O que é a tecnologia X-TAP recém anunciada pela Huawei?

A tecnologia X-TAP é a grande novidade da Huawei com o novo Watch 5.

A Huawei anunciou recentemente o novo Watch 5, um smartwatch que promete transformar a forma como os utilizadores monitorizam a sua saúde. Equipado com a inovadora tecnologia X-TAP, o dispositivo oferece medições rápidas e precisas de diversos parâmetros vitais. Mas o que exatamente é o X-TAP e como ele funciona?

A tecnologia X-TAP está presente num sensor de toque lateral desenvolvido pela Huawei, posicionado na lateral do relógio, permitindo medições de saúde através da ponta do dedo. Essa abordagem oferece uma alternativa mais prática e precisa em comparação aos sensores tradicionais localizados na parte inferior do relógio. Graças a esse novo sensor, o Huawei Watch 5 oferece uma série de funcionalidades avançadas, como por exemplo:

  • Leitura de oxigénio no sangue em 10 segundos: Uma medição rápida e precisa, essencial para monitorizar a saturação de oxigénio no sangue.
  • Leitura de EKG (eletrocardiograma): Permite avaliar a atividade elétrica do coração, identificando possíveis irregularidades.
  • Deteção de rigidez arterial: Avalia a flexibilidade das artérias, um indicador importante da saúde cardiovascular.
  • Visão geral de saúde com um toque: Em apenas 60 segundos, o relógio fornece um resumo completo de métricas como frequência cardíaca, variabilidade da frequência cardíaca (HRV), oxigénio no sangue, temperatura da pele, stresse, EKG, rigidez arterial, respiração e distúrbios do sono.

Para já, a tecnologia X-TAP encontra-se disponível exclusivamente no Huawei Watch 5 que está disponível em 42 e 46mm, que além dessa tecnologia inovadora, conta com ecrã protegido por vidro de safira e brilho máximo de 3000 nits. Mas para conhecer um pouco melhor o smartwatch, podem consultar a nossa análise aqui.

O Google One ultrapassou os 150 milhões de assinantes

O Google One conta com cada vez mais assinantes que procuram ferramentas baseadas em inteligência artificial e armazenamento na nuvem.

O Google One encontra-se numa fase de crescimento constante. A subscrição multi-serviços (Fotos, Google Drive, Gemini, entre outros) acaba de passar a barreira dos 150 milhões de assinantes — um aumento de 50% em relação aos 100 milhões anunciados em fevereiro de 2024. Este crescimento coincide com o lançamento da oferta AI Premium, com um custo de 21,99€ por mês, que dá acesso ao Gemini Advanced e a outras funcionalidades baseadas em inteligência artificial.

Não é claro se os utilizadores em período de teste gratuito estão incluídos nestes números — só este plano já conta com vários milhões de subscrições —, mas o entusiasmo por este pacote é inegável. Assim, a Google parece ter feito uma aposta acertada ao confiar no modelo de subscrição para monetizar as suas ferramentas inteligentes, num contexto em que o interesse pela inteligência artificial generativa continua a crescer.

O Google One oferece vários níveis de subscrição, começando nos 1,99€ por mês para 100GB de armazenamento na nuvem, com benefícios adicionais como descontos na Google Store ou funcionalidades avançadas do Google Workspace em planos superiores. O plano AI Premium expande a subscrição Premium de 9,99€/mês, acrescentando o NotebookLM Plus e integrações de IA no Gmail, Documentos e outras ferramentas do Workspace. Este plano também permite o acesso antecipado a ferramentas experimentais, como o modo de pesquisa assistida por IA.

A Google disponibiliza planos anuais para as subscrições centradas no armazenamento, mas o plano AI Premium continua disponível exclusivamente numa base mensal.

A Microsoft estendeu o suporte do Office e do Microsoft 365 no Windows 10 até 2028

As ferramentas do Microsoft Office continuarão a ter suporte para o Windows 10, pelo menos até outubro de 2028.

A Microsoft anunciou uma extensão do suporte para as aplicações do Office/Microsoft 365 (Word, Excel, PowerPoint, etc.) no Windows 10. Embora o fim do suporte para este sistema operativo esteja previsto para 14 de outubro de 2025, a empresa irá agora fornecer atualizações de segurança para as suas aplicações do Office durante mais três anos, até 10 de outubro de 2028.

Esta decisão representa uma mudança de direção, face ao apresentado em outubro do ano passado. Na altura, a Microsoft havia alertado que as aplicações do Microsoft 365 deixariam de ter suporte no Windows 10 após outubro de 2025. “Para utilizar as aplicações do Microsoft 365 no seu dispositivo, terá de atualizar para o Windows 11”, afirmou a empresa no seu site. Esta semana, contudo, o tom adotado é mais conciliador. “Para manter a segurança durante a transição para o Windows 11, a Microsoft continuará a fornecer atualizações de segurança para as aplicações do Microsoft 365 no Windows 10 por três anos após o fim do suporte”, especifica o grupo na mesma página. Essas atualizações serão distribuídas pelos canais habituais.

No entanto, a Microsoft continua a incentivar as empresas a migrarem para o Windows 11, de forma a evitarem problemas de desempenho e fiabilidade a longo prazo. Esta extensão visa oferecer um período de transição mais flexível para os utilizadores que ainda dependem do Windows 10.

Uma estratégia para acelerar a adoção do Windows 11

Há vários meses que a Microsoft tem vindo a pressionar tanto utilizadores individuais como empresas a adotarem o Windows 11, especialmente em antecipação ao fim do suporte para o Windows 10. Na CES, em janeiro, a empresa chegou mesmo a proclamar 2025 como “o ano da atualização dos PCs para o Windows 11”. No entanto, a adoção desse sistema operativo continua a ficar atrás da do Windows 10, que ainda é amplamente utilizado.

Para os utilizadores que se mostrem relutantes em adquirir um novo computador ou atualizar para o Windows 11, a Microsoft propõe uma alternativa: as atualizações de segurança estendidas. Os utilizadores individuais poderão subscrever um ano adicional de atualizações por 30 dólares (o preço em euros ainda não foi divulgado), enquanto as empresas terão acesso a um programa de até três anos.

Oreo oferece passes para jogos da Liga Portugal 2025/26

Para participar, os interessados deverão adquirir dois produtos da gama Oreo e registar o comprovativo de compra no site da campanha.

