Cais do Ginjal reabre ao público a 31 de julho com nova vida e segurança

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Cais do Ginjal renasce como espaço público após demolições e será reaberto no final de julho com nova imagem e segurança reforçada.

O Cais do Ginjal, em Almada, prepara-se para voltar a poder receber visitantes a partir do dia 31 de julho, após um período de obras de demolição e requalificação liderado pelo grupo AFA. A informação foi divulgada pela presidente da Câmara Municipal de Almada, Inês de Medeiros, através de uma publicação nas redes sociais.

Durante uma visita às intervenções em curso, a autarca sublinhou o esforço conjunto entre a autarquia e o promotor privado para transformar uma zona anteriormente degradada num espaço renovado, seguro e atrativo. “Estamos a trabalhar para devolver ao Ginjal a dignidade e o dinamismo que merece”, declarou.

A intervenção decorreu após uma avaliação técnica que identificou riscos estruturais nos edifícios da zona, o que levou à sua demolição iniciada a 5 de maio. A medida teve por base vistorias do Serviço Municipal de Proteção Civil, que motivaram a declaração de “situação de alerta” em abril, interditando temporariamente o acesso ao público. Com a reabertura iminente, os visitantes poderão desfrutar de uma exposição ao ar livre sobre a história do Cais do Ginjal, uma zona ribeirinha com uma forte carga simbólica e afetiva para os almadenses. “Este é um momento de reencontro entre o passado e o futuro da cidade”, escreveu a presidente.

O futuro da zona passa também por um ambicioso projeto urbanístico, desenvolvido em parceria entre o município e o grupo AFA. O Plano de Pormenor, aprovado em 2020, prevê a criação de uma nova centralidade urbana com habitação, serviços, comércio, hotelaria e equipamentos sociais, num investimento estimado em 300 milhões de euros para uma área de cerca de 90.000 m2. Entre as propostas, estão previstas cerca de 300 habitações, um hotel com 160 quartos, diversas valências comerciais e 500 lugares de estacionamento. O objetivo é revitalizar um dos espaços mais icónicos da frente ribeirinha de Almada, integrando-o plenamente na malha urbana da cidade e no quotidiano dos seus habitantes e visitantes.

Nescafé aposta no café a frio e adapta-se a novos hábitos de consumo

A Nescafé lançou uma campanha dedicada ao café a frio e apresenta novas edições limitadas para o verão, alinhando-se com as preferências dos consumidores mais jovens.

A Nescafé iniciou uma nova etapa na sua comunicação com o lançamento de uma campanha centrada no consumo de café a frio. Com esta iniciativa, a marca pretende reforçar a ideia de que o café não precisa de ser exclusivamente uma bebida quente ou reservada às primeiras horas do dia. A proposta passa por sublinhar a versatilidade da bebida, adaptando-a a diferentes momentos e preferências, particularmente durante os meses mais quentes.

No centro desta estratégia está o Nescafé Clássico, reconhecido como o café solúvel mais consumido em Portugal. Este produto assume agora também um novo papel, sendo apresentado como base para bebidas frias, ideais para tardes descontraídas ou pausas ao longo do dia. Esta abordagem procura ir ao encontro de consumidores que valorizam uma alternativa mais leve, especialmente em dias de temperaturas elevadas.

Como complemento à oferta habitual, a marca introduziu três referências de edição limitada no mercado, criadas especificamente para o verão: Nescafé Caramelo – recebemos um em casa e, assim que o abrimos, espalhou-se pela casa o inconfundível aroma do caramelo -, Nescafé Avelã e Nescafé Dolce Gusto Iced Frappé. Estas variantes foram desenvolvidas com fórmulas adaptadas para dissolução fácil, quer em líquidos quentes, quer frios, seja água ou leite. A ideia é facilitar a preparação em casa, oferecendo praticidade sem comprometer o sabor.

Nescafé Caramelo e Nescafé Dolce Gusto Iced Frappé

Este movimento da Nescafé surge num contexto em que o consumo de café a frio tem vindo a ganhar expressão, sobretudo entre os mais jovens. Dados indicam que, entre consumidores com mais de 16 anos, 11% das preparações já são feitas com recurso a métodos frios. A marca procura, assim, alinhar-se com estas novas práticas, propondo-se a oferecer cafés solúveis com sabor natural adaptados a essa tendência emergente.

Nos espaços de cafetaria, a mudança também se faz sentir: uma em cada oito bebidas de café servidas é fria, sendo que, em contextos urbanos e entre determinados segmentos de público, esse número é ainda mais expressivo. Nescafé procura agora transpor essa experiência para o consumo doméstico, respondendo a uma procura crescente por formatos mais descontraídos e ajustados ao quotidiano.

Segundo Carmo Grangeio, responsável de marca, o objetivo da campanha passa por desmistificar a ideia de que preparar um café frio é um processo complexo ou restrito a profissionais. A mensagem é clara: é possível obter uma bebida fria, com sabor e textura agradáveis, de forma simples e acessível, seja em casa ou em momentos de pausa.

Ana Luna Pais, responsável pela linha Dolce Gusto, destaca a inspiração histórica do Frappé, bebida que teve origem na Grécia e cuja tradição a marca procura agora reintroduzir no mercado nacional com uma abordagem moderna. O Nescafé Dolce Gusto Iced Frappé caracteriza-se por um creme denso, notas a caramelo e cereais, e pode ser preparado recorrendo à função de extração a frio das máquinas compatíveis. Para uma versão ainda mais refrescante, basta juntar gelo.

A gama apresenta-se com formatos diversos, adaptados a diferentes rotinas e preferências de consumo: desde embalagens de 20g e 200g do Nescafé Clássico, passando pelas versões de 95g das edições limitadas, até às cápsulas Dolce Gusto com sleeves de 16 unidades. A proposta pretende contrariar a ideia de que o café gelado é exclusivo de coffee shops, convidando os consumidores a experimentá-lo em casa.

Intel prepara-se para despedir um terço dos funcionários até ao final de 2025

A Intel anunciou cortes de até 33 mil funcionários numa reestruturação global drástica.

A Intel, uma das maiores fabricantes mundiais de semicondutores, anunciou uma reestruturação profunda da organização que inclui o despedimento em massa e revisão de sua estratégia industrial global. A empresa pretende reduzir a sua força de trabalho para cerca de 75 mil colaboradores, o que representa uma queda entre 22% e 31% em relação aos cerca de 109 mil funcionários registados no final de 2024.

A iniciativa é liderada pelo novo CEO, Lip-Bu Tan, que assumiu o cargo com a promessa de tornar a Intel numa organização mais ágil, focada em projetos sustentáveis e alinhada com o que considera ser a realidade do mercado. De acordo com a empresa, os cortes visam adequar a estrutura de custos a um cenário de procura menos previsível e crescente concorrência internacional.

