Star Wars: Maul – Shadow Lord já foi renovada para uma segunda temporada

A nova série animada de Star Wars focada na jornada de Darth Maul estreia já a 6 de abril.

Ainda em contagem decrescente para a sua estreia oficial a 6 de abril, Star Wars: Maul – Shadow Lord já tem uma segunda temporada confirmada. Numa publicação no site oficial de Star Wars, a equipa de produção antecipa novas aventuras com uma nova temporada, que se confirma agora em produção ativa, por parte da Lucasfilm Animation e com Dave Filoni, o criador da série, novamente a supervisionar o projeto.

A nova série passa-se após os eventos de The Clone Wars e concentra-se nas aventuras e dramas do icónico vilão introduzido em The Phantom Menace, na altura ainda de poucas falas e com duas pernas. Aqui, protagonizado por Sam “Starkiller” Witwer, como tem feito em todas as aparições animadas, Maul tenta reunir forças suficientes para se vingar do seu antigo mestre, Darth Sidious, mas cruza-se com Devon Izara (Gideon Adlon), uma jovem Padawan Twi’lek que sobreviveu à Ordem 66 ao lado do seu mestre, Eeko-Dio-Daki (Dennis Haysbert) e que se torna numa inesperada aliada e aprendiz, numa missão para destruir o Império.

Com um elenco mais vasto, que conta também com a participação das vozes de Richard Ayoade, Dennis Haysbert, Chris Diamantopoulos, Charlie Bushnell, Vanessa Marshall, David C. Collins, A.J. LoCascio e Steve Blum, Star Wars: Maul – Shadow Lord estreia com dois episódios no dia 6 de abril, no Disney Plus, com o final da temporada agendado para 4 de maio.

Hotelaria nacional diversifica programas de Páscoa com foco em experiências sensoriais

Descubram programas de Páscoa que integram brunches, provas de vinhos e contacto com a natureza em destinos como Alentejo, Lisboa e Açores.

Do Douro ao Algarve, as unidades hoteleiras consolidam programas que abandonam as abordagens meramente convencionais para focarem em vertentes gastronómicas, enoturismo e contacto direto com a natureza, adaptando-se a perfis de público que variam entre o segmento familiar e o turismo de luxo.

No centro do país, especificamente em Aveiro e Arouca, as unidades MS Collection delineiam uma proposta que integra o alojamento com componentes de animação e música ao vivo. Esta estratégia procura equilibrar os preceitos da gastronomia tradicional com ambientes de maior descontração. A tendência de diversificação é acompanhada pelo grupo The Lince Hotels, que opera em contextos geográficos distintos. Em Santa Clara, a aposta recai sobre o rigor técnico da restauração, com a organização de workshops e provas vínicas, enquanto nos Açores a operação se baseia na realização de brunches e atividades direcionadas para o convívio familiar, aproveitando o enquadramento paisagístico do arquipélago.

O Alentejo mantém-se como um destino focado no isolamento e na tranquilidade, com o Montimerso a centrar a sua oferta no binómio paisagem e vitivinicultura. No Farol Hotel, a operação de Páscoa caracteriza-se pela introdução de sabores sazonais e de pratos específicos na carta, procurando uma distinção através do detalhe gastronómico. Por sua vez, no contexto urbano de Lisboa, o restaurante Saldanha Mar opta pela reinvenção dos formatos de refeição tradicionais, estabelecendo o The Greatest Bunny Brunch como o eixo central da sua proposta, visando um público que privilegia a criatividade culinária em detrimento do modelo clássico.

A oferta de cariz histórico e vinícola encontra expressão nos Hotéis Valverde, com operações no Valverde Santar Hotel & Spa e no Valverde Sintra Palácio de Seteais. Nestas unidades, a experiência pascal é moldada pelo património arquitetónico e pela cultura das vinhas. No Norte, as Casas da Lapa, na Serra da Estrela, focam a sua atividade na exploração da natureza envolvente e na autenticidade dos sabores regionais através de brunches temáticos. Paralelamente, o Pacheca Group desenvolve uma proposta de cariz imersivo que atravessa diferentes regiões, interligando a produção vinícola com dinâmicas lúdicas e criativas.

Na região Sul, o Algarve apresenta conceitos distintos que variam conforme a tipologia da unidade. O Colégio Charm House e o Conversas de Alpendre exploram a proximidade entre o ambiente rural e o litoral, mantendo atividades tradicionais como a caça aos ovos. Já o Wyndham Grand Algarve direciona a sua operação para o segmento infantil, com uma programação estruturada que inclui workshops e diversas atividades criativas ao longo de uma semana, consolidando uma oferta de entretenimento familiar que complementa a vertente de alojamento.

Sony adquire Cinemersive Labs, para ajudar a produzir visuais de ponta

A Sony reforça a sua aposta em machine learning para jogos com a aquisição da Cinemersive Labs, empresa especializada em visão computacional.

A Sony Interactive Entertainment anunciou a aquisição da Cinemersive Labs, empresa britânica fundada em 2022 com uma equipa especializada em visão computacional e machine learning. Após a conclusão do negócio, a equipa da Cinemersive Labs integrará o Visual Computing Group (VCG) da Sony, onde contribuirá para o avanço das técnicas de visual computing aplicadas a jogos, incluindo a melhoria dos visuais em tempo real, o aperfeiçoamento de técnicas de rendering e a obtenção de novos níveis de fidelidade gráfica.

