A Qualcomm revelou o processador Snapdragon AR1+ Gen 1 para óculos inteligentes mais autónomos

O novo Qualcomm Snapdragon AR1+ Gen 1 promete tornar os óculos inteligentes quase independentes dos smartphones.

Na edição deste ano da Augmented World Expo, a Qualcomm deu a apresentou o Snapdragon AR1+ Gen 1, um novo processador concebido para um nova geração de óculos inteligentes mais leves, eficientes e independentes de outros dispositivos.

Trata-se de um modelo a seguir ao Snapdragon AR1 Gen 1 — já utilizado nos Ray-Ban Meta lançados em 2023 — e posiciona-se entre esse modelo e o mais avançado Snapdragon AR2 Gen 1, pensado para experiências de realidade aumentada. A ambição da Qualcomm passa agora por óculos que funcionem de forma totalmente autónoma, dispensando ligação ao smartphone ou à nuvem.

Um dos destaques do novo Snapdragon AR1+ Gen 1 é a redução de 26% no tamanho do chip, o que vai permitir a fabricação óculos mais compactos, com hastes até 20% mais finas. Esta redução de tamanho não compromete o desempenho do dispositivo e contará com eficiência energética otimizada permitindo menor consumo durante a sua utilização. Mas a principal novidade é a integração de inteligência artificial local, ou seja, processada diretamente no dispositivo. Durante a apresentação, foi mostrado um assistente virtual equipado com um modelo de linguagem Llama 1B, que estava a funcionar sem necessidade de ligação à Internet. Todo o processamento era feito nos próprios óculos, graças ao novo chip.

Snapdragon AR1+ Gen 1
Qualcomm Snapdragon AR1+ Gen 1

A Qualcomm delineou ainda a sua visão para o futuro dos wearables. Na qual o objetivo passa por transformar os óculos inteligentes em equipamentos centrais do quotidiano digital, capazes de realizar tarefas como compras, interações sociais ou consultas rápidas, sem recorrer ao telemóvel. A empresa antevê também um ecossistema interligado onde os óculos operam em conjunto com relógios e anéis inteligentes, potenciando novas formas de interação através de gestos ou movimentos, bem como funcionalidades de saúde e bem-estar.

Apesar de ainda não haver confirmação oficial sobre quais marcas irão utilizar o Snapdragon AR1+ Gen 1, algumas informações apontam para um lançamento por parte da Meta até ao final do ano, com o projeto de óculos com o nome de código “Hypernova” como provável primeiro utilizador do novo processador.

O iOS 26 é lançando no outono, mas não para todos os iPhones

Os iPhone XR, iPhone XS e iPhone XS Max não serão atualizados para o iOS 26.

Durante a mais recente edição da WWDC, a Apple revelou uma mudança significativa na sua estratégia de software, ao introduzir o novo iOS 26, a continuação direta das versões anteriores numeradas até ao iOS 18, e que marca o fim do suporte para alguns modelos emblemáticos da marca lançados em 2018.

Assim, os iPhone XR, iPhone XS e iPhone XS Max não vão receber esta atualização, que permanecerão na versão atual do sistema operativo. A decisão insere-se numa linha de aposta mais clara em dispositivos recentes, canalizando os recursos da empresa para os modelos com maior capacidade técnica.

Por outro lado, os iPhones lançados a partir de 2019 mantêm a compatibilidade com o novo iOS 26, incluindo o iPhone SE (de 2ª geração) e toda a gama até ao mais recente iPhone 16 Pro Max. Modelos como os iPhone 11, 12, 13, 14 e 15, bem como as suas variantes Pro, Plus e mini, continuam a receber suporte total.

A rutura com os modelos mais antigos poderá gerar algumas críticas entre os utilizadores mais fiéis, mas reflete a orientação da Apple para acelerar o desenvolvimento de novidades e explorar ao máximo o potencial dos equipamentos mais recentes.

Primavera Sound Porto 2025, Dia 2 – Caleidoscópio sonoro a apontar para os céus

Foi um dia bem diversificado no Primavera Sound Porto 2025. Hoje, terceiro dia do evento, há nomes como Parcels e Jamie XX, entre outros, para escutar.

Hoje não há marés dominantes a caminho do Parque de Cidade. Alguns restos de coleção de Fontaines D.C., uma sessão vestida a rigor para Deftones, mas tudo bem diluído no meio da azáfama daquele que é um dia de trabalho normal no Porto e em Matosinhos.

Dá-se assim o mote para aquele que se prevê um dia bem mesclado em termos de públicos no Porto Primavera Sound. A primeira tranche a ser servida é a dos fãs do indie artístico tão em voga há década e picos atrás dos TV On The Radio. Com um hiato de dez anos desde a última vez que os vimos, tempo em que vários projetos a solo e até carreiras de ator surgiram entretanto, há alguma curiosidade para perceber a forma dos de Brooklyn neste regresso.

Embora o som no início não esteja o ideal (coisa rara nesta edição), alguma distorção nos instrumentos entretanto minimizada, rapidamente se percebe que a resposta é sim, estão de boa saúde. Com Tunde Adebimpe e as barbas de Kyp Malone a liderar as hostes, vai-se trunfando boas cartas do repertório, com “Young Liars” à cabeça, passando por “Dreams”, e “Wolf Like Me”. Num alinhamento muito pontuado com contacto com o público a mencionar as mensagens políticas da etiqueta atual americana, e que incluiu um “Parabéns a Você” ao baterista Jahphet Landis. Ponta final a chegar com a inevitável “Happy Idiot” e final feliz com “Staring at the Sun” neste fim de tarde no plano Vodafone. Prova de vida e feita, e uma tournée de sala daqui a uns tempos não ficaria nada mal, pela reação dos fãs.

Dali a pouco, no distante palco Porto, o inglês Michael Kiwanuka começa o seu concerto. Aqui é outro canal que se encontra sintonizado, o de uma soul quente, melódica, fortemente espiritual. Com incontáveis músicos em cena, num palco que já várias vezes serviu para apenas para cena de estrelas solitárias, o vencedor do Mercury Prize tratou de forma séria mas calorosa o desafio de tocar num festival de massas. O público respondeu com respeito, mesmo quem queria estar na conversa fazia-o de forma mais respeitosa e calma que o habitual. O comportamento coletivo é uma coisa engraçada. No meio da calma existiu também agitação, em forma de bateria como em “Hero” ou de mensagem com em “Black Man in a White World”. Lição em com é possível fazer bonito com profundidade sem cair em slogans.