Como parte dessa reestruturação, a Intel cancelou planos de expansão industrial em países como Alemanha e Polónia, onde previa construir novas fábricas. Para além disso, as operações de montagem e testes serão transferidas da Costa Rica para centros produtivos no Vietname e na Malásia, com o objetivo de otimizar cadeias de produção e reduzir despesas logísticas. A empresa também anunciou um teto de 17 mil milhões de dólares para os seus investimentos em 2025, como forma de conter gastos. Apenas no segundo trimestre deste ano, os custos relacionados à reestruturação somaram os 1,9 mil milhões de dólares. Contudo, e apesar das mudanças, os resultados financeiros continuam abaixo das expectativas. A Intel reportou um prejuízo ajustado de 441 milhões de dólares entre abril e junho, mesmo com uma receita de 12,86 mil milhões de dólares. Os números não responderam às expectativas dos analistas e investidores, que aguardavam sinais mais claros de recuperação diante das recentes iniciativas de transformação.

Já se encontram abertas as inscrições para os Huawei XMAGE Awards 2025

Aberta a todos os utilizadores de smartphones Huawei, os XMAGE Awards 2025 prometem celebrar a criatividade com novas categorias e um júri de prestígio internacional.

Já arrancaram as candidaturas para os Huawei XMAGE Awards 2025, um dos maiores concursos de fotografia móvel a nível mundial. A competição, que vai na sua oitava edição, destina-se a utilizadores de smartphones Huawei e pretende dar palco à criatividade e talento fotográfico captados exclusivamente através de dispositivos móveis.

Lançado em 2017, o concurso tornou-se uma referência global ao reunir, até hoje, quase cinco milhões de participações oriundas de 170 países e regiões. A edição de 2025 surge sob o mote da exploração visual através da tecnologia XMAGE, o motor de imagem que tem distinguido os modelos Huawei em áreas como a fotografia noturna, macro, retrato, vídeo e captação instantânea.

Novas categorias para novas narrativas visuais

Em linha com a nova geração de dispositivos, nomeadamente a série Huawei Pura 80 — apresentada recentemente no Dubai —, a marca alargou o leque de categorias a concurso. Entre as novidades estão “Tão Perto e Tão Longe”, “Noite e Cor” e “Formas”, que se juntam às já conhecidas: Faces, Um Mundo Caloroso, Laboratório Experimental, Storyboard e Ação. No total, o painel de jurados irá selecionar mil imagens de destaque, das quais cem serão distinguidas como XMAGE 100. Serão ainda eleitos três Fotógrafos do Ano, em reconhecimento da excelência e consistência criativa dos seus trabalhos.

A Huawei convidou nove especialistas de renome para compor o júri desta edição. O grupo inclui curadores, sociólogos, artistas e fotojornalistas premiados, como:

  • Florence Bourgeois, diretora da Paris Photo
  • Shoair Mavlian, responsável pela The Photographers’ Gallery
  • Liu Heung Shing, vencedor do Prémio Pulitzer
  • Chen Xiaobo, investigador da agência Xinhua
  • Wang Chuan, professor da Academia Central de Belas Artes
  • Chen Jie, fotógrafo documental
  • Nichole Fernandez, socióloga visual
  • Fannie Escoulen, curadora de artes visuais
  • Li Changzhu, Chief Strategy Officer da Huawei Health Team

Como participar?

Os interessados apenas necessitam de possuir um smartphone Huawei e de submeter as suas fotografias através de um dos seguintes canais oficiais:

  • Site oficial dos XMAGE Awards
  • Aplicação My HUAWEI
  • HUAWEI Community
  • Instagram, identificando a conta @huaweimobile

O prazo de candidaturas termina no dia 14 de setembro de 2025, às 17h00 (hora de Portugal Continental).

Samsonite lança mochila resistente à água com certificação IPX4 para uso urbano e profissional

A Samsonite apresentou a Coatify Biz IPX4, a sua primeira mochila resistente à água, ideal para mobilidade urbana e proteção de dispositivos eletrónicos.

A Samsonite apresentou recentemente um novo modelo no seu catálogo, concebido com particular atenção à resistência à água: a mochila Coatify Biz IPX4. Este lançamento representa um marco para a marca norte-americana, ao introduzir pela primeira vez uma peça com certificação internacional IPX4, apta a suportar salpicos e chuva ligeira sem comprometer o conteúdo.

O modelo destaca-se por um design discreto, de linhas depuradas, disponível em preto e verde, adaptando-se tanto a ambientes urbanos como a deslocações profissionais. A estrutura foi pensada para acomodar com segurança dispositivos eletrónicos, incluindo um compartimento acolchoado com capacidade para portáteis até 15,6 polegadas. A organização interna contempla ainda espaço para garrafas e outros itens essenciais do quotidiano.

Apesar da robustez, a mochila não compromete o conforto. Está equipada com alças ergonómicas e um painel traseiro acolchoado, facilitando o transporte prolongado. A leveza do conjunto torna-a adequada para quem passa longos períodos em movimento, seja em contexto de trabalho ou em viagem.

A certificação IPX4 indica que o material e a construção da mochila oferecem proteção contra projeções de água provenientes de qualquer direção, sendo a estanqueidade assegurada por um processo de soldadura térmica nas costuras. Esta característica torna o modelo particularmente indicado para condições meteorológicas instáveis, sem exigir cuidados adicionais por parte do utilizador.

Outro elemento funcional está nas fivelas ajustáveis, que permitem dois modos distintos de fecho, oferecendo versatilidade estética e de uso, sem comprometer a segurança do conteúdo transportado. A Coatify Biz IPX4 mantém os padrões de qualidade pelos quais a Samsonite é amplamente reconhecida, aliando resistência e funcionalidade a uma linguagem visual contemporânea.

Para quem quiser, saibam que podem adqurir a mochila Samsonite Coatify Biz IPX4 através do site oficial por 179€. Se quiserem, podem ainda dividir esse valor em três pagamentos de 59,66€ sem juros, graças à Klarna.

Para que serve a Carteira de Identidade Digital que chega a todas as pessoas da União Europeia em 2026?

A Carteira de Identidade Digital chega à Europa em 2026 e permite que os utilizadores transportarem consigo, digitalmente e de forma válida, todos os seus documentos.

A União Europeia está a dar passos concretos na criação da Carteira de Identidade Digital da União Europeia (EUDI, na sigla em inglês), uma iniciativa que promete substituir documentos físicos como o cartão de cidadão e a carta de condução, simplificando e tornando mais segura a forma como os europeus se identificam e interagem com serviços públicos e privados em todo o espaço comunitário.

