Eevee Grove é o novo booster temático de Pokémon TCG Pocket com todas as evoluções de Eevee

A expansão digital chega à aplicação a 26 de junho e destaca-se pelas ilustrações únicas de Eevee e as suas oito evoluções

A The Pokémon Company anunciou a próxima expansão temática para Pokémon Trading Card Game Pocket, com lançamento marcado para 26 de junho. Chama-se Eevee Grove e foca-se inteiramente no adorável Eevee e nas suas evoluções, celebrando a popularidade destas criaturas com cartas visuais detalhadas e novos elementos colecionáveis.

Nesta expansão, os jogadores poderão descobrir e colecionar cartas centradas em Eevee, Vaporeon, Jolteon, Flareon, Espeon, Umbreon, Leafeon, Glaceon e Sylveon, com ilustrações que destacam as suas expressões, tipos e personalidades. Cada carta oferece uma representação distinta destes Pokémon, reforçando a ligação emocional entre os fãs e esta linha evolutiva.

Para marcar o lançamento, serão também introduzidos novos elementos de personalização, incluindo uma capa de dossier temática de Eevee e um quadro de exposição especial. Ambos poderão ser obtidos na aplicação como parte das recompensas promocionais associadas à expansão.

Pokémon Trading Card Game Pocket está disponível gratuitamente nas lojas digitais móveis.

Donkey Kong Bananza recebe novas informações de história, jogabilidade e muito mais

A Nintendo revelou uma enorme quantidade de novidades sobre o novo jogo de plataformas 3D de Donkey Kong que tem lançamento a 17 de julho para a Nintendo Switch 2.

Durante mais uma transmissão do Nintendo Direct, a Nintendo revelou novos detalhes sobre Donkey Kong Bananza, o próximo título de ação e plataformas em 3D para a Nintendo Switch 2. O jogo, que será o segundo grande exclusivo Nintendo para a nova consola, tem lançamento marcado para 17 de julho, e dá aos jogadores o controlo de Donkey Kong e Pauline numa aventura subterrânea repleta de poderes especiais, transformações musicais, exploração cooperativa e muitos itens para colecionar.

Esta nova aventura começa em Ingot Isle, onde Donkey Kong testemunha a descoberta de bananas douradas enterradas nas profundezas. Um turbilhão súbito arrasta-o para o subsolo, onde encontra uma nova aliada, Pauline, agora sob o nome artístico de Odd Rock. Juntos, enfrentarão os desafios do Mundo Subterrâneo, explorando-o através de saltos, murros, música e muita destruição.

A missão principal do jogo passa por alcançar o Núcleo do Planeta, supostamente capaz de realizar desejos. Pauline procura uma forma de regressar à superfície, enquanto Donkey Kong quer mais bananas. O problema? A Void Company, uma organização mineira antagonista, também está em busca do Núcleo, tendo causado a queda de Donkey Kong e a transformação de Pauline. A dupla terá de enfrentar esta ameaça e os seus lacaios, como Grumpy Kong, Poppy Kong e o líder Void Kong.

O novo vídeo foca-se também na jogabilidade do jogo, com Donkey Kong a poder executar ataques como Dive Punch, Hand Slap, ou Turf Surfing, combinando-os para resolver puzzles ambientais e descobrir itens escondidos. Através do canto de Pauline e da acumulação de energia chamada Bananergy, Donkey Kong ganha ainda novas formas temporárias: Kong Bananza (mais força), Zebra Bananza (mais velocidade) e Ostrich Bananza (voo com bombas).

O jogo chega com suporte co-operativo local, com dois jogadores a partilharem comandos Joy-Con. O controlo de Pauline inclui interação através de funcionalidades específicas, como um modo rato no Joy-Con. Ficará também disponível o GameShare, para jogar localmente com outro jogador sem necessidade de cópia extra do jogo, e o GameChat, para convidar amigos através de voz ou vídeo. Donkey Kong Bananza inclui ainda modos adicionais como um Photo Mode com efeitos e ajustes de iluminação, e o DK Artist, onde será possível esculpir pedras e criar composições visuais usando o Joy-Con.

O jogo terá compatibilidade com amiibo, incluindo figuras específicas de Donkey Kong e Pauline, a lançar também a 17 de julho. Estes desbloqueiam antecipadamente o traje Diva Dress de Pauline e fornecem peças especiais KONG com efeitos explosivos. Outros amiibo da série Donkey Kong oferecem itens adicionais, e qualquer amiibo genérico garante um bónus em forma de esfera de terreno.

Donkey Kong Bananza terá lançamento exclusivo na Nintendo Switch 2, que podem ficar a conhecer melhor, na nossa análise à consola.

O Nothing Phone 3 vai ter suporte durante sete anos

A Nothing confirmou que o seu próximo smartphone irá ter atualizações e suporte continuo a longo prazo, durante seta anos após o seu lançamento.

A Nothing junta-se a outras fabricante, na missão de garantir aos seus utilizadores que os seus novos dispositivos não vão ficar desatualizados de um ano para o outro. Akis Evangelidis, co-fundador e responsável de marketing da empresa, revelou agora que o próximo smartphone da marca, o Nothing Phone 3, terá um plano de suporte significativamente mais longo do que os seus antecessores.

De acordo com Evangelidis, o primeiro smartphone topo de gama da marca contará com cinco anos de atualizações do sistema operativo Android e sete anos de atualizações de segurança, um salto considerável em comparação ao que foi oferecido até agora noutros equipamentos da marca. Por exemplo, o Nothing Phone 2 foi anunciado com apenas três anos de sistema operativo e quatro anos de atualizações de segurança. Já o mais recente Nothing Phone 3a Pro aumentou essa janela para seis anos de atualizações de segurança, mas manteve o suporte ao sistema operativo dentro do mesmo intervalo anterior.

Este novo compromisso coloca a marca lado a lado de concorrentes como a Samsung e a Google, que têm liderado no que diz respeito à longevidade do software dos dispositivos Android. Em contraste, outras empresas continuam a lançar modelos que rapidamente deixam de receber qualquer tipo de suporte, deixando os utilizadores expostos a falhas e vulnerabilidades.

Já havia sido oficialmente confirmado que o Nothing Phone 3 será alimentado pelo Qualcomm Snapdragon 8s Gen 4, que, de acordo com Evangelidis, traz melhorias notáveis em comparação com o Snapdragon 8 Gen 3, nomeadamente nas áreas de desempenho gráfico, processamento neural, imagem e ligações. Também se prevê que o equipamento seja lançado em duas variantes, uma com 12GB de RAM e 256GB de armazenamento interno, e outra mais robusta com 16GB de RAM e 512GB de armazenamento interno. Falta agora confirmar se esta promessa de suporte prolongado se traduzirá, na prática, num verdadeiro compromisso com os utilizadores — algo que, a manter-se, poderá redefinir as expectativas em torno dos smartphones Android de média e alta gama.

Sagres Sol&Mar: a nova cerveja portuguesa com sal marinho do Algarve

Sagres lança Sol&Mar, uma nova cerveja com sal marinho algarvio, inspirada na costa portuguesa e nos hábitos de consumo nacionais.

A Cerveja Sagres apresentou uma nova referência que vem alargar a sua gama e reforçar a ligação da marca à identidade marítima nacional. Chama-se Sagres Sol&Mar e distingue-se por incluir sal marinho do sotavento algarvio na sua composição, numa aproximação simbólica ao Atlântico que molda a cultura portuguesa.

Esta nova cerveja surge na sequência da campanha Alma Portuguesa e assume-se como uma evocação do imaginário coletivo que associa o mar à partilha, ao convívio e à descontração. A Sagres Sol&Mar procura capturar essa essência com uma cerveja dourada, leve e particularmente refrescante. O toque subtil de sal marinho não altera o perfil clássico da bebida, mas intensifica a sensação de frescura e equilíbrio no paladar.

