A Póvoa Arena irá receber eventos culturais, feiras, congressos e atividades desportivas, mas as corridas de touros são coisa do passado.
Foi em 2019 que ficámos a saber que Praça de Touros da Póvoa de Varzim, no distrito do Porto, iria ser demolida. Aliás, essa vontade foi demonstrada em 2019, quando foi anunciado que, ali, iria nascer a Póvoa Arena, um novo espaço multiusos com capacidade para 3.000 pessoas.
Acontece que, no ano seguinte, já depois do lançamento do concurso público para a empreitada, o processo de demolição foi travado pela Justiça, na sequência de uma ação movida pela Patripove (Associação de Defesa e Consolidação do Património Poveiro).
A associação considerava que o equipamento devia ser “preservado e não demolido”, apontando que o mesmo faz parte “do património imaterial da memória de gerações de poveiros e da memória da cultura popular Portuguesa”.
Já em março de 2022, Aires Pereira, presidente da Câmara da Póvoa de Varzim, revelou que, após análise, o tribunal indeferiu a providência cautelar, permitindo à autarquia ratificar, em Assembleia Municipal, o Plano de Pormenor para aquela zona da cidade, contemplando o novo equipamento. Seis meses depois, deu-se então início ao processo de demolição.
Esperava-se que a Póvoa Arena estivesse concluída em 18 meses, ou seja, já a funcionar desde maio de 2024. Porém, não foi isso que aconteceu.
Em abril desse ano, Aires Pereira afirmou à comunicação social que, “se não houver nada que possa colocar em causa a normal execução, devemos ter este processo concluído em dezembro deste ano”. Portanto, previa-se que a Póvoa Arena ficasse concluída até ao final de 2024. Novamente, não foi isso que aconteceu, mas, finalmente, há uma data de abertura.
E é já no próximo sábado, dia 5 de julho. Os poveiros estão convidados a participar na inauguração do Póvoa Arena, sendo que o município preparou um programa variado de animações artísticas, a decorrer no exterior e interior.
A Póvoa Arena irá receber eventos culturais, feiras, congressos e atividades desportivas, mas as corridas de touros são coisa do passado. Além disso, conta também estabelecimentos comerciais e de restauração.
A Roborock tem propostas para todas as carteiras, mas atenção que têm apenas até 7 de julho para aproveitar.
É já na próxima semana, entre 8 e 11 de julho, que decorre o Prime Day da Amazon, um evento de quatro dias consecutivos de promoções disponíveis para membros Prime, com descontos em centenas de milhares de produtos em categorias como tecnologia, beleza, moda, brinquedos e casa. Mas há uma marca que se antecipou a estes dias de promoções: a Roborock.
A marca especializada em robótica doméstica disponibiliza uma seleção dos seus equipamentos com reduções significativas, permitindo aos consumidores aproveitarem as ofertas antes do início oficial das campanhas da Amazon. Mas atenção que têm apenas até 7 de julho para aproveitar.
Entre os equipamentos em destaque está o Roborock Q7 L5+, um modelo que combina aspiração e lavagem numa só passagem. A sua potência de sucção HyperForce de 8.000 Pa, associada a um sistema que previne o emaranhamento de cabelos e fibras, torna-o especialmente eficaz em casas com animais. Conta ainda com o modo DEEP+ para limpezas mais exigentes e navegação PreciSense LiDAR, que permite mapear vários pisos com elevada precisão, e a base RockDock Plus, que prolonga a autonomia do utilizador, permitindo adiar o esvaziamento do depósito de pó por até sete semanas. Está disponível por 269,99€, representando uma descida de mais de 30% face ao preço habitual de 389,99€.
Com um perfil semelhante mas mais poderoso, o Roborock Q7 M5 apresenta uma sucção de 10.000 Pa e um sistema duplo antiemaranhamento, o que reduz significativamente a necessidade de manutenção. Tal como o modelo anterior, mapeia a casa em 360°, guarda vários mapas e ajusta automaticamente as rotas de limpeza, sugerindo até zonas de exclusão. Com 150 minutos de autonomia e depósitos generosos, consegue limpar superfícies até 150 m² de forma contínua. A aplicação Roborock permite configurar modos personalizados conforme o tipo de divisão. Durante a campanha, o preço reduz-se de 249,99€ para 182,96€.
Já a gama Roborock F25, que inclui os modelos F25 RT e F25 ACE, propõe uma solução versátil para limpezas a seco e húmido. Com 20.000 Pa de potência, 450 movimentos por minuto e mais de 20 N de pressão, garante uma limpeza profunda numa só passagem. Ambos os modelos foram certificados pela TÜV SÜD e TÜV Rheinland, atestando a sua eficácia na eliminação de 99,9% das bactérias. A tecnologia JawScrapers e as escovas antiemaranhamento evitam que o cabelo fique preso, enquanto o perfil ultrafino facilita o acesso por baixo dos móveis. O F25 RT pode ser adquirido por 232.79€, com um desconto de 23,41%, e o F25 ACE por 481.84€, menos 13,66% que o valor de tabela.
Também em promoção está o Roborock QV 35A, que aposta numa abordagem mais autónoma, com uma base que não só esvazia o pó, como também repõe água e trata da lavagem e secagem das mopas. A sua capacidade de sucção mantém-se nos 8.000 Pa, e inclui mopas rotativas de alta velocidade com elevação de 10 mm, adaptáveis a diferentes tipos de piso. A navegação baseia-se na mesma tecnologia LiDAR, complementada pela Reactive Tech, que detecta obstáculos em tempo real e evita colisões. Este modelo está a ser vendido por 426,93€, com uma redução superior a 28% sobre o preço inicial de 599,99€.
Num segmento mais orientado para o design sem sacrificar o desempenho, surge o Qrevo Curv S5X. Com uma potência de 17.000 Pa, tecnologia FlexiArm e sistema duplo antiemaranhamento, chega facilmente a zonas menos acessíveis, como cantos e debaixo de móveis. A base de carregamento, com linhas curvas e acabamento cuidado, foi pensada para se integrar discretamente na casa. Esta versão está com um desconto superior a 25%, passando dos 999,99€ para os 752,22€.
No topo da gama, o Roborock Saros 10R apresenta um design ultrafino e uma navegação avançada, assente na tecnologia StarSight 2.0, que junta sensores ToF 3D e uma câmara RGB com inteligência artificial. Esta configuração permite criar mapas tridimensionais e identificar até 108 tipos de obstáculos, incluindo objectos pequenos, como fios ou peças de roupa. O chassi ajustável AdaptiLift garante a transposição de obstáculos até 4 cm, como tapetes altos ou soleiras. Com 22.000 Pa de sucção e um sistema antiemaranhamento de nova geração, é um dos equipamentos mais completos da marca. Durante o período promocional, o preço será de 1.238,51€, representando um desconto superior a 16% face aos 1.499,99€ de base.
