Diablo IV é o grande destaque das ofertas do PlayStation Plus, que celebra 15 anos

15 anos de benefícios e ofertas aos maiores fãs da PlayStation.

O PlayStation Plus celebra 15 anos. Lançado originalmente a 29 de junho de 2010, o popular serviço de subscrição da PlayStation já ganhou muitas formas, oferecendo acessos exclusivos a funcionalidades online, descontos para subscritores e, claro, oferta de jogos curados para preencher a nossa biblioteca pessoal. Mais recentemente, o serviço evoluiu com a adição de um catálogo à la carte e até com acesso a jogos recentes e clássicos através de Cloud Gaming.

Como seria de esperar, esta celebração é feita em grande, e nada melhor do que oferecer aos seus subscritores, de todas as modalidades, três grandes jogos. Em grande destaque temos Diablo IV, para PlayStation 4 e PlayStation 5, o mais recente RPG de ação da aclamada série de fantasia negra da Blizzard. Para os fãs de luta, a oferta vira-se para King of Fighters XV, para a PlayStation 4 e PlayStation 5, fazendo-se acompanhar de algum DLC adicional. Por fim, para os fãs de experiências mais ambientais e envolventes, há Jusant para a PlayStation 5, um jogo de escalada e de exploração da Don’t Nod.

Estas ofertas ficam disponíveis para resgatar a partir do dia 1 de junho até 4 de agosto.

oferstas do ps plus de junho
Ofertas do PlayStation Plus de junho de 2025

Adicionalmente, para assinalar este aniversário, a PlayStation vai trazer uma série de atividades, nem todas exclusivas aos subscritores. Entre elas temos:

  • Avaliações de jogos exclusivos para membros Premium, como WWE 2K25 e Monster Hunter Wilds.
  • Fim de semana de ofertas exclusivas na PlayStation Store (27 a 29 de junho) com descontos em títulos populares como Sniper Elite: Resistance e Civilization VII.
  • Pacote VALORANT X PS+, disponível gratuitamente para todos os membros.
  • Torneio especial “Taças do 15.º Aniversário do PlayStation Plus” a partir de 28 de junho, com competições em vários jogos e prémios exclusivos.
  • Desconto de 15% em filmes na Sony Pictures Core para membros Premium até 12 de agosto.
  • Fim de semana de multijogador online aberto a todos, sem necessidade de subscrição (28 e 29 de junho).

O PlayStation Plus está dividido em três modalidades, o Essential, o Extra e o Premium, acessíveis pelos seguintes preços e benefícios:

  • PlayStation Plus Essential | 8,99 €/mês: Inclui três jogos mensais para PS4 e PS5, acesso ao modo multijogador online, descontos exclusivos na PlayStation Store, 100 GB de armazenamento na nuvem, share play, ajuda do jogo e 5% de desconto em compras no PlayStation Direct.
  • PlayStation Plus Extra | 13,99 €/mês: Inclui todas as vantagens do PlayStation PlusEssential mais um catálogo com mais de 450 jogos para PS4 e PS5, incluindo títulos dos PlayStation Studios e parceiros externos.
  • PlayStation Plus Premium | 16,99 €/mês: Inclui todas as vantagens dos planos anteriores, acesso a avaliações de jogos antes da compra por tempo limitado (como Black Myth WukongBaldur’s Gate 3 ou Marvel’s Spider-Man 2), catálogo de clássicos com mais de 340 jogos de gerações anteriores da PlayStation e streaming a partir da nuvem de títulos PS5 da tua biblioteca, sem necessidade de os descarregar.

Senua’s Saga: Hellblade II Enhanced tem lançamento a 12 de agosto com novidades na PlayStation 5, Xbox Series X|S e PC

Esta nova versão melhorada traz um novo modo de desempenho para consolas, comentários dos criadores, modo de fotografia expandido e suporte para Steam Deck.

A Xbox Game Studios e a Ninja Theory anunciaram que Senua’s Saga: Hellblade II Enhanced ficará disponível a 12 de agosto, como atualização gratuita para quem joga no PC (via Xbox e Steam) ou Xbox Series X|S. No mesmo dia, será também lançado na PlayStation 5, com edições Standard e Deluxe.

A edição Standard da PlayStation 5 estará disponível por 49,99€, incluindo o jogo completo com todas as novas funcionalidades. Já a Deluxe Edition, por 69,99 €, inclui também a versão otimizada de Hellblade: Senua’s Sacrifice para PS5, assim como a banda sonora original do primeiro jogo. Quem já tiver a versão da PlayStation 4 de Hellblade: Senua’s Sacrifice poderá fazer o upgrade gratuitamente.

Entre as novidades da versão Enhanced destaca-se o novo Modo de Desempenho, que permite jogar a 60FPS, que estava anteriormente indisponível na Xbox Series X|S. Já no PC, será adicionado um novo perfil gráfico mais elevado e, pela primeira vez, o jogo passará a estar “Verificado” para Steam Deck.

Outra adição é o regresso do Dark Rot, modo de dificuldade opcional que impõe uma penalização permanente – ao falhar demasiadas vezes, a corrupção atinge a cabeça de Senua e todo o progresso será perdido.

O modo de fotografiatambém será melhorado, com novas definições e uma aba dedicada a movimento, permitindo capturas em vídeo com um registo cinemático. Para além disso, haverá mais de 4 horas de comentários dos produtores e elenco, onde detalham o processo criativo e o trabalho na representação da psicose de Senua.

A nova versão de Hellblade II mantém-se no catálogo do Xbox Game Pass, recebendo também estas novidades. No caso da PlayStation, quem fizer a pré-reserva na PS Store terá acesso adicional à banda sonora de Hellblade II em formato digital. A Ninja Theory promete ainda revelar mais novidades em breve através dos seus canais oficiais.

Senua’s Saga: Hellblade 2 foi originalmente lançado para PC e Xbox Series X|S em 2024, e poderão ficar a saber mais sobre o jogo, na nossa análise.

Marvel revela novo trailer de Fantastic Four: First Steps com um novo olhar a Galactus

A Marvel Studios revelou mais um trailer de Fantastic Four: First Steps, que destaca a chegada aterrorizante de Galactus ao Universo Cinemático da Marvel.

A poucas semanas da estreia, a Marvel revelou mais um emocionante trailer para Fantastic Four: First Steps, o filme que marca a entrada oficial da equipa no MCU, depois de anos longe da continuidade principal da saga. O filme estreia em julho e é o primeiro título da sexta fase deste universo cinemático.

O novo trailer revela mais sobre a realidade paralela onde decorre a história, inspirada numa versão retro-futurista dos anos 60 e onde os Fantastic Four parecem ser os únicos super-heróis ativos. Também é a primeira vez, que temos um olhar mais detalhado à aparencia de Galactus, interpretado por Ralph Ineson, e cuja presença ameaçadora estabelece o tom mais negro desta aventura.