A introdução deste ingrediente, ainda que discreta, foi pensada como uma extensão dos hábitos de consumo nacionais, em que o ato de beber cerveja é frequentemente acompanhado por petiscos salgados, como tremoços ou amendoins. A intenção passa por proporcionar uma experiência sensorial mais próxima desses momentos tipicamente portugueses.

No plano visual, a Sagres Sol&Mar apresenta-se com uma identidade gráfica inspirada nos azulejos tradicionais, evocando elementos estéticos que remetem tanto para o património cultural, como para a paisagem costeira do país. Este detalhe reforça a ligação simbólica entre a bebida e o ambiente marítimo que a inspira.

Com 4% de teor alcoólico, a nova cerveja tem um amargor mais suave do que a versão clássica da marca. Encontra-se já disponível em vários formatos – lata de 33cl, pack de seis garrafas mini de 25cl e, no canal Horeca, em barril de 20L –, adequando-se tanto ao consumo em espaços de restauração, como em contextos mais informais.

Confissões: o restaurante lisboeta onde cada prato conta a história do chef

Chef Pedro Torgal Viana estreia-se com o Confissões, restaurante lisboeta onde cada prato evoca etapas do seu percurso profissional. Há um menu fixo, um menu diário e, ainda, três menus de degustação.

Há um novo restaurante em Lisboa para conhecer. Chama-se Confissões e é, acima de tudo, um projeto pessoal do chef Pedro Torgal Viana, com um percurso profissional marcado por experiências em cozinhas internacionais, bem como chef privado.

Pedro Torgal Viana iniciou o seu percurso aos 16 anos, ao partir para Veneza, onde começou por trabalhar em cozinhas distinguidas pelo guia Michelin. Desde então, acumulou experiência em países tão distintos como Japão, Luxemburgo, Suíça, Estados Unidos, Brasil, Espanha, China e Austrália. Esse caminho é agora materializado no menu do Confissões, o seu primeiro restaurante, que abriu portas em dezembro passado em regime de soft opening e se encontra atualmente em pleno funcionamento.

Localizado na Rua Cardeal Mercier, nº 17 A, em Lisboa, este novo espaço surge como o culminar de anos de viagens, provas e aprendizagem em mais de 60 países, numa trajetória que o levou a visitar mais de 1200 restaurantes e a trabalhar em cozinhas na Suíça, Itália e Austrália.

O nome Confissões reflete o caráter intimista da proposta. Aqui, cada prato é apresentado como um capítulo da história pessoal e profissional do chef, construída ao longo de quase uma década dedicada à cozinha de autor. A carta, composta por criações próprias e combinações invulgares, inspira-se sobretudo nas tradições culinárias de França, Japão, Austrália e dos países nórdicos, sem ignorar a identidade dos ingredientes portugueses, que surgem cuidadosamente seleccionados.

O Confissões apresenta um ambiente de linhas minimalistas, com predominância de tons neutros como verde, preto e bege, e materiais como mármore nas mesas. A loiça utilizada é produzida manualmente por uma ceramista grega, descoberta numa das viagens de carro que o chef realizou pela Europa.

A carta de vinhos do Confissões foi desenvolvida em colaboração com um enólogo, incluindo uma seleção de 20 referências de produções limitadas. Algumas destas garrafas pertencem à coleção pessoal do próprio chef, que as recomenda para harmonizações específicas com os pratos servidos.

Mas o Confissões destaca-se também por outro motivo. É que, além do menu fixo, conta com três menus de degustação – com oito, dez ou doze momentos -, que funcionam basicamente como um retrato comestível da sua trajetória profissional. Ou seja, o percurso internacional do chef ganha expressão numa sequência de pratos que cruzam técnicas e ingredientes de vários pontos do mundo. É, no fundo, uma narrativa gastronómica.

No passado mês de maio, o Echo Boomer teve então oportunidade de provar um dos menus de degustação deste espaço – ou momento de “experiência sensorial”, como lhe chama o chef, que acredita ser o “flagship” da casa. “É aquilo que nós temos ainda mais prazer de trabalhar, elevando não só o produto, mas também o nível de técnica, maior do que o menu do dia ou do próprio menu à carta.” Portanto, o objetivo passa por dar o melhor ao cliente… mas com um preço muito acessível.

Neste caso, fomos experimentar o menu de 8 momentos do Confissões e, tendo em conta a quantidade de pratos, recomenda-se que experimentem ao jantar, para uma refeição calma e demorada, como se quer.

Mas vamos então ao primeiro momento, uma celebração de um alimento que está presente há mais de 12.000 anos: o pão. “Não considero tanto um couvert, mas sim um prato para ser servido só uma vez, e não ao longo da refeição”, referiu o chef.

Assim, chegou-nos à mesa a Primeira paragem: pão, manteiga e azeite, aquilo a que podemos chamar de trio de pão, com um pão brioche“pão francês, mais doce, com uma cor amarelada” -, feito com farinhas biológicas artesanais certificadas e acompanhado de manteiga de cassis (uma baga, um fruto vermelho francês, que dá um toque adocicado, e de ligeira acidez, à manteiga); focaccia e uma manteiga misteriosa sobre a qual fomos desafiados a adivinhar os seus ingredientes – “tenho a certeza que queijo e especiarias irão surgir na vossa cabeça”; e um pão sourdough de massa mãe que levedou mais de 48 horas e que é acompanhado de azeite grego.

Fiquem descansados que as doses são controladas, precisamente para os clientes se sentirem confortáveis no resto da viagem. E sim, com vinho a acompanhar!

Pouco depois, o segundo momento, o Quem vai ao mar, afina o paladar, que aqui se traduz numa Ostra frita em tempura crocante sob uma base de maionese fumada, rematada com caviar de esturjão e delicadas ovas manteigadas por cima. Dois pontos interessantes aqui: as ostras são provenientes da ria de Aveiro, conhecias pelo sabor levemente amariscado e com toques marinhos, e este momento vem servido numa colher de madeira, até porque o objetivo é degustar tudo de uma só vez – “por isso é que temos uma colher grande para conseguir açambarcar tudo ao mesmo tempo”.

Seguiu-se o Unagi na brasa, umami na alma, num momento que o chef refere apelar aos cinco sentidos: paladar, tato, olfato, visão e audição. “Este prato tem um momento à Michael Jackson, mas não vai ser o Moonwalk”, até porque a enguia japonesa, fumada, com molho kabayaki, é para ser comida à mão. Para isso, deram-nos uma luva branca, que depois não é mais necessária, para que possamos levar este momento à boca – e sim, é também para comer tudo de uma vez. A enguia em si tem uma infusão dashi com soja, que cria o umami – “sabor muito associado ao glutamato monossódico” -, originando assim um odor especial que, em contraste com o nitrogénio, dá uma certa “camuflagem” ao prato. Sim, terão mesmo de ver para crer, mas este foi, sem dúvida, um dos momentos favoritos da degustação.

Seguindo viagem, seguiu-se um momento mais clássico: Mari e monti, ou melhor, um Risotto de açafrão, um clássico de Milão, que leva um camarão tigre com uma bisque – “neste caso foi feita apenas com o jube da cabeça do carabineiro”, ou seja, as cabeças foram apertadas para sair aquela untuosidade vermelha. Uma belíssima junção de terra com mar.

Para fugir um pouco ao mar, chegou-nos o Morille, Trufa e Foie Gras: a Santíssima Trindade, um prato 100% da terra, “com os ingredientes mais requintados de França e um ingrediente português”. Temos, portanto, uma cama de molho de foie gras, trufa preta picada por cima, três gnochis cozinhados al dente com trufa laminada e cogumelo Morilles – o “Bugatti dos cogumelos”, confessou o chef, e que, pelo aspeto, nos fez lembrar uma tâmara – recheado com rabo de touro cozinhado lentamente durante 12 horas, finalizado com uma redução de vinho do Porto rubi, que apela aos frutos silvestres.