A partir de 8 de julho, todos os Pixel 6a receberão uma atualização obrigatória, que irá limitar a autonomia e a sua velocidade de carregamento.
Nos últimos meses, a comunidade de smartphones tem debatido os problemas de autonomia que afetam vários modelos da linha Google Pixel A. Agora, a Google prepara-se para fazer algo controverso, já a partir de 8 de julho. Trata-se de um lançamento de uma atualização para todos os Pixel 6a, obrigatória e automática, que será baseada no Android 16 mas que irá vai impor restrições ao funcionamento da sua bateria.
Apesar de ser distribuída para todos os dispositivos, esta atualização terá impacto prático apenas num subconjunto de unidades consideradas “afetadas” pela própria Google. De acordo com o comunicado oficial da marca, a medida visa “introduzir novos recursos de gestão de bateria”, que na prática resultarão numa redução significativa da capacidade restante e da performance de carregamento. Um dos critérios técnicos mencionados pela empresa para que as alterações entrem em vigor, é o número de ciclos de carga acumulados pelo aparelho. A partir dos 400 ciclos — o equivalente a cerca de dois anos de utilização —, os smartphones identificados como afetados passarão automaticamente a adotar o novo sistema de gestão de energia. Será enviada uma notificação quando o dispositivo atingir os 375 ciclos, mas a Google não confirmou se esse é o único fator determinante.
Na verdade, a própria ferramenta disponibilizada para os utilizadores verificarem o seu estatuto revela inconsistências. Os testes realizados com um Pixel 6a que já ultrapassou os 400 ciclos indicaram que o dispositivo não era elegível para qualquer uma das soluções de apoio mencionadas, levantando dúvidas sobre os critérios reais utilizados. Para os equipamentos classificados como afetados, a Google disponibilizará medidas compensatórias, entre elas, a substituição gratuita da bateria, um reembolso monetário e até crédito de desconto na compra de um novo Pixel.
Trata-se de uma abordagem semelhante à aplicada anteriormente através do chamado Programa de Desempenho da Bateria, destinado a modelos mais antigos da marca. Contudo, a falta de transparência sobre os critérios utilizados para determinar os dispositivos afetados está a gerar frustração entre os utilizadores. Especula-se que o problema possa estar relacionado com certos componentes utilizados em lotes específicos de produção, e não apenas com o número de ciclos de carga.
O que fazer se tiver um Pixel 6a?
Quem for utilizador de um Pixel 6a, poderá verificar frequentemente notificações e comunicações da Google; utilizar aplicações externas para consultar o número de ciclos de carga, dado que os dispositivos Pixel não oferecem essa informação de forma nativa; consultar o site de suporte da marca para confirmar se tem direito às opções de apoio; e, como é parece mais óbvio, considerar mudar para um modelo mais recente, especialmente se já estiver próximo dos 400 ciclos.
Importa referir que os utilizadores mais experientes que ponderavam evitar estas limitações através da reinstalação de versões anteriores do sistema operativo deparam-se agora com um novo obstáculo, dado que a Google já retirou dos seus servidores todos os ficheiros de imagem de fábrica e beta do Pixel 6a.
O Honor Magic V5 é atualmente exclusivo para o mercado chinês, mas está agendado para chegar ao mercado europeu em agosto.
A Honor anunciou oficialmente, para o mercado chinês, o seu mais recente smartphone dobrável, o Honor Magic V5. Este dispositivo, que sucede ao já impressionante Magic V3, destaca-se por se apresentar como o smartphone dobrável mais fino de sempre, com apenas 8,8 milímetros de espessura quando fechado e uns impressionantes 4,1 milímetros quando aberto. O Honor Magic V5 também é leve, com apenas 217 gramas
Como já é comum, o equipamento foi desenvolvido com recurso a sistemas de inteligência artificial, permitindo um design extremamente compacto sem sacrificar robustez ou funcionalidades. A estrutura interna integra fibra de carbono e o exterior é protegido por vidro NanoCrystal, altamente resistente a riscos. A nova dobradiça, batizada de Honor Super Steel, promete durabilidade e suavidade na utilização.
A versão mais equipada com 1TB de armazenamento interno, integra uma bateria de célula dupla em silício-carbono de 6.100 mAh, algo que se traduz numa capacidade extraordinária num formato tão reduzido. As restantes variantes não ficam muito atrás, com uma bateria de 5.820 mAh, igualmente respeitável. Todas as versões suportam carregamento rápido com fios a 66W e carregamento sem fios a 50W, assegurando máxima comodidade. O chip Honor E2, aliado a um novo regulador de voltagem, promete ainda elevada eficiência energética, segurança e controlo térmico.
No campo dos ecrãs, o Magic V5 mantém as linhas do seu antecessor. A parte exterior oferece um ecrã LTPO OLED de 6,43 polegadas com resolução de 1060 x 2376 pixeis, taxa de atualização variável de até 120Hz e brilho máximo de 5.000 nits. Já o ecrã interno, ligeiramente maior, estende-se por 7,95 polegadas e mantém a qualidade AMOLED LTPO, com resolução de 2172 x 2352 pixeis. Ambos os ecrãs contam com câmaras frontais de 20MP, garantindo consistência na experiência fotográfica em qualquer modo de utilização.
Honor Magic V5
A traseira do Magic V5 alberga o novo sistema fotográfico AI Falcon, que evolui a partir do conjunto do V3. O sensor principal mantém os 50MP com estabilização ótica, mas os sensores secundários foram significativamente melhorados. A tele-objetiva periscópica passa para 64MP, com zoom ótico de 3x, e a lente ultra grande angular sobe para 50MP, assegurando maior versatilidade e nitidez, auxiliadas por capacidades inteligentes.
O desempenho é garantido pelo processador Qualcomm Snapdragon 8 Elite, acompanhado por 12 ou 16GB de RAM e opções de armazenamento de 256GB, 512GB ou 1TB. A conectividade também foi reforçada, com suporte alargado para bandas 5G, Wi-Fi 7, Bluetooth 6.0, NFC, infravermelhos, GPS de banda dupla e porta USB-C com saída de vídeo. A nível de software, o equipamento sai de fábrica com o MagicOS 9.0.1 pré-instalado, que é baseado no Android 15. Esta nova versão do sistema operativo da Honor integra um assistente inteligente, YOYO, que aproveita as capacidades inteligentes para facilitar tarefas do quotidiano, como criação de documentos, gestão de calendário, partilha de ficheiros e comunicação, tudo através de interações em linguagem natural.