Para além disso, o trailer dá-nos a oportunidade de conhecer melhor a dinâmica entre a família protagonista, num elenco composto por Pedro Pascal no papel de Reed Richards/ Mr. Fantastic, Vanessa Kirby como Sue Storm/Mulher Invisível, Joseph Quinn como Johnny Storm/Tocha Humana, e Ebon Moss-Bachrach como Ben Grimm/Coisa. Julia Garner também se apresenta enquanto uma versão alternativa do Silver Surfer, embora o papel da personagem permaneça envolto em mistério.

A presença do elenco em Avengers: Doomsday, atualmente em gravações, indica que Fantastic Four: First Steps será apenas o início da viagem da Primeira Família da Marvel, cujo o destino é, para já, desconhecido. Esta será a terceira adaptação deste grupo de heróis para o cinema, depois das versões lançadas nos anos 2000 e em 2015 sob a alçada da Fox.

Android 14 está a chegar ao Chromecast com Google TV

A nova atualização para o Chromecast com Google TV corrige as falhas da versão anterior e introduz novas funcionalidades como “Find My Remote” e personalização de botões.

Depois de uma tentativa falhada no início do ano, a Google começou a lançar uma nova versão do Android 14 para os dispositivos Chromecast com Google TV. A atualização visa corrigir os problemas reportados na implementação original, lançada em março e posteriormente suspensa devido a diversos erros técnicos. A nova compilação, identificada como UTTC.241218.008.H1, substitui a versão UTTC.241218.004, e está disponível tanto para utilizadores que ainda estão com o Android 12 como para aqueles que instalaram a versão defeituosa do Android 14.

A nova atualização é mais do que correções

Para além das correções de bugs — nomeadamente problemas com armazenamento externo e dispositivos USB —, a atualização para o Chromecast com Google TV chega com outras melhorias. Destaca-se o suporte para o recurso “Find My Remote”, que ajuda a localizar um comando perdido, e a possibilidade de personalizar um botão no Controlo Remoto por Voz do Google TV.

Adicionalmente, o sistema passa a contar com as atualizações de segurança referentes a janeiro de 2025, o que representa um avanço significativo em termos de proteção contra vulnerabilidades. A Google afirma ainda que foram feitas otimizações gerais para reforçar a estabilidade e o desempenho do sistema.

Tal como é habitual, este lançamento está a ser efetuado de forma faseada. Os utilizadores com dispositivos Chromecast com Google TV podem verificar manualmente se a atualização já está disponível através das definições, no separador Sobre e depois em Atualização do sistema.

Google Chrome para Android já permite a colocação da barra de endereço na parte inferior

A nova funcionalidade melhora a ergonomia do Chrome para Android e permite personalização, facilitando a utilização dos smartphones com apenas uma mão.

Depois de anos de expectativa e testes discretos, a Google lançou finalmente a possibilidade de mover a barra de endereços do Chrome para Android para a parte inferior do ecrã dos dispositivos. A novidade visa sobretudo melhorar a ergonomia e facilitar a navegação nos smartphones.

Com esta alteração, não só a barra de endereços, mas também o seletor de separadores, o menu de opções e outros atalhos passam a estar acessíveis junto à base do ecrã. Para os utilizadores mais conservadores, a localização superior tradicional continuará disponível.

Ergonomia e escolha pessoal reforçaram a decisão

A Google sublinha que esta decisão foi tomada com base na usabilidade, ao afirmar que “Dependendo do tamanho da sua mão e do seu dispositivo, uma posição da barra de endereço pode ser mais confortável do que a outra. Esta atualização oferece flexibilidade para que possa navegar com maior facilidade”.

Com ecrãs cada vez maiores, operar o smartphone com apenas uma mão tornou-se, de facto, numa tarefa por vezes desafiante. Levar os controlos principais para mais perto do polegar é, para muitos, uma mudança bem-vinda — e, para outros, uma opção que já chega tarde. Para ativar esta nova disposição basta manter pressionada a barra de endereços e selecionar a opção “Mover barra de endereço para baixo”, que surgirá no menu contextual. Depois de ativada, a configuração poderá também ser ajustada em Definições e depois Barra de endereço.

Como sempre, o lançamento está a ser feito de forma gradual, tendo começado esta semana. A disponibilização generalizada ocorrerá nas próximas semanas, sendo necessário ter a versão mais recente do Google Chrome para Android instalada. Curiosamente, esta funcionalidade já existia no Chrome para iOS desde 2023. No caso do Android, o conceito estava a ser testado há vários anos, mas só no passado mês de outubro ganhou tração real, culminando agora na sua implementação definitiva.

Microsoft oferece atualizações de segurança gratuitas para o Windows 10 durante mais 1 ano

Os utilizadores terão de ativar as cópias de segurança na nuvem com o OneDrive para beneficiar de mais um ano de atualizações de segurança gratuitas no Windows 10. As restantes alternativas continuam a ser pagas.

A Microsoft anunciou uma nova abordagem relativamente às Atualizações de Segurança Estendidas (ESU) para o Windows 10, o sistema operativo cujo suporte oficial terminará a 14 de outubro de 2025. Ao contrário do que foi inicialmente comunicado — uma cobrança anual de 30 dólares para manter os dispositivos seguros —, a empresa passa agora a oferecer uma opção gratuita. No entanto, essa alternativa vem com requisitos específicos. Para usufruir da versão sem custos, os utilizadores terão de ativar o serviço Backup do Windows, o qual sincroniza definições e pastas com a nuvem. Este mecanismo depende do OneDrive, a plataforma de armazenamento em nuvem da própria Microsoft. Apesar de ser possível manter-se dentro do limite gratuito de 5GB, quem tiver muitos ficheiros locais arrisca-se a necessitar de uma subscrição paga para garantir o pleno funcionamento da funcionalidade.

As opções pagas mantêm-se disponíveis: ou o pagamento anual de 30 dólares, ou a troca de 1.000 pontos do programa Microsoft Rewards. A empresa implementará, já em julho, um assistente de inscrição diretamente no Windows 10, que vai permitir aos utilizadores escolher entre estas três alternativas e registar-se automaticamente.

As atualizações estendidas estarão acessíveis para o público em geral até 13 de outubro de 2026. No entanto, para empresas, será possível prolongar a proteção por até três anos adicionais. Para além disso, a Microsoft garante que os dispositivos com Windows 10 que acedem remotamente a máquinas com Windows 11 — seja através do Windows 365 ou de ambientes virtuais — também terão acesso gratuito às ESU.

Este novo modelo reflete a estratégia da empresa para acelerar a transição para o Windows 11. A Microsoft declarou 2025 como “o ano da atualização dos PCs“, com o objetivo claro de reduzir a base significativa de utilizadores do Windows 10. Com esta abordagem híbrida, que mistura incentivos gratuitos e condicionados com opções pagas, a Microsoft procura equilibrar o prolongamento da segurança em sistemas antigos com a urgência de modernizar o parque informático global.