A proposta, apresentada oficialmente em 2020 pela presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, visa responder a uma preocupação crescente: a perda de controlo sobre os dados pessoais na era digital. “De cada vez que uma aplicação ou um sítio Web nos pede que criemos uma nova identidade digital ou que nos registemos sem dificuldade através de uma grande plataforma, não fazemos a menor ideia do que efetivamente acontece aos nossos dados”, referiu von der Leyen. A solução, defende a Comissão, passa por uma identidade eletrónica europeia segura, confiável e universal.

A Carteira de Identidade Digital está a ser testada desde abril de 2023 em quatro projetos-piloto de grande escala, envolvendo mais de 250 entidades públicas e privadas em 25 Estados-Membros, bem como na Noruega, Islândia, Ucrânia e, mais recentemente, na Moldávia, que se juntou à iniciativa em março deste ano. Os primeiros testes têm sido considerados bem-sucedidos, abrindo caminho à implementação definitiva, prevista até ao final de 2026.

Carteira de Identidade Digital
Exemplo das vantagens da utilização de uma Carteira de Identidade Digital

O sistema funcionará através de uma aplicação móvel que alojará a carteira digital do utilizador. Esta permitirá comprovar a identidade em qualquer Estado-Membro ou apresentar apenas determinados dados (como a idade ou a nacionalidade), sem revelar informações desnecessárias. Segundo a Comissão Europeia, os cidadãos terão total controlo sobre os dados que partilham e com quem partilham, podendo também manter um registo de todas as partilhas efetuadas. Para além de facilitar interações com administrações públicas, a EUDI poderá ser utilizada em situações do quotidiano como abrir uma conta bancária, alugar um carro, comprovar o direito de residência ou o estatuto de estudante noutro país da União Europeia. Será também possível guardar, e partilhar, documentos e certificados oficiais, tanto de fontes públicas como privadas.

A criação do EUDI responde também à atual fragmentação dos sistemas de identificação digital na Europa. De acordo com dados da Comissão, apenas 14% dos prestadores de serviços públicos essenciais nos Estados-Membros permitem autenticação transfronteiriça com recurso a uma identidade digital. O EUDI procura, assim, colmatar estas lacunas e garantir uma infraestrutura de identificação comum, segura, prática e acessível a todos os cidadãos europeus.

Infraestruturas de Portugal avança com a requalificação da ER265 entre Serpa e Mértola

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IP prevê investir 1,7 milhões de euros na reabilitação da ER265 em Beja.

A Estrada Regional 265 (ER265), que estabelece a ligação entre os concelhos de Serpa e Mértola, no distrito de Beja, vai finalmente ser alvo de uma requalificação. A Infraestruturas de Portugal (IP) confirmou o lançamento do concurso público para a execução da obra, que contempla um troço de cerca de 37 quilómetros entre a localidade de Santa Maria, no concelho de Serpa, e a vila de Mértola. A intervenção representa um investimento estimado em 1,7 milhões de euros.

De acordo com o comunicado, a empreitada incide na reabilitação funcional do pavimento e na melhoria da sinalização horizontal, com o objetivo de reforçar as condições de segurança e conforto para os automobilistas que utilizam esta estrada diariamente. A empresa sublinha que esta intervenção insere-se na sua estratégia de “promoção da melhoria contínua dos níveis de fiabilidade, conforto, disponibilidade e segurança da Rede Rodoviária Nacional ao serviço do transporte e mobilidade das populações”.

A requalificação da ER265 era uma reivindicação antiga da população e dos autarcas da região, motivada pelo seu avançado estado de degradação. A confirmação do investimento foi recebida com entusiasmo por diversas figuras políticas locais. O deputado do PSD eleito por Beja, Gonçalo Valente, manifestou “grande satisfação” pela decisão, sublinhando que se trata de uma estrada cuja requalificação “há muito era exigida” pela população. Para o parlamentar, esta intervenção representa um sinal claro de que “Beja voltou ao mapa de Portugal”, resultado do esforço de “várias entidades e pessoas que acreditam e não desistem da nossa região”.

Também o presidente da Câmara Municipal de Mértola, Mário Tomé, reagiu com orgulho, classificando a obra como “mais uma importante conquista” para o concelho. Numa nota divulgada pelo PS de Mértola, o autarca destacou o “trabalho constante e estratégico do executivo”, que se manteve empenhado em utilizar “os meios certos e as ferramentas adequadas” para garantir melhorias infraestruturais no território.

Mosteiro de Santa Clara-a-Velha será finalmente alvo de requalificação

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Câmara Municipal de Coimbra lança novo concurso para a requalificação do Mosteiro de Santa Clara-a-Velha.

A Câmara Municipal de Coimbra vai discutir, na próxima segunda-feira, dia 28 de julho, a abertura de um novo concurso público para a realização de obras no Mosteiro de Santa Clara-a-Velha. O valor base da empreitada está fixado em 1.653.600€ (já com IVA) e o prazo previsto para a sua conclusão é de 270 dias.

Trata-se da terceira tentativa da autarquia para avançar com esta intervenção, considerada estratégica no âmbito do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), que assegura o financiamento da obra. Até agora, nenhum dos procedimentos anteriores conseguiu reunir propostas viáveis que permitissem iniciar os trabalhos. O primeiro concurso, lançado em março, terminou sem que fossem apresentadas propostas válidas. Diante deste impasse, o município recorreu posteriormente a um ajuste direto, convidando uma empresa indicada pelo organismo Património Cultural. No entanto, a única proposta recebida ultrapassava o limite orçamental definido.

Para ultrapassar os obstáculos, a Património Cultural decidiu reformular o projeto, reduzindo o seu escopo de forma a torná-lo financeiramente compatível com os valores de mercado. Esta alteração viabilizou o lançamento de um novo concurso, agora em análise pela Câmara de Coimbra.

A obra está incluída num contrato interadministrativo assinado a 12 de novembro de 2021, que envolve o Município de Coimbra, o Estado, a Direção-Geral do Património Cultural (DGPC) e a Direção Regional de Cultura do Centro (DRCC). Este acordo tem como objetivo promover a valorização de património cultural no concelho, nomeadamente museus, monumentos e palácios, com recursos provenientes do PRR.

The Ask Game. Este jogo português desafia o vazio das conversas banais

Criado em Portugal, o The Ask Game propõe 130 perguntas para conversas reais, reforçando laços e promovendo o autoconhecimento.