Continuando nos pratos de terra, e finalizando os pratos principais, chegou-nos O clássico da Bairrada revisitado, a versão do Leitão à Bairrada do Confissões: uma placa de leitão cremosa – ou seja, “não seca e sem osso” -, com uma pele caramelizada por cima, acompanhada de gomos (segmentos) de laranja, um puré de alho francês – “para lhe dar um toque especial” -, um pontinho de gel de kalamansi (citrino asiático), e um molho de pimenta feito na casa.

Antes de passarmos ao momento doce, o limpa palato é fundamental, neste caso O princípio do fim (Ruibarbo Tropical), um Sorbet de ruibarbo com caviar cítrico de finger lime australiana, pó de iogurte atomizado, pickle de meloa e granizado de laranja sanguínea.

Esta experiência do Confissões culmina no Do fumo nasce o sabor, uma sobremesa fabulosa que inclui o ingrediente do momento, o pistácio, fruto seco que já é utilizado há tanto tempo que já muito deu nas vistas antes deste boom das redes sociais. A grande diferença, aqui, é que o sorbet de pistácio, sob um pó de beterraba – beterraba atomizada, como refere o chef, é feito com azoto líquido – logo sem qualquer cristal de gelo, sendo super sedoso – e depois finalizado com chocolate bio de São Tomé, amarena – cereja estagiada num xarope alcóolico – e flocos de ouro de 23 quilates. E sim, o ouro é verdadeiro e cortado na Alemanha, onde cada milímetro é dividido em 10 vezes. Por tudo isto, é comestível!

A diferença para os restantes menus de degustação do Confissões? Mais pratos principais e sobremesas, no fundo. Para o menu de 8 momentos, o que tivemos oportunidade de experimentar, é provável que dure até 3 horas. Para o de 10 momentos, são necessários mais 45 minutos. Por último, para o 12 de momentos, preparem-se para um serão que ultrapassa as quatro horas. Daí sugerir-se que apostem neste tipo de menus ao jantar. A nível de pairing de vinhos, fundamental na experiência, são servidos 7, 9 e 11 vinhos, respetivamente.

Quanto a preços, o menu de degustação 8 momentos custa 70€, o de 10 momentos custa 90€ e o de 12 momentos custa 120€. Se quiserem com harmonização vínica, fundamental para elevar ainda mais a experiência, os preços sobem para os 120€, 160€ e 210€, respetivamente.

A funcionar de terça a quinta-feira, das 12h às 15h30, e de quinta-feira a sábado, das 12h às 15h30 e das 19h às 22h, o Confissões aguarda a vossa visita e recomenda-se reserva, bastando ligar para o 917042688.

A Warner Bros. Games reorganizou a liderança do estúdio e vai focar-se nas suas propriedades principais

Foram promovidos três novos líderes de estúdio para cargos de vice-presidência, enquanto a editora se concentra nas suas propriedades principais, como Harry Potter, DC, Mortal Kombat e Game of Thrones

A Warner Bros. Games anunciou uma nova estrutura de liderança interna, com o objetivo de reforçar a sua estratégia, apostando apenas em quatro das suas propriedades-chave: Harry Potter, Mortal Kombat, DC Comics e Game of Thrones.

A informação foi avançada pela Variety, que dá a conhecer o três novos responsáveis de estúdio promovidos a vice-presidentes sénior. Yves Lachance, da Warner Bros. Games Montréal, assume agora o cargo de SVP de desenvolvimento dos jogos ligados aos universos de Harry Potter e de Game of Thrones. Já Shaun Himmerick, líder da NetherRealm, será o novo SVP de desenvolvimento das séries Mortal Kombat e dos jogos da DC, com destaque para personagens como Batman. Por fim, Steven Flenory, da Warner Bros. Games New York, passa a SVP de tecnologia e serviços centrais, com foco em áreas como tecnologia de produção, QA, apoio ao cliente e investigação de utilizadores. Todos os promovidos responderão diretamente a JB Perrette, CEO de streaming global e jogos na Warner Bros. Discovery, que em comunicado partilhou o seu entusiasmo e elogiou os novos executivos.

Esta reestruturação interna e de estratégia de produção de novas experiências focadas numa quantidade limitada de propriedades, surge num momento de reestruturação mais alargada do grupo. A Warner Bros. Discovery estará pronta a dividir-se em duas empresas distintas, a Streaming & Studios, que incluirá a divisão de jogos, e a Global Networks, centrada na produção televisão mais tradicional, onde se concentrará a maioria da dívida de 37 mil milhões de dólares da empresa.

O anúncio também surge depois de várias medidas de contenção que levaram ao fecho de estúdios e despedimentos coletivos. Em fevereiro, a empresa encerrou três estúdios, incluindo a Monolith Productions, o que levou ao cancelamento do jogo da Wonder-Woman. Já a Rocksteady, responsável pela série Batman: Arkham, sofreu várias rondas de despedimentos após o insucesso comercial de Suicide Squad: Kill the Justice League, lançado em 2024. A Warner registou nesse ano um prejuízo superior a 300 milhões de dólares na sua divisão de jogos, o que levou à decisão de concentrar os recursos em propriedades com historial comprovado.

Chargemap entra em Portugal para facilitar carregamento de veículos elétricos

Plataforma Chargemap estreia-se no mercado português com acesso à rede da Powerdot, apostando numa experiência de carregamento mais simples e centralizada.

A Chargemap iniciou operações em Portugal através de uma parceria com a Powerdot, permitindo o acesso à rede de carregamento já existente desta última. A plataforma francesa passa assim a disponibilizar, numa única aplicação, os pontos de carregamento operados pela empresa portuguesa, com o objetivo de simplificar a utilização de veículos elétricos no país.

O acordo entre ambas as entidades traduz-se na criação de um ecossistema centrado no utilizador, combinando tecnologia e acessibilidade para facilitar a experiência de carregamento de veículos elétricos. A integração da infraestrutura da Powerdot – que soma mais de 10.000 pontos de carregamento em vários países europeus – com a aplicação da Chargemap permitirá que os condutores em Portugal localizem, utilizem e paguem carregamentos de forma mais intuitiva e centralizada.

Mais do que uma simples entrada no mercado, esta aliança pretende contribuir para uma mudança estrutural no setor, colocando o utilizador no centro das soluções desenvolvidas. A introdução da funcionalidade autocharge, bem como o lançamento de campanhas conjuntas com outros parceiros, tem como objetivo simplificar os processos e reduzir as barreiras à adopção dos veículos elétricos.

Do lado da Powerdot, José Sacadura destaca o impacto da parceria, frisando que a colaboração se traduz em benefícios concretos para os utilizadores, nomeadamente através de uma rede mais fiável, métodos de pagamento simplificados e maior facilidade de acesso às estações de carregamento. Sublinha ainda que este é um passo relevante para consolidar Portugal como uma referência na mobilidade elétrica europeia.

Divulgados os horários do EVIL LIVƎ Festival 2025

O interessante nestes horários do EVIL LIVƎ Festival 2025 é que os concertos terminam relativamente cedo. Relembrar que o festival começa numa sexta-feira.

É já na próxima semana, entre a 27 e 29 de junho de 2025, no Estádio do Restelo, em Lisboa, que decorre a edição de 2025 do EVIL LIVE FESTIVAL. Ao todo, são 17 os artistas confirmados para esta primeira edição do EVILLIVE FESTIVAL em formato open-air.

Entre os nomes que integram o cartaz contam-se os Slipknot, KornJudas PriestTill LindemannFalling In ReverseOpethMunicipal WasteJinjerDeath AngelEagles of Death MetalCrossfaithSeven Hours After VioletGaereaR.A.M.P., Triptykon e Faemine.