No mercado chinês, o Honor Magic V5 já está disponível em quatro cores – preto, dourado, branco marfim e castanho avermelhado – e em três configurações de memória. Os preços variam entre os 8.999 yuan (cerca de 1.068€) e os 10.999 yuan (aproximadamente 1.305€). A versão europeia, com lançamento confirmado para o mercado europeu em agosto, será disponibilizada nas cores preto, dourado e branco marfim, embora os preços finais ainda não tenham sido divulgados.
Integrado no Gemini, o Veo 3 permite gerar vídeos através de comandos de texto e já pode ser utilizado por assinantes do plano Google AI Pro.
A Googleanunciou a chegada do seu mais recente modelo de vídeo baseado em inteligência artificial — o Veo 3 — ao mercado português. A novidade marca mais um passo significativo na expansão das ferramentas de criação assistida por IA da empresa, com particular foco na produção audiovisual automatizada e de alta qualidade.
A principal inovação do Veo 3 está na integração com o Gemini, o assistente multimodal da Google, permitindo que os utilizadores criem vídeos através de simples comandos de texto escritos em português, mesmo através do smartphone. Esta funcionalidade já está disponível exclusivamente para assinantes do plano Google AI Pro, que já podem começar a explorar a ferramenta.
De acordo com a própria Google, os vídeos gerados com o Veo 3 destacam-se pela elevada qualidade visual e incluem também uma faixa sonora incorporada, reforçando a dimensão dos conteúdos criados. O modelo foi treinado para interpretar instruções complexas e criar vídeos coerentes e esteticamente apelativos, mesmo a partir de descrições relativamente simples. A Google disponibilizou ainda uma página com sugestões e ideias de criação, ajudando os utilizadores a explorar rapidamente o potencial do Veo 3 — desde vídeos promocionais a conteúdos artísticos ou educativos.
Para garantir a rastreabilidade e autenticidade dos conteúdos produzidos, o Veo 3 recorre a dois mecanismos de identificação:
SynthID, uma marca-d’água invisível desenvolvida pela DeepMind, que permite identificar conteúdos criados por inteligência artificial sem afetar a experiência visual;
Marca-d’água visível, incorporada diretamente no vídeo, assegurando transparência perante os espetadores.
Estas medidas visam prevenir o uso indevido da tecnologia, ao mesmo tempo que promovem uma utilização ética e responsável da inteligência artificial na produção audiovisual.
O impacto dos despedimentos na divisão Xbox agrava-se com o fecho de estúdios, cancelamentos de jogos e uma reestruturação profunda.
Na sequência do corte de 9.100 postos de trabalho confirmado ontem pela Microsoft, surgiram imediatamente vário detalhe sobre as consequências diretas destas decisões dentro da divisão de jogos da Xbox. Um dos casos mais significativos é o encerramento do estúdio The Initiative, estúdio sediado em Santa Monica que estava responsável pelo reboot de Perfect Dark, também oficialmente cancelado. O projeto tinha sido apresentado em 2020 e voltou a ser mostrado em junho deste ano, mas, de acordo com informações internas citadas pela Bloomberge pelo portal Windows Central, a produção foi interrompida e a equipa dissolvida.
Também Everwild, um novo título da Rare, foi oficialmente cancelado, após uma década de desenvolvimento e múltiplas reestruturações. O jogo, originalmente revelado ao público em 2019, nunca teve uma janela de lançamento definida, e enfrentava dificuldades desde o início, com a sua direção criativa a ser frequentemente reformulada. Não é claro, para já, qual será o impacto direto desta decisão na estrutura da Rare, mas vários membros da equipa já revelaram publicamente estar à procura de novo trabalho.
Estas medidas inserem-se num plano mais alargado de reestruturação, liderado por Phil Spencer e Matt Booty, com o objetivo declarado de dar “prioridade a áreas com maior potencial estratégico”. Através de um comunicado interno, Booty referiu que foram encerrados “vários projetos não anunciados”, como parte de um esforço para alinhar os recursos com as novas prioridades da empresa, num contexto de ajustamento às transformações do mercado.
Os efeitos destes cortes estão a fazer-se sentir em várias locais da organização. O estúdio Turn 10, responsável por Forza Motorsport, terá perdido cerca de 50% da sua equipa, de acordo com Jason Schreier. Também a Raven Software, que trabalha na série Call of Duty, foi afetada. Na Europa, os escritórios da ZeniMax e a divisão mobile King, sediada em Barcelona, registaram despedimentos significativos, com 200 postos eliminados — cerca de 10% da equipa local. Para além disso, foi também cancelado o projeto com nome de código Blackbird, um MMO da Zenimax Online Studios que estava em produção há vários anos. O jogo Warcraft Rumble, da Blizzard, também é afetado e deixará de receber atualizações, entrando numa fase de manutenção contínua — um modelo semelhante ao que foi aplicado a Heroes of the Storm e StarCraft 2. Estes caso em particular, revelam que as alterações em curso, não estão só a afetar os estúdios criativos, mas também áreas técnicas e de apoio, como as equipas de user research, family safety e outras operações editoriais.
Neste turbilhão de incertezas e desinformações, começaram a surgir rumores sobres uma eventual saída de Phil Spencer, no entanto a Microsoft já veio garantir que “não há planos para a sua reforma”, numa declaração ao The Verge da responsável de comunicação da Xbox, Kari Perez. A Microsoft tenta também confortar os fãs ao afirmar que ainda mantém mais de 40 projetos em desenvolvimento dentro da divisão Xbox. No entanto, este é já o quarto despedimento em larga escala no espaço de 18 meses, com um total que ultrapassa os 17 mil postos de trabalho eliminados desde o início de 2024, numa reestruturação contínua que está a alterar profundamente a estrutura da Microsoft Gaming.
Face a estas decisões e do sucesso da Microsoft, como Spencer afirma no seu comunicado anterior, a confiança na marca por parte dos consumidores e dos fãs mais acérrimos corre o risco de atingir um mínimo recorde. Estes despedimentos também acontecem numa fase particularmente estranha para a marca Xbox, que após muitas outras incertezas sobre o futuro da marca na indústria, estava agora a posicionar-se com grande força enquanto distribuidora multiplataforma. Recentemente, a marca também anunciou estar a trabalhar em novo hardware com a AMD – futura consola – e prepara-se para lançar em conjunto a ASUS, dois novos computadores para jogos, a ROG Xbox Ally e a ROG Xbox Ally X. Por outro lado, também cresce a incerteza e a confiança de quem trabalha nas divisões da Xbox e por artistas e programadores que aspiram a juntar-se aos seus estúdios e projetos. Assim, levanta-se a questão: com que confiança poderão os consumidores apostar numa marca que promete projetos que nunca chegam a ver à luz do dia e colocam em risco a vida e o bem-estar de quem cria os seus produtos?
Novos clientes Vodafone com tarifários Red ou pacotes de fibra2 e fibra4 têm agora acesso ao Google One, oferta que se estende também aos tarifários Yorn.