Num verão marcado pela procura de ligações mais autênticas, eis que surge o The Ask Game, um jogo que se propõe a substituir o tradicional “então, tudo bem?” por conversas com verdadeiro significado. Através de perguntas instigantes, que oscilam entre o humor e a introspeção profunda, o jogo tem vindo a captar a atenção de casais, amigos e criadores de conteúdos, em formatos tão variados como reels, vídeos virais ou compilações temáticas.

Desenvolvido por uma marca portuguesa, o conceito nasce da vontade de promover o autoconhecimento e reforçar as relações interpessoais. A base do jogo é simples: 130 perguntas concebidas para romper com o superficial e mergulhar em temas que raramente surgem numa conversa quotidiana. O objetivo é suscitar respostas que revelem experiências de vida, sonhos, traços de personalidade e sentimentos partilhados – um convite a conhecer melhor os outros e, simultaneamente, a si próprio.

The Ask Game e The Ask Journal

Cada carta apresenta uma pergunta em dois idiomas, permitindo uma ponte entre diferentes línguas e culturas. As edições disponíveis combinam português e inglês, ou espanhol e inglês, o que tem contribuído para a sua utilização em contextos mais amplos, como jantares com amigos de fora, encontros interculturais ou eventos em ambientes profissionais.

O The Ask Game adapta-se a diferentes contextos e não exige um grupo específico: pode ser jogado em família, com amigos, colegas de trabalho ou a dois, mas também a solo, como ferramenta de reflexão pessoal. A versatilidade é um dos seus pontos-chave, integrando-se facilmente em almoços de domingo, noites entre amigos, encontros românticos ou reuniões de equipa.

Produzido em Portugal, o The Ask Game alia um design minimalista a uma proposta editorial clara: abrir espaço para conversas que, de outra forma, poderiam nunca acontecer. Um jogo que não oferece respostas, mas sabe fazer as perguntas certas.

Podem comprar no site oficial por 36€.

Outbound viaja até à PlayStation 5 com lançamento previsto para 2026

A Exploração descontraída num mundo aberto, a solo ou com amigos, vai também chegar à consola da Sony.

Outbound, o jogo de sobrevivência e exploração com foco na sustentabilidade e na personalização de uma carrinha de campismo, vai chegar também à PlayStation 5 em 2026, juntando-se às versões já anunciadas para Xbox Series X|S e PC. O anúncio foi feito pelo estúdio Square Glade Games e pela editora Silver Lining Games, com novos detalhes partilhados através do PlayStation Blog.

Descrito como um jogo cozyvival, Outbound combina mecânicas de sobrevivência, como recolha de recursos, gestão de energia e cultivo de alimentos, com uma abordagem relaxada e sem pressão. Os jogadores começam com uma carrinha vazia e têm liberdade para transformá-la num lar sobre rodas totalmente personalizável, recorrendo a energias renováveis como solar, eólica ou hídrica.

De acordo com Marc Volger, cofundador da Square Glade, Outbound pode ser jogado a solo, com um ritmo calmo e autónomo, ou com companhia em modo cooperativo online até quatro pessoas, onde a dinâmica muda por completo. A jornada partilhada promete aproximar-se mais de uma viagem com amigos.

Inspirado por uma viagem real entre a Alemanha e os Países Baixos, Outbound explora também temas ligados à sustentabilidade, não só através da recolha e reaproveitamento de materiais, mas também no próprio mundo representado, com barcos à vela no horizonte em vez de cargueiros, eólicos entre campos abertos e sistemas que premiam o respeito pelo ambiente.

Para quem gosta de animais, há também um cão de companhia, que pode ser adotado e treinado para ajudar com tarefas como transportar recursos ou recuperar objetos. Esta presença reforça o ambiente acolhedor do jogo, contribuindo para o equilíbrio entre sobrevivência e conforto.

Outbound será lançado em formato digital para PlayStation 5, Xbox Series X|S e PC (Steam) no início de 2026. Já pode ser adicionado à lista de desejos na PlayStation Store e no Steam.

Corsair Scimitar Elite Wireless SE MMO – Review: Rato e teclado de uma mão

A Corsair chega com um rato concebido para jogos MMO com 12 botões laterais, integração com o Stream Deck e um corpo que preenche bem a mão.

Para quem joga MMOs, MOBAs ou RPGs, especialmente durante sessões de streaming, quanto mais botões personalizáveis tiver ao seu alcance, melhor. E se estiverem todos reunidos num único sítio, ainda melhor. É com isso em mente que surgiu a linha Scimitar da Corsair, que agora recebe o Scimitar Elite Wireless SE MMO – um rato sem fios de alto desempenho, com um teclado incorporado.

Trata-se de uma revisão do Scimitar Elite Wireless lançado em 2023, num formato já familiar, mas com características atualizadas e novas cores. Ao preto e amarelo junta-se agora um modelo quase totalmente preto – que recebemos para análise – e outro em tons de cinzento claro, o que expande as opções para quem quiser manter um tema visual consistente no seu setup. O design mantém-se moderno, com curvas suaves e alguns contornos mais vincados que fazem lembrar a linguagem visual da Lamborghini – em destaque está a parte frontal com duas grelhas falsas. É um rato assimétrico, feito para a mão direita, com um apoio lateral para o dedo anelar e, do lado esquerdo, o centro de operações, o teclado lateral com 12 botões.

É um rato que preenche bem na mão, sobretudo para mãos maiores, mesmo não sendo especialmente volumoso. Na verdade, é semelhante em tamanho ao Logitech Pro Superlight e ligeiramente mais compacto do que o seu concorrente direto, o Razer Naga Pro, que durante muito tempo foi o meu rato de eleição. A sensação da sua dimensão avolumada deve-se à sua altura, ao arco de apoio da mão e à área de contacto com a mesa. Como é habitual nos produtos da Corsair, transmite uma solidez acima da média, com um toque premium que inspira confiança. Mas o verdadeiro destaque está noutro aspeto.

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O protagonista aqui é mesmo o teclado lateral programável, com 12 dos 16 botões no total totalmente personalizáveis. Não é um conceito novo – já tivemos modelos com teclados fixos ou sistemas modulares como o do já mencionado Naga Pro -, mas tendo sido o primeiro contacto com esta proposta da Corsair, é normal ter ficado obcecado com a sua presença e flexibilidade. O Scimitar Elite Wireless SE MMO introduz um pequeno ajuste ergonómico chamado Key Slider, que permite mover o teclado lateral para a frente ou para trás, até cerca de um centímetro, com a ajuda de uma chave incluída. Pode parecer pouco, mas essa distância muda completamente a forma como o polegar alcança os botões e como se forma a memória muscular associada ao uso. Uma vez ajustado, o teclado fica firmemente preso e não desliza. Mas atenção, se colocarem as mãos no Scimitar Elite Wireless SE MMO usem mesmo a chave fornecida e não forcem – eu próprio quase danifiquei o mecanismo por não o fazer, mas felizmente não aconteceu.

