Rubies in the Rubble: O melhor ketchup do Reino Unido chegou a Portugal

Rubies in the Rubble, o ketchup premiado no Reino Unido, estreia-se em Portugal com produção nacional e foco na sustentabilidade.

A marca Rubies in the Rubble, distinguida pelo The Sunday Times como o melhor ketchup do Reino Unido, estreou-se no mercado português com exclusividade nas lojas El Corte Inglés em Lisboa e Gaia. Esta novidade destaca-se por ser produzida com tomate 100% nacional, cultivado e processado pela Casa Mendes Gonçalves, na região da Golegã.

O ketchup apresenta uma fórmula diferenciada, que dispensa o açúcar refinado e utiliza puré de maçã e pêra para adoçar, aproveitando assim frutas que, por serem excedentes ou imperfeitas, seriam descartadas. Esta opção resulta num produto com menor teor de açúcar e melhor valor nutricional, sem comprometer o sabor característico.

Esta iniciativa da empresa insere-se numa lógica de sustentabilidade, tendo já evitado o desperdício de quase mil toneladas de alimentos e a libertação de mais de 800 toneladas de dióxido de carbono. A marca assume-se, por isso, como uma referência na produção alimentar que alia qualidade a uma abordagem responsável.

Quanto a preços, o El Corte Inglés está a vender uma embalagem de 485gr deste ketchup por 2,49€, embora o PVP seja de 4,19€ por embalagem. A marca também vende maionese vegan.

Lyca Mobile lança eSIM físico em lojas com ativação imediata por QR Code

A Lyca Mobile disponibiliza o eSIM físico em centros comerciais, lojas e aeroportos em Portugal, com ativação instantânea através de código QR, facilitando o acesso a turistas e residentes.

A Lyca Mobile passou a disponibilizar o seu eSIM em formato físico, que pode agora ser adquirido em vários pontos de venda no país, incluindo centros comerciais, lojas de telecomunicações e aeroportos. Esta nova forma de distribuição permite a ativação imediata do serviço através de um código QR, simplificando o processo e eliminando a necessidade de espera ou contacto com o apoio ao cliente.

Lançado inicialmente em exclusivo no canal digital em agosto de 2023, o eSIM da operadora rapidamente conquistou uma grande adesão por parte dos consumidores, representando atualmente cerca de 70% das vendas online da marca. Face à crescente procura, a empresa decidiu alargar a oferta ao canal físico, disponibilizando a solução em mais de cinco mil retalhistas através de um sistema dedicado de ponto de venda (POS).

A chegada do eSIM físico ao mercado tradicional responde às necessidades de diferentes perfis de utilizadores, desde turistas que procuram uma ligação móvel prática e imediata ao chegar a Portugal, até residentes interessados numa alternativa eficiente às soluções convencionais. A embalagem do produto, apresentada em português e inglês, foi concebida para facilitar a sua utilização por um público diversificado.

Post Trauma – Review: O verdadeiro terror é a desilusão

Depois de vários anos de espera, Post Trauma está finalmente disponível no PC e consolas, mas o que poderia ser uma sólida homenagem ao género de terror é antes um conjunto de escolhas dececionantes que só nos fazem respeitar ainda mais os clássicos survival horrors.

Nos últimos meses, as minhas introduções têm sido um padrão. Não só admito que estão a ficar mais longas, expandindo-se ocasionalmente para uma página inteira, como ganhei o hábito de contextualizar ideias, partilhar detalhes pessoais e analisar com afinco o género dos videojogos para construir um ponto de partida para o meu texto. No caso de Post Trauma, o plano envolveria um certamente olhar sobre o género de terror, com foco nos survival horror, já que o título da RED SOUL GAMES, lançado para PC e consolas, é muito inspirado nos grandes nomes do género. Depois dessa apresentação seria importante apresentar casos semelhantes, títulos produzidos por estúdios independentes, com inspirações fortes no género e que também procuraram emular a emoção, jogabilidade e até narrativa de séries como Resident Evil e Silent Hill. No entanto, depois de terminar Post Trauma e desbloquear os dois finais disponíveis, eu não tenho qualquer tipo de vontade em deambular por longas introduções que só atrasariam a verdade que me custa a engolir: este jogo dececionou-me a um ponto completamente inesperado.

A vida de crítico não é difícil. Não é comparável ao desgaste físico de um construtor civil ou ao desafio emocional de um professor que tem de educar uma turma de 30 ou 40 alunos, mas há algo intrínseco e único à profissão de crítico que apenas é sentida e compreendida na totalidade por quem se senta em frente ao PC e escreve os seus pensamentos e apreciações sobre algo que viu, ouviu, jogou ou cheirou. A dor de escrever sobre algo dececionante, o desconforto em deambular pelo texto enquanto procuramos as palavras certas e tentamos objetivar o que é muito subjetivo, é uma longa e real dor de cabeça quando nos vemos perante um videojogo que, para nós, falha todos os alvos e dá-nos as experiências que mais temendo: aborrecimento, passividade, desdém.

No caso de Post Trauma, cujo desenvolvimento segui nas redes sociais, com uma antecipação e curiosidade que não escondo – lado a lado com nomes do género, como Crow Country ou Hollow Body -, a desilusão foi um lânguido e desconfortável arrepio na espinha que ficou progressivamente mais impossível de ignorar. Durante a passagem pelo hospital, naquela que é a segunda grande zona de Post Trauma – e uma clara homenagem a Silent Hill e ao seu intemporal Brookehaven Hospital –, eu fui obrigado a admitir que não me estava a divertir. Post Trauma não é assustador, a história não é interessante ou envolvente, com Roman, o protagonista, a ser das personagens menos carismáticas que já presenciei no género, onde o mistério é confundido com a ausência de propósito, cadência narrativa ou até bom senso para criar mais uma narrativa com elementos psicológicos, onde mais uma vez temos uma personagem que ignora o seu passado traumático, onde os temas de culpa e da sua aceitação minam o mundo e estrutura de um videojogo que podia ter sido muito mais do que aquilo que é. Quando a ilusão se desmoronou e o que ficou foi um aborrecido survival horror, cujos rasgos de qualidade dissipam-se ao longo da campanha – a direção de arte é ocasionalmente interessante, mas a forma como constroem a narrativa visual não é coesa ou sequer convidativa à interpretação –, não podia evitar mais a conclusão que pairava sobre mim: Post Trauma não é um bom jogo.

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Post Trauma (RED SOUL GAMES)

Os problemas não se restringem à narrativa, são muito mais profundos do que isso. O primeiro problema, e talvez o mais desculpável – já que se trata da crítica mais pessoal que posso fazer –, é a ausência de um mapa. Com uma estrutura semelhante a Silent Hill, onde as zonas são representadas por corredores e salas que se confundem entre si, cada uma necessária para a resolução de um puzzle ou para descoberta de um item essencial, a ausência do mapa é irritante. Post Trauma utiliza muito a escuridão para criar uma sensação de pavor no jogador, mas quando os cenários são tão idênticos e a leitura dos mesmos é prejudicada por má iluminação – ao ponto da lanterna ser um empecilho ao dificultar a nossa visão devido aos reflexos em campo –, um mapa podia cortar no backtracking constante. Sem essa opção, a exploração torna-se exaustiva e repetitiva, onde uma porta pode ficar perdida entre objetos decorativos devido à falta de feedback visual ou melhores opções de UX para colmatar as falhas de perspetiva. Os mapas só estão disponíveis nos próprios cenários, uma tentativa diegética por parte da RED SOUL GAMES, mas que não funciona como era esperado. De facto, a leitura dos cenários é tão má que Post Trauma acaba por ser um excelente exemplo da importância da tinta amarela nos videojogos e de outros auxiliares visuais no que toca à visibilidade dos jogadores.