A Vodafone Portugal passou a incluir o Google One na sua oferta para novas adesões. Esta iniciativa permite aos novos clientes da Vodafone aceder ao serviço de armazenamento na nuvem da Google, incluindo espaço adicional para guardar conteúdos como fotografias, vídeos, e-mails e documentos.
O Google One é um serviço de subscrição que expande a capacidade de armazenamento disponível nos principais produtos Google – nomeadamente o Drive, o Gmail e o Google Fotos – oferecendo ainda funcionalidades complementares, como cópias de segurança automáticas, partilha do plano com até cinco pessoas e acesso a ferramentas premium do ecossistema Google Workspace. Esta integração responde à crescente procura por soluções que aumentem a capacidade de armazenamento pessoal e centralizem a gestão dos dados digitais.
No plano comercial, a inclusão do Google One aplica-se a novas adesões aos tarifários móveis Red, bem como aos pacotes fibra2 e fibra4, contemplando opções com capacidade até 2TB de armazenamento. No caso dos utilizadores Yorn, tanto os atuais como os futuros passam também a beneficiar desta integração.
A colaboração entre as duas empresas já se tinha materializado com a introdução do Google Pixel no portefólio da Vodafone e com o lançamento da Vodafone TV Play.
Conheçam as praias mais apreciadas em Portugal, com destaque para areais entre falésias, águas cristalinas e paisagens únicas, segundo dados do Google Maps.
Com o verão em pleno curso, as atenções voltam-se naturalmente para os areais mais desejados do continente. A diversidade de praias espalhadas pela Europa oferece opções para todos os gostos: desde baías recortadas por falésias imponentes até extensos areais banhados por águas calmas e límpidas. Portugal destaca-se num novo levantamento que coloca várias das suas praias entre as mais bem avaliadas da Europa.
O estudo foi conduzido pela Holidu, uma plataforma digital especializada em alojamento para férias, que recorreu a dados públicos do Google Maps para identificar as praias com melhor classificação na Europa em 2025. O critério central da análise teve por base a média das classificações atribuídas pelos utilizadores, bem como o número total de avaliações. No conjunto, foram analisados mais de 9500 locais identificados como praias, tendo sido excluídos todos os que contavam com menos de 100 avaliações, por não apresentarem dados suficientemente representativos.
No entanto, e neste artigo, iremos apenas focar-nos nas praias portuguesas.
Assim, e logo no primeiro lugar, surge a Praia da Adraga, situada na costa de Sintra. Com uma média de 4,8 estrelas em mais de 2.000 avaliações, a sua localização recatada, enquadrada por falésias escarpadas e formações rochosas que se elevam do mar, confere-lhe um carácter agreste e distintivo, apreciado tanto por turistas como por residentes.
Logo em seguida, com a mesma classificação, mas com menos avaliações, está a Praia de Cacela Velha, no Algarve. A paisagem é dominada por um extenso areal virgem com vista para a Ria Formosa e para a pequena aldeia histórica que lhe dá nome, situada no alto de uma colina.
A costa vicentina, reconhecida pela sua beleza natural e selvagem, está representada pela Praia da Bordeira. Muito procurada por surfistas e por quem valoriza ambientes pouco intervencionados, esta praia, localizada entre as povoações de Carrapateira e Bordeira, impressiona pelo vasto areal, pelas dunas e pela força do mar.
Segue-se a Praia da Prainha, também no Algarve, conhecida pelo seu ambiente mais reservado e romântico. Apesar de se tratar de uma praia de uso balnear limitado, devido ao risco de derrocadas associado às falésias envolventes, mantém uma avaliação elevada por parte dos visitantes, que destacam a tranquilidade do local.
A fechar o top 5 de praias portuguesas no ranking está a Praia de Odeceixe, na fronteira entre o Algarve e o Alentejo. A presença da Ribeira de Seixe, que desagua no mar e divide naturalmente o areal, cria um cenário singular. A combinação entre as boas condições para a prática de surf e a zona ribeirinha mais calma faz desta praia uma escolha frequente entre famílias e praticantes de desportos aquáticos.
Fora do top 5, temos então a Praia da Cordoama, Praia do Castelejo, Praia da Amália, Praia da Ursa, Praia da Marinha, Praia do Guincho, Praia do Carvalho, Praia dos Galapinhos, Praia dos Galápos e Praia da Arrifana.
A Zeeman vai abrir a sua oitava loja em Portugal, no Centro Comercial Vida Ovar, continuando a aposta em produtos têxteis básicos com qualidade e preços acessíveis.
A Zeeman prepara-se para abrir a sua oitava loja em Portugal, desta vez na cidade de Ovar. A inauguração está marcada para o dia 9 de julho, no Centro Comercial Vida Ovar, reforçando a presença da marca neerlandesa no mercado português, onde está há pouco mais de dois anos.
Reconhecida pela oferta de vestuário e têxteis básicos com uma relação qualidade-preço acessível, a Zeeman mantém a sua estratégia centrada em produtos essenciais para todas as idades, incluindo roupa interior, meias, t-shirts, collants e artigos para o lar.
Além do foco nos preços competitivos, a empresa destaca o compromisso com práticas sustentáveis e responsabilidade social, assegurando que os seus processos de produção respeitam tanto o ambiente como as condições laborais dos trabalhadores envolvidos.
A loja funcionará diariamente entre as 10h e as 22h.
A MyIced regressa a Lisboa com a inauguração de uma nova loja em Picoas, no Hotel America Diamonds, e lança quatro novidades: Lava Crunch, Bubble Açaí, Buzz Waffle e NY Rolls.
A marca MyIced voltou a marcar presença em Lisboa com a inauguração de uma nova loja em Picoas, situada na Rua Tomás Ribeiro, no interior do Hotel America Diamonds. A iniciativa partiu dos próprios proprietários do hotel, que decidiram apostar num espaço com uma abordagem contemporânea, pensado para um público que valoriza propostas alimentares frescas e fora do comum.
Neste novo ponto de venda da MyIced, foram introduzidas várias novidades que procuram diversificar a oferta e acompanhar as tendências atuais no segmento das sobremesas e bebidas. Entre estas inovações destaca-se o Lava Crunch, um gelado de baunilha vegan com recheio cremoso – disponível em sabores como pistácio, bolacha caramelizada ou oreo – envolvido numa cobertura crocante. Outra proposta é o Bubble Açaí, um batido de açaí enriquecido com pérolas de tapioca ou bobas, que alia frescura a um perfil nutricional valorizado. Há ainda o Buzz Waffle, um waffle servido quente, em formato de favo de mel, totalmente personalizável com fruta fresca, toppings líquidos e elementos crocantes. A estas opções junta-se também o NY Rolls, preparados no momento e ajustáveis ao gosto individual com os diversos toppings disponíveis.