Dependendo da posição, alguns botões tornam-se mais ou menos acessíveis. No meu caso, preferi o teclado todo chegado para a frente. As duas filas mais próximas, do 7 ao 12, funcionam como atalhos principais, com boa resposta ao toque, enquanto as duas da frente, do 1 ao 6, exigem um pouco mais de pressão. A identificação dos botões também foi bem pensada. Por defeito, correspondem ao teclado numérico tradicional, mas a Corsair adicionou uma textura com relevo na segunda e quarta filas, facilitando o reconhecimento táctil.

A grande novidade aqui é a integração com o Stream Deck, ou melhor, com o software do popular teclado de comandos da Corsair. Desta forma, o Corsair Scimitar Elite Wireless SE MMO expande-se para lá da personalização por aplicação ou jogo, abrindo as portas à produtividade e à criação de conteúdo. No fundo, o teclado passa a agir como um Stream Deck na ponta dos dedos e poder controlar a minha multimédia, a iluminação do setup ou atribuir controlos de Copiar, Cortar, Colar de forma tão orgânica muda por completo a forma como interajo com o meu PC.

O resto da experiência com o Corsair Scimitar Elite Wireless SE MMO prende-se com o lado mais técnico e com o desempenho no seu habitat natural: os jogos. Admito que não sou o jogador mais competitivo, nem grande adepto de experiências online, por isso a procura pelas melhores especificações não é algo que coloque no topo das prioridades. Mas continuam a ser importantes para aquilo que considero essencial: fluidez, naturalidade e boa resposta à utilização.

O rato vem equipado com um novo sensor ótico da marca, o Marksman S 33K, com resolução máxima de 33 mil DPI, velocidade de 750 IPS e aceleração de 50 G. A estes números atribuem-se diferentes qualidades. Os 33 mil DPI dizem respeito à sensibilidade e resolução. E realisticamente são overkill, especialmente quando o máximo que costumo usar, tanto em jogos como produtividade, fica entre os 3 mil e os 5 mil DPI. Mas claro que tudo isto é ajustável e bem-vindo. Os 750 IPS referem-se à velocidade máxima a que o rato pode ser movido sem perder a leitura e este valor garante uma fluidez excelente. Já a aceleração de 50 G significa que está preparado para movimentos e contramovimentos extremamente rápidos, algo que pode fazer a diferença em ambientes mais competitivos.

Tudo isto é suportado por três modos de ligação: a ligação Slipstream de 2.4 GHz, através de um pequeno dongle USB, que garante estabilidade e latência impercetível; ligação com cabo, que carrega o rato enquanto se usa; e Bluetooth. Apesar das três opções, a Slipstream continua a ser a minha escolha, pela qualidade da ligação reforçada e pela sua natureza sem fios. No entanto, foi precisamente aqui que encontrei o grande calcanhar de Aquiles do Corsair Scimitar Elite Wireless SE MMO: a bateria.

A Corsair afirma que a bateria atinge até 150 horas de utilização contínua via 2.4 GHz, ou 500 horas via Bluetooth, sem RGB ligado. Mas, especificamente em 2.4 GHz, esse número ficou muito aquém das expectativas. Ao fim de três dias de utilização casual, com algumas sessões de jogo, o rato pediu carga. Três dias depois, o mesmo. Ora, três dias são 72 horas – e metade desse tempo o rato nem sequer esteve em uso -, o que me leva a crer que a bateria continua a ser consumida durante os períodos de inatividade. É certo que não desliguei o RGB – a sua aplicação é mínima -, mas não deixou de ser notório, especialmente quando estou habituado a soluções com uma longevidade bastante superior. Ainda assim, três dias de utilização é algo extremamente confortável, e o facto de poder carregar enquanto se usa minimiza qualquer tipo de impasse.

Apesar desta nota, o Corsair Scimitar Elite Wireless SE MMO é um ótimo rato, à altura de muitas das exigências atuais. Tem um conjunto de funcionalidades apelativas para quem procura mais do que jogar no PC – ou, ao contrário, para quem trabalha e produz conteúdos e procura algo igualmente orientado para jogos. É um verdadeiro 2-em-1 ergonómico, personalizável e que se torna até indispensável depois de um pequeno test-drive.

O Corsair Scimitar Elite Wireless SE MMO já se encontra disponível nas lojas e pode ser encontrado na loja oficial da Corsair a partir de 149,99€.

Recomendado - Echo Boomer

Este dispositivo foi cedido para análise pela Corsair.

Jogo de sobrevivência com dinossauros FEROCIOUS recebe novo trailer com foco na história

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O estúdio OMYOG revela mais da ilha hostil onde dinossauros podem ser aliados ou inimigos, num FPS de sobrevivência com lançamento previsto para este ano

FEROCIOUS, o novo projeto do estúdio OMYOG em parceria com a editora tinyBuild, recebeu um novo trailer focado na sua narrativa, destacando os perigos e possibilidades da ilha onde decorre este FPS de sobrevivência com dinossauros. O jogo esta previsto para PC ainda em 2025 e já tem uma demo disponível na Steam.

O jogo acompanha San, um jovem refugiado que, após um naufrágio provocado por uma criatura misteriosa, vê o seu irmão Maung ser capturado por uma organização chamada Manifesto. Para o encontrar, terá de enfrentar um ecossistema brutal onde mercenários armados, dinossauros selvagens e até mechas surgem como ameaças constantes — ou oportunidades de sobrevivência.

Concebido como uma experiência intensa e cinematográfica, FEROCIOUS aposta num sistema de combate dinâmico e adaptável. É possível usar os recursos naturais da ilha para construir armas, personalizar o estilo de jogo e até controlar dinossauros para atacar inimigos ou aceder a zonas inacessíveis. A exploração é também faz parte da experiência, com ruínas escondidas, caminhos alternativos e segredos por descobrir.

De acordo com a descrição oficial do jogo, a ilha não é apenas um cenário, é também “uma força em constante mutação que desafia e recompensa quem se atreve a descobrir os seus segredos”.

FEROCIOUS pode já ser adicionado à lista de desejos no Steam.

Huawei celebra o Dia dos Avós com o Watch D2

O Huawei Watch D2 conta com certificação médica e promete revolucionar o acompanhamento da tensão arterial, ideal para oferecer neste Dia dos Avós.