A experiência clássica dos survival horror não é, afinal, o foco de Post Trauma e elementos basilares do género, como a gestão do inventário e a tensão nos combates, não são sentidos ao longo da campanha. Os confrontos são esporádicos, repletos de mau feedback e hit boxes, com inimigos aborrecidos e sem um pingo de criatividade, e é mais fácil e até mais satisfatório evitar as criaturas e contorná-las em campo do que engajar com o sistema de combate. Os recursos são tão fáceis de encontrar que temos sempre balas suficientes para eliminar as criaturas com facilidade, até os confrontos com bosses, onde apenas dois deles envolvem um confronto físico direto. Na verdade, Post Trauma é mais um jogo de aventura com puzzles que tem ocasionalmente um momento mais tenso ou assustador, acabando por surpreender na forma como constrói alguns dos puzzles em prol da sua narrativa.

Post Trauma não está desprovido de ideias e existem ocasiões onde vemos a tentativa de injetar algo novo à jogabilidade. Por exemplo, Post Trauma apresenta três tipos de câmara: third person, first person e over the shoulder. A primeira câmara é a mais utilizada ao longo da campanha, com ângulos pré-definidos, mas também com alguns movimentos de câmara que acompanham a personagem. A segunda é restrita aos trechos de história com Carlos, a segunda personagem que controlamos, e funcionam quase como a jogabilidade de Resident Evil VII: biohazard, mas sem opções de combate. Por fim, a câmara over the shoulder é a mais estranha das três e só aparece em dois momentos da campanha: durante uma secção de labirinto, que não só é fácil de navegar, como esconde poucos segredos nos seus corredores; e no boss final. Não compreendo o propósito desta última câmara, talvez seja uma alusão aos atuais jogos de terror, como o mais recente Silent Hill 2 ou até à série The Evil Within. Será Post Trauma uma tentativa de emular todos os estilos que compõem o género de terror, desde a câmara pré-definida à perspetiva na primeira pessoa? Se é esse o objetivo, respeito a tentativa, mas sou obrigado a concluir que a RED SOUL GAMES fez muito pouco com o conceito e com as mecânicas.

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Post Trauma (RED SOUL GAMES)

O sistema de combate, como já indiquei indiretamente, é outra faceta problemática na jogabilidade de Post Trauma. Não só os confrontos são maioritariamente descartáveis e fáceis de evitar, como os movimentos de Roman, a colisão de objetos e os padrões de ataque não são satisfatórios. Existem várias armas disponíveis, desde um martelo à famosa shotgun, mas nenhuma tem impacto no sistema de combate. Por exemplo, a utilização da pistola e shotgun não requer mira e Roman dispara para onde está virado. Num videojogo com ângulo definidos, onde a personagem está quase sempre distante, é difícil determinar se estamos na mesma direção das criaturas. É muito fácil falhar um disparo e ficarmos invulneráveis, e são estes os momentos que nos convencem que não devemos interagir com o combate. Para ajudar, as animações também são insatisfatórias, com loops estranhos e até amadores, e a utilização de um sistema de stamina, que influencia até a corrida das personagens, não cria tensão ou momentos únicos em combate.

Post Trauma é uma deceção depois de anos de espera. Aquele que foi, em tempos, considerado como um dos exemplos máximos do género, uma possível esperança para as produções independentes no que toca aos títulos survival horror, acabou por ser um exemplo dos perigos destas homenagens sentidas, mas equivocadas. Fora alguns elementos visuais, Post Trauma pouco me satisfez ou cativou. Alguns puzzles foram divertidos de solucionar, requerendo alguma navegação e leitura dos cenários, mas o combate, exploração, interpretações vocais, alterações de perspetiva, performance técnica, até a banda sonora não foi memorável, apesar dos esforços quase herculanos em imitar o estilo de Akira Yamaoka. É uma memória para esquecer e arquivar algures no fundo do cérebro, nem que seja para afastar o medo de me desapontar novamente com os estúdios independentes e as suas tentativas falhadas em homenagear os tempos áureos do género. Tenho mais respeito por aqueles que procuram algo novo, nem sempre com os resultados mais sólidos, do que estas tentativas em criar algo suficientemente familiar, mas sem um pingo da alma ou personalidade.

Cópia para análise (PlayStation 5) cedida pela Raw Fury.

Parque Warner Madrid apresenta novos espetáculos para este verão

O Parque Warner Madrid estreia novas atracções este verão, incluindo espetáculos noturnos, um musical ambientado nos anos 50 e a primeira celebração da Semana do Orgulho.

O Parque Warner Madrid prepara-se para uma temporada de verão marcada por um conjunto de novidades que visam enriquecer a experiência dos visitantes. Com um alinhamento renovado de espetáculos, celebrações temáticas e propostas visuais de grande impacto, o parque apresenta-se como um dos principais destinos de entretenimento da capital espanhola nos meses mais quentes do ano.

Entre 1 de julho e 31 de agosto, o parque estreia um novo espetáculo noturno junto ao lago, intitulado Justice League: Rise of the Penguin. Nesta produção, que recorre a efeitos visuais de grande escala – como drones, projeções em cortinas de água e acrobacias com flyboards -, o vilão Pinguim tenta conquistar Gotham através da hipnose. A narrativa centra-se na ação conjunta de heróis como Batman, Wonder Woman e Aquaman, que se unem para travar os planos do antagonista. Esta nova encenação substitui o anterior Aquaman Nighttime Spectacular, integrando tecnologia de ponta para criar uma experiência imersiva.

Além disso, e pela primeira vez na sua história, o Parque Warner Madrid vai assinalar a Semana do Orgulho, entre 30 de junho e 6 de julho. O evento contará com decoração temática em todo o recinto, uma seleção especial de produtos, atuações ao vivo e animações dirigidas a diferentes públicos. Entre os destaques estão a atuação da Drag Queen Sharonne, zonas de maquilhagem gratuitas para os mais novos e encontros com personagens Looney Tunes em versões adaptadas para a ocasião. O tradicional desfile de encerramento será reformulado e apresentado sob o nome Superstars of Pride Parade, prometendo encher o parque de cor e animação.

No Teatro Hollywood, estreia o novo musical Rockin’ Blues, ambientado nos anos 50. A peça acompanha a história de um jovem aspirante a estrela do rock, cuja ascensão ao estrelato o afasta da família e da amiga de infância. A narrativa, marcada por conflitos interiores e momentos de introspeção, é acompanhada por uma banda sonora que recria os grandes êxitos da época, num ambiente musical nostálgico e vibrante.

Também o território temático Old West Territory apresenta uma nova proposta cénica. As novas aventuras do Old Creek Saloon, em cena entre 31 de maio e setembro, acompanha o proprietário de um saloon que tenta recuperar os tempos de glória, enfrentando uma quadrilha de assaltantes. Trata-se de um espetáculo que combina dança e música ao vivo, inserido no universo do faroeste, e que convida os visitantes a mergulharem nesse imaginário.

