Um problema no Family Safety da Microsoft está a bloquear o Google Chrome a alguns utilizadores no Windows

Alguns utilizadores do Windows que utilizam o Family Safety estão a ser impedidos utilizar o Google Chrome.

Desde o início de junho, que tem surgido um erro na funcionalidade Family Safety da Microsoft, que tem vindo a impedir o funcionamento do Google Chrome em alguns dispositivos com sistema operativo Windows. O problema, que se mantém por resolver, causa encerramento inesperado do Chrome ou a impossibilitar a sua abertura, afetando alguns utilizadores que recorrem a esta ferramenta para controlo parental e filtragem de conteúdos online.

De acordo com alguns relatos publicados no inicio do mês, o erro afeta exclusivamente o Chrome, deixando navegadores como o Firefox e o Opera a funcionar normalmente, e a Google já confirmou a existência desse bug afirmando que “conseguiu identificar a origem do comportamento anómalo”. Uma solução provisória para esse erro, consiste na alteração do nome do ficheiro “Chrome.exe” para “Chrome1.exe” ou desativação temporariamente o filtro de conteúdos impróprios. No entanto, esta última opção compromete a segurança online de utilizadores menores, ao permitir o acesso irrestrito à Internet.

Após duas semanas sem uma solução oficial fidedigna, num fórum de rastreio de erros, um engenheiro do projeto Chromium comentou que “Não recebemos ainda qualquer resposta por parte da Microsoft relativamente a uma correção. Foram fornecidas instruções pontuais a alguns utilizadores, mas o impacto das mesmas terá sido limitado.

Apesar de se tratar, aparentemente, de um erro técnico, não é a primeira vez que a Microsoft é criticada por práticas consideradas anti-concorrencia. Nos últimos anos, a empresa tem sido acusada de tentar desviar utilizadores do Chrome para o seu próprio navegador, o Microsoft Edge, através de pop-ups persistentes, mensagens questionáveis e sugestões manipuladas por inteligência artificial. Em alguns casos, terá mesmo induzido os utilizadores a acreditar que estavam a utilizar o Google, quando na verdade estavam a pesquisar no Bing.

Até ao momento, não foi anunciada qualquer data para a resolução do problema. As escolas e os encarregados de educação que recorrem a estes filtros, confrontam-se assim com a escolha entre desativar proteções importantes ou recorrer a navegadores alternativos — entre os quais, ironicamente, o próprio Microsoft Edge.

Ferrari adia lançamento do seu segundo modelo elétrico para 2028 devido à fraca procura

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Ferrari abranda transição elétrica face a um mercado pouco recetivo.

A Ferrari decidiu adiar, pelo menos até 2028, o lançamento do seu segundo modelo totalmente elétrico, inicialmente previsto para 2026.

De acordo com informações da agência Reuters, a marca italiana enfrenta um cenário de procura inferior ao esperado neste segmento. A Ferrari tem vindo a integrar a eletrificação na sua gama desde 2019, com modelos híbridos, e prevê apresentar o seu primeiro veículo 100% elétrico em outubro de 2025, com a sua estreia no mercado mundial marcada para a primavera do próximo ano.

Fontes próximas da marca revelaram que existiam planos internos para lançar um segundo modelo elétrico até ao final de 2026. No entanto, a Ferrari terá decidido adiar esse lançamento por, pelo menos, dois anos, ou seja, para 2028, alegadamente devido à escassez de procura por carros desportivos elétricos. Assim, a marca de Maranello deverá aproveitar este tempo para aprofundar o desenvolvimento tecnológico do seu próximo modelo elétrico, esperando que o mercado de veículos elétricos desportivos de gama alta ganhe maturidade nos próximos anos.

O setor dos automóveis desportivos encontra-se perante um desafio particular no processo de transição energética. Muitos entusiastas destes veículos mantêm uma ligação emocional ao som inconfundível dos motores a combustão e receiam que os modelos elétricos não consigam replicar a mesma sensação de condução. Para além disso, o peso das baterias tende a afetar negativamente o desempenho, um fator crítico para este tipo de automóveis.

Esta decisão da Ferrari alinha-se com a postura de outros fabricantes de automóveis de luxo e desportivos, que têm igualmente revisto ou adiado os seus planos de eletrificação. O entusiasmo inicial pelo segmento parece estar a ceder face a uma realidade mais complexa, onde o apelo emocional continua a desempenhar um papel central na decisão de compra.

Nacional estreia-se no segmento das granolas

De momento, a Nacional tem granola de Frutos Secos e Sementes e a versão de Chocolate Salgado.

A Nacional, uma das marcas mais antigas e reconhecidas no panorama alimentar português, lançou duas novas granolas que assinalam a sua entrada num novo segmento de mercado. Com quase dois séculos de história, a empresa propõe agora duas variedades que pretendem afirmar-se como referência no universo dos cereais.

As novas granolas distinguem-se pelo processo de confeção: são tostadas no forno, uma técnica que intensifica os sabores naturais dos ingredientes e assegura uma textura mais crocante, próxima do feito em casa. Além disso, a escolha de ingredientes foi criteriosa, de modo a valorizar a qualidade e a autenticidade.

Entre as novidades estão a granola de Frutos Secos e Sementes, que combina noz-pecã, pistácio, caju, sementes de abóbora verdes e linhaça dourada, e a versão de Chocolate Salgado, com chocolate negro e sal marinho, numa conjugação menos comum que aposta num perfil de sabor mais arrojado. Ambas têm como base a aveia integral, ingrediente que garante consistência e valor nutricional.

A entrada neste segmento representa um novo posicionamento da marca, que mantém o foco na acessibilidade e na produção de alimentos com identidade. Segundo Joana Carvalho, responsável pela área de cereais, o desenvolvimento destas granolas procurou conciliar o rigor na seleção dos ingredientes com uma preparação que respeita a tradição, resultando numa oferta pensada para um público que valoriza o equilíbrio entre sabor e autenticidade.

As novas granolas da Nacional já estão disponíveis nos super e hipermercados do costume, com um PVP Recomendado de 3,69€ por cada embalagem de 300g.

CEO da Amazon prevê que a IA vai causar despedimentos em massa na empresa

Com o escalar da Inteligência Artificial em todos os campos, milhões de postos de trabalho em todo o mundo serão extintos. E a Amazon irá contribuir imenso, pelos vistos.

A Amazon, sob a liderança do CEO Andy Jassy, está a atravessar um dos momentos mais transformadores desde a sua origem. A integração da Inteligência Artificial Generativa (IA Generativa) nas operações e serviços é visto como um passo decisivo na reconfiguração profunda da forma como a empresa atua. Na verdade, esta mudança está agora a concretizar-se, uma vez que a tecnologia está a ser aplicada em praticamente todas as áreas do grupo.

Entre os exemplos destacados pelo CEO num memorando publicado na semana passada está o Alexa+, a nova geração do assistente pessoal da empresa, agora mais inteligente e com maior capacidade de ação. Deixou de se limitar apenas a responder a perguntas para passar a executar tarefas significativas em nome dos utilizadores.

