo sueco desde que, em 2023, um investimento de cerca de 1,8 mil milhões de euros da saudita Savvy Games Group não se concretizou. O programa de reestruturação que se seguiu resultou em milhares de despedimentos, no cancelamento de projetos e na alienação de divisões como a Saber Interactive, a Gearbox e a Easybrain.
Massacration, The Troops of Doom e Employed To Serve entre as novas e últimas confirmações para o Vagos Metal Fest 2026.
O cartaz do Vagos Metal Fest 2026 está oficialmente encerrado com o anúncio de 13 novas bandas para a edição que decorre de 5 a 9 de agosto na Quinta do Ega, no município de Vagos. O evento, consolidado como um dos principais festivais de heavy metal em Portugal, estende-se por cinco dias e apresenta cabeças-de-cartaz como Lamb of God, Within Temptation, Godsmack, In Flames e Satyricon.
A última vaga de confirmações para fechar o alinhamento do festival português destaca a estreia absoluta em território nacional dos brasileiros Massacration, reconhecidos pela sua abordagem satírica ao género. Também oriundos do Brasil chegam os The Troops of Doom, grupo formado por antigos membros dos Sepultura que explora as vertentes do death e thrash metal. A nível internacional, o evento em Vagos assegura ainda a presença dos britânicos Employed To Serve, enquanto a representação nacional é reforçada pelos cascalenses Toxikull. O lote final de artistas confirmados na programação inclui também Jeremy Harry Harris, Melodius Deite, Guiltera, Stercore, Symfobia, Leave The Wave, Lone Survivors, Unredeemer e Dark Sky.
Quanto aos bilhetes, os interessados podem adquirir o passe geral de cinco dias pelo valor de 169€, enquanto que os bilhetes diários são comercializados por 69€ cada.