Muse substituem Kings of Leon no NOS Alive 2025

É o regresso dos Muse ao NOS Alive, festival onde atuaram em 2019. A banda britânica lançou Will of the People, o seu mais recente disco de estúdio, em 2022.

Foi no dia de ontem que ficámos a saber do súbito cancelamento do concerto dos Kings of Leon no NOS Alive, devido a uma lesão grave do vocalista Caleb Followill. E desde logo a promotora Everything is New prometeu ser rápida em anunciar um novo nome.

Pois bem, dito e feito. Os Muse, que atuaram pela última vez no nosso país em 2022, na altura no Rock in Rio Lisboa, são o nome escolhido ocupar o espaço deixado vago pelos KoL. É, também, o regresso da banda de Matt Bellamy, Chris Wolstenholme e Dominic Howard ao NOS Alive, onde atuaram em 2019.

O festival integra-se também no programa europeu GrassrEUts, iniciativa que promove artistas emergentes em vários pontos da Europa. Portugal junta-se a países como a Hungria, a Sérvia e a Tunísia numa colaboração que permite a jovens músicos apresentarem-se em festivais de maior escala. No caso do NOS Alive, foram selecionados cinco artistas nacionais que atuarão nesta edição; entre eles, dois serão escolhidos para levar os seus projetos a outras paragens do circuito europeu.

Em paralelo, mantém-se o concurso Oeiras Band Sessions, com os Green Leather como vencedores da edição deste ano. A banda atua no Palco Heineken a 10 de julho. Já os Líquen, vencedores do Festival Termómetro 2025, sobem ao mesmo palco no último dia do evento.

De resto, continuam à venda os bilhetes para o festival, tanto os bilhetes diários para 11 e 12 de julho, como o passe de dois dias para 11 e 12 de julho. Os restantes passes e bilhetes estão esgotados.

A Electronic Arts cancelou jogo de Black Panther e encerra estúdio responsável

A Electronic Arts voltou aos cancelamentos e despedimentos, terminando o desenvolvimento do jogo de Black Panther e fechando o estúdio Cliffhanger Games.

A Electronic Arts cancelou o desenvolvimento do jogo baseado em Black Panther da Marvel e encerrou a Cliffhanger Games, estúdio esse que havia sido criado especificamente para esse projeto. A decisão faz parte de uma nova vaga de reestruturações internas que têm afetado diferentes equipas e projetos dentro da empresa.

A Cliffhanger Games foi anunciada em julho de 2023 como um novo estúdio sediado em Seattle, com uma equipa composta por veteranos da indústria, incluindo antigos responsáveis por Middle-earth: Shadow of Mordor. O seu primeiro jogo seria uma aventura em mundo aberto, focada numa campanha a solo, inspirada na personagem Black Panther do universo Marvel. No entanto, desde o seu anúncio, pouco ou nada foi revelado sobre o projeto, e agora foi oficialmente cancelado.

A confirmação foi feita numa mensagem interna assinada por Laura Miele, presidente da EA Entertainment, na qual a responsável afirma que estas decisões têm como objetivo “concentrar os esforços criativos nas oportunidades de crescimento mais significativas”. Miele sublinha que a EA está a tentar apoiar os trabalhadores afetados, procurando integrá-los noutros projetos dentro da empresa, algo que tem sido prática comum nas últimas reestruturações.

Embora a EA não tenha indicado quantas pessoas foram dispensadas com o fecho da Cliffhanger, o impacto não se limitou a esse estúdio. De acordo com o portal IGN, também houve cortes nas equipas móveis e centrais da empresa. Estes despedimentos somam-se aos cerca de 400 já confirmados no mês anterior, nas quais cerca de 100 elementos eram da Respawn, estúdio responsável por Apex Legends.

A EA tem vindo a reduzir progressivamente o número de projetos ativos e a apostar numa seleção mais restrita de propriedades intelectuais. De acordo com a mesma comunicação, a prioridade atual está centrada em franquias como Apex Legends, Battlefield, Skate e The Sims. Para além disso, estão para já garantidas a produção do novo jogo de Iron Man, desenvolvido pela Motive, do próximo capítulo da série Star Wars: Jedi da Respawn, e do futuro Mass Effect da BioWare.

Em 2024, o CEO Andrew Wilson já tinha sinalizado uma mudança estratégica, com menos foco em propriedades licenciadas externas — como as da Marvel — e uma aposta reforçada em marcas próprias. Apesar disso, o acordo com a Marvel permanece ativo, incluindo três jogos: Iron Man, o agora cancelado Black Panther, e um terceiro ainda por anunciar. A EA garantiu que este contrato continua em vigor, com os próximos títulos a serem liderados por estúdios como a Motive.

Estas decisões surgem num contexto mais alargado de mudanças internas na Electronic Arts. Desde 2023, a empresa já eliminou centenas de postos de trabalho, cancelou vários projetos e obrigou os trabalhadores a regressarem aos escritórios, uma medida que gerou preocupações entre quem trabalhava remotamente. Ao mesmo tempo, a empresa tem vindo a reforçar algumas equipas, aumentando o número de funcionários noutras áreas consideradas prioritárias.

A MEO estreia tecnologia WiFi 7 Triband em Portugal com os seus novos routers

A MEO é a primeira operadora em Portugal a disponibilizar ligação WiFi 7 Triband, através dos routers Fiber X7 e FiberGateway WiFi 7.

A MEO começou a oferecer suporte para a tecnologia WiFi 7 com os seus mais recentes equipamentos: os routers Fiber X7 e FiberGateway WiFi 7, que fora desenvolvidos pela Altice Labs, para tirar partido das características da rede sem fios de última geração.

O WiFi 7 Triband introduz a frequência de 6GHz, o que permite reduzir interferências e melhorar a gestão do tráfego em ambientes com muitos dispositivos ligados. Entre os principais benefícios desta nova norma de ligação sem fios estão a velocidades mais altas por cada dispositivo, menor latência — relevante para aplicações como realidade aumentada, jogos online ou vídeo de alta resolução —, maior estabilidade da ligação e maior eficiência energética.