Outro eixo de transformação, sublinhado por Jassy, é o comércio eletrónico. A Amazon está a introduzir um assistente de compras baseado em IA utilizado por milhões de pessoas, ao mesmo tempo que lança funcionalidades como a “Lens”, que identifica produtos a partir de imagens; a “Buy for Me”, que permite compras em sites de terceiros; e recomendações de tamanho baseadas em compras anteriores e dados comparativos entre marcas. Tudo isto com o objetivo, nas palavras do CEO, de tornar a experiência de compra “mais fluida, informada e personalizada”.

No ecossistema de vendedores independentes, a IA Generativa está a ser usada para facilitar a criação de páginas de produto e fornecer conselhos para aumentar a eficácia no marketplace. De acordo com Jassy, quase meio milhão de parceiros comerciais da Amazon já estão a tirar partido destas ferramentas, com melhorias comprovadas na qualidade e desempenho das suas listagens.

Esta revolução tecnológica estende-se aos processos internos. Jassy afirma que a IA Generativa já está a ser utilizada para melhorar a colocação de inventário, prever a procura e aumentar a eficiência dos sistemas robotizados na rede logística da empresa. Também o chatbot de apoio ao cliente foi reformulado com esta tecnologia, enquanto as páginas de produto estão a ser enriquecidas com informação mais relevante e precisa.

Apesar da dimensão dos avanços, Andy Jassy considera que a empresa ainda se encontra numa fase inicial desta transição. Um dos principais focos do CEO da Amazon é o desenvolvimento de “agentes” de IA, isto é, sistemas autónomos que executam tarefas com base em instruções em linguagem natural. Estes agentes, explica, terão um papel essencial na automatização de investigações complexas, na escrita de código, na identificação de padrões e em inúmeras outras atividades que atualmente consomem tempo às equipas.

De acordo com Jassy, o impacto destes agentes será tal que permitirão às equipas começar qualquer projeto a partir de um ponto mais avançado, reduzindo tarefas repetitivas e abrindo espaço para um maior foco na criatividade e na estratégia. “Estes agentes vão tornar o nosso trabalho mais entusiasmante”, defende.

Contudo, Jassy é claro quanto às implicações estruturais desta transição. À medida que mais agentes e serviços baseados em IA forem sendo integrados, espera-se uma reconfiguração significativa do quadro de pessoal da empresa. “Vamos precisar de menos pessoas a desempenhar alguns dos trabalhos atuais, e mais pessoas a fazer outras funções”, afirmou. Ainda que o equilíbrio final seja incerto, o CEO antecipa uma redução no número total de colaboradores nos próximos anos, impulsionada pelos ganhos de eficiência gerados pela automação em larga escala.

Tendo isto em conta, o CEO da Amazon recomenda que os funcionários aprofundem os seus conhecimentos em IA, experimentem ferramentas, participem em workshops e contribuam ativamente para a reinvenção dos processos da empresa.

De acordo com o seu próprio website, a Amazon emprega cerca de 1.5 milhões de trabalhadores, portanto resta saber quantos milhares de pessoas serão despedidos. Uma coisa é certa: o futuro não parece nada promissor…

Sete meses depois, DIGI Portugal já conquistou milhares de clientes

Seja com dados móveis, internet fixa ou serviço de televisão, a DIGI Portugal está a crescer a olhos vistos em Portugal.

Sete meses após a sua entrada em território nacional, a DIGI Portugal resolveu fazer uma retrospetiva do seu seu percurso e o envolvimento crescente com o país.

Com uma estratégia centrada na simplicidade e na transparência, a empresa afirma ter introduzido maior liberdade de escolha no mercado português, ao permitir que os utilizadores selecionem os serviços que melhor se ajustam às suas necessidades, sem encargos inesperados. A adesão crescente aos seus serviços tem acompanhado a progressão da cobertura nacional, tanto no segmento de rede móvel como na fibra ótica.

A presença da DIGI é hoje visível nas ruas e nos centros urbanos, com uma equipa que já ultrapassa os 1.400 colaboradores distribuídos por todo o território. Além disso, a expansão da rede própria de fibra ótica e o reforço da cobertura móvel têm permitido uma melhoria contínua dos serviços prestados, tudo para dar resposta a diferentes perfis de utilizadores.

O serviço móvel conta atualmente com mais de 380.000 utilizadores. A operadora garante que continuará a investir na melhoria da cobertura e na disponibilização de tarifários adaptados a vários tipos de consumo, desde quem necessita de dados móveis ilimitados até quem dá prioridade às chamadas internacionais.

Na vertente da internet fixa, a empresa destaca a disponibilização de serviços de fibra óptica com velocidades simétricas, com opções de 1 Gbps e 10 Gbps, a preços considerados competitivos no mercado. A proposta inclui router, um período de fidelização reduzido e um modelo de subscrição pensado para facilitar a adesão. Atualmente, são já mais de 137.000 os clientes do serviço de internet, aos quais se somam 104.000 utilizadores de voz fixa.

Também na televisão, a DIGI Portugal dá conta de um crescimento considerável. O serviço DIGI TV regista 125.000 ubscrições e oferece uma grelha com mais de 80 canais. Recentemente, foi lançada uma aplicação que permite aos utilizadores aceder aos conteúdos em vários dispositivos, com funcionalidades como pausa, retrocesso e sessões simultâneas. A operadora indica que continuará a reforçar a oferta de canais e a experiência de visualização.

A área de cliente My DIGI é outro dos elementos referidos na estratégia de proximidade da empresa, permitindo uma gestão direta e autónoma dos serviços contratados, incluindo consultas de faturas, alteração de tarifários e adesão a novas opções.

Como as plataformas de coaching online recompensam os professores em 2025

As plataformas de coaching online cresceram rapidamente nos últimos anos. Tornaram-se aliadas importantes para quem deseja ensinar e para quem procura orientação. O aumento da procura por conteúdo personalizado gerou novas oportunidades para profissionais da educação.

As plataformas utilizam sistemas de avaliação. Os professores que se destacam são os mais bem pagos, e muitos desenvolvem as suas próprias comunidades online. A maior vantagem está na liberdade de formatos e públicos, além de ferramentas interativas que tornam fácil acompanhar os jogos em tempo real, algo cada vez mais comum em conteúdos integrados a estratégias de ensino e foco.

Este artigo analisa os principais formatos de recompensa disponíveis, os critérios mais usados pelas plataformas e as tendências para quem deseja trabalhar com coaching digital em 2025.

Modelos de remuneração adoptados nas principais plataformas

O pagamento aos professores depende do volume de aulas e do desempenho nas avaliações. Cada plataforma define as suas métricas internas.

Os principais modelos usados atualmente incluem:

  • Pagamento fixo por hora de sessão ao vivo;
  • Comissão sobre vendas de pacotes de aulas ou mentorias;
  • Bónus por avaliações positivas e metas de participação;
  • Receita proporcional ao número de inscritos ativos no canal do professor;

Além disso, plataformas com conteúdos de nicho, como desporto, estilo de vida ou apostas, oferecem integração com dados em tempo real. Isso facilita a criação de cursos que analisam apostas antecipadas em corridas de cavalos, por exemplo, acrescentando valor ao conteúdo com aplicações práticas.