O VCG foi criado em 2024 a partir da fusão da equipa da iSIZE com uma parte do grupo GPAI (Game Platform Artificial Intelligence), ao reunir investigadores e engenheiros especializados em redes neurais, codificação de vídeo, avaliação de qualidade de imagem, modelos generativos, rendering de jogos e computação de alto desempenho. Entre os trabalhos já desenvolvidos pela divisão destacam-se métricas de avaliação de qualidade de imagem, modelos generativos para avatares neurais foto-realistas, e novas formas de combinar streaming com rendering em realidade virtual.

Esta aquisição é particularmente relevante, numa altura em que a Sony Interactive Entertainment tem investido em tecnologias como o PSSR, já disponível na PlayStation 5 Pro, que permite a apresentação de jogos com uma fidelidade superior à consola original, melhorando também o desempenho e permitindo o recurso a outras técnicas de reprodução de visuais, como o Ray-Tracing mais presente. Tecnologias destas poderão ser aplicadas com a mesma missão em futuras consolas, como a próxima geração da PlayStation.

Grupo Pacheca ajuda a escolher os melhores vinhos para a Páscoa

Do Douro à Bairrada, o Grupo Pacheca dá boas escolhas para acompanhar as receitas clássicas consumidas na época pascal em Portugal.

Com a aproximação da Páscoa, a seleção de vinhos portugueses para acompanhar a gastronomia tradicional assume relevância na preparação das ementas nacionais. O Grupo Pacheca divulgou um “roteiro” de harmonização vínica estritamente focado nos pratos típicos desta época festiva. O levantamento técnico engloba referências de diversas regiões vitivinícolas de Portugal, cruzando as propriedades enológicas de cada vinho com os perfis aromáticos e gustativos das receitas pascais clássicas, desde as entradas até à doçaria regional.

O Queijo Serra da Estrela, produto de denominação de origem protegida reconhecido pela sua intensidade e teor de gordura, é emparelhado com o Caminhos Cruzados Reserva Encruzado, oriundo da região demarcada do Dão. Este vinho branco português evidencia notas cítricas e minerais, a par de um ligeiro tostado de barrica, proporcionando a acidez estrutural necessária para contrastar com a textura rica do laticínio. No âmbito das entradas regionais, o Folar de Chaves, caracterizado pela forte presença de enchidos e presunto, encontra correspondência técnica no Valle de Passos Reserva Tinta Amarela. O perfil fresco e especiado deste vinho tinto atua no equilíbrio da concentração salina e lipídica das carnes presentes na receita transmontana.

No segmento dos pratos principais, o Cabrito assado no forno, figura central da refeição de Páscoa, exige vinhos tintos com capacidade de persistência. A indicação recai sobre o Pacheca Reserva Vinhas Velhas Tinto, um vinho do Douro cujos taninos, notas de frutos negros e impacto da madeira anulam a gordura natural da carne. Para a tradição do Leitão assado, a seleção mantém a clássica harmonização com espumantes da região, destacando o Espumante Ortigão Baga. A elevada acidez, a bolha fina e os aromas de panificação deste espumante bairradino desempenham a função de limpeza do palato face à elevada concentração lipídica do prato. Adicionalmente, o ensopado de borrego é conjugado com o Herdade do Moinho Branco Tinta Miúda, um tinto de textura sedosa que complementa os elementos aromáticos e balsâmicos da receita sem se sobrepor aos ingredientes base.

A fase das sobremesas, assente na doçaria tradicional de Páscoa com forte incorporação de ovos e amêndoa, como é o caso do Pão de ló ou do Bolo podre, requer vinhos fortificados de elevada complexidade aromática. A harmonização encerra com o Pacheca Porto 10 Anos Tawny. Envelhecido em cascos de carvalho, este vinho do Porto liberta notas de frutos secos e caramelo, garantindo a acidez e o final de boca adequados para suportar o índice de açúcar destas sobremesas. Este levantamento estabelece uma ligação factual entre a produção enológica nacional e o receituário tradicional português consumido durante as celebrações da Páscoa.

Metropolitano de Lisboa assume atrasos históricos e aponta inauguração da linha circular para 2027

A presidente do Metropolitano de Lisboa confirma a inauguração da linha circular para março de 2027 e procura novo financiamento para a linha vermelha

A presidente do Metropolitano de Lisboa, Cristina Vaz Tomé, confirmou no Parlamento que a inauguração da linha circular, projetada para ligar as estações do Rato e do Cais do Sodré, está prevista para o primeiro trimestre de 2027. A gestora, em funções desde janeiro, assumiu um atraso de três anos e três meses nas obras do metro face à estimativa inicial de 2023.

O prolongamento da linha vermelha do metro de Lisboa, entre São Sebastião e Alcântara, regista igualmente constrangimentos, acumulando um atraso de dois anos e nove meses. A consignação da empreitada ao consórcio da Mota-Engil aguarda aprovação há cerca de dois anos, processo agravado pela perda de financiamento do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR). Perante a exclusão dos fundos europeus, a administração do Metropolitano de Lisboa negoceia uma alternativa com o Governo, o Banco Europeu de Investimento e o Banco de Fomento. O objetivo central é assegurar o capital necessário para viabilizar a consignação da expansão da linha vermelha ainda durante o primeiro semestre. A presidente justificou a falha no acesso ao PRR com prazos irreais, sublinhando que a média de execução das obras do metro é de sete anos, inviabilizando a meta de quatro anos inicialmente traçada pelas equipas técnicas.

Relativamente ao projeto do metro ligeiro de superfície entre Loures e Odivelas, designado por linha violeta, o Metropolitano de Lisboa aguarda a conclusão de uma investigação aprofundada por parte da Comissão Europeia, uma vez que Bruxelas está a analisar suspeitas de financiamento estatal ilegal atribuído à empresa chinesa CRRC, subcontratada pelo consórcio liderado pela Mota-Engil, vencedor preliminar do concurso público. Devido a este escrutínio, a empresa de transportes está legalmente impedida de adjudicar a obra.