Para além das novas propostas, o espaço mantém os produtos-base da marca, que continuam a atrair um público fiel. Entre eles, destaca-se o Frozen Yogurt, sem lactose, sem açúcar (adoçado com stevia) e sem glúten, disponível em vários sabores 100% vegan e com toppings ilimitados à escolha do cliente; o Bubble Tea, que se mantém como uma das opções mais versáteis, com combinações quase infinitas entre chás frutados, milk teas e as populares popping bobas; e o açaí, servido em copo e com toppings ilimitados, que continua a ser uma alternativa procurada por quem pretende uma opção leve e energética.
A oferta da MyIced completa-se com bebidas de cafetaria e alguma pastelaria pronta, ideal para quem procura um momento mais reconfortante.
As Bolas de Berlim do Atelier do Doce estão disponíveis com e sem creme, sendo que, no caso das com creme, o recheio é cuidadosamente injetado.
As Lojas Galp introduziram recentemente uma nova proposta para o verão, que promete captar a atenção dos consumidores: as Bolas de Berlim produzidas pelo Atelier do Doce, uma pastelaria com origem em Alcobaça, passaram a integrar a oferta alimentar em pontos de venda selecionados em território português e espanhol.
Com uma receita desenvolvida ao longo dos anos por especialistas em pastelaria, estas Bolas de Berlim destacam-se pela textura leve da massa e pela utilização de ingredientes com elevados padrões de qualidade. Estão disponíveis nas variantes tradicionais, com e sem creme, sendo que o recheio é cuidadosamente injetado, de forma a garantir uma distribuição homogénea e uma consistência cremosa.
A colaboração entre a Galp e o Atelier do Doce pretende recuperar o sabor das típicas bolas vendidas nas praias portuguesas, associadas às memórias de infância de muitos consumidores. O produto, que se tornou uma referência no panorama da pastelaria nacional, regista atualmente uma elevada procura diária.
Esta introdução insere-se numa estratégia mais ampla por parte da Galp, que tem vindo a reforçar a componente alimentar das suas lojas com opções que procuram ir além do convencional. As Bolas de Berlim juntam-se assim a outras propostas, como o café Biscoff e as barras de chocolate Dubai e Angel Hair, numa linha de produtos pensada para diversificar a experiência dos clientes e acompanhar as tendências emergentes do consumo em viagem.
A carreira 731 da CARRIS estende-se até Sacavém, oferecendo ligação direta a zonas centrais de Lisboa e reduzindo tempos de viagem.
A carreira 731 da Carris foi estendida até Sacavém, criando uma ligação direta entre esta localidade e áreas centrais de Lisboa, como a Rotunda do Relógio, Campo Grande, Cidade Universitária e Sete Rios. Esta extensão visa diminuir o número de transbordos necessários aos passageiros, reduzindo assim o tempo total das viagens e os períodos de espera.
Com esta extensão, os moradores de Sacavém passam a ter acesso direto a zonas de grande procura em Lisboa, fortalecendo a interligação da rede urbana e aumentando a eficiência do sistema de transportes públicos. O terminal de Sacavém está situado na Rua do Estado da Índia, e o percurso faz-se pela Portela, ligando ao destino final na Avenida José Malhoa, em Lisboa.
Este prolongamento integra-se num conjunto de ações promovidas em parceria pelos dois municípios, incluindo a futura extensão da linha do elétrico 15, que ligará o Terreiro do Paço ao Parque Tejo, demonstrando um compromisso conjunto com soluções de mobilidade sustentáveis e acessíveis.
Um antigo edifício fabril em Viana do Alentejo foi transformado no Moagem – Industrial Lodge, um hotel com 17 quartos, restaurante e zona de bem-estar, que preserva a memória industrial local.
No coração de Viana do Alentejo nasceu o Moagem – Industrial Lodge, um hotel que não é apenas mais um espaço de alojamento, mas uma verdadeira homenagem à memória industrial da região. Instalado nos antigos Moinhos de Santo António, este projeto assume uma abordagem única ao turismo.
O edifício original foi transformado com uma intervenção cuidada que preservou materiais genuínos como ferro, pedra e madeira, mantendo também equipamentos industriais históricos. Esta reconversão inteligente respeita a identidade do espaço, ao mesmo tempo que o adapta a um conceito contemporâneo, assente numa estética que combina o rústico com o design minimalista, industrial e elegante. O resultado é uma atmosfera autêntica, onde cada pormenor arquitetónico foi pensado para criar uma ligação real entre o hotel, a paisagem alentejana e os visitantes.
Com 17 unidades de alojamento, o Moagem oferece uma diversidade que vai desde quartos com varandas panorâmicas sobre a vila até suites familiares em cápsulas modulares e penthouses com vistas amplas. O conforto é elevado a outro nível com camas Hästens, pavimento radiante e mobiliário de autor, complementados por sistemas interativos que promovem uma experiência tecnológica e acolhedora.
O Velamar Boutique Hotel, entre Albufeira e Vilamoura, reabre com novo conceito só para adultos, design renovado e aposta na gastronomia local.
Após seis meses de obras profundas, o Velamar Boutique Hotel reabriu de cara lavada e com um novo posicionamento no mercado algarvio. Situado entre Albufeira e Vilamoura, este hotel de três estrelas estreia agora a assinatura Blue Experience, um conceito que vai muito além do nome e se estende a toda a experiência sensorial oferecida aos hóspedes. Mais do que uma renovação estética, trata-se de uma reformulação total da filosofia da unidade, agora exclusiva apenas para adultos.
Com 73 quartos e duas suites completamente renovados, o hotel aposta numa paleta cromática dominada pelos azuis profundos, numa clara homenagem ao oceano que molda a identidade da região. Ainda que o interior tenha sido modernizado, o exterior preserva a traça original do edifício, garantindo uma ponte entre tradição e modernidade que define a nova alma do Velamar.
Um dos pontos mais evidentes desta transformação do Velamar Boutique Hotel é a proposta gastronómica, agora totalmente integrada num modelo de all day dining. A experiência começa logo pela manhã, com pequenos-almoços servidos num ambiente sereno com vista para o mar. Durante o dia, o Pool Bar junta-se à piscina para oferecer snacks leves, saladas frescas e cocktails de assinatura, num espaço exclusivamente dedicado a adultos. Ao entardecer, o Lounge Bar ganha vida com uma carta de petiscos inspirada na cozinha algarvia, numa fusão entre os sabores da serra e do mar, ideal para saborear sem pressas.
O Villa Termal distingue-se pela ligação direta às águas de Monchique, cuja fábrica se encontra mesmo em frente ao hotel.
No coração da Serra de Monchique, um dos mais emblemáticos refúgios termais do sul de Portugal está a renascer com nova energia. O Villa Termal Spa Hotel, parte do histórico complexo das Caldas de Monchique, reabriu portas após uma profunda renovação, marcando o início de um novo ciclo de modernização que se estenderá até 2027.