A Oreo, que no ano passado reformulou a receita da icónica bolacha, vai lançar uma nova campanha no contexto da pré-temporada do futebol português, destinada a oferecer passes anuais para os jogos em casa de clubes nacionais.

A iniciativa decorrerá entre 19 de maio e 22 de junho de 2025 e permitirá que cinco adeptos sejam contemplados com bilhetes de época válidos para todos os jogos em casa de um clube à escolha, durante a Liga Portugal Betclic 2025/2026.

Para participar, os interessados deverão adquirir dois produtos da gama Oreo e registar o comprovativo de compra no site da campanha. Após o preenchimento dos dados pessoais solicitados, os participantes terão de completar um jogo interativo. Os vencedores serão apurados com base nas pontuações obtidas, sendo selecionado um por semana ao longo das cinco semanas da ação.

Esta iniciativa surge no seguimento da colaboração da Mondelēz Portugal com a Liga Portugal, no âmbito do patrocínio oficial às principais competições nacionais, como a Liga Portugal Betclic e a Allianz CUP, durante a temporada 2025/2026.

Mickey 17 estreia dia 23 de maio na Max

A mais recente longa-metragem de Bong Joon Ho chega esta semana ao catálogo da plataforma Max.

Depois da estreia nos cinemas nacionais em março, Mickey 17 está prestes a chegar ao streaming, a partir de 23 de maio, em exclusivo na Max.

Realizado por Bong Joon Ho, vencedor de quatro Óscares com Parasite, o novo filme de ficção científica apresenta Robert Pattinson como Mickey Barnes, um trabalhador descartável numa colónia espacial, onde é clonado de cada vez que morre em serviço. A partir dessa premissa, o realizador sul-coreano constrói uma história distópica com elementos de humor absurdo, crítica social e uma abordagem visual marcada por escolhas ousadas no som e na imagem.

O elenco inclui ainda Naomi Ackie, Steven Yeun, Toni Collette e Mark Ruffalo, sob argumento adaptado do romance Mickey7, de Edward Ashton. A produção esteve a cargo de nomes como Dede Gardner, Jeremy Kleiner e do próprio Bong Joon Ho, com Brad Pitt como produtor executivo.

Na nossa crítica ao filme, destacámos o estilo de Bong Joon-ho, que continua a demonstrar a sua mestria na fusão de géneros, com muita sátira e paralelismos sociais, aliados a uma excelente direção e apresentação visual.

Ainda sobre a Max, este anúncio surge uma semana depois da Warner Bros. Discovery ter admitido que irá trazer de volta o nome de HBO Max à plataforma, ainda este verão. Este retrocesso acontece um ano depois do rebranding para  Max — que agregava conteúdos da HBO, Discovery e Eurosport — e espera-se que seja também aplicado em Portugal, não se sabendo para já se haver alterações na oferta atual do serviço.

A CORSAIR revelou o kit de teclado MAKR 75 e plataforma Web Hub dedicada à personalização de periféricos

O novo kit Corsair MAKR 75 permite a construção de um teclado modular e personalizado às necessidades do utilizador.

A CORSAIR apresentou o MAKR 75 Barebones Keyboard Kit, uma solução que funde o universo dos teclados personalizáveis com o alto desempenho exigido por jogadores. Adicionalmente, a marca revelou também o CORSAIR Web Hub, uma ferramenta online que permite configurar periféricos sem necessidade de aplicações instaladas.

O MAKR 75 é a nova solução mais interessante das duas, um kit concebido para simplificar o processo de montagem de teclados DIY (“Faça Você Mesmo”), mantendo todos os elementos expectáveis de um teclado com nível de desempenho profissional. Na sua base, conta com uma estrutura totalmente em alumínio, inclui montagem por juntas com oito camadas de isolamento acústico, estabilizadores aparafusados e suporte para módulos adicionais. Para além disso juntam-se ainda características como polling rate de 8.000 Hz, FlashTap SOCD e funcionalidades premiadas com os Red Dot Best of the Best e iF Design Award 2025.

De acordo com Tobias Brinkmann, vice-presidente da divisão de periféricos da CORSAIR, o objetivo deste kit foi tornar a construção de um teclado personalizado numa experiência acessível: “Acreditamos que montar um teclado DIY ultra-personalizado não tem de ser uma tarefa complicada só ao alcance dos mais experientes”. Podem conhecer melhor o MAKR 75 e criar o vosso teclado personalizado, na página oficial da Corsair, aqui.

Já o CORSAIR Web Hub, a segunda novidade, é acessível via navegador e permite configurar efeitos de iluminação RGB, remapear teclas e gravar macros, tanto no MAKR 75 como noutros periféricos compatíveis. Esta solução baseia-se na recente ferramenta de atualização de firmware da CORSAIR, servindo como uma alternativa à instalação de softwares como o iCUE. Podem conhecer melhor esta solução web, na sua página oficial.

Alguns projetores mais recentes da Epson já suportam o Apple AirPlay 2 e Apple HomeKit

Modelos selecionados da Epson integram agora funcionalidades nativas de transmissão e controlo inteligente da Apple.

A Epson anunciou que a sua mais recente gama de projetores passou a incluir suporte nativo para Apple AirPlay 2 e Apple HomeKit, oferecendo assim novas opções de ligação e controlo inteligente, tanto para uso doméstico como profissional. Estas funcionalidades já se encontram pré-instaladas em diversos modelos à venda.

Entre os modelos compatíveis com estas novas funcionalidades encontram-se os EB-FH18, EB-FH54, EB-994F, EB-L890E, EB-L795SE, EB-L790SU, EB-L890U, EB-L895U, EB-L790U, EB-L690U, EB-L690SU e EB-L695SU.

Com o suporte para AirPlay 2, passa a ser possível transmitir vídeo e áudio diretamente de um iPhone, iPad ou Mac para o projetor, seja para ver filmes, apresentar fotografias, ouvir música ou podcasts. Os projetores podem ainda ser sincronizados com outros dispositivos AirPlay numa mesma rede, facilitando experiências multimédia em vários ambientes.

A compatibilidade com o Apple HomeKit permite também ligar, desligar ou configurar os projetores a partir da aplicação Apple Home ou por comandos de voz com a Siri, usando dispositivos como o iPhone, Apple Watch ou HomePod. Esta integração promete melhorar a automatização e o controlo remoto dos projetores.