Não há que negar que hoje o coração balança para Beach House, das poucas exceções à promessa de procurar a novidade ao vivo este ano. Não há maneira de passar ao lado de Victoria Legrand e Alex Scally, não obstante o interessante projeto de Liniker, uma das coqueluches brasileiras do momento, mesmo ali ao lado (e com alguns ligeiros casos de cruzamento de som). Simplesmente, não há nada parecido àquela aura celestial que emerge do escuro como breu. Aliás, a escuridão foi o tema principal durante os desfile de 12 músicas, que se iniciou com as teclas sintéticas de “Lazuli”, som que depois de ouvir não se esquece, passando depois para “Dark Spring”, “Silver Soul”, até chegar à antológica “PPP”, voz de Victoria como sempre e como não queremos nunca que deixe de ser.

Há focos muito simples de luzes nas telas, e a iniciar a viragem para o fim há o arrepio de “Myth”, e pouco depois a estalada na cara mais suave do mundo de “Space Song”. Só os Beach House nos conseguem elevar desta forma. Prestação inatacável.

Numa 6ª feira em que se está sempre a alterar radicalmente de registo, é preciso parar para absorver. Tempos depois, passagens para morder o ambiente em Central Cee, rapper britânico que parecia estar a animar convenientemente a galera, e pelo final curiosíssimo dos Chat Pile, onde a força do noise rock dos americanos vai enchendo a secção da colina do palco Super Bock. Raygun Busch, vocalista de calções e tronco nu bem na linha do furacão David Yow dos Jesus Lizard (estrelas na madrugada da primeira noite) estava visivelmente comovido com a receção, descrevendo este como um “quite a special show”, e que no Oklahoma não há nada assim. Pede para termos orgulho no festival e o tratarmos bem. Assim seja.

A caminho da saída, tempo ainda para saborear o início do tão falado regresso do Deftones. E embora longe dos nossos meridianos de preferência, não há que negar que a amostra ouvida de Chino Moreno e companheiros, com pilares de luzes e muita projeção de tempestade em palco, passou a sensação de estarem em ótima forma, cilindros todos a carburar.

Melgaço acolhe novo centro de inovação em parceria com UTAD e IPVC

Melgaço vai acolher um HUB de Inovação em parceria com a UTAD e o IPVC, centrado na transferência de conhecimento para os setores agroalimentar e vitivinícola.

O concelho de Melgaço prepara-se para receber uma nova infraestrutura dedicada à inovação e à transferência de conhecimento e tecnologia. O projeto resulta de um protocolo recentemente formalizado entre o Município, a Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (UTAD) e o Instituto Politécnico de Viana do Castelo (IPVC), marcando o início de uma colaboração orientada para a instalação do HUB de Inovação de Melgaço.

Este centro terá como objetivo reforçar a ligação entre a investigação académica e o tecido empresarial local e regional, com especial foco nos setores agroalimentar e vitivinícola. A valorização da casta Alvarinho surge como uma das áreas prioritárias, refletindo uma aposta clara na promoção de recursos endógenos com elevado potencial económico.

O projeto enquadra-se na Estratégia Regional de Especialização Inteligente S3NORTE2027 e procura captar financiamento ao abrigo do Programa Operacional NORTE 2030, através do Aviso NORTE2030-2024-86. A candidatura deverá ser apresentada até ao final do mês de junho.

A infraestrutura prevista incluirá laboratórios, zonas de prototipagem, gabinetes técnicos e alojamentos destinados a investigadores nacionais e estrangeiros. O HUB será um espaço vocacionado para a experimentação, a inovação tecnológica e a transferência efetiva de conhecimento científico para o meio empresarial. Estima-se que venham a trabalhar no local, de forma permanente, cerca de nove investigadores, complementados por doutorandos, técnicos especializados e parceiros internacionais.

A interação direta com os produtores e empresas da região será um dos pilares do funcionamento do HUB. O objetivo passa por criar condições para a adoção de novas tecnologias, facilitar a partilha de saberes e impulsionar o desenvolvimento de soluções orientadas para a melhoria da produtividade, da qualidade e da rentabilidade das explorações. Esta dinâmica deverá também contribuir para a criação de emprego qualificado, com melhores condições salariais.

A componente científica e técnica do HUB será assegurada por dois Centros de Valorização e Transferência de Tecnologia: o ITV2 – Infraestrutura Tecnológica da Vinha e do Vinho, sob responsabilidade da UTAD, e o 3AR – Agricultura, Ambiente, Alimentação e Recursos, coordenado pelo IPVC. A Câmara Municipal de Melgaço garantirá a cedência das instalações e a execução das obras de adaptação, assumindo ainda um papel ativo na articulação e apoio ao funcionamento do centro.

A TCL lançou o novo smartphone TCL 60 SE NXTPAPER 5G

O TCL 60 SE NXTPAPER 5G já se encontra à venda por 249€.

A TCL lançou o seu novo smartphone TCL 60 SE NXTPAPER 5G, um um dispositivo inicialmente revelado no Mobile World Congress 2025, que se destaca pelo seu preço reduzido e pelo recurso introdução da tecnologia NXTPAPER da marca — que simula a experiência visual do papel.

De acordo com a marca, o TCL 60 SE NXTPAPER 5G foi desenvolvido para responder às exigências de quem passa muitas horas em frente ao ecrã. Com um painel HD+ de 6,7 polegadas, o dispositivo oferece proteção anti-reflexo e redução da luz azul a nível de hardware, prometendo uma utilização mais confortável, mesmo sob iluminação intensa ou em ambientes escuros. A função “Max Ink”, ativada através de uma tecla dedicada, reforça essa experiência com um modo ideal para leitura sem distrações.

O novo smartphone da TCL aposta na integração de funcionalidades inteligentes, como tradução instantânea, assistência à escrita e resumos automáticos de reuniões. Essas ferramentas foram pensadas para otimizar tarefas diárias, facilitando a comunicação, a organização e o consumo de informação.