Firefox 140 introduz melhorias na gestão de abas, uma pesquisa otimizada e menos consumo de memória

O Firefox 140 já está disponível para Windows, macOS e Linux.

A Mozilla lançou o Firefox 140, trazendo uma série de novidades que reforçam o foco em desempenho, personalização e produtividade. Contudo, o destaque vai para a nova gestão de abas fixadas na visualização vertical. Agora, os utilizadores podem expandir, ou recolher, essa área com maior flexibilidade, bastando arrastar o divisor. Esta melhoria facilita o acesso rápido a separadores importantes, especialmente para quem trabalha com muitas janelas abertas.

Outra funcionalidade que foi melhorada é a integração com motores de pesquisa. Passa a ser mais fácil adicionar novos mecanismos, e para isso, basta clicar com o botão direito num campo de pesquisa compatível e escolher “Adicionar motor de pesquisa”. Também é possível inserir manualmente o URL de pesquisa nas preferências, algo que já existia, mas que foi agora simplificado. No campo da personalização, a barra de ferramentas no Firefox 140 ganhou maior controlo, uma vez que os utilizadores podem remover o atalho da extensão para um ambiente mais limpo. As extensões continuam acessíveis através do menu principal.

Para reduzir o consumo de recursos, o Firefox 140 introduz o download manual de abas. Clicando com o botão direito numa ou mais abas, é possível descarregá-las, libertando memória e CPU sem encerrar a sessão de navegação. O tradutor de páginas também foi otimizado, e a tradução agora começa pela área visível da página, acelerando esse processo e aumentando a sua fluidez. Apenas o conteúdo visível é carregado de imediato, com o restante a ser traduzido conforme vai sendo necessário.

Por fim, o Firefox deixa oficialmente de integrar o serviço Pocket. Tanto o ícone na barra de ferramentas como os atalhos na nova aba foram removidos, marcando o fim da funcionalidade após o encerramento do serviço. Como sempre, esta nova versão inclui ainda correções de segurança e melhorias gerais de estabilidade, estando já disponível para todos os sistemas operativos suportados.

HyperOS 2.2 da Xiaomi já começou a chegar a vários smartphones

Com o HyperOS 2.2 a Xiaomi aposta na fluidez, no melhoramento gráfico e na inclusão, sem alterar a identidade da interface.

A Xiaomi começou a lançar o HyperOS 2.2, a versão mais recente da sua interface para dispositivos móveis da Xiaomi, Redmi e POCO. Este lançamento sucede um inicial já na China, alargando a sua presenta no mercado global, com a chegada a vários modelos na Europa, numa distribuição faseada que decorrerá durante as próximas semanas.

Entre os dispositivos que já começaram a receber a atualização estão modelos como o Redmi Note 13 Pro+ 5G, POCO X7 Pro, Xiaomi 14T Pro, Redmi Pad Pro 5G, Xiaomi 15, Xiaomi 15 Ultra, Redmi 13 e até o Poco M6. As versões específicas do sistema variam por modelo, mas partilham um conjunto comum de melhorias substanciais. O foco principal da versão 2.2 do HyperOS está na otimização do sistema, com animações mais suaves, resposta táctil mais precisa, correções de falhas gráficas e gestos mais fluidos. O modo paisagem, tradicionalmente problemático em algumas aplicações, também foi melhorado.

No campo estético, a aplicação da câmara foi redesenhada com menus mais modernos e novas opções de marca de água; ícones mais legíveis e papéis de parede com efeitos dinâmicos dão uma nova vida ao ecrã inicial e à interface de bloqueio; e a acessibilidade também foi reforçada com o HyperOS 2.2, com o modo TalkBack a oferecer um feedback auditivo mais claro e navegação assistida melhorada, reforçando o compromisso da marca com a inclusão digital. Por fim, a gestão de memória foi melhorada, assegurando um desempenho mais estável mesmo com diversas aplicações abertas em segundo plano.

Corsair apresenta ventoinhas RS-R com rotores invertidos e iluminação RGB sem obstruções

0

A Corsair lançou a nova série RS-R, equipada com um design de rotor invertido para realçar a iluminação RGB em configurações com fluxo de ar de entrada.

A Corsair anunciou uma nova linha de ventoinhas ARGB, a RS-R Series, concebida especificamente para sistemas com painéis transparentes onde a estética visual das torres personalizadas é tão importante como o seu desempenho. Com um design de rotor invertido, estas ventoinhas foram pensadas para oferecer uma vista desobstruída da popular iluminação RGB quando utilizadas como ventoinhas de entrada, tirando o máximo partido de caixas como a 3500X e a 6500X.

Cada ventoinha RS-R integra oito LEDs RGB individuais e pode ser ligada em sequência, simplificando a instalação e reduzindo o número de cabos. Toda a configuração é gerida apenas com uma ligação PWM de 4 pinos e uma ficha ARGB de 5V, permitindo o controlo direto da velocidade e da iluminação através do software da motherboard, sem necessidade de controladores adicionais.

O desempenho destas ventoinhas promete ser semelhante ao que a marca já apresenta, com controlo PWM de 0 a 2100 RPM, cada ventoinha capaz de atingir até 65,8 CFM de fluxo de ar e 2,81 mm-H₂O de pressão estática – sendo adequada tanto para refrigeração de caixas como de radiadores. A inclusão da tecnologia Magnetic Dome garante ainda uma operação silenciosa e com grande longevidade, complementada pelo modo Zero RPM, que suspende completamente o funcionamento em cargas reduzidas.

Disponíveis em tons de preto ou branco, as ventoinhas RS-R estão já disponíveis em packs de três unidades, através da loja online da Corsair e da rede habitual de distribuidores. Todas as unidades contam com garantia de cinco anos e o apoio do serviço técnico internacional da marca.

Bolt Food chegou a Ponta Delgada, Vila Real e Figueira da Foz

A Bolt Food alarga o seu serviço a Ponta Delgada, Vila Real e Figueira da Foz, oferecendo desconto de 25% e entregas gratuitas para assinalar a expansão.

A Bolt Food alargou o seu serviço a Ponta Delgada, Vila Real e Figueira da Foz, reforçando a presença da plataforma em Portugal. Com esta expansão, o serviço de entrega de refeições passa a estar disponível nestas três cidades, complementando a oferta já existente de mobilidade, como TVDE e micromobilidade, que os residentes destas regiões já utilizam.

Nas novas cidades, a oferta inclui cadeias de restauração conhecidas como McDonald’s, Burger King, KFC, Pans & Company, Subway ou Telepizza. Em Ponta Delgada, restaurantes locais como Azorean Poke, Estrela da Noite, Restaurante Cantão e A Paparoca também fazem parte da plataforma. Vila Real conta com opções como El Camino Cocina Mexicana, Açaí da Tia Lu, Churrasqueira Simões e Kebab World, enquanto na Figueira da Foz estão disponíveis estabelecimentos como Kangle Restaurante, Cocktail Bar, Jet 7.5, Mensa Restaurante e Baya & Co.