Saída da Ryanair dos Açores ameaça economia regional

O encerramento da operação da Ryanair nos Açores ameaça o turismo local com a perda de 250.000 passageiros anuais. Empresários do turismo preveem perdas anuais de 160 milhões de euros.

A saída da Ryanair dos Açores, efetivada a 29 de março, marca o fim de um ciclo de 11 anos de voos para o arquipélago e impõe uma reconfiguração profunda na economia e no turismo da região autónoma. A retirada da companhia aérea consumou-se com o derradeiro voo, um Boeing 737 com lotação máxima, rumo ao Aeroporto Francisco Sá Carneiro, no Porto. A aeronave transportou passageiros, tripulação extra e equipamentos logísticos operacionais, assinalando o encerramento da operação no Aeroporto João Paulo II..

A decisão da companhia aérea de baixo custo de abandonar as ligações a Ponta Delgada e à Terceira decorre do aumento das taxas aeroportuárias e da nova tributação ambiental europeia. O impacto do encerramento desta base reflete-se de imediato no setor turístico açoriano, com as associações empresariais a estimarem uma perda de 250.000 passageiros anuais. Este cenário traduz-se num impacto financeiro negativo superior a 160 milhões de euros por ano para a economia local, dado que a transportadora irlandesa garantia cerca de 10% do total de dormidas no destino.

No setor da hotelaria e do alojamento turístico nos Açores, as consequências da falta de voos da Ryanair deverão evidenciar-se numa quebra acentuada das reservas. Face à vulnerabilidade da atividade turística, o tecido empresarial exige uma intervenção célere do Governo Regional dos Açores. As estruturas representativas do turismo pedem a criação de um fundo de desenvolvimento de novas rotas aéreas, suportado por um enquadramento legal transparente, e a melhoria urgente de infraestruturas locais, como os acessos ao ilhéu de Vila Franca.

Bolt quer vender bilhetes de autocarro e comboio diretamente na sua app

Com a procura interna a superar o turismo, a Bolt alerta para a falta de veículos TVDE em Portugal.

O mercado de Transporte em Veículo Descaracterizado a partir de Plataforma Eletrónica (TVDE) em Portugal tem vindo a registar um crescimento acentuado, impulsionado predominantemente pela procura interna. Em entrevista ao Diário de Notícias (acesso pago), Mário de Morais, diretor-geral da Bolt Portugal, traça um balanço positivo da operação nacional em 2025, revelando que a procura no setor TVDE superou o dobro da oferta disponível. O aumento da utilização destas plataformas de mobilidade urbana foi garantido de forma essencial por residentes, que já ultrapassam o peso do turismo no volume de viagens. A empresa, no segundo ano consecutivo na liderança do mercado português, opera com automóveis em todos os distritos do continente e regiões autónomas, integrando também trotinetes e bicicletas elétricas nas localidades onde a infraestrutura permite a micromobilidade.

A adesão a este modelo de transporte individual e remunerado de passageiros reflete mudanças estruturais nos hábitos da população. As faixas etárias mais jovens abdicam da compra de viatura própria para evitar custos de manutenção e as dificuldades de estacionamento nos centros urbanos, optando por solicitar viagens na aplicação. Em simultâneo, as gerações mais velhas consolidam a transição gradual para a utilização regular destas plataformas eletrónicas. Perante a expansão da base de utilizadores em Portugal, o diretor-geral da Bolt contraria a perceção pública de excesso de viaturas. Na realidade, o gestor alerta para a escassez de automóveis TVDE em circulação, considerando a frota atual insuficiente para dar resposta às reais necessidades de mobilidade nas cidades portuguesas.

A Bolt está também em negociações com diversas transportadoras para permitir a venda de bilhetes de autocarro e comboio diretamente na sua aplicação. Este modelo de multimodalidade permitirá, por exemplo, reservar uma viagem ferroviária entre Lisboa e Coimbra e assegurar um automóvel à chegada ao terminal de destino. Sobre esta assunto, mais detalhes deverão ser divulgados no segundo trimestre.

O eixo de expansão da mobilidade em Portugal contempla ainda a introdução de veículos autónomos. A empresa mantém a calendarização para o arranque de projetos-piloto ainda durante o corrente ano, antecipando um crescimento gradual desta tecnologia num horizonte de três a cinco anos. Por cá, o Governo e o Instituto da Mobilidade e dos Transportes (IMT) tem vindo a demonstrar abertura para criar um diploma legal específico que permita os testes, em total alinhamento com a intenção de Bruxelas de estabelecer as condições normativas adequadas para a condução autónoma na Europa.

Parlamento aprova nova Lei da Nacionalidade com regras mais rígidas para cidadania

A nova Lei da Nacionalidade aprovada no parlamento revoga o regime de 2018. O acesso à cidadania portuguesa obriga agora a provas concretas de integração.

A Assembleia da República aprovou a nova Lei da Nacionalidade portuguesa no passado dia 1 de abril, introduzindo alterações significativas nos critérios de acesso à cidadania em Portugal. O diploma governamental, apresentado pelo Ministro da Presidência, António Leitão Amaro, tem como objetivo central tornar o processo mais exigente e repor o consenso político perdido nas revisões legislativas de 2018. A atual legislação exige agora uma comprovação mais rigorosa da ligação efetiva dos requerentes à comunidade nacional, num quadro que o executivo descreve como humanista e equilibrado.