Equipado com o processador MediaTek Dimensity 6300 e 18GB de RAM (incluindo RAM virtual), o smartphone promete fluidez e desempenho mesmo em multi-tarefas exigentes. A bateria de 5200mAh promete acompanhar o ritmo de um dia inteiro, enquanto a resistência à água e poeiras (IP54) assegura maior durabilidade. Para quem gosta de captar momentos, o TCL 60 SE NXTPAPER 5G inclui um sistema de dupla câmara de 50MP, que promete ser capaz de registar imagens com grande detalhe.

O novo modelo da TCL já se encontra à venda em Portugal por um preço recomendado de 249€, nas cores Midnight Blue e Mint Green, com 256GB de armazenamento interno.

PortoBeerFest está de regresso com mais de 500 cervejas de 14 países

O PortoBeerFest regressa em Junho com mais de 500 cervejas, 14 países representados, gastronomia ao vivo e um território convidado.

O PortoBeerFest prepara-se para mais uma edição entre os dias 18 e 22 de junho, regressando ao cenário dos Jardins do Museu Nacional Soares dos Reis, em plena baixa do Porto. A 9.ª edição promete manter a linha das anteriores, com uma programação centrada na diversidade cervejeira, novas propostas gastronómicas e uma componente musical sólida, sem deixar de lado a consciência ambiental e a acessibilidade.

Este ano, o PortoBeerFest conta com a presença de mais de 500 cervejas distintas, representando 14 países, incluindo 28 referências portuguesas. A diversidade de estilos e escolas cervejeiras reflete um panorama em constante crescimento e evolução, onde tradição e inovação se encontram num mesmo espaço.

A edição de 2025 do PortoBeerFest tem como território convidado a província de Montreal, no Canadá. As sete cervejeiras canadianas presentes destacam-se por uma filosofia de produção sustentável, recorrendo a ingredientes locais e métodos de baixo impacto ambiental. Estas propostas, alinhadas com a tendência das chamadas Bière de Ferme, pretendem trazer uma perspetiva diferente e desafiante ao contexto europeu e português.

Entre as presenças internacionais, sobressaem nomes de peso da tradição cervejeira, como Budvar (Chéquia), St. Bernardus e Brouwerij Roman (Bélgica), La Trappe (Países Baixos) e Guinness (Irlanda). No segmento nacional, destaca-se a Praxis, de Coimbra, que celebra 100 anos das suas cervejas Topázio e Onyx, marcando um feito raro no setor português.

A Alemanha marca presença no PortoBeerFest com duas das suas mais icónicas produtoras, Schneider Weisse e Erdinger. Em estreia absoluta em território nacional, chega a sueca Nils Oscar Brewery, conhecida também por produzir a cerveja oficial dos Iron Maiden.

Portugal estará representado de Norte a Sul, com nomes como Musa, Dois Corvos, Burguesa, Vadia, Pobeira, 12 Marias e Rima. Esta abrangência geográfica traduz a vitalidade de um setor que tem vindo a conquistar novos públicos e territórios, com propostas cada vez mais diversificadas.

No plano gastronómico, a novidade do PortoBeerFest é a área GastronomiaViva by 1906, que contará com menus preparados ao vivo por equipas como Raider’s e Sabor, especializadas em grelhados, e pelos sushimen do Yattai Porto. Estes espaços vão oferecer opções premium sob reserva, complementando a oferta já habitual de comida de rua, que tem marcado presença desde a primeira edição.

A organização mantém o compromisso com a sustentabilidade, promovendo práticas ecológicas e encorajando o uso de transportes públicos, veículos partilhados ou bicicletas. O festival inclui um bike park patrocinado pela cervejeira belga Brouwerij Roman, que premiará os primeiros ciclistas a chegar diariamente ao recinto.

Entre as experiências paralelas, uma das novidades é o lançamento de uma cerveja especial desenvolvida em colaboração com a empresa municipal Águas e Energia do Porto e a cervejeira D’os Diabos. Trata-se de uma American Pale Ale produzida com água da rede pública e lúpulos Barth Haas, em lote limitado.

A componente musical do PortoBeerFest mantém-se como elemento central da atmosfera do festival. A curadoria sonora será assegurada por nomes habituais do evento, como Rui Trintaeum, Rai Incógnito, Pedro Tenreiro, Carla Castelhano, Ricardo Beja, Phephz, Ricardo Riscas e Mok Groove, entre outros.

A entrada no recinto é livre, sendo apenas necessário adquirir um copo oficial – de vidro serigrafado com o design de 2025, criado por HAGA – para consumir cerveja e que custa 5€. As compras nos stands cervejeiros são realizadas exclusivamente por cartão bancário, mas existe a possibilidade de adquirir um cartão recarregável para quem preferir utilizar dinheiro vivo. As áreas alimentares aceitam ambos os métodos de pagamento.

Os preços das cervejas variam entre os 2,5€ e os 8€, consoante o estilo e teor alcoólico. O festival recomenda o consumo moderado e consciente.

O Google Home recebeu nova atualização com várias melhorias

A atualização da aplicação Google Home chega com novos controlos, maior compatibilidade e navegação otimizada para utilizadores domésticos.

A Google anunciou uma nova atualização para a aplicação Google Home. A empresa garante que com a nova versão a experiência dos utilizadores será mais personalizada e eficiente, com um conjunto de melhorias focadas na usabilidade e no controlo inteligente da casa.

Entre as principais alterações está a ampliação da funcionalidade da secção “Favoritos”, que agora permite adicionar novos tipos de comandos, como o controlo de temperatura, a gestão de Wi-Fi e a ativação ou desativação simultânea das luzes em toda a casa. Estas alterações visam tornar o acesso aos dispositivos mais direto e intuitivo. A criação de automações também foi simplificada. O processo passa a incluir novos critérios e ativadores, reduzindo os passos necessários para configurar ações automáticas com base em horários, condições ou comportamentos específicos dos dispositivos.

Outra funcionalidade introduzida com a nova versão do Google Home permite navegar no histórico de gravações das câmaras de segurança com maior precisão. Ao tocar duas vezes em cada lado do ecrã do reprodutor, é possível avançar ou retroceder dez segundos, facilitando a localização de momentos específicos. O leque de dispositivos compatíveis foi igualmente alargado, incluindo agora detetores de fumo e monóxido de carbono da Nest, bem como fechaduras inteligentes que utilizam o padrão Matter. A integração entre diferentes soluções tecnológicas continua a ser uma aposta da empresa.