Dito isto, e a faltar tão pouco para o evento, só faltava mesmo os horários… Pois bem, foram hoje divulgados. E não são nada maus, até porque o EVIL LIVE FESTIVAL acaba relativamente cedo.

De reparar que, no primeiro dia, 27 de junho, os cabeças de cartaz, Judas priest, atuam às 21h35. Nos restantes dias, os cabeças de cartaz Korn e Slipknot atuam às 22h15. De resto, os primeiros concertos começam ora às 15h50, ora às 16h.

Os bilhetes permanecem disponíveis, com o passe geral de três dias fixado nos 169€, o passe de dois dias (28 e 29 de junho) por 139€ e os bilhetes diários por 79€, à exceção do primeiro dia, que custa 69€.

Domino’s Pizza abre loja no Campera Outlet Shopping

Com esta inauguração, a Domino’s Pizza passa a contar com 62 restaurantes em Portugal.

Campera Outlet Shopping, situado no Carregado e pertencente ao Grupo Névoa, está a passar por um conjunto de remodelações nas suas infraestruturas com o intuito de proporcionar uma experiência de compras mais moderna e agradável.

Uma das principais novidades é a reabertura de uma área do piso 1, que estava encerrada desde 2018. Após uma remodelação total, esta zona disponibiliza agora mais lojas e serviços, consolidando a posição do Campera como um dos principais destinos de compras da região. E por falar em lojas, há muitas novidades a caminho.

Tal como divulgámos anteriormente, o Campera recebeu, em abril, uma nova loja da Batikanos, ao passo que, em maio, foi inaugurado o tão esperado ginásio Fitness UP. Além disso, e depois de temporariamente encerrados para obras de melhoria, também o McDonald’s e o Yuki Sushi do Campera voltaram a funcionar.

Para breve está prevista, ainda, a abertura de uma loja Primor no Campera Outlet Shopping, mas enquanto tal não acontece, é tempo de dar destaque à mais recente abertura, até porque a Domino’s Pizza já abriu.

“As pizzas que toda a gente adora chegaram ao Carregado”, diz a marca na sua página de Facebook, referindo ainda ser uma “paragem obrigatória” na próxima visita. A loja conta com várias mesas no interior, sofás, uma mesa para os miúdos brincarem enquanto esperam pela pizza e, ainda, o serviço Domino’s Drive, que é um ponto de recolha. Ou seja, basta ligar para o 939815052 para que, algum tempo depois, a pizza vos seja entregue nesse mesmo local por um funcionário da cadeia.

De resto, desde entradas até às sobremesas, passando pelas famosas pizzas de massa fresca onde é espalhado o molho de tomate português, ou até pelas saladas, variedade é coisa que não falta.

A Domino’s Pizza tem ainda o programa Domino’s More, em que, a cada pedido com pizza, os clientes acumulam 10 pontos e, por cada amigo que tragam e que também faça um pedido, ganham outros 10 pontos. Ao acumularem 40 pontos serão premiados com uma pizza grátis da vossa preferência e que seja encomendada via online. O melhor de tudo? Às segundas-feiras os pontos acumulados são duplicados.

Com esta inauguração, a Domino’s Pizza passa a contar com 62 restaurantes em Portugal. O Grupo Daufood é responsável pela gestão da marca em Portugal.

Segway anuncia chegada da série de trotinetes Ninebot E3 a Portugal

A nova série Ninebot E3 da Segway estreia-se em Portugal com design compacto, motor potente e autonomia adaptada à cidade. Os preços começam nos 399€.

A Segway-Ninebot prepara-se para lançar em Portugal a nova série Ninebot E3, uma gama de trotinetes elétricas concebida para responder às exigências da mobilidade urbana diária. Os modelos começam a ser comercializados este verão, com preços a partir dos 399€.

O design surge como um dos elementos centrais desta nova gama. A inspiração na robótica está patente em pormenores como o aro vermelho visível nas suspensões dianteira e traseira, evocando estruturas mecânicas de precisão. Já a sua silhueta apresenta linhas aerodinâmicas e depuradas, com um acabamento prateado sóbrio.

Destaque também para a estrutura compacta e o peso reduzido, que facilitam tanto a condução como o transporte e arrumação, aspetos valorizados na utilização quotidiana. Aliás, a estrutura foi construída em liga de magnésio de grau aeroespacial, conjugando leveza com resistência. O sistema de dobragem facilita a arrumação em espaços pequenos, como casas, escritórios ou transportes públicos.

No plano técnico, a série incorpora o SegRide Stability System, um sistema próprio de estabilidade que melhora a condução, mesmo em superfícies escorregadias. Esta tecnologia funciona em conjunto com pneus tubeless de 10 polegadas e suspensões afinadas para absorver as irregularidades do piso, proporcionando uma experiência confortável e segura em diversos tipos de terreno.

O motor com potência máxima de 800W permite enfrentar inclinações até 18%, assegurando um desempenho adequado ao relevo urbano. No que toca à autonomia, os modelos foram pensados para os trajetos diários típicos. O Ninebot E3 Pro pode atingir até 55 quilómetros em modo ECO (a 15 km/h) e até 40 quilómetros em modo Sport (a 25 km/h). Já o modelo base, Ninebot E3, oferece até 45 quilómetros no modo ECO e 30 no modo Sport. Está ainda prevista uma bateria externa opcional, com lançamento marcado para o último trimestre de 2025, que poderá aumentar o alcance em mais 25 quilómetros no modo económico.

De salientar também a integração com a plataforma Apple FindMy, que permite localizar a trotinete em tempo real, reforçando a ligação entre mobilidade elétrica e os sistemas digitais do quotidiano.

O modelo Ninebot E3 estará disponível a partir de 23 de junho, com um preço de 399€. O modelo Ninebot E3 Pro chega a 13 de julho, por 449€, sendo que ambas as trotinetes poderão ser adquiridas no site oficial.

MINISFORUM AI X1 Mini PC – Review: Pequeno, elegante e muito capaz

O MINISFORUM AI X1 pode apostar na inteligência artificial, mas é pelas restantes características que se destaca enquanto mini PC compacto e em alternativa a outros formatos mais tradicionais.

Apesar de ter um ótimo PC com características excelentes para produção digital avançada e para correr os jogos mais recentes nas definições máximas sem grande esforço, admito que a sua imponente presença no meu setup é, por vezes, excessiva. Para além disso, ao longo do meu dia de trabalho, muitas das suas capacidades avançadas são subaproveitadas, o que faz com que, durante grande parte do tempo, essa máquina esteja a ser desgastada desnecessariamente.

Com a popularidade dos mini-PCs a crescer entre entusiastas, profissionais e até criadores de conteúdo, o seu formato minimalista, aliado a algumas funcionalidades avançadas – ainda que limitadas pelas suas dimensões – e eficientes, despertou em mim o desejo de dividir tarefas por diferentes máquinas, o que me trouxe até aqui: à utilização diária do MINISFORUM AI X1.

Fundada em 2018, a MINISFORUM resulta da colaboração entre um grupo de engenheiros e entusiastas por tecnologia de ponta e design, algo visível no portefólio da marca – cuja loja oficial está a celebrar cinco anos de existência -, que se dedica a oferecer soluções minimalistas que conciliam o formato compacto com desempenho, com destaque para mini-PCs para jogos que se assemelham a consolas e estações de trabalho altamente discretas.

O MINISFORUM AI X1 integra esse segundo grupo e é exatamente aquilo que procurava: pequeno, discreto, silencioso e extremamente eficiente em energia e recursos. Lançado no final de maio, o MINISFORUM AI X1 é uma versão mais acessível e compacta de um dos produtos mais entusiasmantes da marca neste segmento, o MINISFORUM AI X1 Pro, um computador compacto de alto desempenho, concebido para o zeitgeist da inteligência artificial, com certificação Copilot+ da Microsoft, suportado por um extraordinário AMD Ryzen AI 9 HX 370.