Estes routers são compatíveis com as tecnologias XGS-PON e GPON e integram-se no ecossistema Smart WiFi da MEO, permitindo cobertura total em casa mesmo em situações de utilização intensiva. Os novos routers foram concebidos para responder às exigências de cenários como vídeo 8K em tempo real, realidade imersiva e aplicações baseadas em cloud computing, tornando-se assim numa solução já preparada para algumas inovações padrão do futuro.

Com este anúncio a MEO começou também a divulgar uma campanha de comunicação sob o nome WiFi7 MAX, com presença em televisão, imprensa, plataformas digitais e lojas físicas. Esta iniciativa insere-se numa estratégia mais ampla, onde também se incluem as ofertas 5G MAX e Fibra MAX, destinadas a diferentes tipos de utilização, tanto em contexto doméstico como empresarial.

JYSK abre loja em Portimão no Nova Vila Retail Park

A JYSK inaugurou a sua 32.ª loja em Portugal, no Nova Vila Retail Park em Portimão. O novo espaço tem 1.300 m².

A JYSK reforçou a sua presença em território nacional com a inauguração de uma nova loja em Portimão, situada no Nova Vila Retail Park. Este novo espaço assinala a 32.ª abertura da marca dinamarquesa em Portugal e insere-se na estratégia de expansão que tem vindo a consolidar a rede de lojas físicas em diversas regiões do país.

Com cerca de 1.300 m2, o novo ponto de venda foi desenvolvido segundo o conceito 3.0, o mais recente da JYSK. A disposição da loja visa proporcionar uma experiência de compra mais fluida, através de zonas temáticas que facilitam a navegação e apresentam sugestões organizadas de forma a inspirar os visitantes. A aposta num layout moderno e em ambientes cuidadosamente concebidos distingue este espaço dos restantes já existentes.

A loja em Portimão integra ainda áreas dedicadas a propostas de combinações de produtos, desenvolvidas por designers da marca, com foco nas tendências sazonais de mobiliário e decoração. O objetivo passa por apresentar soluções integradas, facilmente adaptáveis ao contexto doméstico.

Esta nova unidade representa não apenas a expansão da operação no Algarve, como também a criação de novos postos de trabalho e um contributo direto para a dinamização do comércio local.

Além da loja física, a JYSK mantém disponível a sua plataforma online, onde é possível consultar a totalidade da oferta e efectuar compras com comodidade. Está também disponível um programa dirigido a profissionais e empresas, com condições comerciais específicas.

Já abriu o novo Intermarché de Torres Novas

Com 2.600 m2 de área de venda, é uma das maiores lojas Intermarché do Grupo Os Mosqueteiros em Portugal.

Há vários anos que se falava pela cidade de Torres Novas da relocalização da loja Intermarché para um espaço maior, mas foi apenas em novembro de 2022 que as obras começaram nos terrenos onde esteve a antiga Fábrica António Alves. Cerca de dois anos e meio depois, a nova loja Intermarché da cidade torrejana foi, finalmente, inaugurada, esta quinta-feira, 29 de maio. O facto de a inauguração ter sido marcada para o feriado municipal da cidade foi “meio estratégia, meio coincidência“, como foi dito ao Echo Boomer, e levou a que a população não faltasse ao acontecimento.

A nova loja vem substituir o anterior espaço comercial que servia Torres Novas desde 1998, elevando significativamente a qualidade da oferta. Com uma área de venda de 2.600 m², o edifício totaliza mais de 14.000 m² de construção, num lote urbano com 35.000 m², tornando-se, assim, numa das maiores lojas Intermarché do Grupo Os Mosqueteiros em Portugal. Ao todo, representa um investimento de 15 milhões de euros, que aumenta para 130 os postos de trabalho diretos.

Este é um investimento de grande escala e com muito significado pessoal. Há já algum tempo que tinha uma grande vontade de avançar com a relocalização da nossa loja e de dotá-la com novas valências, renovando a relação de proximidade com esta comunidade. Hoje, abrimos portas com orgulho e com sentido de missão: queremos contribuir para melhorar a qualidade de vida de quem vive e trabalha em Torres Novas e arredores, respeitando sempre os valores que movem o Grupo Mosqueteiros – a solidariedade, a interdependência e a gestão responsável“, afirma Vasco Simões, responsável do Intermarché Torres Novas.

Além da loja Intermarché, o novo espaço inclui uma galeria comercial que reúne oito lojas com áreas distintas, incluindo uma parafarmácia – a primeira do grupo Da Terra – o espaço Da Terra bem.estar, com uma área de 300m2 que contempla serviço de ótica, estúdio de cabelos e cosmética -, joalharia, papelaria e cafetaria. Há ainda um grande parque infantil e uma área de restauração com capacidade para 400 lugares sentados. Sobre o Corredor Ecológico do Almonda, ergue-se uma pequena varanda com vista panorâmica, criando uma sinergia tipicamente torrejana.

À entrada, os torrejanos são recebidos com uma maquete da antiga Fábrica António Alves, que inclui as infames chaminés. O projeto foi falado em janeiro de 2023 por Vasco Simões em reunião de câmara, e encontra-se, agora, à disposição dos torrejanos para prestar a devida homenagem ao empreendimento existente ali anteriormente.

No que diz respeito ao estacionamento, existe um parque subterrâneo com passagem direta para a loja, que também se localiza no piso subterrâneo do edifício. Nas paredes do parque subterrâneo existe uma pequena galeria de fotografias de uma Torres Novas de outros tempos e locais emblemáticos da cidade. Há ainda cacifos da DPD que funcionam 24 horas.

A nova loja Intermarché de Torres Novas tem um enorme compromisso com a sustentabilidade. Além da imensa luz natural que ilumina os corredores da loja, há “uma forte aposta na eficiência energética e em soluções ambientalmente responsáveis“, como mais de 1200 painéis fotovoltaicos, com produção anual estimada em 1.530 MWh, permitindo cobrir cerca de 57% da energia consumida em período diurno; produção de águas quentes através de recuperação de calor da central de frio; utilização de refrigerante ecológico R744 (CO₂), com impacto mínimo no aquecimento global; e ainda um sistema GTC (gestão técnica centralizada), que regula e otimiza automaticamente os consumos energéticos.