Em celebração do Dia dos Avós marcada para o dia de hoje, 26 de julho, a Huawei lançou o convite para homenagear aqueles que nos guiam com sabedoria e afeto incondicional, através de um presente que alia inovação e bem-estar, o Huawei Watch D2. Este smartwatch da marca distingue-se como o primeiro com certificação CE para Monitorização Ambulatória da Pressão Arterial (MAPA), estando já disponível em Portugal através da loja oficial da Huawei e diversos retalhistas autorizados.

A hipertensão arterial continua a ser uma das principais preocupações de saúde pública no nosso país. Muitas vezes silenciosa, a ausência de sintomas evidentes torna esta condição particularmente perigosa, sobretudo entre a população mais idosa. O Huawei Watch D2 apresenta-se assim como solução para que os utilizadores possam dispor de uma monitorização portátil deste indicador vital.

O Watch D2 integra também o sistema Huawei TruSense, equipado com sensores de alta precisão, almofada de ar ultra-estreita e airbag insuflável, garantindo medições fiáveis da pressão arterial a qualquer hora do dia ou da noite. O design elegante e leve assegura conforto durante todo o dia, e o ecrã de 1,82 polegadas com ícones visíveis e letras ampliadas torna o dispositivo particularmente acessível para utilizadores seniores. E para além da tensão arterial, este smartwatch monitoriza um vasto conjunto de nove indicadores de saúde, incluindo o ritmo cardíaco, a saturação de oxigénio no sangue (SpO₂), níveis de stress, temperatura da pele, respiração durante o sono, elasticidade vascular e capacidade de efetuar ECG (eletrocardiogramas).

A função de acompanhamento durante o sono permite obter uma visão abrangente do bem-estar cardiovascular ao longo do tempo. Para além disso, o Watch D2 disponibiliza mais de 80 modos de atividade física, promovendo hábitos mais ativos e saudáveis.

KiK Batalha é a 30ª loja da marca em Portugal

A Kik rumou este mês à Batalha, uma localidade com história e identidade marcada.

Depois de, em maio, ter chegado a Portimão, com uma loja a funcionar no Nova Vila Retail Park, a KiK abriu esta semana uma nova loja, desta vez na Batalha. É o 30º espaço da empresa em Portugal e está localizado na EN1, Casal Da Amieira.

Para quem não está a par, a KiK é uma retalhista de moda low cost cujas lojas apresentam uma gama variada de vestuário e uma seleção de produtos de decoração, brinquedos, papelaria, bricolage e drogaria. Por exemplo, ao entrarem numa das lojas da multinacional alemã, irão reparar numa vasta coleção de vestuário para bebé, criança, mulher e homem, permitindo encontrar um look total por 30€. Além do vestuário, há uma grande secção dedicada à maquilhagem e acessórios.

A KiK deu os primeiros passos em 1994, na Alemanha, com uma pequena loja de descontos. Desde então, a empresa traçou um percurso de crescimento sustentado que a levou a empregar atualmente cerca de 26.000 pessoas em mais de 4.000 lojas distribuídas por vários países europeus.

O Melhor Croissant da Minha Rua chegou a Viseu

Além destas nova loja em Viseu, a marca O Melhor Croissant da Minha Rua tem vindo a renovar espaços já existentes.

Falar da marca O Melhor Croissant da Minha Rua é falar de uma marca já bem estabelecida a nível nacional, com várias lojas onde podemos devorar maravilhosos croissants.

Os croissants são confecionados numa fábrica própria e enrolados à mão e não por máquinas. Isto acontece para que se consiga garantir a qualidade do produto em todas as lojas. Os recheios, com exceção do de Doce de ovos, doce de leite, creme de Oreo, assim como alguns recheios salgados, têm uma receita especial e são confecionados todos os dias em cada loja, os restantes são enviados para cada loja por forma a manter o padrão em qualquer ponto de venda.

Os croissants não estão mais de três horas na vitrine e há um grande controlo para que não haja desperdício alimentar. Assim, são guardados nas lojas croissants em várias fases de confeção que só são acabados com a necessidade de novas fornadas. Esta é a forma de garantir que o croissant está sempre fresco e, na maior parte das vezes, ainda quente.

Outra característica diferenciadora destes croissants (meio brioche, meio folhado) é a caramelização do açúcar por cima e o facto de estarem sempre quentes. É também de relembrar que, em 2022, a marca conquistou o selo vegan, atribuído pela Associação Vegetariana Portuguesa. E ao longo dos anos, tem vindo a adotar várias medidas que visam reduzir o impacto ambiental como a eliminação do plástico em todos os consumíveis e os resíduos alimentares.

Recentemente, a marca tem vindo a abrir novos espaços, chegando cada vez mais perto dos portugueses. Uma dessas lojas foi inaugurada em Loures, em maio, ao passo que a chegada a Fernão Ferro aconteceu no final de junho. Já este mês de julho, e antes de entrar agosto, a marca O Melhor Croissant da Minha Rua resolveu expandir-se a muitos quilómetros de distância, com uma novíssima loja em Viseu, localizada na Rua José Branquinho 17, e que conta com várias mesas não só interior, mas também na esplanada.

Além de novas aberturas, a marca O Melhor Croissant da Minha Rua está também a renovar as lojas que já estavam em funcionamento, para uma experiência mais acolhedora para os clientes, com um ambiente moderno e convidativo.

Carregamento mensal do passe navegante para jovens foi descontinuado

A Transportes Metropolitanos de Lisboa promove, desta forma, o carregamento prolongado do passe navegante para os mais jovens.

A Transportes Metropolitanos de Lisboa (TML) eliminou a opção de renovação mensal da Gratuitidade Jovem e passou a recomendar o carregamento com validade prolongada do passe navegante como procedimento padrão para os jovens elegíveis. Desde maio de 2024, esta funcionalidade foi implementada, inicialmente disponível na app navegante e posteriormente estendida aos demais canais de carregamento. Contudo, apesar desta alteração, ainda há jovens que, até aqui, optavam pelo carregamento mensal, mesmo sem necessidade.

O carregamento prolongado mantém-se válido até à expiração do cartão navegante, devendo ser renovado apenas quando o cartão é substituído. Além disso, a validade acompanha os limites de idade estabelecidos: o desconto permanece ativo até ao final do mês em que o jovem completa 19 anos, exigindo atualização para manter o acesso até aos 24 anos. Após esta idade, o direito à gratuitidade termina, sendo necessário renovar o carregamento até ao final do mês em que se completa 24 anos.

Este carregamento pode ser realizado de forma prática através da App navegante, em qualquer Espaço navegante ou nos Espaços Cliente dos operadores de transporte. A TML aconselha os jovens a verificarem a situação do seu cartão com antecedência, especialmente para evitar bloqueios no sistema causados por múltiplos cartões ativos com o mesmo NIF, o que impede a renovação da gratuitidade até à regularização da situação.