No que respeita ao merchandising, o Parque Warner Madrid lançou uma nova colecão de artigos exclusivos. Entre os produtos disponíveis contam-se t-shirts, canecas temáticas, peluches dos icónicos personagens Looney Tunes, artigos inspirados no novo filme do Superman e uma edição especial do jogo de tabuleiro Monopoly, concebida especificamente para o parque. Estes e outros produtos estarão à venda nas lojas do recinto.

Os bilhetes para o Parque Warner Madrid estão disponíveis aqui.

Action inaugura primeira loja no Algarve antes do final de maio

A Action abre muito em breve uma loja de 1.033 m² em Portimão, reforçando a sua presença nacional com 28 novos postos de trabalho e uma oferta de seis mil produtos a preços acessíveis.

Tal como já tínhamos avançado, a Action prepara-se para abrir a sua primeira loja no Algarve. Quando ficámos a saber da novidade, não sabíamos exatamente quando é que este espaço em Portimão seria inaugurado… até hoje. A cadeia de retalho acaba de divulgar que chega ao sul do país no próximo dia 29 de maio, dia em que é inaugurado o Nova Vila Retail Park em Portimão.

Com uma área de 1.033 m2, a nova loja situar-se-á na Rua dos Custódios. Esta nova unidade segue a mesma fórmula que tem marcado a operação da Action: disponibiliza cerca de seis mil artigos organizados em 14 categorias – entre as quais se incluem brinquedos, utensílios para o lar, jardinagem, bricolage e alimentação – com um preço médio inferior a 2€. Semanalmente, são introduzidos 150 novos produtos no portefólio.

Sofia Mendoça, diretora-geral da empresa no país, sublinha que a abertura em Portimão representa mais um passo no crescimento da marca e destaca o papel das equipas, fornecedores e parceiros no desenvolvimento da operação nacional.

A Action tem procurado alinhar a sua expansão com metas de sustentabilidade ambiental, estando a implementar medidas para reduzir as emissões associadas às suas atividades. Todas as lojas utilizam iluminação LED e foram eliminadas as ligações à rede de gás. Os critérios ambientais também se estendem à cadeia de abastecimento: todo o algodão utilizado nos produtos de marca própria provém de fontes sustentáveis, com 99% obtido através do programa Better Cotton e o restante de produção biológica. No caso da madeira, 100% é proveniente de florestas certificadas pelo FSC ou PEFC. Desde 2022, todo o cacau incluído nos produtos da marca própria é certificado pelo selo Fairtrade.

A Action Portimão será a 16ª loja da empresa em Portugal e funcionará todos os dias entre as 09h e as 21h. Para assegurar o funcionamento deste novo espaço, a empresa recrutou 28 trabalhadores. Em breve, a Action chegará também à região de Setúbal, com uma loja na Moita.

Começa hoje a Semana dos Produtos do Dia a Dia da Amazon

Até 27 de maio, a Semana dos Produtos do Dia a Dia da Amazon promete descontos de até 35% em milhares de artigos necessários para o dia-a-dia.

A Amazon vai lançar, pela primeira vez em Portugal, a Semana dos Produtos do Dia a Dia, uma campanha promocional que decorrerá já a partir das 23h de hoje, dia 20 de maio, e até às 22h59 de 27 de maio. Durante este período, estarão em destaque milhares de artigos considerados essenciais no quotidiano doméstico, com descontos que podem atingir os 35%. Entre as marcas abrangidas pela iniciativa encontram-se nomes como Dodot, Gillette, Colgate, NESCAFÉ Dolce Gusto, Neutrogena e Sanex.

A campanha abrange diversas categorias associadas ao consumo diário, como Saúde e Bem-Estar, Mercearia, Higiene e Beleza, com produtos destinados a diferentes necessidades familiares – desde fraldas e escovas de dentes até café ou comida para animais. O objetivo, segundo a empresa, passa por facilitar o reabastecimento de bens de uso frequente, concentrando as ofertas num único período e numa única plataforma.

Os consumidores poderão acompanhar as promoções em tempo real através de funcionalidades disponíveis na plataforma da Amazon, incluindo alertas de ofertas personalizadas e notificações associadas a listas de desejos. Estas ferramentas permitem aos utilizadores saber de imediato quando os produtos que costumam consultar ou que têm guardados entram em promoção.

A responsável pela operação da Amazon em Portugal, Inês Ruvina, destaca que este novo evento procura responder a uma necessidade identificada entre os clientes: a de aceder rapidamente a produtos essenciais, muitas vezes adquiridos com urgência. Sublinha ainda a conveniência de reunir, numa só campanha, artigos de primeira necessidade a preços mais acessíveis.

Embora todas as encomendas efetuadas durante este período estejam disponíveis para qualquer utilizador, os clientes com subscrição Prime beneficiam de condições de entrega mais vantajosas. Nomeadamente, podem usufruir de entregas gratuitas e aceleradas, com prazos que, em muitos casos, não ultrapassam os dois dias úteis. As entregas podem ainda ser feitas em casa, em cacifos da Amazon ou nos pontos de recolha da rede dos CTT.

Huawei FreeBuds 6 – Review: Ousados e muito confortáveis

Os Huawei FreeBuds 6 são uma excelente opção para quem procura um bom par de auscultadores sem fio abaixo dos 140€.

Os FreeBuds 6 são a mais recente adição ao crescente catálogo de auscultadores da Huawei. Estes auscultadores true wireless chegam sem grandes mudanças em termos de design, mas contam com algumas melhorias interessantes. Tal como os seus antecessores, os Huawei FreeBuds 6 são promovidos como auscultadores de encaixe aberto (“open-fit”). O que significa que não incluem pontas de silicone que selam os canais auditivos, permitindo que o som se mantenha parcialmente aberto ao ambiente exterior. Para além disso, são muito idênticos aos anteriores FreeBuds 5. E se visualmente pouco mudou, por dentro, encontramos melhorias no cancelamento ativo de ruído (ANC), na qualidade sonora e na conectividade Bluetooth.

Os FreeBuds 6 mantêm o habitual acabamento em plástico num processo NCVM único, semelhante ao que se encontra nos AirPods e noutros auscultadores modernos. Os próprios auscultadores (mas não a caixa de carregamento) beneficiam ainda de certificação IP54 de resistência à água, o que significa que sessões de treino intensas não deverão danificá-los. As hastes mais largas tornam mais prático o controlo por gestos: é possível deslizar o dedo para cima ou para baixo para ajustar o volume, ativar o ANC ou rejeitar chamadas mantendo o toque. Já um duplo toque reproduz ou pausa a música. Incluídas estão, também, pontas auriculares de silicone com design pouco convencional, que ajudam quem tem ouvidos maiores a encontrar um encaixe confortável (eu não precisei de as utilizar).