InvoiceXpress alarga funcionalidade de emissão de faturas com inteligência artificial ao WhatsApp

O InvoiceXpress, software de faturação certificado em Portugal, passou a permitir a emissão de faturas através do WhatsApp, utilizando comandos de voz ou texto. Esta funcionalidade integra-se na solução Voice 2 Invoice, desenvolvida em colaboração com a startup Kapta, e reforça a aposta na automatização de processos com recurso a inteligência artificial.

Depois da estreia da ferramenta no Telegram, a funcionalidade chega agora ao WhatsApp, uma das aplicações de comunicação mais utilizadas no país. O objetivo passa por simplificar o processo de faturação para profissionais em mobilidade, trabalhadores independentes e pequenas empresas, permitindo uma emissão quase imediata sem necessidade de recorrer a interfaces convencionais.

De acordo com Rui Pedro Alves, Managing Director do InvoiceXpress, esta nova integração responde às exigências de quem procura soluções práticas e céleres para emitir faturas, sem comprometer o cumprimento das obrigações fiscais. Sublinha ainda que a integração com o WhatsApp representa um avanço significativo em termos de acessibilidade, ao possibilitar que qualquer utilizador, mesmo com limitações físicas, consiga faturar de forma autónoma por voz ou texto.

O funcionamento é direto: o utilizador interage com um assistente virtual via WhatsApp, dita ou escreve os dados da fatura, e o sistema gera automaticamente um rascunho no InvoiceXpress. É enviado de imediato um link para pré-visualização, sendo possível confirmar ou editar os dados antes da emissão definitiva. Todo o processo decorre na aplicação, sem necessidade de alternar entre plataformas.

Esta funcionalidade está disponível sem custos adicionais para os atuais clientes do InvoiceXpress. Para começar a utilizá-la, basta associar a conta à aplicação de mensagens, seguindo um processo simples de ligação.

Com esta integração, o InvoiceXpress reforça o desenvolvimento de soluções adaptadas ao contexto real do tecido empresarial português, apostando numa experiência de utilização simples, acessível e em conformidade com as exigências legais da Autoridade Tributária.

Afinal, quais são os hambúrgueres mais populares do h3?

Só para que tenham noção, o top 3 do h3 ultrapassou os três milhões de hambúrgueres vendidos em todo o país.

Assinalando o Dia Mundial do Hambúrguer, celebrado na passada quarta-feira, dia 28 de maio, a cadeia de restauração h3 divulgou os hambúrgueres mais populares entre os consumidores portugueses ao longo de 2024. Os números são expressivos: cada uma das três opções mais pedidas ultrapassou o milhão de unidades vendidas.

No topo da lista surge o h3 Tuga, uma proposta que remete directamente para a gastronomia tradicional portuguesa. Servido com ovo a cavalo e acompanhado por um molho exclusivo à base de cerveja, alho e louro, este hambúrguer apresenta-se como uma adaptação local dentro de uma oferta internacional.

Na segunda posição encontra-se o h3 Cheese, inspirado no clássico americano, mas com uma abordagem mais refinada. Coberto com fondue de queijo cheddar, cebola salteada, ketchup e maionese de mostarda antiga, propõe uma versão europeia do tradicional cheeseburger.

A encerrar o pódio está o h3 Carbonara. Esta criação original da marca combina sabores associados à célebre receita italiana, destacando-se pelos seus ingredientes principais: bacon, parmesão e ovo.

Os dados agora revelados têm por base o total de pedidos efetuados ao longo do ano nos mais de 55 restaurantes h3 espalhados pelo país, bem como nas plataformas digitais da marca, incluindo a aplicação móvel e os serviços de entrega. Em conjunto, estes três hambúrgueres totalizaram vendas superiores a três milhões de unidades em 2024.

Eleições legislativas de 2024: CTT receberam mais votos dos emigrantes

Os CTT registaram um crescimento de 4% no número de votos enviados por emigrantes nas eleições legislativas deste ano.

Os CTT receberam, este ano, para as eleições legislativas de 2025, um total de 349.127 votos dos emigrantes, o que representa um aumento aproximado de 4% em relação ao número de votos registados em 2024. Desde que o voto dos portugueses no estrangeiro foi integrado no processo eleitoral nacional, a empresa tem vindo a garantir o envio e a distribuição dos boletins de voto com rigor e dentro dos prazos estipulados pelo Governo.

O voto postal para os emigrantes é um processo complexo, que envolve o envio de mais de 1,5 milhões de envios com a documentação eleitoral destinada aos portugueses residentes fora do país. Os CTT são responsáveis pelo envio dos boletins para o estrangeiro e pela receção dos votos que regressam a Portugal. No entanto, a entrega dos boletins na morada dos emigrantes e o reenvio dos votos através do correio dependem dos operadores postais locais dos países onde vivem os eleitores.

Apesar de a responsabilidade formal dos CTT terminar quando os boletins são entregues aos operadores postais estrangeiros, a empresa acompanha de forma voluntária e detalhada todo o processo nos países de destino. Este acompanhamento visa resolver eventuais dificuldades na entrega dos boletins, ainda que estas situações estejam fora do controlo direto dos CTT, devido às normas internacionais da União Postal.

É essencial que os emigrantes mantenham as suas moradas atualizadas e corretamente registadas para assegurar a receção dos boletins de voto e a participação no processo democrático.

Telpark tem tarifa especial de estacionamento a pensar no MEO Kalorama

Durante o MEO Kalorama, a Telpark terá com uma tarifa especial de estacionamento em Lisboa com ligação directa ao recinto por shuttle e metro.

A poucos dias do arranque do MEO Kalorama, agendado para os dias 19, 20 e 21 de junho, a Telpark volta a associar-se ao festival, em colaboração com a Via Verde, disponibilizando uma tarifa especial de estacionamento em oito parques localizados em Lisboa. A medida pretende oferecer uma alternativa de mobilidade mais conveniente a quem planeia assistir ao evento, evitando a utilização direta do automóvel até ao recinto.