De acordo com Massimo Pizzocri, vice-presidente da divisão de projetores de vídeo da Epson Europa, esta atualização reflete o compromisso da marca com a conectividade e a simplicidade de utilização: “Reconhecemos que os educadores, profissionais de negócios e utilizadores domésticos procuram formas simples de partilhar conteúdos e controlar os seus ambientes. Com estas atualizações, os nossos projetores mais recentes proporcionam imagens deslumbrantes e integram-se perfeitamente nos ecossistemas inteligentes atuais”.

KFC Portugal lança novas batatas fritas com receita reformulada e tempero aromático

KFC Portugal reformula as suas batatas fritas com corte rústico, mais crocância e novo tempero.

A KFC Portugal introduziu recentemente uma nova versão das suas batatas fritas, numa clara aposta em elevar a experiência proporcionada aos consumidores. O produto preserva a identidade da marca, mas apresenta alterações relevantes: um corte mais rústico com casca, uma textura mais crocante e um tempero renovado à base de tomilho, paprica e alecrim.

Esta mudança surge num momento simbólico para a cadeia de restauração, que em 2025 assinala 29 anos de atividade em Portugal. A presença da KFC tem vindo a consolidar-se de forma progressiva, traduzida na abertura de novos espaços – são já 75 restaurantes distribuídos pelo continente e pelas regiões autónomas.

Embora as batatas da marca já contassem com reconhecimento por parte do público, a decisão de reformular a receita insere-se numa estratégia de melhoria contínua da oferta. A nova proposta pretende reforçar a ligação com os consumidores portugueses, apostando numa combinação de sabor e textura mais vincada e distinta.

A nova receita encontra-se já disponível em todos os restaurantes KFC em território nacional.

Mandragora: Whispers of the Witch Tree – Review: Um três-e-um com problemas de identidade

Existem momentos em que o título da Primal Game Studio funciona como um sólido RPG de ação 2D, mas quanto mais se aproxima dos soulslike e metroidvania, mais se sente vazio e até enfurecedor.

Apesar da experiência soulslike ser mais associada à perspetiva third person, em mundos tridimensionais, não existe propriamente uma exclusividade nesta abordagem ao género. A FromSoftware pode ter popularizado os mundos interligados e extensos, repletos de atalhos e caminhos alternativos que se multiplicam por inúmeras zonas que criam uma rede densa de opções em 3D que utilizam perfeitamente a profundidade e densidade de campo, mas a fórmula não está restrita a este modelo. Nenhum género vive apenas de uma perspetiva e tipo de câmara e os soulslikes não são diferentes. Se Lies of P, Lords of the Fallen, Nioh ou mais recentemente The First Berserker: Khazan são exemplos do género na terceira pessoa, já Hollow Knight, Blasphemous ou Slat & Sanctuary representam a outra face da moeda ao apostarem numa jogabilidade sidescroller que não necessitou de abandonar qualquer mecânica ou funcionalidade para se manter fiel à experiência soulslike.

Mandragora: Whispers of the Witch Tree, da Primal Game Studio, procura um lugar no panteão dos sidescrollers ao abraçar a fórmula soulslike, mas mantendo a experiência familiar para os fãs de 2D e ação. Mandragora é um jogo dividido em três identidades que se complementam e que retratam esta fantasia negra, de bruxas, criaturas e Inquisição com alguns resultados positivos, mas cujas partes não se complementam para uma campanha sólida, criando momentos dissonantes que revelam uma falta de polimento quanto mais interagimos com as suas mecânicas. É um caso interessante de termos três filosofias de design que funcionam em separado, mas cuja harmonia não é alcançada, apesar de fazer sentido. Então temos um mundo repleto de promessas, com uma narrativa auxiliada por vários atores que dão voz às personagens, bons valores de produção, arte sólida – ainda que um pouco cansativa devido à paleta de cores escura -, mas pouco memorável sempre que paramos de jogar e seguimos em frente.

A primeira identidade de Mandragora é a mais óbvia: RPG de ação. Num ambiente 2D, o título da Primal Game Studio comporta-se como uma mistura entre a exploração das zonas em busca de itens e recursos, intercalada por momentos de plataformas satisfatórios – sem surpresas, mas que requerem alguma navegação inteligente e leitura dos cenários para que possamos encontrar todos os segredos do jogo – e combates rápidos. O UI é tão familiar que parece ter saído diretamente de um RPG clássico, ainda que adaptado às particularidades do DualSense, na versão para PlayStation 5.

O ritmo de Mandragora mantém-se na recolha de loot, na criação e melhoria de equipamento e na busca por novas quests que nos levam a explorar as zonas principais e secundárias em “busca” dos conteúdos opcionais da campanha. É uma aventura sólida, no sentido em que as zonas complementam-se através de bons atalhos e uma escala mais reduzida nos seus biomas, mas aproveitando as suas particularidades para criar caminhos alternativos e tirar partido do seu minimalismo. Entre zonas principais, encontramos cidades e ainda o acampamento em Witch Tree, que serve como um HUB permanente para a nossa personagem, onde temos acesso a todas as opções de personalização, desde a criação de armaduras, armas, poções, mapas, magias, entre outros.

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Mandragora: Whispers of the Witch Tree (Primal Game Studio)

Como RPG de ação, a experiência mantém-se dentro dos moldes já conhecidos do género. O foco continua a ser a evolução por níveis, que aumentam os atributos da personagem – que é personalizável quando iniciamos a campanha, tal como a sua classe inicial –, e o desbloqueio de habilidades através de uma enorme e bastante variada skill tree. Entre níveis e novas habilidades, até com a possibilidade de assumirmos novas classes a partir do nível 25, temos diferentes armas e equipamentos para equipar que aumentam progressivamente os nossos parâmetros. No fundo, Mandragora é um RPG de ação com poucas surpresas nesta primeira parte da sua identidade, apresentando sistemas que funcionam tal como esperado e sem surpresas.