Para assinalar a entrada nestas cidades, a Bolt Food disponibiliza um desconto de 25% em todas as encomendas realizadas até 23 de julho, assim como entregas gratuitas dentro de um raio de 2 quilómetros até 20 de agosto. Recorde-se também que os utilizadores podem subscrever o Bolt Plus, um serviço de subscrição mensal que oferece benefícios exclusivos em viagens e entregas. O primeiro mês é gratuito, sendo que, após este período, a mensalidade tem o valor de 5,99€.

A empresa destaca que a integração da Bolt Food nestas localidades é um prolongamento do crescimento verificado no segmento de mobilidade, que tem sido marcado por um aumento significativo da procura e adesão.

Já se pode usar o saldo do Cartão Continente na Worten

Com a criação do Programa Cliente Worten, passa a ser possível usar o saldo acumulado do Cartão Continente para compras de produtos tecnológicos, por exemplo.

Durante anos, o Cartão Resolve foi a forma como a Worten recompensava a fidelidade dos seus clientes, oferecendo vantagens simples mas úteis. Com o tempo, surgiu a necessidade de modernizar e melhorar a experiência, dando lugar a algo mais completo e ajustado aos hábitos de compra atuais. Foi assim que nasceu o Programa Cliente Worten, que substitui o antigo Cartão Resolve e traz consigo um conjunto de benefícios mais alargado, tudo sem qualquer custo de adesão.

A adesão ao Programa Cliente Worten é rápida e gratuita. Basta criar uma conta online ou fazer login, entrar na área de cliente no site oficial da Worten ou na app e, por fim, ativar o programa. Se preferirem, também podem aderir em loja ou através da linha de apoio ao cliente. Concluído o registo, todas as compras que fizerem – seja em loja física, na app ou online – podem ser associadas à vossa conta, de modo a que possam aproveitar as várias vantagens.

Entre os principais benefícios, destaca-se o envio gratuito em compras de valor igual ou superior a 35€, válido para todos os produtos vendidos diretamente pela Worten – ou seja, atenção às compras no marketplace. Este benefício aplica-se tanto às compras online como às feitas em loja.

Outro destaque é o período de devolução alargado: em vez dos habituais 15 dias, passam a ter 30 dias para devolver os produtos, com exceção dos artigos que, por motivos de higiene ou outras condições específicas, estejam excluídos pela Política de Satisfação Devolução.

No entanto, o maior benefício será, provavelmente, o facto de ser possível utilizar o saldo do Cartão Continente na Worten. Ou seja, imaginem que fazem uma compra numa loja Continente, na Pizza Hut, na KFC, na Wells, na ZU, ou que metem combustível na Galp, e têm cupões associados. Ao ganharem saldo em cartão, significa que, caso precisem, poderão utilizar esse saldo numa compra na Worten.

Além disso, ao estarem inscritos no programa, têm acesso a cupões de desconto personalizados, sendo que ainda irão participar automaticamente em sorteios exclusivos sempre que fizerem uma compra associada à vossa conta.

A vossa conta online também passa a ter registo do histórico de todas as compras, o que facilita o acesso a faturas, informações de garantia ou apoio ao cliente.

easyJet lança nova rota Lisboa-Tirana com voos semanais até agosto

A easyJet passa a operar voos entre Lisboa e Tirana, capital da Albânia, duas vezes por semana até 30 de agosto, reforçando opções para viagens de verão a destinos emergentes.

A companhia aérea easyJet iniciou uma nova rota entre Lisboa e Tirana, capital da Albânia, com voos programados duas vezes por semana, às terças-feiras e aos sábados. Esta ligação estará em funcionamento até 30 de agosto, enquadrando-se na estratégia da transportadora de diversificação da sua oferta a partir do aeroporto da capital portuguesa.

A inclusão de Tirana na rede de destinos servidos pela easyJet surge numa fase de crescente interesse por locais menos explorados no panorama turístico europeu. A cidade, que alia elementos históricos, influência mediterrânica e um ambiente urbano em transformação, tem vindo a afirmar-se como alternativa a destinos mais consolidados.

A nova ligação responde à procura por rotas acessíveis e diferenciadas durante os meses de verão, permitindo aos passageiros o acesso a uma capital europeia em crescimento, com proximidade ao mar Adriático e a zonas montanhosas de reconhecido valor paisagístico.

Esta inauguração segue-se à abertura recente de outra ligação entre Lisboa e Palermo, na Sicília, com voos diretos às terças e sextas-feiras, disponíveis até 23 de setembro. Ambas as rotas integram a programação de verão da easyJet, que prevê a disponibilização de mais de sete milhões de lugares para a temporada de 2025.

Governo revê leis de imigração e nacionalidade com medidas mais rígidas

Novas leis apertam critérios para nacionalidade e residência em Portugal. Mudanças incluem exigência linguística, criminal e restrições à imigração.

O Governo aprovou um conjunto de alterações legislativas que apertam os critérios para a atribuição da nacionalidade portuguesa, o acesso à residência em território nacional e o controlo de fronteiras. As medidas, discutidas em Conselho de Ministros, incluem também a criação de uma nova unidade policial com competências específicas sobre imigração. De acordo com o Ministro da Presidência, António Leitão Amaro, estas mudanças visam reforçar a ligação efetiva à comunidade nacional e responder ao que classificou como um período prolongado de imigração descontrolada. A nova abordagem, sustentada no respeito pela Constituição e pelos valores fundacionais do Estado, procura estabelecer uma maior exigência no acesso a direitos políticos e à permanência legal no país.

No que respeita à nacionalidade, a proposta do Governo passa a exigir uma ligação considerada genuína, robusta e duradoura a Portugal. Os filhos de estrangeiros nascidos no território nacional só poderão aceder à nacionalidade se os pais tiverem pelo menos três anos de residência legal e se for expressamente manifestada a vontade de que a criança adquira a nacionalidade portuguesa. Aos cidadãos estrangeiros, passa a ser exigido um período de residência legal mais longo: sete anos no caso de nacionais de países de língua oficial portuguesa e dez anos para todos os outros. Este prazo será contado a partir da emissão do título de residência. A obtenção da nacionalidade dependerá também da comprovação de conhecimentos da língua portuguesa, da cultura nacional, da organização política do Estado e dos direitos e deveres dos cidadãos, mediante a realização de testes específicos. Os requerentes terão ainda de prestar uma declaração formal de adesão aos princípios fundamentais do Estado de direito democrático.

Foram introduzidas limitações adicionais, como a exclusão da naturalização nos casos em que os candidatos tenham sido condenados a penas de prisão efetiva. O regime excecional de naturalização dos descendentes de judeus sefarditas portugueses foi revogado, e a atribuição de nacionalidade por ascendência passa a limitar-se aos bisnetos de cidadãos portugueses. Também se prevê a possibilidade de perda da nacionalidade para naturalizados recentes, como sanção acessória imposta por um juiz, em casos de crimes de elevada gravidade cuja condenação implique pena de prisão efetiva igual ou superior a cinco anos.