A nova atualização também reforça a integração com o Google TV, permitindo visualizar em tempo real o que está a ser captado pelas câmaras de vigilância. Para além disso, o acesso à plataforma Google Home através da Web está mais robusto, e foi introduzido o novo widget “Resumo da Casa”, que centraliza informações úteis num único painel.

Coimbra acolhe 6.ª edição do Enóphilo Wine Fest

O Enóphilo Wine Fest está aberto tanto a apreciadores como a especialistas do setor.

O Enóphilo Wine Fest regressa a Coimbra no próximo dia 28 de junho, assinalando a sua sexta edição. O evento, que desde 2018 se tem vindo a afirmar como uma referência no calendário vínico nacional, terá lugar no Hotel Vila Galé, onde são esperados mais de 35 produtores e cerca de 300 vinhos em prova.

A edição deste ano mantém o foco na ligação entre o público em geral e os profissionais da restauração, hotelaria e distribuição. Luís Gradíssimo, responsável pela organização, sublinha o papel do Enóphilo Wine Fest como espaço de contacto direto entre produtores e agentes do mercado: “Este é um dos poucos eventos dedicados exclusivamente ao vinho realizados na zona Centro e, talvez, o mais relevante. Para além de dar visibilidade à produção nacional, serve como ponto de encontro para profissionais à procura de novidades a integrar nas suas cartas.”

Entre os produtores já confirmados encontram-se Val Moreira, Quinta do Paral, Joaquim Arnaud, Montalegre, Rosa da Mata, Ramalhosa, Titan of Wines, Quinta do Tamariz, Casal das Aires, Somnium, Quinta dos Abibes, Duplo PR, Infinitude, Élio Lara, Elite Vinhos, Vinilourenço, Quinta de Paços, Justino’s, Villa Oeiras, Winestone, Carlos Raposo, Firma, Herdade da Amada, Quinta das Bágeiras, Pedra Só, Casa José Pedro, Magnum Wines, Associação de Produtores de Vinho de Talha, Quinta do Pégo, Casa Santa Vitória, Caves da Montanha, Quinta do Eidinho, Olho Gordo, Terroir, Adega do Vulcão, Quinta dos Termos, Quinta da Fata e Mainova.

O Enóphilo Wine Fest está aberto tanto a apreciadores como a especialistas do setor. Os bilhetes encontram-se já disponíveis em pré-venda, com um desconto de 25%, e podem ser adquiridos por 15€ nos locais habituais, como a FNAC, Worten e na Ticketline. No próprio dia, o valor passa para 20€, mantendo-se a possibilidade de aquisição à entrada. O bilhete inclui o acesso às provas livres de todos os vinhos em exposição, bem como o empréstimo de um copo de prova.

Filmin disponibiliza 32 filmes restaurados de Ingmar Bergman

A Filmin lançou, em exclusivo, uma coleção de 32 filmes restaurados de Ingmar Bergman, incluindo clássicos e títulos inéditos em Portugal.

A Filmin passou a disponibilizar, desde o passado dia 12 de junho, uma coleção exclusiva de 32 filmes restaurados de Ingmar Bergman, um dos nomes centrais da história do cinema europeu. A selecção abrange tanto obras amplamente reconhecidas como títulos menos conhecidos, nunca antes estreados no circuito comercial português, agora acessíveis em versões restauradas.

Entre os filmes incluídos encontram-se marcos fundamentais como O Sétimo Selo e Morangos Silvestres, ambos de 1957, ou Fanny e Alexandre, lançado em 1982. Filmes como Lágrimas e Suspiros, Cenas da Vida Conjugal, A Máscara ou A Hora do Lobo também integram a seleção, evidenciando as várias fases criativas de Bergman. Obras como Luz de Inverno, O Silêncio, O Rosto, A Fonte da Virgem, Sorrisos de uma Noite de Verão ou A Flauta Mágica completam um retrato abrangente da sua filmografia.

A coleção inclui ainda títulos sem distribuição anterior em Portugal, como Cidade Portuária (1948) e A Sede (1949), que marcam os primeiros passos do realizador, além de Mulheres que Esperam (1952) e Depois do Ensaio (1984), ampliando o acesso à obra menos divulgada do cineasta sueco.

Em complemento à coleção cinematográfica, a plataforma apresenta o documentário Ingmar Bergman – A Vida e Obra do Génio, assinado por Margarethe von Trotta, estreado em Cannes. O filme propõe uma reflexão sobre o percurso do realizador, com testemunhos de colaboradores próximos e cineastas contemporâneos, explorando temas centrais da sua filmografia, episódios marcantes da sua vida pessoal e os espaços geográficos que moldaram o seu universo criativo.

Testes ao Galaxy S25 Edge revelam uma autonomia superior ao S25 Ultra, apesar da bateria menor

A bateria do Galaxy S25 Edge foi colocada a prova com resultados muito interessantes.

O Samsung Galaxy S25 Edge, lançado recentemente como um dos smartphones mais finos de sempre da empresa sul-coreana, graças aos seus 5,84mm de espessura, está a revelar-se uma surpresa positiva no que diz respeito à autonomia — ultrapassando o desempenho do seu modelo topo de gama, o Galaxy S25 Ultra, apesar de possuir uma bateria de menor capacidade.

Equipado com uma célula de apenas 3900mAh, o Galaxy S25 Edge pode não impressionar em teoria. No entanto, uma análise técnica publicada pelo canal WekiHome, no YouTube, demonstrou que o segredo está na sua densidade energética, já que a bateria do S25 Edge atinge 758 Wh/L, valor superior aos 727 Wh/L registados no S25 Ultra. Este aumento significa que, com o mesmo volume, a bateria consegue armazenar mais energia, o que, aliado a uma melhor otimização do consumo energético, proporciona ao modelo ultra-fino uma autonomia comparável ou até superior à do seu irmão mais robusto.