A segunda identidade do RPG da Primal Game Studio é a sua vertente soulslike. Talvez Mandragora seja mais RPG de ação do que propriamente um soulslike puro, mas as mecânicas estão presentes e foram deliberadamente implementadas para dar uma pitada de dificuldade a um jogo que seria muito mais acessível e até aborrecido sem elas. Então Mandragora mune-se dos clichés do costume, desde bonfires que podemos utilizar para evoluir a personagem e fazer fast travel, a perda de experiência sempre que somos derrotados – com a possibilidade de recuperarmos o que perdemos se conseguirmos voltar ao local onde morremos –, o combate ponderado e mais assente no desvio e defesa, e também nos bosses enormes e agressivos que se querem assumir como verdadeiras barreiras de progresso. A evolução e liberdade de personalização também são cunhos do género e Mandragora oferece opções suficientes para termos a liberdade de criar a personagem que quisermos.

No entanto, a dificuldade não é tão equilibrada como deveria ser, não só pela falta de algum feedback sonoro e visual, como os inimigos não apresentam uma AI desafiante ou variada, focando-se em ataques básicos e com pouco sentido de estratégia. A dificuldade nasce mais dos pontos elevados de vida e da sua resistência aos nossos ataques, do que propriamente de situações de combate que exigem mais da nossa destreza ou leitura dos cenários. O combate é quase sempre direto, “atacar até algo cair”, exigindo pouco do jogador, fora alguns momentos em que podemos tirar partido da distância e utilizar magias para controlarmos melhor os grupos de inimigos. Mas sentimos progressivamente mais este desequilíbrio na dificuldade, ao ponto de ataques inimigos tirarem metade da nossa barra sem qualquer explicação, quase como se as nossas armaduras não tivessem qualquer efeito – ainda mais se não seguirem pela via do cavaleiro de espada e escudo. A utilização de stamina também funciona em detrimento da jogabilidade, na minha opinião, e prejudica o ritmo dos combates ao obrigar a pausas constantes que nem sempre são eficazes devido à agressividade desmedida da inteligência dos inimigos.

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Mandragora: Whispers of the Witch Tree (Primal Game Studio)

A última identidade de Mandragora é quase inseparável do género soulslike quando adaptado para uma perspetiva sidescroller, até porque existem demasiados pontos em comum entre elas: metroidvania. A Primal Game Studio apresenta um mundo extenso interligado, repleto de atalhos e caminhos alternativos que criam uma rede conetiva entre as zonas principais, mas há também uma busca por novas habilidades únicas que desbloqueiam caminhos anteriormente inacessíveis. Desta forma, temos sempre um incentivo adicional para revisitarmos as zonas anteriores, não só porque podemos aceder a novas salas e caminhos, como sabemos que vamos encontrar novo loot ou então quests que nos permitirão conhecer melhor o mundo de Mandragora.

Apesar de tudo funcionar devidamente e sem grandes problemas, o foco numa arte mais negra e pouco variada, a lembrar demasiado um tom mais genérico de fantasia, retirou-me algum prazer na exploração e na descoberta de novas zonas. É tudo muito semelhante, monocromático, para se tornar convidativo ou passar ao jogador uma sensação de descoberta. Com fast travel sempre presente e com pontos de gravação constantes, a Primal Game Studio parece estar mais preocupada em garantir que podemos voltar e sair das zonas rapidamente do que criar oportunidades únicas de exploração e combate que tornem o backtracking mais empolgante ou até desafiante. Também não ajuda que as habilidades e ferramentas que desbloqueamos só podem ser utilizadas em pontos fixos dos cenários, e não têm qualquer utilidade na movimentação ou combate do jogo.

Mandragora: Whispers of the Witch Tree é um jogo com tripla personalidade, cujas partes funcionam entre si, mas nem sempre em total harmonia. Os sistemas RPG são suficientemente profundos para darem boas opções de personalização aos mais curiosos e loot que vos permitirá criar a melhor build para a vossa personagem, sem falar no sistema de crafting e skill tree. O combate é mais fácil e acessível do que esperava, mas o desafio está presente e existem momentos em que os inimigos se tornam em verdadeiros perigos devido aos seus números e posicionamento estratégico em campo; ainda que lhes falte uma AI mais apurada e criativa em combate. O mundo é extenso, interligado e repleto de baús escondidos e quests que nos levam a novas áreas, anteriormente inacessíveis, com habilidades que procuram melhorar a mobilidade e backtracking, mas Mandragora peca pela identidade visual e as zonas ganham muito em serem mais curtas para não se tornarem cansativas. No fundo, Mandragora: Whispers of the Witch Tree é um jogo dividido, com boas ideias, mas pouco memorável e apenas perfeito para sessões curtas de jogo.

Cópia para análise (PlayStation 5) cedida pela UberStrategist.

FlixBus reforça operação durante os dias do NOS Alive 2025

Parceria entre a FlixBus e o NOS Alive 2025 promove mobilidade sustentável com descontos e mais horários nas ligações a Lisboa, Sintra e Cascais.

A FlixBus volta a associar-se ao NOS Alive, desta vez como parceira oficial de mobilidade da edição de 2025. A colaboração visa facilitar o acesso ao Passeio Marítimo de Algés através de soluções de transporte mais económicas e ambientalmente responsáveis, promovendo o recurso ao transporte coletivo em detrimento do automóvel particular.

Durante os dias do festival, será reforçada a operação da FlixBus, com especial incidência nas ligações a partir de Lisboa, Sintra e Cascais. Estão previstos ajustes nos horários, sobretudo em períodos noturnos, de forma a garantir um regresso cómodo e seguro para quem optar por não pernoitar em Lisboa.

Os portadores de bilhete para o NOS Alive poderão usufruir de um desconto exclusivo de 20% em viagens domésticas na rede FlixBus, válido entre 6 e 18 de julho. Para beneficiar da redução, basta aceder ao site da campanha e obter o respetivo código promocional.

Tequila Espolòn estreia-se em Portugal no Lisbon Bar Show

A tequila Espolòn estreia-se em Portugal com apresentação no Lisbon Bar Show, trazendo duas referências produzidas nas Terras Altas de Jalisco, no México.

A tequila mexicana Espolòn chegou oficialmente ao mercado português, numa iniciativa promovida pela Empor Spirits em parceria com a Campari. A apresentação decorre no âmbito do Lisbon Bar Show, evento que assinala este ano a sua 10ª edição e que se afirma como um ponto de encontro relevante para os profissionais da hotelaria e da coquetelaria.