No domínio da imigração, a legislação passa a prever alterações nos critérios de concessão de vistos, reagrupamento familiar e autorizações de residência, sendo que os vistos de entrada para procura de trabalho ficam reservados a candidatos altamente qualificados.

O Executivo pretende negociar com as instituições do ensino superior a criação de um regime específico para atrair talento, com um canal dedicado gerido pela Agência para a Imigração e Mobilidade (AIMA). No reagrupamento familiar, passam a aplicar-se condições mais exigentes: será necessário um mínimo de dois anos de residência legal para que o direito possa ser exercido, e os pedidos apresentados dentro do território nacional só poderão incluir menores. Os maiores terão de apresentar o pedido a partir do estrangeiro e aguardar decisão das autoridades portuguesas. Além disso, os requerentes devem comprovar a existência de alojamento condigno e rendimentos próprios suficientes, sem recurso a prestações sociais. Para os menores, exige-se a frequência do ensino obrigatório e a participação em medidas de integração, como o ensino da língua portuguesa. Os pedidos poderão ser recusados por motivos de ordem pública, segurança ou saúde. Deixa de existir o regime de deferimento tácito, o que significa que a ausência de resposta das autoridades deixará de implicar aceitação automática do pedido.

Apesar da manutenção do acordo com a Comunidade dos Países de Língua Portuguesa, os vistos CPLP passam agora a carecer de parecer vinculativo da unidade de fronteiras do Sistema de Segurança Interna. A autorização de residência CPLP apenas poderá ser solicitada por quem já possua visto de residência, deixando de ser possível apresentá-la com base em vistos de turismo ou isenção de visto, já em território nacional.

O Conselho de Ministros aprovou ainda a criação de uma nova força policial, a Unidade Nacional de Estrangeiros e Fronteiras, integrada na PSP, que terá como funções o controlo de entradas, fiscalização de permanências e execução de medidas de retorno de cidadãos em situação irregular. Segundo o ministro, esta unidade vem colmatar a ausência de uma força especificamente vocacionada para o controlo de fronteiras, com capacidade de intervenção operacional e de resposta aos desafios colocados pela imigração. Foi também decidido prolongar até 15 de outubro a validade das autorizações de residência que se encontravam em regime de prorrogação automática desde o período pandémico e cujo prazo expiraria até 30 de junho. Estas autorizações poderão ser renovadas, desde que o pedido seja submetido até à nova data-limite.

Ruffy and the Riverside – Review: 2D e 3D num 4D de desapontamento

Existem momentos empolgantes em Ruffy and the Riverside, um jogo de aventura e plataformas, com a mecânica de copiar e colar para resolver puzzles interessantes, mas a falta de variedade e profundidade na forma como utilizamos a sua mecânica principal desvirtuam as boas intenções do jogo.

Não há nada a fazer. O click é o catalisador absoluto para o crítico. Por mais que nos proponhamos à objetividade, à imparcialidade da análise, não é possível recusar a nossa subjetividade. Que alguém suba às montanhas e grite, com pulmões cheios de ar e smog, que a objetividade sempre foi inalcançável e que agora, na era digital e do ultra consumismo, é a subjetividade quem reina. Então sejamos subjetivos e admitamos a importância do click, em português “clique”, em tempos onde somos bombardeados por novos estímulos diariamente, onde a mente raramente pára para pensar, quase impossibilitada de apreciar a sucessão de imagens, sons e cores que transbordam pelos ecrãs. O click é soberano, é quem mais ordena, e sem ele, sem aquele momento-chave de compreensão, não há nada que sobreviva. Tudo isto para dizer que Ruffy and the Riverside não é um jogo para mim.

A minha introdução é uma mescla de pretensiosismos e exageros que podem (ou não) nascer da minha falta de vontade em escrever sobre Ruffy and the Riverside, uma postura egoísta e infantil da minha parte – que admito, não sou falso – porque o tal click, que serve de protagonista para este texto, nunca se fez sentir. Este click metafórico (ou não) simboliza a ligação que podemos criar com um projeto artístico, se há (ou não) uma relação intelectual entre obra e espetador, se nasce compreensão ou se, à falta de click, o que resta é um afastamento emocional e quase sempre difícil de reverter. O click é o momento em que tudo faz sentido, o estalar dos dedos antes do “eureka” primordial.

Com Ruffy and the Riverside, da Zockrates Labs, o click nunca chegou. Isto deixou-me confuso, como se algo me estivesse a escapar. No papel, o título de plataformas e puzzles da Zockrates Labs tinha tudo para me agradar: a combinação entre personagens em 2D, desenhadas à mão, com mundos poligonais, onde a exploração é fulcral, cujo level design é influenciado pelos melhores do género, muito assente na experiência collectathon com vários colecionáveis espalhados pelos mapas. Esta cacofonia de sistemas, mecânicas e designs combinam alguns dos meus maiores preciosismos com o género de plataformas, como se a sua combinação fosse um segredo que poucos conseguem dominar, mas que esconde em si o segredo para a imortalidade na história dos videojogos. A estrutura está presente em Ruffy and the Riverside e as suas partes são facilmente reconhecíveis, nem que seja pelas suas claras homenagens, mas o click nunca é sentido devido à forma como essas partes se interligam e procuram ir além do seu género, abraçando mais a resolução de pequenos desafios e quebra-cabeças do que criar situações memoráveis que exijam mais da nossa destreza em ação.

Ruffy and the Riverside (Zockrates Labs)
Ruffy and the Riverside (Zockrates Labs)

A jogabilidade de Ruff and the Riverside constrói-se em torno de uma mecânica única: a possibilidade de copiarmos elementos e cores que podemos depois colar noutros objetos (Swap). É possível copiarmos o elemento da água, por exemplo, e depois transformarmos temporariamente – e esta parte é muito importante – uma parede numa coluna de água que poderá ajudar-nos (ou não) a solucionar um dos seus inúmeros quebra-cabeças. Quase todos os objetos e terrenos são manipuláveis, desde caixas de madeira que podem ser transformadas em cubos de pedra; rios que congelam com o poder do gelo; inimigos que são derrotados porque o chão foi transformado em lava; entre tantas outras situações e probabilidades que o jogo tenta equilibrar ao longo da campanha. Este é o poder de Ruffy, do alegre urso em tons de Ewok, que serve como protagonista para uma campanha segura, mas muito dependente de cinemáticas que expandem a história simples, mas também demasiado intrusiva e ocasionalmente irritante.