Internamente, os FreeBuds 6 chegam com melhorias face ao seu antecessor. O ANC de encaixe aberto da Huawei promete adaptar o cancelamento de ruído ao formato e tamanho únicos de cada ouvido. Apesar de ser difícil comprovar, o sistema de três microfones parece, de facto, proporcionar melhor isolamento em comparação com a geração anterior. A autonomia também melhorou (ainda que continue abaixo da média para auscultadores sem fios), com até seis horas de reprodução com o ANC desativo. Com o ANC ativo, o tempo de reprodução desce para cerca de 3,5 horas. A caixa de carregamento armazena carga suficiente para mais seis recargas, oferecendo até 36 horas de utilização no total. O carregamento ultra-rápido está presente — bastam cinco minutos de carga para garantir até duas horas de reprodução. Há ainda suporte para carregamento sem fios via tecnologia Qi, ideal para quem prefere uma experiência totalmente livre de cabos.

Os FreeBuds 6 contam com Bluetooth 5.2, permitindo que smartphones e tablets emparelhem dois dispositivos em simultâneo. Basta abrir a caixa de carregamento para surgir um aviso de ligação automática no smartphone, computador ou tablet compatível, facilitando a alternância entre dispositivos. Os graves são mais acentuados do que nos FreeBuds 5, e é possível reproduzir sons realmente baixos. A resposta de frequência é anunciada como ultra-ampla e adaptada ao ouvido do utilizador, conforme o ajuste, o formato das orelhas e o volume. Embora difícil de comprovar na prática, esta promessa é, ainda assim, bem-vinda. A inclusão dos codec LDAC de alta resolução, e o L2HC 4.0 da Huawei, é especialmente atrativa para audiófilos que procuram conforto. E para quem tem equipamentos que não suportam LDAC ou L2HC, os FreeBuds 6 também são compatíveis com os codecs Bluetooth AAC e SBC… e já que falamos em compatibilidade, o iOS, Android, Windows, macOS, Linux, e todos os outros sistemas operativos são suportados.

Huawei FreeBuds 6
Huawei FreeBuds 6

De acordo com a Huawei, o design destes FreeBuds 6 passaram por dezenas de milhares de simulações ergonómicas para alcançar um conforto superior. O facto de os ter utilizado durante várias horas seguidas em diversas ocasiões prova, na prática, essa promessa. A cabeça dos auscultadores é suficientemente grande para se encaixar confortavelmente entre no ouvido, mas não ao ponto de provocar atrito. Para além disso, é geralmente mais difícil sofrer fadiga auditiva ao utilizar auscultadores de encaixe aberto. Não ser necessário introduzi-los diretamente no canal auditivo reduz bastante a pressão dentro do ouvido. Nem sequer é necessário realizar um teste de ajuste (e a aplicação AI Life nem sequer o oferece), visto que o formato dos FreeBuds 6 é, por norma, fácil de utilizar e permanece fora do canal auditivo.

Este tipo de auscultadores é também ideal para quem aprecia vocais e instrumentos mais agudos. Em ambientes silenciosos, considerei a qualidade sonora dos FreeBuds 6 bastante agradável. Ao ouvir Brothers In Arms, de Mark Knopfler, a guitarra e os vocais destacavam-se claramente na mistura. Pratos soavam nítidos sem serem agressivos, enquanto o baixo oferecia uma tonalidade clara e bem definida. Isto é possível porque os Freebuds 6 são os primeiros auriculares semi-abertos do mercado com Dual-Driver True Sound System, e os primeiros a suportar a transmissão sem perdas de 2,3Mbps. Para além isso, conta com um sistema que aumenta o fluxo de ar e reduz a resistência do diafragma durante a vibração. O resultado é um campo sonoro satisfatório, e a inclusão do codec sem falhas L2HC 4.0, da Huawei, melhora ainda mais essa experiência. Quem tiver um smartphone compatível poderá usufruir de uma taxa de bits quase sem perdas, com suporte para ficheiros de música de alta resolução.

A aplicação complementar da Huawei, AI Life, oferece funcionalidades bastante úteis para melhorar a experiência sonora. A mais relevante será o equalizador personalizável de 10 bandas. Os utilizadores podem ajustar as frequências no entanto, apenas é possível guardar até três predefinições personalizadas. Para quem preferir soluções prontas a usar, há quatro predefinições integradas: padrão, reforço de graves, reforço de agudos e realce de vozes. Pessoalmente, achei que o reforço de graves não só tornava o baixo e o bombo mais presentes, como também dava mais destaque à guitarra. O reforço de agudos torna os pratos algo agressivos em certas faixas, mas melhora a presença da guitarra elétricas. A predefinição de vozes é excelente para podcasts e discursos, proporcionando maior clareza. De um modo geral, estas predefinições aproximam-se muito das minhas expectativas, especialmente em comparação com as opções oferecidas por aplicações concorrentes.

Os controlos por toque são extremamente intuitivos nos FreeBuds 6. A ausência de funcionalidade com um único toque evita interrupções acidentais quando se está a colocar os auscultadores — algo que me acontece frequentemente com os Pixel Buds. As hastes alargadas facilitam bastante o gesto de toque, pois são suficientemente largas para se encontrarem facilmente. O gesto de deslizar é agradável de utilizar e os auscultadores pausam automaticamente a música quando são retirados. Ao recolocá-los, ouve-se um sinal sonoro de dois tons que indica que a reprodução será retomada. Existe também uma notificação de voz que diz “cancelamento de ruído ativado/desativado” consoante a ação.

Uma funcionalidade interessante destes auriculares é a possibilidade de os controlar através de movimentos da cabeça, conhecidos como Head Motion Control. Pode parecer algo muito futurista, mas um simples aceno ou abanão com a cabeça pode atender ou rejeitar uma chamada telefónica. Depois de ativada a funcionalidade, o movimento de “não” com a cabeça rejeita uma chamada, e o de “sim” atende-a. E tudo funciona muito bem. Se, no início, tudo parece difícil de interiorizar, a verdade é que, passadas apenas algumas chamadas, os movimentos tornam-se intuitivos. O mesmo aplica-se ao balançar da cabeça para passar para a música seguinte, por exemplo no Spotify.

Sou também fã da caixa de carregamento com formato de ovo. Para além de ter um design apelativo, adapta-se bem à mão e pesa agradáveis 45g. O acabamento mate evita marcas de impressões digitais e parece ser resistente a riscos. A traseira achatada facilita o transporte no bolso. A tampa abre e fecha com um estalido satisfatório. Existe ainda uma ligeira força magnética que mantém os auscultadores no lugar quando se abre a caixa, embora menos intensa do que em outros FreeBuds. O LED frontal é muito útil, indicando o nível de bateria ao abrir o estojo: luz verde para carga acima de 90%, laranja entre 20% e 40%, e vermelha abaixo de 20%. O botão de emparelhamento está facilmente acessível do lado direito da caixa, com a porta USB-C localizada na parte inferior.

Por fim, a qualidade do microfone. Como acontece com a maioria dos auscultadores sem fios, o som captado é bom, com uma clara melhoria em relação ao seu antecessor, e nos testes mostraram-se mais eficazes em ambientes ruidosos. Para esta análise, fiz um teste no interior de um comboio em movimento. A minha voz foi audível no início, bem como o som do comboio em movimento, e pouco depois, a supressão de ruído entrou em ação, tornando o som externo quase impercetível — embora também tenha cortado parte da minha voz no final. A qualidade não é perfeita, mas está acima da média em comparação com outros modelos no mesmo segmento.