Reconhecimento, visibilidade e incentivo ao desempenho

A maioria das plataformas utiliza sistemas de ranking e feedback visível. Professores com boas notas e comentários positivos são promovidos automaticamente em destaque e procuram maior autonomia para criar cursos independentes. Esse processo impulsiona a carreira de quem entrega conteúdo de qualidade e tem bom relacionamento com os alunos.

Há também ferramentas de gamificação aplicadas ao ambiente de ensino. Os professores podem desbloquear novos recursos ao atingir metas, como aumentar o tempo de aula assistida, concluir ciclos com índice mínimo de retenção e atrair novos inscritos por indicação.

Um factor de destaque é o crescimento da participação feminina no desporto e em áreas antes dominadas por homens. Isso reflete-se nas plataformas, onde cada vez mais mulheres lideram grupos de coaching desportivo, gestão emocional e rendimento físico, com apoio tecnológico para personalizar os programas e construir autoridade.

Diversificação de receita e estratégias paralelas

Muitos professores usam mais do que uma fonte de rendimento. Além das aulas ao vivo, vendem materiais complementares, livros digitais, conteúdos gravados e acesso a comunidades exclusivas. Isso amplia o rendimento mensal e cria um ecossistema próprio de engagement.

Estas ações são comuns entre profissionais com foco em resultados de longo prazo. A plataforma é usada como canal principal, mas os ganhos também vêm de ações externas e parceiros de nicho. A reputação digital é fundamental neste processo, pois influencia a confiança dos novos inscritos.

Entre as estratégias mais comuns de diversificação estão:

  • Assinaturas mensais com acesso a novos conteúdos todas as semanas.
  • Grupos fechados em redes sociais com aulas bónus e interações personalizadas.
  • Sessões premium de consultoria com foco individualizado.

Caminhos para quem quer começar como coach digital

Para começar, é preciso definir o tema central do conteúdo, dominar ferramentas de videoaula e saber lidar com plataformas de pagamento. Tudo o que precisam ter é conhecimento profundo do assunto e capacidade de o explicar.

A maioria das plataformas oferece manuais e tutoriais. O importante é testar formatos, avaliar o engagement e fazer ajustes constantes para melhorar a entrega. Com dedicação, os primeiros alunos podem transformar-se em divulgadores orgânicos do conteúdo.

O mercado valoriza consistência, clareza e adaptação. E com o crescimento da procura por soluções rápidas e personalizadas, o espaço para novos professores só tende a aumentar. Trabalhar com coaching online em 2025 é mais do que um rendimento extra. É uma forma moderna de partilhar conhecimento com impacto real na vida das pessoas.

Passes gerais para o Primavera Sound Porto 2026 já à venda

E atenção: apesar de o passe geral manter-se nos valores da edição de 2025, o passe VIP para o Primavera Sound Porto 2026 vai ficar mais caro.

Mais de 110.000 pessoas marcaram presença na 12.ª edição do Primavera Sound Porto, que voltou a transformar o Parque da Cidade num epicentro musical europeu, de 12 a 15 de junho.

Charli XCX estreou-se em solo português com um concerto que muitos dizem ter sido arrebatador, enquanto os irlandeses Fontaines D.C.trouxeram consigo uma nova vaga de hinos rock. A hipnose etérea dos Beach House, a intensidade emocional de ANOHNI and the Johnsons, a afirmação de Central Cee como uma das figuras maiores do rap britânico e a descarga visceral dos Deftones definiram alguns dos momentos mais marcantes desta edição. Em paralelo, a presença de nomes portugueses como A garota nãoSurma e Klin Klop reforçou o compromisso do festival com a cena local.

A programação contou com um total de 70 concertos distribuídos por quatro dias, numa edição que foi tanto celebração como manifestação artística. A diversidade musical encontrou espaço em quatro palcos estrategicamente distribuídos no recinto, ao qual se juntou o novo palco Cupra Pulse, um espaço dedicado à eletrónica, que acolherá também a festa de encerramento.

Antes da cortina descer, o Primavera Sound Porto reservou ainda uma jornada final com atuações de Jamie xxHAIMParcelsTurnstileWet LegKim DealFloating Points. O encerramento oficial terá lugar este domingo, com uma nova festa eletrónica protagonizada por Paul KalkbrennerMura MasaHAAi e Catarina Silva.

Tal como na edição de Barcelona, os artistas em palco não se limitaram às suas performances: muitos utilizaram o espaço para dar voz a causas e preocupações sociais, num reflexo do espírito livre e interventivo que caracteriza o Primavera Sound desde a sua génese.

Quanto ao próximo ano, o regresso ao Parque da Cidade já tem data marcada: a edição de 2026 do Primavera Sound Porto decorrerá entre os dias 11 e 13 de junho. Quem esteve atento conseguiu apanhar bilhetes early bird a preços muito interessantes, numa “promoção” que decorreu de 19 a 20 de junho.

Nessas datas, quem foi à edição de 2025 conseguiu comprar um passe geral early bird por 130€ ou 225€ para a versão VIP para a edição de 2026. Para quem não foi este ano, mas quis logo comprar o passe para o próximo ano, conseguiu adquirir o passe geral por 140€ ou a versão VIP por 250€. Atenção que a estes valores acresceram taxas, uma vez que a venda é feita em exclusivo na Fever.

Mas como essa fase já passou, neste momento podem adquirir o passe geral por 160€ + taxas, ao passo que o passe geral VIP custa 275€ mais taxas. O que é que isto significa? Que a versão VIP do passe do Primavera Sound Porto 2026 vai ficar mais cara que a edição de 2025.

Portanto, aquando do anúncio do cartaz para o Primavera Sound Porto 2025, o passe geral VIP custava 275€ mais custos de operação, preço esse que não voltou a subir. Neste preciso momento, quem comprar o passe geral VIP para 2026 já estará a pagar os mesmos 275€ mais taxas, o que significa que, assim que o cartaz para o próximo ano for anunciado, o preço irá subir. Se a tendência se manter, é provável que o VIP passe a custar 300€ mais taxas.

Fomos consultar os preços finais dos passes gerais VIP nos últimos anos… e reparem: em 2022, após a pandemia, o passe geral VIP custava 200€. Em 2023, esse valor passou para os 250€. Em 2024, o preço manteve-se, mas voltou a aumentar em 2025, para os 275€. Assim, e considerando que, nesta fase, o VIP já custa esses mesmos 275€, é expectável que aumente para os 300€ quando o cartaz do Primavera Sound Porto 2026 for revelado.

Foto: Hugo Lima

Porque é que os smartwatches são os novos aliados silenciosos da nossa saúde?

Do ritmo cardíaco ao sono, os smartwatches estão a transformar a forma como cuidamos do nosso corpo — em tempo real e sem esforço.

Há alguns anos, os relógios serviam apenas para indicar as horas. Hoje, os smartwatches são autênticos centros de monitorização de saúde que carregamos no pulso. Equipados com sensores sofisticados e algoritmos avançados, estes dispositivos tornaram-se ferramentas essenciais para quem pretende acompanhar a sua condição física, prevenir problemas e promover hábitos mais saudáveis.