Mas voltando ao Minisforum AI X1, também identificado como MINISFORUM AI X1 Mini (para não ser confundido com o Pro), este modelo inclui igualmente funcionalidades inteligentes. A questão que se levanta é se estas são, de facto, particularmente relevantes.

Disponível em três modelos com processador AMD Ryzen 7 260, 255 ou AMD Ryzen AI 9 365, foi o primeiro que a marca graciosamente me cedeu para as minhas tarefas diárias, acompanhado por 32GB de memória RAM extremamente rápida DDR5 a 5600 MHz, 1TB de armazenamento NVMe expansível até 4 TB, e ainda uma GPU discreta Radeon 780M, validando assim a sua capacidade até para algum lazer e produção de conteúdos mais exigente.

Em termos teóricos, é um pacote extremamente impressionante e muito atual, ultrapassando largamente os mínimos necessários para uma utilização casual e profissional fluida e sem compromissos – tudo num formato compacto e cheio de pinta.

Apontando rapidamente o óbvio, o MINISFORUM AI X1 pode facilmente ser descrito como um clone de um Mac Mini, com um corpo monobloco prateado de arestas arredondadas e design minimalista, onde a única nota menos “profissional” é a imagem da marca no topo. Com um manuseamento sólido e compacto, e apesar de o corpo ser revestido a plástico – e não a alumínio, como a cor sugere -, o MINISFORUM AI X1 apresenta uma qualidade de construção excecional, surpreendentemente premium, onde todos os detalhes, tanto externos como internos, parecem ter sido cuidadosamente trabalhados.

Com ventilação nas laterais, na parte frontal encontramos uma interface bastante completa — considerando o formato – com portas USB 3.2 Gen 2 tipo-A, uma porta USB 4 de alta velocidade, uma porta de áudio para auscultadores e microfone e, claro, indicadores e botão de energia. Já a traseira revela-se ainda mais completa, com a alimentação, outra porta USB 4, uma porta USB 2.0 tipo-A, porta de rede e duas saídas de vídeo avançadas: DisplayPort 2.0 e HDMI 2.1, o que garante suporte para resoluções 4K com altas taxas de atualização.

Adicionalmente, este mini-PC conta com uma porta OCulink, que por defeito vem vazia – com o seu módulo interno incluído em separado dentro da caixa -, podendo ser instalado consoante as necessidades do utilizador. Esta funcionalidade é particularmente interessante para quem quiser, por exemplo, ligar uma placa gráfica ao PC, através de um adaptador vendido pela marca, o MINISFORUM DEG1 EGPU Dock, que requer este tipo de ligação. Apesar de não ter tido oportunidade de testar esta função, a curiosidade é elevada, dado que poderia, por exemplo, usar uma NVIDIA RTX 3080Ti, que tenho ali de reserva, com o MINISFORUM AI X1.

Com uma superfície ligeiramente inferior à de uma caixa de CDs e apenas 5 cm de altura, o Minisforum AI X1 pode ser facilmente instalado em qualquer lugar: na secretária, na parede com um suporte, no móvel da sala ligado à TV como media player, ou até num rack para uso como servidor pessoal. É extraordinário. Mas o que é realmente incrível é a sua utilização. Uma experiência que impressiona especialmente ao comparar as suas capacidades com o formato compacto, lado a lado com o PC mais “avançado” que utilizava anteriormente.

Com o Windows 11 já instalado, senti-me logo em casa, migrando para este PC todo o software e ficheiros que usava anteriormente, num processo suave e sem percalços. As primeiras impressões foram refrescantes: mesmo com o peso do software instalado, o computador revelou-se extremamente rápido e fluido, com o CPU a recorrer apenas ao essencial. Mesmo em tarefas exigentes como edição de vídeo e imagem com softwares da Adobe, não se notam quebras, e quando exagero com vários programas e browsers abertos com múltiplas abas, o pior que acontece é ouvir as ventoinhas a trabalhar com mais intensidade – mas nunca ao ponto de distrair. Estas características também se revelam de imediato no ciclo de ligar, desligar e reiniciar, que é particularmente rápido, tornando o uso diário muito acessível.

Se para produção de texto, gestão de dados e outras funções mais casuais, o MINISFORUM AI X1 é fantástico, também surpreende no lazer, graças à sua GPU. A Radeon 780M pode não ser a placa gráfica mais poderosa – até porque já tem alguma idade, em termos de hardware – e é um chip de portátil, mas oferece um desempenho relativamente semelhante ao de uma Steam Deck da Valve, o que significa que corre muitos jogos com definições baixas a médias, em resoluções aceitáveis.

E por falar em resoluções, o MINISFORUM AI X1 comporta-se muito bem ligado a monitores de alto desempenho, como o LG 32GS95UE-B. Apesar de este monitor permitir até 280Hz em 4K, com o AI X1 o output ficou limitado a 144Hz. Não é grave – apenas uma nota -, já que a utilização a 4K e 144 Hz é extremamente satisfatória num contexto casual.

Uma das funcionalidades mais interessantes do MINISFORUM AI X1 é também uma das mais estranhas para a maioria dos utilizadores casuais, grupo onde me incluo. Trata-se de uma NPU (Neural Processing Unit) dedicado, com 15GB de memória partilhada e capaz de atingir 50 TOPS. No meu uso regular, nenhum software recorre a esta funcionalidade, e a sua utilidade não se cruza com as minhas necessidades. O NPU serve para acelerar tarefas de inteligência artificial e machine learning, pelo que só software especializado, programadores ou criadores de conteúdos que dependam deste tipo de computação, poderão tirar partido desta mais-valia. Ou seja, é um recurso que não se dirige propriamente ao consumidor comum – por muito que as marcas tentem convencer-nos do contrário -, pelo menos no campo dos PCs. Nos smartphones e noutros dispositivos móveis, a integração entre software e hardware já justifica melhor este tipo de funcionalidades.

Atendendo às suas características, formato e utilização, o mais impressionante no MINISFORUM AI X1 é o preço, especialmente quando comparado com soluções pré-montadas, de especificações duvidosas e dimensões exageradas, disponíveis em grandes superfícies. Este modelo que estou a usar foi lançado por apenas 659,00€ – mas podem ter um desconto de 30€ com o código AIX130 -, um valor inferior ao de muitos computadores de secretária, portáteis e até smartphones, ainda que o público-alvo e o uso sejam diferentes. É particularmente acessível para aquilo que oferece. No fundo, é uma excelente alternativa para quem procura um computador de secretária discreto, competente e, quem sabe, mais versátil do que aparenta.

Recomendado - Echo Boomer

Este produto foi cedido para análise pela MINISFORUM.

Plenergy quer ter pelo menos 35 postos de combustível em Portugal até 2026

Já para este ano, o objetivo da Plenergy é chegar aos 15 postos de combustível low-cost a funcionar em território nacionla.

Foi a 16 de dezembro de 2024 que a Plenergy (anteriormente conhecida como Plenoil) abriu o seu primeiro posto de combustível low-cost em Portugal, localizado na Guarda. Com o tempo a passar, surgiram novas inaugurações, com estações em Viana do Castelo, Cartaxo, Paços de Ferreira, Vila Nova de Gaia e Santa Maria da Feira, esta última a primeira no país a contar com um centro de lavagem automóvel.

Aquando da inauguração do primeiro posto em território nacional, o residente executivo (CEO) da Plenergy, José Rodríguez de Arellano, disse à agência Lusa que a empresa tem atualmente cerca de 40 projetos em desenvolvimento, e que a “expectativa é terminar 2025 com pelo menos 15 estações de serviço em todo o país”, ou seja, esse número poderá ser superior. O responsável divulgou também que cada estação custa 750.000€ a inaugurar e que a Plenergy pretende investir cerca de 25 milhões de euros em Portugal até ao final de 2026.