Para quem procura um par de auscultadores com encaixe aberto, os Huawei FreeBuds 6 são uma opção realmente convincente. Oferecem uma maior autonomia do que os seus antecessores, bem como cancelamento ativo de ruído (ANC) ainda mais eficaz em ambientes ruidosos por 159€ (no site oficial da marca conseguem um desconto de 20€ ficando por 139€, mas somente até 29 de junho). O equalizador ajustável de 10 bandas disponível na aplicação AI Life é também um recurso essencial. Combinados com um desempenho sonoro agradável e um driver dinâmico potente, estes auscultadores são uma excelente adição ao seu conjunto de acessórios de áudio.

O suporte para codecs como L2HC e LDAC acrescenta ainda mais entusiasmo a esta proposta, e os audiófilos que anteriormente tinham dificuldades com auscultadores intra-auriculares poderão finalmente encontrar conforto nos FreeBuds 6. Apesar do design arrojado, estes auscultadores são inegavelmente confortáveis. As hastes são extremamente fáceis de utilizar, com gestos simples prontamente reconhecidos. Contudo, estes auscultadores não aparentam ser para todos. O facto de serem abertos, em vez de selarem o canal auditivo, não pode ser ignorado. Pessoalmente, considero que por vezes o nível de fuga sonora dos FreeBuds 6 é excessivo. As vozes, em particular, nem sempre são suficientemente atenuadas pelo ANC, e provavelmente isso nem é defeito, mas sim feitio, e o facto de pessoalmente utilizar muitas vezes auriculares in-ear, leva-me a fazer este apontamento, que a meu ver é o único ponto “menos positivo”.

Recomendado - Echo Boomer

Este produto foi cedido para análise pela Huawei.

Luísa Sonza regressa a Portugal com concertos em Lisboa e no Porto

Luísa Sonza atua em Lisboa e no Porto nos dias 31 de outubro e 1 de novembro, com dois concertos que revisitam os maiores momentos da sua carreira.

A artista brasileira Luísa Sonza está de regresso a Portugal para dois concertos agendados para o final de outubro e início de novembro. Lisboa e Porto são as cidades escolhidas para acolher os espectáculos que revisitam os momentos mais emblemáticos do seu percurso musical.

As atuações terão lugar a 31 de outubro, no Sagres Campo Pequeno, em Lisboa, e a 1 de novembro, na Super Bock Arena, no Porto. Em palco, Luísa Sonza apresentará um alinhamento que atravessa várias fases da sua carreira, com destaque para os temas que a consolidaram como uma referência na cena musical.

O repertório inclui canções que conquistaram o público dentro e fora do Brasil, como “Braba”, “Modo Turbo”, “Toma”, “Penhasco” e “Chico”, para além de “Sagrado Profano”, uma das faixas mais marcantes da artista. Entre os temas mais recentes, salienta-se “Motinha 2.0”, que alcançou posições cimeiras em vários países, incluindo Portugal.

Com mais de 4,9 mil milhões de streams nas plataformas digitais, Luísa Sonza tem vindo a reforçar a sua presença no panorama internacional, sustentada por colaborações com artistas como Dennis DJ e Emilia. Quanto aos bilhetes, estão disponíveis nos locais habituais a partir de 35€ para Lisboa e 45€ para o Porto.

Flair. Nova plataforma entrega vestuário e calçado ao domicílio em menos de duas horas

A Flair estreia-se em Lisboa com entregas em duas horas e um modelo digital pensado para modernizar o retalho de moda local, sem custos iniciais.

A cidade de Lisboa acolhe, a partir de 1 de junho, o lançamento oficial da Flair, uma plataforma digital portuguesa focada no retalho de moda. A proposta distingue-se pela promessa de entregas em menos de duas horas, ausência de custos de adesão para os comerciantes e um modelo operacional concebido para eliminar obstáculos logísticos aos retalhistas.

A iniciativa pretende responder a um dos principais desafios enfrentados pelas lojas de moda locais: a dificuldade em transitar para o canal digital. A Flair surge como uma solução integrada, fornecendo não apenas tecnologia e infraestrutura logística, mas também alcance digital, sem comprometer a identidade própria de cada loja. O modelo inclui integração direta com sistemas de ponto de venda, sincronização automática de inventário e gestão de todo o processo pós-venda.

Além do suporte tecnológico, a Flair assume também a componente de comunicação, promovendo campanhas digitais, ações com criadores de conteúdo e presença ativa nas redes sociais. Durante o período de lançamento, as lojas aderentes beneficiam de dois meses de utilização gratuita da plataforma.

Do lado do consumidor, a proposta destaca-se pela conveniência e rapidez: entregas em até duas horas por 3,45€, devoluções sem custos e reembolsos céleres. A plataforma posiciona-se como um espaço onde é possível aceder a uma seleção curada de moda, combinando a gratificação imediata tradicional do comércio físico com a comodidade do online.

O projecto arranca com o apoio de mais de 50 marcas, incluindo nomes como Gardenia, Sanjo, Imago, NOSSA Concept Store, Be On Time, Otherwise, Wayz, NAE, Tema, Mariano Shoes, Sky Walker e Maray.

A operação logística é assegurada em parceria com os CTT e a Avenidas, possibilitando entregas rápidas na área de Lisboa, com planos de expansão já definidos para o Porto, Madrid, Barcelona e Sevilha até ao final de 2026.

Já podemos comprar o Roborock Saros Z70 com braço articulado

Se alguma vez pensaram em ter um aspirador robô com um braço que apanha objetos espalhados pelo chão, então o Roborock Saros Z70 é a solução para os vossos problemas.

Foi em janeiro deste ano, a propósito da CES 2025, que a Roborock apresentou ao mundo o primeiro aspirador inteligente de limpeza com um braço para ajudar a apanhar objetos, o Roborock Saros Z70. Na altura, não se sabia bem quando seria lançado, mas a verdade é que este produto já está disponível em Espanha… o que significa que já o podemos comprar.

O Roborock Saros Z70 é o modelo mais avançado da gama e incorpora o sistema OmniGrip, um braço articulado de cinco eixos integrado no corpo do equipamento. Com apenas 7,98 cm de altura, o aspirador consegue operar em zonas de difícil acesso, mantendo o braço recolhido durante o funcionamento normal. Este pode, no entanto, ser ativado automaticamente para remover pequenos objetos do chão – como toalhitas, papéis, meias ou chinelos com peso inferior a 300 gramas – e pode também ser controlado manualmente através da aplicação da marca.

A navegação é assegurada pelo sistema StarSight 2.0, que substitui os habituais sensores a laser por um conjunto de câmaras RGB com inteligência artificial e sensores 3D baseados em tecnologia ToF (tempo de voo), permitindo a detecção e categorização de até 108 objetos distintos no ambiente doméstico.

A complementar este sistema, o Roborock Saros Z70 inclui o VertiBeam, um laser lateral vertical que reforça a capacidade de deteção de obstáculos em ângulos baixos, especialmente útil na limpeza em redor de cabos, pernas de móveis ou superfícies irregulares.

Roborock Saros Z70

Em termos de desempenho, o aparelho atinge uma potência de sucção de 22.000 Pa, funcionando eficazmente em diferentes tipos de pavimento. Conta com uma escova principal FreeFlow e uma escova lateral FlexiArm Riser, cuja elevação automática evita emaranhamentos. As mopas rotativas duplas elevam-se quando necessário, impedindo a propagação de sujidade entre áreas húmidas e secas.