Concorrentes como a OPPO já recorrerem a baterias de silício-carbono (a bateria do Find N5, por exemplo, apresenta 810 Wh/L), mas a Samsung terá optado por manter a tecnologia tradicional de iões de lítio, em parte devido às preocupações com os riscos acrescidos de incêndio associados à nova tecnologia. Ainda assim, o futuro do Galaxy S25 Edge parece incerto, já que de acordo com dados revelados recentemente, as vendas iniciais ficaram abaixo das expectativas, o que levanta dúvidas quanto à continuidade deste formato no alinhamento da marca para o próximo ano. A Samsung, até ao momento, não confirmou planos para um eventual sucessor, mas novos anúncios são esperados para os próximos meses.

Os smartwatches com Wear OS já emitem alertas sísmicos

O sistema de deteção de sismos do Android está agora também disponível nos smartwatches com Wear OS.

A Google integou o seu sistema de alerta de sismos nos smartwatches com Wear OS. A funcionalidade, já disponível nos smartphones Android desde 2020, e passa agora a ficar acessível diretamente a partir do pulso dos utilizadores, fornecendo alertas imediatos em caso de tremores de terra iminentes.

Incluída na versão 25.21 dos Google Play Services, a nova funcionalidade foi desenhada para emitir notificações quando um sismo próximo tiver potencial para causar vibrações significativas. Os alertas fornecem informação essencial como a magnitude estimada e a distância ao epicentro, podendo fazer toda a diferença em situações críticas — sobretudo para utilizadores com relógios com ligações móveis, que possam estar longe do telefone. O sistema baseia-se na já estabelecida rede distribuída de deteção sísmica do Android, na qual milhões de dispositivos móveis contribuem com dados em tempo real através dos seus sensores. Quando um tremor de terra é identificado, a rede consegue antecipar a chegada das ondas sísmicas e emitir um alerta segundos antes do seu impacto, tempo que pode ser decisivo para procurar abrigo ou evitar situações de risco.

Apesar da Google não ter feito qualquer anúncio oficial, a funcionalidade foi confirmada nas notas de lançamento da nova versão dos Google Play Services. Referências anteriores já haviam sido detetadas por programadores em análises de código nos últimos meses. E como é habitual, a disponibilização será gradual, podendo demorar alguns dias até chegar a todos os dispositivos compatíveis. A boa notícia é que não será necessária qualquer ativação manual, uma vez que os smartwatches com software atualizado, e suporte para o serviço, receberão as notificações automaticamente em caso de alerta.

A Google vai encerrar o suporte aos Instant Apps do Android

Os Instant Apps, a tecnologia que permitia experimentar aplicações Android sem a sua instalação, será descontinuada após oito anos de utilização residual.

A Google prepara-se para encerrar, até dezembro, o suporte às Instant Apps, uma funcionalidade lançada em 2017 que permitia utilizar partes de aplicações Android sem necessidade da sua instalação completa. A confirmação surgiu recentemente numa versão experimental do Android Studio, a plataforma oficial de desenvolvimento para o sistema operativo Android.

A proposta das Instant Apps era, à partida, revolucionária, já que permitia abrir aplicações instantaneamente, apenas através de um link, sem ocupar espaço no dispositivo. Ideal para experimentar uma aplicação ou aceder a funcionalidades específicas de forma rápida e sem fricção. No entanto, apesar do seu potencial, o conceito nunca chegou a ser amplamente adotado, e está agora a ser oficialmente abandonado. A principal razão para este insucesso reside na baixa adesão por parte dos programadores, já que a sua implementação exigia o desenvolvimento de versões compactas e específicas das aplicações, com um limite máximo de 15MB, o que, face às dependências técnicas e à crescente complexidade dos projetos modernos, revelou ser um desafio pouco atrativo. Tirando alguns exemplos iniciais, como o Vimeo ou a Wish, poucos programadores aderiram a essa tecnologia.

O aviso encontrado no Android Studio já que dá conta de que “O suporte para as Instant Apps será removido do Google Play em dezembro de 2025. A publicação e todas as APIs Instant do Google Play deixarão de funcionar.” Ao mesmo tempo, a Google também tem planos para descontinuar as ferramentas de desenvolvimento dedicadas a esta tecnologia, incluindo no futuro Android Studio Otter Feature Drop.

Apesar de ainda funcional, as Instant Apps deixaram de receber atualizações significativas há anos, revelando um claro sinal do desinteresse crescente da própria Google. A ausência de novidades e de investimento na funcionalidade já antecipava este desfecho. Na prática, para a esmagadora maioria dos utilizadores, esta mudança passará despercebida, já que a sua utilização era mínima e pouco visível. A Google deverá concentrar os seus esforços em outras formas de acesso simplificado, como as Progressive Web Apps ou experiências na descoberta de conteúdo dentro da própria Play Store.

Primavera Sound Porto 2025, Dia 1 – No meio da onda verde, é a sombra de Alan Sparhawk e sol de Magdalena Bay que levam o coração

O primeiro dia do Primavera Sound Porto 2025 teve propostas para todos os gostos, Fontaines D.C., Anohni, Charli XCX ou Caribou.

Não há que negar, 2025 é ano verde em Portugal. Uma camada adicional de clorofila preenche a cidade do Porto nesta tarde de 5ª feira, como se comprova na viagem de metro até à estação da Câmara de Matosinhos, cheia do fluorescente dos Charli’s Angels bem mesclado com referências aos rapazes do Eire que também têm feito sucesso (além de outras, claro). Dito isto, animação no percurso e toda a gente a curtir a sua – civismo bem.

Acreditação feita, a entrada no recinto perto das 19h faz-se já com alguma multidão, muito embora a fila ande depressa. É, no entanto, um sinal do que está para vir. Cá ainda é preciso colocar pulseira para depois validar a entrada, enquanto, de acordo com os nossos agentes, em Barcelona já se usa o Access Ticket, app onde está o bilhete e a validação com código QR. Na entrada coloca-se a pulseira, mas meramente como adereço. Parece o caminho a seguir, salvaguardando um pequeno setor para os excluídos de energia elétrica ou telemóvel esperto.

Já dentro do belo Parque da Cidade, importa fazer aviso à navegação: estes dias de reportagem vão ser tipo um dos slogans da Radar: Outra música. Talvez fadiga da massificação do número de espetadores no recinto, a missão de 2025 é, essencialmente, ir à procura de artistas nunca antes vistos ao vivo, não tanto na malta que neste momento tá a bater. Também por isso, não haverá tantas referências a faixas e álbuns, mas sim a ambientes. É assim.