O edifício, outrora um hospital termal, tem passado por uma transformação exigente, adaptando uma estrutura com mais de um século de história às exigências da hotelaria contemporânea. A intervenção inicial, com um investimento já superior a dois milhões de euros, requalificou por completo os três primeiros andares do hotel, agora dotados de 48 quartos em diferentes tipologias – de Classic a Suite -, pensados tanto para hóspedes individuais como para famílias. O quarto piso, onde serão instaladas sete suites adicionais, será alvo de obras após o verão, elevando o total para 55 quartos.
Mas o plano de reabilitação vai muito além dos quartos. A partir de outubro, arranca a renovação da fachada e da área da receção, bem como a reestruturação profunda do spa, uma das âncoras do resort. Embora atualmente funcional, com piscina, circuito termal, sauna, banho turco e massagens, o spa terá uma nova vida até ao verão de 2026, reforçando a aposta num turismo centrado no bem-estar físico e mental.
O Villa Termal distingue-se não só pela sua arquitetura singular e localização privilegiada, mas também pela ligação direta às águas de Monchique, cuja fábrica se encontra mesmo em frente ao hotel. Esta relação é mais do que simbólica – a água que corre nas torneiras dos quartos e é usada na confeção das refeições é a mesma água alcalina, rica em minerais, que há séculos dá fama à vila.
A Santini lançou o Santini Corner em Cascais, um quiosque com vista para a baía que combina gelados artesanais com cocktails clássicos.
A marca portuguesa Santini inaugurou um novo espaço em Cascais, apostando numa abordagem distinta da sua oferta habitual. Instalado em frente à Cidadela, com vista direta para a baía e o mar, o novo quiosque – batizado como Santini Corner – combina gelados artesanais com cocktails clássicos, criando uma experiência de consumo pensada para os dias quentes e os fins de tarde prolongados.
O conceito surge num dos locais mais emblemáticos de Cascais, frequentemente associado ao turismo e à memória histórica da vila. Mojitos, daiquiris, margaritas e outras bebidas reconhecíveis ganham aqui uma nova expressão através da incorporação dos sabores dos gelados Santini. A carta foi desenvolvida em colaboração com Miguel Tojal, ligado à empresa Às de Copos, com forte presença no universo da mixologia em Portugal.
Para além desta novidade, o quiosque mantém os gelados tradicionais em cone e copo, alargando simultaneamente a oferta a outros consumos. Há, também, vinhos da Herdade de São Miguel – Casa Relvas, cervejas, sangrias e petiscos.
O Santini Corner resulta de uma parceria entre a marca de gelados e o Grupo Pestana, responsável pela gestão de vários espaços na zona.
O grupo The Fladgate Partnership inaugurou o The Manor House Celeirós, uma unidade turística em Sabrosa que alia alojamento, gastronomia tradicional e provas de vinhos no coração do Douro.
No coração do Douro Vinhateiro, na aldeia histórica de Celeirós, em Sabrosa, nasce o The Manor House Celeirós, o mais recente projeto do grupo The Fladgate Partnership no domínio do enoturismo. Instalado numa propriedade centenária, conhecida desde o século XIX como Quinta Casal de Celeirós, este espaço recupera o nome original da quinta, reforçando a ligação às suas raízes e à tradição vitivinícola que marcou a região ao longo de gerações.
Com 19 quartos cuidadosamente renovados, a unidade divide-se entre o edifício principal, antigo apoio à atividade agrícola, e a Casa do Lagar, remodelada recentemente e que inclui uma suite com kitchenette e sala de estar. A decoração combina o charme rústico com detalhes que evocam as antigas práticas ligadas ao lagar, criando um ambiente acolhedor que traduz a autenticidade e o conforto típico da aldeia de Celeirós. Para completar a oferta do The Manor House Celeirós, uma piscina exterior rodeada por vinhas proporciona uma vista única sobre o vale do rio Pinhão, onde a natureza e a tranquilidade se fundem.
No restaurante Casa das Pipas, aberto tanto a hóspedes como a visitantes, o chefMilton Ferreira destaca os sabores da gastronomia tradicional duriense, usando produtos locais e receitas ancestrais que celebram o património regional. Ali ao lado, o Casal de Celeirós Visitors’ Centre convida a provas de vinhos durienses de excelência, muitos pertencentes ao grupo The Fladgate Partnership, incluindo vinhos do Porto e vinhos tranquilos adquiridos recentemente. A experiência de degustação é guiada por uma equipa especializada que partilha conhecimento sobre as castas, o terroir e os processos de vinificação, enriquecendo o contacto com esta cultura vínica.
A localização do The Manor House Celeirós é outro dos seus trunfos, situado numa aldeia genuína e histórica, onde os visitantes podem explorar a paisagem única do vale do Pinhão, assim como pontos de interesse como a Igreja Matriz de Celeirós ou a Capela de São Francisco, datada do século XVIII. O hotel oferece ainda diversos espaços para eventos, com destaque para casamentos, permitindo celebrações desde as mais íntimas até às maiores, com a possibilidade de reservar integralmente a propriedade para maior privacidade.
Para os que procuram descobrir a região, o The Manor House Celeirós propõe uma variedade de atividades ao ar livre, como passeios pedestres, rotas de BTT, piqueniques, passeios de barco e de bicicleta, proporcionando uma experiência completa que combina alojamento, gastronomia, vinhos e natureza num só destino. Esta proposta reflete o compromisso do The Fladgate Partnership em fortalecer o enoturismo no Douro, juntando tradição, conforto e autenticidade num cenário ímpar.
Dune: Awakening até pode ser uma boa tradução de Dune para os videojogos de sobrevivência, mas a sua natureza dentro do género e todas as suas características inerentes podem afirmar-se como uma aventura bem seca para quem procura aventurar-se a solo pelos desertos de Arrakis.
Em 2025 não é uma novidade, mas os requisitos online de algumas experiências são barreiras tão grandes como o acesso a equipamentos capazes de correr os nossos jogos favoritos. Não me refiro às óbvias ligações online, mas mais precisamente à necessidade de ter amigos, colegas, outras pessoas connosco para usufruir das experiências propostas por jogos recentes, aliada também à disponibilidade pessoal de cada um em ser, bem, social. Dune: Awakening é um dos mais recentes exemplos desses – onde a sua natureza online, ao estilo de um MMO, requer um pouco mais do que um computador de média/alta gama para fazer justiça a alguns elementos visuais mais avançados do Unreal Engine 5, que o suporta. Um aspeto extremamente importante a ter em conta, dado que a minha viagem pelo deserto de Arrakis foi bastante solitária.