Durante o debate no parlamento sobre as regras para obter a nacionalidade portuguesa, o ministro sublinhou que este documento define a própria composição do povo e a atribuição do espetro máximo de direitos e deveres em território nacional. António Leitão Amaro rejeitou expressamente a inclusão de critérios étnicos, ideológicos ou religiosos no acesso ao passaporte português, defendendo uma identidade cívica baseada na partilha da língua portuguesa, da cultura e da história coletiva. O ministro traçou ainda uma linha divisória entre o patriotismo, focado no sentimento de pertença e no respeito mútuo, e o nacionalismo, estritamente associado a dinâmicas de exclusão e hostilidade.

A aprovação destas alterações encerra um processo legislativo de um ano, que incluiu a fiscalização preventiva do Tribunal Constitucional. Segundo o Governo, as objeções levantadas pelos juízes à primeira versão do diploma não invalidaram a estrutura base da proposta para a obtenção da cidadania. Pelo contrário, a decisão validou constitucionalmente o prolongamento dos prazos de residência em Portugal, a aplicação de requisitos de integração mais rígidos e a viabilidade jurídica dos mecanismos de perda da nacionalidade.

Com o novo quadro legal para adquirir a nacionalidade portuguesa, o país retoma uma matriz de cidadania tradicional, exigindo provas concretas de integração na sociedade antes da concessão formal do estatuto. O executivo argumenta que esta revisão elimina o “facilitismo” implementado com as emendas de 2018, estabelecendo um sistema que conjuga a atribuição por via do sangue e do solo. Esta reformulação mantém os canais de naturalização abertos, mas introduz filtros de exigência que alinham o ordenamento jurídico de Portugal com as práticas de controlo migratório adotadas noutras democracias da União Europeia.

Na conclusão da apresentação do diploma, o Ministro da Presidência assegurou que a nova regulamentação cumpre os preceitos da Constituição da República Portuguesa e responde às necessidades da população. Ao classificar a nova Lei da Nacionalidade como um ato de reforma profunda e patriótica, isenta de contornos nacionalistas, o Governo considera ter implementado a estrutura legal necessária para assegurar os interesses do país e garantir uma aprovação parlamentar alargada.

Ministério da Educação abre 8465 vagas para concurso de professores 2026/2027

Estão abertas 8465 vagas nos concursos interno e externo de professores. Lisboa concentra a maior fatia, mas há também 3152 lugares em zonas carenciadas.

O Ministério da Educação, Ciência e Inovação formalizou a abertura de 8465 vagas para os concursos interno e externo de colocação de professores e educadores de infância, destinados ao ano letivo de 2026/2027. O período para submissão de candidaturas a estes lugares nos quadros das escolas públicas portuguesas decorre até às 23h59 do dia 13 de abril de 2026. A publicação das listas definitivas do concurso docente está agendada para a primeira semana de junho, garantindo que os profissionais do setor conheçam o seu destino letivo antes do final do ano escolar em curso.

A distribuição deste contingente global de vagas para docentes divide-se em 4626 lugares alocados a Quadros de Agrupamentos de Escolas e Escolas não Agrupadas (QA/QE) e 3839 posições em Quadros de Zona Pedagógica (QZP). O apuramento das necessidades do sistema educativo estruturou-se com base numa proposta técnica da Agência para a Gestão do Sistema Educativo. Este cálculo oficial contemplou o número de alunos matriculados, a atual distribuição do corpo docente, as aposentações previstas na classe para 2026 e as reduções da componente letiva ao abrigo do artigo 79.º do Estatuto da Carreira Docente, sendo toda a informação previamente validada pelas direções escolares.

No âmbito das regras de contratação pública para o ensino, o mecanismo de vinculação dinâmica assegura a integração de 3336 lugares, enquanto a norma-travão abrange 197 vagas. A tutela aplicou ainda uma majoração de 306 vagas em QZP considerados carenciados, especificamente vocacionadas para suprir as falhas no Grupo de Recrutamento 110, referente ao 1.º Ciclo do Ensino Básico. Adicionalmente, numa ótica de planeamento a longo prazo e gestão de recursos humanos do Estado, foram sinalizadas 2594 vagas negativas em QA/QE, correspondendo a posições que não gerarão a abertura de novas contratações assim que ficarem desocupadas.

O mapa de colocação de professores evidencia a urgência na atração de profissionais para zonas geográficas de elevada pressão letiva, com 3152 lugares abertos em territórios carenciados, dos quais 2472 se encontram integrados em QA/QE. A Área Metropolitana de Lisboa concentra as maiores exigências de contratação do país. O QZP 45, que engloba os concelhos da Amadora, Cascais, Lisboa, Loures, Odivelas, Oeiras, Sintra e Vila Franca de Xira, lidera a tabela com 1728 vagas.

Na margem sul do rio Tejo, o QZP 46, abrangendo Almada, Seixal, Barreiro, Moita, Montijo, Alcochete, Palmela, Sesimbra e Setúbal, regista 697 posições disponíveis. No sul de Portugal, a região do Algarve totaliza 444 vagas distribuídas pelos seus QZP sinalizados, e os territórios do Alentejo contabilizam 107 lugares.

Pingo Doce reforça presença no centro de Lisboa com nova loja na Rua do Conde Redondo

O Pingo Doce inaugurou a sua centésima quadragésima nona loja no distrito de Lisboa, na Rua do Conde Redondo. O novo espaço de proximidade aposta em refeições prontas e produtos frescos.

A cadeia de supermercados Pingo Doce inaugurou uma nova superfície comercial de proximidade no centro de Lisboa, localizada no número 41 da Rua do Conde Redondo. A loja eleva para 149 o total de supermercados da marca em funcionamento no distrito lisboeta.