Durante os três dias do festival, os utilizadores poderão reservar um lugar, através da aplicação da Telpark, pelo valor de 4,90€ por cada 24 horas, nos parques de Sete Rios – Zoo, Avenida de Berna e Avenida de Roma. Estes três parques situam-se ao longo do percurso do serviço de shuttle gratuito promovido pela Via Verde, que assegura a ligação direta ao Parque da Bela Vista, onde decorre o festival. O acesso ao shuttle encontra-se a escassos metros a pé de cada um dos parques referidos, e o transporte estará disponível de 30 em 30 minutos, entre as 15h e as 04h.

A mesma tarifa aplica-se ainda a cinco outros parques localizados nas imediações da Linha Vermelha do Metropolitano de Lisboa, que inclui uma estação junto ao Parque da Bela Vista. Entre os parques abrangidos encontram-se os de Valbom, Arco do Cego, Alameda, Praça de Londres e Oceanário, permitindo aos festivaleiros optarem por um acesso ao recinto através da rede de metro.

Com esta iniciativa, a Telpark disponibiliza uma solução de estacionamento com acesso facilitado ao festival, numa distância máxima de 5 quilómetros do recinto, quer através do shuttle da Via Verde, quer por transporte público. Todos os parques incluídos na campanha estão abertos 24 horas por dia, contam com videovigilância permanente e postos de carregamento para veículos elétricos.

A reserva prévia de lugar de estacionamento é obrigatória e deve ser efectuada exclusivamente através da aplicação Telpark ou do site oficial.

Foto: Hugo Moreira

Novo BMW M2 CS chega a Portugal no final do verão

O novo BMW M2 CS eleva a fasquia nos compactos desportivos com mais potência, menos peso e foco na condução em pista.

A BMW elevou novamente a fasquia no segmento dos desportivos compactos com a apresentação do novo BMW M2 CS, revelado em Villa d’Este. Esta versão especial, baseada na segunda geração do M2, adota uma abordagem mais radical ao nível da engenharia e da experiência de condução, com uma ligação direta ao universo da competição.

O BMW M2 CS distingue-se pela incorporação de diversas melhorias técnicas e estruturais destinadas a maximizar a eficácia dinâmica, mantendo-se fiel à filosofia da divisão M da marca alemã. O motor de seis cilindros em linha, equipado com tecnologia M TwinPower Turbo, passa a debitar 530 cavalos e disponibiliza um binário máximo de 650 Nm entre as 2.650 e as 5.730 rpm, superando largamente os números do M2 convencional.

De série, está equipado com uma caixa automática M Steptronic de oito velocidades com Drivelogic, que transmite a potência exclusivamente às rodas traseiras. A aceleração dos 0 aos 100 km/h é cumprida em 3,8 segundos, colocando o BMW M2 CS em pé de igualdade, em termos de prestações, com modelos como os M3 e M4 Competition com tração integral.

A redução de peso foi uma prioridade no desenvolvimento desta versão. A utilização extensiva de fibra de carbono (CFRP) em componentes como o tejadilho, capot, consola central e elementos do difusor traseiro permitiu eliminar cerca de 30 kg face ao M2 de base. As jantes forjadas em liga leve – 19 polegadas à frente e 20 atrás – calçam pneus de pista, reforçando a orientação desportiva do modelo.

O chassis foi alvo de uma afinação específica, com alterações nos amortecedores, molas, direção e sistemas eletrónicos de controlo. O objetivo foi apurar o comportamento tanto em estrada como em circuito. De série, o modelo inclui o diferencial Active M e o sistema de travagem M Compound, estando disponível, em opção, um conjunto de travões carbocerâmicos.

O desenho exterior reflete igualmente o foco na performance. Entre os elementos exclusivos contam-se a grelha dianteira em preto, um novo splitter dianteiro, o tejadilho em carbono, um difusor traseiro redesenhado e um spoiler traseiro discreto em estilo “ducktail”, integrado numa nova tampa da bagageira em CFRP. A paleta de cores inclui quatro opções: Sapphire Black, Brooklyn Grey, Portimao Blue e o exclusivo Velvet Blue desenvolvido pela BMW Individual.

No interior, predominam materiais leves e soluções orientadas para a condução. Os bancos M Carbon, o volante em Alcantara, a consola em carbono e os detalhes vermelhos com a inscrição “CS” compõem um ambiente sóbrio, funcional e centrado na experiência ao volante.

Tal como acontece com outras versões CS da marca, a produção será limitada. O novo BMW M2 CS será fabricado na unidade do BMW Group em San Luis Potosí, no México. Para o mercado português, está prevista a chegada de 30 unidades, com entregas a partir do final do verão de 2025.

Quais são as verdadeiras vantagens de converter BTC para EUR?

Em todo o mundo, independentemente da moeda local, é comum utilizar-se o dólar americano para verificar o valor do Bitcoin. A razão é simples: o USD é a principal moeda de referência global e a mais utilizada em transações de criptomoedas. É até provável que já tenham pesquisado “BTC para USD” no passado.

Contudo, se residem num país da zona euro, como Portugal, será que faz realmente sentido continuarem a recorrer ao USD como ponto de referência? A menos que seja por uma questão de hábito, a resposta é não. Em contrapartida, existem várias razões válidas para considerarem a conversão direta de BTC EUR. Deixem-nos então explicar porque é que esta é a opção mais vantajosa para residentes em Portugal em 2025.

Evitem custos de conversão desnecessários

Quando utilizam o USD como intermediário na conversão de BTC, acabam por pagar por duas operações distintas: primeiro, pela troca de euros por dólares; em seguida, a aquisição de Bitcoin com esses dólares. Ambos os processos estão associados a comissões e custos separados — quer escondidos nas taxas de câmbio ou cobrados de forma explícita, estão a incorrer em custos adicionais sem qualquer benefício real.

Importa ainda considerar o risco cambial. Com duas conversões, ficam expostos às flutuações dos preços do mercado duas vezes. Mesmo que estas operações aconteçam rapidamente, pequenas variações podem traduzir-se em perdas, especialmente quando estão em causa valores elevados.

Quando optam diretamente pelo par BTC para EUR, evitam este processo desnecessário. A operação torna-se mais rápida, mais simples e mais transparente quando conseguem perceber o valor real dos vossos ativos digitais em euro — a moeda que efetivamente utilizam no vosso quotidiano — e ainda vos permite uma gestão financeira mais eficaz e consciente, sem qualquer confusão com intermediários.