Medir o ritmo cardíaco, a oxigenação do sangue, o nível de stress ou a qualidade do sono são apenas algumas das funções que os smartwatches modernos oferecem. Tudo isto de forma automática, discreta e contínua. Os dados são depois apresentados em aplicações intuitivas que ajudam os utilizadores a identificar padrões, perceber desequilíbrios e ajustar comportamentos, como melhorar a higiene do sono ou reduzir a inatividade física.

Mas o valor destes relógios vai além do bem-estar diário. Em muitos casos, já foram responsáveis por detetar arritmias, apneias do sono ou sinais precoces de doenças cardiovasculares, incentivando os utilizadores a procurarem ajuda médica atempadamente. A capacidade de alertar para alterações súbitas ou valores fora do normal pode fazer a diferença — e, em certos casos, salvar vidas.

Para além disso, a utilização regular de um smartwatch contribui para o desenvolvimento de uma maior consciência corporal. A simples visualização dos passos diários, das calorias queimadas ou da frequência cardíaca durante o exercício cria uma relação mais próxima com o próprio corpo, funcionando como um estímulo para a adoção de um estilo de vida mais ativo. Embora nenhum dispositivo substitua o diagnóstico clínico, os smartwatches representam uma poderosa ferramenta de prevenção e auto-monitorização, ao alcance de todos. Num tempo em que o stress, o sedentarismo e os maus hábitos ameaçam a saúde pública, usar a tecnologia a nosso favor pode ser um pequeno passo — mas vital — na direção certa.

Os códigos QR começaram a ser usados para infetar smartphones sem necessidade de cliques

Especialistas alertam para uma nova técnica emergente que executa código malicioso assim que um código QR é lido.

Os códigos QR tornaram-se parte integrante da vida quotidiana — presentes em menus de restaurantes, bilhetes eletrónicos, pagamentos e publicidade. No entanto, surgiu uma nova técnica de ciberataque, conhecida como quishing, está a preocupar especialistas em cibersegurança pela sua eficácia silenciosa e potencial destrutivo.

De acordo com um alerta recente divulgado pela Silicon Angle, alguns criminosos estão a explorar uma vulnerabilidade que oferece a capacidade de embutir diretamente código JavaScript malicioso dentro do próprio código QR, sem necessidade de redirecionamentos ou ações adicionais por parte do utilizador. Basta apontar a câmara do smartphone — e o ataque é desencadeado.

Ao contrário de métodos anteriores, que dependiam da ingenuidade da vítima para clicar num link suspeito, esta nova abordagem utiliza URIs de dados para inserir código HTML e JavaScript diretamente no conteúdo do código QR. O navegador do telemóvel executa o script imediatamente após a leitura, sem qualquer aviso ou interação extra. Entre os possíveis efeitos do ataque estão a captura de credenciais através de páginas de login falsificadas, instalação silenciosa de keyloggers, e até exploração de falhas específicas no sistema operativo do dispositivo. Como o código não contacta servidores externos e opera localmente, torna-se extremamente difícil de detetar — escapando à maioria dos antivírus convencionais e sistemas de proteção.

Informações adicionais da empresa de segurança INKY confirmam a gravidade da ameaça, pois trata-se de um método sofisticado que permite aos atacantes ocultar completamente os seus rastos e contornar os mecanismos de proteção mais comuns. As autoridades e empresas de segurança recomendam precauções redobradas ao utilizar códigos QR, especialmente os de origem desconhecida ou que surjam em contextos pouco convencionais. Uma medida prudente passa por evitar a leitura direta com o navegador principal e utilizar aplicações de leitura com filtros de segurança.

Esta nova técnica de ataque é mais uma prova de que a engenharia social e a criatividade dos criminosos continuam a evoluir, muitas vezes mais depressa do que as defesas disponíveis. Num mundo onde a comodidade digital é cada vez mais valorizada, a vigilância e a literacia digital tornam-se armas indispensáveis para proteger dados e privacidade.

A Duracell vai integrar a tecnologia Power Boost em todas as suas pilhas

A nova geração das pilhas Duracell Plus vai oferecer mais desempenho e autonomia por um preço acessível.

A Duracell anunciou que a partir de julho, toda a linha Duracell Plus passará a incluir de série a tecnologia Power Boost Actives, anteriormente reservada a produtos topo de gama. Trata-se de uma transformação estrutural no sector, marcada por mais de uma década de investigação e 24 patentes registadas.

Esta tecnologia otimiza a distribuição de energia, adaptando-se ao consumo específico de cada dispositivo. O resultado é uma maior durabilidade e potência, especialmente em aparelhos de média a alta exigência energética — como brinquedos eletrónicos, balanças inteligentes, comandos, câmaras de vigilância e sensores — que representam atualmente quase 80% do consumo de pilhas.

O sistema Power Boost melhora a gestão de picos de energia e garante que o desempenho de aparelhos alimentados por várias pilhas não seja comprometido pela unidade menos eficiente. Isto traduz-se em menos trocas, maior fiabilidade e melhor experiência de utilização. O novo pacote com quatro pilhas AA ou AAA estará disponível por 5,99€, com a promessa de uma vida útil até 150% superior à de pilhas comuns. A gama Duracell Optimum continuará a ser comercializada, oferecendo até 200% de desempenho adicional para dispositivos de maior exigência.

De acordo com a marca, a plataforma Power Boost Actives continuará a ser desenvolvida, com novas melhorias previstas em desempenho, sustentabilidade e compatibilidade com um número cada vez maior de dispositivos conectados.

BASÁLTICO, um nome que evoca os mais puros sabores

O BASÁLTICO Restaurant & Garden Terrace é um espaço único, com uma luxuosa sala por onde entra a luminosa atmosfera de Lisboa. Gastronomia simples mas de sabores intensos, serviço eficiente, este restaurante no meio de um oásis é, como o nome indica, dedicado aos sabores das ilhas açorianas, mas não só.

O BASÁLTICO Restaurant & Garden Terrace, pertencente ao Hotel Açores Lisboa, de 4 estrelas, situa-se na rua Columbano Bordalo Pinheiro, número 3, e está inserido no novo parque urbano da Praça de Espanha e respetivos jardins, recentemente convertidos no Parque Gonçalo Ribeiro Teles, graças à intervenção de requalificação urbana daquela zona. Trata-se de um espaço descontraído pautado por conforto e requinte e rodeado por um pequeno oásis de natureza, com vegetação luxuriante e passadiços, em plena cidade.

Com a força telúrica que o inspira, o BASÁLTICO Restaurant & Garden Terrace promoveu, no passado mês de maio, a Semana dos Açores, apostando no Menu Executivo 100% Açoriano, que trouxe a magia dos Açores a Lisboa, numa 2ª edição deste evento da Bensaude Hotels.

Pela nossa parte, fomos provar o Menu Executivo 100% Açoriano do BASÁLTICO, que teve lugar entre 26 de maio e 1 de junho, tendo sido nesta semana inteiramente dedicado à gastronomia açoriana, como o nome indica.