Estas ambições foram reforçadas esta semana numa conferência de imprensa que decorreu no Porto e que contou com a presença de Tiago Preguiça, diretor de Expansão e Relações Institucionais para Portugal. Aos presentes, o responsável referiu que a Plenergy quer investir “entre 15 a 17 milhões de euros” em Portugal continental até final deste ano.

Para isso, estão previstas várias inaugurações. Uma delas será na Trofa, nas próximas semanas, ao passo que localizações como Matosinhos, Abrantes, Loures e Póvoa de Varzim receberão os postos de combustível Plenergy até final de setembro. Por norma, as obras para a inauguração de cada posto demoram entre dois a três meses.

Tiago Preguiça revelou ainda que, se o objetivo é ter 15 postos a funcionar até ao final de 2025, a meta é bem mais ambiciosa para 2026, uma vez que a empresa pretende ter, até ao final do próximo ano, “entre 35 a 40 postos de abastecimento abertos”. Com isso, serão também criados 61 postos de trabalho.

Plenergy quer revolucionar o mercado de combustíveis em Portugal

A Plenoil foca-se no crescimento através dos seus próprios postos, em vez de franchisar a marca a terceiros. A sua estratégia passa por instalar-se em locais com grande volume de tráfego, o que permite oferecer preços mais baixos. Ao comprar grandes quantidades de combustível, a empresa consegue negociar melhores preços com os fornecedores.

E sim, as estações da Plenergy funcionam 24 horas por dia.

A meta da Plenoil em Portugal é conquistar o segundo ou terceiro lugar no mercado, atualmente liderado pela Galp, que tem quase 700 postos de abastecimento. A Prio, a sua concorrente direta no segmento de baixo custo, tem atualmente mais de 250 postos a nível nacional.

REMATCH, Warcraft e Call of Duty: WWII entre as novidades para o final de junho no Xbox Game Pass

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A segunda vaga de junho traz REMATCH, os três clássicos Warcraft remasterizados, Call of Duty: WWII e outras estreias no Game Pass.

A equipa Xbox revelou os jogos que já começaram a chegar ao catálogo do Xbox Game Pass na segunda metade de junho, numa seleção marcada por títulos nostálgicos e novas estreias no serviço. Entre as novidades estão REMATCH, uma proposta multi-jogador competitiva com futebol e caos à mistura, dos criadores de SIFU, e o regresso de três clássicos da Blizzard em versões remasterizadas: Warcraft I, Warcraft II e Warcraft III.

Para além disso, Call of Duty: WWII chega já no final do mês, acompanhado por outras adições como Star Trucker, Volcano Princess, Wildfrost, Little Nightmares II e o regresso de Rise of the Tomb Raider. Vários destes títulos chegam diretamente no dia de lançamento, com destaque para os lançamentos no Game Pass Ultimate e PC Game Pass.

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Novidades do Xbox Game Pass de junho de 2025.

Podem consultar a lista completa dos jogos e respetivas datas de entrada no serviço:

  • FBC: Firebreak (Cloud, PC e Xbox Series X|S) – Já disponível no Game Pass Ultimate, PC Game Pass
  • Crash Bandicoot 4: It’s About Time (Consola e PC) – Já disponível no Game Pass Ultimate, PC Game Pass, Game Pass Standard
  • Lost in Random: The Eternal Die (Cloud, PC e Xbox Series X|S) – Já disponível no Game Pass Ultimate, PC Game Pass
  • Star Trucker (Xbox Series X|S) – 18 de junho no Game Pass Standard
  • Wildfrost (Consola) – 18 de junho no Game Pass Standard
  • REMATCH (Cloud, PC e Xbox Series X|S) – 19 de junho no Game Pass Ultimate, PC Game Pass
  • Volcano Princess (Cloud, Consola e PC) – 24 de junho no Game Pass Ultimate, PC Game Pass
  • Against the Storm (Cloud e Consola) – 26 de junho no Game Pass Ultimate
  • Warcraft I: Remastered (PC) – 26 de junho no Game Pass Ultimate, PC Game Pass
  • Warcraft II: Remastered (PC) – 26 de junho no Game Pass Ultimate, PC Game Pass
  • Warcraft III: Reforged (PC) – 26 de junho no Game Pass Ultimate, PC Game Pass
  • Call of Duty: WWII (Consola e PC) – 30 de junho no Game Pass Ultimate, PC Game Pass, Game Pass Standard
  • Little Nightmares II (Cloud, Consola e PC) – 1 de julho no Game Pass Ultimate, PC Game Pass, Game Pass Standard
  • Rise of the Tomb Raider (Cloud, Consola e PC) – 1 de julho no Game Pass Ultimate, PC Game Pass, Game Pass Standard

Como sempre, a 30 de junho, há vários jogos que vão sair do Game Pass. Abaixo podem ler a lista completa, com 20% de desconto para quem quiser mantê-los na biblioteca:

  • Arcade Paradise (Cloud, Consola e PC)
  • Journey to the Savage Planet (Cloud, Consola e PC)
  • My Friend Peppa Pig (Cloud, Consola e PC)
  • Robin Hood: Sherwood Builders (Cloud, Consola e PC)
  • SteamWorld Dig (Cloud e Consola)
  • SteamWorld Dig 2 (Consola e PC)

A Bose anunciou a nova geração dos QuietComfort Ultra e SoundLink

Os novos auriculares com cancelamento de ruído inteligente e colunas Bluetooth resistentes marcam a mais recente aposta da Bose.

A Bose anunciou os novos auscultadores QuietComfort Ultra (2ª geração), os altifalantes Bluetooth SoundLink Plus e o SoundLink Micro (2ª geração). As novidades estão disponíveis, para já, em alguns mercados selecionados, com esperança da chegada a outros países nas próximas semanas.

O destaque vai para os novos QuietComfort Ultra, os auriculares topo de gama com cancelamento de ruído ativo da marca. Nesta nova geração, a Bose integrou funcionalidades inteligentes para tornar a transição entre modos de escuta mais suave e precisa, sobretudo no modo Aware – de escuta. O sistema de chamadas também foi melhorado, com oito microfones e filtragem dinâmica que isolam a voz em ambientes ruidosos. E entre outras melhorias temos a inclusão de estojo de carregamento sem fios, uma autonomia de até 6 horas, com mais 18 horas garantidas pelo estojo, carregamento rápido com 2 horas de utilização com 20 minutos de carga, controlo tátil desativável através da aplicação e novas pontas auriculares com sistema anti-acumulação de cera.

Bose SoundLink Plus
Bose SoundLink Plus

Já no segmento das colunas Bluetooth, a Bose anunciou dois modelos robustos. E entre elas temos a SoundLink Plus, que promete combinar potência e resistência, já que conta com subwoofer, tweeter e quatro radiadores passivos. Para além disso, conta com peso inferior a 2 kg e design portátil, proteção IP67 contra água e poeira, capacidade de flutuar, inclusão cordão de transporte e é resistente a impactos e a promessa de 20 horas de autonomia e capacidade de carregar outros dispositivos através da sua porta USB-C.

Bose SoundLink Micro
Bose SoundLink Micro

Já o SoundLink Micro de 2ª geração aposta na simplicidade e portabilidade, com os seus dois radiadores passivos e um único driver de alto desempenho. Conta ainda com promessa de12 horas de autonomia, corpo resistente, certificação IP67, alça amovível, porta USB-C e compatibilidade com a aplicação Bose.

Os dois novos aparelhes SoundLink, da Bose, podem ser emparelhados entre si e em dois modos, em estéreo (para modelos iguais) ou modo festa (áudio sincronizado em vários dispositivos). De momento, ainda não conhecemos a data de lançamento, e preços, para Portugal.