Com o Swap, Riverside ganha vida. As suas zonas estão interligadas organicamente e criam um mundo quase aberto que podemos explorar à vontade. As missões principais fazem um bom trabalho em apresentar este mundo verdejante e alegre ao garantir que saltitamos constantemente entre biomas. A exploração depende um pouco do nosso poder de observação, no sentido em que todos os monumentos e pontos de interesse são visíveis até à distância, mas a forma como os podemos alcançar já dependerá da nossa interação com os vários puzzles disponíveis. A atenção aos puzzles é tão imediata e visível que Ruffy and the Riverside é mais um jogo de aventura do que propriamente um jogo de plataformas, já que Ruffy pouco aproveita o seu leque de habilidades para saltitar entre zonas de interesse ou até escapar aos poucos inimigos que encontra ao longo da aventura. Saltar, correr, planar e um stomp são as poucas habilidades do urso antropomórfico, juntamente com o poder de trocar elementos.

Apesar de existir sempre um ponto de interesse em campo, que nos guia entre missões principais e secundárias, grande parte dos conteúdos opcionais só podem ser descobertos se explorarmos os caminhos alternativos de Riverside e falarmos com os seus habitantes. Como as personagens apresentam designs muito semelhantes, nunca sabemos quem esconde pistas ou missões secundárias, então temos de falar com tudo e todos sempre que consigamos para avançar a ação. Se a navegação pode ser auxiliada através de pontos no mapa, ainda que isso seja uma decisão nossa – é possível retirar esse auxílio -, a progressão dos puzzles nem tanto e somos deixados à nossa mercê para descobrir todos os segredos de Riverside. Isto é um ponto positivo, um pouco assoberbante durante as primeiras horas, mas que mantém a alma do género assente na exploração, tal como deveria ser sempre.

Ruffy and the Riverside (Zockrates Labs)
Ruffy and the Riverside (Zockrates Labs)

No entanto, a Zockrates Labs parece ter sido obrigada a reduzir o scope do seu jogo e a condicionar os puzzles e a exploração a um mapa mais restrito em termos de atividades únicas. O que é inicialmente uma novidade rapidamente passa a ser uma garantia e os puzzles repetem-se demasiadas vezes sem que o level design de Riverside evolua com a campanha. Então temos os mesmos puzzles – encontra um elemento, transforma um objeto, descobre o padrão correto – repartidos por várias zonas e momentos distintos que perdem rapidamente a sua novidade devido à falta de uma evolução na forma como podem ser resolvidos. A acessibilidade pode ter sido um dos focos da Zockrates Labs, no sentido em que o reconhecimento de padrões ajudará os jogadores a compreenderem melhor o que lhes é pedido, mas também porque é possível pagarmos para revelarmos a solução para a maioria dos puzzles.

Outro fator foi a necessidade de encaixar e justificar uma miríade de colecionáveis que definem a progressão da campanha. Noutro título, a procura por colecionáveis seria relegada à exploração e à interação com as plataformas e saltos quase impossíveis para alcançarmos locais anteriormente secretos, mas como Ruffy and the Riverside foca-se mais nos seus puzzles e na recolha dos elementos, a fórmula muda ligeiramente. Os adoráveis Etoi são talvez os colecionáveis mais familiares para quem conhece bem o género e estão escondidos nos cenários, mas também os puzzles que podemos resolver. Os restantes colecionáveis, incluindo o desbloqueio de zonas secundárias, são apenas acessíveis se completarmos os padrões intermináveis dos quebra-cabeças. Existe alguma satisfação inicial na forma como descobrimos os primeiros puzzles e reconhecemos os seus padrões para depois sermos recompensados com um novo colecionável, mas pouco ou nada é desbloqueável na campanha – no sentido em que não temos acesso a novas habilidades ou itens que influenciem positivamente a jogabilidade – e a repetição instala-se rapidamente, com a agravante dos puzzles ficarem mais longo e chatos de resolver do que desafiantes.

O click nunca chegou. Quando parecia estar próximo, afinal era uma miragem. Uma sensação temporária de satisfação quando as mecânicas encontraram um equilíbrio entre exploração e recolha de colecionáveis, mas Ruffy and the Riverside afastou-me sempre. Na verdade, fui eu que afastei Ruffy and the Riverside, o click que me manteve ausente foi meu e esse ainda se encontra desaparecido. Procura-se click onde ele quase esteve, mas nunca permaneceu. É uma pena porque a Zockrates Labs tem momentos criativos no seu primeiro jogo de plataformas e aventuras, com alguns puzzles inicialmente inventivos e com um mundo repleto de conteúdos para descobrirmos. O problema é que os momentos iniciais de descoberta nunca evoluíram ou acompanharam a minha curiosidade ao longo das horas, cansando-me pela repetição e pela ausência de momentos interativos mais desafiantes. Talvez funcione para vocês e consigam descobrir mais neste mundo de criaturas desenhadas à mão, mas faltou algo para mim. Nem click, nem claque, nem um eureka fininho. Nada.

Cópia para análise (PlayStation 5) cedida pela Pirate PR.

Setúbal quer mais parques de estacionamento com tarifa diária a preços reduzidos

Câmara Municipal de Setúbal vai avançar com a rescisão do contrato com a Datarede devido a incumprimentos contratuais na gestão do estacionamento tarifado desde 2021.

A Câmara Municipal de Setúbal vai avançar com a resolução do contrato de concessão do estacionamento tarifado celebrado com a empresa Datarede. A decisão, tornada pública pelo presidente do município, André Martins, em conferência de imprensa, resulta de múltiplos incumprimentos contratuais que, segundo a autarquia, se verificam desde o início da parceria estabelecida em 2021.

De acordo com André Martins, a empresa concessionária falhou repetidamente no cumprimento das obrigações previstas no contrato assinado a 7 de maio de 2021. Apesar de ter sido formalmente notificada e alertada em diversas reuniões técnicas, a Datarede não terá manifestado qualquer intenção de corrigir a situação. A acumulação de falhas e a ausência de resposta levaram à aplicação de sanções por parte da autarquia, incluindo coimas e a definição de prazos para a regularização dos incumprimentos.

Entre os factos apontados pela Câmara Municipal de Setúbal constam a retenção indevida de montantes devidos ao município, a recusa em fiscalizar as zonas de estacionamento exclusivo para residentes e o incumprimento da obrigação de fornecer, de forma completa, desagregada e em tempo real, os dados previstos no Código de Exploração. A autarquia refere ainda que a empresa não deu início à construção do Parque de Estacionamento Subterrâneo P1, cuja localização foi revista em março do ano passado, com aprovação municipal. Apesar de lhe ter sido concedido um prazo para a apresentação dos estudos geotécnicos necessários, a empresa não deu seguimento ao processo.

Foram igualmente identificadas outras irregularidades, como a aplicação de taxas administrativas sem conhecimento prévio da autarquia e o incumprimento da obra de requalificação do Campo Municipal Júlio Tavares, situações que, segundo o executivo, prejudicam o interesse público.

Face ao prolongar dos incumprimentos, a Câmara Municipal de Setúbal deliberou agendar para a próxima reunião pública, a 2 de julho, a apresentação de uma proposta de resolução do contrato por justa causa. A medida será sustentada legalmente com base no regime aplicável aos contratos administrativos, que impõe o cumprimento rigoroso das cláusulas, sobretudo quando está em causa o interesse público.