Estes menus semanais integram pratos do menu geral, mas a preços bastante convidativos, o que torna este menu executivo bastante atraente para quem procura em Lisboa uma refeição prática, mas com todo o requinte e sabor.

Para terem apenas uma ideia:

  • Segunda-feira: entrada de Croquete de Morcela, Salada Verde, Gel de pimenta da terra. Prato principal: Polvo Assado em vinho de cheiro. Sobremesa: Pudim de Nata e Iogurte, texturas de ananás dos Açores.
  • Terça-feira: entrada de Carpaccio de Polvo, vinagrete de pimentos e azeite de ervas. Prato principal: Bife à Regional. Sobremesa: Flan de Chá Gorreana, Crumble de Bolacha Mulata, Gelado de Nata.
  • Quarta-feira: engrada de Queijo fresco, pimenta da terra. Prato principal: Bife de Atum, Puré de Batata e Espetada de Legumes. Sobremesa: Ananás dos Açores ao natural.
  • Quinta-feira: Entrada de Morcela assada sobre ananás braseado e puré de aipo. Prato principal: Filetes de Peixe Porco, Arroz de tomate cremoso com coentros. Sobremesa: Queijada de Vila Franca do Campo e Gelado de natas e coulis de maracujá.
  • Sexta-feira: entrada de Tártaro de atum e Tosta de bolo levedo. Prato principal: Naco da Vazia dos Açores, Aligote de queijo de S. Jorge, cenoura baby e molho de vinho tinto. Sobremesa: Taça de gelado Quinta dos Açores (maracujá, ananás e baunilha).

Como vemos, muitos dos ingredientes que marcam presença neste Menu Executivo 100% Açoriano são típicos do arquipélago ou estão ligados, de algum modo, às tradições das ilhas e suas características. É o caso do ananás e de outras frutas exóticas, dos queijos, do peixe e da carne, que fazem, obviamente, as honras da cozinha do BASÁLTICO e merecem ser sublinhados por um excelente vinho a acompanhá-los.

O dia que escolhemos para a nossa experiência foi, então, a quinta-feira. E não podia ter sido melhor.

Para começar, o prato da entrada apresentou-se numa conjugação de sabores e texturas muito típica: o picante da morcela disposta sobre o ananás e o creme de aipo a acompanhar, este muito mais suave e neutro, ótimo para contrabalançar o toque acintado das especiarias.

O prato principal teve, na verdade, tanto de simples como de saboroso. O paladar do filete de peixe porco, suculento, muito bem temperado, resulta às mil maravilhas, uma vez envolvido no delicioso polme de ovo frito, a somar ao arroz de tomate tradicional que o acompanha, cremoso, divinal e que absorve na perfeição o traço único dos coentros.

Testámos, assim, um vinho que se inspira também no próprio nome do restaurante, o Volcanic Wineyards, um branco do Pico, de 2023, com um travo mineral e que cola maravilhosamente com o paladar do prato principal. Um cocktail de maracujá, fresco e doce, deu também uma tónica tropical a esta excelente refeição.

A sobremesa, a Queijada de Vila Franca do Campo e Gelado de natas e coulis de maracujá, foi um tanto mais simbólica, pela (mini) meia queijada presente no prato. Mas, se a ideia é usufruir de um menu executivo, portanto prático e rápido, também não é preciso mais.

O BASÁLTICO vai continuar a apresentar um menu semanal. Não constarão apenas os pratos exclusivamente açorianos, mas também outros, variados, dedicados a outras gastronomias, sem deixar, claro, de parte as suas especialidades, que sempre continuarão a aparecer nos menus semanais de almoço, até porque a ideia é integrar, tal como já acontece no menu 100% açoriano, pratos que constam do menu principal.

Uma experiência que se traduz, para quem quiser, num almoço diário muitíssimo agradável…

MEO Kalorama regressa em agosto de 2026, mas ainda não tem datas

Para Diogo Marques, diretor do festival e da promotora Last Tour Portugal, Billie Eilish e Sabrina Carpenter são nomes que fariam todo o sentido para próximas edições do MEO Kalorama.

Terminou ontem, dia 21 de junho, mais uma edição do MEO Kalorama, num dia com nomes como Damiano David e Jorja Smith, e que foi, sem dúvida alguma, o dia mais concorrido dos três dias do festival.

Este ano, e contrariamente às edições anteriores, o festival decorreu em junho, algo que nunca tinha acontecido até então, uma vez que tem vindo a ser marcado sempre para o final de agosto. Mas tal como suspeitávamos, e tal como disse à Blitz (acesso pago), o diretor do festival e da promotora Last Tour Portugal, Diogo Marques, confessou que a mudança de datas se deveu ao facto de não estarem disponíveis artistas para o alinhamento que queriam construir para 2025. E daí a mudança para junho.

No entanto, o evento voltará, ao que tudo indica, às datas habituais em 2026, ou seja, em finais de agosto. Até porque 2026 é ano de Rock in Rio Lisboa, que decorre nos dias 20, 21, 27 e 28 de junho, no Parque Tejo. E Diogo Marques reconhece perfeitamente que não pode sobrepor eventos, não só “porque a cidade não aguenta”, como não conseguiriam ter o apoio da Câmara Municipal de Lisboa em termos logísticos.

Assim sendo, é bem provável que o Kalorama 2026 fique marcado para 27, 28 e 29 de agosto, a não ser que sofra uma redução de dias, tal como aconteceu com a edição deste ano do Kalorama Madrid.

A organização também não divulgou o número de espetadores que acorreram ao MEO Kalorama 2025.

Renovação do Red Pass 2025/26 arranca a 24 de junho

Está prevista, para o Red Pass 2025/26, uma reorganização na numeração e designação de algumas filas, motivada pelo aumento da lotação do Estádio da Luz.

A partir de 24 de junho, os sócios do Sport Lisboa e Benfica com Red Pass válido na época passada serão notificados para iniciar o processo de renovação do seu lugar no Estádio da Luz para a nova temporada. O prazo decorre até 8 de julho, sendo possível efetuar a renovação através dos canais habituais: Benfica Official App, site oficial do Clube, lojas oficiais e Casas do Benfica com serviço de bilhética.

Nesta fase, os sócios poderão escolher entre duas modalidades distintas. O Red Pass regular garante o acesso a todos os jogos das competições nacionais realizados no Estádio da Luz. Já o Red Pass Total inclui, para além desses encontros, o acesso exclusivo aos jogos das competições europeias.

A assiduidade registada na temporada anterior será um critério determinante no valor final. Os sócios que tenham marcado presença em, pelo menos, 80% dos jogos das competições nacionais beneficiarão de um preço reduzido. Os restantes terão um valor superior a pagar, numa lógica de valorização da presença regular no Estádio.

Tal como em épocas anteriores, o pagamento pode ser feito em três prestações sem custos adicionais. As datas-limite para o segundo e o terceiro pagamentos são 8 de agosto e 8 de setembro, respetivamente. O não pagamento de qualquer uma das prestações implica a perda do lugar para o restante da época.