Produzida exclusivamente a partir de agave azul Weber, colhido manualmente nas Terras Altas de Jalisco, no México, Espolòn mantém-se fiel aos métodos tradicionais de destilação, integrando um forte vínculo à cultura mexicana. Em território nacional, a marca é introduzida com duas referências principais: Espolòn Blanco, uma tequila cristalina de perfil versátil; e Espolòn Reposado, envelhecida em barricas de carvalho ex-bourbon, cuja maturação confere maior profundidade e riqueza de sabor.

Mais do que um simples destilado, esta tequila distingue-se pela dimensão simbólica. As garrafas apresentam ilustrações inspiradas na obra do artista plástico José Guadalupe Posada, figura central do imaginário popular mexicano, com destaque para o galo, elemento que reforça o orgulho identitário e a ligação às raízes culturais que a marca procura valorizar a nível global.

O lançamento em Portugal inclui ainda uma masterclasse agendada para 21 de maio, pelas 15h10, conduzida por Julio Bermejo, responsável de bar do emblemático Tommy’s Mexican Restaurant, em São Francisco, nos Estados Unidos, e considerado uma das maiores autoridades mundiais em tequila. Nesse mesmo dia, entre as 22h e as 22h30, Bermejo estará também presente no bar Monkey Mash, em Lisboa, para um guest shift focado na versatilidade da Espolòn na criação do clássico cocktail Paloma.

Xiaomi 15 Ultra – Review: Ultra smartphone com ultra câmara

Com esta nova geração do seu modelo Ultra, a Xiaomi conseguiu corrigir quase todas as pequenas falhas do seu antecessor, elevando o Xiaomi 15 Ultra a um dos melhores fabricados pela marca.

Oficialmente anunciado na Mobile World Congress 2025, o Xiaomi 15 Ultra chegou ao mercado nacional no passado mês de março posicionando-se como o mais recente smartphone topo de gama da fabricante chinesa. E tal como nos outros anos, o equipamento foi desenvolvido em colaboração com a Leica na parte ótica, e com o contributo da Sony, que forneceu o seu impressionante sensor de uma polegada.

Xiaomi 15 Ultra 15
Xiaomi 15 Ultra

Já nas gerações anteriores se notava muitas diferenças entre o modelo Ultra e o seu “irmão” mais pequeno, e o mesmo acontece com o Xiaomi 15 Ultra, que é muito diferente do Xiaomi 15. Os dois apresentam designs diferentes, visíveis sobretudo na forma dos módulos fotográficos. O Xiaomi 15 Ultra assume um estilo claramente premium, ainda mais do que o modelo base. Em relação aos primeiros modelos da linha Ultra, a Xiaomi conseguiu um melhor equilíbrio de peso no equipamento. Já não se sente o “peso extra” do módulo fotográfico. Apesar de este continuar espesso, o novo acabamento e o anel decorativo que simula um anel de focagem ajudam a torná-lo visualmente mais discreto – e confesso que gostei muito dessa escolha. O manuseamento é agradável, já que o seu contorno é feito em alumínio reforçado, com uma ligeira saliência que envolve parcialmente a traseira — algo que já tínhamos visto no Xiaomi 14 Ultra.

Na frente, o design é mais convencional, com um ecrã ligeiramente curvo nas quatro bordas (2.5D). As margens são bastante finas. O painel OLED, com 6,73 polegadas e proteção Xiaomi Shield Glass, é resistente e oferece boa fidelidade de cores, com contrastes definidos. A taxa de atualização é adaptativa, variando entre 1Hz e 120Hz, e a definição WQHD+ garante uma densidade de 522 ppi. Em termos práticos, a diferença face a um ecrã Full HD+ não é sempre percetível, mas a qualidade geral é muito elevada. Não é o ecrã mais brilhante do mercado, mas durante os testes não verifiquei qualquer limitação.

A nível sonoro, o Xiaomi 15 Ultra mantém a configuração estéreo de dois altifalantes. O som é limpo e não distorce, mas continua a faltar profundidade nos graves, com tendência para os agudos. Para conteúdos multimédia, a qualidade é mais do que suficiente. Como seria de esperar, o equipamento conta com suporte para o Dolby Atmos.

Do lado do software, o Xiaomi 15 Ultra vem equipado com o Android 15 e a interface HyperOS 2.0. À primeira vista, as diferenças face à versão anterior são mínimas. Continuam presentes alguns elementos menos agradáveis, como notificações excessivas, aplicações pré-instaladas em demasia, publicidade e caixas de diálogo algo intrusivas. No entanto, após uma configuração inicial e a escolha de uma página principal com gaveta de aplicações, a experiência aproxima-se bastante da do Android puro — algo que me agrada bastante. Para quem prefere uma abordagem semelhante à do iPhone, com todas as aplicações no ecrã principal, essa opção também está disponível.

E como seria de esperar em 2025, as funcionalidades baseadas em inteligência artificial estão integradas, especialmente aquelas que são fornecidas pela Google através do Gemini. Mas nem todas as funcionalidades inteligentes foram fornecidas pela Google, já que a Xiaomi conta no seu portefólio muitas aplicações muito interessantes, onde as que mais se destacam são:

  • Notas: Resumo de IA, Layout por IA, Tradutor por IA
  • Galeria: AI Image Expander, AI Magic Eraser Pro, AI Movies, AI Editor
  • Gravador: Suporte transcrição de voz para texto, reconhecimento de orador, geração de resumos e tradução
  • Legendas de IA: Transcrição em tempo real, Tradução por IA
  • Intérprete de IA: Traduzir conversas em tempo real cara a cara, durante videochamadas ou chamadas telefónicas
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Em termos de desempenho, o Xiaomi 15 Ultra posiciona-se como um verdadeiro topo de gama, com o processador Snapdragon 8 Elite. Este SoC da Qualcomm já é bem conhecido e oferece mais potência do que a maioria dos utilizadores necessita no dia a dia. Jogos exigentes como Genshin Impact, COD Warzone Mobile ou Diablo Immortal são executados com fluidez total, mesmo a 120Hz.

A sua bateria conta com 5410mAh e apresenta um excelente desempenho. Em prática, estas características permitem um dia inteiro de utilização intensiva, embora longe dos dois dias ideais. Em standby notei também algum consumo mais elevado do que seria desejável, mas é provável que futuras atualizações de software tragam algumas melhorias nesse sentido. E quando é preciso carregar, esse é um dos seus pontos fortes: com fio, atinge os 90W, permitindo carregar dos 0 aos 100% em menos de uma hora; sem fios, o carregamento é igualmente impressionante, com 80W, bastando cerca de 50 minutos.