O espaço conta com uma área de vendas de 313 m2 e a sua operação diária é assegurada por uma equipa de 16 funcionários. A oferta do espaço concentra-se nas secções de refeições prontas e de produtos frescos, integrando serviços de cafetaria e de padaria em formato de livre-serviço, com disponibilização contínua de pão quente. O mesmo modelo de atendimento autónomo está aplicado às áreas de talho e peixaria. Para a finalização das compras, a infraestrutura dispõe de quatro terminais de pagamento automático (self-checkout).

O planeamento da loja incorpora um conjunto de especificações técnicas orientadas para a eficiência hídrica e elétrica. O edifício está equipado com claraboias para potenciar a entrada de luz natural e um sistema de iluminação interior inteiramente em LED, gerido através de sensores de movimento. A infraestrutura inclui ainda a instalação de torneiras de baixo fluxo, com o propósito de diminuir os consumos de energia e de água.

No âmbito da intervenção social, a nova superfície comercial faz parte do Programa Alimenta ao Bairro. Através desta iniciativa, a loja estabeleceu um canal de doação regular de bens alimentares, que serão entregues ao Serviço Jesuíta aos Refugiados.

Goldpet inaugura em Faro a primeira loja da marca no Algarve

A Goldpet expandiu a sua rede para o sul do território nacional. A nova superfície de Faro comercializa artigos para diversas espécies e integra um spa animal.

A Goldpet inaugurou o seu 14º espaço comercial, localizado em Faro, assinalando a primeira abertura da marca na região algarvia. O estabelecimento iniciou a sua atividade no sábado, dia 28 de março, situando-se nas imediações do Pingo Doce da Penha.

O novo ponto de venda físico comercializa produtos direcionados a diversas espécies, nomeadamente cães, gatos, aves, roedores, peixes e répteis. O inventário abrange categorias como a alimentação, os acessórios lúdicos e os artigos de higiene. A configuração do espaço possibilita o contacto direto e a avaliação presencial dos produtos, dispondo de um serviço de aconselhamento assegurado por uma equipa de funcionários com formação e experiência prática em áreas como a saúde, a nutrição, a estética e o comportamento animal.

As instalações em Faro integram igualmente uma área de intervenção higiénica e estética denominada Goldpet Spa. Esta secção é operada por um especialista da área e realiza um conjunto de procedimentos técnicos que incluem banhos, tosquias, escovagem da pelagem, corte de unhas, limpeza auricular e massagens.

A loja física atua em complementaridade com o site oficial da marca, com os consumidores a terem a possibilidade de efetuar aquisições através do sítio digital da marca e requisitar o levantamento das encomendas no balcão de Faro. Em alternativa, o serviço disponibiliza a entrega ao domicílio, a qual opera com um tempo de expedição de 24 horas. A expansão da rede comercial para o sul do território nacional insere-se na estratégia da entidade de aumentar a proximidade geográfica aos detentores de animais de companhia.

O período de abertura coincide com a aplicação de reduções de preço que podem atingir os 25% na totalidade dos artigos disponíveis em loja, uma medida que se encontra em vigor até ao dia 30 de abril.

Honest Greens inaugura terceiro restaurante no Porto junto à Foz

O novo restaurante Honest Greens na Foz do Porto oferece 350 m2 dedicados à restauração saudável junto à praia do Molhe.

A cadeia de restauração Honest Greens reforçou a sua presença na região norte com a inauguração de um novo restaurante no Porto, situado na Foz, nas imediações da praia do Molhe.

A abertura deste terceiro espaço da marca na cidade decorreu no início do mês de abril, assinalando a primeira operação da insígnia numa zona costeira. O novo Honest Greens da Foz do Porto, focado numa oferta de restauração saudável, dispõe de uma área aproximada de 350 m2 e está dotado de 100 lugares no interior, aos quais se soma uma esplanada com capacidade para 116 clientes.

O projeto arquitetónico do restaurante no edificado do Molhe foi estruturado com o objetivo de maximizar a entrada de luz solar direta, enquadrando-se no ambiente marítimo da Foz. A configuração do espaço preserva a identidade visual da marca, caracterizada por uma presença acentuada de elementos botânicos e paredes revestidas a argamassas em tonalidades de terra. A componente decorativa assenta estritamente na utilização de materiais de origem natural, com destaque para a aplicação de madeira, barro, vime e rattan.

A estratégia de expansão foi contextualizada por Rui Sanches, fundador e presidente executivo do grupo Plateform, que justificou a escolha desta localização com a necessidade de descentralizar a oferta comercial e responder à procura específica dos consumidores locais. A estratégia do grupo passa pelo estudo das dinâmicas urbanas para introduzir o conceito de comida saudável em novas áreas geográficas. Esta abertura na cidade invicta integra um plano de crescimento contínuo que englobou, a 12 de março, a inauguração de uma unidade no Bairro Azul, em Lisboa (na Avenida António Augusto Aguiar), estando já calendarizada uma nova abertura junto à Sé de Lisboa, na Rua de Santo António da Sé.

A nível de oferta gastronómica, a unidade portuense da Honest Greens iniciou a sua atividade com a mais recente carta de sobremesas, estreada no recente espaço lisboeta. A ementa foi reestruturada para apresentar oito receitas inéditas e cinco formulações atualizadas, mantendo o foco no valor nutricional das propostas. A lista inclui produtos como o Marbled Chocolate and Tahini Cake with Coffee Glaze, a Shoyu Pecan Pie e a Chocolate Avocado Mousse with Olive Oil & Maldon Salt. Face à transição de estação, está prevista uma atualização a curto prazo do menu geral do restaurante, adaptando os pratos aos ingredientes de primavera.

O horário de funcionamento decorre ininterruptamente entre as 08h30 e as 23h, todos os dias.