A estrutura do Roborock Saros Z70 ajusta-se automaticamente em altura graças ao sistema AdaptiLift, o que permite superar desníveis até 4 cm, incluindo carpetes de pêlo médio ou alto e obstáculos como pés de cadeira em forma de U.

O aspirador inclui ainda a Base Multifuncional 4.0, que permite carregar o equipamento em apenas duas horas e meia, efetuar lavagem das mopas com água a 80 ºC e proceder à remoção automática das mesmas quando se ativa o modo exclusivo de aspiração.

A pensar nos lares com animais de estimação, o Roborock Saros Z70 integra funcionalidades específicas como o reconhecimento de presença animal, paragem automática da limpeza quando detecta movimento próximo, realização de chamadas de vídeo e localização do animal com a função Search for the Pet. A câmara incorporada no OmniGrip pode também captar imagens durante a limpeza através da funcionalidade Pet Snaps.

A nova aplicação Roborock oferece um controlo mais detalhado, graças ao sistema SmartPlan 2.0, que ajusta automaticamente as rotas, a potência de aspiração e a quantidade de água consoante as características da divisão e os hábitos do utilizador. A app permite ainda configurar quando e como o braço OmniGrip deve ser ativado.

No que toca à conectividade, o Roborock Saros Z70 pode ser ativado por voz e é compatível com assistentes como Alexa, Google Home e Apple Siri. Suporta ainda integração com o protocolo Matter 1.4 e oferece widgets para acesso rápido a rotinas personalizadas.

O Roborock Saros Z70 tem um PVP de 1.799€, mas está com um ligeiro de desconto de 100€ até quinta-feira, dia 22 de maio.

A Getac prepara-se para anunciar o primeiro PC Copilot+ robusto do mundo

O Getac B360 Plus será anunciado no próximo dia 22 de maio.

A Getac Technology realizará o Getac Innovation Day 2025 em Taipé, no dia 22 de maio, em paralelo com a Computex Taipei. O evento reunirá parceiros globais de tecnologia da informação e da cadeia de abastecimento para apresentar inovações em inteligência artificial aplicadas a setores que operam em ambientes desafiadores.

Durante o encontro, a empresa destacará quatro áreas principais de aplicação de inteligência artificial: computadores robustos, serviços públicos, manufatura e segurança pública. O foco será mostrar como as soluções da empresa podem reduzir custos, otimizar processos e apoiar decisões estratégicas por meio de tecnologias resistentes e inteligentes. E um dos lançamentos centrais será o Getac B360 Plus, o primeiro PC Copilot+ totalmente robusto do mundo. Equipado com recursos avançados de inteligência artificial e uma Unidade de Processamento Neural capaz de realizar até 48 biliões de operações por segundo, o dispositivo será voltado para profissionais que atuam em condições extremas, como defesa, segurança pública e indústria. O lançamento comercial está previsto para o terceiro trimestre de 2025.

Outros equipamentos, como o portátil S510 e o tablet Android ZX80, também estarão em exibição, reforçando a linha de produtos projetados para aplicações com IA. A solução Getac Assist será apresentada como ferramenta de colaboração remota em campo, permitindo suporte técnico em tempo real com especialistas.

As aplicações práticas de inteligência artificial incluem inspeções automatizadas em serviços públicos, monitorização fabril com reconhecimento de imagem e suporte a decisões em segurança pública com dispositivos móveis e comandos de voz. As demonstrações mostrarão como a tecnologia pode antecipar falhas, melhorar a segurança e agilizar respostas em ambientes de alta exigência.

Nova viagem ao passado futurista da Renault: eis o Renault 4 (Primeiras impressões)

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O icónico Renault 4 ganhou nova vida na Ericeira. E nós fomos descobri-lo em primeira mão.

Foi para os lados da Ericeira que a Renault deu a conhecer internacionalmente mais um dos seus modelos mais icónicos: o Renault 4, aqui na versão E-Tech. E o Echo Boomer teve oportunidade de experimentar o modelo juntamente com outros colegas da área.

Com a mesma plataforma do 5, a Renault decidiu ir ao baú buscar o 4, que foi um modelo que deu bastante que falar no passado. Este novo modelo é ligeiramente mais alto e mais confortável que o 5, oferecendo mais espaço para as pernas dos passageiros traseiros.

Ainda que a plataforma seja a mesma do 5, a AmpR small <1500kg, o Renault 4 ganhou mais 8 cm entre eixos, o que se traduz naturalmente num veículo maior, com capacidade de oferecer mais espaço interior que o 5. Outro dos destaques é a sua bagageira de 420L e com uma distância ao solo de 60cm, o que facilita bastante ao carregar e transportar volumes de media dimensão. Para além desta capacidade de bagageira, temos ainda a possibilidade de transportar objetos com um comprimento máximo de 2.2m, tal como uma prancha de surf, por exemplo.

Quanto ao painel de bordo, é aquele que pode ser encontrado a bordo de qualquer modelo da marca, pelo que temos aqui um painel de bordo TFT de 7’’ polegadas e um sistema de multi-entretenimento de 10.1’’ polegadas. No entanto, é possível encontrar alguns pormenores interessantes, tais como o LED do Renault 4 e a lombada almofadada, elementos que acabam por transmitir um toque tanto futurista, como premium.

Indo agora ao ensaio de estrada, percebe-se que houve um claro investimento no conforto a pensar sobretudo nas famílias, e menos a pensar em agilidade na condução. Um dos grandes responsáveis pelo conforto é, certamente, a disponibilidade da suspensão multi links num veículo de segmento como o Renault 4, o que ajuda claramente a proporcionar uma viagem em médias longas distâncias de qualidade bastante boa.

Outra das tecnologias a destacar é a presença do one pedal neste modelo, algo que permite conduzir este carro usando apenas o pedal de acelerador e reduzir bastante o uso dos travões para situações de abrandamento, ou até de paragem do veiculo.

Quanto a médias, do que conseguimos perceber num percurso urbano e extra-urbano de cerca de 100km, registámos a media de 11,8kwh/100, consumo bastante bom para um veículo elétrico de segmento B. Vendo agora o poder de aceleração, este Renault 4 consegue atingir dos 0km/h aos 100km/h em 8.2 segundos e ir dos 80 km/h aos 120km/h em 6.4 segundos, o que acaba por estar dentro dos valores de aceleração do segmento B elétrico.

Já as motorizações oferecidas pela Renault são a Urban de 120cv (90kwh), conjugada com uma bateria de 40kwh com autonomia de 308km WLTP ,ou então a Comfort de 150cv (110kwh), com uma bateria de 52kwh para 409km WLTP. Em qualquer das opções escolhidas, temos sempre à disposição um carregador AC de 11kW bidirecional e um carregador DC que atinge os 100kW. Bidirecional? Sim, uma vez que este veículo é dotado da tecnologia Veichle-to-load (V2L), que carrega periféricos ou dar luz a um grelhador até 3500W, e da tecnologia Veichle-to-grid (V2G), que fornece energia elétrica a uma habitação (apenas disponível em França).

Num futuro próximo, a Renault 4 terá também a opção de vir com o extra de virtual key, que possibilitará a abertura do veículo usando para isso o próprio smartphone ou, até, partilhar a chave com mais um smartphone.