Sejamos honestos — ninguém quer pagar extra só por causa de uma prática padrão. Os investidores portugueses têm todos os motivos certos para pensar primeiro em euros, não em dólares. Se perderrm o hábito de recorrer ao USD, a poupança nos custos e clareza financeira tornar-se-ão visíveis.

Um ponto de referência mais estável para os residentes da UE

Digamos que acabaram de verificar o valor do vosso portfólio digital e que está mais elevado. Se o número se encontrar em USD, sim, houve um aumento, mas o que é que isto significa em Portugal? É aí que o euro se torna o seu ponto de referência — afinal, é a moeda que gastam, o valor da vossa renda, o preço do vosso café.

Pensar em euros ajuda-vos a eliminar as contas mentais, a necessidade de converter constantemente o USD para perceber como é que a cripto afeta a vossa vida real. Querem saber os vossos ganhos para agendar um voo, comprar um computador portátil ou mimarem-se um bocadinho? Ver os vossos fundos em EUR torna o processo mais prático.

Importa referir ainda que esta estabilidade permite avaliar melhor os riscos financeiros. O USD sobe e baixa consoante as eleições americanas e taxas de interesse, entre outros, mas, se não residem na América, porque é que estão a planear os vossos investimentos com base no panorama de um país no outro lado do mundo? Ao utilizarem o euro, tomam decisões mais alinhadas com o vosso contexto económico.

Para os portugueses, utilizar o euro para acompanhar e trocar BTC não só é intuitivo como é inteligente; afinal, a moeda é um ponto de referência diário que permite considerar os ativos digitais no cenário do mundo real e aplicá-los de forma informada.

Menor complexidade fiscal e melhor controlo contabilístico

Quando chega a altura de declarar rendimentos provenientes de criptoativos em Portugal, a conversão direta entre BTC e EUR pode simplificar significativamente o processo. Para além de ser uma conta a menos na apuração de ganhos, perdas e eventuais impostos, também deixa de ser necessário explicar à Atividade Tributária como é que o USD é relevante na vossa contabilidade ou justificar taxas de conversão — mesmo que estejam a comprar um Tesla ou a vender criptoativos para obter algum dinheiro extra.

Além disso, esta simplicidade pode ajudar a evitar erros acidentais. Cada passo adicional num processo financeiro aumenta a probabilidade de algo não ser relatado corretamente, quer por causa de uma decimal a menos ou a data errada da taxa de conversão — erros que podem parecer pequenos, mas que podem dar origem a problemas graves com o sistema tributário português.

Se recorrerem apenas ao EUR durante os vossos processos financeiros, podem utilizar um sistema de contabilidade local, consultar profissionais locais e seguir as leis locais sem um tradutor ou tabela de conversão. Não se trata apenas de seguir as regras — trata-se de tornar as regras mais fáceis de seguir em primeiro lugar.

Trocar em EUR não se limita a evitar tarifas adicionais ou poupar tempo. É uma situação de reduzir a fricção com instituições que já roubam demasiado da vossa atenção. Quando o sistema é mais simples, é mais provável que cumpram com o mesmo, durmam melhor à noite e desfrutem melhor dos benefícios dos vossos ganhos em cripto.

Para resumir

Então, é mesmo necessário pensar em USD quando trabalham com Bitcoin em Portugal? Se calhar não. A troca direta de BTC para EUR oferece menos taxas de conversão, menor volatilidade dos mercados estrangeiros e uma forma de conseguir traduzir a vossa cripto em termos que realmente lhe são importantes. Não se trata de reinventar a roda – é uma questão de encontrar a correta.

O que faz do póquer um jogo de habilidade

O póquer está num cruzamento entre a aleatoriedade do baralho e a precisão matemática de quem o manipula. Não é por acaso que, sempre que se discute a legalidade ou a fiscalidade do jogo, regressa a velha questão de se estamos perante um passatempo de sorte ou um desporto mental.

Um estudo publicado na PLOS ONE analisou 456 milhões de mãos jogadas na internet e concluiu que a probabilidade de um participante se manter no topo ou no fundo da tabela ao longo do tempo é tudo menos aleatória, bastando cerca de 1.500 mãos para que a perícia suplante o acaso.

Sorte e habilidade: dois atores com pesos muito diferentes

Ninguém nega que o baralhar das cartas introduz variância. Porém, a questão central é a de saber até que ponto a fortuna decide resultados no longo prazo. Ao jogar póquer descobrimos que não é possível depender apenas das cartas. É preciso entender os conceitos fundamentais do jogo, expressões como equidade, range ou tilt e outras regras (fonte: https://www.pokerscout.com/pt/guias/termos-poker/).

Um estudo do National Bureau of Economic Research, que analisou séries do World Series of Poker, concluiu que os jogadores que terminam no top-10% de um semestre são mais de duas vezes mais prováveis de repetir o feito no semestre seguinte, algo incompatível com um jogo governado apenas pelo acaso.

Esses jogadores estão claramente mais preparados. Além de conhecer todas as nuances do jogo, desenvolveram habilidades úteis para avaliar a mesa e seus adversários. Quando o desempenho se repete de forma estatisticamente alta e permanece correlacionado com a experiência, a sorte deixa de ser protagonista.

É neste ponto que o póquer diverge radicalmente de jogos como a roleta ou as raspadinhas, onde não existe qualquer mecanismo capaz de potenciar o talento individual. Em Portugal, a regulação do setor reforça a mesma ideia. De acordo com um relatório do Serviço de Regulação e Inspeção de Jogos (SRIJ), existiam 4,7 milhões de registos em plataformas licenciadas no final de 2024, mas apenas 1,2 milhões de contas mostraram atividade regular.

Isso é um sinal de que o jogo exige aprendizagem continuada. Ainda no quarto trimestre desse ano, o mercado online gerou 323 milhões de euros em receita bruta, dos quais 57,2% vieram de jogos de fortuna ou azar e 42,8% de apostas desportivas. O póquer, apesar de representar uma fracção desse bolo, exibe a taxa de retenção mais alta entre os utilizadores.