Xiaomi 15 Ultra 14
Xiaomi 15 Ultra

E como não podia deixar de ser, graças à parceria com uma fabricante de renome, a Xiaomi voltou a colocar a fotografia no centro das atenções. Embora o módulo fotográfico se assemelhe ao do modelo anterior, foram feitas alterações bem-vindas. O Xiaomi 15 Ultra integra um sensor principal Sony LYT-900 de 50MP (o mesmo do ano passado), desenvolvido em parceria com a Sony. Este sensor tem uma polegada de tamanho — considerado o mais pequeno dos grandes sensores no mundo da fotografia. E tal como nos modelos anteriores, é utilizado o sensor completo de 50MP, com fotos finais de 12,5MP através da tecnologia Pixel-Binning 4-em-1. Para além disso, este ano a abertura variável deu lugar a uma abertura fixa de f/1.6, mais estável e eficaz em diferentes distâncias focais.

No sensor ultra grande angular, temos um sensor de 50MP com abertura f/1.8. A primeira teleobjetiva também conta com 50MP, uma lente de 75 mm, zoom ótico de 3,2x e abertura f/1.8 — bastante luminosa para uma teleobjetiva. A maior novidade deste ano está na teleobjetiva periscópica, que agora conta com um sensor de 200MP, zoom ótico de 4,3x e abertura f/2.5, mantendo a boa luminosidade. Esta resolução elevada permite maior precisão ao utilizar zoom digital.

Com este conjunto, o Xiaomi 15 Ultra é um smartphone extremamente competente em fotografia e vídeo. O tratamento de cores da Leica continua a impressionar, mesmo que os puristas apontem alguma distorção de imagem. Fiquei particularmente satisfeito com os filtros Leica, como o famoso preto e branco, que tira excelente partido do sensor de 1 polegada, e em condições ideais de luz, os resultados são verdadeiramente impressionantes. Notei, no entanto, que o sistema pode ser um pouco sensível demais, levando a exposições inconsistentes em algumas situações. Ainda assim, o desempenho global é coerente entre todas as câmaras. O sensor ultra grande angular e as duas teleobjetivas produzem imagens detalhadas e nítidas. Só com zoom digital se nota a tendência da Xiaomi para acentuar a nitidez, o que pode resultar em imagens algo artificiais ou cores demasiado saturadas. O Xiaomi 15 Ultra é também um dos poucos smartphones que incentiva verdadeiramente à utilização do formato RAW. Os ficheiros têm uma faixa dinâmica mais ampla e são ideais para pós-processamento em programas como o Lightroom.

Na câmara frontal, não houve evolução em relação ao ano passado, mantendo o sensor de 32MP, que apresenta qualidade aceitável para selfies, com bons detalhes e contraste, mas está claramente abaixo do desempenho do conjunto traseiro. Nos meus testes, notei, por exemplo, algum excesso de nitidez, que é típico dos sensores mais pequenos. Já em vídeo, a Xiaomi volta a apresentar um excelente desempenho, com imagens nítidas e bem definidas. É possível filmar até 8K a 24FPS, embora esta funcionalidade tenha pouco impacto prático imediato. E a estabilização, que tem melhorado todos os anos, ainda fica ligeiramente atrás de alguns modelos líderes de mercado, mas numa utilização normal, não se notará nada de anormal.

Xiaomi 15 Ultra 1
Xiaomi 15 Ultra

Com esta nova geração do seu modelo Ultra, a Xiaomi conseguiu corrigir quase todas as pequenas falhas do seu antecessor. Este ano, apostou em pequenos desenvolvimentos, pelo que mudar de smartphone de uma geração para outra provavelmente não será justificado, mas ainda assim, o Xiaomi 15 Ultra é um verdadeiro sucesso. Obviamente, ainda conta com algumas pequenas falhas, mas estão mais relacionadas com o software do que com qualquer outra coisa, o que significa que a Xiaomi é capaz de corrigir esses aspetos.

Poderia ter mais alguns pontos menos positivos dignos de mencionar, mas felizmente não os tem, o que faz com que o Xiaomi 15 Ultra se atire para o top dos três melhores smartphones que temos no mercado, não sendo por acaso que custa 1299,99€. Não sei se ficará em 1º, 2º ou 3º, não me cabe a mim decidir isso já que tudo depende de gosto pessoal de cada um, mas este é garantidamente o melhor smartphone alguma vez fabrica pela Xiaomi e atualmente no mercado.

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Este dispositivo foi cedido para análise pela Xiaomi.

Wine Destination Portugal regressa em 2025 em Lisboa

Wine Destination Portugal regressa em novembro deste ano com foco em Lisboa, Setúbal e Tejo, promovendo experiências vínicas e networking com operadores globais.

Lisboa vai acolher a segunda edição do Wine Destination Portugal, um encontro internacional que, entre 10 e 15 de novembro de 2025, pretende reforçar o papel do enoturismo no panorama turístico nacional. Depois de uma estreia no Alentejo, a iniciativa ruma agora à capital e estende-se às regiões vizinhas de Setúbal e Tejo, num esforço de valorização conjunta dos territórios com tradição vínica e elevado potencial turístico.

Organizado pela Excelência de Portugal e pela plataforma Winexperiences.pt, o Wine Destination Portugal foi concebido como ponto de encontro entre produtores nacionais e operadores turísticos internacionais. A proposta assenta numa abordagem imersiva, que privilegia o contacto directo com o território através dos chamados Uncorking fam tours – visitas e experiências em adegas e quintas selecionadas, desenhadas para revelar a autenticidade da oferta enoturística portuguesa.

A edição inaugural do Wine Destination Portugal, em 2024, contou com a participação de 30 operadores internacionais provenientes de mercados como o Brasil, Estados Unidos, Reino Unido, Polónia, Espanha e Dubai. Durante o evento, os participantes tiveram a oportunidade de conhecer projetos de referência no Alentejo, entre os quais se destacaram a Malhadinha Nova, Torre de Palma, L’and Vineyards e os hotéis da cadeia Vila Galé. Para 2025, está prevista a presença de um novo grupo de buyers, criteriosamente selecionados com base no seu potencial de integração de Portugal enquanto destino enoturístico nas suas respetivas ofertas.