As novas tecnologias do Mundial de Clubes de 2025

2025 traz uma grande novidade e uma ótima notícia para os amantes de futebol: a época não acaba em maio. Pelo contrário, segue junho dentro e só acaba em julho. O motivo? Nenhuma das habituais provas de seleções que ocorrem nos anos pares. Não, desta vez os protagonistas do verão são os clubes. 2025 marca o início da nova prova de clubes da FIFA: o Mundial de Clubes.

O novo formato em detalhe

Não sendo propriamente uma nova prova, é o remake do antigo Mundial de Clubes. Ao invés de apenas 6 ou 7 equipas, a nova competição segue o modelo do Mundial de Seleções: 32 equipas, oito grupos de quatro e fases a eliminar até à final. Um novo modelo que está a gerar elevadas expectativas e grandes emoções entre os apostadores das casas de apostas online e casinos onde se pode jogar roleta online grátis num casino recomendado por especialistas do portal RouletGuru.

Número de Equipas em Prova32
Fase de GruposOito grupos, passam os dois primeiros
Fase a EliminarOitavos, Quartos e Meias-finais
Período15 de junho a 13 de julho
Jogo 3º e 4º LugarNão

Mas as novidades não se ficam por aqui: como sempre, a cada grande certame, a FIFA inova também nas novas tecnologias que melhoram a qualidade e fluidez do jogo, facilitam o trabalho dos árbitros e tornam a transmissão televisiva das partidas cada vez melhores e mais imersivas. Neste artigo, analisamos as cinco principais novidades tecnológicas do Mundial de Clubes de 2025.

  • Câmaras corporais;
  • VAR no ecrã;
  • Fora de jogo semiautomático;
  • Tablet nas substituições;
  • Dados gerados por IA.

Câmaras corporais

Uma das principais novidades é a utilização de câmaras corporais por parte dos árbitros principais das partidas. A ideia, que teve de obter o aval do International Football Association Board, cumprirá dois objetivos: em primeiro lugar, testar um novo ângulo de transmissão do jogo e integrar as imagens no direto da DAZN; em segundo, sensibilizar os telespetadores para o ponto de vista dos árbitros e para o difícil e meritório papel que desempenham no jogo.

A competição servirá como teste para este novo ângulo de transmissão de imagens e poderá definir as diretrizes da FIFA para uma eventual utilização deste tipo de imagens no futuro. No fundo, poderá aqui assumir um carácter revolucionário e marcar um novo paradigma nas transmissões televisivas do futebol mundial.

VAR no ecrã

Outra grande novidade do Mundial de Clubes deste ano é o facto de também os adeptos no estádio poderem usufruir de uma nova experiência. A FIFA vai permitir, pela primeira vez desde a implementação do VAR, que as imagens de verificação e revisão dos lances em análise pelo videoárbitro sejam vistas nos ecrãs gigantes do estádio.

Esta decisão aumenta os níveis de escrutínio e de transparência nas decisões mais sensíveis e polémicas da equipa de arbitragem. Ao mesmo tempo, pretende criar um ambiente mais saudável dentro dos estádios de futebol, elucidando os espetadores do jogo quanto às principais decisões dos juízes e à respetiva fundamentação.

Fora de jogo semiautomático 2.0

Não é novidade para nenhum fã de futebol que os foras de jogo estão a deixar de ser matéria de análise do olho humano para passarem a ser uma ciência exata e, sobretudo, de carácter automático. Este primeiro Mundial de Clubes trará, ainda assim, um novo sistema automático de fora de jogo mais completo, mais rápido e mais preciso.

Com a análise integrada das imagens de várias câmaras em vários ângulos, da informação fornecida pelos sensores da bola e dos dados gerados por inteligência artificial, os árbitros passarão a receber alertas automáticos em tempo real dos foras de jogo que acontecem ao longo da partida. O novo sistema irá proteger os árbitros e ajudá-los-á a tomar decisões mais rápidas e a aumentar o tempo útil de jogo. Os casos mais complexos, porém, continuarão a ser analisados pelo olho humano do videoárbitro.

Hard Rock Stadium

Tablet nas substituições

Outra inovação tecnológica que a FIFA pretende introduzir na prova é o fim dos tradicionais papéis das substituições, que os diretores técnicos das equipas têm de preencher no momento das alterações de jogadores. Os pedidos de substituição serão, de agora em diante, feitos digitalmente através de um tablet que cada equipa receberá no início da partida.

Esta ideia pretende não só tornar mais célere o momento das substituições, como também diminuir o desperdício de papel e acabar com a imagem anacrónica e burocrática da entrega e verificação dos papéis pelo quarto árbitro e pelos delegados técnicos das equipas. Além disso, também permitirão uma gestão mais organizada e planeada das substituições e evitarão eventuais erros graves na entrada indevida em campo de jogadores.

Hoje em dia, são várias as áreas nas quais a digitalização tem desempenhado um papel fundamental —é o caso, por exemplo, das plataformas de roleta online Portugal, que oferecem uma experiência rápida e imersiva aos jogadores. No futebol, a FIFA assume a dianteira e utiliza a tecnologia para simplificar processos e aumentar a sua eficiência.

Dados gerados por IA

Por fim, destacamos o facto de a Inteligência Artificial, que sabemos já estar presente em várias dimensões do futebol, assumir um protagonismo cada vez maior já nesta edição inaugural do Mundial de Clubes. A IA entrará em força na prova ao recolher de forma totalmente automática uma quantidade massiva de dados referentes à ação do jogo.

Esses dados serão disponibilizados aos clubes, que terão profissionais a monitorizá-los em tempo real e a transmiti-los, com a respetiva leitura e seleção, aos elementos das equipas técnicas, que assim poderão tomar decisões mais informadas e baseadas em dados. No fundo, representa uma nova era no futebol, na qual os dados assumem um protagonismo cada vez maior, até mesmo nos escalões inferiores.

Mas não só, também os responsáveis pela organização dos jogos, neste caso a FIFA, poderão ter acesso a dados relativos ao ritmo de jogo, ao tempo útil ou até mesmo ao ambiente físico e atmosférico em que se desenrola que ajudarão a analisar potenciais alterações à lei do jogo de forma a torná-lo cada vez mais fluido, disciplinado e seguro para os jogadores.

O Adobe Firefly já está disponível para Android e iOS

O Adobe Firefly já está disponível gratuitamente para Android e iPhone, com sincronização na nuvem e mais funções inteligentes.

A Adobe lançou o Firefly para dispositivos móveis, levando assim a inteligência artificial generativa, de forma gratuita ao Android e iOS.

O Firefly é uma porta de entrada para um ecossistema criativo integrado da Adobe, com sincronização com a conta Creative Cloud. Desta forma, todas as alterações realizadas no smartphone são guardadas automaticamente na nuvem, possibilitando a continuação do trabalho nos programas de desktop ou na versão web sem perda de progresso. Entre os recursos disponíveis estão o preenchimento e a expansão generativas — funcionalidades já conhecidas dos utilizadores do Photoshop — agora adaptadas para os ecrãs dos smartphones com uma interface mais intuitiva. Os utilizadores poderão gerar conteúdos visuais a partir de texto e modificar elementos visuais com apenas alguns toques.

A grande novidade de destaque deste lançamento inclui também a integração de modelos de inteligência artificial de terceiros. A Adobe passou assim a incorporar tecnologias de empresas como a OpenAI, a Google e a Luma AI, permitindo ao utilizador selecionar modelos como Imagen 3 e 4, Veo 2 e 3, Ray 2 e outros, consoante a necessidade do projeto. Para além disso, a plataforma colaborativa Firefly Boards, ainda em fase beta, inclui agora novas funcionalidades de vídeo, como a geração e o “remix” de clipes a partir de texto ou imagens.

Como já era de se esperar, alguns destes recursos avançados requerem créditos generativos, atribuídos mensalmente conforme o plano de subscrição do utilizador.