No 3.º trimestre de 2024, o SRIJ reportou 4,6 milhões de contas registadas em plataformas licenciadas, com um volume total de apostas que ultrapassou 4,8 mil milhões de euros. Dentro deste total apenas 1,5% correspondeu a póquer, mas foi precisamente nesse pequeno segmento que a taxa de jogadores que voltam a apostar semanalmente foi mais elevada.

Componentes mensuráveis de competência

A habilidade no póquer não é um conceito vago, manifesta-se em domínios objetivos que podem ser ensinados, treinados e auditados ao milímetro.

  • Matemática de probabilidades: Transformar outs em equidade e equidade em decisões de aposta;
  • Teoria de jogo aplicada: Escolher linhas óptimas contra adversários sólidos ou estratégias exploratórias contra amadores;
  • Gestão de banca: Calibrar limites para absorver ciclos de variância sem comprometer a integridade financeira;
  • Leitura comportamental: Detectar padrões de timing, apostas e linguagem corporal nas mesas ao vivo;
  • Controlo emocional: Evitar o tilt e manter-se fiel à estratégia depois de uma bad beat.

E com isso se nota o contraste com jogos de pura sorte. Se no póquer podemos traçar uma curva de aprendizagem e observar ganhos ao cabo de milhares de mãos, o mesmo não se verifica em outros jogos.

  • Roleta (online ou física): Cada giro é independente e governado por um gerador aleatório ou pela mecânica da roda, não existe decisão posterior à aposta.
  • Caça-níqueis: O Retorno-ao-Jogador (RTP) é fixo e inalterável, independentemente do perfil do utilizador.

Conclusão

O póquer combina cartas, estatística e psicologia, mas as cartas são apenas o gatilho inicial. Ao longo de milhares de mãos, quem domina probabilidades e leitura de adversários tende a vencer quem se apoia unicamente na sorte.

As estatísticas portuguesas mais recentes confirmam que, embora represente uma porção modesta do volume de apostas, o póquer exibe as maiores taxas de formação de jogadores experientes. A competência não elimina a variância, mas encurta-lhe drasticamente as asas.

CA Vilar de Mouros confirma James, Sex Pistols, Papa Roach e mais

Além disso, e contrariamente ao que foi inicialmente anunciado, o CA Vilar de Mouros sempre terá quatro dias de festival, tal como no ano passado.

Até ao dia de hoje, a Surprise & Expectation, promotora do CA Vilar de Mouros, apenas tinha confirmado, em outubro do ano passado, os Da Weasel para a edição deste ano, num nome que reuniu pouco consenso. Desde então, nunca mais tivemos novidades do cartaz… até hoje.

Esta quarta-feira, dia 28 de maio, e sete meses após esse primeiro anúncio, o CA Vilar de Mouros tem agora novas confirmações no cartaz, quando estamos a três meses do festival. E até nem está nada mal.

Comecemos pelos cabeças de cartaz. Além da banda portuguesa, os headliners são os James – banda que provavelmente toda a gente já viu -, Sex Pistols e Papa Roach. Depois há nomes como The Kooks, Refused, I Prevail, The Stranglers, The Damned, The Ting Tings, Palaye Royale, Stereo MC’s, Starsailor, Altered Images, Girlband!, Girl Scout e os portugueses Hybrid Theory. Mas o cartaz não está fechado, pelo que teremos de aguardar por novas confirmações em breve.

Além disso, e contrariamente ao que foi inicialmente anunciado, o cartaz não terá três dias, mas sim quatro dias. Inicialmente, o CA Vilar de Mouros deveria realizar-se de 21, 22 e 23 de agosto de 2025, mas, com a inclusão do dia extra, o festival começa a 20 de agosto. Provavelmente devido a ser o 60º aniversário do festival, uma vez que a primeira edição aconteceu em 1965.

Quanto aos bilhetes, para já podem adquirir o passe de quatro dias, que custa 130€ (mais taxas). Ou então o passe de três dias, que custa 100€ (mais taxas).

CP reforça oferta de comboios Alfa Pendular aos sábados e feriados

A partir de julho, a CP vai aumentar as ligações Alfa Pendular ao fim-de-semana e feriados, com mais horários e lugares entre Lisboa e Porto.

A partir de julho, a CP – Comboios de Portugal vai alargar a oferta de serviços Alfa Pendular ao fim-de-semana e em dias feriados, numa resposta ao aumento da procura e como parte do esforço para promover a utilização do transporte ferroviário no país. A medida entra em vigor a 5 de julho e contempla novos horários e um acréscimo significativo de lugares disponíveis nas ligações entre Lisboa e Porto.

A decisão resulta de uma análise da procura verificada nos últimos meses, que revelou um crescimento expressivo da afluência, sobretudo durante as manhãs de sábado e feriado. Em função deste cenário, a CP irá reforçar a circulação do seu serviço de longo curso de maior prestígio, aumentando as alternativas de viagem em ambos os sentidos da ligação entre as duas principais cidades do território continental.

Três circulações vão passar a estar disponíveis em dias em que, até agora, não operavam. A ligação com partida de Lisboa-Santa Apolónia às 9h e chegada a Porto-Campanhã às 11h48, que atualmente apenas circula em dias úteis, será alargada a sábados e feriados. Por sua vez, o serviço que parte de Porto-Campanhã às 9h40 e chega a Lisboa-Santa Apolónia pelas 12h30, anteriormente limitado ao período de segunda-feira a sábado, passará também a circular em dias feriados. A terceira alteração incide sobre o comboio com saída do Porto às 11h40 e chegada a Lisboa às 14h30, que, além de domingos e dias úteis, passará a operar igualmente aos sábados. As exceções a este reforço são o dia de Natal e o dia de Ano Novo.

Com estas alterações, estima-se a realização de mais 126 circulações anuais em comboios Alfa Pendular, traduzindo-se numa oferta adicional próxima dos 38.000 lugares.

Os Alfa Pendular são operados por automotoras elétricas da série 4000, com sistema de pendulação ativa, permitindo velocidades até 220 km/h. Cada unidade é composta por seis carruagens e dispõe de 301 lugares sentados, divididos pelas classes Conforto e Turística.