Quanto a valores, o Renault 4 está atualmente disponível nas versões Evolution, Techno e Iconic, podendo ser desde já encomendado num concessionário Renault por um preço a começar nos 29.500€ na versão de 120cv Evolution, e acabando nos 37.000€ na versão 150cv Iconic. Brevemente será também possível efetuar a aquisição deste modelo com um teto abrível de lona, à semelhança do que encontrámos no passado na clássica 4L.

A Microsoft disponibilizou uma atualização de emergência para o Windows 10

A ultima atualização do Windows 10 chegou com graves problemas para os utilizadores com equipamentos com processadores da Intel.

A Microsoft lançou uma atualização não programada para o Windows 10. A atualização que chega identificada com o KB5061768 resolve um problema grave com o BitLocker em sistemas baseados em Intel, causado pela atualização anterior, a KB5058379. Essa falha afeta os computadores com Intel Trusted Execution Technology (TXT) da 10ª geração.

A Microsoft está a responder de forma rápida aos relatos de utilizadores cujos sistemas ficaram presos num ciclo de recuperação do BitLocker. A nova atualização já se encontra disponível para download no Catálogo do Microsoft Update, com os números de compilação 19044.5853 (Windows 10 21H2) e 19045.5853 (Windows 10 22H2).

Em termos práticos, a atualização corrige um erro que levava o Serviço de Subsistema de Autoridade de Segurança Local (LSASS) a encerrar inesperadamente. Isso originava um processo de reparação automática que, por sua vez, solicitava a chave de recuperação do BitLocker. A Microsoft recomenda a instalação imediata desta atualização, especialmente aos utilizadores de sistemas afetados que ainda não instalaram a atualização de maio de 2025 (KB5058379). Podem consultar todos os detalhes da atualização aqui.

22 anos depois, Pingo Doce volta a ter loja online

Significa, portanto, que o Mercadão, marketplace detido pela Glovo, vai fechar até ao final do verão após o final da parceria com o Pingo Doce.

Em 1998, quando boa parte da população ainda nem tinha acesso à Internet, o Pingo Doce arriscou demasiado e estava à frente do seu tempo ao lançar o primeiro supermercado online de Portugal. Cinco anos depois, em 2003, essa loja online foi encerrada precisamente devido à fraca afluência dos portugueses.

Foi preciso esperar por 2018, ou seja, 15 anos depois, para que os produtos do Pingo Doce pudessem ser adquiridos novamente online, mas com um twist: apenas através do Mercadão, marketplace detido pela Glovo. Agora, essa parceria chega ao fim, uma vez que o Pingo Doce passou novamente a contar com um canal próprio de vendas online.

“Embora a colaboração com o Mercadão tivesse sido uma incursão nas vendas online que nos possibilitou dar acesso a compras com comodidade, percebemos que dar aos nossos clientes uma plena experiência online de compra no Pingo Doce não seria possível com recurso a terceiros”, disse Francisco Soure, diretor de Inovação e Digital do Pingo Doce, ao ECO, que avançou com a informação em primeira mão.

Será, portanto, o adeus ao Mercadão, sete após o início desta parceria com o Pingo Doce. O único senão é que, e para já, as entregas online a partir do site oficial do Pingo Doce só se fazem nas zonas de Lisboa e Porto, embora o objetivo seja levar as encomendas a todo o país num curto espaço de tempo.

Naturalmente, continuará a ser possível fazer compras de produtos Pingo Doce através da app da Glovo. O que chega mesmo ao fim é o Mercadão, que deixará de estar operacional até ao final do verão.

TAP lança voo direto Lisboa–Los Angeles com quatro frequências semanais

A TAP inaugurou uma nova rota entre Lisboa e Los Angeles, com até quatro voos semanais. A ligação reforça a presença da companhia nos EUA.

Lisboa passou a contar com uma ligação aérea direta à cidade de Los Angeles, através de voos operados pela TAP Air Portugal. Esta nova rota para a costa oeste dos Estados Unidos representa mais um passo na expansão da transportadora portuguesa no mercado norte-americano, sendo assegurada por aeronaves Airbus A330-900, com capacidade para 298 passageiros.

A operação arranca com três voos semanais – às terças, sextas e domingos – e, a partir de 26 de maio, será acrescentada uma quarta frequência, aos sábados. As partidas de Lisboa estão agendadas para as 09h55, com chegada a Los Angeles às 14h40, após um percurso de 12 horas e 45 minutos. No sentido inverso, os voos partem de Los Angeles às 16h40 e aterram em Lisboa às 12h do dia seguinte, com uma duração de 11 horas e 20 minutos. As tarifas de ida e volta têm início nos 679€.

Com a inclusão de Los Angeles na sua rede, a TAP passa a oferecer voos diretos de Lisboa para oito destinos nos Estados Unidos: Nova Iorque, Newark, Boston, Miami, Washington DC, São Francisco, Chicago e agora Los Angeles. A partir do Porto, a companhia já operava ligações para Newark e, desde esta semana, também para Boston.

Está ainda prevista, a partir de 3 de junho, a introdução de uma escala na ilha Terceira, nos Açores, num dos voos semanais entre Lisboa e São Francisco (à terça-feira). Esta alteração cria uma nova ligação direta entre os Açores e a Califórnia, com o objetivo de melhor servir a expressiva comunidade açoriana residente nos EUA.

Wells em Setúbal fica gigante e passa também a vender perfumes

Resta saber o que acontecerá ao atual espaço da Wells em Setúbal, uma vez que ficará vazio e pronto para receber outra insígnia da Sonae.

Quem vive em Setúbal e tem por hábito visitar o Continente Modelo Setúbal, localizado na Estrada de Algeruz, decerto terá reparado em várias obras no edifício. Por exemplo, este Continente recebeu recentemente aquela que é, até ver, a única loja ZU na cidade de Setúbal. E já na semana passada surgiu no mesmo edifício o conceito Cozinha Continente, que substituiu a Bagga.

Mas esta não é a única novidade. É que, na próxima quinta-feira, dia 22 de maio, abre uma nova Wells no Continente Modelo Setúbal. E não é um espaço qualquer, até porque, e a partir dessa data, surgirá como um novo espaço de perfumaria, saúde e ótica, seguindo a lógica que tem vindo a ser aplicada noutras lojas Wells. Além disso, a loja será enorme, bem maior do que atual, uma vez que ocupa o espaço deixado livre há vários meses pela Worten, que se mudou para o retail park ali ao lado.

Neste momento, a loja Wells no Continente Modelo Setúbal está fechada, portanto terão de aguardar pelo dia 22 de maio para visitar o novo espaço. E com isto, surge uma dúvida: uma vez que o atual espaço da Wells ficará livre, qual será a marca Sonae a surgir no edifício?

Cozinha Continente chegou a Setúbal

Este é o sétimo restaurante Cozinha Continente em Portugal, que reforça o seu compromisso em oferecer uma experiência culinária diversificada e acessível.

Foi em 2022 que o Continente inaugurou o conceito Cozinha Continente, com um primeiro restaurante em Vila Real. E o mote ficou estabelecido desde logo: levar as receitas de sempre e de amanhã, feitas hoje com ingredientes escolhidos a dedo por quem anda há anos a conhecer os melhores produtores de Portugal.