Entre 25 de junho e 8 de julho, estará igualmente disponível um formulário online, no site oficial, para os detentores de Red Pass que pretendam solicitar a mudança de lugar. Os pedidos serão avaliados com base num ranking que considera a assiduidade e a antiguidade do Red Pass. Em caso de empate, será tido em conta o critério da antiguidade de sócio. A posição de cada sócio no ranking será comunicada por e-mail no dia 25 de junho, sendo que, até 18 de julho, será enviada a resposta relativamente ao pedido submetido.

Atenção: tendo em conta o aumento da lotação do Estádio da Luz, está prevista uma reorganização na numeração e designação de algumas filas. No entanto, os sócios manterão o seu lugar atual, salvo se tiverem apresentado um pedido de alteração.

Os novos lugares destinados a venda, para sócios em lista de espera, serão disponibilizados após o término do período de renovação e da fase de trocas de lugares. A data de início da venda será anunciada posteriormente.

Spotify prepara-se finalmente para ter música de qualidade de som sem perdas, o Hi-Fi

Após anos de promessas adiadas, o Spotify parece estar prestes a lançar o seu plano com áudio de alta fidelidade.

Há mais de quatro anos que os utilizadores do Spotify aguardam por uma funcionalidade que tem sido repetidamente adiada: a possibilidade de ouvir música com qualidade de som sem perdas, ou de alta-fidelidade, também designado como Hi-Fi.

De acordo com as contas oficiais do Spicetify, uma ferramenta utilizada para personalizar a versão desktop do Spotify, a chegada do áudio de alta fidelidade ao popular serviço de streaming parece estar eminente. Entre os indícios detetados, surgem referências explícitas ao termo “lossless/sem perdas” em áreas da interface que até agora não mostravam tal opção. Uma das imagens mostra essa designação na barra lateral onde se efetuam ligações a dispositivos externos. Noutra, a opção aparece nas definições de qualidade de transmissão. Adicionalmente, foram encontradas menções ao novo recurso tanto no Spotify Connect como na versão web do serviço.

A funcionalidade, originalmente anunciada em 2021 sob o nome Spotify HiFi, deveria ter sido disponibilizada nesse mesmo ano. Contudo, o lançamento foi sucessivamente adiado, sem terem havido explicações claras. Mais recentemente, em 2024, o próprio CEO da empresa, Daniel Ek, referiu a existência de um projeto interno para uma versão “premium” da aplicação. E fontes próximas da empresa indicam que esse novo plano — possivelmente denominado “Música Profissional” — poderá chegar ainda antes do final do ano, com um custo adicional estimado em cerca de 5,99 dólares norte-americanos, além da subscrição habitual.

Atualmente, diversos serviços concorrentes como o Apple Music e Amazon Music já oferecem áudio em qualidade sem perdas, deixando o Spotify em clara desvantagem nesse segmento do mercado. A chegada deste novo serviço poderá representar uma mudança estratégica para a plataforma sueca, especialmente junto dos audiófilos e dos utilizadores que valorizam a máxima fidelidade sonora.

A Corsair apresentou o Multi Frame Pegboard para a secretária Platform:4

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O novo acessório vertical permite aumentar o espaço de arrumação e de organização da Platform:4, inspirado na versão modular da Platform:6.

A Corsair revelou o Multi Frame Pegboard para a sua secretária Platform:4, uma estrutura modular que permite libertar o espaço em cima da secretária ao adicionar arrumação vertical totalmente personalizável. Este novo acessório foi concebido para quem precisa de manter equipamentos à mão, sem desarrumação.

O Multi Frame Pegboard inclui dois painéis perfurados, três prateleiras ajustáveis e 13 ganchos. A estrutura em alumínio com calhas 3060 em T, conta com um padrão universal, o que garante compatibilidade com acessórios de terceiros. E a instalação de equipamentos como luzes Elgato Key Light, braços articulados ou acessórios impressos em 3D é facilitada pelos adaptadores e porcas T incluídos.

As calhas horizontais e verticais permitem montar componentes nas posições fixas, enquanto as prateleiras podem ser reposicionadas conforme as necessidades do utilizador. Para além disso, o sistema de gestão de cabos embutido ajuda a manter o espaço limpo e arrumado.

Esta solução é inspirada no já conhecido Elgato Multi Frame para a Platform:6, adotando a mesma lógica modular a configurações mais compactas. Promete ser uma solução prática para setups criativos, secretárias de trabalho em casa ou simplesmente para quem precisa de organizar o espaço sem complicações.

O Multi Frame Pegboard para a Platform:4 estará disponível através da loja online da Corsair e da rede global de distribuidores e lojas autorizadas em breve, a partir de 349,90€. E conta ainda com uma garantia de cinco anos e apoio técnico da rede de suporte internacional da Corsair.

Honor 400 5G – Review: Versatilidade acima de tudo

Com um design elegante e um bom nível de acabamento, o Honor 400 5G é suficientemente versátil para não desiludir no uso diário.

No início do mês, tivemos a oportunidade de testar, junto com a Honor, as capacidades fotográficas do seu novo smartphone, o Honor 400 5G, deixando-nos com altas expectativas sobre o que mais poderia oferecer, dado que este agora à venda num campo de preços a cair para o modesto, de cerca de 499€.

A primeira coisa que se nota ao pegar no novo Honor 400 5G é a sua espessura e peso. Para além de apresentar um design que faz lembrar bastante as soluções da Apple, o equipamento tem apenas 7,3mm de espessura e pesa 184g. Embora não seja tão impressionante como o mais recente modelo da Samsung, é justo dizer que este smartphone da Honor oferece um design apelativo. Ainda que na traseira recorra a materiais em plástico — tal como muitos dos seus concorrentes nesta faixa de preço — este apresenta um acabamento suave ao toque e agradável. Naturalmente, teríamos preferido uma traseira em vidro fosco, mas esse é o preço a pagar para manter o equipamento abaixo da marca dos 500€.

Para se diferenciar, o Honor 400 aposta num módulo de câmaras com um design distinto, mesmo tratando-se apenas de duas câmaras. Na prática, esta escolha não traz benefícios em termos de desempenho, mas valorizamos o esforço da Honor em procurar destacar-se da concorrência. Quanto ao ecrã, e seguindo a tendência atual, encontramos na parte frontal um painel plano com um orifício centralizado na parte superior para a câmara frontal. Esse painel conta com 6,55 polegadas, o que permite manter o smartphone relativamente compacto, já que as margens são finas em todos os quatro lados. Eisto também contribui para uma boa ergonomia. De forma mais clássica, o painel é do tipo OLED, com a resolução FullHD+, com 2736×1264 pixeis. Apresenta um bom equilíbrio em termos de cores, brilho e ângulos de visão. Os contrastes são fortes, os pretos são profundos e o brilho é convincente, mesmo que não atinja os níveis dos smartphones topo de gama. Em suma, cumpre muito bem o seu propósito, já que tudo é visível sob luz solar intensa.