A Motorola revelou a lista oficial dos seus smartphones que receberão o Android 16

A Motorola publicou, ainda sem datas, os primeiros equipamentos que terão acesso à nova versão do sistema operativo da Google.

A Motorola atualizou o seu site oficial com uma primeira lista de smartphones que receberão a atualização do Android 16. Apesar da nova versão do sistema operativo da Google estar, por agora, disponível apenas para dispositivos Pixel, a marca norte-americana decidiu adiantar-se e partilhar os modelos compatíveis com a atualização.

A empresa, que no passado foi criticada pela lentidão nas suas atualizações, parece agora determinada a manter um ritmo mais acelerado. O Android 15 já tinha mostrado essa mudança de estratégia e tudo indica que o Android 16 seguirá o mesmo caminho. A lista é extensa e inclui equipamentos topo de gama como de gama média, e alguns deles já lançados há algum tempo. A série Razr, por exemplo, contará com vários dispositivos compatíveis.

Embora o calendário oficial de lançamento ainda não tenha sido revelado, é provável que as versões beta comecem a ser disponibilizadas nas próximas semanas, com uma versão final e estável prevista para chegar no final de 2025 ou no início de 2026. Os modelos confirmados pela Motorola que vão receber o Android 16 são:

  • Série Edge: Edge 2025, 60 Pro, 60, 60 Fusion, 60 Pen, 50 Ultra, 50 Pro, 50 Neo, 50 Fusion, 50, 40 Pro
  • Série Razr: Razr+ 2024, Razr 2025, Razr+ 2025, Razr Ultra 2025, Razr 60, Razr 60 Ultra, Razr 50 Ultra, Razr 50
  • Série Moto G: Power 2025, Moto G 2025, G Stylus 2025, G56, G86, G86 Power, G85, G75, G55
  • Outros: ThinkPhone 25

A marca deixa no ar a possibilidade de mais dispositivos poderem ser adicionados a esta lista nas próximas semanas.

Marathon foi adiado por tempo indeterminado

A equipa da Bungie confirma que precisa de mais tempo para transformar Marathon na “experiência intensa e estratégica” que os jogadores esperam.

A Bungie anunciou o adiamento indefinido de Marathon, com o lançamento previsto para 23 de setembro a perder o efeito. A decisão surge na sequência dos testes de antevisão na versão Alpha e da análise ao feedback da comunidade que colocou as mãos no jogo, levando a equipa de produção a reformular vários aspetos do projeto.

De acordo com a Bungie, o teste permitiu identificar os elementos que devem ser aprofundados para tornar o jogo em algo mais distinto da concorrência, com um foco na sobrevivência sob pressão, exploração de mistérios e narrativa ambiental, desafios finais inspirados em raids e combate de ação na primeira pessoa mais afinado. No entanto, para alcançar esse objetivo, será necessário mais tempo de desenvolvimento.

Nos próximos meses, a Bungie irá continuar com testes fechados com jogadores, testando novas funcionalidades e melhorias. Entre as prioridades definidas pelo estúdio estão: encontros mais desafiantes contra a inteligência do jogo; loot mais gratificante; maior tensão tática nos combates; e uma direção artística mais sombria e uma aposta clara na construção do universo de Marathon, com ênfase na narrativa e na fidelidade visual – algo que, apesar de não ser claro, poderá ser em resposta ao uso e adoção indevida de material gráfico e da linguagem visual do jogo, de uma artista freelancer não creditada. Para além disso, serão introduzidas novas experiências sociais, como chat de proximidade e melhor suporte para sessões a solo ou em dupla.

A Bungie promete partilhar novidades no final do ano sobre o progresso do jogo, incluindo uma nova data de lançamento.

Marathon está a ser desenvolvido para PlayStation 5, Xbox Series X|S e PC.

A Microsoft confirmou que está a trabalhar na próxima geração de consolas Xbox com chip AMD e foco em jogos multiplataforma

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O novo hardware irá manter compatibilidade com jogos de gerações anteriores e não estará limitado a uma única loja digital.

A Microsoft confirmou oficialmente que está a trabalhar numa nova geração de consolas Xbox, com a ajuda direta com a AMD, numa parceria estratégica para o desenvolvimento do novo hardware. Esta colaboração estende-se a vários dispositivos, incluindo consolas de sala, equipamentos portáteis e soluções para jogos na nuvem. O objetivo da Microsoft é de oferecer um ecossistema Xbox mais flexível, que não dependa de uma loja exclusiva nem de um único tipo de hardware.

De acordo com Sarah Bond, presidente da Xbox, a visão da empresa passa por garantir que os jogadores possam aceder à sua biblioteca de jogos “onde quiserem, com quem quiserem e nos dispositivos que preferirem”. O novo hardware está a ser desenhado para oferecer experiências potenciadas por inteligência artificial, processamento gráfico mais avançados e uma integração total com o sistema operativo Windows, plataforma que a Microsoft quer posicionar como base universal para jogos.

Este anúncio surge poucos dias depois da revelação dos dois modelos da nova máquina de jogos portátil Asus ROG Ally que promete oferecer uma experiência Xbox nativa dentro do próprio Windows, demonstrando a aposta da Microsoft numa abordagem multiplataforma. Apesar de estes dispositivos ainda não correrem jogos de consola Xbox que não tenham versão para PC, a empresa confirmou que as novas consolas Xbox manterão total compatibilidade com jogos anteriores.

Com esta estratégia, a próxima geração Xbox deixa de ser apenas uma consola tradicional e passa a representar uma plataforma integrada, disponível em diferentes formatos — incluindo dispositivos de terceiros. Uma direção que já no passado se revelou “polémica” entre os fãs mais acérrimos da marca, mas que é na verdade a mais realista, aberta, inclusiva e potencialmente mais rentável para a Microsoft continua na indústria e a oferecer novas experiências interativas: videojogos.

Fiera Emporio Italia 2025 destaca a cultura e a gastronomia italiana em Lisboa

No dia 24 de junho, Lisboa acolhe a Fiera Emporio Italia 2025, um evento que celebra a autenticidade da gastronomia e cultura italiana, reunindo produtores, chefs e mais de 300 produtos típicos de várias regiões de Itália.

Na próxima terça-feira, dia 24 de junho, Lisboa recebe, no hotel Corinthia Lisboa, o Emporio Italia, um evento dedicado à cultura e à gastronomia italiana, com o objetivo de reforçar as ligações entre Itália e Portugal através da partilha de tradições e sabores.

A Fiera apresenta-se como uma celebração das regiões italianas, contando com a presença de mais de 40 produtores vindos de várias partes do país, desde a Ligúria até à Sicília. Estarão em destaque mais de 300 produtos típicos, entre os quais mozzarella, burrata, queijos curados, carnes frias, conservas artesanais, trufas, cogumelos porcini, anchovas, molhos tradicionais, doces, panetone, além de vinhos, cocktails, cervejas e refrigerantes.

O programa inclui demonstrações ao vivo com chefs italianos, que irão preparar pizzas artesanais, pinsas, risottos e massas utilizando ingredientes autênticos italianos. A degustação contará também com mais de 70 rótulos de vinhos italianos, selecionados para ilustrar a diversidade e a sofisticação da produção vinícola do país.

Mais do que um evento gastronómico, esta feira assume-se como um momento para valorizar as relações culturais e comerciais entre Itália e Portugal, promovendo o património eno-gastronómico italiano como elemento de diálogo e cooperação.

O Emporio Italia é dirigido a profissionais entre as 12h30 e as 18h, que têm acesso gratuito mediante reserva. O evento abre depois ao público em geral, entre as 18h30 e as 21h30, mas aí o acesso custa 39€, com direito a todas as provas. Podem reservar através do site oficial e, depois, efetuar o pagamento à chegada ao hotel.