MITSU: restaurante omakase com apenas 14 lugares oferece experiência japonesa exclusiva em Lisboa

Com apenas 14 lugares ao balcão, o MITSU propõe uma experiência japonesa intimista, liderada pelo chef Shin Koike.

Abriu portas em Lisboa um restaurante que aposta numa abordagem intimista e rigorosa da gastronomia japonesa. Chama-se MITSU (みつ) e distingue-se por oferecer uma interpretação depurada do conceito omakase, centrada na entrega total ao chef e na valorização da experiência individual à mesa.

Com apenas 14 lugares disponíveis ao balcão, o MITSU opera em dois turnos diários e convida os clientes a mergulharem numa viagem sensorial que privilegia a proximidade entre quem cozinha e quem se senta para saborear. O ambiente, sóbrio e elegante, foi concebido para sublinhar o carácter cerimonial do momento – cada prato é apresentado como uma peça única, resultado da precisão técnica e do respeito pelos ingredientes.

A direção da cozinha está nas mãos de Shin Koike, chef natural de Tóquio, cuja carreira soma mais de 40 anos entre o Japão e diferentes geografias, incluindo passagens por São Paulo, Rio de Janeiro e, agora, Lisboa. A sua visão cruza o rigor tradicional com uma liberdade criativa, numa proposta que evita facilidades e assume a complexidade da cozinha japonesa contemporânea.

O nome do restaurante, MITSU (みつ), remete para significados como “sabor” e “doçura” em japonês, sugerindo uma aproximação subtil e sensorial ao acto de comer. Não se trata apenas de uma refeição, mas de uma sequência pensada ao detalhe, onde cada ingrediente tem o seu momento e cada cliente é acolhido como parte de uma performance artesanal.

Face à reduzida lotação e ao cuidado extremo colocado na execução, as reservas tornam-se praticamente indispensáveis. O MITSU surge assim como um espaço raro em Lisboa, voltado para quem procura mais do que uma refeição japonesa – uma experiência centrada no tempo, na atenção e na excelência do gesto.

Quanto ao menu em si, é de degustação e inclui entre 10 a 12 pratos que se alteram constantemente consoante os melhores ingredientes da altura. Custa 100€ por pessoa, excluindo as bebidas, sendo que o MITSU tem desde vinhos de várias regiões do país a sakés de várias regiões do Japão.

Localizado na Rua Martens Ferrão 9, o restaurante está aberto todos os dias, das 19h às 00h, exceto aos domingos. Para mais informações, podem sempre ligar para o 938912144.

Hotel da Praia do Sol dá lugar ao novo Hotel Paparica na Costa da Caparica

O Hotel Paparica chega à Caparica em 2026, com 51 quartos e alma surfista, ocupando o lugar do antigo Hotel da Praia do Sol.

O histórico Hotel da Praia do Sol, o mais antigo da Costa da Caparica, vai dar lugar ao Hotel Paparica, após ter sido adquirido por um grupo de investidores privados, nacionais e estrangeiros. A nova unidade hoteleira, com abertura prevista para 2026, contará com 51 quartos e assumirá uma identidade fortemente ligada ao surf e ao ambiente descontraído da zona, prometendo preços acessíveis e uma arquitetura contemporânea inspirada no espírito atlântico da Caparica.

A transação foi conduzida pela consultora Athena Advisers, responsável não só por representar os compradores, mas também por identificar o imóvel, avaliar a viabilidade financeira e estruturar uma operação de club deal para angariar os fundos necessários à aquisição e reabilitação do edifício. As obras de reconversão do antigo Hotel da Praia do Sol já arrancaram e, segundo Roman Carel, fundador da Athena Advisers, o Hotel Paparica será mais do que um simples alojamento à beira-mar: “Queremos criar um hotel ligado ao surf, com um ambiente moderno e charmoso, que celebre a arte de viver atlântica tão típica de Portugal. Um espaço aberto à comunidade, onde portugueses e estrangeiros se cruzam no coração da mais emblemática rua da Caparica.”

Localizado na Rua dos Pescadores, a cerca de 100 metros do mar, o Hotel Paparica integra-se numa estratégia de resposta à crescente procura turística na Margem Sul de Lisboa, especialmente na Costa da Caparica. É de relembrar que a oferta hoteleira da Caparica continua limitada, com apenas seis unidades e um total de 777 quartos, sendo que quatro desses hotéis foram inaugurados ou renovados nos últimos cinco anos.

A atratividade da região é também reforçada pelo futuro Innovation District, um novo centro urbano em torno da Universidade NOVA, no Monte da Caparica. Este projeto prevê a criação de mil novas habitações, 1.500 camas turísticas e 17.000 postos de trabalho, contando ainda com o prolongamento da linha de metro até à Caparica.

Foto: Câmara Municipal de Almada

Boutique hotel Água Hotels Lagos Bay abre em junho

Água Hotels investe 2,4 milhões de euros nesta unidade de charme no centro histórico de Lagos, com vista para a Meia Praia.

O Grupo Água Hotels vai reforçar a sua presença no Algarve com a inauguração, em junho, do Água Hotels Lagos Bay, um boutique hotel de charme instalado numa antiga casa senhorial, situada no centro histórico da cidade de Lagos.

Com um investimento de 2,4 milhões de euros, o edifício, cuidadosamente reabilitado pela empresa Simão & Martins, preserva a traça original e funde a elegância do estilo Art Déco com a autenticidade de um imóvel histórico, mantendo viva a ligação à memória da cidade. O resultado é um espaço intimista e exclusivo, com 20 quartos decorados com atenção ao detalhe. Entre eles, destaca-se a Grande Suite, que outrora serviu como sala de visitas da casa, mantendo os tetos trabalhados e uma banheira vitoriana. Já os quartos Signature oferecem vistas deslumbrantes sobre a Meia Praia, uma das mais icónicas da região algarvia.

A nova unidade hoteleira, além de contribuir para a requalificação urbana de uma zona histórica, terá impacto direto na economia local ao criar 20 novos postos de trabalho.

Esta abertura integra um plano de crescimento mais amplo, que contempla também o desenvolvimento do Água Hotels Terra Fria, em Bragança, previsto para 2025, e o lançamento de três novos projetos.