Hugo Van der Ding vai dar voz a Uma Família Surreal na versão audiolivro

Uma Família Surreal – Biografia de todos os Reis e Rainhas de Portugal oferece uma visão humorística da história do país.

Hugo Van der Ding, figura bem conhecida nas áreas de ilustração, teatro, televisão e rádio, mas com destaque pelas ilustrações cómicas que partilha na sua página do Instagram, prepara-se para ajudar a contar a história de Portugal com algum humor. Depois de ter lançado Uma Família Surreal – Biografia de todos os Reis e Rainhas de Portugal, editado em novembro pela Oficina do Livro, parte do grupo editorial Leya, Van der Ding vai emprestar a sua voz à versão audiolivro do seu próprio trabalho.

Esta versão de Uma Família Surreal – Biografia de todos os Reis e Rainhas de Portugal, foi anunciada pela Tale House, a maior produtora nacional de audiolivros, que terá o seu lançamento para breve. Mas para já, ainda não há uma data de confirmada, por estar ainda em fase de gravações.

Cada vez mais autores estão a dar voz aos seus livros, o que cria uma maior proximidade com os seus leitores e acredito que seja uma experiência diferente e divertida para quem grava e para quem ouve“, afirma Bruno Sambado, fundador e CEO da Tale House. Com os audiolivros a ganharem cada vez mais adeptos, a Tale House recentemente disponibilizou cerca de 50 clássicos da literatura de forma gratuita na BiblioLED.

Nesta família de quatro dinastias, houve quem vivesse fechado num quarto durante décadas, quem se lembrasse de oferecer um elefante ao Papa, quem transformasse pão em rosas, quem roubasse a noiva ao filho, quem tivesse uma filha com a irmã e até mesmo quem se tornasse imperador em cima de uma mula. Com a sua obsessão pelos pormenores, prazer de contar histórias, uma escrita inteligente e uma tendência irreprimível para o disparate, Hugo van der Ding leva-nos numa viagem de nove séculos pela mais fascinante saga familiar de Portugal: a dos reis e rainhas que nos governaram“, diz-nos a sinopse. São pouco mais de 500 páginas “para aprender e para rir, coisa que nunca fez mal a ninguém“.

Regresso do Porto Sounds Secret traz concertos gratuitos a locais por revelar

A edição de 2026 do Porto Sounds Secret promove seis espetáculos de entrada livre no Porto. Holy Nothing, Valter Lobo e Bruno Pernadas integram o cartaz.

O festival de música Porto Sounds Secret integra novamente a agenda cultural da cidade em 2026, com uma programação de seis concertos gratuitos a decorrer entre os meses de abril e novembro.

Promovida pela empresa municipal Ágora – Cultura e Desporto do Porto, a iniciativa mantém o formato de atuações ao final da tarde em espaços não convencionais, cuja localização exata permanece em segredo até aos dias imediatamente anteriores a cada data. A curadoria da presente edição assenta na interseção entre a música de raiz tradicional e as correntes contemporâneas, explorando identidades culturais portuguesas, tradições de matriz latina e fusões sonoras de âmbito global.

A temporada de música ao vivo arranca no domingo, 19 de abril, com a atuação do grupo portuense Holy Nothing. A banda apresentará o seu mais recente trabalho discográfico, caracterizado pela fusão entre a música pop e elementos rítmicos brasileiros. A 17 de maio, a programação internacional assegura a presença da artista catalã Judit Neddermann. O espetáculo incidirá sobre as raízes do flamenco e a herança musical de Espanha.

O calendário de eventos prossegue a 12 de julho com a presença do cantautor português Valter Lobo, que dedicará a sua atuação ao relançamento do álbum Mediterrâneo. A 20 de setembro, o ciclo acolhe o projeto galego Collado, focado na exploração da música de raiz tradicional da Galiza, num concerto que integra a colaboração da artista portuense Teresa Melo Campos.

A reta final do Porto Sounds Secret 2026 inicia-se a 25 de outubro com Lucas Maia, nome do panorama luso-flamenco, que alia a música pop atual a melodias de raiz ibérica. O concerto de encerramento, agendado para 8 de novembro, fica a cargo de Bruno Pernadas. A apresentação explora cruzamentos entre sonoridades portuguesas e jamaicanas, envolvendo a participação em palco de vários músicos locais.

O acesso aos seis espetáculos no Porto requer apenas o cumprimento da lotação máxima de cada recinto, sendo a entrada gratuita.

Foto: Andreia Merca/CM Porto

Bairro Alto dá as boas vindas à Primavera com artesanato e gastronomia no Mercado de Primavera

O Mercado de Primavera acontece no Miradouro de São Pedro de Alcântara, de 1 a 15 de abril. A entrada é livre.

Até ao próximo dia 15 de abril, o Miradouro de São Pedro de Alcântara, situado no Bairro Alto, estará transformado no Mercado de Primavera, que chega para assinalar a chegada da nova estação.

O Mercado de Primavera tem entrada livre e convida a passeios por entre artesanato local e muitas propostas gastronómicas, enquanto desfrutam de uma das vistas mais bonitas de Lisboa num registo acolhedor. A iniciativa, organizada pela Junta de Freguesia da Misericórdia e pela ACEBA (Associação Comercial e Empresarial do Bairro Alto), foca-se na valorização do Bairro Alto e no apoio ao comércio local.

Ao transformar o miradouro num ponto de encontro dinâmico, o mercado reforça a identidade do bairro como um local onde a tradição e a cultura urbana se cruzam naturalmente. É um convite aberto a residentes e visitantes para vivenciarem o território de forma ativa e comunitária.