A base logística desta nova edição será o Hotel Dolce Campo Real, em Torres Vedras. A partir deste ponto, os fam tours irão percorrer as principais zonas de produção vínica das regiões de Lisboa, Setúbal e Tejo. Estão já confirmados dois momentos de networking em contexto vínico, promovidos pela Adega Mãe e pela Quinta da Boa Esperança, que irão acolher experiências destinadas a facilitar o contacto direto entre produtores e operadores convidados.

TikTok apresenta AI Alive para criar vídeos a partir de fotos

AI Alive é a nova ferramenta do TikTok que converte fotos em vídeos dinâmicos com IA, disponível nas Stories. Todos os vídeos são identificados como tendo sido criados com recurso à IA.

O TikTok lançou uma nova funcionalidade chamada AI Alive, integrada nas Stories da aplicação, que permite transformar fotografias estáticas em vídeos dinâmicos e imersivos. Tudo com recurso à inteligência artificial, claro.

A funcionalidade está disponível exclusivamente através da câmara das Stories. Ao selecionar uma fotografia, surge o ícone do AI Alive na barra lateral da página de edição e, a partir daí, os utilizadores pode aplicar movimento, efeitos atmosféricos e sonoros à imagem, criando pequenos vídeos a partir de conteúdos estáticos.

Este é a primeira funcionalidade do TikTok, baseada em inteligência artificial, que permite a conversão direta de imagens em vídeo dentro da própria aplicação. Os conteúdos criados com AI Alive podem ser visualizados nos feeds Para ti e A seguir, bem como no perfil de cada utilizador.

Antes de o vídeo final ser disponibilizado ao criador, tanto a imagem original como o texto associado à geração por IA são analisados por sistemas automatizados. Após essa fase, é feita uma verificação final antes da publicação. Como em qualquer outro conteúdo, os utilizadores mantêm a possibilidade de reportar vídeos que considerem violar as regras da plataforma.

Para garantir total transparência, todos os vídeos produzidos com AI Alive são identificados como gerados por inteligência artificial. Estes conteúdos incluem ainda metadados C2PA, que permitem a sua identificação mesmo quando partilhados fora da aplicação.

The Mirror: está a chegar a Lisboa um novo festival de música eletrónica repleto de grandes nomes

A localização do The Mirror ainda é secreta, mas o dia já se sabe: 14 de junho.

Lisboa está prestes a receber um novo evento de música eletrónica. Falamos de The Mirror, um festival produzido pela produtora de renome internacional It is What It Is, e que promete ser o seu maior evento musical ao ar livre, no entanto a localização de é ainda secreta. The Mirror acontece a 14 de junho, entre as 12 e as 23 horas.

O cartaz, por sua vez, já é conhecido, e conta com três grandes nomes da cena eletrónica mundial. Saídos diretamente do festival Coachella, nos Estados Unidos, chegam a Lisboa no próximo mês a dupla suíça Adriatique, Mau P, alter ego de Maurice West, e Arodes, DJ e produtor espanhol, cabeças de cartaz de uma noite que vai também contar com Martim Rola, Eduard e Panches.

Não só de música é feito o The Mirror. O festival terá “um sistema de som de alta qualidade e uma programação inesquecível, enriquecida ainda com performances ao vivo, instalações artísticas e intervenções visuais“.

Os bilhetes para uma noite repleta de afro house, techno e house music já estão à venda.

Burger King chegou finalmente à Figueira da Foz

Com este novo restaurante Burger King na Figueira da Foz, a marca gerou 30 novos postos de trabalho diretos.

Burger King reforçou este mês a sua presença em Portugal com um novo restaurante na Figueira da Foz, o primeiro na zona. Situado na Avenida Professor Dr. Bissaya Barreto, o restaurante conta com uma área de 350 m2 e apresenta-se ao serviço com o Home Delivery, quiosques de autoatendimento, sistema de refill de bebidas e Wi-Fi gratuito.

Os clientes deste novo espaço podem encontrar o menu completo da marca, incluindo o icónico Whopper nas suas versões tradicional, vegetariana e sem glúten, além de edições limitadas como o Whopper Spicy ou o Stacker. Para complementar a refeição, estão disponíveis diversas opções de snacks e sobremesas. As crianças também têm um espaço dedicado, com o Playking e as surpresas do Menu King Jr., que incluem brindes temáticos como os Smurfs e as tradicionais coroas da marca.

Quanto ao horário de funcionamento, é das 11h30 às 00h, sendo que o serviço Drive Thru está disponível até à 01h de segunda a quinta-feira e até às 02h às sextas-feiras e domingos.

Referir ainda que esta nova abertura gerou também 30 postos de trabalho diretos.

Idris Elba e John Cena são Heads of State, o novo filme de comédia e ação da Prime Video

Heads of State estreia a 2 de julho e é uma comédia de ação realizada por Ilya Naishuller.

A Prime Video revelou o trailer do novo filme original Heads of State, a nova comédia de ação da plataforma que tem estreia marcada para 2 de julho.

Em Heads of State, vemos uma aliança, no mínimo, inusitada entre John Cena e Idris Elba, respetivamente Will Derringer, Presidente dos Estados Unidos da América e Sam Clarke, Primeiro-Ministro britânico. Entre eles há uma rivalidade pouco amigável e pública, mas que deve ser posta de lado ao serem forçados a confiar um no outro “quando se tornam  alvo de um poderoso e implacável adversário estrangeiro, que se revela um adversário acima das forças de segurança dos dois líderes“.

Esta comédia de ação conta ainda com Priyanka Chopra Jonas, no papel de Noel Bisset, uma agente do MI6. O elenco fica completo com Paddy Considine, Stephen Root, Carla Gugino, Jack Quaid e Sarah Niles.

O filme, que combina sequências de ação em ritmo acelerado e acrobacias criativas com uma grande dose de nostalgia, é realizado por Ilya Naishuller (Hardcore Henry, Nobody) e produzido por Peter Safran e John Rickard. Marcus Viscidi, Josh Appelbaum, André Nemec, John Cena e Idris Elba são produtores executivos.

United Airlines inaugura voo direto entre Faro e Nova Iorque, o primeiro da história

United Airlines lança o primeiro voo direto entre Faro e os EUA, ligando o Algarve a Nova Iorque/Newark com quatro frequências semanais.