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Dehd no Primavera Sound Porto 2025 – Foto: Emanuel Canoilas

Rumo então ao palco Porto para assistir ao final da atuação dos Dehd, trio americano do indie rock já com uma década de trabalho e discografia farta no cinto. Até pela proximidade da entrada do recinto, este palco com historial bem polémico acaba por absorver muitos dos que chegam, pelo que há boa moldura humana a assistir. A boa notícia é que soa bem, muita clareza para quem movimenta ali na zona central do relvado. Boa guitarra (da cor que domina este dia), e os vocais conjuntos de Emily Kempf e Jason Balla a funcionarem bem no final com “Flying” e “Dog Days”. Para início, estamos bem.

O palco Revolut funcionou ainda melhor para os This Is Lorelei, modo colina para se poder sentar e apreciar o concerto em todo o seu esplendor. Projeto de Nate Amos, mais conhecido pelos Water from Your Eyes. Letras leves em cima debatidas rápidas debitadas pelo trio em palco, vários géneros de americana a serem desfilados, indo de alguma lembrança afetiva dos seminais Neutral Milk Hotel até ao banjo em pano de fundo a levar para uma onda bluegrass. Há aqui talento e trabalho.

Ao mesmo tempo, chegam notícias de filas épicas para tentar entrar no recinto, não por acaso relacionadas com a proximidade dos Fontaines D.C., a atual coqueluche da ilha esmeralda A geração Z chega tarde. Reconhecimento justo, sem dúvida, mas já os vimos em Paredes de Coura ainda em agosto passado, pelo que perante a alternativa de Alan Sparhawk não há grandes dúvidas sobre o que fazer.

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Alan Sparhawk no Primavera Sound Porto 2025 – Foto: Emanuel Canoilas

É um concerto, no mínimo, diferente. Parte inicial com o grande homem de longos cabelos com camisola preta, saltos tipo rave dos anos 90 e muita distorção vocal via vocoder. É interessante, mas perto da meia hora já há algum cansaço. O tema é o que vem a seguir. E o que vem a seguir é Low e o mais recente disco Alan Sparhawk with Trampled by Turtles, dolorosamente amputado da cara-metade Mimi Parker. Alan Sparhawk, que já tinha brindado a cidade com um concerto no passado dia 10 que muito se saúda, é com certeza o artista mais condoído que já se viu pelas várias edições do Primavera Sound Porto. Devastador na beleza do lirismo das canções e nas declarações sobre o porquê de tanta guerra e tanto sofrimento, atinge-se o sublime com “Too High, “Stranger” e “Not Broken”. ATP vibes, como se comenta entre o público das primeiras filas. É mais difícil, mas ainda há é possível ter momentos assim na espuma destes dias. No final, quase choro e agradecimento repetido. Caramba.

Há a beleza de Anohni and the Johnsons a ser preparada no palco ali à beira, mas a busca do novo acaba por ganhar e vai-se a Magdalena Bay. Mudança de 180º, festa a ser montada desde o início com a apresentação por Mica Tenenbaum de uma mistery tour. Projeção bem pop, imagens de DVD alternadas com lábios vermelhos, muitas idas às teclas enquanto a outra metade do duo, Matthew Lewin, controla as operações cá de trás. Segue-se uma festa eletro pop sem parar em que Mica não para com o seu fato com calças azuis de princesa Jasmine, acompanhada por vezes de adereços como um malmequer para colocar na cabeça, ou sacar do maior teclado para carregar ao peito que nos lembramos. E “Image” ou “Death & Romance” são simplesmente maravilhosas. Quem gosta de pop orelhuda e esperta que vá por aqui, não se irá arrepender.

Ainda se tenta assistir à perna final de Anohni, mas o cenário está agressivo. Colina acima grupos sem fim em bato papo sem parar, claramente a usar como momento lounge antes da entrada no evento principal um concerto que não o merece. Perante tal ruído, acabou por ser melhor estar sentado no meio de uma floresta de pernas, que sempre isolam e as cabeças falantes ficam mais longe. Ainda assim, sempre se conseguem ver imagens de corais australianos como pano de fundo para a voz etérea. É o que dá. Sinceramente, metam umas fitas no chão onde se recomenda que a partir dali não seja salão de conversa – civismo mal.

Sobre o fenómeno mediático da noite, Charli XCX, havia certamente curiosidade para perceber a dinâmica do espetáculo ao vivo. Rapidamente dissipada, artista sozinha em palco em cima de pré-gravados a fazer a sua aeróbica e a puxar pelo público, cenário minimal. A diferença prática em relação a meter as faixas de BRAT (várias das quais gostamos) no sistema de som é pouca ou nada, mas o pessoal da frente estava maluco por conseguir estar naquele ali e agora.

FBC: Firebreak recebe um novo trailer e plano de conteúdos pós-lançamento

O novo jogo cooperativo a três da Remedy, passado no universo de Control, chega a 17 de junho.

A Remedy Entertainment apresentou mais um trailer para FBC: Firebreak, o seu novo jogo de ação, com aposta na cooperação a três jogadores, centrado numa unidade de resposta rápida da Federal Bureau of Control, que enfrenta uma ameaça para-natural em expansão.

O título decorre na Oldest House, o quartel-general mutável da agência que conhecemos em Control, agora dominado por uma força hostil. Cabe agora à unidade Firebreak restaurar a ordem com ferramentas para-naturais e estratégias adaptáveis.

O novo vídeo oferece uma explicação detalhada sobre as missões, o funcionamento do sistema de equipas e a personalização do estilo de jogo, permitindo aos jogadores prepararem-se antes do lançamento do jogo, marcada para 17 de junho. A Remedy confirmou também os planos de suporte pós-lançamento, incluindo novos conteúdos gratuitos e melhorias a longo prazo.

FBC: Firebreak será lançado para PlayStation 5, Xbox Series X|S e PC ( via Steam e Epic Games Store), com um preço base de 39,99€. E estará igualmente acessível, sem custos adicionais, para os subscritores do PC Game Pass, Game Pass Ultimate e PlayStation Plus (Extra e Premium) desde o primeiro dia.