Apesar da gravidade da decisão, André Martins sublinha que a autarquia de Setúbal procurou evitar este desfecho, tendo reiteradamente advertido a concessionária para a necessidade de cumprir os compromissos assumidos. No entanto, perante a persistência dos incumprimentos, mesmo após a aplicação de sanções ao longo de 2024, o executivo considera esgotadas todas as alternativas para manter a vigência do contrato sem comprometer o interesse público.

Após eventual aprovação em reunião de câmara, a proposta será submetida a audiência prévia da Datarede, que disporá de um prazo de 15 dias para se pronunciar ou recorrer da decisão. Cumpridos os trâmites legais, o processo segue para apreciação pela Assembleia Municipal de Setúbal.

Com o término do contrato, a autarquia prepara um novo modelo de gestão do estacionamento, que incluirá o alargamento da oferta de parques com tarifa diária e avenças mensais a preços reduzidos para quem necessita de estacionar diariamente nas zonas tarifadas. Está igualmente previsto o reforço da fiscalização nas zonas de estacionamento exclusivo para residentes, mantendo a gratuitidade para os moradores, bem como a criação de parques gratuitos na periferia da cidade, de forma a incentivar a utilização de transportes públicos no acesso às áreas centrais.

Entre os projetos já em curso destaca-se a construção de um parque com capacidade para 400 lugares na Rua Engenheiro Henrique Cabeçadas, junto à zona da Várzea.

Segundo a autarquia, perante o aumento constante do número de veículos em circulação e a limitação do espaço público, torna-se imprescindível assegurar uma gestão regulada do estacionamento. O novo modelo deverá abranger a zona da Baixa, o centro histórico e as principais vias até à Avenida da Europa, promovendo a rotatividade dos lugares disponíveis e garantindo o equilíbrio entre a mobilidade automóvel e pedonal.

Foto: CM Setúbal

Bollycao lança Dokyo: snack inspirado no Japão chega ao mercado português

A Bollycao apresentou o Dokyo, um novo snack recheado com creme de cacau e avelã, envolto em panquecas tipo dorayaki.

A Bollycao lançou recentemente uma nova proposta no mercado nacional de snacks. Chama-se Bollycao Dokyo e distingue-se por combinar um recheio de creme de cacau e avelã com panquecas de textura fofa, inspiradas no tradicional bolo japonês dorayaki. O produto insere-se na estratégia da marca para diversificar a sua oferta, procurando captar a atenção de um público jovem cada vez mais interessado em referências culturais internacionais, neste caso ligadas ao Japão.

Os Bollycao Dokyo chegaram às prateleiras portuguesas em duas versões: uma embalagem de quatro unidades, destinada a grandes superfícies comerciais, e outra de duas unidades, pensada para o pequeno retalho. A responsável pela marca em Portugal, Francisca Mastbaum Faria, sublinha que esta nova referência pretende acompanhar as preferências de consumo emergentes, conjugando conveniência, indulgência e uma componente cultural evidente. A ligação ao universo nipónico não surge por acaso: pretende reforçar a aproximação da marca ao quotidiano e aos interesses de um segmento mais jovem, atraído por elementos da cultura pop japonesa.

Os Bollycao Dokyo já estão disponíveis nos super e hipermercados do costume.

Ringana lança produtos essenciais a pensar nos dias quentes de verão

A RINGANA disponibilizou no mercado três produtos distintos com funções complementares, além de um spray leve indicado para refrescar e revitalizar a pele nos dias de maior calor.

Com o começo da época dos festivais de verão, os cuidados com a pele assumem uma importância renovada, sobretudo em dias prolongados ao ar livre, marcados por temperaturas elevadas, exposição solar e intensa actividade física. Atenta a estas exigências, a marca austríaca RINGANA, reconhecida pelas suas fórmulas veganas e compromisso ambiental, lançou o Fresh Summer Glow Set, um conjunto de produtos concebido para responder aos desafios específicos desta altura do ano.

A nova proposta da RINGANA reúne três produtos distintos com funções complementares: o FRESH sunscreen face SPF 30, protetor solar facial com SPF 30, de textura leve e acabamento invisível; o FRESH lip balm nude SPF 15, um bálsamo labial com SPF 15 e tonalidade nude subtil; e o FRESH highlighter pearly rosé, um iluminador líquido em tom rosé perolado, formulado para realçar pontos estratégicos do rosto e da zona do decote.

Formulado com óxido de zinco, o protetor solar facial FRESH sunscreen face SPF 30 oferece uma barreira eficaz contra os raios UVA e UVB. A sua composição leve, de rápida absorção, confere um acabamento mate e uniforme, adequado ao uso diário. Entre os ingredientes activos encontram-se extratos de feijão mungo, raiz de alcaçuz e bisabolol, que atuam na defesa contra agressões externas e no reforço da barreira cutânea. A presença de astaxantina, antioxidante potente, contribui para a prevenção do envelhecimento cutâneo prematuro. Este protetor está certificado pela norma COSMOS e é recomendado a partir dos 13 anos.

Já no cuidado dos lábios, a hidratação com proteção solar torna-se igualmente relevante. O bálsamo labial FRESH lip balm nude SPF 15 combina óleos e ceras de origem vegetal com ácido hialurónico, proporcionando nutrição intensiva. O tom nude discreto oferece um acabamento subtil e uniforme, sem comprometer a eficácia protetora, e a sua fórmula vegana promove a elasticidade dos lábios e ajuda a reduzir visivelmente pequenas rugas causadas por desidratação. A reaplicação frequente é recomendada, especialmente após contacto com água ou transpiração intensa.

Para quem procura um toque de brilho adicional, o iluminador líquido FRESH highlighter pearly rosé em tom rosado surge como uma alternativa versátil. Desenvolvido com extratos de cipreste e cavalinha, oferece propriedades refirmantes e calmantes, enquanto a astaxantina reforça a proteção antioxidante. Pode ser utilizado em diferentes zonas do rosto e corpo – maçãs do rosto, ponta do nariz, clavículas ou lábios –, adaptando-se a diversas rotinas de beleza. A aplicação pode ser feita com pincel, dedos ou esponja, sendo possível ajustar a intensidade do brilho consoante a quantidade utilizada.

Fresh Summer Glow Set e FRESH breeze - RINGANA

Estes três produtos da RINGANA são acondicionados numa bolsa de algodão biológico com fecho em nó, pensada para ser prática, leve e facilmente transportável, ideal para acompanhar quem vive o verão entre concertos, escapadinhas e dias de mobilidade constante.

O conjunto tem um preço de venda de 77,70€, embora atualmente esteja disponível por 69,93€. Com uma abordagem minimalista e funcional, o Fresh Summer Glow Set oferece uma solução prática que combina proteção solar, hidratação e luminosidade natural, sem comprometer o conforto cutâneo nem deixar resíduos oleosos.