Antigo Hotel Estalagem da Pateira dará lugar ao WOT Pateira

O WOT Pateira será a nova unidade do grupo WOTELS em Águeda, prometendo uma forte ligação à natureza e à cultura local.

A paisagem tranquila da Pateira de Fermentelos, conhecida como a maior lagoa natural da Península Ibérica, vai acolher um novo capítulo na sua história hoteleira. O grupo WOTELS anunciou a profunda transformação do antigo Hotel Estalagem da Pateira, criando o WOT Pateira, um projeto que visa renovar e revitalizar este ícone localizado no concelho de Águeda.

Com 57 quartos previstos, a unidade promete oferecer uma experiência única, combinando conforto moderno com a beleza natural que rodeia a lagoa. Esta remodelação, que se estenderá ao longo dos próximos dois anos, não se limita a uma simples atualização do edifício: trata-se de um compromisso da WOTELS para preservar o legado do local e integrar o hotel harmoniosamente com o ambiente envolvente.

O WOT Pateira irá oferecer serviços modernizados, espaços renovados e uma forte ligação à natureza e à cultura local, até porque a Pateira de Fermentelos é considerado um santuário ecológico que inspira tranquilidade e contato direto com a fauna e flora autóctones, características que a WOTELS pretende destacar nesta nova unidade.

Este novo empreendimento surge numa altura em que a WOTELS reforça a sua presença em Portugal, depois de já ter expandido com unidades no Algarve e no Alentejo, como a Aldeia da Pedralva e o Hotel Horta da Moura. Atualmente, o grupo conta com 16 unidades em várias regiões do país.

A Xiaomi começou os testes do HyperOS 2.3

Os smartphones da série Xiaomi 15 são os primeiros a beneficiar do novo HyperOS 2.3 – baseado no Android 16.

A Xiaomi iniciou oficialmente os testes do novo HyperOS 2.3, a sua interface baseada no Android 16. De acordo com informações recentes, a nova versão foi lançada para a Europa e noutros mercados globais como parte de um teste limitado, o que indica que a versão beta publica deverá ser disponibilizada em breve.

As novas compilações do HyperOS 2.3 destinam-se aos smartphones da série Xiaomi 15 e estão identificadas pelos seguintes firmwares:

  • WOCCNXM: versão chinesa
  • WOCEUXM: versão europeia
  • WOCMIXM: versão global

De momento, o teste está restrito a algumas unidades selecionadas do Xiaomi 15, pois a empresa está de momento concentrada na melhoria da eficiência, velocidade e estabilidade do sistema, em vez de introduzir novas funcionalidades. Tendo em conta o ritmo das atualizações, é provável que a versão beta publica do HyperOS 2.3 chegue a mais modelos em junho, antecipando o lançamento estável do Android 16, que está previsto para o início do segundo semestre de 2025, já que a Google deverá disponibilizá-lo oficialmente em junho.

Rocketmen fecha cartaz para 2025 e muda-se para o centro de Coimbra

O Rocketmen, anteriormente conhecido como Luna Fest, regressa em 2025 e instala-se no Jardim da Sereia e Praça da República, no centro de Coimbra.

O festival Rocketmen, até há bem pouco tempo conhecido como Luna Fest, prepara-se para regressar em 2025, com uma grande novidade: muda-se para o centro de Coimbra, instalando-se no Jardim da Sereia e na Praça da República. Entre 31 de julho e 2 de agosto, estes dois espaços emblemáticos da cidade acolherão o evento, que pretende reforçar o papel cultural de Coimbra, conferindo-lhe um protagonismo que combina história e futuro.

Esta edição marca uma viragem no formato do festival, que passa a ser de entrada livre, assumindo-se como uma celebração popular e acessível a todos. A organização, em parceria com a Câmara Municipal de Coimbra, conseguiu transformar o Rocketmen num evento de cariz coletivo, afastando-o da lógica comercial tradicional e aproximando-o do conceito de projeto comunitário, ligado diretamente à cidade.

No cartaz, destacam-se nomes reconhecidos no panorama nacional e internacional do rock e da música alternativa. A portuense Marta Ren apresenta uma fusão de estilos que vai do funk ao reggae, ska e dub, mostrando a sua versatilidade construída ao longo de quase uma década de carreira a solo. Já a americana Kate Clover, natural de Los Angeles, traz influências de Patti Smith e Iggy Pop e apresenta o álbum The Apocalypse Dream, lançado em 2024.

Por sua vez, o trio ugandês Arsenal Mikebe feat. HHY traz percussões africanas entrelaçadas com soul e trance, numa mistura que destaca a diversidade cultural do festival. Já o belga David Temprano, sob o projeto Landrose, funde punk e eletrónica, apresentando o seu primeiro álbum, Saveur Pey.

Entre as presenças internacionais estão ainda os brasileiros Asfixia Social, que têm vindo a ganhar espaço em festivais europeus; os espanhóis Biznaga, com um percurso consolidado no punk; e os britânicos 999, veteranos da cena desde 1976, prestes a celebrar 50 anos de carreira.

No panorama nacional, o histórico grupo portuense Táxi continua a celebrar 45 anos de carreira com um alinhamento dos seus maiores êxitos, enquanto os bracarenses Mão Morta trazem a Coimbra a força da sua trajetória, reforçada pelo lançamento do álbum Viva La Muerte em 2025.

As The Darts, de Phoenix, e os londrinos The Boys, frequentemente associados à era punk britânica clássica, são outras das apostas do festival, juntamente com os Bad Nerves, banda britânica emergente que combina influências dos Ramones e The Strokes, e que também estará no NOS Alive 2025.

A presença de artistas como Hassan K., franco-iraniano que mistura instrumentos tradicionais com eletrónica, e os Heavy Lungs de Bristol, próximos dos Idles, amplia ainda mais o leque estilístico do Rocketmen. Por último destacar a presença de Dr. Sure’s Unusual Practice, projeto experimental de Melbourne que junta influências do krautrock, new wave e trip-hop, e dos lisboetas MAQUINA, que se destacam pela fusão de eletrónica, punk e psicadélia nos seus discos recentes.

Convém realçar que, caso tenham adquirido passe para a edição deste ano, poderão fazer o pedido de reembolso junto da organização a partir de 23 de junho.