De acordo com Hilário Castro, Presidente da ACEBA, o Mercado da Primavera reflete o compromisso da associação em manter o Bairro Alto como um espaço vibrante e de partilha: “Queremos continuar a afirmar o Bairro Alto como um espaço de encontro, onde o comércio local, a cultura e a comunidade convivem de forma natural“, admite.

Misty Fest 2026 recebe Cat Power para tocar álbum The Greatest na íntegra

A cantora norte-americana Cat Power atua no Sagres Campo Pequeno a 13 de novembro. O concerto integra o Misty Fest 2026 e celebra o álbum The Greatest.

A cantora e compositora Chan Marshall, profissionalmente conhecida como Cat Power, tem um concerto agendado para o dia 13 de novembro no Sagres Campo Pequeno, num espetáculo integrado na programação do Misty Fest 2026. A atuação assinala o 20º aniversário da edição do álbum The Greatest, lançado originalmente em 2006, estando prevista a interpretação integral do disco ao vivo.

Nesta apresentação, a artista norte-americana far-se-á acompanhar pelos Dirty Delta Blues, o mesmo grupo de músicos que integrou a digressão original de lançamento da obra há duas décadas. A formação que subirá ao palco é composta pelo guitarrista Judah Bauer, pelo teclista Gregg Foreman, pelo baixista Erik Paparozzi e pelo baterista Jim White, num regresso destinado a transpor para o espetáculo as composições de um álbum que se encontra atualmente alvo de uma reedição.

Gravado nos Ardent Studios, em Memphis, no estado norte-americano do Tennessee, The Greatest demarcou-se na carreira de Cat Power por uma notória aproximação à estética musical soul, resultado direto da gravação em estúdio com a colaboração de músicos proeminentes daquela cidade. O trabalho discográfico gerou consenso na crítica especializada da época, o que se traduziu na atribuição do Shortlist Music Prize, marcando a primeira vez que o galardão foi entregue a uma artista feminina. O impacto da edição ficou igualmente registado nas avaliações da revista Rolling Stone, que posicionou o trabalho no sexto lugar da lista dos 50 melhores álbuns de 2006 e na vigésima sexta posição do ranking referente aos 100 melhores discos da primeira década do século XXI.

Quanto aos bilhetes, são postos à venda amanhã, dia 3 de abril.

easyJet inicia novas rotas aéreas diretas de Lisboa para Glasgow e Liverpool

A transportadora aérea easyJet inaugurou ligações diretas entre o Aeroporto Humberto Delgado e o Reino Unido. Os voos para Glasgow e Liverpool já operam com duas frequências semanais.

A companhia aérea easyJet iniciou a operação de novos voos diretos entre o Aeroporto Humberto Delgado, em Lisboa, e o Reino Unido, estabelecendo ligações regulares com as cidades de Glasgow e Liverpool. A inauguração da rota aérea para Glasgow decorreu a 29 de março, enquanto as operações comerciais para Liverpool começaram a 31 de março. Esta expansão da rede de voos da easyJet tem como objetivo fortalecer a conectividade entre a capital portuguesa e o mercado britânico, estabelecido como um dos principais emissores de turismo para Portugal.

O planeamento destas novas rotas aéreas a partir de Lisboa contempla a realização de duas frequências semanais para cada destino no Reino Unido. Os voos diretos para Glasgow realizam-se todas as quartas-feiras e domingos. Por sua vez, as ligações aéreas com destino a Liverpool operam às terças-feiras e aos sábados. O estabelecimento destes horários reflete a estratégia de alocação de capacidade da transportadora na infraestrutura aeroportuária lisboeta para a atual temporada.

A malha aérea da easyJet em Portugal regista um novo incremento no decorrer do semestre, com a introdução de uma terceira rota direta para o território britânico. A partir de 22 de junho, entram em funcionamento os voos entre Lisboa e Newcastle. Esta ligação operará com duas frequências por semana, programadas para as segundas e sextas-feiras. Com a integração da operação para Newcastle, a companhia aérea atinge a marca de 33 rotas operadas a partir do aeroporto de Lisboa durante o verão.

XPENG P7+ arranca pré-vendas em Portugal e entregas começam no verão

As pré-vendas do elétrico XPENG P7+ já decorrem no mercado português. O automóvel é comercializado em três configurações distintas, com autonomia até 660 km e preços a começar nos 38.200€.

A XPENG iniciou a fase de pré-vendas do modelo elétrico XPENG P7+ em Portugal. Com as primeiras entregas planeadas para o verão, o preço de entrada do novo carro elétrico fixa-se nos 38.200€, valor ao qual acresce o IVA, referente à versão RWD Standard Range.

O formato fastback apresenta-se como o primeiro modelo de grande produção da fabricante asiática a incorporar otimização baseada em Inteligência Artificial, assinalando a transição da indústria de uma mobilidade assente na potência para uma focada na inteligência tecnológica.

A montagem do XPENG P7+ decorre nas instalações da Magna Steyr em Graz, na Áustria. Esta unidade fabril atua como o primeiro parceiro de produção local da XPENG na Europa, tornando o novo modelo no terceiro veículo elétrico da marca produzido e montado em território europeu, sucedendo aos automóveis G6 e G9. No domínio da segurança passiva e ativa, a estrutura do automóvel é fabricada em aço de ultra-alta resistência, integrando proteção avançada do conjunto de baterias e 14 sistemas de assistência à condução.

A operação tecnológica do XPENG P7+ centraliza-se no chip exclusivo TURING AI, um hardware capaz de atingir uma capacidade de computação de 750 TOPS. Este processador gere o volume de dados do veículo, viabilizando o funcionamento dos sistemas avançados de assistência e assegurando atualizações remotas contínuas (OTA). A arquitetura de Inteligência Artificial permite a execução de funções como mudanças de faixa de rodagem, condução em autoestrada e estacionamento remoto inteligente. O habitáculo dispõe de um ecossistema digital que inclui um painel de instrumentos de 8,8 polegadas, um ecrã central tátil de 15,6 polegadas e um sistema de projeção no para-brisas (head-up display).