Depois, à medida que o tempo foi passando, a Cozinha Continente chegou a mais locais: Viseu (Galeria do Continente Viseu), Centro Comercial Continente Telheiras e, já no final do ano passado, o conceito surgiu no Centro Comercial Continente Amadora RioSul Shopping, no Seixal.

Pois bem, há agora novos espaços Cozinha Continente no país, ambos inaugurados em maio. Um dos espaços abriu portas em Loulé, no Continente Loulé, ocupando o espaço onde outrora existia a Bagga. O mesmo aconteceu em Setúbal, no Continente Modelo Setúbal, onde a Bagga deu lugar ao restaurante Cozinha Continente.

Cozinha Continente

No fundo, pode-se dizer que a Bagga foi absorvida, pois falamos de espaços que não só servem pequenos-almoços e outros produtos de pastelaria, como também belíssimas refeições.

Contas feitas, a Cozinha Continente tem agora sete espaços no país, reforçando o seu compromisso em oferecer uma experiência culinária diversificada e acessível. Com uma oferta pensada para todas as horas do dia, o restaurante destaca-se pelos sabores genuínos da gastronomia portuguesa, acompanhados por grelhados de carne e peixe preparados em forno a carvão, saladas frescas e pizzas feitas em forno de lenha. Tudo isto com preços atrativos, a partir de 4,90€.

Todas as receitas seguem os princípios da dieta mediterrânica, privilegiando ingredientes frescos e de elevada qualidade, sem aditivos artificiais como corantes, conservantes ou intensificadores de sabor. A marca aposta também em produtos sazonais e de origem nacional, sublinhando o seu compromisso com a sustentabilidade e o apoio à economia local.

Além dos restaurantes, a oferta do Cozinha Continente está disponível em formato take-away, à venda em porções individuais ou familiares nos balcões das lojas Continente, Continente Modelo e Continente Bom Dia, bem como na plataforma Continente Online.

Já podemos salvar as pizzas da Telepizza através da Too Good To Go

Parceria entre Telepizza e Too Good To Go já evitou o desperdício de mais de 4.000 refeições em Portugal, promovendo consumo sustentável.

Quem tem uma Telepizza perto de onde vive e usa a Too Good To Go, é bem provável que já se tenha deparado que, desde há umas semanas, passou a ser possível evitar o desperdício de pizzas. Na verdade, a colaboração entre as empresas teve início a 12 de março e, desde então, mais de 4.000 embalagens de comida – conhecidas como Surprise Bags – foram resgatadas por utilizadores da aplicação. A iniciativa tem como objetivo combater o desperdício alimentar, oferecendo produtos em perfeitas condições de consumo que, de outra forma, seriam descartados.

Estas Surprise Bags – que podem incluir pizzas individuais ou familiares – estão disponíveis nas lojas aderentes por valores entre os 2,99€ e os 7,99€, permitindo aos consumidores adquirir refeições completas a preços reduzidos, enquanto contribuem para evitar o desperdício de alimentos aptos para consumo. Até ao momento, já são 12 os estabelecimentos da marca, distribuídos entre o Norte, Centro e Sul do país, a disponibilizar refeições através da plataforma.

A aplicação permite que estabelecimentos do setor alimentar disponibilizem, a preços acessíveis, produtos excedentes do dia. A proposta é simples: dar uma nova oportunidade a alimentos que, estando em boas condições, não foram vendidos durante o dia, contribuindo assim para um modelo de consumo mais sustentável e circular.

Esta parceria entre a Telepizza e a Too Good To Go junta-se a outras iniciativas que, nos últimos anos, têm vindo a ganhar expressão em Portugal. Num contexto em que as questões ambientais assumem um papel cada vez mais central, gestos como evitar o desperdício de uma refeição podem representar uma mudança com impacto real.

Celeiro inaugura nova loja em Alverca

O Celeiro abriu a sua 55.ª loja nas Galerias do Auchan em Alverca do Ribatejo. A nova unidade junta-se às recentes inaugurações em Coina e Benfica.

O Celeiro abriu no passado dia 17 de maio uma nova loja em Alverca do Ribatejo, totalizando agora 55 espaços em funcionamento em território nacional. A nova unidade está localizada nas Galerias do Auchan de Alverca e insere-se na estratégia de expansão que a insígnia tem vindo a desenvolver ao longo dos últimos anos.

O espaço disponibiliza uma ampla variedade de produtos de origem natural, que vão desde alimentação biológica, frutas e legumes frescos, vinhos selecionados e suplementos alimentares, até uma oferta de cosmética natural. Existe igualmente uma secção dedicada a artigos destinados ao público infantil, adaptados às suas necessidades específicas.

A loja conta ainda com um bar e restaurante, onde são servidas refeições preparadas com foco no equilíbrio nutricional. Em alternativa, os clientes podem optar por soluções de take-away, concebidas para responder às exigências do dia-a-dia, como almoços ou lanches.

Esta é a terceira abertura do Celeiro em 2025, sucedendo às inaugurações em Coina e Benfica, reforçando o objetivo da marca em alargar a sua presença em diferentes zonas do país.

O horário de funcionamento é das 09h às 22h, de domingo a quinta-feira, e das 09h às 23h às sextas-feiras, sábados e vésperas de feriado.

Hotel M’AR De AR Muralhas renova quartos e reforça ligação ao património de Évora

O M’AR De AR Muralhas renova a sua oferta com novos quartos e suítes, preservando a identidade histórica no centro de Évora.

O hotel M’AR De AR Muralhas, situado no centro histórico de Évora – cidade classificada como Património Mundial pela UNESCO – iniciou uma nova etapa de desenvolvimento com uma renovação significativa da sua oferta de alojamento. Esta intervenção insere-se na estratégia de expansão do grupo M’AR De AR e marca um momento simbólico, à medida que se aproxima o 30.º aniversário da unidade.

Os quartos foram alvo de uma remodelação profunda, com a introdução de novas tipologias e um design adaptado às exigências atuais dos hóspedes. O projeto procura conjugar conforto e modernidade com o respeito pela herança arquitectónica e cultural do edifício, mantendo intacta a identidade do hotel e a ligação ao carácter da região.

A nova configuração inclui 85 quartos duplos e seis suítes, aos quais se juntam agora quartos comunicantes, quartos triplos, suítes familiares e uma versão renovada da Suíte Real. Todos os espaços foram redesenhados para oferecer maior versatilidade, funcionalidade e conforto, sem comprometer a traça original nem os elementos distintivos que caracterizam o Muralhas. A Suíte Real, em particular, destaca-se por uma decoração renovada e pela introdução de mobiliário e equipamentos que elevam a experiência de estadia a um novo patamar.

Inspirado na paisagem e identidade histórica da região, o novo design preserva elementos emblemáticos do hotel, como os padrões florais, as paletas cromáticas suaves e o recurso a materiais naturais, numa homenagem subtil à tradição alentejana.

A renovação foi conduzida pelo atelier Workmi.studio, que reinterpretou os traços originais do hotel com uma abordagem contemporânea e sensível ao contexto histórico. A implementação do projeto ficou a cargo da NS Contract, assegurando elevados padrões de qualidade e rigor na execução.

A renovação total do M’AR De AR Muralhas ficará concluída até ao final de julho, sendo que algumas das novas tipologias já se encontram disponíveis.