A ligação aérea direta entre Faro e os Estados Unidos é agora uma realidade. A United Airlines estreou um serviço sazonal sem escalas entre o aeroporto da capital algarvia e o seu principal hub em Nova Iorque/Newark, com operação prevista quatro vezes por semana. Trata-se da primeira vez que uma companhia aérea estabelece esta rota, posicionando a United como a única operadora a assegurar voos diretos entre o sul de Portugal e os EUA.

A nova ligação Faro–Nova Iorque será assegurada por aviões Boeing 757-200, com capacidade para 176 passageiros. A bordo, os passageiros terão acesso às três classes disponíveis da companhia: United Polaris, Economy Plus e Economy. A cabine Polaris, destinada ao segmento executivo, aposta no conforto com assentos que reclinam totalmente, kits de conveniência e uma oferta de refeições melhorada. Na classe Economy Plus, os passageiros beneficiam de espaço adicional para as pernas e de uma localização privilegiada na cabine, o que permite um desembarque mais rápido. Já na classe económica, está incluído um serviço completo de refeições, bebidas variadas e um sistema de entretenimento individual, disponível na maioria das aeronaves.

Com esta nova rota, a transportadora norte-americana amplia a sua presença em território português, onde já opera ligações diárias durante todo o ano entre Lisboa e Nova Iorque/Newark, bem como voos quase diários para Washington D.C. A rede inclui ainda serviços sazonais do Porto e de Ponta Delgada para Nova Iorque, e, a partir de 8 de junho de 2025, passará a incluir também o Funchal.

A United passa, assim, a oferecer mais voos entre Portugal e os Estados Unidos do que qualquer outra transportadora norte-americana, operando a partir de cinco aeroportos portugueses. No total, a companhia disponibilizará, neste Verão, cerca de 800 voos diários de e para 140 destinos internacionais, dos quais 32 não são servidos por nenhuma outra companhia aérea dos EUA.

Calema, Da Weasel e Plutonio fazem a festa em Portimão na quarta edição do Festival Mar Me Quer

O cartaz completo do Mar Me Quer já foi revelado. Acontece entre 13 e 15 de agosto e os bilhetes estão disponíveis a partir de 15€.

O Festival Mar Me Quer está de regresso a Portimão este verão. De 13 a 15 de agosto, a Zona Ribeirinha de Portimão volta a ser palco de três dias onde a música, a sustentabilidade e a cultura são as protagonistas. E o cartaz completo desta que é a quarta edição do festival já foi revelado.

O primeiro dia do Mar Me Quer (13 de agosto) vai contar com I love Baile Funk, Dillaz e Calema. Seguem-se Deejay Rifox, Bispo e Da Weasel (com data anunciada desde o ano passado) a 14 de agosto, e o festival fecha a 15 de agosto com Insert Coin, Soraia Ramos e Plutonio.

A sustentabilidade e a consciência ambiental são, novamente, pontos altos do festival, e a decoração é feita por artistas plásticos com recurso a materiais reciclados recolhidos do mar. “O Festival Mar Me Quer representa um investimento estratégico na promoção cultural e turística da região. Acreditamos no Algarve como um palco de experiências únicas, e este festival é exemplo disso mesmo, música, arte e
sustentabilidade de mãos dadas
“, afirma André Sardet, promotor do festival.

Os bilhetes já estão disponíveis online e nas bilheteiras físicas habituais. Os bilhetes diários estão disponíveis por 15€ (dias 13 e 15) e por 25€ (14 de agosto). Já o passe geral para os três dias tem um custo de 58€. Existem ainda passes combinados: para os dias 13 e 14 ou 14 e 15 de agosto por 37€; e para os dias 13 e 15 por apenas 25€.

A Minisforum prepara-se para lançar a sua nova workstation compacta, a Minisforum MS-A2

A Minisforum MS-A2 é a mais recente mini workstation da marca, disponível a partir de 689€, com entregas previstas para junho.

A Minisforum está prestes a lançar a MS-A2, uma workstation de formato compacto dirigida a profissionais que trabalham com virtualização, desenvolvimento de software ou produção de conteúdos digitais. O modelo apresenta uma estrutura reduzida (196 × 189 × 48 mm) e inclui especificações orientadas para cenários de utilização exigentes, mantendo opções de expansão e conectividade avançada.

Com um modelo base que recorre a um AMD Ryzen 9 7945HX, destaca-se o modelo de topo que integra o AMD Ryzen 9 9955HX, com 16 núcleos e 32 threads, frequência máxima de 5,4 GHz e 64MB de cache L3. Em ambas as soluções, a memória é compatível com DDR5 até 96GB a 5200MHz, em dois canais. O armazenamento é distribuído por três slots M.2 NVMe, com suporte para PCIe 4.0 x4 e possibilidade de adaptação para U.2. Já a estrutura interna inclui ainda uma ranhura PCIe 4.0 x16 (com largura de banda x8), permitindo a instalação de placas adicionais, como controladoras ou GPUs de baixo consumo.

minisforum ms a2 specs
Minisforum MS-A2 – Características

A nível de rede, o equipamento dispõe de duas portas SFP+ de 10Gbps e duas portas Ethernet RJ45 de 2.5Gbps, todas com controladores Intel. Integra o módulo Wi-Fi 6E incluído e pode ser substituído por um módulo Wi-Fi 7 através da interface M.2. Quanto à saída de vídeo, a MS-A2 oferece uma porta HDMI 2.0 e duas USB-C com DisplayPort 2.0, permitindo ligações a múltiplos ecrãs.

De acordo com os dados técnicos em comunicado e por publicações especializadas, como a Virtualization Howto, este modelo regista um desempenho multithread cerca de 60% superior ao MS-01, a versão anterior da mesma gama. As utilizações referidas incluem a execução de ambientes de testes locais com Proxmox, Kubernetes ou Docker, bem como tarefas de produção associadas a renderização 3D e edição de vídeo. A configuração de rede permite também a implementação de soluções como laboratórios domésticos ou sistemas de armazenamento em rede.

A MS-A2 está disponível a partir de 689€ (versão barebone, sem RAM, armazenamento ou processador) ou 859€ com 32GB de RAM e SSD de 1TB. As primeiras unidades deverão começar a ser entregues a partir de junho.