Para quem quiser uma experiência mais completa, será lançada uma Edição Deluxe por 49,99€, que inclui conteúdos cosméticos exclusivos, dois pacotes de vozes premium, um conjunto de armadura especial, uma skin para espingarda e um spray dourado. Esta edição inclui também o pacote “Classified Requisition: Firestarter”, com 36 itens cosméticos desbloqueáveis. Os detentores da edição base poderão fazer o upgrade por 10,00€.

De acordo com a Remedy, todos os conteúdos jogáveis adicionais, como novas missões (Jobs), serão disponibilizados gratuitamente. Os itens cosméticos serão opcionais e sem impacto na jogabilidade, não estando sujeitos a rotações temporárias nem sistemas de recompensas diárias.

A Razer revelou a nova linha Kishi V3 com comandos para telemóveis e tablets até 13 polegadas

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Os novos Razer Kishi V3, V3 Pro e V3 Pro XL incluem comandos com resposta háptica, botões programáveis e compatibilidade com Android, iOS e PC.

A Razer revelou a nova geração de comandos móveis da gama Kishi, com três distintos, mas com o mesmo objetivo. Os Kishi V3, Kishi V3 Pro e Kishi V3 Pro XL foram desenvolvidos para transformar smartphones, mini tablets e tablets de grandes dimensões em alternativas a consolas portáteis, com ligação direta por USB-C e um design ajustado a vários formatos de ecrã.

O modelo base, Razer Kishi V3, foi concebido a pensar na acessibilidade, mantendo um design ergonómico de tamanho completo e funcionalidades como analógicos TMR, D-Pad silencioso e botões traseiros com clique tátil. Está disponível por 109,99€.

Já o Kishi V3 Pro, com um preço de 169,99€, acrescenta funcionalidades avançadas para quem procura um nível de controlo mais avançado, com dois botões traseiros adicionais com clique de rato, resposta háptica Razer Sensa HD, compatibilidade com PC por cabo ou via aplicação Razer Nexus, e suporte para mini tablets até 8 polegadas.

A versão mais completa, o Kishi V3 Pro XL, foi pensada para quem joga em tablets até 13 polegadas, como o iPad Pro ou iPad Air. Com o mesmo conjunto de funcionalidades da versão Pro, mas adaptado a ecrãs maiores, este modelo representa a proposta mais avançada da linha e está disponível por 229,99€.

Todos os modelos permitem carregamento passthrough por USB-C, suportam auscultadores com ficha 3.5mm e foram concebidos para funcionar com capas e dispositivos com portas USB-C em ilha. A resposta háptica Razer Sensa HD é compatível com Android 12 ou superior e Windows 11, mas não está disponível para iOS.

Como oferta de lançamento, os modelos Kishi V3 e Kishi V3 Pro incluem três meses de Apple Arcade, enquanto o Kishi V3 Pro XL oferece seis meses de acesso ao serviço, para novos utilizadores e subscritores elegíveis.

Comboio Histórico do Vouga volta a circular na última linha de via estreita em Portugal

O Comboio Histórico do Vouga regressa este verão com viagens entre Aveiro, Macinhata do Vouga e Águeda, numa experiência única na última linha de via estreita em serviço no país.

O histórico comboio a vapor regressa à Linha do Vouga durante os meses de verão, reativando uma das mais emblemáticas experiências ferroviárias do país. A ligação entre Aveiro, Macinhata do Vouga e Águeda faz-se sobre a última linha de via estreita com serviço comercial ainda ativa em Portugal, atravessando paisagens do centro-norte e proporcionando uma viagem que remete aos primórdios do transporte ferroviário nacional.

A composição integra uma locomotiva diesel histórica e cinco carruagens de madeira do início do século XX, cada uma com uma identidade própria, preservando o traço original de diferentes períodos da história ferroviária portuguesa e europeia. A locomotiva, símbolo de uma fase de transição tecnológica, puxa carruagens oriundas da Bélgica, Alemanha, Itália e Portugal, entre as quais se destaca uma que operou na Linha do Corgo e outra construída nas oficinas do Porto em 1913.

O itinerário tem início na estação de Aveiro às 13h45, com paragem em Macinhata do Vouga, onde os passageiros podem visitar o Museu Ferroviário local e um mercado de produtos regionais. O percurso prossegue até Águeda, cidade conhecida pelas suas intervenções de arte urbana, nomeadamente o projeto Umbrella Sky, que enche as ruas de cor com centenas de guarda-chuvas suspensos. Durante o festival AgitÁgueda, a decorrer entre 5 e 27 de julho, é possível explorar diversas instalações artísticas e actividades culturais espalhadas por toda a cidade.

O programa realiza-se em nove datas distintas, entre 5 de julho e 30 de agosto, fruto de uma colaboração entre a CP – Comboios de Portugal, a Câmara Municipal de Águeda e a Junta de Freguesia de Macinhata do Vouga. O regresso a Aveiro está marcado para as 19h20, com chegada prevista às 20h07.

Este serviço insere-se numa estratégia de valorização do património ferroviário e de dinamização cultural e turística da região. Mais do que uma simples viagem, o Comboio Histórico do Vouga oferece uma reinterpretação viva da história dos caminhos de ferro em Portugal, cruzando memória, paisagem e identidade local. Com capacidade para 206 passageiros, a experiência está aberta a famílias, grupos e visitantes, com tarifas diferenciadas para crianças e reservas colectivas.

A Elgato anunciou a integração nativa do Zoom, na sua Stream Deck

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O novo plugin permite controlar reuniões Zoom apenas com um toque na Stream Deck.

A Elgato anunciou uma nova integração com o Zoom, através de um plugin dedicado que permite controlar funções da plataforma de videoconferência diretamente a partir da popular Stream Deck.

Com esta novidade, os utilizadores poderão agora ligar ou desligar o microfone, iniciar partilhas de ecrã, ativar a câmara ou gravar reuniões através de botões, num único toque. A interface visual do Stream Deck reflete o estado em tempo real dos controlos, como o som e a imagem, reduzindo as interrupções e facilitando a gestão durante chamadas. O plugin é compatível com Windows e macOS e está disponível gratuitamente na loja digital Marketplace da Elgato.