A App navegante oferece a possibilidade de consultar a validade do desconto a qualquer momento, facilitando a renovação no momento adequado e evitando deslocações e esperas desnecessárias. No portal navegante.pt estão disponíveis tutoriais e informações para apoiar o processo de carregamento e atualização do passe.

Há 18 milhões de euros para apoiar a criação de espaços cowork em Portugal

O Centro 2030 lançou um concurso com 18 milhões de euros para apoiar a criação e modernização de incubadoras e espaços de coworking.

O Programa Regional Centro 2030 lançou um concurso com um orçamento aproximado de 18 milhões de euros destinado a apoiar a criação e modernização de espaços empresariais, nomeadamente incubadoras e espaços de coworking, nas Comunidades Intermunicipais da Região Centro. As candidaturas estão abertas até 28 de dezembro de 2026 e destinam-se a autarquias e comunidades intermunicipais da região.

Este apoio, que assume a forma de subvenções não reembolsáveis, pode cobrir até 85% das despesas elegíveis dos projetos aprovados. A iniciativa foca-se em projectos que promovam a criação, expansão ou requalificação de infraestruturas para incubação de empresas não tecnológicas, como incubadoras de base local ou viveiros de empresas, assim como para espaços de coworking que estimulem o empreendedorismo regional.

A estratégia por detrás deste programa pretende aumentar a capacidade da Região Centro para atrair investimentos e recursos humanos qualificados.

Novas tabelas de IRS: quanto se recebe a mais e como fazer a simulação

Simuladores já refletem o efeito das novas tabelas de retenção de IRS na fonte no rendimento líquido.

As alterações às tabelas de retenção na fonte do IRS já estão a ter impacto no rendimento mensal de trabalhadores e pensionistas, com efeitos visíveis a partir de agosto. As simulações disponíveis no site do Doutor Finanças, entretanto atualizadas, permitem calcular com maior precisão o novo valor líquido a receber até ao final do ano.

A entrada em vigor das novas taxas de retenção – publicadas oficialmente pela Autoridade Tributária – está a ser implementada em duas fases distintas. A primeira, em agosto e setembro, inclui não só a atualização das taxas mensais, mas também o reembolso automático dos valores retidos em excesso desde janeiro de 2025. A segunda fase inicia-se em outubro, com a aplicação da tabela definitiva, já com os novos escalões definidos no âmbito da reforma fiscal inscrita no Orçamento do Estado.

O impacto desta medida governamental traduz-se numa descida progressiva da carga fiscal mensal, permitindo um aumento do rendimento disponível sem necessidade de esperar pela liquidação do IRS em 2026. Trata-se de um ajustamento com efeitos imediatos, que poderá facilitar o equilíbrio de muitos orçamentos familiares nos próximos meses.

Segundo os cálculos disponíveis nas ferramentas disponibilizadas pelo Doutor Finanças, um trabalhador casado, com dois filhos e um salário bruto de 1.800€, deverá receber 1.602€ líquidos em agosto e setembro, resultado da devolução dos valores anteriormente retidos. A partir de outubro, com a aplicação das novas tabelas regulares, esse valor desce para 1.389,56€, ainda assim superior ao que recebia antes da revisão, com um acréscimo mensal de 6,71€ face a julho.

As simulações consideram variáveis como o vencimento bruto, subsídios, composição do agregado familiar e valor do subsídio de alimentação, permitindo uma estimativa detalhada do rendimento mensal sob o novo regime de retenção.

Também o simulador do IRS Jovem foi revisto, refletindo os novos valores de retenção aplicáveis a trabalhadores que beneficiam deste regime. Esta ferramenta permite aos mais jovens antecipar os efeitos da medida no seu salário líquido, adaptando a gestão financeira às alterações em curso.

Wuchang: Fallen Feathers – Review: O abanão urgente aos soulslike

Wuchang: Fallen Feathers não é apenas mais um soulslike, é uma afinação do género com identidade própria e mecânicas que desafiam convenções sem quebrar o que funciona. Com uma protagonista chinesa, uma ambientação assombrada pela decadência da dinastia Ming e sistemas de progressão ousados, este é um jogo que tanto respeita as inspirações, como ousa voar mais alto.

Wuchang: Fallen Feathers é o mais recente lançamento da Leenzee, uma aposta em soulslike que leva o género para novos caminhos com ideias frescas. De caras, destaca-se por ter uma protagonista mulher e chinesa, quando noutros jogos desta natureza, quando não criamos a nossa personagem, somos sempre um homem (branco) por defeito. Portanto, já se distingue por isso!

Ainda assim, há tempo para seguir tropes clássicas, tal como a protagonista titular, Wuchang começar num estado amnésico e a acordar numa caverna quando chamam pelo seu nome. Sem grande exposição – para além do contexto histórico do final da dinastia Ming -, somos lançados naquele mundo hostil e varrido por Feathering, uma epidemia que transforma os infetados em monstros insanos. Wuchang também está infetada, mas por ser a protagonista, consegue controlar os efeitos nefastos para os converter em magias e habilidades especiais.

Embora Wuchang: Fallen Feathers não escape por completo ao fan service visual, mas felizmente menos exagerado face a um Stellar Blade, a protagonista é carismática, estilosa e mecanicamente versátil. O seu estilo de combate destaca-se pela fluidez e personalização, com poucas limitações ao seu progresso.

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Wuchang: Fallen Feathers (505 Games)

O recurso principal é o Red Mercury, e ao contrário de um souls, onde desenvolvemos atributos individuais com base numa build fixa, aqui usamo-lo para subir de nível. E quando subimos de nível, recebemos Red Mercury Essence para investir numa enorme árvore de habilidades que faz lembrar a Sphere Grid de Final Fantasy X. Existem imensas decisões a tomar e acredito que possa parecer assoberbante, com espaço para errar e arruinar o progresso, mas o bom daqui é que podemos apagar tudo, recomeçar e optar por uma miríade de vias moldadas à dor de cabeça do momento.

A outra mecânica interessante é a Skyborn Might que vem substituir a mana ou outros consumíveis para desencadear habilidades ou magias. Para lhe darmos uso, vamos ter de acumular pontos Shimmer através de esquivas perfeitas, combos ou acessórios descobertos ao longo da campanha. Apreciei a sinergia destas mecânicas porque sou é exímio em fugir do perigo, e nunca fui bom a aparar e a ripostar. Sim, traumas do recente Clair Obscur: Expedition 33.