Desenvolvido pela Funcom, Dune: Awakening não se trata apenas de uma adaptação da importante obra literária para o mundo dos videojogos, mas também de uma sequela espiritual do legado da produtora norueguesa, que até tem alguma participação nacional com a sua equipa lisboeta de cerca de 80 pessoas. Pegando na experiência em jogos de sobrevivência online, como Conan: Exiles e a série Age of Conan anteriormente, Dune: Awakening abraça também todos os elementos tradicionais de sobrevivência, construção e de interação com outros jogadores num mundo partilhado, onde alianças e rivalidades podem ser criadas de forma orgânica e natural em ambiente PvP através dessas mesmas interações, criando assim uma cama emocionante para quem estiver a fim de se deixar levar pelas possibilidades de uma experiência mais social.
Como o nome indica, Dune: Awakening não adapta nenhum mundo pré-histórico e de bárbaros, antes pelo contrário, viaja até um futuro longínquo de uma sociedade tão sofisticada como fragmentada por guerras e nações interstelares, que procuram o controlo de um simples planeta deserto: Arrakis. Conceptualmente, é uma adaptação da obra literária de Dune, de Frank Herbert, que aproveita a popularidade dos recentes filmes de Denis Villeneuve para deixar a sua marca. Mais ainda, aproveita também, de forma muito parcial, a direção artística, as regras, os tons e ambiências dos filmes, numa colaboração direta com a Legendary Entertainment, um aspeto que ajuda a deixar os jogadores mais confortáveis nesta tradução igualmente visual.
Dune: Awakening (Funcom)
A grande divergência de Dune: Awakening face aos materiais em que se inspira está na sua premissa – numa tentativa de entregar algo emocionante, novo e aliciante a um modelo de jogo onde nós somos os protagonistas. Assim, em vez de seguirmos Paul Atreides, o jogo questiona: E se Paul Atreides nunca tivesse existido? E se a sua família nunca tivesse sido atacada? Como seria a estrutura geopolítica deste universo e a quem pertenceriam as dunas? Questões hipotéticas bastante interessantes, com espaço para os produtores poderem desenvolver a sua “fan-fic”, mas com selo oficial e uma sempre bem-vinda liberdade criativa.
Para além desta divergência, as liberdades criativas de Dune: Awakening encontram-se também na direção de arte, que aposta num registo igualmente simplista e brutalista, mas a fugir um pouco para a estética “tacticool”, com elementos familiares ao que encontramos nos filmes, mas mais “complicados” e, por vezes, menos elegantes, como é o caso dos designs dos Ornithopters, da indumentária de personagens de diferentes fações ou, até, na própria representação de Shai Hulud – a icónica minhoca gigante do deserto que é visualmente mais próxima das ilustrações dos livros, do que dos mais recentes filmes. Quase tudo é bastante familiar, mas nunca sem entrar no campo do uncanny valley, permanecendo com a sua identidade própria e distinta destas histórias, face ao encontrado noutros meios.
Tudo isto é, como já mencionei, suportado pelo Unreal Engine 5, um dos motores de jogo mais flexíveis e utilizados pela indústria atualmente, que até chegou a ser usado como tech demo em apresentações oficiais da Epic Games durante o seu desenvolvimento. O seu potencial técnico para a representação de um deserto tão vasto como detalhado, com uma excelente iluminação global do seu ambiente aberto e nos interiores, é enorme, mas a sua aplicação nem sempre fica à altura do expectável, mesmo num computador moderno. É comum objetos à distância desaparecerem ou parecerem fragmentados, há texturas que por vezes demoram tempo a carregar, e a sua iluminação é também inconsistente, nem sempre se revelando tão “next-gen” como prometia.
Apesar de uma ótima e sólida direção de arte, o suporte técnico nem sempre deixa que o jogo brilhe ou atinja a sensação de altos valores de produção, que são limitados por efeitos de pós-processamento exagerados, animações de personagens inorgânicas e robóticas, uma direção de cenas pouco interessante, e um desempenho técnico instável.
Dune: Awakening (Funcom)
Em jogo também se sente alguma falta de polimento, novamente com animações robóticas e uma movimentação solta e imprecisa, sem grande sensação de peso ou de que as personagens estão com os pés no chão. Mover a câmara durante as atividades de exploração, recuperação de materiais, construção de elementos ou até no combate também se sente algo arcaico e pouco preciso, revelando que, apesar do cheiro a novo, este é um jogo, de fundo, bem à antiga.
Todos estes elementos menos positivos são eventualmente contrariados com alguns cenários bem produzidos e iluminados, ou situações verdadeiramente emocionantes quando a ação em grande escala se inicia – como cenas com veículos ou a simples fuga de uma minhoca gigante que acordou no horizonte ao ouvir os nossos passos na areia.
Dune: Awakening tem certamente os seus momentos, com potencial de marcar a experiência pelo positivo, mas a fricção técnica e de design, aliada à sua natureza online, foram barreiras muito difíceis de derrubar na minha busca pelo divertimento ao longo do meu tempo no deserto. E tudo começa com a apresentação mecânica e o início da sua jornada, que nos tenta ensinar todas as suas regras antes de partirmos para a exploração.
Não sou muito versado em jogos de sobrevivência online, admito, e esperava que Dune: Awakening fosse um pouco mais acessível e convidativo, especialmente considerando a propriedade inteletual associada, com potencial para chegar a um público mais vasto. Infelizmente, fui confrontado com exatamente os “problemas” que alimentam o meu estigma face a este género: muitos tutoriais e lições quase obrigatórias, numa avalanche contínua que se assemelha a um curso intensivo da utilização de um novo software.
Conhecer Dune: Awakening não é, de todo, divertido para quem procurar algo mais emocionante logo do início. O jogo não se abre imediatamente à experimentação, nem aproveita o seu world building para criar uma progressão e ensinamento orgânico das suas mecânicas inspiradas na mitologia do jogo, com destaque para nos mantermos na sombra para não desidratar, ou ter que aproveitar os fluidos (sangue) dos inimigos para recuperarmos energia. Há ideias muito interessantes aqui adaptadas, mas que se perdem num fio de objetivos iniciais chatos, referentes à criação do nosso centro de operações e da criação de módulos distintos de crafting e de gestão – todos distintos no seu funcionamento e necessidades. Todo o processo de aprendizagem leva tempo, requer atenção e basta esquecermo-nos momentaneamente do que fizemos ou não prestar tanta atenção para, no futuro, ficarmos a “anhar” com objetivos e oportunidades de experimentação do jogo.
Adicionalmente, somos apresentados a uma quantidade bastante significativa de menus com múltiplas abas, de leitura difícil e de navegação complicada (especialmente se optarem por jogar com comando, onde o cursor é extremamente lento), que também requer tempo até serem entendidos. Aqui, também se aplica a lógica de aprendizagem da utilização de um software, até porque, a longo prazo, parte do jogo é feita em menus de lore, craft, habilidades, objetivos e gestão, em tanta ou maior quantidade do que em exploração.