A comercialização do XPENG P7+ no mercado nacional divide-se em três versões. A configuração de acesso, RWD Standard Range, opera com tração traseira, um motor de 180 kW (245 cv) e uma bateria de fosfato de ferro-lítio (LFP) de 61,7 kWh. A variante RWD Long Range mantém a tração traseira, eleva a potência para 230 kW (313 cv) e integra uma bateria de 74,9 kWh, alcançando uma autonomia máxima de 660 quilómetros em ciclo urbano WLTP. A versão de topo, AWD Performance, utiliza a bateria de 74,9 kWh e adiciona um segundo motor para tração integral, resultando numa potência de 370 kW (503 cv) e numa aceleração dos 0 aos 100 km/h em 4,3 segundos. A velocidade máxima está eletronicamente limitada a 200 km/h nas três configurações. A arquitetura de baterias LFP suporta tecnologia 5C, permitindo carregamentos em corrente contínua (DC) até 446 kW e a reposição de carga dos 10% aos 80% em 12 minutos.

A engenharia do XPENG P7+ traduz-se numa habitabilidade com capacidade de carga expansível até 1.931 litros. O interior utiliza materiais de acabamento descritos como sustentáveis, incluindo microfibra velour e pele Napa, complementados por um isolamento acústico reforçado. O comportamento dinâmico é assegurado por um esquema de suspensão de duplo triângulo no eixo dianteiro e multibraços no eixo traseiro. O sistema de Controlo de Amortecimento Contínuo (DCC) faz parte do equipamento de série em toda a gama disponibilizada em Portugal.

Lanidor inaugura primeira loja outlet no Designer Outlet Algarve

O Designer Outlet Algarve expande o seu portefólio comercial com a inauguração de uma nova loja da Lanidor, num espaço com 149 m2.

O Designer Outlet Algarve vai consolidar a sua oferta comercial com a abertura da primeira loja da marca portuguesa Lanidor no formato outlet na região sul do país. A inauguração do novo espaço de retalho de moda acontece a 3 de abril, antecedendo o fim de semana de Páscoa. A operação integra a estratégia delineada pela ROS Retail Outlet Shopping e pelo Grupo Ingka para o complexo, visando a captação de insígnias de referência no mercado nacional.

A nova superfície comercial da Lanidor no Designer Outlet Algarve ocupa um total de 149 metros quadrados e encontra-se instalada estrategicamente entre as lojas da GEOX e da GANT. O estabelecimento disponibiliza aos visitantes do centro as coleções de vestuário das linhas feminina, masculina e infantil. Esta expansão responde à procura contínua por marcas portuguesas com forte implantação no setor do vestuário e acessórios.

Assinalando a entrada no mercado outlet algarvio, a empresa aciona uma operação de redução de preços limitada aos primeiros três dias de funcionamento, compreendendo os dias 3, 4 e 5 de abril. A medida traduz-se numa dedução adicional de 15% sobre o valor de outlet em todos os artigos com preço igual ou superior a 29,90€. A administração informa que esta condição comercial de abertura exclui a possibilidade de acumulação com outras campanhas promocionais ou descontos em vigor no mesmo período.

TBSE gere rede de autocarros na região das Beiras e Serra da Estrela

A exploração rodoviária nas Beiras e Serra da Estrela passa para a gestão da TBSE. A nova concessão intermunicipal visa assegurar a mobilidade da população.

A mobilidade rodoviária no interior de Portugal entrou numa nova fase com a oficialização da concessão do serviço público de transporte de passageiros na região das Beiras e Serra da Estrela. A nova operadora, designada Transportes das Beiras e Serra da Estrela, Sociedade Concessionária (TBSE), assinou o contrato com a Comunidade Intermunicipal da Região das Beiras e da Serra da Estrela (CIMRBSE), assegurando a exploração da rede de autocarros durante os próximos cinco anos. Este acordo legal, que resulta da adjudicação através de um concurso público internacional, representa um investimento global estimado em cerca de 10 milhões de euros, visando reestruturar e modernizar as ligações de transportes públicos num vasto território do centro do país.

A operação rodoviária agora concessionada à TBSE abrange a gestão integral das carreiras, incluindo a definição de linhas, percursos, horários, tarifários e a disponibilização de informação aos utentes em 15 concelhos, especificamente Almeida, Belmonte, Celorico da Beira, Covilhã, Figueira de Castelo Rodrigo, Fornos de Algodres, Fundão, Guarda, Gouveia, Manteigas, Mêda, Pinhel, Sabugal, Seia e Trancoso. A infraestrutura de transportes públicos intermunicipais e inter-regionais será complementada, em situações específicas ditadas pelos cadernos de encargos, por serviços de âmbito estritamente municipal e pela integração operacional do transporte escolar. O arranque pleno e contínuo desta rede de autocarros ocorrerá de imediato após a conclusão do período de transição técnica pré-definido.

A adoção deste modelo de gestão partilhada, que delega a operação do transporte público de passageiros numa entidade privada sob a estrita regulação e fiscalização da autoridade pública intermunicipal, reflete a atual estratégia para a modernização da mobilidade nas Beiras e Serra da Estrela. O foco contratual incide na fiabilidade do serviço rodoviário diário, na transparência da operação e na manutenção de elevados padrões de segurança viária, assegurando a continuidade das deslocações para os milhares de habitantes deste território interior.