Além deste kit de três produtos, a RINGANA apresentou também o FRESH breeze, um spray leve indicado para refrescar e revitalizar a pele nos dias de maior calor. Com uma fórmula composta por mentol de menta, ácido hialurónico de três pesos moleculares, água de pepino e aloé vera, o produto destina-se tanto ao rosto como ao corpo, proporcionando uma sensação imediata de frescura e prolongando o conforto cutâneo ao longo do dia.

Para além do efeito refrescante, o FRESH breeze atua como uma barreira contra agressões externas, nomeadamente a poluição atmosférica, ajudando a preservar a elasticidade da pele. A fórmula é isenta de conservantes artificiais, 100% vegan e alinhada com os princípios de sustentabilidade que norteiam a marca austríaca. Cada embalagem de 50ml custa 9,90€.

Numa altura em que a pele está mais exposta e vulnerável, a RINGANA aposta numa abordagem essencial e consciente, adaptada a um estilo de vida ativo e urbano.

Google Earth celebra 20 anos com viagem no tempo e novos dados das alterações no ambiente

O Google Earth agora permite explorar imagens antigas no Street View e aceder a dados detalhados sobre clima urbano e alterações no ambiente.

O Google Earth completa este mês duas décadas de existência e para assinalar a data, a Google anunciou novas funcionalidades que oferecem aos utilizadores a capacidade de viajarem no tempo, consultando imagens mais antigas do Street View diretamente na aplicação, bem como aceder a conjuntos de dados sobre o ambiente mais detalhados.

Lançado originalmente em junho de 2005, o Google Earth distingue-se do Google Maps por priorizar a descoberta e visualização do mundo em 3D. A aplicação permite não só sobrevoar cidades e paisagens com um grande grau de realismo, mas também participar em experiências como explorar o fundo do oceano e até visitar Marte. Entre as novas ferramentas agora disponíveis, destacam-se as camadas de dados profissionais que incluem cobertura arbórea em zonas urbanas, temperaturas do solo e informação relevante para projetos de energia e construção sustentável. A capacidade de “viajar” pelo tempo e observar como o mundo mudou, é também uma janela para o impacto do ser Humano no mundo, com as suas construções, assim como para os efeitos das alterações climáticas que transformam o planeta.

O Google Earth teve origem na empresa Keyhole Inc., adquirida pela Google em 2004. Desde então, tornou-se num recurso incontornável para investigação científica, educação, resposta a desastres naturais e até re-encontros familiares. Duas décadas depois, o globo virtual continua a reinventar-se, provando que olhar para o planeta de cima é também uma forma de compreender o que acontece cá em baixo.

Já é proibido andar de biquini na via pública em Albufeira

Município de Albufeira implementou um novo Código de Comportamentos para prevenir excessos no espaço público e salvaguardar a convivência entre residentes e turistas.

Entrou hoje, dia 24 de junho, em vigor o novo Código de Comportamentos do Município de Albufeira, cuja elaboração responde à necessidade de adaptar a regulamentação local às transformações verificadas nos últimos anos, tanto ao nível do turismo como da vivência quotidiana no concelho.

A autarquia de Albufeira reconhece que, em determinadas zonas e períodos do ano, certos comportamentos têm vindo a interferir negativamente com a convivência em espaço público, afetando a qualidade de vida dos residentes e projetando uma imagem que se pretende contrariar. Em todo o caso, este documento não tem como objetivo impor restrições arbitrárias ou limitar direitos fundamentais, mas sim salvaguardar os princípios básicos da convivência urbana, através da introdução de regras de conduta claras, adequadas ao contexto atual da cidade de Albufeira.

Entre as disposições estabelecidas, destacam-se diversas proibições em espaços públicos e transportes, abrangendo comportamentos como a nudez integral ou parcial. Ou seja, será proibido andar de fato de banho ou biquíni fora da praia.

Estas normas aplicam-se igualmente a esplanadas visíveis da via pública e a estabelecimentos comerciais cujos interiores possam ser observados a partir do exterior, sendo os respetivos responsáveis também chamados à responsabilização quando tais comportamentos ocorram nos seus espaços.

Naturalmente, são também proibidos atos de simulação sexual, consumo de álcool fora dos locais licenciados, pernoitas em zonas não destinadas ao efeito, urinar ou defecar na via pública, cuspir, acampar, confecionar alimentos e praticar atividades ruidosas em áreas residenciais.

A regulamentação proíbe ainda a utilização indevida de mobiliário urbano e património municipal, bem como o abandono de carrinhos de transporte de mercadorias fora dos locais apropriados.

O Aviso n.º 15425/2025/2 está disponível para consulta em Diário da República.

Foto: Pexels/Jess Vide

Relógios Apple Watch já podem ser ligados a smartphones Android graças à Vivo

A Vivo afirma que o seu novo smartphone Android dobrável vai funcionar com o Apple Watch, assim como com dispositivos da Apple, mas levantam-se dúvidas sobre a viabilidade dessa proposta.

A fabricante chinesa Vivo anunciou que o seu próximo smartphone dobrável, o Vivo X Fold5, poderá interagir com o Apple Watch. A acontecer, trata-se de um feito inédito no que toca ao ecossistema Android. A promessa, feita por Han Boxiao, responsável de produto da marca, sugere que o dispositivo vai conseguir exibir chamadas e mensagens no relógio da Apple e até sincronizar dados de saúde com a sua própria aplicação, uma comunicação entre ecossistemas que até agora seria possível.

Até agora, o smartwatch da Apple funciona exclusivamente com o seu próprio ecossistema, e, de forma oficial e por parte da Apple, não há indicações de que isso tenha mudado. Para além da suposta compatibilidade com o relógio, o responsável afirma que Vivo X Fold5 poderá aceder diretamente ao iCloud através do seu gestor de ficheiros, servir de ecrã secundário para um Mac, controlar computadores Apple remotamente e funcionar com os AirPods. No fundo, trata-se de uma clara tentativa de posicionar o smartphone como o mais “Apple-friendly” dentro do universo Android.

vivo apple watch 2
Vivo X Fold5 ligado ao MacBook Air M4

Contudo, os detalhes técnicos continuam pouco claros. A ausência de explicações concretas levantam a possibilidade de que estas funcionalidades se baseiem em soluções alternativas, como aplicações intermediárias ou integrações que ainda dependem de um dispositivo Apple no processo — como por exemplo, um iPhone. Outras marcas chinesas, como a OPPO, já tinham explorado ligações pontuais entre o Android e o macOS, especialmente em áreas como o acesso ao iCloud ou a projeção de ecrã. A Vivo poderá estar a seguir o mesmo caminho, embora com um marketing mais ambicioso.

Ainda não foi divulgada uma data oficial de lançamento do Vivo X Fold5, mas espera-se que o anúncio aconteça até ao final do mês. Até lá, resta saber se a fabricante conseguirá, de facto, romper com o isolamento do Apple Watch ou se tudo não passa de uma manobra publicitária engenhosa, mas tecnicamente limitada.