Honor 400 5G
Honor 400 5G

No que toca ao áudio, o Honor 400 5G está equipado com dois altifalantes estéreo, algo que já se tornou normal no segmento de gama média. Aliás, há já algum tempo que não testo qualquer smartphone com apenas um altifalante, salvo em modelos da gama de entrada. No uso diário, não identifiquei quaisquer problemas, independentemente do tipo de conteúdo. Em redes sociais, os altifalantes oferecem um som equilibrado, embora algo limitado nos graves. Naturalmente, não rivaliza com um altifalante externo ou uns bons auscultadores, que recomendamos vivamente para uma melhor experiência multimédia.

Sem surpresas, o Honor 400 5G sai de fábrica com o Android 15 pré-instalado, e com a interface personalizada Magic UI na versão 9.0. Como estamos em 2025 não é difícil de imaginar que conta com a integração de funcionalidades baseadas em inteligência artificial, aqui representada pelo Magic Portal, que reúne todas as funcionalidades (tanto da Honor como do Google Gemini). Nada de verdadeiramente surpreendente, uma vez que começamos a ver estas funcionalidades a tornarem-se comuns em quase todos os dispositivos. A principal diferença reside no facto de as funções baseadas na nuvem dependerem da Google, enquanto as funcionalidades locais são geralmente geridas pela fabricante. Por outro lado, a Honor continua a incluir aplicações duplicadas, como o calendário, a aplicação de chamadas, entre outras. Infelizmente, estas não podem ser desinstaladas. Da mesma forma, encontramos algumas aplicações de terceiros pré-instaladas, que já podem ser removidas — algo que fizemos logo à primeira oportunidade e, até agora, não causaram qualquer inconveniente.

Entre os destaques das funcionalidades disponibilizadas pela Honor, destaca-se o AI Image to Video — uma tecnologia desenvolvida em colaboração com a Google que transforma imagens estáticas em pequenos vídeos com duração entre 5 a 7 segundos. Esta funcionalidade, atualmente exclusiva desta linha de smartphones, funciona de forma surpreendentemente eficaz e convincente, já que nenhum outro equipamento disponível no mercado oferece algo semelhante de momento.

Honor 400 5G
Honor 400 5G

Em termos de desempenho, e como seria de esperar, trata-se de um smartphone de gama média. Vem equipado com o Qualcomm Snapdragon 7 Gen 3 — não é o processador mais rápido do mercado, mas no uso do dia a dia permite abrir qualquer aplicação sem atrasos notórios. Em tarefas mais exigentes, testámos alguns jogos recentes como Call of Duty: Mobile, Diablo Immortal e Genshin Impact. Os resultados foram positivos: os jogos correram de forma fluída, inclusive a 120Hz nos títulos compatíveis. Naturalmente, será necessário fazer alguns compromissos em termos de qualidade gráfica nos jogos mais pesados, mas como se trata de títulos já bastante populares no universo Android, estão relativamente bem otimizados, mesmo para este processador de gama média.

Por fim, quero destacar a sua bateria de silício-carbono com capacidade de 5300mAh. Esta tecnologia permite à Honor oferecer um smartphone relativamente fino e leve quando comparado com a concorrência, mantendo uma autonomia competitiva. O equipamento suporta carregamento rápido com fio a 66W, embora não disponha de carregamento sem fios. Apesar de não ser o mais rápido do mercado, consegue superar alguns modelos topo de gama da Apple, Samsung ou da Google. No uso diário, conseguimos facilmente um dia inteiro de autonomia — e, nos nossos testes, até dois dias com uma utilização moderada. E quando é preciso carregar, com um carregador compatível, não incluído na embalagem, são necessários sensivelmente 53 minutos para carregar dos 10 aos 100%. Em apenas 15 minutos conseguimos mais de 50% de bateria.

Honor 400 5G
Honor 400 5G

Mesmo não se tratando de um smartphone topo de gama, em 2025 a componente fotográfica continua a ser um elemento essencial — mesmo num dispositivo de gama média. A Honor equipou este smartphone com um conjunto de sensores que, em teoria, é bastante versátil. O destaque vai para a câmara principal, com um impressionante sensor de 200MP. Naturalmente, não encontramos aqui uma lente teleobjetiva dedicada, mas a câmara principal permite realizar cortes no sensor, oferecendo assim uma espécie de zoom digital de boa qualidade — útil em várias situações. A acompanhar esse sensor, temos uma segunda câmara ultra grande angular, equipada com um sensor de 12MP, com um desempenho padrão. Esta lente ultra grande angular também assume a função de câmara macro, o que aumenta a sua versatilidade.

Apesar da Honor já não publicitar tanto essa funcionalidade, a parceria com o histórico Studio Harcourt mantém-se. Esta colaboração permite ao Honor 400 oferecer um modo Retrato bastante convincente. Neste modo, recorre-se à tecnologia Honor AI Portrait Engine, que, em conjunto com o know-how do Studio Harcourt, recria uma iluminação inspirada nos estúdios fotográficos parisienses. Neste caso, os filtros não são meramente decorativos — a iluminação da cena é reajustada, e o Honor 400 executa este processo de forma muito competente.

No geral, o Honor 400 apresenta-se como uma solução fotográfica equilibrada e versátil. Não atinge o nível de um flagship, mas deverá ser mais do que suficiente para a grande maioria dos utilizadores. É de notar, no entanto, que a exposição pode ser algo inconsistente — nos meus testes, por exemplo, o céu variou significativamente consoante o ângulo da fotografia. Já no que toca às selfies, encontramos na parte frontal um sensor de 50MP. Por si só, é bastante competente e proporciona resultados nítidos. A elevada resolução garante qualidade mais do que suficiente para autorretratos, sem apresentar limitações relevantes. Já na gravação de vídeo, encontramos uma abordagem mais tradicional para este segmento. Os vídeos são detalhados e adequados para as necessidades quotidianas, cumprindo bem o seu papel, mas nada de extraordinário.

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Honor 400 5G

A Honor está, mais do que nunca, bem presente no mercado. Durante os meus testes, o Honor 400 revelou-se um smartphone completo e com um preço bastante competitivo, tornando-se numa excelente opção de gama média, capaz de responder às necessidades da maioria dos utilizadores. Com um design elegante e um bom nível de acabamento, o Honor 400 5G é suficientemente versátil para não desiludir no uso diário. Embora gostasse de ver uma maior consistência no desempenho da câmara, não posso deixar de reconhecer o mérito de um smartphone que oferece uma relação qualidade/preço muito interessante — e que certamente encontrará o seu público.

Recomendado - Echo Boomer

Este dispositivo foi cedido para análise pela Honor.

O Laser Mini M2 Pro é o novo projetor portátil da Hisense

O novo projetor da Hisense, combina três lasers de projeção RGB, funções inteligentes num design compacto e portátil.

A Hisense anunciou um novo projetor, o Laser Mini M2 Pro concebido para levar a experiência 4K para qualquer espaço lugar. Com apenas 4,1Kg e dimensões reduzidas, o novo projetor da marca chinesa recorre tecnologia Pure Triple Color Laser, baseada em três fontes laser RGB independentes, num sistema DLP de alta precisão capaz de reproduzir projeções entre 65 e 200 polegadas, em resolução 4K.