Dune: Awakening (Funcom)
Se as primeiras horas de jogo com Dune: Awakening foram, para mim, aborrecidas, por uma curva de aprendizagem obrigatória densa das suas regras e mecânicas, no momento em que o jogo abriu, as coisas não ficaram propriamente divertidas. Objetivos de viagens para adquirir itens e saquear acampamentos fazem parte do ciclo de missões, com regresso ao nosso forte ou aos mercados para adquirir mais missões. Estas são compostas por longas caminhadas pelo deserto, à medida que procuramos sombra – caso seja dia – sem acordar a minhoca ou ser interpelado por inimigos. Eventualmente, temos acesso a veículos para tal, mas não há nada de propriamente emocionante, pelo menos nas primeiras dezenas de horas. Mesmo trechos narrativos para nos motivarem a continuar a aventura são dispersos e aparentemente raros.
A componente online pode ser uma mais-valia para acentuar a experiência de jogo e torná-la mais divertida, mas também aqui este elemento se pode revelar uma barreira se, como eu, optarem por jogar a solo. Sem disponibilidade das pessoas com quem jogo em juntarem-se a esta jornada, jogar Dune: Awakening tornou-se numa experiência demasiado solitária, aborrecida e difícil. Contudo, poderia dar a volta a isto ligando-me a outros habitantes do mundo partilhado online, mas, apesar dos elevados números de jogadores registados na Steam – na ordem das centenas de milhares -, foram muito poucos os jogadores humanos que encontrei nas minhas sessões, contrastando com as dezenas de instalações e fortes criados por outros jogadores, que muitas vezes surgiam abandonados, sem portas, à mercê de salteadores e do ambiente. No fundo, um autêntico deserto. Assim, a minha recomendação é que, se quiserem jogar Dune: Awakening, talvez seja melhor fazê-lo com companhia.
A minha opinião de Dune: Awakening pode não ser a mais positiva, mas acredito que seja a representação de uma fração de jogadores: fãs de Dune, à procura de um jogo inspirado no seu universo e que poderiam encontrar aqui uma ótima porta de entrada para o mundo dos MMO ou jogos de sobrevivência. Algo que não creio que seja o caso.
Dune: Awakening não é um mau jogo, de todo, mas é exigente e requer mais do que aquilo que pessoalmente estou disposto a dar: tempo, atenção e vontade de socializar. Aspetos técnicos e mecânicos também têm peso na apreciação de uma experiência destas, mas, por vezes, são coisas secundárias, que acabam por não afetar o gosto geral de um jogo. Infelizmente, para mim – um péssimo jogador de MMOs – a receita devia ser mais equilibrada, convidativa e prazerosa. Ou então, com uma especiaria ainda mais forte e viciante.
Cópia para análise (PC) cedida pelaBest Vision PR.
O Festival F regressa a Faro de 4 a 7 de setembro com um cartaz nacional diversificado, assinalando dez anos de programação cultural na Vila Adentro, com nove palcos e actividades para todas as idades.
Entre 4 e 7 de setembro, o Festival F regressa à zona histórica de Faro para celebrar uma década de existência com uma edição alargada a quatro dias. O evento, dedicado em exclusivo à música portuguesa, volta a transformar a Vila Adentro num centro de programação cultural que cruza tradição e contemporaneidade.
O alinhamento inclui artistas como Pedro Abrunhosa, Ana Moura, Diogo Piçarra, Bárbara Bandeira, Dino D’Santiago (com a Orquestra do Algarve), Os Quatro e Meia, Bispo, Revenge of the 90’s, Lon3r Johny com ProfJam, Sara Correia, Mundo Segundo & Sam The Kid, Nenny, Julinho KSD, Buba Espinho, Ana Bacalhau, entre outros nomes que representam a diversidade da música nacional, do fado à pop, do hip hop à eletrónica.
Desde a sua criação, o Festival F tem vindo a crescer de forma consistente. Iniciou-se com cinco palcos e conta agora com nove, distribuídos por uma área de quase 39.000 m2. Em dez edições, realizou mais de 460 concertos e recebeu mais de 317.000 visitantes.
A edição de 2025 traz uma novidade: o prolongamento da programação até domingo, 7 de setembro, coincidindo com o Dia da Cidade de Faro. Esta data será assinalada com uma programação especial e bilhetes a preço reduzido, facilitando o acesso às famílias.
Com atividades pensadas para todas as idades, o Festival F reforça o seu carácter inclusivo. O programa contempla propostas dirigidas ao público mais jovem, momentos para os seguidores mais fiéis e experiências dedicadas a quem visita Faro em busca de novas expressões culturais. Entre os destaques está o espectáculo de Nina Toc Toc, pensado para o público infantil.
Os concertos decorrem em diferentes locais da cidade, incluindo os palcos Sagres (Ria), Lusíadas (Sé), Matrizauto (Magistério), Bandida (Quintalão), Museu, Músicos, Arco e a Silent Party promovida pela Bandida do Pomar
Os bilhetes encontram-se já disponíveis em regime de pré-venda até 31 de julho, com preços entre os 8€ e os 50€, dependendo da modalidade. Após essa data, os valores passam para 10€ e 60€, respetivamente. As crianças até aos 12 anos (inclusive) têm entrada gratuita.
A marca britânica compromete-se a lançar o Nothing OS 4.0 – baseado no Android 16 -, até ao final do verão.
A Nothingconfirmou que o Nothing OS 4.0, a próxima versão do seu sistema operativo, já baseado no Android 16, será lançado até ao final de setembro de 2025. Ao cumprir essa promessa, a Nothing poderá posiciona-se como uma das primeiras marcas a garantir o novo sistema operativo para os seus utilizadores.
A Nothing já havia demonstrado, em versões anteriores, uma forte aposta na rapidez e continuidade das atualizações. Com a promessa de cinco anos de atualizações de sistema e sete anos de atualizações de segurança, a empresa britânica distingue-se, assim, num mercado frequentemente criticado pela fragmentação do ecossistema Android.
O Nothing OS 4.0 deverá fazer a sua estreia em modelos topo de gama, com especial destaque para o recém-anunciado Nothing Phone (3). Este modelo apresenta um novo design, com a introdução da nova interface Glyph Matrix — um painel traseiro composto por 489 micro LEDs monocromáticos, capazes de exibir notificações, identificadores de chamadas e mensagens personalizadas por aplicação. Apesar de o Nothing Phone (3) ser lançado de fábrica com o Nothing OS 3.5, baseado no Android 15, tudo indica que será um dos primeiros dispositivos a receber o novo Nothing OS assim que esta estiver disponível.