Para além disso, a Stream Deck tornou-se no primeiro dispositivo certificado como Personal Productivity Device pelo novo programa de certificação de hardware do Zoom. Esta certificação reconhece equipamentos que conseguem comunicar de forma bidireccional com a aplicação Zoom Workplace, permitindo maior integração e feedback contextual no próprio dispositivo.

A Stream Deck já é utilizada em vários sectores comerciais, estruturais e organizacionais, desde a aviação à área hospitalar, passando por ambientes corporativos e educacionais. Com esta integração oficial, abrem-se assim novas portas e fortalece-se a sua posição como ferramenta essencial para quem procura fluidez no trabalho remoto.

A Wikipédia suspende os resumos gerados por inteligência artificial após reação negativa da comunidade

Os testes com resumos automáticos gerados por inteligência artificial foram suspensos pela Wikipédia após críticas dos editores, que apontam riscos à fiabilidade e à identidade da plataforma.

A Fundação Wikimedia (WMF), entidade responsável pela Wikipédia, decidiu suspender um teste que pretendia introduzir resumos gerados por inteligência artificial no topo de alguns artigos. A funcionalidade, ainda em fase experimental, foi lançada no início do mês e retirada logo no dia seguinte, na sequência de uma forte reação negativa por parte da comunidade de editores da enciclopédia.

Durante o curto período de testes, cerca de 10% dos utilizadores móveis — que ativaram a função de forma voluntária — puderam ver os novos resumos automáticos no topo de determinados artigos. O objetivo era avaliar o impacto desta novidade junto dos leitores, mas a resposta interna foi tudo menos positiva. Vários editores manifestaram-se com descrença, receio e até desagrado face à proposta. Para muitos dos contribuidores mais ativos, a sobriedade característica da enciclopédia é uma das suas maiores virtudes.

Para além das críticas ao conceito em si, houve também acusações de falta de transparência e de exclusão da comunidade no processo de decisão. Um editor afirmou que o processo consultivo foi inexistente, apontando que a única pessoa envolvida nas ditas “discussões” era um funcionário da própria fundação. Este alegado afastamento dos voluntários — os principais responsáveis pela manutenção e qualidade dos conteúdos — só aumentou a desconfiança em relação à iniciativa. Perante a polémica, a WMF decidiu suspender o teste e prometeu rever a abordagem. A organização assegura que continua aberta ao uso de inteligência artificial no futuro, mas sublinha que qualquer decisão nesse sentido será tomada com cautela e em conjunto com os editores.

Loja da NORMAL no Montijo abre antes do final de junho

É a primeira loja da NORMAL a ser inaugurada no verão. Segue-se Viana do Castelo, ainda sem data de abertura prevista.

Chegou discretamente ao nosso país no final de outubro de 2022, com uma primeira loja no Alegro Sintra, mas a NORMAL, cadeia de retalho dinamarquesa conhecida pelo seu conceito alternativo de consumo, tem vindo a expandir-se de forma consistente pelo território nacional. Desde então, têm surgido várias lojas de norte a sul do país – e a tendência promete continuar.

No passado mês de maio, a marca reforçou a sua presença em Portugal com uma loja na Covilhã, localizada no Serra Shopping, e com uma segunda loja em Leiria, inaugurada no LeiriaShopping.

Para os meses de verão, e tal como já tínhamos divulgado, estão previstas novas aberturas: Montijo e Viana do Castelo. Pois bem, há novidades sobre a loja a ser inaugurada na Montijo, uma vez que acabámos de saber que o dia de abertura está marcado para 25 de junho. Será a primeira loja na cidade e a quarta na Margem Sul.

Para breve, mas ainda sem data de inauguração prevista, está a loja em Viana do Castelo.

Normal e a sua experiência de compra fora do comum

A NORMAL distingue-se por fugir ao formato tradicional do retalho. O conceito passa por oferecer produtos de marca a preços baixos e estáveis, eliminando a dependência de campanhas promocionais. Com um layout de loja em forma de labirinto, a experiência de compra transforma-se numa espécie de “caça ao tesouro”, onde os clientes podem encontrar tanto produtos familiares como novidades inesperadas.

Todas as semanas chegam cerca de 100 novos artigos às prateleiras, o que torna cada visita diferente da anterior. Entre as mais de 4.000 referências disponíveis, encontram-se produtos das áreas de higiene e cuidado pessoal, cosmética, papelaria, artigos para o lar, snacks e bebidas.

A NORMAL opera com base num modelo de aquisição oportunista dentro do espaço europeu, comprando sempre que encontra condições vantajosas. Essa estratégia tem permitido à marca manter uma proposta de valor acessível, sem sacrificar a variedade ou a qualidade dos produtos.

De resto, relembrar que já chegou a Portugal a grande concorrente da NORMAL. Chama-se Primaprix e já conta com três lojas em território nacional.

Ryanair vai multar passageiros que se portem mal nos voos em quase 600€

Ryanair anunciou uma coima de quase 600€ para passageiros que sejam retirados do avião devido a comportamentos problemáticos, reforçando o combate a situações que perturbam os voos.

A Ryanair anunciou a introdução de uma multa no valor de cerca de 588€ para passageiros cujo comportamento indisciplinado leve à sua remoção do avião. Esta medida visa combater situações que perturbam o ambiente a bordo e prejudicam a experiência dos restantes passageiros e da tripulação.

Apesar de ser um problema que afeta todo o setor aéreo, a Ryanair reforça o seu compromisso em reduzir episódios de desordem durante os voos, garantindo que as viagens decorrem de forma tranquila e pontual. A penalização surge como uma resposta direta a esses casos que, embora isolados, têm um impacto significativo num espaço fechado e partilhado por todos.

Em comunicado, um representante da companhia referiu que o objetivo da coima é proteger o bem-estar dos passageiros e da equipa, assegurando um ambiente confortável e livre de perturbações evitáveis. Além da multa, a Ryanair mantém a intenção de recorrer a ações legais para reclamar indemnizações civis contra os indivíduos responsáveis por tais comportamentos.

Esta iniciativa surge num contexto em que as companhias aéreas procuram estratégias para mitigar conflitos a bordo, promovendo um ambiente de viagem mais seguro e civilizado.