O novo modelo distingue-se ainda por recorrer à tecnologia AI 4K Clarity, que inclui três componentes principais, o upscaling inteligente, a redução de ruído e uma melhoria de brilho e contraste através de HDR, também automatizado. Também automatizado e muito bem vindo, é o seu foco e a correção automática de distorção trapezoidal, que facilitam a configuração do projetor em qualquer ambiente. Outra funcionalidade interessante é a adaptação de cor à parede, com ajuste automático em sete tonalidades diferentes, garantindo fidelidade cromática mesmo sem uma tela ou superfície dedicada para projeção.

Hisense Laser Mini M2 Pro

O Laser Mini M2 Pro conta ainda no departamento áudio com suporte e certificação Dolby Audio e DTS Virtual:X, no seu sistema embutido.

Equipado com o sistema operativo VIDAA Smart OS, o M2 Pro permite acesso direto facilitado a plataformas populares como a Netflix, Prime Video, Disney Plus, YouTube, Apple TV+ e outras, com suporte para o HDR e Dolby Vision.

O Hisense Laser Mini M2 Pro fica disponível na Europa a partir de julho, com um preço de venda recomendado de 999€.

Selllva inaugura novo restaurante no LX Factory

O Grupo Capricciosa abriu o Selllva LX Factory em Lisboa, combinando ingredientes frescos e receitas equilibradas.

O Selllva chegou ao LX Factory para oferecer uma experiência gastronómica singular em Lisboa. Depois da estreia do primeiro restaurante na Mouzinho da Silveira, no centro da cidade, em janeiro de 2020, e da abertura de um segundo espaço em Campo de Ourique, em junho de 2024, inspirado na cozinha africana, o Grupo Capricciosa apresenta agora o Selllva LX Factory. Situado em Alcântara, este espaço insere-se numa das zonas mais dinâmicas e criativas da capital, conhecida pela transformação de antigas fábricas em ambientes culturais e comerciais.

No LX Factory, o Selllva adota uma nova identidade, desta vez influenciada pela gastronomia asiática, mantendo, contudo, o conceito que caracteriza a marca: uma viagem gastronómica que privilegia a qualidade, frescura e equilíbrio dos ingredientes. O menu nasce de viagens pelo mundo, onde a procura por ingredientes naturais e receitas saudáveis resultou numa oferta culinária sem extremismos, focada essencialmente em comer bem, com produtos selecionados diariamente, afastados de processados e açúcares refinados.

A proposta do Selllva LX Factory é flexível e adequada a diferentes momentos do dia. Os clientes podem optar por refeições completas, como almoço ou jantar, ou preferir um brunch recheado de opções conhecidas, como as bowls variadas, ovos confecionados de formas diversas, panquecas de ricotta e sumos naturais, entre os quais se destacam os Mogli, Simba, e ainda opções detox e smoothies, como Timon Pumba, Pocahontas e Baloo.

A carta do novo Selllva incorpora também pratos inéditos com inspiração asiática. Entre eles, destaca-se a Bowl Ásia, que junta frango com molho de amendoim, coentros e arroz de coco; a Salada de Frango Thai, que mistura almôndegas com sabores marroquinos e bulgur; e uma Salada de legumes grelhados com batata-doce, cogumelos Portobello, alface coração, tomate cherry, agrião, creme de abacate e pesto. Para os que procuram sobremesa, a French Toast de miso com côco laminado assume-se como uma escolha a considerar.

No que diz respeito ao ambiente, o interior do Selllva LX Factory contou novamente com o contributo do Atelier de Arquitetura Catarina Cabral, responsável por uma decoração que reforça a identidade contemporânea e acolhedora do espaço.

Obras de requalificação avançam nas estações de Leça do Balio e São Mamede de Infesta

Estão em curso intervenções nas estações de Leça do Balio e São Mamede de Infesta, no âmbito da modernização da Linha de Leixões.

A Infraestruturas de Portugal está a realizar um conjunto de intervenções nas estações de Leça do Balio e São Mamede de Infesta, no âmbito da requalificação da Linha de Leixões, recentemente reativada para o transporte de passageiros. As obras em curso têm como objetivo melhorar as condições de segurança, acessibilidade e conforto dos utilizadores.

Após a construção dos novos apeadeiros do Hospital de São João e da Arroteia, bem como o alteamento das plataformas em São Gemil e Contumil – intervenções que viabilizaram o regresso do serviço ferroviário de passageiros à Linha de Leixões -, avança agora uma nova fase de beneficiação nas duas estações localizadas no concelho de Matosinhos.

A intervenção inclui a instalação de novos abrigos nas plataformas, equipados com bancos, papeleiras, cinzeiros e suportes para horários. Serão também aplicadas faixas de segurança com sinalização direcional, assegurando acessibilidade para pessoas com mobilidade condicionada. A valorização do património existente constitui igualmente uma prioridade, com a preservação e reintegração de elementos em calçada portuguesa, respeitando a identidade histórica dos locais.

Está ainda prevista a melhoria dos acessos e das entradas das estações, em articulação com o Município de Matosinhos, promovendo a ligação aos transportes públicos rodoviários e aos modos suaves de mobilidade.

Com um investimento estimado em cerca de 300.000€, os trabalhos têm conclusão prevista para o mês de setembro, enquadrando-se na estratégia da Infraestruturas de Portugal para a modernização da rede ferroviária da Área Metropolitana do Porto, com vista a uma mobilidade mais segura, eficiente e inclusiva.

Foto: IP – Infraestruturas de Portugal

A Huawei promove os estilos de vida mais equilibrados em celebração do Dia Mundial do Ioga

A Huawei associou a sua nova geração de smartwatches, a Watch Fit 4, ao Dia Mundial do Ioga, para incentivar os utilizadores à prática de atividade física.

A Huawei lançou recentemente a série Watch Fit 4, um smartwatch que reforça a aposta da marca num estilo de vida ativo e consciente, e com destaque para a prática de ioga. Como hoje é o Dia Mundial do Ioga (21 de julho), o dispositivo surge como um aliado natural para quem procura bem-estar físico e mental, aliando funcionalidades tecnológicas avançadas a um design leve, ergonómico e compatível com iOS e Android.

Os novos Watch Fit 4 e Fit 4 Pro foram desenvolvidos para proporcionar conforto mesmo durante treinos exigentes. Equipados com ecrãs de alta definição visíveis à luz do sol, oferecem monitorização em tempo real de batimentos cardíacos, calorias, tempo de exercício e períodos de recuperação, com mais de 100 modalidades disponíveis. A autonomia da bateria pode chegar aos dez dias, com carregamento rápido de apenas uma hora.

Para além do foco no fitness, a série introduz a monitorização contínua da Variabilidade da Frequência Cardíaca, permitindo avaliar níveis de stress com maior precisão. Através dos três anéis de atividade — movimento, exercício e tempo de pé —, a Huawei transforma pequenas metas diárias em conquistas visíveis, promovendo hábitos saudáveis com motivação constante.

Com preços a partir de 169€, a nova geração Watch Fit 4 já chegou ao mercado com descontos de lançamento e ofertas especiais, posicionando-se como mais do que um relógio: um verdadeiro parceiro para uma vida ativa, ligada e em harmonia.