Isto não é só fogo de vista, é mesmo uma sensação cool. Por norma, apenas os jogos mais frenéticos e vistosos como os Devil May Cry nos deixam a sentir assim, mas Wuchang consegue essa proeza sem romper com o que faz um souls ser… souls. Em particular, um combate mais calculado e com menos martelar de botões.

Outra coisa que faz bem é que morrer não é sinónimo de perder todo o progresso. Sim, perdemos Red Mercury, mas a quantidade vai depender do nosso nível de Madness. Esta Madness (ou insanidade) é uma consequência das nossas ações. Ou seja, se derrotarmos humanos ou morrermos várias vezes, esta vai aumentar. Já derrotar aventesmas reduz a insanidade.

A insanidade aumenta o nosso ataque, mas fragiliza a defesa. E por consequência, um risco calculado acaba por carregar alguma tensão. Isto, até surgir a aparição insana da nossa personagem que tanto corre atrás de nós, como limpa o mapa de inimigos. É um pouco como fazer terapia e enfrentar os nossos problemas, mas com sabres.

Já há muito tempo que não jogava algo deste género que me agarrasse como Wuchang: Fallen Feathers. Foi quase como reviver aquela emoção de não conseguir largar o comando e enganar-me com “é só mais uma tentativa“. Até a exploração orgânica me fez lembrar dessa primeira vez com o primeiro Dark Souls, naquele mundo interligado que abria aos poucos, semelhante a um metroidvania. Quando suspirava de alívio ao regressar às zonas iniciais seguras, mas por atalhos ou portas antes inacessíveis. E sim, existe algum backtracking porque há missões secundárias que o exigem. Mas, felizmente, o jogo indica-nos onde e quando com notificações subtis. Uma melhoria simples, mas incrivelmente eficaz e, sinceramente, não percebo porque continua a ser ignorada noutros jogos. O mesmo vale para o glossário bem construído, que nos permite consultar informações sobre mecânicas específicas sempre que precisamos.

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Wuchang: Fallen Feathers (505 Games)

Wuchang: Fallen Feathers dispõe de três modos de desempenho. Os já habituais, o Quality e Performance, a 30FPS e a 60FPS, respetivamente, e o meio-termo, com 40FPS no modo Balance (apenas em painéis compatíveis com 120Hz). Os visuais sofrem ligeiramente nos dois últimos modos e topei mais soluços em Performance, mas nada que estrague a experiência num todo. Acabei, no entanto, por ficar em Quality (por defeito o meu favorito em qualquer jogo), até porque este jogo merece. É simplesmente arrebatador, dos cenários envolventes de Shu, ao design das criaturas horrendas. A inspiração tradicional e as influências regionais estão lá, mas é bom ver como a criatividade as consegue reinterpretar e integrar no género. E só realça o quão bom é consumir conteúdo diverso e diferente da nossa realidade.

Wuchang: Fallen Feathers também tem tanto de Bloodborne como de Sekiro, e acaba por se destacar graças às lições bem assimiladas dessas influências. Confesso que estava reticente no início de que seria mais do mesmo, especialmente porque comecei esta jornada no mesmo dia em que me chegou Death Stranding 2: On the Beach. Gerir o tempo entre os dois não foi fácil. Pois um é intenso, frenético, viciante; o outro, mais pausado, introspetivo, que pede tempo e silêncio. Passados alguns dias, reparei que mal tocava na nova obra de Kojima. Simplesmente não conseguia largar Wuchang: Fallen Feathers. O que, por si só, diz muito sobre a qualidade do jogo! Wuchang: Fallen Feathers revela-se assim não só como uma boa surpresa, a também como um novo patamar para o género que nos mostra que ainda há muito para explorar nas cinzas de soulslike.

Recomendado - Echo Boomer

Cópia para análise (PlayStation 5) cedida pela 505 Games.

AHRESP avisa que subida do IVA na restauração pode ameaçar competitividade económica e turística de Portugal

A proposta de aumentar o IVA da restauração para 23% poderá comprometer empregos, investimento e a atratividade do país, diz a AHRESP.

A proposta da Unidade Técnica de Avaliação de Políticas Tributárias e Aduaneiras (U-Tax), que recomenda o aumento do IVA aplicado à restauração dos atuais 13% para 23%, está a gerar forte contestação por parte da AHRESP (Associação da Hotelaria, Restauração e Similares de Portugal). A associação considera que a medida ignora a complexidade económica e social de um setor composto, na sua maioria, por micro e pequenas empresas, muitas com gestão familiar, e que se encontra ainda em processo de recuperação após a crise pandémica.

De acordo com a AHRESP, o contexto atual não é favorável a alterações fiscais desta natureza. A restauração enfrenta quebras de faturação, sobretudo fora das principais zonas turísticas, um agravamento significativo dos custos das matérias-primas devido à inflação, níveis de endividamento elevados associados à pandemia e dificuldades no cumprimento de obrigações fiscais e laborais. A estes fatores junta-se a pressão para atualização salarial, num cenário marcado pelo aumento generalizado do custo de vida, com destaque para o acesso à habitação. Em regiões de menor densidade populacional, o impacto seria ainda mais acentuado, podendo agravar as assimetrias territoriais já existentes.

O setor vive, há mais de uma década, num ambiente de instabilidade fiscal. Após manter durante anos a taxa de 13%, o IVA foi aumentado para 23% em 2012, permanecendo nesse patamar até 2016. Nesse ano, a taxa intermédia foi reintroduzida para os serviços de alimentação, enquanto as bebidas continuaram sujeitas à taxa máxima. Segundo a AHRESP, este recuo fiscal permitiu a criação de mais de 50.000 postos de trabalho num período de apenas dois anos, além de ter gerado receitas acrescidas para o Estado e para a Segurança Social.

A eventual subida do IVA voltaria a ameaçar a sustentabilidade de milhares de empresas, sobretudo nas regiões mais periféricas, onde a restauração representa frequentemente um dos poucos motores económicos locais. Além da perda de emprego direto, o impacto alastrar-se-ia à cadeia de fornecimento, atingindo produtores – muitos de origem local -, fornecedores de serviços, transportes, logística e, até, o setor cultural. O peso da gastronomia e dos vinhos na atratividade turística nacional torna a manutenção da taxa intermédia um ponto estratégico para preservar a competitividade externa de Portugal neste domínio.

A proposta da U-Tax surge em contraciclo com as opções adotadas por vários países europeus. Espanha, França e Itália aplicam à restauração uma taxa reduzida de 10%, enquanto na Grécia esta se situa nos 13%. Portugal, alerta a AHRESP, corre o risco de perder terreno face aos seus concorrentes diretos se avançar com uma medida que, além de desajustada, fragilizaria o destino nacional como opção turística.